A LER na contramão da sociedade inclusiva

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A LER na contramão da sociedade inclusiva"

Transcrição

1 A LER na contramão da sociedade inclusiva José Newton Garcia de Araújo Professor do Instituto de Psicologia da PUC Minas, pesquisador do CNPq Entre os diversos grupos de portadores de deficiências, seria importante incluirmos, nos dias atuais, os trabalhadores que têm contraído, em estágio avançado e irreversível, as chamadas LER (Lesões por Esforços Repetitivos), recentemente também denominadas DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho).1 Essa doença ocupacional se caracteriza por um conjunto variado de lesões,2 cuja origem estaria associada a uma complexidade de fatores, entre os quais sobressaem certos modos de repetitividade na execução de tarefas, a inadequação das condições e da organização do trabalho, bem como um conjunto de outros fatores ergonômicos e psicossociais. Sendo considerada de caráter epidêmico, desde o fim dos anos 80,3 a LER/DORT foi reconhecida oficialmente, no Brasil, em 1990,4 como uma doença ocupacional que acomete as mais diversas categorias de trabalhadores. Hoje há um consenso entre pesquisadores, médicos do trabalho e outros profissionais da saúde ocupacional, representantes do poder público e, evidentemente, entre os próprios trabalhadores, de que a LER/DORT constitui a maioria absoluta das doenças ocupacionais notificadas no país. Ela tem levado à aposentadoria precoce pessoas que se encontram em plena capacidade para o trabalho. A faixa etária mais atingida se situa entre pessoas de 20 a 49 anos, sendo ainda maior a concentração em pessoas de 30 a 39 anos. Um relatório recente do NUSAT5 mostra a seguinte distribuição dos casos atendidos com diagnóstico de LER/DORT, em 1998: portadores de 20 a 29 anos: 195 casos ou 23,93% do total de casos atendidos; portadores de 30 a 39 anos: 293 casos, ou 35,95% desse mesmo total; portadores de 40 a 49 anos: 256 casos ou 31,41% dos casos. Neste trabalho, o que nos interessa especialmente é mostrar que essa patologia, em seus estágios mais avançados, transforma o trabalhador acometido em portador de deficiência. Não vamos aqui nos deter na descrição dessa deficiência que acomete principalmente os membros superiores. Lembramos, no entanto, que ela incapacita a pessoa não apenas para o trabalho, mas para as mais diversas atividades, no cotidiano de sua vida privada. Afinal, mãos e braços são partes do corpo essenciais para o exercício de qualquer tarefa, bem como para diversas outras formas de contato - inclusive afetivo - com as demais pessoas. Mulheres ou homens jovens, em plena idade produtiva, esses lesionados não conseguem mais trabalhar, nem realizar tarefas domésticas rotineiras ou mesmo atividades de lazer. Exemplos: uma mãe de 24 anos não consegue segurar seu filho nos braços. Outra jovem aposentada não consegue segurar um prato, não consegue pentear-se etc. É evidente o aspecto trágico desse quadro, tanto mais que essa deficiência não é visível, à maneira de uma amputação, da cegueira 1

2 ou de uma paralisia motora. Por isso, muitas vezes a pessoa lesionada é desacreditada ou ridicularizada pelos colegas de trabalho ou por familiares, que dizem "não estar vendo nada de diferente"nela. Aí está: uma pessoa deficiente que "não parece"deficiente. No entanto, além de conviver quase constantemente com fortes dores, ela se sente tomada por um sentimento generalizado de inutilidade, de exclusão social, ora no trabalho, ora na família ou no convívio com amigos. Por que falar, então, que a LER está na contramão da sociedade inclusiva? Talvez porque, diferentemente das deficiências mais conhecidas que, mesmo precariamente, vêm conquistando a atenção do poder público e da sociedade civil, a LER/DORT tende a ser cada vez mais negada por esse mesmo poder, como doença ocupacional, pouco tempo após ter sido reconhecida oficialmente. Tal afirmação se baseia em questões como: a) a modificação implantada recentemente pelo Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS), através do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), nas normas técnicas para o diagnóstico da LER. Segundo os representantes dos trabalhadores e alguns médicos do trabalho, os novos critérios dificultam significativamente o reconhecimento da doença. A principal modificação dessa norma diz respeito ao estabelecimento de dois nexos entre a LER e o trabalho. Com efeito, até a norma técnica anterior, havia apenas o chamado nexo causal. No entanto, o novo texto exige, para reconhecimento da doença e para concessão de benefícios, que se estabeleça, além do nexo causal (tal lesão é de origem ocupacional), o nexo técnico (tal lesão foi provocada no atual posto de trabalho e não em outro ou em atividades fora do trabalho). Ora, para confirmar ou negar tal nexo, o perito do INSS deveria, por princípio, visitar a empresa ou pedir-lhe as informações necessárias sobre sua organização interna do trabalho, vistoriar detalhadamente o posto de trabalho do lesionado e a tarefa que ele executa, além de ter um conhecimento avançado de ergonomia. Em vez disso, há algo acontecendo no caminho inverso à resolução dos problemas que agravam a LER: uma queixa relativamente alta de trabalhadores lesionados é de que muitos peritos (em alguns lugares, o INSS está terceirizando a perícia médica, contratando médicos não especialistas em medicina do trabalho) estariam dificultando ao máximo o reconhecimento dos nexos, principalmente o nexo técnico. Assim, alguns peritos costumam desconsiderar os laudos de outros médicos que o lesionado lhes apresenta, descaracterizando previamente a patologia como doença do trabalho. Outros emitem laudos negativos, sem mesmo examinar o paciente, determinando sua volta ao trabalho. Outros ainda dizem simplesmente que a LER não existe mais. Vejamos o que diz uma lesionada: (...) Faço parte da Associação dos Portadores de LER. Gostaria de perguntar por que a gente leva relatórios para os médicos. Sou lesionada, tive alta, e foi um ginecologista que me deu alta... Ele me perguntou se eu sabia que LER já não era mais doença. Eu perguntei a ele se estavam mudando o nome LER. Ele falou para mim que não, que não estavam mudando, que era porque agora o Governo estava (...) Eu perguntei se ele não iria ler os relatórios. Eu tinha quatro relatórios, cada um de um ortopedista. Ele falou que não... que eu iria retornar ao trabalho. Os trabalhadores também se queixam de que as condutas dos peritos estariam mais afinadas com o interesse das empresas. Um representante dos trabalhadores afirma: 2

3 O perito, quando tem dúvida, simplesmente pede informações à empresa. As respostas dos peritos que nos estão chegando são de que o assegurado não está incapacitado para o trabalho. Segundo uma médica do trabalho, tais atitudes dos peritos não devem ser vistas como condutas pessoais a reparar. Na verdade, diz ela, tais condutas dependem de uma política da instituição (INSS), e a política da instituição cada vez mais caminha para dificultar o diagnóstico, dificultar o acesso aos benefícios acidentários, à readaptação e à reabilitação profissional. Outro comentário vem de um juiz do trabalho. Segundo ele, essa nova norma técnica "... está saindo dentro desse contexto de flexibilização, que significa supressão de direitos do trabalhador". Outro problema que, com a norma técnica de 98, apresenta-se ao trabalhador, diz respeito à emissão da CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho). Segundo o texto anterior, a emissão da CAT podia ser feita mediante a simples suspeita de LER, e devia ser emitida na data do primeiro dia útil de afastamento do trabalhador. Com a nova proposta, a emissão só se dará com diagnóstico firmado e com o LEM (Laudo de Exame Médico) preenchido. O que isso quer dizer? O trabalhador só poderá comunicar o acidente de trabalho caso, após o afastamento por, no máximo, 15 dias, a suspeita de uma lesão se confirmar após o retorno ao trabalho. Ora, sabe-se que a LER é uma patologia progressiva. E que seus primeiros sintomas são quase invisíveis, pois se manifestam como dor, considerada "subjetiva"e algumas vezes sem um quadro clínico visível. Sem o LEM e sem a CAT, o trabalhador voltará ao trabalho e o quadro da doença, inicialmente curável, só irá se degradando. Muitas outras questões poderiam aqui ser levantadas, para caracterizar um quadro progressivo de desproteção ao lesionado de LER. Uma delas é a dificuldade das empresas e seguradoras - atualmente favorecidas pelas políticas "privatizantes"do governo brasileiro - em reconhecer os nexos causal e técnico entre as patologias da LER e as condições de trabalho, negando ao lesionado seus direitos legais e previdenciários, incluindo-se aí o seguro por acidente de trabalho e a aposentadoria.6 Outra dificuldade: os entraves relativos à reabilitação profissional e à realocação dos portadores de LER em outras atividades laborais compatíveis com sua patologia específica. De um lado, com as recentes reformas no INSS (cf. Decreto 3.048, de 6/5/99), os serviços de reabilitação serão regionalizados. Isso pode significar algumas vantagens, mas por enquanto estaria havendo apenas uma descentralização mal administrada do CRP (Centro de Reabilitação Profissional) e uma grande dificuldade de atendimento aos lesionados que necessitam da reabilitação. Por outro lado, a realocação do trabalhador doente para outra atividade compatível com suas lesões exige uma reciclagem profissional. Mas isso quase não ocorre, pois mesmo quando ele é reciclado, volta para o mesmo posto onde trabalhava antes, sujeito às mesmas condições "adoecedoras"do trabalho. Outro grande tema discutido atualmente, que aponta para o desinvestimento do poder público em relação aos portadores de LER, diz respeito à proposta do governo de privatizar o SAT (Seguro de Acidentes de Trabalho). Todos sabemos que as atuais políticas governamentais, marcadas pelo modelo neoliberal, apontam para a privatização da Previdência Social. No caso do SAT, isso não é uma hipótese ou "conjectura"política. Com efeito, o governo já tem um projeto oficialmente divulgado, desde 1996, de passar a sua seguradora social (o 3

4 SAT) para as mãos do capital privado, através da criação das chamadas MAT - Mútuas de Acidentes do Trabalho e Doenças Ocupacionais, estranhamente denominadas organizações sociais "sem fins lucrativos". Uma autoridade médica do setor público, em Minas Gerais, afirma que sem dúvida alguma, por trás desse debate que estamos fazendo, da dificuldade de dia-gnóstico, da reclamação dos maus-tratos que os trabalhadores reclamam que estão sofrendo - e eu, particularmente, tenho rece-bido essas denúncias - por trás disso tudo realmente está a proposta de privatização do seguro de acidente de trabalho no Brasil. Além disso, segundo essa mesma autoridade, a privatização do seguro de acidentes do trabalho no Brasil trará um grave comprometimento do Sistema Único de Saúde, que trabalha com o princípio da universalidade, da eqüidade, da hierarquização e do controle social. Algumas categorias de trabalhadores, como os informais, estarão excluídas dos benefícios previdenciários, quando deles necessitarem. Assim, não é mera coincidência que a implantação da nova "Norma Técnica- vista como um retrocesso no reconhecimento da LER e no reconhecimento dos direitos previdenciários do trabalhador - seja contemporânea do projeto de privatização do SAT. O que vai acontecer? A proposta de privatização, feita pelo governo, prevê um repasse para as Mútuas de 61% do dinheiro arrecadado do SAT. Só para lembrarmos: em 1998, teriam sido arrecadados cerca de 2,5 bilhões de reais, mas o governo só gastou 1,5 bilhão. Em outras palavras, esse seguro social é superavitário. Por que então privatizá-lo e entregar sua gestão ao capital privado? O governo não pode dizer que há um "rombo"deficitário no SAT. E também não pode alegar a gestão falha desse programa. Mas as falhas na gestão não significam que o bom caminho é a privatização. Aliás, as experiências recentes de privatização de serviços públicos, no Brasil, mostram que a qualidade desses serviços piorou depois de passarem ao setor privado. De toda maneira, uma elementar lógica sugere que as propostas de criação das Mútuas se articulam bem com as novas condutas do INSS, no sentido de dificultar cada vez mais o reconhecimento das doenças ocupacionais, entre as quais a LER. Além disso, a privatização do SAT vai deixar desprotegidas, como dissemos acima, diversas categorias de trabalhadores lesionados, hoje assistidos via SUS. Essas e outras questões sugerem que são crescentes as dificuldades dos portadores de deficiências geradas pela LER, em sua luta para situar-se nas trilhas de uma sociedade inclusiva. Notas 1 Essa nova denominação data da elaboração da nova "Norma Técnica"de Norma Técnica é uma "ordem de serviço"da Divisão de Perícia Médica do INSS, destinada aos peritos que se ocupam da avaliação de incapacidade do trabalhador portador de doenças ocupacionais, para fins de benefícios previdenciários. Apesar da sigla DORT, o nome LER parece estar socialmente consolidado. Atualmente têm prevalecido, em publicações, relatórios técnicos ou mesmo na mídia, as denominações LER/DORT ou DORT/LER. 2 Uma recente cartilha da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho - Fundacentro, ligada ao Ministério do Trabalho, cita as seguintes lesões que caracterizam as LER/DORT: tenossinovite, tenossinovite de De Quervain, tenossinovite dos extensores dos dedos, tendinite do supraespinhoso, epicondilite, tendinite do bicipital, síndrome do túnel do carpo, cistos 4

5 sinoviais, bursite, dedo em gatilho, síndrome do desfiladeiro torácico, síndrome do pronador redondo, síndrome álgica miofascial, distrofia simpático-reflexa. 3 O reconhecimento da doença, no entanto, estava inicialmente restrito à categoria dos digitadores. Assim é que foi chamada de "tenossinovite do digitador", quando oficialmente reconhecida, através da Portaria 4062, de 6 de agosto de 1987, do Ministério da Previ ência Social. 4 Em 23/11/90, o Ministério do Trabalho publicou a Norma Regulamentadora n. 17 (NR-17), em que se fixavam normas e limites para as empresas com postos de trabalho que requeriam esforços repetitivos, ritmo acelerado e posturas inadequadas. Era um primeiro passo no rumo da prevenção. Em 1991, o Ministério unificado do Trabalho e Previdência Social publicou a primeira Norma Técnica de LER (NT/91), mas, ainda nesse momento, somente os digitadores tinham sua doença reconhecida como "ocupacional". Só em 1993 a NT/91 foi modificada, no sentido de reconhecer a extensão da LER a inúmeras outras categorias profissionais. 5 Relatório Anual de 1998 do NUSAT - Núcleo de Referência em Doenças Ocupacionais da Previdência Social, do INSS/MG. 6 Uma autoridade do INSS me relatou, recentemente, o caso de vários processos de aposentadoria - tratava-se de bancários portadores de LER, que tinham passado diversas vezes por juntas periciais, com a recomendação para aposentadoria, pois o diagnóstico apontava para a gravidade e a irreversibilidade do quadro patológico. Pois bem, a seguradora do banco estava contestando o laudo dos peritos, propondo que os lesionados fossem examinados por seus médicos particulares. 5

EXMO. Sr. JUIZ DA ª VARA DO TRABALHO DE TRT 13a Região. Ref.: Ação nº (ex.: RT 0025-2007-035-13-00-0)

EXMO. Sr. JUIZ DA ª VARA DO TRABALHO DE TRT 13a Região. Ref.: Ação nº (ex.: RT 0025-2007-035-13-00-0) EXMO. Sr. JUIZ DA ª VARA DO TRABALHO DE TRT 13a Região Ref.: Ação nº (ex.: RT 0025-2007-035-13-00-0), Médico(a) (especialidade, ex: Médico do Trabalho), inscrito(a) no Conselho Regional de Medicina nº

Leia mais

MANUAL DE DIREITOS S I N D E L O T M G

MANUAL DE DIREITOS S I N D E L O T M G MANUAL DE DIREITOS S I N D E L O T M G DECLARADO DE UTILIDADE PÚBLICA, LEI ESTADUAL Nº 13.805 DE 28/12/2000 FUNDADO EM 01 DE JULHO DE 1996 O SINDELOT MG e filiado a Federação dos Empregados em Turismo

Leia mais

5. Conceituação da L.E.R../D.O.R.T.

5. Conceituação da L.E.R../D.O.R.T. Programa de Prevenção e Acompanhamento de L.E.R./D.O.R.T. 1. Objetivo Informar e orientar a estrutura hierárquica (chefias, gerências, diretorias) e os empregados dos bancos para a identificação dos fatores

Leia mais

d) condições ergonômicas não ensejam aposentadoria especial e) o trabalho penoso é aceito para enquadramento para aposentadoria especial.

d) condições ergonômicas não ensejam aposentadoria especial e) o trabalho penoso é aceito para enquadramento para aposentadoria especial. QUESTÕES DE PROVA BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS 1. Considerando a análise do direito ao auxílio doença, analise as situações abaixo e assinale S (sim) ou N (não) quanto a essa concessão. A seguir, assinale

Leia mais

LER/DORT. Lesões por Esforços Repetitivos (LER) Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort)

LER/DORT. Lesões por Esforços Repetitivos (LER) Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort) LER/DORT Lesões por Esforços Repetitivos (LER) Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort) Introdução: O que é LER/Dort? São danos decorrentes da utilização excessiva imposta ao sistema

Leia mais

Meritíssimo(a) Juiz(a) de Direito da X VT de momomomo

Meritíssimo(a) Juiz(a) de Direito da X VT de momomomo São Paulo, xx de xxxxx de xxxx Meritíssimo(a) Juiz(a) de Direito da X VT de momomomo Na qualidade de assistente técnico da empresa reclamada apresento, respeitosamente, a Vossa Excelência: ANÁLISE DE LAUDO

Leia mais

16/04/2014. Ética e medicina do trabalho: Ética e medicina do trabalho:

16/04/2014. Ética e medicina do trabalho: Ética e medicina do trabalho: Ética e medicina do trabalho: Ética e medicina do trabalho: Dispositivos legais que disciplinam a atuação dos profissionais e médicos do trabalho em conformidade com os princípios éticos. 1) OIT - Serviços

Leia mais

PAIR. A visão do INSS

PAIR. A visão do INSS PAIR Saúde do trabalhador e Ética Médica A Ética Médica e os Direitos do trabalhador A visão do INSS ORDEM DE SERVIÇO INSS/DSS Nº 608, DE 5 DE AGOSTO DE 1998 Aprova Norma Técnica sobre Perda Auditiva Neurossensorial

Leia mais

28 de ABRIL. Defenda-se: Conheça a CAT e exija seus direitos! Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho

28 de ABRIL. Defenda-se: Conheça a CAT e exija seus direitos! Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho 28 de ABRIL Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho Pela humanização da perícia médica no INSS Defenda-se: Conheça a CAT e exija seus direitos! Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias

Leia mais

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R O QUE SÃO AS LESÕES POR ESFORÇOS REPETITIVOS LER são doenças do trabalho provocadas pelo uso inadequado e excessivo do

Leia mais

Adaptação do trabalho ao trabalhador!

Adaptação do trabalho ao trabalhador! Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e seu trabalho, equipamento e ambiente e, particularmente, a aplicação dos conhecimentos de anatomia, fisiologia e psicologia na solução dos problemas

Leia mais

A medicina da família e a humanização do atendimento ao paciente

A medicina da família e a humanização do atendimento ao paciente A medicina da família e a humanização do atendimento ao paciente por Denise Marson Apesar da implantação do programa Saúde da família, a formação de profissionais especializados na área de medicina da

Leia mais

O Médico do Trabalho e o Nexo Técnico: Impacto do NTEP na atividade profissional do Médico do Trabalho. 28 de novembro de 2015 Dra.

O Médico do Trabalho e o Nexo Técnico: Impacto do NTEP na atividade profissional do Médico do Trabalho. 28 de novembro de 2015 Dra. O Médico do Trabalho e o Nexo Técnico: Impacto do NTEP na atividade profissional do Médico do Trabalho 28 de novembro de 2015 Dra. Lucia Rohde O convite e a psicodinâmica do trabalho Sofrimento Prazer

Leia mais

CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DE PIRACICABA/SP MOÇÃO Nº 31, DE 25 DE MAIO DE 2011

CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DE PIRACICABA/SP MOÇÃO Nº 31, DE 25 DE MAIO DE 2011 CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DE PIRACICABA/SP MOÇÃO Nº 31, DE 25 DE MAIO DE 2011 O PLENÁRIO DO CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DE PIRACICABA/SP, em sua 60ª Reunião Ordinária, realizada no dia 25 de Maio

Leia mais

A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial

A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial Começo minha reflexão de hoje pensando um pouco na história da Administração, nos princípios de gestão e formas como as empresas hoje são geridas.

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

LER/DORT. Saiba como prevenir

LER/DORT. Saiba como prevenir LER/DORT Saiba como prevenir COMO FALAR COM O SINDICATO Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região CUT Secretaria de Saúde e Condições de Trabalho Rua São Bento, 413 Centro 3188-5268/5269 e

Leia mais

CAT. Perguntas e Respostas sobre a. Telefones úteis:

CAT. Perguntas e Respostas sobre a. Telefones úteis: Telefones úteis: Perguntas e Respostas sobre a CAT SUBDELEGACIA DO TRABALHO: (19) 3433-9563 INSS: 0800-780191 / 135 MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO: (19) 3796-9600 DELEGACIA SECCIONAL: (19) 3434-4133 SERVIÇO

Leia mais

LER / DORT PREVINA-SE

LER / DORT PREVINA-SE LER / DORT PREVINA-SE Rio Claro SP Apoio: Prefeitura de Rio Claro Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro Conselho Gestor CEREST Conselho Municipal de Saúde Rede Nacional de Atenção à Saúde do Trabalhador

Leia mais

Preparo comprovado às fls. 49/52.

Preparo comprovado às fls. 49/52. Acórdão 8a Turma RECURSO ORDINÁRIO. DANO MORAL. ACIDENTE DO TRABALHO. AMPUTAÇÃO DE PARTE DO DEDO POLEGAR DA MÃO DIREITA. A lesão psicofísica, com sequela que causa incapacidade para o trabalho - ainda

Leia mais

Faz os seguintes questionamentos:

Faz os seguintes questionamentos: PARECER CFM nº 9/16 INTERESSADO: 1ª Vara da Fazenda da Comarca de Joinville/SC ASSUNTO: Dúvidas quanto à necessidade de especialidade médica para realização de exame pericial e determinação de capacidade

Leia mais

Caro colega. Gustavo Moreno Frias Diretor de Saúde

Caro colega. Gustavo Moreno Frias Diretor de Saúde Caro colega Nesta Cartilha estão as principais perguntas sobre LER, CAT e Direitos, que os bancários fazem seja por telefone ou contato direto no local de trabalho. É um verdadeiro guia rápido e contou

Leia mais

MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO 6 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO AMBIENTAL INEAA MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO José Roberto Teixeira NOVEMBRO/2002 MEIO AMBIENTE, SAÚDE E

Leia mais

Visando propiciar melhor entendimento das normas que regem as operações em Intercâmbio, é indispensável a leitura dos seguintes conceitos básicos:

Visando propiciar melhor entendimento das normas que regem as operações em Intercâmbio, é indispensável a leitura dos seguintes conceitos básicos: 1. COMUNICAÇÃO DO ACIDENTE DO TRABALHO (CAT) 1.1. RESPONSABILIDADES DA EMPRESA/ EMPREGADO Visando propiciar melhor entendimento das normas que regem as operações em Intercâmbio, é indispensável a leitura

Leia mais

Entrevista 01. Colaborador: Prof. Dr Ysao Yamamura

Entrevista 01. Colaborador: Prof. Dr Ysao Yamamura 1 Entrevista 01 Colaborador: Prof. Dr Ysao Yamamura Para o SUS, eu acredito que seria um bom investimento! Pela economia e pela satisfação que o doente tem... Doutor Ysao é Professor Associado Livre Docente

Leia mais

Palavras Chave: Fisioterapia preventiva do trabalho; LER/DORT; acidente de trabalho, turnover.

Palavras Chave: Fisioterapia preventiva do trabalho; LER/DORT; acidente de trabalho, turnover. A eficácia da fisioterapia preventiva do trabalho na redução do número de colaboradores em acompanhamento no ambulatório de fisioterapia de uma indústria de fios têxteis Rodrigo Mendes Wiczick (UTFPR)rodrigo_2006@pg.cefetpr.br

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 14 Discurso: em encontro com professores

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 100 Discurso na cerimónia do dia

Leia mais

Classificação e diagnóstico das LER/DORT

Classificação e diagnóstico das LER/DORT Aula 06 Classificação e diagnóstico das LER/DORT 5 - CLASSIFICAÇÕES DOS GRAUS DE ACOMETIMENTO PELAS LER/DORT Grau I - É caracterizado pela sensação de peso e desconforto no membro afetado, dor localizada

Leia mais

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO Jessica Fernanda Gonçalves Graduanda em Administração Faculdades Integradas de Três Lagoas FITL/AEMS Mariane Pereira Graduanda em Administração Faculdades

Leia mais

MÉDICO MEDICINA DO TRABALHO - 20H

MÉDICO MEDICINA DO TRABALHO - 20H PORTUGUÊS O AMOR E A LOUCURA No Amor tudo é mistério: suas flechas e sua aljava, sua chama e sua infância eterna. Mas por que o amor é cego? Aconteceu que num certo dia o Amor e a Loucura brincavam juntos.

Leia mais

Filmes. Filmes. Gestão de RH. Medicina e segurança no trabalho. Prof. Rafael Marcus Chiuzi

Filmes. Filmes. Gestão de RH. Medicina e segurança no trabalho. Prof. Rafael Marcus Chiuzi Gestão de RH Prof. Rafael Marcus Chiuzi Medicina e segurança no trabalho Filmes Vídeo humorístico sobre segurança no trabalho. Duração: 3 20 Filmes Sequência de vídeos de acidente de trabalho. Duração:

Leia mais

ACIDENTE DE TRABALHO

ACIDENTE DE TRABALHO 1 - DEFINIÇÃO 1.1 - Acidente de trabalho Qualquer prejuízo à saúde ou integridade física do trabalhador ocorrida no trabalho ou em decorrência do trabalho. 1.1.1 - Acidente Típico Acidente que ocorre numa

Leia mais

Conseqüências econômicas, políticas e sociais dos acidentes do trabalho

Conseqüências econômicas, políticas e sociais dos acidentes do trabalho Conseqüências econômicas, políticas e sociais dos acidentes do trabalho 2 Haroldo Freitas Ritti Vívian Gemiliano Pinto e-tec Brasil Introdução à Higiene e Segurança do Trabalho META OBJETIVOS Apresentar

Leia mais

ACIDENTES DE TRABALHO. Disciplina de Saúde do Trabalho. Angelica dos Santos Vianna

ACIDENTES DE TRABALHO. Disciplina de Saúde do Trabalho. Angelica dos Santos Vianna ACIDENTES DE TRABALHO Disciplina de Saúde do Trabalho Angelica dos Santos Vianna Grupos de agravos à saúde: 1. Acidentes de trabalho 2. Doença profissional 3. Doença do trabalho Quem tem direito? 1. o

Leia mais

Íntegra do Tópico Ecossistemas Comunicativos

Íntegra do Tópico Ecossistemas Comunicativos Módulo Intermediário - Mídia Rádio Íntegra do Tópico Ecossistemas Comunicativos Rádio e escola: a tecnologia a serviço de ecossistemas comunicativos e do protagonismo juvenil Eliany Salvatierra Doutoranda

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS A Lei Complementar nº 395, de 26 de dezembro de 1996, e alterações posteriores, é uma das mais importantes leis do nosso Município, por definir a forma com que o Executivo Municipal

Leia mais

Orientações sobre conduta em caso de acidente em serviço ou do trabalho

Orientações sobre conduta em caso de acidente em serviço ou do trabalho UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PROGEPE PRO REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS CASQ COORDENAÇÃO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA DPVS DIVISÃO DE PROMOÇÃO E VIGILÂNCIA DA SAÚDE STSO SEÇÃO DE SEGURANÇA

Leia mais

DIRETRIZES SOBRE PROVA PERICIAL EM ACIDENTES DO TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS

DIRETRIZES SOBRE PROVA PERICIAL EM ACIDENTES DO TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS DIRETRIZES SOBRE PROVA PERICIAL EM ACIDENTES DO TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS Propõe sugestões de diretrizes para a avaliação e a elaboração da prova pericial em questões referentes ao meio ambiente,

Leia mais

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam.

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam. Conjuntura Econômica Brasileira Palestrante: José Márcio Camargo Professor e Doutor em Economia Presidente de Mesa: José Antonio Teixeira presidente da FENEP Tentarei dividir minha palestra em duas partes:

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL

PROCEDIMENTO OPERACIONAL Coordenadoria de Recursos Humanos (CRH) Secretaria Estadual da Saúde PROCEDIMENTO OPERACIONAL Número: 3.3 Revisão: 0 Página: 1/8 Vigência: Indeterminada Titulo: Implantação e adequação do Serviço Especializado

Leia mais

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA CONVIVER COM OS HUMANOS APRIMORADOS? http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=voce-esta-preparado-conviver-humanosaprimorados&id=010850090828 Redação do

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UTILIZANDO A GINÁSTICA LABORAL

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UTILIZANDO A GINÁSTICA LABORAL QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UTILIZANDO A GINÁSTICA LABORAL Alessandra Prado de Souza, Ana Eliza Gonçalves Santos, Jaciara Nazareth Campos Palma, Karine Aparecida Silvério, Leonardo Ferreira, Matheus

Leia mais

Relatório do estágio de prática de ensino em ciências sociais

Relatório do estágio de prática de ensino em ciências sociais UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UFRGS INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS UMANAS IFCH FACULDADE DE EDUCAÇÃO FACED Relatório do estágio de prática de ensino em ciências sociais Curso: Ciências Sociais

Leia mais

5 Passos para vender mais com o Instagram

5 Passos para vender mais com o Instagram 5 Passos para vender mais com o Instagram Guia para iniciantes melhorarem suas estratégias ÍNDICE 1. Introdução 2. O Comportamento das pessoas na internet 3. Passo 1: Tenha um objetivo 4. Passo 2: Defina

Leia mais

SIGOWeb Informática Ltda CONTESTAÇÃO ADMINISTRATIVA À CONCESSÃO DO BENEFÍCIO ACIDENTÁRIO

SIGOWeb Informática Ltda CONTESTAÇÃO ADMINISTRATIVA À CONCESSÃO DO BENEFÍCIO ACIDENTÁRIO CONTESTAÇÃO ADMINISTRATIVA À CONCESSÃO DO BENEFÍCIO ACIDENTÁRIO Dr. Airton Kwitko: kwitko@sigoweb.com.br A partir de 2010 o País convive com o Fator Acidentário de Prevenção (FAP). O FAP é calculado através

Leia mais

PROJETO DE LEI (Do Sr. Dep. Chico Lopes)

PROJETO DE LEI (Do Sr. Dep. Chico Lopes) PROJETO DE LEI (Do Sr. Dep. Chico Lopes) Altera a Lei nº 9.656, de 03 de junho de 1998, que dispõe sobre os Planos e Seguros Privados de Assistência à Saúde e dá outras providências. O Congresso Nacional

Leia mais

PARECER CFM nº 3/16 INTERESSADO: Sr. S.A.L. ELA esclerose lateral amiotrófica Cons. Hideraldo Luis Souza Cabeça

PARECER CFM nº 3/16 INTERESSADO: Sr. S.A.L. ELA esclerose lateral amiotrófica Cons. Hideraldo Luis Souza Cabeça PARECER CFM nº 3/16 INTERESSADO: Sr. S.A.L. ASSUNTO: ELA esclerose lateral amiotrófica RELATOR: Cons. Hideraldo Luis Souza Cabeça EMENTA: A ELA definida e provável, devidamente investigada por exames complementares,

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

Gestão de Risco e Saúde NTEP FAP & GESTÃO DE AFASTAMENTO

Gestão de Risco e Saúde NTEP FAP & GESTÃO DE AFASTAMENTO Gestão de Risco e Saúde NTEP FAP & GESTÃO DE AFASTAMENTO Fator Acidentário de Prevenção FAP Resolução1.308 e 1309 CNPS (27/05 e 24/06 2009 ) Regras e Cálculo Seguro Acidente de Trabalho SAT Fator Acidentário

Leia mais

PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS (PLR) OU AUMENTO DA EXPLORAÇÃO DO TRABALHADOR?

PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS (PLR) OU AUMENTO DA EXPLORAÇÃO DO TRABALHADOR? PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS (PLR) OU AUMENTO DA EXPLORAÇÃO DO TRABALHADOR? A inserção da remuneração variável muda a cabeça do trabalhador. Eles passam a acompanhar os resultados da companhia

Leia mais

O próprio secretário de saúde afirmou que seus antecessores adquiriam. medicamentos através de compras direcionadas e sem qualquer critério.

O próprio secretário de saúde afirmou que seus antecessores adquiriam. medicamentos através de compras direcionadas e sem qualquer critério. Senador Pedro Taques Discurso contas da Saúde MT (06/2013) Senhor presidente, Senhoras senadoras, senhores senadores, Amigos que nos acompanham pela Agência Senado A saúde de Mato Grosso pede socorro.

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA AUTARQUIA MUNICIPAL DE SAÚDE PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR 2005

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA AUTARQUIA MUNICIPAL DE SAÚDE PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR 2005 PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA AUTARQUIA MUNICIPAL DE SAÚDE PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR 2005 LONDRINA PR 2005 PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA Nedson Luiz Micheleti - Prefeito AUTARQUIA

Leia mais

Exclusivo: Secretária de Gestão do MPOG fala sobre expectativas do Governo Dilma

Exclusivo: Secretária de Gestão do MPOG fala sobre expectativas do Governo Dilma Exclusivo: Secretária de Gestão do MPOG fala sobre expectativas do Governo Dilma Entrevista, Ministério do Planejamento domingo, 6 de novembro de 2011 Carlos Bafutto O SOS Concurseiro discutiu, com exclusividade,

Leia mais

NRS ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL. ASO Natalia Sousa

NRS ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL. ASO Natalia Sousa NRS ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL ASO Natalia Sousa ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL ASO Para cada exame médico ocupacional realizado, o médico emitirá o ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) em duas vias:

Leia mais

ALEGAÇÕES DE ABUSO SEXUAL: O PESO DA PALAVRA DA CRIANÇA

ALEGAÇÕES DE ABUSO SEXUAL: O PESO DA PALAVRA DA CRIANÇA TEXTO: ALLÉGATIONS D'ABUS SEXUEL: LE POIDS DE LA PAROLE DE L'ENFANT INTERVENTION DU DOCTEUR PAUL BENSUSSAN À L'ASSEMBLÉE GÉNÉRALE DU COLLECTIF JAMAC, LE 1ER SEPTEMBRE 2001. TRADUÇÃO: MARCIA VALÉRIA G.

Leia mais

Sumário. Introdução - O novo hábito... 1. Capítulo 1 - Pra que serve tudo isso?... 3. Sobre o vocabulário... 4. Benefícios... 7

Sumário. Introdução - O novo hábito... 1. Capítulo 1 - Pra que serve tudo isso?... 3. Sobre o vocabulário... 4. Benefícios... 7 Sumário Introdução - O novo hábito... 1 Capítulo 1 - Pra que serve tudo isso?... 3 Sobre o vocabulário... 4 Benefícios... 7 Perguntas Frequentes sobre o Orçamento Doméstico... 10 Capítulo 2 - Partindo

Leia mais

EXMO. Sr. JUIZ DA ª VARA DO TRABALHO DE TRT 13a Região. Ref.: Ação nº (ex.: RT 0025-2007-035-13-00-0)

EXMO. Sr. JUIZ DA ª VARA DO TRABALHO DE TRT 13a Região. Ref.: Ação nº (ex.: RT 0025-2007-035-13-00-0) EXMO. Sr. JUIZ DA ª VARA DO TRABALHO DE TRT 13a Região Ref.: Ação nº (ex.: RT 0025-2007-035-13-00-0), Médico(a) (especialidade, ex: Médico do Trabalho), inscrito(a) no Conselho Regional de Medicina nº

Leia mais

SOU Saúde Ocupacional Unimed. Julio Miclos Junior Gerente de Saúde Ocupacional da Unimed do Brasil Diretoria de Integração Cooperativista e Mercado

SOU Saúde Ocupacional Unimed. Julio Miclos Junior Gerente de Saúde Ocupacional da Unimed do Brasil Diretoria de Integração Cooperativista e Mercado SOU Saúde Ocupacional Unimed Julio Miclos Junior Gerente de Saúde Ocupacional da Unimed do Brasil Diretoria de Integração Cooperativista e Mercado Sistema Unimed SISTEMA UNIMED 15 Unimeds atuam apenas

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO A C Ó R D Ã O 1ª Turma PENSÃO VITALÍCIA. DANOS MORAIS E ESTÉTICOS. ACIDENTE DE TRABALHO NÃO CONFIGURADO. AUSÊNCIA DE NEXO CAUSAL. A ausência de nexo causal acarreta a improcedência do pedido. Recurso do

Leia mais

MANIFESTAÇÃO PELAS REFORMAS ESTRUTURAIS BÁSICAS. TRANSPARÊNCIA E JUSTIÇA SOCIAL JÁ! www.transparenciajsocialja.com.br

MANIFESTAÇÃO PELAS REFORMAS ESTRUTURAIS BÁSICAS. TRANSPARÊNCIA E JUSTIÇA SOCIAL JÁ! www.transparenciajsocialja.com.br MANIFESTAÇÃO PELAS REFORMAS ESTRUTURAIS BÁSICAS www.transparenciajsocialja.com.br ALERTA BRASIL! PERIGO... NA POLÍTICA FINANCEIRA DO SETOR PÚBLICO, CONTINUAMOS NA ESTACA ZERO. SEM NENHUM CONHECIMENTO.

Leia mais

MEDICINA PÓS-REICHIANA APRESENTAÇÃO DE UM CASO CLÍNICO Roberto Brunow Ventura

MEDICINA PÓS-REICHIANA APRESENTAÇÃO DE UM CASO CLÍNICO Roberto Brunow Ventura 1 MEDICINA PÓS-REICHIANA APRESENTAÇÃO DE UM CASO CLÍNICO Roberto Brunow Ventura RESUMO Esta apresentação tem como objetivo ilustrar a importância de usarmos uma visão global do paciente na prática clínico-terapêutica.

Leia mais

9. A realidade da inclusão

9. A realidade da inclusão 9. A realidade da inclusão A filosofia da inclusão ainda está muito aquém de ser posta em prática da forma como realmente se espera. Para que se tenha uma escola para todos, temos que conceber professores

Leia mais

Palestra Virtual. Tema: O Perdão das Ofensas. Palestrante: Bárbara Alves. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.

Palestra Virtual. Tema: O Perdão das Ofensas. Palestrante: Bárbara Alves. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org. Palestra Virtual Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br Tema: O Perdão das Ofensas Palestrante: Bárbara Alves Rio de Janeiro 18/04/2003 Organizadores da Palestra: Moderador: "Brab"

Leia mais

AURICULOTERAPIA NO TRATAMENTO DOS DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO (DORT): UMA AVALIAÇÃO RETROSPECTIVA

AURICULOTERAPIA NO TRATAMENTO DOS DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO (DORT): UMA AVALIAÇÃO RETROSPECTIVA ISBN 978-85-61091-05-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 AURICULOTERAPIA NO TRATAMENTO DOS DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO (DORT):

Leia mais

ATA DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO PREGÃO ELETRÔNICO AA 22/2014 - BNDES

ATA DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO PREGÃO ELETRÔNICO AA 22/2014 - BNDES ATA DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO PREGÃO ELETRÔNICO AA 22/2014 - BNDES Aos 11 (onze) dias do mês de julho de 2014, reuniram-se pregoeiro e equipe de apoio, indicados por intermédio do Ato de Designação

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA DE FISIOTERAPIA. Conforme a Síndrome de De Quervain, estão corretas as afirmações, EXCETO:

PROVA ESPECÍFICA DE FISIOTERAPIA. Conforme a Síndrome de De Quervain, estão corretas as afirmações, EXCETO: 12 PROVA ESPECÍFICA DE FISIOTERAPIA QUESTÃO 41: Conforme a Síndrome de De Quervain, estão corretas as afirmações, EXCETO: a) É a inflamação da bainha dos tendões do abdutor longo e do extensor curto do

Leia mais

Dilma: https://www.youtube.com/watch?v=9mi2fx7evra

Dilma: https://www.youtube.com/watch?v=9mi2fx7evra Dilma: https://www.youtube.com/watch?v=9mi2fx7evra Governo novo, ideias novas. Hoje, dia do médico, nossa saudação a todos os profissionais que exercem a nobre missão de cuidar da vida do próximo. É por

Leia mais

A QUESTÃO DA SAÚDE NO DISTRITO FEDERAL. (Documento elaborado pelo CEBES do Distrito Federal) Dossiê Corrupção na Saúde (Núcleo DF)

A QUESTÃO DA SAÚDE NO DISTRITO FEDERAL. (Documento elaborado pelo CEBES do Distrito Federal) Dossiê Corrupção na Saúde (Núcleo DF) A QUESTÃO DA SAÚDE NO DISTRITO FEDERAL (Documento elaborado pelo CEBES do Distrito Federal) Dossiê Corrupção na Saúde (Núcleo DF) O texto traça um breve histórico sobre a reforma sanitária no Brasil e

Leia mais

Dr. José Carlos Steola

Dr. José Carlos Steola n t e p f a p r a t (s a t) Dr. José Carlos Steola Médico do Trabalho Coordenador do Depto de Proteção no Trabalho ( UNIMED de Araras) Médico do Trabalho da Usina Sta Lúcia Araras Médico Coordenador de

Leia mais

LER/DORT. Dr. Rodrigo Rodarte

LER/DORT. Dr. Rodrigo Rodarte LER/DORT Dr. Rodrigo Rodarte Há dois lados em todas as questões (Pitágoras, 410 445 a.c.) Definição: As L.E.R. são Lesões por Esforços Repetitivos (definição mais antiga) A D.O.R.T. (conhecidas como doenças

Leia mais

Portal Nacional de Direito do Trabalho www.pndt.com.br. Resolução nº 485 do MPS

Portal Nacional de Direito do Trabalho www.pndt.com.br. Resolução nº 485 do MPS Portal Nacional de Direito do Trabalho www.pndt.com.br Resolução nº 485 do MPS MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL DOU de 09/07/2015 (nº 129, Seção 1, pág. 52) RESOLUÇÃO

Leia mais

Curso de Ginástica Laboral. Ft. Milena Carrijo Dutra

Curso de Ginástica Laboral. Ft. Milena Carrijo Dutra Curso de Ginástica Laboral Ft. Milena Carrijo Dutra I. Introdução Objetivos Curso de capacitação Aprofundar Conhecimentos Networking Conhecer Profissionais capacitados para futura efetivação Definições

Leia mais

MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS

MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS Caro leitor: O objetivo principal deste Manual de Observação para o Educador: conhecendo melhor a prática profissional

Leia mais

CURSOS ON-LINE - DIREITO PREVIDENCIÁRIO CURSO REGULAR PROFESSOR FÁBIO ZAMBITTE

CURSOS ON-LINE - DIREITO PREVIDENCIÁRIO CURSO REGULAR PROFESSOR FÁBIO ZAMBITTE Aula XIV: Plano de Benefícios da Previdência Social: Espécies de Prestações (Parte 1). Após estudarmos as regras gerais de concessão dos benefícios, podemos finalmente adentrar às características específicas

Leia mais

Palestra Virtual. Tema: O Egoísmo. Palestrante: Amália Silveira. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br

Palestra Virtual. Tema: O Egoísmo. Palestrante: Amália Silveira. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br Palestra Virtual Promovida pelo http://www.irc-espiritismo.org.br Tema: O Egoísmo Palestrante: Amália Silveira Rio de Janeiro 22/01/1999 Organizadores da palestra: Moderador: Luno (nick: )

Leia mais

Responsabilidade Civil e Criminal em Acidentes de Trabalho. M. J. Sealy

Responsabilidade Civil e Criminal em Acidentes de Trabalho. M. J. Sealy Responsabilidade Civil e Criminal em Acidentes de Trabalho O Conceito de Acidente de Trabalho (de acordo com a Lei 8.213/91 Art. 19) Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO OBEDUC RANIÉRE ANDRÉ FERNANDES.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO OBEDUC RANIÉRE ANDRÉ FERNANDES. UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA DO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO OBEDUC RANIÉRE ANDRÉ FERNANDES. ANÁLISE DAS MEMÓRIAS DOS PROFESSORES DA ESCOLA MUNICIPAL DE TEMPO INTERGRAL JARDIM

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 61 Discurso na cerimónia de criação

Leia mais

Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça

Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça Serviço de Rádio Escuta da Prefeitura de Porto Alegre Emissora: Rádio Guaíba Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça Data: 07/03/2007 14:50 Programa: Guaíba Revista Apresentação:

Leia mais

AOS TRABALHADORES DESENHISTAS DO RS

AOS TRABALHADORES DESENHISTAS DO RS AOS TRABALHADORES DESENHISTAS DO RS Este trabalho traz na sua essência o objetivo de alertar os trabalhadores para as doenças ocupacionais que estão surgindo, com a mudança das nossas ferramentas de trabalho.

Leia mais

ANAIS DO X ENCONTRO NACIONAL DE TRADUTORES & IV ENCONTRO INTERNACIONAL DE TRADUTORES (ABRAPT-UFOP, Ouro Preto, de 7 a 10 de setembro de 2009)

ANAIS DO X ENCONTRO NACIONAL DE TRADUTORES & IV ENCONTRO INTERNACIONAL DE TRADUTORES (ABRAPT-UFOP, Ouro Preto, de 7 a 10 de setembro de 2009) 909 A carência de cuidados na prevenção de DORT na atuação do intérprete de LIBRAS Judith Vilas Boas Santiago (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais) Juliano Salomon de Oliveira (Universidade

Leia mais

Tratado do Paris contra o câncer

Tratado do Paris contra o câncer Tratado do Paris contra o câncer portugais portuguese 71 72 Profundamente pertubados pelas repercussões importantes e universais do câncer sobre a vida humana, o sofrimento humano, e sobre a produtividade

Leia mais

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa História Bíblica: Gênesis 41-47:12 A história de José continua com ele saindo da prisão

Leia mais

OBJETIVO VISÃO GERAL SUAS ANOTAÇÕES

OBJETIVO VISÃO GERAL SUAS ANOTAÇÕES OBJETIVO Assegurar a satisfação do cliente no pós-venda, desenvolvendo um relacionamento duradouro entre o vendedor e o cliente, além de conseguir indicações através de um sistema de follow-up (acompanhamento).

Leia mais

Papo com a Especialista

Papo com a Especialista Papo com a Especialista Silvie Cristina (Facebook) - Que expectativas posso ter com relação à inclusão da minha filha portadora da Síndrome de Down na Educação Infantil em escola pública? Quando colocamos

Leia mais

MÓDULO 5 O SENSO COMUM

MÓDULO 5 O SENSO COMUM MÓDULO 5 O SENSO COMUM Uma das principais metas de alguém que quer escrever boas redações é fugir do senso comum. Basicamente, o senso comum é um julgamento feito com base em ideias simples, ingênuas e,

Leia mais

Controle e Mapeamento de Doenças Ósteo-musculares. José Waldemir Panachão Médico do Trabalho Health Total - TRF3

Controle e Mapeamento de Doenças Ósteo-musculares. José Waldemir Panachão Médico do Trabalho Health Total - TRF3 Controle e Mapeamento de Doenças José Waldemir Panachão Médico do Trabalho Health Total - TRF3 O porque da realização do controle no TRF da 3ª região : 1. Procura espontânea dos Servidores 2. Processos

Leia mais

Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar

Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar Nesta aula, apresentaremos o panorama geral das comorbidades envolvidas na dependência química que serão estudadas ao

Leia mais

Deus: Origem e Destino Atos 17:19-25

Deus: Origem e Destino Atos 17:19-25 1 Deus: Origem e Destino Atos 17:19-25 Domingo, 7 de setembro de 2014 19 Então o levaram a uma reunião do Areópago, onde lhe perguntaram: "Podemos saber que novo ensino é esse que você está anunciando?

Leia mais

Médicos Peritos e Médicos do Trabalho tem dificuldade para se entenderem. Como fazer para resolver o problema?

Médicos Peritos e Médicos do Trabalho tem dificuldade para se entenderem. Como fazer para resolver o problema? Médicos Peritos e Médicos do Trabalho tem dificuldade para se entenderem. Como fazer para resolver o problema? Saber é poder definir. Quando duas pessoas discutem, devem saber primeiro sobre o que discutem.

Leia mais

COMENTÁRIOS JURÍDICOS AO PCMSO E À EMISSÃO DE ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL AVULSO ASO AVULSO.

COMENTÁRIOS JURÍDICOS AO PCMSO E À EMISSÃO DE ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL AVULSO ASO AVULSO. COMENTÁRIOS JURÍDICOS AO PCMSO E À EMISSÃO DE ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL AVULSO ASO AVULSO. Eduardo Carvalho Abdalla Advogado, Especialista em Gestão Jurídica da Empresa Consultor de Saúde, Segurança

Leia mais

Rafael E Kieckbusch. Economista, Mestre e Doutor em Engenharia de Produção. Especialista em Relações do Trabalho na Confederação Nacional da Indústria

Rafael E Kieckbusch. Economista, Mestre e Doutor em Engenharia de Produção. Especialista em Relações do Trabalho na Confederação Nacional da Indústria Rafael E Kieckbusch Economista, Mestre e Doutor em Engenharia de Produção Especialista em Relações do Trabalho na Confederação Nacional da Indústria Ambiente Empresarial Ambiente de Produção Tecnologia

Leia mais

CURSO DE EXERCÍCIOS DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO PROFESSORA: MARA QUEIROGA CAMISASSA

CURSO DE EXERCÍCIOS DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO PROFESSORA: MARA QUEIROGA CAMISASSA Olá pessoal! CURSO DE EXERCÍCIOS DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO Nesta aula vamos fazer exercícios sobre a NR7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e a NR9 - Programa de Prevenção

Leia mais

Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver

Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver SESSÃO: 255-S0 DATA: 27/08/15 FL: 1 DE 5 O SR. TONINHO VESPOLI (PSOL) - Boa tarde novamente a todos e a todas. Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver

Leia mais

Que as novas tecnologias de

Que as novas tecnologias de Resenha A teoria e a prática de EAD GIUSTA, Agnela da Silva; FRANCO, Iara Melo (orgs.). Educação a Distância: uma articulação entre a teoria e a prática Paulo Roberto Salles Garcia Mestre em Comunicação

Leia mais

presidente Brasil Por Nízea Coelho

presidente Brasil Por Nízea Coelho a PRIMEIRA presidente do Brasil Por Nízea Coelho 1 Lula é um fenômeno no mundo Historiador, mestre e futuro doutor. Este é Leandro Pereira Gonçalves, professor de História do Centro de Ensino Superior

Leia mais

FATOR "A" - Apabam Notícias

FATOR A - Apabam Notícias 04/12/2003 - Fator "A" - 04 - Outubro/2003 FATOR "A" - Apabam Notícias Informativo editado pela Associação dos Funcionários Aposentados do Bamerindus Sede: Rua Voluntários da Pátria, 475-22o.andar - Curitiba

Leia mais

II Encontro Regional de Políticas Públicas para crianças e adolescentes vivendo e convivendo com HIV/Aids BENEFÍCIOS NEIDE GRAVATO DA SILVA ASSISTENTE SOCIAL DO CENTRO DE REFERENCIA EM AIDS DE SANTOS SMS/PMS

Leia mais