Sistemas Dinâmicos Lineares
|
|
|
- Vanessa Dinis Brandt
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Sistemas Dinâmicos Lineares 1. Descrição de sistemas dinâmicos 1.1. Sinais? 1.2. Sistemas? 1.3. Espaço de estados. Resposta do sistema dinâmico 2. Estabilidade de sistemas dinâmicos 2.1. Análise de estabilidade 2.2. Estudo de Estabilidade usando LMIs 3. Controlabilidade e Observabilidade 3.1. Dois problemas básicos: controle e estimação 3.2. Verificando controlabilidade e observabilidade LMIs pag.1 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
2 Espaço de Sinais Sinais Define-se o conjunto S {f f : R R n } Os elementos de S são denominados sinais Os conjuntos de sinais, S, com suas operações usuais de soma e multiplicação por escalar: (f + g)(t) = f(t) + g(t), t R, f, g S (αf)(t) = αf(t) são denominados espaços de sinais pag.2 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
3 Sistemas - Revisão Definição Um sistema é um mapeamento de um espaço de sinais de entrada, S e, em um outro espaço de sinais de saída, S s : G : S e S s : w z = Gw Sistema causal A saída no instante T depende apenas das entradas até o instante T Invariância no Tempo Considere que z(t) é a resposta de um sistema G para a entrada w(t). Se a resposta para a entrada deslocada w(t T ) é z(t T ) o sistema é invariante no tempo pag.3 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
4 Sistemas - Revisão Linearidade Um sistema G : S e S s é linear se G(αw 1 + βw 2 ) = αgw 1 + βgw 2, α, β R, w 1, w 2 S e Qualquer sistema LIT pode ser representado pela integral de convolução z(t) = G(t τ )w(τ )dτ Função de transferência? Basta tomar transformada de Laplace (ou Z se considerar convolução discreta) para obter z(ζ) = G(ζ)w(ζ) sendo que ζ representa as variáveis s ou z pag.4 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
5 Descrição em Espaço de Estados Definição Considere o sistema de equações na forma: δ [x(t)] = Ax(t) + Bw(t), x(t 0 ) = x 0 R n Σ = z(t) = Cx(t) + Dw(t) (1) x(t) R n vetor de estado w(t) R m vetor de entrada z(t) R p vetor de saída A R n n, B R n m, C R p n e D R p m δ [x(t)] é um operador que indica ẋ(t) sistemas a tempo contínuo Σ c x(t + 1) sistemas a tempo discreto Σ d pag.5 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
6 Realizações Uma matriz de transferência G(ζ) é realizável se Σ, dim(σ) <, ou simplesmente {A, B, C, D} tal que G(ζ) = A B C D sendo {A, B, C, D} denominada uma realização de G(ζ) Se G(ζ) é realizável ela tem infinitas realizações Teorema G(ζ) é realizável sse G( ) = constante pag.6 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
7 Resposta de Sistemas Dinâmicos O sistema LIT Σ = δ [x(t)] = Ax(t) + Bw(t), x(t 0 ) = x 0 R n z(t) = Cx(t) + Dw(t) Tem como resposta (ou trajetória, ou solução): Σ c : Σ d : x(t) = e At x(0) + t 0 ea(t τ ) Bw(τ )dτ z(t) = Ce At x(0) + C t 0 ea(t τ ) Bw(τ )dτ + Dw(t) x(t) = A t x(0) + t τ =1 Aτ 1 Bw(t τ ) z(t) = CA t x(0) + C t τ =1 Aτ 1 Bw(t τ ) + Dw(t) pag.7 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
8 Análise de Estabilidade Segundo Lyapunov Considere o sistema dinâmico linear autônomo e relaxado da forma δ[x(t)] = Ax(t) Um ponto de equiĺıbrio é alcançado quando δ[x(t)] 0 No caso contínuo, todas as derivadas nulas significam que os estados não estão variando no tempo e portanto, são indicados como estados ou ponto de equiĺıbrio, x e pag.8 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
9 Análise de Estabilidade Segundo Lyapunov Estabilidade no sentido de Lyapunov pontos tais que Seja R(ν) a região que consiste de todos os x 0 x e ν, ν > 0 x 0 = estado inicial e seja R(ε) a região que consiste de todos os pontos tais que x(t) x e ε, ε > 0, ε > ν t > 0 Um estado de equiĺıbrio, x e, do sistema autônomo é dito estável no sentido de Lyapunov se, correspondendo a cada R(ε) houver um R(ν) tal que toda trajetória iniciada em R(ν) está confinada em R(ɛ) à medida que t cresce pag.9 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
10 Análise de Estabilidade Segundo Lyapunov Estabilidade Assintótica Um estado de equiĺıbrio, x e, do sistema autônomo é dito ser assintoticamente estável se for estável no sentido de Lyapunov e se toda solução começando em R(ν) converge para x e, sem deixar R(ε), a medida que t aumenta Instabilidade Um estado de equiĺıbrio do sistema autônomo é dito ser instável se, para algum escalar ε > 0, e todo escalar ν > 0, há sempre um estado x 0 em R(ν) tal que a trajetória iniciando neste estado deixa a região R(ε) pag.10 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
11 Ilustração das definições x 1 ε ν x 0 x 0 t x 2 trajetória assintoticamente estável PSfrag replacements ε x 1 x 0 x 0 ν x 0 x 2 trajetória assintoticamente estável pag.11 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
12 Análise de Estabilidade Segundo Lyapunov Considere o sistema linear autônomo da forma: ẋ(t) = Ax(t) Se A é não-singular, então o único estado de equiĺıbrio, tal que ẋ 0, é a origem x = 0 Para este sistema define-se uma função escalar de Lyapunov V (x(t)) = x T (t)p x(t), onde P 0 Tomando a derivada ao longo das trajetórias x(t) obtém-se V (x(t)) = ẋ T (t)p x(t) + x T (t)p ẋ(t) = (Ax(t)) T P x(t) + x T P (Ax(t)) ( ) = x T (t) A T P + P A x(t) pag.12 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
13 Análise de Estabilidade Segundo Lyapunov Como V (x) foi escolhida sendo definida positiva, para se ter estabilidade assintótica é necessário que V (x) seja definida negativa: V (x) < 0 então é necessário para a estabilidade do sistema autônomo a tempo contínuo que A T P + P A 0 Teorema de Lyapunov Tempo Contínuo Considere o sistema autônomo ẋ(t) = Ax(t), com A não-singular. Uma condição necessária e suficiente para que o estado de equiĺıbrio x = 0 seja assintoticamente estável é: P = P T 0, tal que A T P + P A 0 pag.13 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
14 Interpretação Geométrica do Teorema de Lyapunov V (x) < 0 V (x) Sfrag replacements V (x) > 0 V (x) > 0 x 2 x 1 (0), x 2 (0) x 1 pag.14 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
15 Analogia para o Caso Discreto Considere o sistema linear autônomo a tempo discreto: x(t + 1) = Ax(t) A mesma noção de estabilidade assintótica é válida... Define-se a função de Lyapunov V (x(t)) = x T (t)p x(t), onde P 0 Tomando a diferença ao longo das trajetórias x(t) obtém-se V (x(t)) V (x(t + 1)) V (x(t)) = x T (t + 1)P x(t + 1) x T (t)p x(t) = (Ax(t)) T P (Ax(t)) + x T P x(t) ( ) = x T (t) A T P A P x(t) pag.15 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
16 Analogia para o Caso Discreto Como V (x) foi escolhida sendo definida positiva, para se ter estabilidade assintótica é necessário que V (x(t)) seja definida negativa: V (x(t)) < 0 então é necessário para a estabilidade do sistema autônomo a tempo discreto que A T P A P 0 Teorema de Lyapunov Tempo Discreto x(t + 1) = Ax(t) é assintoticamente estável com estado de equiĺıbrio x = 0 sse P = P T 0, tal que A T P A P 0 pag.16 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
17 Estudo de Estabilidade Usando LMIs LMIs? Mas o que é isso? LMIs do inglês, Liner Matrix Inequalities Desigualdades Matriciais Lineares Como se parece uma LMI? Forma canônica F (x) = F 0 + n x i F i 0 i=1 sendo x um vetor de n variáveis de decisão e as matrizes F i = Fi T é necessária) são dadas (Simetria pag.17 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
18 Estudo de Estabilidade Usando LMIs Exemplos simples de LMIs Restrições lineares típicas (Ax b) a T i x b i, i = 1,..., m F (x) 0 F (x) = diag{b i a T i x} O caso escalar y x F (x) = y x 0 Estudo do sinal de uma matriz com elementos lineares sendo P = P T P 0 pag.18 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
19 Estudo de Estabilidade Usando LMIs O estudo de estabilidade usando LMI advém da desigualdade matricial de Lyapunov... F (x) = A T P + P A 0 Para verificar se o sistema autônomo é assintoticamente estável, é necessário e suficiente verificar se as LMIs abaixo são factíveis A T P + P A 0 P 0 com P = P T pag.19 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
20 Estudo de Estabilidade Usando LMIs Exemplo Estude a estabilidade do sistema descrito por ẋ(t) = x(t) utilizando as LMIs Solução utilizar programação... Neste exemplo LMILab pag.20 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
21 Estudo de Estabilidade Usando LMIs Script para solucionar a desigualdade de Lyapunov: estabilidade.m function [P]=estabilidade(A) % Exemplo de estudo de estabilidade usando LMIs % matriz "A" atribuída na entrada da funç~ao setlmis([]); P=lmivar(1,[size(A,2) 1]); % início da montagem das LMIs % P=P - variável matricial nxn % Forma padr~ao no LMILab => LMI < 0 lmiterm([1 1 1 P],1,A, s ); % LMI #1: PA+A P<0 lmiterm([ P],1,1); % LMI #2: P>0 lmis=getlmis; % "juntando" as LMIs #1 e 2 [tmin,xfeasp]=feasp(lmis); % Teste de factibilidade da LMIs. % Se tmin<0 a LMI é factível. pag.21 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
22 Estudo de Estabilidade Usando LMIs if tmin < 0 P=dec2mat(lmis,xfeasp,P); disp( Sistema estável ); disp( P= ), disp(p) disp( Autovalores de P ) disp(eig(p)) disp( Autovalores de A ) disp(eig(a)) else disp( Sistema instável ) end % "Remonta" a variável matricial P % a partir das variáveis de decis~ao % armazenadas em "xfeasp" Resultado esperado? Verifique... pag.22 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
23 Estudo de Estabilidade Usando LMIs Utilizando a função lyap no MATLAB é possível verificar a estabilidade de um sistema autônomo também. Na prática o teste de estabilidade é o mesmo, porém lyap utiliza uma equação de Lyapunov: P = P T 0 tal que AP + P A T = I Exercício Computacional Escreva uma função para o problema de otimização abaixo e compare o resultado com a função lyap considerando o mesmo exemplo da página 25 min P =P T Tr {P } sujeito a P 0 AP + P A T I Por que os resultados são iguais? pag.23 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
24 Controlabilidade e Observabilidade Definição Um sistema dinâmico é denominado controlável se para qualquer estado inicial x 0 e para qualquer estado final x f, existe uma entrada u que transfere x 0 para x f em um tempo finito Não há restrição quanto a trajetória do estado Definição Um sistema dinâmico é denominado observável se para qualquer estado inicial desconhecido x 0, existe um tempo finito, t > 0, tal que o conhecimento da entrada u e a saída y em [0, t ] são suficientes para determinar unicamente o estado inicial x 0 pag.24 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
25 Dois Problemas Básicos em Controle Σ d = x(t + 1) = Ax(t) + Bu(t), x(0) = x 0 y(t) = Cx(t) + Du(t) Fazendo x(1) = Ax(0) + Bu(0), x(2) = Ax(1) + Bu(1),... de forma genérica para o instante t, obtém-se a resposta a uma seqüência de entrada não nula combinada com a resposta a condição inicial não nula x(t) = A t x(0) + Bu(t 1) + ABu(t 2) + A 2 Bu(t 3) A t 2 Bu(1) + A t 1 Bu(0) pag.25 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
26 Dois Problemas Básicos em Controle 1. Problema de Controle de Sistemas Determinar uma seqüência u(l), l = 1, 2,..., t que transfere x(0) 0, t < Definem-se U t u(t 1) u(t 2) u(t 3), P t. u(0) [ ] B AB A 2 B A t 1 B Portanto a resposta x(t) pode ser reescrita da forma x(t) = A t x(0) + P t U t pag.26 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
27 Dois Problemas Básicos em Controle Como deseja-se estabilidade, x(t) é nulo P t U t = A t x(0) Para algum x(0) dado. Solução? Note que se A R n n, e B R n m, o posto de P t não irá aumentar se t > n Existe uma seqüência de controle U t que transfere o estado de x(0) para a origem, se posto(p t ) = n, neste caso o sistema é dito ser controlável e U t = P t [ Pt P t ] 1 A t x(0) Se t = n, então U t = P 1 t A t x(0) pag.27 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
28 Dois Problemas Básicos em Controle 2. Reconstruindo o Estado Inicial Para u(t) conhecido. Determinar o estado inicial desconhecido a partir do conhecimento da seqüência de saída y(l) para l = 0, 1, 2,..., t Defini-se Y t y(0) y(1) y(2). y(t) pag.28 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
29 Dois Problemas Básicos em Controle onde y(0) = Cx(0) + Du(0) y(1) = Cx(1) + Du(1) = C (Ax(0) + Bu(0)) + Du(1) y(2) = Cx(2) + Du(2) = C ( A 2 x(0) + ABu(0) + Bu(1) ) + Du(2). y(t) = C ( A t x(0) + A t 1 Bu(0) + A t 2 Bu(1) ABu(t 2) + Bu(t 1)) + Du(t) pag.29 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
30 Dois Problemas Básicos em Controle Y t = C CA CA 2 x(0) +. CA t } {{ } Q t D u(0) CB D 0 0 u(1) CAB CB D 0 u(2)... CA t 1 B CA t 2 B CA t 3 B D u(t) } {{ } Γ Como Γ é precisamente determinado, obtém-se Ỹt = Y t Γ Ỹ t = Q t x(0) Se cada vetor y(i) tem r componentes, a matriz Q t tem ordem rt n. Existe solução se posto(q t ) = n, neste caso o sistema é dito ser observável (detalhe, o posto de Q t não aumenta para t > n 1!) x(0 t) = [ Q tq t ] 1 Q t Ỹt pag.30 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
31 Controlabilidade Teorema As afirmações a seguir são equivalentes: 1. O par (A, B) é controlável (A R n n e B R n m ) 2. A matriz L c de ordem n n da forma L c (t) = t 0 e Aτ BB T e AT τ dτ ( = t τ =0 A τ BB T (A τ ) T ) é não singular t > 0. Particularmente se A é estável, então L c 0 tal que AL c + L c A T = BB T (para sistemas contínuos) AL c A T L c = BB T (para sistemas discretos) Neste caso, L c é denominado Gramiano de Controlabilidade 3. A matriz de controlabilidade [ ] C = B AB A 2 B A n 1 B R n nm, tem posto n pag.31 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
32 Observabilidade Teorema As afirmações a seguir são equivalentes: 1. O par (A, C) é observável (A R n n e C R r n ) 2. A matriz L o de ordem n n da forma L o (t) = t 0 e AT τ C T Ce Aτ dτ ( = t τ =0 (A τ ) T C T CA τ ) é não singular t > 0. Particularmente se A é estável, então L o 0 tal que A T L o + L o A = C T C A T L o A L o = C T C (para sistemas contínuos) (para sistemas discretos) Neste caso, L o é denominado Gramiano de Observabilidade 3. A matriz de observabilidade [ Ō = C CA ] T CA n 1 R nr n, tem posto n pag.32 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
33 Controlabilidade, Observabilidade e MATLAB MATLAB: rank(ctrb(c)) posto da matriz de controlabilidade MATLAB: rank(obsv(o)) posto da matriz de observabilidade MATLAB: gram, dgram Gramiano de Controlabiliade ou Observabilidade (variação da Lyapunov) LMIs? Basta reescrever o problema de otimização obtido para análise de estabilidade via Lyapunov, de forma apropriada para o sistema {A, B, C} e os gramianos de controlabilidade e observabilidade Nos dois últimos casos exigisse estabilidade para o sistema... pag.33 Introdução ao Controle Robusto Aula 5
FUNDAMENTOS DE SISTEMAS LINEARES PARTE 2
FUNDAMENTOS DE SISTEMAS LINEARES PARTE 2 Prof. Iury V. de Bessa Departamento de Eletricidade Faculdade de Tecnologia Universidade Federal do Amazonas Agenda Resposta no espaço de estados Representações
Observabilidade, Decomposição Canônica
Observabilidade, Decomposição Canônica 1. Observabilidade de Sistemas LIT 2. Dualidade 3. Índices de Observabilidade 4. Decomposição Canônica pag.1 Teoria de Sistemas Lineares Aula 16 Observabilidade Sistemas
Estabilidade Interna. 1. Estabilidade Interna. 2. Análise de Estabilidade Segundo Lyapunov. 3. Teorema de Lyapunov
Estabilidade Interna 1. Estabilidade Interna 2. Análise de Estabilidade Segundo Lyapunov 3. Teorema de Lyapunov 4. Teorema de Lyapunov Caso Discreto pag.1 Teoria de Sistemas Lineares Aula 13 Estabilidade
Realimentação e Observador no Espaço de Estados Revisão
Realimentação e Observador no Espaço de Estados Revisão 1. Realimentação de estados 1.1. Um tour por alocação de pólos 2. Observador ou Estimador 2.1. Observador? Por quê? 3. Princípio da separação 4.
X. MÉTODOS DE ESPAÇO DE ESTADOS
INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA-AERONÁUTICA MPS-43: SISTEMAS DE CONTROLE X. MÉTODOS DE ESPAÇO DE ESTADOS Prof. Davi Antônio dos Santos ([email protected]) Departamento de
Realimentação de Estado Sistemas SISO
1. Realimentação de Estado para Sistemas SISO pag.1 Teoria de Sistemas Lineares Aula 18 Considere o sistema n dimensional, SISO: ẋ = Ax + bu y = cx Na realimentação de estados, a entrada u é dada por u
Teoria de Sistemas Lineares I
Teoria de Sistemas Lineares I Prof. Aguinaldo S.e Silva, Universidade Federal de Santa Catarina Observabilidade Conceito dual à controlabilidade. Considere a equação dinâmica de dimensão n, p entradas
Estimadores ou Observadores de Estado
Estimadores ou Observadores de Estado 1. Estimadores ou Observadores de Estado: sistemas SISO 1. Extensões para Sistemas a Tempo Discreto pag.1 Teoria de Sistemas Lineares Aula 19 Estimadores ou Observadores
SISTEMAS REALIMENTADOS
SISTEMAS REALIMENTADOS Prof.: Helder Roberto de O. Rocha Engenheiro Eletricista Doutorado em Computação Representação no Espaço de Estados É apropriada para sistemas que possuem várias entradas e várias
Controle e Sistemas Não lineares
Controle e Sistemas Não lineares Prof. Marcus V. Americano da Costa F o Departamento de Engenharia Química Universidade Federal da Bahia Salvador-BA, 01 de dezembro de 2016. Sumário Objetivos Introduzir
Estabilidade. 1. Estabilidade Entrada-Saída Sistemas LIT. 2. Estabilidade BIBO Sistemas LIT. 3. Estabilidade BIBO de Equações Dinâmicas Sistemas LIT
Estabilidade 1. Estabilidade Entrada-Saída Sistemas LIT 2. Estabilidade BIBO Sistemas LIT 3. Estabilidade BIBO de Equações Dinâmicas Sistemas LIT 4. Sistemas Discretos LIT 5. Estabilidade BIBO Sistemas
Capítulo 8: Estado. Samir A. M. Martins 1. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Associação ampla entre CEFET MG e UFSJ
Capítulo 8: Realimentação de Estados e Estimadores de Estado Samir A. M. Martins 1 1 UFSJ / Campus Santo Antônio, MG Brasil Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Associação ampla entre CEFET
ANÁLISE DE SISTEMAS LINEARES NO ESPAÇO DE ESTADOS
AE- ANÁLISE DE SISTEMAS LINEARES NO ESPAÇO DE ESTADOS AE- Determine os valores e vectores próprios de a) A= -.5.5 -.5 b) B= - - AE- Forma canónica controlável. a) Mostre que a equação diferencial homogénea
Cap.2. Representação de Estado e Controlabilidade
Cap.2. Representação de Estado e Controlabilidade Visão geral do capítulo Neste capítulo trataremos o problema da controlabilidade de sistemas lineares invariantes no tempo. Faremos antes uma breve revisão
Álgebra Linear Teoria de Matrizes
Álgebra Linear Teoria de Matrizes 1. Sistemas Lineares 1.1. Coordenadas em espaços lineares: independência linear, base, dimensão, singularidade, combinação linear 1.2. Espaço imagem (colunas) - Espaço
Noções de Álgebra Linear
Noções de Álgebra Linear 1. Espaços vetoriais lineares 1.1. Coordenadas 2. Operadores lineares 3. Subespaços fundamentais 4. Espaços normados 5. Espaços métricos 6. Espaços de Banach 7. Espaços de Hilbert
Controlabilidade. Uma representação (ou realização) de um sistema dinâmico no espaço de estados:
Controlabilidade Uma representação (ou realização) de um sistema dinâmico no espaço de estados: x = Ax + Bu ou equivalentemente o par (A, B), é dito controlável (completamente controlável, de estado controlável)
Revisão - Controlabilidade e observabilidade - SLIT.
Revisão - Controlabilidade e observabilidade - SLIT. ENGC65: Sistemas de Controle III Departamento de Engenharia Elétrica - DEE Universidade Federal da Bahia - UFBA 12 de maio de 2014 Prof. Tito Luís Maia
Cap. 3 - Observabilidade e desacoplamento da Saída
Cap. 3 - Observabilidade e desacoplamento da Saída Visão geral do capítulo No capítulo 2 mostramos que a controlabilidade está relacionada com o menor subespaço A-invariante que contém a imagem de B. Mostramos
1. Realimentação de Estado: sistemas MIMO
Realimentação de Estado: sistemas MIMO 1. Realimentação de Estado: sistemas MIMO 2. Estimadores de Estado: sistemas MIMO pag.1 Teoria de Sistemas Lineares Aula 20 Realimentação de Estado: sistemas MIMO
Trabalho para ser realizado no MATLAB Controle Multivariável PTC-2513 Prof. Paulo Sérgio
Trabalho para ser realizado no MATLAB Controle Multivariável PTC-253 Prof. Paulo Sérgio Parte I - A ser entregue na primeira aula após a primeira prova. Considere o modelo linearizado do sistema de pêndulo
Modelagem de Sistemas de Controle por Espaço de Estados
Modelagem de Sistemas de Controle por Espaço de Estados A modelagem por espaço de estados possui diversas vantagens. Introduz a teoria conhecida como Controle Moderno ; Adequada para sistemas de múltiplas
Álgebra Linear II - Poli - Gabarito Prova SUB-tipo 00
Álgebra Linear II - Poli - Gabarito Prova SUB-tipo 00 [ ] 4 2 Questão 1. Seja T : R 2 R 2 o operador linear cuja matriz, com respeito à base canônica de R 2, é. 1 3 [ ] 2 0 Seja B uma base de R 2 tal que
Matrizes e Linearidade
Matrizes e Linearidade 1. Revisitando Matrizes 1.1. Traço, Simetria, Determinante 1.. Inversa. Sistema de Equações Lineares. Equação Característica.1. Autovalor & Autovetor 4. Polinômios Coprimos 5. Função
DESCRIÇÃO MATEMÁTICA DE SISTEMAS PARTE 1
DESRIÇÃO MATEMÁTIA DE SISTEMAS PARTE 1 Prof. Iury V. de Bessa Departamento de Eletricidade Faculdade de Tecnologia Universidade Federal do Amazonas Agenda Modelagem de sistemas dinâmicos Descrição Entrada-Saída
SEM Sistemas de Controle. Aula 4 - Controladores PID, Avanço, Atraso, Esp. Estados
SEM 5928 - Sistemas de Controle Aula 4 - Controladores PID, Avanço, Atraso e no Espaço de Estados Universidade de São Paulo Controlador PID Controlador Proporcional Controlador Integral Controlador PID
Estabilidade de sistemas de controle lineares invariantes no tempo
Capítulo 2 Estabilidade de sistemas de controle lineares invariantes no tempo 2. Introdução Neste capítulo, vamos definir alguns conceitos relacionados à estabilidade de sistemas lineares invariantes no
EES-20: Sistemas de Controle II. 21 Agosto 2017
EES-2: Sistemas de Controle II 21 Agosto 217 1 / 52 Recapitulando: Realimentação de estado r t u t y t x t Modelo da planta: Lei de controle: ẋ = Ax + Bu y = Cx u = Kx + Fr Representação para o sistema
Algebra Linear. 1. Espaços Vetoriais Lineares. 2. Coordenadas em Espaços Lineares. 3. Operadores Lineares. 4. Transformação de Similaridade
Algebra Linear 1 Espaços Vetoriais Lineares Coordenadas em Espaços Lineares 3 Operadores Lineares 4 Transformação de Similaridade Matriz como Operador Norma de Vetores e Produto Interno pag1 Teoria de
Estabilidade entrada-saída (externa).
Estabilidade entrada-saída (externa) ENGC33: Sinais e Sistemas II Departamento de Engenharia Elétrica - DEE Universidade Federal da Bahia - UFBA 05 de junho de 2019 Prof Tito Luís Maia Santos 1/ 38 Sumário
EES-20: Sistemas de Controle II
EES-: Sistemas de Controle II 14 Agosto 17 1 / 49 Recapitulando: Estabilidade interna assintótica Modelo no espaço de estados: Equação de estado: ẋ = Ax + Bu Equação de saída: y = Cx + Du Diz-se que o
Capítulo 2 Dinâmica de Sistemas Lineares
Capítulo 2 Dinâmica de Sistemas Lineares Gustavo H. C. Oliveira TE055 Teoria de Sistemas Lineares de Controle Dept. de Engenharia Elétrica / UFPR Gustavo H. C. Oliveira Dinâmica de Sistemas Lineares 1/57
Modelagem Matemática de Sistemas
Modelagem Matemática de Sistemas 1. Descrição Matemática de Sistemas 2. Descrição Entrada-Saída 3. Exemplos pag.1 Teoria de Sistemas Lineares Aula 3 Descrição Matemática de Sistemas u(t) Sistema y(t) Para
Análise no Domínio do Tempo de Sistemas em Tempo Contínuo
Análise no Domínio do Tempo de Sistemas em Tempo Contínuo Edmar José do Nascimento (Análise de Sinais e Sistemas) http://www.univasf.edu.br/ edmar.nascimento Universidade Federal do Vale do São Francisco
Sistemas a Tempo Discreto
Sistemas a Tempo Discreto 1. Caracterização de sistemas dinâmicos a tempo discreto 2. Transformada-Z 3. FT discreta, estabilidade e analogia com domínio-s 4. Sistemas amostrados 4.1 Amostragem e retenção
Aula 05 Transformadas de Laplace
Aula 05 Transformadas de Laplace Pierre Simon Laplace (1749-1827) As Transformadas de Laplace apresentam uma representação de sinais no domínio da frequência em função de uma variável s que é um número
Aula 05 Transformadas de Laplace
Aula 05 Transformadas de Laplace Pierre Simon Laplace (1749-1827) As Transformadas de Laplace apresentam uma representação de sinais no domínio da frequência em função de uma variável s que é um número
Sinais e Sistemas Unidade 5 Representação em domínio da frequência para sinais contínuos: Transformada de Laplace
Sinais e Sistemas Unidade 5 Representação em domínio da frequência para sinais contínuos: Transformada de Laplace Prof. Cassiano Rech, Dr. Eng. [email protected] Prof. Rafael Concatto Beltrame, Me.
EES-20: Sistemas de Controle II. 31 Julho 2017
EES-20: Sistemas de Controle II 31 Julho 2017 1 / 41 Folha de informações sobre o curso 2 / 41 O que é Controle? Controlar: Atuar sobre um sistema físico de modo a obter um comportamento desejado. 3 /
1 Equações Diferenciais Ordinárias: Sistemas de Equações
Equações Diferenciais Ordinárias: Sistemas de Equações O sistema geral de duas equações diferenciais pode ser escrito como: ẋ = F x,y,t ẏ = Gx,y,t Uma Solução de é um par x t e y t de funções de t tais
Teoria de Sistemas Lineares I
Teoria de Sistemas Lineares I Prof. Aguinaldo S.e Silva Universidade Federal de Santa Catarina Estabilidade Entrada-Saída BIBO Estabilidade Considere o sistema linear SISO invariante no tempo, causal e
O teorema do ponto fixo de Banach e algumas aplicações
O teorema do ponto fixo de Banach e algumas aplicações Andressa Fernanda Ost 1, André Vicente 2 1 Acadêmica do Curso de Matemática - Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas - Universidade Estadual do
MATRIZES POSITIVAS DEFINIDAS
MATRIZES POSITIVAS DEFINIDAS Álgebra Linear (MAT-27) Ronaldo Rodrigues Pelá IEFF-ITA 7 de novembro de 2011 Roteiro 1 2 3 Roteiro 1 2 3 Por que saber se uma matriz é definida positiva? Importância do sinal
EES-49/2012 Correção do Exame. QBM1 Esboce o diagrama de Nyquist para a seguinte função de transferência:
EES-49/2012 Correção do Exame QBM1 Esboce o diagrama de Nyquist para a seguinte função de transferência: Analise a estabilidade do sistema em malha fechada (dizendo quantos polos instáveis o sistema tem
IV. ESTABILIDADE DE SISTEMAS LIT
INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA-AERONÁUTICA MPS-43: SISTEMAS DE CONTROLE IV. ESTABILIDADE DE SISTEMAS LIT Prof. Davi Antônio dos Santos ([email protected]) Departamento de
Análise e Processamento de Bio-Sinais. Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica. Sinais e Sistemas. Licenciatura em Engenharia Física
Análise e Processamento de Bio-Sinais Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica Licenciatura em Engenharia Física Faculdade de Ciências e Tecnologia Slide 1 Slide 1 Sobre Modelos para SLIT s Introdução
Caderno de Exercícios
Caderno de Exercícios Orlando Ferreira Soares Índice Caracterização de Sinais... Caracterização de Sistemas...0 Sistemas LIT - Convolução...5 Série de Fourier para Sinais Periódicos Contínuos...0 Transformada
Aula 06 Representação de sistemas LIT: A soma de convolução
Aula 06 Representação de sistemas LIT: A soma de convolução Bibliografia OPPENHEIM, A.V.; WILLSKY, A. S. Sinais e Sistemas, 2a edição, Pearson, 2010. ISBN 9788576055044. Páginas 47-56. HAYKIN, S. S.; VAN
Controle utilizando variáveis de estado - v1.1
2 ontrole utilizando variáveis de estado - v. 2. Objetivo O objetivo desta experiência é, utilizando o enfoque de espaço de estados, projetar e implementar um controlador digital para uma planta simples
Parte I O teste tem uma parte de resposta múltipla (Parte I) e uma parte de resolução livre (Parte II)
Instituto Superior Técnico Sinais e Sistemas o teste 4 de Novembro de 0 Nome: Número: Duração da prova: horas Parte I O teste tem uma parte de resposta múltipla (Parte I) e uma parte de resolução livre
Álgebra Linear Exercícios Resolvidos
Álgebra Linear Exercícios Resolvidos Agosto de 001 Sumário 1 Exercícios Resolvidos Uma Revisão 5 Mais Exercícios Resolvidos Sobre Transformações Lineares 13 3 4 SUMA RIO Capítulo 1 Exercícios Resolvidos
Sistemas de Equações Diferenciais Lineares
Capítulo 9 Sistemas de Equações Diferenciais Lineares Agora, estamos interessados em estudar sistemas de equações diferenciais lineares de primeira ordem: Definição 36. Um sistema da linear da forma x
Sílvia Mara da Costa Campos Victer Concurso: Matemática da Computação UERJ - Friburgo
Convolução, Série de Fourier e Transformada de Fourier contínuas Sílvia Mara da Costa Campos Victer Concurso: Matemática da Computação UERJ - Friburgo Tópicos Sinais contínuos no tempo Função impulso Sistema
LISTAS DE EXERCÍCIOS PTC Controle Linear Multivariável (Pós-Graduação) Prof. Paulo Sérgio Pereira da Silva
LISTAS DE EXERCÍCIOS PTC - 5746 Controle Linear Multivariável Pós-Graduação Prof. Paulo Sérgio Pereira da Silva 27 ạ Lista de Exercícios Algebra Linear Controle Multivariável PTC 5746 Prof. Paulo Sérgio
Redução de Múltiplos Subsistemas. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello 1
Redução de Múltiplos Subsistemas Carlos Alexandre Mello 1 Introdução Sistemas mais complexos são compostos por diversos subsistemas Queremos representar múltiplos subsistemas com apenas uma função de transferência
Séries Temporais e Modelos Dinâmicos. Econometria. Marcelo C. Medeiros. Aula 12
em Econometria Departamento de Economia Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Aula 12 Regressão com Variáveis Não-Estacionárias Considere três processos estocásticos definidos pelas seguintes
Sistemas Dinâmicos e Caos Lista de Problemas 2.1 Prof. Marco Polo
Sistemas Dinâmicos e Caos - 2016.2 - Lista de Problemas 2.1 1 Sistemas Dinâmicos e Caos Lista de Problemas 2.1 Prof. Marco Polo Questão 01: Oscilador harmônico Considere o oscilador harmônico ẋ = y, ẏ
ÁLGEBRA LINEAR I - MAT0032
UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA Instituto Latino-Americano de Ciências da Vida e Da Natureza Centro Interdisciplinar de Ciências da Natureza ÁLGEBRA LINEAR I - MAT32 12 a Lista de exercícios
Instrumentação e Controle Aula 7. Estabilidade. Prof. Renato Watanabe ESTO004-17
Instrumentação e Controle Aula 7 Estabilidade Prof. Renato Watanabe ESTO004-17 Onde estamos no curso Sistema Obtenção das Equações Diferenciais que descrevem o comportamento do sistema Representação no
Representação e Análise de Sistemas Dinâmicos Lineares Componentes Básicos de um Sistema de Controle
Representação e Análise de Sistemas Dinâmicos Lineares 1 Introdução 11 Componentes Básicos de um Sistema de Controle Fundamentos matemáticos 1 Singularidades: Pólos e zeros Equações diferencias ordinárias
6. Verifique detalhadamente que os seguintes conjuntos são espaços vetoriais(com a soma e produto por escalar usuais):
a Lista. Sejam u = ( 4 ) v = ( 5) e w = (a b). Encontre a e b tais que (a)w = u + v (b)w = 5v (c)u + w = u v. Represente os vetores acima no plano cartesiano.. Sejam u = (4 ) v = ( 4) e w = (a b c). Encontre
Sinais e Sistemas. Tempo para Sistemas Lineares Invariantes no Tempo. Representações em Domínio do. Profª Sandra Mara Torres Müller.
Sinais e Sistemas Representações em Domínio do Tempo para Sistemas Lineares Invariantes no Tempo Profª Sandra Mara Torres Müller Aula 7 Representações em Domínio do Tempo para Sistemas Lineares e Invariantes
Controle de Processos
17484 Controle de Processos Aula: Função de Transferência Prof. Eduardo Stockler Tognetti Departamento de Engenharia Elétrica Universidade de Brasília UnB 1 o Semestre 217 E. S. Tognetti (UnB) Controle
(d) v é um autovetor de T se, e somente se, T 2 = T ; (e) v é um autovetor de T se, e somente se, T (v) = v.
Q1. Seja V um espaço vetorial real de dimensão finita munido de um produto interno. Sejam T : V V um operador linear simétrico e W um subespaço de V tal que T (w) W, para todo w W. Suponha que W V e que
Cap. 5 Estabilidade de Lyapunov
Cap. 5 Estabilidade de Lyapunov 1 Motivação Considere as equações diferenciais que modelam o oscilador harmônico sem amortecimento e sem força aplicada, dada por: M z + Kz = 0 Escolhendo-se x 1 = z e x
(I) T tem pelo menos um autovalor real; (II) T é diagonalizável; (III) no espaço vetorial real R n, o conjunto {u, v} é linearmente independente.
Q1. Sejam n um inteiro positivo, T : C n C n um operador linear e seja A = [T ] can a matriz que representa T em relação à base canônica do espaço vetorial complexo C n. Suponha que a matriz A tenha entradas
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia Departamento: Matemática Álgebra Linear e Geometria Analítica Curso: Engenharia Electrotécnica Ano: 1 o Semestre: 1 o Ano Lectivo: 007/008 Ficha
Controlabilidade e Observabilidade
IA536 - Teoria de Sistemas Lineares - FEEC/UNICAMP contr 1/18 Controlabilidade e Observabilidade Sfrag replacements R 1 R 2 + u C 1 C 2 R 3 y A tensão no capacitor C 2 não pode ser controlada pela entrada
