CAPACITÂNCIA E INDUTÂNCIA
|
|
|
- Júlio César Assunção Pereira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 APAITÂNIA E INDUTÂNIA Inrodução a dois elemenos passivos que armazenam energia:apaciores e Induores INTRODUÇÃO APAITORES Armazenam energia aravés do campo elérico ( elerosáica) Modelo de elemeno de circuio INDUTORES Armazenam energia aravés do campo magnéico Modelo de elemeno de circuio OMBINAÇÃO DE INDUTORES E APAITORES ombinação de elemenos em série/paralelo. IRUITOS R, R, R E AMP-OP ircuios inegradores e ferenciadores APAITOREs apaciores ípicos apacior básico de placas paralelas REPRESENTAÇÃO DO IRUITO USO DA ONVENÇÃO PASSIVA DE EEMENTO A ε d ε Dielecric consan of maerial in gap TAMANHO PARA UM APAITOR AR (GAP-AR) EQUIVAENTE A 8 55F A 6.34 m.6 Normalmene os valores de capaciância são pequenos. Em orno de Microfarad. Usualmene, para circuios inegrados, na ordem de nano e pico Farad
2 ei básica para carga: Q f ( V ) ei de oulumb, capaciores lineares: Q V é a APAITÂNIA do sposiivo e em unidade em charge volage Um Farad(F) é a capaciância do sposiivo que pode armazenar um oulomb de carga a cada Vol. oulomb Farad Vol EXEMPO Tensão aravés de um capacior de micro Farads segura m de carga V Q * 5V 6 * apaciância em Farads, carga em oulombs resula em ensão em Vols apaciores podem ser perigosos!!! Represenação linear p/ capacior. apaciores somene armazenam e rocam Energia elerosáica. Não criam energia. O capacior é um elemeno passivo, logo segue a convenção passiva. Represenação de circuio linear i Q V ei p/ capaciância Se a ensão varia a carga embém varia, logo há um deslocameno de correne aravés do capacior Pode-se expressar a ensão no capacior em ermos de sua correne V Q i ei p/ capaciância em ermos da inegral Ou pode-se expressar a correne em ermos da ensão no capacior i dq dv A implicação maemáica para a inegral, define que... V ( ) V ( ); Tensão aravés do capacior DEVE ser conínua. ei da capaciância em ermos da derivada Implicação a parir da derivada?? V ons i omporameno D ou esado inicial Um capacior inicialmene aua como um IRUITO ABERTO
3 APAITOR OMO EEMENTO DE IRUITO i v c i ir vr R v i vr RiR ei de Ohm v c ( O ) v i i v v ( ) i O fao da ensão ser definida aravés de uma inegral em imporanes implicações... 5µF EXEMPO DETERMINE THE URRENT i 6mA 6 4 V i 5 [ F ] ma 6 s i elsewhere i c i c p v d p ( ) v APAITOR OMO EEMENTO ARMAZENADOR DE ENERGIA Poência Insanânea p v i W v Energia é a inegral da poência w (, ) p p q v i dq p q d q c If é - em-se a energia armazenada em. w (, ) v ( ) v ( ) Se ambos limies são ±, emse energia oal armazenada. w (, ) q ( ) q ( ) 5µF arga armazenada em 3ms EXEMPO Energia armazenada de - 6 ms w w (,6) v (,6) 5* 6 q 3) v (3) ( (6) v () [ F ]*(4) [ V 6 q (3) 5* [ F]*[ V ] 6µ ] Energia oal armazenada?... arga oal armazenada?... arga em oulombs, capaciância em Farads enão a energia é dada em.
4 4µ F. FIND THE VOTAGE v( ) v( ) v() i( ; > v( ) v() i( ; > 3 V v( ) 8 [ ] < 4ms i( ) 8 4µ F. V() FIND THE POWER 3 p( ) 8, ms < 4ms p, elsewhere ENERGIA 3 p( ) 8, ms < 4ms p, elsewhere
5 EXTENSÃO µ F DETERMINE THE URRENT 6 V i F 4 s i 6 F i 3 V s PROBEMA v() v 3sin(π ) µf QUAIS VARIÁVEIS SÃO AUADAS? Energia armazenada em um empo E( ) v E(/ 4) 6 π * [ F]*3 sin J arga armazenada em um dado empo q v (/) 6 q * [ ]*sin( π )[ V ] orrene aravés do capacior i () (/) 6 i * *3*π cos( π ) A Poência elérica no capacior em um dado insane p v i W Energia armazenada em um dado inervalo w(, ) v ( ) v ( ) J EXEMPO orrene conhecida... i.5 e ; i [ ma] v ; < Tensão em deerminado µf v i v () [ V ] orrene no capacior Tensão em quando a ensão em o< é v v ( ) i conhecida v ().5x.5 v ( ) e 6 * x 6 e.5 ( e ).63* 6 V *.5 arga em um dado q v q () *. 63 Tensão em função do v i v ; empo.5x v v () e 6.5 Poência elérica no capacior p ( e ); v i W v V ; < Energia armazenada em w( ) v J Energia oal armazenada w T v ( ) wt * *( ) J
6 PROBEMA 5 Dados: correne e capaciância alcular a ensão em função do empo orrene é zero para <, em-se: V ; 6 < < 5m sec 5 µ A A i 3 3* [ A/ s] 5 ms s 3* V () 3 V x [ V ] 3* 6 4* [ V ]; < < 5* [ s ] 8 (msec) 3 Em paricular 3* *(5* ) 75 V (5ms) [ V ] [ mv ] 5 < < ms i [ A] 8 8 µ arga armazenada: 5ms q V 75 75* 6 V (5ms) [ mv ] V ( * )[ A/ s] * 5* V 6 75* q(5ms) 4* [ F]* [ V ] 8 q ( 5ms) (75 / ) [ n] 75* 8 4 ( 5* )[ V ]; 5* < < * [ s] Energia oal armazenada 6 5* E V E.5*4* [ J ] T 8 ; Descrição formal dos ponos 3 ; < < 5ms de um sinal 8 V c 75 [mv ] ( 5 ); 5 < [ ms] ; > [ ms] 8 ARATERÍSTIAS IMPORTANTES: APAITOR IDEA. Só há fluxo de correne aravés de um capacior, se a ensão em seus erminais variar com o empo. apacior é um circuio abero para ;. Uma quanidade finia de energia pode ser armazenada em um capacior mesmo que a correne aravés dele seja zero, como no caso em que a ensão em seus erminais é consane; 3. É impossível promover uma mudança finia na ensão nos erminais de um capacior em um inervalo de empo nulo, demandaria uma correne infinia; 4. apacior não ssipa energia, somene armazena modelo maemáico do sposiivo (no caso real, o modelo em uma resisência finia associada ao elérico a ao encapsulameno).
7 INDUTORES USO DA ONVENÇÃO PASSIVA ircuio represenaivo para um induor inhas de fluxo podem exender além do Induor criando efeio induivo desgarrado O fluxo variável com o empo cria um conaor EMF, provocando a ensão nos erminais do sposiivo. UM FUXO MAGNÉTIO VARIANTE NO TEMPO INDUZ UMA TENSÃO v dφ ei da indução PARA UM INDUTOR INAR O FUXO É PROPORIONA A ORRENTE φ i v FORMA DIFERENIA DA EI DA INDUÇÃO A ONSTANTE DE PROPORIONAIDADE,, É HAMADA DE INDUTÂNIA DO OMPONENTE INDUTÂNIA É MEDIDA EM UNIDADE DE henry (H). DIMENSIONAMENTE Vol HENRY Amp sec INDUTORES ARMAZENAM ENERGIA EETROMAGNETIA. PODEM SER AIMENTADOS E ARMAZENAR ENERGIA NO IRUITO, MAS NÃO PODEM RIAR ENERGIA. DEVEM RESPEITAR A ONVENÇÃO PASSIVA. Seguindo o sinal da convenção passiva onseqüência rea da forma Inegral v Forma ferencial da ei da Indução Forma Inegral da ei da Indução i v i i ( ) v ; i ( ) i ( ); orrene DEVE ser coninua onseqüência rea da forma ferencial i ons. v omporameno D Poência e Energia armazenadas d p v i W p i i ( ) d w(, ) i( J orrene em Amps, Induância em Henrys energia em Joules Energia armazenada no inervalo w(, ) i ( ) i ( ) pode ser posiiva ou negaiva w i Energia armazenada em ( ) DEVE ser não-negaiva. EEMENTO PASSIVO!!!
8 EXEMPO v mh. ENONTRAR A TENSÃO ENERGIA ARMAZENADA ENTRE AND 4 ms A A m s s A m s A DERIVADA DE UMA INHA RETA É UMA ONSTANTE w(4,) i (4) i () w(4,).5** (* J ) ( A/ s) ms ( A/ s) < 4ms elsewhere O VAOR É NEGATIVO POR QUE O INDUTOR ESTA FORNEENDO ENERGIA PREVIAMENTE ARMAZENADA ( A/ s) v( ) V mv H PROBEMA v(v).h, i()a. OBTER i(), > i( ) i() v( (s) v( v( ; <.H i( ) ; s v ; > i( ) i(); > s 4 i(a) w(, ) i ( ) i ( ) (s) Energia inicial armazenada no Induor w ( ).5*.[ H](A ).[ J] Energia oal armazenada no induor w( ).5*.[ H ]*(4A) 88. J Energia armazenada enre e s w(,) i () i () w(,).5*.*(4).5*.*() w(,) 88J ÁUOS DA ENERGIA Energia armazenada no Inervalo pode ser negaiva ou posiiva EXEMPO OBTER A TENSÃO ATRAVÉS, E A ENERGIA ARMAZENADA (EM FUNÇÃO DO TEMPO) v() PARA ENERGIA ARMAZENADA NO INDUTOR w () NOTAR QUE A ENERGIA ARMAZENADA EM QUAQUER TEMPO É NÃO NEGATIVA -EEMENTO PASSIVO-
9 EXEMPO mh DETERMINE THE VOTAGE v v mv [ H] v 3 A s EXEMPO OBTER A ORRENTE i() mh i() i( ) i() v( ; > v ; < i() mh OBTER A POTÊNIA i() POWER p() ENERGIA OBTER A ENERGIA ENERGIA NUNA É NEGATIVA. O DISPOSITIVO É PASSIVO w()
10 5mH OBTER A TENSÃO v ( ) m ma m ( A/ s) ms v 5mV m v V m ( A/ s) 4 3 v 5mV v 5 ( H ) ( A/ s); < ms mv ESPEIFIAÇÕES DO APAITOR APAITANE IN STANDARD VAUES 6.3V 5V RANGE p F 5mF STANDARD APAITOR RATINGS STANDARD TOERANE ± 5 %, ± %, ± % FORMA ONDA TENSÃO Nominal curren 3nA 9 ( ) 3 V F 6nA 3 s 3nA EXEMPO nf ± % i DADA A FORMA DE ONDA DA TENSÃO DETERMINAR A VARIAÇÃO NA ORRENTE ESPEIFIAÇÃO DO INDUTOR INDUTANE RANGES IN STANDARD VAUES ma A nh mh STANDARD INDUTOR RATINGS STANDARD TOERANE ± 5 %, ± % EXEMPO µ H ±% v FORMA DE ONDA ORRENTE 6 A v H 6 S µs DADO A FORMA DE ONDA DA ORRENTE DETERMINAR A VARIAÇÃO NA TENSÃO
11 v i i v EEMENTOS IDEAIS E PRÁTIOS i () i() i() i() v() v() v() v() EEMENTO IDEA i v MODEOS INUINDO RESISTÊNIAS DE FUGA - PRÁTIO v( ) i Rleak MODEO DE FUGA APAITOR v Rleak i( ) MODEO DE FUGA INDUTORES APAITORES ASSOIADOS EM SÉRIE s ombinação em série com dois capaciores 6µF 3 µ F NOTAR A SIMIARIDADE OM A ASSOIAÇÃO PARAEA DE RESISTORES. S µ F
12 EXEMPO DETERMINAR O APAITOR EQUIVAENTE E A TENSÃO INIIA µ F 3 6 µ F OU PODEMOS REDUZIR EM DOIS TERMOS V 4V V SOMA AGÉBRIA DAS TENSÕES INIIAIS POARIDADE É DETERMINADA PEA REFERÊNIA DE ADA TENSÃO EXEMPO Dois capaciores descarregados são conecados como abaixo. Enconrar a capaciância desconhecida. V 8V - 4V 3µ F FIND 8V µ F MESMA ORRENTE. ONETADOS PARA UM MESMO PERIODO DE TEMPO MESMA ARGA EM AMBOS APAITORES Q ( 3µ F )(8V ) 4µ Q V Q ( µ F )(6V ) 7µ 7µ 4µ F 8V APAITORES ASSOIADOS EM PARAEOS ik k i() EXEMPO P
13 EXTENSÃO 6µ F 3µ F µ F 4µ F eq 3 eq µ F µ F 4µ F 3µ F PROBEMA OBTER A APAITÂNIA EQUIVAENTE 8µ F 8µ F A APAITORSARE 4µ F eq µ F 3 µ F 8µ F 8µ F PROBEMAS SE TODOS OS APAITORES TEM O MESMO VAOR,, DETERMINAR OS APAITORES EQUIVAENTES EM ADA ASO.
14 Exemplos de inerconecções EQ Todos capaciores Iguais a 8 µf AB INDUTORES ASSOIADOS EM SÉRIE vk k EXEMPO v S eq 7H INDUTORES ASSOIADOS EM PARAEO i() EXEMPO 4mH mh ( N ) i j ( ) i( ) 3A 6A A A j INDUTORES OMBINAM SIMIARMENTE AOS RESISTORES i
15 EXTENSÃO a TODOS OS INDUTORES IGUAIS A 4mH ONNETAR OS OMPONENTES AOS NÓS NA DÚVIDA REDESENHAR! b IDENTIFIAR OS NÓS d c mh mh TROAR OS NÓS EM IRUITOS FEHADOS a d c eq 6mH a 4mH 4mH d c mh mh b eq ( 6mH 4mH ) mh 4. 4mH b TODOS INDUTORES SÃO 6mH a a b eq mh b 6mH 6mH c 6mH c NÓS PODEM TER FORMAS OMPIADAS. EMBRAR DA DIFERENÇA ENTRE O AYOUT FÍSIO E AS ONEÇÕES EÉTRIAS a 48 4 eq [(6 ) 6] 6 6 mh 66 eq mh 7 b SEEIONA-SE O AYOUT c ARATERÍSTIAS IMPORTANTES: INDUTOR IDEA. Só há ensão nos erminais de um induor, se a correne aravés dele variar com o empo. Induor é um curo circuio para ;. Uma quanidade finia de energia pode ser armazenada em um induor mesmo que a ensão em seus erminais seja zero, como no caso em que a correne aravés dele é consane; 3. É impossível promover uma mudança finia na correne aravés de um induor em um inervalo de empo nulo, demandaria uma ensão infinia; 4. Induor não ssipa energia, somene armazena modelo maemáico do sposiivo (no caso real, o modelo em uma resisência finia em série - enrolameno).
16 - IRUITOS OM AMPOP E R O AMPOP IDEA R O v A( v v ) O IDEA R, R A O i, R i A O INTEGRADOR AMPOP e R v ASSUMINDO ONDIÇÕES IDEIAS v _ v ( A ) i_ ( R i )
17 O DIFERENIADOR AMPOP e R i R i v K@ KV v : i i i ONDIÇÕES IDEAIS v _ v ( A ) vo i i_ ( R i ) R v Ri i( R i replace i in erms of v o R vo ( i ) R v R ( ) o o EXEMPO INPUT TO IDEA DIFFERENTIATOR WITH R kω, µ F V m 5 s 3 IDEA DIFFERENTIATOR v o R DIMENSIONA ANAYSIS V V V s Ω A Q Q s Q F Ω F s V 6 R Ω F s EXEMPO INPUT TO AN INTEGRATOR WITH R 5kΩ,.µ F APAITOR IS INITIAY DISHARGED INTEGRATOR 3 R s vo( ) vo() vi R DIMENSIONA ANAYSIS V V V s Ω A Q Q s Q F Ω F s V < <.s : v( ) yo v( ( V s) y (.) ( V s). < <.s : v( ) y ( ) o( ) yo(.) v (.) V s. vo yo( ) R
CAPACITÂNCIA E INDUTÂNCIA
INTRODUÇÃO APAITÂNIA E INDUTÂNIA Dois elemenos passivos que armazenam energia:apaciores e Induores APAITORES Armazenam energia aravés do campo elérico (energia elerosáica) Modelo de elemeno de circuio
INF Técnicas Digitais para Computação. Conceitos Básicos de Circuitos Elétricos. Aula 3
INF01 118 Técnicas Digiais para Compuação Conceios Básicos de Circuios Eléricos Aula 3 1. Fones de Tensão e Correne Fones são elemenos aivos, capazes de fornecer energia ao circuio, na forma de ensão e
Condensadores e Bobinas
ondensadores e Bobinas Arnaldo Baisa TE_4 Dielécrico é não conduor Placas ou armaduras conduoras ondensadores TE_4 R Área A Analogia Hidráulica V S + - Elecrão Elecrões que se repelem d Bomba Hidráulica
CEL033 Circuitos Lineares I
Aula 13/03/2012 CEL033 Circuios Lineares I [email protected] Sie Disciplina www.ufjf.br/ivo_junior CEL033_NOTURNO Teoria do Circuios Eléricos Alessandro Vola Físico Ialiano 1745-1827 1800- Invenção
Capacitores e Indutores
Capaciores e Induores Um capacior é um disposiivo que é capaz de armazenar e disribuir carga elérica em um circuio. A capaciância (C) é a grandeza física associada a esa capacidade de armazenameno da carga
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia de Porto Alegre Departamento de Engenharia Elétrica ANÁLISE DE CIRCUITOS II - ENG04031
Universidade Federal do io Grande do Sul Escola de Engenharia de Poro Alegre Deparameno de Engenharia Elérica ANÁLISE DE CICUITOS II - ENG43 Aula 5 - Condições Iniciais e Finais de Carga e Descarga em
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA II
EETRÔNIA DE POTÊNIA II AUA 2 ONEROR BUK (sep-down) Prof. Marcio Kimpara UFM - Universidade Federal de Mao Grosso do ul FAENG Faculdade de Engenharias, Arquieura e Urbanismo e Geografia Aula Anerior...
INTRODUÇÃO TEÓRICA - EXPERIÊNCIA 3. Comportamento de Componentes Passivos
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLIÉCNICA Deparameno de Engenharia de Sisemas Elerônicos PSI - EPUSP PSI 3031/3212 - LABORAÓRIO DE CIRCUIOS ELÉRICOS INRODUÇÃO EÓRICA - EXPERIÊNCIA 3 Comporameno de Componenes
ENG04030 - ANÁLISE DE CIRCUITOS I ENG04030
EG04030 AÁISE DE IRUITOS I Aulas 9 ircuios e ª orem: análise no omínio o empo aracerísicas e capaciores e inuores; energia armazenaa nos componenes; associação e capaciores/inuores Sérgio Haffner ircuios
Capítulo 2: Conceitos Fundamentais sobre Circuitos Elétricos
SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA TE041 Circuios Eléricos I Prof. Ewaldo L. M. Mehl Capíulo 2: Conceios Fundamenais sobre Circuios Eléricos 2.1. CARGA ELÉTRICA E CORRENTE ELÉTRICA
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA I Aula 13 - Retificadores com regulador linear de tensão
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA I Aula 13 - Reificadores com regulador linear
5. LABORATÓRIO 5 - INDUTORES
5-1 5. LABORATÓRIO 5 - INDUTORES 5.1 OBJETIVOS Após complear essas aividades de laboraório, você deverá ser capaz de (a) (b) (c) (d) (e) (f) (g) Deerminar a reaância de um induor a parir de medidas. Deerminar
Capítulo 11. Corrente alternada
Capíulo 11 Correne alernada elerônica 1 CAPÍULO 11 1 Figura 11. Sinais siméricos e sinais assiméricos. -1 (ms) 1 15 3 - (ms) Em princípio, pode-se descrever um sinal (ensão ou correne) alernado como aquele
Circuitos Elétricos I EEL420
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL420 Coneúdo 1 - Circuios de primeira ordem...1 1.1 - Equação diferencial ordinária de primeira ordem...1 1.1.1 - Caso linear, homogênea, com
MECÂNICA DE PRECISÃO - ELETRÔNICA I - Prof. NELSON M. KANASHIRO FILTRO CAPACITIVO
. INTRODUÇÃO Na saída dos circuios reificadores, viso na aula anerior, emos ensão pulsane que não adequada para o funcionameno da maioria dos aparelhos elerônicos. Esa ensão deve ser conínua, semelhane
Análise de Circuitos Dinâmicos no Domínio do Tempo
Teoria dos ircuios e Fundamenos de Elecrónica Análise de ircuios Dinâmicos no Domínio do Tempo Teresa Mendes de Almeida [email protected] DEE Área ienífica de Elecrónica T.M.Almeida IST-DEE- AElecrónica
Capítulo 2: Proposta de um Novo Retificador Trifásico
30 Capíulo 2: Proposa de um Novo Reificador Trifásico O mecanismo do descobrimeno não é lógico e inelecual. É uma iluminação suberrânea, quase um êxase. Em seguida, é cero, a ineligência analisa e a experiência
Tópicos Especiais em Energia Elétrica (Projeto de Inversores e Conversores CC-CC)
Deparameno de Engenharia Elérica Tópicos Especiais em Energia Elérica () ula 2.2 Projeo do Induor Prof. João mérico Vilela Projeo de Induores Definição do úcleo a Fig.1 pode ser observado o modelo de um
Introdução aos Sinais
UNIVASF Análise de Sinais e Sisemas Inrodução aos Sinais Prof. Rodrigo Ramos [email protected] Classificação de Sinais Sinais Sinais geralmene ransporam informações a respeio do esado ou do comporameno
EXPERIÊNCIA 7 CONSTANTE DE TEMPO EM CIRCUITOS RC
EXPERIÊNIA 7 ONSTANTE DE TEMPO EM IRUITOS R I - OBJETIVO: Medida da consane de empo em um circuio capaciivo. Medida da resisência inerna de um volímero e da capaciância de um circuio aravés da consane
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL42 Coneúdo 8 - Inrodução aos Circuios Lineares e Invarianes...1 8.1 - Algumas definições e propriedades gerais...1 8.2 - Relação enre exciação
4 CER Compensador Estático de Potência Reativa
68 4 ompensador Esáico de Poência Reaiva 4.1 Inrodução ompensadores esáicos de poência reaiva (s ou Saic var ompensaors (Ss são equipamenos de conrole de ensão cuja freqüência de uso em aumenado no sisema
As cargas das partículas 1, 2 e 3, respectivamente, são:
18 GAB. 1 2 O DIA PROCSSO SLTIVO/2006 FÍSICA QUSTÕS D 31 A 45 31. A figura abaixo ilusra as rajeórias de rês parículas movendo-se unicamene sob a ação de um campo magnéico consane e uniforme, perpendicular
PROCESSO SELETIVO O DIA GABARITO 2 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45
PROCESSO SELETIVO 27 2 O DIA GABARITO 2 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 31. No circuio abaixo, uma fone de resisência inerna desprezível é ligada a um resisor R, cuja resisência pode ser variada por um cursor.
Teoria de Eletricidade Aplicada
1/46 Teoria de Eletricidade Aplicada Conceitos Básicos Prof. Jorge Cormane Engenharia de Energia 2/46 SUMÁRIO 1. Introdução 2. Sistemas 3. Circuitos Elétricos 4. Componentes Ativos 5. Componentes Passivos
Séries de Fourier de Senos e de Cossenos de Índices Ímpares
Séries de Fourier de Senos e de Cossenos de Índices Ímpares Reginaldo J. Sanos Deparameno de Maemáica-ICEx Universidade Federal de Minas Gerais hp://www.ma.ufmg.br/~regi 26 de seembro de 21 2 Análogo ao
Electromagnetismo e Óptica 1º Semestre 2º Exame 29/01/ :00h
Lieniatura em Engenharia e Arquitetura Naval Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespaial Eletromagnetismo e Óptia º Semestre º Exame 9//3 5:h Duração do exame: :3h Leia o enuniado om atenção. Justifique
Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48) Tema 01: Introdução à Eletrônica de Potência
Universidade Federal da Bahia Escola Poliécnica Deparameno de Engenharia Elérica Disciplina: Elerônica de Poência (ENG48) Tema 0: Inrodução à Elerônica de Poência Prof.: Eduardo Simas [email protected]
Figura 1 Carga de um circuito RC série
ASSOIAÇÃO EDUAIONAL DOM BOSO FAULDADE DE ENGENHAIA DE ESENDE ENGENHAIA ELÉTIA ELETÔNIA Disciplina: Laboraório de ircuios Eléricos orrene onínua 1. Objeivo Sempre que um capacior é carregado ou descarregado
BC 1519 Circuitos Elétricos e Fotônica
BC 1519 Circuitos Elétricos e Fotônica Capacitor / Circuito RC Indutor / Circuito RL 2015.1 1 Capacitância Capacitor: bipolo passivo que armazena energia em seu campo elétrico Propriedade: Capacitância
1 Movimento de uma Carga Pontual dentro de um Campo Elétrico
Correne Elérica Movimeno de uma Carga Ponual denro de um Campo Elérico Uma carga elérica denro de um campo elérico esá sujeia a uma força igual a qe. Se nenhuma oura força aua sobre essa carga (considerar
Movimento unidimensional. Prof. DSc. Anderson Cortines IFF campus Cabo Frio MECÂNICA GERAL
Movimeno unidimensional Prof. DSc. Anderson Corines IFF campus Cabo Frio MECÂNICA GERAL 218.1 Objeivos Ter uma noção inicial sobre: Referencial Movimeno e repouso Pono maerial e corpo exenso Posição Diferença
Capacitores. Objetivos 10.1 INTRODUÇÃO 10.2 O CAMPO ELÉTRICO
apaciores Objeivos Familiarizar-se com a consrução básica de um capacior e com os faores que afeam a sua capacidade de armazenar carga em suas placas. Ser capaz de deerminar a resposa ransiória (que varia
SEL 404 ELETRICIDADE II. Aula 04
SE 44 EETRICIDADE II Aula 4 Revisão da Aula 3 A lei de Faraday delara que: Quando um iruito elétrio é atravessado por um fluxo manétio variável, sure uma fem (tensão) induzida atuando sobre o mesmo. Além
Aula 12: Oscilações Eletromagnéticas. Curso de Física Geral III F o semestre, 2014
Aula : Oscilações Eletromagnéticas urso de Física Geral III F-38 o semestre, 4 Oscilações eletromagnéticas () Vimos: ircuitos R e R: q(t), i(t) e V(t): têm comportamento exponencial Veremos: ircuito :
Conceitos Básicos Circuitos Resistivos
Conceios Básicos Circuios esisivos Elecrónica 005006 Arnaldo Baisa Elecrónica_biomed_ef Circuio Elécrico com uma Baeria e uma esisência I V V V I Lei de Ohm I0 V 0 i0 Movimeno Das Pás P >P P >P Líquido
O potencial eléctrico de um condutor aumenta à medida que lhe fornecemos carga eléctrica. Estas duas grandezas são
O ondensador O poencial elécrico de um conduor aumena à medida que lhe fornecemos carga elécrica. Esas duas grandezas são direcamene proporcionais. No enano, para a mesma quanidade de carga, dois conduores
CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES
CAPITULO 1 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES 1.1 INTRODUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA FENG Desinase o primeiro capíulo
Cap. 5 - Tiristores 1
Cap. 5 - Tirisores 1 Tirisor é a designação genérica para disposiivos que êm a caracerísica esacionária ensão- -correne com duas zonas no 1º quadrane. Numa primeira zona (zona 1) as correnes são baixas,
Circuitos Elétricos- módulo F4
Circuios léricos- módulo F4 M 014 Correne elécrica A correne elécrica consise num movimeno orienado de poradores de cara elécrica por acção de forças elécricas. Os poradores de cara podem ser elecrões
ENGF93 Análise de Processos e Sistemas I
ENGF93 Análise de Processos e Sisemas I Prof a. Karen Pones Revisão: 3 de agoso 4 Sinais e Sisemas Tamanho do sinal Ampliude do sinal varia com o empo, logo a medida de seu amanho deve considerar ampliude
SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 04
SEL 39 COVERSÃO ELETROMECÂICA DE EERGIA Aula 4 Tópios desta Aula Exitação por orrente alternada Indutânia Eneria armazenada Campo manétio variável no tempo tensão induzida Para espira, temos: Para espiras,
CAPACITORES ASSOCIAÇÃO - CARGA - TENSÃO DE TRABALHO
APAITORES ASSOIAÇÃO - ARGA - TENSÃO DE TRABALHO A exemplo dos resistores, os capacitores podem ser associados para a obtenção de valores desejados. ASSOIAÇÃO SÉRIE: Na associação série de capacitores,
18 GABARITO 1 2 O DIA PROCESSO SELETIVO/2005 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45
18 GABARITO 1 2 O DIA PROCESSO SELETIO/2005 ÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 31. O gálio é um meal cuja emperaura de fusão é aproximadamene o C. Um pequeno pedaço desse meal, a 0 o C, é colocado em um recipiene
INTRODUÇÃO ÀS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
INTRODUÇÃO ÀS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Gil da Cosa Marques Fundamenos de Maemáica I.1 Inrodução. Equações Diferenciais Lineares.3 Equações Lineares de Primeira ordem.3.1 Equações de Primeira ordem não homogêneas
Introdução aos multivibradores e circuito integrado 555
2 Capíulo Inrodução aos mulivibradores e circuio inegrado 555 Mea dese capíulo Enender o princípio de funcionameno dos diversos ipos de mulivibradores e esudo do circuio inegrado 555. objeivos Enender
dt Quando B varia entre + 1,5 e 1,5 T, o fluxo enlaçado λ varia entre λ max e λ max, como ilustra o gráfico abaixo.
CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA Lista de exeríios sobre histerese magnétia Problema 122 (GR Slemon) [adaptada do problema 122, Slemon] Um núleo magnétio toroidal tem uma araterístia de magnetização
EN2607 Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Lista de Exercícios Suplementares 1 2 quadrimestre 2011
EN67 Transformadas em Sinais e Sisemas Lineares Lisa de Exercícios Suplemenares quadrimesre Figura Convolução (LATHI, 998) (N) (HAYKIN; VEEN,, p 79) O pulso rapezoidal x( ) da figura a seguir é aplicado
PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS E ACIONAMENTOS
MÉTODOS DE PARTIDA DOS MOTORES ASSÍNRONOS - MOTORES DE ANÉIS ARATERÍSTIAS -N 2,5 2, R 4 R 3 R 2 R REOSTATO DE PARTIDA EXTERNO AO ROTOR ONJUGADO (p.u.),5,,5 R 4, R 3 R 2 R,,2,4,6,8, ( R EXT. ) 6, ARATERÍSTIAS
Amplificadores de potência de RF
Amplificadores de poência de RF Objeivo: Amplificar sinais de RF em níveis suficienes para a sua ransmissão (geralmene aravés de uma anena) com bom rendimeno energéico. R g P e RF P CC Amplificador de
Análise e Processamento de BioSinais
Análise e Processameno de BioSinais Mesrado Inegrado em Engenaria Biomédica Faculdade de Ciências e Tecnologia Slide Análise e Processameno de BioSinais MIEB Adapado dos slides S&S de Jorge Dias Tópicos:
Lista de Exercícios n o.1. 1) O diodo do circuito da Fig. 1(a) se comporta segundo a característica linearizada por partes da Fig 1(b). I D (ma) Fig.
Universidade Federal da Bahia EE isposiivos Semiconduores ENG C41 Lisa de Exercícios n o.1 1) O diodo do circuio da Fig. 1 se compora segundo a caracerísica linearizada por pares da Fig 1. R R (ma) 2R
Aula - 2 Movimento em uma dimensão
Aula - Moimeno em uma dimensão Física Geral I - F-18 semesre, 1 Ilusração dos Principia de Newon mosrando a ideia de inegral Moimeno em 1-D Enender o moimeno é uma das meas das leis da Física. A Mecânica
As Equações de Maxwell e a Onda Eletromagnética
As Equações de Maxwell e a Onda Eletromagnétia Evandro Bastos dos antos 27 de Maio de 2017 1 Introdução Até agora vimos aqui quatro leis do no eletromagnetismo. A lei de Gauss na eletrostátia, E ˆnda =
CONVERSORES CC-CC COM ISOLAMENTO GALVÂNICO
ONERSORES ELETRÓNIOS DE POTÊNIA A ALTA FREQUÊNIA ONERSORES com isolameno galvânico ONERSORES OM ISOLAMENTO GALÂNIO FONTES DE DE ALIMENTAÇÃO OMUTADAS caracerísicas:.. saída saída regulada (regulação de
Experiência IV (aulas 06 e 07) Queda livre
Experiência IV (aulas 06 e 07) Queda livre 1. Objeivos. Inrodução 3. Procedimeno experimenal 4. Análise de dados 5. Quesões 6. Referências 1. Objeivos Nesa experiência, esudaremos o movimeno da queda de
Eletricidade Aplicada. Aulas Teóricas Prof. Jorge Andrés Cormane Angarita
Eletricidade Aplicada Aulas Teóricas Prof. Jorge Andrés Cormane Angarita Conceitos Básicos Eletricidade Aplicada Função Na engenharia é usual que um fenômeno físico seja representado matematicamente através
Aula 17. Capacitor Introdução
Aula 17 Capacitor Introdução Conceito Resistores: Elemento linear passivo que exclusivamente dissipa energia Capacitor Capacitores e indutores: Elementos lineares passivos que armazenam energia que posteriormente
Frequência de corte 𝕍 𝒋𝝎 𝑉𝑠 𝑡 = 2 cos 𝜔𝑡 + 0𝑜 𝑉 𝐶 = 1𝜇𝐹 𝑅 = 1𝐾Ω 𝜔𝑐 𝝎 (𝒓𝒂𝒅/𝒔𝒆𝒈)
Aula 25 Revisão P3 Frequência de corte V jω Vs t = 2 cos ωt + 0 o V C = 1μF R = 1KΩ ω c ω (rad/seg) Frequência de corte V C = V S 1 jωc R + 1 jωc = V S 1 1 + jωrc V R = V S R R + 1 jωc = V S jωrc 1 + jωrc
Campo magnético variável
Campo magnéico variável Já vimos que a passagem de uma correne elécrica cria um campo magnéico em orno de um conduor aravés do qual a correne flui. Esa descobera de Orsed levou os cienisas a desejaram
