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1 igreja UMA em 4 estações

2 OS ESTÁGIOS DA VIDA DA CÉLULA Lideres saudáveis já compreenderam que é necessário mais do que um templo para o desenvolvimento sadio de uma comunidade cristã. A celebração no templo é apenas uma das partes que compõem a Comunidade Evangélica Luterana de Três Lagoas. Esses líderes já entenderam que precisamos de células ou grupos pequenos que desenvolvam e vivam de forma prática os propósitos de Deus para suas vidas. A vida da Comunidade Evangélica de Três Lagoas em células tem transformado nossa realidade dia-a-dia, entretanto, temos percebido que ao longo dos meses, as células por vezes perdem o foco, cam sem direção, e alguns líderes cam desmotivados. Em conseqüência, sofremos com a perda da e ciência e e cácia da célula. Descobrimos que a causa principal da desmotivação é a falta de foco. Ter um foco, um alvo, uma bússola para marcar a direção e dar um rumo é essencial para a contínua motivação dos grupos pequenos. Assim sendo, estamos utilizando nesse guia prático os estágios sugeridos por Joel Comiskey em seu livro "O Crescimento Explosivo da Igreja em Células" e a metáfora das estações do ano foram adaptadas para facilitar a memorização de cada estágio. Cada um desses estágios tem duração e foco distintos um do outro. Esse manual enfatiza o propósito especí co e aponta ações estratégicas para o crescimento e desenvolvimento saudável da célula. APRENDIZADO AMOR VÍNCULO LANÇAMENTO

3 NOSSA VISÃO Liderar células sadias que cresçam e se multipliquem. Exercer in uência sobre os incrédulos. Multiplicar as células através do convívio constante, onde cada casa se torne uma igreja e cada membro um ministro, vivendo em Cristo de casa em casa e na grande congregação.

4 1 MÊS APRENDIZADO É o estágio onde os membros da célula estão começando a se conhecer. É o momento certo para quebra-gelos do tipo "conhecendo uns aos outros". O alvo neste período é produzir vínculos e relacionamentos de comunhão. Os eventos sociais devem ser mais freqüentes, para que as pessoas se conheçam e criem intimidade entre si. O processo pode ser acelerado com atividades sociais como retiros e reuniões informais. Alguns aspectos devem ser considerados: a. VÍNCULOS NA CÉLULA: As pessoas devem ser sentir incluídas na célula. O líder deve favorecer para que todos sejam incluídos no círculo de amizade. Cultive um ambiente na célula onde todos conseguem expressar seus pensamentos e sentimentos. Na hora de decidir uma questão, não deixe a célula apática esperando a decisão do líder, gere atividade e participação. Células apáticas são células ainda desvinculadas. O que também pode ser observado na hora do compartilhar na reunião. Observe como a comunhão acontece no nal da reunião. Em grupos desvinculados, as pessoas se dispersam rapidamente ou simplesmente cam sentadas. b. ENTENDIMENTO DO COMPROMISSO E DO PROPÓSITO: Todas as partes básicas da visão devem ser estabelecidas: a multiplicação, cada membro ser um ministro, cada casa se abrir para receber a reunião do grupo de célula e os outros objetivos básicos da célula (oração, comunhão e edi cação). O líder deve deixar bem claro que tipo de compromisso se espera de cada membro na célula. As primeiras reuniões serão dedicadas, basicamente, ao entendimento da visão, ao estabelecimento das alianças da célula e à compreensão dos objetivos e da dinâmica da reunião da célula. Nunca é demais lembrar cada momento da reunião: quebra gelo, louvor, edi cação, compartilhar, oração e comunhão. Faça com que cada membro da célula entenda que nós somos uma igreja em células. c. PRINCÍPIOS BÁSICOS: Muitas células, no começo, são apenas pequenos cultos. Trabalhe para mudar isso. Fale, explique, exorte, mas não permita que sua célula seja apenas um grupo jovem normal ou culto familiar. Toda célula deve ter, no mínimo, um líder em treinamento. O líder em treinamento é quem leva as informações básicas que edi carão a próxima célula dentro da visão. Se não houver líder em treinamento, a tendência é que a próxima célula, resultante da multiplicação da célula atual, se fragilize e a visão se perca. Ÿ Enfatizar os objetivos da célula: oração, comunhão, edi cação e multiplicação. Nessa primeira fase, a ênfase maior deve ser dada à comunhão. Ÿ Estabelecer e monitorar, junto com os auxiliares de célula, os eventos de comunhão. Faça um treinamento para demonstrar o padrão de reunião de célula, realçando cada parte da reunião e mostrando a importância e a necessidade de cada uma. Ÿ Deixar claro, desde o início, os objetivos da célula e a nossa forma de ser da igreja: multiplicação, livros de discipulado, Encontro com Deus, treinamentos, etc.

5 1 MÊS AMOR É o estágio onde os membros da célula tiram suas máscaras. As pessoas veem umas as outras como realmente são. Esse é o estágio de con ito na vida da célula, no qual os relacionamentos terão de passar do nível social para o pessoal. Nesse momento, é natural a ocorrência de con itos nos relacionamentos. Não pense que, com isso, a célula está decaindo. Na verdade, é um grande avanço,pois mostra que já não são indiferentes uns aos outros. a. RELACIONAMENTOS PESSOAIS: Nesta fase todos já devem se conhecer dentro da célula. Espera-se que o líder já tenha sido reconhecido pela célula. Esperase que a célula tenha avançado de um mero grupo jovem ou culto doméstico para um grupo razoavelmente vinculado. Além disso, mais pessoas já podem ministrar a Palavra e o compartilhar na reunião deve estar bem mais participativo com uns ministrando aos outros. b. COMPREENSÃO DO PROPÓSITO: De todos os propósitos, o da edi cação deve ocupar a posição central. Muitos dos propósitos estabelecidos para a célula serão desa ados. O líder deve estar atento às possíveis tensões dentro da célula e também promover e estimular a integração de todos os membros e visitantes. c. PRINCÍPIOS BÁSICOS: Cada membro é um ministro. Estimule os auxiliares a liderarem o momento da Palavra, monitore e estimule o compartilhar. Os membros já devem estar vivendo a nossa forma de ser igreja. Monitore quantos membros ainda não estão realizando o discipulado e quantos ainda não participaram do retiro Encontro com Deus. Ÿ Os membros devem estar sendo regularmente discipulados. Ÿ A edi cação no grupo de célula deve ser direcionada às questões pessoais. É o momento de cura e restauração para os membros. Ÿ Os integrantes do grupo de célula devem estar sendo integrados à igreja através do culto e outras atividades propostas.

6 1 MÊS VÍNCULO É o estágio onde os membros da célula começam a distinguir os seus papéis. É o tempo de descobrimento dos seus dons. Esse estágio é o tempo ideal para o treinamento em evangelismo. Nessa fase os membros da célula se tornam livres para se expressar, se comprometer e falar abertamente. Nesse tempo os membros se sentem em casa, o relacionamento sai do nível pessoal para o comunitário. Nesse estágio a célula corre o risco de car embriagada consigo mesma. Se não for enfatizada a visão da multiplicação, a célula pode se estagnar. Se acontecer de a célula não multiplicar, é porque a visão não foi assimilada apropriadamente. Projetos de oração, vigílias e jejuns devem ser comuns nessa fase. É intolerável uma célula sem um líder em treinamento nesse período e a multiplicação deve ser enfatizada. a. PRINCÍPIOS BÁSICOS: O líder deve promover momentos de comunhão e promover o estreitamento dos relacionamentos entre os membros da célula. É um bom momento para serem trabalhados temas como amor, comunhão e família. É comum a célula estagnar neste estágio, então, nunca esqueça de enfatizar a necessidade do evangelismo. Ÿ Procurar levar a célula ao crescimento através de oração e das vigílias. Nesse momento, os jejuns devem ser comuns. Ÿ Em hipótese alguma, tolere uma célula sem um líder em treinamento nessa fase. Ÿ Mostrar a importância da multiplicação. Ÿ Comece a estimular os membros para a futura multiplicação. É tempo de localizar an triões.

7 6 MESES LANÇAMENTO É o estágio onde os deve-se concentrar esforços nos evangelismo. Ele deve ser o foco principal das reuniões do grupo de célula até que ela se multiplique. Geralmente, o tempo de vida de uma célula será de 6 meses a um ano. Qualquer célula, que não se multiplica depois de 12 meses, poderá se estagnar, perder seu dinamismo e, eventualmente, morrer. Toda célula deve ter uma nalização de algum tipo, e cada membro deve estar atento para isso, desde o início. Consideramos que uma célula se encerra ao se multiplicar. As duas células resultantes da multiplicação são consideradas, então, duas novas células. E como tais, talvez se torne necessário passarem novamente por todas as fases. a. PRINCÍPIOS BÁSICOS: O evangelismo torna-se o foco principal deste estágio. Se a célula não mostra sinais de multiplicação futura, é necessária a intervenção do supervisor/pastor e uma nova estratégia deve ser traçada. Células que não se multiplicam tendem a tornar-se mortas. Ÿ Esse é um tempo de celebração. O líder deve ajudar os membros a verem a multiplicação como uma ocasião de alegria para todos os envolvidos. Ÿ É tempo de planejar a multiplicação. Espera-se que o líder em treinamento tenha tido oportunidade de realizar todas as tarefas de um líder, ao lado do líder da célula. Ÿ Ministre esse manual de células para o líder em treinamento e para o an trião, para rea rmar a visão. uma igreja em células

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