UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO CIÊNCIA DAINFORMAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO CIÊNCIA DAINFORMAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO CIÊNCIA DAINFORMAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA A LITERATURA INFANTIL COMO INSTRUMENTO DE FORMAÇÃO DE LEITORES NA BIBLIOTECA GILBERTO FREYRE/ SESC- SANTO AMARO. RECIFE 2006

2 KARLA MARIA DE OLIVEIRA A LITERATURA INFANTIL COMO INSTRUMENTO DE FORMAÇAO DE LEITORES NA BIBLIOTECA GILBERTO FREYREI SESC- SANTO AMARG. Monografia apresentada a Disciplina Estágio Supervisionado para obtenção de nota para a conclusão do curso de graduação em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Pemambuco sob a orientação da professora Josefa Pereira Barboza. RECIFE 2006

3 AGRADECIMENTOS Agradeço em primeiro lugar a Deus pelo dom da vida; A minha mãe, minha maior incentivadora; Aos professores do curso de Biblioteconomia; A minha orientadora, Josefa Pereira Barboza (Necy), pela atenção e incentivo; A bibliotecária do Sesc, Márcia Rodrigues pelo apoio total e incentivo nas atividades do projeto; A Ana Maria, funcionária do Sesc pela colaboração.

4 "Não sei exatamente por que acredito que um livro nos traz a possibilidade da felicidade, mas sou profundamente grato por esse milagre." Jorge Luis Borges

5 O presente trabalho apresenta as formas de incentivo a leitura, através da literatura infantil. Mostra que a leitura deve ser inserida o mais cedo possível na vida da criança, mesmo antes dela saber ler. O desenvolvimento das atividades de estimulo a leitura realizadas na Biblioteca Gilberto Freyre, apresentam o caráter Iúdico, educativo e construtivo da literatura infantil. O emprego da hora do conto é importante para o desenvolvimento infantil e o despertar do gosto pela leitura.

6 1 INTRODUÇAO REVISÁO DE LITERATURA A HORA DO CONTO... I O 4 ATIVIDADES REALIZADAS CONCLUSAO REFERÊNCIAS... I 6

7 Formar leitores não é uma tarefa fácil, problemas de ordem econômica e sócio- cultural, a falta de espaço para ler, de livros e de atividades de incentivo a leitura, dificultam e até mesmo paralisam o processo de leitura entre as crianças, fazendo com que as mesmas não passem a gostar de ler e não adquiram o hábito de leitura logo cedo. O gosto literário pode ser estimulado mesmo antes da criança ser alfabetizada, introduzindo o contato com os livros em suas brincadeiras, folheando as páginas. Os livros infantis aumentam muito o prazer de imaginar as coisas. A partir das histórias, a criança começa a reconhecer e interpretar sua experiência de vida real. Literatura é vida, visão do mundo e os textos infantis contém uma gama de opções que são importantes no desenvolvimento harmonioso da criança, nos aspectos social, afetivo e cognitivo. Nesse contexto, a literatura infantil exerce um papel determinante na criança no despertar do gosto pela leitura. Ela é agente de conhecimento, propicia o questionamento de valores existentes na sociedade. Por seu caráter mais Iúdico, permite uma apreensão menos racional e mais criativa do texto. Seu emprego como forma de estimular a leitura, fêz parte das atividades do projeto de estágio supervisionado desenvolvido na Biblioteca Gilberto Freyrel SESC- Santo Amaro, por ser um espaço agradável, e estimulador ao mundo do encantamento dos livros infantis. O objetivo do projeto foi promover a Hora do Conto, com narrativas, rodas de leitura, fazendo com que a criança fortaleça o hábito de frequentá-la e conseqüentemente aumentar seu interesse pela leitura e pelos livros infantis.

8 A Biblioteca Gilberto Freyre tem um papel significante dentro da comunidade de Santo Amaro, como difusora da informação e agente de transformação social, estimulando a criatividade e o senso crítico dos cidadãos, tomando a informação acessível a todos. Atende a um público diversificado com alunos da própria instituição e estudantes das escolas situadas nas regiões circunvizinhas. Além de funcionar como uma biblioteca escolar, a mesma ainda assume "função" de uma biblioteca pública, pois é aberta a todos. O estágio foi realizado sob a orientação da professora Josefa Pereira Barboza e a colaboração da bibliotecária do Sesc, Márcia Rodrigues.

9 2 REVISÃO DE LITERATURA Apenas na Idade Moderna é que surge a idéia de uma literatura voltada para a criança, pois antes disso não existiam livros direcionados a esse tipo de público. Mudou-se o conceito de família, onde o adulto passou a valorizar a infância e enxergar a criança de uma forma diferente onde ela pensa, cria e imagina. Passou-se a traduzir textos de crianças para crianças e a literatura infantil adquire "status" próprio, passando a ser encarada quase como um gênero. Segundo Zilberman (1987, p.18) "A criança é assim, o reflexo do que o adulto e a sociedade querem que ela seja e temem que ela se tome, isto é, do que o adulto e a sociedade querem, eles próprios, ser e temem tomar-sen. A literatura infantil baseava-se numa formação apenas de cunho pedagógico e educativo. Essa produção literária não é entendida como arte, a maioria dos textos eram escritos por professores. Ainda segundo Zilberman (1987, p.23) "a literatura infantil atinge o estatuto de arte literária e se distancia de sua origem comprometida com a pedagogia, quando apresenta textos de valor artístico a seus pequenos leitores." Quando a literatura infantil não é encarada como uma obrigação para a criança e passa a ser vista como uma atividade prazerosa, de caráter Iúdico, tem mais chance de desenvolver no pequenino um maior gosto pela leitura. Isso decorre do fato dela não ser apresentada como um "bichode-sete-cabeças" e sim a ponte que permite a criança entrar em contato com outros mundo, ampliar os horizontes cognitivos do saber, desenvolver a compreensão e a comunicação. Para Ponde (1988,p.60) " O hábito de leitura se forma antes mesmo do saber ler, é ouvindo histórias que se treina a relação com o mundo; dai que contar, recontar, inventar, sem que se proíba falar, leva inclusive ao gosto de encenar[...]".

10 Não existe idade para começar a gostar de ler, porém na infância é mais fácil criar este hábito e o texto literário em sua essência desempenha um papel transformador por ser recreativo, educativo e instrutivo. A convivência com o livro e a respectiva formação do leitor se inicia'nesta fase de vida da criança que desde pequena precisa estar em contato com os livros. Segundo Barcellos ( 1995, p.18) " A criança que ouve histórias com frequência educa sua atenção, desenvolve a linguagem oral e escrita, amplia seu vocabulário e principalmente aprende a procurar nos livros novas histórias para o seu entendimento". A literatura infantil, é fundamental para a formação da criança. Por ser um hábito deve ser inserida na vida da criança o mais cedo possível. Ler e contar histórias é uma forma de desenvolver o gosto pela fantasia, incentivando aspectos que dizem respeito ao seu potencial criativo. Quando a criança não lê, é bom que alguém lhe conte histórias. Através da narrativa oral, ela irá ter percepção de vários mundos. A leitura não só desperta na criança o gosto pelos bons livros e pelo habito de ler, como também contribui para despertar a valorização exata das coisas, desenvolver suas potencialidades, e principalmente estimular a socialização da criança. É importante destacar que não só a escola tem um papel importante no despertar do gosto pela leitura, mas a biblioteca e os pais participam de forma eficaz nesse exercício no prazer de ler. A biblioteca apresenta uma gama de opções de leitura facilitando a livre escolha da criança no que ela deseja ler, além de ser um espaço estimulador para a leitura. As crianças que não se beneficiam com esses estímulos no meio familiar e na escola no futuro serão prejudicadas, podendo tomar-se adultos que não gostam de ler.

11 3 HORA DO CONTO Entre as várias formas de estímulo a leitura, a Hora do Conto se apresenta como uma das atividades mais importantes para estimular a imaginação e a criatividade da criança. A Hora do Conto, através da narração de histórias, possibilita a criança viajar por lugares desconhecidos do imaginário. Essa foi a atividade selecionada para o desenrolar do projeto. Através das histórias contadas, a hora do conto recreia, sensibiliza, educa, libera tensões emocionais, desperta a curiosidade, enriquece a comunicação verbal, valoriza sentimentos e o encontro com o próximo e consigo mesma. Na idade pré- escolar e nos primeiros anos de escola, contar e ler histórias em voz alta e falar sobre livros de gravuras é muito importante para o desenvolvimento do vocabulário e mais ainda para a motivação da leitura. Por isso, os contos de fadas dirigem a criança para a descoberta de sua própria identidade e também sugerem experiências que são necessárias para desenvolver ainda mais o seu caráter. Eles alimentam a imaginação e estimulam as fantasias dos pequeninos. As atividades da Hora do Conto não devem exigir muito das crianças. Ela não pode associar após o término da narrativa a fazer uma atividade pesada, complicada, isso rouba todo o prazer da história, podendo inclusive despertar na criança um sentimento negativo com relação as atividades que são, sobretudo recreativas. É importante oferecer a criança várias opções para que ela não seja obrigada a participar de uma atividade da qual não goste. Pinturas, colagens, dobraduras,

12 dramatizações, fantoches, ou algum brinquedo relacionado a história, são opções muito construtivas e atraentes para a criança após a narrativa. Deve-se criar um ambiente propício para a criança sentir-se descontraída e motivada. As ilustrações exercem uma atração sobre os pequenos, através das figuras eles aprendem o significado da história, por isso as gravuras precisam ser grandes e bem ilustradas. No mundo maravilhoso da literatura infantil, a criança encontra através da hora do conto, além da diversão uma visão de mundo diferente da sua. Ouvindo a história, a criança se identifica com esta ou aquela personagem, numa situação semelhante a alguma já vivida, e isto pode ajudá-la a resolver alguns de seus problemas. As crianças sentem prazer em colocar-se no lugar dos personagens dos livros, em sentir e experimentar com eles as mais diversas fantasias. A hora do conto é uma atividade que tem a finalidade de despertar na criança um interesse maior para explorar o mundo mágico dos livros.ela tem importância no desenvolvimento infantil, pois cria hábitos, desenvolve a atenção e a disciplina. Para que seja uma experiência prazerosa, é preciso que provoque a emoção do pequenino, e isso só e possível se for criado um clima de envolvimento, de encanto. O narrador deve conhecer e gostar do enredo, usar uma linguagem simples, de acordo com a faixa etária da criança. A atividade da hora do conto é importante para a formação de hábitos de leitura na criança. Realizada na escola, na sala de aula ou biblioteca faz com que a criança se habitue a ouvir, a ler e a entrar em contato com o mundo dos livros de uma forma construtiva. Os resultados em relação a contação de histórias são surpreendentes, uma vez que as crianças são estimuladas pela história, se interessam em ler outros livros, conhecer autores novos, descobrir novos caminhos que a literatura infantil proporciona.

13 4 ATIVIDADES REALIZADAS As atividades do projeto foram realizadas na Biblioteca Gilberto Freyre no período de outubro12005 a janeiro12006 com a participação dos alunos da Escola Municipal Emídio Dantas Barreto e da Educação Infantil do SESCI Santo Amaro. A principio foi feita a construção do referencial teórico, através da revisão de literatura sobre o assunto. Observou-se o acervo infantil da Biblioteca Gilberto Freyre para a escolha dos livros que fariam parte da hora do conto e das rodas de leitura. Para participar do projeto foi escolhida a Educação Infantil do SESC Santo Amaro e os alunos da alfabetização da Escola Municipal Emídio Dantas Barreto. Primeiro foi feita uma visita a escola, que gostou muito da idéia de levar as crianças a L- - biblioteca para participar da hora do conto. A faixa etária das crianças que participaram foi de 3 a 7 anos. A primeira atividade desenvolvida foi a hora do conto. Foram selecionados os livros infantis que estavam de acordo com a idade das crianças. A contação foi feita através da narrativa oral, utilizando o livro e suas ilustrações.houve uma boa participação das crianças. Elas tiveram a oportunidade de reproduzir o que entenderam sobre a história, através de gravuras e desenhos feitos por elas mesmas. Ao término de cada atividade, foi dado espaço para as crianças expressarem o que acharam da história, das atitudes dos personagens, surgindo sempre um debate no final. Verificou-se um grande entusiasmo das crianças em voltar a biblioteca para participar de outras 'hora do conto e em folhear novos livrinhos na'estante Ficou em aberto para as crianças desenharem o personagem que mais gostaram de cada história.

14 Para finalizar esta atividade foi feita uma oficina para montagem de um macaquinho de papel, que era personagem de uma das historinhas. As crianças interagiram bastante e usaram toda a sua criatividade, para a confecção do macaco. Complementando as atividades do projeto, foi realizada na própria biblioteca, uma exposição sobre a vida e obra de Monteiro Lobato, o maior escritor da literatura infantil no Brasil nos últimos tempos. O painel ficou exposto durante uma semana com informações sobre o autor. Essa exposição teve como objetivo divulgar as obras de Monteiro Lobato, atingindo toda a clientela da biblioteca. Dando continuidade às atividades foram promovidas na biblioteca rodas de,) leitura com as crianças da la série da Educação Infantil do SESCI Santo Amaro. Cada criança leu um trecho do livro que elas mesmas escolheram na estante, fazendo assim um rodízio de leitura. Para enriquecer a atividade, as crianças criaram marcadores de livros feitos de acordo com a leitura realizada. Para finalizar o ciclo das atividades de incentivo a leitura, foi realizada uma exposição na Biblioteca dos trabalhos confeccionados pelas crianças relacionados a hora do conto.

15 A oportunidade de desenvolver atividades de incentivo a leitura com crianças na Biblioteca Gilberto Freyre foi muito gratificante. O projeto procurou mostrar que a literatura infantil é um instrumento de extrema importância na formação de leitores. A Hora do Conto por seu caráter mais Iúdico, pôde proporcionar um momento de alegria e encantamento as crianças. Foi perceptível o envolvimento dos pequeninos na hora da contação da história e nas rodas de leitura. Apesar de serem ainda muito pequenas, elas se mostraram participativas e empolgadas. Todas mostraram interesse em retomar a biblioteca e a participar de outras atividades. Os resultados em relação ao projeto foram bastante positivos. As crianças que participaram das atividades tiveram a oportunidade de conhecer melhor a biblioteca, socializar-se com outras crianças e a aumentar seu interesse pelos livros. Percebeu-se uma significativa diferença entre a realidade de leitura entre as crianças das duas instituições que participaram do projeto. Grande parte dos alunos da alfabetização da Escola Municipal Emídio Dantas Barreto, não conheciam a biblioteca. Para elas foi uma maneira de sair um pouco do mundo da sala de aula. A hora do conto já fazia parte das atividades de incentivo a leitura na biblioteca Gilberto Freyre. No entanto, não aconteciam de forma sistemática. A realização do projeto foi o primeiro passo, pois muitas barreiras devem ser quebradas em relação a leitura. É preciso dar continuidade, e isso já está sendo feito pelo estagiário e pela bibliotecária da instituição.

16 Ao término deste projeto, mostrou-se que a biblioteca não é apenas um lugar,chato, ou ambiente de castigo. A biblioteca tem que ser encarada como ambiente de lazer, trabalhando para vários públicos despertando o lado recreativo da leitura. O desenvolvimento de atividades educacionais e culturais que auxiliam na difusão da leitura é fundamental para impulsionar uma sociedade de leitores que começam desde cedo, antes mesmo da criança aifabetizar-se. A experiência vivida na hora do conto, foi enriquecedora, mas não suficiente, pois sempre existirá algo a ser aprendido.

17 BANBERGER, Richard. Como incentivar o hábito de leitura. 6. ed. São Paulo: Ática, p. BARCELLOS, Gládis Maria Ferrão; NEVES, lara Conceição Bitencourt. Importância da hora do conto. In:. A hora do conto: da fantasia ao prazer de ler. Porto Alegre: Sagra-DC Luzzato, p GRANDI, Cleci Marlene. A eficácia da hora do conto como mecanismo de estímulo a leitura. Revista Biblioteconomia e Comunicação. Porto Alegre, v.4, p , jan./dez SANDRONI, Laura; MACHADO, Luiz Raul. A criança e o livro. 2. ed. São Paulo: Ática, p. SILVA, Ezequiel Theodoro da. Leitura na escola e na biblioteca. 3. ed. Campinas: Papirus, p. YUNES, Eliana; PONDÈ, Glória. A leitura, mais além da escola. In: leituras da literatura infantil. São Paulo: FTD, p Leitura e ZILBERMAN, Regina. A criança, o livro e a escola. In: escola. 7. ed. rev. ampl. São Paulo: Global, p A literatura infantil na

CRECHE MUNICIPAL MACÁRIA MILITONA DE SANTANA PROJETO LITERATURA INFANTIL: "MUNDO ENCANTADOR"

CRECHE MUNICIPAL MACÁRIA MILITONA DE SANTANA PROJETO LITERATURA INFANTIL: MUNDO ENCANTADOR CRECHE MUNICIPAL MACÁRIA MILITONA DE SANTANA PROJETO LITERATURA INFANTIL: "MUNDO ENCANTADOR" CUIABÁ-MT 2015 CRECHE MUNICIPAL MÁCARIA MILITONA DE SANTANA 1- Tema: "Mundo Encantador" 1.2- Faixa etária: 2

Leia mais

LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA

LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA BORTTOLIN, A. M. P. LITTERA/UNESC SILVEIRA, R. de F. K. da LITTERA/UNESC O presente texto mostra uma experiência de leitura literária na escola

Leia mais

CAIXA MÁGICA. Sala 6 Língua Portuguesa EF I. E.E. Heidi Alves Lazzarini. Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo.

CAIXA MÁGICA. Sala 6 Língua Portuguesa EF I. E.E. Heidi Alves Lazzarini. Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo. CAIXA MÁGICA Sala 6 Língua Portuguesa EF I E.E. Heidi Alves Lazzarini Professora Apresentadora: Renata Lujan dos Santos Mufalo Realização: Justificativa Toda história, por mais simples que pareça, transmite

Leia mais

A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA.

A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA. A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA. Francisca Fabiana Ferreira da Silva 1 fabiana.igor@hotmail.com Francisca Mônica Paz de Sousa Dantas 2 monnyka@hotmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PÓLO GUARAI AS PRÁTICAS DE LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PÓLO GUARAI AS PRÁTICAS DE LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PÓLO GUARAI AS PRÁTICAS DE LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Mara Luiza Silva 1 Resumo Este artigo relata o desenvolvimento

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014 Atividades Pedagógicas Agosto 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO II A GRUPO II B GRUPO II C GRUPO II

Leia mais

PROJETO QUARTA LITERÁRIA

PROJETO QUARTA LITERÁRIA PROJETO QUARTA LITERÁRIA * Francisca Wládia de Medeiros Inocêncio ** Leni Oliveira da Silva Este artigo pretende socializar o Projeto Quarta Literária, desenvolvido no Centro Educacional do Projeto SESC

Leia mais

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Nara Fernanda de Campos 1 RESUMO Considerando os jogos e as brincadeiras infantis como uma ferramenta ideal ao aprendizado, podemos dizer

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL Resumo: José Roniero Diodato Marilene Severina de Oliveira Ana Claudia do Nascimento Glauciane

Leia mais

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE Stella Maris Pissaia 1 Giseli Dionize Bobato 2 RESUMO: Neste resumo apresentamos uma descrição compreensiva das experiências vivenciadas a partir do contato teórico durante

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados escrito por Vários autores Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓTICA. Profa. Me. Michele Costa

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓTICA. Profa. Me. Michele Costa O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓTICA Profa. Me. Michele Costa CONVERSAREMOS SOBRE: CONCEITOS DE PLANEJAMENTO CURRÍCULO EIXOS DE TRABALHO www.zaroio.com.br As Cem Linguagens da Criança. A criança

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE CAIXAS-ESTANTES PARA INCENTIVO DA LEITURA PARA ALUNOS DE 1ª À 4ª SÉRIES NA ESCOLA MUNICIPAL HENRIQUE VERAS

UTILIZAÇÃO DE CAIXAS-ESTANTES PARA INCENTIVO DA LEITURA PARA ALUNOS DE 1ª À 4ª SÉRIES NA ESCOLA MUNICIPAL HENRIQUE VERAS UTILIZAÇÃO DE CAIXAS-ESTANTES PARA INCENTIVO DA LEITURA PARA ALUNOS DE 1ª À 4ª SÉRIES NA ESCOLA MUNICIPAL HENRIQUE VERAS Andréa Collyer Neves Acadêmica do Curso de Biblioteconomia da UFSC Araci Isaltina

Leia mais

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DOM PEDRO II

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DOM PEDRO II ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DOM PEDRO II TEMA: HORA NA BIBLIOTECA TÍTULO DO PROJETO: HORA NA BIBLIOTECA: MOMENTO MÁGICO Canguçu, 27 de novembro de 2014. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO ESCOLA: Municipal

Leia mais

Pão, pão, pão. Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman. escrito por. ilustrado por

Pão, pão, pão. Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman. escrito por. ilustrado por elaboração: Tatiana Pita Mestre em Educação pela PUC (SP) Pão, pão, pão escrito por ilustrado por Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman 2 O encanto e as descobertas que o livro nos

Leia mais

A EDUCAÇAO INFANTIL DA MATEMÁTICA COM A LUDICIDADE EM SALA DE AULA

A EDUCAÇAO INFANTIL DA MATEMÁTICA COM A LUDICIDADE EM SALA DE AULA A EDUCAÇAO INFANTIL DA MATEMÁTICA COM A LUDICIDADE EM SALA DE AULA RODRIGUES, Patrícia Gomes Universidade Estadual de Goiás, campus Iporá patykauan_5@hotmail.com MARQUES, Daniela Cristina de Sousa Universidade

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez.

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. PROJETO DE LEITURA E ESCRITA Era uma vez... E conte outra vez. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO TEMA; PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. INSTITUIÇÃO Escola Estadual Lino Villachá

Leia mais

A INFLUÊNCIA DE UM AMBIENTE ESCOLAR ADEQUADO NO RECIOCÍNIO LÓGICO DAS CRIANÇAS:

A INFLUÊNCIA DE UM AMBIENTE ESCOLAR ADEQUADO NO RECIOCÍNIO LÓGICO DAS CRIANÇAS: A INFLUÊNCIA DE UM AMBIENTE ESCOLAR ADEQUADO NO RECIOCÍNIO LÓGICO DAS CRIANÇAS: Autor (Paulo Rosas dos Santos); paulorosas@ig.com.br RESUMO - O desenvolvimento infantil é impressionante quando consideramos

Leia mais

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE SÃO VICENTE AUTOR(ES): MARIA DE FATIMA

Leia mais

Creche Municipal Pequeno Príncipe

Creche Municipal Pequeno Príncipe DESCRIPCIÓN DE LA INSTITUCIÓN UBICACIÓN GEOGRÁFICA Região: Centro Oeste Município: Porto dos Gaúchos MT Título da experiência: Construindo sua identidade no universo da brincadeira Autoras: Claudiane Eidt

Leia mais

Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre

Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre anterior, dentro de contextos que buscavam enfatizar o

Leia mais

Atividade Pedagógica Teatro de fantoches. Junho 2013

Atividade Pedagógica Teatro de fantoches. Junho 2013 Atividade Pedagógica Teatro de fantoches Junho 2013 III D Teatro de fantoches A criança que ainda não sabe ler convencionalmente pode fazê-lo por meio da escuta da leitura do professor, ainda que não possa

Leia mais

RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 1 RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Catharine Prata Seixas (PIBIC/UFS) Aline Grazielle Santos Soares Pereira (PIBIX/UFS) INTRODUÇÃO Vygotsky (1991), diz que o pensamento e a linguagem

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR

RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DE LEITURA SIMULTÂNEA: FORMANDO COMPORTAMENTO LEITOR Cristina Marico Matsubara Prefeitura do Município de São Paulo cr.matsubara@gmail.com Emilio Celso de Oliveira Prefeitura

Leia mais

O PAPEL DA BIBLIOTECA NO INCENTIVO A LEITURA Monique da Costa Martins * - Famec

O PAPEL DA BIBLIOTECA NO INCENTIVO A LEITURA Monique da Costa Martins * - Famec O PAPEL DA BIBLIOTECA NO INCENTIVO A LEITURA Monique da Costa Martins * - Famec Resumo Discorre sobre a importância da interação e cooperação do bibliotecário com o corpo docente, visando integrar a biblioteca

Leia mais

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA LYSNE NÔZENIR DE LIMA LIRA, 1 HSTÉFFANY PEREIRA MUNIZ 2 1. Introdução Este trabalho foi criado a partir da experiência

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: JAPĨĨ E JAKÃMĨ Uma história de amizade Autor: Yaguarê Yamã Nacionalidade do autor: Brasileira Currículo do autor: Escritor, professor e artista plástico

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL COMO RECURSO NO ATENDIMENTO ESPECIALIZADO AOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA MENTAL

A LITERATURA INFANTIL COMO RECURSO NO ATENDIMENTO ESPECIALIZADO AOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA MENTAL A LITERATURA INFANTIL COMO RECURSO NO ATENDIMENTO ESPECIALIZADO AOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA MENTAL Luana Martins Abreu Profª. da Secretaria Municipal de Educação de Nova Iguaçu/RJ As crianças com qualquer

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE CUIABÁ EMEB JUAREZ SODRÉ FARIAS PROJETO: BRINCADIQUÊ? PELO DIREITO AO BRINCAR NA ESCOLA

SECRETARIA MUNICIPAL DE CUIABÁ EMEB JUAREZ SODRÉ FARIAS PROJETO: BRINCADIQUÊ? PELO DIREITO AO BRINCAR NA ESCOLA SECRETARIA MUNICIPAL DE CUIABÁ EMEB JUAREZ SODRÉ FARIAS PROJETO: BRINCADIQUÊ? PELO DIREITO AO BRINCAR NA ESCOLA CUIABÁ/2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE CUIABÁ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MAURO MENDES

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA Maria Elizabete Nascimento de Oliveira 1 PPGE /IE UFMT m.elizabte@gmail.com RESUMO A pesquisa em foco refere-se à relevância dos contos de fadas na

Leia mais

Programas Vencedores: seis 9º Concurso FNLIJ Os Melhores Programas de Incentivo à Leitura junto a Crianças e Jovens de todo o Brasil 2004

Programas Vencedores: seis 9º Concurso FNLIJ Os Melhores Programas de Incentivo à Leitura junto a Crianças e Jovens de todo o Brasil 2004 Programas Vencedores: seis 9º Concurso FNLIJ Os Melhores Programas de Incentivo à Leitura junto a Crianças e Jovens de todo o Brasil 2004 1º Lugar: Programa Leitura e Ciência. Programa Leitura e Ciência.

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Sheila Valéria Pereira da Silva (UFPB Campus-IV) sheilavaleria88@yahoo.com.br

Leia mais

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil.

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil. O Conto Sonoro, uma forma de explorar a escrita musical. Renata de Oliveira Pavaneli Frederico, Escola de Educação Infantil Casa da Gente Campinas-SP. musicamed@directnet.com.br reoliveirafred@gmail.com

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA CRIANÇA Professor(a), no tema anterior, A criança de seis anos no ensino fundamental, falamos sobre quem são e como são essas crianças que ingressam

Leia mais

EDUCAÇÃO ALIMENTAR PARA CRIANÇAS MATRICULADAS EM ESCOLAS PÚBLICAS DOS MUNICÍPIOS DE SOLÂNEA E BANANEIRAS/PB

EDUCAÇÃO ALIMENTAR PARA CRIANÇAS MATRICULADAS EM ESCOLAS PÚBLICAS DOS MUNICÍPIOS DE SOLÂNEA E BANANEIRAS/PB EDUCAÇÃO ALIMENTAR PARA CRIANÇAS MATRICULADAS EM ESCOLAS PÚBLICAS DOS MUNICÍPIOS DE SOLÂNEA E BANANEIRAS/PB LINS SANTOS 1, Carlos Augusto MARINHO DA SILVA FILHO 2, Carlos Roberto ARAÚJO SILVA 3, Débora

Leia mais

OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO Comissão de Educação da Câmara dos Deputados

OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO Comissão de Educação da Câmara dos Deputados OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO Comissão de Educação da Câmara dos Deputados ROTEIRO PARA REGISTRO DA EXPERIÊNCIA EDUCACIONAL PARTE 1 Identificação da Experiência NOME DA INSTITUIÇÃO/ESCOLA/REDE: Centro Municipal

Leia mais

CONTAR, DRAMATIZAR E ENCANTAR COM FANTOCHES

CONTAR, DRAMATIZAR E ENCANTAR COM FANTOCHES CONTAR, DRAMATIZAR E ENCANTAR COM FANTOCHES Acadêmica: Adriana Fernandes Fonseca tia.drica@ hotmail.com Orientadora: Dulcinéia de Oliveira Gomes 1 A proposta deste artigo é abordar um assunto divertido,

Leia mais

Caracterização da Escola

Caracterização da Escola 28 O CORDEL DOS TIRADENTES Flávia Helena Pontes Carneiro* helena.flavia@gmail.com *Graduada em Pedagogia, Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, Professora

Leia mais

LITERATURA INFANTIL: TRABALHANDO O TEXTO E A IMAGEM NA SALA DE AULA DA EDUCAÇÃO INFANTIL

LITERATURA INFANTIL: TRABALHANDO O TEXTO E A IMAGEM NA SALA DE AULA DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 LITERATURA INFANTIL: TRABALHANDO O TEXTO E A IMAGEM NA SALA DE AULA DA EDUCAÇÃO INFANTIL Rosélia Maria de Sousa SANTOS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba José Ozildo dos SANTOS

Leia mais

A Festa dos cem livros: uma celebração literária

A Festa dos cem livros: uma celebração literária A Festa dos cem livros: uma celebração literária Ninguém começa lendo a palavra, porque antes da palavra o que a gente tem para ler a disposição da gente é o mundo. E a gente lê o mundo a medida em que

Leia mais

CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN

CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN CONTANDO HISTÓRIAS COM FANTOCHES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATANDO A EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE PEDAGOGIA/UFRN Autoras: Claydianne dos Santos Freitas - Estudante do Curso de Pedagogia

Leia mais

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Infantil II Segmento I

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Infantil II Segmento I Colégio Cor Jesu Brasília DF Plano de Curso 2010 Infantil II Segmento I PLANO DE CURSO 2009 INFANTIL II Disciplina: ARTES Série: INFANTIL II Segmento: I COMPETÊNCIAS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS -

Leia mais

Projeto de intervenção

Projeto de intervenção Projeto de intervenção Tema: trabalhando com artes na educação infantil. Por: Cristiane Salvador Batista¹ Vivalda de Jesus Souza² INTRODUÇÃO Pretende-se por meio deste projeto Trabalhando Com Artes Na

Leia mais

TEATRO DE FANTOCHE. Tania Mara Fantinato e Edile Fracaro Rodrigues. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. RESUMO

TEATRO DE FANTOCHE. Tania Mara Fantinato e Edile Fracaro Rodrigues. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. RESUMO TEATRO DE FANTOCHE Tania Mara Fantinato e Edile Fracaro Rodrigues. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. RESUMO O presente trabalho tem como objetivo mostrar a necessidade de motivar educadores e

Leia mais

Meu Mini Mundo 1. PALAVRAS-CHAVE: livro; mini mundo; literatura infantil; kirigami; comunicação.

Meu Mini Mundo 1. PALAVRAS-CHAVE: livro; mini mundo; literatura infantil; kirigami; comunicação. Meu Mini Mundo 1 Marleyde Alves dos SANTOS 2 Alexandre FERREIRA 3 Bruno César de SOUZA 4 Mayra Magalhães GOMES 5 Thiago Arthur GOMES 6 Lamounier Lucas PEREIRA Jr. 7 Centro Universitário Newton Paiva, Belo

Leia mais

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA Suellen Lopes 1 Graduação Universidade Estadual de Londrina su.ellen23@hotmail.com Rovilson José da Silva 2 Universidade Estadual de Londrina rovilson@uel.br

Leia mais

O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA

O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA 1 O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA Joelma da Silva Moreira 1 Angela Maria Corso 2 RESUMO: O presente artigo, na condição de trabalho de conclusão de curso, pretende

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MELQUÍADES VILAR

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MELQUÍADES VILAR SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO MELQUÍADES VILAR PROJETO LER (Leitura, Escrita e Redação) Ana Paula Correia Taperoá - PB 2014 Ana Paula Correia PROJETO LER

Leia mais

PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹

PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹ PEDAGOGIA EM ESPAÇOS SOCIAIS: OLHARES E REFLEXÕES EM CAMPOS DE ESTÁGIO¹ ALVES, T. C.²; RENK, E. F.³; LEÃO, T.J.E. 4 ¹ Trabalho desenvolvido na disciplina de Estágio Curricular Supervisionado II Espaços

Leia mais

A LEITURA PARA ALÉM DOS LIMITES DA SALA DE AULA: UMA FERRAMENTA PARA A COMPREENSÃO DO MUNDO

A LEITURA PARA ALÉM DOS LIMITES DA SALA DE AULA: UMA FERRAMENTA PARA A COMPREENSÃO DO MUNDO A LEITURA PARA ALÉM DOS LIMITES DA SALA DE AULA: UMA FERRAMENTA PARA A COMPREENSÃO DO MUNDO Débora da Silva Ferreira UAG/UFRPE Taynah de Brito Barra Nova - UAG/UFRPE Resumo: Diante da sociedade letrada

Leia mais

Atividades lúdicas na educação o Caminho de tijolos amarelos do aprendizado.

Atividades lúdicas na educação o Caminho de tijolos amarelos do aprendizado. Atividades lúdicas na educação o Caminho de tijolos amarelos do aprendizado. Vania D'Angelo Dohme (Mackenzie) 1. Considerações iniciais Johan Huizinga foi um importante historiador alemão, que viveu entre

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina

Universidade Estadual de Londrina Universidade Estadual de Londrina Josiane de Freitas Santos Relatório de Estágio em Educação Infantil Londrina 2010 1 Josiane de Freitas Santos Relatório de Estágio em Educação Infantil Relatório final

Leia mais

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE Unidade II ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Profa. Ana Lucia M. Gasbarro A formação pessoal e social da criança, áreas de conhecimento e desenvolvimento da criança Introdução A importância

Leia mais

A ARTE DO BRINCAR. Metodologias para a arte educação. Rogério Barata Melo¹ Regia Lúcia Teixeira² RESUMO

A ARTE DO BRINCAR. Metodologias para a arte educação. Rogério Barata Melo¹ Regia Lúcia Teixeira² RESUMO A ARTE DO BRINCAR Metodologias para a arte educação Rogério Barata Melo¹ Regia Lúcia Teixeira² RESUMO O presente trabalho tem por objetivo mostrar as etapas da arte educação e suas especificidades. Uma

Leia mais

PESQUISA AÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA PRÁTICA LEITORA EMANCIPADA BLASZKO,Caroline Elizabel - FAFIUV karolblaszko@yahoo.com.br.

PESQUISA AÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA PRÁTICA LEITORA EMANCIPADA BLASZKO,Caroline Elizabel - FAFIUV karolblaszko@yahoo.com.br. PESQUISA AÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA PRÁTICA LEITORA EMANCIPADA BLASZKO,Caroline Elizabel - FAFIUV karolblaszko@yahoo.com.br. Resumo UJIIE, Najela Tavares - FAFIUV najelaujiie@yahoo.com.br. Eixo

Leia mais

IFA MIRIM PROJETO: LEIA PARA MIM!

IFA MIRIM PROJETO: LEIA PARA MIM! IFA MIRIM PROJETO: LEIA PARA MIM! Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.

Leia mais

PROJETO DICIONÁRIO INFANTIL

PROJETO DICIONÁRIO INFANTIL PROJETO DICIONÁRIO INFANTIL 1 PROJETO DICIONÁRIO INFANTIL ESCOPO O projeto dicionário infantil é destinado a crianças recém-alfabetizadas, em via de alfabetização, em fase de consolidação dos processos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO AO HÁBITO DE LEITURA NO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO MENEZES DE SOUSA EM SOBRAL-CE

A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO AO HÁBITO DE LEITURA NO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO MENEZES DE SOUSA EM SOBRAL-CE UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ-UVA KARLYANE PIMENTA DE CARVALHO A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO AO HÁBITO DE LEITURA NO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO MENEZES DE SOUSA EM SOBRAL-CE SOBRAL- CE

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 III A JOGOS DIVERTIDOS Fizemos dois campeonatos com a Turma da Fazenda, o primeiro com o seguinte trajeto: as crianças precisavam pegar água em um ponto e levar até o outro,

Leia mais

Projeto Jornal Educativo Municipal

Projeto Jornal Educativo Municipal Estado de Goiás Prefeitura Municipal de Santa Bárbara de Goiás Secretaria Municipal da Educação Santa Bárbara de Goiás - GO Projeto Jornal Educativo Municipal Santa Bárbara de Goiás Janeiro/2013 Estado

Leia mais

Exposição e relato de experiências de Objetos Educacionais Construção de Instrumentos Musicais Artesanais. Rio Verde GO

Exposição e relato de experiências de Objetos Educacionais Construção de Instrumentos Musicais Artesanais. Rio Verde GO EMEFTI PROFESSOR WALDYR EMRICH PORTILHO GESTORA: GERLIANESANTANA GOUVEIA CABRAL COORD. ÁREA: ARISTÓTELES MESQUITA DE LIMA NETTO PROFESSORA SUPERVISORA: ELIZANGELA F. RODRIGUES Exposição e relato de experiências

Leia mais

PROJETO ECOLOGIA DA LEITURA: UMA INTERVENÇÃO NA SALA DE AULA A PARTIR DA VIVÊNCIA DA LITERATURA INFANTIL

PROJETO ECOLOGIA DA LEITURA: UMA INTERVENÇÃO NA SALA DE AULA A PARTIR DA VIVÊNCIA DA LITERATURA INFANTIL PROJETO ECOLOGIA DA LEITURA: UMA INTERVENÇÃO NA SALA DE AULA A PARTIR DA VIVÊNCIA DA LITERATURA INFANTIL Iêda Licurgo Gurgel Fernandes, UFRN ¹ Sâmela Raissa Oliveira Batista, UFRN ² Introdução O projeto

Leia mais

A Cobronça, a Princesa e a Surpresa

A Cobronça, a Princesa e a Surpresa elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO A Cobronça, a Princesa e a Surpresa escrito por & ilustrado por Celso Linck Fê Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

NOME DO PROJETO PROJETO MERGULHANDO NA LEITURA 2013 PÚBLICO ALVO Educação Infantil e Ensino Fundamental I

NOME DO PROJETO PROJETO MERGULHANDO NA LEITURA 2013 PÚBLICO ALVO Educação Infantil e Ensino Fundamental I NOME DO PROJETO PROJETO MERGULHANDO NA LEITURA 2013 PÚBLICO ALVO Educação Infantil e Ensino Fundamental I OBJETIVOS GERAIS: Promover o hábito da leitura entre os alunos; Proporcionar ao aluno o prazer

Leia mais

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES Resumo Gabriela Jeanine Fressato 1 - Universidade Positivo Mariana Gomes de Sá Amaral

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Érika Cristina Mashorca Fiorelli, UNESP - Presidente Prudente-SP, SESI/SP; Ana

Leia mais

AMIGO LIVRO: UMA PROPOSTA DE INCENTIVO À LEITURA NO MUNICÍPIO DE SÃO LEOPOLDO, NO RIO GRANDE DO SUL. Katiane Crescente Lourenço, professora do

AMIGO LIVRO: UMA PROPOSTA DE INCENTIVO À LEITURA NO MUNICÍPIO DE SÃO LEOPOLDO, NO RIO GRANDE DO SUL. Katiane Crescente Lourenço, professora do AMIGO LIVRO: UMA PROPOSTA DE INCENTIVO À LEITURA NO MUNICÍPIO DE SÃO LEOPOLDO, NO RIO GRANDE DO SUL. Katiane Crescente Lourenço, professora do município de São Leopoldo. kcrescente@bol.com.br. Simone Assumpção,

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Adriana M. das Virgens Chagas (adrianachagas3@hotmail.com) Aluna de graduação do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Aracruz Luciana C.

Leia mais

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Autor (1)Suzânia Maria Pereira de Araújo; Autor (2) Eleilde de Sousa Oliveira; Orientador (1)Denise Silva

Leia mais

Conhecendo O. História. Aprender com emoção, aprender para sempre. Nesta Edição:

Conhecendo O. História. Aprender com emoção, aprender para sempre. Nesta Edição: Página 1 Conhecendo O Nesta Edição: História 1 Corpo Docente Visita à Sabesp 2 Visita à Prefeitura Feira de Ciências 3 Festa Junina Festa do dia das mães 4 Visita ao Lar Irmã Julia Visita ao Viveiro Projeto

Leia mais

A LEITURA E A MATEMÁTICA UNIDAS EM SALA DE AULA

A LEITURA E A MATEMÁTICA UNIDAS EM SALA DE AULA 3 A LEITURA E A MATEMÁTICA UNIDAS EM SALA DE AULA Juliana Rosa de Oliveira 1 Faculdade de Viçosa R. Dr. Milton Bandeira, 380 Centro- CEP 36570-000- Viçosa, Minas Gerais RESUMO Neste

Leia mais

ARCELITA KOSCHECK HORA DO CONTO E SEU REFLEXO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

ARCELITA KOSCHECK HORA DO CONTO E SEU REFLEXO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 ARCELITA KOSCHECK HORA DO CONTO E SEU REFLEXO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Monografia apresentada para obtenção do titulo de graduada em Pedagogia, na Universidade Regional Noroeste do Estado do Rio Grande do

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Letrinhas Mágicas 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S) Carros Usados 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio Carros Usados faz parte da

Leia mais

A importância da leitura na fase infantil.

A importância da leitura na fase infantil. EDIÇÃO II VOLUME 3 01/04/2011 A importância da leitura na fase infantil. O desenvolvimento de interesses e hábitos permanentes de leitura é um processo constante, que principia no lar, aperfeiçoa-se sistematicamente

Leia mais

45 ANOS ACOMPANHANDO O EDUCADOR

45 ANOS ACOMPANHANDO O EDUCADOR 45 ANOS ACOMPANHANDO O EDUCADOR www.fundacaoamae.com.br ANO 45. Nº 389 AGOSTO. 2012 1 por Cristina Ministerio Chegamos ao 2º semestre com a impressão de que o tempo continua correndo e que, logo, logo

Leia mais

A PRÁTICA DE LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL COMO INCENTIVO NA FORMAÇÃO DE FUTUROS LEITORES RESUMO

A PRÁTICA DE LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL COMO INCENTIVO NA FORMAÇÃO DE FUTUROS LEITORES RESUMO Revista Eventos Pedagógicos Articulação universidade e escola nas ações do ensino de matemática e ciências v.6, n.2 (15. ed.), número regular, p. 241-249, jun./jul. 2015 A PRÁTICA DE LEITURA NA EDUCAÇÃO

Leia mais

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Isabel Cristina Alves da Silva Frade(1) Introdução Como realizar um planejamento de trabalho de alfabetização e letramento com crianças de

Leia mais

MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PELA CRIANÇA DO MATERNAL. Cláudia Silva Rosa¹, Rosemara Perpetua Lopes²

MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PELA CRIANÇA DO MATERNAL. Cláudia Silva Rosa¹, Rosemara Perpetua Lopes² A formação docente em Ciência, Tecnologia, Sociedade e Educação Ambiental MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PELA CRIANÇA DO MATERNAL Cláudia Silva Rosa¹, Rosemara Perpetua

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL COMO UM IMPORTANTE INSTRUMENTO NO PROCESSO DE APROPRIAÇÃO DA LINGUAGEM ESCRITA PELA CRIANÇA.

A LITERATURA INFANTIL COMO UM IMPORTANTE INSTRUMENTO NO PROCESSO DE APROPRIAÇÃO DA LINGUAGEM ESCRITA PELA CRIANÇA. A LITERATURA INFANTIL COMO UM IMPORTANTE INSTRUMENTO NO PROCESSO DE APROPRIAÇÃO DA LINGUAGEM ESCRITA PELA CRIANÇA. FABIANO JOSÉ COLOMBO (UNESP - MARÍLIA). Resumo O ensino da língua materna e a formação

Leia mais

Universidade Federal do Paraná Setor de Educação Disciplina: PIBID Discentes: Camille Witsmiszyn de Souza Dulce Stela Schramme

Universidade Federal do Paraná Setor de Educação Disciplina: PIBID Discentes: Camille Witsmiszyn de Souza Dulce Stela Schramme Universidade Federal do Paraná Setor de Educação Disciplina: PIBID Discentes: Camille Witsmiszyn de Souza Dulce Stela Schramme 1 TEMA: Percepção de Luz e Sombra na Educação Infantil. 2 JUSTIFICATIVA O

Leia mais

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Maria dos Prazeres Nunes 1 INTRODUÇÃO No Brasil a expansão da educação ocorre de forma lenta, mas, crescente nas últimas décadas. Com base nas determinações

Leia mais

ATIVIDADES DE INCENTIVO A LEITURA NA ESCOLA BÁSICA PADRE JOÃO ALFREDO ROHR

ATIVIDADES DE INCENTIVO A LEITURA NA ESCOLA BÁSICA PADRE JOÃO ALFREDO ROHR ATIVIDADES DE INCENTIVO A LEITURA NA ESCOLA BÁSICA PADRE JOÃO ALFREDO ROHR Alcioney Luiz da Costa Acadêmico do Curso de Biblioteconomia da UFSC Araci Isaltina de Andrade Hillesheim Professora do Departamento

Leia mais

NARRATIVAS E PRÁTICAS DE LEITURA NA CRECHE: RELATOS SOBRE A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA BEBÊS. Uma experiência com mães.

NARRATIVAS E PRÁTICAS DE LEITURA NA CRECHE: RELATOS SOBRE A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA BEBÊS. Uma experiência com mães. NARRATIVAS E PRÁTICAS DE LEITURA NA CRECHE: RELATOS SOBRE A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA BEBÊS. Uma experiência com mães. Autores: DILMA ANTUNES SILVA 1 ; MARCELO NASCIMENTO 2. Modalidade: Relato de experiência.

Leia mais

ISSN: 1981-3031 PROJETO BAÚ DE LEITURA : O IMPACTO DA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA ESCOLA PRESIDENTE DUTRA NO MUNICÍPIO DE SENADOR RUI PALMEIRA.

ISSN: 1981-3031 PROJETO BAÚ DE LEITURA : O IMPACTO DA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA ESCOLA PRESIDENTE DUTRA NO MUNICÍPIO DE SENADOR RUI PALMEIRA. PROJETO BAÚ DE LEITURA : O IMPACTO DA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA ESCOLA PRESIDENTE DUTRA NO MUNICÍPIO DE SENADOR RUI PALMEIRA. Gilmária Silva dos Santos 1 RESUMO O presente artigo foi elaborado a partir do

Leia mais

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes Capítulo 15 - Artes Visuais Introdução As Artes Visuais expressam, comunicam e atribuem sentido a sensações, sentimentos, pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas, pontos, tanto

Leia mais

ANAIS ELETRÔNICOS ISSN 235709765

ANAIS ELETRÔNICOS ISSN 235709765 ENSINO DE LITERATURA: PROPOSTA DE LEITURA DE MANOEL DE BARROS NO ENSINO FUNDAMENTAL Leidiane FAUSTINO LIMA 1 Aluska Silva CARVALHO 2 RESUMO O presente trabalho pretende refletir sobre questões metodológicas

Leia mais

JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO

JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO JOGOS NAS AULAS DE HISTÓRIA ATRAVÉS DO PIBID: UMA POSSIBILIDADE DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO E DE INTERAÇÃO Rayssa Eutália Gurjão Coutinho Borges 1 Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) E-mail: rayssagurjao@hotmail.com

Leia mais

O papel da leitura nos primeiros anos escolares

O papel da leitura nos primeiros anos escolares O papel da leitura nos primeiros anos escolares Janice Aquini PUCRS O que faz a criança considerar o livro como um brinquedo, nos seus primeiros anos de escola, e deixar de valorizá-lo, à medida que vai

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE ARAPIRACA-AL: INTERVENÇÕES E REFLEXÕES.

EXPERIÊNCIA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE ARAPIRACA-AL: INTERVENÇÕES E REFLEXÕES. 1 EXPERIÊNCIA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE ARAPIRACA-AL: INTERVENÇÕES E REFLEXÕES. Eixo temático: Estágio supervisionado James dos Santos Ramos Universidade Federal de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO USO DO LABORATÓRIO DE GEOMETRIA NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE PROFESSORES

A IMPORTÂNCIA DO USO DO LABORATÓRIO DE GEOMETRIA NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE PROFESSORES A IMPORTÂNCIA DO USO DO LABORATÓRIO DE GEOMETRIA NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE PROFESSORES Kacieli de Lima Silva; Anne de Souza Cunha; Graciana Ferreira Dias; Jussara Patrícia Andrade Alves Paiva

Leia mais

Leitura infanto-juvenil no SESC-Piedade

Leitura infanto-juvenil no SESC-Piedade Universidade Federal de Pernambuco Centro de Artes e Comunicação Departamento de Ciência da Informação Curso de Biblioteconomia Professora: Cecília Prysthon Leitura infanto-juvenil no SESC-Piedade (Relatório

Leia mais

NOVA BRASILÂNDIA D` OESTE

NOVA BRASILÂNDIA D` OESTE Projeto NOVA BRASILÂNDIA D` OESTE 2012 ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ALEXANDRE DE GUSMÃO AUTORA: PROFESSORA AMANDA OLIVEIRA DE SOUZA ARAÚJO DISCIPLINA DE MATEMÁTICA PÚBLICO ALVO: TURMAS DO 5º ANO

Leia mais