PERSPECTIVAS PARA A INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO NO BRASIL

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1 PERSPECTIVAS PARA A INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO NO BRASIL A Tecnologia Italiana a favor da Indústria Alimentar Brasileira Apresentação CIBUS Brasil - 21/11/ Presiden/Tecnologia Italiana 1

2 I - INTRODUÇÃO SUMÁRIO 1. Fatores Atuantes na Economia Internacional 2. Como Enfrentar a Economia Globalizada 3. Objetivos 4. Princípios Requeridos 5. Dimensão e Responsabilidade II - CARACTERIZAÇÃO DA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS E DO AGRONEGÓCIO 6. Fluxograma da Distribuição de Alimentos 7. Faturamento Líquido da Indústria da Alimentação 8. Setores da Indústria de Alimentos 9. Participação do Complexo Agroindustrial no PIB Brasileiro 10. PIB do Agronegócio 11. Exportações de Alimentos Processados 12. Principais Exportações de Alimentos Industrializados Presiden/Tecnologia Italiana 2

3 III - CRESCIMENTO DO CONSUMO DE ALIMENTOS 13. A Estabilidade e o Crescimento do Mercado 14. Crescimento do Consumo de Alimentos Crescimento do Consumo de Alimentos Crescimento do Consumo de Alimentos IV - CENÁRIO MUNDIAL DA SEGURANÇA ALIMENTAR E OPORTUNIDADES 17. Segurança Alimentar na Globalização e Função Estratégica do Agronegócio 18. Área Agricultável Per Capita no Planeta V - INVESTIMENTOS DA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO 19. Publicações da ABIA sobre Investimentos a Nível Setorial 20. Investimentos a Nível Macro Presiden/Tecnologia Italiana 3

4 VI - O PROJETO ABIA-APEX APEX 21. A primeira exportação a gente nunca esquece 22. Brazilian Taste VII - INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NO SETOR ALIMENTÍCIO 23. Indústria da Alimentação e Demanda Tecnológica 24. Perspectivas de Investimento Tecnológico VIII - A TECNOLOGIA ITALIANA NO SETOR ALIMENTAR BRASILEIRO 25 A Influência Italiana na Indústria de Alimentos no Brasil Presiden/Tecnologia Italiana 4

5 I - INTRODUÇÃO Presiden/Tecnologia Italiana 5

6 FATORES ATUANTES NA ECONOMIA INTERNACIONAL Aspectos Econômicos Globalização Financeira Blocos Econômicos Concentração Econômica por Fusões, Parcerias e Incorporações Internet e Difusão do Comércio Eletrônico Aspectos Técnicos Modificações no conteúdo e apresentação dos alimentos por imposição da segurança alimentar e da biotecnologia Aspectos de Embalagem Necessidade de reciclagem das embalagens para redução da poluição ambiental Necessidade de aumento de embalagens biodegradáveis A indústria se torna responsável pelo destino das embalagens, sua coleta e reciclagem Presiden/Tecnologia Italiana 6

7 COMO ENFRENTAR A ECONOMIA GLOBALIZADA Se não competirmos fora, sofreremos a concorrência internacional dentro do país. Presiden/Tecnologia Italiana 7

8 Objetivos Acessar o mercado externo de forma regular e pragmática para conquistar parcerias comerciais e/ou industriais, visando alguma participação de mercado em mercados tradicionais e principalmente potenciais. Exportar valor agregado. Presiden/Tecnologia Italiana 8

9 PRINCÍPIOS REQUERIDOS Adequação dos produtos aos diferentes mercados em termos de paladar e embalagens. Estabelecer parcerias comerciais e/ou industriais para acessar os mercados externos. Trabalhar o mercado externo com fidelidade e regularidade (cliente perdido não se reconquista). Presiden/Tecnologia Italiana 9

10 DIMENSÃO E RESPONSABILIDADE O Faturamento da Indústria da Alimentação representa 9,2% do PIB. A Indústria de Alimentos industrializados é responsável por 17% (US$ 10 bilhões) do total das exportações brasileiras e o Agronegócio de Alimentos e Bebidas por 24%. Presiden/Tecnologia Italiana 10

11 II - CARACTERIZAÇÃO DA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS E DO AGRONEGÓCIO Presiden/Tecnologia Italiana 11

12 FLUXOGRAMA DA DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS (R$ BILHÕES) 2001 PIB ,1 Processamento 55,8 Estoque Ind e Com. 6,1 Faturamento Ind. Alim. 111,8 Export 24,0 2,8 Import Distribuição SM Consumo 65,2 84,4 FS 19,2 Mercado FS 19,2 101,4 PIB Agrícola Export 13,7 Feiras, Indústrias Mercados, SMs 26,0 (+) In Natura 45,6 5,2 37,1 (70%) Import 11,1 (30%) Hotéis, Bares, Restaurantes FS 11,1 = Total 30,4 Presiden/Tecnologia Italiana 12

13 FATURAMENTO LÍQUIDO DA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO (R$ Bilhões) Alimentação Alimentos Bebidas ,7 67,4 85,8 73,9 92,3 79,5 100,2 86, , ,3 11,8 12,8 13,8 15, Presiden/Tecnologia Italiana 13

14 SETORES DA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS (R$ Bilhões) (2001) 18,0 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 15,2 Total: R$ 96,8 bilhões 14,4 17,2 12,5 10,4 9,3 6,7 3,5 1 6,4 Beneficiamento café, cereais Derivados de carne Laticínios Óleos e gorduras Derivados de trigo Açúcares Derivados de frutas e vegetais Chocolate e balas Conservas de pescados Diversos Presiden/Tecnologia Italiana 14

15 PARTICIPAÇÃO DO COMPLEXO AGROINDUSTRIAL NO PIB BRASILEIRO 1996 (R$ Milhões) Produto Interno Bruto do CAI Valor Valor Adicionado Impostos sobre produtos do CAI PIB do CAI PIB do Brasil Participação do CAI no PIB do Brasil 20,6% Fonte: CAI; ABAG Presiden/Tecnologia Italiana 15

16 PIB DO AGRONEGÓCIO 2001 (R$ Bilhões) VALOR ADICIONADO 2001 PIB 1.184,7 PIB do Agronegócio (20,6%) 244,0 Agropecuária (42,29%) 103,2 Fornecedores de insumos e máquinas para agropecuária (4,57%) 11,1 Proces. Agroindustrial (34,82%) 85,0 Serviços (18,32%) 44,7 PIB da Indústria de Produtos Alimentares (17,64%) 43,0 Café (6,08%) 2,62 Açúcar (4,47%) 1,92 Beneficiamento Prod. Vegetais (21,36%) 9,18 Abate de animais (16,84%) 7,24 Laticínios (8,47%) 3,64 Fabricação de óleos vegetais (8,40%) 3,61 Fabricação outros produtos alimentares (34,38%) 14,78 Fonte: BCB, IBGE, CAI/ABAG, Presiden/Tecnologia Italiana 16

17 EXPORTAÇÕES DE ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS (US$ Milhões) 58,222 55,085 14,001 48,011 16,256 12,917 0,891 4,528 7,557 1,017 4,489 8,494 1,003 5,243 10,009 60,000 50,000 40,000 30,000 20,000 10,000 0, Total geral das exportações Agronegócio de Alimentos Agropecuária Não Alimentícia Alimentos In Natura Industrializados Fonte: Secex Presiden/Tecnologia Italiana 17

18 PRINCIPAIS EXPORTAÇÕES DE ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS (US$ Milhões) Açúcares e produtos de confeitaria Carnes e miudezas comestíveis Conservas de frutas e vegetais Resíduos - farelo de soja Óleos e gorduras vegetais Conservas de carnes e peixes Preparações diversas Bebidas Cacau e derivados Fonte: Secex Presiden/Tecnologia Italiana 18

19 III - CRESCIMENTO DO CONSUMO DE ALIMENTOS Presiden/Tecnologia Italiana 19

20 A ESTABILIDADE E O CRESCIMENTO DO MERCADO PIB cresceu 18,3% nos últimos 6 anos e o PIB per capita 7,5%. Indústria da alimentação cresceu na 15,4% na Produção Física em 30 meses de estabilização. Na 1ª fase do Real de 1994 a 98 a indústria da alimentação cresceu 24% na produção física e na 2ª fase (99/01) 8,7%. As taxas de crescimento anual nos 2 períodos de política econômica foram: 1ª fase 4,4% 2ª fase 2,8% Presiden/Tecnologia Italiana 20

21 CRESCIMENTO DO CONSUMO DE ALIMENTOS (var ( var% % acumulada) 18,8 30,0 23,7 44,1 41,0 80,1 71,1 90,0 80,0 70,0 60,0 35,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0, Carne bovina Frango Carne suína Queijo Cerveja Refrigerante Iogurte Biscoitos Presiden/Tecnologia Italiana 21

22 CRESCIMENTO DO CONSUMO DE ALIMENTOS (var% acumulada) 6,2 15,4 21,6 25,0-16,1-2,7 1,6 0,9 13,6 20,0 15,0 5,0 10,0 0,0-5,0-10,0-15,0-20, Carne bovina Frango Carne suína Queijo Cerveja Refrigerante Iogurte Biscoitos Presiden/Tecnologia Italiana 22

23 CRESCIMENTO DO CONSUMO DE ALIMENTOS (var% acumulada) 3,9 26,1 75,3 50,1 43,2 72,7 31,3 104,7 120,0 100,0 80,0 60,0 40, ,0 0,0 Carne bovina Frango Carne suína Queijo Cerveja Refrigerante Iogurte Biscoitos Presiden/Tecnologia Italiana 23

24 IV - CENÁRIO MUNDIAL DA SEGURANÇA ALIMENTAR E OPORTUNIDADES PARA O BRASIL Presiden/Tecnologia Italiana 24

25 SEGURANÇA ALIMENTAR NA GLOBALIZAÇÃO E FUNÇÃO ESTRATÉGICA DO AGRONEGÓCIO NOVA ORDEM MUNDIAL PROJETA PAPEL DO BRASIL NO MERCADO MUNDIAL DE ALIMENTOS. QUADRO MUNDIAL DA SEGURANÇA ALIMENTAR PROJETA O TEMA COMO PRIORIDADE VITAL. DO LADO DEMANDA CRESCIMENTO VEGETATIVO DA POPULAÇÃO MUNDIAL AINDA SERÁ EXPONENCIAL ATÉ POPULAÇÃO MUNDIAL QUE EM 1960 ERA DE 3,0 BILHÕES ATINGIU 6,3 BILHÕES NA VIRADA DO SÉCULO. HÁ, AINDA, CRESCIMENTO DA DEMANDA PELO FATOR-RENDA E INCORPORAÇÃO AO CONSUMERISMO DO MERCADO ASIÁTICO. DO LADO DA OFERTA A DISPONIBILIDADE DE TERRAS AGRICULTÁVEIS DECAI SISTEMATICAMENTE. DE UM HECTARE AGRICULTÁVEL POR HABITANTE DO PLANETA NO INÍCIO DO SÉCULO TEMOS AGORA NESTE INÍCIO DE SÉCULO 0,5 HA/HAB. Presiden/Tecnologia Italiana 25

26 ÁREA AGRICULTÁVEL PER CAPITA NO PLANETA População Mundial (bilhões) 1,1 0,9 0,75 5,3 3,8 4,2 3,1 0,62 Hectares Agricultáveis (Per Capita) 11 9,1 7,8 6,2 0,52 0,42 0,37 0,31 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0, Presiden/Tecnologia Italiana 26

27 V - INVESTIMENTOS DA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO Presiden/Tecnologia Italiana 27

28 PUBLICAÇÕES DA ABIA SOBRE INVESTIMENTOS A NÍVEL SETORIAL INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO EM 2000 INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO EM 2001 Setembro 2001 Setembro 2002 Presiden/Tecnologia Italiana 28

29 INVESTIMENTOS A NÍVEL MACRO Estimativas ABIA/Decon: 3% do faturamento do setor alimentício. Discriminação Faturamento da Indústria da Alimentação em 2001 Faturamento da Indústria de Alimentos US$ 47,7 bilhões US$ 41,2 bilhões Investimentos em marketing (1%) 477 Novos produtos (1,5%) 715 Equipamentos (0,5%) 238 Total US$ Milhões Presiden/Tecnologia Italiana 29

30 VI - O PROJETO ABIA-APEX APEX Presiden/Tecnologia Italiana 30

31 Presiden/Tecnologia Italiana 31

32 Presiden/Tecnologia Italiana 32

33 Presiden/Tecnologia Italiana 33

34 VII - INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NO SETOR ALIMENTÍCIO Presiden/Tecnologia Italiana 34

35 INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO E DEMANDA TECNOLÓGICA Classificação: Grandes Médias Pequenas Micro-empresas Grandes: onde estão as multinacionais-globais que já tem tecnologia, recursos etc; são independentes. As Demais Formam o Mercado Brasileiro para Máquinas e Equipamentos Naturalmente essas empresas querem modernizar os equipamentos para seguir as normas internacionais, aumentar produtividade, enfrentar a concorrência local e internacional, baixar custos etc. Presiden/Tecnologia Italiana 35

36 PERSPECTIVAS DE INVESTIMENTO TECNOLÓGICO Por que não investem mais? Custo do dinheiro, impostos, incertezas, concorrência do Mercosul, globalização etc. Resultado Imediato Adiamento dos melhoramentos, logo dos investimentos. Presiden/Tecnologia Italiana 36

37 VIII - A TECNOLOGIA ITALIANA NO SETOR ALIMENTAR BRASILEIRO Presiden/Tecnologia Italiana 37

38 A INFLUÊNCIA ITALIANA NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NO BRASIL A Tecnologia Italiana vem prestando valioso auxílio na Indústria Brasileira da Alimentação há várias décadas, particularmente nas Indústrias de Panificação, Confeitaria, Sorvetes e de Conservas Alimentares. Praticamente todas as indústrias de conservas na primeira fase da industrialização do país, adotaram a lata de folha de flandres como embalagem mais resistente ao tratamento bruto, às variações do clima e a mais perfeita conservação dos produtos. Quase todas as linhas de produção dessas latas foram importadas dos renomados fabricantes de máquinas da Itália. Presiden/Tecnologia Italiana 38

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