Matemática Discreta - 07
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- João Gabriel Carvalho Weber
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1 Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Matemática Discreta - 07 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] 1
2 Conjunto não se define formalmente. Usa-se uma idéia intuitiva de que se trata de uma coleção de objetos. Esses objetos de um conjunto possuem alguma propriedade em comum. Notação Usa-se letras maiúsculas para denotar conjuntos e o símbolo para designar a pertinência em um conjunto. Assim, a A significa que a pertence ao conjunto A ou é um elemento do conjunto A. Da mesma forma, b A signfica que b não pertence a A. Usamos chaves para indicar um conjunto. Se A = {azul, verde, branco}, então verde A e preto A. Os elementos em um conjunto não tem nenhuma ordem, de modo que {azul, verde, branco} é o mesmo que {branco, azul, verde}. 2
3 Notação Dois conjuntos são iguais se contêm os mesmos elementos. Usando a notação da lógica de predicados, temos: A = B significa ( x)[(x A x B) (x B x A)] Ao descrever um conjunto particular, temos que identificar seus elementos. Para um conjunto finito (com n elementos para n > 0), isso é feito listando-se todos os seus elementos. Para um conjunto infinito, podemos indicar a forma geral listando os primeiros elementos. S é o conjunto de todos os inteiros positivos pares, então S={2, 4, 6, }. S também pode ser definido por recorrência, explicitando um dos elementos de S e descrevendo os demais em termos dos elementos já conhecidos S 2. Se n S, então (n+2) S. 3
4 Mas, a maneira mais clara de se descrever esse conjunto S é através da propriedade que caracteriza os elementos do conjunto em palavras, isto é: S = { x x é um inteiro positivo par} Então, podemos descrever um conjunto das seguintes maneiras, dentre outras: Listar (total ou parcialmente) seus elementos. Usar recorrência para descrever como gerar seus elementos. Descrever uma propriedade P que caracteriza seus elementos. A notação para um conjunto cujos elementos é caracterizado por uma propriedade P é { x P(x)}, onde P(x) é um predicado unário (única variável). A notação baseada na lógica formal torna mais claro a propriedade que caracteriza os elementos de um conjunto. S = { x P(x)} significa que ( x)[(x S P(x)) (P(x) x S] 4
5 Ex.01: Descreva cada um dos conjuntos a seguir listando seus elementos: a) { x x é um inteiro e 3<x 7} b) { x x é um mês com exatamente 30 dias} Ex.02: Descreva cada um dos conjuntos a seguir através de uma propriedade que caracterize seus elementos: a) {1, 4, 9, 16} b) {2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, } 5
6 É conveniente usarmos uma notação padrão para determinados conjuntos, de modo que se possa se referir mais facilmente a eles. = Números naturais =Números inteiros = Números reais = Números racionais I = Números Irracionais I 6
7 O Conjunto vazio é denotado por ou por { }. Por exemplo, se S = {x x e x<0}, então S =. Note que { } Ex. 03: Seja um conjunto A dado por: A = {x ( y)(y {0, 1, 2} e x=y 3 }. Esse conjunto é da forma A={x P(x)}. Encontra-se cada elemento de A atribuindo-se a y cada um dos valores e elevando-os ao cubo. Então A = {0, 1, 8}. Ex. 04: Seja um conjunto B dado por: B = {x x e ( y)(y e x y}. Para y=0, x=0; para y=1, x=0 ou 1; para y=2, x=0, 1 ou 2... B consiste em todos os inteiros não negativos menores ou iguais a um inteiro não negativo. 7
8 Ex. 05: Seja um conjunto C dado por: C = {x x e ( y)(y x y}. Dessa forma, obtemos C={0}. 0 é o único inteiro não-negativo que é menor ou igual a todos os inteiros não-negativos. Ex. 06: Descreva cada um dos conjuntos a seguir: A = {x x e ( y)(y {2, 3, 4, 5}) x y}. B = {x ( y)( z)(y {1,2} e z {2,3} e x=y+z)}. 8
9 Relações entre conjuntos Para A={2, 3, 5, 12} e B={2, 3, 4, 5, 9, 12}, todo elemento de A é, também, elemento de B. A é um subconjunto de B Definição: ( x)(x A x B) Se A é um subconjunto de B, então A B. Se A B mas A B, então A é um subconjunto próprio de B, e escrevemos A B. Use a notação da lógica formal para definir C. Ex. 07: Sejam A={1, 7, 9, 15}, B={7, 9} e C={7, 9, 15, 20}, então as seguintes proposições são verdadeiras (entre outras): B C 15 C B A {7, 9} B B A {7} A A C C 9
10 Ex. 08: Sejam A = {x x N e x 5}, B = {10, 12, 16, 20} e C = {x ( y)(y N e x = 2y)} Quais das proposições abaixo são verdadeiras: a. B C b. B A c. A C d. 26 C e. {11, 12, 13} A f. {11, 12, 13} C g. {12} B h. {12} B i. {x x N e x < 20} B j. 5 A k. { } B l. A 10
11 Conjuntos de Conjuntos Para um conjunto S, podemos formar um novo conjunto cujos elementos são subconjuntos de S. Esse novo conjunto é chamado de conjunto das partes de S e é denotado por (S). Para S={0,1}, (S) = {, {0}, {1}, {0,1}}. Os elementos do conjunto das partes de S são conjuntos. Para qualquer conjunto S, (S) sempre tem, pelo menos e S como elementos, já que é sempre verdade que S e S S. Para encontrar (S), comece com, depois coloque os conjuntos formados por 1 elemento de S, depois ao formados por 2 elementos de S, por 3 e assim por diante, até o próprio S. 11
12 Conjuntos de Conjuntos Ex.09:Para A={1,2,3}, encontre (A). Observe que o número de elementos de (A) é igual a 2 n, onde n é o numero de elementos de A. 12
13 Operações em Conjuntos A maior parte das operações que envolvem números podem ser efetuadas também em conjuntos. Dado um conjunto S, podemos definir operações no conjunto (S). S, nesse caso, é chamado de conjunto universo, que define o contexto dos objetos em discussão. Se S=, então os subconjuntos conterão apenas inteiros. Operação unária e binária Unária: quando age em apenas um elemento do conjunto (por exemplo, uma negação de um elemento). Binária: quando acontece em dois inteiros do conjunto (por exemplo, uma subtração). 13
14 Operações em Conjuntos Uma operação binária em (S) tem agir em dois subconjuntos de S para produzir um único subconjunto de S. Isso pode acontecer de duas maneiras naturais: Seja S o conjunto de todos os estudantes da UNIVASF. Então elementos de (S) são conjuntos de estudantes. Seja A o conjunto de estudantes de Administração e B os de Computação. Ambos pertencem a (S). Um novo conjunto pode ser definido por todos os alunos que são de administração ou de computação (ou de ambos). Esse conjunto é a união de A e B. Outro conjunto pode ser definido pelos alunos que estudam simultaneamente administração e computação. Esse conjunto (que pode ser vazio) é chamado a interseção de A e B. 14
15 Operações em Conjuntos Definições: Sejam A e B (S). A União de A e B, denotada por A B é {x x A ou x B} A Interseção de A e B, denotada por A B é {x x A e x B} Ex. 10: Sejam A={1,3,5,7,9} e B={3,5,6,10,11}, com A e B sendo ( ). Então A B é ={1,3,5,6,7,9,10,11} e A B ={3,5}. Ambos são ( ). Ex. 11: Sejam A e B (S) Para um conjunto arbitrário S. É sempre verdade que A B A B? 15
16 Operações em Conjuntos Diagramas de Venn usados para representação visual das operações entre conjuntos. Complemento de um conjunto. Para um conjunto A (S), o complemento de A, A é {x x S e x A}. Ex. 12: Ilustre A como um Diagrama de Venn. Ex. 12a: conjunto da busca carros usados E (Mercedes OU Volks) E NÃO Caminhões. 16
17 Operações em Conjuntos Diferenças entre conjuntos Uma outra operação binária em conjuntos A e B (S) é a diferença entre conjuntos A - B={x x A e x B}. Essa operação pode ser reescrita como A-B={x x A e x B } ou como A - B=A B. Ex. 13: Ilustre A-B como um Diagrama de Venn. Dois conjuntos são ditos disjuntos quando A B =. Então A B e B A, por exemplo, são disjuntos. Ex. 14: Sejam A={1,2,3,5,10}, B={2,4,7,8,9}, C={5,8,10}, subconjuntos de S={1,2,3,4,5,6,7,8,9,10}. Encontre: a) A B b) A C c) B (A C) 17
18 Operações em Conjuntos Produto Cartesiano Sejam os subconjuntos A e B de S. O produto cartesiano de A e B, denotado por A X B, é definido por: A X B = {(x,y) x A e y B}. Os elementos do resultado não pertencem a S mas são pares ordenados de elementos de S. O produto A X A é denotado por A 2. A n denota o conjunto (x 1, x 2,..., x n ) de elementos de A. Ex. 15: Sejam A={1,2} e B={3,4}. Encontre: a) A X B b) B X A c) A 2 d)a 3 18
19 Identidades básicas envolvendo Conjuntos Existem várias igualdades entre conjuntos nas operações de união, interseção, diferença e complementação. Essas igualdades são independentes dos subconjuntos particulares utilizados e são chamadas de identidades. Essas identidades são semelhantes às equivalências tautológicas da lógica formal. 1a. A B = B A 1b. A B = B A (comutatividade) 2a. (A B) C = 2b. (A B) C = (associatividade) A (B C) A (B C) 3a. A (B C)= 3b. A (B C)= (distributividade) (A B) (A C) (A B) (A C) 4a. A = A 4b. A S = A (existência de elemento neutro) 5a. A A' = S 5b. A A'= (propriedades do complemento) Note que 2a e 2b nos permitem eliminar os parênteses. 19
20 Identidades envolvendo Conjuntos Provando identidades: Ex. 16: 3a. A (B C)= (A B) (A C) Queremos então provar que A (B C) (A B) (A C) e que (A B) (A C) A (B C) Podemos, então proceder da seguinte maneira: (seja x um elemento arbitrário de A (B C)): x A (B C) x A ou x (B C) x A ou (x B e x C) (x A ou x B) e (x A ou x C) x (A B) e x (A C) x (A B) (A C) Para mostrarmos que (A B) (A C) A (B C), basta fazer o argumento de trás para frente. 20
21 Identidades envolvendo Conjuntos Provando identidades: Ex. 17: 4a. A = A Ex. 18: Use as identidades básicas para provar que: [A (B C)] ([A' (B C)] (B C)') = para A, B e C subconjuntos arbitrários de S. Na demonstração a seguir, o número à direita denota a identidade básica usada em cada passo. [A (B C)] ([A' (B C)] (B C)') = ([A (B C)] [A' (B C)]) (B C)' (2b) = ([(B C) A] [(B C) A']) (B C)' (1ª - 2 vezes) = [(B C) (A A')] (B C)' (3a) = [(B C) ] (B C)' (5b) = (B C) (B C)' (4a) = (5b) 21
22 Identidades envolvendo Conjuntos A,B e C são subconjuntos de S. Demonstre a seguinte identidade usando as identidades básicas de conjuntos. [A (B C)] ([A' (B C)] (B C)') = S 22
23 Identidades envolvendo Conjuntos O dual de cada identidade é obtida permutando-se com e S com. O dual da identidade do exemplo 18: [A (B C)] ([A' (B C)] (B C)') = é [A (B C)] ([A' (B C)] (B C)') = S Essa identidade também pode ser provada substituindo cada identidade básica pela sua dual. Ex.19: Usando as identidades básicas, prove a identidade: [C (A B)] [(A B) C'] = A B (A, B e C são subconjuntos arbitrários de S.) Ex. 20: Enuncie a identidade dual do exemplo anterior. Ex. 21: Usando as identidades básicas, prove a identidade: (A B) (A B ) = A 23
24 Resumo dos métodos para provar identidades envolvendo conjuntos Método Comentário Desenhe um diagrama de Venn Não é um bom plano, já que nenhum diagrama vai cobrir todos os casos e não demonstrará a identidade no caso geral. Prove a inclusão em cada direção Use identidades já demonstradas Tome um elemento arbitrário de um dos termos da identidade e mostre que ele pertence ao outro termo, e reciprocamente. Verifique se a forma da expressão é exatamente igual à forma da identidade que você quer usar. 24
25 Conjuntos Contáveis e Não-Contáveis Em um conjunto finito S, sempre podemos designar um elemento como sendo o primeiro, s 1, um outro como o segundo s 2, e assim por diante. Se existem k elementos no conjunto, eles podem ser listados na ordem selecionada: s 1, s 2,..., s k. Essa lista representa o conjunto todo. O número de elementos em um conjunto finito é a cardinalidade do conjunto. Logo, esse conjunto teria a cardinalidade k. Se o conjunto for infinito, se pudemos ainda selecionar um primeiro elemento, s 1, um segundo s 2, e assim por diante, de modo que a lista s 1, s 2, s 3,... representa todos os elementos do conjunto. Tal conjunto infinito é dito enumerável. Tanto conjuntos finitos quanto os enumeráveis são conjuntos contáveis. 25
26 Conjuntos Contáveis e Não-Contáveis Ser contável não significa que podemos dizer qual o número total de elementos no conjunto. Significa que podemos dizer quem é o primeiro, o segundo e assim por diante. Existem, no entanto, conjuntos infinitos que são nãocontáveis (ou não-enumeráveis). Um conjunto não-enumerável é tão grande que não existe uma maneira de se contar os elementos e se obter todo o conjunto. Apesar de se provar que existem conjuntos não-enumeráveis, vamos considerar alguns conjuntos enumeráveis. Ex.22: O Conjunto é enumerável. Para o conjunto, de inteiros não negativos, é claro que 0, 1, 2, 3... é uma enumeração que incluirá todos os elementos do conjunto. O conjunto dos inteiros positivos pares é enumerável. 26
27 Conjuntos Contáveis e Não-Contáveis Ex. 23: O conjunto enumerável. + dos racionais positivos é Escrevendo cada racional positivo como uma fração de inteiros positivos, com numerador 1 na primeira linha, 2 na segunda linha e assim por diante: 1/1 1/2 1/3 1/4 1/5... 2/1 2/2 2/3 2/4 2/5... 3/1 3/2 3/3 3/4 3/5... 4/1 4/2 4/3 4/4 4/5... Nesse formato, como poderemos enumerar o conjunto? Para provar que esse arranjo é enumerável, podemos passar um fio, com uma seta apontando o sentido, percorrendo todo o arranjo, começando em 1/1. 27
28 Conjuntos Contáveis e Não-Contáveis Assim, por exemplo, a fração 1/3 é o quarto elemento da enumeração. 1/1 1/2 1/3 1/4 1/5... 2/1 2/2 2/3 2/4 2/5... 3/1 3/2 3/3 3/4 3/5... 4/1 4/2 4/3 4/4 4/5... Começando por um dos cantos, observa-se que o arranjo é enumerável. Se começarmos seguindo apenas a primeira linha, jamais vamos terminar para chegar nas outras linhas. Para melhorarmos a enumeração, ainda podemos simplificar frações, por exemplo (1/1 = 2/2, 1/2=2/4 ) Portanto, a enumeração de + começa com 1/1, 2/1, 1/2, 3/1, 4/
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