Fatores básicos para o dimensionamento de um condutor:
|
|
|
- Vera Gesser Farias
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 1 Fatores básios para o dimensionamento de um ondutor: fator de tipo de sistema: método de potênia da 1f, 2f, 3f instalação arga potênia ou orrente da arga natureza da arga frequênia nominal distânia da arga ao ponto de suprimento tensão nominal Dimensionamento ondutor orrente de urto iruito
2 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 2 Fios e Cabos Condutores: Cabo Tripolar
3 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 3 Sistemas de Distribuição: Monofásio (F N) Monofásio a três ondutores Trifásio Delta (3F) Trifásio Estrela (3F) Trifásio a 4 ondutores Estrela (3F N) Trifásio a 5 ondutores Estrela (3F N T)
4 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 4 Critérios básios para divisão dos iruitos (NBR 5410:2004) a) Divisão dos iruitos de aordo om as neessidades, de forma a satisfazer: Segurança Evitar qualquer perigo e limitar as onsequênias de uma falta a uma área restrita. Evitar o riso de realimentação inadvertida através de outro iruito. Conservação de Energia Funionais Evitar os inovenientes que possam resultar de um iruito únio, tal omo um só iruito de iluminação. Failitar o ontrole do nível de iluminamento. Ciruitos individuais para tomadas e iluminação. Ciruitos individuais para diferentes ambientes, tais omo refeitórios, sala de reuniões et. Ciruitos individuais para motores e outros equipamentos. Produção Ciruitos individuais para diferentes setores de produção (tipo de indústria). Manutenção Failitar as verifiações e os ensaios. b) Ciruitos espeífios para determinadas partes da instalação. ) Criar ondições nos quadros de omandos e ondutos para futuras ampliações. d) Distribuir de forma equilibrada as argas monofásias e bifásias entre as fases.
5 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 5 Critérios para dimensionamento da seção mínima dos ondutores de fase: A seção mínima dos ondutores elétrios deve satisfazer, simultaneamente, aos três ritérios seguintes: 1. Capaidade de ondução de orrente, ou simplesmente ampaidade. 2. Limites de queda de tensão. 3. Capaidade de ondução de orrente de urto iruito iruitoportempo tempo limitado. Nota: Os ondutores são iniialmente dimensionados pelos dois primeiros ritérios e quando do dimensionamento das proteções baseado nas intensidades das orrentes de falta, é neessário onfrontar os valores destas e os respetivos tempos de atuação da proteção para eliminação da falta, om os valores admitidos pelo isolamento dos ondutores. A seção do ondutor é esolhida omo a maior entre os três ritérios.
6 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 6 1. Critério da apaidade de ondução de orrente (iluminação, tomadas, argas gerais): Ciruito Monofásio: I V f P os( ) Ciruito Bifásio: I V ff P os( ) I : Corrente de projeto ou de arga (A) P : Potênia da arga (W) V f :Tensão entre fase e neutro (V) os( ): Fator de potênia da arga V ff :Tensão de linha entre fases (V) Ciruito Trifásio: I 3V os( ) ff P
7 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 7 1. Critério da apaidade de ondução de orrente (motores): Instalação de um motor (iruito terminal): I FsI nm (A) I nm 736 P nm 3V os( ) nm (A) Fs: Fator de serviço do motor (=1 quando não espeifiado) I nm : Corrente nominal do motor (A) Pnm: Potênia nominal do motor (v) V : Tensão nominal do motor (V) Fator de Serviço (Fs): é um número que pode ser multipliado pela potênia nominal do motor, a fim de se obter a arga permissível que o mesmo pode aionar, em regime ontínuo. Representa uma potênia adiional ontínua. nm Instalação de um agrupamento de motores (CCM): I Fs I Fs I... Fs I (A) I Fs (A) () I () (1) nm (1) (2) nm (2) ( n ) nm ( n ) () i nm() i i1 n : Número de motores agrupados no CCM Nota: Quando os motores possuírem fatores de potênia muito diferentes, o valor de I deve ser alulado através da soma vetorial das omponentes ativas e reativas. n
8 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 8 1. Critério da apaidade de ondução de orrente (apaitores): I A apaidade mínima de orrente do ondutor deve ser igual a 135% do valor da orrente nominal do apaitor ou bano de apaitores. In : orrente nominal do apaitor ou bano (A) 1000 Q 1, 35 In (A) In (A) Q: Potênia do apaitor ou bano (kvar) 3 V ff V : Tensão de linha sobre o apaitor (V) Fatores de orreção de orrente I orrigida id I K K K (A) K 1: Fator de orreção para temperatura ambiente ( 30 C) K2: Fator de orreção para resistividade térmia ( 2,5K m/w) K : Fator de orreção de agrupamento de iruitos ( 4 ondutores arregados) 3 Nota: Com os valores das orrentes máximas aluladas para ada tipo de arga, e de aordo om o método de instalação (tabelas de métodos de referênias e tabela de tipos de linhas elétrias), determinar a seção nominal ldo ondutor utilizando as tabelas bl de apaidade d de ondução de orrente. Apliar os fatores de orreção de orrentes quando as ondições da instalação forem diferentes daquelas das tabelas de apaidade de ondução de orrentes. ff
9 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 9
10 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 10
11 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 11
12 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 12
13 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 13
14 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 14
15 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 15
16 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 16 Nota: ota Se um u ag agrupamento upa e to o onsiste s ste eem N o ondutores duto es isolados so ados ou abos u unipolares, po a es, pode podem se se onsiderar tanto N/2 iruitos om 2 ondutores arregados omo N/3 iruitos om 3 ondutores arregados.
17 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 17
18 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 18 Exemplo de apliação 4.1 (3.5): Determinar a seção dos ondutores isolados em PVC que alimentam um CCM que alimenta três motores de 40 v e quatro motores de 15 v, todos de IV polos ligados em tensão de 380V e om fatores de serviço unitários. Exemplo de apliação 4.2: Determinar a seção dos ondutores isolados em PVC que alimentam um CCM que alimenta dois motores de 40 v e três motores de 50 v, todos de II polos ligados em tensão de 380V. Os motores são da mara WEG trifásio gaiola de esquilo. Exemplo de apliação 4.3: Dt Determinar a seção dos ondutores instalados em eletroduto lt dt aparente isolados em PVC para instalar um bano de apaitores om potênia de 50 kvar, 380 V e 60 Hz.
19 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores Dimensionamento de Ciruitos de Motores 19 Exemplo de apliação 4.1
20 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 20 Motores WEG trifásio Gaiola de Esquilo Exemplo de apliação 4.2
21 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores Critério do limite da queda de tensão (qualquer q arga): g) S Ciruito Monofásio/Bifásio: 200 L I 2 2 : resistividade do material ondutor (obre=1/56 mm /m) L : Comprimento do iruito (m) (mm ) VV V f :Tensão entre fase e neutro (V) (monofásio) f VV : Queda de tensão máxima admitida (%) Nota: O iruito sendo bifásio utilizar a tensão entre fases. Ciruito Trifásio: S L I 2 3 I L Ros X sen (mm ) V (%) V V 10N V ff p ff N p : Número de ondutores em paralelo por fase R: Resistênia do ondutor (m /m) X : Reatânia do ondutor (m /m) : Ângulo do fator de potênia da arga (graus)
22 4 Dimensionamento de Ciruitos de Motores 22
Compensação de Sistemas Elétricos. Módulo 2.1 Medidas Corretivas para Adequar Níveis de Tensão (Banco de Capacitores) Luís Carlos Origa de Oliveira
Compensação de Sistemas Elétrios Módulo.1 Medidas Corretivas para Adequar Níveis de Tensão ( uís Carlos Origa de Oliveira Medidas Corretivas em SDE Medidas orretivas para adequar os níveis de tensão. (redes
PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS E ACIONAMENTOS
MÉTODOS DE PARTIDA DOS MOTORES ASSÍNRONOS - MOTORES DE ANÉIS ARATERÍSTIAS -N 2,5 2, R 4 R 3 R 2 R REOSTATO DE PARTIDA EXTERNO AO ROTOR ONJUGADO (p.u.),5,,5 R 4, R 3 R 2 R,,2,4,6,8, ( R EXT. ) 6, ARATERÍSTIAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO Os fatores básicos que envolvem o dimensionamento de um condutor são: tensão nominal; frequência nominal; potência ou
η= = VALORES NOMINAIS DOS MOTORES POTÊNCIA CORRENTE (A) NO EIXO ABSORVIDA FP η (220 V) (CV) DA REDE (KW)
(c) Rendimento É a relação entre a potência fornecida ao eixo e a potência elétrica de entrada, ou seja, (Veja Tabela 3), P P util η= = total P P mecanica eletrica (d) Fator de potência Relação entre a
Instalações Elétricas Prediais A ENG04482
Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 12 Dimensionamento de Condutores (Critério da capacidade de corrente) Porto Alegre - 2012 Tópicos Dimensionamento de condutores
Instalações Elétricas Industriais
Instalações Elétricas Industriais ENG 1480 Professor: Rodrigo Mendonça de Carvalho Dimensionamento de Condutores Elétricos Livro: João Mamede Filho Instalações Elétricas Industriais 2 Dimensionamento de
Plugues e Tomadas Industriais
Caraterístias Gerais Tampa: em todas as onexões a tampa garante o índie de proteção espeífio. Além disso, possui uma trava meânia que impede a sua desonexão por vibrações. Contato de terra: proporiona
Dimensionamento de condutores
Dimensionamento de condutores Tipos de Condutores Condutores isolados Condutores unipolar Condutores multipolar Critérios para dimensionamento: Capacidade de condução de corrente; Queda de Tensão; Seção
Cabo Fiter Flex 0,6/1kV
abo Fiter Flex 0,6/1kV São destinados às instalações gerais em eletrodutos ao ar livre (em bandejas, prateleiras ou suporte análogos), perfilados, espaços de construção, bem como sistemas subterrâneos
CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO DE CIRCUITOS
RTÉROS DE DMENSONAMENTO DE RUTOS 1) RTÉRO DE APADADE DE ONDUÇÃO DE ORRENTE A corrente de dimensionamento será obtida a partir da seguinte equação: dim t n F F a Onde: orrente de dimensionamento; dim F
Electromagnetismo e Óptica 1º Semestre 2º Exame 29/01/ :00h
Lieniatura em Engenharia e Arquitetura Naval Mestrado Integrado em Engenharia Aeroespaial Eletromagnetismo e Óptia º Semestre º Exame 9//3 5:h Duração do exame: :3h Leia o enuniado om atenção. Justifique
D ln. 2πε. Testes SELE2. tanh 2. B = e
Testes SEE Considere a linha trifásia de AT, om ondutores Alumínio Aço de seção 36 mm, diâmetro 3,5 mm e ondutividade σ 8,7 Ω - mm - m, as fases são onstituídas por feixes de dois ondutores distaniados
Eficiência Energética Fundação Santo André - Professor Mario Pagliaricci
Fundação Santo André - Professor Mario Pagliaricci INSTALAÇÔES ELÉTRICAS 1 Apresentação 2 Circuitos Elétricos - Monofásicos 3 Circuitos Elétricos - Trifásicos 4 Cálculo de Correntes 5 Dimensionamento Conceitos
Fatores de Correção da Capacidade de Condução de Corrente
Considerações iniciais Neste módulo, apresentaremos os fatores de correção das capacidades de condução de corrente, relativos à temperatura ambiente e o agrupamento de circuitos, de acordo com as prescrições
Plugues e Tomadas Industriais
Plugues e Tomadas Industriais A Linha de Soprano é indiada para onexão de diversos equipamentos, em amientes sujeitos a pó, água, umidade, intempéries, respingos quentes, agentes químios, impatos e virações.
Instalações Elétricas Prediais. Condutores Elétricos. Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki
Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki Conceito -É assim chamado todo material que possui a propriedade de conduzir ou transportar energia elétrica. -Os condutores devem ser analisados sobre seguintes aspectos.
BC 1519 Circuitos Elétricos e Fotônica
BC 1519 Ciruitos Elétrios e Fotônia Teoremas de iruitos elétrios 011.3 1 Teoremas da Análise de Ciruitos Elétrios Teorema da Superposição Teoremas de Thévenin e Norton Teorema da Máxima Transferênia de
Capacidade de Condução de Corrente de Cabos de Alumínio Nu
Capaidade de Condução de Corrente de Cabos de Alumínio Nu João J. A. de Paula O balanço térmio de um abo uja resistênia elétria tem um valor R, perorrido por uma orrente I pode ser expresso por: + r =
DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES
DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES 1. Introdução - O dimensionamento dos condutores deve ser realizado seguindo as seguintes etapas: a) cálculo da corrente de projeto; b) dimensionamento pelo critério da máxima
CAPÍTULO 3 SELEÇÃO DE CONDUTORES
CAPÍTULO 3 SELEÇÃO DE CONDUTORES Versão 2.0 Direitos Reservados PROCOBRE 2009 INTRODUÇÃO Um correto dimensionamento dos condutores é tão importante quanto o próprio condutor utilizado. Realizar o cálculo
Projetos Elétricos. Esquemas Unifilares e Multifilares Dimensionamento dos Condutores e Proteção.
Projetos Elétricos Esquemas Unifilares e Multifilares Dimensionamento dos Condutores e Proteção. Dezembro 2016 02/12/2016 1 / 31 Introdução Esquemas Unifilares e Multifilares Dimensionamento dos Condutores
Plugues e Tomadas Industriais
Plugues e Tomadas Industriais A Linha de Soprano é indiada para onexão de diversos equipamentos, em amientes sujeitos a pó, água, umidade, intempéries, respingos quentes, agentes químios, impatos e virações.
MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ELÉTRICO Quadra Poliesportiva Padrão 1A - 19m x 32,90m
MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ELÉTRICO Quadra Poliesportiva Padrão 1A - 19m x 32,90m Proprietário: Secretaria de Estado de Goiás Autora: LUCIANA DUTRA MARTINS - Engenheira Eletricista - CREA_8646/D Sumário:
Disciplina: ELI Eletricidade e Instrumentação. Engenharia de Telecomunicações
A Norma ABNT NBR-5410 Instalações elétricas de baixa tensão estabelece as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir a segurança de pessoas e animais,
Eletricidade Aplicada. Aulas Teóricas Professor: Jorge Andrés Cormane Angarita
Eletricidade Aplicada Aulas Teóricas Professor: Jorge Andrés Cormane Angarita Dimensionamento de Condutores Elétricos I Circuitos Elétricos Residenciais Dimensionamento Consiste em determinar a seção mínima
MANUAL PARA INSTALAÇÃO ELÉTRICA RESFRIADOR DE ÁGUA SERIE POLAR MODELOS: PA-01 ~ PA-120 PW-09 ~ PW-120 PRECAUÇÕES INFORMAÇÕES GERAIS DE SEGURANÇA
MANUAL PARA INSTALAÇÃO ELÉTRICA RESFRIADOR DE ÁGUA SERIE POLAR MODELOS: PA-01 ~ PA-120 PW-09 ~ PW-120 PRECAUÇÕES INFORMAÇÕES GERAIS DE SEGURANÇA ÍNDICE INFORMAÇÕES GERAIS...3 QUADRO ELÉTRICO...3 DIMENSIONAMENTO
REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA (ADENDO)
REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA (ADENDO) 5ª Edição Versão 1.0 MAIO/2018 1 REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS 1. OBJETIVO Este ADENDO tem por objetivo especificar
SELEÇÃO DOS CONDUTORES
SELEÇÃO DOS CONDUTORES UNIDADE III 1. INTRODUÇÃO Um correto dimensionamento dos condutores é tão importante quanto o próprio condutor utilizado. Realizar o cálculo e a seleção é necessário quando são instalados
Efeito das distorções harmônicas na elevação de temperatura de transformadores a seco
Efeito das distorções harmônias na elevação de temperatura de transformadores a seo Adilson P. Bortoluzzi e Riardo J. O. Carvalho Resumo Apesar de existirem vários trabalhos sobre o tema distorções harmônias,
MANUAL PARA INSTALAÇÃO ELÉTRICA
MANUAL PARA INSTALAÇÃO ELÉTRICA SECADORES DE AR COMPRIMIDO POR REFRIGERAÇÃO MODELOS: TITANPLUS-040 ~ 250 MDR ENERGYPLUS-250 ~ 9600 PRECAUÇÕES INFORMAÇÕES GERAIS DE SEGURANÇA ÍNDICE INFORMAÇÕES GERAIS...3
2. Critério do limite da queda de tensão (qualquer carga):
4 Dimensionamento de Circuitos de Motores 2. Critério do limite da queda de tensão (qualquer carga): 23 4 Dimensionamento de Circuitos de Motores 24 Exemplo de aplicação 4.4(3.7): 4(3 Calcular a seção
3.2 Fios e cabos condutores
3.1 Introdução O dimensionamento de um condutor deve ser precedido de uma análise detalhada das condições de sua instalação e da carga a ser suprida. Um condutor mal dimensionado, além de implicar a operação
ELETRICIDADE E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
ELETRICIDADE E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 6.5.4.7 Nos quadros de distribuição, deve ser previsto espaço reserva para ampliações futuras, com base no número de circuitos com que o quadro for efetivamente equipado,
Segunda Prova de EDI 36
Segunda Prova de EDI 36 0//2.006 Nome:... A prova é sem consulta. O entendimento do enunciado faz parte da avaliação. O tempo de duração da prova é de 2:00 hora, sem tempo adicional. ā Questão: Determinar
MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela 33 da NBR5410/2004)
MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela da NBR5410/004) Método de instalação número: Esquema ilustrativo Descrição Método de instalação a utilizar para a capacidade de condução de corrente 1 1 1 eletroduto de seção
MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela 33 da NBR5410/2004)
MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela da NBR5410/004) Método de Método de instalação Esquema ilustrativo Descrição instalação a utilizar número: para a capacidade de condução de corrente 1 1 Condutores isolados
DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES
DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES Os seis critérios de dimensionamento de circuitos de BT: 1. Seção mínima; 2. Capacidade de condução de corrente; 3. Queda de tensão; 4. Proteção contra sobrecargas; 5. Proteção
MANUAL PARA INSTALAÇÃO ELÉTRICA
MANUAL PARA INSTALAÇÃO ELÉTRICA COMPRESSOR DE PARAFUSO AIRPOWER 10 ~150 ROTOR PLUS,,, PLUS, FLEX E FLEX - DD PRECAUÇÕES INFORMAÇÕES GERAIS DE SEGURANÇA ÍNDICE INFORMAÇÕES GERAIS...3 QUADRO ELÉTRICO...3
Máquinas Elétricas. Introdução Parte II
Máquinas Elétrias Introdução Parte II Introdução Nos átomos de ferro e de outros metais similares (obalto, níquel e algumas de suas ligas), os ampos magnétios tendem a estar estreitamente alinhados entre
Capítulo 9. O aquecimento dos condutores e a queda de tensão. 9.1 Introdução 26/04/2010
Capítulo 9 O aquecimento dos condutores e a queda de tensão 2008 by Pearson Education slide 1 9.1 Introdução O dimensionamento correto de condutores e de sua proteção é um problema térmico. Trata-se de
Instalações Elétricas Prediais A ENG04482
Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 13 Dimensionamento de Condutores (Critério do Limite de Queda de Tensão) Porto Alegre - 2012 Tópicos Critério do limite de queda
2 Condutores Elétricos
2 Condutores Elétricos 2.1 Introdução O dimensionamento de um condutor deve ser precedido de uma análise detalhada de sua instalação e da carga a ser suprida. Um condutor mal dimensionado, além de implicar
P r o f. F l á v i o V a n d e r s o n G o m e s
UNERSDADE FEDERAL DE JU DE FORA Análise de Sistemas Elétrios de Potênia 6. Curto-Ciruito Assimétrio: Dupla-Fase P r o. F l á v i o a n d e r s o n G o m e s E - m a i l : l a v i o. o m e s @ u j. e d
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Dispositivos de Proteção Dimensionamento dos Condutores do Circuito Uma vez feita a divisão dos circuitos... Chega a hora de dimensionar a proteção e os condutores! 2 Dispositivos
Metodologias de Otimização de Redes para a Determinação da Base de Remuneração Regulatória
21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Metodologias de Otimização de Redes para a Determinação da Base de Remuneração Regulatória Eng. Sergio Damonte Quantum S.A. [email protected] Eng.
Projetos Elétricos. Dimensionamento dos Condutores e Proteção.
Projetos Elétricos Dimensionamento dos Condutores e Proteção. Agosto 2016 01/08/2016 1 / 31 Introdução Esquemas Unifilares e Multifilares Dimensionamento dos Condutores Exercícios 01/08/2016 2 / 31 Dimensionamento
05/01/2017 LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS DE ENERGIA QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO SIMBOLOGIA CIRCUITO ELÉTRICO RESIDENCIAL FORMAS DE INSTALAÇÕES DE CIRCUITOS
Quadro de distribuição Circuitos e divisões de circuitos Dimensionamento de condutores elétricos LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS DE ENERGIA QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO SIMBOLOGIA CIRCUITO ELÉTRICO RESIDENCIAL FORMAS
MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TEORIA
15 MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TEORIA 15.1 Aspetos onstrutivos A Fig. 15.1 mostra a seção transversal da parte útil de uma máquina assínrona enquanto que a Fig. 15.2 apresenta uma vista geral da máquina. Suas
Eletricista Instalador Predial Plano de Aula - 16 Aulas (Aulas de 1 Hora)
5596 - Eletricista Instalador Predial Plano de Aula - 16 Aulas (Aulas de 1 Hora) Aula 1 Capítulo 1 - Conceitos Fundamentais 1.1. Matéria......21 1.2. Circuito Elétrico...22 1.2.1. Dispositivo de Manobra...23
Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas
Curso Técnico em Eletroeletrônica Instalações Elétricas Aula 09 Dimensionamento dos condutores Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino 2016 SEÇÃO NOMINAL Os condutores (fios e cabos) são caracterizados
Instalações Elétricas
Instalações Elétricas Condutores Elétricos (Parte 2) Prof. Gilmário Lima SELEÇÃO E DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES Chama-se de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos itens da NBR
FASCÍCULO NBR 5410 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO FASCÍCULO 41:
FASCÍCULO NBR 5410 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO FASCÍCULO 41: CRITÉRIO DE CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE O objetivo deste critério de dimensionamento é garantir a vida satisfatória aos cabos
As Equações de Maxwell e a Onda Eletromagnética
As Equações de Maxwell e a Onda Eletromagnétia Evandro Bastos dos antos 27 de Maio de 2017 1 Introdução Até agora vimos aqui quatro leis do no eletromagnetismo. A lei de Gauss na eletrostátia, E ˆnda =
DIMENSIONAMENTO DE COMPONENTESII
DIMENSIONAMENTO DE COMPONENTESII INSTALAÇÃO DE MOTORES Prof. Marcos Fergütz Julho/2013 CAPACIDADE DE CORRENTE DIMENSIONAMENTO DA FIAÇÃO CASO 1: ALIMENTAÇÃO PARA UM MOTOR -RAMAL RAMAL I rm 1,25 xi = nm
TE243 Eletricidade Aplicada li. Capítulo 5 Divisão de Circuitos e Diagramas
TE243 Eletricidade Aplicada li Capítulo 5 Divisão de Circuitos e Diagramas DIVISÃO DE CIRCUITOS Toda a instalação deve ser dividida em vários circuitos, de modo a: Limitar as consequências de uma falta,
CAPÍTULO 2 PARÂMETROS ELÉTRICOS PARA A SELEÇÃO DE CONDUTORES
CAPÍTULO 2 PARÂMETROS ELÉTRICOS PARA A SELEÇÃO DE CONDUTORES Versão 2.0 Direitos Reservados PROCOBRE 2009 INTRODUÇÃO Para iniciar todo projeto para o fornecimento de energia elétrica em instalações internas
ALIMENTAÇÃO E COMANDO DE MOTORES ELÉTRICOS (Motor de indução trifásico)
FFATEC - SP ELETRICIDADE APLICADA - INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ALIMENTAÇÃO E COMANDO DE MOTORES ELÉTRICOS (Motor de indução trifásico) Norberto Nery Na figura, vemos que no momento em que o motor é ligado,
Na tabela a seguir vemos a porcentagem do valor da corrente em relação ao valor nominal e que deverá ser usada nos dispositivos de proteção.
Na tabela a seguir vemos a porcentagem do valor da corrente em relação ao valor nominal e que deverá ser usada nos dispositivos de proteção. Porcentagem da corrente a considerar na proteção dos ramais.
Estabelecer as condições que as instalações elétricas de baixa tensão devem satisfazer a fim de garantir a segurança de pessoas e animais
OBJETIVO Estabelecer as condições que as instalações elétricas de baixa tensão devem satisfazer a fim de garantir a segurança de pessoas e animais Garantir o funcionamento adequado da instalação e a conservação
Condutores, Fornecimento de Tensão e Padrão de Entrada. Instalações Hidráulicas e Elétricas - Profª Bárbara Silvéria
Condutores, Fornecimento de Tensão e Padrão de Entrada Instalações Hidráulicas e Elétricas - Profª Bárbara Silvéria Condutores e Isolantes Isolantes Materiais que não conduzem eletricidade; Condutores
A resistência de um fio condutor pode ser calculada de acordo com a seguinte equação, (Alexander e Sadiku, 2010):
QUESTÃO 2 A resistência de um fio condutor pode ser calculada de acordo com a seguinte equação, (Alexander e Sadiku, ): R = ρ. l A [Ω], em que: ρ é a resistividade do material condutor, l é o comprimento
ENGENHARIA ELÉTRICA PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS II
ENGENHARIA ELÉTRICA PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS II Prof.: Luís M. Nodari [email protected] http://www.joinville.ifsc.edu.br/~luis.nodari/ 1 Dimensionamento de Condutores Norma Técnica ABNT NBR-
Cabo Sintenax Flex 0,6/1kV. Alta qualidade com toda segurança que sua instalação exige.
Cabo Sintenax Flex 0,6/1kV Alta qualidade com toda segurança que sua instalação exige. Sintenax Flex 0,6/1kV Flexibilidade, versatilidade e qualidade para instalações de baixa tensão em geral. Disponíveis
TE243 Eletricidade Aplicada li. Capítulo 2 Previsão de cargas em instalações elétricas
TE243 Eletricidade Aplicada li Capítulo 2 Previsão de cargas em instalações elétricas 1. Conceitos Básicos CARGA: Qualquer equipamento ou conjunto de equipamentos ligados a um sistema elétrico e absorvendo
Campus Curitiba Dimensionamentos Prof. Vilmair E. Wirmond 2012
Dimensionamentos Prof. Vilmair E. Wirmond 2012 Condutores O dimensionamento de um condutor deve ser precedido de uma análise detalhada das condições de sua instalação e da carga a ser suprida. Dimensionar
RELATÓRIO TÉCNICO - CIENTÍFICO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIBIC: CNPq, CNPq/AF, UFPA, UFPA/AF, PIBIC/INTERIOR,
Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos Laboratório Avançado de Física EFEITO FOTO ELÉTRICO
Universidade de São Paulo Instituto de Físia de São Carlos Laboratório vançado de Físia EFEITO FOTO ELÉTRICO Introdução O fenômeno no qual elétrons são emitidos de uma superfíie metália quando inide nesta
1 Iluminação (SAT + Recepção + Acesso Coberto + WC PNE)
Introdução Este documento técnico tem por objetivo descrever os critérios utilizados nos projetos elétricos e telefônicos do Centro de Referência de Assistência Social CRAS da cidade de Cachoeira de Goiás,
PT2 PRONTUÁRIO TÉCNICO FIOS E CABOS BAIXA TENSÃO
VICTORY - 1697-09/2008 PT2 PRONTUÁRIO TÉCNICO FIOS E CABOS BAIXA TENSÃO 9ª Edição Prysmian Energia Cabos e Sistemas do Brasil S.A. Av. Alexandre de Gusmão, 145 - CEP 09110-900 - Santo André - SP Central
Capítulo IV. Linhas elétricas Parte 2
6 As linhas elétricas de uma instalação de baixa tensão são tratadas pela norma ABNT NBR 0:00 em sua seção... e seus requisitos estão definidos na seção 6.. Este assunto foi iniciado no capítulo anterior
Eletricidade Aplicada. Aulas Teóricas Professor: Jorge Andrés Cormane Angarita
Eletricidade Aplicada Aulas Teóricas Professor: Jorge Andrés Cormane Angarita Dimensionamento de Condutores II Circuitos Elétricos Residenciais Existem diferenças entre as tensões medidas no ponto de entrega,
ENUNCIADO DOS EXERCÍCIOS ESTÃO NAS ULTIMAS PÁGINAS
ENUNCIADO DOS EXERCÍCIOS ESTÃO NAS ULTIMAS PÁGINAS ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PEA - Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas Eletrotécnica Geral Lista de Exercícios
Ckt 1 In = 1500 = 11,81 A - Ip = 11,81 x 1,25 = 14,76 - utilizar disjuntor de 15 A. 127
Ckt 1 In = 1500 = 11,81 A - Ip = 11,81 x 1,25 = 14,76 - utilizar disjuntor de 15 A. 127 Ckt 2 In = 3000 = 13,64 A - Ip = 13,64 x 1,25 = 17,05 A - utilizar disjuntor de 2 x 20 A. 220 Ckt 3 In = 800 = 6,30
NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO - NTE 034 INSTALAÇÃO DE REGULADORES DE TENSÃO MONOFÁSICOS EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO. Cuiabá Mato Grosso - Brasil
NORMA TÉNIA DE DISTRIBUIÇÃO - NTE 034 INSTALAÇÃO DE REGULADORES DE TENSÃO MONOÁSIOS EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO uiabá Mato Grosso - Brasil SUMÁRIO 1. OBJETIVOS...3 2. AMPO DE APLIAÇÃO...3 3. RESPONSABILIDADE
Capitulo I Movimentos e relações de usinagem
1 Capitulo I Movimentos e relações de usinagem Para o estudo e utilização dos oneitos e parâmetros dos proessos de usinagem; é neessário que se tenha uma terminologia padrão. Devido a este ato, as diversas
Tabela 33 Tipos de linhas elétricas. Cabo multipolar em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente isolante 2)
Tabela 33 Tipos de linhas elétricas instalação número Esquema ilustrativo Descrição referência 1) 1 Condutores isolados ou cabos unipolares em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente
7.1 Introdução Cálculo da Corrente Consumida nos Circuitos de Nossa Residência... 7
Sumário 7.1 Introdução....................................... 5 7.1.1 Cálculo da Corrente Consumida nos Circuitos de Nossa Residência...... 7 7.2 Aquecimento dos Condutores............................
NORMA TÉCNICA NTE INSTALAÇÃO DE REGULADORES DE TENSÃO MONOFÁSICOS EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE
NORMA TÉNIA NTE - 034 INSTALAÇÃO DE REGULADORES DE TENSÃO MONOÁSIOS DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE SISTEMA DE DOUMENTOS NORMATIVOS SUBSISTEMA DE NORMAS TÉNIAS INSTALAÇÃO DE REGULADORES DE
Instituto Lab System de Pesquisas e Ensaios LTDA.
Instituto Lab System de Pesquisas e Ensaios LTDA. Laboratório de ensaio acreditado pela gcre de acordo com a ABNT NBR ISO/IE 17025, sob o número RL 0154 Relatório de Ensaios (RAE) N.º 5120215 Pág.: 1 /
