O gráfico que é uma reta
|
|
|
- Rosângela Sandra Festas Imperial
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 O gráfico que é uma rea A UUL AL A Agora que já conhecemos melhor o plano caresiano e o gráfico de algumas relações enre e, volemos ao eemplo da aula 8, onde = + e cujo gráfico é uma rea. Queremos saber mais sobre como é essa ligação que eise enre a fórmula = + e a figura geomérica da rea. Queremos saber, por eemplo, se ouras fórmulas ambém êm como gráfico uma rea. Caso haja, o que essas fórmulas de reas êm em comum; de que modo se parecem? É isso que esudaremos hoje. Como você verá, são muias as siuações na vida coidiana - especialmene nas nossas diversas profissões - em que a relação enre duas grandezas é epressa graficamene por um rea. Veremos isso num eemplo com um auomóvel em movimeno, na relação enre a disância percorrida e o empo de percurso. E deiaremos para você aplicar as mesmas idéias na sua própria área de rabalho: na consrução civil, na indúsria, no comércio, no rabalho em casa ec. A conclusão da aula é que a Maemáica em uma maneira de visualizar oda uma série de problemas, faciliando imensamene sua resolução. Inrodução Um eemplo irado do fuebol Talvez você já enha viso um comenarisa de fuebol dizer o seguine, analisando um deerminado chue a gol: A velocidade da bola era de aproimadamene km/h, quando foi espalmada pelo goleiro. O que significa isso? Como se faz essa esimaiva de velocidade? Se um auomóvel esivesse a km/h, isso quer dizer que ele percorreria quilômeros de disância no empo de hora. Possivelmene, a esimaiva do comenarisa deve er sido calculada por compuador da seguine maneira: pelo vídeo do chue, é anoado o insane em que o pé do jogador oca a bola e a posição em que ele esá no campo; é anoado ambém o insane em que o goleiro espalma a bola e a posição do goleiro. Assim, obém-se a disância que a bola percorreu e o empo que levou para isso. O que é a velocidade da bola, enão? Se, para simplificar, considerarmos que a velocidade da bola é consane ao longo de oda sua rajeória, enão, por definição: Nossa aula Velocidade é a disância percorrida dividida pelo empo de percurso.
2 A U L A Rigorosamene falando, isso não é verdade, pois o ario do ar diminui a velocidade da bola o empo odo. Esamos simplificando as coisas.) Em linguagem maemáica: velocidade = espaço empo ou v = e No caso desse chue, a velocidade equivale a km/h. Em meros por segundo (pois as medidas do campo de fuebol são em meros e cada chue se dá em frações de segundo), ela é de: v = km/h = km m = h 6s 4 = 5 m/s Ou seja, a bola percorre um espaço de 5 meros a cada segundo. Ou 5 meros a cada segundos, ou meros a cada 4 segundos, ou 5 meros a cada 6 segundos, e assim por diane. É fácil visualizar de uma só vez a relação do espaço (e) percorrido com o empo () de percurso - que nese eemplo é: e = 5, ou e = 5 Para isso, basa consruir uma abela e um gráfico que mosre a maneira como o espaço se relaciona com o empo: e = e (m) e e= (s) Como vemos, nese caso, emos uma rea que passa pela origem do plano caresiano. Observe que, nesse eemplo, os eios do plano caresiano represenam e (espaço) e (empo), que são grandezas diferenes: uma é medida em meros e oura, em segundos, respecivamene. Dessa forma, a marcação dos ponos sobre os eios pode ser feia ambém com unidades diferenes. No eio verical, cada unidade equivale a 5 meros; enquano no eio horizonal cada unidade corresponde a segundo.
3 O gráfico de = a: reas pela origem Observe os eemplos a seguir: a) = b) = A U L A Eercícios c) = - d) = /
4 A U L A º q. º q. º q. 4º q. Como você mesmo deve er noado, o gráfico de = a (no qual a é uma consane) é sempre uma rea. Quando a é posiivo, a rea esá no º e no º quadranes do plano caresiano; quando a é negaivo, a rea esá no º e no 4º quadranes. Veja nos eemplos abaio: OS 4 QUADRANTES DO PLANO CARTESIANO = (a=) / = (a=) ( ) = =/ (a=/) a= -/ - - =-/ (a=-/) = - ( ) a =- =- (a=-) =- (a=-) Volando ao eemplo da velocidade O gráfico da relação e = 5, que vimos no início da aula, mosra, para cada insane de empo, o espaço e percorrido pela bola de fuebol, desde o início do movimeno aé o insane. Você se lembra de que verificamos que: v = 5 m/s é equivalene a v = km/h Imagine agora um carroque se desloca a uma velocidade de km/h, ou seja, sua velocidade é de 5 m/s. Na figura abaio, ilusramos isso, imaginando o eio e como o próprio caminho do carro para ajudar na visualização. Desenhamos no carrouma sea v, sempre do mesmo amanho, para represenar sua velocidade consane: in cio do empo depois de segundos v = v=5 m/s v = v=5 m/s e e (espa o) e=5 (meros)
5 O gráfico da página 64 já falou udo sobre ese eemplo, não é mesmo? Vêse logo que o carro inha percorrido 5 meros após segundo do início da conagem do empo; 5 meros após segundos, 75 meros após segundos ec. Agora vamos meer um pouco no eemplo. No oal, quanos meros eria percorrido o carro se o cronômero só ivesse sido disparado para começar a conagem do empo depois de o carro já haver percorrido 4 meros? A U L A in cio do empo depois de segundos v = v=5 m/s v = v=5 m/s v = v=5 m/s 4 e e (espa o) 4 5 No oal, o carro eria percorrido 5 (como anes) mais 4 meros. É fácil ober o novo gráfico do espaço percorrido em relação ao empo, para e = Acompanhe como o espaço inicial, que aqui é de 4 meros, aparece nas linhas da nova abela e no gráfico, deslocando a rea anerior para cima em 4 unidades (4 meros). TABELA ANTERIOR: TABELA NOVA: e = 5 e = = = = = = e (m) e e= e= (,) (,5) (s)
6 A U L A O gráfico de = a + c: reas quaisquer Nos eemplos abaio, consruímos gráficos de equações do ipo = a + c. Esses gráficos foram obidos somando-se c unidades aos gráficos dos eemplos aneriores, cujas equações eram do ipo = a. =+ = = =- -, ,5 +.5 =-+.5 =-+,5 =- Observe que, quando c é posiivo, a rea de = a + c cora o eio acima da origem; e quando c é negaivo, cora o eio abaio da origem. Um caso paricular: reas horizonais Os diversos gráficos de = a já nos mosraram que a consane a esá relacionada com a inclinação da rea. Quando a é posiivo (rea no º e º quadranes), dizemos que a rea em inclinação posiiva; quando a é negaivo (rea no º e 4º quadranes), dizemos que a rea em inclinação negaiva. Como a rea de = a + c é a rea de = a deslocada de c para cima (se c > ) ou para baio (se c < ), a inclinação permanece igual. Confira nas figuras: as reas são paralelas, endo a mesma inclinação. Para quem esá aeno, uma perguna logo surge: que dizemos da inclinação, quando a não é posiivo nem negaivo, mas nulo (a = )? Dizemos que a inclinação é nula. E como será uma rea = a + c com a =, ou seja, al que = c (para odo )? Aqui esão duas delas, com abela e gráfico: =,5.5, (;.5), (4;.5), =.5,,5,5,5 4,5 -, = (-, -) - (-, -) =-
7 Veja que efeio eve anular a na relação = a + c: c ficamos com = c, cujo gráfico é uma rea horizonal. Já conhecemos reas inclinadas de vários modos e, agora, reas horizonais. Que ipo de rea nos fala enconrar? Pense. A U L A Ouro caso paricular: reas vericais Relembre que obivemos reas horizonais anulando o coeficiene a de na relação = a + c. Poderíamos enconrar as reas que nos falam, as vericais, fazendo a mesma coisa com - ou seja, anulando o seu coeficiene? Do jeio que esá não - porque o coeficiene de é. Mas se incluírmos ambém um coeficiene (b) para, enão, quando ele for nulo, eremos as reas vericais: é o caso dos dois úlimos dos próimos eemplos. a) O gráfico de a + b = c : eemplos Vamos desenhar eses gráficos de reas, usando uma abela auiliar: - = 5 = = / = -,6 = - 5 5/ - / / - (, -) -5/ 5/ -=5 b) +=7 =- + 7 = / =,5 = / +=7 7/ (, ) (4, /) / 4 7 c) += = (para odo ) - - (, ) (, -) d) +=- =- (para odo ) , 5 (-, ) - (-; -,5) = =
8 A U L A Conclusão: a relação = c (onde c é uma consane) é represenada no plano caresiano por uma rea verical: à direia da origem se c >, e à esquerda se c <. E se c =? A rea de = é o próprio eio. Além desa conclusão, os dois primeiros eemplos nos mosram claramene como é o gráfico da relação geral a + b = c, quando a e b não são nulos: é uma rea inclinada que cora o eio no pono ( c, ) e o eio em (, c ). Confirme isso a b nos eemplos. Sendo assim, já sabemos raçar o gráfico de qualquer rea, iso é, de qualquer relação enre e do ipo a + b = c. Vamos praicar? Eercícios Aenção: Para os eercícios desa aula, é ineressane você rabalhar com papel quadriculado, pois ele ajuda no raçado de gráficos. Eercício a) Para cada rea abaio, faça uma abela auiliar e use-a para raçar o gráfico da rea. (Desenhe odas as reas num mesmo plano caresiano). a) = 5 a) = 5 + a) = 5-5 a4) - 5 = 7 b) Qual desas reas em maior inclinação? c) Em ermos geoméricos, o que podemos dizer desas quaro reas? Eercício a) Observando o gráfico de e = 5 + 4, do espaço oal (em meros) percorrido pelo auomóvel aé o insane, responda: qual o espaço oal percorrido aé: a) segundos? a) 4 segundos? a) segundos? a4),5 segundo? b) Confirme suas resposas pela abela.
9 Eercício a) Com base no gráfico de e = 5 + 4, race no mesmo plano caresiano o gráfico de e = b) O que significa esse 75 no lugar de 4, no eemplo do auomóvel? A U L A Eercício 4 a) Observe, a seguir, cada uma das relações que envolvem e, e faça o que se pede. Escreva ao lado de cada uma: (H) se o gráfico da relação for uma rea horizonal; (V) se for uma rea verical; (I +) se for uma rea de inclinação posiiva; e (I -) se for de inclinação negaiva. a) = - a) = 5 a) = - a4) = p a5) = 5 - a6) = - a7) - 4 = b) Usando uma abela auiliar, race o gráfico de cada rea, e confirme sua resposa anerior. Eercício 5 Aqui esão algumas reas na forma a + b = c. Use o úlimo comenário da aula para responder o que se pede em seguida (ou use as sugesões). : rea : 7 + = - 4 rea : - = rea : - - = rea 4: = 4 rea 5: + 5 = 8 a) Em que pono a rea cora o eio? (Sugesão: Faça = e calcule ) b) E o eio? (Sugesão: Faça = e calcule ). c) Em que casos esses dois ponos basam para raçar a rea?
Notas de aula - profa Marlene - função logarítmica 1
Noas de aula - profa Marlene - função logarímica Inrodução U - eparameno de Maemáica Aplicada (GMA) NOTAS E AULA - CÁLCULO APLICAO I - PROESSORA MARLENE unção Logarímica e unção Eponencial No Ensino Médio
Movimento unidimensional 25 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL
Movimeno unidimensional 5 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL. Inrodução Denre os vários movimenos que iremos esudar, o movimeno unidimensional é o mais simples, já que odas as grandezas veoriais que descrevem o
Física 1. 2 a prova 21/10/2017. Atenção: Leia as recomendações antes de fazer a prova.
Física 1 2 a prova 21/1/217 Aenção: Leia as recomendações anes de fazer a prova. 1- Assine seu nome de forma LEGÍVEL na folha do carão de resposas. 2- Leia os enunciados com aenção. 3- Analise sua resposa.
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO. Matemática A B C D E A B C D E. Avaliação da Aprendizagem em Processo Prova do Aluno 3 a série do Ensino Médio
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO Maemáica a série do Ensino Médio Turma EM GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO o Bimesre de 6 Daa / / Escola Aluno A B C D E 6 7 9 A B C D E Avaliação
Modelos Não-Lineares
Modelos ão-lineares O modelo malhusiano prevê que o crescimeno populacional é exponencial. Enreano, essa predição não pode ser válida por um empo muio longo. As funções exponenciais crescem muio rapidamene
Capítulo Cálculo com funções vetoriais
Cálculo - Capíulo 6 - Cálculo com funções veoriais - versão 0/009 Capíulo 6 - Cálculo com funções veoriais 6 - Limies 63 - Significado geomérico da derivada 6 - Derivadas 64 - Regras de derivação Uiliaremos
Exercícios sobre o Modelo Logístico Discreto
Exercícios sobre o Modelo Logísico Discreo 1. Faça uma abela e o gráfico do modelo logísico discreo descrio pela equação abaixo para = 0, 1,..., 10, N N = 1,3 N 1, N 0 = 1. 10 Solução. Usando o Excel,
FATO Medicina. Lista Complementar Física - MRU / MRUV( Prof.º Elizeu) 5,0 m s, e a maior. 5 km e 10 km, sua velocidade foi 30 km h. 10 km totais.
FATO Medicina Lisa Complemenar Física - MRU / MRUV( Prof.º Elizeu) 0. (Efomm 07) Um rem deve parir de uma esação A e parar na esação B, disane 4 km de A. A aceleração e a desaceleração podem ser, no máximo,
Aula - 2 Movimento em uma dimensão
Aula - Moimeno em uma dimensão Física Geral I - F-18 semesre, 1 Ilusração dos Principia de Newon mosrando a ideia de inegral Moimeno em 1-D Enender o moimeno é uma das meas das leis da Física. A Mecânica
Movimento unidimensional. Prof. DSc. Anderson Cortines IFF campus Cabo Frio MECÂNICA GERAL
Movimeno unidimensional Prof. DSc. Anderson Corines IFF campus Cabo Frio MECÂNICA GERAL 218.1 Objeivos Ter uma noção inicial sobre: Referencial Movimeno e repouso Pono maerial e corpo exenso Posição Diferença
5 0,5. d d ,6 3. v Δt 0,03s Δt 30ms. 3. Gabarito: Lista 01. Resposta da questão 1: [D]
Gabario: Lisa 01 Resposa da quesão 1: [D] Seja v 1 a velocidade média desenvolvida por Juliana nos reinos: ΔS1 5 v 1 v1 10 km h. Δ1 0,5 Para a corrida, a velocidade deverá ser reduzida em 40%. Enão a velocidade
S = S0 + vt S= posição em um instante qualquer (m) S0 = posição inicial (m) v = velocidade (m/s, km/h) t = tempo (s, h)
MOVIMENTO UNIFORME (moimeno com elocidade consane) 0 = 0 + = posição em um insane qualquer (m) 0 = posição inicial (m) = elocidade (m/s, km/h) = empo (s, h) 1. Uma biciclea moimena-se sobre uma rajeória
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CÁLCULO II - PROJETO NEWTON AULA 20. Palavras-chaves: derivada,derivada direcional, gradiente
Assuno: Derivada direcional UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CÁLCULO II - PROJETO NEWTON AULA 20 Palavras-chaves: derivada,derivada direcional, gradiene Derivada Direcional Sejam z = fx, y) uma função e x
Observação: No próximo documento veremos como escrever a solução de um sistema escalonado que possui mais incógnitas que equações.
.. Sisemas Escalonados Os sisemas abaio são escalonados: 7 Veja as maries associadas a esses sisemas: 7 Podemos associar o nome "escalonado" com as maries ao "escalar" os eros ou energar a "escada" de
Lista de Função Exponencial e Logarítmica Pré-vestibular Noturno Professor: Leandro (Pinda)
Lisa de Função Eponencial e Logarímica Pré-vesibular Nourno Professor: Leandro (Pinda) 1. (Ueg 018) O gráfico a seguir é a represenação da 1 função f() log a b 3. (Epcar (Afa) 017) A função real f definida
Professor: Danilo Dacar
Progressão Ariméica e Progressão Geomérica. (Pucrj 0) Os números a x, a x e a x esão em PA. A soma dos números é igual a: a) 8 b) c) 7 d) e) 0. (Fuves 0) Dadas as sequências an n n, n n cn an an b, e b
Professor: Danilo Dacar
. (Pucrj 0) Os números a x, a x e a3 x 3 esão em PA. A soma dos 3 números é igual a: é igual a e o raio de cada semicírculo é igual à meade do semicírculo anerior, o comprimeno da espiral é igual a a)
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL42 Coneúdo 8 - Inrodução aos Circuios Lineares e Invarianes...1 8.1 - Algumas definições e propriedades gerais...1 8.2 - Relação enre exciação
Séries de Fourier de Senos e de Cossenos de Índices Ímpares
Séries de Fourier de Senos e de Cossenos de Índices Ímpares Reginaldo J. Sanos Deparameno de Maemáica-ICEx Universidade Federal de Minas Gerais hp://www.ma.ufmg.br/~regi 26 de seembro de 21 2 Análogo ao
) quando vamos do ponto P até o ponto Q (sobre a reta) e represente-a no plano cartesiano descrito acima.
ATIVIDADE 1 1. Represene, no plano caresiano xy descrio abaixo, os dois ponos (x 0,y 0 ) = (1,2) e Q(x 1,y 1 ) = Q(3,5). 2. Trace a rea r 1 que passa pelos ponos e Q, no plano caresiano acima. 3. Deermine
Exercícios Sobre Oscilações, Bifurcações e Caos
Exercícios Sobre Oscilações, Bifurcações e Caos Os ponos de equilíbrio de um modelo esão localizados onde o gráfico de + versus cora a rea definida pela equação +, cuja inclinação é (pois forma um ângulo
Calcule a área e o perímetro da superfície S. Calcule o volume do tronco de cone indicado na figura 1.
1. (Unesp 017) Um cone circular reo de gerariz medindo 1 cm e raio da base medindo 4 cm foi seccionado por um plano paralelo à sua base, gerando um ronco de cone, como mosra a figura 1. A figura mosra
LISTA DE EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO 1º TRIMESTRE MATEMÁTICA
LISTA DE EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO º TRIMESTRE MATEMÁTICA ALUNO(a): Nº: SÉRIE: ª TURMA: UNIDADE: VV JC JP PC DATA: / /08 Obs.: Esa lisa deve ser enregue resolvida no dia da prova de Recuperação. Valor:
Circuitos Elétricos I EEL420
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL420 Coneúdo 1 - Circuios de primeira ordem...1 1.1 - Equação diferencial ordinária de primeira ordem...1 1.1.1 - Caso linear, homogênea, com
ONDAS ELETROMAGNÉTICAS
LTROMAGNTISMO II 3 ONDAS LTROMAGNÉTICAS A propagação de ondas eleromagnéicas ocorre quando um campo elérico variane no empo produ um campo magnéico ambém variane no empo, que por sua ve produ um campo
Escola Secundária com 3º Ciclo D. Dinis Curso Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva
Escola Secundária com 3º Ciclo D. Dinis Curso Profissional de Técnico de Apoio à Gesão Desporiva Tarefa 3 Módulo 1 A 1. Na figura esá represenada uma função afim f. Sabe-se que: A imagem de -1 é 5; O zero
F-128 Física Geral I. Aula exploratória-07 UNICAMP IFGW F128 2o Semestre de 2012
F-18 Física Geral I Aula eploraória-07 UNICAMP IFGW [email protected] F18 o Semesre de 01 1 Energia Energia é um conceio que ai além da mecânica de Newon e permanece úil ambém na mecânica quânica,
2.7 Derivadas e Taxas de Variação
LIMITES E DERIVADAS 131 2.7 Derivadas e Taas de Variação O problema de enconrar a rea angene a uma curva e o problema de enconrar a velocidade de um objeo envolvem deerminar o mesmo ipo de limie, como
Voo Nivelado - Avião a Hélice
- Avião a Hélice 763 º Ano da icenciaura em ngenharia Aeronáuica edro. Gamboa - 008. oo de ruzeiro De modo a prosseguir o esudo analíico do desempenho, é conveniene separar as aeronaves por ipo de moor
12 Integral Indefinida
Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar
LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS ENTRO DE TENOLOGIA LABORATÓRIO DE HIDRÁULIA Vladimir aramori Josiane Holz Irene Maria haves Pimenel Marllus Gusavo Ferreira Passos das Neves Maceió - Alagoas Ouubro de 2012
Capítulo 11. Corrente alternada
Capíulo 11 Correne alernada elerônica 1 CAPÍULO 11 1 Figura 11. Sinais siméricos e sinais assiméricos. -1 (ms) 1 15 3 - (ms) Em princípio, pode-se descrever um sinal (ensão ou correne) alernado como aquele
Cinemática Vetorial Movimento Retilíneo. Movimento. Mecânica : relaciona força, matéria e movimento
Fisica I - IO Cinemáica Veorial Moimeno Reilíneo Prof. Crisiano Olieira Ed. Basilio Jafe sala [email protected] Moimeno Mecânica : relaciona força, maéria e moimeno Cinemáica : Pare da mecânica que descree
Questão 1. Questão 3. Questão 2. alternativa B. alternativa E. alternativa C. Os números inteiros x e y satisfazem a equação
Quesão Os números ineiros x e y saisfazem a equação x x y y 5 5.Enãox y é: a) 8 b) 5 c) 9 d) 6 e) 7 alernaiva B x x y y 5 5 x ( ) 5 y (5 ) x y 7 x 6 y 5 5 5 Como x e y são ineiros, pelo Teorema Fundamenal
Cinemática em uma dimensão. o Posição, deslocamento velocidade, aceleração. o Movimento com aceleração constante, o Queda livre
Cinemáica em uma dimensão o Posição, deslocameno velocidade, aceleração. o Movimeno com aceleração consane, o Queda livre Mecânica( Dinâmica! é! o! esudo! do! movimeno! de! um! corpo! e! da! relação!dese!movimeno!com!conceios!lsicos!como!força!
MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
1º SIMULADO ENEM 017 Resposa da quesão 1: MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS Basa aplicar a combinação de see espores agrupados dois a dois, logo: 7! C7,!(7 )! 7 6 5! C7,!5! 7 6 5! C7, 1!5! Resposa da quesão
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Departamento de Matemática. Primeira Lista de Exercícios MAT 241 Cálculo III
Universidade Federal de Viçosa Cenro de Ciências Exaas e Tecnológicas Deparameno de Maemáica Primeira Lisa de Exercícios MAT 4 Cálculo III Julgue a veracidade das afirmações abaixo assinalando ( V para
PROCESSO SELETIVO O DIA GABARITO 2 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45
PROCESSO SELETIVO 27 2 O DIA GABARITO 2 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 31. No circuio abaixo, uma fone de resisência inerna desprezível é ligada a um resisor R, cuja resisência pode ser variada por um cursor.
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS 12º ANO DE ESCOLARIDADE DE MATEMÁTICA A Tema II Introdução ao Cálculo Diferencial II
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS 2º ANO DE ESCOLARIDADE DE MATEMÁTICA A Tema II Inrodução ao Cálculo Diferencial II TPC nº 9 Enregar em 4 2 29. Num loe de bolbos de úlipas a probabilidade de que
TRANSFORMADA DE FOURIER NOTAS DE AULA (CAP. 18 LIVRO DO NILSON)
TRANSFORMADA DE FOURIER NOTAS DE AULA (CAP. 8 LIVRO DO NILSON). CONSIDERAÇÕES INICIAIS SÉRIES DE FOURIER: descrevem funções periódicas no domínio da freqüência (ampliude e fase). TRANSFORMADA DE FOURIER:
Curvas e Superfícies Paramétricas
Curvas e Superfícies araméricas Eemplo de superfícies NURBS Curvas e Superfícies ara aplicações de CG normalmene é mais conveniene adoar a forma paramérica Independene do sisema de coordenadas Represenação
Instituto de Física USP. Física Moderna. Aula 23. Professora: Mazé Bechara
Insiuo de Física USP Física Moderna Aula 3 Professora: Mazé Bechara Aula 3 Bases da Mecânica quânica e equações de Schroedinger: para odos os esados e para esados esacionários. Aplicação e inerpreações.
DVD do professor. banco De questões. 3. (Mackenzie-SP) f 1. I. O período de f 1. II. O maior valor que f 2. III. O conjunto imagem de f 1
coneões com a maemáica banco De quesões Capíulo Funções rigonoméricas banco De quesões capíulo. (FEI-SP) O gráfico da função 5 f() 5 senh H no inervalo [, ] é: Funções rigonoméricas Grau de dificuldade
RÁPIDA INTRODUÇÃO À FÍSICA DAS RADIAÇÕES Simone Coutinho Cardoso & Marta Feijó Barroso UNIDADE 3. Decaimento Radioativo
Decaimeno Radioaivo RÁPIDA ITRODUÇÃO À FÍSICA DAS RADIAÇÕES Simone Couinho Cardoso & Mara Feijó Barroso Objeivos: discuir o que é decaimeno radioaivo e escrever uma equação que a descreva UIDADE 3 Sumário
Prof. Lorí Viali, Dr. UFRGS Instituto de Matemática - Departamento de Estatística
Conceio Na Esaísica exisem siuações onde os dados de ineresse são obidos em insanes sucessivos de empo (minuo, hora, dia, mês ou ano), ou ainda num período conínuo de empo, como aconece num elerocardiograma
Seção 5: Equações Lineares de 1 a Ordem
Seção 5: Equações Lineares de 1 a Ordem Definição. Uma EDO de 1 a ordem é dia linear se for da forma y + fx y = gx. 1 A EDO linear de 1 a ordem é uma equação do 1 o grau em y e em y. Qualquer dependência
Cap. 5 - Tiristores 1
Cap. 5 - Tirisores 1 Tirisor é a designação genérica para disposiivos que êm a caracerísica esacionária ensão- -correne com duas zonas no 1º quadrane. Numa primeira zona (zona 1) as correnes são baixas,
FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 15 GRÁFICOS DA CINEMÁTICA
FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 15 GRÁFICOS DA CINEMÁTICA S S S S S S v v S v v S Área S v v v v v v S(m) 2-1 (s) Se a < S Se a > S S S 1 2 3 a a a v v Área v v S S(m) 16 15 1 (s) Como pode cair no enem? (ENEM)
Duas opções de trajetos para André e Bianca. Percurso 1( Sangiovanni tendo sorteado cara e os dois se encontrando no ponto C): P(A) =
RESOLUÇÃO 1 A AVALIAÇÃO UNIDADE II -016 COLÉGIO ANCHIETA-BA PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA ELABORAÇÃO e PESQUISA: PROF. ADRIANO CARIBÉ e WALTER PORTO. QUESTÃO 01. Três saélies compleam suas respecivas
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS 11º ANO DE ESCOLARIDADE DE MATEMÁTICA A
Tarefa de revisão nº 17 1. Uma empresa lançou um produo no mercado. Esudos efecuados permiiram concluir que a evolução do preço se aproxima do seguine modelo maemáico: 7 se 0 1 p() =, p em euros e em anos.
CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA
CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA Inrodução Ese arigo raa de um dos assunos mais recorrenes nas provas do IME e do ITA nos úlimos anos, que é a Cinéica Química. Aqui raamos principalmene dos
Escola Secundária da Sé-Lamego Ficha de Trabalho de Matemática Ano Lectivo de 2003/04 Funções exponencial e logarítmica
Escola Secundária da Sé-Lamego Ficha de Trabalho de Maemáica Ano Lecivo de 003/04 Funções eponencial e logarímica - º Ano Nome: Nº: Turma: 4 A função P( ) = 500, 0, é usada para deerminar o valor de um
Introdução às Medidas em Física
Inrodução às Medidas em Física 43152 Elisabeh Maeus Yoshimura [email protected] Bloco F Conjuno Alessandro Vola sl 18 agradecimenos a Nemiala Added por vários slides Conceios Básicos Lei Zero da Termodinâmica
QUESTÕES DISCURSIVAS. Questão 1. Questão 2. Questão 3. Resposta. Resposta
QUESTÕES DISCURSIVAS Quesão a) O piso de uma sala reangular de 00 dm de comprimeno por 0 dm de largura vai ser revesido com placas quadradas, as maiores possíveis. Qual é a área de cada uma? b) Sobre uma
Lista de Exercícios 1
Universidade Federal de Ouro Preo Deparameno de Maemáica MTM14 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III Anônio Silva, Edney Oliveira, Marcos Marcial, Wenderson Ferreira Lisa de Exercícios 1 1 Para cada um
XXXI OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO
XXXI OLIMPÍ RSILEIR E MTEMÁTI PRIMEIR FSE NÍVEL Ensino Médio RITO RITO NÍVEL 6 E 6 7 7 E 9 9 5 0 E 5 0 E 5 ada quesão da Primeira Fase vale pono. Toal de ponos no Nível 5 ponos. guarde a pulicação da Noa
Séries temporais Modelos de suavização exponencial. Séries de temporais Modelos de suavização exponencial
Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção Análise de séries de empo: modelos de suavização exponencial Profa. Dra. Liane Werner Séries emporais A maioria dos méodos de previsão se baseiam na
Matemática. Funções polinomiais. Ensino Profissional. Caro estudante. Maria Augusta Neves Albino Pereira António Leite Luís Guerreiro M.
Ensino Profissional Maria Augusa Neves Albino Pereira Anónio Leie Luís Guerreiro M. Carlos Silva Maemáica Funções polinomiais Revisão cienífica Professor Douor Jorge Nuno Silva Faculdade de Ciências da
Física A Extensivo V. 1
Física A Exensio V. 1 Exercícios 01) 01. Falsa. Não exise repouso absoluo. 0. Falsa. Não exise moimeno absoluo. 04. Verdadeira. 08. Verdadeira. x x F xi 50 10 40 m 16. Falsa. Não necessariamene; ele pode
Lista de Exercícios nº 3 - Parte IV
DISCIPLINA: SE503 TEORIA MACROECONOMIA 01/09/011 Prof. João Basilio Pereima Neo E-mail: [email protected] Lisa de Exercícios nº 3 - Pare IV 1ª Quesão (...) ª Quesão Considere um modelo algébrico
