Atualmente a responsabilidade na adolescência tem sido alvo de amplas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Atualmente a responsabilidade na adolescência tem sido alvo de amplas"

Transcrição

1 Título: Adolescência, violência e responsabilidade Atualmente a responsabilidade na adolescência tem sido alvo de amplas discussões nos meios de comunicação. O estudo teórico deste tema vem sendo recebido como um bálsamo que poderia vir a resolver os problemas relativos a adolescentes que se portam como inimigos da sociedade. Queremos de antemão esclarecer que o objetivo de nosso trabalho não é defender ou proteger o adolescente da sociedade, e nem tampouco seu inverso, mas sim, discutirmos tema tão caro para a psicanálise como a responsabilidade. Tal discussão tem seu foco principal por encontrarem-se os adolescentes em um estado de exclusividade: para o Direito Penal Brasileiro os adolescentes são considerados inimputáveis, ou seja, não responsáveis 1 e estão sujeitos à legislação específica 2. O que isto quer dizer? Quer dizer que se uma pessoa matar mas for menor de dezoito anos ela é isenta de pena. Não só é isenta de pena, como, por não se configurar a culpabilidade 3, para o Direito não há crime. Ora, se não há crime, conseqüentemente, não há autor do ato, como podemos ler na Revista dos Tribunais 4 : Por serem inimputáveis, a criança ou adolescente jamais cometem crimes ou contravenções, incorrendo tão-só em ato infracional... Portanto, dizer que um adolescente cometeu um crime é, à luz do Direito, um erro, pois para o Direito não há crime na adolescência e sim ato infracional. De acordo com o Código Penal 5, os menores de dezoito anos e os loucos são, previamente, excluídos de qualquer possibilidade de se responsabilizar por seus atos. 1 Artigo 27 do nosso Código Penal, Os menores de dezoito anos são penalmente irresponsáveis, ficando sujeitos às normas estabelecidas na legislação especial. 2 Estatuto da Criança e do Adolescente lei n 8.069, de 13 de julho de 1990, Lei n de 12 de outubro de ª ed. Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, É o que será mensurável caso o autor do crime seja considerado responsável 4 Revista dos Tribunais, número 681/328, 2000, pp. 91 e 92 5 CÓDIGO PENAL São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2007, 9ª edição.

2 No caso dos loucos o juiz deve solicitar laudo psiquiátrico para que se constate a existência da doença mental. Com os menores de dezoito anos a causa biológica (imaturidade) é suficiente para que não seja atribuída a responsabilidade penal, não havendo necessidade de nenhuma indagação psicológica ou psiquiátrica. Investigando a justificativa de vários autores do Direito 6 para a inimputabilidade na adolescência compreendemos não se tratar de uma questão de maturidade biológica e nem por acreditarem que um adolescente não entende o caráter ilícito do ato infracional. Trata-se de uma política criminal 7, não os destinando a uma forma de castigo que acreditam contribuir para uma vida criminosa. Aqui temos um primeiro problema, pois porque razão um adolescente deve ser poupado de uma forma de castigo que acreditam ser perniciosa e um adulto não? Porque então não trabalhar para uma modificação do sistema carcerário, que sabemos ser altamente desumano? Também encontramos uma associação direta entre delinqüência juvenil e menor abandonado, pobreza, falta da educação, tanto escolar quanto a dos pais. Apesar de no Direito Penal haver um consenso de que o elemento vontade é importante na imputação da responsabilidade, ou seja, ter conhecimento de que o ato cometido é um ato contrário ao Direito, ainda assim, os menores de 18 anos são considerados irresponsáveis, mesmo supondo-se que entendiam perfeitamente o caráter ilícito do crime. Portanto, o que temos no Direito Penal é uma situação de exceção para os menores de dezoito anos. A medida sócio-educativa, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, não tem como objetivo a punição, como é o sentido da pena para maiores de 18 anos, mas sim o de uma assistência educativa. Visaria corrigir os jovens, considerados 6 Maiores informações podem ser encontradas na dissertação de mestrado A questão da responsabilidade na adolescência sob a ótica da Psicanálise e do Direito, defendida em setembro de 2007 na Universidade Estadual do Rio de Janeiro pela autora deste trabalho. 7 Hungria, N. - Comentários ao Código Penal, vol. I, tomo 2, arts. 11 a 27, Rio de Janeiro, Edição Revista Forense, 3ª edição, 1955, p

3 portadores de uma deficiência qualquer que precisa ser consertada ; com medicação específica, psicoterapia ou com a educação que lhes faltou. Como se fazendo os ajustes necessários em uma máquina que vem funcionando mal ou ainda extirpando variáveis exteriores 8 àquele sujeito, garantimos uma adequação deste à vida em sociedade. O objetivo é reformar o sujeito, como se ele tivesse erros que podem ser consertados por nós. Temos então o saber do lado dos especialistas, dos doutores. Onde fica o sujeito? Onde fica aquele que sofre, sonha, transgride? As teorias desenvolvimentistas o excluem com o argumento da maturação: Ele não está desenvolvido o suficiente ; as teorias sociológicas o desresponsabilizam: Ele é vítima da sociedade. Ou então estamos esperando aquele grande achado da ciência: a substância x é responsável pela criminalidade, mas certamente a nova substância comercializada pelo laboratório Y, poderá resolver este problema? De qualquer forma, em qualquer destas teorias, o sujeito perde as rédeas de sua vida, virando um joguete de forças maiores. Seguindo este raciocínio, até que ponto na execução das medidas sócio-educativas valoriza-se o adolescente sujeito de um ato? Ouve-se o que o adolescente tem a dizer sobre seu ato? As medidas sócio-educativas os auxiliam ou afogam aquilo que no sujeito insiste em se fazer ouvir? No entanto, para falarmos de responsabilidade, sob o ponto de vista da psicanálise, precisamos, em princípio, saber quem é este que transgride. O Direito, assim como a Medicina e a Psicologia, trabalham e pensam a categoria de sujeito de formas diversas, resultando em diferentes interpretações em relação aos atos daquele que age. 8 Exteriores como aquilo que o sujeito não pode controlar, alheio à sua vontade.

4 Será Freud que trará ao mundo a descoberta do inconsciente. (...) todos os atos e manifestações que noto em mim mesmo e que não sei como ligar ao resto de minha vida mental, devem ser julgados como se pertencessem a outrem; devem ser explicados por uma vida mental atribuída a essa outra pessoa. 9 Para a psicanálise, é exatamente aqui onde o sujeito se localiza, neste que ele não reconhece, mas que fala e age por ele. Não é no pensamento que está o sujeito, pelo contrário, quando ele pensa, está fora de seu ser. Lacan aponta para a existência de dois lugares diferentes: o lugar do penso e o lugar do sou. O inconsciente, este desconhecido, é regido por suas próprias leis e estas não dependem e nem se subordinam à vontade humana. Encontramos um estranho entre o ato de pensar e a ação propriamente dita. Esta concepção é que norteará a clínica ou a escuta do sujeito, pois se fundamenta na distinção entre o eu e o sujeito. Freud faz ainda a desconcertante descoberta que no inconsciente não há indicações de realidade, de modo que não se consegue distinguir entre a verdade e a imaginação que está catexizada com afeto. 10 A esta nova concepção da realidade chamou de realidade psíquica. O inconsciente é a verdadeira realidade psíquica. 11 Em 1920 com o texto Mais Além do Princípio do Prazer, Freud encontra a compulsão à repetição e a descreve economicamente, como tensão que não cessa, o resto que insiste. 12 Surge então uma face escura, formulada por Freud como pulsão de morte. Descobre a existência de um resto que persiste no psiquismo, levando o sujeito a repetir uma experiência desprazerosa compulsivamente. Este resto, sua fonte provém da pulsão de morte. Aquilo que perturba o sujeito a nível de seu eu, é justamente aquilo que lhe traz prazer a nível inconsciente. Ou seja, onde o sujeito diz sofrer, é ali onde 9 Freud, O Inconsciente (1915), in ESB, Rio de Janeiro, Imago Editora, vol. XIV, 1975, p Idem, Carta 69 - Extratos dos documentos dirigidos a Fliess, 1950 ( ) in ESB, Rio de Janeiro, Imago Editora, vol. I, p Idem, A Interpretação dos Sonhos ( ) in ESB, Rio de Janeiro, Imago Editora, vol. V, p Freud já havia se referido a esta tensão que não desaparece no texto Projeto para uma psicologia Científica de 1895.

5 mais goza. Há uma divisão do sujeito contra ele mesmo. O que fazer frente a um sujeito marcado por um corte, uma divisão, que faz com o que diz sentir como um desprazer a nível do eu, a nível do inconsciente, é o que o satisfaz? No Seminário A Ética da Psicanálise Lacan adverte que o gozo é um mal, 13 pois se relaciona ao mal do próximo, criando conseqüentemente, a total desarmonia nas relações sociais entre os homens, já apontada por Freud em O Mal-estar na Civilização. O conceito de gozo equivale ao que Freud descobriu na economia do masoquismo, quer dizer, uma patologia do prazer no desprazer. 14 Encarado como aquilo que faz o sujeito destruir a si mesmo, o gozo é o que o afasta de toda moderação e bem-estar. Lacan menciona que o gozo prejudica não apenas a homeostase do sujeito mas também o laço social, resistindo à moderação do princípio de prazer. 15 Podemos agora compreender a necessidade da existência da lei. Segundo Freud a lei se faz necessária porque apenas proíbe os homens de fazer aquilo a que seus instintos os inclinam 16, pois o desejo de transgredir é de todo sujeito. A lei impõe limite ao gozo e aponta que transgredir é gozar. 17 No texto Por que a guerra? vai dizer que a união se faz necessária para compensar a fortaleza que uma única pessoa poderia adquirir sobre os demais. Cada um deve renunciar a sua liberdade pessoal para uma convivência social pacífica. Freud nos alerta sobre a dificuldade, inerente à condição humana, para a constituição, com o próximo, de um tecido social. Há necessidade de uma instituição que zele para que um indivíduo não se submeta sobre os demais: essa instituição é exercida pelo Direito. O problema é que as leis são insuficientes para frear a crueldade do homem. Há algo que escapa e insiste na satisfação pulsional. Este é o motivo que Freud vai falar de 13 Lacan, J., O Seminário, livro 7, A ética da Psicanálise ( ), Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1991, p Freud, S. - O Problema econômico do masoquismo (1924), in ESB, Imago Editora, vol. XIX, (1975). 15 Lacan, J., - O Seminário, livro 7, op. cit. 16 Freud, S. - Totem e Tabu (1913[1912]), in ESB, Imago Editora, vol. XIII (1975), p Lacan, J. - O Seminário, livro 7. Op. cit., p. 217, grifo meu.

6 um mal-estar que está na base da civilização. Há necessidade de se abrir mão de um gozo para se viver em civilização, o que gera, inevitavelmente, sofrimento. Temos então o nosso sujeito, marcado pelo inconsciente e pela falta, que ocupa o lugar da desorganização, ao contrário da organização. Para o Direito o sujeito é um ser controlável, consciente de suas ações e livre para escolher entre o bem e o mal. Podemos agora refletir de forma diferenciada sobre as transgressões. Tais atos podem dar prazer a um sujeito, ou ainda, estarem visando justamente a lei. No artigo Criminosos em conseqüência de um sentimento de culpa, Freud comenta que no tratamento de pacientes seus que cometeram crimes, pôde verificar que esses atos visavam justamente à lei. Como então não responsabilizar o sujeito por seu ato? O problema central é que a punição por si só não produz a responsabilidade do sujeito por seu ato. Razão também pela qual a redução da maioridade penal não resolveria o problema da delinqüência juvenil. Este é o motivo que a Psicanálise considera a história particular de cada um, pois caso o sujeito não questione sua responsabilidade em relação ao seu ato, muito embora possa receber um castigo, não assentirá a punição, podendo viver em um total automatismo sem qualquer reflexão sobre seus atos. É por isso que Lacan nos diz que é fundamental um assentimento subjetivo para que o castigo tenha um significado para o sujeito. 18 Portanto, precisamos nos responsabilizar até mesmo por aquilo que desconhecemos em nós. Isso que desconhecemos em nós, Freud chamou de inconsciente. Nossos sonhos são um bom exemplo. Somos responsáveis por eles? Freud 18 Idem, Introdução teórica às funções da psicanálise em criminologia (1950) in Escritos, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1998.

7 não nos deixa esquecer que, se não nos responsabilizamos pelos nossos sonhos, nada poderemos fazer com eles 19. Se responsabilizar é sair da posição da queixa e se queixar é o mesmo que acreditar que alguém pode responder por aquilo que nos aflige ou que alguém é responsável pelo nosso mal-estar. Mas então se o sujeito puder se responsabilizar por seu ato, isso possibilitará que posteriormente não cometa mais crimes? Pode ser que sim, mas também pode ser que não, cada caso é um caso, é impossível fazer este tipo de previsão. Lacan porém nos aponta que o próprio fato de falar a alguém tem como resultado a transferência, uma vez que ao falar, a dimensão do outro aparece. Podemos então tratar da responsabilidade quando permitimos que o sujeito possa falar. Somente através da palavra é possível a ocorrência de um processo de subjetivação, com possibilidade para o sujeito retificar sua posição frente ao mundo. Queremos ainda salientar que não desconsideramos os efeitos da existência da miséria, da pobreza, do abandono e das precárias condições de vida que vive uma grande parte da população. Porém, visamos discutir qual a origem das transgressões sem transformá-la em uma visão simplista do problema, como por exemplo, reduzi-la ao contexto social do sujeito. O que a psicanálise tem a contribuir na interlocução com a Justiça é que existe outro registro, inconsciente, que impele o sujeito ao ato. Este reconhecimento pelo sujeito do que nele o impele a algo independente de sua vontade é um passo importante para que o sujeito se responsabilize e, a partir daí, possa escolher outra forma de se expressar. Caso contrário, estaríamos dizendo que os atos infracionais, as transgressões são decorrentes da falta de alimentação adequada, educação ou precárias condições de vida (baixos salários). Os crimes seriam 19 Freud, S., Algumas notas adicionais sobre a interpretação de sonhos como um todo (1925) in ESB, Rio de Janeiro, Imago Editora, vol. XIX, p. 165.

8 exclusividade apenas das classes populares, quando sabemos a enorme incidência de crimes nas classes média e alta, porém que, muitas vezes, não chegam até os bancos dos réus. Para finalizar, podemos agora compreender a instigante frase de Lacan 20 num artigo de 1965 intitulado A Ciência e a Verdade : Por nossa posição de sujeito somos sempre responsáveis. 20 Idem, A Ciência e a Verdade (1960) in Escritos, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1998.

Integração social e Segregação real: uma questão para as medidas socioeducativas no Brasil

Integração social e Segregação real: uma questão para as medidas socioeducativas no Brasil Integração social e Segregação real: uma questão para as medidas socioeducativas no Brasil Fídias Gomes Siqueira 1 Andréa Maris Campos Guerra 2 [...] a gente carecia de querer pensar somente nas coisas

Leia mais

A RESPONSABILIDADE DO SUJEITO, A RESPONSABILIDADE DO ANALISTA E A ÉTICA DA PSICANÁLISE

A RESPONSABILIDADE DO SUJEITO, A RESPONSABILIDADE DO ANALISTA E A ÉTICA DA PSICANÁLISE A RESPONSABILIDADE DO SUJEITO, A RESPONSABILIDADE DO ANALISTA E A ÉTICA DA PSICANÁLISE Maria Fernanda Guita Murad Pensando a responsabilidade do analista em psicanálise, pretendemos, neste trabalho, analisar

Leia mais

Teresina, 08 de junho de 2015.

Teresina, 08 de junho de 2015. Faculdade Estácio CEUT Coordenação do Curso de Bacharelado em Direito Disciplina: História do Direito Professor: Eduardo Albuquerque Rodrigues Diniz Turma: 1 B Alunas: Alice Brito, Larissa Nunes, Maria

Leia mais

www.apostilaeletronica.com.br

www.apostilaeletronica.com.br DIREITO PENAL PARTE GERAL I. Princípios Penais Constitucionais... 003 II. Aplicação da Lei Penal... 005 III. Teoria Geral do Crime... 020 IV. Concurso de Crime... 027 V. Teoria do Tipo... 034 VI. Ilicitude...

Leia mais

A BOCA CALA, O CORPO FALA: VIOLÊNCIA SEXUAL, SEGREDO E PSICANÁLISE.

A BOCA CALA, O CORPO FALA: VIOLÊNCIA SEXUAL, SEGREDO E PSICANÁLISE. A BOCA CALA, O CORPO FALA: VIOLÊNCIA SEXUAL, SEGREDO E PSICANÁLISE. Desde os primeiros passos de Freud em suas investigações sobre o obscuro a respeito do funcionamento da mente humana, a palavra era considerada

Leia mais

Embriaguez e Responsabilidade Penal

Embriaguez e Responsabilidade Penal Embriaguez e Responsabilidade Penal O estudo dos limites da responsabilidade penal é sempre muito importante, já que o jus puniendi do Estado afetará um dos principais direitos de qualquer pessoa, que

Leia mais

De onde vem a resistencia? 1

De onde vem a resistencia? 1 De onde vem a resistencia? 1 Maria Lia Avelar da Fonte 2 1 Trabalho apresentado na Jornada Freud-lacaniana. 2 M dica, psicanalista membro de Intersecção Psicanalítica do Brasil. De onde vem a resistência?

Leia mais

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 Patrícia Guedes 2 Comemorar 150 anos de Freud nos remete ao exercício de revisão da nossa prática clínica. O legado deixado por ele norteia a

Leia mais

CULPABILIDADE RESUMO

CULPABILIDADE RESUMO CULPABILIDADE Maira Jacqueline de Souza 1 RESUMO Para uma melhor compreensão de sanção penal é necessário a análise levando em consideração o modo sócio-econômico e a forma de Estado em que se presencie

Leia mais

Feminilidade e Violência

Feminilidade e Violência Feminilidade e Violência Emilse Terezinha Naves O tema sobre a violência e a feminilidade apresenta-se, nas mais diversas áreas do conhecimento, como um tema de grande interesse, quando encontramos uma

Leia mais

A fala freada Bernard Seynhaeve

A fala freada Bernard Seynhaeve Opção Lacaniana online nova série Ano 1 Número 2 Julho 2010 ISSN 2177-2673 Bernard Seynhaeve Uma análise é uma experiência de solidão subjetiva. Ela pode ser levada suficientemente longe para que o analisante

Leia mais

FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM. A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da

FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM. A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da FANTASIAS SEXUAIS INFANTIS, AS CRIANÇAS FALAM Maria Elisa França Rocha A intenção deste trabalho foi escutar crianças pequenas a respeito da sexualidade, bem como conhecer suas fantasias e as teorias que

Leia mais

3 mudanças internas que transformam sua vida para sempre

3 mudanças internas que transformam sua vida para sempre 3 mudanças internas que transformam sua vida para sempre Claudia Madureira e Anna Luyza Aguiar 2 Às vezes a vida nos entedia e nos pegamos procurando motivos para nos reenergizar. Nessa hora pensamos que

Leia mais

Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo

Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação é o que se busca promover a partir da realização do Projeto Transformador:

Leia mais

Traumatismo, repetição e comportamento infracional 1

Traumatismo, repetição e comportamento infracional 1 Traumatismo, repetição e comportamento infracional 1 Aline Guimarães Bemfica 2 Em Moral sexual civilizada e doença nervosa moderna (1908), Freud apresenta uma leitura psicanalítica do criminoso: aquele

Leia mais

MAL-ESTAR NA CIVILIZAÇÃO E O CONSUMISMO

MAL-ESTAR NA CIVILIZAÇÃO E O CONSUMISMO MAL-ESTAR NA CIVILIZAÇÃO E O CONSUMISMO 2012 Graduanda em Psicologia pelo Centro Universitário de Lavras UNILAVRAS (Brasil) E-mail: vivianecastrofreire@yahoo.com.br RESUMO Freud explica em seus textos

Leia mais

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 PARTE A Módulo I Acordos/Convenções Internacionais 1. Declaração Universal dos Direitos Humanos Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de

Leia mais

Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS?

Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? A grande maioria das pessoas só recorrem à oração quando estão com problemas de ordem material ou por motivo de doença. E sempre aguardando passivamente

Leia mais

Quem somos: Movimento CONTRA a Redução da Maioridade Penal

Quem somos: Movimento CONTRA a Redução da Maioridade Penal Quem somos: Movimento CONTRA a Redução da Maioridade Penal Tema de luta histórica de entidades governamentais e não governamentais campanhas, grupos, redes, pastorais, conselhos ligadas, sobretudo aos

Leia mais

AFORISMOS DE JACQUES LACAN

AFORISMOS DE JACQUES LACAN AFORISMOS DE JACQUES LACAN Marco Antonio Coutinho Jorge (org.) O texto de Lacan, assim como o de Swedenborg, segundo Borges, é daqueles que expõe tudo com autoridade, com uma tranqüila autoridade. Ciente,

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD 1 de 6 Comunidade Global Tema Direitos fundamentais do : Declaração Universal dos Direitos do OBJECTIVO: Participa consciente e sustentadamente na comunidade global 1. Leia, com atenção, a Declaração Universal

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 6.858, DE 2010 (Do Sr. Marcelo Itagiba)

PROJETO DE LEI N.º 6.858, DE 2010 (Do Sr. Marcelo Itagiba) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 6.858, DE 2010 (Do Sr. Marcelo Itagiba) Altera a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, Lei de Execução Penal, para criar comissão técnica independente da administração

Leia mais

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA E O DISCURSO JURÍDICO

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA E O DISCURSO JURÍDICO AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA E O DISCURSO JURÍDICO Material didático destinado à sistematização do conteúdo da disciplina Antropologia e Psicologia Jurídica Publicação no semestre 2015.1 Autor: Camila Yamaoka

Leia mais

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 2 TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI* *Artigo 5º da Constituição Brasileira

Leia mais

Donald Davidson e a objetividade dos valores

Donald Davidson e a objetividade dos valores Donald Davidson e a objetividade dos valores Paulo Ghiraldelli Jr. 1 Os positivistas erigiram sobre a distinção entre fato e valor o seu castelo. Os pragmatistas atacaram esse castelo advogando uma fronteira

Leia mais

Considerações acerca da transferência em Lacan

Considerações acerca da transferência em Lacan Considerações acerca da transferência em Lacan Introdução Este trabalho é o resultado um projeto de iniciação científica iniciado em agosto de 2013, no Serviço de Psicologia Aplicada do Instituto de Psicologia

Leia mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE PSICOLOGIA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE PSICOLOGIA CONSELHO DO DA UnB SE POSICIONA CONTRA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL O Conselho do (CIP/UnB) da, instância máxima do Curso de Psicologia (graduação e pós-graduação), em Reunião Ordinária de 23 de junho

Leia mais

DO PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE TEMPERADA

DO PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE TEMPERADA DO PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE TEMPERADA O Princípio da Territorialidade Temperada informa a aplicação da lei penal brasileira aos crimes cometidos no território nacional I, mas não é absoluta, admitindo

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Uvas verdes: os filhos no processo de separação Juliana Gomes de Carvalho *1 Neide Heliodória Pires da Silva *2 Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram?".

Leia mais

Entrevista com Pierre Fédida

Entrevista com Pierre Fédida Rev. Latinoam. Psicopat. Fund., IV, 1, 168-174 Entrevista com Pierre Fédida (Concedida a Paulo Roberto Ceccarelli em Paris, no dia 27 de julho de 2000) 168 Há algum tempo o Sr. tem utilizado a expressão

Leia mais

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da Introdução O interesse em abordar a complexidade da questão do pai para o sujeito surgiu em minha experiência no Núcleo de Atenção à Violência (NAV), instituição que oferece atendimento psicanalítico a

Leia mais

INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. Jefferson Aparecido Dias *

INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. Jefferson Aparecido Dias * INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Jefferson Aparecido Dias * Introdução Um dos temas mais polêmicos da atualidade no Brasil é a possibilidade de internação compulsória de crianças e adolescentes

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Transmissão voluntária do vírus da AIDS e suas consequências penais Gecivaldo Vasconcelos Ferreira 1. Comentário preambular A contaminação voluntária de terceiros por pessoas infectadas

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica Psicologia Jurídica. Psicologia Jurídica, Forense, Judiciária e Criminal

Pontifícia Universidade Católica Psicologia Jurídica. Psicologia Jurídica, Forense, Judiciária e Criminal Pontifícia Universidade Católica Psicologia Jurídica Psicologia Jurídica, Forense, Judiciária e Criminal A Psicologia Jurídica corresponde a toda aplicação do saber psicológico às questões relacionadas

Leia mais

Você foi criado para tornar-se semelhante a Cristo

Você foi criado para tornar-se semelhante a Cristo 4ª Semana Você foi criado para tornar-se semelhante a Cristo I- CONECTAR: Inicie o encontro com dinâmicas que possam ajudar as pessoas a se conhecer e se descontrair para o tempo que terão juntas. Quando

Leia mais

SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS

SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS Minhas áreas de atuação são, pela ordem de número de eventos: Gestão de Projetos; Gestão de Ativos; Gestão de Segurança Industrial e Gestão Estratégica de empresas. Considero-me,

Leia mais

8 Andréa M.C. Guerra

8 Andréa M.C. Guerra Introdução A loucura sempre suscitou curiosidade, temor, atração. Desde a época em que os loucos eram confinados em embarcações errantes, conforme retratado na famosa tela Nau dos loucos, de Hieronymus

Leia mais

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica.

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. António Mora PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. Uma metafísica é um modo de sentir as coisas esse modo de

Leia mais

O apelo contemporâneo por laços narcísicos

O apelo contemporâneo por laços narcísicos O apelo contemporâneo por laços narcísicos Ângela Buciano do Rosário Psicóloga, Doutoranda em Psicologia PUC-MG. Bolsista da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais - FAPEMIG. Mestre em

Leia mais

Miracy Gustin * Responsabilidade Social do Operador Jurídico é um tema muito importante. Primeiro, porque nós não estamos chamando o operador

Miracy Gustin * Responsabilidade Social do Operador Jurídico é um tema muito importante. Primeiro, porque nós não estamos chamando o operador Miracy Gustin * A verdade é que quando recebi o convite, sendo uma associação de advogados de trabalhadores rurais, fiquei muito emocionada. E pensei: eu tenho que levar o melhor. O que vale mesmo é eu

Leia mais

FILOSOFIA COMENTÁRIO DA PROVA DE FILOSOFIA

FILOSOFIA COMENTÁRIO DA PROVA DE FILOSOFIA COMENTÁRIO DA PROVA DE FILOSOFIA A prova de filosofia se mostrou abrangente em relação aos conteúdos propostos. Destacamos algumas pequenas observações nas questões envolvendo o livro X da República de

Leia mais

PONTO 1: Teoria da Tipicidade PONTO 2: Espécies de Tipo PONTO 3: Elementos do Tipo PONTO 4: Dolo PONTO 5: Culpa 1. TEORIA DA TIPICIDADE

PONTO 1: Teoria da Tipicidade PONTO 2: Espécies de Tipo PONTO 3: Elementos do Tipo PONTO 4: Dolo PONTO 5: Culpa 1. TEORIA DA TIPICIDADE 1 DIREITO PENAL PONTO 1: Teoria da Tipicidade PONTO 2: Espécies de Tipo PONTO 3: Elementos do Tipo PONTO 4: Dolo PONTO 5: Culpa 1.1 FUNÇÕES DO TIPO: a) Função garantidora : 1. TEORIA DA TIPICIDADE b) Função

Leia mais

RESISTÊNCIA e DESEJO do ANALISTA: quem trabalha na psicanálise com crianças *

RESISTÊNCIA e DESEJO do ANALISTA: quem trabalha na psicanálise com crianças * RESISTÊNCIA e DESEJO do ANALISTA: quem trabalha na psicanálise com crianças * Maria Inês Lamy Palavras-chave: psicanálise com crianças / trabalho dos pais na psicanálise com crianças / resistência / resistência

Leia mais

Educação Infantil - Ensino Fundamental - Ensino Médio. Atividade: Reflexão sobre Bullying e Uso consciente da internet

Educação Infantil - Ensino Fundamental - Ensino Médio. Atividade: Reflexão sobre Bullying e Uso consciente da internet Educação Infantil - Ensino Fundamental - Ensino Médio Atividade: Reflexão sobre Bullying e Uso consciente da internet Público: Sétimos anos Data: 25/5/2012 Proposta: Sensibilizar e esclarecer os alunos

Leia mais

COMENTÁRIOS DA PROVA DE DIREITO PENAL ANALISTA PROCESUAL MPU 2004

COMENTÁRIOS DA PROVA DE DIREITO PENAL ANALISTA PROCESUAL MPU 2004 COMENTÁRIOS DA PROVA DE DIREITO PENAL ANALISTA PROCESUAL MPU 2004 01- Podemos afirmar que a culpabilidade é excluída quando a) o crime é praticado em obediência à ordem, manifestamente legal, de superior

Leia mais

PROMOÇÃO DE SAÚDE MENTAL ENTRE OS FUNCIONÁRIOS DO SISTEMA PENITENCIÁRIO DA CIDADE DE LONDRINA.

PROMOÇÃO DE SAÚDE MENTAL ENTRE OS FUNCIONÁRIOS DO SISTEMA PENITENCIÁRIO DA CIDADE DE LONDRINA. PROMOÇÃO DE SAÚDE MENTAL ENTRE OS FUNCIONÁRIOS DO SISTEMA PENITENCIÁRIO DA CIDADE DE LONDRINA. Flávia Fernandes de Carvalhaes 1 Cintia Helena dos Santos 2 Angélica Blum Menezes 3 Ana Paula Fernandes dos

Leia mais

Terapia Analítica. Terapia analitica (S. Freud) (Conferências introdutórias à Psicanálise, Teoria Geral das Neuroses, 1916/17)

Terapia Analítica. Terapia analitica (S. Freud) (Conferências introdutórias à Psicanálise, Teoria Geral das Neuroses, 1916/17) Terapia Analítica Terapia analitica (S. Freud) (Conferências introdutórias à Psicanálise, Teoria Geral das Neuroses, 1916/17) A sugestão. O caráter transitório de seus efeitos lembra os efeitos igualmente

Leia mais

Megalomania: amor a si mesmo Raquel Coelho Briggs de Albuquerque 1

Megalomania: amor a si mesmo Raquel Coelho Briggs de Albuquerque 1 Megalomania: amor a si mesmo Raquel Coelho Briggs de Albuquerque 1 Alfredo estava na casa dos 30 anos. Trabalhava com gesso. Era usuário de drogas: maconha e cocaína. Psicótico, contava casos persecutórios,

Leia mais

13 DE DEZEMBRO DE 2009 FANTOCHES DA ILUSÃO, BOM SENSO OU SOMOS DONOS DA VERDADE?

13 DE DEZEMBRO DE 2009 FANTOCHES DA ILUSÃO, BOM SENSO OU SOMOS DONOS DA VERDADE? 13 DE DEZEMBRO DE 2009 FANTOCHES DA ILUSÃO, BOM SENSO OU SOMOS DONOS DA VERDADE? Infelizmente, os Centros Espíritas estão repletos de modismos e práticas vazias de sentido, oriundos da falta de conhecimento

Leia mais

APO TAME TOS SOBRE A A GÚSTIA EM LACA 1

APO TAME TOS SOBRE A A GÚSTIA EM LACA 1 APO TAME TOS SOBRE A A GÚSTIA EM LACA 1 Elza Macedo Instituto da Psicanálise Lacaniana IPLA São Paulo, 2008 A angústia é um afeto Lacan (2005) dedica o Seminário de 1962-1963 à angústia. Toma a experiência

Leia mais

SEXO. espiritualidade, instinto e cultura

SEXO. espiritualidade, instinto e cultura SEXO espiritualidade, instinto e cultura AGEU HERINGER LISBOA SEXO espiritualidade, instinto e cultura Copyright 2001 by Ageu Heringer Lisboa Projeto Gráfico: Editora Ultimato 2ª edição Maio de 2006 Revisão:

Leia mais

1ª Comissão ASSUNTOS CONSTITUCIONAIS, DIREITOS, LIBERDADES E GARANTIAS

1ª Comissão ASSUNTOS CONSTITUCIONAIS, DIREITOS, LIBERDADES E GARANTIAS 1ª Comissão ASSUNTOS CONSTITUCIONAIS, DIREITOS, LIBERDADES E GARANTIAS Audição do Presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV), Prof. Doutor João Lobo Antunes, e dos membros

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO DISCURSO SIMBOLISTA NO BRASIL Élcio Aloisio Fragoso 1 INTRODUÇÃO Neste texto, faremos algumas considerações acerca do discurso simbolista no Brasil, relativamente à história

Leia mais

Que Narciso é esse? (Henrique Figueiredo Carneiro henrique@unifor.br) Edição do Autor, 2007, 14 p. (DVD-book)

Que Narciso é esse? (Henrique Figueiredo Carneiro henrique@unifor.br) Edição do Autor, 2007, 14 p. (DVD-book) 251 Que Narciso é esse? (Henrique Figueiredo Carneiro henrique@unifor.br) Edição do Autor, 2007, 14 p. (DVD-book) Autor da resenha Thiago Costa Matos Carneiro da Cunha Psicanalista. Graduado em Psicologia

Leia mais

Relatório do estágio de prática de ensino em ciências sociais

Relatório do estágio de prática de ensino em ciências sociais UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UFRGS INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS UMANAS IFCH FACULDADE DE EDUCAÇÃO FACED Relatório do estágio de prática de ensino em ciências sociais Curso: Ciências Sociais

Leia mais

Resistência e dominação na relação psicanalítica 1

Resistência e dominação na relação psicanalítica 1 1 Estados Gerais da Psicanálise: Segundo Encontro Mundial, Rio de Janeiro 2003 Resistência e dominação na relação psicanalítica 1 Maria Izabel Oliveira Szpacenkopf izaszpa@uol.com.br Psicanalista, Membro

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. Junji Abe) Dispõe sobre o crime de intimidação vexatória. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta Lei tipifica o crime de intimidação vexatória. Art. 2º O Decreto-Lei

Leia mais

Considerações sobre a elaboração de projeto de pesquisa em psicanálise

Considerações sobre a elaboração de projeto de pesquisa em psicanálise Considerações sobre a elaboração de projeto de pesquisa em psicanálise Manoel Tosta Berlinck Um projeto de pesquisa é um objeto escrito que resulta de um processo de elaboração, esclarecimento e precisão.

Leia mais

POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS?

POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? 01/12/2003 POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? 2 Índice Geral I POR QUE NÃO ORAMOS COM FREQUÊNCIA?... 4 II QUANDO NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS... 5 III

Leia mais

CORPO FREUDIANO ESCOLA DE PSICANÁLISE SEÇÃO RIO DE JANEIRO PROGRAMAÇÃO 2012.2. INÍCIO: 07 de agosto FORMAÇÃO BÁSICA

CORPO FREUDIANO ESCOLA DE PSICANÁLISE SEÇÃO RIO DE JANEIRO PROGRAMAÇÃO 2012.2. INÍCIO: 07 de agosto FORMAÇÃO BÁSICA CORPO FREUDIANO ESCOLA DE PSICANÁLISE SEÇÃO RIO DE JANEIRO PROGRAMAÇÃO 2012.2 INÍCIO: 07 de agosto FORMAÇÃO BÁSICA MÓDULO: REAL, SIMBÓLICO E IMAGINÁRIO Quintas-feiras, horário: 9:30 às 11:30h, semanal

Leia mais

ALIENAÇÃO PARENTAL E SUAS CONSEQUÊNCIAS

ALIENAÇÃO PARENTAL E SUAS CONSEQUÊNCIAS ALIENAÇÃO PARENTAL E SUAS CONSEQUÊNCIAS Maria Berenice Dias www.mbdias.com.br www.mariaberenice.com.br www.direitohomoafetivo.com.br Grande parte das separações produz efeitos traumáticos que vêm acompanhados

Leia mais

ARTIGO 14 da Lei nº 6368/76: CRIME HEDIONDO!

ARTIGO 14 da Lei nº 6368/76: CRIME HEDIONDO! ARTIGO 14 da Lei nº 6368/76: CRIME HEDIONDO! ELIANE ALFRADIQUE O artigo 14 da Lei nº 6.368/76 tem causado certa dificuldade em sua aplicação prática. O enunciado do artigo em questão, tipifica a associação

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A figura do delinquente / transtornos da personalidade Vania Carmen de Vasconcelos Gonçalves* 1. INTRODUÇÃO Atualmente é comum nos depararmos diariamente com casos e relatos de violência,

Leia mais

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política ////////////////////////// Ficha de Leitura * ////////////////////////// MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política Introdução [À Crítica da Economia Política] Prefácio [Para a Crítica da Economia

Leia mais

A atuação do Residente de Psicologia nos Grupos de Pré-consulta *

A atuação do Residente de Psicologia nos Grupos de Pré-consulta * ARTIGOS A atuação do Residente de Psicologia nos Grupos de Pré-consulta * Raquel Moreira Pádova ** Introdução A questão que analiso neste trabalho, se refere à atuação do psicólogo nos grupos de pré-consulta

Leia mais

A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1

A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1 A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1 Este artigo trata da difícil relação entre a teoria psicanalítica, que tradicionalmente considerava os comportamentos eróticos entre pessoas

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE ALAGOAS

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE ALAGOAS NOTA TÉCNICA CONTRA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL A Defensoria Pública do Estado de Alagoas, por meio do Núcleo Especializado da Infância e da Juventude, em virtude de sua função institucional de exercer

Leia mais

Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos?

Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos? Opção Lacaniana online nova série Ano 3 Número 8 julho 2012 ISSN 2177-2673 Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos? Luciana Silviano Brandão Lopes Quem já não teve a sensação de ter tido muitos

Leia mais

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher.

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Vamos juntos trabalhar em prol da vida! BRASIL É CAMPEÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NUM RANKING DE 54 PAÍSES fonte: Sociedade Mundial de Vitimologia,

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

Clarice Gatto. O traumático que a experiência psicanalítica torna comunicável

Clarice Gatto. O traumático que a experiência psicanalítica torna comunicável Clarice Gatto O traumático que a experiência psicanalítica torna comunicável Trabalho a ser apresentado na Mesa-redonda Poder da palavra no III Congresso Internacional de Psicopatologia Fundamental e IX

Leia mais

EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS E JOVENS PROJETO É TEMPO...

EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS E JOVENS PROJETO É TEMPO... EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS E JOVENS PROJETO É TEMPO... O que se pensava que era o século XXI Os carros voam por estradas àreas O teletransporte é comum Fazem-se excursões a Marte A economia é sempre

Leia mais

SUSPENSÃO DO PROCESSO NO DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS

SUSPENSÃO DO PROCESSO NO DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS SUSPENSÃO DO PROCESSO NO DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS No Processo Penal Português está plasmado o princípio da suficiência daquele, o qual, nos termos do disposto no artigo 7.º, n.º 1, CPP, prevê

Leia mais

Processo nº 0024.12.301.686-7 Ação de Indenização Autor: Émerson Gil Tremea e outros Réu : Educadora Itapoã Ltda

Processo nº 0024.12.301.686-7 Ação de Indenização Autor: Émerson Gil Tremea e outros Réu : Educadora Itapoã Ltda 1 Processo nº 0024.12.301.686-7 Ação de Indenização Autor: Émerson Gil Tremea e outros Réu : Educadora Itapoã Ltda Vistos, etc. Ementa: Escola particular. Aluno reprovado em teste de seleção, por insuficiência

Leia mais

Empresas podem usar detector de mentiras, decide Justiça. Quarta, 21 de setembro de 2005, 14h44 Fonte: INVERTIA notícias portal terra

Empresas podem usar detector de mentiras, decide Justiça. Quarta, 21 de setembro de 2005, 14h44 Fonte: INVERTIA notícias portal terra Empresas podem usar detector de mentiras, decide Justiça. Quarta, 21 de setembro de 2005, 14h44 Fonte: INVERTIA notícias portal terra Décio Guimarães Júnior Acadêmico do 6ºperíodo do curso de graduação

Leia mais

Rudolf Steiner. Londres, 2 de Maio de 1913

Rudolf Steiner. Londres, 2 de Maio de 1913 Rudolf Steiner Londres, 2 de Maio de 1913 O Mistério do Gólgota é o mais difícil de se compreender de todos os Mistérios, mesmo para aqueles que alcançaram um estágio avançado no conhecimento oculto. Entre

Leia mais

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.)

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) O ATO DE ESTUDAR 1 (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) Paulo Freire, educador da atualidade, aponta a necessidade de se fazer uma prévia reflexão sobre o sentido do estudo. Segundo suas palavras:

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS CURSO DE PSICOLOGIA UNIDADE SÃO GABRIEL PROJETOS ACADÊMICOS ESPECIAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS CURSO DE PSICOLOGIA UNIDADE SÃO GABRIEL PROJETOS ACADÊMICOS ESPECIAIS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS CURSO DE PSICOLOGIA UNIDADE SÃO GABRIEL PROJETOS ACADÊMICOS ESPECIAIS GRUPO DE ESTUDOS EM PSICOLOGIA JURÍDICA Ementa Estudar o campo da psicologia jurídica

Leia mais

MÓDULO 5 O SENSO COMUM

MÓDULO 5 O SENSO COMUM MÓDULO 5 O SENSO COMUM Uma das principais metas de alguém que quer escrever boas redações é fugir do senso comum. Basicamente, o senso comum é um julgamento feito com base em ideias simples, ingênuas e,

Leia mais

A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560

A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560 A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560 A Sociedade muda (acentuando o problema das drogas nos últimos 30 anos) Ao

Leia mais

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro Não Há Saúde Sem Saúde Mental Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro 1 a 17 de Outubro de 2010 Exposição promovida pelo Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental O QUE É A SAÚDE MENTAL? É sentir-nos

Leia mais

RESPONSABILIDADE DOS ATORES POLÍTICOS E PRIVADOS

RESPONSABILIDADE DOS ATORES POLÍTICOS E PRIVADOS SEGURANÇA DE BARRAGENS DE REJEITOS RESPONSABILIDADE DOS ATORES POLÍTICOS E PRIVADOS SIMEXMIN OURO PRETO 18.05.2016 SERGIO JACQUES DE MORAES ADVOGADO DAS PESSOAS DAS PESSOAS NATURAIS A vida é vivida por

Leia mais

ença grave, provavelmente do cérebro, com poucas perspetivas de recuperação e que poderá mesmo, num breve espaço de tempo, levar à morte da paciente.

ença grave, provavelmente do cérebro, com poucas perspetivas de recuperação e que poderá mesmo, num breve espaço de tempo, levar à morte da paciente. I Minhas senhoras e meus senhores! É para mim uma experiência nova e desconcertante apresentar me como conferencista no Novo Mundo diante de um público interessado. Parto do princípio de que esta honra

Leia mais

O que fazer com Champinha?

O que fazer com Champinha? O que fazer com Champinha? Como bem sabemos, a questão referente à maioridade penal engendra uma série de controvérsias. Muitos defendem a redução da idade para responsabilização penal ou apóiam a imputação

Leia mais

O Planejamento Participativo

O Planejamento Participativo O Planejamento Participativo Textos de um livro em preparação, a ser publicado em breve pela Ed. Vozes e que, provavelmente, se chamará Soluções de Planejamento para uma Visão Estratégica. Autor: Danilo

Leia mais

FREUD: IMPASSE E INVENÇÃO

FREUD: IMPASSE E INVENÇÃO FREUD: IMPASSE E INVENÇÃO Denise de Fátima Pinto Guedes Roberto Calazans Freud ousou dar importância àquilo que lhe acontecia, às antinomias da sua infância, às suas perturbações neuróticas, aos seus sonhos.

Leia mais

PARTICIPAÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL DE EXECUÇÃO PENAL RIO DE JANEIRO 3 a 05 DE SETEMBRO DE 2003.

PARTICIPAÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL DE EXECUÇÃO PENAL RIO DE JANEIRO 3 a 05 DE SETEMBRO DE 2003. PARTICIPAÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL DE EXECUÇÃO PENAL RIO DE JANEIRO 3 a 05 DE SETEMBRO DE 2003. O PAPEL DO PODER JUDICIÁRIO NO PROCESSO LEGISLATIVO, NA APLICAÇÃO E EXECUÇÃO DA PENAS E MEDIDAS ALTERNATIVAS.

Leia mais

O Código Penal dá tratamento moralista aos crimes sexuais e reflete claramente as relações de gênero de sua época:

O Código Penal dá tratamento moralista aos crimes sexuais e reflete claramente as relações de gênero de sua época: 61 O Código Penal dá tratamento moralista aos crimes sexuais e reflete claramente as relações de gênero de sua época: Não se nota preocupação dos legisladores com a proteção de crianças e adolescentes

Leia mais

Módulo 02 Professor Paulo Afonso Garrido de Paula 1

Módulo 02 Professor Paulo Afonso Garrido de Paula 1 Módulo 02 Professor Paulo Afonso Garrido de Paula 1 Vídeo Aula 1 2 O Direito da Criança e do Adolescente Vamos tratar do direito da criança e do adolescente. Uma primeira observação: quando se afirma a

Leia mais

EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE

EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE RETROATIVIDADE DA LEI QUE NÃO MAIS CONSIDERA O FATO COMO CRIMINOSO ART. 107, III ABOLITIO CRIMINIS O CRIME É APAGADO CONSIDERA-SE INEXISTENTE PRESCRIÇÃO ART. 107, IV CP PRESCRIÇÃO LIMITAÇÃO TEMPORAL DO

Leia mais

AVALIADOR PARA CURSO

AVALIADOR PARA CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA-UFSM FUNDAÇÃO DE APOIO À TECNOLOGIA E CIÊNCIA EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PÚBLICO N 2015/3050033-02 INSCRIÇÕES PARA SELEÇÃO DE AVALIADOR PARA CURSO A FUNDAÇÃO DE APOIO

Leia mais

Clínica Psicanalítica e Ambulatório de Saúde Mental

Clínica Psicanalítica e Ambulatório de Saúde Mental Clínica Psicanalítica e Ambulatório de Saúde Mental Trabalho apresentado na IV Jornada de Saúde Mental e Psicanálise na PUCPR em 21/11/2009. A prática da psicanálise em ambulatório de saúde mental pode

Leia mais

Respostas não definitivas em uma sabatina sobre drogas

Respostas não definitivas em uma sabatina sobre drogas Respostas não definitivas em uma sabatina sobre drogas Gerivaldo Neiva * - Professor, mas o senhor não acha que um mundo sem drogas seria melhor para todos? - Definitivamente, não! Um mundo sem drogas

Leia mais

Henry Thoreau: Crítica e percepção de seu tempo uma análise de Desobediência Civil Carlos Guilherme Rocha

Henry Thoreau: Crítica e percepção de seu tempo uma análise de Desobediência Civil Carlos Guilherme Rocha Henry Thoreau: Crítica e percepção de seu tempo uma análise de Desobediência Civil Carlos Guilherme Rocha...é preciso estender a autoridade da União até as pessoas dos cidadãos, que são os verdadeiros

Leia mais