Alergia e Emoções. Existem 4 tipos básicos de reações alérgicas ou mecanismos imunológicos causadores de hipersensibilidade e doença:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Alergia e Emoções. Existem 4 tipos básicos de reações alérgicas ou mecanismos imunológicos causadores de hipersensibilidade e doença:"

Transcrição

1 Alergia e Emoções Alergia é a intolerância do Sujeito ao Objeto, ou a algum Objeto, ou da pessoa para com determinados produtos físicos, químicos ou biológicos, aos quais ela reage de forma exagerada. Portanto, trata-se de uma reação anormal a uma ou mais substâncias aparentemente inocentes que, quando apreendidas pelo organismo (inaladas, ingeridas, ou por contato com a pele) causam irritabilidade. As substâncias capazes de desencadear a alergia são chamadas de Alérgenos. Quando alérgenos são apreendidos pelo organismo, células brancas do sangue que produzem anticorpos (IgE) são ativadas. Estes anticorpos determinam a liberação de produtos químicos (mediadores) potentes como, por exemplo, a histamina, capazes de provocar os sintomas alérgicos típicos. A alergia, de fato, é mesmo uma intolerância do organismo a alguma circunstância externa determinada. Isso pode perfeitamente servir de analogia, em psiquiatria, com nossas Reações Vivenciais Anormais, diante das vivências consideradas traumáticas (na página Entendendo as Neuroses podemos ver com mais detalhes As Reações Vivenciais). Alguns alérgenos mais comuns são o pólen, a poeira, pelos de animais, penas, comidas, medicamentos, picadas de inseto, cosméticos. Existem 4 tipos básicos de reações alérgicas ou mecanismos imunológicos causadores de hipersensibilidade e doença: TIPOS REAÇÃO Tipo I ou anafilático É uma reação mediada por substâncias, principalmente histamina, em células de mucosa respiratória, mucosa intestinal e da epiderme, em células do sangue (mastócitos ou basófilos). Outros mediadores são sintetizados à medida que a reação progride, aparecendo substâncias dotadas de alto poder inflamatório. A reação inicial caracteriza-se por edema, contração da musculatura lisa e inflamação. São bons exemplos disso a rinite alérgica, certos tipos de Asma Brônquica aguda, reações alérgicas de tipo imediato a drogas, etc. Tipo II ou citotóxico É uma reação que ocorre, por exemplo, em algumas doenças auto-imunes como a tireoidite, onde a pessoa forma anticorpos contra elementos (órgãos e tecidos) de si próprio. Tipo III ou imunocomplexos É uma reação que se caracteriza pela formações de complexos antígeno-anticorpo (imunocomplexos), os quais se depositam em tecidos ou caem na circulação. Os imunocomplexos atraem mediadores da inflamação, o que determina lesões localizadas em certos órgãos ou difusas, como é o caso da glomerulonefrite, artrite reumatóide, lupus, etc.

2 Tipo IV ou celular É uma reação mediada por linfócitos e seus produtos, as linfocinas, liberadas diante do contato com o antígeno, cujo exemplo típico é a reação tuberculínica, encontrando-se este mecanismo também na rejeição a transplantes e nas chamadas dermatites de contato. Portanto, é a mais tardia delas. Uma das alergias mais comuns é a desencadeada por alimentos. Calcula-se hoje que 5% das pessoas sejam alérgicas a um ou mais alimentos. Uma coisa que surpreende é que os maiores causadores da alergia não são alimentos exóticos e raros, mas aqueles que fazem parte da dieta diária, como ovo, leite, trigo, etc. Teoricamente, quanto mais proteína contiver o alimento, maior é a chance de desencadear uma alergia. As moléculas de proteína são as mais difíceis de serem "quebradas" pela digestão e, por causa disso, às vezes entram em sua forma natural (inteiras) na corrente sangüínea. As células do sistema imunológico confundem essas moléculas com corpos estranhos invasores, como vírus, bactérias, e acabam atacando. Desse confronto há liberação de certos produtos químicos que desencadeiam toda sintomatologia das reações alérgicas. Sintomas Há variadíssimas manifestações da alergia, desde um simples lacrimejamento ou inocentes coceiras, até as doenças auto-imunes, como é o caso do Lúpus Eritematoso desencadeado por medicamentos (Veja Lúpus e Urticária). Na pele as alergias se manifestam de várias formas, tais como as Urticárias, as Dermatites, Eczemas. Na Otorrino podemos ter a Rinite alérgica, as coceiras no nariz, espirros sucessivos, coriza e congestionamento da mucosa nasal. Na parte respiratória a maior representante das alergias é a Asma Brônquica. A alergia pode acometer ainda o sistema digestivo, com náuseas, cólicas, vômitos e diarréia. Enfim, teoricamente o fenômeno alérgico, de repulsão imunológica, pode afetar qualquer órgão humano. Até o sangue pode sofrer uma espécie de alergia, onde a imunidade alterada do organismo faz com que as hemácias "explodam" acaba (Anemia Hemolítica). Emoção e Alergia Os fatores psicológicos associados às doenças alérgicas não costumam ser estudados com a merecida freqüência. Entre as doenças alérgicas, a asma brônquica é uma das mais representativas e tem sido freqüentemente relacionada com ansiedade e depressão. A relação psicossomática entre asma e a ansiedade, deve-se à constatação de que os estados de mobilização emocional ou de estresse possam acentuar os sintomas da asma, os quais por sua vez, geram mais ansiedade, completando assim uma espécie de círculo vicioso. Isso quer dizer que a asma não é um transtorno primário da ansiedade, mas sim desencadeada e/ou agravada por ela. Para uma medicina mais mecanicista parece, de fato, não existir uma relação significativa entre os fatores alérgicos presentes na asma brônquica e as diversas variáveis psicossociais. Isso porque, numa visão mais estreita, não se encontram relações diretas entre o componente alérgico sanguíneo (Imunoglobulina E - IgE) e os transtornos neuróticos. Outros estudos procuraram demonstrar que

3 não se observam dados significativos com relação à presença de neuroses entre o grupo de asmáticos e um grupo de não asmáticos. Não obstante, hoje em dia se sabe que nos quadros de alergia podem intervir muitos outros fatores além da IgE. Podem intervir uma série de outros mecanismos de hipersensibilidade. Na realidade, o objetivo da medicina holística não é mais estabelecer relações entre a IgE e a alergia, uma vez que está claro como essa relação produz a alergia. O objetivo primeiro é saber porque o excesso de IgE e da alergia em determinadas pessoas e não em outras. A relação metodologicamente constatada entre a ansiedade e a exacerbação dos fenômenos alérgicos já é antiga (Rosenbaum & Pollack, MH. Anxiety. In Hacket, TP, e Cassem NH, Handbook of General Hospital Psychiatry. Massachusets: PSG, Littleton 1987). Estudos de psiconeuroimunologia realizados, constatam a relação existente entre as enfermidades alérgicas, especialmente as reações de anafilaxia, com os Transtornos de Pânico, e Agorafobia (Schmidt-Traub S - Das psychoimmunoligische Netzwerk von Panikstorung, Agorapohobie und allergischer Reaktion. Therapeutische Umschau, 52(2), , 1995). Outros autores constataram uma relação entre a ansiedade antecipatória e o fenômeno da anafilaxia. Faltam ainda estudos mais completos sobre outros quadros alérgicos, como da rinite alérgica, da hipersensibilidade a medicamentos, das urticárias; todos são transtornos com alta incidência na população general. Na prática clínica do alergista pode se observar que os pacientes alérgicos apresentam, quase invariavelmente, um comportamento aparentemente ansioso, o qual chega a interferir na evolução e no tratamento da doença. Tentando demonstrar essa realidade empírica, a Dra. Rebeca Retamales, do Hospital Universitário da Princesa, em Madri, Espanha, publicou em 1998 um trabalho sobre tipos psicológicos de 56 pacientes alérgicos. Os aspectos valorizados foram os seguintes: 1 Os aspectos sócio-demográficos, como sexo, idade, estado civil, nível de escolaridade e ocupação. 2 - A incidência de transtornos psicológicos nesses pacientes e as categorias diagnósticas que apresentavam. 3 - A porcentagem de pacientes que receberam tratamento psicofarmacológico. 4 - A presença de antecedentes psiquiátricos, pessoais e/ou familiares. 5 - Os motivos mais freqüentes pelos quais os pacientes eram enviados para interconsulta psicológica. 6 - Caracterização da personalidade do paciente. Constatou-se que, entre esses alérgicos, 77% eram mulheres e as idades mais freqüentes eram compreendidas entre 31 e 40 anos, representando 33% dos casos, seguido pela faixa entre 41 e 50 anos, representada por 25% dos casos. A ocupação mais freqüente foi a de dona de casa, com uma porcentagem de 30%, seguida por profissionais administrativos e técnicos, com 16% cada e, em terceiro lugar, por estudantes, com a porcentagem de 13%. O motivo da consulta psicológica mais freqüente foi o medo de recaída sintomática e dependência psicológica aos medicamentos antialérgicos ou imuno-dessensibilizantes (vacinas). Este grupo representou 36% dos casos. O segundo motivo de interconsulta psiquiátrica mais freqüente, com 29%

4 dos casos, foi de pacientes que apresentaram reações adversas à administração de um placebo por via oral, antes do início das provas alérgicas. Em terceiro lugar, foram os sintomas diversos de ansiedade, entre os quais se incluíram as manifestações de impaciência, exigência, queixas, tensão emocional, atitudes regressivas, busca de segurança e, inclusive, agressividade. Este grupo representou 16% dos pacientes. O quarto motivo de interconsulta é a suspeita de reação psicossomática, principalmente quando não se identificava algum componente alérgico que explicasse todos os sintomas referidos. Este grupo representou 13% dos casos. O tipo de alergia mais freqüente foi ao pólen, representando 42% do grupo. em segundo lugar, os pacientes com alergia a medicamentos, com 33%. Em terceiro, com 20%, os portadores asma brônquica e, em quarto lugar, os casos de urticária, com 4%. Em quinto lugar, com apenas 2%, os pacientes alérgicos onde se presumia uma base psicológica para sua sintomatologia. Em relação ao eventual quadro psiquiátrico comórbido, 82% dos casos não apresentaram nenhum diagnóstico. Foram diagnosticados previamente como Transtorno de Ansiedade 11% dos pacientes e, como Depressão 7% deles. DISTRIBUIÇÃO DOS PACIENTES ALÉRGICOS QUE TÊM DIAGNÓSTICO PSIQUIÁTRICO* Número de casos 56 Sem diagnóstico psiquiátrico 82 % Transtorno de ansiedade 11 % Depressão 7 % *- R. Retamales Rojas - Departamento de Especialidades Médicas Facultade de Medicina - Universidade de Alcalá - REVISTA ELECTRÓNICA DE PSICOLOGÍA, Vol. 2, No. 1, Enero Factores psicológicos e rasgos de personalidad de enfermos alérgicos referidos para interconsulta. Vendo-se o quadro acima pode ser que algum colega chegue a afirmar: "- está vendo! A maioria dos alérgicos não tem diagnóstico psiquiátrico". E está correto. Entretanto, a psiquiatria não é uma disciplina binária, como é a obstetrícia, onde a pessoa só pode ser classificada de duas maneiras; ou está grávida, ou não está grávida. Na psiquiatria a pessoas pode estar ligeiramente ansiosa, estar bastante ansiosa, estar em crise aguda de ansiedade, ou ainda. Nesses casos, apenas na crise aguda ou no exageradamente ansiosa um diagnóstico psiquiátrico formal é possível. Interessante é o fato da constatação inversa, ou seja, a cada 10 pacientes diagnosticados com transtornos psiquiátricos, 9 têm alergia a medicamentos, representando assim um número muito alto.

5 Quanto aos antecedentes pessoais psiquiátricos entre os alérgicos, 59% dos pacientes não tinham nenhum antecedente mórbido e diagnosticado, 23% tinha antecedentes de depressão e 16% de ansiedade. Apenas 2% deles tinha tido antecedentes de Transtorno de Adaptação. Vê-se, então, que quase a metade dos pacientes (41%) já tinha antecedentes de diagnóstico e/ou tratamento psiquiátrico. Entre os casos estudados por Rebeca Rojas, o diagnóstico de ansiedade aparece como o transtorno mais freqüentemente associado aos quadros alérgicos. Considera ainda que a predisposição para alterações psiquiátricas entre os alérgicos afeta de 30 a 40% dos pacientes. Apesar disso pode não ser comum esse "diagnóstico psiquiátrico" ser severo. A predominância psiquiátrica nas alergias fica por conta das manifestações de depressão e de ansiedade. Além dessas constatações, a autora salienta que a ansiedade encontrada nos alérgicos é, predominantemente, uma disposição de personalidade (traço de personalidade) e, de acordo com esse aspecto, não se pode considerar como uma resposta ansiosa à situação alérgica. Desta forma, tem se corroborado cada vez mais, a estreita relação entre alergia e manifestações diversas da ansiedade. Ballone GJ - Alergia e Emoção - in. PsiqWeb, Internet, disponível em revisto em Este artigo foi inspirado em - Factores psicológicos e rasgos de personalidad de enfermos alérgicos referidos para interconsulta - Rebeca Retamales Rojas - Departamento de Especialidades Médicas da Facultade de Medicina da Universidade de Alcalá - INTERSALUD, 1998.

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 SISTEMA IMUNE E ALERGIA Por alergia, entendem-se as repostas imunes indesejadas contra substâncias que venceram as barreiras como, os epitélios, as mucosas e as enzimas.

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos?

PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos? 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 48 QUESTÃO 26 Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos? a) Heparina. b) Histamina. c) Fator ativador de plaquetas

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

ALERGIAS NA INFÂNCIA

ALERGIAS NA INFÂNCIA ALERGIAS NA INFÂNCIA Tema: Alergias na Infância Objetivos Conceituar alergia, classificar os principais tipos e indutores das doenças alérgicas. Identificar e relacionar os fatores de risco associados

Leia mais

PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO

PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO Como prevenir? Como evitar? Como tratar? PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO (cont.) Anatomia das vias aéreas superiores e dos seios paranasais Seio frontal Cavidade nasal

Leia mais

DESLORATADINA. Antialérgico

DESLORATADINA. Antialérgico DESLORATADINA Antialérgico Vantagens: Não provoca sonolência, que é um dos efeitos colaterais mais desagradáveis causados por medicamentos desse tipo. Age mais rápido, combate a obstrução nasal e praticamente

Leia mais

ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA

ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA No dia-a-dia de um consultório de alergia é muito comum o cliente chegar achando que seu problema alérgico está relacionado à alergia alimentar, principalmente quando

Leia mais

Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br

Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br Alérgenos de origem alimentar Características gerais glicoproteínas resistência térmica resistente à proteólise

Leia mais

Corticóides na Reumatologia

Corticóides na Reumatologia Corticóides na Reumatologia Corticóides (CE) são hormônios esteróides produzidos no córtex (área mais externa) das glândulas suprarrenais que são dois pequenos órgãos localizados acima dos rins. São produzidos

Leia mais

PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA

PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA O estudo do sistema imune (proteção) surgiu no início do século 20, com futuro muito promissor, mas isto não se confirmou de imediato. Os fenômenos imunológicos

Leia mais

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Saúde Pág.: 27 Assunto: Amados mas perigosos Veículo:

Leia mais

Ansiedade, Tristeza e Raiva; Complicações na Saúde. Geraldo J. Ballone - Médico

Ansiedade, Tristeza e Raiva; Complicações na Saúde. Geraldo J. Ballone - Médico Ansiedade, Tristeza e Raiva; Complicações na Saúde Geraldo J. Ballone - Médico O termo emoções negativas se refere às emoções que produzem uma experiência emocional desagradável, como a ansiedade, a raiva

Leia mais

Os anticorpos são proteínas específicas (imunoglobulinas) capazes de se combinarem quimicamente com os antigénios específicos.

Os anticorpos são proteínas específicas (imunoglobulinas) capazes de se combinarem quimicamente com os antigénios específicos. Os anticorpos são proteínas específicas (imunoglobulinas) capazes de se combinarem quimicamente com os antigénios específicos. Ä Os anticorpos apenas reconhecem algumas regiões da membrana do antigénio

Leia mais

18/9/2014 CONCEITO FISIOPATOLOGIA FISIOPATOLOGIA MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

18/9/2014 CONCEITO FISIOPATOLOGIA FISIOPATOLOGIA MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS UNESC - ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: FLÁVIA NUNES LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO CONCEITO O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença crônica de causa desconhecida, onde acontecem alterações fundamentais

Leia mais

OTORRINOLARINGOLOGIA Labirintite e Zumbido no Ouvido

OTORRINOLARINGOLOGIA Labirintite e Zumbido no Ouvido Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira OTORRINOLARINGOLOGIA Labirintite e Zumbido no Ouvido Labirintite é um termo com significado popular

Leia mais

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO Claudia de Lima Witzel SISTEMA MUSCULAR O tecido muscular é de origem mesodérmica (camada média, das três camadas germinativas primárias do embrião, da qual derivam

Leia mais

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP Introducao Doenças alérgicas afetam atualmente mais que 20% da população brasileira, e são causa importante de doença crônica no mundo inteiro.

Leia mais

Métodos para detecção de alérgenos em alimentos. Gerlinde Teixeira Departamento de Imunobiologia Universidade Federal Fluminense

Métodos para detecção de alérgenos em alimentos. Gerlinde Teixeira Departamento de Imunobiologia Universidade Federal Fluminense Métodos para detecção de alérgenos em alimentos Gerlinde Teixeira Departamento de Imunobiologia Universidade Federal Fluminense Antigenos vs Alérgenos Antigeno Imunógeno Qualquer substância capaz de estimular

Leia mais

Hepatites Virais 27/07/2011

Hepatites Virais 27/07/2011 SOCIEDADE DIVINA PROVIDÊNCIA Hospital Nossa Senhora da Conceição Educação Semana Continuada de Luta Contra em CCIH as Hepatites Virais 27/07/2011 Enfº Rodrigo Cascaes Theodoro Enfº CCIH Rodrigo Cascaes

Leia mais

Tipos de Diabetes. Diabetes Gestacional

Tipos de Diabetes. Diabetes Gestacional Tipos de Diabetes Diabetes Gestacional Na gravidez, duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida e o diabetes gestacional. O diabetes gestacional é a

Leia mais

TEMAS LIVRES DO XXXI CONGRESSO BRASILEIRO DE ALERGIA APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS

TEMAS LIVRES DO XXXI CONGRESSO BRASILEIRO DE ALERGIA APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS NÚMERO TEMA LIVRE TÍTULO LEPTINA PARTICIPA DO CONTROLE DA APOPTOSE EM TIMO ATRAVÉS DE MECANISMO DE SINALIZAÇÃO DEPENDENTE DA VIA 001 IRS-1/PI 3-QUINASE

Leia mais

EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS

EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS INTRODUÇÃO As informações contidas neste folheto têm a finalidade de orientar as pessoas que passaram ou que podem passar pela experiência não-desejada dos efeitos adversos

Leia mais

Sumário. Data: 23/05/2013 NOTA TÉCNICA 75/2013. Medicamento/ x dieta Material Procedimento Cobertura. Solicitante. Processo Número 0024 13 023060-0

Sumário. Data: 23/05/2013 NOTA TÉCNICA 75/2013. Medicamento/ x dieta Material Procedimento Cobertura. Solicitante. Processo Número 0024 13 023060-0 NOTA TÉCNICA 75/2013 Solicitante Juiz de Direito Dr.Alexsander Antenor Penna Silva Comarca de João Monlevade Processo Número 0024 13 023060-0 Data: 23/05/2013 Medicamento/ x dieta Material Procedimento

Leia mais

ALIMENTAÇÃO Preventiva. Volume I

ALIMENTAÇÃO Preventiva. Volume I ALIMENTAÇÃO Preventiva Volume I By porque evoluir é preciso Que o teu alimento seja seu medicamento Hipócrates Pai da medicina moderna Não coma, nutra-se! Existem muitas informações importantes disponíveis,

Leia mais

CICLOSPORINA PARA DERMATITE ATÓPICA REFRATÁRIA

CICLOSPORINA PARA DERMATITE ATÓPICA REFRATÁRIA Medicamento X Data: 30/09/2013 Nota Técnica 238 2013 Solicitante: Juiz de Direito JOSÉ CARLOS DE MATOS Material Procedimento Cobertura Número do processo: 0362.13.009927-2. Réu: Município de João Monlevade

Leia mais

MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA

MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA INTRODUÇÃO HISTÓRIA CLÍNICA; ANTECEDENTES FAMILIARES E PESSOAIS; AVALIAÇÃO CLÍNICA; REPERCUSSÃO DA ALERGIA; FATORES DESENCADEANTES; A história e a avaliação clínica de uma

Leia mais

Acadêmicos AEMS/ Biomedicina; 2 Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS

Acadêmicos AEMS/ Biomedicina; 2 Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS EOSINOFILIA RELACIONADA COM A ENTAMOEBA COLI Dayane Santos de Oliveira. 1 ; Flavia Alves da Conceição¹ Henrique de Oliveira Medeiros¹ Eliana Alvarenga de Brito 2 1; Acadêmicos AEMS/ Biomedicina; 2 Docente

Leia mais

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar.

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar. Declaração de Conflitos de Interesse Nada a declarar. Avaliação clínico-laboratorial do paciente alérgico RAST Silvia Daher Apoio: Phadia Diagnósticos Ltda HISTÓRIA TESTE CUTÂNEO RAST SD Diagnóstico de

Leia mais

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?

Leia mais

Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25

Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25 Doenças Respiratórias Crônicas Caderno de Atenção Básica 25 PREVALÊNCIA O Asma (acomete cerca de 300 milhões de indivíduos no mundo) O Rinite Alérgica (afeta cerca de 20 25% da população) O DPOC (afeta

Leia mais

Expressões lesionais das reacções de hipersensibilidade 20 Novembro 2006 Aula leccionada por Prof. Elsa Fonseca

Expressões lesionais das reacções de hipersensibilidade 20 Novembro 2006 Aula leccionada por Prof. Elsa Fonseca Expressões lesionais das reacções de hipersensibilidade 20 Novembro 2006 Aula leccionada por Prof. Elsa Fonseca Antes de começar a ver as lesões propriamente ditas vamos recapitular algo sobre o sistema

Leia mais

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Apesar de ainda não existir cura definitiva para esse problema de saúde crônico, uma diferenciação entre essa patologia e a sensibilidade ao glúten

Leia mais

ALERGIA E IMUNOLOGIA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM HCFMRP-USP

ALERGIA E IMUNOLOGIA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM HCFMRP-USP 1 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP 2 Introdução Doenças alérgicas afetam atualmente mais que 20% da população brasileira, e são causa importante de doença crônica no mundo inteiro.

Leia mais

FABA ALERGIA ALIMENTAR

FABA ALERGIA ALIMENTAR FABA ALERGIA ALIMENTAR Intolerância Alimentar Aversão Alimentar Reações Imediatas e Tardias ALERGIA ALIMENTAR FABA ALERGIA ALIMENTAR - Reação adversa ao componente protéico do alimento e envolve mecanismo

Leia mais

Estado do Espírito Santo CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA "Deus seja Louvado"

Estado do Espírito Santo CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA Deus seja Louvado PROJETO DE LEI Nº /2015 EMENTA: DISPÕE SOBRE CRIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DIFERENCIADA PARA ALUNOS ALÉRGICOS NA REDE DE ENSINO MUNICIPAL DE VILA VELHA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A Câmara Municipal

Leia mais

EpiCor FORTALECIMENTO IMUNOLÓGICO COM COMPROVADA AÇÃO ANTIALÉRGICA

EpiCor FORTALECIMENTO IMUNOLÓGICO COM COMPROVADA AÇÃO ANTIALÉRGICA EpiCor FORTALECIMENTO IMUNOLÓGICO COM COMPROVADA AÇÃO ANTIALÉRGICA EpiCor é um alimento funcional que aumenta expressivamente a resistência imunológica, previne gripes e resfriados, reduz riscos de doenças

Leia mais

DEFINIÇÃO. quantidade de plaquetas.

DEFINIÇÃO. quantidade de plaquetas. HEMOGRAMA DEFINIÇÃO É o exame mais requisitado pela medicina e nele analisa-se as células sanguíneas. É comum você pegar um laudo dividido em três partes:eritrograma, parte que analisa as células vermelhas

Leia mais

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários

Leia mais

MONTELUCASTE DE SÓDIO. Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 10mg

MONTELUCASTE DE SÓDIO. Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 10mg MONTELUCASTE DE SÓDIO Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 10mg BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 montelucaste de sódio Medicamento genérico Lei nº 9.787,

Leia mais

GRAVIDEZ EVOLUÇÃO DA ASMA DURANTE A GRAVIDEZ

GRAVIDEZ EVOLUÇÃO DA ASMA DURANTE A GRAVIDEZ GRAVIDEZ EVOLUÇÃO DA ASMA DURANTE A GRAVIDEZ A asma, que afeta 7% das grávidas, é uma doença comum que potencialmente pode complicar, mas, quando é bem controlada, não representa risco significativo para

Leia mais

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS. Professora: Sabrina Cunha da Fonseca

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS. Professora: Sabrina Cunha da Fonseca DOENÇAS RESPIRATÓRIAS Professora: Sabrina Cunha da Fonseca Os locais de trabalho têm oferecido, cada vez mais, ambientes poluídos por diversos elementos, gasosos e sólidos, presentes no ar como gases e

Leia mais

Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física Adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira

Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física Adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Componentes do sistema imunitário Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física Adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Manual Merck Capítulo 167 O sistema imunitário é composto por células

Leia mais

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 3/3

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 3/3 TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 3/3 VACINA ANTIALÉRGICA UM TRATAMENTO DE EXCELÊNCIA A imunoterapia é o tratamento preventivo para impedir as reações alérgicas provocadas por substâncias como ácaros

Leia mais

Propilenoglicol e potencial alergênico em cosméticos

Propilenoglicol e potencial alergênico em cosméticos Propilenoglicol e potencial alergênico em cosméticos Os cuidados com a aparência física e a busca incessante pelo ideal de beleza levam as pessoas a se submeterem aos mais variados tratamentos estéticos

Leia mais

Protocolo de Atendimento de Reação Adversa a Medicações

Protocolo de Atendimento de Reação Adversa a Medicações Protocolo de Atendimento de Reação Adversa a Medicações Unidade de Anestesia Versão eletrônica atualizada em Março 2009 Protocolo de Atendimento de Reação Adversa a Medicações Definições OMS Uma resposta

Leia mais

ESCLERODERMIA: UMA VISÃO GERAL SCLERODERMA: OVERVIEW AND CAUSES

ESCLERODERMIA: UMA VISÃO GERAL SCLERODERMA: OVERVIEW AND CAUSES ESCLERODERMIA: UMA VISÃO GERAL SCLERODERMA: OVERVIEW AND CAUSES INTRODUÇÃO A esclerodermia é uma doença auto-imune, o que significa uma situação onde o sistema imunológico ataca os tecidos do próprio organismo.

Leia mais

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características Vírus Virulogia Características Vírus- latim veneno - agentes filtráveis Parasita intracelular obrigatório Extracelular: virion Intracelular: vírus Possuem alta especificidade Vírus Características Alta

Leia mais

SISTEMA IMUNOLÓGICO UM SOFISTICADO SISTEMA DE DEFESA

SISTEMA IMUNOLÓGICO UM SOFISTICADO SISTEMA DE DEFESA 2009 Congregação das Filhas do Amor Divino Colégio Nossa Senhora das Neves Natal / RN. NOME: Nº ENSINO MÉDIO 2ª série TURMA Turno: matutino 1º Trimestre Data: / /2009 Componente curricular: Biologia Professora:

Leia mais

LITERATURA EPICOR FORTALECIMENTO IMUNOLÓGICO COM COMPROVADA AÇÃO ANTIALÉRGICA

LITERATURA EPICOR FORTALECIMENTO IMUNOLÓGICO COM COMPROVADA AÇÃO ANTIALÉRGICA EPICOR FORTALECIMENTO IMUNOLÓGICO COM COMPROVADA AÇÃO ANTIALÉRGICA O sistema imunológico, é extremamente importante no combate a microrganismos invasores como bactérias, vírus, protozoários e fungos, além

Leia mais

Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG

Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG Sintomas Dor na região do estômago Estômago estufado Empanzinamento Azia Arrotos frequentes Cólica na barriga Vômitos e náusea

Leia mais

Agrotóxicos. O que são? Como são classificados? Quais os sintomas de cada grupo químico?

Agrotóxicos. O que são? Como são classificados? Quais os sintomas de cada grupo químico? Dica de Bolso Agrotóxicos O que são? Como são classificados? Quais os sintomas de cada grupo químico? 12 1 O QUE SÃO AGROTÓXICOS? Agrotóxicos, também chamados de pesticidas, praguicidas, biocidas, fitossanitários,

Leia mais

M F. Nome da vacina Dosagem Instituição/Nome do médico/data da administração Nome da vacina. Instituição: Nome do médico:

M F. Nome da vacina Dosagem Instituição/Nome do médico/data da administração Nome da vacina. Instituição: Nome do médico: Questionário de avaliação para vacinação de [ Endereço Nome da criança Nome do pai/mãe/responsável M F ポルトガル 語 版 Formulário 2 ] (bebês/crianças em idade escolar) Temperatura corporal antes da entrevista

Leia mais

Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda.

Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda. IDENTIFICAÇÃO DO Loxonin loxoprofeno sódico MEDICAMENTO APRESENTAÇÕES LOXONIN é comercializado em caixas com 8, 15 ou 30 comprimidos de 60 mg. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido de LOXONIN

Leia mais

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se

Leia mais

Piemonte (montelucaste de sódio) Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimidos mastigáveis 4 mg e 5 mg

Piemonte (montelucaste de sódio) Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimidos mastigáveis 4 mg e 5 mg Piemonte (montelucaste de sódio) Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimidos mastigáveis 4 mg e 5 mg Piemonte montelucaste de sódio Oral Comprimido mastigável 4 mg - USO PEDIÁTRICO DE 2 A 5 ANOS DE IDADE.

Leia mais

A hepatite aguda causa menos danos ao fígado que a hepatite crônica.

A hepatite aguda causa menos danos ao fígado que a hepatite crônica. Hepatites Virais O FÍGADO E SUAS FUNÇÕES. O fígado é o maior órgão do corpo humano, está localizado no lado superior direito do abdômen, protegido pelas costelas (gradio costal). É responsável por aproximadamente

Leia mais

O que é a asma? A asma é uma doença crónica do pulmão que, embora não tenha cura, pode ser controlada.

O que é a asma? A asma é uma doença crónica do pulmão que, embora não tenha cura, pode ser controlada. FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Lukair 10 mg comprimido revestido por película Montelucaste Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento pois contém informação

Leia mais

SÍNDROME DE HIPER-IgM

SÍNDROME DE HIPER-IgM SÍNDROME DE HIPER-IgM Esta brochura é para ser usada pelos pacientes e pelas suas famílias e não deve substituir o aconselhamento de um imunologista clínico. 1 Também disponível: AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA

Leia mais

PRURIDO VULVAR DIFÍCIL ABORDAGEM

PRURIDO VULVAR DIFÍCIL ABORDAGEM PRURIDO VULVAR DE DE DIFÍCIL DIFÍCIL ABORDAGEM ABORDAGEM Diretora Administrativa da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) Conselheira do Conselho Regional de Medicina

Leia mais

Circulação sanguínea Intrapulmonar. V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração.

Circulação sanguínea Intrapulmonar. V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração. DOENÇAS PULMONARES Árvore Brônquica Circulação sanguínea Intrapulmonar V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração. A. Pulmonar traz sangue venoso do coração para o pulmão. Trocas Histologia

Leia mais

28.03. As plaquetas são os elementos figurados do sangue responsáveis pela coagulação sanguínea.

28.03. As plaquetas são os elementos figurados do sangue responsáveis pela coagulação sanguínea. BIO 10E aula 28 28.01. Para fazer a defesa do organismo, alguns leucócitos podem atravessar a parede dos vasos sanguíneos e atuar no tecido conjuntivo. Este processo é denominado diapedese. 28.02. A coagulação

Leia mais

INCIDÊNCIA DE ALERGIA ALIMENTAR EM ESCOLA DA REDE PÚBLICA E PRIVADA DO MUNICÍPIO DE CATAGUASES/MG

INCIDÊNCIA DE ALERGIA ALIMENTAR EM ESCOLA DA REDE PÚBLICA E PRIVADA DO MUNICÍPIO DE CATAGUASES/MG INCIDÊNCIA DE ALERGIA ALIMENTAR EM ESCOLA DA REDE PÚBLICA E PRIVADA DO MUNICÍPIO DE CATAGUASES/MG INCIDENCE OF FOOD ALLERGIES IN SCHOOL OF PUBLIC AND PRIVATE NETWORK OF THE MUNICIPALITY OF CATAGUASES/MG

Leia mais

Excipientes: hietelose, sorbitol, glicerol, ácido benzóico, aroma de framboesa, propilenoglicol, ácido tartárico, água purificada.

Excipientes: hietelose, sorbitol, glicerol, ácido benzóico, aroma de framboesa, propilenoglicol, ácido tartárico, água purificada. IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Mucosolvan cloridrato de ambroxol abcd FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES Xarope adulto: frascos com 120 ml, acompanhados de copo-medida graduado em 2,5; 5; 7,5 e 10 ml.

Leia mais

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PACIENTES CRÍTICOS. Profª Enfª Danielle Cristhine Fabian

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PACIENTES CRÍTICOS. Profª Enfª Danielle Cristhine Fabian ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PACIENTES CRÍTICOS Profª Enfª Danielle Cristhine Fabian SISTEMA HEMATOLÓGICO ATUAÇÃO DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE DOAÇÃO E TRANSFUSÃO SANGUÍNEA SEMINÁRIO ALUNOS DO 4º SEMESTRE

Leia mais

IMUNODEFICIÊNCIA COMUN VARIÁVEL

IMUNODEFICIÊNCIA COMUN VARIÁVEL IMUNODEFICIÊNCIA COMUN VARIÁVEL Esta brochura é para ser usada pelos pacientes e pelas suas famílias e não deve substituir o aconselhamento de um imunologista clínico. 1 Também disponível: AGAMAGLOBULINEMIA

Leia mais

Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina : Imunologia. Leucograma. Prof.Dr. Manoel Barral-Netto

Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina : Imunologia. Leucograma. Prof.Dr. Manoel Barral-Netto Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina : Imunologia Leucograma Prof.Dr. Manoel Barral-Netto Os Neutrófilos são os granulócitos mais comuns no sangue. (55-70% de todos os Leucócitos

Leia mais

Catálogo Português de Alergias e outras Reações Adversas Catalog of Allergies and Other Adverse Reactions

Catálogo Português de Alergias e outras Reações Adversas Catalog of Allergies and Other Adverse Reactions Catálogo Português de Alergias e Catalog of Allergies and Other Adverse Reactions CPARA v 1.0 Julho, 2012 Nome Documento CPARA Catálogo Português de Alergias e Nome Curto Versão do Documento CPARA V 1.0

Leia mais

Newsletter do Grupo 4Work Nº 63 Dezembro de 2014

Newsletter do Grupo 4Work Nº 63 Dezembro de 2014 EU-OSHA LANÇA GUIA ELETRÓNICO SOBRE GESTÃO DE STRESSE E RISCOS PSICOSSOCIAIS O stresse e os problemas de saúde mental constituem o problema de saúde mais grave no local de trabalho para cerca de um quinto

Leia mais

cloridrato de ambroxol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999

cloridrato de ambroxol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 cloridrato de ambroxol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. Xarope Pediátrico 3 mg/ml Xarope Adulto 6 mg/ml Modelo de Bula para Paciente IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Doralgina. (dipirona + mucato de isometepteno + cafeína) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Drágeas. dipirona 300mg

Doralgina. (dipirona + mucato de isometepteno + cafeína) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Drágeas. dipirona 300mg Doralgina (dipirona + mucato de isometepteno + cafeína) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Drágeas dipirona 300mg mucato de isometepteno 30mg cafeína 30mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO:

Leia mais

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI

HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI MANUAL DO PACIENTE - LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EDIÇÃO REVISADA 02/2004 HEMORIO INSTITUTO ESTADUAL DE HEMATOLOGIA ARTHUR DE SIQUEIRA CAVALCANTI Este manual tem como objetivo fornecer informações aos

Leia mais

Microbiologia e Imunologia Clínica

Microbiologia e Imunologia Clínica Estudo dos mecanismos naturais de defesa contra doenças. Microbiologia e Imunologia Clínica Estudo do sistema imune do corpo e suas funções e alterações. Profa. Ms. Renata Fontes Fundamentos da Imunologia

Leia mais

Patologia Geral AIDS

Patologia Geral AIDS Patologia Geral AIDS Carlos Castilho de Barros Augusto Schneider http://wp.ufpel.edu.br/patogeralnutricao/ SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (AIDS ou SIDA) Doença causada pela infecção com o vírus

Leia mais

Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR?

Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR? Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR? O NÚMERO DE PESSOAS AFETADAS POR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS EVITÁVEIS NÃO PÁRA DE AUMENTAR. AS CRIANÇAS E OS MAIS VELHOS SÃO OS MAIS ATINGIDOS. SÃO DOENÇAS

Leia mais

DORES DE CABEÇA E ENXAQUECA Sex, 28 de Agosto de 2009 19:57 - Última atualização Sáb, 21 de Agosto de 2010 19:16

DORES DE CABEÇA E ENXAQUECA Sex, 28 de Agosto de 2009 19:57 - Última atualização Sáb, 21 de Agosto de 2010 19:16 DORES DE CABEÇA E ENXAQUECA A tensão do dia a dia é a causa mais freqüente das dores de cabeça mas, elas poderem aparecer por diversas causas e não escolhem idade e sexo. Fique sabendo, lendo este artigo,

Leia mais

Esalerg gotas. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml

Esalerg gotas. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml Esalerg gotas Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO ESALERG GOTAS (desloratadina)

Leia mais

Transfusão de sangue UHN. Informação para os pacientes sobre os benefícios, riscos e alternativas

Transfusão de sangue UHN. Informação para os pacientes sobre os benefícios, riscos e alternativas Transfusão de sangue Blood Transfusion - Portuguese UHN Informação para os pacientes sobre os benefícios, riscos e alternativas Quais são os benefícios da transfusão de sangue? A transfusão de sangue pode

Leia mais

TEMA: NEOCATE NA ALERGIA A LEITE DE VACA (APLV)

TEMA: NEOCATE NA ALERGIA A LEITE DE VACA (APLV) NOTA TÉCNICA 24/2014 Solicitante Regina Célia Silva Neves Juizado Fazenda Pública de Itaúna Processo Número 0338.13.012.595-2 Data: 07/02/2014 Medicamento/ dieta x Material Procedimento Cobertura TEMA:

Leia mais

Aula 12: Doenças do sistema respiratório

Aula 12: Doenças do sistema respiratório Aula 12: Doenças do sistema respiratório Doenças do sistema respiratório Doenças respiratórias são aquelas que atingem órgãos do sistema respiratório (pulmões, boca, faringe, fossas nasais, laringe, brônquios,

Leia mais

Homeopatia. Copyrights - Movimento Nacional de Valorização e Divulgação da Homeopatia mnvdh@terra.com.br 2

Homeopatia. Copyrights - Movimento Nacional de Valorização e Divulgação da Homeopatia mnvdh@terra.com.br 2 Homeopatia A Homeopatia é um sistema terapêutico baseado no princípio dos semelhantes (princípio parecido com o das vacinas) que cuida e trata de vários tipos de organismos (homem, animais e plantas) usando

Leia mais

OS EFEITOS DO PÓ NOS PULMÕES

OS EFEITOS DO PÓ NOS PULMÕES OS EFEITOS DO PÓ NOS PULMÕES Introdução É possível que o nível de doenças ocupacionais provocadas pelo pó se encontre em declínio, embora isso não signifique que esteja desaparecendo. Na atualidade, os

Leia mais

ALTERAÇÕES RENAIS. Texto extraído do Editorial do Endocrinologia&Diabetes clínica e experimental vol. 7 número 3, julho/2007.

ALTERAÇÕES RENAIS. Texto extraído do Editorial do Endocrinologia&Diabetes clínica e experimental vol. 7 número 3, julho/2007. ALTERAÇÕES RENAIS E.D. teve seu diabetes diagnosticado em 1985, nessa época tinha 45 anos e não deu muita importância para os cuidados que seu médico lhe havia recomendado, sua pressão nesta época era

Leia mais

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a gripe? É uma doença infecciosa aguda das vias respiratórias, causada pelo vírus da gripe. Em

Leia mais

Barreira Cutânea Junções

Barreira Cutânea Junções Estrutura da Pele Barreira Cutânea da Pele Manifestações Alérgicas na Pele Substâncias Alergênicas Importância das Bases Biocompatíveis Dra Loraine Landgraf Médica Especialista em Alergia e Imunologia

Leia mais

A seguir enumeramos algumas caracteristicas do TBH:

A seguir enumeramos algumas caracteristicas do TBH: OQUEÉOTRANSTORNOBIPOLARDO HUMOR(TBH)? O transtorno bipolar do humor (também conhecido como psicose ou doença maníaco-depressiva) é uma doença psiquiátrica caracterizada por oscilações ou mudanças de humor

Leia mais

Carboplatina_150_01 1

Carboplatina_150_01 1 Carboplatina DCB 01754 Medicamento genérico Lei nº. 9.787, de 1999 I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO FORMAS FARMACÊUTICAS, VIAS DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÕES COMERCIALIZADAS Carboplatina é um pó liófilo

Leia mais

ALERGIAS AO LÁTEX...

ALERGIAS AO LÁTEX... ALERGIAS AO LÁTEX... UM PROBLEMA CADA VEZ MAIS PREOCUPANTE O látex, um componente da borracha natural produzido pela seringueira, é um produto com características especiais, por isso muito utilizadas em

Leia mais

Gotas (solução oral): frasco de vidro âmbar, com conta-gotas, contendo 20 ml. Cada 1 ml (20 gotas) contém 5,0 mg de dicloridrato de levocetirizina.

Gotas (solução oral): frasco de vidro âmbar, com conta-gotas, contendo 20 ml. Cada 1 ml (20 gotas) contém 5,0 mg de dicloridrato de levocetirizina. IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Zyxem dicloridrato de levocetirizina APRESENTAÇÕES Gotas (solução oral): frasco de vidro âmbar, com conta-gotas, contendo 20 ml. Cada 1 ml (20 gotas) contém 5,0 mg de dicloridrato

Leia mais

Unidade 4 Funções da nutrição

Unidade 4 Funções da nutrição Sugestões de atividades Unidade 4 Funções da nutrição 8 CIÊNCIAS Nutrição. As proteínas, encontradas em alimentos como leite, ovos, carne, soja e feijão, são fundamentais para nossa saúde. Justifique essa

Leia mais

AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA

AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA ANEXAR AO PRONTUÁRIO DO PACIENTE CLÍNICA DE ANESTESIA - Equipe do Dr. MAURO PEREIRA DE AZEVEDO CRM-RJ 52.51600-9 Leia atentamente o questionário abaixo e o preencha usando letras

Leia mais

Doença Celíaca. Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012

Doença Celíaca. Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012 Doença Celíaca Curso: Hotelaria Variante Restaurante/Bar Formador: João Ribeiro Formando: Inês Paiva Ano/Turma: 10ºD Ano Lectivo: 2011/2012 ANO LECTIVO 2010-2011 PÁGINA - 2 Índice Introdução...3 O que

Leia mais

Profissional de Saúde. Perguntas Frequentes

Profissional de Saúde. Perguntas Frequentes Profissional de Saúde Perguntas Frequentes Índice Qual o objetivo deste livreto? O que eu devo saber sobre ipilimumabe? O que eu devo saber sobre reações adversas importantes? O que eu devo discutir com

Leia mais

Comprimidos revestidos: embalagem com 10 comprimidos revestidos de 5 mg. Cada comprimido contém 5 mg de dicloridrato de levocetirizina.

Comprimidos revestidos: embalagem com 10 comprimidos revestidos de 5 mg. Cada comprimido contém 5 mg de dicloridrato de levocetirizina. IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Zyxem dicloridrato de levocetirizina APRESENTAÇÕES Comprimidos revestidos: embalagem com 10 comprimidos revestidos de 5 mg. Cada comprimido contém 5 mg de dicloridrato de levocetirizina.

Leia mais

A minha criança tem eczema?

A minha criança tem eczema? FONDATION A minha criança tem eczema? Informações para os pais e úteis para os docentes Doutor Jacques ROBERT Pediatra - Alergologista REALIZADO PELA FUNDAÇÃO PARA A DERMATITE ATÓPICA Compreender o eczema

Leia mais

FEBRE AMARELA: Informações Úteis

FEBRE AMARELA: Informações Úteis FEBRE AMARELA: Informações Úteis Quando aparecem os sintomas? Os sintomas da febre amarela, em geral, aparecem entre o terceiro e o sexto dia após a picada do mosquito. Quais os sintomas? Os sintomas são:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO DE DESSENSIBILIZAÇÃO NA ALERGIA ÀS PROTEÍNAS DO LEITE DE VACA (APLV)

A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO DE DESSENSIBILIZAÇÃO NA ALERGIA ÀS PROTEÍNAS DO LEITE DE VACA (APLV) A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO DE DESSENSIBILIZAÇÃO NA ALERGIA ÀS PROTEÍNAS DO LEITE DE VACA (APLV) Barbara Cavenaghi¹, Mariana Regina Azanha Sanches¹, Prof.Dra Susana Nogueira Diniz² 1. Graduadas em Biomedicina

Leia mais

A ATUAÇÃO DA SECRETÁRIA NUM AMBIENTE DE MUDANÇAS: A PREDISPOSIÇÃO AO ESTRESSE.

A ATUAÇÃO DA SECRETÁRIA NUM AMBIENTE DE MUDANÇAS: A PREDISPOSIÇÃO AO ESTRESSE. A ATUAÇÃO DA SECRETÁRIA NUM AMBIENTE DE MUDANÇAS: A PREDISPOSIÇÃO AO ESTRESSE. Glaucilene A. Martinez Toledo¹, Maria Luiza G. Ferreira², Valquíria A. Saraiva de Moraes³, Cidália Gomes 1 UNIVAP/FCSA Av.

Leia mais

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS Professora: Sabrina Cunha da Fonseca E-mail: sabrina.cfonseca@hotmail.com SISTEMA RESPIRATÓRIO: Os locais de trabalho têm oferecido, cada vez mais, ambientes poluídos por diversos

Leia mais

USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS

USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS NEOSALDINA Takeda Pharma Ltda. Drágeas Embalagens com 20, 30, 100, 200 e 240 unidades. Lata com 40 unidades dipirona 300mg, mucato de isometepteno 30mg,cafeína 30mg. BULA PARA PACIENTE RDC 47/2009 APRESENTAÇÃO

Leia mais

ANTICORPOS. CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Microbiologia e Imunologia Clínica PROFESSORES: Guilherme Dias Patto Silvia Maria Rodrigues Querido

ANTICORPOS. CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Microbiologia e Imunologia Clínica PROFESSORES: Guilherme Dias Patto Silvia Maria Rodrigues Querido CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Microbiologia e Imunologia Clínica PROFESSORES: Guilherme Dias Patto Silvia Maria Rodrigues Querido ANTICORPOS Anticorpo é uma globulina sintetizada por linfócitos B e principalmente

Leia mais