Variáveis e Tipo de Dados

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Variáveis e Tipo de Dados"

Transcrição

1 Variáveis e Tip de Dads Alessandr J. de Suza DIATINF - IFRN [email protected] twi;er.cm/ajdsuza Aula 2

2 Segunda Aula Teórica ² Tips de dads ² Variáveis Armazenament de dads na memória Cnceit e uglidade de variáveis Definiçã de variáveis em algritms Mapeament de variáveis na memória Algritm e lógica de Prgramaçã 2

3 Tips de Dads ² Dads Numérics Trnand a aspect cmputacinal, s dads numérics representáveis em um cmputadr sã dividids em apenas duas classes: s INTEIROS e s REAIS ² Dads Numérics Inteirs Os númers inteirs sã aqueles que nã pssuem cmpnentes decimais u fracináris, pdend ser psigvs u negagvs. (Cnj. ds N e Z) Ex.: 24 - númer inteir psigv 0 - númer inteir númer inteir negagv Algritm e lógica de Prgramaçã 3

4 Tips de Dads ² Dads Numérics Reais Os dads de Gp REAL sã aqueles que pdem pssuir cmpnentes decimais u fracináris, e pdem também ser psigvs u negagvs. Exempls de dads d Gp real: númer real psi3v cm duas casas decimais númer real psi3v cm zer casas decimais númer real nega3v cm uma casa decimal númer real cm uma casa decimal 0. - númer real cm zer casas decimais Algritm e lógica de Prgramaçã 4

5 Tips de Dads ² Dads Literais O Gp de dad LITERAL é cnsgtuíd pr uma seqüência de caracteres cntend letras, dígits e/u símbls especiais. Este Gp de dads é também muitas vezes chamad de alfanuméric, cadeia (u crdã) de caracteres, ainda, d inglês, STRING. Usualmente, s dads literais sã representads ns algritms pela cleçã de caracteres, delimitada em seu iníci e términ cm caractere aspas ("). Diz- se que dad d Gp literal pssui um cmpriment dad pel númer de caracteres nele cngd Algritm e lógica de Prgramaçã 5

6 Tips de Dads ² Exempls de dads d Gp literal: "QUAL? - literal de cmpriment 6 " - literal de cmpriment 1 "qual?!$" - literal de cmpriment 8 " AbCdefGHi" - literal de cmpriment 9 "1-2+3=" - literal de cmpriment literal de cmpriment 1 Nte que, pr exempl, "1.2" representa um dad d Gp literal de cmpriment 3, cnsgtuíd pels caracteres "1", "." e "2", diferind de 1.2 que é um dad d Gp real. Algritm e lógica de Prgramaçã 6

7 Tips de Dads ² Dads Lógics (bleans) O Gp de dads LÓGICO é usad para representar dis únics valres lógics pssíveis: VERDADEIRO e FALSO. É cmum encntrar em utras referências utrs Gps de pares de valres lógics cm sim/ nã, 1/0, true/false. Ns algritms apresentads nesta apsgla s valres lógics serã delimitads pel caractere pnt (.). Exempl:.V. - valr lógic verdadeir.f. - valr lógic fals Algritm e lógica de Prgramaçã 7

8 Tips de Dads ² Síntese Os dads numérics dividem- se em duas classes: inteirs, que nã pssuem parte fracinária e pdem ser psigvs u negagvs; reais, que pdem pssuir parte fracinária e pdem ser psigvs u negagvs. Os dads d Gp literal pdem cnter seqüências de letras, dígits u símbls especiais, delimitads pr aspas ("). Seu cmpriment é dad pel númer de caracteres em string. Os dads d Gp lógic só pssuem dis valres pssíveis (.V. e.f.). Algritm e lógica de Prgramaçã 8

9 Tips de Dads ² Síntese A árvre abaix resume a classificaçã ds dads cm relaçã as Gps de dads apresentads. Algritm e lógica de Prgramaçã 9

10 Variáveis ² Armazenament de dads na memória A td mment durante a execuçã de qualquer Gp de prgrama s cmputadres estã manipuland infrmações representadas pels diferentes Gps de dads descrits anterirmente. Para que nã se "esqueça" das infrmações, cmputadr precisa guardá- las em sua memória vlágl. Mdel Vn Neumann Algritm e lógica de Prgramaçã 10

11 Variáveis ² Visã d Hardware Prcessadr

12 Variáveis ² Cnceit e UGlidade de Variáveis Basicamente, uma variável pssui três atributs: um nme, um Qp de dad assciad à mesma e a infrmaçã pr ela guardada. Um nme de variável deve necessariamente cmeçar cm uma letra; Um nme de variável nã deve cnter nenhum símbl especial excet a sublinha _. SALARIO = crret 1ANO = errad A CASA = errad (cntém caractere espaç em branc) SAL/HORA = errad (cntém caractere "/ ) SAL_HORA = crret _DESCONTO = errad (nã cmeçu cm uma letra) Algritm e lógica de Prgramaçã 12

13 Variáveis ² Definiçã de variáveis em algritms Tdas as variáveis uglizadas em algritms devem ser definidas antes de serem uglizadas. Ist se faz necessári para permigr que cmpiladr reserve um espaç na memória para as mesmas. Sintaxe: VAR <nme_da_variável> : <3p_da_variável> VAR <lista_de_variáveis> : <3p_das_variáveis> a palavra- chave VAR deverá estar presente sempre e será u3lizada uma única vez na definiçã de um cnjunt de uma u mais variáveis; Algritm e lógica de Prgramaçã 13

14 Variáveis ² Definiçã de variáveis em algritms VAR NOME : literal IDADE : inteir SALARIO: real TEM_FILHOS: lógic Algritm e lógica de Prgramaçã 14

15 Variáveis ² Síntese A memória ds cmputadres é cmpsta pr células numeradas rdenadamente denminadas bytes. Cada byte é cnsgtuíd pr 8 bits. Cada Gp de dad requer um númer diferente de bytes para armazenar a infrmaçã representada pr ele na memória. Esta quangdade também pde variar em funçã d Gp de cmputadr cnsiderad. Uma variável é uma engdade dtada de um nme para diferenciá- la das demais e um Qp de dad que define Gp de infrmaçã que ela é capaz de guardar. Uma vez definids, nme e Gp de uma variável nã pdem ser alterads n decrrer de um prgrama. Pr utr lad, a infrmaçã úgl da variável é bjet de cnstante mdificaçã durante decrrer d prgrama, de acrd cm flux de execuçã d mesm. Algritm e lógica de Prgramaçã 15

16 Exercíci 2ª Aula 1. Classifique s dads especificads abaix de acrd cm seu Gp, assinaland cm I s dads d Gp inteir, cm R s reais, cm L s literais, cm B s lógics (bleans), e cm N aqueles para s quais nã é pssível definir a priri um Gp de dad. ( ) 0.21 ( ) 1 ( ) V ( ) 0. ( ) 1% ( ) Jsé ( ) 0,35 ( ).F. ( ) ( ).T. ( ) ( ) a ( ) ( ) ( ) ( ).F. ( ) ± 3 ( ).V. ( ).V ( ) abc ( ) F ( ) C ( ) Maria Algritm e lógica de Prgramaçã 16

17 Exercíci 2ª Aula 2.Explique que está errad ns idengficadres incrrets. ( ) valr ( ) _b248 ( ) nta*d*alun ( ) a1b2c3 ( ) 3 x 4 ( ) Maria ( ) km/h ( ) xyz ( ) nme empresa ( ) sala_215 ( ) nta ( ) ah! 3. Supnd que as variáveis NB, NA, NMAT e SX sejam uglizadas para armazenar a nta d alun, nme d alun, númer da matrícula e sex, declare- as crretamente, assciand Gp adequad a dad que será armazenad. Algritm e lógica de Prgramaçã 17

18 Extensã da aula ² AssisGr a víde aula ² Realizar estud sbre Gps de variáveis

ALGORITMOS. Expressões e Instruções PrimiKvas. Alessandro J. de Souza DIATINF - IFRN. twi;er.

ALGORITMOS. Expressões e Instruções PrimiKvas. Alessandro J. de Souza DIATINF - IFRN. twi;er. ALGORITMOS Alessandr J. de Suza DIATINF - IFRN [email protected] twi;er.cm/ajdsuza Expressões e Instruções PrimiKvas Agenda ² Expressões Cnceits Operadres Tips de Expressões Avaliaçã de Expressões

Leia mais

ALGORITMOS. Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Tecnologia Departamento de Computação e Automação

ALGORITMOS. Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Tecnologia Departamento de Computação e Automação Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Tecnologia Departamento de Computação e Automação ALGORITMOS tal, RN, maio/2004 Professor Responsável: Luiz Affonso Henderson Guedes de Oliveira Prof.

Leia mais

UML. Diagrama de Classes de Projeto e Diagrama de Objetos Análise e Projeto de Software. Profª. Cibele da Rosa Christ

UML. Diagrama de Classes de Projeto e Diagrama de Objetos Análise e Projeto de Software. Profª. Cibele da Rosa Christ UML Diagrama de Classes de Prjet e Diagrama de Objets Análise e Prjet de Sftware Prfª. Cibele da Rsa Christ [email protected] SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC

Leia mais

ALGORITMOS. Alessandro J. de Souza DIATINF - IFRN. Conceitos e Forma de Representação. twi;er.

ALGORITMOS. Alessandro J. de Souza DIATINF - IFRN. Conceitos e Forma de Representação. twi;er. ALGORITMOS Cnceits e Frma de Representaçã Alessandr J. de Suza DIATINF - IFRN [email protected] twi;er.cm/ajdsuza Primeira Aula Teórica ² Intrduçã Cnceits de algritms ² Frmas de Representaçã de

Leia mais

Aula 11 Bibliotecas de função

Aula 11 Bibliotecas de função Universidade Federal d Espírit Sant Centr Tecnlógic Departament de Infrmática Prgramaçã Básica de Cmputadres Prf. Vítr E. Silva Suza Aula 11 Biblitecas de funçã 1. Intrduçã À medida que um prgrama cresce

Leia mais

Organização de Computadores Digitais. Cap.10: Conjunto de Instruções: Modos de Endereçamento e Formatos

Organização de Computadores Digitais. Cap.10: Conjunto de Instruções: Modos de Endereçamento e Formatos Organizaçã de Cmputadres Digitais Cap.10: Cnjunt de Instruções: Mds de Endereçament e Frmats Mds de endereçament Os mds de endereçament sã um aspect da Arquitetura d cnjunt de instruções ns prjets das

Leia mais

Trabalhos Práticos. Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores

Trabalhos Práticos. Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores Trabalhs Prátics Prgramaçã II Curs: Engª Electrtécnica - Electrónica e Cmputadres 1. Objectivs 2. Calendarizaçã 3. Nrmas 3.1 Relatóri 3.2 Avaliaçã 4. Prpstas Na disciplina de Prgramaçã II é prpst um trabalh,

Leia mais

Projecto de Lógica para Programação. Videoteca em Prolog. ( º semestre)

Projecto de Lógica para Programação. Videoteca em Prolog. ( º semestre) Prject de Lógica para Prgramaçã Videteca em Prlg (2007-2008 2º semestre) 1. Intrduçã A base de dads BDvip.pl cntém infrmaçã sbre cinema - nmeadamente infrmaçã relativa a actres/realizadres, filmes e Óscares,

Leia mais

Aula 3 Expressões. 1. Introdução. 2. Operadores. Operador Tipo Operação Prioridade

Aula 3 Expressões. 1. Introdução. 2. Operadores. Operador Tipo Operação Prioridade Aula 3 Expressões 1. Intrduçã Expressões em cmputaçã sã cm expressões matemáticas: existem variáveis, peradres e resultads. Cm exempl, [Saliba, 1992, p. 28] 1 traz cálcul da área de um triângul: ÁREA =

Leia mais

4 Extensão do modelo de Misme e Fimbel para a determinação da distribuição cumulativa da atenuação diferencial entre dois enlaces convergentes

4 Extensão do modelo de Misme e Fimbel para a determinação da distribuição cumulativa da atenuação diferencial entre dois enlaces convergentes 4 Extensã d mdel de Misme e Fimbel ra a determinaçã da distribuiçã cumulativa da atenuaçã diferencial entre dis enlaces cnvergentes 4.. Distribuiçã cumulativa cnjunta das atenuações ns dis enlaces cnvergentes

Leia mais

ALGORITMOS E ESTRUTURA DE DADOS

ALGORITMOS E ESTRUTURA DE DADOS ALGORITMOS E ESTRUTURA DE DADOS Algoritmos Tipos de Dados Prof. André Peixoto - Todo o trabalho realizado por um computador é baseado na manipulação dos dados/informações contidas em sua memória. Podemos

Leia mais

Cartografia e Geoprocessamento Parte 1. Geoide, Datum e Sistema de Coordenadas Geográficas

Cartografia e Geoprocessamento Parte 1. Geoide, Datum e Sistema de Coordenadas Geográficas Cartgrafia e Geprcessament Parte 1 Geide, Datum e Sistema de Crdenadas Gegráficas Cartgrafia e Geprcessament qual a relaçã? Relaçã através d espaç gegráfic; Cartgrafia representa espaç gegráfic; Geprcessament

Leia mais

LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE

LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE Algumas sentenças nã pdem ser expressas apenas cm us de símbls prpsicinais, parênteses e cnectivs lógics exempl: a sentenç a Para td x, x >0

Leia mais

Avaliação Imobiliária e Manutenção das Construções

Avaliação Imobiliária e Manutenção das Construções Avaliaçã Imbiliária e Manutençã das Cnstruções 1ª Épca 15 de junh de 2016 (11h30) (V1.26 V1.25) Nme: Númer: Duraçã ttal sem interval: 1,45 hras Ntas: I. Nã é permitida a cnsulta de quaisquer ntas u dcuments,

Leia mais

Como ajustar o projeto para integrá-lo com o Moodle

Como ajustar o projeto para integrá-lo com o Moodle Cm ajustar prjet para integrá-l cm Mdle Prjet Cm cadastrar um prjet de curs presencial u à distância O prcediment para cadastrar um prjet de curs é igual a prcediment de cadastr tradicinal de prjets, cm

Leia mais

Classificações ECTS. - Resultados da aplicação experimental às disciplinas do IST - Carla Patrocínio

Classificações ECTS. - Resultados da aplicação experimental às disciplinas do IST - Carla Patrocínio Classificações ECTS - Resultads da aplicaçã experimental às disciplinas d IST - Carla Patrcíni Crd.: Drª Marta Pile Gabinete de estuds e planeament Institut Superir Técnic Janeir, 2003 1. Enquadrament

Leia mais

Cartografia e Geoprocessamento Parte 2. Projeção Cartográfica

Cartografia e Geoprocessamento Parte 2. Projeção Cartográfica Cartgrafia e Geprcessament Parte 2 Prjeçã Cartgráfica Recapituland... Geide; Datum: Planimétrics e Altimétrics; Tpcêntrics e Gecêntrics. Data ficiais ds países; N Brasil: Córreg Alegre, SAD69 e SIRGAS

Leia mais

34

34 01 PQ é a crda um de duas circunferências secantes de centrs em A e B. A crda PQ, igual a, determina, nas circunferências, arcs de 60 º e 10 º. A área d quadriláter cnve APBQ é : (A) 6 (B) 1 (C) 1 6 0

Leia mais

CIRCUITO SÉRIE/PARALELO Prof. Antonio Sergio-D.E.E-CEAR-UFPB.

CIRCUITO SÉRIE/PARALELO Prof. Antonio Sergio-D.E.E-CEAR-UFPB. CIRCUITO SÉRIE/PARALELO Prf. Antni Sergi-D.E.E-CEAR-UFPB. Os circuit reativs sã classificads, assim cm s resistivs, em a) Circuits série. b) Circuits paralel c) Circuit série-paralel. Em qualquer cas acima,

Leia mais

HARDWARE e SOFTWARE. O Computador é composto por duas partes: uma parte física (hardware) e outra parte lógica (software).

HARDWARE e SOFTWARE. O Computador é composto por duas partes: uma parte física (hardware) e outra parte lógica (software). HARDWARE e SOFTWARE O Cmputadr é cmpst pr duas partes: uma parte física (hardware) e utra parte lógica (sftware). Vcê sabe qual é a diferença entre "Hardware" e "Sftware"? Hardware: é nme dad a cnjunt

Leia mais

MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO

MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS ECONÔMICAS E 3/0/06 As grandezas P, T e V sã tais que P é diretamente prprcinal a T e inversamente prprcinal a V Se T aumentar 0% e V diminuir 0%, determine a variaçã

Leia mais

Tema: Estudo do Comportamento de Funções usando Cálculo Diferencial. Seja definida em um intervalo e sejam e pontos deste intervalo.

Tema: Estudo do Comportamento de Funções usando Cálculo Diferencial. Seja definida em um intervalo e sejam e pontos deste intervalo. Tema: Estud d Cmprtament de Funções usand Cálcul Diferencial Funções Crescentes, Decrescentes e Cnstantes Seja definida em um interval e sejam e pnts deste interval Entã: é crescente n interval se para

Leia mais

Blackjack. Projeto de Programaça o Entrega Interme dia

Blackjack. Projeto de Programaça o Entrega Interme dia Prgramaçã 2015/2016 Mestrad em Engenharia Electrtécnica e de Cmputadres (MEEC) Blackjack Prjet de Prgramaça Entrega Interme dia 1 Intrduçã Cm este prjet pretende-se que s aluns desenvlvam um jg de cartas

Leia mais

1. Propósito. Permite definir o custo das operações realizadas por segundo pelo trabalhador, durante todo o dia de trabalho.

1. Propósito. Permite definir o custo das operações realizadas por segundo pelo trabalhador, durante todo o dia de trabalho. Mã de Obra 1 Cnteúd 1. Prpósit 3 2. Criaçã de um Pst de Mã de Obra 4 3. Assciand uma Mã de Obra a um Mdel 6 4. Psts de Mã de Obra Detalhada 10 4.1 Mã de Obra Detalhada 11 2 1. Prpósit Permite definir cust

Leia mais

KIT PARA O REPARO DO CIRCUITO ELETRÔNICO DOS PROCESSADORES RI3172 / RI3173

KIT PARA O REPARO DO CIRCUITO ELETRÔNICO DOS PROCESSADORES RI3172 / RI3173 KIT PR O REPRO DO IRUITO ELETRÔNIO DOS PROESSDORES RI3172 / RI3173 Em funçã da descntinuidade de frneciment da placa de circuit ds prcessadres RI3172 e RI3173 e devid a grande quantidade de aparelhs existentes

Leia mais

Normalização de banco de dados

Normalização de banco de dados Nrmalizaçã de banc de dads é um cnjunt de regras que visa, principalmente, a rganizaçã de um prjet de banc de dads, evitand perda u repetiçã e infrmações. Para nrmalizar banc de dads, deve-se examinar

Leia mais

Estrutura de Repetição

Estrutura de Repetição Estrutura de Repetiçã 1. Faça um prgrama que peça uma nta, entre zer e dez. Mstre uma mensagem cas valr seja inválid e cntinue pedind até que usuári infrme um valr válid. 2. Faça um prgrama que leia um

Leia mais

Indução de Árvores de Decisão

Indução de Árvores de Decisão Induçã de Árvres de Decisã Várias aplicações em Inteligência Artificial em tarefas de imprtância prática sã baseadas na cnstruçã de um mdel de cnheciment que é utilizad pr um especialista human O bjetiv

Leia mais

As informações apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação em vigor e o Programa da disciplina.

As informações apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação em vigor e o Programa da disciplina. Infrmaçã da Prva de Exame de Equivalência à Frequência de Prjet Tecnlógic Códig: 196 2013 Curs Tecnlógic de Infrmática/12.º Prva: Pr (Prjet) Nº de ans: 1 Duraçã: 30-45 minuts Decret-Lei n.º 139/2012, de

Leia mais

Introdução à Ciência da Computação

Introdução à Ciência da Computação Créditos Introdução à Ciência da Computação Tópicos Preliminares em Programação Exceto por adaptações e complementos menores, o material a seguir é composto de slides gentilmente cedidos por: Prof. Rudinei

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados 1 Lista de Exercícios 2

Algoritmos e Estruturas de Dados 1 Lista de Exercícios 2 Algritms e Estruturas de Dads 1 Lista de Exercícis 2 Prfessr Paul Gmide Parte Teórica 1 Analisand as 2 estruturas mdificadras d flux de execuçã da linguagem C cnhecidas cm estruturas de seleçã ( ifelse

Leia mais

Cite situações em que contamos, fazendo agrupamentos diferentes de dez. CUBOS DE PLACAS DE 700 BARRAS DE 70 CUBOS

Cite situações em que contamos, fazendo agrupamentos diferentes de dez. CUBOS DE PLACAS DE 700 BARRAS DE 70 CUBOS Acesse: http://fuvestibular.cm.br/ ite situações em que cntams, fazend agrupaments diferentes de dez. que vcê entende pr: "Fulan é um zer à esquerda"? screva númer que está representad em cada quadr. UBOS

Leia mais

Tributação Padrão para Imobilizado

Tributação Padrão para Imobilizado Tributaçã Padrã para Imbilizad Intrduçã O sistema pssui cadastrs de tributaçã padrã para diverss prcesss cm peças, veículs, despesas, serviçs e inclusive a pssibilidade de indicar tributações padrã para

Leia mais

111 OJ OJ. o que você entende por: "Fulano é um zero à esquerda"? OJOJ OJ. Cite situações em que contamos, fazendo agrupamentos diferentes de dez.

111 OJ OJ. o que você entende por: Fulano é um zero à esquerda? OJOJ OJ. Cite situações em que contamos, fazendo agrupamentos diferentes de dez. ite situações em que cntams, fazend agrupaments diferentes de dez. que vcê entende pr: "Fulan é um zer à esquerda"? screva númer que está representad em cada quadr. UBOS D 7 000 PLAAS D 700 BARRAS D 70

Leia mais

Gestão Administrativa 3 COMUNICAÇÃO DE INVENTÁRIOS

Gestão Administrativa 3 COMUNICAÇÃO DE INVENTÁRIOS Gestã Administrativa 3 COMUNICAÇÃO DE INVENTÁRIOS 1. Intrduçã Aprvad a 25 de nvembr de 2014, nv rçament de estad para 2015 vem cmplementar cm uma nva regra a Decret-Lei nº 198/2012 (cmunicaçã de guias/faturas),

Leia mais

Bias de AM. Bias e Variância Estatísticos

Bias de AM. Bias e Variância Estatísticos Bias, Variância & Ensembles Em aulas anterires vims cnceit de bias de AM, qual se cnstitui em certas supsições e esclhas efetuadas pels indutres na busca de uma hipótese Nesta aula verems que bias e a

Leia mais

10. Escreva um programa que leia um texto e duas palavras e substitua todas as ocorrências da primeira palavra com a segunda palavra.

10. Escreva um programa que leia um texto e duas palavras e substitua todas as ocorrências da primeira palavra com a segunda palavra. Lista de Exercícis: Vetres, Matrizes, Strings, Pnteirs e Alcaçã Obs: Tdas as questões devem ser implementadas usand funções, pnteirs e alcaçã 1. Faça um prgrama que leia um valr n e crie dinamicamente

Leia mais

Proposta de teste de avaliação 4 Matemática 9

Proposta de teste de avaliação 4 Matemática 9 Prpsta de teste de avaliaçã 4 Matemática 9 Nme da Escla An letiv 0-0 Matemática 9.º an Nme d Alun Turma N.º Data Prfessr - - 0 Na resluçã ds itens da parte A pdes utilizar a calculadra. Na resluçã ds itens

Leia mais

Exame: Matemática Nº Questões: 58 Duração: 120 minutos Alternativas por questão: 4 Ano: 2009

Exame: Matemática Nº Questões: 58 Duração: 120 minutos Alternativas por questão: 4 Ano: 2009 Eame: Matemática Nº Questões: 8 Duraçã: 0 minuts Alternativas pr questã: An: 009 INSTRUÇÕES. Preencha as suas respstas na FOLHA DE RESPOSTAS que lhe fi frnecida n iníci desta prva. Nã será aceite qualquer

Leia mais

Exercícios de Java Aula 17

Exercícios de Java Aula 17 Exercícis de Java Aula 17 Link d curs: http://www.liane.cm/2013/10/curs-java-basic-java-se-gratuit/ 1. Faça um prgrama que peça uma nta, entre zer e dez. Mstre uma mensagem cas valr seja inválid e cntinue

Leia mais

Em geometria, são usados símbolos e termos que devemos nos familiarizar:

Em geometria, são usados símbolos e termos que devemos nos familiarizar: IFS - ampus Sã Jsé Área de Refrigeraçã e ndicinament de r Prf. Gilsn ELEENTS E GEETRI Gemetria significa (em greg) medida de terra; ge = terra e metria = medida. nss redr estams cercads de frmas gemétricas,

Leia mais

Tutorial de acesso ao Sistema de Gestão de Telefonia - Novartis

Tutorial de acesso ao Sistema de Gestão de Telefonia - Novartis Sã Paul, 17 de Setembr de 2014 Tutrial de acess a Sistema de Gestã de Telefnia - Nvartis Telefnia Móvel Page: 1 / 12 Sumári 1. PRIMEIRO ACESSO... 3 2. ACESSAR O SISTEMA DIRETAMENTE DO BROWSER DO SEU COMPUTADOR...

Leia mais

RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 3 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 19/06/09

RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 3 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 19/06/09 RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 3 ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 9/0/09 PROFESSOR: CARIBÉ Td mund quer ajudar a refrescar planeta. Viru mda falar em aqueciment glbal. É precis nã esquecer que s recurss

Leia mais

Sistemas de Numeração. Tiago Alves de Oliveira

Sistemas de Numeração. Tiago Alves de Oliveira Sistemas de Numeração Tiago Alves de Oliveira Sumário Sistemas Numéricos Binário Octal Hexadecimal Representação Interna de Caracteres Sistemas Numéricos Sistemas numéricos Sistemas de notação usados para

Leia mais

01/08/2011. Tipos de dados Numéricos Alfanuméricos Lógicos. Numéricos. Tipos de dados. Dados Numéricos Inteiros. Dados Numéricos Reais.

01/08/2011. Tipos de dados Numéricos Alfanuméricos Lógicos. Numéricos. Tipos de dados. Dados Numéricos Inteiros. Dados Numéricos Reais. Engenharia de Controle e Automação Programação I Prof. Ricardo Sobjak [email protected] Tipos de dados Numéricos Alfanuméricos Lógicos Tipos de dados Os tipos de dados primitivos ou básicos são

Leia mais

Matemática E Extensivo V. 2

Matemática E Extensivo V. 2 Matemática E Etensiv V. Eercícis 0) a) d) n 8!! 8...!! 8.. (n )!! n n b) 0 0) A 0! 9! 0. 9! 9! 0 c) 00! 00 d) 9! 9. 8...! 9 8... 9..!!...!.. 0) a) ( + )! ( + )( )! +!! b) n 0 nn ( )( n )! ( n )! ( n )!

Leia mais

A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1

A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1 OBMEP Nível 3 ª Fase Sluções QUESTÃO. Quincas Brba uniu quatr blcs retangulares de madeira, cada um cm 4 cm de cmpriment, cm de largura e cm de altura, frmand bjet mstrad na figura. A) Qual é vlume deste

Leia mais

Variável. Expressões. Atribuição. Tipos básicos Declaração. Aritméticas Lógicas. Professor Leandro Augusto Frata Fernandes

Variável. Expressões. Atribuição. Tipos básicos Declaração. Aritméticas Lógicas. Professor Leandro Augusto Frata Fernandes Programação de Computadores III Aula 3 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes [email protected] Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-03.063 Roteiro da Aula

Leia mais

1. O Programa. 2. Conteúdo programático

1. O Programa. 2. Conteúdo programático EDITAL SENAI-UFPE-ACCENTURE-FACEPE 01/2016 O Departament Reginal d Serviç Nacinal de Aprendizagem Industrial de Pernambuc SENAI-PE, trna públic presente Edital que estabelece prcess de Seleçã e Admissã,

Leia mais

Comunicado Cetip n 091/ de setembro de 2013

Comunicado Cetip n 091/ de setembro de 2013 Cmunicad Cetip n 091/2013 26 de setembr de 2013 Assunt: Aprimrament da Metdlgia da Taxa DI. O diretr-presidente da CETIP S.A. MERCADOS ORGANIZADOS infrma que, em cntinuidade às alterações infrmadas n Cmunicad

Leia mais

PROGRAMA CLIENTE REFERÊNCIA FH REGULAMENTO

PROGRAMA CLIENTE REFERÊNCIA FH REGULAMENTO PROGRAMA CLIENTE REFERÊNCIA FH REGULAMENTO Última Revisã: 02/06/2014 1. RESUMO CADASTRO Cliente preenche Frmulári de Cadastr CONFIRMAÇÃO DE CADASTRO A FH envia um e-mail de cnfirmaçã de cadastr para cliente

Leia mais

Planificação Módulos

Planificação Módulos Agrupament de Esclas de Arrails Planificaçã Móduls 1 Tecnlgias da Infrmaçã e da Cmunicaçã Rui Ricard Piteira Rebch An Letiv 2017 2018 Curs Prfissinal de Técnic de Vendas Módul: 1. Intrduçã às Bases de

Leia mais

Cartilha para Cadastro de Clientes e Fornecedores

Cartilha para Cadastro de Clientes e Fornecedores Cartilha para Cadastr de Clientes e Frnecedres Objetiv Cadastr de Clientes e Frnecedres Visand uma linguagem única entre Essilr e Lapas, esta cartilha e tem bjetiv de trnar melhr entendiment d cadastr

Leia mais

2º Passo Criar a conexão via ODBC (Object DataBase Conection)

2º Passo Criar a conexão via ODBC (Object DataBase Conection) Prjet de Sexta-feira: Prfessra Lucélia 1º Pass Criar banc de dads u selecinar banc de dads. Ntas: Camps nas tabelas nã pdem cnter caracteres acentuads, especiais e exclusivs de línguas latinas. Nã há necessidade

Leia mais