CEL033 Circuitos Lineares I
|
|
|
- Sabrina Araújo da Conceição
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aula 13/03/2012 CEL033 Circuios Lineares I [email protected]
2 Sie Disciplina
3 CEL033_NOTURNO
4 Teoria do Circuios Eléricos Alessandro Vola Físico Ialiano Invenção da Baeria Elérica Pilha de Vola. Possibiliou o fluxo conínuo de energia e conseqüenemene a consrução de circuios eléricos. Circuio Elérico: Inerligação enre disposiivos eléricos de modo a orienar o fluxo de energia correne para uma deerminada finalidade.
5 Circuio Elérico exemplo: POSSÍVEIS COMPONENTES DE UM CIRCUITO ELÉTRICO PERGUNTA: Como surge a correne? Correne elérica Ch1 e/ou Ch2 FECHADAS Circuio Elérico Real Esquema Represenaivo modelo
6 ÁTOMO NÚCLEO : PRÓTONS + NÊUTRONS Carga + Carga nula q 1, Coulombs ELETROSFERA : ELÉTRONS Carga - q 1, Coulombs
7 ÁTOMO COM POUCOS ELÉTRONS NA ÚLTIMA CAMADA SÃO CONDUTORES. TÊM FACILIDADE DE PERDER ELÉTRONS.
8 MATERIAL CONDUTOR Os elérons ficam consanemene rocando de áomos movimeno desordenado.
9 Se polarizarmos as exremidades do maerial conduor - + Movimeno Ordenado dos Elérons CORRENTE ELÉTRICA
10 + As cargas se movimenam em odas as direções. Porem, não emos correne elérica. Polarização polarização Correne elérica
11 CORRENTE ELÉTRICA É o movimeno ordenado de cargas eléricas Elérons A colisão dos elérons com parículas do maerial conduor produz CALOR e/ou LUZ Lei de Joule ambém conhecida como efeio Joule é uma lei física que expressa a relação enre o calor gerado e a correne elérica que percorre um conduor em deerminado empo. O nome é devido a James Presco Joule que esudou o fenômeno em James Presco Joule Salford, 24 de dezembro de 1818 Sale, Trafford, 11 de ouubro de físico briânico.
12 EFEITO JOULE
13 Perdas na Disribuição de Energia Elérica Efeio Joule Elevam a quanidade de energia comprada pelas concessionárias Redução da Lucraividade Efeio Joule Furos
14 Perguna: Qual é o senido da correne elérica pelo conduor? Correne associada ao movimeno das cargas negaivas Elérons. Teoria dos circuios 1800 Alessandro Vola: Correne associada ao movimeno das cargas posiivas convenção. Senido Real: Elérons Correne Senido Convencional Teoria dos Circuios Senido Convencional: Próons Teoria de circuios
15 i i + Senido real da correne Senido convencional da correne
16 SÉRIE FRANCESA - VIAGEM NO NUNDO DA ELETRICIDADE
17 Cálculo da Correne Elérica Média + - i q Coulomb/segundo ampères Core ransversal no conduor Cálculo da Correne Elérica Insanânea q i 0 i dq d ampères Taxa de variação da carga em relação ao empo
18 As correnes eléricas podem ser classificadas de acordo com o seu comporameno emporal: Invariane no Tempo Variane no Tempo Média não nula Variane no Tempo Média nula
19 Medição da Correne Amperímero Simbologia:
20 Cálculo da Quanidade de Carga Vimos que a correne elérica insanânea: dq i I d Reescrevendo a equação I: dq i d II Inegrando a equação II em relação ao empo, em-se: q 2 i d q 1
21 Exercício 1 : Enconre o valor da carga q que enrou no erminal de um elemeno enre =zero e =3 segundos, sendo que a correne no elemeno é dada pelo gráfico abaixo. Memória q 2 1 i d Resp: q=5 C
22 Inegral q i d 1d d 0 1 5C Área q i d 11 5C 2 0
23 Exemplos Níveis de Correne Elérica Ampères
24 Bipolos Eléricos Disposiivos eléricos com dois erminais de acesso A-B aravés do qual pode circular correne elérica Exemplos: resisores; capaciores; induores; geradores; diodos; ec.
25 Cálculo da Diferença de Poencial ddp ou Tensão v A passagem de correne resula de uma diferença de poencial ddp - ensão enre os erminais + e -. Essa diferença de poencial ddp é dada pela axa de variação da energia w Joule necessária para deslocar uma carga uniária q Coulomb de um pono à ouro. v dw dq Joule/Coulomb Vols Taxa de variação da energia w em relação a carga q
26 Diferença de Poencial ddp ou Tensão v v AB 5 Vols Pono A esá 5 V acima do pono B v BA 5 Vols Pono B esá 5 V abaixo do pono A Ambos os exemplos represenam a mesma ensão : 5 vols O sinal +/- represena apenas o senido da ensão maior poencial menor poencial
27 Medição da Tensão Volímero Simbologia:
28 Exemplos Níveis de Tensão Elérica Vols
29 Cálculo da Poência Elérica Insanânea p Defini-se Poência Elérica como a velocidade com que uma energia elérica é dissipada. Ou seja: Taxa de variação da energia em relação ao empo p dw d Joule/s Wa Sabe-se que: v dw dq i dq d Manipulando as equações acima, em-se :
30 d dw p dq v dw i dq d i v i dq dq v p
31 i v p Poência Elérica Insanânea é dada por: Perguna A Poência Elérica esá sendo Fornecida ou Consumida? Como saber? Was 0 0 i v i v 0 0 i v i v Fornece Consome Consome Fornece Convenção do Gerador Convenção do Recepor
32 Cálculo da Energia Elérica w Defini-se Energia Elérica como a quanidade de poência elérica fornecida ou consumida em um deerminado inervalo de empo. p dw d wa dw p d III Inegrando a equação III em relação ao empo, em-se: Energia Elérica w w 2 p d wa. s Joule w 1
33 Energia Elérica W 2 1 p d Joules Medidor Residencial de Energia kwh 1kWh 3,610 6 joules
34 Exercício 2 : Qual a energia ransferida a um bipolo durane o inervalo de empo de 0 a 10s, dado que a poência consumida é a descria pelo gráfico abaixo. Memória w 2 1 p d Resp: w=150 J
35
36 Inegração Numérica Com base no gráfico abaixo responda: Qual o valor da energia Joule ransferida a um bipolo enre 5 e 10 segundos? Inegração Simbólica
37 Os bipolos elemenares podem ser de dois ipos: PASSIVOS: Não inroduzem energia conínua ao sisema ATIVOS : inroduzem energia conínua ao sisema Sendo ainda classificados em relação correne/ensão em: LINEARES E NÃO LINEARES
38 Bipolos Passivos RESISTOR CONSOME ENERGIA CAPACITOR ARMAZENA ENERGIA Campo Elérico INDUTOR ARMAZENA ENERGIA Campo Magnéico
39 Bipolos Passivos Resisores Resisência Elérica R: Propriedade de um deerminado maerial se opor ao movimeno dos elérons. Resisor: Bipolo elemenar cuja caracerísica predominane é resisiva. Simbologia: Unidade: Ohms Ω
40 Bipolos Passivos Resisores Resisores de Filme de Carbono + comuns e baraos Uilização de resisores: Produção de Calor Efeio Joule Limiador de Correne Ligação em paralelo Divisores de Tensão Ligação em série
41 Bipolos Passivos Resisores Resisor de Filme de Carbono Leiura da Resisência
42 Bipolos Passivos Resisores Exemplos:
43 Bipolos Passivos Resisores 1821 Arigo: A Correne Galvânica, raada maemaicamene RELAÇÃO TENSÃO E CORRENTE EM UM RESISTOR LEI DE OHM LEI DE OHM A ensão enre os erminais de uma resisência é direamene proporcional à correne que a aravessa.
44 Bipolos Passivos Resisores A equação que rege a LEI DE OHM é dada por: v Ri Resisor ideal Resisência Consane Oura grandeza muio uilizada é a conduância G G 1 R 1 Unidade: Siemens s /mho A LEI DE OHM pela conduância é dada por: i Gv
45 Bipolos Passivos Resisores Caracerísica Tensão-Correne resisor ideal RELAÇÃO LINEAR ENTRE TENSÃO E CORRENTE
46 Bipolos Passivos Resisores Cálculo da Resisência R R l A l A resisividade.m larguram áream 2 Varia com a Temperaura!!!
47 Bipolos Passivos Resisores A lei de Ohm é válida para resisências não lineares? Não. Resisências não lineares não seguem a LEI DE OHM ensão e correne não são direamene proporcionais Não Linearidades decorrenes de: Temperaura Luminosidade Umidade - ec... Resisividade Tungsênio 6 4,6 0,02T 1,8510 T Variação com o quadrado da emperaura T 2
48 Bipolos Passivos Resisores Caracerísica Tensão-Correne resisor real RELAÇÃO NÃO LINEAR ENTRE TENSÃO E CORRENTE
49 Bipolos Passivos Resisores
50 Bipolos Passivos Resisores Observação Na realidade odos os resisores são não lineares, porque as caracerísicas eléricas são afeadas por faores exernos principalmene emperaura e umidade. Enreano, em deerminadas regiões aproximam do comporameno linear, sendo esas as regiões consideradas na análise dos circuios eléricos. Comporameno próximo do LINEAR
51 Bipolos Passivos Resisores
52 Bipolos Passivos Resisores Dois valores exremos imporanes de resisência são: v Ri R 0 Curo- Circuio i Correne máxima Tensão nula v R R Circuio-Abero Tensão máxima Correne Nula
53 i v p i R v i 2 R i i R p R v R v v p 2 Poência Elérica Lei de Ohm Cálculo da Poência Elérica Dissipada em um Resisor Bipolos Passivos Resisores Caracerísica Não-Linear
54 Exercícios Quadro Negro
Circuitos Elétricos- módulo F4
Circuios léricos- módulo F4 M 014 Correne elécrica A correne elécrica consise num movimeno orienado de poradores de cara elécrica por acção de forças elécricas. Os poradores de cara podem ser elecrões
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia de Porto Alegre Departamento de Engenharia Elétrica ANÁLISE DE CIRCUITOS II - ENG04031
Universidade Federal do io Grande do Sul Escola de Engenharia de Poro Alegre Deparameno de Engenharia Elérica ANÁLISE DE CICUITOS II - ENG43 Aula 5 - Condições Iniciais e Finais de Carga e Descarga em
Capítulo 2: Conceitos Fundamentais sobre Circuitos Elétricos
SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA TE041 Circuios Eléricos I Prof. Ewaldo L. M. Mehl Capíulo 2: Conceios Fundamenais sobre Circuios Eléricos 2.1. CARGA ELÉTRICA E CORRENTE ELÉTRICA
INTRODUÇÃO TEÓRICA - EXPERIÊNCIA 3. Comportamento de Componentes Passivos
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLIÉCNICA Deparameno de Engenharia de Sisemas Elerônicos PSI - EPUSP PSI 3031/3212 - LABORAÓRIO DE CIRCUIOS ELÉRICOS INRODUÇÃO EÓRICA - EXPERIÊNCIA 3 Comporameno de Componenes
Conceitos Básicos Circuitos Resistivos
Conceios Básicos Circuios esisivos Elecrónica 005006 Arnaldo Baisa Elecrónica_biomed_ef Circuio Elécrico com uma Baeria e uma esisência I V V V I Lei de Ohm I0 V 0 i0 Movimeno Das Pás P >P P >P Líquido
Capítulo 11. Corrente alternada
Capíulo 11 Correne alernada elerônica 1 CAPÍULO 11 1 Figura 11. Sinais siméricos e sinais assiméricos. -1 (ms) 1 15 3 - (ms) Em princípio, pode-se descrever um sinal (ensão ou correne) alernado como aquele
As cargas das partículas 1, 2 e 3, respectivamente, são:
18 GAB. 1 2 O DIA PROCSSO SLTIVO/2006 FÍSICA QUSTÕS D 31 A 45 31. A figura abaixo ilusra as rajeórias de rês parículas movendo-se unicamene sob a ação de um campo magnéico consane e uniforme, perpendicular
Circuitos Elétricos I EEL420
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL420 Coneúdo 1 - Circuios de primeira ordem...1 1.1 - Equação diferencial ordinária de primeira ordem...1 1.1.1 - Caso linear, homogênea, com
1 Movimento de uma Carga Pontual dentro de um Campo Elétrico
Correne Elérica Movimeno de uma Carga Ponual denro de um Campo Elérico Uma carga elérica denro de um campo elérico esá sujeia a uma força igual a qe. Se nenhuma oura força aua sobre essa carga (considerar
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL42 Coneúdo 8 - Inrodução aos Circuios Lineares e Invarianes...1 8.1 - Algumas definições e propriedades gerais...1 8.2 - Relação enre exciação
Capacitores e Indutores
Capaciores e Induores Um capacior é um disposiivo que é capaz de armazenar e disribuir carga elérica em um circuio. A capaciância (C) é a grandeza física associada a esa capacidade de armazenameno da carga
PROCESSO SELETIVO O DIA GABARITO 2 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45
PROCESSO SELETIVO 27 2 O DIA GABARITO 2 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 31. No circuio abaixo, uma fone de resisência inerna desprezível é ligada a um resisor R, cuja resisência pode ser variada por um cursor.
Tópicos Especiais em Energia Elétrica (Projeto de Inversores e Conversores CC-CC)
Deparameno de Engenharia Elérica Tópicos Especiais em Energia Elérica () ula 2.2 Projeo do Induor Prof. João mérico Vilela Projeo de Induores Definição do úcleo a Fig.1 pode ser observado o modelo de um
INF Técnicas Digitais para Computação. Conceitos Básicos de Circuitos Elétricos. Aula 3
INF01 118 Técnicas Digiais para Compuação Conceios Básicos de Circuios Eléricos Aula 3 1. Fones de Tensão e Correne Fones são elemenos aivos, capazes de fornecer energia ao circuio, na forma de ensão e
CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES
CAPITULO 1 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES 1.1 INTRODUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA FENG Desinase o primeiro capíulo
Cap. 5 - Tiristores 1
Cap. 5 - Tirisores 1 Tirisor é a designação genérica para disposiivos que êm a caracerísica esacionária ensão- -correne com duas zonas no 1º quadrane. Numa primeira zona (zona 1) as correnes são baixas,
MECÂNICA DE PRECISÃO - ELETRÔNICA I - Prof. NELSON M. KANASHIRO FILTRO CAPACITIVO
. INTRODUÇÃO Na saída dos circuios reificadores, viso na aula anerior, emos ensão pulsane que não adequada para o funcionameno da maioria dos aparelhos elerônicos. Esa ensão deve ser conínua, semelhane
Teoria de Eletricidade Aplicada
1/46 Teoria de Eletricidade Aplicada Conceitos Básicos Prof. Jorge Cormane Engenharia de Energia 2/46 SUMÁRIO 1. Introdução 2. Sistemas 3. Circuitos Elétricos 4. Componentes Ativos 5. Componentes Passivos
Seção 5: Equações Lineares de 1 a Ordem
Seção 5: Equações Lineares de 1 a Ordem Definição. Uma EDO de 1 a ordem é dia linear se for da forma y + fx y = gx. 1 A EDO linear de 1 a ordem é uma equação do 1 o grau em y e em y. Qualquer dependência
AULA 8 CONDUÇÃO DE CALOR EM REGIME TRANSITÓRIO SISTEMA CONCENTRADO
Noas de aula de PME 3361 Processos de Transferência de Calor 57 AULA 8 CONDUÇÃO DE CALOR EM REGIME TRANSITÓRIO SISTEMA CONCENTRADO Inrodução Quando um corpo ou sisema a uma dada emperaura é bruscamene
Capítulo 2: Proposta de um Novo Retificador Trifásico
30 Capíulo 2: Proposa de um Novo Reificador Trifásico O mecanismo do descobrimeno não é lógico e inelecual. É uma iluminação suberrânea, quase um êxase. Em seguida, é cero, a ineligência analisa e a experiência
6ROXomR: A aceleração das esferas é a mesma, g (aceleração da gravidade), como demonstrou
6ROXomR&RPHQWDGD3URYDGH)VLFD. O sisema inernacional de unidades e medidas uiliza vários prefixos associados à unidade-base. Esses prefixos indicam os múliplos decimais que são maiores ou menores do que
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA I Aula 13 - Retificadores com regulador linear de tensão
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA I Aula 13 - Reificadores com regulador linear
Aula 2. Conceitos Fundamentais I
Aula 2 Conceitos Fundamentais I Carga elétrica A carga é uma propriedade elétrica das partículas atômicas que compõem a matéria. Carga elementar (A menor carga que se pode isolar): e = 1,6 10 19 C A carga
CONVERSOR BUCK-BOOST (Unidade 2)
MINISÉRIO DA EDUCAÇÃO SECREARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E ECNOLÓGICA INSIUO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E ECNOLOGIA DE SANA CAARINA ÉCNICO EM MECARÔNICA DISCIPLINA: ELERÔNICA INDUSRIAL CONVERSOR BUCK-BOOS
Disciplina: Eletrônica de Potência (ENGC48) Tema 01: Introdução à Eletrônica de Potência
Universidade Federal da Bahia Escola Poliécnica Deparameno de Engenharia Elérica Disciplina: Elerônica de Poência (ENG48) Tema 0: Inrodução à Elerônica de Poência Prof.: Eduardo Simas [email protected]
CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA
CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA Inrodução Ese arigo raa de um dos assunos mais recorrenes nas provas do IME e do ITA nos úlimos anos, que é a Cinéica Química. Aqui raamos principalmene dos
ELETRÔNICA X ELETROTÉCNICA
ELETRÔNICA X ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA É a ciência que estuda a forma de controlar a energia elétrica por meios elétricos nos quais os elétrons têm papel fundamental. Divide-se em analógica e em digital
CAPACITÂNCIA E INDUTÂNCIA
APAITÂNIA E INDUTÂNIA Inrodução a dois elemenos passivos que armazenam energia:apaciores e Induores INTRODUÇÃO APAITORES Armazenam energia aravés do campo elérico ( elerosáica) Modelo de elemeno de circuio
Lista de Exercícios n o.1. 1) O diodo do circuito da Fig. 1(a) se comporta segundo a característica linearizada por partes da Fig 1(b). I D (ma) Fig.
Universidade Federal da Bahia EE isposiivos Semiconduores ENG C41 Lisa de Exercícios n o.1 1) O diodo do circuio da Fig. 1 se compora segundo a caracerísica linearizada por pares da Fig 1. R R (ma) 2R
18 GABARITO 1 2 O DIA PROCESSO SELETIVO/2005 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45
18 GABARITO 1 2 O DIA PROCESSO SELETIO/2005 ÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 31. O gálio é um meal cuja emperaura de fusão é aproximadamene o C. Um pequeno pedaço desse meal, a 0 o C, é colocado em um recipiene
Eletricidade Aplicada. Aulas Teóricas Prof. Jorge Andrés Cormane Angarita
Eletricidade Aplicada Aulas Teóricas Prof. Jorge Andrés Cormane Angarita Conceitos Básicos Eletricidade Aplicada Função Na engenharia é usual que um fenômeno físico seja representado matematicamente através
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS LUZERNA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE CAMPUS LUZERNA Curso Técnico de Nível Médio em Automação Industrial ELETRÔNICA BÁSICA Ricardo Kerschbaumer Luzerna,
Conceitos Básicos de Eletricidade Visando as Instalações Elétricas. Professor: Ricardo Costa Alvares
Conceitos Básicos de Eletricidade Visando as Instalações Elétricas Professor: Ricardo Costa Alvares Composição da Matéria Todos os corpos são compostos de moléculas, e estas de átomos que são as menores
Tópico 01: Estudo de circuitos em corrente contínua (CC) Profa.: Ana Vitória de Almeida Macêdo
Disciplina Eletrotécnica Tópico 01: Estudo de circuitos em corrente contínua (CC) Profa.: Ana Vitória de Almeida Macêdo Conceitos básicos Eletricidade Eletrostática Eletrodinâmica Cargas elétricas em repouso
ELETRICIDADE. Eletrodinâmica. Eletrostática. Eletromagnetismo
ELETRICIDADE Eletrodinâmica Eletrostática Eletromagnetismo Átomo Núcleo Prótons carga positiva (+e). Nêutrons carga neutra. Eletrosfera Eletrons carga negativa (-e). Carga Elétrica Elementar e = 1,6 x
AULA 22 PROCESSO DE TORNEAMENTO: CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE USINAGEM
AULA 22 PROCESSO DE TORNEAMENTO: CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE USINAGEM 163 22. PROCESSO DE TORNEAMENTO: CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE USINAGEM 22.1. Inrodução Na Seção 9.2 foi falado sobre os Parâmeros de Core e
Movimento unidimensional 25 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL
Movimeno unidimensional 5 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL. Inrodução Denre os vários movimenos que iremos esudar, o movimeno unidimensional é o mais simples, já que odas as grandezas veoriais que descrevem o
Análise e Processamento de BioSinais
Análise e Processameno de BioSinais Mesrado Inegrado em Engenaria Biomédica Faculdade de Ciências e Tecnologia Slide Análise e Processameno de BioSinais MIEB Adapado dos slides S&S de Jorge Dias Tópicos:
Q t. A corrente elétrica corresponde ao fluxo de elétrons. Os elétrons vão para o polo positivo de um gerador (pilha ou bateria)
Eletrodinâmica A eletrodinâmica está presente em praticamente todos os lugares da vida moderna. As instalações elétricas e suas lâmpadas, aquecedores fazem parte do cotidiano do homem moderno. Para exames
Instituto de Física USP. Física Moderna. Aula 23. Professora: Mazé Bechara
Insiuo de Física USP Física Moderna Aula 3 Professora: Mazé Bechara Aula 3 Bases da Mecânica quânica e equações de Schroedinger: para odos os esados e para esados esacionários. Aplicação e inerpreações.
Corrente elétrica e leis de Ohm Módulo FE.05 (página 46 à 49) Apostila 2
Aula 05 Corrente elétrica e leis de Ohm Módulo FE.05 (página 46 à 49) Apostila 2 Eletrodinâmica Sentido convencional da corrente elétrica Intensidade da corrente elétrica Leis de Ohm Resistor Condutividade
P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 07/05/05
P - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 07/05/05 Nome: Nº de Marícula: Gabario Turma: Assinaura: Quesão Valor Grau Revisão a,0 a,0 3 a,0 4 a,0 5 a,0 Toal 0,0 Consanes: R 8,34 J mol - K - R 0,08 am L mol - K - am
Eletricidade CAP2. Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson
Eletricidade CAP2 Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson Grandezas elétricas fundamentais Tensão elétrica (DDP) O mesmo que voltagem ou d.d.p. (diferença
2 Eletrodinâmica. Corrente Elétrica. Lei de Ohm. Resistores Associação de Resistores Geradores Receptores. 4 Instrumento de Medidas Elétricas
2. Eletrodinâmica Conteúdo da Seção 2 1 Conceitos Básicos de Metrologia 4 Instrumento de Medidas Elétricas 2 Eletrodinâmica Corrente Elétrica Resistência Elétrica Lei de Ohm Potência Elétrica Resistores
Campo magnético variável
Campo magnéico variável Já vimos que a passagem de uma correne elécrica cria um campo magnéico em orno de um conduor aravés do qual a correne flui. Esa descobera de Orsed levou os cienisas a desejaram
Física 1. 2 a prova 21/10/2017. Atenção: Leia as recomendações antes de fazer a prova.
Física 1 2 a prova 21/1/217 Aenção: Leia as recomendações anes de fazer a prova. 1- Assine seu nome de forma LEGÍVEL na folha do carão de resposas. 2- Leia os enunciados com aenção. 3- Analise sua resposa.
Notas de Aula ELETRICIDADE BÁSICA
Notas de ula ELETICIDDE ÁSIC Salvador, gosto de 2005. . Conceitos ásicos Fundamentais Estrutura tômica figura.0 é a representação esquemática de um átomo de ohr. Elétron () Núcleo( ou 0) Este átomo é composto
Aula: - Resistência elétrica e Resistores - Associação de Resistores
Aula: - Resistência elétrica e Resistores - Associação de Resistores A resistência elétrica Os metais são bons condutores de corrente elétrica, mas alguns são melhores condutores que outros. O metal mais
Amplificadores de potência de RF
Amplificadores de poência de RF Objeivo: Amplificar sinais de RF em níveis suficienes para a sua ransmissão (geralmene aravés de uma anena) com bom rendimeno energéico. R g P e RF P CC Amplificador de
Movimento unidimensional. Prof. DSc. Anderson Cortines IFF campus Cabo Frio MECÂNICA GERAL
Movimeno unidimensional Prof. DSc. Anderson Corines IFF campus Cabo Frio MECÂNICA GERAL 218.1 Objeivos Ter uma noção inicial sobre: Referencial Movimeno e repouso Pono maerial e corpo exenso Posição Diferença
Eletrodinâmica REVISÃO ENEM CORRENTE ELÉTRICA
REVISÃO ENEM Eletrodinâmica CORRENTE ELÉTRICA Corrente elétrica em um condutor é o movimento ordenado de suas cargas livres devido a ação de um campo elétrico estabelecido no seu interior pela aplicação
5. LABORATÓRIO 5 - INDUTORES
5-1 5. LABORATÓRIO 5 - INDUTORES 5.1 OBJETIVOS Após complear essas aividades de laboraório, você deverá ser capaz de (a) (b) (c) (d) (e) (f) (g) Deerminar a reaância de um induor a parir de medidas. Deerminar
O potencial eléctrico de um condutor aumenta à medida que lhe fornecemos carga eléctrica. Estas duas grandezas são
O ondensador O poencial elécrico de um conduor aumena à medida que lhe fornecemos carga elécrica. Esas duas grandezas são direcamene proporcionais. No enano, para a mesma quanidade de carga, dois conduores
AULA 02 PRIMEIRA LEI DE OHM APOSTILA 1 FSC-C
AULA 02 PRIMEIRA LEI DE OHM APOSTILA 1 FSC-C DIFERENÇA DE POTENCIAL (DDP) CRIAR UMA DIFERENÇA ENTRE DOIS PONTOS. NUM DOS PONTOS HÁ EXCESSO E NO OUTRO FALTA DE ELETRONS QUANTO MAIOR A DIFERENÇA, MAIOR VAI
2 - Circuitos Basicos
2 - Circuitos Basicos Carlos Marcelo Pedroso 18 de março de 2010 1 Introdução A matéria é constituída por átomos, que por sua vez são compostos por 3 partículas fundamentais. Estas partículas são os prótons,
Cinemática em uma dimensão. o Posição, deslocamento velocidade, aceleração. o Movimento com aceleração constante, o Queda livre
Cinemáica em uma dimensão o Posição, deslocameno velocidade, aceleração. o Movimeno com aceleração consane, o Queda livre Mecânica( Dinâmica! é! o! esudo! do! movimeno! de! um! corpo! e! da! relação!dese!movimeno!com!conceios!lsicos!como!força!
CORRENTE. Profº Almir Batista. ELÉTRICA Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2
CORRENTE ELÉTRICA Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2 CARGA ELÉTRICA A matéria é formada de pequenas partículas, os átomos. Cada átomo, por sua vez, é constituído de partículas ainda menores, no núcleo: os
Corrente Elétrica. Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2 Páginas 258 e 259. Profº Almir Batista
Corrente Elétrica Caderno 1 Frente 3 Módulos 1 e 2 Páginas 258 e 259 Carga Elétrica A matéria é formada de pequenas partículas, os átomos. Cada átomo, por sua vez, é constituído de partículas ainda menores,
RÁPIDA INTRODUÇÃO À FÍSICA DAS RADIAÇÕES Simone Coutinho Cardoso & Marta Feijó Barroso UNIDADE 3. Decaimento Radioativo
Decaimeno Radioaivo RÁPIDA ITRODUÇÃO À FÍSICA DAS RADIAÇÕES Simone Couinho Cardoso & Mara Feijó Barroso Objeivos: discuir o que é decaimeno radioaivo e escrever uma equação que a descreva UIDADE 3 Sumário
4 CER Compensador Estático de Potência Reativa
68 4 ompensador Esáico de Poência Reaiva 4.1 Inrodução ompensadores esáicos de poência reaiva (s ou Saic var ompensaors (Ss são equipamenos de conrole de ensão cuja freqüência de uso em aumenado no sisema
Capacitores. Objetivos 10.1 INTRODUÇÃO 10.2 O CAMPO ELÉTRICO
apaciores Objeivos Familiarizar-se com a consrução básica de um capacior e com os faores que afeam a sua capacidade de armazenar carga em suas placas. Ser capaz de deerminar a resposa ransiória (que varia
ELETRODINÂMICA. Prof. Patricia Caldana
ELETRODINÂMICA Prof. Patricia Caldana Ao se estudarem situações onde as partículas eletricamente carregadas deixam de estar em equilíbrio eletrostático passamos à situação onde há deslocamento destas cargas
Princípios de Telecomunicações Lei de Ohm e Potência Elétrica
Princípios de Telecomunicações Lei de Ohm e Potência Elétrica Prof. Francisco de Assis S. Santos, Dr. São José, 2016. Tensão Elétrica Grandeza gerada a partir do desequilíbrio de potencial entre 2 pontos,
H1- Compreender as grandezas relacionadas com o campo de conhecimento em eletricidade. Aula 1
H1- Compreender as grandezas relacionadas com o campo de conhecimento em eletricidade. Aula 1 Técnico em Eletromecânica - Agosto o de 2009 Prof. Dr. Emerson S. Serafim 1 Eletrostática: CONTEÚDO Átomo-Lei
Introdução aos multivibradores e circuito integrado 555
2 Capíulo Inrodução aos mulivibradores e circuio inegrado 555 Mea dese capíulo Enender o princípio de funcionameno dos diversos ipos de mulivibradores e esudo do circuio inegrado 555. objeivos Enender
