COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL: A ANATOMIA DO TEXTO.
|
|
|
- Rodrigo Zagalo Ávila
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL: A ANATOMIA DO TEXTO. Regiani Leal Dalla Martha Couto Mestra em Letras (UNIR). Licenciada em Letras (UNESC). Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia, campus Ji-Paraná. Líder do GELLIC Grupo de Estudos em Leitura, Linguagens e Identidade Cultural. Carlos Alberto Suniga dos Santos Mestre em Educação pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). Professor nas Faculdades Integradas de Cacoal (Letras e Engenharia Civil). Membro do GELLIC Grupo de Estudos em Leitura, Linguagens e Identidade Cultural. INTRODUÇÃO O objetivo central do desenvolvimento desta minicurso orienta-se em busca de demonstrar a importância dos processos de coesão e coerência na produção textual como elementos fundamentais para que os textos se apresentem de forma compatível com os interesses dos autores. Em textos orais ou escritos, a conectividade e a relação harmoniosa entre as ideias presentes são estabelecidas a partir da utilização de mecanismos (procedimentos) que nos possibilitam a retoma e a progressão das informações de forma lógica e ordenada. Ao conjunto desses mecanismos denominamos coesão textual e sua utilização é a principal responsável para que os textos apresentem-se de forma concisa e com elementos (vocábulos, frases, períodos) logicamente estruturado a fim de o leitor, ou interlocutor (com quem falamos) possa nos entender. Quando bem estruturados e dispostos, os mecanismo de coesão textual permitem que o texto apresente-se como um todo organizado, ou seja, configure-se como uma produção com coerência. Desse modo, a tessitura (trama verbal oral ou escrita) encontra-se estabelecida a partir de elementos constituintes que proporcionam relações lógicas, sem contradição, repetição desnecessária ou obscuridade. MATERIAIS E MÉTODOS O desenvolvimento do presente minicurso dar-se-á pela utilização do método expositivo por meio de exemplificação e ilustrações acerca dos principais mecanismo de coesão textual, quer referencial, quer sequencial; bem como acerca dos pontos norteadores da constituição da coerência em textos orais ou escritos. Como forma de dinamizar a exposição, utilizaremos apresentação (slides), exemplificando conceitos e demonstrando como se estruturam e como concorrem os XIV Jornada Científica das Faculdades Integradas de Cacoal - UNESC 1
2 processos de coesão textual a fim de que os textos apresentem bem organizados e portadores de intencionalidade com função comunicativa. Ademais, serão apresentados exercícios simples de aplicação dos conhecimentos vistos para que os participantes possam exercitar os conteúdos vistos a partir de exemplos que circulam social. RESULTADOS E DISCUSSÃO O processo de coesão textual corresponde aos procedimentos de que o autor se utiliza para tornar seu texto (oral ou escrito) mais conciso, claro e objetivo. Assim, podemos entender que esses mecanismo dão conta da estruturação da sequência [superficial] do texto (seja por recursos conectivos ou referenciais); não são simplesmente princípios sintáticos. Constituem os padrões formais para transmitir conhecimento e sentidos. (MARCUSCHI, 2008, p. 99). Ou seja, é a utilização de palavras, expressões (sintagmas) ou frases que possibilitam retornar ou referenciar um termo anterior; bem como conectar (ligar) palavras e frases, sem que incorramos na repetição desnecessária ou na produção de relações não desejadas. Uma outra possibilidade de coesão diz respeito às relações de sequência que podemos estabelecer entre frases, períodos ou mesmo parágrafos para que não ocorram defeitos de entendimento. Quanto mais consistentes forem nossos conhecimentos acerca dos possíveis mecanismos de coesão, melhores serão as possibilidades de nos manifestarmos de forma coesa e coerente em nossas construções textuais, seja elas orais ou escritas; uma vez que Da mesma maneira que não conseguimos construir uma casa apenas colocando tijolos uns ao lado dos outros, uma redação também não se escreve pela simples disposição linear de ideias, informações e argumentos. Precisamos de elementos que estabeleçam uma ligação entre eles, assim como a argamassa vai unindo os tijolos da nossa casa. (ABAURRE; FADEL; PONTARA, 2004, p. 376). Nesse sentido, o estudo das possibilidades de coesão são fundamentais para que possamos elaborar textos mais concisos, claros e objetivos. É válido lembrar que os diversos mecanismo são utilizados isoladamente, pois, em um mesmo texto, podemos nos valer das mais variadas formas de seu emprego. X Jornada Científica das Faculdades Integradas de Cacoal - UNESC
3 De um modo geral podemos identificar dois processos maiores de coesão textual: coesão referencial: diz respeito à utilização de termos que possibilitam a retomada de elementos anteriores, ou mesmo da omissão de um elemento; coesão sequencial: trata da utilização, principalmente, de conjunções a fim de que os sentidos permaneçam de acordo com a progressão ou sentidos desejados. No caso do processo de coesão referencial (ou referência), podemos nos valer, principalmente, dos mecanismos de substituição, elipse e coesão lexical. Coesão por substituição é o processo de coesão referencial em que utilizamos um termo em lugar de outro a fim de manter a coerência e evitarmos efeitos de sentido indesejados. Pode ocorrer por meio da utilização de pronomes (ele, ela, o, a, este, aquele etc.), advérbios (lá, aqui etc.) ou artigos e numerais (o, a, um, primeiro etc.). No processo de coesão por elipse omitimos um termo (palavras, expressão ou mesmo frase inteira), pois o elemento omitido se encontra subentendido no contexto. (SAVIOLE, 1997). Embora, normalmente ocorre pela omissão de um termo anteriormente citado, essa forma de coesão também pode ocorrer pela omissão total, ou seja, sem referência a um termo anterior. Esses dois processos recebam nomes diferentes, mas não cremos que seja necessária essa diferenciação porque ambos concorrem para o mesmo efeito coesivo. A coesão lexical pode ser construída a partir da substituição de termo por outro que apresente, em relação ao primeiro, uma determinada relação semântica (de significado). É o que acontece quando substituímos um termo por seu sinônimo, hiperônimo, hipônimo ou nomes genéricos. (ABAURRE; FADEL; PONTARA, 2004). Nesse caso, temos a coesão lexical conhecida como reiteração, uma vez que o termo substituído encontra-se reiterado a partir de uma outra palavra ou expressão que o identifica. Hipônimos são palavras que apresentam um sentido específico, referem-se a um elemento particular de um conjunto. O hiperônimo representa o nome do conjunto e, por isso, apresenta sentido geral. Por exemplo, a palavra esportes é um hiperônimo em relação à natação, atletismo e judô que, nesse caso, são hipônimos; ou seja elementos que correspondem a aspectos particulares. XIV Jornada Científica das Faculdades Integradas de Cacoal - UNESC 3
4 Uma outra forma de elaborarmos a coesão lexical é pelo processo de colocação (ou contiguidade) que consiste em dispôs termos que pertencem a um mesmo campo semântico; ou seja, é o entrelaçamento de palavras que se encontram relacionadas pelo sentido que apresentam. Processa-se a coesão sequencial quando nos utilizamos de conectivos (principalmente as conjunções) a fim de estabelecermos relações; das mais diversas formas, de coordenação (independência) ou de subordinação (dependência) entre termos, orações, períodos ou parágrafos. Para realizar processos coesivos eficientes e coerentes num texto, é preciso conhecer um pouco acerca das conjunções e das relações que elas podem estabelecer. Em muitos casos, o desconhecimentos dessas relações possíveis leva a construções em que os sentidos pretendidos encontram-se seriamente prejudicados. Ademais, além do nível sintático (das relações e posições dos termos), o texto estrutura-se também a partir do nível semântico que apresenta; ou seja, sua significação depende das informações apresentadas e das relações que entre elas se estabelecem. Nesse sentido, podemos afirmar que a coerência de um texto está diretamente relacionada ao seu conteúdo (às informações que ele apresenta) e à organização dada aos seus elementos constituintes. A coerência, para Ingedore Koch, [...] está diretamente ligada à possibilidade de se estabelecer um sentido para o texto, ou seja, ela é o que faz com que o texto faça sentido para os usuários [...]. (KOCH, 1996, p. 21). O entendimento dessa possibilidade pode ser melhor exemplificado a partir da leitura do seguinte fragmento: Havia um menino muito magro que vendia amendoins numa esquina de uma das avenidas de São Paulo. Ele era tão fraquinho, que mal podia carregar a cesta em que estavam os pacotinhos de amendoim. Um dia, na esquina em que ficava, um motorista que vinha em alta velocidade, perdeu a direção. O carro capotou e ficou de rodas para o ar. O menino não pensou duas vezes. Correu para o carro e tirou de lá o motorista, que era um homem corpulento. Carregou-o até a calçada, parou um carro e levou o homem para o hospital. Assim, salvou-lhe a vida. (PLATÃO; FIORIN, 2002, p. 282). O trecho anterior apresenta uma incoerência narrativa; ou seja, duas das informações apresentadas são contraditórias: o menino ser muito fraquinho X carregar um X Jornada Científica das Faculdades Integradas de Cacoal - UNESC
5 homem muito corpulento. Da mesma forma, podem ocorrer incoerências em textos argumentativos, quando os dados apresentados se contradizem ou não conduzem o leitor para o raciocínio conclusivo pretendido. Um texto coerente deve, pois, assentar-se nos seguintes princípios de textualidade que, de acordo com Puhl (2008, p ), constituem-se em meta-regras para a formulação de um texto: A repetição diz respeito à necessária retomada de elementos no decorrer do discurso. Um texto coerente tem unidade, já que nele há a permanência de elementos constantes no seu desenvolvimento. Um texto que trate a cada passo de assuntos diferentes, sem um explícito ponto comum, não tem continuidade. Um texto coerente apresenta continuidade semântica na retomada de conceitos, ideias. Isto fica evidente na utilização de recursos linguísticos específicos como pronomes, repetição de palavras, sinônimos, hipônimos, hiperônimos etc. Os processos coesivos de continuidade só se podem dar com elementos expressos na superfície textual; um elemento coesivo sem referente expresso, ou com mais de um referente possível, torna o texto malformado. A segunda meta-regra é a progressão. O texto deve retomar seus elementos conceituais e formais, mas não deve limitar-se a isso. Deve, sim, apresentar novas informações a propósito dos elementos mencionados. Os acréscimos semânticos fazem o sentido do texto progredir. No plano da coerência, percebe-se a progressão pela soma das ideias novas às que são já tratadas. Um texto precisa respeitar princípios lógicos elementares, é o que prevê a metaregra da não-contradição. Ou seja, não pode afirmar A e o contrário de A. Suas ocorrências não podem se contradizer, devem ser compatíveis entre si e com o mundo a que se referem, já que o mundo textual tem que ser compatível com o mundo que representa. Esta não contradição expressa-se nos elementos linguísticos, no uso do vocabulário, por exemplo. A última meta-regra é a relação, isto é, um texto articulado coerentemente possui relações estabelecidas, firmemente, entre suas informações, e essas têm a ver umas com as outras. A relação em um texto refere-se à forma como seus conceitos se encadeiam, como se organizam, que papéis exercem uns em relação aos outros. As relações entre os fatos têm que estar presentes e ser pertinentes. Um texto, assim entendido, é o resultado de uma série de relações que se complementam e oferecem ao leitor a possibilidade de entendimento das ideias, dos pressupostos e das informações que ele contém. REFERÊNCIAS ABAURRE, Maria Luiza M; FADEL, Tatiana; PONTARA, Marcela Nogueira. Português: língua, literatura, produção textual. 2. ed., São Paulo: Moderna, KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, XIV Jornada Científica das Faculdades Integradas de Cacoal - UNESC 5
6 MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, PLATÃO, F. S.; FIORIN, J.L. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, PUHL, Paula Regina (org.). Contexto e práticas de comunicação social. Novo Hamburgo: Feevale, SAVIOLE, Francisco Platão. Gramática em 44 lições. 15. ed. São Paulo, Ática, X Jornada Científica das Faculdades Integradas de Cacoal - UNESC
Português. Confronto e Reconhecimento de Frases Corretas e Incorretas. Professor Carlos Zambeli.
Português Confronto e Reconhecimento de Frases Corretas e Incorretas Professor Carlos Zambeli www.acasadoconcurseiro.com.br Português CONFRONTO E RECONHECIMENTO DE FRASES CORRETAS E INCORRETAS Análise
Além disso, relembre-se que, por coesão, entende-se ligação, relação, nexo entre os elementos que compõem a estrutura textual.
Nas palavras de Evanildo Bechara, o enunciado não se constrói com um amontoado de palavras e orações. Elas se organizam segundo princípios gerais de dependência e independência sintática e semântica, recobertos
Textual Competências para a produção de texto dissertativo-argumentativo
Produção Textual Competências para a produção de texto dissertativo-argumentativo argumentativo Língua Portuguesa Prof. Samuel KühnK DEFINIÇÃO DE TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO ARGUMENTATIVO O texto
Bárbara da Silva. Português. Aula 42 Coesão referencial, lexical e sequencial
Bárbara da Silva Português Aula 42 Coesão referencial, lexical e sequencial A coesão referencial e a coesão sequencial são chamadas de recursos coesivos por estabelecerem vínculos entre as palavras, orações
Coesão e Coerência Textuais
Universidade Estadual de Feira de Santa Departamento de Tecnologia Curso de Engenharia de Computação Coesão e Coerência Textuais Profª. Michele Fúlvia Angelo [email protected] Construção de textos:
CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20
CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Código: ENF - 302 Pré-requisito: Nenhum Período Letivo:
Compreensão e Interpretação de Textos
Língua Portuguesa Compreensão e Interpretação de Textos Texto Texto é um conjunto coerente de enunciados, os quais podem serem escritos ou orais. Trata-se de uma composição de signos codificada sob a forma
Coerência e Coesão Textuais
Coerência e Coesão Textuais OBJETIVO: APRESENTAR O CONCEITO E OCORRÊNCIAS DA COERÊNCIA, PARA QUE O ALUNO VERIFIQUE SUA APLICAÇÃO NO PROCESSAMENTO DE TEXTOS NAS SUAS DIVERSIFICADAS CONDIÇÕES DE RECEPÇÃO
Os critérios do ENEM Competências
Os critérios do ENEM Competências PROFESSORA: VANESSA MENEZES Vocês sabem o que cada competência avalia? Competência 1 Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita. Requisitos básicos do texto
MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA
MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao
CURSO ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Autorizado pela Portaria nº de 25/08/10 D.O.U de 27/08/10 Componente Curricular: Português Instrumental
CURSO ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Autorizado pela Portaria nº 1.150 de 25/08/10 D.O.U de 27/08/10 Componente Curricular: Português Instrumental Código: ENGP - 003 Pré-requisito: --------------- Período Letivo:
tese tema argumentos TEMA TESE ARGUMENTOS
Defesa de uma tese, de uma opinião a respeito do tema proposto, apoiada em argumentos consistentes estruturados de forma coerente e coesa, de modo a formar uma unidade textual. Seu texto deverá ser redigido
MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL
MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL 6º ANO Ensino Fundamental Língua Portuguesa 2) Inferir o sentido
Anexo B Relação de Assuntos Pré-Requisitos à Matrícula
Anexo B Relação de Assuntos Pré-Requisitos à Matrícula MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL 6º ANO Ensino
A REDAÇÃO NO ENEM INSTITUTO SANTA LUZIA COMPONENTE CURRICULAR: REDAÇÃO PROFESSOR: EDUARDO BELMONTE 2º ANO ENSINO MÉDIO
A REDAÇÃO NO ENEM INSTITUTO SANTA LUZIA COMPONENTE CURRICULAR: REDAÇÃO PROFESSOR: EDUARDO BELMONTE 2º ANO ENSINO MÉDIO FATOS SOBRE A PROVA DE REDAÇÃO Todas as redações desenvolvidas no ENEM são avaliadas;
Antes de iniciar as respostas, faça uma leitura completa da avaliação. Lembre-se:
9º Rasuras serão consideradas erro! Não use corretivo! Não abrevie palavras! Utilize apenas caneta de tinta azul ou preta! Responda ao que foi solicitado de forma coerente e coesa. Boa Sorte! Dar o conceito
De acordo uma das leituras possíveis, discurso é a prática social de produção de textos. Isto significa que todo discurso é uma construção social, não
Análise do Discurso para leitura e interpretação de textos Análise do Discurso é uma prática e um campo da lingüística e da comunicação especializado em analisar construções ideológicas presentes em um
Quanto aos textos de estrutura narrativa, identificam personagem, cenário e tempo.
Língua Portuguesa - Ensino Médio SISPAE 2013 01 Abaixo do Básico 1º e 2º ano até 200 pontos Neste Padrão de Desempenho, os estudantes se limitam a realizar operações básicas de leitura, interagindo apenas
Língua Portuguesa UNIDADE DE REVISÃO E RECUPERAÇÃO
Língua Portuguesa UNIDADE DE REVISÃO E RECUPERAÇÃO Organizamos esta unidade para orientá-lo na revisão dos conteúdos trabalhados ao longo da disciplina. Siga as orientações desta apresentação, reveja os
CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de , DOU de PLANO DE CURSO. Componente Curricular: Português Instrumental
CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de 01.11.12, DOU de 06.11.12 Componente Curricular: Português Instrumental Código: FAR- 402 Pré-requisito: - Nenhum Período Letivo: 2014.2 Professor:
redação e pleno desenvolvimento do tema, atendendo aos limites Atendimento à proposta de propostos. redação e desenvolvimento do
Critérios de Correção de Redação Ensino Médio ENSINO MéDIO TExTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO NÍVEL DE DESPENHO E NOTA CORRESPONDENTE Situações que dificultam a correção da produção textual: letra ilegível
EMENTA OBJETIVO GERAL
C U R S O D E E N F E R M A G E M Componente Curricular: Português Instrumental Código: ENF- 302 Pré-Requisito: Nenhum Período Letivo: 2010.2 CH Total: 60h Professor: Denise Aparecida Brito Barreto E-mail:
Plano de Ensino. Meses Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Aulas Regulares Aulas de
Identificação Plano de Ensino Curso: Direito Disciplina: Língua Portuguesa Ano/semestre: 2012/01 Carga horária: Total: 80h Semanal: 4h Professor: Michelle Teixeira da Silva Período/turno: matutino e noturno
PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome do COMPONENTE CURRICULAR: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira EMENTA
53 14 PLANOS DE DISCIPLINAS PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome do COMPONENTE CURRICULAR: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira Curso: Técnico em Agroindústria Integrado ao Ensino Médio
PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR
PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome do COMPONENTE CURRICULAR: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira Curso: Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio Série/período: 1º ano Carga
C O E S Ã O REFERENCIAL RECORRENCIAL
C O E S Ã O REFERENCIAL RECORRENCIAL C O E S Ã O É a conexão, ligação, harmonia entre os elementos de um texto. Percebemos tal definição quando lemos um texto e verificamos que as palavras, as frases e
COLÉGIO SANTA CATARINA - Juiz de Fora - MG Atividade de Redação Data: / / Professora: Rosângela Noronha. Aluno(a): nº: 8º Ano - Turma:
COLÉGIO SANTA CATARINA - Juiz de Fora - MG Atividade de Redação Data: / / Professora: Rosângela Noronha Aluno(a): nº: 8º Ano - Turma: A argumentação consiste na habilidade de mobilização de estratégias
COESÃO TEXTUAL. Língua Portuguesa Prof. Samuel KühnK
COESÃO TEXTUAL Língua Portuguesa Prof. Samuel KühnK A COESÃO DO TEXTO Relações textuais Procedimentos Recursos 1.1. Repetição 1.1.1. Paráfrase 1.1.2. Paralelismo 1. REITERAÇÃO 1.2. Substituição 1.2.1.
SUMÁRIO. Língua Portuguesa
Língua Portuguesa Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados... 3 Reconhecimento de tipos e gêneros textuais... 6/9 Domínio da ortografia oficial. Emprego das letras... 15 Emprego da acentuação
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Português Instrumental Código: Fisio 304 Pré-requisito: ------- Período Letivo:
Ele tomou emprestado sem meu consentimento, ou seja, roubou.
a paráfrase, que é uma atividade de reformulação de um texto-fonte. Comumente vem marcada por expressões introdutórias como isto é, ou seja, quer dizer, digo, ou melhor, em outras palavras: Ele tomou emprestado
Processo de Admissão de Novos Estudantes Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no. 3º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA
Processo de Admissão de Novos Estudantes 2017 Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no 3º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA HABILIDADES CONTEÚDOS Identificar padrões numéricos ou princípios
Onde se lê: O processo classificatório será constituído por uma prova de Redação.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROCESSO SELETIVO CONCURSO VESTIBULAR EAD - UAB/UFSM (2º Semestre) EDITAL N. 042/2016 RETIFICAÇÃO DO EDITAL 040/2016
Professor: Layane Dias Cavalcante Viana Titulação: Graduada em Letras, Especialista em Linguística e Mestre em Letras PLANO DE CURSO
CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Código: ENF - 302 Pré-requisito: Nenhum Período Letivo:
ELEMENTOS DE TEXTUALIDADE
ELEMENTOS DE TEXTUALIDADE NOÇÃO DE TEXTO Texto ou discurso é uma ocorrência linguística falada ou escrita, de qualquer extensão. Para ser considerada um texto, uma ocorrência linguística precisa ser percebida
A COESÃO E A COERÊNCIA NOS TEXTOS JORNALÍSTICOS Alexsandra de Holanda Giovanini Coutinho
A COESÃO E A COERÊNCIA NOS TEXTOS JORNALÍSTICOS Alexsandra de Holanda Giovanini Coutinho [email protected] Esse trabalho tem como objetivo o estudo dos fatores de coesão e coerência nos textos
Material de divulgação da Editora Moderna
Material de divulgação da Editora Moderna Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao
FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE
PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Leitura e Produção Textual Professor: Wilma Cléa Ferreira e-mail: [email protected] Código: Carga Horária: 60 H Créditos:
Sumário. Apresentação da coleção Prefácio Nota da autora Capítulo II
Sumário Sumário Apresentação da coleção... 17 Prefácio... 19 Nota da autora... 21 Capítulo I Fatores importantes para produzir um texto... 23 1. A importância da leitura para produção textual... 23 2.
1 Saepi 2013 PADRÕES DE DESEMPENHO ESTUDANTIL LÍNGUA PORTUGUESA - 5º EF
1 Saepi 2013 PADRÕES DE DESEMPENHO ESTUDANTIL LÍNGUA PORTUGUESA - 5º EF até 125 pontos As habilidades presentes neste Padrão de Desempenho são muito elementares e relacionam-se, essencialmente, à apropriação
CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DE CURITIBA Rua Frederico Maurer, Boqueirão Curitiba Paraná Fone:
CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DE CURITIBA Rua Frederico Maurer, 3015 - Boqueirão Curitiba Paraná Fone: 3276-9534 CURSO ENSINO MÉDIO INTEGRADO EM MEIO AMBIENTE PROPOSTA CURRICULAR GRADE 2010
EMENTA: O discurso enquanto prática social em diferentes situações de uso. Práticas discursivas (oralidade, leitura e escrita) e análise lingüística.
17. LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA Carga horária total: 360 h/a - 300h EMENTA: O discurso enquanto prática social em diferentes situações de uso. Práticas discursivas (oralidade, leitura e escrita) e análise
Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA
Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Turismo, Hospitalidade e Lazer CURSO: Técnico em Eventos FORMA/GRAU:( x )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo
COESÃO E COERÊNCIA NOS TEXTOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (COHESION AND COHERENCE IN THE TEXTS OF THE EDUCATION OF THE YOUNG AND ADULTS)
COESÃO E COERÊNCIA NOS TEXTOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (COHESION AND COHERENCE IN THE TEXTS OF THE EDUCATION OF THE YOUNG AND ADULTS) Adriana Aparecida COSSENTINI (Faculdade de Ciências e Letras
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico
Unidade Universitária: 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS Curso: 42501 Jornalismo Núcleo Temático: Formação profissional Disciplina: Gramática, interpretação e redação jornalística Código da Disciplina:
Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA
Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Turismo, Hospitalidade e Lazer CURSO: FORMA/GRAU:( x )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE:
O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DA COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL. Diogo da Costa Pereira. Maria das Dores Justo
O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DA COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL Diogo da Costa Pereira Universidade Estadual da Paraíba [email protected] Maria das Dores Justo Supervisora PIBID/ CH/ UEPB [email protected]
TEXTO E ELEMENTOS DE TEXTUALIZAÇÃO. PROF. Nathan Bastos de Souza UNIPAMPA 2017/1
TEXTO E ELEMENTOS DE TEXTUALIZAÇÃO PROF. Nathan Bastos de Souza UNIPAMPA 2017/1 O QUE É UM TEXTO? Texto é o produto de uma atividade discursiva em que alguém diz algo a alguém (GERALDI,1997,p.98). Um texto
AULA 2. Texto e Textualização. Prof. Daniel Mazzaro Vilar de Almeida 2013/1º
AULA 2 Texto e Textualização Prof. Daniel Mazzaro Vilar de Almeida 2013/1º [email protected] O QUE É TEXTO? Para Costa Val, texto = discurso. É uma ocorrência linguística falada ou escrita,
ELIANE FONTANA LÍNGUA PORTUGUES + REDAÇÃO DISCURSIVA
ELIANE FONTANA LÍNGUA PORTUGUES + REDAÇÃO DISCURSIVA Língua Portuguesa Língua Portuguesa: Interpretação de texto. Argumentação. Pressupostos e subentendidos. Níveis de linguagem. Articulação do texto:
Técnico Integrado em Controle Ambiental SÉRIE:
PLANO DA DISCIPLINA COMPONENTE CURRICULAR: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira CURSO: Técnico Integrado em Controle Ambiental SÉRIE: 2º Ano CARGA HORÁRIA: 100 h.r. EMENTA Aspectos morfológicos e
ANÁLISE TEXTUAL EM ESTUDO: ASPECTOS TEÓRICOS E PRÁTICOS
ANÁLISE TEXTUAL EM ESTUDO: ASPECTOS TEÓRICOS E PRÁTICOS Maria Margarete Pozzobon 1 Resumo: Este texto discute o ensino da análise textual em uma experiência vivenciada com acadêmicos de Letras em um minicurso.
Currículo das Áreas Disciplinares/Critérios de Avaliação 7º Ano Disciplina: Português Metas Curriculares: Domínios/Objetivos / Descritores
Currículo das Áreas Disciplinares/Critérios de Avaliação 7º Ano Disciplina: Português Metas Curriculares: Domínios/Objetivos / Descritores Conteúdos Programáticos Critérios de Avaliação Instrumentos de
PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO BRANCO RESPOSTAS AOS RECURSOS CONTRA O GABARITO
PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO BRANCO RESPOSTAS AOS RECURSOS CONTRA O GABARITO Cargo: S1 PROFESSOR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL AEE ZONA URBANA 15 pronome apassivador Em resposta ao recurso interposto, temos a dizer
textos: discussão e interpretação. de aula.
PLANO DE ENSINO 2013.1 ENGENHARIA CIVIL Disciplina LÍNGUA PORTUGUESA Código UPR 406 Docente Rita de Cássia Silva Tagliaferre Semestre I Carga horária 40 h 1 EMENTA A leitura e sua prática. A comunicação.
Aula 1: Apresentação
Aula 1: Apresentação O que é a redação? Esse substantivo é derivado do verbo redigir; de acordo com o dicionário Aurélio, o vocábulo redigir vem do latim redigere e significa, entre outras especificações,
PALESTRA SOBRE REDAÇÃO DO ENEM
PALESTRA SOBRE REDAÇÃO DO ENEM Profa. Íris Cristine Odízio - O EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO. - REDAÇÃO. HISTÓRIA DO EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO. O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi criado
6. PLANOS DE DISCIPLINAS
6. PLANOS DE DISCIPLINAS DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira Curso: Técnico em Meio Ambiente Integrado ao Ensino Médio Série: 1 Ano Carga Horária: 100 h (120
PLANEJAMENTO ANUAL 2016
PLANEJAMENTO ANUAL 2016 Professor Joabe Bernardo dos Santos Língua Portuguesa 9º ano Colégio Nossa Senhora da Piedade Referências: -SAE, 9º ano: Língua Portuguesa. Livro do professor: livro 1 / IESDE BRASIL
A questão discursiva em um concurso público gera muitas discussões, desconforto e preocupações. Isso pelo simples fato de não termos, nós, o saudável
MTE - discursiva A questão discursiva em um concurso público gera muitas discussões, desconforto e preocupações. Isso pelo simples fato de não termos, nós, o saudável e recomendado hábito de praticar a
MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA REDAÇÃO DETALHAMENTO POR COMPETÊNCIA
MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA REDAÇÃO DETALHAMENTO POR COMPETÊNCIA COMPETÊNCIA 1: Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa 200 160 120 GRADE DE CORREÇÃO DO ENEM Demonstra excelente
Encontro de educadores
Encontro de educadores Matrizes de Referência de Língua P ortuguesa do / - 9º Ano e a interface com o CBC de Língua Inglesa Matriz de Referência I - PROCEDIMENTOS DE LEITURA CBC Língua Inglesa HABILIDADE
AULÃO DE REDAÇÃO XIV SIMULADO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DA URI
AULÃO DE REDAÇÃO XIV SIMULADO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DA URI Professoras: Adriana Maria Romitti Albarelo Vanice Hermel A leitura e a escrita Ler muito para ver como os diversos autores escrevem é
INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS MECANISMOS DE COESÃO TEXTUAL (PARTE VI)
INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS MECANISMOS DE COESÃO TEXTUAL (PARTE VI) RECURSOS ESTILÍSTICOS DE COESÃO: ELIPSE E ZEUGMA São duas importantes figuras de linguagem que funcionam como recursos coesivos por excelência,
Aula 11 COERÊNCIA E COESÃO TEXTUAL COERÊNCIA E COESÃO TEXTUAL
Aula 11 COERÊNCIA E COESÃO TEXTUAL Caro aluno, lembra-se de que na aula anterior afirmamos que estaríamos estudando detalhadamente a coerência e a coesão textual? Pois bem, é o que ocorrerá nesta aula.
Processo de Admissão de Novos Estudantes Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no. 1º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA
Processo de Admissão de Novos Estudantes 2016 Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no 1º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA CONTEÚDOS Efetuar cálculos com números reais envolvendo as operações
PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR
PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome do componente curricular: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira Curso: Técnico em Meio Ambiente Integrado ao Ensino Médio Série/período: 1º ano Carga
Unidade IV COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL. Profa. Ma. Andrea Morás
Unidade IV COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Profa. Ma. Andrea Morás Textos Escrever bem é um hábito. Treino e revisão. Organizar as ideias aumenta a qualidade do conteúdo. Dicas para montagem de texto Sempre inicie
Coesão e coerência no jornal Diário Gaúcho: um estudo exploratório
XXII Salão de Iniciação Científica UFRGS Coesão e coerência no jornal Diário Gaúcho: um estudo exploratório Ana Maria Sigas Pichini Graduanda Letras / Bacharelado Voluntária de IC PROPESQ UFRGS Profª Drª
MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA REDAÇÃO DETALHAMENTO POR COMPETÊNCIA FUVEST
MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA REDAÇÃO DETALHAMENTO POR COMPETÊNCIA FUVEST C1- Desenvolvimento do tema e organização do texto dissertativo-argumentativo (Peso 4) Aqui são avaliados se o aluno cumpriu todos
FACULDADE SANTA TEREZINHA - CEST COORDENAÇÃO DO CURSO DE FISIOTERAPIA PLANO DE ENSINO DADOS DA DISCIPLINA CÓDIGO NOME CH TOTAL PERÍODO HORÁRIO
CEST: MISSÃO E VISÃO Missão FACULDADE SANTA TEREZINHA - CEST Promover educação superior de excelência, formando profissionais competentes e éticos, cidadãos comprometidos com o desenvolvimento da sociedade
U S P. NÍVEL SATISFATÓRIO Apresenta razoável domínio da tipologia argumentativa, mas nem sempre seleciona argumentos que comprovam a tese apresentada.
1) Desenvolvimento do tema Compreender e desenvolver a proposta de redação e adequar-se ao tema solicitado. 2) Organização do Texto dissertativo-argumentativ o Elaborar um texto argumentativo, defender
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Competências de Interpretação CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3.º Ciclo do Ensino Básico 7º Ano Departamento de Línguas Disciplina: Inglês Domínios Objeto de avaliação Domínios/ Metas de aprendizagem Instrumentos
TEMPO DE DURAÇÃO: 1h. Obrigatória entrega no final da aula. PROPOSTA DE REDAÇÃO
SIMULADO PRESENCIAL ENEM 2010 TEMPO DE DURAÇÃO: 1h. Obrigatória entrega no final da aula. PROPOSTA DE REDAÇÃO Com base na leitura dos textos motivadores e nos conhecimentos construídos ao longo de sua
CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Reconhecimento Renovado pela Portaria MEC nº 264 de , DOU de PLANO DE CURSO
CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Reconhecimento Renovado pela Portaria MEC nº 264 de 14.07.11, DOU de 19.07.11. Componente Curricular: Português Instrumental Código: CTB - 112 Pré-requisito: ---------- Período
COESÃO REFERENCIAL E SEQUENCIAL LEITURA E ARGUMENTAÇÃO TEXTO ARGUMENTATIVO
AULA 4 COESÃO REFERENCIAL E SEQUENCIAL LEITURA E ARGUMENTAÇÃO TEXTO ARGUMENTATIVO Profa. Dra. Vera Vasilévski Comunicação Oral e Escrita UTFPR/Santa Helena Atividades da aula 3 Comente as afirmações a
PERFIS DE SAÍDA DOS ESTUDANTES DA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL, COMPONENTE CURRICULAR LÍNGUA PORTUGUESA
PERFIS DE SAÍDA DOS ESTUDANTES DA 5ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL, COMPONENTE CURRICULAR LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDOS EIXO TEMÁTICO COMPETÊNCIAS ESPERADAS Variedades lingüísticas; Diálogo; Turnos. Gênero
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ensino secundário Departamento de Línguas Disciplina: Português 10º ano Profissional
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ensino secundário Departamento de Línguas Disciplina: Português 10º ano Profissional Domínios Domínios específicos Aprendizagens Essenciais (AE): conhecimentos, capacidades e atitudes
PROGRAMA DE NIVELAMENTO
PROGRAMA DE NIVELAMENTO Teófilo Otoni-MG PROGRAMA DE NIVELAMENTO 01. Justificativa Em razão das dificuldades apresentadas pelos alunos ingressantes na graduação, decorrentes de deficiências no Ensino Fundamental
OBJETIVOS DESCRITORES DE DESEMPENHO CONTEÚDOS
DISCIPLINA: Português ANO DE ESCOLARIDADE: 9º Ano 2016/2017 METAS CURRICULARES DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA PROGRAMA OBJETIVOS DESCRITORES DE DESEMPENHO CONTEÚDOS Oralidade 1. Interpretar discursos orais com
Anexo B Relação de Assuntos Pré-Requisitos à Matrícula
Anexo B Relação de Assuntos Pré-Requisitos à Matrícula MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL RELAÇÃO
Descrição da Escala Língua Portuguesa - 7 o ano EF
Os alunos do 7º ano do Ensino Fundamental 150 identificam a finalidade de produção do texto, com auxílio de elementos não verbais e das informações explícitas presentes em seu título, em cartaz de propaganda
SUMÁRIO. Língua Portuguesa
Língua Portuguesa LEITURA Objetivo geral: exploração de leitura para a compreensão literal, interpretativa e crítica dos diversos tipos de textos...3 Identificação das relações de coerência: ideia principal
PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA PLANIFICAÇÃO A MÉDIO PRAZO. Ano Letivo 2012/2013. Disciplina de Língua Portuguesa-8ºano-Turma 1
PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA PLANIFICAÇÃO A MÉDIO PRAZO Ano Letivo 2012/2013 Disciplina de Língua Portuguesa-8ºano-Turma 1 C UNIDADE: TEXTOS NARRATIVOS DOMÍNIOS OUVIR/FALAR: Participar em situações
Aula 04 TEXTO E TEXTUALIDADE. Prezados alunos,
Aula 04 TEXTO E TEXTUALIDADE Prezados alunos, http://www.cecae.usp.br Após termos estudado a importância da leitura em nossas vidas e percebido que por meio dela construímos nosso conhecimento, teremos,
O QUE É A LINGÜÍSTICA TEXTUAL
O QUE É A LINGÜÍSTICA TEXTUAL O estudo da coesão textual tem sido predominantemente desenvolvido dentro do ramo da Lingüística a que se denomina Lingüística do Texto. Cabe, assim, inicialmente, dizer algumas
OS DIFERENTES CRITÉRIOS UTILIZADOS PARA CLASSIFICAÇÃO DE PALAVRAS EM GRAMÁTICAS ESCOLARES
OS DIFERENTES CRITÉRIOS UTILIZADOS PARA CLASSIFICAÇÃO DE PALAVRAS EM GRAMÁTICAS ESCOLARES Maria Luiza Casado Silva [email protected] Luana Lima Cabral da Silva [email protected] Universidade
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
PERÍODO: 88.1 a 89.2 OBJETIVOS: Ao final do curso de Língua Portuguesa I, o aluno deverá ser capaz de: OBJETIVOS GERAIS: Valorizar a língua como instrumento de comunicação, de expressão e de desenvolvimento
REVISÃO - coesão E coerência
REVISÃO - coesão E coerência o que é coesão E coerência?? 2. O que é coesão e coerência??? Em resumo, podemos dizer que a COESÃO trata da conexão harmoniosa entre as partes do texto, do parágrafo, da frase.
Prova Final de Português Língua Não Materna (A2) Prova 93 1.ª Fase 3.º Ciclo do Ensino Básico º Ano de Escolaridade. Critérios de Classificação
Prova Final de Português Língua Não Materna (A) Prova 9.ª Fase.º Ciclo do Ensino Básico 08 9.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 9/0, de de julho Critérios de Classificação Páginas Prova 9/.ª F. CC Página
Processo de Admissão de Novos Estudantes Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no. 2º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA
Processo de Admissão de Novos Estudantes 2017 Conteúdos programáticos para candidatos que ingressarão no 2º ano do Ensino Médio MATEMÁTICA HABILIDADES CONTEÚDOS Reconhecer, no contexto social, diferentes
H003 Compreender a importância de se sentir inserido na cultura escrita, possibilitando usufruir de seus benefícios.
2ª Língua Portuguesa 5º Ano E.F. Objeto de Estudo Usos e funções: código oral e código escrito Usos e funções: código oral e código escrito Usos e funções: norma-padrão e variedades linguísticas. Usos
