ASSERTIVIDADE: DO CREI PARA A VIDA
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- Ana Luísa Eger Klettenberg
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1 ASSERTIVIDADE: DO CREI PARA A VIDA ANDRADE 1, Fernando Cézar B. de; SANTOS 2, Carmen Sevilla G. dos; SANTOS 3, Janaina Ferreira dos; Centro de Educação / Departamento de Fundamentação da Educação / PROBEX RESUMO Este trabalho apresenta uma das sessões do Treinamento em Habilidades Sociais, realizada dentro de um projeto que ensinou estas habilidades às professoras de um CREI Centro de Referência de Educação Infantil, no município de João Pessoa. O projeto complementou o anteriormente executado com as crianças desse CREI. No entanto, foi percebida a necessidade, de que essa intervenção partisse das professoras, visto que elas passam a maior parte do tempo com os alunos, e, portanto, as crianças tendem a aprender muito mais com aquelas mediadoras. O presente trabalho teve o seu foco na habilidade de assertividade. Dentre as habilidades sociais determinamos como sendo assertivas aquelas que propiciam ao indivíduo formas de saber interagir da melhor maneira possível considerando a demanda das relações interpessoais. A assertividade está dentro das subclasses de maior abrangência e seu conhecimento permite ao indivíduo ser capaz de defender seus direitos, expressar-se de tal forma que não ofenda o outro, lidar com criticas, solicitar mudança de comportamento inadequado, fornecer e receber feedback. Observou-se nos resultados que o treinamento em Habilidades Sociais fornecido às professoras permite que elas lidem com situações conflituosas de modo mais hábil em um contexto educacional, pois o CREI envolve mais do que a educação escolar, já que implica também em ensinar para a vida. E a partir do momento, em que as professoras têm essa capacidade de aprender a serem mais socialmente hábeis, as crianças repetirão o comportamento, aprendendo-o de modo explícito e implícito como currículo implícito. Palavras-chave: Habilidades Sociais Educativas, Infância, CREI. INTRODUÇÃO Estudos recentes comprovam a importância das habilidades sociais nos relacionamentos interpessoais, os indivíduos que apresentam tais habilidades têm um melhor desempenho em nas áreas emocional, social e na aprendizagem. O foco deste 1 UFPB, Professor coordenador, [email protected] 2 UFPB, Professora colaboradora, [email protected] 3 UFPB, Discente bolsista, [email protected]
2 2 trabalho é a apresentação de uma sessão realizada dentro de um projeto, que visou ensinar habilidades sociais a professoras de um CREI. As habilidades sociais equivalem aos comportamentos e desempenhos sociais, que podem ser caracterizados em seus comportamentos abertos [...], cognitivo-afetivos mediadores [...] e fisiológicos (DEL PRETTE; DEL PRETTE, 1999, p.47). A competência social pode ser definida como a capacidade do indivíduo em apresentar um desempenho que garante, simultaneamente: a) a concepção dos objetivos de uma situação interpessoal; b) a manutenção ou a melhoria de sua relação com o interlocutor [...]; c) a manutenção ou a melhoria da auto-estima; d) a manutenção ou ampliação dos direitos humanos socialmente estabelecidos (DEL PRETTE; DEL PRETTE, 1999, p.47). De acordo com Del Prette e Del Prette (1999) o Treinamento das Habilidades Sociais (THS) constitui um campo de investigação e de aplicação do conhecimento psicológico sobre o desempenho social. O THS é um método que objetiva desenvolver uma série de comportamentos que sejam hábeis, a fim de facilitar o desempenho social do indivíduo que será treinado. A assertividade está dentre as subclasses de maior abrangência, e tendo em seu repertório esta habilidade, o indivíduo passa a ser capaz de defender seus direitos, expressar-se de tal forma que não ofenda o outro, lidar com criticas, oferecer e receber feedback, solicitar mudança de comportamento inadequado. Del Prette e Del Prette (2005, p. 175) definem assertividade como: [...] classe de habilidades sociais de enfrentamento em situações que envolvem risco de reação indesejável do interlocutor, com controle de ansiedade e expressão apropriada de sentimentos, desejos e opiniões. Ela implica tanto na superação da passividade quanto no autocontrole da agressividade e de outras reações não-habilidosas. Assim, nas habilidades sociais, a assertividade corresponde a expressar sentimentos negativos, expor suas características, sejam elas tidas como qualidades ou defeitos, apresentar concordância ou discordância de opiniões fazer e recusar pedidos, além de lidar com críticas e chacotas, solicitar adequadamente mudança de
3 3 comportamento, negociar interesses conflitantes, defender os próprios direitos e resistir à pressão de colegas (DEL PRETTE; DEL PRETTE, 2005). A assertividade é de suma importância para que se desenvolvam relacionamentos saudáveis e duradouros, e como garantia da capacidade de ser inserido no mundo, e obter um bom desempenho nas relações interpessoais. Como já foram apresentadas as habilidades sociais de assertividade e os seus conceitos, explicar-se-á a forma de intervenção utilizada, e qual o objetivo do projeto, além de apresentar a primeira sessão realizada no CREI, e expor o resultado deste trabalho. DESENVOLVIMENTO Embasados nos estudos de Del Prette e Del Prette, os bolsistas objetivaram trabalhar com as educadoras os seguintes aspectos ligados à assertividade: fazer pedidos, atender e agradecer a pedidos, apresentar justificativas, responder e agir em diversas situações conflituosas. A sessão teve a coordenação da aluna de Letras-Francês, Janaína Santos, bolsista PROBEX, uma das autoras do presente trabalho que teve como auxiliar a aluna de Letras-Inglês, Ana Paula Henrique, bolsista PROLICEN, tendo em vista que este projeto estava engajado num Programa maior açambarcando PIBIC, PROLICEN e PROBEX, podendo assim, ter objetivos e projetos mais ousados. A chegada ao CREI foi para a sessão, foco do presente trabalho, aconteceu aproximadamente às 14h e logo nos deparamos com alguns imprevistos, pois o quadro de professores do CREI estava incompleto naquele dia, pois algumas funcionárias encontravam-se com problemas de saúde, e até mesmo a própria gestora que iria participar da sessão estava doente, a partir dessas intempéries, houve uma reformulação de alguns aspectos da sessão, pois havia muitas crianças e os demais bolsistas da equipe, não estavam em número suficiente para ficar com elas enquanto as atividades fossem desenvolvidas com as professoras/monitoras. Ana Paula e Janaina Santos foram para o pátio, local destinado à realização das sessões, e estiveram presentes na sessão seis funcionárias, sendo as duas professoras das turmas de cinco anos, a professora e a monitora da turma de quatro anos, e duas monitoras, uma da turma de três e uma da turma de dois anos.
4 4 METODOLOGIA Fizemos uma apresentação, dizendo nossos nomes, de que se tratava o projeto e quais os seus objetivos principais, a facilitadora da sessão ressaltou o motivo e a importância do THS ser realizado com as professoras, pois, por estarem com os alunos durante todo o dia, elas teriam mais possibilidades de passar para eles as habilidades sociais de forma mais eficaz, e também expomos o conceito de Habilidades Sociais. Logo após as professoras e monitoras se apresentaram, e informaram à classe que estavam à frente. Foi realizada a execução da vivência Interações Assertivas. Nela, as professoras receberam fichas, contendo situações-problemas, que foram sorteadas. Formaram-se dois grupos, contendo três professoras, em cada. Um desses grupos teve como objetivo, ingressar no outro, porém, antes, elas tiveram que resolver de modo assertivo as situações conflituosas em suas fichas. Aquelas que estavam formando o círculo permitiram ou não o ingresso das outras professoras no mesmo depois de chegarem a um consenso, junto aos facilitadores, de que o comportamento foi assertivo. Todas as professoras que estavam de fora conseguiram adentrar ao círculo. A facilitadora da sessão apresentou o conceito de Assertividade segundo Del Prette e Del Prette e entregou as tabelas contendo os conceitos de Assertividade, Agressividade e Não-assertividade ou Passividade. As participantes puderam acompanhar e também dirimir dúvidas a respeito. Foi proposto que durante a semana que elas passariam sem a sessão, elas analisassem os seus comportamentos, e procurassem empregar a assertividade sempre que possível, e depois dessem o feedback na próxima sessão, pedimos também que observassem se é mais fácil agir assertivamente, e quais são os motivos. RESULTADOS Os resultados demonstraram que as professoras conseguiram compreender num nível ao menos, momentâneo, os conceitos que foram apresentados. E em todos os momentos da sessão, houve envolvimento das participantes. CONCLUSÃO Concluimos que à medida em que as professoras recebem um treinamento em Habilidades Sociais, torna-se mais fácil para elas, lidarem com situações de conflito em um contexto educacional, pois o CREI, envolve mais do que a educação escolar, pois
5 5 implica também em ensinar para a vida. E a partir do momento, em que as professoras têm essa capacidade de aprender a ser mais socialmente hábeis, as crianças repetirão o comportamento aprendido de modo explícito e de modo implícito, vicariamente. REFERÊNCIAS DEL PRETTE, Z.A.P e DEL PRETTE, A. Psicologia das habilidades sociais: terapia e educação. Petrópolis, RJ. Vozes, DEL PRETTE, Z.A.P e DEL PRETTE, A. Habilidades sociais: Conceitos e campo teórico-prático. Texto online, disponibilizado em em dezembro de DEL PRETTE, Z.A.P e DEL PRETTE, A. Psicologia das habilidades sociais na infância: teoria e prática. Petrópolis, RJ. Vozes, ARANTES, V. A. Afetividade na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 2003.
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