Motivação e Planeamento do Módulo Curricular Bolonha e o e-learning, 25 e 26 de Setembro 1
Premissa de base: Um conceito estruturado da natureza da motivação pode ajudar-nos a organizar o processo de aprendizagem (unidade curricular) de um modo que conduza ao sucesso 2
...olhar o ensino através do desenvolvimento de competências, significa em simultâneo com uma nova definição da forma de conceber o currículo, o assumir de uma postura diferente face ao ensino e aprendizagem que faça uma ruptura com os modelos curriculares e conjecturas sobre o ensino e aprendizagem subjacentes a um modelo de Escola Burocrática. Trata-se assim, de apostar numa outra forma de conceber o trabalho de ensino e aprendizagem no Ensino Superior, onde haja maior flexibilidade e autonomia para a construção e desenvolvimento dos projectos formativos 3 de cada aluno. (IPS Eixo A Grupo 3)
Olhar o ensino através do desenvolvimento de competências Significa: - uma nova definição da forma de conceber o currículo - assumir de uma postura diferente face ao ensino e aprendizagem - uma ruptura com os modelos curriculares e conjecturas sobre o ensino e aprendizagem subjacentes a um modelo de Escola Burocrática flexibilidade e autonomia desenvolvimento dos projectos formativos de cada aluno. 4
Implicações Oportunidade O desenvolvimento de ownership da aprendizagem pelo aluno Ameaça O aluno perde-se num ambiente pouco definido Desafios Criar e manter uma força a motriz baseada na identificação com a aprendizagem (processo/conteúdo) Evitar despistes por falta de orientação 5
Equilibrar : Auto-Regulação Orientação 6
Relação com um Modelo de Motivação 7
Definições de MOTIVAÇÃO Esforço dirigido A capacidade e a vontade de aprender 8
Vontade Capacidade Esforço X Direcção X 9
Esforço Percepção do valor Alcançabilidade 10
O desenvolvimento e manutenção do esforço Vontade Percepção de relevância auto-eficácia 11
Capacidade e vontade Esforço dirigido Percepcao do valor (relevância) Objectivo relevante (orientado para o produto) notas Objectivo relevante (orientado para o processo) Desenvolvimento pessoal 12
nao autodeterminado Ausência de motivação Ausencia de regulacao orientação extrínseca auto- determinado conhecimento orientação intrínseca estímulo regulação externa regulação introjectada regulação identificada regulação integrada SUCESSO Noels 2000: Orientation subtypes along the self-determination continuum (adapted from Ryan & Deci, 2000) 13
REGULAÇÃO Resumo de Comportamentos - Externa: : Satisfazer uma exigência externa e/ou alcançar ar uma recompensa - Introjectada :: Aceitação parcial evitar culpa ou ansiedade, e/ou reforçar ego ( orgulho( orgulho ) - Identificada: : Reconhecimento explícito do valor do objectivo ou regulação comportamental considerado como pessoalmente importante (em termos instrumentais e/ou outros) - Integrada: : Congruência total com outros valores e outras necessidades pessoais. - Intrínseca nseca: A tendência inerente de procurar novidade e desafios, estender as capacidades pessoais explorar, investigar e aprender. 14
Comportamentos associados à Motivação Instrumental orientada para o produto Intrínseca orientada para o processo virado para notas e metas exteriores virado para o semelhantes desenvolvimento pessoal esforço o mínimo m para compara estado antes-esfor esforço resultado máximom com estado pós p s esforço. o. padrões de sem desprezar a a nota aprendizagem pouco valoriza avaliação formativa e profundos feedback constante. tende a ter atitudes manifesta apetência para individualistas e até padrões que representam competitivas na sua aprendizagem mais profunda relação com a avaliação aceita bem o trabalho quando a meta desejada colaborativo com inter- é atingida o esforço responsabalização dos pares termina. 15
Implicações: Planeamento do Trabalho Estabelecer valor e alcançabilidade : Contextualizar a matéria em termos da experiência do aluno Clara definição de metas e critérios: rios: Objectivos próximos Negociação com TUTOR- responsabilização PRODUTO: CONTRATO DE APRENDIZAGEM/PLANO DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL (PDP) 16
Implicações: Planeamento do Trabalho Aproveitar sinergias interpessoais: Fomentar aprendizagem colaborativa Cada input individual essencial para o resultado final do grupo Responsabilidade individual e identificável 17
Implicações - Avaliação -22 vertentes: - Quantitativa/Sumativa (Orientação Instrumental Produto ) - Qualitativa/Formativa (Orientação Intrínseca nseca Processo ) 18
Princípios Comuns Little but often Analisar não sós em termos absolutos (critérios rios finais) mas também incrementais (progresso pessoal) Função diagnóstico: Apoio do Tutor: Fomentar reflexão: Rever Contrato/PDP 19
Em Resumo: Fomentar a motivação intrínseca nseca Optimizar a motivação extrinseca - contextualizar em termos de experiência pessoal - feedback em termos de desenvolvimento pessoal incremental (avalia( avaliação formativa) - Clareza de objectivos, critérios, rios, metas e payback (avaliação sumativa) Responsabilizar pessoalmente - Negociar e contratar -Tutor - Metas alcançáveis - Actividades colaborativas e interdependentes 20
Proposta para reflexão Como podemos relacionar a implementação deste conceito de motivação com as experiências relatadas hoje? Obrigado 21