Correção da Unicamp ª fase - Química feita pelo Intergraus

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Química feita pelo Intergraus. 11.01.2010"

Transcrição

1 UNICAMP QUÍMICA As questões dessa prova exploram matérias da Revista Pesquisa FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), uma publicação men sal disponível gratuitamente na rede mundial. Essa é uma importante fonte de informação para a sociedade em geral e particularmente útil para quem quer aprender e ensinar em todas as áreas do conhecimento. As questões seguintes são um singelo exemplo desse uso. BA PRVA! 1. Numa entrevista à Revista n 16, um astrofísico brasileiro conta que propôs, em um artigo científico, que uma estrela bastante velha e fria (6.000 K), da constelação de Centauro, tem um núcleo quase totalmente cristalizado. Esse núcleo seria constituído principalmente de carbono e a estrela estaria a caminho de se transformar em uma estrela de dia mante, com a cristalização do carbono. a) pes qui sa dor re la ta ter iden ti fi ca do ma is 2 es tre las com as mes mas ca rac te rís ti cas e afir ma: Enquan - to não ter mi na o pro ces so de cris ta li za ção do nú cleo, as es tre las de di a man te per ma ne cem com a tem - pe ra tu ra cons tan te. No que diz res pe i to à tem pe ra tu ra, in de pen den te men te de seu va lor ab so lu to, ele com ple men ta es sa afir ma ção fa zen do uma ana lo gia en tre o pro ces so que ocor re na es tre la e a so li di fi - ca ção da água na Ter ra. Com ba se no co nhe ci men to ci en tí fi co, vo cê con cor da com a ana lo gia fe i ta pe lo pes qui sa dor? Jus ti fi que. b) Ao fi nal da re por ta gem afir ma-se que: No di a man te da es tre la, ape nas 0,01 Å se pa ra os nú cle os dos áto - mos do ele men to que o com põem. Con si de ran do-se que o ra io atô mi co do car bo no no di a man te da Ter - ra é de 0,77 Å, quan to va le ria a re la ção nu mé ri ca en tre os vo lu mes atô mi cos do car bo no (Ter ra/es tre la)? Mos tre seu ra ci o cí nio. a) Sim, po is se o nú cleo da es tre la é cons ti tu í do prin ci pal men te de car bo no, po de mos con si de rá-lo for ma do por subs tân cia pu ra. Por tan to, du ran te o pro ces so de so li di fi ca ção, a tem pe ra tu ra per ma ne ce cons tan te, assim co mo acon te ce quan do a água lí qui da (pu ra) se trans for ma em ge lo. b) Diamante da estrela Diamante da Terra raio = 0, m raio = 0, m 10 0,01 10 m V = (5 10 ) E ,5 10 m V = (0,77 10 ) T 10 V V T E ( 0,77 10 ) 1 ( 5,010 ) 10 1 = ( ) ( 5,0 10 ) ,65 10

2 2. Na Revista n 16 descreve-se um sistema de descontaminação e reciclagem de lâmpadas fluorescentes que separa seus componentes (vidro, mercúrio, pó fosfórico e terminais de alumínio), tornando-os disponíveis como matérias-primas para reutilização em vários tipos de indústria. a) Num tre cho da re por ta gem, a res pon sá vel pe lo pro je to afir ma: Essa eta pa (se pa ra ção do mer cú rio) é reali - za da por um pro ces so de su bli ma ção do mer cú rio, que de po is é con den sa do à tem pe ra tu ra am bi en te e ar ma ze na do pa ra pos te ri or co mer ci a li za ção. Con si de ran do ape nas es se tre cho adap ta do da re por ta - gem, iden ti fi que as tran sfor ma ções fí si cas que o mer cú rio so fre e as equa ci o ne ade qua da men te. b) Em re la ção à re cu pe ra ção do mer cú rio, a pes qui sa do ra afir ma: mí ni mo pa ra co mer ci a li za ção é 1 qui - lo, sen do que de ca da mil lâm pa das só re ti ra mos 8 gra mas de mer cú rio, em mé dia. Se gun do a li te ra tu ra, há cer ca de 21 mg des se me tal em uma lâm pa da de 0 W. No con tex to des sas in for ma ções, dis cu ta cri - ti ca men te a efi ciên cia do pro ces so de re cu pe ra ção do mer cú rio, con si de ran do que to das as lâm pa das re co lhi das são de 0 W. a) Su bli ma ção: Hg (s) Hg (g) Condensação: Hg (g) Hg (L) b) Se uma lâm pa da de 0 W tem 21 mg de Hg, mil lâm pa das con têm 21 g de Hg. ra, se de ca da mil lâm - pa das só se con se guem ob ter 8 g, a efi ciên cia do pro ces so de re cu pe ra ção do mer cú rio é ba i xa. bser ve: 21 g 100% 8 g x x 8,0% A efi ciên cia é de ape nas 8%.. Na Revista n 16 relatam-se alguns aspectos da pesquisa brasileira do etanol de segunda geração que visa à obtenção desse importante combustível a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar. A obtenção do álcool pode se dar pela hidrólise desses materiais em meio ácido. Num dos trechos afirma-se: enquanto o ácido sulfúrico destrói parte do açúcar formado, o ácido clorídrico, mais eficiente, tem um problema ligado à corrosividade, exigindo ligas de metal de custos elevados. a) A des tru i ção do açú car, ci ta da no tex to, po de ser exem pli fi ca da pe la re a ção da sa ca ro se com áci do sul - fú ri co con cen tra do, re pre sen ta da sim pli fi ca da men te pe la equa ção quí mi ca: C 12 H (s) + H 2 S (l) 12 C(s) + n H 2 (g) + H 2 S (11 n)h 2 (l); H<0 on de n<11. Le van do-se em con ta o co nhe ci men to quí mi co e a equa ção quí mi ca apre sen ta da, que evi - dên ci as ex pe ri men ta is po de ri am su ge rir que o exem plo da do é uma re a ção quí mi ca? b) Um ti po de cor ro são quí mi ca do aço se de ve à pre sen ça do íon clo re to. Di fe ren ças na com po si ção do aço po dem le var a di fe ren ças na re sis tên cia à cor ro são; quan to ma i or o va lor de PRE (Pit ting Re sis tan ce Equi va - Tipo de aço %Cr %Mo %N lent), ma is re sis ten te é o aço. Com ba se nos da dos da ta be - 0LN ,2 la aba i xo, que aço vo cê es co lhe ria pa ra cons tru ir um re a tor pa ra a ob ten ção de eta nol do ba ga ço da ca na por hi dró li se SAF ,2 com áci do clo rí drico? Jus ti fi que. Da do: PRE = %Cr +, %Mo + 16 %N 90L ,1 0,1 a) A mu dan ça de cor do só li do. A sa ca ro se (C 12 H ) é um só li do bran co (o açú car de me sa), en quan to o car bo no for ma do é um só li do ne gro. Além dis so, o fe nô me no é acom pa nha do por uma gran de li be ra ção de ca lor (re a ção al ta men te exo tér mi ca). b) Devido à presença dos íons cloreto, deve-se escolher o aço com maior PRE. Então, vejamos: Aço 0LN = 19 +, (0) + 16 (0,2) = 22,2 Aço SAF2205 = 22 +, () + 16 (0,2) = 5,1 Aço = 18 +, (2) + 16 (0,1) = 26,2 Aço 90L = 19 +, () + 16 (0,1) =,8 aço a ser escolhido é o SAF2205.

3 . Milagre, Milagre... É a imagem de uma santa na vidraça! Muitos comentários desse tipo foram veiculados na imprensa em Diante de tantas hipóteses e superstições para explicar a observação, a Revista n 79 traz uma reportagem onde se conclui: Aos poucos, portanto, a ciência desvenda os enig mas da natureza e, nesse caso, ensina que a Nossa Senhora das Vidraças não é um fenômeno do além. É apenas fruto do acaso... a) Do pon to de vis ta da Qu í mi ca, o tex to afir ma, em pa la vras, que um dos es tá gi os da cor ro são do vi dro, em pre sen ça de água, po de ser re pre sen ta do sim pli fi ca da men te pe lo es que ma aba i xo: + Na Si Si + Na H 2 H H Si Si que ocor re com o va lor de ph da água (au men ta, di mi nui ou per ma ne ce cons tan te) após um con ta to pro lon ga do com o vi dro? Jus ti fi que sua res pos ta. b) Tam bém se afir ma no tex to que se o vi dro es ti ver ex pos to a um am bi en te úmi do e ri co em C 2, um re sí - duo só li do po de se de po si tar em sua su per fí cie. Dê o no me do re sí duo e a equa ção quí mi ca da re a ção de for ma ção do de pó si to. a) ph da água au men ta. Isso por que a equa ção da re a ção mos tra que íons Na + do vi dro são subs ti tu í dos por H + : + Na H H 2 + Si Si + Na + H meio básico; ph aumenta b) 5. Marcas Esmaecidas - Gel feito de látex nat u ral é a mais recente promessa para combater rugas. Um teste preliminar realizado com 60 mulheres de idade próxima a 50 anos indicou uma redução de 80% das rugas na região da testa e dos olhos, após quase um mês de uso diário de um gel antirrugas feito de látex da seringueira. Ess es da dos são parte de uma reportagem sobre farmacologia, divulgada pela Revista n 157. a) lá tex na tu ral, a que se re fe re o tex to, é uma dis per são co lo i dal de par tí cu las de po lí me ros que, após co a gu la ção, le va à for ma ção da bor ra cha na tu ral. A par tir da es tru tu ra dos mo nô me ros for ne ci dos no es - pa ço de res pos ta, re pre sen te do is po lí me ros do lá tex, usan do mo nô me ros em ca da re pre sen ta ção. b) Cal cu le a mas sa mo lar (g mol 1 ) de um lá tex cu ja ca de ia po li mé ri ca, pa ra efe i to de cál cu lo, é cons ti tu í da por uni da des do mo nô me ro. a) 2 NaH + C 2 Na C + H 2 2 resíduo sólido de carbonato de sódio b) Di e no C H 6 5 g/mol de ca da mo nô me ro uni da des g

4 6. A Revista n 161 relata um de bate en tre pesquisadores no work shop Impactos Socioeconômicos, Ambientais e de Uso da Terra, sobre questões ambientais associadas à produção do etanol. A seguir, alguns trechos adaptados desse de bate são transcritos: A cana colhida com queima (colheita man ual) reduz o estoque de carbono no solo, mas a colhida sem queima (mecânica) aumenta o estoque de carbono, podendo fazer o solo reter até toneladas de carbono por hect are em três anos, afirma um pesquisador do Centro de Energia Nu clear na Agricultura (CENA-USP). Não temos encontrado grande benefício em deixar palha sobre o solo. Chegamos a ganhos mais modestos, de apenas 00 quilogramas de carbono por hect are ao longo dos 16 anos de acompanhamento de canaviais em Pernambuco tratados com e sem queima. É interessante observar que a quantidade de carbono estocado no solo depende do grau de degradação do solo; so los mais degradados retêm mais carbono que os mais bem conservados, comenta um pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). a) Le van do-se em con ta os tre chos se le ci o na dos do de ba te, em que as pec to os re sul ta dos ob ti dos pe los pes qui sa do res con cor dam en tre si e em que sen ti do eles dis cor dam? Jus ti fi que b) Num ou tro tre cho do de ba te, ou tro pes qui sa dor con clui: s cál cu los de im pac to e be ne fí ci os am bi en ta is de pen dem de co nhe ci men tos do im pac to so bre o uso do so lo, que não são cla ros. Le van do-se em con ta es ses tre chos ci ta dos, as ques tões am bi en ta is atu a is e o ci clo do car bo no na Ter ra, de pre en de-se que a pre o cu pa ção fi nal nes se de ba te se ria com o so lo ou com a at mos fe ra? Expli que. a) s pes qui sa do res con cor dam quan to à ma i or re ten ção de car bo no na co lhe i ta me câ ni ca. Eles dis cor - dam quan to à quan ti da de de car bo no que o so lo po de ar ma ze nar. b) A pre o cu pa ção fi nal é com a at mos fe ra. es tu do de quan to car bo no é es to ca do ou não pe lo so lo foi ge - ra do pe la pre o cu pa ção com re la ção à con cen tra ção de C 2 na at mos fe ra prin ci pal gás ge ra dor do aque ci men to glo bal. Por tan to, de acor do com as pre o cu pa ções am bi en ta is da atu a li da de, o ob je ti vo fi nal des se es tu do é re fe - ren te à com po si ção da at mos fe ra e sua re la ção com o aque ci men to glo bal.

5 UNICAMP QUÍMICA 7. Uma equipe do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) propõe um sistema de captação de gás metano nos reservatórios de usinas hidrelétricas localizadas na bacia do rio Amazonas (essa proposta está esquematicamente representada na figura abaixo): pri me i ro pas so é a co lo ca ção de uma mem bra na (1) para im pe dir que as tur bi nas (2) das hi dre lé tri cas su guem águas ri cas em me ta no. Essa mem bra na se ria fi xa da a bo i as () na su per fí cie e an co ra da no fun do por pe sos e, as sim, a água que en tra ria nas tur bi nas vi ria de ca ma das su per fi ci a is de re pre sa, com me nor con cen tra ção de me ta no. Um sis te ma de du tos de cap ta ção () co le ta ria a água rica em me ta no no fun do da re pre sa e a le va ria para a ex tra ção do gás em um sis te ma (5) de va po ri za ção. me ta no po de ria ser que i ma do em uma ter me lé tri ca (6), ge ran do ener gia lim pa e re du ção de uma fon te do aque ci men to glo bal. Adap ta do da Re vis ta n 18. a) Con si de ran do o tex to e a fi gu ra aba i xo, es cre va o res pec ti vo nú me ro em ca da um dos cír cu los da fi gu ra, e ex pli que por que a con cen tra ção de me ta no é ma i or na re gião su ge ri da pe los pes qui sa do res. b) tex to afir ma que a que i ma do me ta no na ter me lé tri ca ge ra ener gia e le va a uma re du ção do aque ci - men to glo bal. Nes se con tex to, es cre va a equa ção quí mi ca da com bus tão do gás me ta no. Expli que co mo es sa com bus tão le va a uma re du ção do aque ci men to glo bal, ten do co mo ba se a equa ção quí mi ca e o co nhe ci men to quí mi co. a) me ta no é for ma do a par tir da fer men ta ção ana e ró bi ca de ma té ria or gâ ni ca que, por sua vez, é ma is abun dan te no le i to do re ser va tó rio. Assim, as águas ma is pró xi mas do le i to são ma is ri cas em me ta no. 6 Esquema de captura do metano na hidrelétrica b) Com bus tão do me ta no: 1CH C2 2 H2 Tan to o gás me ta no (CH ) quan to o gás car bô ni co (C 2 ) são co la bo ra do res do aque ci men to glo bal. No en tan to, o gás me ta no é ma is efi caz na re ten ção de ca lor que o gás car bô ni co. Assim, co mo na que i - ma do me ta no uma mo lé cu la de CH é tro ca da por uma de C 2, a re ten ção de ca lor pe la at mos fe ra di - mi nui.

6 8. A Revista nº 160 traz um comentário sobre um ônibus montado no Brasil que tem como combustível o gás hidrogênio. Resumidamente, explica-se que no ônibus existem celas eletroquímicas formadas por um conjunto de placas (eletrodos) e uma membrana polimérica chamada membrana de troca de prótons. Em um tipo de eletrodo, o hidrogênio é quebrado (aspas nossas) e elétrons são liberados, gerando uma corrente elétrica em direção ao outro tipo de eletrodo, onde o gás oxigênio forma íons óxido. s produtos que se originam nos dois diferentes eletrodos reagem para formar água. a) Con si de ran do-se as in for ma ções do tex to, es cre va a equa ção quí mi ca da se mir re a ção de oxi da ção que ocor re nes sa ce la ele tro quí mi ca. b) Que mas sa de gás hi dro gê nio de ve ser trans for ma da na ce la ele tro quí mi ca pa ra que, no fun ci o na men to do ôni bus, ha ja uma li be ra ção de 8,0 MJ? Da do: en tal pia de for ma ção da água = 22 kj mol 1 a) 2 H 0 H e (oxidação) 2 b) 2 H2 H e (oxidação) 2 2 e 2 (redução) 2 H H2 2 H 2 H H 2( 22)kJ x g 8 10 kj 2 2 g 8 kj (liberados) x 1 g H2

7 9. A Revista nº 162 apresenta uma pesquisa desenvolvida no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) sobre a produção de fios de irídio-192 para tratar tumores. Usados em uma ramificação da radioterapia 100 chamada braquiterapia, ess es fios são implantados no in te rior 80 dos tumores e a radiação emitida destrói as células cancerígenas e não os tecidos sadios. 192 Ir se transforma em Pt por um decaimento radioativo e esse decaimento em função do tempo é ilustrado na figura ao lado. 0 a) Con si de ran do que a ra di a ção é ge ra da por uma li ga que con tém ini ci al men te 20% de 192 Ir e 80% de Pt, de po is de quan tos di as es sa li ga se trans for ma rá em uma li ga que con - tém 5% de 192 Ir e 95% de 192 Pt? Mos tre seu ra ci o cí nio. atividade da amostra tempo/dias b) de ca i men to ra di a ti vo po de ori gi nar três di fe ren tes ti pos de par tí cu las:, e. Pa ra efe i to de res pos ta ao item, con si de re ape nas e. A par tí cu la tem uma mas sa igual à mas sa do elé tron, en quan to a par - tí cu la tem uma mas sa igual à do nú cleo do áto mo de hé lio. Con si de ran do es sas in for ma ções, que ti po de de ca i men to so fre o 192 Ir, ou? Jus ti fi que. a) 20% Ir 75 dias 10% Ir 75 dias 5% Ir 80% Pt 1/2 vida 90% Pt 1/2 vida 95% Pt 150 di as (vi de grá fi co) atividade da amostra tempo/dias 192 b) 77 Ir Pt (po is os nú me ros de mas sa dos ele men tos ra di o a ti vos se man têm cons tan tes)

8 10. Um estudo divulgado na Revista nº 156 mostra as possíveis consequências da ingestão de pas tas dentárias por crianças en tre 11 meses e 7 anos de idade. A proposta dos pesquisadores é uma pasta que libere pouco fluoreto, e isso é obtido com a diminuição de seu ph. excesso de fluoreto pode provocar a fluorose, uma doença que deixa manchas esbranquiçadas ou opacas nos dentes em formação, por reação com a hidroxiapatita [Ca 10 (P ) 6 (H) 2 ], um sólido presente nas camadas superficiais dos dentes. Nos casos mais graves, essa doença provoca porosidade nos dentes, o que facilita fraturas dos dentes e a absorção de corantes de alimentos. a) Esco lha um íon da hi dro xi a pa ti ta que po de ser subs ti tu í do pe lo flu o re to. Fa ça a subs ti tu i ção in di can do o no me do íon subs ti tu í do e a res pec ti va fór mu la da subs tân cia for ma da. 2 b) Con si de re que, no equi lí brio de so lu bi li da de, a hi dro xi a pa ti ta li be re os íons Ca, P, H pa ra o me io aquo so pró xi mo à su per fí cie dos den tes. Le van do em con ta ape nas o fa tor ph do den ti frí cio, a dis so lu - ção da hi dro xi a pa ti ta se ria fa vo re ci da, di fi cul ta da ou não so fre ria al te ra ção com a pro pos ta dos pes qui - sa do res? Jus ti fi que. a) Íon subs ti tu í do: H (hi dró xi do) Fór mu la da subs tân cia for ma da: Ca 10 (P ) 6 F 2 2 (aq) (aq) b) Ca 10 (P ) 6 (H) 2(s) 10 Ca 6 P 2 H (aq) (di mi nu i ção do ph au men to da con cen tra ção de H + ) s íons H + re a gem com os íons hi dró xi do (efe i to do íon não co mum); em con se quên cia, o equi lí brio de so lu bi li da de so fre um des lo ca men to pa ra a di re i ta, fa vo re cen do a dis so lu ção da hi dro xi a pa ti ta.

9 11. Um estudo publicado na Revista nº 19 mostra pesquisas sobre a utilização da glicerina (um triol), um subproduto da produção de biodiesel, para obtenção de polipropileno, um plástico amplamente utilizado. A motivação partiu deles e no início achei difícil retirar da glicerina (C H 8 ) os átomos de oxigênio para transformá-la em propeno (C H 6 ), lembra um pesquisador da Universidade Fed eral do Rio de Ja neiro (UFRJ). a) Le van do em con ta as es tru tu ras das mo lé cu las da gli ce ri na e do pro pe no, ex pli que por que uma des sas subs tân ci as é ga so sa e a ou tra é lí qui da em con di ções am bi en te, evi den ci an do qual é a lí qui da e qual é a ga so sa. b) tex to da re vis ta ain da in for ma: 50 kg de óleo a que são acres cen ta dos 5 kg de me ta nol re sul tam em 50 kg de bi o di e sel e 5 kg de gli ce ri na. Essa gli ce ri na vai re sul tar em 27 kg de pro pe no e pos te ri or men - te na mes ma quan ti da de de po li pro pi le no. Do pon to de vis ta ri go ro sa men te es te qui o mé tri co e con si de - ran do a quan ti da de de gli ce ri na ob ti da, a pro du ção de pro pe no se ria ma i or, me nor ou igual à des cri ta no tex to da re vis ta. Jus ti fi que. a) Pro pe no é ga so so, po is se tra ta de uma mo lé cu la apo lar. Assim, as for ças in ter mo le cu la res se rão de ba i xa inten si da de; por es se mo ti vo, o pon to de ebu li ção se rá ba i xo e a subs tân cia se rá ga so sa em con - di ções am bi en te. Gli ce ri na é li qui da, po is os al ta men te po la res gru pos H pro pi ci am o sur gi men to das for tes li ga ções de hi dro gê nio in ter mo le cu la res. Assim, o pon to de ebu li ção da gli ce ri na su pe ra o do pro pe no de mo do que a pri me i ra se apre sen te co mo um lí qui do. PRPEN: CH CH CH2 GLICERINA: CH CH CH H 2 2 H H b) 1 CH 8 1 C H 6 92 g glicerina 2 g propeno g glicerina m m = g = 2,7 kg A produção de propeno seria menor do que os 27 kg.

10 12. A Revista n 126 veiculou uma notícia sobre uma máquina de lavar que deixa as roupas limpas sem a necessidade de usar produtos alvejantes e elimina praticamente todas as bactérias dos tecidos. segredo do equipamento é a injeção de íons prata du rante a operação de lavagem. A corrente elétrica passa por duas chapas de prata, do tamanho de uma goma de mascar, gerando íons prata, que são lançados na água du rante os ciclos de limpeza. a) No seu si te, o fa bri can te in for ma que a má qui na de la var for ne ce 100 qua dri lhões ( ) de íons pra ta a ca da la va gem. Con si de ran do que a má qui na se ja uti li za da ve zes por se ma na, quan tos gra mas de pra ta são lan ça dos no am bi en te em um ano (52 se ma nas)? b) Con si de re que a li be ra ção de íons Ag + em fun ção do tem po se dá de acor do com o grá fi co ao la do. Cal cu le a cor ren te em am pe res (C/s) em que a má qui na es tá ope ran do na li be ra ção dos íons. Mos tre seu ra ci o cí nio. Da do: F = C mol 1, Cons tan te de Avo ga dro= 6, mol 1 + Ag /mol tempo/s a) lavagens = íons (áto mos) g Ag 6,02 10 átomos m átomos m 2,8 10 g Ag 17 Ag m b) Em s 2 10 mol Ag 2 10 mol e 1 mol e C mol e Q Q = i t {19, = 10 s i i = 1, A 11 Q 19, 10 C 6 g

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to.

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. GASTRONOMIA Instruções Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. Res pe i te mar gens e en tra das de pa rá gra fo. Use as in for ma ções

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009 MATEMÁTICA 1. O transporte de carga ao porto de Santos é feito por meio de rodovias, ferrovias e dutovias. A tabela abaixo for ne ce al guns da dos re la ti vos ao trans por te ao por to no pri me i ro

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS João Pedro Cordeiro Resumo O presente artigo versa sobre as práticas de gestão de recursos humanos pelas empresas, e mais especificamente

Leia mais

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 Comentário da Redação Nes te ano, a pro va de Re da ção da Uni camp foi ex ce len te. Em pri me i ro lu gar, pelo res pe i to ao for ma to tra di ci o nal

Leia mais

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades PNV 289 Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades Orides Bernardino São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro João Ferrão Resumo As visões recentes sobre o mundo rural revelam grande permeabilidade à ideia de património

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010 UNICAMP 2010 - GEOGRAFIA 13. Ob serve o gráfico abaixo e responda às questões: a) Indi que a(s) re gião(ões) do glo bo com ta xa de es pe ran ça de vi da ao nas cer in fe ri or à mé dia mun di al, nos

Leia mais

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA Rosário Mauritti Resumo Este artigo começa por analisar a influência das origens sociais nas trajectórias de

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010 da Unicamp 010 ª fase - Física 1.01.010 UNICAMP 010 - FÍSICA Esta prova aborda fenômenos físicos em situações do cotidiano, em experimentos científicos e em avanços tecnológicos da humanidade. Em algumas

Leia mais

UNICAMP 2012 (2ª Fase)

UNICAMP 2012 (2ª Fase) 1. Re so lu ção (se rá con si de ra do ape nas o que es ti ver den tro des te es pa ço). a)...in te res se do pú bli co (L1): Tra ta-se de um subs tan ti vo pos to que de ter mi na do pe lo ar ti go o,

Leia mais

CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL

CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL Miguel Correia Pinto e Manuel Mira Godinho Resumo Com os avanços nos domínios da biotecnologia registados nas décadas mais recentes, os conhecimentos

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009 FGV 010/1-13.1.009 VESTIBULAR FGV 010 DEZEMBRO 009 MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A PROVA DE MATEMÁTICA QUESTÃO 1 (Prova: Tipo B Resposta E; Tipo C Resposta C; Tipo D Resposta A) O gráfico abaio fornece o

Leia mais

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR O Sonho de Renato O Sonho de Renato a e i o u A E I O U so nho de Re na to Eu sou Renato Valadares Batista. Tenho 14 anos. Sou filho de Pedro Batista e Luzia Valadares.

Leia mais

A Gonçalves no México I N F O R M A

A Gonçalves no México I N F O R M A I N F O R M A Novembro de 2007 Depois de atuar por quase três anos no México com um escritório comercial, a Gonçalves investe em uma unidade industrial no país, que entrará em operação no início de 2008.

Leia mais

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário Capítulo 10 Controle Orçamentário Essa etapa acon te ce após a exe cu ção das tran sa ções dos even tos eco nô mi cos pre vis - tos no plano orça men tá rio. Não se con ce be um plano orça men tá rio sem

Leia mais

IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia

IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia José Manuel Leite Viegas Introdução Na úl ti ma dé ca da do sé cu lo pas sa do as sis tiu-se

Leia mais

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA Filipe Carreira da Silva Resumo Este artigo tem por objectivo discutir a noção de esfera pública proposta por Jürgen Habermas. Para tanto,

Leia mais

In for má ti ca, ar qui vos, me mó ria, in ter net.

In for má ti ca, ar qui vos, me mó ria, in ter net. UMA MEMÓRIA PARA A TECNOLOGIA Fa us to Co lom bo Re su mo O tema da me mó ria, quan do as so ci a do ao das no vas tec no lo gi as, pro duz in te res san tes cor re la ções na me di da em que a in for

Leia mais

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média KEITH CAMERON SMITH As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média Prefácio Por que es cre vi es te livro? Três mo ti vos me le va ram a es cre ver es te li vro. O pri - meiro foi a

Leia mais

A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA

A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA Luísa Oliveira e Helena Carvalho Resumo A inovação tecnológica como força motriz de um novo padrão de competitividade coloca, como questão central,

Leia mais

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA Pedro Diniz de Sousa Resumo Parte-se de uma definição do conceito de dramatização e da identificação das funções que o discurso dramático pode desempenhar

Leia mais

COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT

COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT RECENSÃO COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT [Lígia Noronha, Nelson Lourenço, João Paulo Lobo-Ferreira, Anna Lleopart, Enrico Feoli, Kalidas Sawkar, e A. G. Chachadi (2003),

Leia mais

FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto

FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto Primórdios Afir mar que a so ci o lo gia por tu gue sa só co me çou ver da de i ra men te

Leia mais

PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente

PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente Cristina Palma Conceição Resumo Tendo como pano de fundo algumas das questões suscitadas pelo debate teórico

Leia mais

Sa i ba mais so bre Fator Previdenciário Págs. 10 a 13. O que você pre ci sa saber sobre re ci cla gem de lixo Pág. 20

Sa i ba mais so bre Fator Previdenciário Págs. 10 a 13. O que você pre ci sa saber sobre re ci cla gem de lixo Pág. 20 Sa i ba mais so bre Fator Previdenciário Págs. 10 a 13 O que você pre ci sa saber sobre re ci cla gem de lixo Pág. 20 To dos so mos igua is, ape nas te - mos di fi cul da des di fe ren tes. Le o nar do

Leia mais

LEI Nº 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973. Insti tui o Código de Processo Ci vil.

LEI Nº 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973. Insti tui o Código de Processo Ci vil. Outubro de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Sexta-feira 31 34351 ares, me diante a exibição de ofí cio ou mandado em forma regular. 1º So men te se ex pe di rá pre ca tó ria, quando, por essa for ma, for

Leia mais

REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL José Nuno Lacerda Fonseca Resumo Analisando vários indícios da existência de efeitos anti-sociais da actividade dos meios de comunicação social, reflecte-se

Leia mais

Exmo. Sr. Des. Anto nio Lo yo la Vi e i ra do Órgão Espe ci al do Tri bu nal de Jus ti ça do Esta - do do Pa ra ná.

Exmo. Sr. Des. Anto nio Lo yo la Vi e i ra do Órgão Espe ci al do Tri bu nal de Jus ti ça do Esta - do do Pa ra ná. Advo ga dos Exmo. Sr. Des. Anto nio Lo yo la Vi e i ra do Órgão Espe ci al do Tri bu nal de Jus ti ça do Esta - do do Pa ra ná. Man da do de Se gu ran ça 768.003-5 Jul ga men to: Órgão Espe ci al. Rel.:

Leia mais

ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1

ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1 ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1 Eládio Torret Rocha Ju iz de Direito do TJSC SUMÁRIO: 1. Intro du ção; 2. A im pren sa e a li mi ta

Leia mais

Si Mesmo. Logosófica. Carlos Bernardo González Pecotche. Editora RAUMSOL

Si Mesmo. Logosófica. Carlos Bernardo González Pecotche. Editora RAUMSOL Carlos Bernardo González Pecotche RAUMSOL A Herança de Si Mesmo Editora Logosófica A HerAnçA de Si Mesmo Ao publicar o presente tra balho, o autor levou em conta a repercussão que ele pode alcançar no

Leia mais

SOCIOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A distância entre nós. Pedro Abrantes

SOCIOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A distância entre nós. Pedro Abrantes SOCIOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A distância entre nós Pedro Abrantes A aná li se so ci al dos fe nó me nos edu ca ti vos cons ti tui, hoje, uma ac ti vi da de im por - tan te quer da so ci o lo gia quer

Leia mais

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10 VESTIBULAR FGV 2011 OUTUBRO/2010 RESOLUÇÃO DAS 10 QUESTÕES DE MATEMÁTICA APLICADA QUESTÃO 1 O gráfico no plano cartesiano expressa a alta dos preços médios de televisores de tela plana e alta definição,

Leia mais

Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas

Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas Informativo mensal da unidade Contagem da PUC Minas nº 78 Agosto de 2008 Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas Com três li nhas de pro du tos bá si ca, es cri tó rio e es por ti va, a

Leia mais

Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo

Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo Anal y sis of the (non) char ac ter iza tion of the crime of rac ism in São Paulo Court of Jus tice Simone

Leia mais

O PODER DAS REDES OU AS REDES DO PODER Análise estratégica numa organização com intranet

O PODER DAS REDES OU AS REDES DO PODER Análise estratégica numa organização com intranet O PODER DAS REDES OU AS REDES DO PODER Análise estratégica numa organização com intranet Sandra Pereira Introdução O po der é um pro ble ma cen tral nas or ga ni za ções en quan to es pa ços de con fli

Leia mais

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Pesqui Odontol Bras 2003;17(Supl 1):33-41 Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Conselho Nacional de Saúde - Resolução 196/96 Pes qui sa Qu a li fi ca ção do pesquisador

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Biologia feita pelo Intergraus. 10.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Biologia feita pelo Intergraus. 10.01.2010 UNICMP 21 - CIÊNCIS IOLÓGICS 13. s figuras abaixo mostram o isolamento, por um longo período de tempo, de duas populações de uma mesma espécie de planta em consequência do aumento do nível do mar por derretimento

Leia mais

Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil

Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil Rosana Heringer Resumo O ar ti go apre sen ta as prin ci pa is con clu sões da pes qui sa Ma pe a - men to de Ações e Dis cur

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

edificações vias públicas leis e normas

edificações vias públicas leis e normas mobilidade acessível na cidade de são paulo edificações vias públicas leis e normas ACESSIBILIDADE prefeitura da cidade de são paulo secretaria municipal da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida

Leia mais

O PARLAMENTO PORTUGUÊS NA CONSTRUÇÃO DE UMA DEMOCRACIA DIGITAL. Gustavo Cardoso, Carlos Cunha e Susana Nascimento

O PARLAMENTO PORTUGUÊS NA CONSTRUÇÃO DE UMA DEMOCRACIA DIGITAL. Gustavo Cardoso, Carlos Cunha e Susana Nascimento O PARLAMENTO PORTUGUÊS NA CONSTRUÇÃO DE UMA DEMOCRACIA DIGITAL Gustavo Cardoso, Carlos Cunha e Susana Nascimento Resumo O presente artigo pretende analisar as práticas e representações dos deputados portugueses

Leia mais

Selvagens, Exóticos, Demoníacos. Idéias e Imagens sobre uma Gente de Cor Preta

Selvagens, Exóticos, Demoníacos. Idéias e Imagens sobre uma Gente de Cor Preta Selvagens, Exóticos, Demoníacos. Idéias e Imagens sobre uma Gente de Cor Preta Gislene Aparecida dos Santos Resumo Na cul tu ra oci den tal, a cor ne gra está as so ci a da ora a um sen ti - men to de

Leia mais

A Construção Sociológica da Raça no Brasil 1

A Construção Sociológica da Raça no Brasil 1 A Construção Sociológica da Raça no Brasil 1 Sérgio Costa Resumo Par tin do da cons ta ta ção de que as ads cri ções ra ci a is no Bra sil im - pli cam de si gual da des so ci a is que po dem ser re u

Leia mais

ESTUDAR AS TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS. Stephen Castles. Introdução

ESTUDAR AS TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS. Stephen Castles. Introdução ESTUDAR AS TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS Stephen Castles Resumo As mudanças globais e a crescente importância dos fluxos e das redes transnacionais em todas as áreas da vida social criam novos desafios às ciências

Leia mais

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA sumário executivo w w w. v o c e s a. c o m. b r w w w. e x a m e. c o m. b r melhores empresas para você trabalhar São Pau lo, setembro de 2010. Pre za do(a) Sr(a)., SEFAZ BAHIA Em pri mei ro lu gar,

Leia mais

Boa Pro va! INSTRUÇÕES

Boa Pro va! INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES A du ra ção da pro va é de 2 ho ras. Escreva um texto argumentativo. Cer ti fi que-se de ha ver es co lhi do um dos te mas pro pos tos e dê um tí tu lo a seu tex to. Use as informações disponíveis

Leia mais

VIOLÊNCIA NA ESCOLA: DAS POLÍTICAS AOS QUOTIDIANOS. João Sebastião, Mariana Gaio Alves, Joana Campos

VIOLÊNCIA NA ESCOLA: DAS POLÍTICAS AOS QUOTIDIANOS. João Sebastião, Mariana Gaio Alves, Joana Campos VIOLÊNCIA NA ESCOLA: DAS POLÍTICAS AOS QUOTIDIANOS João Sebastião, Mariana Gaio Alves, Joana Campos Resumo A existência de um alargado conjunto de situações, que designamos globalmente por violência na

Leia mais

mas, en quan to ob jec tos ma te riais da lin gua gem, foi de ta lha da men te ana li za da; o fac to de as pa la vras al fa e be ta pos suí rem le

mas, en quan to ob jec tos ma te riais da lin gua gem, foi de ta lha da men te ana li za da; o fac to de as pa la vras al fa e be ta pos suí rem le A Subjectivação da Linguagem Para comunicarem entre si, os homens edificaram, pouco a pouco, no decurso dos séculos, uma massa de sonoridades que constituem a linguagem. Michel Sages As for mas es cri

Leia mais

OITO TEMAS PARA DEBATE Violência e segurança pública. Alba Zaluar

OITO TEMAS PARA DEBATE Violência e segurança pública. Alba Zaluar OITO TEMAS PARA DEBATE Violência e segurança pública Alba Zaluar Resumo O texto aborda algumas das idéias mais disseminadas hoje nos meios de comunicação de massa, assim como no acadêmico, para entender

Leia mais

andréa del fuego os malaquias

andréa del fuego os malaquias andréa del fuego os malaquias 1 Serra Morena é ín gre me, úmi da e fértil. Aos pés de la vi vem os Malaquias, ja ne la com ta manho de porta, porta com autoridade de madeira escura. Corre, Adolfo! Donana

Leia mais

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Química feita pelo Intergraus. 12.01.2009 QUÍMICA

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Química feita pelo Intergraus. 12.01.2009 QUÍMICA QUÍMICA A cada qua tro anos, du ran te os Jo gos lím pi cos, bi lhões de pes so as as sis tem à ten ta ti va do Ho - mem e da Ciên cia de su pe rar li mi tes. Po de mos pen sar no en tre te ni men to,

Leia mais

Boa Pro va! INSTRUÇÕES

Boa Pro va! INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES Escreva um texto argumentativo. Seu texto deve apresentar introdução, desenvolvimento e conclusão. Cer ti fi que-se de ha ver es co lhi do um dos te mas pro pos tos e dê um tí tu lo a seu tex

Leia mais

Casamento, ritual, política social.

Casamento, ritual, política social. CASAR PELO CIVIL OU NA IGREJA Piedade Lalanda Resumo O presente artigo pretende reflectir sobre o casamento, em particular sobre a escolha da forma da celebração, civil ou religiosa. A nossa questão de

Leia mais

botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22

botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22 botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22 sumário Introdução... 17 Gua ra ná Porrada... 25 Muletas... 39 Exó ti cas gan gues... 47 Um mons tro e um pinguim... 55 Si ga o cão... 61 Dia de campeão...

Leia mais

DA INSOLÊNCIA À OBEDIÊNCIA Alterações nas atitudes dos despossuídos (1900-1945)

DA INSOLÊNCIA À OBEDIÊNCIA Alterações nas atitudes dos despossuídos (1900-1945) ENSA I O DA INSOLÊNCIA À OBEDIÊNCIA Alterações nas atitudes dos despossuídos (1900-1945) Eduardo Cintra Torres Aquela onda de insolência A che ga da do ca pi ta lis mo aos cam pos e o cres ci men to do

Leia mais

En si no de jor na lis mo no Bra sil: re fle xões so bre a for ma ção do jor na lis ta

En si no de jor na lis mo no Bra sil: re fle xões so bre a for ma ção do jor na lis ta QUÓ RUM ACA DÉ MI CO Vol. 11 Nº 1, ene ro-junio 2014, Pp. 11-23 Uni ver si dad del Zu lia ISSN 1690-7582 En si no de jor na lis mo no Bra sil: re fle xões so bre a for ma ção do jor na lis ta Ma ría Eli

Leia mais

Con ver gên cia e divergência na co ne xão en tre gê ne ro e le tra men to: no vos avan ços *

Con ver gên cia e divergência na co ne xão en tre gê ne ro e le tra men to: no vos avan ços * Con ver gên cia e divergência na co ne xão en tre gê ne ro e le tra men to: no vos avan ços * Nelly P. Stromquist Uni ver sity of Sout hern Ca li for nia Re su mo Cor res pon dên cia: Nelly P. Strom quist

Leia mais

Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins:

Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins: Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins: «Diz que quer con tar tu do dos prin cí pios? Dos prin cí pios a gen te nun ca sa be. Quan do é o ca so de se lhe pôr

Leia mais

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS DE ORIGEM IMIGRANTE EM PORTUGAL Oportunidades étnicas e estruturais e recursos pessoais

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS DE ORIGEM IMIGRANTE EM PORTUGAL Oportunidades étnicas e estruturais e recursos pessoais ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS DE ORIGEM IMIGRANTE EM PORTUGAL Oportunidades étnicas e estruturais e recursos pessoais Catarina Reis de Oliveira Introdução A par tir da dé ca da de 1980 o flu xo imi gra tó rio

Leia mais

ARTISTAS EM REDE OU ARTISTAS SEM REDE? Reflexões sobre o teatro em Portugal. Vera Borges. Para uma investigação sobre o teatro

ARTISTAS EM REDE OU ARTISTAS SEM REDE? Reflexões sobre o teatro em Portugal. Vera Borges. Para uma investigação sobre o teatro ARTISTAS EM REDE OU ARTISTAS SEM REDE? Reflexões sobre o teatro em Portugal Vera Borges Resumo Neste artigo apresentam-se algumas pistas de análise para o estudo das trajectórias individuais da carreira

Leia mais

MUDANÇA E MODERNIZAÇÃO NAS EMPRESAS PORTUGUESAS

MUDANÇA E MODERNIZAÇÃO NAS EMPRESAS PORTUGUESAS NOTA DE PESQUISA MUDANÇA E MODERNIZAÇÃO NAS EMPRESAS PORTUGUESAS João Freire O pre sen te tex to apre sen ta de uma for ma mu i to sin te ti za da os re sul ta dos de um in - qué ri to so ci o ló gi co

Leia mais

SÊNECA Sobre os enganos do mundo

SÊNECA Sobre os enganos do mundo coleção idealizada e coordenada por Gustavo Piqueira SÊNECA Sobre os enganos do mundo fotos Olegario Schmitt 3 são paulo 2011 Quem se la men ta de que al guém te nha mor ri do se la men ta de ter nas

Leia mais

FUTUROS PROVÁVEIS Um olhar sociológico sobre os projectos de futuro no 9.º ano

FUTUROS PROVÁVEIS Um olhar sociológico sobre os projectos de futuro no 9.º ano FUTUROS PROVÁVEIS Um olhar sociológico sobre os projectos de futuro no 9.º ano Sandra Mateus Resumo Pretende-se, neste artigo, analisar as opções escolares e profissionais constitutivas dos projectos de

Leia mais

Fi si o te ra pia re a li za jor na da aca dê mi ca nos 40 anos da pro fis são

Fi si o te ra pia re a li za jor na da aca dê mi ca nos 40 anos da pro fis são Informativo mensal da PUC Minas em Betim nº 91 Agosto de 2009 Fi si o te ra pia re a li za jor na da aca dê mi ca nos 40 anos da pro fis são As ins cri çõ es para apre sen ta ção de pôs ter es tão aber

Leia mais

QUÍMICA. b) (2 pontos) Como o átomo é considerado uma esfera, o seu volume é dado por V= 4/3 π r 3. Aplicando-se a equação aos dois átomos, tem-se:

QUÍMICA. b) (2 pontos) Como o átomo é considerado uma esfera, o seu volume é dado por V= 4/3 π r 3. Aplicando-se a equação aos dois átomos, tem-se: 2ª Fase Química INTRODUÇÃO A banca elaboradora da prova de química da segunda fase do vestibular 2010, ao escolher a Revista Pesquisa FAPESP como fonte única de informação na elaboração das questões, tinha

Leia mais

Relator Lúdio Coelho José Roberto Arru da.

Relator Lúdio Coelho José Roberto Arru da. 14288 Sexta-feira 30 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Junho de 2000 Constant ter aberto mão de 150 casas e demonstrar in - teresse específico em apenas 13 casas? 7. Como se justifica a tamanha necessidade des

Leia mais

A history of child's rights in Portuguese speaking countries.

A history of child's rights in Portuguese speaking countries. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), vol. 25, núm. 50, 2012, pp. 475-478. A history of child's rights in Portuguese speaking countries. Arend, Silvia Maria Favero. Cita: Arend, Silvia Maria Favero (2012).

Leia mais

jornal abrapa_120:jornal abrapa_120.qxd 12/2/2010 17:04 Page 1

jornal abrapa_120:jornal abrapa_120.qxd 12/2/2010 17:04 Page 1 jornal abrapa_120:jornal abrapa_120.qxd 12/2/2010 17:04 Page 1 jornal abrapa_120:jornal abrapa_120.qxd 12/2/2010 17:04 Page 2 EDI TO RI AL ABRAPA EM AÇÃO De tem pos em tem pos, so mos sur pre en di dos

Leia mais

Educação e Pesquisa ISSN: 1517-9702 revedu@usp.br Universidade de São Paulo Brasil

Educação e Pesquisa ISSN: 1517-9702 revedu@usp.br Universidade de São Paulo Brasil Educação e Pesquisa ISSN: 1517-9702 revedu@usp.br Universidade de São Paulo Brasil Nucci, Larry Psicologia moral e educação: para além de crianças boazinhas Educação e Pesquisa, vol. 26, núm. 2, julio-diciembre,

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

Ainda há Tempo, Volta

Ainda há Tempo, Volta Ainda há empo, Volta Letra e Música: Diogo Marques oprano ontralto Intro Envolvente (q = 60) enor aixo Piano Ó Œ. R.. F m7 2 A b 2 E b.. 2 Ó Œ É 2 Ó Œ F m7 2.. 2 2 A b 2 2 Ainda há empo, Volta Estrofe

Leia mais

DIREITO CONSTITUCIONAL COMPARADO E PROCESSO DE REFORMA DO ESTADO I. INTRODUÇÃO

DIREITO CONSTITUCIONAL COMPARADO E PROCESSO DE REFORMA DO ESTADO I. INTRODUÇÃO DIREITO CONSTITUCIONAL COMPARADO E PROCESSO DE REFORMA DO ESTADO José AFONSO DA SILVA SUMARIO: I. Introdução II. Direito constitucional comparado III. Pro - cessos de re for ma do Esta do. IV. Conclusões.

Leia mais

POLÍTICA ORÇAMENTAL NO PÓS-99* A.S. Pin to Bar bo sa**

POLÍTICA ORÇAMENTAL NO PÓS-99* A.S. Pin to Bar bo sa** POLÍTICA ORÇAMENTAL NO PÓS-99* A.S. Pin to Bar bo sa**. INTRODUÇÃO Que linhas básicas de orientação da política orça men tal de ve rão ser se gui das no novo en qua dra - men to em que Por tu gal in te

Leia mais

O MODELO DE WELFARE DA EUROPA DO SUL Reflexões sobre a utilidade do conceito. Pedro Adão e Silva

O MODELO DE WELFARE DA EUROPA DO SUL Reflexões sobre a utilidade do conceito. Pedro Adão e Silva O MODELO DE WELFARE DA EUROPA DO SUL Reflexões sobre a utilidade do conceito Pedro Adão e Silva Resumo Este texto começa por discutir as características comuns do modelo de welfare dos países da Europa

Leia mais

Capítulo 6 Orçamento de Despesas Departamentais

Capítulo 6 Orçamento de Despesas Departamentais Capítulo 6 Orçamento de Despesas Departamentais A ter cei ra fase da ela bo ra ção das peças orça men tá rias está liga da à orça men ta ção das des pe sas depar ta men tais. É a parte mais tra ba lho

Leia mais

Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais

Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais Má rio Antônio LOBATO DE PAIVA Resumen Má rio Antônio Loba to De Pai va ini cia su ar tícu

Leia mais

Exer cí ci o s CA PÍ TU LO 1. Exer cí ci os Introdução à Perfuração Direcional

Exer cí ci o s CA PÍ TU LO 1. Exer cí ci os Introdução à Perfuração Direcional Exer cí ci os Introdução à Perfuração Direcional CA PÍ TU LO 1 Exer cí ci o s 1) Atingir alvos de difícil acesso Desvio de poços já perfurados (side track) De sen vol vi men to de um cam po a par tir de

Leia mais

Novo institucionalismo, governança, lobbying, União Europeia.

Novo institucionalismo, governança, lobbying, União Europeia. CONFIGURAÇÕES DE GOVERNANÇA PLURALISTAS, NEOCORPORATIVAS E DA UNIÃO EUROPEIA Padrões de elaboração de políticas e de acção dos lóbis numa perspectiva comparada Tom R. Burns e Marcus Carson Resumo Este

Leia mais

DESEMPENHO DA DEMOCRACIA E REFORMAS POLÍTICAS O caso português em perspectiva comparada

DESEMPENHO DA DEMOCRACIA E REFORMAS POLÍTICAS O caso português em perspectiva comparada DESEMPENHO DA DEMOCRACIA E REFORMAS POLÍTICAS O caso português em perspectiva comparada André Freire Resumo Este artigo analisa comparativamente o apoio dos portugueses ao sistema político democrático.

Leia mais

Vamos Subir Nova Voz

Vamos Subir Nova Voz c c Vamos Subir Nova Voz 2 Letra e Música: Lucas Pimentel Arr: Henoch Thomas 2 5 2 to Eu-pos tem - po te-nho ou vi - do a pro- 2 g g 8 mes - sa de que vi - rás pra res -ga -tar os fi-lhos Teus Nem sem-pre

Leia mais

M. J. Ryan. O poder da autoconfiança

M. J. Ryan. O poder da autoconfiança M. J. Ryan O poder da autoconfiança Para a verdade, a beleza e a sabedoria que existem em cada um de nós. E, em particular, para Dawna Markova, que me ensinou a cultivar essas qualidades. Confie em si

Leia mais

Marcos Seesp-Mec Fasciculo VII-B:Marcos Seesp-Mec Fasciculo VII.qxd

Marcos Seesp-Mec Fasciculo VII-B:Marcos Seesp-Mec Fasciculo VII.qxd Marcos Seesp-Mec Fasciculo VII-B:Marcos Seesp-Mec Fasciculo VII.qxd 28/10/2010 16:24 Page 1 Marcos Seesp-Mec Fasciculo VII-B:Marcos Seesp-Mec Fasciculo VII.qxd 28/10/2010 16:24 Page 2 Marcos Seesp-Mec

Leia mais

Os Cadernos IHU Idei as apresentam artigos produzidos pelos convidados-palestrantes dos eventos promovidos pelo IHU. A diversidade dos temas,

Os Cadernos IHU Idei as apresentam artigos produzidos pelos convidados-palestrantes dos eventos promovidos pelo IHU. A diversidade dos temas, cadernos ideias Os Cadernos IHU Idei as apresentam artigos produzidos pelos convidados-palestrantes dos eventos promovidos pelo IHU. A diversidade dos temas, abrangendo as mais diferentes áreas do conhecimento,

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - História feita pelo Intergraus. 11.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - História feita pelo Intergraus. 11.01.2010 UNICAMP 2010 - HISTÓRIA 13. Os im pé ri os de sen vol ve ram di fe ren tes es tra té gi as de in clu são. O im pé rio ro ma no per mi tia a mul ti pli ci - da de de cren ças, des de que a le al da de po

Leia mais

Marcos Seesp-Mec Fasciculo III - B:Marcos Seesp-Mec Fasciculo III - B.qxd 28/10/2010 16:05 Page 1

Marcos Seesp-Mec Fasciculo III - B:Marcos Seesp-Mec Fasciculo III - B.qxd 28/10/2010 16:05 Page 1 Marcos Seesp-Mec Fasciculo III - B:Marcos Seesp-Mec Fasciculo III - B.qxd 28/10/2010 16:05 Page 1 Marcos Seesp-Mec Fasciculo III - B:Marcos Seesp-Mec Fasciculo III - B.qxd 28/10/2010 16:05 Page 2 Marcos

Leia mais

PRO GRA MA ÇÃO DAS UNI DA DES DIDÁTI CAS

PRO GRA MA ÇÃO DAS UNI DA DES DIDÁTI CAS PRO GRA MA ÇÃO DAS UNI DA DES DIDÁTI CAS Unidade 1. Somos cidadãos........................................... 25 Unidade 2. Descobrindo as diferenças................................... 28 Unidade 3. Conhecendo

Leia mais

Mediação e tecnologia

Mediação e tecnologia NOVAS TECNOLOGIAS Mediação e tecnologia RESUMO Neste trabalho o autor discute o atual momento pelo qual passa o sujeito da comunicação no ciberspaço, analisando as diferentes formas de mediação que ela

Leia mais

Artes. Avaliação Mensal

Artes. Avaliação Mensal Tema: Arte e sociedade Artes Avaliação Mensal Analisar a relação entre a arte e a sociedade. Refletir sobre tal relação. Etapas: 1. Escolha um dos artistas apresentados no livro Arte e sociedade no Bra

Leia mais

Um bre ve ba lan ço da pesquisa sobre violência escolar no Brasil

Um bre ve ba lan ço da pesquisa sobre violência escolar no Brasil Um bre ve ba lan ço da pesquisa sobre violência escolar no Brasil Marilia Pontes Spo si to Uni ver si da de de São Pa u lo Resumo O ar ti go re a li za ba lan ço da pes qui sa so bre as re la ções en tre

Leia mais

SENADO FEDERAL REGIMENTO INTERNO RESOLUÇÃO Nº 93, DE 1970

SENADO FEDERAL REGIMENTO INTERNO RESOLUÇÃO Nº 93, DE 1970 SENADO FEDERAL REGIMENTO INTERNO RESOLUÇÃO Nº 93, DE 1970 Texto editado em con for mi da de com a Resolução nº 18, de 1989, con so li da do com as alterações de cor ren tes de emendas à Cons - tituição,

Leia mais

série Paisagem Cultural e Patrimônio RAFAEL WINTER RIBEIRO PESQUISA E DOCUMENTA²AO DO IPHAN

série Paisagem Cultural e Patrimônio RAFAEL WINTER RIBEIRO PESQUISA E DOCUMENTA²AO DO IPHAN série PESQUISA E DOCUMENTA²AO DO IPHAN Paisagem Cultural e Patrimônio RAFAEL WINTER RIBEIRO Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Cultura Gilberto Gil Passos Moreira Presidente

Leia mais

Art. 243. Vender, fornecer ain da que gratuita -

Art. 243. Vender, fornecer ain da que gratuita - Agosto de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Qu in ta-fe i ra 7 22447 LEGISLAÇÃO CITADA ANEXADA PELA SECRETARIA-GERAL DA MESA LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990 Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE COMPUTADOR E DA INTERNET PELA POPULAÇÃO PORTUGUESA

A UTILIZAÇÃO DE COMPUTADOR E DA INTERNET PELA POPULAÇÃO PORTUGUESA A UTILIZAÇÃO DE COMPUTADOR E DA INTERNET PELA POPULAÇÃO PORTUGUESA Maria de Lurdes Rodrigues e João Trocado da Mata Resumo Com base no tratamento dos resultados obtidos no inquérito à utilização de computador

Leia mais

VIMMINTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

VIMMINTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Sumário PARTE I FUNDAMENTOS Prefácio.......................................................... IX Prefácio à 2 a edição................................................. XI Capítulo 1 Fluxo Financeiro ou

Leia mais

COBERTURA JORNALÍSTICA DA INFÂNCIA: DEFININDO A CRIANÇA INTERNACIONAL

COBERTURA JORNALÍSTICA DA INFÂNCIA: DEFININDO A CRIANÇA INTERNACIONAL COBERTURA JORNALÍSTICA DA INFÂNCIA: DEFININDO A CRIANÇA INTERNACIONAL Cristina Ponte Resumo Neste artigo comenta-se a construção social das crianças produzida pelo jornalismo, com base em duas análises

Leia mais

BECKER, GOFFMAN E A ANTROPOLOGIA NO BRASIL

BECKER, GOFFMAN E A ANTROPOLOGIA NO BRASIL ARTIGOS BECKER, GOFFMAN E A ANTROPOLOGIA NO BRASIL Gilberto Velho Resumo O autor trata da influência das obras de E. Goffman e de Howard S. Becker sobre a ciência social brasileira, particularmente no

Leia mais

AS PEC TOS DA ECO NO MIA MINE RAL

AS PEC TOS DA ECO NO MIA MINE RAL 4 AS PEC TOS DA ECO NO MIA MINE RAL DO ESTA DO DE ROND ÔNIA O ouro e a cassiterita são os principais bens mi - nerais explotados no estado de Rondônia. A cassiterita tem um histórico com atividades operacionais

Leia mais

Com o Pé sobre um Vulcão : Africanos Minas, Identidades e a Repressão Antiafricana no Rio de Janeiro (1830-1840)

Com o Pé sobre um Vulcão : Africanos Minas, Identidades e a Repressão Antiafricana no Rio de Janeiro (1830-1840) Com o Pé sobre um Vulcão : Africanos Minas, Identidades e a Repressão Antiafricana no Rio de Janeiro (1830-1840) Carlos Eugênio Líbano Soares e Flávio Gomes Resumo Este ar ti go bus ca re tra tar o ter

Leia mais