TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 3/3

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 3/3"

Transcrição

1 TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 3/3 VACINA ANTIALÉRGICA UM TRATAMENTO DE EXCELÊNCIA A imunoterapia é o tratamento preventivo para impedir as reações alérgicas provocadas por substâncias como ácaros da poeira caseira, emanações de bicho de estimação, fungos-do-ar, polens, veneno de abelha, formiga lava-pés... A imunoterapia ou vacina antialérgica é feita aumentando gradualmente as doses da vacina. O aumento das doses faz com que o sistema imune se torne menos sensível ao alérgeno e reduza os sintomas da alergia. A imunoterapia reduz a inflamação característica dos processos alérgicos, ou seja, diminuí o processo inflamatório que acompanha a asma e a rinite alérgica. Antes de iniciar o tratamento, o alergista faz uma história clinica detalhada da alergia para identificar quais fatores desencadeiam as crises alérgicas e quais os fatores agravam as crises. Dessa maneira seleciona os alérgenos que serão usados para fazer os testes alérgicos cutâneos. A cada ano mais de 50 milhões de americanos sofrem com doenças alérgicas. O valor estimado de alergia nos Estados Unidos é em torno de 9% a 16%, sendo a maior a prevalência de rinite alérgica que aumentou substancialmente nos últimos 15 anos. E no Brasil não é diferente. UM POUQUINHO DE HISTÓRIA As vacinas antialérgicas estão sendo utilizadas há 95 anos. Freemann e Noon foram os primeiros que utilizaram na hipossensibilização (vacina antialérgica). Leonard Noon em 1911 na Inglaterra fez com sucesso o tratamento da rinite alérgica. Noon usou extrato de pólen de grama e aliviou os sintomas dos riníticos durante a estação de polinização. Desde então o interesse pelas vacinas antialérgicas aumentaram, e de acordo com AAAI (American Academy of Allergy and Immunology) atualmente 33 milhões de doses de vacina são aplicadas a cada ano nos Estados Unidos doses ANO doses MÊS doses DIA

2 A tecnologia de produção das vacinas antialérgicas melhorou muito nos últimos anos. Em 1998 a OMS (Organização da Mundial da Saúde) reconheceu pela primeira vez que a vacina antialérgica é o único meio de tratar a causa da resposta alérgica. O trabalho foi coordenado pelos professores J. Bousquet (França), R. Lockey (Estados Unidos) e H.J. Mailing (Dinamarca). INDICAÇÃO DA IMUNOTERAPIA A vacina antialérgica é indicada nos pacientes portadores de alergias mediadas por anticorpos IgE, os quais são detectados por meio do teste alérgico cutâneo e do RAST (exame de laboratório). As principais alergias em que se pode usar a vacina antialérgica são rinite, conjuntivite, asma, tosse crônica... Tratar a causa e modificar a evolução da alergia. Reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) Diminui a possibilidade de novas sensibilizações; Os efeitos prolongados da vacinação diminuem ou impedem a progressão da alergia; Reduz o uso de medicamentos; IMUNOTERAPIA NA RINITE ALÉRGICA As alterações na mucosa e na bioquímica da secreção nasal ocorrem após o tratamento com a vacina diminuindo as substâncias que desencadeiam as crises alérgicas. E ainda diminui o fluxo de células inflamatórias responsáveis pelo componente tardio da rinite alérgica, o nariz entupido. Diversos estudos americanos mostram que a vacinação anti-polens reduz os sintomas e a medicação utilizada no tratamento do alérgico quando comparado com o grupo controle. O efeito antialérgico persiste durante e depois do tratamento. IMUNOTERAPIA NA ASMA A asma é uma doença multifatorial. Exercícios físicos, poluentes domiciliares e industriais, mudança de tempo, infecções virais, medicamentos (AAS), corantes artificiais, emoções, tabaco e material particulados são fatores importantes que podem desencadear crises de asma. Sendo os alérgenos os maiores desencadeadores de crises de asma.

3 Nos Estados Unidos estima-se que 90% das crianças alérgicas apresentam asma, sensíveis aos ácaros da poeira de casa (52% dos pacientes), descamações de animais (29%), polens (20%), fungos-do-ar (14%) e baratas (7%). No Norte do Paraná estima-se que 70% são sensíveis aos ácaros, 25% a baratas e os demais alérgenos em torno de 5%. A vacina antialérgica diminui as crises de asma e o processo inflamatório, melhora a função pulmonar e diminui a necessidade de medicamentos. ALGUNS DADOS A SEREM CONSIDERADOS 30 a 40% dos riníticos têm asma, e 75% dos asmáticos têm rinite; A sensibilização alérgica e a inflamação não respeitam a divisão artificial entre vias aérea superiores e inferiores; A rinite alérgica na infância não tratada traz o risco de o paciente assintomático tornar-se asmático, ou seja, a vacina antialérgica reduz significadamente este risco; CONTRA-INDICAÇÃO Paciente com as seguintes doenças, condições ou que estejam tomando certos medicamentos: Dor no peito (angina) ou ataque do coração (infarto do miocárdio) recente; Pressão alta não controlada; Medicamentos usados para tratar glaucoma, enxaqueca ou pressão alta (propranolol, timolol..., captoril, lisopril...); Deficiências do sistema imune (AIDS, doenças malignas...); Doença auto-imune (lupus, doença inflamatória intestinal...) Doença pulmonar crônica; Asma instável ou sem controle; Dificuldade de comunicação física e/ou mental; Avise seu médico se tiver qualquer das condições acima, elas aumentam o risco de morte. EFEITOS COLATERAIS DA IMUNOTERAPIA Os efeitos adversos mais comuns na imunoterapia são de pequena monta e consistem em dor, edema (inchaço) e vermelhidão no local da injeção. Na minha experiência 10-15% dos pacientes apresentam reações no local da aplicação da vacina.

4 Pacientes que apresentam risco maior são aqueles em uso recente de corticosteróides, hospitalização ou emergência com crise de asma. No caso do paciente com crise de asma espera-se sua recuperação. No caso de paciente em crises asmáticas constantes requer avaliação mais detalhada e esquema especial de vacinação. Raramente as pessoas submetidas ao tratamento com vacinas antialérgicas apresentam reação que ameacem a vida como choque anafilático. A imunoterapia antialérgica requer supervisão medica. SEGURANÇA DA IMUNOTERAPIA Revisão na literatura médica americana mostra a ocorrência de fatalidades relacionadas à imunoterapia. Num período de 25 anos ocorreram 24 mortes, ou seja, menos de uma por ano. Outro estudo mostrou que entre os anos de ocorreram 40 fatalidades em 42 anos. A maioria das mortes ocorreram em asmáticos, e muitos desses pacientes tinham asma instável durante o período em que receberam a imunoterapia. Os dados obtidos na literatura mundial e em particular na americana mostram que o risco é muito menor do que o número de vítimas fatais ocorridas no trânsito no Brasil. A imunoterapia é um procedimento seguro e efetivo no tratamento das alergias mediadas por IgE. Com o uso apropriado da vacina antialérgica raramente ocorre reação sistêmica. DURAÇÃO DA IMUNOTERAPIA A imunoterapia antialérgica deve ser feita até que o paciente fique sem sintomas por pelo menos 1 ano.

5 No alérgico predomina as células TH2 em detrimento das células TH1 e quando o alérgeno entra pela via respiratória estimula a produção dos anticorpos da alergia (IgE). A vacinação antialérgica é feita pela via subcutânea desta maneira o estimulo maior é das células TH1 aumentando a produção dos anticorpos protetores. Segundo a Organização Mundial da Saúde (ONM) a imunoterapia antialérgica deve ser feita até que o paciente fique sem sintomas por pelo menos 1 ano. AVALIAÇÃO DO TRATAMENTO A verificação da evolução da imunoterapia antialérgica é feita por meio da avaliação clínica; Parâmetros clínicos como sintomas e freqüência do uso de remédio são úteis na avaliação da eficácia do tratamento; Os testes alérgicos cutâneos e exames laboratoriais não servem como controle da evolução clínica do alérgico; CONCLUSÕES Modifica favoravelmente a historia da alergia; Maior eficácia clínica; Melhora a qualidade de vida do paciente; 1- Diminui a intensidade dos sintomas do órgão afetado; 2- Diminui o uso de remédios; 3- Melhora a tolerância ao tratamento; 4- Liberta o alérgico permitindo que menino seja menino, que a mulher seja mulher e o que o homem seja homem; AS DÚVIDAS E PERGUNTAS DEVERÃO SER LEVADAS AO SEU ALERGISTA PARA ESCLARECIMENTO. IMPORTANTE As informações disponíveis no site possui caráter informativo e educativo. No caso de consulta procurar seu médico de confiança para diagnóstico e tratamento. Dr. Luiz Carlos Bertoni Alergista - Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI) Membro - World Allergy Organization (WAO) CRM-PR 5779

VACINA ANTIALÉRGICA UM TRATAMENTO DE EXCELÊNCIA IMUNOTERAPIA ANTIALÉRGICA

VACINA ANTIALÉRGICA UM TRATAMENTO DE EXCELÊNCIA IMUNOTERAPIA ANTIALÉRGICA VACINA ANTIALÉRGICA UM TRATAMENTO DE EXCELÊNCIA IMUNOTERAPIA ANTIALÉRGICA A imunoterapia é o tratamento preventivo para impedir as reações alérgicas provocadas por substâncias como ácaros da poeira caseira,

Leia mais

PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA

PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA O estudo do sistema imune (proteção) surgiu no início do século 20, com futuro muito promissor, mas isto não se confirmou de imediato. Os fenômenos imunológicos

Leia mais

ALERGIA A INSETOS PICADORES (CHOQUE ANAFILÁTICO)

ALERGIA A INSETOS PICADORES (CHOQUE ANAFILÁTICO) ALERGIA A INSETOS PICADORES (CHOQUE ANAFILÁTICO) As abelhas do gênero Apis (abelha-europa ou abelha-africana), as vespas (marimbondos) e as formigas lava-pés são insetos do gênero dos himenópteros que

Leia mais

ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA

ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA ALERGIA ALIMENTAR: UMA VISÃO PANORÂMICA No dia-a-dia de um consultório de alergia é muito comum o cliente chegar achando que seu problema alérgico está relacionado à alergia alimentar, principalmente quando

Leia mais

ALERGIAS AO LÁTEX...

ALERGIAS AO LÁTEX... ALERGIAS AO LÁTEX... UM PROBLEMA CADA VEZ MAIS PREOCUPANTE O látex, um componente da borracha natural produzido pela seringueira, é um produto com características especiais, por isso muito utilizadas em

Leia mais

ALERGIA RESPIRATÓRIA POEIRA DOMICILIAR PERGUNTAS E RESPOSTAS

ALERGIA RESPIRATÓRIA POEIRA DOMICILIAR PERGUNTAS E RESPOSTAS ALERGIA RESPIRATÓRIA POEIRA DOMICILIAR PERGUNTAS E RESPOSTAS A poeira domiciliar provoca alergia mesmo em casa bem limpa? Sim. A poeira domiciliar desencadeia crises de coriza aquosa, nariz entupido, coceira

Leia mais

PROGRAMA PARA CONTROLAR A ASMA PRIMEIRA PARTE

PROGRAMA PARA CONTROLAR A ASMA PRIMEIRA PARTE PROGRAMA PARA CONTROLAR A ASMA PRIMEIRA PARTE O cuidado apropriado com a asma pode ajudar o paciente a prevenir a maior parte das crises, a ficar livre de sintomas problemáticos diurnos e noturnos e a

Leia mais

EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS

EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS INTRODUÇÃO As informações contidas neste folheto têm a finalidade de orientar as pessoas que passaram ou que podem passar pela experiência não-desejada dos efeitos adversos

Leia mais

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 SISTEMA IMUNE E ALERGIA Por alergia, entendem-se as repostas imunes indesejadas contra substâncias que venceram as barreiras como, os epitélios, as mucosas e as enzimas.

Leia mais

ÁCAROS FONTES DE ALERGIZAÇÃO

ÁCAROS FONTES DE ALERGIZAÇÃO ÁCAROS FONTES DE ALERGIZAÇÃO Os alérgenos mais freqüentemente encontrados em nosso meio são os ácaros e eles são responsáveis pelas crises de asma e rinite alérgica. Os ácaros têm uma intima relação conosco,

Leia mais

ALERGIA A INSETOS SUGADORES (ESTRÓFULO)

ALERGIA A INSETOS SUGADORES (ESTRÓFULO) ALERGIA A INSETOS SUGADORES (ESTRÓFULO) A maioria das pessoas não-alérgicas a picadas de insetos geralmente apresentam uma reação papulosa no local da picada do inseto. A pápula surge em 5 a 20 minutos

Leia mais

Quem acredita em vacina alérgica?

Quem acredita em vacina alérgica? Ano 2 - Número 2 - Abril de 2008 Quem acredita em vacina alérgica? Dr. Raul Emrich Melo Dr. Raul Emrich Melo Especialista em Alergia pela Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia Mestre e Doutor

Leia mais

ALERGIAS NA INFÂNCIA

ALERGIAS NA INFÂNCIA ALERGIAS NA INFÂNCIA Tema: Alergias na Infância Objetivos Conceituar alergia, classificar os principais tipos e indutores das doenças alérgicas. Identificar e relacionar os fatores de risco associados

Leia mais

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now.

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now. Programa de Residência Médica em Alergia e Imunologia Clínica A - Objetivos gerais da ASBAI para o programa de Residência Médica em Alergia e Imunologia Clínica. 1- Aprimorar as habilidades técnicas, o

Leia mais

RINITE ALÉRGICA: ALÉRGENOS E POLUIÇÃO

RINITE ALÉRGICA: ALÉRGENOS E POLUIÇÃO RINITE ALÉRGICA: ALÉRGENOS E POLUIÇÃO O tratamento das rinites é considerado um desafio, pois além do processo alérgico existe as causas não-alérgicas. A rinite tem uma morbidade significativa, custo financeiro

Leia mais

Por este instrumento, o (a) paciente, portador da C.I. n., e/ou seu responsável, C.I. n., declara(m), para todos os fins legais, que:

Por este instrumento, o (a) paciente, portador da C.I. n., e/ou seu responsável, C.I. n., declara(m), para todos os fins legais, que: TERMO DE ESCLARECIMENTOS, CIÊNCIA E CONSENTIMENTO INFORMADO Por este instrumento, o (a) paciente, portador da C.I. n., e/ou seu responsável, C.I. n., declara(m), para todos os fins legais, que: 1) Fui

Leia mais

DÚVIDAS MAIS FREQUENTES

DÚVIDAS MAIS FREQUENTES DÚVIDAS MAIS FREQUENTES O Departamento Médico da FAPES selecionou as perguntas mais frequentes sobre a Vacinação contra a Gripe, visando minimizar as dúvidas dos participantes da campanha 2016. SOBRE AS

Leia mais

Caso Clínico 2. AP Teve dermatite atópica até os 4 anos de idade. CONDIÇÕES AMBIENTAIS Mora em apartamento, tem cachorro.

Caso Clínico 2. AP Teve dermatite atópica até os 4 anos de idade. CONDIÇÕES AMBIENTAIS Mora em apartamento, tem cachorro. Caso Clínico 1. KMA, feminina, 32 anos, casada, natural e procedente de Uberaba, MG, psicóloga. QD Lesões cutâneas e prurido há oito meses HMA Pápulas eritematosas disseminadas, de aparecimento diário,

Leia mais

Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr

Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr Prevenir é o melhor remédio para uma boa saúde, evitando-se as doenças e suas complicações. Problemas respiratórios, por exemplo, podem se tornar

Leia mais

MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA

MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA INTRODUÇÃO HISTÓRIA CLÍNICA; ANTECEDENTES FAMILIARES E PESSOAIS; AVALIAÇÃO CLÍNICA; REPERCUSSÃO DA ALERGIA; FATORES DESENCADEANTES; A história e a avaliação clínica de uma

Leia mais

de elite podem apresentar essas manifestações clínicas. ATIVIDADES FÍSICAS E ALERGIA ATIVIDADES FÍSICAS E ALERGIA ATIVIDADES FÍSICAS E ALERGIA

de elite podem apresentar essas manifestações clínicas. ATIVIDADES FÍSICAS E ALERGIA ATIVIDADES FÍSICAS E ALERGIA ATIVIDADES FÍSICAS E ALERGIA É inquestionável que a melhora na aptidão física, com os conseqüentes benefícios físicos e fisiológicos, permite as pessoas portadoras de reações alérgicas suportar com mais tranqüilidade os seus agravos

Leia mais

DORES DE CABEÇA E ENXAQUECA Sex, 28 de Agosto de 2009 19:57 - Última atualização Sáb, 21 de Agosto de 2010 19:16

DORES DE CABEÇA E ENXAQUECA Sex, 28 de Agosto de 2009 19:57 - Última atualização Sáb, 21 de Agosto de 2010 19:16 DORES DE CABEÇA E ENXAQUECA A tensão do dia a dia é a causa mais freqüente das dores de cabeça mas, elas poderem aparecer por diversas causas e não escolhem idade e sexo. Fique sabendo, lendo este artigo,

Leia mais

TEXTO DE BULA LORAX. Lorax 1 ou 2 mg em embalagens contendo 20 ou 30 comprimidos. Cada comprimido contém 1 ou 2 mg de lorazepam respectivamente.

TEXTO DE BULA LORAX. Lorax 1 ou 2 mg em embalagens contendo 20 ou 30 comprimidos. Cada comprimido contém 1 ou 2 mg de lorazepam respectivamente. TEXTO DE BULA LORAX I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Lorax lorazepam APRESENTAÇÕES Lorax 1 ou 2 mg em embalagens contendo 20 ou 30 comprimidos. Cada comprimido contém 1 ou 2 mg de lorazepam respectivamente.

Leia mais

INFORME TÉCNICO DA VACINA HPV (PAPILOMAVÍRUS HUMANO 6, 11, 16, 18 (RECOMBINANTE)) - 2015

INFORME TÉCNICO DA VACINA HPV (PAPILOMAVÍRUS HUMANO 6, 11, 16, 18 (RECOMBINANTE)) - 2015 INFORME TÉCNICO DA VACINA HPV (PAPILOMAVÍRUS HUMANO 6, 11, 16, 18 (RECOMBINANTE)) - 2015 Apresentação O Ministério da Saúde com o objetivo de reforçar as atuais ações de prevenção do câncer do colo do

Leia mais

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Saúde Pág.: 27 Assunto: Amados mas perigosos Veículo:

Leia mais

Conheça alguns mitos e verdades sobre a tosse

Conheça alguns mitos e verdades sobre a tosse Uol - SP 28/04/2015-12:43 Conheça alguns mitos e verdades sobre a tosse Da Redação Tosse pode ser transmitida de pessoa para pessoa. VERDADE: porém, isso só é possível se a tosse for causada por um agente

Leia mais

Vacina de Vírus Inativado Contra a Gripe

Vacina de Vírus Inativado Contra a Gripe Vacina de Vírus Inativado Contra a Gripe IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO A vacina contra a gripe é fornecida na forma de suspensão injetável, e acondicionada em seringa pré-enchida.

Leia mais

LORAX lorazepam I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. Nome comercial: Lorax Nome genérico: lorazepam

LORAX lorazepam I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. Nome comercial: Lorax Nome genérico: lorazepam LORAX lorazepam I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Lorax Nome genérico: lorazepam APRESENTAÇÕES Lorax 1 mg ou 2 mg em embalagens contendo 30 comprimidos. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL USO

Leia mais

BENALET. cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio. Benalet em embalagens múltiplas contendo 25 envelopes com 4 pastilhas cada.

BENALET. cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio. Benalet em embalagens múltiplas contendo 25 envelopes com 4 pastilhas cada. BENALET cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio PARTE I IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO Nome: Benalet Nome genérico: cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio.

Leia mais

Esalerg gotas. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml

Esalerg gotas. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml Esalerg gotas Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. solução oral 1,25 mg/ml BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO ESALERG GOTAS (desloratadina)

Leia mais

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP Introducao Doenças alérgicas afetam atualmente mais que 20% da população brasileira, e são causa importante de doença crônica no mundo inteiro.

Leia mais

Rebaten LA. cloridrato de propranolol EMS SIGMA PHARMA LTDA. Cápsula. 80mg e 160mg

Rebaten LA. cloridrato de propranolol EMS SIGMA PHARMA LTDA. Cápsula. 80mg e 160mg Rebaten LA cloridrato de propranolol EMS SIGMA PHARMA LTDA. Cápsula 80mg e 160mg 1 IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Rebaten LA cloridrato de propranolol Rebaten LA cloridrato de propranolol APRESENTAÇÕES Caixa

Leia mais

RETEMIC. cloridrato de oxibutinina

RETEMIC. cloridrato de oxibutinina RETEMIC cloridrato de oxibutinina APRESENTAÇÃO Xarope de 1 mg/ml. Frascos contendo 120 ml. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 5 ANOS COMPOSIÇÃO Cada ml de xarope contém: cloridrato de oxibutinina...

Leia mais

Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25

Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25 Doenças Respiratórias Crônicas Caderno de Atenção Básica 25 PREVALÊNCIA O Asma (acomete cerca de 300 milhões de indivíduos no mundo) O Rinite Alérgica (afeta cerca de 20 25% da população) O DPOC (afeta

Leia mais

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Use canetas coloridas ou escreva palavras destacadas, para facilitar na hora de estudar. E capriche! Não se esqueça

Leia mais

diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg

diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg diclofenaco sódico Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Embalagens contendo 10 cápsulas. USO ORAL - USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada cápsula contém:

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Para utilização em adultos, adolescentes e crianças com mais de 5 anos de idade

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Para utilização em adultos, adolescentes e crianças com mais de 5 anos de idade FOLHETO INFORMATIVO FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR KEOLIUM 100 IR / 300 IR comprimidos sublinguais Para utilização em adultos, adolescentes e crianças com mais de 5 anos de idade Tratamento

Leia mais

ALERGIA E IMUNOLOGIA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM HCFMRP-USP

ALERGIA E IMUNOLOGIA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM HCFMRP-USP 1 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP 2 Introdução Doenças alérgicas afetam atualmente mais que 20% da população brasileira, e são causa importante de doença crônica no mundo inteiro.

Leia mais

dicloridrato de cetirizina Solução oral 1mg/mL

dicloridrato de cetirizina Solução oral 1mg/mL dicloridrato de cetirizina Solução oral 1mg/mL MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE dicloridrato de cetirizina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÃO Solução oral 1mg/mL Embalagem

Leia mais

Perguntas e respostas sobre a vacinação contra o HPV

Perguntas e respostas sobre a vacinação contra o HPV Perguntas e respostas sobre a vacinação contra o HPV 1) A vacina é mesmo necessária? Atualmente, cerca de 5% de todos os cânceres do homem e 10% dos da mulher são causados pelo HPV, que atinge mais de

Leia mais

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO 1/8 O inverno chegou e junto com ele maiores problemas com as doenças respiratórias entre outras Isso não ocorre por acaso já que pé nesta estação onde

Leia mais

POLARADEX maleato de dexclorfeniramina. Natulab Laboratório SA. Líquido de 2mg/5mL

POLARADEX maleato de dexclorfeniramina. Natulab Laboratório SA. Líquido de 2mg/5mL POLARADEX maleato de dexclorfeniramina Natulab Laboratório SA. Líquido de 2mg/5mL I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: POLARADEX maleato de dexclorfeniramina. APRESENTAÇÃO POLARADEX Líquido de 2mg/5mL Frasco

Leia mais

VISKEN pindolol. APRESENTAÇÕES Comprimidos. Embalagens com 20 comprimidos de 5 mg ou 10 mg. VIA ORAL USO ADULTO

VISKEN pindolol. APRESENTAÇÕES Comprimidos. Embalagens com 20 comprimidos de 5 mg ou 10 mg. VIA ORAL USO ADULTO VISKEN pindolol APRESENTAÇÕES Comprimidos. Embalagens com 20 comprimidos de 5 mg ou 10 mg. VIA ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido de 5 ou 10 mg contém, respectivamente, 5 ou 10 mg de pindolol.

Leia mais

Fique atento ao abuso de antibióticos na pediatria

Fique atento ao abuso de antibióticos na pediatria Fique atento ao abuso de antibióticos na pediatria Criado em 22/04/15 10h50 e atualizado em 22/04/15 11h27 Por Sociedade Brasileira de Pediatria Para se ter sucesso no tratamento da criança alérgica ou

Leia mais

Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br

Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br Alérgenos de origem alimentar Características gerais glicoproteínas resistência térmica resistente à proteólise

Leia mais

COMO EU TRATO CONJUNTIVITE ALÉRGICA

COMO EU TRATO CONJUNTIVITE ALÉRGICA COMO EU TRATO CONJUNTIVITE ALÉRGICA As conjuntivites alérgicas em crianças apresentam-se habitualmente de forma grave, principalmente as do tipo primaveril. Há quatro formas de conjuntivite alérgica: Sazonal,

Leia mais

acetilcisteína União Química Farmacêutica Nacional S.A xarope 20 mg/ml

acetilcisteína União Química Farmacêutica Nacional S.A xarope 20 mg/ml acetilcisteína União Química Farmacêutica Nacional S.A xarope 20 mg/ml acetilcisteína Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999. Xarope IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Xarope

Leia mais

Quinta Edição/2015 Quinta Região de Polícia Militar - Quarta Companhia Independente

Quinta Edição/2015 Quinta Região de Polícia Militar - Quarta Companhia Independente GRIPE X RESFRIADO GRIPE e RESFRIADO são as mesmas coisas? Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelo vírus Influenza (tipos A,B e C) e o resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado

Leia mais

Otrivina Novartis Biociências S.A. gel nasal 1 mg/g de cloridrato de xilometazolina

Otrivina Novartis Biociências S.A. gel nasal 1 mg/g de cloridrato de xilometazolina Otrivina Novartis Biociências S.A. gel nasal 1 mg/g de cloridrato de xilometazolina Otrivina cloridrato de xilometazolina Gel nasal a 1 (0,1%) Bisnaga contendo 10 gramas USO TÓPICO - VIA NASAL GEL USO

Leia mais

Formadora: Dr.ª Maria João Marques Formandas: Anabela Magno; Andreia Sampaio; Paula Sá; Sónia Santos

Formadora: Dr.ª Maria João Marques Formandas: Anabela Magno; Andreia Sampaio; Paula Sá; Sónia Santos Formadora: Dr.ª Maria João Marques Formandas: Anabela Magno; Andreia Sampaio; Paula Sá; Sónia Santos 1 O que é? A bronquiolite é uma doença que se carateriza por uma inflamação nos bronquíolos e que, geralmente,

Leia mais

Sinais de alerta perante os quais deve recorrer à urgência:

Sinais de alerta perante os quais deve recorrer à urgência: Kit informativo Gripe Sazonal A gripe Sazonal é uma doença respiratória infeciosa aguda e contagiosa, provocada pelo vírus Influenza. É uma doença sazonal benigna e ocorre em todo o mundo, em especial,

Leia mais

loratadina Xarope 1mg/mL

loratadina Xarope 1mg/mL loratadina Xarope 1mg/mL MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE loratadina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÃO Xarope 1mg/mL Embalagem contendo 1 frasco com 100mL + copo-medida.

Leia mais

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar.

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar. Declaração de Conflitos de Interesse Nada a declarar. Avaliação clínico-laboratorial do paciente alérgico RAST Silvia Daher Apoio: Phadia Diagnósticos Ltda HISTÓRIA TESTE CUTÂNEO RAST SD Diagnóstico de

Leia mais

DPOC e Oxigenoterapia Guia Rápido

DPOC e Oxigenoterapia Guia Rápido Homehealth provider DPOC e Oxigenoterapia Guia Rápido www.airliquide.com.br O que é DPOC? O paciente com DPOC doença pulmonar obstrutiva crônica possui falta de ar e tosse porque seus pulmões e suas vias

Leia mais

RILAN UCI-FARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. SOLUÇÃO NASAL. 20 mg/ml

RILAN UCI-FARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. SOLUÇÃO NASAL. 20 mg/ml RILAN UCI-FARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. SOLUÇÃO NASAL 20 mg/ml I) IDENTIFICAÇÃO DO RILAN NASAL 2% SPRAY cromoglicato dissódico FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO RILAN NASAL 2% SPRAY: cartucho com

Leia mais

loratadina Laboratório Globo Ltda. Xarope 1 mg/ml

loratadina Laboratório Globo Ltda. Xarope 1 mg/ml loratadina Laboratório Globo Ltda. Xarope 1 mg/ml loratadina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: loratadina xarope 1 mg/ml. Embalagem contendo 1 frasco de 100

Leia mais

MUCOSA RINOSSINUSAL. José Ângelo Rizzo IMPACTO DO MANEJO DA RINITE NA OBTENÇÃO DO CONTROLE DA ASMA

MUCOSA RINOSSINUSAL. José Ângelo Rizzo IMPACTO DO MANEJO DA RINITE NA OBTENÇÃO DO CONTROLE DA ASMA José Ângelo Rizzo IMPACTO DO MANEJO DA RINITE NA OBTENÇÃO DO CONTROLE DA ASMA CENTRO DE PESQUISAS EM ALERGIA E IMUNOLOGIA CLÍNICA EM PEDIATRIA HOSPITAL DAS CLÍNICAS/UFPE MUCOSA RINOSSINUSAL..... 1 MUCOSA

Leia mais

Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR?

Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR? Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR? O NÚMERO DE PESSOAS AFETADAS POR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS EVITÁVEIS NÃO PÁRA DE AUMENTAR. AS CRIANÇAS E OS MAIS VELHOS SÃO OS MAIS ATINGIDOS. SÃO DOENÇAS

Leia mais

FABA ALERGIA ALIMENTAR

FABA ALERGIA ALIMENTAR FABA ALERGIA ALIMENTAR Intolerância Alimentar Aversão Alimentar Reações Imediatas e Tardias ALERGIA ALIMENTAR FABA ALERGIA ALIMENTAR - Reação adversa ao componente protéico do alimento e envolve mecanismo

Leia mais

Tamaril Senna alexandrina Mill + ASSOCIAÇÃO Sistema Digestivo

Tamaril Senna alexandrina Mill + ASSOCIAÇÃO Sistema Digestivo Tamaril Senna alexandrina Mill + ASSOCIAÇÃO Sistema Digestivo EDICAMENTO FITOTERÁPICO Nomenclatura botânica: Senna alexandrina Mill, Cassia fistula L., Tamarindus indica L., Coriandrum sativum L. e Periandra

Leia mais

cloridrato de betaxolol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 Solução Oftálmica Estéril Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda.

cloridrato de betaxolol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 Solução Oftálmica Estéril Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. cloridrato de betaxolol Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 Solução Oftálmica Estéril Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. MODELO DE BULA PARA O PACIENTE 1 IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO cloridrato

Leia mais

Rinite. Asma. montelucaste. Margarete Arrais MD, Pneumologista

Rinite. Asma. montelucaste. Margarete Arrais MD, Pneumologista Asma Rinite montelucaste Margarete Arrais MD, Pneumologista Introdução A asma apresenta muitas vezes uma estreita relação com a rinite alérgica. Manifestação diferente de uma mesma entidade nosológica.

Leia mais

Apnéia do Sono e Ronco Guia Rápido

Apnéia do Sono e Ronco Guia Rápido Homehealth provider Apnéia do Sono e Ronco Guia Rápido Ronco: atrás do barulho, um problema de saúde mais sério www.airliquide.com.br O que é Apnéia do Sono? Apnéia do sono é uma síndrome que pode levar

Leia mais

TRATAMENTO ANTIALÉRGICO O tratamento antialérgico envolve várias fases que devem ser conhecidas para otimizar o tratamento:

TRATAMENTO ANTIALÉRGICO O tratamento antialérgico envolve várias fases que devem ser conhecidas para otimizar o tratamento: PLANEJAMENTO PARA TRATAMENTO DA RINITE ALÉRGICA As alergias do trato respiratório são cada vez mais freqüentes. Em média 10% dos brasileiros sofrem de alergias, número que chega a 15% entre crianças e

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE. Ciências Naturais. 5º Ano. Terrestre: Produção do Ecossistema

PLANO DE TRABALHO DOCENTE. Ciências Naturais. 5º Ano. Terrestre: Produção do Ecossistema PLANO DE TRABALHO DOCENTE Ciências Naturais 5º Ano Professora: Mariangela Morais Miguel Celeste: Produção do Universo Terrestre: Produção do Ecossistema Histórico social: Produção da ExistênciaHumana 2.

Leia mais

O que fazer. Gesso e fraturas.

O que fazer. Gesso e fraturas. DOUTOR,POSSO VOAR? (extraído de http://www.orkut.com.br/main#commmsgs?cmm=17111880&tid=5625830708854803828, em 15/05/2012) Posso viajar de avião se estou com conjuntivite ou depois de me recuperar de um

Leia mais

Sedalgina. Drágea 30mg+300mg+30mg

Sedalgina. Drágea 30mg+300mg+30mg Sedalgina Drágea 30mg+300mg+30mg MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE Sedalgina mucato de isometepteno dipirona cafeína APRESENTAÇÕES Drágea 30mg+300mg+30mg Embalagens contendo 20, 30, 60, e 200

Leia mais

Clipping Eletrônico Domingo dia 09/11/2014

Clipping Eletrônico Domingo dia 09/11/2014 Clipping Eletrônico Domingo dia 09/11/2014 Jornal Acrítica Vida & Estilo Pág. V&E6-09 de novembro de 2014 Jornal Diário do Amazonas Cidades Pág. 21-09 de novembro de 14 Jornal Em Tempo - Última Hora

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Montelucaste Generis 10 mg Comprimidos Montelucaste de sódio Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento -Conserve este folheto. Pode

Leia mais

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS. Professora: Sabrina Cunha da Fonseca

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS. Professora: Sabrina Cunha da Fonseca DOENÇAS RESPIRATÓRIAS Professora: Sabrina Cunha da Fonseca Os locais de trabalho têm oferecido, cada vez mais, ambientes poluídos por diversos elementos, gasosos e sólidos, presentes no ar como gases e

Leia mais

VOLIBRIS GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Comprimidos revestidos 5mg e 10mg

VOLIBRIS GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Comprimidos revestidos 5mg e 10mg VOLIBRIS GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Comprimidos revestidos 5mg e 10mg Volibris Modelo de texto de bula - Pacientes LEIA ATENTAMENTE ESTA BULA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Leia mais

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Perguntas Frequentes Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Percepção do estado de saúde Autoavaliação da saúde A avaliação do estado de saúde consiste na percepção que os indivíduos possuem de sua própria saúde. Por conseguinte, é um indicador

Leia mais

ASMA ASMA ASMA SINTOMAS. Page 1

ASMA ASMA ASMA SINTOMAS. Page 1 ASMA SUBSTÂNCIAS IRRITANTES: produtos de limpeza, sprays, tintas, inseticida, perfumes, poluição atmosférica REMÉDIOS:aspirina, certos anti-inflamatórios bloqueadores beta adrenérgicos Asma é uma inflamação

Leia mais

Naramig GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Comprimidos 2,5mg

Naramig GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Comprimidos 2,5mg Naramig GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Comprimidos 2,5mg LEIA ESTA BULA ATENTAMENTE ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Naramig cloridrato de naratriptana APRESENTAÇÃO Naramig

Leia mais

Recomendações para o atendimento à pacientes com hipersensibilidade do. É fundamental como cuidado pré-operatório identificar ou reconhecer pacientes

Recomendações para o atendimento à pacientes com hipersensibilidade do. É fundamental como cuidado pré-operatório identificar ou reconhecer pacientes Recomendações para o atendimento à pacientes com hipersensibilidade do tipo I ao látex Enf. Rosimeire A. Mendes Lopes Pré-operatório É fundamental como cuidado pré-operatório identificar ou reconhecer

Leia mais

ácido acetilsalicílico

ácido acetilsalicílico ácido acetilsalicílico EMS S/A Comprimido 100mg I IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO ácido acetilsalicílico Medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Comprimidos Comprimidos contendo 100 mg de

Leia mais

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a gripe? É uma doença infecciosa aguda das vias respiratórias, causada pelo vírus da gripe. Em

Leia mais

MALEATO DE DEXCLORFENIRAMINA. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução 0,4mg/mL

MALEATO DE DEXCLORFENIRAMINA. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução 0,4mg/mL MALEATO DE DEXCLORFENIRAMINA Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução 0,4mg/mL MODELO DE BULA PARA O PACIENTE Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.

Leia mais

NEOPRAZOL. (omeprazol)

NEOPRAZOL. (omeprazol) NEOPRAZOL (omeprazol) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Cápsula 20mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: NEOPRAZOL omeprazol APRESENTAÇÕES Cápsula 20mg Embalagens com 14 ou 28 cápsulas VIA

Leia mais

sulfato de terbutalina

sulfato de terbutalina sulfato de terbutalina União Química Farmacêutica Nacional S.A. Solução injetável 0,5 mg/ml sulfato de terbutalina Medicamento genérico, Lei nº 9.787, de 1999 Solução injetável IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

Leia mais

Beclosol spray nasal aquoso dipropionato de beclometasona

Beclosol spray nasal aquoso dipropionato de beclometasona Modelo de Texto de Bula Beclosol spray nasal aquoso dipropionato de beclometasona suspensão tópica FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Beclosol spray nasal aquoso é uma suspensão aquosa microfina em aerosol,

Leia mais

FURP-CIMETIDINA. Fundação para o Remédio Popular FURP. Comprimido. 200 mg

FURP-CIMETIDINA. Fundação para o Remédio Popular FURP. Comprimido. 200 mg FURP-CIMETIDINA Fundação para o Remédio Popular FURP Comprimido 200 mg BULA PARA O PACIENTE FURP-CIMETIDINA 200 mg Comprimido cimetidina APRESENTAÇÃO Embalagem com 10 comprimidos de 200 mg. USO ORAL USO

Leia mais

VOLTAREN DU Colírio diclofenaco sódico

VOLTAREN DU Colírio diclofenaco sódico VOLTAREN DU Colírio diclofenaco sódico Forma farmacêutica, via de administração e apresentações Solução oftálmica (colírio) Via tópica ocular. Embalagens com 20 flaconetes de dose única de 0,3 ml cada.

Leia mais

Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 15 comprimidos.

Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 15 comprimidos. Dolamin Flex clonixinato de lisina cloridrato de ciclobenzaprina Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 15 comprimidos. USO ADULTO VIA ORAL Composição Cada comprimido

Leia mais

Decongex Plus. Aché Laboratórios Farmacêuticos Comprimidos revestidos de liberação programada 12 mg + 15 mg

Decongex Plus. Aché Laboratórios Farmacêuticos Comprimidos revestidos de liberação programada 12 mg + 15 mg Decongex Plus Aché Laboratórios Farmacêuticos Comprimidos revestidos de liberação programada 12 mg + 15 mg BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Leia mais

Principais Sintomas. Medidas de Prevenção

Principais Sintomas. Medidas de Prevenção A gripe é uma doença causada pelo vírus da Influenza, que ocorre predominantemente nos meses mais frios do ano. Esse vírus apresenta diferentes subtipos que produzem a chamada gripe ou influenza sazonal.

Leia mais

ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA

ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA Embalagem contendo 60 cápsulas de ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida) 6/100 mcg

Leia mais

Intolerância à Lactose

Intolerância à Lactose Intolerância à Lactose A intolerância à lactose é a condição que se refere aos sintomas decorrentes da má digestão da lactose. Esta situação ocorre quando o organismo não produz lactase suficiente, uma

Leia mais

Relaxante Muscular e Analgésico. APRESENTAÇÕES Comprimidos de 200 mg de clorzoxazona e 300 mg de paracetamol em embalagens com 12 comprimidos.

Relaxante Muscular e Analgésico. APRESENTAÇÕES Comprimidos de 200 mg de clorzoxazona e 300 mg de paracetamol em embalagens com 12 comprimidos. BULA DO PACIENTE IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Paralon Relaxante Muscular e Analgésico clorzoxazona 200 mg e paracetamol 300 mg Comprimidos APRESENTAÇÕES Comprimidos de 200 mg de clorzoxazona e 300 mg de

Leia mais

DIGESAN Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Cápsulas 10mg

DIGESAN Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Cápsulas 10mg DIGESAN Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Cápsulas 10mg Esta bula sofreu aumento de tamanho para adequação a legislação vigente da ANVISA. Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura

Leia mais

SAIBA MAIS SOBRE A GRIPE A (H1N1)

SAIBA MAIS SOBRE A GRIPE A (H1N1) - TRANSMISSÃO SAIBA MAIS SOBRE A GRIPE A (H1N1) O vírus se propaga por gotículas que o doente elimina pela secreção nasal ou saliva ao tossir, falar ou espirrar. Essas gotículas podem ficar em suspensão

Leia mais

vacina hepatite A (inativada)

vacina hepatite A (inativada) vacina hepatite A (inativada) Forma farmacêutica e apresentações: Suspensão injetável. Cartucho contendo uma seringa de uma dose de 0,5 ml. Cartucho contendo 5 seringas de uma dose de 0,5 ml. Cartucho

Leia mais

Zina. (dicloridrato de levocetirizina)

Zina. (dicloridrato de levocetirizina) Zina (dicloridrato de levocetirizina) Bula para paciente Comprimido revestido 5 mg Zina (dicloridrato de levocetirizina) MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA Comprimido revestido

Leia mais

CIRURGIA DE RINOSSEPTOPLASTIA. Informações sobre a cirurgia

CIRURGIA DE RINOSSEPTOPLASTIA. Informações sobre a cirurgia CIRURGIA DE RINOSSEPTOPLASTIA Informações sobre a cirurgia P: A RINOSSEPTOPLASTIA DEIXA CICATRIZES? R: Certos narizes permitem que as cicatrizes fiquem escondidas dentro da cavidade nasal. Nestes casos,

Leia mais