OBJETIVOS GERAIS Capacitar o aluno a desenvolver programas de computadores para resolver problemas computacionais básicos

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1 UNIFIEO - PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Curso: TECNOLOGO EM REDES DE COMPUTADORES Série: 1 SEM Disciplina: ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO I C/H total: 80 HS Prof. Resp.: SILVIO ROGÉRIO DE LUCIA C/H sem.: 04 H/A Departamento: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES Período: NOT JUSTIFICATIVA A operação, administração e configuração de servidores Unix podem ser facilitadas com a automação de algumas tarefas, utilizando-se scripts de operação, monitoramento e administração de sistemas operacionais. Tais scripts são construídos utilizando-se elementos básicos de programação de computadores. EMENTA A disciplina introduz a utilização de algoritmos para a solução de problemas computacionais e a sua implementação numa linguagem de alto nível. São estudados os elementos básicos de uma linguagem de programação. OBJETIVOS GERAIS Capacitar o aluno a desenvolver programas de computadores para resolver problemas computacionais básicos UNIDADES TEMÁTICAS Visão geral de programas e noções sobre o desenvolvimento de algoritmos. Conceitos básicos sobre linguagens de programação de alto nível. Tipos de dados simples: variáveis, constantes. Técnicas e algoritmos para entrada e saída de dados. Estruturas de decisão Estruturas de repetição. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas em ambiente de sala de aula para apresentação e discussão dos conceitos de lógica e programação de computadores. Aulas práticas com exercícios em ambiente de laboratório de informática para aplicação dos conceitos de lógica e programação de computadores. Exercícios de aplicação dos conceitos teóricos aprendidos, realizados, individualmente ou em grupo, em ambiente de sala de aula e/ou extra-classe. Atividades em laboratório com acompanhamento de monitores para reforço do aprendizado.

2 AVALIAÇÃO Segue o Regimento do UNIFIEO e as modalidades de avaliação continuada estabelecidos em portaria da Coordenação de Curso, conforme abaixo especificado: Uma prova semestral (P1), individual; Uma prova final oral, composta por uma prova escrita individual, valendo de 0 a 5 pontos, por provas parciais e atividades extra-classe desenvolvidas com monitoria, ao longo do semestre, valendo de 0 a 5 pontos. A nota da prova semestral e da prova final oral são expressas em números inteiros, de zero a dez. A média final (MF) é a média aritmética entre as nota da prova semestral (P1) e da prova final oral (PF), ( P1 PF ) segundo a fórmula: MF Considera-se aprovado o aluno que satisfizer a freqüência mínima de setenta e cinco por cento das aulas previstas e média final (MF) igual ou superior a seis. O aluno que obtiver média final inferior a seis, mas igual ou superior a dois, poderá requerer, no prazo definido pela Secretaria Geral, exame de segunda época, desde que satisfeita a freqüência mínima exigida. O aluno que obtiver média final inferior a dois é considerado reprovado, sem direito à segunda época. O exame de segunda época é constituído de uma prova individual, expressa em número inteiro, de zero a dez. A média final de segunda época (MF ª época) será a média aritmética entre a nota da prova de segunda época (M Ex ª época) e a média final, segundo a fórmula: MF ªépoca = (M Ex ª época) + MF Não haverá prova substitutiva para o exame de segunda época. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V.. Fundamentos da programação de computadores. São Paulo: Prentice Hall, MIZRAHI, V. V.; Treinamento em linguagem C Módulo 1. Sao Paulo : Makron Books : Pearson Education, 005. COMPLEMENTAR DEITEL, H. M.. Como Programar em C. ªed. Rio de Janeiro: LTC, SCHILDT, H.. C completo e total 3ª edição. São Paulo: Makron Books, GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N. A. C.. Algoritmos e estrutura de dados. Rio de Janeiro: LTC, KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, V.1 - Fundamental Algorithms. 3ª edição. São Paulo: ADDISON WESLEY, 000.

3 3 UNIFIEO - PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Curso: TECNOLOGO EM REDES DE COMPUTADORES Série: 1 SEM Disciplina: COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO C/H total: 40 HS Prof. Resp.: LIGIA RAZERA GALLO C/H sem.: 0 H/A Departamento: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES Período: NOT JUSTIFICATIVA O domínio da norma culta da língua portuguesa, tanto na modalidade oral quanto na escrita, é prérequisito básico para o exercício das profissões, sobretudo as consideradas de nível superior. Na área da informática, que envolve o conhecimento específico de linguagens naturais e artificiais (formais e não-formais), bem como a tradução de enunciados lingüísticos em algoritmos e programas, formulados em linguagens de programação, é indispensável ao profissional não só a leitura reflexiva, a capacidade interpretativa dos fatos do mundo traduzidos em diferentes e variados textos em circulação no espaço social, como o exercício da produção de textos, considerados os diferentes usos da linguagem em contextos e situações pluridimensionais da comunicação humana. EMENTA A disciplina enfoca, de forma gradual, aspectos fundamentais da comunicação humana - da teoria da informação a competência modal e semântica dos sujeitos da comunicação (o fazer emissivo e o fazer interpretativo) - e conceitos, mecanismos e procedimentos lingüísticos e discursivos integrantes da significação e estruturação textual (in)tertextualidade, conectividade seqüencial e conectividade conceptual presentes nas atividades de leitura, compreensão e produção de textos, sobretudo de caráter informativo-referencial e informativo-argumentativo, considerados os empregos do português língua padrão, nos mais variados contextos relacionados à vida acadêmica e profissional. OBJETIVO GERAL -desenvolver a competência comunicativa, a textual e a lingüística do aluno, indispensável ao exercício da cidadania, da ética e da criticidade, objetivos também pretendidos pelas demais disciplinas do currículo; OBJETIVOS ESPECÍFICOS - fornecer ao aluno as noções básicas de comunicação e de linguagem, em seus vários níveis, a fim de torná-lo apto a codificar e decodificar textos verbais e não-verbais, bem como a compreender a lógica e as estruturas subjacentes aos enunciados lingüísticos, do nível vocabular ao nível frástico e transfrástico. - ampliar a capacidade de leitura, interpretação e produção de textos e análise da realidade, com vistas à formação não apenas técnica, mas sobretudo humanística. UNIDADES TEMÁTICAS A comunicação humana: a teoria da informação e as funções da linguagem a interação verbal e a competência modal e semântica dos sujeitos da comunicação o fazer emissivo e o fazer interpretativo A linguagem em uso língua escrita e língua falada níveis de linguagem e marcas de estilo fatos de enunciação, inferência e instrução operações de transcrição (retextualização) e transcodificação Recepção, leitura, interpretação e produção de textos. Texto, pretexto, contexto e intertexto Tipologia textual (narração, descrição, dissertação) e gêneros textuais o discurso técnico-científico Instrumentos de avaliação de leitura resumo; esquema; resenha Estruturação do texto:

4 4 organização estrutural operadores lógicos e marcadores discursivos relações lógicas e de redundância dêixis, anáfora, elipse e paráfrase elementos de transição, repetição e pronominalização de actantes processos de coordenação (equivalência) e subordinação (hierarquização) organização temática tópico frasal, desenvolvimento e conclusão frase principal, frase(s) secundária(s) e acessória(s) de explanação aspectos de semântica e pragmática textual implícitos, pressupostos, subentendidos, argumentação Estrutura, organização e produção de texto referencial-informativo o dissertativo expositivo e o dissertativo-argumentativo o relatório: conceito, superestrutura e tipologia (técnico, administrativo e científico) Dificuldades da Língua Portuguesa. METODOLOGIA A metodologia de ensino consistirá em: Aulas expositivas e dialogadas em ambiente de sala de aula. Exercícios de aplicação dos conceitos teóricos aprendidos, realizados, individualmente ou em grupo, em ambiente de sala de aula e/ou extra-classe. Leituras críticas de textos (especializados, técnicos e científicos) para exercícios de análise reflexiva, em ambiente de sala de aula e extra-classe. Atividades de (re)textualização, também mediante o uso de aplicativos processadores de texto, a serem realizados, individualmente, em sala de aula e em ambiente escolhido pelo aluno. Produção de trabalho escrito, em grupo ou individual, orientado e supervisionado, realizado em ambiente de sala de aula e extra-classe. AVALIAÇÃO Segue o Regimento do UNIFIEO e as modalidades de avaliação continuada estabelecidos em portaria da Coordenação de Curso, conforme abaixo especificado: Uma prova semestral (P1), individual; Uma prova final oral, composta por uma prova escrita individual, valendo de 0 a 5 pontos e por provas parciais e exercícios escritos, ao longo do semestre letivo, valendo de 0 a 5 pontos. A nota da prova semestral e da prova final oral são expressas em números inteiros, de zero a dez. A média final (MF) é a média aritmética entre as nota da prova semestral (P1) e da prova final oral (PF), ( P1 PF ) segundo a fórmula: MF Considera-se aprovado o aluno que satisfizer a freqüência mínima de setenta e cinco por cento das aulas previstas e média final (MF) igual ou superior a seis. O aluno que obtiver média final inferior a seis, mas igual ou superior a dois, poderá requerer, no prazo definido pela Secretaria Geral, exame de segunda época, desde que satisfeita a freqüência mínima exigida. O aluno que obtiver média final inferior a dois é considerado reprovado, sem direito à segunda época. O exame de segunda época é constituído de uma prova individual, expressa em número inteiro, de zero a dez. A média final de segunda época (MF ª época) será a média aritmética entre a nota da prova de segunda época (M Ex ª época) e a média final, segundo a fórmula: MF ªépoca = (M Ex ª época) + MF Não haverá prova substitutiva para o exame de segunda época.

5 5 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDRADE,M.M.;MEDEIROS,J.B Comunicação em Língua Portuguesa. São Paulo: Atlas, 004. PLATÃO & FIORIN Lições de texto : leitura e redação. 4ªed. São Paulo:Ática Ed., COMPLEMENTAR: CUNHA,C & CINTRA,L, Nova gramática do português contemporâneo. 3ª ed. Rio de Janeiro:Nova Fronteira, 007. FIORIN, J. L. (org.) In.: Introdução à Lingüística I objetos teóricos, São Paulo: Contexto, 00. FIORIN, L. C. Elementos de análise do discurso. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 004. GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 1ª ed. FGV. 00. KOCH, I. ; TRAVAGLIA, L.C. - A coerência textual. 11ª ed.são Paulo: Contexto, KOCH,I. - A coesão textual. 15ªed. São Paulo: Contexto, 001. MARCUSCHI, L. A Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo:Cortez, 001. MARTINS, D.S.;ZILBERKNOP,L.S-Português Instrumental, 5ª ed. Porto Alegre: SagraLuzzatto, 004.

6 6 UNIFIEO - PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Curso: TECNOLOGO EM REDES DE COMPUTADORES Série: 1 SEM Disciplina: ELETRICIDADE E ELETRONICA FUNDAMENTAL C/H total: 80 HS Prof. Resp.: SUZETE MARIA DE LIMA C/H sem.: 04 H/A Departamento: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES Período: NOT JUSTIFICATIVA Os conceitos e aplicações da física são fundamentais para a formação básica de um tecnólogo, em particular, para os alunos deste curso de redes. É de fundamental importância a compreensão dos elementos básicos da eletricidade e magnetismo, bem como o desenvolvimento do raciocínio lógico e abstrato, essenciais para o entendimento da infra-estrutura de redes, arquitetura de computadores e dos processos produtivos de redes de computadores. EMENTA A disciplina visa o estudo dos conceitos básicos da natureza da eletricidade e do magnetismo, dos capacitores e semicondutores, e a fazer aplicações desses conceitos em problemas teóricos e práticos da área de redes de computadores. OBJETIVOS GERAIS Que o aluno conheça os conceitos básicos do eletromagnetismo para poder atuar em equipes multidisciplinares, melhor compreender os padrões nacionais de instalações elétricas e obter formação compatível com certificação profissional.

7 7 UNIDADES TEMÁTICAS A natureza da eletricidade A estrutura do átomo A carga elétrica Condutores e isolantes Lei de Coulomb Campo elétrico e potencial elétrico A corrente elétrica Resistores Associação de resistores: série e paralelo 1ª Lei de Ohm e Potência ª Lei de Ohm Instalações elétricas Capacitância Capacitores e Tipos de capacitores Associação de capacitores em série e em paralelo Magnetismo e eletromagnetismo Ímãs Interações entre pólos Campo magnético Indução magnética Eletroímã Corrente alternada Transformadores Semicondutores Definição Materiais tipo N e P Diodos Experiências Processos de eletrização Medidas de corrente e tensão elétricas Associação de resistores em série e em paralelo Garrafa de Leyden Motor elétrico METODOLOGIA Aulas expositivas, demonstrações, seminários e exercícios em ambiente de sala de aula, dialogadas e discutidas com os alunos, procurando-se fazer um levantamento das informações prévias que os alunos já têm, corrigindo conceitos errados ou incompletos. A teoria é sistematizada, procurando-se apresentá-la de diferentes maneiras. Para uma melhor compreensão, quando possível, utilizam-se transparências e vídeos para auxiliar na visualização do fenômeno. Sempre que possível para contribuir com a formação geral e humanística do aluno e facilitar a compreensão dos fundamentos científicos. Discussão e resolução de problemas. Exemplos e listas de exercícios são trabalhados como reforço do aprendizado. Aulas práticas experimentais em ambiente de laboratório, como demonstrações ou como atividades de grupos de alunos, como forma de comprovação dos conteúdos teóricos abordados em sala de aula.

8 AVALIAÇÃO Segue o Regimento do UNIFIEO e as modalidades de avaliação continuada estabelecidos em portaria da Coordenação de Curso, conforme abaixo especificado: Uma prova semestral (P1), individual; Uma prova final oral, composta por uma prova escrita individual, valendo de 0 a 5 pontos e por provas parciais e exercícios escritos, ao longo do semestre letivo, valendo de 0 a 5 pontos. 8 A nota da prova semestral e da prova final oral são expressas em números inteiros, de zero a dez. A média final (MF) é a média aritmética entre as nota da prova semestral (P1) e da prova final oral (PF), ( P1 PF ) segundo a fórmula: MF Considera-se aprovado o aluno que satisfizer a freqüência mínima de setenta e cinco por cento das aulas previstas e média final (MF) igual ou superior a seis. O aluno que obtiver média final inferior a seis, mas igual ou superior a dois, poderá requerer, no prazo definido pela Secretaria Geral, exame de segunda época, desde que satisfeita a freqüência mínima exigida. O aluno que obtiver média final inferior a dois é considerado reprovado, sem direito à segunda época. O exame de segunda época é constituído de uma prova individual, expressa em número inteiro, de zero a dez. A média final de segunda época (MF ª época) será a média aritmética entre a nota da prova de segunda época (M Ex ª época) e a média final, segundo a fórmula: MF ªépoca = (M Ex ª época) + MF Não haverá prova substitutiva para o exame de segunda época. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUSSOW, Milton, Eletricidade Básica, ªed São Paulo: McGraw-Hill, CAPUANO, Francisco Gabriel e MARINO, Maria Aparecida Mendes, Laboratório de eletricidade e eletrônica, 19ª edição, São Paulo: Érica, 00. CIPELLI, Marco e MARKUS, Otávio, Eletricidade, circuitos em corrente contínua, 4ªed São Paulo: Érica, 00. LUZ, Antonio Maximo Ribeiro, Curso de física, v.3, São Paulo: Harbra, 199. COMPLEMENTAR ALBUQUERQUE, Rômulo Oliveira, Análise de Circuitos em Corrente Contínua, 15ª edição, São Paulo: Érica, 000. MARQUES, Ângelo Eduardo. Dispositivos semicondutores: diodos e transistores, 8ª ed., São Paulo: Érica, 00 MALVINO, Albert Paul, Eletrônica vol 1, 4ª edição São Paulo: Pearson Education do Brasi, 1995.

9 9 UNIFIEO - PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Curso: TECNOLOGO EM REDES DE COMPUTADORES Série: 1 SEM Disciplina: INGLÊS TECNICO I C/H total: 40 HS Prof. Resp.: LÍGIA RAZERA GALO C/H sem.: 0 H/A Departamento: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES Período: NOT JUSTIFICATIVA A disciplina Inglês Técnico, como um todo, procura levar o aluno a desenvolver meios de ler e consultar os diversos tipos de textos relacionados à área em que deverá atuar. Por se tratar de uma língua universal, em que qualquer área de ciência e de tecnologia está baseada, torna-se importante o domínio desta por alunos e profissionais de áreas técnicas, quaisquer que sejam. No entanto, para alunos e profissionais da área de Tecnologia em Redes de Computadores, o domínio da língua inglesa torna-se imprescindível, pois, do mais simples comando do computador, até os mais sofisticados programas, está a presença inevitável desta língua. Portanto, a disciplina Inglês Técnico para a área de Redes de Computadores deverá propiciar condições favoráveis para os futuros profissionais adquirirem e ampliarem seus conhecimentos em cada um de seus campos de atuação. EMENTA Apresentar aspectos lingüísticos da língua inglesa em nível básico tais como : estruturas gramaticais, lexicais, morfológicas e discursivas direcionadas à área de redes de computadores para o desenvolvimento do pensamento e da linguagem tendo como ferramenta auxiliar o conhecimento, já desenvolvido e sedimentado pelo aprendiz, de aspectos socioculturais adquiridos através da sua vivência e principalmente, tendo como suporte, seus conhecimentos em língua materna OBJETIVOS GERAIS O objetivo do curso é desenvolver a capacidade de leitura de textos técnicos, escritos em língua inglesa, para a área da redes de computadores. Será desenvolvida a habilidade de abordar e interpretar os textos como um todo e/ou detalhes relevantes dos mesmos. UNIDADES TEMÁTICAS Contextos linguísticos Níveis de leitura Compreensão geral, de partes específicas e detalhadas de textos Estudo do léxico Palavras relevantes para a compreensão de textos Estudo Morfológico Os identificadores de funções e de formação de significados Relações Sintagmáticas Sintagmas nominais e verbais Aspectos verbais com funções verbais e adjetivais Aspectos Semânticos Coesão e coerência Estudo da estrutura do texto Lay out título, subtítulo, divisão do parágrafo Idéia central do parágrafo Marcadores de discurso Contextos não linguisticos Aspectos tipográficos do texto Ilustrações, gráficos, tabelas e diagramas Leitura de numerais, decimais, frações, porcentagens, símbolos matemáticos METODOLOGIA O método a ser usado será o Inglês Instrumental que proporciona técnicas e estratégias de leitura em língua inglesa que funcionam como facilitadores e habilitam os aprendizes à leitura de textos, propiciando a dedução de significados e a compreensão do sentido

10 AVALIAÇÃO Segue o Regimento do UNIFIEO e as modalidades de avaliação continuada estabelecidos em portaria da Coordenação de Curso, conforme abaixo especificado: Uma prova semestral (P1), individual; Uma prova final oral, composta por uma prova escrita individual, valendo de 0 a 5 pontos e por provas parciais e exercícios escritos, ao longo do semestre letivo, valendo de 0 a 5 pontos. 10 A nota da prova semestral e da prova final oral são expressas em números inteiros, de zero a dez. A média final (MF) é a média aritmética entre as nota da prova semestral (P1) e da prova final oral (PF), ( P1 PF ) segundo a fórmula: MF Considera-se aprovado o aluno que satisfizer a freqüência mínima de setenta e cinco por cento das aulas previstas e média final (MF) igual ou superior a seis. O aluno que obtiver média final inferior a seis, mas igual ou superior a dois, poderá requerer, no prazo definido pela Secretaria Geral, exame de segunda época, desde que satisfeita a freqüência mínima exigida. O aluno que obtiver média final inferior a dois é considerado reprovado, sem direito à segunda época. O exame de segunda época é constituído de uma prova individual, expressa em número inteiro, de zero a dez. A média final de segunda época (MF ª época) será a média aritmética entre a nota da prova de segunda época (M Ex ª época) e a média final, segundo a fórmula: MF ªépoca = (M Ex ª época) + MF Não haverá prova substitutiva para o exame de segunda época. BIBLIOGRAFIA BÁSICA REMACHA ESTERAS, Santiago. Infotech-English for computer users. 3ªed(Cambridge University Press), 003 GLENDINNG, Eric H. McEwan, John. Basic English for Computing. Oxford: Oxford University Press, COMPLEMENTAR GALANTE, Terezinha Prado; POW, Elizabeth. Inglês para processamento de dados. 6ª ed.são Paulo: Atlas, DICIONÁRIOS ARAÚJO, Regina Borges, SANTOS, Antônio Carlos (1993) Dicionário Prático de Informática. São Paulo Edições Melhoramentos Traduzido e Atualizado GENNARI, Maria Cristina ( 1999 ) Mini Dicionário de Informática 3 edição Editora Saraiva MICHAELIS vol 1 Inglês-Português vol. Português-Inglês - São Paulo. Edições Melhoramentos 1993 NOVO MICHAELIS Inglês-Português: Dicionário Ilustrado São Paulo. Pioneira. 1973

11 11 UNIFIEO - PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Curso: TECNOLOGO EM REDES DE COMPUTADORES Série: 1 SEM Disciplina: INTRODUÇÃO À LÓGICA I C/H total: 40 HS Prof. Resp.: RONALDO WILLIAN REIS C/H sem.: 0 H/A Departamento: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES Período: NOT JUSTIFICATIVA Além de ser a base teórica fundamental da área de Computação, a disciplina de Lógica, mais especificamente a álgebra booleana, tem uma forte aplicação em Eletrônica Digital e Arquitetura de Computadores, base para a construção dos computadores atuais. O uso dos operadores lógicos também é muito importante na construção de algoritmos computacionais, principalmente na especificação de estruturas condicionais. É de fundamental importância que o futuro profissional de tecnologia em redes de computadores tenha competências e habilidades desenvolvidas para a compreensão da lógica programacional, base dos computadores e das redes, bem como da álgebra booleana, base dos sistemas computacionais e redes de computadores atuais. EMENTA A disciplina introduz conceitos de lógica, sua linguagem, proposições, construção de tabelas verdade e outras ferramentas indispensáveis ao técnico em redes de computadores tanto para a construção de algoritmos computacionais quanto para a compreensão do funcionamento interno de um computador. OBJETIVOS GERAIS Distinguir o raciocínio correto do incorreto através de conceitos lógicos; Deduzir o valor lógico de proposições simples e compostas; Construir tabelas-verdade; Aplicar a álgebra booleana em Eletrônica Digital; Usar corretamente os conectivos lógicos na construção de algoritmos computacionais; Traduzir sentenças da linguagem usual para a linguagem lógica e vice-versa. UNIDADES TEMÁTICAS Lógica e Linguagem: Noção Intuitiva do conceito de Lógica Proposições Valor verdade Conectivos Lógicos: Negação, conjunção, disjunção, implicação e bi-implicação O uso dos conectivos lógicos na construção de algoritmos computacionais Construção de Tabelas-verdade Função Verdade Tautologia e Contradição Introdução a Álgebra Booleana Aplicações em Eletrônica Digital METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas em ambiente de sala de aula para apresentação e discussão dos novos conceitos. Aulas de exercícios e discussão sobre eles em sala. Lista de exercícios extra-classe;

12 AVALIAÇÃO Segue o Regimento do UNIFIEO e as modalidades de avaliação continuada estabelecidos em portaria da Coordenação de Curso, conforme abaixo especificado: Uma prova semestral (P1), individual; Uma prova final oral, composta por uma prova escrita individual, valendo de 0 a 5 pontos e por provas parciais e exercícios escritos, ao longo do semestre, valendo de 0 a 5 pontos. 1 A nota da prova semestral e da prova final oral são expressas em números inteiros, de zero a dez. A média final (MF) é a média aritmética entre as nota da prova semestral (P1) e da prova final oral (PF), ( P1 PF ) segundo a fórmula: MF Considera-se aprovado o aluno que satisfizer a freqüência mínima de setenta e cinco por cento das aulas previstas e média final (MF) igual ou superior a seis. O aluno que obtiver média final inferior a seis, mas igual ou superior a dois, poderá requerer, no prazo definido pela Secretaria Geral, exame de segunda época, desde que satisfeita a freqüência mínima exigida. O aluno que obtiver média final inferior a dois é considerado reprovado, sem direito à segunda época. O exame de segunda época é constituído de uma prova individual, expressa em número inteiro, de zero a dez. A média final de segunda época (MF ª época) será a média aritmética entre a nota da prova de segunda época (M Ex ª época) e a média final, segundo a fórmula: MF ªépoca = (M Ex ª época) + MF Não haverá prova substitutiva para o exame de segunda época. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAGHLIAN, JACOB. Lógica e Álgebra de Boole, 4a. edição, Editora Atlas ALENCAR FILHO, EDGARD. Iniciação à Lógica Matemática, 18ª edição, Editora Nobel, COMPLEMENTAR GUIMARÃES, A. M. Algoritmos e Estruturas de Dados. 1 a edição LTC Editora, MENDELSON, E. Introduction to Mathematical Logic. 4ª edição, CRC Press,

13 13 UNIFIEO - PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Curso: TECNOLOGO EM REDES DE COMPUTADORES Série: 1 SEM Disciplina: MATEMATICA I C/H total: 40 HS Prof. Resp.: FLÁVIO AUGUSTO BARRELLA C/H sem.: 0 H/A Departamento: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES Período: NOT JUSTIFICATIVA A Matemática oferece aos estudantes as ferramentas básicas para o desenvolvimento de um vocabulário preciso, recursos para notação, abstrações e generalizações úteis e desenvolvimento do raciocínio formal. Estas ferramentas irão auxiliar os estudantes na resolução de problemas, principalmente aqueles que utilizam o computador como ferramenta. EMENTA A disciplina visa o estudo dos principais tópicos da matemática discreta relacionando-os com a estatística e a lógica computacional. OBJETIVOS GERAIS O objetivo desta disciplina é contribuir no fornecimento de base aos estudantes, para que sejam capazes de desenvolver algoritmos, resolver eficientemente problemas em ambientes computacionais, além de contribuir no desenvolvimento de seu raciocínio abstrato, do ponto de vista lógico-matemático. UNIDADES TEMÁTICAS 1. Conjuntos e suas operações.. Funções e aplicações. Função injetora, sobrejetora e bijetora. 3. Produto de uma família de conjuntos. Produto cartesiano. 4. Cardinal de um conjunto e propriedades. 5. Análise combinatória. 6. Relações. 7. Conjuntos ordenados e reticulados. Principio da inclusão e exclusão. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas em ambiente de sala de aula. Trabalhos em grupo e individuais em classe e extra-classe. Aulas de reforço extra-classe acompanhadas pelo professor. Lista de exercícios extra-classe e resolução dos mesmos em sala de aula.

14 AVALIAÇÃO Segue o Regimento do UNIFIEO e as modalidades de avaliação continuada estabelecidos em portaria da Coordenação de Curso, conforme abaixo especificado: Uma prova semestral (P1), individual; Uma prova final oral, composta por uma prova escrita individual, valendo de 0 a 5 pontos e por provas parciais e exercícios escritos, ao longo do semestre, valendo de 0 a 5 pontos. 14 A nota da prova semestral e da prova final oral são expressas em números inteiros, de zero a dez. A média final (MF) é a média aritmética entre as nota da prova semestral (P1) e da prova final oral (PF), ( P1 PF ) segundo a fórmula: MF Considera-se aprovado o aluno que satisfizer a freqüência mínima de setenta e cinco por cento das aulas previstas e média final (MF) igual ou superior a seis. O aluno que obtiver média final inferior a seis, mas igual ou superior a dois, poderá requerer, no prazo definido pela Secretaria Geral, exame de segunda época, desde que satisfeita a freqüência mínima exigida. O aluno que obtiver média final inferior a dois é considerado reprovado, sem direito à segunda época. O exame de segunda época é constituído de uma prova individual, expressa em número inteiro, de zero a dez. A média final de segunda época (MF ª época) será a média aritmética entre a nota da prova de segunda época (M Ex ª época) e a média final, segundo a fórmula: MF ªépoca = (M Ex ª época) + MF Não haverá prova substitutiva para o exame de segunda época. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GERSTING. J.L., Fundamentos Matemáticos para Ciência da Computação, LTC, 4ªed., 001. COMPLEMENTAR DOMINGUES, H. & IEZZI, G., Álgebra Moderna, Atual Editora, SPIEGEL, M. R. Estatística, ªed. McGraw-Hill, MAGALHÃES, M. N. Noções de Probabilidade e Estatística. 4 a e 5 a edições. São Paulo: IME USP, 00.

15 15 UNIFIEO - PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Curso: TECNOLOGO EM REDES DE COMPUTADORES Série: 1º SEM Disciplina: REDES DE COMPUTADORES I C/H total: 10 HS Prof. Resp.: SILVIO LUIZ STANZANI C/H sem.: 06 H/A ANTONIO ODAIR ZABOTTO Departamento: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES Período: NOT JUSTIFICATIVA O conhecimento da interconexão de sistemas computacionais abertos presentes nos dias atuais, torna esta disciplina de extrema importância para o Tecnólogo em Redes de Computadores. Este profissional deve possuir conhecimento dos conceitos, das capacidades e necessidades de interconexão de computadores em ambientes de redes de computadores locais (LAN), redes metropolitanas (MAN) e redes de longa distãncia (WAN), bem como o entendimento da Internet e sua evolução na década atual. Também é imprescindível o conhecimento de projetos de cabeamento estruturado do ponto de vista de desenho e tecnologia a ser adotada.. EMENTA Esta disciplina visa o estudo dos conceitos fundamentais da comunicação e transmissão de dados, além de forte conceituação de infra-estrutura de redes locais (LAN) e metropolitanas (MAN). Adicionalmente, apresenta a base teórica de cabeamento estruturado nos diversos padrões de mercado; protocolos de comunicação, padrões nacionais e internacionais e arquiteturas de redes de computadores comumente adotadas no mercado, tal como arquitetura TCP/IP e o modelo de referência ISO/OSI. OBJETIVOS GERAIS Oferecer aos alunos sólidos conhecimentos sobre os princípios fundamentais da comunicação de dados, das redes de computadores, das grandes redes de computadores mundiais Internet. Apresentar os modelos de referência, padrões internacionais e nacionais, arquiteturas e protocolos adotados pelo mercado corporativo e pelas operadoras de telecomunicações. UNIDADES TEMÁTICAS INTRODUÇÃO À COMUNICAÇÃO DE DADOS Histórico da evolução das telecomunicações e das redes de computadores Introdução e Princípios Fundamentais de comunicação de dados Topologias de Redes de longa distância WAN e metropolitanas MAN Topologias de redes locais LAN PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS Princípios de Transmissão de dados Visão Geral da série e transformada de Fourier Comutação de circuitos, pacotes e mensagens de tráfego de dados e voz. Codificação e Transmissão de Sinais Digitais em Banda Básica e banda larga (Síncrona e Assíncrona) Problemas associados à transmissão de dados Teorema de Nyquist e Lei de Shannon Técnicas de detecção de erros MEIOS FÍSICOS E CABEAMENTO ESTRUTURADO Meios Físicos para Transmissão de dados Introdução aos principais compontes de uma rede Hubs, Switches, pontes e roteadores Tipos de Ligações ao Meio Físico Introdução à instalação Física e Cabeamento Estruturado Introdução a projetos de cabeamento estruturado para LANs e MANs ARQUITETURAS E PADRÕES VISÃO GERAL Arquitetura de redes Conceitos fundamentais e orgãos internacionais e nacionais de padronização OSI, IETF, IAB, IEEE, ANSI, ICANN e ABNT Visão geral do modelo de referência ISO/OSI

16 16 Interconectividade, introdução a protocolos de comunicação mais usados no mercado, serviços fornecidos pelos protocolos e fluxo de dados. MODELO DE REFERENCIA ISO/OSI Objetivos e funções das camadas do modelo ISO/OSI e comparação com a arquitetura TCP/IP Camada OSI Nível Físico Camada OSI Nível de Enlace Camada OSI - Nível de Rede Camada OSI - Nível de Transporte Camada OSI - Nível de Sessão / Apresentação / Aplicação TECNOLOGIAS DE REDE Métodos de acesso mais comumente usadas nas redes locais CSMA/CD e CA. Tecnologias de Redes LAN: Ethernet, Fast Ethernet, Gibabit Ethernet e Token-Ring. Introdução a algumas tecnologias de Redes WAN: PPP, X5 e Frame-Relay. METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas em ambientes de salas de aulas, apresentadas e discutidas com os alunos; Resolução de exercícios e apresentação de estudos de casos, resolvendo problemas práticos Aulas práticas de cabeamento estruturado em ambiente de laboratório Atividades acadêmicas, científicas e culturais (AACC) de desenvolvimento de um projeto de cabeamento estruturado. AVALIAÇÃO Segue o Regimento do UNIFIEO e as modalidades de avaliação continuada estabelecidos em portaria da Coordenação de Curso, conforme abaixo especificado: Uma prova semestral (P1), individual; Uma prova final oral, composta por uma prova escrita individual, valendo de 0 a 5 pontos e por provas parciais, exercícios escritos e atividades acadêmicas, científicas e culturais (AACC) extra-classe, desenvolvidas ao longo do semestre letivo, valendo de 0 a 5 pontos. A nota da prova semestral e da prova final oral são expressas em números inteiros, de zero a dez. A média final (MF) é a média aritmética entre as nota da prova semestral (P1) e da prova final oral (PF), ( P1 PF ) segundo a fórmula: MF Considera-se aprovado o aluno que satisfizer a freqüência mínima de setenta e cinco por cento das aulas previstas e média final (MF) igual ou superior a seis. O aluno que obtiver média final inferior a seis, mas igual ou superior a dois, poderá requerer, no prazo definido pela Secretaria Geral, exame de segunda época, desde que satisfeita a freqüência mínima exigida. O aluno que obtiver média final inferior a dois é considerado reprovado, sem direito à segunda época. O exame de segunda época é constituído de uma prova individual, expressa em número inteiro, de zero a dez. A média final de segunda época (MF ª época) será a média aritmética entre a nota da prova de segunda época (M Ex ª época) e a média final, segundo a fórmula: MF ªépoca = (M Ex ª época) + MF Não haverá prova substitutiva para o exame de segunda época.

17 17 BIBLIOGRAFIA BÁSICA SOARES, L. F. do G. et alli, Redes de computadores: das LANs, MANs e WANs às redes ATM, ª ed Rio de Janeiro: Campus, 1995 TANENBAUM, A. S., Redes de Computadores, Rio de Janeiro: Campus, FOROUZAN, B. A. Comunicação de dados e redes de computadores, 3.edição, 840 p. Porto Alegre: Bookman, 006 COMPLEMENTAR COMER, D., Redes de Computadores e Internet, ªed. Rio Grande do Sul: Bookman, 001. KUROSE, J.; Ross, K. W., Redes de Computadores e a Internet - Uma Nova Abordagem, 3ª ed. São Paulo: Pearson, 006 GALLO, Michael A., Hancock, Willian M., Comunicacao entre Computadores e Tecnologias de rede. Sao Paulo: Pioneira Thomson Learning, 00. PETERSON, Larry L., Davie, Bruce S., Redes de Computadores: Uma abordagem Sistemica, ªed. Rio de Janeiro: LTC, 004. CLARK, D. The design philosophy of the DARPA Internet protocols. Proceedings of the SIGCOM 88 Symposiumn, pages , August 1988.

18 18 UNIFIEO - PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Curso: TECNOLOGO EM REDES DE COMPUTADORES Série: 1 SEM Disciplina: SISTEMAS OPERACIONAIS C/H total: 80 HS Prof. Resp.: ADEMIR GRECHI C/H sem.: 04 H/A Departamento: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES Período: NOT JUSTIFICATIVA A compreensão dos fundamentos de um sistema operacional de computador é de fundamental importância para o futuro profissional de tecnologia em redes de computadores, considerando que os equipamentos e processos produtivos de redes são baseados em computadores. O sistema operacional, como gerenciador dos recursos de um sistema de computação é o programa de sistema fundamental que suporta todos os aplicativos que automatizam as regras de negócios ou processos de uma empresa. Portanto sua compreensão é imprescindível para a melhor compreensão do funcionamento de todos os blocos constituintes de uma arquitetura. Seu entendimento permitirá distinguir diferenças entre diversos tipos de sistemas operacionais, bem como orientará o futuro profissional na escolha da configuração mais adequada, ou mesmo desenvolver funcionalidades especiais para fins específicos. EMENTA A disciplina apresenta os principais conceitos introdutórios sobre sistemas operacionais e a história dos sistemas operacionais, apresenta a estrutura de hardware básica de um sistema de computação e estuda a gestão dos recursos computacionais e a multiprogramação. Oferece aos alunos os principais tópicos da gestão de processos, de memória, de entrada e saída, e de sistemas de arquivos. OBJETIVOS GERAIS Oferecer aos alunos conhecimentos sobre os princípios fundamentais dos principais sistemas operacionais, capacitando-os a entender a estrutura dos sistemas operacionais modernos e como atuam no gerenciamento dos recursos dos sistemas de computação e como implementam a interface com usuários e com outros sistemas.

19 19 UNIDADES TEMÁTICAS A) Introdução Conceituação de Sistemas Operacionais (definição, serviços implementados) Histórico dos Sistemas Operacionais Tipos de Sistemas Operacionais (batch, time sharing, pessoais, distribuídos, tempo real) Estrutura do Sistema Operacional (arquiteturas típicas, system calls) Revisão dos principais recursos de hardware de um sistema de computação (cpu. memória, dispositivos periféricos, interrupção, operações de E/S) Conceituação de como um programa é executado em um sistema de computação (nocões de linguagem de máquina, assembler, compiladores, endereçamento absoluto e relativo) B) Multiprogramação Conceituação de Processos e Threads (criação e eliminação, estados, ciclos) Sincronização e comunicação entre processos (regiões críticas, semáforos, monitores, impasse) C) Gerenciamento de recursos Gerência de processos (funções básicas, algoritmos de escalonamento, chaveamento de contexto) Gerência de memória (problemas típicos - fragmentação interna e externa, tamanho de programas, conjunto de trabalho -, funções básicas, evolução de técnicas - alocação contínua única, partições fixas, partições dinâmicas, relocação, overlay, paginação, segmentação) Memória Virtual (conceituação, tradução de endereço virtual para real, paginação sob demanda, substituição de páginas, thrashing) Gerência de dispositivos (funções básicas, estrutura do subsistema de E/S - nível de aplicativo, independência de dispositivo, drivers, controladores, dispositivos típicos de entrada e saída e de armazenamento permanente -, questões de desempenho) Sistemas de arquivos (arquivos, métodos de acesso, diretórios, métodos de alocação de espaços, gerência de espaços livres, proteção) D) Aspectos Complementares Gerência de desempenho Confiabilidade e Gerência de recuperação Contabilização de uso de recursos Proteção e segurança Interfaces de Controle Sistemas Operacionais com múltiplos processadores Sistemas Operacionais de Redes METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas em ambiente de sala de aula; Discussão de estudos de casos orientados para avaliações de implementações específicas de sistemas operacionais e seu desempenho. Listas de exercícios extra-classe e resolução em sala de aula. AVALIAÇÃO Segue o Regimento do UNIFIEO e as modalidades de avaliação continuada estabelecidos em portaria da Coordenação de Curso, conforme abaixo especificado: Uma prova semestral (P1), individual; Uma prova final oral, composta por uma prova escrita individual, valendo de 0 a 5 pontos e por

20 0 provas parciais e exercícios escritos, ao longo do semestre letivo, valendo de 0 a 5 pontos. A nota da prova semestral e da prova final oral são expressas em números inteiros, de zero a dez. A média final (MF) é a média aritmética entre as nota da prova semestral (P1) e da prova final oral (PF), ( P1 PF ) segundo a fórmula: MF Considera-se aprovado o aluno que satisfizer a freqüência mínima de setenta e cinco por cento das aulas previstas e média final (MF) igual ou superior a seis. O aluno que obtiver média final inferior a seis, mas igual ou superior a dois, poderá requerer, no prazo definido pela Secretaria Geral, exame de segunda época, desde que satisfeita a freqüência mínima exigida. O aluno que obtiver média final inferior a dois é considerado reprovado, sem direito à segunda época. O exame de segunda época é constituído de uma prova individual, expressa em número inteiro, de zero a dez. A média final de segunda época (MF ª época) será a média aritmética entre a nota da prova de segunda época (M Ex ª época) e a média final, segundo a fórmula: MF ªépoca = (M Ex ª época) + MF Não haverá prova substitutiva para o exame de segunda época. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MACHADO, F. B.; Maia, L. P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 3ª edição. Rio de Janeiro: LTC, OLIVEIRA, R. S.; Carissimi, A. S.; Toscani, S. S. Sistemas Operacionais. ª ed. Sagra Luzzatto, Porto Alegre, ª edição TANENBAUM, A. S., Sistemas Operacionais Modernos, ª ed. Prentice Hall, 003, a. parte do livro (sistemas distribuídos) COMPLEMENTAR TANENBAUM, A. S. Modern Operating Systems, ª ed. Prentice Hall, NJ 001. SILBERSCHATZ, A.; Galvin, P.; Gagne, G. Sistemas Operacionais: Conceitos e Aplicações. Campus Editora, São Paulo, 001.

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