Dinâmica de Conhecimento. Os 4 Elementos

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1 Relações Humanas

2 Dinâmica de Conhecimento Os 4 Elementos

3 Terra Função: perceber, objetivar, consolidar, ver. Características: Capacidade para realizar, construir, manter; demarcar fronteiras, administrar, realizar; colocar limites (preservar espaços conquistados); pé no chão; praticidade; uso dos sentidos para observar o mundo; pragmatismo, cautela; habilidade para lidar com o mundo material; Facilidade para administrar; preocupação com a perfeição; Forma de ver o mundo: através dos sentidos (sensação) Cores: Tons da primavera (verde folha, bege, marrom).

4 Fogo Função: tomar iniciativa, transformar, criar, agir. Característica: energia entusiástica, impulso, calor, decisão; facilidade de expressão e criatividade; não consegue ficar à toa. impaciência, não suporta limites, identidade forte; vitalidade, autoconfiança, auto-estima aguçada, gosto pela aventura e ousadia; amor à vida, coragem ação, necessidade de se expressar, inquietação. Forma de ver o mundo: pela intuição, impulso. Cores: coral, vermelho e amarelo.

5 Água Função : circular os sentimentos, internalizar o observado. Características: sensibilidade, emoção (profundidade de afeto, magoa-se facilmente); intuição aguçada, suavidade, entrega; facilidade para estabelecer vínculos, cuidado com o outro; força obtida pela fluidez (contorna limites com facilidade); generosidade, afetividade, age pelo coração; facilidade para lidar com conflitos; Forma de ver o mundo: através dos sentimentos Cores: azul e verde

6 Ar Função: comunicação clara e inteligente Características: constante movimento, sociabilidade; capacidade de abstração, intelectualidade, imparcialidade; capacidade de julgamento ( auto-análise e análise); mudança e velocidade, age com a razão; identificação com música e perfume; flexibilidade, capacidade para se ajustar, facilidade para contatos (pouca vinculação); Forma de ver o mundo: através daquilo que ouve e observa Cores: branco e azul

7 Inteligência Intrapessoal Os indivíduos com inteligência intrapessoal desenvolvida estabelecem uma vida direta com a própria consciência, dominam seus sentimentos com facilidade e têm uma idéia clara de sua capacidade e seus limites. Sabem usar suas experiências, positivas ou negativas para se aperfeiçoar. São, em suma, pessoas donas de si.

8 Inteligência Intrapessoal Autoconhecimento O autoconhecimento, segundo a psicologia, significa o conhecimento de um indivíduo sobre si mesmo. A prática de se conhecer melhor faz com que uma pessoa tenha controle sobre suas emoções, independente de serem positivas ou não. O controle emocional provocado pelo autoconhecimento pode evitar sentimentos de baixa auto-estima, inquietude, frustração, ansiedade, instabilidade emocional e outros, atuando como importante exercício de bem-estar e ocasionando resoluções produtivas e conscientes acerca de seus variados problemas.

9 Inteligência Intrapessoal Autocontrole Capacidade de manter-se equilibrado em meio às próprias emoções e emoções alheias. A capacidade de refrear seus impulsos e instintos.

10 Inteligência Intrapessoal Automotivação A capacidade de se automotivar deve ser uma das mais almejadas habilidades humanas. Uma pessoa que consegue encontrar a motivação dentro de si não depende de que ninguém lhe dê um incentivo, não espera que as condições da vida lhe sejam favoráveis, não espera que o governo dê um jeito na economia para que ela possa tomar uma atitude na vida.

11 Inteligência Intrapessoal Automotivação Possui uma força misteriosa que lhe impulsiona para frente. A pessoa auto-motivada, ao não condicionar sua vontade para a ação a um elemento externo, coloca em si mesma toda a responsabilidade pela manutenção da energia que a impulsiona. Pessoas bem sucedidas, sejam empreendedores, acadêmicos, esportistas, artistas, escritores, possuem essa energia dentro de si e esse é certamente um dos elementos do seu sucesso.

12 Leitura de Texto: Ou mudamos ou morremos Para refletir: O homem que não sabe dominar os seus instintos, é sempre escravo daqueles que se propõem satisfazê-los. Gustave Le Bon

13 As pessoas são complexas e complicadas e as teorias desenvolvidas para explicar suas ações também o são.

14 Fatores Formadores da Opinião PERCEPÇÃO Processo pelo qual os indivíduos organizam e interpretam suas impressões sensoriais com a finalidade de dar sentido ao seu ambiente. Fatores que influenciam a PERCEPÇÃO Características pessoais do observador (atitudes, motivações, interesses, experiências passadas e expectativas). Situações Emoções Necessidades Estereótipos

15 Nenhum de nós enxerga a realidade... O que fazemos é interpretar o que vemos e chamar isso de realidade.

16 Percepção - Influências E X P E C T A T I V A S REFERÊNCIAS RELACIONAMENTOS E X P E R I Ê N C I A S

17 Fatores Formadores da Opinião ATITUDES São afirmações avaliativas favoráveis ou desfavoráveis em relação a objetos, pessoas ou eventos. Refletem como uma pessoa se sente em relação a alguma coisa. ATITUDES relacionadas ao trabalho: Satisfação no trabalho Envolvimento com o trabalho Comprometimento organizacional

18 Fatores Formadores da Opinião Relação entre COMPORTAMENTO e ATITUDE As atitudes de uma pessoa determinam o que ela faz (ou deveriam determinar...) As atitudes que as pessoas consideram importantes, tendem a apresentar uma forte relação com o comportamento. A relação atitude-comportamento costuma ser mais forte quando a atitude se refere a alguma coisa com a qual a pessoa tem experiência direta.

19 As atitudes das pessoas demonstram muito do que são e influenciam seu comportamento.

20 Comportamento Predominante

21 Analítico Sério, organizado, paciente, cuidadoso. Para obter apoio sabe o que acontece, domina o conhecimento sobre o trabalho. Valoriza segurança e o máximo de garantias. Perfeccionista, teimoso, meticuloso e indeciso. Sob tensão, cala-se, retira-se, evita o conflito. Precisa treinar a decidir mais rápido e a arriscar mais!

22 Controlador Decidido, objetivo, assume riscos. Para obter apoio confia na eficiência; trabalho feito a tempo e a hora. Valoriza resultados e cumprimentos de metas. Exigente, crítico, impaciente e mandão. Sob tensão, ameaça, impõe-se. Precisa treinar autocontrole e o saber ouvir os outros.

23 Expressivo Criativo, empreendedor, entusiasmado e estimulante! Para obter apoio usa as habilidades sociais, persuade. Valoriza cumprimentos recebidos, reconhecimento. Exclusivista, superficial, impulsivo e inconstante. Sob tensão, fala alto e rápido, agita-se; explode! Precisa treinar autodisciplina e moderação.

24 Apoiador Amável, compreensivo, bom ouvinte, prestativo. Para obter apoio faz amizades, trabalha para o grupo, é harmonioso. Valoriza atenção recebida e ser aceito pelos outros. Evita conflito, concorda para não discutir, perde tempo. Sob tensão, finge concordar ou não se manifesta, se entristece. Precisa exercitar a autodeterminação e a estabelecer metas. Referência: Luiz Augusto Costacurta Junqueira Negociação, tecnologia e comportamentos COP Editora, Rio de Janeiro

25 Foco nas Relações INFORMAL D O M I N A N T E Expressivo Controlador Apoiador Analítico C O N D E S C E N D E N T E FORMAL FOCO NAS TAREFAS

26 Como me vejo... & Como meu oposto me vê... Referência: Luiz Augusto Costacurta Junqueira Negociação, tecnologia e comportamentos COP Editora, Rio de Janeiro

27 Como os Opostos se Vêem Expressivo Ambicioso no bom sentido. Estimulador Entusiasta Alegre Simpático Comunicativo Amigável Talentoso Analítico Agitado Nervoso Não tem autodisciplina Manipulador Egoísta Só quer aparecer Festeiro Sonha demais

28 Como os Opostos se Vêem Apoiador Colaborador Dá muito apoio aos outros Sempre disposto a cooperar Respeitador Agradável Amigo e simpático Controlador Se dá demais Não se compromete Inseguro Paparicador Indeciso Dependente Complicado

29 Como os Opostos se Vêem Controlador Apoiador Determinado Independente Prático Decidido Eficiente Organizado Inteligente Mandão Dominador Severo Grosseiro Orgulhoso Não respeita a opinião dos outros Só quer mandar Presunçoso

30 Como os Opostos se Vêem Analítico Trabalhador Honesto Persistente Sério Exato Quer tudo em ordem Caprichoso Equilibrado Justo Expressivo Crítico Chato Moralista Preconceituoso Exigente Exagerado nos cuidados Pessimista

31 Atenção: O mais importante não é só compreender seu comportamento predominante, mas, principalmente, aprender a EXERCITAR a flexibilidade.

32 Comportamento Agressivo, Assertivo e Passivo A pessoa assertiva é capaz de agir em favor de seus próprios interesses, a se afirmar sem ansiedade, a expressar sentimentos sinceros e pensamentos sem constrangimento, a exercitar seus próprios direitos sem violar os do próximo. Em poucas palavras, a assertividade é a arte de ser objetivo. Algumas dicas básicas para ser uma pessoa assertiva: 1) Analise a situação como um todo para entender bem o que está acontecendo; 2) Veja o que realmente quer falar; 3) Avalie o que deseja ou a intenção de sua fala; 4) Pense melhor na maneira de falar sobre o assunto, seja clara e objetiva; 5) Pense no tom de voz, nos gestos e expressão facial que deverão ser coerentes com o que está sentindo; 6) Fale e ao mesmo tempo observe a reação do outro; 7) Agüente a ansiedade que isso poderá gerar e avalie seus sentimentos depois de falar o que estava sentindo

33 Inteligência Interpessoal/Emocional Segundo Daniel Goleman - psicólogo e escritor americano - o conceito de inteligência emocional pode ser concentrada em 5 habilidades tais como: 1. Auto-Conhecimento Emocional - reconhecer as próprias emoções e sentimentos quando ocorrem; 2. Controle Emocional - habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida; 3. Auto-Motivação - capacidade de dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal; 4. Reconhecimento de emoções em outras pessoas; e 5. Habilidade em relacionamentos inter-pessoais.

34 Criatividade e Motivação PESSOAS CRIATIVAS sempre são AUTOMOTIVADAS Percepção das coisas de forma diferenciada (ver o mundo com outros olhos); Crença no que vê; Planejamento do próprio tempo; Intensidade no desenvolvimento da idéia ou projeto concebido; Treinamento constante; Manutenção da mente aberta para o novo. Busca permanente pelo conforto físico (roupas e calçados confortáveis, alimentação saudável) e mental ( leituras edificantes, pensamentos positivos e inovadores).

35 Comunicação Processo: Mensagem a ser enviada Codificação Canal Decodificação Mensagem a ser enviada Feedback

36 Comunicação Nenhum grupo pode existir sem comunicação: a transferência de significado entre seus membros. Só através dessa transferência é que as informações e as idéias conseguem ser transmitidas. A comunicação abrange a transferência e a compreensão do significado.

37 Comunicação Funções: CONTROLE A comunicação age no controle do comportamento das pessoas (hierarquias e orientações formais sobre horários, tarefas etc..). MOTIVAÇÃO A comunicação facilita a motivação porque esclarece o que deve ser feito, como está o desempenho do funcionário e o que fazer para melhorá-lo. EXPRESSÃO EMOCIONAL A comunicação dentro de um grupo de trabalho é um mecanismo fundamental para que seus membros expressem suas frustrações ou sentimentos de satisfação expressão emocional. INFORMAÇÃO A comunicação é facilitadora de tomada de decisão. Ela proporciona as informações das quais pessoas e grupos precisam para tomar decisões.

38 Comunicação Direção da Comunicação (dimensão vertical): DESCENDENTE Comunicação que flui dentro de um grupo ou organização, dos níveis mais altos para os mais baixos. É usado para atribuir tarefas, fornecer instruções de trabalho, informar políticas e procedimentos etc. ASCENDENTE Destina-se aos escalões mais altos do grupo ou da organização. É utilizada para fornecer feedback aos executivos, informá-los sobre os progressos em relação às metas, sobre como os funcionários sentem-se em relação ao trabalho, à equipe e à organização como um todo. LATERAL Quando a comunicação acontece entre os membros de um mesmo grupo, grupos de um mesmo nível, pares de trabalho. Deve ser utilizada para otimizar o tempo, facilitar a coordenação das tarefas, promover a integração e o conhecimento intergrupal.

39 Comunicação Interpessoal ORAL ESCRITA NÃO-VERBAL

40 Barreiras à Comunicação Eficaz Diversas barreiras podem dificultar ou distorcer a comunicação eficaz. FILTRAGEM: Manipulação da mensagem pelo emissor para que seja vista de maneira mais favorável pelo receptor. Quanto mais níveis hierárquicos verticais houver, maior a oportunidade de a filtragem ocorrer. PERCEPÇÃO SELETIVA: No processo de comunicação o receptor vê e escuta seletivamente com base em suas próprias necessidades, motivações, experiências, histórico e outras características pessoais. SOBRECARGA DE INFORMAÇÃO: As pessoas têm capacidade finita de processar informações. Com s, chamadas telefônicas, fax, reuniões e a necessidade de manteremse atualizados, os profissionais, cada vez mais sentem-se sobrecarregados. A tendência é selecionar, ignorar ou esquecer algumas informações.

41 Barreiras à Comunicação Eficaz Diversas barreiras podem dificultar ou distorcer a comunicação eficaz. ESTILOS DE COMUNICAÇÃO DE HOMENS E MULHERES: Homens e mulheres utilizam a comunicação oral para diferentes propósitos, logo, o sexo torna-se uma barreira para a comunicação eficaz. EMOÇÕES: A interpretação de uma mensagem é influenciada pelo estado de espírito do receptor no momento em que recebe. LINGUAGEM: As palavras têm significados diferentes para cada indivíduo. Idade, educação e histórico cultural são as três variáveis mais óbvias que influenciam a linguagem usada por uma pessoa e como ela interpreta as palavras.

42 Canal de Comunicação Visual Retém melhor o que vê ou lê. Põe imagens nas palavras. Fala como as coisas parecem prá ela. Fala rápido.

43 Canal de Comunicação Auditivo Retém melhor o que ouve. Seleciona as palavras que usa. A voz costuma ser ressonante. Fala vagarosamente,de forma ritmada e uniforme.

44 Canal de Comunicação Cinestésico Retém melhor o que sente/vivencia. Usa metáforas do mundo físico. Fala com muita expressividade e, normalmente, vagarosamente.

45 Comunicação Conhecimento Comprometimento

46 O valor das diferenças individuais Aceitar diferenças. Conviver com diversidades. Aprender com diferentes saberes. Compartilhar poder e saber, numa relação nutriente e edificante.

47 Assertividade Conhecer-se Saber ouvir Saber falar Saber conviver A comunicação é o fato humano fundamental: nós somos tanto mais humanos, quanto mais conhecemos nossa capacidade de comunicar Roger Mehl

48 Cuidando do Feedback É um processo de ajuda para mudança de comportamento. Não deve julgar. Atenção ao tom de voz ao falar. Atenção à comunicação não verbal. Solicite, não imponha. Escolha o momento adequado. O Feedback é assertivo

49 Liderança QUADRADOS MAIS QUE PERFEITOS

50 Estilos de Liderança Os vários padrões de comportamento preferidos pelos líderes durante o processo de dirigir e influenciar os trabalhadores. Está relacionado a: Forças presentes no gerente. Forças presentes nos subordinados. Forças presentes na situação.

51 Liderança Diferentes Papéis Papéis Interpessoais: Símbolo (cerimônias, almoços, saudações etc.). Líder (responsável pelos atos próprios e dos subordinados). Elemento de Ligação ( clientes internos e externos). Papéis Informacionais: Buscar informações, postura de pesquisa. Disseminar as informações de forma clara, objetiva e entusiástica. Papéis Decisórios: Pensar analítica e conceitualmente para tomar decisões nem sempre fáceis. Alocar recursos necessários e, constantemente negociar com as pessoas envolvidas no processo.

52 Desafios da Liderança Adquirir novas competências e desenvolver novas habilidades. Mover-se por sua própria motivação, adotando iniciativas de crescimento individual e em grupo. Disseminar informações e buscar melhoria constante, através de diálogos construtivos e inovadores. Reconhecer o aprendizado como parte do trabalho e ter uma atitude aprendiz diante de surpresas, erros ou problemas. Ser flexível às pessoas e às mudanças.

53 Flexibilidade Capacidade de adaptação ao grau de consideração das necessidades, idéias e opiniões de outras pessoas, exigindo para isso: Empatia Saber ouvir Percepção Interação

54 Tomada de Decisão Fatores que influenciam a tomada de decisão: O estilo de tomada de decisões Maneira de pensar: lógicas e racionais processam as informações de modo sistemático intuitivas e criativas percebem as coisas em seu conjunto Tolerância à ambigüidade: Alguns estruturam as informações de maneira a minimizar a ambigüidade Outros processam muitos pensamentos ao mesmo tempo

55 Tomada de Decisão Sugestões: Analise a situação e ajuste seu estilo de tomar decisões à cultura nacional em que você está atuando e aos critérios que a empresa valoriza e recompensa. Esteja consciente das ocorrências de viés e erros compreenda que eles influenciam seus julgamentos e seja capaz de mudar sua forma de decidir. Combine a análise racional com a intuição. Usando ambas, você poderá melhorar a eficácia de suas decisões. Não acredite que seu estilo específico de tomar decisões seja adequado a qualquer função. Sua eficácia como tomador de decisões será maior se você adequar seus estilo às exigências específicas de sua função. Procure aprimorar sua criatividade, busque soluções novas para os problemas, tente ver os mesmos problemas de maneiras diferentes.

56 Estudo em Grupo Grupo 1 Os temores de dar e receber feedback Grupo 2 Sucesso ou Fracasso Grupo 3 Estresse: Nem mocinho nem vilão Grupo 4 Gestor da própria carreira

57 Os Grupos na Organização Equipe X Grupos Qual a diferença? GRUPO: dois ou mais indivíduos, interdependentes e interativos que se juntam visando a obtenção de um determinado objetivo. GRUPO DE TRABALHO = é aquele que interage basicamente para compartilhar informações e tomar decisões que ajudem cada uma a desempenhar as funções em sua área de responsabilidade. Seu desempenho é apenas o somatório das contribuições individuais de seus membros. EQUIPE DE TRABALHO: gera sinergia positiva por meio do esforço coordenado. Os esforços individuais resultam em um nível de desempenho maior do que a soma das entradas individuais

58 Comparação entre Grupos e Equipes de Trabalho Grupo de Trabalho Equipe de Trabalho Compartilhamento de Informações Neutra às vezes negativa Individual Aleatórias e variadas OBJETIVO SINERGIA RESPONSABILIDADE HABILIDADES Desempenho coletivo Positiva Individual e mútua Complementar

59 Os grupos na organização Por que as pessoas se reúnem em grupo? MOTIVO SEGURANÇA STATUS AUTO-ESTIMA ASSOCIAÇÃO PODER ALCANCE DE METAS BENEFÍCIO Reduzem a insegurança de se sentirem sós Se sentem mais fortes; têm menos dúvidas São mais resistentes às ameaças A inclusão em um grupo visto como importante pelos outros proporciona reconhecimento e status para seus membros Sensação de valor próprio Satisfação das necessidades sociais Coisas que não podem ser obtidas de forma individual geralmente se tornam possíveis pela ação grupal há poder no agrupamento Há ocasiões em que para se alcançar determinadas metas é preciso somar diversos talentos, conhecimentos ou poderes

60 Verdadeiro, falso ou duvidoso?

61 Valores Individuais Responsáveis por nossa motivação. São estimados, têm importância, brigamos e lutamos por eles. Quando conhecemos nossos valores (aquilo que nos motiva), temos maior facilidade para empreender, porque sabemos escolher.

62 Valores Coletivos São estabelecidos em grupo através do relacionamento interpessoal. São cultivados e vivenciados pelo grupo. Torna os participantes comprometidos. Grupos com valores coletivos bem definidos, são grupos altamente produtivos.

63 Mosaico Almoço

64 Cassino

65 Comprometimento Interdependência de interesses e ações. Consciência absoluta da necessidade do outro. A prática constante do nós. O reconhecimento do outro e de si mesmo, como parte integrante do todo.

66 Postura e Ética A Ética é o estudo geral do que é bom ou mau, correto ou incorreto, justo ou injusto, adequado ou inadequado. Um dos objetivos da Ética é a busca de justificativas para as regras propostas pela Moral e pelo Direito. Ela é diferente de ambos - Moral e Direito - pois não estabelece regras. Esta reflexão sobre a ação humana é que caracteriza a Ética. É fundamental ter sempre em mente que há uma série de atitudes que não estão descritas nos códigos de todas as profissões, mas que são comuns a todas as atividades que uma pessoa pode exercer. Atitudes de generosidade e cooperação no trabalho em equipe, mesmo quando a atividade é exercida solitariamente em uma sala, ela faz parte de um conjunto maior de atividades que dependem do bom desempenho desta. Uma postura pró-ativa, ou seja, não ficar restrito apenas às tarefas que foram dadas a você, mas contribuir para o engrandecimento do trabalho, mesmo que ele seja temporário.

67 Desafios das Cores

68 Pessoas + Equipe + Organização Quanto mais a distribuição das funções, a distribuição do trabalho e a estrutura administrativa se aproximarem da realidade sócio-dinâmica do grupo, maiores serão as possibilidades de êxito. INTEGRAÇÃO Meu Desenho

69 Base Bibliográfica Aspectos Comportamentais da Gestão de Pessoas Diversos Autores Ed. FGV Management. Fundamentos do Comportamento Organizacional Robbins ; Ed. Prentice Hall - 8ª Edição. Fique de Bem com seu Cérebro Suzana Herculano-Hozel ; Ed. Sextante A pessoa com propósito Kevin McCarthy ; Ed. Negócios

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