1 TEORIA DOS CONJUNTOS
|
|
|
- Fátima Veiga Taveira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 TEORIA DOS CONJUNTOS Definição de Conjunto: um conjunto é uma coleção de zero ou mais objetos distintos, chamados elementos do conjunto, os quais não possuem qualquer ordem associada. Em outras palavras, é uma coleção não-ordenada de objetos. Exemplo: A = {branco, azul, amarelo} Em um conjunto, a ordem dos elementos não importa e cada elemento deve ser listado apenas uma vez. Podemos definir um conjunto de diferentes formas: Denotação por Extensão: os elementos são listados exaustivamente. Exemplo: Vogais = {a, e, i, o, u} Denotação por Compreensão: definição de um conjunto por propriedades comuns aos objetos. De forma geral, escreve-se {x P(x)}, onde P(x) representa a propriedade. Exemplo: Pares = {n n é par}, que representa o conjunto de todos os elementos n, tal que n é um número par. Ainda podemos especificar um conjunto omitindo alguns elementos que estão implícitos na notação adotada. Veja exemplos: Dígitos = {0, 1, 2, 3,..., 9} Pares = {0, 2, 4, 6,...} 1.1 Relação de Pertinência - Se a é elemento de um conjunto A, então podemos escrever: e dizemos que a pertence ao conjunto A. a A - Se a não é elemento de um conjunto A, então podemos escrever: e dizemos que a não pertence ao conjunto A. a A Exemplo: Considerando o conjunto Vogais = {a, e, i, o, u}, podemos dizer que: - e Vogais - m Vogais Considerando o conjunto B = {x x é brasileiro}, temos que: - Pelé B - Bill Gates B 1.2 Alguns Conjuntos Importantes O Conjunto Vazio é um conjunto que não possui elementos e pode ser denotado por ou { }. Ainda temos: 4
2 - N, que representa o conjunto dos números naturais; - Z, que representa o conjunto dos números inteiros; - Q, que representa o conjunto dos números racionais; - I, que representa o conjunto dos números irracionais; - R, que representa o conjunto dos números reais; - C, que representa o conjunto dos números complexos. Definição de Alfabeto: um alfabeto é um conjunto finito, ou seja, um conjunto que pode ser denotado por extensão. Os elementos de uma alfabeto são chamados de símbolos ou caracteres. Definição de Palavra: uma palavra sobre um alfabeto é uma seqüência finita de símbolos do alfabeto, justapostos. ε Σ Σ * palavra vazia alfabeto conjunto de todas as palavras possíveis sobre o alfabeto Σ - é um alfabeto - {a, b, c, d} é uma alfabeto - N não é um alfabeto - ε é uma palavra sobre {a, b, c] - ε é uma palavra sobre - * = {ε} Aplicações na Computação Chamamos de Linguagem Formal a um conjunto de palavras sobre um alfabeto. Portanto, podemos entender que uma linguagem de programação é o conjunto de todos os seus possíveis programas e que um programa é uma palavra da linguagem de programação. 1.3 Relação de Inclusão Se todos os elementos de um conjunto A são também elementos de um conjunto B, então dizemos que: A B A está contido em B ou que B A B contém A Neste caso, podemos dizer que A é um subconjunto de B. Por outro lado, se A B e A B, ou seja, existe b B tal que b A, então dizemos que: ou que A B B A A está contido propriamente em B B contém propriamente A Neste caso, dizemos que A é um subconjunto próprio de B. - {1, 2, 3} {3, 2, 1} - {1, 2} {1, 2, 3} - {1, 2} {1, 2, 3} 5
3 Definição de Conjunto Universo: denotado por U, é o conjunto que contém todos os conjuntos que estão sendo considerados, ou seja, define o contexto de discussão. Dessa forma, U não é um conjunto fixo e, para qualquer conjunto A, temos que A U. 1.4 Igualdade de Conjuntos Dois conjuntos A e B são ditos iguais se, e somente se, possuem os mesmos elementos, ou seja: A = B 0,1,2 = x Ν x 0 x < 3 - { } { } - Ν = { x Ζ x 0} - {a, b, c} = {a, b, b, c, c, c} ( A B B A) 1.5 Pertinência x Inclusão Os elementos de um conjunto podem ser conjuntos. Portanto, preste atenção nos conceitos de pertinência e inclusão. Considere o conjunto S = {a, b, c, d,, {0}, {1, 2}}. Então: - {a} S - {a} S - S - S - {0} S - {1,2} S - {a, b, c, d} S - {a, b, c, d} S 6
4 2 INTRODUÇÃO À LÓGICA MATEMÁTICA Lógica é o estudo dos princípios e métodos usados para distinguir sentenças verdadeiras de falsas. Definição de Proposição: uma proposição é uma construção que se pode atribuir juízo, ou seja, que pode ser apenas verdadeira ou falsa. São exemplos de proposições: - Quatro é maior do que cinco. - Ela é muito inteligente. - São Paulo é uma cidade grande Exemplos que não são proposições: - Como vai você? - Como isso pode acontecer! - Bom dia! 2.1 Conectivos Lógicos As proposições podem ser simples (atômicas) ou compotas e os conectivos têm a função de combinar sentenças simples para formar sentenças compostas. Proposição Atômica: são proposições que não podem ser decompostas em proposições mais simples. Proposição Composta: são proposições mais complexas, compostas por proposições mais simples através dos conectivos lógicos (ou operadores lógicos). - Animais são peludos e aves têm penas. - Vou comprar um carro ou uma bicicleta. - Se chover então ficarei em casa. - Um triângulo é equilátero se e somente se tiver os três lados iguais Negação A negação de uma proposição é construída a partir da introdução da palavra não ou não é o caso que. - Brasil não é um país. - Não é o caso que quatro é maior do que cinco. Considerando que P denota uma proposição, então sua negação é denotada por: P ou ~ P (lê-se "não P") Interpretamos a negação da seguinte forma: se P é verdadeira, então P é falsa; se P é falsa, então P é verdadeira. Para visualizar os valores lógicos de um conectivo utilizamos a tabela-verdade, que descreve as possíveis combinações dos valores lógicos das proposições. 7
5 P P V F F V Conjunção Uma conjunção é verdadeira se ambos seus conjunctos são verdadeiros. Caso contrário, é falsa. É denotada por: P Q (lê-se "P e Q") A seguir a tabela-verdade da conjunção. P Q P Q V V V V F F F V F F F F Disjunção Uma disjunção é verdadeira se pelo menos um dos seus disjunctos for verdadeiro. Caso contrário, é falsa. É denotada por: P Q (lê-se "P ou Q") A tabela-verdade da disjunção está apresentada a seguir. P Q P Q V V V V F V F V V F F F Condicional (Implicação) O condicional é falso se seu antecedente for verdadeiro e seu conseqüente for falso. Caso contrário, ele é verdadeiro. É denotado por: P Q (lê-se "se P então Q") Observe: a expressão P Q assegura que: não é o caso que P e não Q. Verbalizando, se considerarmos a expressão: Se esfriar, então chove (P Q) podemos interpretá-la como sendo: Não é o caso que esfria e não chove (P Q) Assim, podemos dizer que um enunciado da forma P Q tem o mesmo significado (semântica) que um enunciado da forma (P Q), ou seja, ambos são verdadeiros sob as mesmas condições. Portanto, podemos obter a tabela-verdade de P Q construindo a tabela verdade de (P Q). P Q P Q V V V V F F F V V F F V 8
6 2.1.5 Bicondicional O bicondicional, denotado por P Q, tem o mesmo significado que (P Q) (Q P). Assim, a tabela-verdade de (P Q) pode ser obtida construindo a tabela-verdade de (P Q) (Q P). P Q P Q V V V V F F F V F F F V 2.2 Fórmulas Bem-Formadas Fórmulas bem-formadas (well formed formula - wff) são sentenças lógicas construídas corretamente sobre o alfabeto cujos símbolos são conectivos, parênteses e letras sentenciais. - P, P Q, P Q, P Q, P Q - P Q - (P Q) R - (P Q) ( P Q) 2.3 Tabelas-verdade para wffs Para construir uma tabela-verdade para uma wff, escrevemos as letras sentenciais à esquerda da tabela e a fórmula à direita da tabela. Devemos completar com todas as possibilidades de valores verdade para as letras sentenciais. A seguir, devemos identificar o operador principal, pois é ele que determina o valor-verdade para toda a fórmula. Por fim, completamos a tabela com os valores-verdade para os operadores, sub-wffs e por fim para a wff (operador principal). Veja os exemplos abaixo, observando os passos de construção: 1. Construa a tabela-verdade para a fórmula P. a) preenchemos a coluna letra sentencial P, completando-se os possíveis valores-verdade que P pode assumir; b) preenchemos a coluna da ocorrência de P na fórmula (na wff); c) preenchemos o sinal de negação imediatamente à esquerda de P; d) preenchemos o segundo sinal de negação, que é o operador principal e, portanto, determina o valor-verdade da fórmula. P P V V F V F F V F 2. Construa a tabela-verdade para a fórmula P Q. P Q P Q V V F V V V F F F F F V V V V F F V V F Observe que o operador principal da fórmula acima é última a ser preenchida. Assim: e, portanto, deve ter sua coluna como 9
7 a) preenchemos as colunas das letras sentenciais P e Q (à esquerda da tabela); b) preenchemos as colunas da ocorrência de P e Q; c) por fim, preenchemos a coluna, que é o operador principal e, portanto, determina o valor verdade da fórmula. 3. Construa a tabela verdade para a fórmula (P Q) (P Q). P Q P Q P Q V V V V V F F V V V V F V V F V V V F F F V F V V V V F F V F F F F F F V F F F O operador principal dessa fórmula é o (veja: (P Q) (P Q)). Assim a coluna deste operador determina o valor-verdade da fórmula. Então, as etapas de construção são como segue: a) preenchemos as colunas das letras sentenciais P e Q (à esquerda da tabela); b) preenchemos as colunas da ocorrência de P e Q na fórmula; c) preenchemos as colunas da ocorrência de e na fórmula (mas não o principal); d) preenchemos a coluna da ocorrência da negação do operador ; e) finalmente, preenchemos a coluna do operador principal, que determina o valorverdade da fórmula. (Observe que o operador principal conecta as colunas de e ). 4. Construa a tabela verdade para a fórmula P P. P P P V V V F F F V V 5. Construa a tabela verdade para a fórmula P P. P P P V V F F F F F V Uma fórmula que assume sempre o valor lógico V, como no exemplo 4, é denominada uma tautologia. Uma tautologia é intrinsecamente verdadeira pela sua própria estrutura, ou seja, é verdadeira independentemente dos valores lógicos atribuidos as suas letras sentenciais. Por outro lado, uma fórmula que assume sempre o valor lógico F, como no exemplo 5, é denominada uma contradição. Uma contradiação é intrinsecamente falsa pela sua própria estrutura, ou seja, é falsa independentemente dos valores lógicos atribuidos as suas letras sentenciais. 2.4 Equivalência Dizemos que duas fórmulas P e Q são equivalentes se a fórmula P Q é uma tautologia. Denotamos essa propriedade por P Q A seguir, exemplos de algumas equivalências tautológicas importantes, onde 1 representa uma tautologia e 0 representa uma contradição: 10
8 - Comutatividade: A B B A A B B A - Associatividade: (A B) C A (B C) (A B) C A (B C) - Distributividade: A (B C) (A B) (A C) A (B C) (A B) (A C) - Elemento Neutro: A 0 A A 1 A - Complementares: A A 1 A A O - DeMorgan: (A B) A B (A B) A B Aplicações na Computação Os conectivos lógicos E (AND), OU (OR) e NÃO (NOT), respectivamente, e, estão disponíveis em muitas linguagens de programação. Eles agem sobre combinações e expressões verdadeiras e falsas para produzir um valor lógico final. Tais valores lógicos permitem a decisão do fluxo de controle em programas de computador. Assim, em uma ramificação condicional de um programa, se o valor lógico da expressão condicional for verdadeiro, o programa executará um trecho do seu código; se o valor lógico da expressão condicional for falso, ele execurá outro trecho do seu código. Se a expressão condicional for substituída por outra expressão equivalente mais simples, o valor lógico não será afetado, assim como o fluxo de controle do programa, mas o novo código será mais fácil de ser entendido e poderá ser executado mais rapidamente. Veja o exemplo a seguir: if ((x < y) and not ((x < y) and (z < 1000))) do AlgumaCoisa; else do OutraCoisa; Nesse exemplo, a expressão condicional tem a forma A (A B), onde A é "x < y" e B é "z < 1000". Podemos simplificar essa expressão utilizando as equivalências vistas anteriormente. A (A B) A ( A B) (DeMorgan) (A A) (A B) (Distributividade) 0 (A B) (Complemetar) (A B) 0 (Comutatividade) A B (Elemento Neutro) Podemos então reecrever a proposição da seguinte forma: if ((x < y) and not (z < 1000)) do AlgumaCoisa; else do OutraCoisa; 2.5 Quantificadores Wffs formadas apenas pelos cinco operadores lógicos ( ) têm possibilidade limitada de expressões. Por exemplo, não conseguiríamos simbolizar a sentença "Para todo x, x>0" como sendo uma proposição verdadeira sobre os inteiros positivos. Portanto novos conceitos, como o de quantificador, deve ser introduzido. Quantificadores são frases do tipo para todo, para cada ou para algum, isto é, frases que dizem "quantos objetos" apresentam determinada propriedade. Quantificador Universal: é simbolizado por e lê-se para todo, para qualquer ou para cada. Assim, a sentença acima pode ser simbolizada por: 11
9 ( x)( x > 0) O valor lógico da expressão ( x)(x>0) depende do domínio dos objetos sobre os quais estamos nos referindo, que chamamos de conjunto universo. Qual seria o valor lógico da expressão ( x)p(x) em cada uma das seguintes interpretações? - P(x) é a propriedade que x é amarelo e o conjunto universo é o conjunto de todos os botõesde-ouro. - P(x) é a propriedade que x é amarelo e o conjunto universo é o conjunto de todas as flores. - P(x) é a propriedade que x é positivo ou negativo e o conjunto universo é conjunto de todos os inteiros. Quantificador Existencial: é simbolizado por e lê-se existe, existe algum, para pelo menos um, para algum. Assim, a expressão ( x)( x > 0) pode ser lida como "existe um x tal que x é maior do que zero". A expressão ( x)( y)q(x, y) é lida como "para todo x existe um y tal que Q(x, y)". Considerando que o conjunto universo é conjuntos dos números inteiros e que Q(x, y) é a propriedade x < y, a expressão diz que para todo inteiro x existe um inteiro maior. Esta expressão é verdadeira. Entretanto, se invertermos a ordem dos quantificadores escrevendo ( y)( x)q(x, y), a mesma interpretação diz que existe um inteiro y que é maior que qualquer outro inteiro x. Neste caso, o valor lógico da expressão é falso. Isto ressalta o fato de que a ordem dos quantificadores é importante! 12
INTRODUÇÃO À LÓGICA MATEMÁTICA
INTRODUÇÃO À LÓGICA MATEMÁTICA Matemática Aplicada a Computação rofessor Rossini A M Bezerra Lógica é o estudo dos princípios e métodos usados para distinguir sentenças verdadeiras de falsas. Definição
Universidade de Caxias do Sul Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Departamento de Informática. Matemática Discreta. Márcia Rodrigues Notare
Universidade de Caxias do Sul Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Departamento de Informática Caxias do Sul, julho de. ÍNDICE TEORIA DOS CONJUNTOS...4. RELAÇÃO DE PERTINÊNCIA...4. ALGUNS CONJUNTOS IMPORTANTES...4.
Lógica. História da Lógica
1 Lógica História da Lógica A história da lógica começa com os trabalhos do filósofo grego Aristóteles (384-322 a.c.) de Estagira (hoje Estavro), na Macedônia, não se conhecendo precursores de sua obra,
Argumentação em Matemática período Prof. Lenimar N. Andrade. 1 de setembro de 2009
Noções de Lógica Matemática 2 a parte Argumentação em Matemática período 2009.2 Prof. Lenimar N. Andrade 1 de setembro de 2009 Sumário 1 Condicional 1 2 Bicondicional 2 3 Recíprocas e contrapositivas 2
Aula 1 Aula 2. Ana Carolina Boero. Página:
Elementos de lógica e linguagem matemática E-mail: [email protected] Página: http://professor.ufabc.edu.br/~ana.boero Sala 512-2 - Bloco A - Campus Santo André Linguagem matemática A linguagem matemática
Fundamentos 1. Lógica de Predicados
Fundamentos 1 Lógica de Predicados Predicados e Quantificadores Estudamos até agora a lógica proposicional Predicados e Quantificadores Estudamos até agora a lógica proposicional A lógica proposicional
Teoria dos Conjuntos MATEMÁTICA DISCRETA CONCEITOS PRELIMINARES. Fundamentos de Lógica Técnicas Elementares de Prova A NOÇÃO DE CONJUNTO
SUMÁRIO MATEMÁTICA DISCRETA CONCEITOS PRELIMINARES Teoria dos Conjuntos Relações e Funções Fundamentos de Lógica Técnicas Elementares de Prova Newton José Vieira 21 de agosto de 2007 1 A NOÇÃO DE CONJUNTO
Atenção: Esse conectivo transmite a ideia de e / ou e não apenas a de exclusão como muitas pessoas imaginam.
CONCEITO DE PROPOSIÇÃO É todo conjunto de palavras ou símbolos que exprimem uma ideia de sentido completo e que, além disso, pode ser julgado como verdadeiro (V) ou falso (F). NÃO SÃO PROPOSIÇÕES Frases
Matemática Discreta - 01
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Matemática Discreta - 01 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav
Aula 1 Aula 2 Aula 3. Ana Carolina Boero. Página:
Elementos de lógica e linguagem matemática E-mail: [email protected] Página: http://professor.ufabc.edu.br/~ana.boero Sala 512-2 - Bloco A - Campus Santo André Linguagem matemática A linguagem matemática
Prof. Jorge Cavalcanti
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Matemática Discreta - 01 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav
MATEMÁTICA DISCRETA CONCEITOS PRELIMINARES
MATEMÁTICA DISCRETA CONCEITOS PRELIMINARES Newton José Vieira 21 de agosto de 2007 SUMÁRIO Teoria dos Conjuntos Relações e Funções Fundamentos de Lógica Técnicas Elementares de Prova 1 CONJUNTOS A NOÇÃO
Gestão Empresarial Prof. Ânderson Vieira
NOÇÕES DE LÓGICA Gestão Empresarial Prof. Ânderson ieira A maioria do texto apresentado neste arquivo é do livro Fundamentos de Matemática Elementar, ol. 1, Gelson Iezzi e Carlos Murakami (eja [1]). Algumas
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/53 1 - LÓGICA E MÉTODOS DE PROVA 1.1) Lógica Proposicional
A LINGUAGEM DO DISCURSO MATEMÁTICO E SUA LÓGICA
MAT1513 - Laboratório de Matemática - Diurno Professor David Pires Dias - 2017 Texto sobre Lógica (de autoria da Professora Iole de Freitas Druck) A LINGUAGEM DO DISCURSO MATEMÁTICO E SUA LÓGICA Iniciemos
Lógica. Cálculo Proposicional. Introdução
Lógica Cálculo Proposicional Introdução Lógica - Definição Formalização de alguma linguagem Sintaxe Especificação precisa das expressões legais Semântica Significado das expressões Dedução Provê regras
Matemática Discreta - 07
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Matemática Discreta - 07 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav
Matemática Discreta - 07
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Matemática Discreta - 07 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav
Matemática Discreta. Lógica de Predicados. Profa. Sheila Morais de Almeida. agosto DAINF-UTFPR-PG
Matemática Discreta Lógica de Predicados Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG agosto - 2016 Quantificadores Como expressar a sentença Para todo número inteiro x, o valor de x é positivo. usando
Bases Matemáticas. Aula 1 Elementos de Lógica e Linguagem Matemática. Prof. Rodrigo Hausen. 24 de junho de 2014
Aula 1 Elementos de Lógica e Linguagem Matemática Prof. Rodrigo Hausen 24 de junho de 2014 Definição Uma proposição é uma sentença declarativa que é verdadeira ou falsa, mas não simultaneamente ambas.
Introdução à Lógica Matemática
Introdução à Lógica Matemática Disciplina fundamental sobre a qual se fundamenta a Matemática Uma linguagem matemática Paradoxos 1) Paradoxo do mentiroso (A) Esta frase é falsa. A sentença (A) é verdadeira
MDI0001 Matemática Discreta Aula 04 Álgebra de Conjuntos
MDI0001 Matemática Discreta Aula 04 Álgebra de Conjuntos Karina Girardi Roggia [email protected] Departamento de Ciência da Computação Centro de Ciências Tecnológicas Universidade do Estado de Santa
Lógica Formal. Matemática Discreta. Prof Marcelo Maraschin de Souza
Lógica Formal Matemática Discreta Prof Marcelo Maraschin de Souza Implicação As proposições podem ser combinadas na forma se proposição 1, então proposição 2 Essa proposição composta é denotada por Seja
Quantificadores, Predicados e Validade
Quantificadores, Predicados e Validade Quantificadores e Predicados Fbfs proposicionais tem uma possibilidade limitada de expressão. Exemplo: Para todo x, x > 0 Ela não pode ser simbolizada adequadamente
Introdução a computação
Introdução a computação 0 Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação Coordenador: Emerson dos Santos Paduan Autor(a): Daniel Gomes Ferrari São Paulo - 2016 1 Sumário 1. Lógica Matemática...
Lógica dos Quantificadores: sintaxe
Lógica dos Quantificadores: sintaxe Renata de Freitas e Petrucio Viana IME, UFF 18 de junho de 2015 Sumário 1. Princípios sintáticos 2. Alfabeto de LQ 3. Fórmulas de LQ 4. Variáveis livres, variáveis ligadas
Cálculo de Predicados. Matemática Discreta. Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG. março
Matemática Discreta Cálculo de Predicados Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG março - 2017 Quantificadores Como expressar a proposição Para todo número inteiro x, o valor de x é positivo. usando
3 Cálculo Proposicional
3 Cálculo Proposicional O Cálculo Proposicional é um dos tópicos fundamentais da Lógica e consiste essencialmente da formalização das relações entre sentenças (ou proposições), de nidas como sendo frases
Campos Sales (CE),
UNIERSIDADE REGIONAL DO CARIRI URCA PRÓ-REITORIA DE ENSINO E GRADUAÇÃO PROGRAD UNIDADE DESCENTRALIZADA DE CAMPOS SALES CAMPI CARIRI OESTE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA DISCIPLINA: Tópicos de Matemática SEMESTRE:
NHI Lógica Básica (Lógica Clássica de Primeira Ordem)
NHI2049-13 (Lógica Clássica de Primeira Ordem) página da disciplina na web: http://professor.ufabc.edu.br/~jair.donadelli/logica O assunto O que é lógica? Disciplina que se ocupa do estudo sistemático
Uma proposição é uma frase que pode ser apenas verdadeira ou falsa. Exemplos:
1 Noções Básicas de Lógica 1.1 Proposições Uma proposição é uma frase que pode ser apenas verdadeira ou falsa. 1. Os sapos são anfíbios. 2. A capital do Brasil é Porto Alegre. 3. O tomate é um tubérculo.
1. = F; Q = V; R = V.
ENADE 2005 e 2008 Nas opções abaixo, representa o condicional material (se...então...), v representa a disjunção (ou um, ou outro, ou ambos) e ~ representa a negação (não). Com o auxílio de tabelas veritativas,
Lógica Computacional
Aula Teórica 2: da Lógica Proposicional Departamento de Informática 17 de Fevereiro de 2011 Descrição informal Lógica proposicional Objecto Ocupa-se do estudo do comportamento dos conectivos lógicos (negação,
Lógica Computacional
Aula Teórica 2: Sintaxe da Lógica Proposicional António Ravara Simão Melo de Sousa Departamento de Informática, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa Departamento de Informática,
Predicados e Quantificadores
Predicados e Quantificadores Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG junho - 2018 Sheila Almeida (DAINF-UTFPR-PG) Predicados e Quantificadores junho - 2018 1 / 57 Este material é preparado usando
LÓGICA EM COMPUTAÇÃO
CEC CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS LÓGICA EM COMPUTAÇÃO TAUTOLOGIA - EQUIVALÊNCIA E INFERÊNCIA VERSÃO: 0.1 - MARÇO DE 2017 Professor: Luís Rodrigo E-mail: [email protected]
Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC Centro de Ciências Tecnológicas - CCT Licenciatura em Matemática
Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC Centro de Ciências Tecnológicas - CCT Licenciatura em Matemática 2014 Na teoria dos conjuntos três noções são aceitas sem denição (noção primitiva):: Conjunto;
Matemática Discreta para Computação e Informática
Matemática Discreta para Computação e Informática P. Blauth Menezes [email protected] Departamento de Informática Teórica Instituto de Informática / UFRGS Matemática Discreta para Computação e Informática
A Linguagem dos Teoremas - Parte II. Tópicos Adicionais. Autor: Prof. Francisco Bruno Holanda Revisor: Prof. Antônio Caminha Muniz Neto
Material Teórico - Módulo de INTRODUÇÃO À LÓGICA MATEMÁTICA A Linguagem dos Teoremas - Parte II Tópicos Adicionais Autor: Prof. Francisco Bruno Holanda Revisor: Prof. Antônio Caminha Muniz Neto 12 de maio
Lógica Matemática - Quantificadores
Lógica Matemática - Quantificadores Prof. Elias T. Galante - 2017 Quantificador Universal Seja p(x) uma sentença aberta em um conjunto não-vazio A e seja V p o seu conjunto verdade: V p = {x x A p(x)}.
1 introdução e conceitos básicos
capítulo 1 introdução e conceitos básicos Este capítulo faz uma apresentação da matemática discreta, de sua importância, de seus conceitos básicos e de seus usos. Também apresenta uma revisão dos conceitos
Lógica para computação - Linguagem da Lógica de Predicados
DAINF - Departamento de Informática Lógica para computação - Linguagem da Lógica de Predicados Prof. Alex Kutzke ( http://alex.kutzke.com.br/courses ) 13 de Outubro de 2015 Razões para uma nova linguagem
Matemática discreta e Lógica Matemática
AULA 2 - Proposicionais Prof. Dr. Hércules A. Oliveira UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Ponta Grossa Departamento Acadêmico de Matemática Lógicas Proposições compostas - Definição 1
Inteligência Artificial IA II. LÓGICA DE PREDICADOS PARA REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO
Inteligência Artificial IA Prof. João Luís Garcia Rosa II. LÓGICA DE PREDICADOS PARA REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO 2004 Representação do conhecimento Para representar o conhecimento do mundo que um sistema
SMA Elementos de Matemática Notas de Aulas
Universidade de São Paulo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação SMA 341 - Elementos de Matemática Notas de Aulas Ires Dias Sandra Maria Semensato de Godoy São Carlos 2009 Sumário 1 Noções
Fundamentos 1. Lógica de Predicados
Fundamentos 1 Lógica de Predicados Predicados Estudamos até agora a lógica proposicional Predicados Estudamos até agora a lógica proposicional A lógica proposicional têm possibilidade limitada de expressão.
Tutoria Matemática para Informática Teoria geral dos conjuntos Pertinência Inclusão Operações com conjuntos
Tutoria Matemática para Informática Teoria geral dos conjuntos Pertinência Є (pertence) ou Є (não pertence) Sempre verificando de elemento para conjunto { } ou Ø = vazio {Ø} = conjunto com elemento vazio
Lógica Texto 7. Texto 7. 1 Negação de enunciados atômicos Exercício resolvido Negação de enunciados moleculares 5
Lógica para Ciência da Computação I Lógica Matemática Texto 7 Negação e simplificação de enunciados Sumário 1 Negação de enunciados atômicos 2 1.1 Observações................................ 2 1.2 Exercício
Elementos de Lógica Matemática p. 1/2
Elementos de Lógica Matemática Uma Breve Iniciação Gláucio Terra [email protected] Departamento de Matemática IME - USP Elementos de Lógica Matemática p. 1/2 Vamos aprender a falar aramaico? ǫ > 0 ( δ
Lóg L ica M ca at M em e ática PROF.. J EAN 1
Lógica Matemática PRO. JEAN 1 LÓGICA MATEMÁTICA - CONTEÚDO Definição de Termo e Proposição alor Lógico Proposição Simples e Proposição Composta Conectivos Tabela-erdade 2 LÓGICA MATEMÁTICA INTRODUÇÃO ao
Lógica. Fernando Fontes. Universidade do Minho. Fernando Fontes (Universidade do Minho) Lógica 1 / 65
Lógica Fernando Fontes Universidade do Minho Fernando Fontes (Universidade do Minho) Lógica 1 / 65 Outline 1 Introdução 2 Implicações e Equivalências Lógicas 3 Mapas de Karnaugh 4 Lógica de Predicados
MD Lógica de Proposições Quantificadas Cálculo de Predicados 1
Lógica de Proposições Quantificadas Cálculo de Predicados Antonio Alfredo Ferreira Loureiro [email protected] http://www.dcc.ufmg.br/~loureiro MD Lógica de Proposições Quantificadas Cálculo de Predicados
SCC Capítulo 2 Lógica de Predicados
SCC-630 - Capítulo 2 Lógica de Predicados João Luís Garcia Rosa 1 1 Departamento de Ciências de Computação Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Universidade de São Paulo - São Carlos http://www.icmc.usp.br/~joaoluis
ANÁLISE MATEMÁTICA I. Curso: EB
ANÁLISE MATEMÁTICA I (com Laboratórios) Curso: EB Lógica - Resumo Ana Matos DMAT Noções básicas de Lógica Consideremos uma linguagem, com certos símbolos. Chamamos expressão a qualquer sequência de símbolos.
Proposições. Belo Horizonte é uma cidade do sul do Brasil = 4. A Terra gira em torno de si mesma. 5 < 3
Proposições Lógicas Proposições O principal conceito usado nos estudos da lógica matemática é o de uma proposição. Uma proposição é essencialmente uma afirmação, transmite pensamentos completos, afirmando
Universidade Aberta do Brasil - UFPB Virtual Curso de Licenciatura em Matemática
Universidade Aberta do Brasil - UFPB Virtual Curso de Licenciatura em Matemática Argumentação em Matemática Prof. Lenimar Nunes de Andrade e-mail: [email protected] ou [email protected] versão 1.0
Lógica e Matemática Discreta
Lógica e Matemática Discreta Proposições Prof clezio 20 de Março de 2018 Curso de Ciência da Computação Proposições e Conectivos Conceito de proposição Definição: Chama-se proposição a todo conjunto de
UNIP Ciência da Computação Prof. Gerson Pastre de Oliveira
Aula 6 Lógica Matemática Álgebra das proposições e método dedutivo As operações lógicas sobre as proposições possuem uma série de propriedades que podem ser aplicadas, considerando os conectivos inseridos
Introdução. História. História 18/03/2012. Lógica para Ciência da Computação. O que é Lógica?
IFMG-Formiga Introdução Lógica para Ciência da Computação O que é Lógica? É a formalização de linguagem e raciocínio, além de meios para expressar (dar significado) a essas formalizações. Profª. Danielle
1 Lógica de primeira ordem
1 Lógica de primeira ordem 1.1 Sintaxe Para definir uma linguagem de primeira ordem é necessário dispor de um alfabeto. Este alfabeto introduz os símbolos à custa dos quais são construídos os termos e
Conjuntos. Ou ainda por diagrama (diagrama de Venn-Euler):
Capítulo 1 Conjuntos Conjunto é uma coleção de objetos, não importando a ordem ou quantas vezes algum objeto apareça, exemplos: Conjunto dos meses do ano; Conjunto das letras do nosso alfabeto; Conjunto
Lógica de Predicados. Quantificadores
Lógica de Predicados Quantificadores Conteúdo Correção de Exercícios Operações Lógicas Quantificadores Rosen (pg 33) Tradução Português Lógica Rosen (pg 42) Exercícios Determinar o conjunto verdade em
Lógica e Matemática Discreta
Lógica e Matemática Discreta Teoria Elementar dos Conjuntos Prof Clezio 04 de Junho de 2010 Curso de Ciência da Computação Noções básicas Um conjunto designa-se geralmente por uma letra latina maiúscula:
Programação em Lógica. UCPEL/CPOLI/BCC Lógica para Ciência da Computação Luiz A M Palazzo Maio de 2010
Programação em Lógica UCPEL/CPOLI/BCC Lógica para Ciência da Computação Luiz A M Palazzo Maio de 2010 Roteiro Introdução Conceitos Básicos Linguagens Lógicas Semântica de Modelos Semântica de Prova Programação
MAT105 - Fundamentos de Matemática Elementar I
MAT105 - Fundamentos de Matemática Elementar I Prof. Dr. Diogo Machado ([email protected]) 1o semestre de 2016 Universidade Federal de Viçosa - UFV Departamento de Matemática Um dos mais importantes
Cálculo proposicional
Notas de aula de MAC0329 (2003) 9 2 Cálculo proposicional Referências para esta parte do curso: capítulo 1 de [Mendelson, 1977], capítulo 3 de [Whitesitt, 1961]. Proposição Proposições são sentenças afirmativas
Matemática discreta e Lógica Matemática
AULA 1 - Lógica Matemática Prof. Dr. Hércules A. Oliveira UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Ponta Grossa Departamento Acadêmico de Matemática Ementa 1 Lógica Sentenças, representação
INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA CÂMPUS ALEGRETE
1 1. LÓGICA SETENCIAL E DE PRIMEIRA Conceito de proposição ORDEM Chama-se proposição todo o conjunto de palavras ou símbolos que exprimem um pensamento de sentido completo, seja este verdadeiro ou falso.
01/09/2014. Capítulo 3. Propriedades semânticas da Lógica Proposicional
Capítulo 3 Propriedades semânticas da Lógica Proposicional 1 Introdução Propriedades Definição 3.1 (propriedades semânticas básicas da Lógica Proposicional) Sejam H, G, H 1, H 2,...,H n, fórmulas da Lógica
SMA Elementos de Matemática Notas de Aulas. Ires Dias - Sandra Maria Semensato de Godoy
SMA - 341 - Elementos de Matemática Notas de Aulas Ires Dias - Sandra Maria Semensato de Godoy 2006 Capítulo 1 Noções de Lógica Lógica é a higiene usada pelos matemáticos para conservar suas idéias saudáveis
Teoria da Computação
Introdução Março - 2009 1 Noções e Terminologia Matemática Conjuntos Um conjunto é um grupo de objetos, chamados elementos ou membros, representado como uma unidade. O conjunto { 3, 41, 57} possui os elementos
Alfabeto da Lógica Proposicional
Ciência da Computação Alfabeto da Lógica Sintaxe e Semântica da Lógica Parte I Prof. Sergio Ribeiro Definição 1.1 (alfabeto) - O alfabeto da é constituído por: símbolos de pontuação: (, ;, ) símbolos de
Noções básicas de Lógica
Noções básicas de Lógica Consideremos uma linguagem, com certos símbolos. Chamamos expressão a uma sequências de símbolos. Uma expressão pode ser uma expressão com significado expressão sem significado
LÓGICA PROPOSICIONAL
LÓGICA PROPOSICIONAL Prof. Cesar Tacla/UTFPR/Curitiba Slides baseados no capítulo 1 de DA SILVA, F. S. C.; FINGER M. e de MELO A. C. V.. Lógica para Computação. Thomson Pioneira Editora, 2006. Conceitos
Lógica proposicional
Lógica proposicional Sintaxe Proposição: afirmação que pode ser verdadeira ou falsa Proposições podem ser expressas como fórmulas Fórmulas são construídas a partir de símbolos: De verdade: true (verdadeiro),
Matemática para Ciência de Computadores
Matemática para Ciência de Computadores 1 o Ano - LCC & ERSI Luís Antunes [email protected] DCC-FCUP Complexidade 2002/03 1 Teoria de Conjuntos Um conjunto é uma colecção de objectos/elementos/membros. (Cantor
LÓGICA EM COMPUTAÇÃO
CEC CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS LÓGICA EM COMPUTAÇÃO TAUTOLOGIA - EQUIVALÊNCIA E INFERÊNCIA VERSÃO: 4 - ABRIL DE 2018 Professor: Luís Rodrigo E-mail: [email protected]
LÓGICA PROPOSICIONAL
FACULDADE PITÁGORAS Curso Superior em Tecnologia Redes de Computadores e Banco de dados Matemática Computacional Prof. Ulisses Cotta Cavalca LÓGICA PROPOSICIONAL Belo Horizonte/MG
Cálculo proposicional
O estudo da lógica é a análise de métodos de raciocínio. No estudo desses métodos, a lógica esta interessada principalmente na forma e não no conteúdo dos argumentos. Lógica: conhecimento das formas gerais
Matemática Computacional
Matemática Computacional SLIDE 1I Professor Júlio Cesar da Silva [email protected] site: http://eloquium.com.br/ twitter: @profjuliocsilva facebook: https://www.facebook.com/paginaeloquium Google+:
Questões de Concursos Aula 02 CEF RACIOCÍNIO LÓGICO. Prof. Fabrício Biazotto
Questões de Concursos Aula 02 CEF RACIOCÍNIO LÓGICO Prof. Fabrício Biazotto Raciocínio Lógico 1. Considere as afirmações: I. A camisa é azul ou a gravata é branca. II. Ou o sapato é marrom ou a camisa
Conteúdo. Correção de Exercício Quantificadores Rosen (pg 33) Tradução Português Lógica Rosen (pg 42)
Conteúdo Correção de Exercício Quantificadores Rosen (pg 33) Tradução Português Lógica Rosen (pg 42) Correção exercicios 11) P(x) = x = x 2 P(0) P(1) P(2) 12) Q(x) = x + 1 = 2x Q(0) Q(-1) Q(1) Correção
Faculdade de Informática e Tecnologia de Pernambuco. Primeira lista de exercícios de Álgebra Aplicada à Computação Prof. Diego Machado Dias
Faculdade de Informática e Tecnologia de Pernambuco Primeira lista de exercícios de Álgebra Aplicada à Computação Prof. Diego Machado Dias Instruções 1. No início de cada seção da lista há uma sugestão
Símbolo Nome lê-se como Categoria = 10 significa que se se somar 4 a 6, a soma, ou resultado, é 10.
Símbolo Nome lê-se como Categoria adição mais aritmética + 4 + 6 = 10 significa que se se somar 4 a 6, a soma, ou resultado, é 10. Exemplo: 43 + 65 = 108; 2 + 7 = 9 subtração menos aritmética - 9-4 = 5
Fundamentos da Computação 1. Aula 03
Fundamentos da Computação 1 Aula 03 Conteúdo Introdução à Lógica. Definição da Sintaxe. Traduzindo Sentenças. Introdução à Lógica O que é lógica? Introdução à Lógica O que é lógica? Lógica é a análise
Unidade II. A notação de que a proposição P (p, q, r,...) implica a proposição Q (p, q, r,...) por:
LÓGICA Objetivos Apresentar regras e estruturas adicionais sobre o uso de proposições. Conceituar implicação lógica, tautologias, e as propriedade sobre proposições. Apresentar os fundamentos da dedução,
Para provar uma implicação se p, então q, é suficiente fazer o seguinte:
Prova de Implicações Uma implicação é verdadeira quando a verdade do seu antecedente acarreta a verdade do seu consequente. Ex.: Considere a implicação: Se chove, então a rua está molhada. Observe que
Lógica Matemática. Prof. Gerson Pastre de Oliveira
Lógica Matemática Prof. Gerson Pastre de Oliveira Programa da Disciplina Proposições e conectivos lógicos; Tabelas-verdade; Tautologias, contradições e contingências; Implicação lógica e equivalência lógica;
RACIOCÍNIO LÓGICO PROPOSIÇÕES LÓGICAS
1 RACIOCÍNIO LÓGICO PROPOSIÇÕES LÓGICAS 2 TIPOS DE PROPOSIÇÃO Simples ou Atômicas Oscar é prudente; Mário é engenheiro; Maria é morena. 3 TIPOS DE PROPOSIÇÃO Composta ou Molecular Walter é engenheiro E
Teoria da Computação Aula 01 Revisão de Conjuntos
Teoria da Computação Aula 01 Revisão de Conjuntos Prof. Esp. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Conjuntos Conjunto e uma estrutura que agrupa objetos e constitui uma base para construir estruturas
Não sou o melhor, sei disso, mas faço o melhor que posso!! RANILDO LOPES
Lógica Matemática e Computacional Não sou o melhor, sei disso, mas faço o melhor que posso!! RANILDO LOPES 2. Conceitos Preliminares 2.1. Sentença, Verdade e Proposição Cálculo Proposicional Como primeira
