de elite podem apresentar essas manifestações clínicas. ATIVIDADES FÍSICAS E ALERGIA ATIVIDADES FÍSICAS E ALERGIA ATIVIDADES FÍSICAS E ALERGIA

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1 É inquestionável que a melhora na aptidão física, com os conseqüentes benefícios físicos e fisiológicos, permite as pessoas portadoras de reações alérgicas suportar com mais tranqüilidade os seus agravos da saúde, pois aumenta sua resistência, sua tolerância ao exercício e sua capacidade de trabalho, com menor desconforto e redução de manifestações. As alergias são respostas imunológicas que podem ocorrer devido a características e suscetibilidades individuais e como resultado de exposição a estímulos físicos. As atividades físicas, particularmente aquelas realizadas em ambientes externos e com maiores probabilidades de exposição e contato com inúmeros desencadeantes, são estímulos suficientes para provocar e agravar a condição alérgica. Ultimamente têm sido largamente difundidos e recomendados os programas de exercícios físicos e atividades físico-esportivas como benefícios para a saúde. Um grande número de pessoas se envolveu nesses programas e isto poderia levar a um aumento na ocorrência de uma variedade de problemas alérgicos associados aos estímulos físicos através dos exercícios. Tanto pessoas que fazem atividades físico-esportivas recreativas quanto atletas de elite podem apresentar essas manifestações clínicas. 1

2 Uma pessoa pode ter mais que uma manifestação ou tipo de alergia física e essa condição pode ser agravada por uma atividade físico-esportiva específica assim como estar associada a ingestão de certos alimentos ou medicamentos. Tem sido apontado que a vaso dilatação conseqüentes aos exercícios facilita a distribuição dos mediadores/alérgenos para várias partes do corpo e traz à tona alergias latentes. Anafilaxia induzida pelo exercício Deve-se dar uma especial atenção a esta que é uma das mais sérias respostas alérgicas ao exercício e que, diferentemente de outras alergias físicas, ocorre especificamente como resposta ao estimulo pela atividade física. Apresenta sintomas típicos como rubor, sensação de calor e uma generalizada urticária quando associada a exercício físico mas não associada ao aquecimento passivo (sauna, por exemplo). Essas manifestações cutâneas marcam o início do angioedema e até de um colapso vascular. Ocorrem também os sintomas respiratórios marcados pelo sufocamento e chiado devido a obstrução de vias aéreas superiores. Alguns outros sintomas incluem a hipotensão, cólicas gastrintestinais e angioedema,, envolvendo principalmente mãos e rosto. Anafilaxia induzida pelo exercício Estes sintomas podem ocorrer mais acentuadamente na proximidade do período menstrual, com o uso de aspirina, anti- inflamatórios não esteróides,, aumento de temperatura ambiente e na presença de alérgenos conhecidos. Em algumas pessoas os sintomas ocorrem quando da associação de exercícios e alimentação, principalmente peixes e frutos do mar. Urticária induzida pelo exercício São inúmeras as causas e mecanismos de ação. É uma manifestação freqüente caracterizada por lesões da pele e mucosas que variam de tamanho e morfologia. Devido aos diferentes mecanismos e respostas essas manifestações serão abordadas separadamente, apontando suas relações com as atividades físicas e condições ambientais. 2

3 Urticária pelo frio Urticária pelo frio Os sintomas como eritema, prurido e edema ocorrem após a exposição ao frio, principalmente nas áreas corporais diretamente expostas ao estimulo como o rosto e as mãos em um dia frio. A aplicação de um cubo de gelo sobre a pele, seguido do aparecimento dos sintomas, é uma forma simples de diagnóstico. Uma atuação preventiva deve levar em consideração que os sintomas podem ser potencializados com as atividades físicas, especialmente aquelas realizadas em ambiente externo, com exposição ao frio e também a outros alérgenos e irritantes do ambiente. Deve-se ter um cuidado especial com a exposição corporal total ao frio, como na natação. Nesse caso uma grande liberação de mediadores pode levar a uma grave hipotensão. Praticantes de natação com essa sensibilidade devem ser orientados a fazer uso de medicação preventiva. Urticária pelo sol Vários tipos dessa manifestação são descritos e classificados de acordo com os raios solares que provocam o aparecimento dos sintomas. As áreas corporais expostas ao sol apresentam inchaço, coceira e eritema. As medidas preventivas incluem as loções protetoras com filtro solar e óculos que também tenham lentes com filtro para os raios U.V.A e U.V.B, durante a prática de atividades físicas. Urticária pelo sol Neste caso também os sintomas podem ser potencializados com as atividades físicas. A corrida, o ciclismo, uma caminhada vigorosa, vôlei e futebol de praia, com exposição direta e até prolongada ao sol, são estímulos suficientes para desencadear as manifestações e agravar a sintomatologia. Reafirmando que a combinação com alimentos pode ser desastrosa. 3

4 Urticária colinérgica As manifestações de pele dessa urticária são diferentes. As erupções são pequenas e ocorrem entre 2 e 30 minutos após a provocação pelo exercício físico ou aquecimento passivo (banho quente, sauna), podem ocorrer também com o suor, diante de situações de ansiedade e com o aumento da temperatura corporal durante as atividades. Geralmente os sintomas aparecem na parte superior do tórax e pescoço espalhando-se se em seguida para todo o corpo. Com a continuidade do estímulo a urticária pode crescer ficando parecida com o angioedema. Urticária colinérgica Um teste de provocação através de exercícios ou aquecimento passivo é uma forma simples para ajudar no diagnóstico e confirmá-lo. A maioria dos portadores dessa sensibilidade tem como maior manifestação a erupção e coceira, não estando associado o angioedema,, colapso vascular e hipotensão. Neste caso especifico de urticária, onde o exercício é um claro provocador de sintomas podem ocorrer alterações na função pulmonar e conseqüentemente o aparecimento de chiado no peito. Dermografismo Os sintomas são o aparecimento de vergões na pele e coceira, após um golpe, pancada ou arranhão, que na maioria dos casos dura 6 a 7 minutos mas podem perdurar por até 3 horas. A prevenção nas atividades físicas se refere as limitações quanto aos jogos e esportes de grande contato físico como rúgbi, judô, luta greco-romana, romana, futebol americano e outros de menor contato como basquetebol, futebol, caratê. O tratamento é sintomático e medicamentoso. Rinite induzida pelo exercício A mucosa nasal apresenta uma variação espontânea mas também pode ser alterada por exercícios e condições alérgicas. A atividade física em si pode não ser a principal causa desencadeadora dos sintomas, mas sim o aumento da exposição e contato com os alérgenos estímulos; tanto do ambiente interior (pó, mofo) quanto do ambiente exterior (poluição, temperatura e umidade do ar), decorrente do maior volume de ar que passa pela mucosa nasal durante uma atividade física. Dessa forma é muito mais comum que ocorram os sintomas associados aos exercícios físicos. 4

5 Rinite induzida pelo exercício A rinite induzida pelo exercício apresenta vários graus de congestão nasal, rinorréia e espirros, sendo cada vez mais apontada e reconhecida sua ocorrência especialmente em praticantes de corrida e ciclismo. Atividades que coincidentemente são também as a que mais provocam bronco espasmo induzido pelo exercício (BIE). Em torno de 40% das crianças com rinite alérgica tem bronco espasmo induzido pelo exercício, enquanto que apenas 3% a 10% das não asmáticas tem o BIE. Alguns estudos apontam a corrida e jogos com bola como atividades que mais freqüentemente ocasionam os sintomas, apontando ainda a umidade temperatura do ar como fatores precipitantes. A associação da asma com alergia e atopia forneceu um modelo a partir do qual vários mecanismos fisiopatológicos têm sido demonstrados. Os processos fisiopatológicos subjacentes a essas reações têm permitido compreender melhor as complexas interações celulares dessa doença. Nesse sentido, a relação entre atividade física e asma também tem sido objeto de investigação em várias pesquisas. A asma é uma doença de evolução crônica, que muitas vezes melhora na adolescência, mas isto nem sempre ocorre, e a pessoa pode continuar a ter sintomas até a idade adulta ou durante a vida toda. De qualquer forma, a asma se adequadamente tratada não impede que o indivíduo pratique atividades físicas. Para poder participar das aulas de educação física, treinos ou jogos deve-se estar com a doença bem controlada. Às vezes, mesmo que esteja bem (sem sintomas), uma atividade física intensa pode desencadear uma crise de broncoespasmo (BIE), 5 a 15 minutos após a realização da mesma. 5

6 Os sintomas como tosse, dispnéia, aperto torácico e chiado após exercícios, são característicos. Geralmente professores de educação física e técnicos esportivos confundem esses sintomas com baixa condição física. Nesse sentido, para uma adequada orientação, é fundamental um diagnóstico não só levantando a história quanto aos sintomas citados, mas também quanto a outros problemas clínicos associados, especialmente a rinite alérgica. A resposta do asmático diante o exercício é diferente do não asmático. Há de se compreender que nem todas as atividades físicas provocam esse tipo de reação. Diferentes exercícios em diferentes intensidades provocam diferentes magnitudes de crises. Os exercícios podem ser classificados em mais asmagênicos (mais provocadores de crises) como a corrida e menos asmagênico como a natação por exemplo. O exato mecanismo responsável pelo BIE é incerto, sendo que o resfriamento e ressecamento das vias aéreas na atividade física parecem ser os maiores responsáveis. Chama-se aqui a atenção para a importância da respiração nasal durante as atividades físicas. O BIE é caracterizado por uma queda de 10% a 15% no fluxo expiratório máximo. Ocorre com a duração do exercício entre 6 e 8 minutos e intensidade de trabalho de aproximadamente dois terços do consumo máximo de oxigênio (freqüência cardíaca de 170 a 180/min para crianças). 6

7 A resposta ao exercício aparece alguns minutos após cessado o esforço e se reverte após aproximadamente 60 minutos. Na maioria dos indivíduos o BIE consiste em uma única crise de rápido início e recuperação. Alguns podem desenvolver uma reação tardia (4 a 10 horas após o exercício). Há medicamentos muito eficientes na prevenção do BIE, como os beta 2 agonistas (broncodilatadores), cromoglicato dissódico ou nedocromil,, usados em aerossóis (sprays)) 10 minutos antes das atividades físicas. Estes últimos com menos efeitos colaterais. A obstrução nasal agrava e intensifica o BIE pela diminuição da capacidade de filtragem, pré- aquecimento e pré-umidificação do ar inalado. Embora existam inúmeras causas de obstrução de vias aéreas superiores, a mais comum e tratável é a rinite alérgica. No tratamento do BIE medidas farmacológicas e não farmacológicas são recomendadas. Na alternativa farmacológica o tratamento de escolha tem sido os beta 2 agonistas,, o cromoglicato e o nedocromil,, que embora estes últimos não sejam broncodilatadores mas inibem a liberação de mediadores químicos dos mastócitos, protegendo também da reação tardia ao exercício. A utilização de ambos é uma combinação eficaz. As estratégias não farmacológicas, que poderíamos chamar de preventivas, incluem atividades físicas de aquecimento de 10 a 15 minutos (a 50% do VO2 máx previsto para a idade), não realizar atividades em ambientes agressivos (poluição, presença de alérgenos, umidade, temperatura), evitar atividades mais asmagênicas (corrida por exemplo) e restrição alimentar (tipo do alimento e tempo antes do exercício). 7

8 Os estudos indicam que uma boa condição física, onde ocorrem melhoras cardio-respiratórias respiratórias e maior eficácia na mecânica respiratória, traduzido por melhores fluxos expiratórios, melhor ventilação pulmonar e conseqüentemente diminuição do volume residual, minimiza os impactos do BIE dando maior tolerância ao exercício físico, aumentando a capacidade de trabalho com menor desconforto e broncoespasmo. 8

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