Agenda Estratégica, Rio Boat Show Projeto Rio Náutico - Agenda Estratégica Rio Boat Show 2011

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1 Projeto Rio Náutico - Agenda Estratégica Rio Boat Show 2011

2 Escopo Disponibilizar um quadro de recomendações que permita à SEDEIS, ao SEBRAE/RJ e às Partes Interessadas 1, refletirem sobre uma pauta coerente voltada para a criação de um ambiente econômico de classe mundial para o setor náutico no Estado do Rio de Janeiro. Elaborar uma Agenda Positiva, que traduza o pensamento do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Sociedade Civil e do Empresariado da cadeia produtiva do setor náutico fluminense. 1 Entenda-se da Sociedade Civil e Empresariado envolto na cadeia produtiva do setor náutico fluminense.

3 Agenda Positiva Estabelece de forma concreta os desafios e oportunidades do setor náutico fluminense; Define as grandes metas transformadoras a serem estabelecidas e perseguidas em favor do setor náutico fluminense; Estabelece as prioridades estratégicas para o setor náutico fluminense e permite um acompanhamento do desenvolvimento econômico deste setor; Chama a atenção para a importância de um enfrentamento positivo dos entraves que podem estar inibindo a conversão do setor náutico fluminense em um setor competitivo em classe mundial.

4 Modelo Mental e Elos da Cadeia Produtiva (i) cadeia produtiva inbound representando a indústria de construção, comercialização, reparo e assistência técnica de embarcações para esporte e lazer. (ii) infra-estrutura representando as marinas, as instalações náuticas e os contornos regulatórios que as envolvem. (iii) a cadeia produtiva outbound e a demanda representando os operadores aquaviários, os chartes, os operadores de turismo náutico e a própria demanda sob a forma de usuários finais.

5 Justificativas e Direcionamento do SEBRAE/RJ na atuação junto a setores econômicos relevantes Cenário caracterizado pela estabilidade financeira e pelas perspectivas de crescimento econômico, constitui uma oportunidade para o Estado do Rio de Janeiro colocar as micro e pequenas empresas no centro da agenda nacional e internacional de desenvolvimento; Isto nos leva à missão institucional do SEBRAE: Promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável das micro e pequenas empresas e fomentar o empreendedorismo; Apenas algumas diretrizes para cumprimento da missão:

6 Metodologia do Projeto Rio Náutico - Agenda Estratégica O conector 1 compreendeu remessa ou aplicação de questionários em grupos focais, reuniões de grupo focais, entrevistas em profundidade e visitas à instalações náuticas, com consequente tabulação e análise de dados.

7 Metodologia do Projeto Rio Náutico - Agenda Estratégica

8 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense

9 Construção de Embarcações de Esporte e Recreio e Infra-Estrutura Náutica Breve Caracterização dos Impactos Econômicos Produção nacional de embarcações/ano com 15,5% de share para o Estado do Rio 27,7% da infraestrutura náutica nacional está alocado no Estado do Rio Diferimento do ICMS no Rio é uma plataforma para conversão de MPEs de setores próximos em fornecedores náuticos de 1ª e 2ª camada Média de 7,4 empregos diretos e indiretos por cada embarcação produzida Estruturas de apoio localizadas nas regiões litorâneas, fixando a população onde há carência de alternativas emprego e renda O momento do Rio pode acelerar a captação de grande parte dos US$ 800mi de consumo anual na cadeia náutica nacional

10 Locacional de Marinas e Clubes Náuticos (Angra e Paraty)

11 Locacional de Marinas e Clubes Náuticos (Búzios e Cabo Frio)

12 Locacional de Marinas e Clubes Náuticos (Rio de Janeiro)

13 Draft dos Elos da Cadeia Produtiva Potencial de conversão de MPEs presentes nos APLS priorizados pela SEDEIS em fornecedores de 1ª e 2ª camada (ex: Ferragens Guarda Mancebo, Corrimão. Escada de Popa, etc.)

14 Draft dos Elos da Cadeia Produtiva

15 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva inbound) Balança Comercial, em US$ MM (Rio de Janeiro, Jan.2008 Jan.2011) Razoável movimentação de estoque remanescente vindo do Exterior... Fonte: Autores, a partir de Aliceweb/MDIC, 2011.

16 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva inbound) Principal motivo para quem NUNCA exportou: OBS: gráfico de frequência não plotado em histograma.

17 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva inbound) Destinação média do orçamento da empresa para P&D com recursos próprios : 01 único outlier com 15% do orçamento anual em P&D Obteve recursos de subvenção econômica para projeto com ênfase em inovação tecnológica (últimos 3 anos): Apenas 27% das empresas no quartil máximo (Acima de 2,01% do orçamento anual em P&D)

18 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva inbound) Situação do mercado fornecedor de insumos e matéria-prima que atendem aos construtores de barcos e implementos (i) Mercado está normal, em regime de livre concorrência. (ii) Mercado está fornecedor, ou seja, pouco favorável aos construtores de barcos e implementos, com fornecedores pouco abertos a flexibilização, negociação, etc. (iii) Mercado está comprador, ou seja, favorável aos constru-tores de barcos e implementos.

19 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva inbound) Itens críticos de suprimento praticamente centralizados (fornecedores são praticamente únicos e exclusivos no mercado) OBS: Outros incluem mantas e tecidos.

20 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva inbound) Itens de suprimento precisam ser IMPORTADOS ou Comprados EM OUTROS ES- TADOS: OBS: Outros incluem mantas e tecidos, componentes para montagem de Deck e fibra de carbono.

21 Pressão sobre capital de giro Agenda Estratégica, Rio Boat Show 2011 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva inbound) Barreiras impostas pelos fornecedores centralizados (fornecedores são praticamente únicos e exclusivos no mercado)?

22 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva inbound) Produto embarcação mais rentável no mercado: OBS: gráfico de frequência não plotado em histograma.

23 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva inbound) Acessório mais rentável no mercado: OBS: Outros incluem motores importados.

24 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (infra-estrutura) Conhece a certificação Blue Flag de praias e marinas? Se conhece o Blue Flag, mas ainda não buscou a certificação, as razões seriam:

25 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (infra-estrutura) Se houvesse uma linha de crédito específica para investimento em equipamentos e bens para revitalização ou modernização de marinas, qual seria sua prioridade de uso do crédito? (i) (ii) (i) Aquisição de guindastes, carretas e equipamentos de limpeza e abastecimento. (ii) Implantar novos galpões cobertos ampliando número de vagas na marina. OBS: gráfico de frequência não plotado em histograma.

26 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (infra-estrutura) Qual segmento do setor náutico emprega mais em sua região? OBS: gráfico de frequência não plotado em histograma. Não inclui segmento inbound.

27 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (infra-estrutura) Como é, em relação a qualidade, a formação desta mão-de-obra especializada que atende o setor náutico da região? Regular 16,0% Ruim 17,0% (i) Inexistente 67,0% (i) Inexistente, o treinamento acaba sendo on the job. MOC e Arrais deveriam ter ênfase essencialmente prática. Conteúdo programático do que é ofertado ainda requer reciclagem.

28 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (infra-estrutura) A quantidade de mão-de-obra especializada disponível na região atende o mercado: De maneira satisfatória : 0% De maneira insatisfatória : 100% Nota: Tendência de Déficit de mão-de-obra de Condutores náuticos profissionais entre a segunda metade de 2012 e o primeiro semestre de 2013.

29 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (infra-estrutura) Distorção Conceitual na Aplicação do IPI no Setor Náutico OBS: Alíquota diferenciada apenas no caso de incorporação do equipamento náutico no ativo imobilizado de empresas de turismo. Aplicável apenas sobre barcos a vela e barcos a motor exceto com motor fora-de-borda.

30 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva outbound) Rotas/circuitos náuticos mais explorados (por ordem de importância): Por quê são os mais explorados? 8% 9% 17% Mais viável economicamente Muita procura 8% Maior infraestrutura (Restaurantes, Vestiários, Banheiros) Facilidade do plano de navegação 58% Mais acessível do ponto de vista logístico

31 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva outbound) Rotas/circuitos náuticos menos explorados (por ordem de importância): OBS: gráfico de frequência não plotado em histograma.

32 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva outbound) O que torna estes circuitos pouco explorados? Áreas com berçário natural, algas, corais ou defeso de pesca OBS: gráfico de frequência não plotado em histograma.

33 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva outbound) Quais eventos náuticos você gostaria de ver prioritariamente em sua região? (i) (ii) (iii) (i) Workshops sobre clima-meteorologia e regras de segurança em navegação. (ii) Reunião de cruzeiros temáticos (cruzeiros pela paz, cruzeiros pela solidariedade, etc.) (iii) Eventos de lançamento de moda náutica.

34 Visão Geral do Setor Náutico Fluminense (cadeia produtiva outbound) Quais as embarcações que mais circulam e buscam abrigo em sua região? (i) (i) Bote de casco rígido e semi-rígido. OBS: gráfico de frequência não plotado em histograma. Jets e Hovercrafts não atingiram frequência mínima.

35 Lógica dos Temas Estratégicos A adoção de Temas Estratégicos visa facilitar as tentativas de aproveitamento de oportunidades para um salto em temas específicos que, eventualmente, podem se converter em programas e planos de trabalho a serem desenvolvidos pelas Partes Interessadas. O fato de os Temas Estratégicos gerarem Pontos Focais a serem considerados em uma ampla agenda setorial a ser iniciada na edição 2011 da Rio Boat Show, reflete um importante pressuposto, o de que o sucesso de qualquer programa ou plano de trabalho em prol do setor náutico fluminense não depende exclusivamente das iniciativas da SEDEIS e do SEBRAE/RJ. O sucesso almejado depende acima de tudo de um sistema de valores que congregue (i) vontade de se relacionar e (ii) vontade de se trabalhar de modo articulado por sobre os desafios apresentados na Agenda.

36 Temas Estratégicos

37 T.1.1 TEMA ESTRATÉGICO: INSTALAÇÕES NÁUTICAS E FACILIDADES LOGÍSTICAS Turistas náuticos esperam encontrar no destino, facilidades logísticas para suprir necessidades específicas dos meios náuticos. Vagas para estadia, rampas de acesso ao mar, atracadouro, Forklifts, oficinas para pequenos reparos, abastecimento de água, combustível e energia elétrica (enquanto atracado), loja de peças e acessórios náuticos etc. Para a escolha do destino da viagem, alguns pontos importantes do ponto de vista das instalações de apoio são considerados pelo turista náutico, como: i. Oferta de infra-estrutura e serviços de qualidade (marinas); ii. Conservação do meio ambiente; iii. Segurança; iv. Divulgação das facilidades náuticas no destino. Rampas públicas de acesso direto ao mar são recursos procurados por quem não tem vínculos com Clubes Náuticos ou não podem arcar com custos do uso de marinas. PONTOS FOCAIS Facilidades Logísticas: Dotar o litoral de instalações provedoras de sistemas de cobertura por rádio-bases e postos de abastecimento de combustível, garantindo a segurança da navegação. Rampas: Acessos ao mar por rampas públicas é um meio de inclusão náutica a uma camada turística de menor poder aquisitivo. São Sebastião: Criação de Pólo Náutico revitalizando e viabilizando área para acomodação de novos investidores. ESTRATEGIA E FORESIGHT A instalação de facilidades logísticas e de rampas ao longo das praias e orla poderá compor, juntamente com a redução dos custos de produção de embarcações, um processo de Inclusão Náutica para integrar ao meio uma camada da população com menor poder aquisitivo.

38 T.1.2 TEMA ESTRATÉGICO: CONTORNOS REGULATÓRIOS Possuindo um litoral de quilômetros de extensão, lagos, clima ameno, ilhas, rios navegáveis, excelentes condições marítimas e ausência de fenômenos naturais, como furacões, o Brasil não aproveita seu grande potencial para o Turismo Náutico. Vem crescendo o número de barcos estrangeiros a circularem por águas brasileiras, muitos atraídos pelo poder da divulgação no marketing de rede, onde as belezas naturais existentes ao longo do litoral, a navegação tranqüila e o fim da lei que inibia a vinda dos turistas para o Brasil são alardeados pelos próprios navegantes. PONTOS FOCAIS Book Brasil Náutico Legal (passo a passo da legalização de embarcações): A legislação existente não trata especificamente do Turismo Náutico, os assuntos relacionados às atividades náuticas estão inseridos na legislação sobre temas associados. A cadeia produtiva náutica precisa ser compreendida como atividade de caráter e de interesse social, e seus ativos (embarcações, marinas e iate clubes, piers de atracação e garagens náuticas) classificados como bens de geração de serviços. ESTRATEGIA E FORESIGHT A cadeia produtiva náutica precisa ser compreendida como atividade de caráter e de interesse social e para tanto, merece uma legislação própria. SPU: Diligenciar para obter alteração na metodologia de cálculo das taxas de uso de águas públicas para instalações de apoio náutico.

39 T.2.1 TEMA ESTRATÉGICO: ATUALIZAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DO SETOR NÁUTICO FLUMINENSE OUTLOOK ANUAL O ambiente competitivo no qual se insere o setor náutico fluminense eleva a neces-sidade de informações precisas e consistentes sobre esta indústria, seja para fins de tomada de decisão empresarial ou institucional. No entanto, os dados relativos ao desempenho do setor náutico no Estado do Rio de Janeiro costumam ser produzidos com metodologias e conceitos diferentes, difi-cultando o processo de caracterização da cadeia produtiva náutica como um todo. A articulação institucional atual foi capaz de produzir estudos altamente qualificados nos últimos anos (ACOBAR, 2005 e MTUR, 2010 ), mas ainda carece de uma rotina capaz de fornecer dados básicos com consistência e periodicidade regular. PONTOS FOCAIS Gargalo estrutural de informações setoriais: O levantamento de informações setoriais básicas acaba sendo realizado a partir de aproximações, oriundo de iniciativas justas, porém isoladas e por vezes pontuais. Convém conceber e implantar um sistema de informação sobre o setor náutico fluminense, atenuando o atual gargalo estrutural de dados e informações. Legitimidade do sistema de informações setoriais: Concebido um sistema de informação sobre o setor náutico fluminense, cabe assegurar legitimidade e confiabilidade dos dados através de convênios com o IBGE e entidades congêneres, sejam públicas ou privadas. ESTRATEGIA E FORESIGHT Estabelecer uma rotina capaz de fornecer dados básicos sobre o setor náutico fluminense, com consistência e periodicidade regular

40 T.2.2 TEMA ESTRATÉGICO: CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE MICRO E PEQUENOS FORNECEDORES NÁUTICOS A lógica de desenvolver fornecedores nacionais ainda não atendidos pelo mercado naval nacional pode ser rebatida para o segmento náutico. A despeito da aparente ausência de uma empresa âncora indutora de desenvolvimento, as rotas de desenvolvimento ao setor de embarcações de esporte e recreio podem se assemelhar aquelas empregadas no setor naval, em especial as rotas (i) Tecnologia - voltadas para a promoção do desenvolvimento tecnológico de fornecedores em Processos, Produto e Gestão e (ii) Organização da Demanda voltada para aumento da visibilidade entre os elos da cadeia de barcos e implementos. PONTOS FOCAIS Estruturas de Financiamento: Dotar as empresas da cadeia de barcos e implementos de capacitações voltadas para elaboração de projetos e acesso a tais estruturas, antecede qualquer iniciativa de Capitalização em nível estrutural mais adiantado. Buscar aproximação com Investe-Rio. Tecnologia e Gestão: Acesso a práticas de planejamento, avaliação de desempenho, identificação das prioridades de recursos, definição de indicadores de desempenho e gerenciamento de projetos para a melhoria da competitividade. Adensamento: Dar visibilidade da demanda de embarcações e implementos sob o ponto de vista dos operadores, charters e pontos de venda, de sorte a minimizar formação de imobilizado excessivo na cadeia produtiva. ESTRATEGIA E FORESIGHT Tratar o elo Construtores de Barcos e Implementos como recurso crítico para o Setor Náutico Fluminense. Enfatizar o processo de capacitação deste empresariado visando valorização do produto local e enfrentamento ao movimento de estoque remanescente vindo do Exterior.

41 T.2.3 TEMA ESTRATÉGICO: MOBILIZAÇÃO E FORMAÇÃO DE MÃO DE OBRA PARA CONSTRUTORES DE BARCOS E IMPLEMENTOS A competitividade do segmento de construção de barcos e implementos guarda relação com um processo de mobilização e formação de mão de obra especializada (laminador, marceneiro, eletricista, mecânico, etc.). Programas mobilizadores podem dar origem a futuras unidades de ensino e de profissionalização voltadas para transferência de conhecimentos tecnológicos na área de processo produtivo. PONTOS FOCAIS Prominp Náutico: Aproveitar a experiência da SEDEIS no Prominp - Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural com vistas ao desenvolvimento de um programa mobilizador semelhante, capaz de atender às necessidades do segmento de construção de barcos e implementos. ESTRATEGIA E FORESIGHT Desenvolver um programa mobilizador de mão de obra capaz de atender às necessidades do segmento de construção de barcos e implementos..

42 T.2.4 TEMA ESTRATÉGICO: VALORIZAÇÃO DA EMBARCAÇÃO MADE IN BRAZIL E MADE IN RIO O quadro de exportações e importações de alguns produtos náuticos a partir do Estado do Rio de Janeiro, revela uma tendência de desequilíbrio no saldo fluminense, sugerindo (i) presença de algumas barreiras de entrada ao produto fluminense no Exterior e (ii) razoável movimentação de estoque remanescente de produtos estrangeiros, ingressando no Estado do Rio a preços eventualmente depreciados. Este cenário aponta fortemente para a necessidade da valorização do conteúdo local Made in Brazil e Made in Rio. PONTOS FOCAIS Missões Comerciais: Amalgamar demanda e oferta via missões in, recebendo no Estado do Rio, potenciais adquirentes e estimular missões out de acordo com calendário internacional de exposição de embarcações. Divulgar calendário de feiras e missões internacionais e, em casos oportunos, designar uma instituição com credenciais para promover as missões out. Citar setor náutico no rol dos setores relevantes do Estado do Rio Why Brazil, Why Rio: Os argumentos acerca do acabamento, preço competitivo e design arrojado das embarcações fluminenses podem ser ponto de partida para criação de um instrumento semelhante ao Catálogo NAVIPEÇAS com cadastro e exposição em ambiente web dos novos produtos e acessórios Made in Rio por MPEs, bem como das estruturas de construção e reparo vinculadas à ACOBAR. Documentação dos incentivos do Estado do Rio para atração de investimentos de construção náutica incrementam a promoção do conteúdo local fluminense. ESTRATEGIA E FORESIGHT Congregar a cadeia produtiva náutica fluminense em um catálogo web de acesso irrestrito e ressaltar os incentivos estaduais para atuais e novos investidores, em um formato Why Rio

43 T.2.5 TEMA ESTRATÉGICO: INOVAÇÃO Tecnologias portadoras do futuro para o elo Construtores de Barcos e Implementos certamente incluem design e novos materiais. Um dos marcos do enfrentamento a competição internacional reside na questão da inovação voltada para Produto Novo e que no caso do setor náutico passa essencialmente por inovação em materiais. O processo de pesquisa e aproveitamento de novos materiais e o constante acompanhamento sobre o desenvolvimento de novos materiais como Poliestireno, Poliuretano e evoluções diversas do PVC (Poli Cloreto de Vinila) são condição sin equa non para o fortalecimento do produto embarcação Made in Brazil. PONTOS FOCAIS Acesso a Editais de Inovação: Disseminar e monitorar o acesso aos editais de introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços que incorporem aumento de produtividade e modificações no bem-estar social. Rio + Yacht Design: Os fornecedores especializados na área de projetos de embarcações desenvolvem atividades típicas e aptas para aproveitamento dentro da plataforma de ação colaborativa da SEDEIS denominada RIO + DESIGN, gerando oportunidades para capacitações visando ingresso em um circuito específico com ênfase em arquitetura náutica, concept design e projeto de interiores de embarcações de recreação e lazer. Aproximar os escritórios de design no Rio dos projetistas náuticos. ESTRATEGIA E FORESIGHT Disseminar o conjunto de mecanismos das políticas de governo para promover a competitividade dos construtores de embarcações fluminenses, em especial os incen-tivos voltados para compartilhar custos, diminuindo o risco tecnológico da inovação no setor náutico fluminense.

44 T.3.1 TEMA ESTRATÉGICO: FORMAÇÃO DE PESSOAL (MOC E ARRAIS) A frota nacional de 53 mil barcos de esporte e lazer acima de 14 pés gera mais de 117 mil empregos diretos em lojas náuticas, marinas, cursos, clubes e oficinas. Anualmente, a indústria náutica coloca no mercado mais de embarcações. Ainda de acordo com esses dados da ACOBAR, a indústria náutica brasileira tem a capacidade de gerar empregos diretos e indiretos por cada embarcações construídas. Contudo o potencial de geração de empregos indiretos pela indústria é relevante, visto que esta cadeia produtiva faz parte da indústria do turismo, que vem experimentando um crescimento anual da ordem de 5,4%, com projeção de expansão a taxas médias anuais de 4,5% a.a. para os próximos 10 anos. PONTOS FOCAIS Déficit de pessoal: A quantidade atual, principalmente no verão, não atende a demanda. i. Migração de mão-de-obra: P,G&E, Usina,etc. / (MOC moço de convés/técnicos da indústria náutica/grau de escolaridade/ ii. Legislação Trabalhista: não reconhecimento da embarcação amadora/ Taifeiros / iii. Capacidade de oferta de cursos: Capacidade Capitanias MOC e ARRAIS / Especialistas mais demandados: mecânico de embarcações, carpinteiro, eletricista e soldador. Qualidade da mão-de-obra: A maioria dos profissionais são formados em regime on the job, e quando formados migram para setores próximos. Carências imediatas poderiam ser tratadas em médio prazo, em especial prática e extensão tanto para a ARRAIS quanto para o MOC Aquaviários. ESTRATEGIA E FORESIGHT Fomentar a criação de Escolas de Condutores Náuticos e desenvolver o Programa de Capacitação Técnica para Embarcações visando ampliar a quantidade e qualidade da mãode-obra do setor.

45 T.3.2 TEMA ESTRATÉGICO: ESTÍMULO E PROMOÇÃO DE EVENTOS NÁUTICOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Cinco regatas internacionais que passaram pela Bahia em 2007 geraram mais de reportagens, 68 horas de matérias em televisão e mais de 8 milhões de Page views em sites. O porto construído na Espanha para sediar a America's Cup 2007 recebeu 1 milhão de visitantes durante os três meses do evento. O legado do evento foi estimado em um ingresso de 200 mi/ano na economia espanhola até 2015 e geração de 60 mil novos empregos. PONTOS FOCAIS Cruzeiros Temáticos: Apoiar iniciativas voltadas para estruturação de cruzeiros temáticos (cruzeiros pela paz, cruzeiros pela solidariedade, etc.). Dados do MTUR apontaram um crescimento de 374% entre 2004 e 2009 para esta tipologia de eventos. ESTRATEGIA E FORESIGHT A promoção do Estado do Rio como destino de classe mundial passa pelo apoio permanente a eventos náuticos de alto nível. Criar Calendário de Eventos Náuticos para o estado do Rio de Janeiro para fortalecer a comunicação interna e externa entre o setor e seus stakeholders.

46 T.3.3 TEMA ESTRATÉGICO: CERTIFICAÇÃO COMO INDUTORA DA CULTURA EMPREENDEDORA NÁUTICA O programa Bandeira Azul foi criado em 1985, na França, para contemplar os balneários que investiam no tratamento de esgoto e na balneabilidade da água. Os requisitos foram tornando-se mais exigentes com o decorrer do tempo e atualmente estão apoiados em quatro pilares: qualidade das águas, informação e educação ambiental, gestão ambiental e serviços de segurança. Trata-se de uma importante ferramenta de diferenciação de destinos turísticos e gestão costeira e integrador por contemplar aspectos sociais, ambientais e educacionais. PONTOS FOCAIS Certificação Estadual Náutica: Desenvolver um programa de Certificação Estadual Náutica para diferenciar praias e marinas localizadas em áreas estratégicas, servindo como um marco intermediário em um conceito de sistema evolutivo incorporando a certificação Blue Flag como estágio final. Esta certificação poderá se tornar a marca de conformidade do setor. ESTRATEGIA E FORESIGHT Apropriar-se das externalidades positivas refletidas nos processos de certificação Blue Flag pode ser um fator decisivo na indução de uma Cultura Empreendedora Náutica no Estado do Rio.

47 T.3.4 TEMA ESTRATÉGICO: VIABILIZAÇÃO DE ROTAS E CIRCUITOS NÁUTICOS O Estado do Rio de Janeiro possui belezas que o diferenciam de outros estados do país e do mundo. Essa característica natural tem sido uma importante vantagem competitiva para o estado, contudo, o usuário náutico possui uma expectativa maior dos destinos de viagens. Importante destacar que a Indústria Náutica tem uma forte co-relação com a Indústria do Turismo, setor que movimenta mais de seis trilhões de dólares anualmente em todo o mundo e apresenta taxas de crescimento anual de mais de 5%. PONTOS FOCAIS Atenuar a aparente inviabilidade econômica de novos roteiros: a localização, a falta de estrutura básica, alguns obstáculos ambientais e a transformação de praias em áreas particulares (Santa Rita) têm inviabilizado economicamente a ativação de novos roteiros nas regiões investigadas e sobrecarregado os existentes. Segundo o levantamento realizado, as rotas menos exploradas são a Mamanguá e Cajaíba, na região da Costa Verde. ESTRATEGIA E FORESIGHT Transformar a vocação náutica do Estado do Rio em roteiros viáveis do ponto de vista técnico e econômico.

48 Contatos Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços Av. Rio Branco, 110/21º andar - Centro RJ - Cep Fone SEBRAE/RJ Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio de Janeiro Área de Desenvolvimento Industrial Rua Santa Luzia, 685 6º 7º e 9º Andares Centro Rio de Janeiro RJ CEP Fone: (0xx21) ; Fax: (0xx21)

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