RELATÓRIO FINAL DE CONSULTORIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO FINAL DE CONSULTORIA"

Transcrição

1 RELATÓRIO FINAL DE CONSULTORIA ANÁLISE DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE APOIO À AGRICULTURA FAMILIAR E DIAGNÓSTICO DA AGRICULTURA FAMILIAR CONSULTOR: LÚCIO SANTOS CONTRATO: Nº 020/2010 PRORURAL RECIFE MARÇO DE 2011

2 Sumário 1. Introdução Metodologia Programas, Projetos e Mecanismos Institucionais que compõem as políticas públicas de abrangência estadual e federal de apoio à agricultura familiar em Pernambuco Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar - PRONAF Programa de Aquisição de Alimentos PAA Programa Nacional de Alimentação Escolar PNAE e Agricultura Familiar Contribuições para elaboração do PAD/PRS Capacitação e Sustentabilidade Gerencial do PRS Fatores de Riscos Competitividade da Agricultura Familiar ANEXOS

3 Gráficos Gráfico 1 Evolução do montante de recursos dos contratos PRONAF em Pernambuco Gráfico 2 Evolução do nº de contratos PRONAF em Pernambuco Gráfico 3 Evolução do valor médio dos contratos PRONAF em Pernambuco.. 14 Gráfico 04 Evolução do nº de Contratos PRONAF em Pernambuco Gráfico 05 Evolução do Montante de Recursos dos Contratos PRONAF em Pernambuco Gráfico 06 Evolução do valor médio dos contratos PRONAF em Pernambuco 15 Gráfico 7 Compras da Agricultura Familiar CPR Doação Simultânea: Ranking Nacional Gráfico 8 Compras da Agricultura Familiar CPR Doação Simultânea Ranking do Nordeste em

4 Tabelas Tabela 1 Crédito Rural do PRONAF Contratos e Montantes por ano agrícola no estado de Pernambuco Tabela 02 Crédito Rural do PRONAF Contratos e montante por ano no estado de Pernambuco Tabela 03 Comparativo entre valores médios dos contratos do PRPONAFE em Pernambuco Tabela 4 Compras da Agricultura Familiar CPR Doação Simultânea: Ranking Nacional Tabela 5 Compras da Agricultura Familiar CPR Doação Simultânea:Ranking do Nordeste

5 1. Introdução O presente Relatório foi elaborado com vistas ao atendimento do objetivo do termo de referência da doação do Spanish Fund for Latin America and Caribbean SFLAC para o Projeto Pernambuco Rural Sustentável (PRS) - ProRural, e refere um conjunto de produtos e atividades de consultoria para identificação, levantamento e análise das políticas públicas estaduais e federais em apoio à agricultura familiar no Estado de Pernambuco. O Projeto Pernambuco Rural Sustentável tem como objetivo promover o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida dos produtores rurais de base familiar de Pernambuco, devidamente organizados em entidades associativas. O Projeto deverá ser implementado no período de 6 anos, com um custo total da ordem de US$ 135 milhões, dos quais US$ 100 milhões serão oriundos de financiamento do Banco Mundial (BIRD). As políticas federal e estadual para apoio à agricultura familiar em Pernambuco, apresentam um corpo diversificado de programas e projetos de ação governamental. Identificou-se um quadro de 36 (trinta e seis) programas e projetos e mecanismos institucionais, com finalidades e possibilidade de apoiar a competitividade da agricultura familiar em Pernambuco. Para tanto, o PRS deve realizar um esforço institucional para promover a convergência de tais políticas, programas e projetos nos espaços territoriais específicos, procurando buscar a integração e a articulação entre os mesmos, considerados a diversidade de critérios exercitados pelos diversos órgãos. Uma breve análise dos instrumentos e ferramentas das políticas públicas em apoio à agricultura familiar em Pernambuco, permite que o PRS possa mobilizar um esquema institucional de apoio à competitividade da agricultura familiar em Pernambuco, contando com as possibilidades de articulação efetiva e imediata dos seguintes programas: PRONAF, PAA e PNAE. Os demais programas, projetos e mecanismos institucionais deverão ser objeto de articulações negociadas no curso da implementação do PRS, haja vistas que os esforços para integração e articulação não deve ser algo exclusivo do PRS. 5

6 2. Metodologia Os procedimentos metodológicos para realização das atividades envolveram as seguintes etapas: a) Pesquisa bibliográfica, leitura e levantamento de dados secundários, para identificação e análise das políticas públicas estaduais e federais em apoio à agricultura familiar; b) Visitas a instituições públicas e privadas envolvidas com as políticas públicas identificadas, com vistas a construção de possíveis parcerias; c) Atendimento de consultas técnicas demandadas pela Unitec/ProRural; d) Sistematização de dados e informações técnicas e elaboração de relatórios. 3. Programas, Projetos e Mecanismos Institucionais que compõem as políticas públicas de abrangência estadual e federal de apoio à agricultura familiar em Pernambuco. A expressão políticas públicas é polissêmica, podendo ensejar vários sentidos. No âmbito do Direito administrativo as políticas públicas podem ser consideradas como programas de ação governamental visando coordenar os meios à disposição do Estado e as atividades privadas para a realização de objetivos socialmente relevantes e politicamente determinados (BUCCI, Maria Paula Dallari. Direito administrativo e políticas públicas. São Paulo: Saraiva, p. 241.). Em complemento, a partir de uma perspectiva mais abrangente no que se refere à ação do Estado, políticas públicas podem ser entendidas como o Estado em ação (Gobert,Muller,1987); é o Estado implantando um projeto de governo, através de programas, de ações voltadas para setores específicos da sociedade (Hofling, Cadernos Cedes, ano XXI, nº 55,novembro/2001). Ainda que represente uma ação do Estado, a política pública pode ser desenvolvida em parceria com organizações não governamentais e com a iniciativa privada. A política é pública, porque a coordenação é do Estado, através dos entes da federação e dos órgãos públicos ou qualquer outra organização que operacionalize suas ações e atividades com o uso de 6

7 recursos públicos. Como resultante do esforço de pesquisa, identificou-se um quadro de 36 (trinta e seis) programas, projetos e mecanismos institucionais de apoio a agricultura familiar em Pernambuco, conforme o disposto no Quadro 01, anexo. Dentro desse universo identificado, existe possibilidades de articulação efetiva e imediata dos seguintes programas: PRONAF, PAA e PNAE. 3.1Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar - PRONAF Política pública da maior importância para o desenvolvimento da agricultura familiar, o PRS deve interagir com o Pronaf, e vice-versa, integrando, entre outras ações, a associativos. composição de esquemas adequados de financiamento aos empreendimentos produtivos A Lei nº de 24 de julho de 2006, estabeleceu as diretrizes para a formulação da Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais, possibilitando o reconhecimento definitivo da agricultura familiar como segmento produtivo. O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) é o responsável direto pela condução da política agrícola e fomento à produção para os produtores vinculados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), bem como aquicultores, pescadores artesanais, silvicultores, extrativistas, indígenas, quilombolas e assentados em projetos de reforma agrária. Esta política é estabelecida nos planos safra, como no último Plano Safra Mais Alimentos. Segundo o Manual de Crédito Rural (MCR), o Pronaf destina-se ao apoio financeiro das atividades agropecuárias e não-agropecuárias exploradas mediante emprego direto da força de trabalho da família produtora rural, entendendo-se por atividades não-agropecuárias os serviços relacionados com turismo rural, produção artesanal, agronegócio familiar e outras prestações de serviços no meio rural, que sejam compatíveis com a natureza da exploração rural e com o 7

8 melhor emprego da mão-de-obra familiar. Os créditos do Pronaf podem destinar-se a custeio, investimento ou integralização de cotas-partes de agricultores familiares em cooperativas de produção. Segundo o Manual Operacional do Pronaf, citado por Schneider, Cazella e Mattei (2004, p.3), o Programa possui quatro objetivos específicos: 1. Ajustar as políticas públicas de acordo com a realidade dos agricultores familiares; 2. Viabilizar a infraestrutura necessária à melhoria do desempenho produtivo dos agricultores familiares; 3. Elevar o nível de profissionalização dos agricultores familiares através do acesso aos novos padrões de tecnologia e de gestão social; 4. Estimular o acesso desses agricultores aos mercados de insumos e produtos. De acordo com o Decreto nº de 28 de junho de 1996 (BRASIL, 1996), as ações do Programa devem ser orientadas pelas seguintes diretrizes: a) Melhorar a qualidade de vida no segmento da agricultura familiar, mediante promoção do desenvolvimento rural de forma sustentada, aumento de sua capacidade produtiva e abertura de novas oportunidades de emprego e renda; b) Proporcionar o aprimoramento das tecnologias empregadas, mediante estímulos à pesquisa, desenvolvimento e difusão de técnicas adequadas à agricultura familiar, com vistas ao aumento da produtividade do trabalho agrícola, conjugado com a proteção do meio ambiente; c) Fomentar o aprimoramento profissional do agricultor familiar, proporcionando novos padrões tecnológicos e gerenciais; d) Adequar e implantar a infraestrutura física e social necessária ao 8

9 melhor desempenho produtivo dos agricultores familiares, fortalecendo os serviços de apoio à implementação de seus projetos, à obtenção de financiamento em volume suficiente e oportuno dentro do calendário agrícola e o seu acesso e permanência no mercado em condições competitivas; e) Atuar em função das demandas estabelecidas nos níveis municipal, estadual e federal pelos agricultores familiares e suas organizações; f) Agilizar os processos administrativos de modo a permitir que os benefícios proporcionados pelo Programa sejam rapidamente absorvidos pelos agricultores familiares e suas organizações; g) Buscar a participação dos agricultores familiares e de seus representantes nas decisões e iniciativas do programa; h) Promover parcerias entre os poderes públicos e o setor privado para o desenvolvimento das ações previstas, como forma de se obter apoio e fomentar processos autenticamente participativos e descentralizados; i) Estimular e potencializar as experiências de desenvolvimento que estejam sendo executadas pelos agricultores familiares e suas organizações nas áreas de educação, formação, pesquisas e produção, entre outras. As modalidades operacionais do Pronaf envolvem financiamentos de infraestrutura e serviços municipais, a capacitação e profissionalização dos agricultores familiares e o financiamento da pesquisa e extensão rural, bem como o financiamento da produção de atividades rurais Crédito Rural (MATTEI,2001). Descrevem-se, a seguir, os objetivos a que se propõem: Financiamento de Infraestrutura e Serviços municipais voltado para a melhoria da rede de infraestrutura dos municípios através do financiamento de obras e serviços necessários ao fortalecimento da agricultura familiar (MATTEI, 2001). 9

10 Capacitação e Profissionalização dos Agricultores Familiares e Técnicos visa proporcionar novos conhecimentos aos agricultores familiares e às suas organizações sobre processos de produção e gestão de propriedades (MATTEI, 2001). Financiamento da Produção da Agricultura Familiar (Crédito Rural) voltado para o apoio financeiro dos agricultores familiares e compreende linhas de crédito específicas de custeio e investimento (MATTEI, 2001). Complementando o modelo, o Pronaf disponibiliza aos agricultores familiares os seguintes instrumentos em apoio às atividades desenvolvidas: Proagro Mais: é um seguro destinado exclusivamente aos produtores financiados pelas linhas de crédito do Pronaf que admitem a realização de operações de custeio agrícola: Pronaf A/C, Pronaf C e Pronaf Agricultura Familiar. As lavouras a serem cobertas pelo referido seguro devem constar do zoneamento realizado pelo Ministério da Agricultura, pecuária e Abastecimento (MAPA). Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF): de modo análogo ao Proagro Mais, este programa beneficia os agricultores familiares que acessam o crédito de custeio do Pronaf para a produção de arroz, café, castanha de caju, cebola, feijão, inhame e cará, leite, mamona, milho, pimenta-do-reino, mandioca, soja, tomate e trigo. Tem como objetivo: garantir a sustentação dos preços da agricultura familiar; estimular a diversificação da produção; articular as diversas políticas de crédito e de comercialização agrícola. Garantia-safra: é uma ação do Pronaf que busca garantir condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares de municípios sistematicamente sujeitos à perdas de safra por razões do fenômeno da estiagem ou excesso hídrico, situados na Região Nordeste, Norte 10

11 do Espírito Santo, Norte de Minas Gerais ( Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucuri).. A adesão ao Garantia-Safra é feita pelos governos dos estados, pelos municípios e pelos agricultores familiares, antes do inicio do plantio das lavouras. O programa é, na realidade, uma espécie de Seguro Garantia Safra, e opera com a constituição do Fundo Garantia-Safra, composto por recursos dos agricultores familiares e dos três entes federativos (União, Estados e Municípios). O custo para adesão ao Programa é rateado da seguinte forma: a) Agricultor familiar = 1% do valor do seguro b) Município = 3% do valor do seguro c) Estado = 6% do valor do seguro d) União = 20% do valor do seguro A ampliação da participação dos agricultores familiares neste Programa depende muito da eficiência técnica e administrativa no processo de inscrição e cadastramento dos agricultores, via DAP eletrônica, emitidas apenas pelo IPA - Instituto Agronômico de Pernambuco e pelos Sindicatos do Trabalhadores Rurais STR. Outro aspecto que interfere nas possibilidades de ampliação da participação dos agricultores é o compromisso político dos governos municipais, estadual e federal,em ampliar os recursos destinados ao Programa. O PRS deve realizar esforços institucionais para divulgação e conscientização dos benefícios do Programa, principalmente junto aos municípios localizados na Região do Agreste, onde é muito baixa a participação dos agricultores familiares. O PRS poderá financiar inversões fixas e circulantes de subprojetos produtivos com esquemas de financiamento complementar do Pronaf, podendo, também, operar complementarmente ao Pronaf, mobilizando-se recursos a fundo não reembolsável oriundos do PRS e recursos reembolsáveis oriundos do Pronaf. Tais subprojetos poderão ser elaborados em articulação direta com os agentes 11

12 financeiros do Pronaf, no caso o Banco do Brasil (BB) ou Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Os subprojetos, assim financiados, passariam a receber, além dos incentivos de créditos subsidiados, um maior volume de recursos e outros instrumentos disponibilizados pelo Pronaf, tais como PGPAF e Garantia Safra, o que possibilita a concepção de projetos mais abrangentes e melhor dimensionados, capazes de impulsionar a agricultura familiar pernambucana para tornar-se mais competitiva, ou seja, capaz de produzir mais e com custos mais baixos.o Quadro 02, anexo, apresenta as Linhas de Crédito e Condições de Financiamento do PRONAF. Evolução histórica do Crédito Rural do Pronaf em Pernambuco As contratações do Crédito Rural do Pronaf apresentaram crescimento ao longo dos anos. A primeira grande evolução no montante financiado pelos agricultores familiares nos últimos 12 anos foi em 2006/2007, fechando uma contratação de R$ ,77 em créditos de investimento e custeio, para contratos e um valor médio por contrato da ordem de R$ 3.364,00, conforme Tabela e Gráficos a seguir. A evolução do montante de recursos contratados foi acompanhada por uma evolução semelhante do número de contratos. Entretanto, a evolução do valor médio dos contratos teve um desempenho diferenciado, com os maiores valores para os anos 1998/1999, 1999/2000 e 2000/2001, caindo fortemente no período compreendido entre os anos agrícolas 2001/2002 a 2004/2005, alcançando um valor médio de R$ 1.715,05 por contrato, durante o ano agrícola de 2003/2004, conforme pode ser observado na Tabela 01e Gráficos 01,02,03, preparados a partir de dados disponibilizados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA: 12

13 Tabela 1 Crédito Rural do PRONAF Contratos e Montantes por ano agrícola no estado de Pernambuco Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário Gráfico 1 Evolução do montante de recursos dos contratos PRONAF em Pernambuco Gráfico 2 Evolução do nº de contratos PRONAF em Pernambuco 13

14 Gráfico 3 Evolução do valor médio dos contratos PRONAF em Pernambuco Por outro lado, o Banco Central do Brasil apresenta dados de desempenho do Pronaf em Pernambuco para o triênio 2008, 2009 e 2010, conforme Tabela 02 e Gráficos 04, 05,06 a seguir: Tabela 02 Crédito Rural do PRONAF Contratos e montante por ano no estado de Pernambuco Fonte: Banco Central do Brasil Gráfico 04 Evolução do nº de Contratos PRONAF em Pernambuco 14

15 Gráfico 05 Evolução do Montante de Recursos dos Contratos PRONAF em Pernambuco Gráfico 06 Evolução do valor médio dos contratos PRONAF em Pernambuco Uma comparação entre os dados do MDA e os dados do Banco Central do Brasil, demonstra significativas disparidades do valor médio dos contratos entre as duas fontes de informação, conforme Tabela 03. Observa-se que, no triênio considerado, os valores médios anuais dos contratos informados pelo Banco Central do Brasil, foram, em média, 32% inferiores aos valores informados pelo MDA. 15

16 Tabela 03 Comparativo entre valores médios dos contratos do PRPONAFE em Pernambuco Ano Agrícola N de Contratos Montante (R$ 1,00) Valor médio dos contratos (R$ 1,00) mda bcb mda bcb mda bcb 2007/ / / Média trienal Fonte dos dados básicos: adaptado do Ministério do Desenvolvimento Agrário (mda) e Banco Central do Brasil (bcb) 3.2 Programa de Aquisição de Alimentos PAA O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), instituído pela Lei nº , de 02 de julho de 2003, é uma das ações da estratégia do Programa Fome Zero e tem os seguintes objetivos: garantir o acesso aos alimentos, na quantidade, qualidade e regularidade necessárias, às populações em situação de insegurança alimentar e nutricional; contribuir para a formação de estoques estratégicos, proporcionando comercialização a preços mais justos; promover a inclusão no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar. O PAA é uma ação conjunta dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário - MDA, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS, da Educação MEC e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA, que adquire alimentos de agricultores familiares por meio da Companhia Nacional de Abastecimento Conab e destina a entidades públicas, como creches, escolas e asilos, ou a estoques estratégicos do governo. Adquire alimentos de agricultores familiares com dispensa de licitação, destinando-se ao público atendido por determinados programas sociais. A Companhia Nacional de Abastecimento Conab, vinculada ao MAPA, em parceria com o MDS e o MDA, fornecem os recursos 16

17 orçamentários necessários a operação do PAA e têm a função de apoiar a comercialização dos produtos da agricultura familiar, melhorar as condições de renda e de inclusão social pela operacionalização dos instrumentos do PAA. A ação da Conab para os produtores contemplados pelo Pronaf pode ocorrer através de instrumentos específicos da agricultura familiar, criados pelo MDS e pelo MDA. Os instrumentos criados pelo MDS são: Compra Direta da Agricultura Familiar (CDAF), Contrato de Garantia de Compra a Agricultura Familiar (CGCAF), Compra Antecipada da Agricultura Familiar (CAAF), e, Compra da Agricultura Familiar com Doação Simultânea (CPR-Doação). Os instrumentos criados pelo MDA são: Compra Direta da Agricultura Familiar e Formação de Estoque pela Agricultura Familiar (CPR-Estoque). Estes instrumentos específicos do PAA têm diferentes graus de complexidade e abrangem a movimentação e preparação do produto, cadastramento junto às instituições operadoras, preparação da documentação exigida e deslocamento do beneficiário até o agente financeiro e/ou Conab. Como a maior parcela do público participante é constituída por pessoas com características especiais de renda e grau de instrução, com pequeno excedente de produto comercializável e normalmente sem conhecimento sobre o modus operandi, o cumprimento das etapas relacionadas aos produtores individuais pode ser encarada como uma longa e difícil burocracia a cumprir e com significativo custo operacional por unidade de produto beneficiado pela política. Neste caso, a proximidade da infraestrutura de apoio à comercialização, sua eficiência operacional bem como a dos operadores logísticos e a organização dos beneficiários em associações de produtores e cooperativas tenderia a ampliar significativamente as oportunidades de acesso aos instrumentos da política. 17

18 O PRS deverá realizar esforços no sentido de assegurar o fortalecimento, a ampliação e manutenção de ações conectadas já existentes entre o PCPR-2ªFase e o PAA., para apoiar o desenvolvimento da agricultura familiar em Pernambuco, vez que o PAA é um forte instrumento para realizar a comercialização de significativa parcela dos produtos oriundos da agricultura familiar em Pernambuco, através das compras governamentais, possibilitando a geração de renda e ganhos sociais. O PAA, enquanto política governamental cumpre um papel de regulador de preços e serve para corrigir imperfeições do mercado, impulsionando, dessa forma, a competitividade da agricultura familiar. Segundo dados da Conab, as compras da agricultura familiar com doação simultânea (CPR Doação) alcançaram o valor aproximado de R$ 265 milhões de reais no ano de 2010, em todo o território nacional, ficando o Estado de Pernambuco em 4º lugar no volume de recursos aplicados, conforme Tabela 04 e Gráfico 07 a seguir: 18

19 Tabela 4 Compras da Agricultura Familiar CPR Doação Simultânea: Ranking Nacional UF Quantidade de CPR's Valor Total R$ Minas gerais ,39 Paraná ,62 Ceara ,82 PERNAMBUCO ,63 Bahia ,17 Santa Catarina ,93 São Paulo ,14 Rio Grande do Sul ,14 Rio Grande do Norte ,78 Maranhão ,40 Mato grosso ,58 Paraíba ,65 Amazonas ,05 Sergipe ,04 Rondônia ,87 Espírito Santo ,96 Mato grosso do Sul ,06 Alagoas ,06 Goiás ,07 Pará ,24 Acre ,30 Piauí ,49 Tocantins ,92 Amapá ,31 Roraima ,30 Distrito Federal ,25 Rio de Janeiro ,86 Total ,03 Fonte dos dados básicos: CONAB SEGEL / PE, Março

20 Gráfico 7 Compras da Agricultura Familiar CPR Doação Simultânea: Ranking Nacional A Tabela 05 e o Gráfico 08, a seguir, apresentam os valores das compras da agricultura familiar com doação simultânea para a Região Nordeste durante o ano de 2010, onde, o Estado de Pernambuco figura em 2º lugar na aplicação de recursos. O Quadro 03, anexo, apresenta o nome das organizações e dos municípios participantes, tipos de produtos comprados, número de beneficiários fornecedores e número de beneficiários compradores e o valor total das compras da agricultura familiar CPR doação simultânea, realizadas no Estado de Pernambuco durante o ano de Os limites anuais por produtor familiar, estabelecidos pelo Manual de Operações Conab /MOC, para os diferentes instrumentos operacionais do PAA são: i) Compra da Agricultura Familiar com Doação Simultânea - CPR Doação. Limite: até R$ 4.500,00/ano/safra; ii) Compra Direta da Agricultura Familiar CDAF. Limite: até R$ 4.500,00/ano/safra; iii) Formação de Estoque pela Agricultura Familiar CPR Estoque. Limite: até R$ 4.500,00/ano/safra. Até R$ ,00 para organizações de produtores com personalidade jurídica, em que pelo menos 90% da organização sejam agricultores 20

21 familiares enquadrados no Pronaf. Tabela 5 Compras da Agricultura Familiar CPR Doação Simultânea:Ranking do Nordeste-2010 UF Quantidade de CPR's Valor Total R$ Ceará ,82 PERNAMBUCO ,63 Bahia ,17 Rio Grande do Norte ,78 Maranhão ,40 Paraíba ,65 Sergipe ,04 Alagoas ,06 Piauí ,49 Total ,04 Gráfico 8 Compras da Agricultura Familiar CPR Doação Simultânea Ranking do Nordeste em Programa Nacional de Alimentação Escolar PNAE e Agricultura Familiar O Programa Nacional de Alimentação Escolar PNAE foi criado no Brasil em 1955, mas foi a partir da Constituição de 1988 que o direito 21

22 à alimentação escolar para todos os alunos do ensino fundamental foi assegurado. O PNAE é implementado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE. A partir de junho de 2009, a Lei nº , de 16/06/2009, determinou que pelo menos 30% do valor destinado à alimentação escolar brasileira devem ser investidos na compra direta de produtos da agricultura familiar. Os recursos financeiros consignados no orçamento da União para execução do PNAE são repassados em parcelas aos Estados, ao Distrito Federal, aos Municípios e às escolas federais pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE, em conformidade com o disposto no art. 208 da Constituição Federal e observadas as disposições da Lei nº Do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no mínimo 30% (trinta por cento) deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura família e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizandose os assentamentos de reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades de quilombolas. A aquisição dos gêneros alimentícios poderá ser realizada dispensando-se o procedimento licitatório, desde que os preços sejam compatíveis com os vigentes no mercado local, observando-se os princípios inscritos no art. 37 da Constituição, e que os alimentos atendam às exigências do controle de qualidade estabelecidas pelas normas que regulamentam a matéria. A observância do percentual de no mínimo 30% será disciplinada pelo FNDE e poderá ser dispensada quando presentes uma das seguintes circunstâncias: I impossibilidade de emissão do documento fiscal correspondente; II inviabilidade de fornecimento regular e constante dos gêneros alimentícios; III condições higiênico-sanitárias inadequadas, isto é, que estejam 22

23 em desacordo com o disposto no art. 25. A aquisição dos gêneros alimentícios deverá ser realizada, sempre que possível, no mesmo ente federativo em que se localizam as escolas, observadas as diretrizes de que trata o art. 2º da Lei nº /2009. Na análise das propostas e na aquisição, deverão ser priorizadas as propostas de grupos de municípios. Em não se obtendo as quantidades necessárias, estas poderão ser complementadas com propostas de grupos da região, do território rural, do estado e do país, nesta ordem de prioridade. Estas aquisições de produtos pelo PNAE servem para estimular o desenvolvimento econômico das comunidades rurais, por assegurar um canal de comercialização da produção, e, a conseqüente geração de renda, com ganhos econômicos e sociais. O acesso a este mercado institucional é facilitado através de organizações de grupos formais (cooperativas e associações) ou informais (que devem ser representados por uma Entidade Articuladora registrada no Sistema Brasileiro de Assistência Técnica e Extensão Rural - SIMBRATER), que comercializarão seus produtos diretamente com as escolas. Este é um mercado destinado exclusivamente para a Agricultura Familiar que, somado ao PAA, contribui significativamente para a comercialização dos seus produtos. Comercialização esta que tem representado um forte gargalo e um dos principais entraves para o fortalecimento do segmento e para o desenvolvimento rural. Um olhar analítico sobre a implementação da Lei, refere a importância estratégica, tática e operacional da participação dos municípios de grande população estudantil e de baixa concentração de agricultores familiares, geralmente localizados nas regiões metropolitanas, e que já possuem sistemas operacionais mais complexos de aquisições da alimentação escolar. Estes municípios podem ser a mola propulsora para a agricultura familiar em um novo e grande mercado, ou seja, o 23

24 mercado das grandes cidades. Aliado ao desafio das grandes cidades, a criação e adoção de um cardápio que contemple os produtos e tradições culturais regionais consiste num passo decisivo para o sucesso do PNAE para a Agricultura Familiar. Em Pernambuco, as compras de produtos da agricultura familiar pelo PNAE estão em fase de inicialização, com algumas poucas experiências realizadas por administrações municipais. Ainda não ocorreram compras pela rede das escolas estaduais. Inexiste sistemática de acompanhamento e monitoramento do PNAE/Agricultura Familiar, no sentido de definir e estabelecer controles de eficiência (fazer a coisa certa, no tempo certo, com os recursos disponíveis), de eficácia (cumprimento dos objetivos estabelecidos) e de efetividade (impactos na sociedade) sobre as compras da agricultura familiar pelo PNAE em Pernambuco. É indispensável a ampliação deste programa e o engajamento dos administradores do ensino público como secretários estaduais e municipais, prefeitos, gestores públicos, coordenadores, diretores, professores, agentes educacionais e comunidade escolar para incentivar e dinamizar o PNAE/Agricultura Familiar em Pernambuco. Nesse sentido, o PRS deverá exercer papel relevante na articulação das ações necessárias, estimular, sensibilizar e engajar os movimentos sociais e sindicais, organizações cooperativas e associativas, redes, programas e demais organizações da agricultura familiar conheçam a lei e sua operacionalização e organizem a oferta de alimentos para o PNAE. Os Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural CMDR s, os Fóruns Territoriais e as Unidades Gestoras Territoriais do PRS, juntamente com o Conselho de Alimentação Escolar CAE os Conselhos Municipais de Educação, deverão articular ações para dinamizar esse Programa, tendo em vista a importância do mesmo enquanto canal institucional de comercialização para diversos 24

PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS PAA

PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS PAA PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS PAA Marco Legal Art 19. da Lei nº10.696/2003 Fica instituído o Programa de Aquisição de Alimentos com a finalidade de incentivar a agricultura familiar, compreendendo

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE Painel 8: O papel de Instituições Públicas para Desenvolvimento da Cacauicultura Brasileira O Cacau e a Agricultura Familiar Adriana

Leia mais

Programa de Aquisição de Alimentos

Programa de Aquisição de Alimentos Programa de Aquisição de Alimentos Programa de Aquisição de Alimentos Produção Consumo Rede Socioassistencial Agricultura Familiar Inclui: Agricultores Familiares; Assentados; Povos e Comunidades Tradicionais;

Leia mais

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA)

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Relatório com as principais notícias divulgadas pela mídia

Leia mais

As Compras Públicas da Agricultura Familiar para Programas Sociais

As Compras Públicas da Agricultura Familiar para Programas Sociais As Compras Públicas da Agricultura Familiar para Programas Sociais INCLUSÃO PRODUTIVA RURAL Aumento da produção para segurança alimentar e ampliação de canais de comercialização Programa de Aquisição de

Leia mais

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Art. 14. da Art. 14. Do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no mínimo trinta por cento deverá ser utilizado na aquisição de gêneros

Leia mais

Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar. Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA

Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar. Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA Objetivo da Apresentação Possibilitar a compreensão das políticas públicas relacionadas e/ou

Leia mais

Departamento de Geração de Renda e

Departamento de Geração de Renda e Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor - DGRAV ESTRUTURA DO MDA Gabinete do Ministro Secretaria Executiva Secretaria da Agricultura Familiar SAF Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA

Leia mais

Compra Institucional SESAN/MDS

Compra Institucional SESAN/MDS PAA Compra Institucional SESAN/MDS Apoio à agricultura familiar: produção Garantia Safra Assistência técnica (ATER/ATES) PRONAF Seguro Agrícola PGPAF PGPM 1ª e 2ª Água Melhoria da renda dos agricultores

Leia mais

O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar

O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar A IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA - DIAGNÓSTICO Prevalência de situação de segurança alimentar em domicílios particulares, por situação do domicílio

Leia mais

Projeto. Das Roças e Florestas dos Povos e Comunidades Tradicionais e da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar

Projeto. Das Roças e Florestas dos Povos e Comunidades Tradicionais e da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar Projeto Das Roças e Florestas dos Povos e Comunidades Tradicionais e da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar Nutritivo para alimentação escolar Nutrição como Sustento e Sustentabilidade Nutrimento

Leia mais

Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário

Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário Janeiro - 2011 Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem vive no Brasil Rural.

Leia mais

PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA.

PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA. PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA. FICHA TÉCNICA Coordenação de População e Indicadores Sociais: Bárbara Cobo Soares Gerente de Pesquisas e Estudos Federativos: Antônio

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem

Leia mais

DILMA ROUSSEFF Presidenta da República. PATRUS ANANIAS Ministro do Desenvolvimento Agrário

DILMA ROUSSEFF Presidenta da República. PATRUS ANANIAS Ministro do Desenvolvimento Agrário DILMA ROUSSEFF Presidenta da República PATRUS ANANIAS Ministro do Desenvolvimento Agrário MARIA FERNANDA RAMOS COELHO Secretária Executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário MARIA LÚCIA DE OLIVEIRA

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social AGENDA SOCIAL AGENDA SOCIAL Estamos lutando por um Brasil sem pobreza, sem privilégios, sem discriminações. Um país de oportunidades para todos. A melhor forma para um país crescer é fazer que cada vez

Leia mais

Apoio à comercialização da agricultura familiar

Apoio à comercialização da agricultura familiar Apoio à comercialização da agricultura familiar Programa de Aquisição de Alimentos 1. Contexto Liberalização dos mercados de produtos agrícolas (anos 90) Intenso processo de concentração de capitais no

Leia mais

PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar

PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SECRETARIA DA AGRICULTURA FAMILIAR COORDENAÇÃO DE COMERCIALIZAÇÃO PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar Modalidades do PAA MODALIDADES PROGRAMA

Leia mais

Programa de Aquisição de Alimentos PAA

Programa de Aquisição de Alimentos PAA Programa de Aquisição de Alimentos PAA PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS PAA O PAA, instituído pela Lei federal 10.696 em 2003, consiste na compra de alimentos da agricultura familiar com dispensa de

Leia mais

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões PGPM A. EGF SOV COV B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO Aquisições via Preços Mínimos Via Leilões Estados e Municípios Leite Compra Local Compra Direta Compra Especial Formação de Estoque Doação Simultânea EMPODER

Leia mais

Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar PGPAF

Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar PGPAF PGPAF Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar PGPAF O QUE É O PGPAF Programa do Governo Federal que garante aos agricultores familiares que tem financiamento no âmbito do Pronaf a indexação

Leia mais

Programa de Aquisição de Alimentos - Conab

Programa de Aquisição de Alimentos - Conab Programa de Aquisição de Alimentos - Conab Exercício 2004 Sumário Executivo O presente documento procura sintetizar as ações desenvolvidas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) através do Programa

Leia mais

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer a agricultura familiar, mediante o financiamento da infra-estrutura de produção

Leia mais

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 Pilares do PSPA CRÉDITO PROMOÇÃO PROMOÇÃO DO DO CONSUMO PESQUEIRO PSPA INFRAESTRUTURA ASSISTÊNCIA TÉCNICA COMERCIALI

Leia mais

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA TERRITÓRIOS RIOS DA CIDADANIA Objetivos Os Territórios TERRITÓRIOS RIOS Os Territórios Rurais se caracterizam por: conjunto

Leia mais

PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR 2010/2011

PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR 2010/2011 PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR 2010/2011 Mais crédito, mais segurança e juros menores. Do Plano Safra 2002/2003 ao Plano Safra 2010/2011, o volume de recursos oferecidos por meio do Pronaf para custeio

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Fórum de debates sobre a pobreza e a segurança alimentar Campinas, 13 de outubro

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR NO BRASIL. Semana de Bioenergia Global Bioenergy Partnership - GBEP Brasília-DF Embrapa março de 2013

PARTICIPAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR NO BRASIL. Semana de Bioenergia Global Bioenergy Partnership - GBEP Brasília-DF Embrapa março de 2013 PARTICIPAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR NO BRASIL Semana de Bioenergia Global Bioenergy Partnership - GBEP Brasília-DF Embrapa março de 2013 INSTRUMENTOS LEGAIS INSTRUMENTOS LEGAIS 1) Lei nº 11.326/2006 Estabelece

Leia mais

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR Com a aprovação da Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, e da Resolução FNDE nº 38, de 16 de julho de 2009, as escolas

Leia mais

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA. Banco Mundial

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA. Banco Mundial PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA POR QUE O PROJETO Decisão Estratégica do Governo do Estado da Bahia Necessidade de avançar na erradicação da pobreza rural Existência de

Leia mais

LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL

LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL *PRONAF* Legislação LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL Art. 187. A política agrícola será planejada e executada na forma da lei, com a participação efetiva do setor de produção, envolvendo produtores e trabalhadores

Leia mais

Ministério da Cultura

Ministério da Cultura SISTEMA NACIONAL DE CULTURA Processo de articulação, gestão, comunicação e de promoção conjunta de políticas públicas de cultura, mediante a pactuação federativa. Objetivo Geral do SNC Implementar políticas

Leia mais

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014 NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARCERIA MDA / CNPq Brasília, 13 de maio de 2014 A política de desenvolvimento territorial Desde 2004 a SDT implementa a estratégia de desenvolvimento

Leia mais

Atuações da CEAGESP e do CECANE nas ações de fortalecimento da Agricultura Familiar. Ana Laura Benevenuto de Amorim e Fabiane Mendes da Camara

Atuações da CEAGESP e do CECANE nas ações de fortalecimento da Agricultura Familiar. Ana Laura Benevenuto de Amorim e Fabiane Mendes da Camara Atuações da CEAGESP e do CECANE nas ações de fortalecimento da Agricultura Familiar Ana Laura Benevenuto de Amorim e Fabiane Mendes da Camara São Paulo, 2014 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE

Leia mais

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

projetos com alto grau de geração de emprego e renda projetos voltados para a preservação e a recuperação do meio ambiente

projetos com alto grau de geração de emprego e renda projetos voltados para a preservação e a recuperação do meio ambiente O QUE É O FCO? O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) foi criado pela Lei n.º 7.827, de 27.09.1989, que regulamentou o art. 159, inciso I, alínea c, da Constituição Federal, com

Leia mais

INCLUSÃO PRODUTIVA. 3 - O governo estadual desenvolve ações, programas ou projetos de inclusão produtiva para a geração de trabalho e renda?

INCLUSÃO PRODUTIVA. 3 - O governo estadual desenvolve ações, programas ou projetos de inclusão produtiva para a geração de trabalho e renda? 1 - Existe algum tipo de estudo setorial e/ou diagnóstico socioeconômico do estado que tenha sido realizado no período entre 2010 e 2014? 1 Sim 1.1 - Ano do diagnóstico: Não (passe para 2 o quesito 3)

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO

PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO PROMOVENDO A SUCESSÃO E O COMBATE A POBREZA NO CAMPO PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO 3 O QUE É CRÉDITO FUNDIÁRIO O Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF)

Leia mais

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza FOME ZERO O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza Seminário Internacional sobre Seguro de Emergência e Seguro Agrícola Porto Alegre, RS -- Brasil 29 de junho a 2 de julho de 2005 Alguns

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

CONTEXTUALIZAÇÃO/ JUSTIFICATIVA

CONTEXTUALIZAÇÃO/ JUSTIFICATIVA TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS NÃO CONTINUADOS (não alterar os campos em cinza) TR nº MODALIDADE TEMA PROCESSO SELETIVO Produto Planejamento Territorial TR_02_2015_PDHC Participativo Parecer Nº 00558/2015/CONJUR-MDA/CGU/AGU,

Leia mais

MECANISMOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA CONAB MAPA. - PROP - Contrato de Opção - VEP - PEP - AGF

MECANISMOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA CONAB MAPA. - PROP - Contrato de Opção - VEP - PEP - AGF MECANISMOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA CONAB MAPA - PROP - Contrato de Opção - VEP - PEP - AGF PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS - PAA Comercialização e Abastecimento Grupo de Trabalho CONSEA MDS IPEA MDA MAPA

Leia mais

Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade.

Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade. Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade. Políticas Públicas são a totalidade de ações, metas e planos que os governos

Leia mais

Agricultura Familiar Coordenação Geral de Biocombustíveis. O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel PNPB

Agricultura Familiar Coordenação Geral de Biocombustíveis. O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel PNPB Agricultura Familiar Coordenação Geral de Biocombustíveis O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel PNPB Agricultura Familiar Coordenação Geral de Biocombustíveis - Números do PNPB - Empresas

Leia mais

La Experiencia del PRONAF Eco Dendê en Brasil

La Experiencia del PRONAF Eco Dendê en Brasil La Experiencia del PRONAF Eco Dendê en Brasil Taller sobre el Acceso a Créditos para la Agricultura Familiar en América Latina - Cadena Productiva de Palma Bogotá Colombia Junio 2015 O MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09. 01 Vaga

TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09. 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para aprimoramento das estratégias e metodologias

Leia mais

Um plano da agricultura familiar para o Brasil

Um plano da agricultura familiar para o Brasil Um plano da agricultura familiar para o Brasil 1 Plano Safra da Agricultura Plano Safra Familiar da Agricultura Familiar 2008/09 2 Mais Alimentos Um plano da agricultura familiar para o Brasil 18 milhoes

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL RURAL

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL RURAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL RURAL Pepe Vargas Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário Fonte: IBGE Censo Agropecuário 2006 Os agricultores

Leia mais

IV Seminário Nacional do Programa Nacional de Crédito Fundiário Crédito Fundiário no Combate a Pobreza Rural Sustentabilidade e Qualidade de Vida

IV Seminário Nacional do Programa Nacional de Crédito Fundiário Crédito Fundiário no Combate a Pobreza Rural Sustentabilidade e Qualidade de Vida IV Seminário Nacional do Programa Nacional de Crédito Fundiário Crédito Fundiário no Combate a Pobreza Rural Sustentabilidade e Qualidade de Vida 30 DE NOVEMBRO DE 2011 CONTEXTO Durante os últimos anos,

Leia mais

PRONAF. Financiamento do Desenvolvimento Rural pelo Fortalecimento da Agricultura Familiar a experiência brasileira do Pronaf.

PRONAF. Financiamento do Desenvolvimento Rural pelo Fortalecimento da Agricultura Familiar a experiência brasileira do Pronaf. PRONAF Financiamento do Desenvolvimento Rural pelo Fortalecimento da Agricultura Familiar a experiência brasileira do Pronaf. A diversidade da Agricultura familiar B: 0.4 C: 0.7 D: 0.4 E: 0.1 Cobertura

Leia mais

O Brasil Melhorou. 36 milhões. de brasileiros saíram da pobreza em 10 anos. 42 milhões. de brasileiros ascenderam de classe.

O Brasil Melhorou. 36 milhões. de brasileiros saíram da pobreza em 10 anos. 42 milhões. de brasileiros ascenderam de classe. O Brasil Melhorou 36 milhões de brasileiros saíram da pobreza em 10 anos 42 milhões de brasileiros ascenderam de classe Fonte: SAE/PR O Brasil Melhorou O salário mínimo teve um aumento real de 70% Em 2003,

Leia mais

PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR 2009/2010 MAISAGRICULTURA FAMILIAR PARA MAIS BRASILEIROS

PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR 2009/2010 MAISAGRICULTURA FAMILIAR PARA MAIS BRASILEIROS PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR 2009/2010 MAISAGRICULTURA FAMILIAR PARA MAIS BRASILEIROS Fortalecimento e ampliação das políticas públicas O Plano Safra da Agricultura Familiar 2009/2010 fortalece

Leia mais

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste O que é FCO? O Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) é um fundo de crédito criado pela Constituição Federal de 1988 com o objetivo de promover

Leia mais

AGRICULTURA FAMILIAR NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR

AGRICULTURA FAMILIAR NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR Por meio da Lei nº 11.947/2009, a Agricultura Familiar passa a fornecer gêneros alimentícios a serem servidos nas escolas da Rede Pública de Ensino. Conheça a Lei: Lei nº 11.947/2009 Dispõe sobre o atendimento

Leia mais

AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas. Arthur Moriconi harthus94@gmail.com.

AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas. Arthur Moriconi harthus94@gmail.com. AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas Arthur Moriconi harthus94@gmail.com. Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Fabio Junior Penteado fabioturvo@gmail.com.

Leia mais

Compras Institucionais. Programa de Aquisição de Alimentos

Compras Institucionais. Programa de Aquisição de Alimentos Compras Institucionais Programa de Aquisição de Alimentos Brasil Sem Miseria: Rota de Inclusao Produtiva Termo de compromisso ABRAS Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Compras Privadas Promoção Comercial

Leia mais

(E-MAIL): marfa.alessandra@seagro.to.gov.br. Fortalecimento dos Serviços Públicos Selecionados

(E-MAIL): marfa.alessandra@seagro.to.gov.br. Fortalecimento dos Serviços Públicos Selecionados NOME DO PROJETO: PROJETO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL INTEGRADO E SUSTENTÁVEL PDRIS Nº ACORDO EMPRÉSTIMO: 8185-0/BR NÃO OBJEÇÃO - (TERMO DE REFERÊNCIA) Nº DO TDR: 02/2015 DATA: 01/02/2015 COMPONENTE: SUBCOMPONENTE:

Leia mais

PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar. As ações para a Agricultura Familiar e o Controle Social

PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar. As ações para a Agricultura Familiar e o Controle Social PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar As ações para a Agricultura Familiar e o Controle Social Missão: Contribuir para a melhoria da educação por meio de ações educativas de alimentação e nutrição

Leia mais

Lei n 11.947/2009 PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Lei n 11.947/2009 PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar. Lei n 11.947/2009 PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar. Art. 1 o Para os efeitos desta Lei, entende-se por alimentação escolar todo alimento oferecido no ambiente escolar, independentemente de

Leia mais

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES Organizador Patrocínio Apoio PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 O Turismo é uma das maiores fontes de

Leia mais

10 ANOS. Conte até 10 e saiba por quê.

10 ANOS. Conte até 10 e saiba por quê. 10 ANOS O Programa de Aquisição de Alimentos completou dez anos. Instituído pela Lei nº 10.696, de 2 de julho de 2003, o PAA tem se consolidado como um instrumento de estímulo à organização produtiva e

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário

Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento Agrário MISSÃO Promover a política de desenvolvimento do Brasil rural, a democratização do acesso à terra, a gestão territorial da estrutura fundiária, a inclusão produtiva

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

A LEI GERAL DE ATER, CHAMADAS PÚBLICAS E CONTRATOS DE ATER SEMINÁRIO DE BALANÇO ATER FEIRA DE SANTANA, 18/01/2012

A LEI GERAL DE ATER, CHAMADAS PÚBLICAS E CONTRATOS DE ATER SEMINÁRIO DE BALANÇO ATER FEIRA DE SANTANA, 18/01/2012 A LEI GERAL DE ATER, CHAMADAS PÚBLICAS E CONTRATOS DE ATER SEMINÁRIO DE BALANÇO ATER FEIRA DE SANTANA, 18/01/2012 Contexto Retomada dos Serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural no país em 2003;

Leia mais

Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN. Departamento de Estruturação e Integração de Sistemas Públicos Agroalimentares DEISP

Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN. Departamento de Estruturação e Integração de Sistemas Públicos Agroalimentares DEISP MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Departamento de Estruturação e Integração de Sistemas Públicos Agroalimentares DEISP

Leia mais

Desenvolvimento Rural Sustentável na Abordagem Territorial. Alexandre da Silva Santos Consultor da SDT/MDA Balneário Camboriu, Novembro de 2011

Desenvolvimento Rural Sustentável na Abordagem Territorial. Alexandre da Silva Santos Consultor da SDT/MDA Balneário Camboriu, Novembro de 2011 Desenvolvimento Rural Sustentável na Abordagem Territorial Alexandre da Silva Santos Consultor da SDT/MDA Balneário Camboriu, Novembro de 2011 Apresentação: Território Rural de Identidade; Programa Territórios

Leia mais

INVESTIMENTOS, ABORDAGENS E ESFORÇOS COMUNS NO SANEAMENTO RURAL

INVESTIMENTOS, ABORDAGENS E ESFORÇOS COMUNS NO SANEAMENTO RURAL VI SEMINÁRIO NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL I ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE SANEAMENTO RURAL INVESTIMENTOS, ABORDAGENS E ESFORÇOS COMUNS NO SANEAMENTO RURAL Ernani Ciríaco de Miranda Diretor SNSA/MCIDADES

Leia mais

Governo Federal investe R$ 13,3 bilhões no combate à pobreza em 2007

Governo Federal investe R$ 13,3 bilhões no combate à pobreza em 2007 Governo Federal investe R$ 13,3 bilhões no combate à pobreza em 2007 O Governo Federal está investindo R$ 13,3 bilhões, em 2007, no combate à pobreza, integrando mais de 30 programas e ações que visam

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)

Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) FICHA DE PROGRAMA Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Áreas temáticas: Segurança alimentar e nutricional; inclusão produtiva rural. 1. SUMÁRIO EXECUTIVO ATUALIZADO EM: 16/06/2015 O Programa de Aquisição

Leia mais

PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais

PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais Políticas Públicas PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais A PNPCT reafirma a importância do conhecimento, da valorização e do respeito à diversidade

Leia mais

Palma de óleo, agricultura familiar e desenvolvimento rural sustentável

Palma de óleo, agricultura familiar e desenvolvimento rural sustentável Palma de óleo, agricultura familiar e desenvolvimento rural sustentável Sumário Agricultura familiar no Brasil Importância e aspectos positivos da palma de óleo Programa Palma de Óleo e sinergia com o

Leia mais

Agroenergia e Agricultura Familiar

Agroenergia e Agricultura Familiar Agroenergia e Agricultura Familiar V Congresso Brasileiro de Mamona (CBM) II Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas (SIOE) I Fórum Capixaba de Pinhão-Manso Guarapari - ES Julho/2012 ÍNDICE Agricultura

Leia mais

As Políticas Públicas e a Agricultura Familiar

As Políticas Públicas e a Agricultura Familiar As Políticas Públicas e a Agricultura Familiar Lei da Agricultura Familiar LEI Nº 11.326, DE 24 DE JULHO DE 2006. Art. 3 Para os efeitos desta Lei, considera-se agricultor familiar e empreendedor familiar

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA Secretaria da Agricultura Familiar SAF Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural DATER

Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA Secretaria da Agricultura Familiar SAF Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural DATER Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA Secretaria da Agricultura Familiar SAF Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural DATER Termo de Referência para Redes de Organizações de Ater da Sociedade

Leia mais

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI Secretaria de Articulação Institucional SAI Seminário Metas do Plano e dos Sistemas Municipal, Estadual e Nacional de Cultura Vitória-ES 05/Dez/2011 Secretaria de Articulação Institucional SAI A Construção

Leia mais

Compartilhando a experiência brasileira na área de Segurança Alimentar e Nutricional. Sílvio Porto

Compartilhando a experiência brasileira na área de Segurança Alimentar e Nutricional. Sílvio Porto Compartilhando a experiência brasileira na área de Segurança Alimentar e Nutricional Sílvio Porto Programa de Aquisição de Alimentos - PAA Política de Garantia de Preço Mínimo - PGPM (extrativismo) Apoio

Leia mais

EDITAL 02/2011 TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATO POR PRODUTO

EDITAL 02/2011 TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATO POR PRODUTO EDITAL 02/2011 TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATO POR PRODUTO ENVIO DA PROPOSTA Caixa Postal nº 8575 CEP:.70.312-970 - Brasília-DF Observação: O CANDIDATO DEVERÁ OBRIGATORIAMENTE INFORMAR NA CAPA DO ENVELOPE

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL - SDT ACORDO DE EMPRÉSTIMO FIDA Nº

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL - SDT ACORDO DE EMPRÉSTIMO FIDA Nº TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS NÃO CONTINUADOS (não alterar os campos em cinza) TR nº MODALIDADE TEMA PROCESSO SELETIVO TR_16_2015_PDHC Produto Sistematização de Experiências Inovadoras Parecer Nº 00558/2015/CONJUR-MDA/CGU/AGU,

Leia mais

PMS-MT Cartilha. Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes. Governança Funcionamento do Programa

PMS-MT Cartilha. Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes. Governança Funcionamento do Programa PMS-MT Cartilha Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes Fortalecimento da gestão ambiental municipal Contexto e benefícios Tarefas Regularização ambiental e fundiária

Leia mais

PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS - PAA

PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS - PAA PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS - PAA AÇÕES DA CONAB EM 2003 1. BREVE HISTÓRICO O Programa de Aquisição de Alimentos foi instituído pelo Art. 19 da Lei nº 10.696 e regulamentado pelo Decreto 4.772,

Leia mais

Desenvolvimento da Agricultura Irrigada no Brasil, sob Cenários Sustentáveis (PCT BRA/IICA/08/002)

Desenvolvimento da Agricultura Irrigada no Brasil, sob Cenários Sustentáveis (PCT BRA/IICA/08/002) Desenvolvimento da Agricultura Irrigada no Brasil, sob Cenários Sustentáveis (PCT BRA/IICA/08/002) Data do Início: 01/01/2008 Data do Término: 31/12/2011 Valor: R$ 21.000.000,00 Objetivo: Desenvolvimento

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria Financeira de conciliação das informações repassadas pelos

Leia mais

BNB - Segmentação de Clientes

BNB - Segmentação de Clientes BNB - Segmentação de Clientes Grande Pirâmide dos Empreendedores (Formais ou Informais) FORMAL Médio Pequeno MICROEMPRESA INFORMAL EMPREENDEDOR URBANO EMPREENDEDOR RURAL SERVIÇO INDÚSTRIA COMÉRCIO ATIVIDADES

Leia mais

Inclusão Produ-va Rural

Inclusão Produ-va Rural Inclusão Produ-va Rural Plano Brasil Sem Miséria A miséria tem caras e necessidades diferentes conforme a região. A realidade no campo é uma, na cidade é outra bem diferente. Por isso, o Brasil Sem Miséria

Leia mais

Políticas Públicas operadas pela EMATER/RS-ASCAR no RS

Políticas Públicas operadas pela EMATER/RS-ASCAR no RS Políticas Públicas operadas pela EMATER/RS-ASCAR no RS Crédito Rural - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar - (Pronaf) Assessoria Técnica, Social e Ambiental (ATES) Assistência Técnica

Leia mais

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural 1. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural no bioma Amazônia... 2 2. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA PROCESSO LICITATÓRIO Nº 010/2011- FAO/GCP/BRA/070/EC

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA PROCESSO LICITATÓRIO Nº 010/2011- FAO/GCP/BRA/070/EC FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS ORGANISATION DES NATIONS UNIES POUR L ALIMENTATION ET L AGRICULTURE ORGANIZACION DE LAS NACIONES UNIDAS PARA LA AGRICULTURA Y LA ALIMENTACION ORGANIZAÇÃO

Leia mais

Programa Nacional de Alimentação Escolar/PNAE

Programa Nacional de Alimentação Escolar/PNAE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Programa Nacional de Alimentação Escolar/PNAE Atualizações com base na Lei 11.947/2009 Alaíde Oliveira do Nascimento Coordenadora de fomento ao Controle Social

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014 Dispõe sobre ajustes nas normas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), de que trata o Capítulo 10 do Manual de Crédito Rural

Leia mais

Edital 03.2014 TERMO DE REFERÊNCIA 01

Edital 03.2014 TERMO DE REFERÊNCIA 01 Edital 03.2014 TERMO DE REFERÊNCIA 01 ELABORAÇÃO DE PLANOS DE SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA PARA EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS ORGANIZADOS EM REDES DE COOPERAÇÃO NOS TERRITÓRIOS DA MATA SUL/PE, MATA

Leia mais

Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil

Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil Organização Internacional do Café - OIC Londres, 21 de setembro de 2010. O Sistema Agroindustrial do Café no Brasil - Overview 1 Cafés

Leia mais

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS José E Cassiolato Coordenador da RedeSist, IE-UFRJ Marcelo G P de Matos Pesquisador da RedeSist,

Leia mais

Seminário: As Compras Institucionais a Serviço dos Agricultores Familiares. CSA, Bruxelas 23 de Abril de 2014.

Seminário: As Compras Institucionais a Serviço dos Agricultores Familiares. CSA, Bruxelas 23 de Abril de 2014. Seminário: As Compras Institucionais a Serviço dos Agricultores Familiares CSA, Bruxelas 23 de Abril de 2014. ESTRATÉGIA: SEGURANÇA E SOBERANIA ALIMENTAR X FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR Fortalecimento

Leia mais

APRESENTAÇÃO PARTE 1 AGRICULTURA FAMILIAR NO BRASIL E O MDA-SAF PARTE 3 EXEMPLOS DE INICIATIVAS DE AGREGAÇÃO DE VALOR NA AGRICULTURA FAMILIAR

APRESENTAÇÃO PARTE 1 AGRICULTURA FAMILIAR NO BRASIL E O MDA-SAF PARTE 3 EXEMPLOS DE INICIATIVAS DE AGREGAÇÃO DE VALOR NA AGRICULTURA FAMILIAR MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MDA E REGIÃO AMAZÔNICA: GERAÇÃO DE RENDA E AGREGAÇÃO DE VALOR NA PRODUÇÃO ORGÂNICA, AGROECOLÓGICA E EXTRATIVISTA DA AGRICULTURA FAMILIAR Manaus, 28.10.2011 APRESENTAÇÃO

Leia mais

Compra e Venda da Produção da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar

Compra e Venda da Produção da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar Compra e Venda da Produção da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar Hilda Lorena Freitas Agente PNAE/REBRAE Cecane/UNB A partir da Lei n. 11.947/2009 Art. 14. Do total dos recursos financeiros

Leia mais