O PROCESSO DE INCLUSÃO DA CRIANÇA SURDA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O PROCESSO DE INCLUSÃO DA CRIANÇA SURDA NA EDUCAÇÃO INFANTIL"

Transcrição

1 Revista de divulgação 21 O PROCESSO DE INCLUSÃO DA CRIANÇA SURDA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Graciele Nunes Zwang 1 Silvana Nicoloso 2 Resumo Os espaços mediadores para uma efetiva inclusão da criança surda são o seu ambiente familiar e a instituição escolar, os quais promovem a sua interação social com o mundo que a cerca. Entende-se que o contato da criança surda na Educação Infantil seja fundamental para o seu processo de construção de conceitos e visão de mundo. Este artigo discute a língua de sinais na infância e a interação social da criança surda no âmbito escolar, bem como a importância de ambas como elementos facilitadores do seu desenvolvimento na faixa etária em que se encontra. Também salienta as grandes mudanças ocorridas na educação em relação ao verdadeiro significado da palavra inclusão na educação. Palavras-chave : Inclusão. Criança surda. Educação Infantil. 1 INTRODUÇÃO Encontra-se com muita freqüência a falta de conhecimento do educador e da população sobre o desenvolvimento da criança com alguma deficiência. Este artigo tem por objetivo refletir sobre o verdadeiro sentido da inclusão. Para tanto, fornece informações sobre o desenvolvimento da criança surda e relata como é valiosa sua participação regular nas instituições infantis nos dias de hoje. Além disto, este artigo questiona os educadores, a família e a sociedade sobre a importância da inclusão da criança surda no convívio com outras crianças e, conseqüentemente, quanto ao conhecimento de sua real capacidade de aprender e de se relacionar nesse contexto. Atualmente, mesmo com as leis que amparam a inclusão escolar de qualquer criança, percebe-se que o atendimento à criança surda ainda é um grande desafio, uma vez que requer do educador e de toda a instituição conhecimento e entendimento do seu processo de desenvolvimento. A escola tem a finalidade de trabalhar o desenvolvimento integral de todas as crianças, inclusive da criança surda, promovendo o seu crescimento nos aspectos lingüístico, físico, psicológico, social, intelectual e cultural. Considera-se que a inclusão da criança surda seja algo indispensável para o seu amplo desenvolvimento. Espera-se, a partir deste artigo, mostrar que é possível a criança surda freqüentar uma instituição de ensino regular, não só como garantia do seu direito, mas também para o seu desenvolvimento e sua aprendizagem como criança e ser humano que é. 2 A EDUCAÇÃO INCLUSIVA Os conceitos são fundamentais para o entendimento das práticas sociais. Eles moldam as ações dos indivíduos e permitem analisar os seus programas, serviços e políticas sociais, pois os conceitos acompanham a evolução de certos valores éticos, como aqueles em torno da pessoa com deficiência. Portanto, é imprescindível dominar bem os conceitos relacionados à inclusão, para que se possa ser participante e ativo na construção de uma sociedade que seja realmente para todas as pessoas, independente de sua cor, idade, gênero, tipo de necessidade e de qualquer outro atributo pessoal. As raízes históricas e culturais do fenômeno deficiência sempre foram marcadas por rejeição, discriminação e preconceitos. Antigamente, o deficiente era considerado louco e possuído pelo demônio e, por isso, excluído da sociedade. Aos cegos e surdos eram atribuídos dons e poderes sobrenaturais. Essas contradições existentes geravam ambivalência de sentimentos e atitudes que iam de rejeição, passavam por piedade e chegavam à superproteção. Com os estudos e a evolução da própria ciência, se começou a procurar explicações sobre as causas das deficiências, as quais eram consideradas, do ponto de vista médico, doenças de caráter hereditário, males físicos ou mentais. Historicamente, a educação das pessoas com deficiência iniciou de forma solitária, segregada e excludente. Vários educadores viram as possibilidades existentes na integração e na participação do indivíduo com deficiência no âmbito escolar. Perceberam que eles também apresentavam condições humanas de se expressarem com diversidade, de maneira específica, com condições de participarem do ensino regular de acordo com adaptações necessárias e viáveis para sua aprendizagem. Diante da busca incontrolável pela inclusão da pessoa com deficiência na sociedade e, principalmente na educação, realizou-se, em 1994, uma conferência na cidade de Salamanca, Espanha, com representantes do mundo todo, da qual resultou um documento denominado Declaração de Salamanca. A tendência da política social durante as duas últimas décadas foi de fomentar a integração e a participação e de lutar 1 Especialista em Educação Inclusiva. 2 Especialista em Educação Especial.

2 22 Revista de divulgação contra a exclusão. A integração e a participação fazem parte essencial da dignidade humana e do gozo e exercício dos direitos humanos. No campo da educação, essa situação se reflete no desenvolvimento de estratégias que possibilitem uma autêntica igualdade de oportunidades. A experiência de muitos países demonstra que a integração de jovens e adultos com necessidades pode progredir no terreno educativo e no da integração social. As escolas integradoras constituem um meio favorável à construção da igualdade de oportunidades e da completa participação; mas, para ter êxito, requerem um esforço comum, não somente dos professores e do pessoal restante da escola, mas também dos colegas, pais, famílias e voluntários. As necessidades educativas especiais incorporam os princípios já comprovados de uma pedagogia equilibrada que beneficia todas as crianças. [...] (BRASIL, 1994, p. 23). A Declaração de Salamanca permite perceber a real importância da inclusão da pessoa com deficiência na educação, pois seu convívio e aprendizado com outras pessoas só lhe trará benefícios e crescimentos, tanto em âmbito educacional como social. Inclusão significa responsabilidade governamental, bem como reestruturação da instituição que receberá o indivíduo com necessidades especiais, tornando-se apta a dar resposta às necessidades extremas de todos os seus alunos. Para que se possa realmente efetivar uma inclusão satisfatória da criança surda na Educação Infantil, é indispensável se ter esta criança dentro do âmbito escolar infantil, como também se faz necessária a capacitação dos educadores em língua de sinais. É fundamental ter clareza de que o que faz a diferença na educação do surdo não é se a escola é especial ou se é comum, mas sim como são proporcionadas a atividades a este aluno. As escolas devem ter um programa que atenda às necessidades do aluno surdo. Portanto, o mais importante é que a escola consiga todos os elementos essenciais para o desenvolvimento do trabalho de forma a educar o indivíduo para que se torne socialmente ajustado, pessoalmente completo, autônomo e competente, ou seja, um cidadão. Diante de tantos conceitos, é importante salientar que, para haver inclusão, é necessária uma mudança nos paradigmas, na percepção do que é educação, sendo que a formação de novos valores deve partir do respeito às diferenças e do aprender a conviver com o diferente. A igualdade não é o normal, ou seja, todos somos diferentes. Deve-se, sim, ver as pessoas como um todo, respeitar as suas diferenças e utilizá-las para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e feliz. Assim sendo, todos devem contribuir para a construção de uma nova sociedade. A educação inclusiva deve ter como ponto de partida o cotidiano, o coletivo, a escola e, principalmente, uma sala em comum, onde todos os alunos, com necessidades educacionais especiais ou não, possam aprender, ter acesso ao conhecimento e à cultura e progredir no aspecto pessoal e social. Assim, no processo de inclusão, a criança com necessidades educacionais especiais não pode ser vista apenas por suas dificuldades, limitações ou deficiências. Deve ser vista na sua dimensão humana, como pessoa com possibilidades e desafios a vencer, de forma que os laços de solidariedade e afetividade não sejam quebrados. 3 EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil tem como objetivo auxiliar o desenvolvimento da criança em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, comprometendo a ação da família e da comunidade e cumprindo duas funções indispensáveis, como cuidar e educar. A criança passa por diversas etapas e diferentes formas de pensar e de agir que caracterizam suas relações com o mundo físico e social. Por meio das relações com o outro, a personalidade é construída gradativamente. Portanto, a Educação Infantil exerce grande e definitiva influência na formação pessoal e social da criança sob uma perspectiva de educação para a cidadania, que se reflete na qualidade da formação do ser humano que interage ativamente com o meio em que vive. É certo que, desde que vem ao mundo, o bebê interage de diferentes maneiras no ambiente físico e social que o cerca. Entretanto, seu ingresso em uma instituição de caráter educativo fará experimentar, forçosamente e de forma sistemática, situações de interação distintas das que vive com sua família. Ao separar-se de sua mãe/pai, para interagir com outras crianças e compartilhar espaço e brinquedos com outras crianças, vai conviver com ritmos nem sempre compatíveis com o seu e participar de um universo de objetos, ações e relações cujo significado lhe é desconhecido. (OLIVIERA, 2000, p. 26). Ao observar o convívio da criança com outras crianças no âmbito escolar, percebe-se que o desenvolvimento da mesma não se processa de forma linear. Ela experimenta avanços gradativos vivenciados de forma singular em todas as fases desse processo, diante de todas as diversidades que está a sua volta e de suas interações, nas quais viverá conflitos e negociações de sentimentos e idéias. Neste convívio, também sua relação com os adultos será importante para que ela possa construir pouco a pouco sua identidade. Se a educação é tão importante para qualquer criança, para a criança surda ela é essencial, pois esta não poderá ser privada de estimulação em seus primeiros anos de vida, pois isso comprometerá seu ritmo. Seu desenvolvimento dentro de uma escola resultará em um maior crescimento nas áreas psicomotora, socioafetiva, cognitiva e, principalmente, da linguagem. Porém, para que esta estimulação realmente ocorra, a criança deve ser entendida como alguém que faz parte do grupo. Além disso, deve estar presente em um lugar repleto de atividades e de recursos humanos e ambientais incentivadores destinados a proporcionar-lhe, nos seus primeiros anos de vida, experiências significativas para que possa alcançar um pleno desenvolvimento no seu processo evolutivo. Mesmo assim, a Educação Infantil vem enfrentando ainda um grande desafio: a inclusão das crianças com deficiência, pois muitas pessoas ainda consideram a Educação Infantil como um mero lugar onde a criança deva ficar enquanto os pais trabalham. Então não seria diferente para todos aqueles que não compreendem o verdadeiro sentido da inclusão. Assim, o maior desafio do educador é a construção do conhecimento da criança a partir de suas possibilidades, mesmo sendo estas consideradas diferentes. No entanto, de algum modo, alcançará os objetivo desejados. O Projeto Político-Pedagógico de cada instituição deve visar à diversidade, devendo pensar a aprendizagem não apenas na dimensão individual, mas de forma coletiva. Diante das interações entre as pessoas no espaço escolar, familiar e na comunidade, a inclusão poderá ser efetiva e concreta.

3 Revista de divulgação 23 4 DEFICIÊNCIA AUDITIVA OU SURDEZ A deficiência auditiva consiste na perda total ou parcial da capacidade de percepção normal dos sons através do ouvido. Existem vários graus de surdez: leve-moderada, severa e profunda. A surdez em si não deveria ser considerada uma deficiência, já que não incapacita o indivíduo para uma vida sadia e normal. A criança que é surda consegue adquirir uma linguagem da mesma maneira que as crianças ouvintes, desde que em contato direto com outros surdos. Ser surda não a torna um ser com possibilidades a menos, mas sim com possibilidades diferentes. A linguagem da criança ficará comprometida se não tiver um acompanhamento familiar e educacional, podendo retrair-se, isolando-se muitas vezes. Segundo Souza (1996, p. 34), na lógica do pensamento de Vygotsky, A surdez por si mesma poderia não ser um obstáculo tão penoso para o desenvolvimento intelectual da criança surda, mas a mudez provocada pela surdez, a falta de linguagem é um obstáculo muito grande nesta via. Por isso, é na linguagem como núcleo do problema onde se encontram todas as particularidades do desenvolvimento da criança surda. Sob essa perspectiva, a surdez não deve ser concebida como uma falta ou fraqueza, já que o indivíduo pode encontrar, a partir das relações sociais, outras formas de desenvolvimento. A partir de planejamentos educacionais elaborados, é possível auxiliar potenciais da criança e não reforçar suas dificuldades e diferenças. A criança surda tem pouco ou nenhum contato com a língua de sinais desde pequena e, como não consegue adquirir a língua oral no ritmo semelhante ao das crianças ouvintes, na maioria das vezes, sofre atraso na linguagem. Em decorrência do atraso na linguagem, encontra-se, principalmente na educação, o verdadeiro problema que prejudica as crianças com surdez, ou seja, sua relação sociocultural. A criança surda não se sente diferente das demais diante de suas interações comunicativas com aqueles que ouvem. Para ela, esta relação é normal, pois é o padrão que conhece. Deve-se, então, valorizar a criança surda em um ambiente propício à aprendizagem da língua oral, como também incorporá-la, desde cedo, em uma comunidade surda, que a levará a adquirir e a conhecer a língua de sinais, a qual lhe proporcionará conhecimento de mundo, aumentando suas relações interpessoais. O surdo poderá apresentar atraso em seu desenvolvimento em virtude da pobreza de experiências e de trocas comunicativas no meio social, da falta ou limitações na linguagem ou de um diagnóstico tardio, e não por ser uma característica da surdez. Wrigley (1996) nos propõe pensar a surdez não como uma questão de audiologia, mas a um nível epistemológico. Esta definição não excluiu seu próprio contraste, quer dizer, a existência de representações nas quais a surdez possa ser entendida como privação sensorial, como um mundo e uma vida marcados por uma ausência. (SKLI- AR, 1998, p. 10) Nos últimos anos, houve uma alteração significativa nos paradigmas da escola. Lentamente, as concepções sobre o sujeito surdo estão mudando. Ele já não é mais considerado um ser incapaz de aprender, embora apresente limitações como qualquer outro ser humano. Essas limitações, ao serem trabalhadas, vão ficando cada vez menores, sem prejudicar a interação social e o aprendizado deste indivíduo que tem muito a aprender e a ensinar também. 5 A AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM 5.1 LINGUAGEM É a linguagem que permite ao ser humano estruturar seu pensamento, demonstrar o que sente, comunicar-se com os que o rodeiam, podendo-se dizer, simplesmente, que a linguagem é a forma que o ser humano utiliza para transmitir conceitos e sentimentos vividos por ele. Afirma-se, então, que a linguagem não depende da natureza do meio material que utiliza; o que importa é o uso efetivo de signos, de quaisquer formas de realização que possam assumir papel correspondente ao da fala. A linguagem não está necessariamente ligada ao som, pois não é encontrado só nas formas vocais. (VYGOTSKY, 1984, p. 129). No processo de desenvolvimento do sujeito, a linguagem tem um lugar central, como mediadora das interações e como instância de significação por excelência, ou seja, ela não pode ser reduzida meramente a um instrumento de comunicação. A linguagem pode ou não ter raízes identificáveis na experiência nãolingüística, porém, uma vez que a criança começa a aprender a falar, é ainda possível que isto modifique o restante de suas aptidões intelectuais e sociais, de modo a aproximar muito mais a linguagem e o pensamento num período posterior. É por meio da linguagem que o ser humano organiza e estrutura as informações que lhe são passadas na aquisição e desenvolvimento de conceitos e na resolução de problemas. Por isso, a criança, durante o processo de desenvolvimento e aquisição da linguagem, necessita muito mais de interações comunicativas. É desde o nascimento que o bebê adquire sua linguagem, que inicia pela ligação informal com sua mãe. Os indivíduos que ouvem utilizarão dois processos em sua linguagem: o verbal e o não-verbal. A surdez pode bloquear o desenvolvimento da linguagem verbal, mas não impedirá o desenvolvimento dos processos não-verbais. 5.2 LÍNGUA A língua é um tipo de linguagem que se define como um grande sistema de regras gramaticais. Ela vai permitir ao ser humano fazer leituras de tudo que o cerca no mundo, ampliar seus conhecimentos, relacionado-o com o universo. A língua tem um papel de destaque na formação dos processos mentais. A criança adquire a língua por meio do contato informal com as pessoas com quem convive, do uso contínuo e ativo desta, e não porque lhe é ensinado. O primeiro lugar no qual o ser humano tem esta experiência é em sua casa, com seus pais e familiares que serão facilitadores de comunicação, permitindo que adquira sua cultura naturalmente. A criança a utilizará para expressar seus sentimentos e estruturar pensamentos, embora nem todo o pensamento seja

4 24 Revista de divulgação expresso por meio de línguas. Luria (1987, p. 17 ) afirma que: A língua é um fator fundamental na formação da consciência. Permite, pelo menos, três mudanças essenciais: atividade consciente de o homem ser capaz de duplicar o mundo perceptível, de assegurar o processo de abstração e generalização e de ser veículo fundamental de informação. É por meio da língua que o indivíduo mantém relações com outras pessoas de sua comunidade e também atua nessa comunidade interagindo e expondo suas idéias. A comunicação é, sem dúvida, o eixo da vida do ser humano em todas as suas manifestações como ser social. Desenvolve-se e não depende exclusivamente do domínio de uma língua, mas dominar uma língua garante os melhores recursos para seu desenvolvimento nos processos cognitivos. Conforme o pensamento de Goldfeld (1997), no decorrer do processo infantil, a criança passa por diversas mudanças, sendo a língua um dos principais instrumentos utilizados nesse processo. Para a criança surda, esse processo de desenvolvimento pode ficar fragmentado, pois ela não conseguirá aprender a língua oral de forma totalmente espontânea como a criança ouvinte. Nesse sentido, a aquisição da língua de sinais permite à criança, mediante suas interações sociais, o acesso aos conceitos de sua comunidade, os quais ela passará a utilizar como seus, formando, assim, uma maneira de pensar, de agir e de ver o mundo característico de sua comunidade. 5.3 LÍNGUA DE SINAIS A língua de sinais é comparável, em complexidade e expressividade, a qualquer língua oral: expressa idéias sutis, complexas e abstratas. Os surdos que utilizam a língua de sinais podem discutir desde filosofia até literatura, política, esporte, trabalho e moda e utilizá-la com função estética para fazer poesias, histórias e teatro. Segundo Quadros e Karnopp (2004, p. 30), As línguas de sinais são, portanto, consideradas pela lingüística como línguas naturais ou como um sistema lingüístico legítimo, e não como um problema do surdo como patologia da linguagem. A língua de sinais apresenta-se em uma modalidade diferente das línguas orais auditivas. São línguas espaço-visuais, ou seja, a realização dessas línguas não é estabelecida por meio do canal oral auditivo, mas por meio da visão e da utilização do espaço pelos movimentos das mãos. Não sendo universais, são sistemas lingüísticos independentes dos sistemas das línguas orais. Considerando que, pela falta da audição, a criança desenvolve uma capacidade visual bem mais aguçada, ela é capaz de adquirir a língua de sinais de forma espontânea e natural. Língua natural aqui, deve ser entendida como uma língua que foi criada e é utilizada por uma comunidade específica de usuários que se transmite de geração em geração e que muda tanto estrutural como funcionalmente com o passar do tempo.( SKLIAR, 1998, p. 27) A aquisição da língua de sinais A aquisição da língua de sinais desde a mais tenra idade possibilitará à criança surda maior rapidez e maturidade na exposição de seus sentimentos, desejos e necessidades e possibilitará a estruturação do pensamento e da cognição, ajudando a sua interação social e ativando, conseqüentemente, o desenvolvimento da linguagem. O contato precoce do surdo com a língua de sinais é fundamental para constituição do intelecto da criança, ampliando suas relações com o mundo e garantindo seu pertencimento ao seu grupo social e o reconhecimento de sua identidade cultural. (SILVA, 2002, p. 52) O processo de aquisição da língua de sinais é igual ao processo de aquisição das línguas orais auditivas, ou seja, obedece à maturação da criança, que vai internalizando a língua a partir do mais simples para o mais complexo. No período inicial, a criança surda produz seqüências de gestos que, articulosamente, se assemelham aos sinais, mas que não são reconhecidos como tais. Destaca-se que as crianças surdas podem produzir suas primeiras palavras em língua de sinais entre os 5 e 7 meses de idade (sendo relativo ao desenvolvimento motor da criança). Nessa fase, a criança dá nome às coisas que aprende e as relaciona com o objeto, produzindo suas primeiras palavras. É nesse momento que a criança surda precisa ser colocada em contato com pessoas fluentes em língua de sinais, seja seus pais, professores ou outras pessoas que possam auxiliá-la na aquisição da mesma. Assim como a criança ouvinte, a criança surda, por exemplo, aos 5 anos de idade apresenta facilidade de comunicação em língua de sinais se, desde o início de seu crescimento, ela tiver contato com esta língua, tendo, então, condições de se desenvolver igual a qualquer ser humano que se utiliza de outro tipo de língua, pois o aprendizado de língua de sinais é semelhante ao processo de aquisição de qualquer língua, como já mencionado. Deve-se ter consciência de que todo ser humano precisa falar para desenvolver seu intelecto. A partir do momento em que se tiver esta consciência, ter-se-ão crianças surdas mais desenvolvidas e felizes, pois elas terão a capacidade de se comunicar facilmente com o mundo. 6 A INCLUSÃO DA CRIANÇA SURDA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para uma efetiva inclusão da criança surda, além de um Projeto Político-Pedagógico que contemple o atendimento às crianças com necessidades especiais, é indispensável a valorização do desenvolvimento integral. Isto porque o conhecimento é construído pelo indivíduo e o aprendizado é um processo com tempo e ritmo diversificado, determinado pela qualidade de interação, pelo nível de participação e pelas oportunidades de vivenciar experiências, construir e elaborar significados e compartilhar conhecimentos em grupo. Sendo assim, fica clara a importância do contato humano adequado, das brincadeiras, da imitação, do diálogo, da exploração de objetos e espaços, estimulando e enriquecendo o desenvolvimento global da criança. O ideal é que a criança surda freqüente a escola infantil desde

5 Revista de divulgação 25 cedo e conte com a presença de um professor que compreenda suas necessidades e desejos e que, se possível, tenha conhecimento da língua de sinais para poder auxiliá-la no desenvolvimento de sua comunicação com todos que a cercam. A inclusão de uma criança com surdez em uma escola comum objetiva sua socialização e aprendizado, para isso sendo necessário que seja reconhecida e aceita como membro do grupo por todos que fazem parte da comunidade escolar. O papel do professor em relação à criança surda é o mesmo que em relação às outras crianças, destacando-se a função de mediador da comunicação, para que ela interaja no grupo naturalmente. O professor não deve dar tratamento diferenciado a uma criança só porque é surda. Como as demais crianças, ela deve respeitar e aceitar as normas estabelecidas pela escola, e essas devem ser bem definidas. Apesar das limitações na área da comunicação oral, a criança surda apresenta condições de se desenvolver como todas as crianças de sua idade, ou seja, de saber cuidar de sua higiene pessoal e de seu material, de cooperar, de ajudar os colegas e de ter autonomia. Atitudes de superproteção e tratamento diferenciado somente prejudicarão o seu processo de crescimento pessoal e cognitivo. Quando a criança surda encontra-se no contexto da Educação Infantil, facilmente é envolvida nas relações de amizades com os demais alunos. A comunicação entre os colegas poderá ser fácil e espontânea, pois o próprio aluno surdo em contato com essas crianças ensinará a língua de sinais. Isso mostra o quanto é fundamental a observação do professor, pois é a partir dessas observações que ele identificará a dificuldade da turma, já que o maior desafio é em relação à comunicação com essa criança. A interação social é muito importante, e a colaboração dos familiares com os educadores ajudará, e muito, o desenvolvimento e a aprendizagem do aluno surdo, pois a escola procurará subsídios para melhor auxiliá-lo, devendo a família compreender que, na união do trabalho entre família e escola, será amplamente beneficiada em seu desenvolvimento global. A partir do momento em que esta parceria se formar, a linguagem da criança surda se ampliará por meio do uso da língua de sinais e da língua oral, sendo acompanhada com atividades lúdicas, expressivas, bem contextualizadas e muito estímulo visual, respeitando a identidade, a cultura, a diferença e o direito do ser surdo. 6.1 A INTERAÇÃO DA CRIANÇA SURDA POR MEIO DA BRINCADEIRA Por meio do brincar, a criança tem a possibilidade de desenvolver a imaginação, pois ela tende a realizar, no plano simbólico, as ações do mundo adulto. A brincadeira promove determinados valores educacionais, como cooperação, desenvolvimento lingüístico, crescimento social, habilidade de pensar criticamente e, conseqüentemente, desenvolvimento de valores morais. É por meio dessa experiência lúdica que a criança amplia suas possibilidades de compreensão dos objetos e acontecimentos no mundo e encontra momentos, na fantasia, para compreendê-los. O brincar está permeado pelo desejo no preenchimento de necessidades que não podem ser satisfeitas, sendo, portanto, guiado por sua dimensão afetiva, pelos recursos da imaginação. Assim, as dimensões cognitiva e afetiva são fundamentais para compreender a contribuição do brincar no desenvolvimento infantil. A criança atua no faz-de-conta para satisfazer suas necessidades mais imediatas e realizar atividades que ainda não domina. É na atividade lúdica que a criança reconstrói suas vivências com o mundo. Por meio de regras, ela internaliza aspectos do mundo adulto e das relações sociais, reproduzindo e elaborando seus próprios conhecimentos e aprendizagens. A criança surda utiliza intensamente sua gestualidade e, como se encontra em fase de aquisição da língua de sinais e da língua falada, é por meio dos gestos, o seu maior meio de comunicação, que mostrará como sente e percebe o mundo que a cerca. Sabese que o brincar é a atividade principal no desenvolvimento da criança que se encontra na Educação Infantil. Será por meio dessas interações e brincadeiras realizadas nas instituições que se apropriará para interagir com o mundo. A criança surda interage nas brincadeiras utilizando-se de recursos gestuais e de expressão corporal. Ela também utilizará a língua de sinais quando adquirida. Na brincadeira do faz-de-conta, a criança surda se apropria de vários recursos, como gestos, expressão corporal e facial, e também da língua de sinais, os quais permitirão compor aspectos da brincadeira que não se encontram ancorados no brinquedo. É pela língua de sinais que elementos não-tangíveis organizam o jogo, de forma a possibilitar maior elaboração e flexibilização dos significados, pois as personagens compõem a brincadeira com elementos que não estão presentes no campo perceptivo-concreto. A língua de sinais faz a diferença na composição do jogo simbólico, que possibilita uma brincadeira regida pelo real, mas também composta por aspectos da fantasia, ou seja, pela inserção de elementos que não estão dispostos no campo perceptivo imediato. Não se deve tratar a criança surda como aquela que possui uma deficiência de linguagem, mas como um sujeito que constitui a linguagem de forma diferenciada, principalmente se for considerada sua capacidade para usar a língua de sinais. A idéia da deficiência advém, em especial, da dificuldade de haver um processo natural de aquisição da fala. No início da infância, essa criança não teve acesso à língua de sinais; então se integrará ao mundo por processos simbólicos diferentes dos ocorrentes em crianças que compartilharam do mesmo sistema lingüístico que seus pais. A criança surda não está alheia aos acontecimentos do universo ouvinte, sendo que todas as experiências vividas são diferenciadas, mostrando-se, porém, fundamentais na constituição da sua identidade. Para Silva (2002, p. 102), O brincar apresenta a possibilidade de subversão, pois é uma atividade que está marcada pela necessidade de a criança compreender o mundo, bem como realizar ações que não podem ser imediatamente satisfeitas por ela. As crianças surdas estão imersas no contexto cultural mais amplo e indicam, pelas encenações de suas brincadeiras, o que percebem. Utilizam-se das mãos como canal de comunicação com o mundo, sendo que, por meio delas, estruturam suas brincadeiras e manipulam objetos requerendo um modo de funcionamento lúdico diferenciado se comparado às crianças ouvintes que possuem sua comunicação independente das mãos. Diante das reflexões apresentadas, pode-se considerar que a interação da criança surda com outras crianças, amparada pelo

6 26 Revista de divulgação conhecimento da língua de sinais, é fundamental para o desenvolvimento da atividade lúdica, sendo que, quando a criança surda consegue apropriar-se de um meio de comunicação, a interação com o seu parceiro de brincadeira ficará mais fácil, e o envolvimento de ambos será muito mais prazeroso neste mundo de faz-de-conta. 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Antigamente, toda criança com alguma deficiência era isolada do convívio social, pois se pensava que não tivesse condições de aprender e de se relacionar com os outros indivíduos, sendo que o mesmo também acontecia com as crianças surdas, as quais foram o foco das reflexões aqui desenvolvidas. Atualmente, a inclusão destas crianças na sociedade e no ambiente escolar vem sendo cada vez mais valorizada, principalmente pelos educadores que estão vivenciando de perto o desenvolvimento e aprendizagem das mesmas em suas salas regulares. Esses professores estão tendo a oportunidade de perceber que elas têm condições para freqüentar regularmente a escola e que apresentam, às vezes, dificuldades e problemas como qualquer outra criança em seu desenvolvimento infantil. É de grande importância a reflexão sobre a relevância da efetivação da inclusão da criança surda na escola. É na Educação Infantil que a criança cria fantasias em torno do mundo em que vive, cria laços afetivos, desenvolve sua autonomia e adquire a linguagem. A criança surda adquire a língua de sinais ou, até mesmo, a aprimora no contato com outros surdos, do mesmo modo que desenvolve a fala no convívio com as crianças ouvintes. É nesse sentido que se torna importante a sua inclusão na Educação Infantil, que desempenha um relevante papel em sua formação e na sua visão de mundo. Não se pode deixar de mencionar a importância da família exerce na educação da criança surda, auxiliando desde cedo no processo de desenvolvimento da linguagem e favorecendo a introdução da língua de sinais no convívio familiar que será, por sua vez, aprimorado na vida social e educacional. Quando o educador tiver uma criança surda na Educação Infantil, precisa ter consciência de que deverá utilizar estratégias diferenciadas, abordando atividades lúdicas, expressivas e com muito estímulo visual, dando oportunidade para que essa criança possa se desenvolver integralmente como ser humano. Espera-se que este artigo contribua para uma reflexão sobre o verdadeiro sentido pedagógico atribuído à inclusão da criança surda na Educação Infantil. OLIVEIRA, Zilma Moraes Ramos de. (Org). Educação infantil: muitos olhares. 4. ed. São Paulo: Cortez, QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, SILVA, Daniele N. H. Como brincam as crianças surdas. São Paulo: Plexus, SOUZA, Solange Jobim e. Infância e linguagem: Bakhtin, Vygotsky e Benjamin. 3. ed. Campinas-SP: Papirus, VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, REFERÊNCIAS BRASIL. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: CORDE, GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio-interacionista. São Paulo: Plexus, SKLIAR, Carlos. (Org). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação LURIA, A. R. Pensamentos e linguagens: as últimas conferências de Luria. Porto Alegre: Arte e Científicos/EDUSP, 1987.

A INCLUSÃO DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA EM ESCOLA DA REDE PÚBLICA EM TERESINA

A INCLUSÃO DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA EM ESCOLA DA REDE PÚBLICA EM TERESINA A INCLUSÃO DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA EM ESCOLA DA REDE PÚBLICA EM TERESINA Francisca Clelma da Costa Aluna do Curso de Pedagogia da UESPI Campus Clóvis Moura, PIBIC/UESPI Voluntária 2009/2010

Leia mais

Daniel no mundo do silêncio

Daniel no mundo do silêncio Guia para pais Daniel no mundo do silêncio Walcyr Carrasco série todos juntos ilustrações de Cris Eich Daniel perde a audição nos primeiros anos de vida, e sua família dá todo o apoio para ele se comunicar

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

A LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS SURDAS

A LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS SURDAS 110 A LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS SURDAS Dayanne Barbosa Dias Especializando em Educação Especial Inclusiva - CENSUPEG Dayanne16barbosa@hotmail.com Resumo: O presente trabalho apresenta a relevância

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

A Educação Bilíngüe. » Objetivo do modelo bilíngüe, segundo Skliar:

A Educação Bilíngüe. » Objetivo do modelo bilíngüe, segundo Skliar: A Educação Bilíngüe Proposta de educação na qual o bilingüismo atua como possibilidade de integração do indivíduo ao meio sociocultural a que naturalmente pertence.(eulália Fernandes) 1 A Educação Bilíngüe»

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

XIII Congresso Estadual das APAEs

XIII Congresso Estadual das APAEs XIII Congresso Estadual das APAEs IV Fórum de Autodefensores 28 a 30 de março de 2010 Parque Vila Germânica, Setor 2 Blumenau (SC), BRASIL A IMPORTÂNCIA E SIGNIFICÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE INTERDISCIPLINAR

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO Priscila Reinaldo Venzke Luciano Leal Loureiro RESUMO Este trabalho é resultado da pesquisa realizada para a construção do referencial teórico

Leia mais

FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DE SURDOS

FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DE SURDOS FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DE SURDOS LETRASLIBRAS 83 LETRASLIBRAS 84 FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DE SURDOS Wanilda Maria Alves Cavalcanti APRESENTAÇÃO Cara(o)aluna(o) Iniciandoumnovociclodeestudos,aUniversidadeFederaldaParaíbaincorporaaoscursosquejá

Leia mais

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ Selma Andrade de Paula Bedaque 1 - UFRN RESUMO Este artigo relata o desenvolvimento do trabalho de formação de educadores

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa 1 MAPLE BEAR INTERMEDIATE - LP Introdução ao Programa de Língua Portuguesa Português é a língua falada no Brasil e é, primeiramente, com ela que pensamos, falamos, brincamos, cantamos e escrevemos. É a

Leia mais

O BILINGÜISMO COMO PROPOSTA EDUCACIONAL PARA CRIANÇAS SURDAS

O BILINGÜISMO COMO PROPOSTA EDUCACIONAL PARA CRIANÇAS SURDAS O BILINGÜISMO COMO PROPOSTA EDUCACIONAL PARA CRIANÇAS SURDAS KUBASKI, Cristiane UFSM kubaski229@bol.com.br MORAES, Violeta Porto UFSM viomoraes@ibest.com.br Eixo temático: Diversidade e Inclusão Agência

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

LIBRAS: UM MOVIMENTO PARA A INCLUSÃO

LIBRAS: UM MOVIMENTO PARA A INCLUSÃO LIBRAS: UM MOVIMENTO PARA A INCLUSÃO DORNELES, Marciele Vieira 1 JOST, Sabine 2 RAMPELOTTO, Elisane Maria 3 RESUMO O presente trabalho tem origem no Projeto Aprendendo Libras no Campus, com objetivo de

Leia mais

Câmpus Alfenas SUMÁRIO. Cláudio Novaes... 2. Eliane Souza dos Santos... 3. Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4. Fernanda Alice de Santana...

Câmpus Alfenas SUMÁRIO. Cláudio Novaes... 2. Eliane Souza dos Santos... 3. Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4. Fernanda Alice de Santana... Câmpus Alfenas 14 de agosto de 2010 SUMÁRIO Cláudio Novaes... 2 Eliane Souza dos Santos... 3 Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4 Fernanda Alice de Santana...5 Mary Silva Faria... 6 Valéria de Oliveira

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR Luciana Barros Farias Lima e Claudia Regina Pinheiro Machado Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO lucpeda@gmail.com

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

RELAÇÃO INTERPESSOAL DE PNE (SÍNDROME DE DOWN) NA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (ESTUDO DE CASO)

RELAÇÃO INTERPESSOAL DE PNE (SÍNDROME DE DOWN) NA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (ESTUDO DE CASO) RELAÇÃO INTERPESSOAL DE PNE (SÍNDROME DE DOWN) NA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (ESTUDO DE CASO) HOFMANN *, Ana Paula - PUCPR aninhahofmann@gmail.com Resumo Os portadores de necessidades especiais

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2...

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2... Page 1 of 6 O lúdico na educação infantil Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança. De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores LETRAMENTO NA CONCEPÇÃO DE VIGOTSKI: O PAPEL DO/A PROFESSOR/A NA APROPRIAÇÃO DA LINGUAGEM ORAL

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Nome da Instituição: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Responsável pelo preenchimento das informações: HELIANE

Leia mais

X Encontro Gaúcho de Educação Matemática

X Encontro Gaúcho de Educação Matemática INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS NO ENSINO REGULAR: INVESTIGAÇÃO DAS PROPOSTAS DIDÁTICO-METODOLÓGICAS DESENVOLVIDAS POR PROFESSORES DE MATEMÁTICA NO ENSINO MÉDIO DA EENAV GT 07 Educação Matemática, avaliação

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

Palavras chave: Letramento Literário; Educação infantil; Literatura infantil; Primeira Infância; Formação Docente.

Palavras chave: Letramento Literário; Educação infantil; Literatura infantil; Primeira Infância; Formação Docente. LETRAMENTO LITERÁRIO NA PRIMEIRA INFÂNCIA Mônica Correia Baptista (FAPEMIG/FaE/UFMG) monicacb@fae.ufmg.br Amanda de Abreu Noronha (FaE/UFMG) amandadeabreu13@gmail.com Priscila Maria Caligiorne Cruz FALE/(UFMG)

Leia mais

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Administração Escolar DISCIPLINA: Educação Inclusiva ALUNO(A):Claudia Maria de Barros Fernandes Domingues MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 NÚCLEO REGIONAL: Rio

Leia mais

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL Introdução Com frequência as tecnologias digitais estão sendo empregadas pelos educadores em

Leia mais

********** É uma instituição destinada ao atendimento de crianças de 0 a 3 anos e faz parte da Educação Infantil. Integra as funções de cuidar e

********** É uma instituição destinada ao atendimento de crianças de 0 a 3 anos e faz parte da Educação Infantil. Integra as funções de cuidar e 1 CONCEPÇÃO DE CRECHE (0 A 3 ANOS): A Constituição Federal de 1988 assegura o reconhecimento do direito da criança a creche, garantindo a permanente atuação no campo educacional, deixando de ser meramente

Leia mais

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Evelise Raquel de Pontes Mariane Soares Sana Orientadora: Renata Junqueira de Souza. Instituição: Universidade Estadual

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA - LICENCIATURA. Lia Gonçalves Gurgel. Projeto de pesquisa

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA - LICENCIATURA. Lia Gonçalves Gurgel. Projeto de pesquisa 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA - LICENCIATURA Lia Gonçalves Gurgel Projeto de pesquisa AQUISIÇÃO DA LÍNGUA DE SINAIS A PARTIR DE UMA PERSPECTIVA BILÍNGÜE

Leia mais

2.1 INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL: CARACTERÍSTICAS E ESPECIFICIDADES

2.1 INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL: CARACTERÍSTICAS E ESPECIFICIDADES 2.1 INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL: CARACTERÍSTICAS E ESPECIFICIDADES De acordo com a Abordagem Histórico-Cultural, que fundamenta está proposta, a Instituição de Educação Infantil deverá ser pensada

Leia mais

INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA EM ESCOLAS DE ENSINO REGULAR. Palavras chave: Deficiência auditiva; Educação; Inclusão; LIBRAS.

INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA EM ESCOLAS DE ENSINO REGULAR. Palavras chave: Deficiência auditiva; Educação; Inclusão; LIBRAS. 1 INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA EM ESCOLAS DE ENSINO REGULAR Palavras chave: Deficiência auditiva; Educação; Inclusão; LIBRAS. 1 INTRODUÇÃO Susana Michels 1 Maria Preis Welter 2 O presente

Leia mais

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1155 FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 1 Mestranda

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS 13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS A importância da formação pessoal e social da criança para o seu desenvolvimento integral e para a

Leia mais

Educação Infantil, que espaço é este?

Educação Infantil, que espaço é este? Educação Infantil, que espaço é este? O material do sistema de ensino Aprende Brasil de Educação Infantil foi elaborado a fim de oferecer subsídios para reflexões, informações e sugestões que auxiliem

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos (Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos na Educação de Surdos Por MARIA DE FÁTIMA DA SILVA CAVALCANTE Resumo: O presente artigo tem por objetivo discutir a Educação em Direitos Humanos como

Leia mais

Projeto: Teatro Infantil

Projeto: Teatro Infantil Cooperativa de Ensino e Cultura de Santa Rita Projeto: Teatro Infantil O teatro é a poesia que sai do livro e se faz humana. (Frederico Garcia Lorca) 1 Unidade Executora: Coordenação Pedagógica, Grupo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

O ENSINO DA MATEMÁTICA E O ALUNO SURDO: UM CIDADÃO BILINGUE

O ENSINO DA MATEMÁTICA E O ALUNO SURDO: UM CIDADÃO BILINGUE O ENSINO DA MATEMÁTICA E O ALUNO SURDO: UM CIDADÃO BILINGUE NEDEL¹, Vera SILVA²,Maria Elena Neves da Resumo O presente artigo relata a importância do uso das tecnologias. As lutas dos surdos pelo direito

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

UMA TEORIZAÇÃO SOBRE A AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM DOS SURDOS A PARTIR DA ABORDAGEM INTERACIONISTA

UMA TEORIZAÇÃO SOBRE A AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM DOS SURDOS A PARTIR DA ABORDAGEM INTERACIONISTA 1 UMA TEORIZAÇÃO SOBRE A AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM DOS SURDOS A PARTIR DA ABORDAGEM INTERACIONISTA Miriam Cristina Silva dos Santos 1 RESUMEN: Este estudio tiene como objetivo mostrar cómo es la adquisición

Leia mais

Educação física inclusiva como prática de inclusão social e qualidade de vida para todos

Educação física inclusiva como prática de inclusão social e qualidade de vida para todos JORGE STEINHILBER 1 Educação física inclusiva como prática de inclusão social e qualidade de No Brasil, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva assegura acesso ao

Leia mais

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 15:06

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 15:06 Curso: 9 DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Centro de Ciências da Educação Pedagogia (Noturno) Ano/Semestre: 0/ 09/0/0 :06 s por Curso Magistério: Educação Infantil e Anos Iniciais do Ens. Fundamental CNA.0.00.00-8

Leia mais

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 I CICLO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES (1º e 2º semestres): FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EMENTÁRIO: O I Ciclo do Curso de Pedagogia do UniRitter desenvolve os fundamentos

Leia mais

O DIREITO À BINCADEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O DIREITO À BINCADEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL O DIREITO À BINCADEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Juliana Mayane Sobreira Xavier Graduanda do Curso de Pedagogia Universidade Regional do Cariri-URCA jumayanne@gmail.com Maria Aparecida Ferreira dos Santos Graduanda

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE O AMPARO LEGAL AOS ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS E SUA REALIDADE.

REFLEXÕES SOBRE O AMPARO LEGAL AOS ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS E SUA REALIDADE. REFLEXÕES SOBRE O AMPARO LEGAL AOS ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS E SUA REALIDADE. NASCIMENTO, Karine Bueno 1 ; MACIEL, Raquel Lizzi 2 ; SILVA, Maria Elena Neves da 3 Resumo A educação é um direito

Leia mais

Falta preparo para inclusão de crianças com deficiência na escola regular

Falta preparo para inclusão de crianças com deficiência na escola regular Entrevistas PARTICIPAÇÃO, DIREITOS E CIDADANIA Falta preparo para inclusão de crianças com deficiência na escola regular 1 DE JUNHO DE 2015 A inclusão da pessoa com deficiência na escola regular está prevista

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO ENSINO REGULAR

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO ENSINO REGULAR TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NO ENSINO REGULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE

Leia mais

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes As crianças, a cultura lúdica e a matemática Lisandra Ogg Gomes Aprendizagens significativas: Como as crianças pensam o cotidiano e buscam compreendê-lo? (Caderno de Apresentação, 2014, p. 33). O que as

Leia mais

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Paula Botelho Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UFMG. Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos (GEPES),

Leia mais

A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO

A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA MARIA JULIANA DE SOUSA CUNHA¹ LAYANE COSTA SARAIVA² RESUMO O presente artigo teve por objetivo analisar e refletir as adaptações

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04 A IMPORTÂNCIA DO ENSINO-APRENDIZAGEM DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) PARA O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DO DEFICIENTE AUDITIVO Daisy Mara Moreira de Oliveira (UFS) dayseoliveira01@hotmail.com Derli

Leia mais

Educação Bilíngüe: avanços e desafios na inclusão escolar dos alunos (as) com surdez

Educação Bilíngüe: avanços e desafios na inclusão escolar dos alunos (as) com surdez Educação Bilíngüe: avanços e desafios na inclusão escolar dos alunos (as) com surdez Profª Drª Profª Drª Mirlene Ferreira Macedo Damázio psmirlenefm@gmail.com DESAFIOS DA POLÍTICA DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INCLUSIVA

Leia mais

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs.

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs. 1 O PEDAGOGO EM MULTIMEIOS E INFORMÁTICA EDUCATIVA E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A EFICÁCIA DA UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO TCC2036 fevereiro de 2006 Pricila Kohls dos Santos

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

ASSESSORIA PEDAGÓGICA PORTFÓLIO DE PALESTRAS E OFICINAS

ASSESSORIA PEDAGÓGICA PORTFÓLIO DE PALESTRAS E OFICINAS Dificuldades de Palestra EF e EM Todas Conscientizar sobre as dificuldades de aprendizagem aprendizagem que podem ser manifestadas pelos alunos numa sala de aula e sugerir ações de encaminhamento, conforme

Leia mais

A Importância Da Educação Infantil No Processo De Alfabetização

A Importância Da Educação Infantil No Processo De Alfabetização A Importância Da Educação Infantil No Processo De Alfabetização Autora: Joseana Pereira Silva (FCSGN) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: A educação infantil é a primeira fase da escolarização

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Maria dos Prazeres Nunes 1 INTRODUÇÃO No Brasil a expansão da educação ocorre de forma lenta, mas, crescente nas últimas décadas. Com base nas determinações

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM E AVALIAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO DOCENTE. Zilma de Moraes Ramos de Oliveira

BASE NACIONAL COMUM E AVALIAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO DOCENTE. Zilma de Moraes Ramos de Oliveira BASE NACIONAL COMUM E AVALIAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO DOCENTE Zilma de Moraes Ramos de Oliveira HISTÓRICO Constituição brasileira LDB Plano Nacional de Educação CONSTITUIÇÃO

Leia mais

AS TRÊS DIMENSÕES DA INCLUSÃO

AS TRÊS DIMENSÕES DA INCLUSÃO r 02.qxp 5/6/2008 16:15 Page 1 293 SANTOS, MÔNICA PEREIRA; PAULINO, MARCOS MOREIRA (ORGS.). INCLUSÃO EM EDUCAÇÃO: CULTURAS, POLÍTICAS E PRÁTICAS. SÃO PAULO: CORTEZ, 2006. 168 P. JANETE NETTO BASSALOBRE*

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 60 h Prática: 15 h Créditos: 4 A Biologia e o educador. Herança e meio, a hereditariedade. Reprodução humana. As funções vegetativas (digestão e alimentos,

Leia mais

3ª Reunião com coordenadores locais/2014. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. 28 de julho de 2014

3ª Reunião com coordenadores locais/2014. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. 28 de julho de 2014 3ª Reunião com coordenadores locais/2014 Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa 28 de julho de 2014! O USO DO JOGO NO PROCESSO DE INCLUSÃO DA CRIANÇA NA PERSPECTIVA DO PACTO Profa. Valéria Barbosa

Leia mais

TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA. Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. razevedo@rc.unesp.

TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA. Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. razevedo@rc.unesp. TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. razevedo@rc.unesp.br O que é educação inclusiva? Inclusão é um processo de aprendizagem

Leia mais

Edna Misseno Universidade Católica de Goiás ednamisseno@ucg.br. Rose Mary Almas de Carvalho Universidade Católica de Goiás rose.cead@ucg.

Edna Misseno Universidade Católica de Goiás ednamisseno@ucg.br. Rose Mary Almas de Carvalho Universidade Católica de Goiás rose.cead@ucg. CURSO DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS LIBRAS ON-LINE: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA Edna Misseno Universidade Católica de Goiás ednamisseno@ucg.br Rose Mary Almas de Carvalho Universidade Católica de Goiás

Leia mais

ENQUADRAMENTO E DISPOSIÇÕES COMUNS AOS JARDINS-DE-INFANCIA DO AGRUPAMENTO JOSÉ MARIA DOS SANTOS EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

ENQUADRAMENTO E DISPOSIÇÕES COMUNS AOS JARDINS-DE-INFANCIA DO AGRUPAMENTO JOSÉ MARIA DOS SANTOS EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ENQUADRAMENTO E DISPOSIÇÕES COMUNS AOS JARDINS-DE-INFANCIA DO AGRUPAMENTO JOSÉ MARIA DOS SANTOS EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR A educação pré-escolar destina-se às crianças com idades compreendidas entre os três

Leia mais

XVI ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino - UNICAMP - Campinas - 2012 2

XVI ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino - UNICAMP - Campinas - 2012 2 2 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: REFLETINDO SOBRE AS POSSIBILIDADES DE INCLUSÃO SOCIAL E DE DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIAS E/OU DIFICULDADES ESCOLARES Profº Dr. Irineu A. Tuim Viotto

Leia mais

ENSAIO ACERCA DAS POLÍTICAS BRASILEIRAS ATUAIS PARA O ENSINO DE NOVE ANOS

ENSAIO ACERCA DAS POLÍTICAS BRASILEIRAS ATUAIS PARA O ENSINO DE NOVE ANOS ENSAIO ACERCA DAS POLÍTICAS BRASILEIRAS ATUAIS PARA O ENSINO DE NOVE ANOS 2015 Karen Cristine Teixeira Adriano Schlösser Gabriela Rodrigues Universidade Federal de Santa Catarina (Brasil) E-mail de contato:

Leia mais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais

Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Desfazendo Mitos e Mentiras Sobre Línguas de Sinais Renê Forster 1 Resumo: Este artigo apresenta uma das cartilhas desenvolvidas pelo Programa Surdez com informações sobre a LIBRAS e as línguas de sinais

Leia mais

RECURSOS E TECNOLOGIAS PARA O ENSINO DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL

RECURSOS E TECNOLOGIAS PARA O ENSINO DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL RECURSOS E TECNOLOGIAS PARA O ENSINO DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL HILDA TEIXEIRA GOMES VILMA GOMES SAMPAIO ctbiha@rioeduca.net INSTITUTO MUNICIPAL HELENA ANTIPOFF 1 INTRODUÇÃO Pensando em uma escola

Leia mais

V Jornada das Licenciaturas da USP/IX Semana da Licenciatura em Ciências Exatas - SeLic: A Universidade Pública na Formação de Professores: ensino,

V Jornada das Licenciaturas da USP/IX Semana da Licenciatura em Ciências Exatas - SeLic: A Universidade Pública na Formação de Professores: ensino, O CONCEITO DE NÚMERO E A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Raiza Cristina Sorrini Medeiros, Ana Paula Irineu, Andréia Rodrigues da Rocha, Daniela Gratner Schuck, Maycon Roberto Caiado, 1 Bárbara Corominas Valério

Leia mais

UM OLHAR ADULTIZADO SOBRE O BRINCAR NA INFÂNCIA

UM OLHAR ADULTIZADO SOBRE O BRINCAR NA INFÂNCIA UM OLHAR ADULTIZADO SOBRE O BRINCAR NA INFÂNCIA Tamara Biasi Donadel 1 Eduarda Virginia Burckardt 2 Resumo: O ato de brincar está presente na história da humanidade, ficando exposto as modificações ocorridas

Leia mais

JOGOS PEDAGÓGICOS LÚDICOS NA EUCAÇÃO NÃO FORMAL

JOGOS PEDAGÓGICOS LÚDICOS NA EUCAÇÃO NÃO FORMAL JOGOS PEDAGÓGICOS LÚDICOS NA EUCAÇÃO NÃO FORMAL Gislaine Fornari 1 Fátima Regina Debald 2 RESUMO: A pesquisa apresenta um estudo sobre a dimensão lúdica no processo ensino e aprendizagem na educação não

Leia mais

PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Síntia Lúcia Faé Ebert Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS SMED/POA- Escola M. E. F. João Antônio Satte Cristiane Lumertz Klein Domingues

Leia mais

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC ALVES,S.S.S 1 A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica

Leia mais

LETRAMENTO, AMBIENTE E ORALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

LETRAMENTO, AMBIENTE E ORALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL LETRAMENTO, AMBIENTE E ORALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL 42 Luciene Rodrigues Ximenes lrximenes@hotmail.com Pós-Graduada em Alfabetização, leitura e escrita pela UFRJ. Atualmente é professora e coordenadora

Leia mais

LIBRAS E A AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM PARA SURDOS

LIBRAS E A AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM PARA SURDOS LIBRAS E A AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM PARA SURDOS Sonia Maria Dechandt Brochado (orientadora- UENP) Mariana Matheus Pereira da Silva (G- UENP/ campus Jac.) Introdução A língua é o instrumento fundamental para

Leia mais

INFORMATIVO 2015 GRUPO 3

INFORMATIVO 2015 GRUPO 3 INFORMATIVO 2015 GRUPO 3 3 Considerar a criança como sujeito é levar em conta, nas relações que com ela estabelecemos, que ela tem desejos, ideias, opiniões, capacidade de decidir, de criar, e de inventar,

Leia mais

TITULO: O JOGO DE FAZ-DE-CONTA NAS AÇÕES MOTORAS DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL EJE:

TITULO: O JOGO DE FAZ-DE-CONTA NAS AÇÕES MOTORAS DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL EJE: TITULO: O JOGO DE FAZ-DE-CONTA NAS AÇÕES MOTORAS DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL EJE: Incorporación curricular de la extensión AUTORES: Giovanna de Matos Moraes Carneiro, Ida Carneiro Martins, Luiz Alberto

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA NAS SALAS DE RECURSOS

A PRÁTICA PEDAGÓGICA NAS SALAS DE RECURSOS A PRÁTICA PEDAGÓGICA NAS SALAS DE RECURSOS ARNAL, Leila de Souza Peres. UEM leilarnal@bol.com.br MORI, Nerli Nonato Ribeiro. UEM nnrmori@uem.br Resumo: O presente trabalho tem por objetivo refletir sobre

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Brinquedoteca. Criança. Social.

PALAVRAS-CHAVE: Brinquedoteca. Criança. Social. ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA LÚDICA BRINQUEDOTECA FIBRA: um olhar sobre o brincar e a criança Márcia Cristina dos Santos BANDEIRA Faculdade Integrada Brasil Amazônia (FIBRA) RESUMO: O presente artigo buscou analisar

Leia mais

Alfabetização Matemática: O universo lúdico infantil potencializando a aprendizagem

Alfabetização Matemática: O universo lúdico infantil potencializando a aprendizagem 1 Alfabetização Matemática: O universo lúdico infantil potencializando a aprendizagem Juliana de Alcântara Silveira Rubio 1 Resumo A alfabetização matemática, assim como a alfabetização da língua materna,

Leia mais

REGIMENTO ESCOLAR EDUCAÇÃO INFANTIL

REGIMENTO ESCOLAR EDUCAÇÃO INFANTIL INSTITUIÇÃO SINODAL DE ASSINTÊNCIA, EDUCAÇÃO E CULTURA - ISAEC ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL SINODAL SETE DE SETEMBRO NÃO-ME-TOQUE /RS REGIMENTO ESCOLAR EDUCAÇÃO INFANTIL 1 SUMÁRIO 1- CARACTERIZAÇÃO DA

Leia mais

PRÁTICAS E VIVÊNCIAS 1

PRÁTICAS E VIVÊNCIAS 1 1 PRÁTICAS E VIVÊNCIAS 1 Cintia Taiza Klein 2 Patrícia Luiza Klein Santos 3 Marilete Staub 4 Jair André Turcatto 5 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho busca apresentar algumas atividades e vivências desenvolvidas

Leia mais