As Equações de Maxwell e a Onda Eletromagnética
|
|
|
- Joaquim Madureira Amaral
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 As Equações de Maxwell e a Onda Eletromagnétia Evandro Bastos dos antos 27 de Maio de Introdução Até agora vimos aqui quatro leis do no eletromagnetismo. A lei de Gauss na eletrostátia, E ˆnda = q int ε 0. (1) A lei de Gauus na magnetostátia, B ˆnda = 0. (2) A lei de Faraday para ampos induzidos, E d l = dφ B dt. (3) E a lei de Ampère B d l = µ 0 i en. (4) Olhando as quatro equações podemos pereber simetria entre as leis de Gauss da eletrostátia e da magnetostátia. Em ambos asos, temos que um erto fluxo é igual a uma onstante. Na lei de Faraday om a lei de Ampère não temos simetria. A primeira trata de um ampo induzido gerado por uma variação de fluxo e a segunda de um ampo induzido por uma orrente que pode ser onstante. A lei de Faraday garante que uma variação de um fluxo de ampo magnétio através de uma espira gera um ampo elétrio em sentido rotaional e om direção oposta aquele enontrada pela regra da mão direita, omo visto na figura 1. 1
2 Figura 1: Variação do fluxo de ampo magnétio em uma espira gerando um ampo elétrio induzido. 2 Corrente de Desloamento Podemos então imaginar alguma analogia para a lei de Ampère? Na figura 2, visualizamos omo seria essa analogia. Figura 2: Variação do fluxo de ampo elétrio em uma espira gerando um ampo magnétio induzido. Então se a lei de Faraday é esrita omo Uma analogia para a lei de Ampère pode ser esrita na forma E d l = dφ B dt. (5) B d l = dφ E dt. (6) Ou seja, uma variação de fluxo de ampo elétrio pode riar um ampo magnétio induzido e rotaional, omo visto na figura 2. Dimensionalmente a equação 6 está errada. A orreção pode ser feita multipliando por µ 0 ε 0 B d l = µ 0 ε 0 dφ E dt. (7) Em uma espira de área A, a variação do fluxo de ampo elétrio é determinado por dφ E dt = A t. (8) 2
3 Entretanto, preisamos verifiar se isso realmente é verdade e omo podemos onstruir esse ampo magnétio variável. Para isso vamos onsiderar o proesso de arga de um apaitor, om duas plaas planas. Figura 3: Campo elétrio entre as plaas de um apaitor durante o proesso de arregamento Durante o proesso de arregamento visto na figura 3, temos que o a arga em ada uma das plaas está aumentando, onsequentemente a diferença de potenial está variando, o que ausa um ampo elétrio que aumenta O ampo elétrio dentro de um apaitor é dado por t > 0 (9) e a área das plaas é A, e a arga Q. Temos que, E = σ ε 0 (10) E a variação é, portanto, E = Q Aε 0 (11) t = Q t Aε 0 (12) t = 1 dq Aε 0 dt (13) Como o já vimos, dq dt = i, t = i Aε 0. (14) Isso signifia que há uma orrente dentro de um apaitor, dada pela variação do ampo elétrio entre as plaas durante o proesso de arga (e de desarga). Dentro de um apaitor, há um material isolante (dielétrio) ou o váuo. Então não pode haver orrente elétria de ondução entre as plaas. À essa orrente, damos então o nome de orrente de desloamento, pois ela é responsável por promover o desloamento de argas entre as plaas do apaitor, visto que, quando inserido em um iruito elétrio, o apaitor permite a passagem de orrente. Podemos verifiar se essa orrente é verdadeira utilizando a lei de Ampère. 3
4 Figura 4: Lei de Ampère apliada dentro de um apaitor. Dentro de um apaitor (figura 4), há a orrente de desloamento (i d ). Para essa orrente apliamos a lei de Ampère na forma B d l = µ 0 i d (15) Esolhendo omo urva amperiana uma irunferênia de raio a, temos que e apliar a mesma lei fora do apaitor, enontramos B d 2πa = µ 0 i d varphi ˆ (16) B d = µ 0i d 2πa. (17) B 2πa = µ 0 i varphi ˆ (18) B = µ 0i 2πa. (19) Medindo ambos os ampos, dentro de fora do apaitor é enontrado o mesmo valor, B d = B. (20) Isso signifia que, para que os ampos tenham o mesmo valor, as orrentes de ondução e de desloamento devem ter, portanto, os mesmos valores numérios. i d = i. (21) Mesmo tendo naturezas e oneitos diferentes, elas possuem o mesmo valor numério. Portanto adiionando a ontribuição, ou orreção, de Maxwell a lei de Ampère, podemos esrever de uma forma mais ompleta B d l = µ 0 i + µ 0 ε dφ E dt que é onheida por lei de Ampère-Maxwell. (22) 4
5 3 Ondas Eletromagnétias Essa não foi a únia ontribuição de Maxwell para o eletromagnetismo. Ele ainda perebeu que as quatro leis poderiam formar uma entidade ainda mais interessante. E ˆndA = q ε 0 (23) B ˆndA = 0 (24) E d l = ε dφ B dt B d l = µ 0 i + µ 0 ε dφ E dt No álulo diferenial e integral de muitas variáveis há dois teoremas. O teorema da divergênia de Gauss e o teorema do rotaional de tokes (25) (26) A ˆnd = div( A)dV (27) V A ˆnd = AdV (28) V A d l = rot( A)d (29) A d l = ( A) d (30) Apliando o teorema da divergênia nas leis de Gauss da eletrostátia e do magnetismo e o terema de stokes nas leis de Faraday e de Ampère-Maxwell, temos que E = ρ ε 0 (31) B = 0 (32) E = B t (33) B = µ 0J + t (34) em que ρ é a densidade volumétria de arga dentro da superfíie gaussiana e J é a densidade superfiial de orrente que atravessa do fio, na lei de Ampère-Maxwell. Essas são as formas difereniais das equações do eletromagnetismo. Com essas formas é mais fáil interpretar ada um delas. Na lei de Gauss da eletrostátia vemos que o ampo elétrio pode divergir ou onvergir para um ponto e é proporional a distribuição de arga no espaço. Na lei de Gauss da magnetostátia temos que não há divergênia de argas, ou seja, só há linhas de ampo fehadas. Na lei de Faraday temos que uma variação de um ampo magnétio ausa a indução de um ampo elétrio rotaional à variação. E, por fim, na lei de Ampère-Maxwell temos que um 5
6 distribuição de orrente ausa um ampo magnétio rotaional a essa distribuição ou uma variação de ampo elétrio induz um ampo magnétio rotaional a ele. Ainda sobre a lei de Ampère-Maxwell, é importante notar que na região que houver densidade de orrente de ondução não haverá orrente de desloamento, e na região que houver orrente de desloamento não há orrente de ondução, existindo, quando houver, apenas uma delas por vez. Com essas formas diferenias, podemos então utilizar a identidade vetorial. A = ( A) 2 A (35) e onsiderarmos que os ampos elétrio e magnétio estão no váuo, não há arga (ρ = 0), nem orrente (J = 0), portanto Como E = ( E) 2 E = 2 E (36) B = ( B) 2 B = 2 B (37) substituindo 38 em 36 e 39 em 37 E = B t B = µ 0 ε 0 t (38) (39) µ 0 ε 0 t = 2 E (40) B µ 0 ε 0 t = 2 B (41) Como os segundos membros de 40 e 41 são derivadas espaiais, podemos esrever µ 0 ε 0 E t = E x 2 (42) µ 0 ε 0 B t = B x 2 (43) Para uma onda senoidal que se propaga om veloidade v a equação orrespondente é 1 A v 2 t = A x. (44) 2 6
7 Figura 5: Onda eletromagnétia Portanto se ompararmos as equações 42 e 43 om 44, vemos que elas são tabém a equação de uma onda. Essa onda que se prograga sobre ampos elétrios e ampos magnétios é hamada de onda eletromagnétia. Possui veloidade v = 1 µ 0 ε 0 (45) no váuo. É a onstante onheida por veloidade da luz, popurlamente utilizamos a letra. 3.1 Espetro Eletromagnétio Como qualquer outra onda, também podemos definir algumas grandezas assoiadas, omo o omprimento de onda (λ) que a distânia entre duas ristas (ou dois vales). O período que é o tempo em que oorre um ilo de osilação ompleto, e a frequênia (f) que é o inverso do período, ou melhor, quantos ilos de osilação oorre em uma unidade de tempo. Para uma onda propagante, a veloidade v se relaiona om o omprimento de onda e om a frequênia na forma v = λf. (46) Assim, vemos que quanto maior a frequênia, menor será o omprimento de onda de uma onda que se propaga om veloidade onstante v. Essa relação de frequênia om omprimento de onda, nos fornee o hamado espetro eletromagnétio, que é omo se omporta, e qual apliação, de ada faixa de frequênia ou omprimento de uma onda eletromagnétia. O espetro eletromagnétio é a distribuição da intensidade da radiação eletromagnétia om relação ao seu omprimento de onda ou frequênia. 7
8 Figura 6: Espetro eletromagnétio As ondas eletromagnétias são muito onheidas e empregadas na iênia e na tenologia. ão ondas eletromagnétias: as ondas de rádio, as miro-ondas, a radiação infravermelha, os raios X e raios gama e a luz visível ao olho humano. Exeríios: Halliday 9ed ap 32: 1, 5, 13, Uma onda eletromagnétia perde intensidade ao entrar em alguns meios. Considerando que uma onda eletromagnétia perde muita intensidade ao entrar na água, justifique o fato do fundo do mar ser esuro. 2. Uma onda eletromagnétia neessita de um meio para se propagar? 3. Qual a ordem de grandeza do omprimento de onda e da frequênia da luz visível? 4. Uma onda de rádio se propaga no ar om frequênia de 100khz, qual o seu omprimento de onda? 8
Electromagnetismo e Óptica 1º Semestre 2º Exame 29/01/ :00h
Lieniatura em Engenharia e Arquitetura Naval Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespaial Eletromagnetismo e Óptia º Semestre º Exame 9//3 5:h Duração do exame: :3h Leia o enuniado om atenção. Justifique
Máquinas Elétricas. Introdução Parte II
Máquinas Elétrias Introdução Parte II Introdução Nos átomos de ferro e de outros metais similares (obalto, níquel e algumas de suas ligas), os ampos magnétios tendem a estar estreitamente alinhados entre
Indutância. 1 Resumem da aula anterior. 2 Propriedades magnéticas da matéria. Aula de março de 2011
Indutânia Aula 2 22 de março de 2011 1 Resumem da aula anterior Na aula anterior estudamos o iruito RL e vimos que a orrente no iruito, quando a fem externa está ligada está dada por i(t) = E ) (1 e R
Eletromagnetismo Potenciais Eletromagnéticos: a Solução Geral
Eletromagnetismo Poteniais Eletromagnétios: a Solução Geral Eletromagnetismo» Poteniais Eletromagnétios: a Solução Geral 1 Os Poteniais Vetor e Elétrio As leis dinâmias da físia são voltadas para a desrição
INDUÇÃO MAGNÉTICA. Indução Magnética
INDUÇÃO MAGNÉTIA Prof. ergio Turano de ouza Lei de Faraday Força eletromotriz Lei de Lenz Origem da força magnética e a conservação de energia.. 1 Uma corrente produz campo magnético Um campo magnético
Introdução à Física Moderna
Físia IV Poli Engenharia Elétria: 9ª Aula (15/09/014) Prof. Alvaro Vannui Introdução à Físia Moderna No final do séulo XIX já se onheiam as equações de Maxwell mas não se tinha ainda um onepção sólida
Gabarito (Exame )
Gabarito (Exame 010.1) 1 A) Alternativa (d) O fluxo do ampo elétrio através de uma superfíie Gaussiana qualquer é = E nda A interseção da superfíie Gaussiana om o plano arregado é uma irunferênia de raio
Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos Laboratório Avançado de Física EFEITO FOTO ELÉTRICO
Universidade de São Paulo Instituto de Físia de São Carlos Laboratório vançado de Físia EFEITO FOTO ELÉTRICO Introdução O fenômeno no qual elétrons são emitidos de uma superfíie metália quando inide nesta
Problema 4.40 do livro do Symon
Problema 4.4 do livro do Symon O problema 4.4 do livro do Symon é uma variação do que vimos na postagem Dois osiladores harmônios aoplados pois onsta de três massas presas a duas molas ao longo de um eixo
2. Radiação de Corpo Negro
Apostila da Disiplina Meteorologia Físia II ACA 036, p. 14. Radiação de Corpo Negro Define-se omo orpo negro o meio ou substânia que absorve toda a radiação inidente sobre ele, independentemente do omprimento
Eletromagnetismo I. Preparo: Diego Oliveira. Aula 4
Eletromagnetismo I Prof. Ricardo Galvão - 2 emestre 2015 Preparo: Diego Oliveira Aula 4 Equações de Maxwell O livro texto inicia a apresentação de Eletromagnetismo pela Eletrostática. No entanto, antes
Campo Magnético - Lei de Lenz
Campo Magnético - Lei de Lenz Evandro Bastos dos Santos 22 de Maio de 2017 1 Introdução Na aula passada vimos como uma variação do fluxo de campo magnético é capaz de provocar uma fem induzida. Hoje continuamos
Ondas Eletromagnéticas. Física Geral F-428
Ondas letromagnétias Físia Geral F-48 1 Radiação letromagnétia & Ondas letromagnétias Ondas letromagnétias: Veremos: Radiação eletromagnétia é uma forma de energia que se propaga no espaço, em meios materiais
ANALYTICAL METHODS IN VIBRATION. Leonard Meirovitch Capitulo 1
ANALYTICAL METHODS IN VIBRATION Leonard Meirovith Capitulo Comportamento de sistemas Um sistema é definido omo uma montagem de omponentes atuando omo um todo. Os omponentes são lassifiados e definidos
Lei de Gauss. Evandro Bastos dos Santos. 21 de Maio de 2017
Lei de Gauss Evandro Bastos dos antos 21 de Maio de 2017 1 Fluxo de Campo Elétrico Com a lei de Coulomb calculamos o campo elétrico utilizando uma distribuição de cargas. E a soma vetorial do campo elétrico
SEL 404 ELETRICIDADE II. Aula 04
SE 44 EETRICIDADE II Aula 4 Revisão da Aula 3 A lei de Faraday delara que: Quando um iruito elétrio é atravessado por um fluxo manétio variável, sure uma fem (tensão) induzida atuando sobre o mesmo. Além
Capítulo IX Equações de Maxwell. Propagação de ondas electromagnéticas
LCTROMAGNTISMO Curso de letrotenia e de Computadores º Ano º Semestre - Capítulo IX quações de Maxwell. Propagação de ondas eletromagnétias 9. quações de Maxwell e as desobertas de Hertz 9.. As equações
Cavidades Ressonantes. Vitaly Esquerre
Cavidades Ressonantes Vitaly Esquerre Em freqüênias na faixa de miroondas (> 3MHz), elementos loalizados tais omo R, L e C têm omportamento bastante diverso de seu omportamento em baixas freqüênias. Isto
3.Um feixe de luz laser, de comprimento de onda 400nm m, tem intensidade
1.Em um laboratório de físia, estudantes fazem um experimento em que radiação eletromagnétia de omprimento de onda λ 300 nm inide em uma plaa de sódio, provoando a emissão de elétrons. Os elétrons esapam
Parte 1 Conceitos Básicos em Circuitos
Parte Coneitos ásios em Ciruitos Manétios Conversão Eletromeânia da Eneria Eneria primária Usina (onversão) Transmissão e Distribuição Eletrônia de Potênia Uso Final (onversão) ELE 34 -Parte -Coneitos
Aula-7 Teoria da Relatividade
Aula-7 Teoria da Relatiidade Os Postulados i) Postulado da relatiidade: As leis da físia deem ser eatamente as mesmas se desritas por obseradores em diferentes refereniais ineriais. Não eiste um referenial
Torção Deformação por torção de um eixo circular
Torção Deformação por torção de um eixo irular Torque é um momento que tende a torer um elemento em torno de seu eixo longitudinal. Se o ângulo de rotação for pequeno, o omprimento e o raio do eixo permaneerão
dt Quando B varia entre + 1,5 e 1,5 T, o fluxo enlaçado λ varia entre λ max e λ max, como ilustra o gráfico abaixo.
CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA Lista de exeríios sobre histerese magnétia Problema 122 (GR Slemon) [adaptada do problema 122, Slemon] Um núleo magnétio toroidal tem uma araterístia de magnetização
Descobrindo medidas desconhecidas (II)
A UU L AL A Desobrindo medidas desonheidas (II) Q uem trabalha no ramo da meânia sabe que existem empresas espeializadas em reforma de máquinas. As pessoas que mantêm esse tipo de atividade preisam ter
CRÍTICAS À EQUAÇÃO E AO SIGNIFICADO FÍSICO DA CONSTANTE DA ESTRUTURA FINA
CRÍTICAS À EQUAÇÃO E AO SIGNIFICADO FÍSICO DA CONSTANTE DA ESTRUTURA FINA Segundo a Teoria aeita, a Constante de estrutura fina, é onsiderada omo universal. É uma grandeza que tem origem na observação
D ln. 2πε. Testes SELE2. tanh 2. B = e
Testes SEE Considere a linha trifásia de AT, om ondutores Alumínio Aço de seção 36 mm, diâmetro 3,5 mm e ondutividade σ 8,7 Ω - mm - m, as fases são onstituídas por feixes de dois ondutores distaniados
SEL 329 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA. Aula 04
SEL 39 COVERSÃO ELETROMECÂICA DE EERGIA Aula 4 Tópios desta Aula Exitação por orrente alternada Indutânia Eneria armazenada Campo manétio variável no tempo tensão induzida Para espira, temos: Para espiras,
AULA 03 O FLUXO ELÉTRICO. Eletromagnetismo - Instituto de Pesquisas Científicas
ELETROMAGNETISMO AULA 03 O FLUXO ELÉTRICO Vamos supor que exista certa superfície inserida em uma campo elétrico. Essa superfície possui uma área total A. Definimos o fluxo elétrico dφ através de um elemento
Jason Alfredo Carlson Gallas
Exeríios Resolvidos de Teoria Eletromagnétia Jason Alfredo Carlson Gallas Professor Titular de Físia Teória Doutor em Físia pela Universidade udwig Maximilian de Munique, Alemanha Universidade Federal
MICROELETRO) NICA LISTA DE EXERCI0CIOS UNIDADE 1
MIROELETRO) NIA LISTA DE EXERI0IOS UNIDADE ernando Moraes 8/JANEIRO/206 ) Expliar na tabela abaixo a influênia dos prinipais parâmetros do transistor MOS na orrente I ds (orrente dreno-soure). Parâmetro
ONDAS E LINHAS DE TRANSMISSÃO
ONDAS E LINHAS DE TRANSMISSÃO Prof. Pierre Vilar Dantas Turma: 0092-A Horário: 5N ENCONTRO DE 15/02/2018 Plano de ensino Professor www.linkedin.com/in/pierredantas/ Seção I Ondas eletromagnéticas. Equações
CRÍTICAS À EQUAÇÃO E AO SIGNIFICADO FÍSICO DA CONSTANTE DA ESTRUTURA FINA
CRÍTICAS À EQUAÇÃO E AO SIGNIFICADO FÍSICO DA CONSTANTE DA ESTRUTURA FINA LUIZ CARLOS DE ALMEIDA Segundo a Teoria aeita, a Constante de estrutura fina, é onsiderada omo universal. É uma grandeza que tem
Física. Resumo Eletromagnetismo
Física Resumo Eletromagnetismo Cargas Elétricas Distribuição Contínua de Cargas 1. Linear Q = dq = λ dl 2. Superficial Q = dq = σ. da 3. Volumétrica Q = dq = ρ. dv Força Elétrica Duas formas de calcular:
PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS E ACIONAMENTOS
MÉTODOS DE PARTIDA DOS MOTORES ASSÍNRONOS - MOTORES DE ANÉIS ARATERÍSTIAS -N 2,5 2, R 4 R 3 R 2 R REOSTATO DE PARTIDA EXTERNO AO ROTOR ONJUGADO (p.u.),5,,5 R 4, R 3 R 2 R,,2,4,6,8, ( R EXT. ) 6, ARATERÍSTIAS
RELAÇÕES ENTRE TEMPERATURA E ENERGIA CINÉTICA DAS RADIAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. Luiz Carlos de Almeida
RELAÇÕES ENRE EMPERAURA E ENERGIA CINÉICA DAS RADIAÇÕES ELEROMAGNÉICAS A atástroe do ultravioleta: Luiz Carlos de Almeida Na tentativa de resolução da emissão de um orpo negro aqueido, vários ientistas
4.2 Modulação de Amplitude em Banda Lateral Dupla
4. Modulação de Amplitude em Banda Lateral Dupla ipos de modulação em amplitude om banda lateral dupla (DSB ou Double SideBand): a) AM (Amplitude Modulation) modulação em amplitude, padrão. b) DSB-SC (Double
I ind. Indução eletromagnética. Lei de Lenz. Fatos (Michael Faraday em 1831): 2 solenóides
Lei de Lenz Fatos (Michael Faraday em 1831): solenóides A I ind A I ind ao se ligar a chave, aparece corrente induzida na outra espira I di > 0 ao se desligar a chave, também aparece corrente induzida
Ismael Rodrigues Silva Física-Matemática - UFSC. cel: (48)
Ismael Rodrigues Silva Física-Matemática - UFSC cel: (48)9668 3767 Maxwell formulou um conjunto de 4 equações (equações de Maxwell) que desempenham no eletromagnetismo o mesmo papel que as leis de Newton
Fatores básicos para o dimensionamento de um condutor:
4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 1 Fatores básios para o dimensionamento de um ondutor: fator de tipo de sistema: método de potênia da 1f, 2f, 3f instalação arga potênia ou orrente da arga natureza
Macroeconomia Revisões de Derivadas para aplicação no cálculo de multiplicadores
Maroeonomia 64 Revisões de Derivadas para apliação no álulo de multipliadores Nota introdutória: O que se segue é uma pequena revisão do oneito de derivada e algumas regras de derivação que são utilizadas
RELATÓRIO TÉCNICO - CIENTÍFICO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIBIC: CNPq, CNPq/AF, UFPA, UFPA/AF, PIBIC/INTERIOR,
INTRODUÇÃO À RADIAÇÃO ELECTROMAGNÉTICA
INTRODUÇÃO À RADIAÇÃO ELECTROMAGNÉTICA Estudo do ampo de radiação emitido por uma arga elétria aelerada Resumo Nestes apontamentos faz-se uma breve introdução ao estudo da radiação eletromagnétia Explia-se
COEFICIENTES DE ATRITO
Físia Geral I MIEET Protoolos das Aulas Prátias Departamento de Físia Universidade do Algarve COEFICIENTES DE ATRITO 1. Resumo Corpos de diferentes materiais são deixados, sem veloidade iniial, sobre um
FÍSICA MODERNA. 2. (Epcar (Afa) 2016) O diagrama abaixo ilustra os níveis de energia ocupados por elétrons de um elemento químico A.
FÍSICA MODERNA 1. (Ufg 014) Em 1989, foi anuniada a realização em laboratório da assim hamada fusão a frio, um proesso de fusão nulear à temperatura ambiente realizada por meio de uma élula eletroquímia.
Estudo Dirigido de Matemática 2 o Trimestre
Nome: Nº Colégio Nossa Senhora das Dores 1º ano EM Prof. Manuel Data: / /009 Estudo Dirigido de Matemátia o Trimestre Prezado(a) aluno(a), Devido à interrupção das aulas durante o período ompreendido entre
ONDAS ELETROMAGNÉTICAS: 2 CAPÍTULO 33 HALLIDAY, RESNICK. 8ª EDIÇÃO. Revisão: O espectro eletromagnético. Prof. André L. C.
ONDAS ELETROMAGNÉTICAS: Prof. André L. C. Conceição DAFIS CAPÍTULO 33 HALLIDAY, RESNICK. 8ª EDIÇÃO Ondas eletromagnéticas Revisão: O espectro eletromagnético comp. de onda (em metros) tam. de um comp.
Exercícios de Aprofundamento Fis Ondas Harmônicas
1. (Unesp 015) Em ambientes sem laridade, os moregos utilizam a eoloalização para açar insetos ou loalizar obstáulos. Eles emitem ondas de ultrassom que, ao atingirem um objeto, são refletidas de volta
