UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ"

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ""

Transcrição

1 Nota: A reprodução do artigo abaixo ou de trechos do mesmo é autorizada, sendo obrigatória a citação do nome dos autores. O texto abaixo está publicado em: 1. Introdução EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO DO BRASIL E DAS SUAS MACRO-REGIÕES 1 Geraldo Barros, PhD Prof. Titular Esalq/USP, coordenador científico Cepea Karlin Saori Ishii, Ms. Pesquisadora Cepea No mercado externo, o agronegócio vem sendo impulsionado por ventos favoráveis, como se sabe. Preços internacionais em bom nível e crescentes volumes exportados têm sido a tônica, mormente a partir de 23. Sabe-se igualmente das dificuldades cambiais, ou seja, a taxa real de câmbio vem num mergulho ininterrupto desde de 24, erodindo assim os ganhos dos produtores e agentes do agronegócio em geral. Os consumidores evidentemente têm-se beneficiado dessa evolução cambial, que contém o processo de transmissão das altas de preços internacionais para o mercado interno. Pouco se conhece, porém, sobre o desempenho das cinco macrorregiões brasileiras no comércio exterior. Será que o Sudeste, região mais rica do País, tem sido a que mais se beneficia dos bons momentos do mercado externo? Ou será que o mercado externo tem privilegiado as regiões mais pobres, configurando um mecanismo de equilíbrio de oportunidades entre as regiões? Nas análises a seguir descrevem-se os desempenhos das quantidades e dos valores do agronegócio no mercado externo obtidos a partir de índices cálculos aqui no Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Tais dados permitem um conhecimento mais completo das conseqüências do comércio para o Brasil como um todo e para cada região. 2. Índices Nacionais do Agronegócio Utilizando-se os novos índices de exportação do agronegócio (ver Nota Metodológica), verificase que, de janeiro de 2 a maio de 28 (dados anualizados), os preços dos produtos exportados pelo agronegócio brasileiro em dólares (IPE-Agro/CEPEA) cresceram 6%, enquanto que os preços em reais (IAT-Agro/CEPEA), que indicam a atratividade das exportações, cresceram 21%. Isso ocorreu devido à valorização da taxa de câmbio efetiva real do agronegócio (IC-Agro/CEPEA) de 25%. Ao mesmo tempo houve grande aumento do volume exportado do agronegócio, dado pelo IVE-Agro/CEPEA, de 16,5% no período. 1 Os autores agradecem o apoio do acadêmico Gabriel Caldas Santos.

2 IPE-Agro/CEPEA IC-Agro/CEPEA IVE-Agro/CEPEA IAT-Agro/CEPEA Figura 1 - Índice de Preços de Exportação do Agronegócio (IPE-Agro) em dólar, Índice de Volume de Exportação do Agronegócio (IVE-Agro), Índice de Atratividade das Exportações do Agronegócio/IAT - preços em reais das exportações, calculado pela taxa efetiva de câmbio do agronegócio (IC-Agro), e a taxa de câmbio efetiva real do Agronegócio (IC-Agro) de janeiro de 2 a maio de 28 (dados anualizados) A fim de verificar o comportamento mais recente dos índices, são analisados os meses de janeiro a maio de 28 em comparação com o mesmo período de 27 (figura 3). Verificou-se que o processo de valorização cambial que ocorreu durante todo o ano de 27 continuou em 28. Neste período (comparando os dois pares de cinco de meses), houve uma valorização na taxa de câmbio do agronegócio brasileiro (IC-Agro) de 14%. E isso fez com que houvesse pouca melhora na atratividade das exportações do agronegócio - IAT-Agro de 8,9%. Uma vez que houve valorização cambial, a responsável por este aumento de atratividade foi a elevação de preços em dólares dos produtos do agronegócio (26,7%). E o volume de exportação ficou praticamente estagnado, subindo apenas 1,6%.

3 3, 25, 2, 15, 1, 5,, -5, -1, -15, -2, 26,67 8,87 1,59-14,19 IPE-Agro/CEPEA IVE-Agro/CEPEA IC-Agro/CEPEA IAT-Agro/CEPEA Figura 2 Variação percentual dos indicadores do agronegócio - Índice de Preços de Exportação do Agronegócio (IPE-Agro) em dólar, Índice de Volume de Exportação do Agronegócio (IVE-Agro), Índice de Atratividade das Exportações do Agronegócio/IAT (preços em reais das exportações) e o Índice de Câmbio do Agronegócio (IC-Agro) de janeiro de 28 a maio de 28 (comparação com o mesmo período de 27). Na figura 3, nota-se que o comportamento dos preços não foi o mesmo para os diferentes produtos mais importantes do agronegócio brasileiro. Considerando os preços já internalizados em moeda nacional (ou seja, o IAT), os grandes saltos foram verificados para o complexo da soja, com o aumento de preços de óleo de soja (53,5%), soja em grão (33%) e farelo 31,5% - comparando-se a média dos primeiros cinco meses de 28 ao mesmo período de 27. Aumentos expressivos também foram observados para carnes bovina (1,7%), de frango (1,3%) e suína (8,5%). Os aumentos para frutas e café foram de apenas 3% e 2% respectivamente. Há também os casos de queda na atratividade, como o ocorrido com o açúcar (-25%), suco de laranja (-17%) e o álcool (-19%).

4 soja (grão) soja (farelo) soja (óleo) açucar alcool café suco laranja frutas carne bovina carne suina carne frango -3 Figura 3 Índices de Atratividade das Exportações para Produtos Específicos (IAT/Cepea) variações referem-se a comparações entre jan-abril./28 e jan-abril./27 até início de julho, ainda não era possível calcular a taxa efetiva de câmbio para maio. 3. Indicadores Regionais do Agronegócio Considerando-se os valores em dólares, o total exportado pelo agronegócio brasileiro foi de 38 bilhões de dólares no período de 2 a maio de 28. Verifica-se que a região que mais exportou foi o Sul, com 41% do total da receita em dólar, seguido por: Sudeste, com 36%; Centro-Oeste, com 12%; Nordeste com 8% e Norte com 3%. (Ver figura 4) Centro Oeste 12% Sul 41% Norte 3% Nordeste 8% Sudeste 36% N o rte N o rd este Su d este Su l C e n tro O este Figura 4 Valor em dólares (bilhões) e parcela regional das exportações do agronegócio (2-28)

5 Quanto ao valor unitário dos produtos exportados regionalmente, o Sudeste exporta produtos de maior valor e o Centro-Oeste, os de menor valor, como é possível observar na Figura 5. A predominância da exportação de matérias-primas (grãos, principalmente) explica este resultado para o Cento-Oeste.,6,5,4,3,2,1 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro Oeste Figura 5 Valor Unitário das exportações regionais do agronegócio (2-28) Ao se analisar as exportações dos 12 meses de 27 e também dos três primeiros de 28, constata-se que os produtos exportados que mais se destacam na região Norte foram: Madeira e Mobiliário (26,33%); Carnes (17%), Animais Vivos (13%), Sementes e Frutos Oleaginosos (12,39%) e Papel e Celulose (1,7%). No Nordeste, foram importantes as exportações de Papel e Celulose (2,55%), Açúcares (17,13) e Frutas (13,38%). Para o Sudeste foram maiores as exportações de Açúcares (17,27%), Café (16,25%), Papel e Celulose (14,89%), Carnes (11,71%) e Preparação de Hortícolas e frutas (principalmente suco de laranja) com 1,27%. No Sul, as exportações mais significativas foram de Carne (23,71%) e Sementes e Frutos Oleaginosos, com 15%; no Centro-Oeste, exportações de Sementes e Frutos Oleaginosos representaram 38,36% das exportações, seguidas por Carne (23,7%) e Resíduos (farelo de soja) com 13%. (Ver Tabela 1) Tabela 1 - Participação nas exportações regionais dos agregados do agronegócio (27 e 28-até março) resultados em percentuais. Centro Agregados Norte Nordeste Sudeste Sul Oeste Cap1 - Animais vivos 13,7,,9,5, Cap2 - Carne e Miudezas comestíveis 17,8,9 11,71 23,71 23,7 Cap3 - Peixes e Crustáceos 1,61 2,95,1,12,2 Cap4 - Leite, laticínios, ovos e mel,,18 1,6,39,3 Cap5 - Outros produtos de origem animal 1,3,2,61,13,69 Cap6 - Plantas vivas e Floricultura,1,6,11,1, Cap7 - Produtos Hortícolas,8,14,8,7,2 Cap8 - Frutas 1,3 13,38,53,5, Cap9 - Café, chá, mate e especiarias 4,6 2,63 16,25,52,7 Cap1 Cereais,6,,55 4,78 8,84

6 Cap11 - Produtos da Indústria de Moagem,4,,3,14,9 Cap12 - Sementes e frutos oleaginosos 12,39 7,76 2,8 14,94 38,36 Cap13 - Gomas, resinas e outros sucos e extratos,,1,13,, Cap14 - Matérias para entrançar,,,1,,1 Cap15 - Gorduras e óleos animais ou vegetais,15 1,93,83 6,78 4,5 Cap16 - Preparações de carne, peixes ou crustáceos,2, 3,43 3,51,79 Cap17 Açúcares, 17,13 17,27 1,95,78 Cap18 - Cacau e suas preparações,1 4,79,57,11, Cap19 - Preparações a base de cereais,1,,92,14,2 Cap2 - Preparações de produtos hortícolas e de frutas 1,58 2,23 1,27,43,15 Cap21 - Preparações alimentícias diversas 6,77,15 1,71 1,46,1 Cap22 - Bebidas, líquidos alcoólicos e vinagre, 5,27 5,39,85,4 Cap23 - Resíduos e desperdícios, 3,99 1,9 7,37 13,2 Cap24 - Fumo (tabaco),,59, 9,62, Cel. e Papel (de 47-49) 1,7 2,55 14,89 3,62,1 Defensivos (3),,,9,, Fab. De Calçados (41,42 e 64) 3,31 6,48 4,41 4,9 3,34 Fertilizantes (28 e 31),1,11,1 1,11,26 Ind. Têxtil e vest. (de 5-53, de e de 6-63), 9,12 1,64 1,29 3,56 Mad. E Mobiliário (44 e 94) 26,33,31,73 8,45 1,81 Máquinas e Implementos (84,87,89 e 9),,6 2,4 3,14, Prod. Químicos (29,32,33,35 e 38),1,5 1,27,71,5 Borracha Natural (Cap. 4),,,1,, Total 1, 1, 1, 1, 1, De 2 a março de 28, os índices de preços de Exportação do Agronegócio Regional (IPE- Agro/CEPEA/Região) apresentados na figura 6 evidenciam, em todas as regiões, tendência de aumento dos preços em dólares dos produtos exportados do agronegócio. Como mencionado, os preços de exportação nacionais do agronegócio (em dólar) tiveram um aumento de 6% neste período (2 a maio de 28). Se analisarmos as regiões, verifica-se que a Norte, Centro-Oeste e Sul tiveram aumentos de preços acima da média nacional (94% e 88% e 77% respectivamente), enquanto que as regiões Nordeste e Sudeste tiveram aumentos de preços menores que a nacional (45% e 42% respectivamente).

7 IPE-Agro/CEPEA (Norte) IPE-Agro/CEPEA (Sudeste) IPE-Agro/CEPEA (Centro Oeste) IPE-Agro/CEPEA (Nordeste) IPE-Agro/CEPEA (Sul) Figura 6 Índices de Preços de exportação do Agronegócio (IPE-Agro/CEPEA) segundo as regiões Quando se observa o Índice de Volume Exportado pelo Agronegócio, verifica-se que a região Centro-Oeste apresentou uma evolução bem acima da nacional - 16,5% em nível nacional e 334% para o Centro-Oeste entre janeiro de 2 e março/28 (anualizados). As regiões Norte e Nordeste também tiveram a evolução acima da nacional 159% e 151%, respectivamente. O Sul teve um aumento de 16% e o Sudeste de 79%. (Ver Figura 7) IVE-Agro/CEPEA (Norte) IVE-Agro/CEPEA (Sudeste) IVE-Agro/CEPEA (Centro Oeste) IVE-Agro/CEPEA (Nordeste) IVE-Agro/CEPEA (Sul) Figura 7 - Índices de Volume de exportação do Agronegócio (IVE-Agro/CEPEA) segundo as regiões

8 Na comparação entre janeiro e março de 28 com igual período de 27, verifica-se que as regiões Norte e Centro-Oeste tiveram os melhores desempenhos exportadores, tanto em relação ao preço quanto à quantidade, como é possível observar na Figura 8. A região Sul apresentou aumentos significativos de preços, porém o volume exportado aumentou pouco. Destaca-se aqui o baixo desempenho das regiões Sudeste e Nordeste. 6, 5, 4, 3, 2, 1,, -1, 27,9 21,6,7 6,1 8,9-6, 38,3-1,6 47,5 4,9 Norte Nordeste Sudeste Sul Centro Oeste IPE-Agro/CEPEA IVE-Agro/CEPEA 4. Conclusões As análises em nível nacional e regional permitiram detectar alguns importantes aspectos do comércio exterior do agronegócio brasileiro. Em primeiro lugar, verificou-se que, como exportador, o agronegócio como um todo prossegue pujante, vendendo volumes crescentes ano a ano. Os preços no mercado externo continuam favoráveis e em ascensão, sinalizando boas perspectivas apesar das turbulências - recessivas em alguns casos, inflacionárias na maioria deles. Em segundo lugar, notou-se que grãos e carnes foram os grupos cujos preços mais cresceram nos dois últimos anos. Açúcar, etanol e suco de laranja foram os que tiveram as maiores quedas de preços no mesmo período. Em terceiro lugar, observou-se que, regionalmente, o Sul (41%) lidera as exportações do agronegócio em termos de valor alcançado, seguido pelo Sudeste (36%), Centro-Oeste (12%), Nordeste (8%) e, por último, o Norte (3%). Em termos de crescimento, porém, a liderança é do Centro-Oeste, seguido bem de perto pelo Norte, cujos valores de exportação cresceram acima de 25% nos últimos 8 anos. Enquanto o Centro-Oeste beneficia-se do forte mercado de grãos e carnes, o Norte aproveita o bom momento das madeiras, carnes, celulose e oleaginosas. Enquanto isso, o Sudeste amarga os momentos menos favoráveis dos seus produtos tradicionais: açúcar, álcool, também do suco de laranja e café. O Nordeste passa por experiência semelhante por depender do açúcar e frutas. Conclui-se, assim, que o comércio exterior não afeta simetricamente todas as regiões. De um lado, o Sudeste vem perdendo terreno no período considerado, mas algo semelhante se passa também com o Nordeste. Na verdade, o Centro-Oeste puxa as exportações do agronegócio, mas com produtos de menor valor agregado; o Norte, partindo de uma base muito baixa, começa a reagir com vigor.

O COMÉRCIO BRASIL-JAPÃO: O AGRONEGÓCIO

O COMÉRCIO BRASIL-JAPÃO: O AGRONEGÓCIO Nota: A reprodução do artigo abaixo ou de trechos do mesmo é autorizada, sendo obrigatória a citação do nome dos autores. O texto abaixo faz parte do artigo publicado na íntegra no site www.cepea.esalq.usp.br/macro/

Leia mais

Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro no Ano de 2013

Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro no Ano de 2013 Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro no Ano de 2013 No ano de 2013, as exportações 1 do Estado de São Paulo somaram US$ 56,32 bilhões (23,3% do total nacional), e as importações 2,

Leia mais

QUADRO DO SETOR ALIMENTAR EM SANTA CATARINA 1. PANORAMA DO SETOR DE ALIMENTOS EM SANTA CATARINA

QUADRO DO SETOR ALIMENTAR EM SANTA CATARINA 1. PANORAMA DO SETOR DE ALIMENTOS EM SANTA CATARINA Câmara Italiana de Comércio e Indústria de Santa Catarina (Órgão reconhecido pelo Governo Italiano Decreto Mise29/7/2009) Tel.: +55 48 3027 2710 / Fax: +55 48 3222 2898 www.brasileitalia.com.br info@brasileitalia.com.br

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Junho/2012

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Junho/2012 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Balança Comercial do Agronegócio Junho/2012 I - Resultados do mês Em junho de 2012 as exportações

Leia mais

Participação da agropecuária nas exportações totais (IPEA)

Participação da agropecuária nas exportações totais (IPEA) Alicia Ruiz Olalde Participação da agropecuária nas exportações totais (IPEA) Exportações Agronegócio (CEPEA) Em 2012, a receita das exportações do agronegócio brasileiro alcançou US$ 97 bilhões. Em 2014,

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Março/2015

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Março/2015 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Balança Comercial do Agronegócio Março/2015 I Resultados do mês (comparativo Mar/2015 Mar/2014)

Leia mais

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul.

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do

Leia mais

PIB do Agronegócio CEPEA-USP/CNA Janeiro a abril de 2008 NÚMEROS BONS E ESTÁVEIS PARA O AGRONEGÓCIO EM ABRIL

PIB do Agronegócio CEPEA-USP/CNA Janeiro a abril de 2008 NÚMEROS BONS E ESTÁVEIS PARA O AGRONEGÓCIO EM ABRIL NÚMEROS BONS E ESTÁVEIS PARA O AGRONEGÓCIO EM ABRIL O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro estimado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea),

Leia mais

Valor das Importações e das Exportações, nos Açores, por ano

Valor das Importações e das Exportações, nos Açores, por ano Q.10.01 - Resultados Globais, por ano Unidade: 1 000 Euros 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Importações (CIF) 34 490 773 37 505 656 43 257 180 44 093 881 42 466 265 41 753 699 45

Leia mais

As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das

As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das Comentários dos resultados As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das despesas das famílias e da distribuição dessas despesas, segundo os diversos itens adquiridos ou pagos, possibilitam

Leia mais

Principais exportações para São Tomé e Príncipe de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008)

Principais exportações para São Tomé e Príncipe de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008) Principais exportações para São Tomé e Príncipe de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008) 3 500 3 336 3 000 valores em milhares de euros 2 500 2 000 1 500 1 000 1 367 1 279 727 500

Leia mais

Gênero do NCM. 03 - Peixes, Crustaceos, Moluscos e outros invertebrados Aquaticos

Gênero do NCM. 03 - Peixes, Crustaceos, Moluscos e outros invertebrados Aquaticos 01 - Animais Vivos Gênero do NCM 02 - Carnes e miudezas 03 - Peixes, Crustaceos, Moluscos e outros invertebrados Aquaticos 04 - Produtos Comestiveis de origem animal 05 - Outros Produtos de Origem Animal

Leia mais

Valor da cesta básica diminui em 15 cidades

Valor da cesta básica diminui em 15 cidades 1 São Paulo, 04 de setembro de 2015. NOTA à IMPRENSA Valor da cesta básica diminui em 15 cidades Das 18 cidades em que o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - realiza

Leia mais

Exportações no período acumulado de janeiro até abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. 2015 com abril de 2014.

Exportações no período acumulado de janeiro até abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. 2015 com abril de 2014. Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do

Leia mais

Principais exportações para o Brasil de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008)

Principais exportações para o Brasil de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008) Principais exportações para o Brasil de produtos agrícolas, florestais e das pescas (média 2004-2008) 70 000 62 207 60 000 valores em milhares de euros 50 000 40 000 30 000 20 000 21 786 17 825 8 620 10

Leia mais

Transformações do agronegócio de Mato Grosso: uma análise de indicadores de comércio exterior no período de 1997 a 2007.

Transformações do agronegócio de Mato Grosso: uma análise de indicadores de comércio exterior no período de 1997 a 2007. Transformações do agronegócio de Mato Grosso: uma análise de indicadores de comércio exterior no período de 1997 a 2007. Sonia Souza 1 Sandra Bonjour 2 Resumo: O objetivo geral deste trabalho é analisar

Leia mais

INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASILEIRO NO MERCOSUL 1994 A 2003

INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASILEIRO NO MERCOSUL 1994 A 2003 INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASILEIRO NO A Marco Antônio Martins da Costa Melucci Friedhlde Maria Kutner Manolescu -Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas FCSA Universidade do Vale do Paraíba. Av. Shishima

Leia mais

O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO

O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO A soja é a commodity mais importante do Brasil, pelo valor da produção obtida de grão, óleo e farelo, significativa parcela na receita cambial, área plantada, consumo de

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Agosto/2015

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Agosto/2015 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Balança Comercial do Agronegócio Agosto/2015 I Resultados do mês (comparativo Agosto/2015 Agosto/2014)

Leia mais

PIB DO ESTADO DE RONDÔNIA 2007

PIB DO ESTADO DE RONDÔNIA 2007 PIB DO ESTADO DE RONDÔNIA 2007 Para o ano de 2007, o Produto Interno Bruto PIB do Estado de Rondônia apresentou um crescimento de 5,2% em relação ao ano anterior, ficando assim com 16ª a colocação no ranking

Leia mais

Produção Industrial Setembro de 2014

Produção Industrial Setembro de 2014 Produção Industrial Setembro de 2014 PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE SANTA CATARINA - SETEMBRO/14 Conforme esperado, o segundo semestre está sendo melhor do que o primeiro. Estamos no terceiro mês consecutivo de

Leia mais

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de Desempenho da Agroindústria No fechamento do primeiro semestre de 2005, a agroindústria registrou crescimento de 0,3%, taxa bastante inferior à assinalada pela média da indústria brasileira (5,0%) no mesmo

Leia mais

ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE ETENE INFORME RURAL ETENE PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE CANA DE AÇÚCAR NO NORDESTE.

ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE ETENE INFORME RURAL ETENE PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE CANA DE AÇÚCAR NO NORDESTE. O nosso negócio é o desenvolvimento ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE ETENE INFORME RURAL ETENE PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE CANA DE AÇÚCAR NO NORDESTE Ano 4 200 Nº 20 O nosso negócio

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Balança Comercial do Agronegócio Outubro/2015 I Resultados do mês (comparativo Outubro/2015 Outubro/2014)

Leia mais

Equipe de Geografia GEOGRAFIA

Equipe de Geografia GEOGRAFIA Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 7B Ensino Médio Equipe de Geografia Data: GEOGRAFIA 1. Agricultura no Brasil: Breve histórico - Brasil Colônia: monocultura da cana se destacava como produto principal,

Leia mais

PERSPECTIVAS PARA A INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO NO BRASIL

PERSPECTIVAS PARA A INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO NO BRASIL PERSPECTIVAS PARA A INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO NO BRASIL A Tecnologia Italiana a favor da Indústria Alimentar Brasileira Apresentação CIBUS Brasil - 21/11/2002 - Presiden/Tecnologia Italiana 1 I - INTRODUÇÃO

Leia mais

PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE SOJA NO NORDESTE

PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE SOJA NO NORDESTE Ano V Agosto de 2011 Nº 13 INFORME RURAL ETENE Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste - ETENE Ambiente de Estudos, Pesquisas e Avaliação - AEPA PRODUÇÃO E ÁREA COLHIDA DE SOJA NO NORDESTE

Leia mais

Manhã Técnica. Mercados Florestais

Manhã Técnica. Mercados Florestais Manhã Técnica Mercados Florestais APFC Associação de Produtores Florestais de Coruche 27. 03. 2015 2 Enquadramento Tx Câmbio EURO/USD 3 Tendência de diminuição desde o 2.ª T 2014 que favorece as nossas

Leia mais

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES / 2007 1- Balança Comercial Mato Grosso continua tendo superávit na Balança Comercial registrando em 2007 um expressivo saldo de US$ 4,38 bilhões valor que representa

Leia mais

ESPAÇO RURAL ALIMENTOS PARA OS BRASILEIROS E PARA O MUNDO

ESPAÇO RURAL ALIMENTOS PARA OS BRASILEIROS E PARA O MUNDO ESPAÇO RURAL ALIMENTOS PARA OS BRASILEIROS E PARA O MUNDO Introdução O modelo de desenvolvimento rural nos últimos tempos, baseado na modernização agrícola conservou muitas das características históricas

Leia mais

Desempenho da Agroindústria em 2004. histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003), os

Desempenho da Agroindústria em 2004. histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003), os Desempenho da Agroindústria em 2004 Em 2004, a agroindústria obteve crescimento de 5,3%, marca mais elevada da série histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003),

Leia mais

Coeficiente de exportações líquidas da indústria de transformação cai abaixo de zero

Coeficiente de exportações líquidas da indústria de transformação cai abaixo de zero COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL Informativo da Confederação Nacional da Indústria Ano 3 Número 4 outubro/dezembro de 2013 www.cni.org.br Coeficiente de exportações líquidas da indústria de transformação

Leia mais

Indicadores de Desempenho Publicado em Novembro de 2015

Indicadores de Desempenho Publicado em Novembro de 2015 Publicado em Novembro de 2015 Fatos Relevantes Agosto/2015 Vendas Industriais As vendas industriais registraram expansão de 28,40% em agosto. Trata-se do maior aumento dos últimos três meses e aponta para

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES DO ESTADO DO PARÁ

SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES DO ESTADO DO PARÁ PLANO ESTADUAL DE LOGÍSTICA E TRANSPORTES DO ESTADO DO PARÁ PERFIL ECONÔMICO E INSERÇÃO INTERNACIONAL DO PARÁ SÃO PAULO MARÇO/2009 EQUIPE TÉCNICA Carlos

Leia mais

TEXTO PARA DISCUSSÃO N o 991

TEXTO PARA DISCUSSÃO N o 991 ISSN 1415-4765 TEXTO PARA DISCUSSÃO N o 991 A FORMAÇÃO DA ALCA E SEU IMPACTO NO POTENCIAL EXPORTADOR BRASILEIRO PARA OS MERCADOS DOS ESTADOS UNIDOS E DO CANADÁ João Alberto De Negri Jorge Saba Arbache

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Balança Comercial do Agronegócio Janeiro/2016 I Resultados do mês (comparativo jan/2016 jan/2015)

Leia mais

FACT-SHEET. Cana-de-Açúcar, Milho e Soja. Programa Agricultura e Meio Ambiente. WWF - Brasil

FACT-SHEET. Cana-de-Açúcar, Milho e Soja. Programa Agricultura e Meio Ambiente. WWF - Brasil FACT-SHEET Cana-de-Açúcar, Milho e Soja Programa Agricultura e Meio Ambiente WWF - Brasília Março 28 WWF- Secretaria Geral Denise Hamú Superintendência de Conservação de Programas Temáticos Carlos Alberto

Leia mais

Região Zona da Mata. Regional Dezembro 2013

Região Zona da Mata. Regional Dezembro 2013 O mapa mostra a divisão do estado de Minas Gerais para fins de planejamento. A região de planejamento Zona da Mata engloba a Fiemg Regional Zona da Mata. Região Zona da Mata GLOSSÁRIO Setores que fazem

Leia mais

Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária

Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária fevereiro de 2013. 1 - Considerações Iniciais A Suinocultura é uma das atividades da agropecuária mais difundida e produzida no mundo. O porco, espécie

Leia mais

Indicadores de Desempenho Maio/2014. Fatos Relevantes RESUMO EXECUTIVO. Vendas Industriais

Indicadores de Desempenho Maio/2014. Fatos Relevantes RESUMO EXECUTIVO. Vendas Industriais Fatos Relevantes Maio/2014 Maio/2008 Vendas Industriais A Variável Indústria apresenta Química recuo com de (- aumento 8,42%), de incluso 9,16% em o maio setor fornece sucroenergético a maior contribuição

Leia mais

Produtividade e Crescimento Algumas Comparações José Garcia Gasques; Eliana T. Bastos; Constanza Valdes; Mirian Bacchi

Produtividade e Crescimento Algumas Comparações José Garcia Gasques; Eliana T. Bastos; Constanza Valdes; Mirian Bacchi Produtividade e Crescimento Algumas Comparações José Garcia Gasques; Eliana T. Bastos; Constanza Valdes; Mirian Bacchi I Introdução Um estudo organizado por técnicos do Departamento de Agricultura dos

Leia mais

Grupo Maersk. Relatório do Comércio. O melhor dos mundos e o pior deles para o comércio exterior Brasileiro

Grupo Maersk. Relatório do Comércio. O melhor dos mundos e o pior deles para o comércio exterior Brasileiro Grupo Maersk Relatório do Comércio QUARTO TRIMESTRE DE 215 BRAZIL O melhor dos mundos e o pior deles para o comércio exterior Brasileiro Exportações aceleram, mas importações colapsam em janeiro, impactando,

Leia mais

Impacto do IMF e do sistema atual sobre os preços

Impacto do IMF e do sistema atual sobre os preços Arroz em casca 15,72 30,25 Milho em grão 15,21 32,16 Trigo em grão e outros cereais 15,70 32,66 Cana-de-açúcar 15,47 32,68 Soja em grão 15,83 33,01 Outros produtos e serviços da lavoura 14,10 31,31 Mandioca

Leia mais

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 68 1 a 15 de fevereiro de 211 ANÚNCIOS DE INVESTIMENTOS De

Leia mais

AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

AGRONEGÓCIO BRASILEIRO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO OBSTÁCULOS LOGÍSTICOS COMISSÃO DE AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA COMISSÃO DE SERVIÇOS E INFRAESTRUTURA SENADO FEDERAL JULHO DE 2010 EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO IMPORTAÇÕES DE FERTILIZANTES

Leia mais

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais ANÁLISE MENSAL DO MERCADO DE BIODIESEL: EDIÇÃO Nº 1 - MARÇO DE 213 A, documento elaborado pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais ABIOVE, possui o intuito de levar ao mercado informações

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Eduardo Pereira Nunes Elisio Contini Apresentação à Diretoria da ABAG 13 de setembro de 2000 - São Paulo O PROBLEMA Controvérsias sobre contribuição

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ"

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ Na média, pecuarista ganha da inflação em setembro Em setembro, o custo efetivo da pecuária, pesquisado pela CNA/Cepea-USP, teve alta de apenas 0,22%, enquanto que a inflação medida pelo IGP-M alcançou

Leia mais

PRODUÇÃO, ÁREA COLHIDA E EFETIVO DE UVA NO NORDESTE

PRODUÇÃO, ÁREA COLHIDA E EFETIVO DE UVA NO NORDESTE Ano V Abril de 2011 Nº 05 INFORME RURAL ETENE Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste - ETENE Ambiente de Estudos, Pesquisas e Avaliação - AEPA PRODUÇÃO, ÁREA COLHIDA E EFETIVO DE UVA NO NORDESTE

Leia mais

Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 1996/97 a 2010/11

Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 1996/97 a 2010/11 Céleres Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 199/97 a 2010/11 O CASO DO ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DO MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DA SOJA TOLERANTE A HERBICIDA

Leia mais

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,

Leia mais

Rentabilidade das propriedades de recria-engorda de MT cai em 2015

Rentabilidade das propriedades de recria-engorda de MT cai em 2015 Rentabilidade das propriedades de recria-engorda de MT cai em 2015 Por Prof. Dr. Sergio De Zen e Graziela Correr; Equipe Pecuária de Corte A rentabilidade em propriedades típicas de recria-engorda do estado

Leia mais

AS MELHORES OPORTUNIDADES DE EMPREGO NO SETOR DE SERVIÇOS

AS MELHORES OPORTUNIDADES DE EMPREGO NO SETOR DE SERVIÇOS AS MELHORES OPORTUNIDADES DE EMPREGO NO SETOR DE SERVIÇOS O setor de serviços é, tradicionalmente, a principal porta de entrada no mercado de trabalho. Responsável por aproximadamente 60% do produto interno

Leia mais

3 O Panorama Social Brasileiro

3 O Panorama Social Brasileiro 3 O Panorama Social Brasileiro 3.1 A Estrutura Social Brasileira O Brasil é um país caracterizado por uma distribuição desigual de renda. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios

Leia mais

PAINEL 16,0% 12,0% 8,0% 2,5% 1,9% 4,0% 1,4% 0,8% 0,8% 0,0% 5,0% 3,8% 2,8% 3,0% 2,1% 1,0% 1,0% -1,0%

PAINEL 16,0% 12,0% 8,0% 2,5% 1,9% 4,0% 1,4% 0,8% 0,8% 0,0% 5,0% 3,8% 2,8% 3,0% 2,1% 1,0% 1,0% -1,0% Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 58 1 a 15 de setembro de 2010 PIB TRIMESTRAL Segundo os dados

Leia mais

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA)

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Relatório com as principais notícias divulgadas pela mídia

Leia mais

110,0 105,0 100,0 95,0 90,0 85,0 80,0

110,0 105,0 100,0 95,0 90,0 85,0 80,0 BOI GORDO O ano de 2013 registrou preços elevados para a arroba do boi gordo, em todas as praças pecuárias acompanhadas pelo Sistema FAEB/SENAR. No acumulado do ano, foram verificadas as seguintes valorizações:

Leia mais

ROTAS INTERNAS DE PRODUTOS DE EXPORTAÇÃO: O CASO DA SOJA

ROTAS INTERNAS DE PRODUTOS DE EXPORTAÇÃO: O CASO DA SOJA 1 Outubro 2009 ROTAS INTERNAS DE PRODUTOS DE EXPORTAÇÃO: O CASO DA SOJA Fernando Raphael Ferro de Lima * INTRODUÇÃO Este trabalho busca compreender como se modificaram, no período recente, os fluxos internos

Leia mais

Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a

Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a Edição 24 (Novembro/2013) Cenário Econômico A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2013: UM PÉSSIMO ANO Estamos encerrando o ano de 2013 e, como se prenunciava, a economia nacional registra um de seus piores momentos

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Setembro 2015

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Setembro 2015 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Setembro 2015 As exportações paranaenses, em setembro, apresentaram queda de -8,61% em relação a agosto. O valor exportado atingiu a US$ 1,293 bilhão, ficando,

Leia mais

TEXTO 1 1. CONJUNTURA BRASILEIRA. 1.1. As Transformações Recentes

TEXTO 1 1. CONJUNTURA BRASILEIRA. 1.1. As Transformações Recentes TEXTO 1 1. CONJUNTURA BRASILEIRA 1.1. As Transformações Recentes O Brasil, do ponto de vista econômico e social, vem sofrendo uma constante mutação em seus principais indicadores básicos como: população;

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JANEIRO Exportações Apesar do bom crescimento de Produtos Alimentícios e Máquinas e Equipamentos,

Leia mais

Exportações do Nordeste do Brasil: Crescimento e Mudança na Estrutura

Exportações do Nordeste do Brasil: Crescimento e Mudança na Estrutura Documentos Técnico-Científicos Exportações do Nordeste do Brasil: Crescimento e Mudança na Estrutura Álvaro Barrantes Hidalgo Doutor em Economia pela Universidade de São Paulo (USP); Professor do Programa

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC junho 2014

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC junho 2014 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC junho 2014 Rio de Janeiro, 08 de julho de 2014 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Junho 2014 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS

Leia mais

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE CHAPECÓ, 08/12/2014

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE CHAPECÓ, 08/12/2014 MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE CHAPECÓ, 08/12/2014 MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE JARAGUÁ DO SUL, 05/12/2014 Focos estratégicos Diversificação e agregação de valor:

Leia mais

Informativo PIB Trimestral

Informativo PIB Trimestral Informativo PIB Trimestral v. 1 n. 1 abr. jun. 2010 ISSN 2178-8367 Economia baiana cresce 10,4% no segundo trimestre e acumula alta de 10,0% no 1º semestre No segundo trimestre de 2010, a economia baiana

Leia mais

Estrutura Produtiva e Evolução da Economia de São Paulo

Estrutura Produtiva e Evolução da Economia de São Paulo Estrutura Produtiva e Evolução da Economia de São Paulo Este boxe apresenta a estrutura da economia paulista e sua evolução nos últimos dez anos, comparando-as com a do país. Gráfico 1 PIB Variação real

Leia mais

Aglomerações Industriais Especializadas no Brasil

Aglomerações Industriais Especializadas no Brasil Projeto de Pesquisa Arranjos e Sistemas Produtivos Locais e as Novas Políticas de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico Aglomerações Industriais Especializadas no Brasil João Saboia (Instituto de Economia

Leia mais

VALORIZAÇÃO DO BEZERRO ATRAI ATENÇÃO PARA A CRIA

VALORIZAÇÃO DO BEZERRO ATRAI ATENÇÃO PARA A CRIA Ano 6 - Edição 25 Agosto 2014 VALORIZAÇÃO DO BEZERRO ATRAI ATENÇÃO PARA A CRIA Por Prof. Dr. Sergio De Zen, Pesquisador; Equipe Pecuária de Corte As cotações praticadas em todos os elos da cadeia pecuária

Leia mais

3.12. Gastos Turísticos

3.12. Gastos Turísticos PRODETUR NE-II PDITS Pólo Litoral Sul 3.12. Gastos Turísticos 451 3.12. Gastos Turísticos Introdução Nesse capítulo o padrão e o volume dos gastos dos turistas do Pólo serão avaliados. Outro objetivo é

Leia mais

Uma política econômica de combate às desigualdades sociais

Uma política econômica de combate às desigualdades sociais Uma política econômica de combate às desigualdades sociais Os oito anos do Plano Real mudaram o Brasil. Os desafios do País continuam imensos, mas estamos em condições muito melhores para enfrentálos.

Leia mais

- 300. Saldo BC Importações Importações s/gás Exportações

- 300. Saldo BC Importações Importações s/gás Exportações Carta de Conjuntura nº2 Dezembro de 2015 Setor Externo As cotações do dólar recuaram em relação aos últimos meses, chegando a taxa média em novembro a ficar em R$ 3,77, cerca de 2,77% abaixo da taxa média

Leia mais

As mudanças no comércio exterior brasileiro no primeiro semestre de 2008

As mudanças no comércio exterior brasileiro no primeiro semestre de 2008 As mudanças no comércio exterior brasileiro no primeiro semestre de 2008 Julio Gomes de Almeida Mauro Thury de Vieira Sá Daniel Keller de Almeida Texto para Discussão. IE/UNICAMP n. 149, nov. 2008. ISSN

Leia mais

Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra

Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra Ano 8 Edição 15 - Setembro de 2015 Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra A forte valorização do dólar frente ao Real no decorrer deste ano apenas no período de

Leia mais

Custo da Cesta básica tem comportamento diferenciado nas capitais pesquisadas

Custo da Cesta básica tem comportamento diferenciado nas capitais pesquisadas 1 São Paulo, 04 de novembro de 2015. NOTA à IMPRENSA Custo da Cesta básica tem comportamento diferenciado nas capitais pesquisadas Em outubro, entre as 18 capitais onde o DIEESE - Departamento Intersindical

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC abril 2013

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC abril 2013 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC abril 2013 Rio de Janeiro, 08 de maio de 2013 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR abril de 2013 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR

Leia mais

Dezembro/2014 Belo Horizonte - MG

Dezembro/2014 Belo Horizonte - MG SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO Dezembro/2014 Belo Horizonte - MG 2 ÍNDICE 03. Apresentação 04. Dados Gerais do PIB do Agronegócio

Leia mais

A Indústria de Alimentação

A Indústria de Alimentação A Indústria de Alimentação 61 A indústria brasileira de alimentação está inserida na cadeia do agronegócio e representa parte significativa do PIB. O texto aponta as características do setor, seu desempenho

Leia mais

O Agronegócio Mundial e Brasileiro

O Agronegócio Mundial e Brasileiro O Agronegócio Mundial e Brasileiro Eugênio Stefanelo Segundo Porter, você é competitivo quando tem um desempenho em longo prazo acima da média dos concorrentes. O agronegócio, que engloba as operações

Leia mais

Valor da Cesta Básica aumenta em 12 cidades

Valor da Cesta Básica aumenta em 12 cidades 1 São Paulo, 06 de novembro de 2014. NOTA À IMPRENSA Valor da Cesta Básica aumenta em 12 cidades Em outubro, houve aumento dos preços do conjunto de bens alimentícios essenciais em 12 das 18 cidades onde

Leia mais

Objetivo: Produtos que tiveram maior crescimento no mercado francês entre 2013/2014

Objetivo: Produtos que tiveram maior crescimento no mercado francês entre 2013/2014 Objetivo: Produtos que tiveram maior crescimento no mercado francês entre 2013/2014 PRODUTOS Jan-Jun 2013 Jan-Jun 2014 Crescimento 2013/2014 Outras frutas de casca rija e outras sementes, preparadas ou

Leia mais

Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades

Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades 1 São Paulo, 16 de fevereiro de 2016 NOTA à IMPRENSA Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades A partir de janeiro de 2016, o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos)

Leia mais

O mercado de mandioca, preços reagem. E o futuro? *

O mercado de mandioca, preços reagem. E o futuro? * O mercado de mandioca, preços reagem. E o futuro? * Foto: Acervo Biblioteca SEAGRI-BA Carlos Estevão Leite Cardoso** Lucilio Rogério Aparecido Alves*** Fábio Isaias Felipe**** Enéas Santos Melo***** O

Leia mais

Os desafios do agronegócio paulista e brasileiro

Os desafios do agronegócio paulista e brasileiro Os desafios do agronegócio paulista e brasileiro O agronegócio brasileiro Setor estratégico para a economia brasileira, grande motor do seu desempenho Representa 23% do PIB brasileiro Responde por 40%

Leia mais

Desenvolvimento Agrário PIB DAS CADEIAS PRODUTIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR. dezembro 2004

Desenvolvimento Agrário PIB DAS CADEIAS PRODUTIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR. dezembro 2004 Ministério do Desenvolvimento Agrário PIB DAS CADEIAS PRODUTIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR dezembro 2004 REALIZAÇÃO Instituição executora: FIPE/USP Fundação Instituto de Pesquisas Econômica Equipe técnica:

Leia mais

NOTA CEMEC 05/2015 INVESTIMENTO E RECESSÃO NA ECONOMIA BRASILEIRA 2010-2015: 2015: UMA ANÁLISE SETORIAL

NOTA CEMEC 05/2015 INVESTIMENTO E RECESSÃO NA ECONOMIA BRASILEIRA 2010-2015: 2015: UMA ANÁLISE SETORIAL NOTA CEMEC 05/2015 INVESTIMENTO E RECESSÃO NA ECONOMIA BRASILEIRA 2010-2015: 2015: UMA ANÁLISE SETORIAL Agosto de 2015 O CEMEC não se responsabiliza pelo uso dessas informações para tomada de decisões

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Outubro de 2015

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Outubro de 2015 Associação Brasileira de Supermercados Nº57 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Outubro de 2015 Setor de supermercados acumula queda de -0,96% Renda e inflação afetam

Leia mais

Psicologia. Indicadores das Graduações em Saúde Estação de Trabalho IMS/UERJ do ObservaRH

Psicologia. Indicadores das Graduações em Saúde Estação de Trabalho IMS/UERJ do ObservaRH Indicadores das Graduações em Saúde Estação de Trabalho IMS/UERJ do ObservaRH Psicologia A Psicologia se dissemina no Brasil, na transição do século XIX para o século XX, como campo de estudos e pesquisas

Leia mais

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE BLUMENAU, 03/12/2014

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE BLUMENAU, 03/12/2014 MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE BLUMENAU, 03/12/2014 Focos estratégicos Diversificação e agregação de valor: incentivar a diversificação de mercados e a agregação de valor à pauta exportadora

Leia mais

INFORMATIVO MENSAL LAPESUI

INFORMATIVO MENSAL LAPESUI INFORMATIVO MENSAL LAPESUI Maio de 2013 Nº 15 SUINOCULTURA RECUPERA O FÔLEGO EM MAIO As exportações brasileiras estavam caindo desde março, quando ocorreu o embargo do produto nacional pela Ucrânia devido

Leia mais

Panorama do Comércio Exterior de Minas Gerais 2015

Panorama do Comércio Exterior de Minas Gerais 2015 Panorama do Comércio Exterior de Minas Gerais 2015 APRESENTAÇÃO Minas Gerais se consolida como um dos mais importantes estados exportadores do Brasil, pela grande produção de commodities e pelos esforços

Leia mais

INDICADORES INDUSTRIAIS

INDICADORES INDUSTRIAIS INDICADORES INDUSTRIAIS Informativo da Confederação Nacional da Indústria Indústria tem queda da atividade em novembro Os dados de horas trabalhadas, faturamento e utilização da capacidade instalada mostraram

Leia mais

Trocas comerciais entre os portos nacionais e os países lusófonos

Trocas comerciais entre os portos nacionais e os países lusófonos Trocas comerciais entre os portos nacionais e os países lusófonos ÍNDICE Introdução.. 3 PORTOS NACIONAIS trocas comerciais com os países lusófonos Trocas comerciais com os países lusófonos em 2003... 9

Leia mais

Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente

Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente João Saboia 1 1. Introdução A questão do salário mínimo está na ordem do dia. Há um reconhecimento generalizado de que seu valor é muito

Leia mais

INDICAÇÃO N o, DE 2015

INDICAÇÃO N o, DE 2015 55ª Legislatura 1ª Sessão Legislativa Ordinária INDICAÇÃO N o, DE 2015 Sugere a criação de um programa de irrigação nas regiões afetadas por estiagens, em estados brasileiros. Agricultura, Pecuária e Abastecimento:

Leia mais

AGROINDÚSTRIA. O BNDES e a Agroindústria em 1998 BNDES. ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 1 Gerência Setorial 1 INTRODUÇÃO 1.

AGROINDÚSTRIA. O BNDES e a Agroindústria em 1998 BNDES. ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 1 Gerência Setorial 1 INTRODUÇÃO 1. AGROINDÚSTRIA BNDES FINAME BNDESPAR ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 1 Gerência Setorial 1 O BNDES e a Agroindústria em 1998 INTRODUÇÃO Este informe apresenta os principais dados sobre os desembolsos do BNDES

Leia mais

Cesta básica de Porto Alegre registra queda de 4% em junho de 2014

Cesta básica de Porto Alegre registra queda de 4% em junho de 2014 1 Cesta básica de Porto Alegre registra queda de 4% em junho de 2014 Porto Alegre, 07 de julho de 2014. NOTA À IMPRENSA Em junho de 2014, a Cesta Básica de Porto Alegre registrou queda de 4,00%, passando

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC julho 2012

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC julho 2012 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC julho 2012 Rio de Janeiro, 08 de agosto de 2012 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR julho de 2012 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR

Leia mais

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS NO AGRONEGÓCIO EM 1. RESULTADO

Leia mais

BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008

BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008 BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008 Mercado Internacional Em 2007, a produção anual de milho atingiu quase 720 milhões de tonelada (Tabela 1), quando os Estados Unidos,

Leia mais