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Transcrição:

s undaments da ísca 2 Undade E Capítul 4 Lentes esércas delgadas esluções ds testes prpsts T.37 T.36 espsta: b As lentes devem ser cnvergentes. Send de vdr e mersas n ar, tems: n lente n me Assm, estudante deverá usar lentes de brdas delgadas: I (bcnvexa) u III (plan-cnvexa). T.37 T.36 espsta: c Experênca A: n lente,5 n ar,0 n lente n me : cnvergente Experênca B: n lente,5 n água,33 n lente n me : cnvergente Experênca C: n lente,5 n bssulet,64 n lente n me : dvergente T.38 T.39 espsta: a Se bjet, supst pntual, estver n c prncpal da lente, a magem se rma n mesm pnt, qualquer que seja a dstânca d espelh à lente, cnrme a gura segunte: Prtant: 5 cm

s undaments da ísca 2 Undade E Capítul 4 Lentes esércas delgadas esluções ds testes prpsts 2 T.38 T.39 espsta: b lament deve estar n centr de curvatura C E d espelh esérc e n c L da lente para que s ras emergentes sejam tds paralels, cnrme esquema: C E L T.320 espsta: b ' 4 cm 6 cm x 5 cm 5 cm Da gura, pr semelhança de trânguls, vem: 6 4 6 4 3 2 (5 5 x) (5 x) (30 x) (5 x) (30 x) (5 x) 45 3x 60 2x 3x 2x 60 45 x 5 cm 5 cm T.32 espsta: c Cm d, a únca stuaçã pssível é a segunte: 2 ' d 2 Prtant, a segunda lente deve ser dvergente, cm seu c-bjet ( 2 ) cncdnd cm c-magem ( ) da prmera lente. Da gura, btems: 2 d 30,0 0,0 2 20,0 cm

s undaments da ísca 2 Undade E Capítul 4 Lentes esércas delgadas esluções ds testes prpsts 3 T.322 espsta: e s cs das lentes cnvergente (c-magem) e dvergente (c-bjet) devem cncdr, cm mstra esquema. Cm cnv. 20 cm e dv. 5 cm, a lente dvergente deve ser clcada em E, st é, a 5 cm d c da lente cnvergente, antes d cruzament ds ras. T.323 espsta: d Pdems determnar a dstânca cal dretamente na gura: 2,0 L,0 m,0 m ' I 2,0 m T.324 espsta: c bservadr deve se clcar na psçã C para receber s ras de luz que denem a magem. T.325 espsta: b 5 cm P P' D N antepar, rma-se um pnt central brlhante P, magem da nte P que está stuada n pnt antprncpal da lente ( 0 cm; p 2 20 cm). Em trn de P há um círcul de dâmetr D nã lumnad. Pr semelhança de trânguls, btems: 20 cm 20 cm D 5 (20 20) 20 D 0 cm

s undaments da ísca 2 Undade E Capítul 4 Lentes esércas delgadas esluções ds testes prpsts 4 T.326 espsta: a ' A lente é dvergente, ps a magem é dreta e menr. ' Aprxmad-se a lente ds lhs, a magem cntnua dreta e passa a ser menr, cnrme se bserva ns esquemas. T.327 espsta: d C ' C' ' C' C À medda que bjet se aasta da C ' C' lente, a partr d c prncpal bjet, a magem se aprxma d utr c prncpal da lente ( ). T.328 espsta: c 2 2 A magem d pnt P (antprncpal bjet) é pnt P (antprnc- P Q ' P' Q' pal magem). A magem de Q (entre P e ) é um pnt Q (além de P ).

s undaments da ísca 2 Undade E Capítul 4 Lentes esércas delgadas esluções ds testes prpsts 5 Na gura abax mstrams um md de se bter pnt Q : ' s (c secundár) ' P Q ' P' Q' Ex secundár paralel a T.329 espsta: c órmula ds abrcantes de lentes: Send e 2 cnstantes, tems I. Incrreta. n lente nlente n n n me me me 2 k (cnstante). Assm: 2 k nme n n k Se n lente n me, a dstânca cal tende a nnt. sstema é acal. II. Crreta. Se n me n ar, u seja, n me aumenta, a derença n lente n me dmnu e, prtant, aumenta. III. Crreta. Quant mar a derença n lente n me, menr será a dstânca cal da lente. lente me T.330 espsta: b órmula ds abrcantes de lentes: n2 n 5, 60 cm, 0 50 75 2 Estand bjet a 0 cm da lente, cncluíms que ele está pscnad entre c e centr óptc. Lg, a magem é vrtual, dreta e mar d que bjet:

s undaments da ísca 2 Undade E Capítul 4 Lentes esércas delgadas esluções ds testes prpsts 6 Pdems cnrmar resultad analtcamente: p 60 2 A A p 0 2 cm (magem vrtual) 0 A,2 (magem mar e dreta) T.334 T.33 espsta: a I. Crreta. A lente é cnvergente, ps a magem é real. II. Incrreta. A 2 4 cm p 2 2 2 III. Incrreta. A 6 cm p 2 2 T.332 espsta: e Lente bcnvexa: ( n ) ( n ) 2 Lente plan- cnvexa: ( n ) De e, vem: 2 2 T.333 espsta: e a) Incrreta. 4 cm p 6 2 Prtant, a magem é vrtual e sua dstânca à lente é de 4 cm. b) Incrreta. 4 A A A p 2 3

s undaments da ísca 2 Undade E Capítul 4 Lentes esércas delgadas esluções ds testes prpsts 7 c) Incrreta. A 4 cm 3 0 d) Incrreta. A magem é vrtual, dreta e menr d que bjet. e) Crreta. A magem que a lente dvergente cnjuga, de um bjet real, é sempre vrtual, qualquer que seja a psçã d bjet. T.33 T.334 espsta: d Pela equaçã ds pnts cnjugads, vem: 5 m p 0,30,2,2 Substtund esse resultad na órmula ds abrcantes de lentes, btems: n2 5,5 n,2,0 0,2 m 2 cm T.335 espsta: d A magem é nvertda em relaçã a bjet real. Send nvertda, é real. Nessas cndções, bjet e magem estã em lads psts da lente. Da gura, tems: 6,0 cm e 2,0 cm Pela equaçã d aument lnear transversal, vem: 2,0 50 p 50 cm p 6,0 p Utlzand esse resultad na equaçã ds pnts cnjugads, sabend-se que 50 cm, btems: p 50 37,5 cm 50 T.336 espsta: a A magem é btda sbre uma tela. Lg, ela é real e, prtant, nvertda. A lente é cnvergente. aument lnear transversal é A 3. A 3 3p p p p 80 cm p' Tela

s undaments da ísca 2 Da gura, vem: p 80 cm Undade E Capítul 4 Lentes esércas delgadas esluções ds testes prpsts 8 De e, btems: p 3p 80 p 20 cm e 60 cm Substtund s valres de p e na equaçã ds pnts cnjugads, pdems, entã, determnar a dstânca cal da lente: p 20 5 cm 60 T.337 espsta: c A partr da gura, vem: p 00 cm p 00 Substtund a expressã na equaçã ds pnts cnjugads e cnhecend a dstânca cal da lente, pdems determnar a dstânca da magem () à lente: p p p'? 00 cm Parede 22,0 00 22,0 00 (00 ) (00 ) 2.200 2 00 2.200 0 As raízes sã: 32,7 cm u 67,3 cm Cm a magem é amplada, devems esclher mar valr de : 67,3 cm T.338 espsta: d Utlzand a equaçã de Gauss nas duas stuações, tems: a stuaçã: L D L D L ( D L) 2 a stuaçã: D L D L L ( D L ) Igualand e, tems: L (D L) L (D L )

s undaments da ísca 2 Undade E Capítul 4 Lentes esércas delgadas esluções ds testes prpsts 9 Send L L a, vem: L (D L) (L a)(d L a) LD L 2 LD L 2 al ad al a 2 2aL ad a 2 D a L 2 Substtund em, tems: D D D a D a D a D a D 2 2 2 2 D D a 2 4 4 D D a 2 2 2 2 D 2 2 a 4D T.339 espsta: d A magem é real, ps prjetada n antepar sc. Send real, é nvertda e trca a dreta pela esquerda e vce-versa. Assm, tems: bjet Imagem T.340 espsta: d Calculand as psções das magens (x 0 40 cm; x 30 cm; 20 cm): 2 x 0 40 cm x x 20 40 40 x 40 0 0 0 3 2 x 60 cm x x 20 30 60 x 60 deslcament da magem : x x x 0 60 cm 40 cm x 20 cm nterval de temp pde ser calculad pel deslcament d bjet ( x x 0 x 40 cm 30 cm 0 cm), cuja velcdade tem módul,0 cm/s: x x 0 v t t t 0 s t v Prtant, módul da velcdade méda da magem é: x vm vm vm,0 cm/s t 20 0 2

s undaments da ísca 2 Undade E Capítul 4 Lentes esércas delgadas esluções ds testes prpsts 0 T.34 espsta: b d L L 2 ' C' C 2 2 C 2 ' 2 C' 2 2 3 cm 6 cm 6 cm 0 cm 5 cm 0 cm elatvamente à lente L ( 3 cm), bjet está pscnad n pnt antprncpal bjet (C ) e a magem se rma n pnt antprncpal magem (C ). Nessa stuaçã, cm bjet tem 6 cm de altura, a magem tem também a mesma altura. A magem uncna cm bjet em relaçã à lente L 2 ( 2 5 cm). Para que a magem nal 2 tenha também 6 cm de altura, cncluíms que deve estar pscnad n pnt antprncpal bjet C 2 da lente L 2. Prtant: d 2 2 2 d 6 0 d 6 cm T.342 espsta: c De acrd cm enuncad, as magens sã dretas e prtant vrtuas. Lg, n esquema abax elas devem se lcalzar à esquerda d espelh. Espelh Lente Imagem Para que ss crra, a lente deve ser cnvergente e a magem será mar d que bjet. Nessas cndções, espelh esérc deve ser côncav. bserve esquema: