2. Modelos Entrada/saída e Modelos de Estado

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2. Modelos Entrada/saída e Modelos de Estado"

Transcrição

1 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado. Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado Objectivo: No final dete módulo, o aluno deverão er capaze de reconhecer a dua grande clae de modelo entrada/aída e etado e converter um no outro. Bibliografia: Ljung e Glad, Cap. 3 Egeland e Gravdahl, Cap. Sugere-e também para modelo dicreto e aplicaçõe à computação: J. Hellertein, Y. Diao, S. Pareh and D. Tilbury 4. Feedbac control of computing ytem. Wiley Intercience.

2 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado Sitema, inai e diagrama de bloco Fiicamente, um itema é um conjunto de elemento que interagem entre i e com o meio eterior. Um inal é uma função do tempo. Matematicamente, o itema ão decrito como operadore que tranformam o inai impoto pelo mundo eterior ao itema noutro inai impoto pelo itema ao mundo eterior. Ito dito aim é horroroamente abtracto pelo que vamo ver doi eemplo.

3 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 3 Eemplo: Um divior de tenão u Sitema R y Sinal de entrada R Sinal de aída Repreentação em termo de itema: u Multiplica por,5 y

4 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 4 O divior de tenão tranforma o inal de tenão à entrada u no inal de tenão à aída, y. Eta tranformação correponde à operação matemática de multiplicar a entrada por : y u Para calcular a aída no intante genérico t apena preciamo da entrada no memo intante. O itema diz-e etático.

5 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 5 Eemplo de um itema: Circuito RC u R y C Repreentação em termo de itema: u Equação do circuito RC y dy RC y dt u y y Nete cao o itema é dinâmico: A aída em t depende do paado.

6 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 6 Eemplo com múltiplo bloco: Tanque u u Conervação da maa h h a q q Lei de Bernoulli A Conervação da maa: dh A dt u q a Lei de Bernoulli: q a gh

7 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 7 Entrada: Caudal de entrada u ; Área da abertura de aída a Saída: Nível h, caudal de aída q Podemo coniderar o tanque como um itema em que a entrada que podemo manipular é u, há uma entrada de perturbação a impota por outro itema e a aída é o nível h. Ma ito não é neceariamente empre aim: Se uma entrada é manipulada ou uma perturbação, e qual o inal de aída depende do objectivo do itema.

8 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 8 Eemplo: Controlo do nível do barrilete num grupo termoeléctrico w u Vapor para a turbina Vapor Turbina Vapor c/ água liq. Vapor para o condenador h Válvula de água de alimentação Água liq. Painéi de água na parede da fornalha Chama

9 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 9 Bloco do nível do barrilete W Comando da válvula de vapor u Comando da válvula de água de alim. Barrilete h Nível do barrilete Entrada manipulada: Comando da válvula de água de alimentação; Entrada de perturbação: Comando da válvula de vapor Saída: Nível do barrilete Quando e conidera o vapor produzido, o comando da válvula de vapor é uma variável manipulada.

10 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado Diagrama de bloco do Grupo Gerador de Vapor implificado Caudal fuel Queima P vap Q vap Turbina Potência activa w Válvula de vapor u Válvula de água de alimentação Q gal Din. nível barrilete h

11 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado Como ecrever itemáticamente a equaçõe que traduzem a operaçõe efectuada pelo bloco no inai? Tempo contínuo: Equação diferencial de ordem n Modelo de etado itema de eq. Diferenciai de ª ordem Tempo dicreto: Equação de diferença de ordem n Modelo de etado itema de eq de diferença de ª ordem

12 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado Eemplo em tempo contínuo: Maa ocilante Como reage a mola à força eterna u? mola A mola atinge um ponto de equilíbrio devido ao peo. y m b u atrito Definir um referencial a partir dete ponto. Seja y a coordenada medida nete entido. Pela lei de Newton: O produto da maa pela aceleração é igual à oma da força que acuam no entido poitivo de y, d y dy m y b u dt dt

13 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 3 d y dy m y b u dt dt Diagrama de bloco:. y y... u y y m y b m m

14 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 4 Uma outra poibilidade: Modelo de etado Em vez de uma equação de egundo grau, dua equaçõe de º grau. A incógnita ão a variávei de etado. Variávei de etado no eemplo da maa ocilatória: Poição: : y velocidade: : y& A equação d y dy m y b u dt dt é equivalente a: d dt d dt m b m u

15 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 5 u m b m dt d dt d Nete cao, o modelo é linear e pode er ecrito matricialmente u m b m & & [ ] y

16 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 6 u m b m & & [ ] y Definindo o vector de etado e a matrize : m b m A : : B [ ] : C O modelo de etado ecreve-e na forma tandard para o cao linear: Equação da dinâmica do etado: Bu A & Condição inicial: Equação de aída: C y

17 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 7 Cao geral: Equação diferencial Relaciona a entrada e a aída atravé de uma única equação diferencial de ordem n : n n m m,, K,,,, K, g y t y em que g.,.,...,. é uma função, n > m e t y t u t u t u t y : d dt y Condiçõe iniciai: y y, y y,..., y n y n

18 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 8 Equação diferencial linear com coeficiente contante y n a y n K a n y b u m b u m K b m u Condiçõe iniciai: y y, y y,..., y n y n Função de tranferência A função de tranferência é o quociente da tranformada de Laplace da aída e da entrada, com condiçõe iniciai nula H b b m m n n a K b K a n m

19 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 9 Cao geral: Modelo de etado Modelo da dinâmica:,,,,,,,,,,,,,,,,,, m n n n m n m n u u f dt d u u f dt d u u f dt d K K M K K K K Modelo do enore:,,,,,, n n n n h y h y K M K

20 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado O modelo de etado ecreve-e normalmente na forma vectorial como: Modelo da dinâmica: d dt f, u Condiçõe iniciai: Modelo da obervaçõe enore: y h Vector de variávei de etado dimn u Vector de variávei manipulada dimum y Vector de aída obervaçõe dimyp

21 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado Modelo de etado de itema lineare Equação de etado eq. diferencial, relaciona a entrada u com o etado : Condição inicial no etado & A Bu Equação de aída eq. algébrica, relaciona o etado com a aída y : Dimenõe: y C Du n m p R, u R, y R A [ n n] B[ n m] C[ p n] D[ p m] Normalmente iremo coniderar D itema com mai pólo que zero.

22 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado Diagrama de bloco do modelo de etado u B. C y A & A Bu y C Du

23 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 3 Converão entre o modelo de etado de itema lineare e a função de tranferência

24 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 4 Obtenção da função de tranferência a partir do modelo de etado & A bu y C Tome-e a tranformada de Laplace com condiçõe iniciai nula: X AX bu X TL U TL u Y CX Daqui vem I A X bu X I A bu ou eja Y C I A b U

25 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 5 Y C I A b U A função de tranferência vem poi dada por G C I A b Dado que I A adj I det I A A a função de tranferência ecreve-e G C adj I A b det I A

26 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 6 Nota obre Álgebra Linear Adjunta de uma matriz A adjunta de uma matriz m M é dada por ij adj M [ ] T M ij em que M ij é o co-factor do elemento m ij, ou eja, é dada pelo determinante da matriz que e obtém eliminando a linha i e a coluna j, multiplicado por i j. Eemplo: a adj c b d d c b a

27 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 7 Adjunta de uma matriz Eemplo M T M adj Para verificar o reultado, oberve-e que det I M M adj M Referência: G. Strang, Linear Algebra and it Application, ª ed., p 7.

28 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 8 Pólo e zero G C adj I A b det I A O pólo ão a raíze do polinómio caracterítico da matriz A, dado por O zero ão a raíze do polinómio det I A C adj I A b A raíze do polinómio caracterítico de uma matriz podem obter-e facilmente no MATLAB com o comando eig.

29 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 9 Função de tranferência a partir do modelo de etado Eemplo 6 5 A b [ ] C A I A I [ ] G

30 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 3 Obtenção da equação diferencial a partir do modelo de etado Eemplo Em certo cao imple, podemo calcular a função de tranferência em neceitar de recorrer à fórmula geral. Calcule a função de tranferência que relaciona a entrada u com a aída y, dado o modelo de etado: d dt d dt m b m u

31 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 3 Tomando Tranformada de Laplace com condiçõe iniciai nula: X X X b X m m X U Multiplicando a primeira equação por e ubtituindo X pelo valor dado pela egunda equação: b X X X U m m Uando a primeira equação para eliminar X, eprimindo-o em termo de X : b X X X U m m Donde: X U b m m

32 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 3 Obtenção do modelo de etado Sitema em zero Dada a função de tranferência apena com pólo: G 3 b a a a Pretende-e obter um modelo de etado que a repreente. Repare-e que ete modelo de etado não é único. Vamo começar por introduzir um tipo de variávei de etado denominada variávei de fae, em que o vector de etado é dado pela aída e pela ua n primeira derivada. Nete eemplo, n 3. 3

33 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 33 Obtenção da equação diferencial: 3 3 a a a b G 3 3 b U a Y Y a Y a Y Daqui vem a equação diferencial: 3 t b u t y a t y a t y a t y & && && &

34 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 34 & y && a && y a y& a3 y bu Variávei de etado aída e derivada até à ordem n : A equação diferencial ecreve-e 3 y y& && y & 3 a3 a a3 bu & &

35 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 35 O modelo de etado fica: & 3 & t u b a a a & ou, em termo matriciai: u b a a a 3 & [ ] y

36 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 36 A matriz da dinâmica a 3 a a tem uma etrutura com propriedade uficientemente importante para merecer um nome. Diz-e na forma companheira. Conite numa identidade de ordem n no canto uperior direito, tendo ao lado uma coluna de zero e em baio uma linha com o coeficiente do polinómio caracterítico da matriz denominador da função de tranferência.

37 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 37 Sitema com zero G 3 b a b a a Se aplicarmo a técnica anterior, urge uma derivada da entrada, o que caua uma dificuldade. Uma poibilidade há mai! é partir o itema no zero e no pólo, tomando como variávei de etado a aída do bloco do pólo e a ua dua primeira derivada. 3

38 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 38 Tem-e o diagrama de bloco: 3 a a a 3 X U b b Y A equação da dinâmica mantem-e. A equação de aída é alterada, paando a er: y b & b b b [ b b ] y

39 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 39 Não unicidade do modelo de etado Repare-e que o modelo de etado correpondente a uma função de tranferência ou, equivalentemente, a uma equação diferencial linear não é único. De facto há um número infinito de modelo de etado que correpondem à mema função de tranferência ou equação diferencial linear.

40 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 4 Tranformação de coordenada no modelo de etado Conidere o modelo de etado com equaçõe & A bu y C É feita uma tranformação de coordenada z T em que T é uma matriz quadrada invertível. Qual o modelo de etado verificado pelo vector z? Sugetão: Derive z T

41 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 4 z T Derivando: z & T& Uando o modelo de etado de : Uando a tranformação invera z & T A bu z & TAT z Tbu y C CT

42 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 4 Tranformação de coordenada no modelo de etado Dado o modelo de etado com equaçõe & A bu y C é feita uma tranformação de coordenada z T em que T é uma matriz quadrada invertível. Na nova coordenada a equaçõe de etado ão z& Εz Γu y H E TAT Γ Tb H CT

43 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 43 Simulação da equação diferencial e do modelo de etado Eemplo Conidere o itema linear decrito pela função de tranferência: Y U ωn ξω n ω n ξ, ω n parâmetro a Obtenha a equação diferencial equivalente. Deenhe um diagrama de bloco com integradore que permita a imulação da equação diferencial. Sugetão: Eprima & y& como função de y& e de y e depoi integre dua veze. Suponha que y etá diponível à aída de um integrador e deenhe o diagrama a partir daí. b Obtenha o modelo de etado equivalente, uando variávei de fae. Deenhe o diagrama de bloco do modelo de etado.

44 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 44 Realização com bae na equação diferencial Y ξω Y ω Y ω U & y ξω y& ω y ω u n y n n ω y ω u [ ] ξω y dt n n n dt n n n Cloc t To Worpace Sitema de ª ordem em zero Signal Generator b Gain Integrator Integrator y To Worpace u To Worpace a Gain3 a a ξω n ; a ω n

45 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 45 Simulação de itema com zero - Eemplo Conidere o itema linear decrito pela função de tranferência: b a aobtenha a equação diferencial equivalente. Y U b Deenhe um diagrama de bloco com integradore que permita a imulação da equação diferencial. Pene um pouco! c Obtenha o modelo de etado equivalente, uando variávei de fae. d Deenhe o diagrama de bloco do modelo de etado. a

46 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 46 Y U Realização com bae na equação diferencial b a a Y a Y a Y U bu y & a y& a y u& bu & Integrando uma vez: Intergando novamente: & y a y& u& a y bu y y& a y bu a y u dt [ a y u a y bu dt ] dt

47 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 47 Realização com a equação diferencial: y [ a y u a y bu dt ] dt Cloc t To Worpace Sitema de ª ordem com zero Signal Generator b Gain u To Worpace Integrator a Integrator y To Worpace Gain3 a

48 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 48 Sitema em tempo dicreto No itema em tempo dicreto, o tempo é modelado como um número inteiro que toma uceivamente o valore,,,... O itema dinâmico ão modelado por equaçõe de diferença. Também aqui podemo ter equaçõe de diferença de ordem n ou por itema de n equaçõe de ordem n modelo de etado.

49 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 49 Decrição de SLIT por equaçõe de diferença Equação de diferença ecrita com a amotra avançada: y n ay n K an y bu m b u m K b u Equação de diferença ecrita com a amotra atraada: y ay K a n y n bu n m b u n m K b u n Paa-e de uma para outra atraando ou adiantando o tempo n pao. m m

50 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 5 Função de tranferência dicreta u SLIT y Aume-e o itema modelado pela equação de diferença y n ay n K ay bu m bu m bu n m Tome-e tranformada Z com condiçõe iniciai nula para obter a função de tranferência: Gz Yz U z m m bz bz K b n n n z a z a z K a m n

51 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 5 Eemplo: Sitema dicreto de ª ordem y.5y.5u y Repota do itema a uma entrada definida por u e e < u y

52 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 5 Eemplo: Modelo de Sitema Amotrado Relógio uh D/A u G Sitema y A/D yh Qual a função de tranferência dicreta vita pelo computador?

53 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 53 Recorde-e que, para determinar a função de tranferência, devemo: Aplicar um inal à entrada do itema, com condiçõe iniciai nula Obervar a aída Determinar a tranformada Z da entrada e da aída correpondente Calcular a função de tranferência como o quociente entre a tranformada Z da aída e a tranformada Z da entrada Que inal de tete é mai conveniente aplicar?

54 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 54 Se aplicarmo um ecalão dicreto à entrada, à entrada do itema contínuo aparecerá também um ecalão, o que facilita a conta Relógio uh D/A u G Sitema y A/D yh yh TL G yt TL G t h

55 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 55 Função de Tranferência Dicreta Sendo uh um ecalão dicreto, a ua tranformada Z é: Portanto: Zuh [ ] z Z[ y h] Gd z z Z TL G t h Zuh [ ]

56 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 56 Concluão. Modelo dicreto de um itema contínuo amotrado Relógio uh D/A u G Sitema y A/D yh Do ponto de vita do computador, i.e. entre a entrada e a aída dicreta, ete itema é equivalente a um SLIT dicreto com função de tranferência G z z Z TL G d t h

57 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 57 Tabela Auiliare TZ de inai amotrado Equivalente ZOH Notar que o equivalente ZOH de FT própria mai pólo que zero têm empre atrao d.

58 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 58 Modelo de itema amotrado Eemplo Qual a função de tranferência dicreta caual que e obtém quando e amotra o itema contínuo com função de tranferência Solução: a G a? Gd z z ZTL a a Decompondo em fracçõe imple a a a t h

59 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 59 TL invera do primeiro termo: f t, t TL invera do egundo termo: at f t e a t Amotrando no intante h: ah f h e Cuja TZ é: F z e ah z

60 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 6 Finalmente, a função de tranferência dicreta vem dada por: Gd z z ah z e z G d z ah e z e ah z A região de convergência deve er ecolhida por forma a que o itema eja caual.

61 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 6 A partir da função de tranferência, interpretando podemo obter a equação de diferença: z como o operador atrao, ah e z y ah e z u ah ah y e y e u Ecrito de outra maneira: y α y β u α ah e β e ah

62 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 6 Eemplo: Modelo de uma população A população aume-e dividida em etrato etário, cada um correpondente a um intervalo de tempo dicreto. Aume-e: i é o número de indivíduo no etrato i no tempo Índice do etrato: Tempo dicreto: i,,, K, n,,, K Ete modelo é conhecido em língua Inglea como Cohort population model.

63 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 63 Se não houver morto, todo o elemento da geração i no ano etarão na geração i no ano : i i i,,, K, n

64 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 64 Se eitirem morto à medida que o tempo paa, ó uma parte da geração i no ano etará na geração i no ano : i β i i β i i,,, K, n O membro da população no etrato reultam da reprodução do elemento do divero etrato: α α K α n n

65 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 65 i i β i i β,,,, n i K n α n α α K Na forma matricial: n n n n M M L O L L L M β β β α α α α A

66 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 66 8 Captura Ano Idade [ano] 7 Captura de arenque no Mar do Norte entre 9 e 94 Hjort, 96. O deenvolvimento de modelo de populaçõe é muito importante para a getão do toc de peie, optimizando a peca.

67 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 67 Eemplo: Modelo de Etado do ervidor Apache J. Hellertein, X. Diao, S. Pareh, D. Tilbury 4. Feedbac Control of Computing Sytem. Wiley Intercience. pp Entrada: MaClient MC, KeepAlive KA Saída: CPU, MEM u med KA KA KA u med MC MC MC 6 y med CPU CPU CPU.58 y med MEM MEM MEM.55

68 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 68 Modelo de etado multivariável do ervidor Apache u u y y

69 Modelação e Simulação.Modelo Entrada/aída e Modelo de Etado 69 Concluão: Modelo de etado de itema lineare A Bu y C Du Modelo de etado de itema não lineare, u f y h Em ambo o cao, a equação de aída modela o enore.

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos CAPÍTULO 10 Modelagem e repota de itema dicreto 10.1 Introdução O itema dicreto podem er repreentado, do memo modo que o itema contínuo, no domínio do tempo atravé de uma tranformação, nete cao a tranformada

Leia mais

Capítulo 5: Análise através de volume de controle

Capítulo 5: Análise através de volume de controle Capítulo 5: Análie atravé de volume de controle Volume de controle Conervação de maa Introdução Exite um fluxo de maa da ubtância de trabalho em cada equipamento deta uina, ou eja, na bomba, caldeira,

Leia mais

107484 Controle de Processos Aula: graus de liberdade, variáveis de desvio e linearização

107484 Controle de Processos Aula: graus de liberdade, variáveis de desvio e linearização 107484 Controle de Proceo Aula: grau de liberdade, variávei de devio e linearização Prof. Eduardo Stockler Tognetti Departamento de Engenharia Elétrica Univeridade de Braília UnB 1 o Semetre 2015 E. S.

Leia mais

Aula 4 Modelagem de sistemas no domínio da frequência Prof. Marcio Kimpara

Aula 4 Modelagem de sistemas no domínio da frequência Prof. Marcio Kimpara FUDAMETOS DE COTROLE E AUTOMAÇÃO Aula 4 Modelagem de itema no domínio da requência Pro. Marcio impara Unieridade Federal de Mato Groo do Sul Sitema mecânico tranlação Elemento Força deloc. tempo Laplace

Leia mais

A transformada de Laplace pode ser usada para resolver equações diferencias lineares com coeficientes constantes, ou seja, equações da forma

A transformada de Laplace pode ser usada para resolver equações diferencias lineares com coeficientes constantes, ou seja, equações da forma Introdução A tranformada de Laplace pode er uada para reolver equaçõe diferencia lineare com coeficiente contante, ou eja, equaçõe da forma ay + by + cy = ft), para a, b, c R Para io, a equação diferencial

Leia mais

Equações Diferenciais (GMA00112) Resolução de Equações Diferenciais por Séries e Transformada de Laplace

Equações Diferenciais (GMA00112) Resolução de Equações Diferenciais por Séries e Transformada de Laplace Equaçõe Diferenciai GMA Reolução de Equaçõe Diferenciai por Série e Tranformada de Laplace Roberto Tocano Couto [email protected] Departamento de Matemática Aplicada Univeridade Federal Fluminene Niterói,

Leia mais

Um exemplo de Análise de Covariância. Um exemplo de Análise de Covariância (cont.)

Um exemplo de Análise de Covariância. Um exemplo de Análise de Covariância (cont.) Um exemplo de Análie de Covariância A Regreão Linear e a Análie de Variância etudada até aqui, ão cao particulare do Modelo Linear, que inclui também a Análie de Covariância Em qualquer deta trê ituaçõe

Leia mais

Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias por Série de Potências e Transformada de Laplace

Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias por Série de Potências e Transformada de Laplace Reolução de Equaçõe Diferenciai Ordinária por Série de Potência e Tranformada de Laplace Roberto Tocano Couto [email protected] Departamento de Matemática Aplicada Univeridade Federal Fluminene Niterói,

Leia mais

Professora FLORENCE. Resolução:

Professora FLORENCE. Resolução: 1. (FEI-SP) Qual o valor, em newton, da reultante da força que agem obre uma maa de 10 kg, abendo-e que a mema poui aceleração de 5 m/? Reolução: F m. a F 10. 5 F 50N. Uma força contante F é aplicada num

Leia mais

Definição de determinantes de primeira e segunda ordens. Seja A uma matriz quadrada. Representa-se o determinante de A por det(a) ou A.

Definição de determinantes de primeira e segunda ordens. Seja A uma matriz quadrada. Representa-se o determinante de A por det(a) ou A. Determinantes A cada matriz quadrada de números reais, pode associar-se um número real, que se designa por determinante da matriz Definição de determinantes de primeira e segunda ordens Seja A uma matriz

Leia mais

Exercícios Resolvidos de Biofísica

Exercícios Resolvidos de Biofísica Exercício Reolvido de Biofíica Faculdade de Medicina da Univeridade de oimbra Exercício Reolvido de Biofíica Metrado ntegrado em Medicina MEMBRNS HOMOGÉNES Exercício 1. Numa experiência com uma membrana

Leia mais

EXERCÍCIOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA (sistemas de equações lineares e outros exercícios)

EXERCÍCIOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA (sistemas de equações lineares e outros exercícios) UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA EXERCÍCIOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA (sistemas de equações lineares e outros eercícios) ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL Eercícios

Leia mais

= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B

= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B eolução Fíica FM.9 1. e Com bae na tabela, obervamo que o atleta etá com 5 kg acima do peo ideal. No gráfico, temo, para a meia maratona: 1 kg,7 min 5 kg x x,5 min. Na configuração apreentada, a força

Leia mais

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático coniderando o efeito do atrito dinâmico Antonio C. Valdiero, Carla S. Ritter, Luiz A. Raia Depto de Ciência Exata e Engenharia, DCEEng,

Leia mais

Unidade Símbolo Grandeza

Unidade Símbolo Grandeza Unidade Prefixo Noe Síbolo Fator Multiplicador Noe Síbolo Fator Multiplicador exa E 10 18 deci* d 10-1 peta P 10 15 centi* c 10 - tera T 10 1 ili* 10-3 giga* G 10 9 icro* 10-6 ega* M 10 6 nano n 10-9 quilo*

Leia mais

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque Motore de indução Arranque São motore robuto e barato (fabricado em maa), embora tendo o inconveniente de não erem regulávei. Conequentemente, uma vez definido um binário e uma corrente, ete apena dependem

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Verão.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife PE GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC GAT

Leia mais

Laboratório de Sistemas e Sinais Equações Diferenciais

Laboratório de Sistemas e Sinais Equações Diferenciais Laboratório e Sitema e Sinai Equaçõe Diferenciai Luí Cala e Oliveira Abril 2009 O objectivo ete trabalho e laboratório é o e realizar experiência com moelo e itema em tempo contínuo ecrito por equaçõe

Leia mais

Universidade Presbiteriana Mackenzie. Automação e Controle I

Universidade Presbiteriana Mackenzie. Automação e Controle I Univeridade Prebiteriana Mackenzie Curo de Engenharia Elétrica Automação e Controle I Nota de Aula Prof. Marcio Eiencraft Segundo emetre de 006 Univeridade Prebiteriana Mackenzie Curo de Engenharia Elétrica

Leia mais

Apostila de SINAIS E SISTEMAS

Apostila de SINAIS E SISTEMAS Apotila de SINAIS E SISTEMAS Álvaro Luiz Stelle (PhD) DAELN CPGEI CEFET PR Março de 5 I PREFÁCIO Eta apotila tem como objetivo dar ao leitor um embaamento teórico da Tranformada de Laplace, de Fourier

Leia mais

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA UNIVESIDADE FEDEAL DE CAMPINA GANDE CENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA E INFOMÁTICA DEPATAMENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA LABOATÓIO DE ELETÔNICA Experimento #4 Filtro analógico ativo EXPEIMENTO #4 Objetivo Gerai Eta

Leia mais

Modelagem no Domínio do Tempo. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello [email protected] 1

Modelagem no Domínio do Tempo. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1 Carlos Alexandre Mello 1 Modelagem no Domínio da Frequência A equação diferencial de um sistema é convertida em função de transferência, gerando um modelo matemático de um sistema que algebricamente relaciona

Leia mais

Exercícios e questões de Álgebra Linear

Exercícios e questões de Álgebra Linear CEFET/MG Exercícios e questões de Álgebra Linear Versão 1.2 Prof. J. G. Peixoto de Faria Departamento de Física e Matemática 25 de outubro de 2012 Digitado em L A TEX (estilo RevTEX). 2 I. À GUISA DE NOTAÇÃO

Leia mais

Quantas equações existem?

Quantas equações existem? www2.jatai.ufg.br/oj/index.php/matematica Quanta equaçõe exitem? Rogério Céar do Santo Profeor da UnB - FUP [email protected] Reumo O trabalho conite em denir a altura de uma equação polinomial

Leia mais

AÇÕES DE CONTROLE. Ações de Controle Relação Controlador/Planta Controlador proporcional Efeito integral Efeito derivativo Controlador PID

AÇÕES DE CONTROLE. Ações de Controle Relação Controlador/Planta Controlador proporcional Efeito integral Efeito derivativo Controlador PID AÇÕES E CONTROLE Açõe de Controle Relação Controlador/Planta Controlador roorcional Efeito integral Efeito derivativo Controlador PI Controle de Sitema Mecânico - MC - UNICAMP Açõe comun de controle Ação

Leia mais

Determinantes. Matemática Prof. Mauricio José

Determinantes. Matemática Prof. Mauricio José Determinantes Matemática Prof. Mauricio José Determinantes Definição e Conceito Matriz de ordem 1 Dizemos que um determinante é um resultado (numérico) de operações que são realizadas em uma matriz quadrada.

Leia mais

Erros de Estado Estacionário. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello [email protected] 1

Erros de Estado Estacionário. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1 Erros de Estado Estacionário Carlos Alexandre Mello 1 Introdução Projeto e análise de sistemas de controle: Resposta de Transiente Estabilidade Erros de Estado Estacionário (ou Permanente) Diferença entre

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Campus Catalão Departamento de Matemática

Universidade Federal de Goiás Campus Catalão Departamento de Matemática Universidade Federal de Goiás Campus Catalão Departamento de Matemática Disciplina: Álgebra Linear Professor: André Luiz Galdino Aluno(a): 4 a Lista de Exercícios 1. Podemos entender transformações lineares

Leia mais

Resistência dos Materiais SUMÁRIO 1. TENSÕES DE CISALHAMENTO... 1 1.1 DIMENSIONAMENTO... 2 1.2 EXEMPLOS... 2

Resistência dos Materiais SUMÁRIO 1. TENSÕES DE CISALHAMENTO... 1 1.1 DIMENSIONAMENTO... 2 1.2 EXEMPLOS... 2 Reitência do Materiai SUMÁRIO 1. TESÕES DE CISLHMETO... 1 1.1 DIMESIOMETO... 1. EXEMPLOS... Cialhamento 0 Prof. Joé Carlo Morilla Reitência do Materiai 1. Tenõe de Cialhamento Quando dua força cortante

Leia mais

AULA 02 POTÊNCIA MECÂNICA. = τ. P ot

AULA 02 POTÊNCIA MECÂNICA. = τ. P ot AULA 0 POTÊNCIA MECÂNICA 1- POTÊNCIA Uma força pode realizar um memo trabalho em intervalo de tempo diferente. Quando colocamo um corpo de maa m obre uma mea de altura H num local onde a aceleração da

Leia mais

Exercícios de Aprofundamento Mat Polinômios e Matrizes

Exercícios de Aprofundamento Mat Polinômios e Matrizes . (Unicamp 05) Considere a matriz A A e A é invertível, então a) a e b. b) a e b 0. c) a 0 e b 0. d) a 0 e b. a 0 A, b onde a e b são números reais. Se. (Espcex (Aman) 05) O polinômio q(x) x x deixa resto

Leia mais

Ondas EM no Espaço Livre (Vácuo)

Ondas EM no Espaço Livre (Vácuo) Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Santa Catarina Campus São José Área de Telecomunicações ELM20704 Eletromagnetismo Professor: Bruno Fontana da Silva 2014-1 Ondas EM

Leia mais

Associação de Professores de Matemática PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO EXAME DE MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (PROVA 835) 2013 2ªFASE

Associação de Professores de Matemática PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO EXAME DE MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (PROVA 835) 2013 2ªFASE Aociação de Profeore de Matemática Contacto: Rua Dr. João Couto, n.º 7-A 1500-36 Liboa Tel.: +351 1 716 36 90 / 1 711 03 77 Fax: +351 1 716 64 4 http://www.apm.pt email: [email protected] PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

Leia mais

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras Livro para a SBEA (material em contrução) Edmundo Rodrigue 9 4.1. Análie granulométrica Granulometria, graduação ou compoição granulométrica de um agregado é a ditribuição percentual do eu divero tamanho

Leia mais

Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada.

Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada. Compenadore 0.1 Introdução Controle 1 - DAELN - UTFPR Prof. Paulo Roberto Brero de Campo O compenadore ão utilizado para alterar alguma caracterítica do itema em malha fechada. 1. Avanço de fae (lead):

Leia mais

Capítulo 2 - Determinantes

Capítulo 2 - Determinantes Capítulo 2 - Determinantes Carlos Balsa [email protected] Departamento de Matemática Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Bragança Matemática I - 1 o Semestre 2011/2012 Matemática I 1/ 19 DeMat-ESTiG Sumário

Leia mais

Mecânica dos Fluidos (MFL0001) CAPÍTULO 4: Equações de Conservação para Tubo de Corrente

Mecânica dos Fluidos (MFL0001) CAPÍTULO 4: Equações de Conservação para Tubo de Corrente Mecânica do Fluido (MFL000) Curo de Engenharia Civil 4ª fae Prof. Dr. Doalcey Antune Ramo CAPÍTULO 4: Equaçõe de Conervação ara Tubo de Corrente Fonte: Bitafa, Sylvio R. Mecânica do Fluido: noçõe e alicaçõe.

Leia mais

Análise de Sensibilidade de Anemômetros a Temperatura Constante Baseados em Sensores Termo-resistivos

Análise de Sensibilidade de Anemômetros a Temperatura Constante Baseados em Sensores Termo-resistivos UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ELETRICIDADE Análie de Senibilidade de Anemômetro a Temperatura Contante Baeado em Senore Termo-reitivo

Leia mais

Modelos Variáveis de Estado

Modelos Variáveis de Estado Modelos Variáveis de Estado Introdução; Variáveis de Estados de Sistemas Dinâmicos; Equação Diferencial de Estado; Função de Transferência a partir das Equações de Estados; Resposta no Domínio do Tempo

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET SP

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET SP Diciplina: Mecânica do Fluido Aplicada Lita de Exercício Reolvido Profeor: 1 de 11 Data: 13/0/08 Caruo 1. Um menino, na tentativa de melhor conhecer o fundo do mar, pretende chegar a uma profundidade de

Leia mais

CONTROLO DE SISTEMAS. APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox. Pedro Dinis Gaspar António Espírito Santo J. A. M.

CONTROLO DE SISTEMAS. APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox. Pedro Dinis Gaspar António Espírito Santo J. A. M. UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROMECÂNICA CONTROLO DE SISTEMAS APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox Pedro Dini Gapar António Epírito Santo J. A. M. Felippe de Souza

Leia mais

Tensão Induzida por Fluxo Magnético Transformador

Tensão Induzida por Fluxo Magnético Transformador defi deartamento de fíica Laboratório de Fíica www.defi.ie.i.t Tenão Induzida or Fluxo Magnético Tranformador Intituto Suerior de Engenharia do Porto- Deartamento de Fíica Rua Dr. António Bernardino de

Leia mais

Matrizes. matriz de 2 linhas e 2 colunas. matriz de 3 linhas e 3 colunas. matriz de 3 linhas e 1 coluna. matriz de 1 linha e 4 colunas.

Matrizes. matriz de 2 linhas e 2 colunas. matriz de 3 linhas e 3 colunas. matriz de 3 linhas e 1 coluna. matriz de 1 linha e 4 colunas. Definição Uma matriz do tipo m n (lê-se m por n), com m e n, sendo m e n números inteiros, é uma tabela formada por m n elementos dispostos em m linhas e n colunas. Estes elementos podem estar entre parênteses

Leia mais

Se inicialmente, o tanque estava com 100 litros, pode-se afirmar que ao final do dia o mesmo conterá.

Se inicialmente, o tanque estava com 100 litros, pode-se afirmar que ao final do dia o mesmo conterá. ANÁLISE GRÁFICA QUANDO y. CORRESPONDE A ÁREA DA FIGURA Resposta: Sempre quando o eio y corresponde a uma taa de variação, então a área compreendida entre a curva e o eio do será o produto y. Isto é y =

Leia mais

CAPÍTULO 6 - Testes de significância

CAPÍTULO 6 - Testes de significância INF 16 CAPÍTULO 6 - Tete de ignificância Introdução Tete de ignificância (também conhecido como Tete de Hipótee) correpondem a uma regra deciória que no permite rejeitar ou não rejeitar uma hipótee etatítica

Leia mais

Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s).

Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s). 2 CONTROLADORES PID Introdução Etrutura geral de um itema com realimentação unitária negativa, com um compenador (G c () em érie com a planta G p (). 2 Controladore PID 2. Acção proporcional (P) G c ()

Leia mais

CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA. Exp. 2

CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA. Exp. 2 r od la ort no C UNESDADE DE MOG DAS CUZES - ENGENHAA EÉCA Prof. Joé oberto Marque CUSO DE ENGENHAA EÉCA EEÔNCA DE POÊNCA Ex. ONE CHAEADA PWM ABAXADOA BUCK Objetivo: O objetivo deta exeriência é demontrar

Leia mais

Capítulo I Tensões. Seja um corpo sob a ação de esforços externos em equilíbrio, como mostra a figura I-1:

Capítulo I Tensões. Seja um corpo sob a ação de esforços externos em equilíbrio, como mostra a figura I-1: apítuo I Seja um corpo ob a ação de eforço externo em equiíbrio, como motra a figura I-1: Figura I-3 Eforço que atuam na eção para equiibrar o corpo Tome-e, agora, uma pequena área que contém o ponto,

Leia mais

Filtros Analógicos Ativos

Filtros Analógicos Ativos Filtro Analógico Ativo Topologia Sallen-Key FPB Prof. láudio A. Fleury onteúdo. Introdução. Filtro Paa-Baixa de a. Ordem 3. Mudança de Ecala 4. Filtro Paa-Alta de a. Ordem 5. Filtro Paa-Faixa e ejeita-faixa

Leia mais

Determinantes. Vamos associar a cada matriz quadrada A um número a que chamaremos determinante. a11 a Uma matriz de ordem 2, A =

Determinantes. Vamos associar a cada matriz quadrada A um número a que chamaremos determinante. a11 a Uma matriz de ordem 2, A = Determinantes Vamos associar a cada matriz quadrada A um número a que chamaremos determinante de A. [ ] a11 a Uma matriz de ordem 2, A 12, é invertível se e só se a 21 a 22 a 11 a 22 a 21 a 12 0, como

Leia mais

MATEMÁTICA II. Aula 12. 3º Bimestre. Determinantes Professor Luciano Nóbrega

MATEMÁTICA II. Aula 12. 3º Bimestre. Determinantes Professor Luciano Nóbrega 1 MATEMÁTICA II Aula 12 Determinantes Professor Luciano Nóbrega º Bimestre 2 DETERMINANTES DEFINIÇÃO A toda matriz quadrada está associado um número real ao qual damos o nome de determinante. O determinante

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE. Aula 03 Inversão de matrizes

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE. Aula 03 Inversão de matrizes UNIVERSIDDE FEDERL DO RIO GRNDE DO NORTE Prof. Hector Carrion S. Álgebra Linear ula Inversão de matrizes Resumo Matriz inversa Inversa de matriz elementar Matriz adjunta Inversão de matrizes Uma matriz

Leia mais

Álgebra Linear Aplicada à Compressão de Imagens. Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico. Mestrado em Engenharia Aeroespacial

Álgebra Linear Aplicada à Compressão de Imagens. Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico. Mestrado em Engenharia Aeroespacial Álgebra Linear Aplicada à Compressão de Imagens Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico Uma Breve Introdução Mestrado em Engenharia Aeroespacial Marília Matos Nº 80889 2014/2015 - Professor Paulo

Leia mais

Módulo de Equações do Segundo Grau. Equações do Segundo Grau: Resultados Básicos. Nono Ano

Módulo de Equações do Segundo Grau. Equações do Segundo Grau: Resultados Básicos. Nono Ano Módulo de Equações do Segundo Grau Equações do Segundo Grau: Resultados Básicos. Nono Ano Equações do o grau: Resultados Básicos. 1 Exercícios Introdutórios Exercício 1. A equação ax + bx + c = 0, com

Leia mais

Semana 7 Resolução de Sistemas Lineares

Semana 7 Resolução de Sistemas Lineares 1 CÁLCULO NUMÉRICO Semana 7 Resolução de Sistemas Lineares Professor Luciano Nóbrega UNIDADE 1 2 INTRODUÇÃO Considere o problema de determinar as componentes horizontais e verticais das forças que atuam

Leia mais

Nestas notas será analisado o comportamento deste motor em regime permanente.

Nestas notas será analisado o comportamento deste motor em regime permanente. MOTO DE INDUÇÃO TIFÁSICO 8/0/006 Ivan Camargo Introdução O motor de indução trifáico correponde a, aproximadamente, 5 % da carga elétrica do Brail, ou eja, 50 % da carga indutrial que, por ua vez, correponde

Leia mais

Matrizes. Sumário. 1 pré-requisitos. 2 Tipos de matrizes. Sadao Massago 2011-05-05 a 2014-03-14. 1 pré-requisitos 1. 2 Tipos de matrizes.

Matrizes. Sumário. 1 pré-requisitos. 2 Tipos de matrizes. Sadao Massago 2011-05-05 a 2014-03-14. 1 pré-requisitos 1. 2 Tipos de matrizes. Matrizes Sadao Massago 20-05-05 a 204-03-4 Sumário pré-requisitos 2 Tipos de matrizes 3 Operações com matrizes 3 4 Matriz inversa e transposta 4 5 Determinante e traço 5 Neste texto, faremos uma breve

Leia mais

Observação: CURSOS MICROSOFT

Observação: CURSOS MICROSOFT Obervação: O material utilizado nete curo é de propriedade e ditribuição da emprea Microoft, podendo er utilizado por qualquer peoa no formato de ditribuição WEB e leitura em PDF conforme decrito na lei

Leia mais

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física etibular 203 2 a fae Gabarito Fíica Quetão 0 (alor: 5 ponto) Cálculo da variação da quantidade de movimento A velocidade inicial no momento do impacto erá a velocidade final da queda Aplicando conervação

Leia mais

Matrizes e Sistemas Lineares. Professor: Juliano de Bem Francisco. Departamento de Matemática Universidade Federal de Santa Catarina.

Matrizes e Sistemas Lineares. Professor: Juliano de Bem Francisco. Departamento de Matemática Universidade Federal de Santa Catarina. e Aula Zero - Álgebra Linear Professor: Juliano de Bem Francisco Departamento de Matemática Universidade Federal de Santa Catarina agosto de 2011 Outline e e Part I - Definição: e Consideremos o conjunto

Leia mais

Introdução ao determinante

Introdução ao determinante ao determinante O que é? Quais são suas propriedades? Como se calcula (Qual é a fórmula ou algoritmo para o cálculo)? Para que serve? Álgebra Linear II 2008/2 Prof. Marco Cabral & Prof. Paulo Goldfeld

Leia mais

Física 1 Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori.

Física 1 Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori. Fíica Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori. Introdução: Ao uarmo uma chave de roda para retirar o parafuo para trocar o pneu de um automóvel, a roda inteira pode

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CEFET-SP ÁREA INDUSTRIAL Disciplina: Mecânica dos Fluidos Aplicada Exercícios Resolvidos 1 a lista.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CEFET-SP ÁREA INDUSTRIAL Disciplina: Mecânica dos Fluidos Aplicada Exercícios Resolvidos 1 a lista. ÁREA INDUSTRIAL Diciplina: Mecânica do Fluido Aplicada Exercício Reolvido 1 a lita Profeor: 1 de 7 Data: /03/008 Caruo Em todo o problema, ão upoto conhecido: água =1000kgm 3 e g= 9,80665m 1. Motrar que

Leia mais

Física Básica: Mecânica - H. Moysés Nussenzveig, 4.ed, 2003 Problemas do Capítulo 2

Física Básica: Mecânica - H. Moysés Nussenzveig, 4.ed, 2003 Problemas do Capítulo 2 Fíica Báica: Mecânica - H. Moyé Nuenzveig, 4.ed, 003 Problea do Capítulo por Abraha Moyé Cohen Departaento de Fíica - UFAM Manau, AM, Brail - 004 Problea Na célebre corrida entre a lebre e a tartaruga,

Leia mais

5 Transformadas de Laplace

5 Transformadas de Laplace 5 Transformadas de Laplace 5.1 Introdução às Transformadas de Laplace 4 5.2 Transformadas de Laplace definição 5 5.2 Transformadas de Laplace de sinais conhecidos 6 Sinal exponencial 6 Exemplo 5.1 7 Sinal

Leia mais

Física Experimental III

Física Experimental III Física Experimental III Unidade 4: Circuitos simples em corrente alternada: Generalidades e circuitos resistivos http://www.if.ufrj.br/~fisexp3 agosto/26 Na Unidade anterior estudamos o comportamento de

Leia mais

Palavras-chave:Algoritmo Genético; Carregamento de Contêiner; Otimização Combinatória.

Palavras-chave:Algoritmo Genético; Carregamento de Contêiner; Otimização Combinatória. Reolução do Problema de Carregamento e Decarregamento 3D de Contêinere em Terminai Portuário para Múltiplo Cenário via Repreentação por Regra e Algoritmo Genético Aníbal Tavare de Azevedo (UNICAMP) [email protected]

Leia mais

ÁLGEBRA. Aula 5 _ Função Polinomial do 1º Grau Professor Luciano Nóbrega. Maria Auxiliadora

ÁLGEBRA. Aula 5 _ Função Polinomial do 1º Grau Professor Luciano Nóbrega. Maria Auxiliadora 1 ÁLGEBRA Aula 5 _ Função Polinomial do 1º Grau Professor Luciano Nóbrega Maria Auxiliadora 2 FUNÇÃO POLINOMIAL DO 1º GRAU Uma função polinomial do 1º grau (ou simplesmente, função do 1º grau) é uma relação

Leia mais

0.1 Introdução Conceitos básicos

0.1 Introdução Conceitos básicos Laboratório de Eletricidade S.J.Troise Exp. 0 - Laboratório de eletricidade 0.1 Introdução Conceitos básicos O modelo aceito modernamente para o átomo apresenta o aspecto de uma esfera central chamada

Leia mais

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação Confrontando Reultado Experimentai e de Simulação Jorge A. W. Gut Departamento de Engenharia Química Ecola Politécnica da Univeridade de São Paulo E mail: [email protected] Um modelo de imulação é uma repreentação

Leia mais

Códigos de bloco. Instituto Federal de Santa Catarina Curso superior de tecnologia em sistemas de telecomunicação Comunicações móveis 2

Códigos de bloco. Instituto Federal de Santa Catarina Curso superior de tecnologia em sistemas de telecomunicação Comunicações móveis 2 Instituto Federal de Santa Catarina Curso superior de tecnologia em sistemas de telecomunicação Comunicações móveis 2 Códigos de bloco Prof. Diego da Silva de Medeiros São José, maio de 2012 Codificação

Leia mais

Vicente Leite (1), Henrique Teixeira (1), Rui Araújo (2), Diamantino Freitas (2) Resumo

Vicente Leite (1), Henrique Teixeira (1), Rui Araújo (2), Diamantino Freitas (2) Resumo Sitema Electrónico de Condicionamento e Proceamento, em Tempo Real, da Tenõe e Corrente do Motor de Indução Trifáico Alimentado por Converore de Frequência Vicente Leite (1), Henrique Teieira (1), Rui

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS DE UM MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA

IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS DE UM MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA Anai do 12 O Encontro de Iniciação Científica e Pó-Graduação do ITA XII ENCITA / 26 Intituto Tecnológico de Aeronáutica São Joé do Campo SP Brail Outubro 16 a 19 26 IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Terminologia e Definições Básicas No curso de cálculo você aprendeu que, dada uma função y f ( ), a derivada f '( ) d é também, ela mesma, uma função de e

Leia mais

Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau

Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau Alunos: Nota: 1-2 - Data: Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau 1.1 Objetivo O objetivo deste experimento é mostrar como se obtém o modelo matemático de um sistema através

Leia mais

3.2.7. Diagrama de Impedâncias e Matriz de Admitância de um Sistema Elétrico

3.2.7. Diagrama de Impedâncias e Matriz de Admitância de um Sistema Elétrico Sistemas Elétricos de Potência 3.2.7. Diagrama de Impedâncias e Matriz de Admitância de um Sistema Elétrico Professor: Dr. Raphael Augusto de Souza Benedito E-mail:[email protected] disponível

Leia mais

Resumo: Estudo do Comportamento das Funções. 1º - Explicitar o domínio da função estudada

Resumo: Estudo do Comportamento das Funções. 1º - Explicitar o domínio da função estudada Resumo: Estudo do Comportamento das Funções O que fazer? 1º - Explicitar o domínio da função estudada 2º - Calcular a primeira derivada e estudar os sinais da primeira derivada 3º - Calcular a segunda

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Itrodução Aálie o domíio do tempo Repota ao degrau Repota à rampa Repota à parábola Aálie o domíio da freqüêcia Diagrama de Bode Diagrama de Nyquit Diagrama de Nichol Eta aula EM

Leia mais

Unidade 3 Função Afim

Unidade 3 Função Afim Unidade 3 Função Afim Definição Gráfico da Função Afim Tipos Especiais de Função Afim Valor e zero da Função Afim Gráfico definidos por uma ou mais sentenças Definição C ( x) = 10. x + Custo fixo 200 Custo

Leia mais

Uso de escalas logaritmicas e linearização

Uso de escalas logaritmicas e linearização Uso de escalas logaritmicas e linearização Notas: Rodrigo Ramos 1 o. sem. 2015 Versão 1.0 Obs: Esse é um texto de matemática, você deve acompanhá-lo com atenção, com lápis e papel, e ir fazendo as coisas

Leia mais

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon Avaliação de Empresas RISCO E RETORNO Aula 2 Retorno Total É a variação total da riqueza proporcionada por um ativo ao seu detentor. Fonte: Notas de Aula do Prof. Claudio Cunha Retorno Total Exemplo 1

Leia mais

5. Resolva o problema 4 sabaendo que há atrito entre as rodinhas do armário e o chão e o coeficiente de atrito cinético vale k = 0.25.

5. Resolva o problema 4 sabaendo que há atrito entre as rodinhas do armário e o chão e o coeficiente de atrito cinético vale k = 0.25. Dinâica do Sólido Tranlação de Sólido Centro de aa e Moento Angular ATIVIDADE 1 0 Bietre 1. A epilhadeira otrado pea W = 50 lb e é uado para levantar u caixote de peo 500 lb. A epilhadeira etá ovendo-e

Leia mais

Unidade 1: O Computador

Unidade 1: O Computador Unidade : O Computador.3 Arquitetura básica de um computador O computador é uma máquina que processa informações. É formado por um conjunto de componentes físicos (dispositivos mecânicos, magnéticos, elétricos

Leia mais

Sejam P1(x1,y1) e P2(x2,y2) pontos pertencentes ao plano. A equação da reta pode ser expressa como: ou

Sejam P1(x1,y1) e P2(x2,y2) pontos pertencentes ao plano. A equação da reta pode ser expressa como: ou Sejam P1(x1,y1) e P2(x2,y2) pontos pertencentes ao plano. A equação da reta pode ser expressa como: ou y = ax + b ax y = b Desta forma, para encontrarmos a equação da reta que passa por entre esses dois

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNCIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS COM VAZÃO VARIÁVEL. Renata Akemi Sassaki

DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNCIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS COM VAZÃO VARIÁVEL. Renata Akemi Sassaki DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS OM VAZÃO VARIÁVEL Renata Akemi Saaki TESE SUBMETIDA AO ORPO DOENTE DA OORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE

Leia mais

(1, 6) é também uma solução da equação, pois 3 1 + 2 6 = 15, isto é, 15 = 15. ( 23,

(1, 6) é também uma solução da equação, pois 3 1 + 2 6 = 15, isto é, 15 = 15. ( 23, Sistemas de equações lineares generalidades e notação matricial Definição Designa-se por equação linear sobre R a uma expressão do tipo com a 1, a 2,... a n, b R. a 1 x 1 + a 2 x 2 +... + a n x n = b (1)

Leia mais

Resolução Física. Atividades 2. FM.09 1. e Após abandonar a mão do jogador, a bola só sofre a ação exclusiva da força peso. FM.10 1.

Resolução Física. Atividades 2. FM.09 1. e Após abandonar a mão do jogador, a bola só sofre a ação exclusiva da força peso. FM.10 1. eolução Fíica FM.09. e pó abandonar a mão do jogador, a bola ó ofre a ação excluia da força peo.. c Como a força formam 90 entre i e têm o memo módulo (), temo: F Como ele dece em MU, a força reultante

Leia mais

Cap. 3 Máquinas de Indução Polifásicas 1. Máquinas de Indução Polifásicas

Cap. 3 Máquinas de Indução Polifásicas 1. Máquinas de Indução Polifásicas Cap. 3 Máquina de Indução Polifáica Máquina de Indução Polifáica Cap. 3 Máquina de Indução Polifáica Índice ÍNDICE... CAPÍTULO 3... MÁQUINAS DE INDUÇÃO POLIFÁSICAS... A. Decrição geral da máquina de indução

Leia mais

Inversão de Matrizes

Inversão de Matrizes Inversão de Matrizes Prof. Márcio Nascimento Universidade Estadual Vale do Acaraú Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Curso de Licenciatura em Matemática Disciplina: Álgebra Matricial - 2014.2 13 de

Leia mais

números decimais Inicialmente, as frações são apresentadas como partes de um todo. Por exemplo, teremos 2 de um bolo se dividirmos esse bolo

números decimais Inicialmente, as frações são apresentadas como partes de um todo. Por exemplo, teremos 2 de um bolo se dividirmos esse bolo A UA UL LA Frações e números decimais Introdução Inicialmente, as frações são apresentadas como partes de um todo. Por exemplo, teremos de um bolo se dividirmos esse bolo em cinco partes iguais e tomarmos

Leia mais

NOTAS DE AULA ÁLGEBRA VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA RETAS E PLANOS ERON E ISABEL

NOTAS DE AULA ÁLGEBRA VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA RETAS E PLANOS ERON E ISABEL NOTAS DE AULA ÁLGEBRA VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA RETAS E PLANOS ERON E ISABEL SALVADOR BA 7 EQUAÇÃO VETORIAL DA RETA EQUAÇÕES DA RETA DEF: Qualque eto não nulo paalelo a uma eta chama-e eto dieto dea

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial Aula 7 Programação Genética M.e Guylerme Velasco Programação Genética De que modo computadores podem resolver problemas, sem que tenham que ser explicitamente programados para isso?

Leia mais

Resolução do exemplo 8.6a - pág 61 Apresente, analítica e geometricamente, a solução dos seguintes sistemas lineares.

Resolução do exemplo 8.6a - pág 61 Apresente, analítica e geometricamente, a solução dos seguintes sistemas lineares. Solução dos Exercícios de ALGA 2ª Avaliação EXEMPLO 8., pág. 61- Uma reta L passa pelos pontos P 0 (, -2, 1) e P 1 (5, 1, 0). Determine as equações paramétricas, vetorial e simétrica dessa reta. Determine

Leia mais

números decimais Inicialmente, as frações são apresentadas como partes de um todo. Por exemplo, teremos 2 de um bolo se dividirmos esse bolo

números decimais Inicialmente, as frações são apresentadas como partes de um todo. Por exemplo, teremos 2 de um bolo se dividirmos esse bolo A UA UL LA Frações e números decimais Introdução Inicialmente, as frações são apresentadas como partes de um todo. Por exemplo, teremos de um bolo se dividirmos esse bolo em cinco partes iguais e tomarmos

Leia mais

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FORÇA CORTANTE

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FORÇA CORTANTE P U C R S PONTIFÍCI UNIERSIDDE CTÓLIC DO RIO GRNDE DO SUL FCULDDE DE ENGENHRI CURSO DE ENGENHRI CIIL CONCRETO RMDO II FORÇ CORTNTE Pro. lmir Schäer PORTO LEGRE MRÇO DE 006 1 FORÇ CORTNTE 1- Notaçõe principai

Leia mais

M =C J, fórmula do montante

M =C J, fórmula do montante 1 Ciências Contábeis 8ª. Fase Profa. Dra. Cristiane Fernandes Matemática Financeira 1º Sem/2009 Unidade I Fundamentos A Matemática Financeira visa estudar o valor do dinheiro no tempo, nas aplicações e

Leia mais

1331 Velocidade do som em líquidos Velocidade de fase e de grupo

1331 Velocidade do som em líquidos Velocidade de fase e de grupo 1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Osvaldo Guimarães PUC-SP Tópicos Relacionados Ondas longitudinais, velocidade do som em líquidos, comprimento de onda, freqüência,

Leia mais