Painel: Linhas de Financiamento
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- Paulo Valgueiro Garrau
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1 WORKSHOP: 2014 Saneamento na Rede Painel: Linhas de Financiamento Rogério de Paula Tavares Superintendente Nacional de Saneamento e Infra-estrutura Rio de Janeiro, 18 de maio de 2010
2 Temas Fontes de financiamento de longo prazo Programa Saneamento Para Todos/FGTS FI-FGTS
3 Fontes de Financiamento de Longo Prazo
4 Fontes de Financiamento de Longo Prazo Financiamento dos Investimentos - FGTS (CAIXA) - Orçamento BNDES - Mercado de Capitais - Organismos Internacionais de Crédito Ações Compensatórias - Recursos do Orçamento Geral da União e de Orçamentos Estaduais/Municipais.
5 FGTS Fundo de Garantia do Tempo de Serviço Base Legal Lei 5.107, de 13 setembro de 1966 Objetivos: a) Criar poupança compulsória para o trabalhador (8% sobre remuneração), como opção à estabilidade após 10 anos; b) Constituir o Fundo como fonte de recursos para investimento em habitação, saneamento e infraestrutura.
6 FGTS Fundo de Garantia do Tempo de Serviço Base Legal Lei 8.036/90 Lei de Regência Conselho Curador do FGTS representação do Governo e Sociedade Civil; Ministério da Cidade Gestor das Aplicações; Caixa Econômica Federal Agente Operador; PGFN execução fiscal do FGTS; MTE/SIT fiscalização dos recolhimentos
7 Programa de Aceleração do Crescimento - Saneamento RECURSOS PARA SANEAMENTO BÁSICO (2007/2010) - Orçamento Geral da União: R$ 12 bilhões; - Financiamentos FGTS/BNDES (Setor Público): R$ 14,2 bilhões; - Financiamentos ao Setor Privado e Op. de Mercado: R$ 5,8 bilhões - Contrapartidas dos Tomadores: R$ 8 bilhões
8 Contratações e Desembolsos do FGTS 2002 a CONTRATAÇÃO DESEMBOLSO
9 PAC 2 Previsão Preliminar de Investimento R$ Bilhões EIXOS PÓS 2014 TOTAL PAC CIDADE MELHOR 57,1-57,1 PAC COMUNIDADE CIDADÃ 23,0-23,0 PAC MINHA CASA, MINHA VIDA 278,2-278,2 PAC ÁGUA E LUZ PARA TODOS 30,6-30,6 PAC TRANSPORTES 104,5 4,5 109,0 PAC ENERGIA 461,6 626, ,5 TOTAL 955,0 631, ,4
10 PAC CIDADE MELHOR Previsão Preliminar de Investimento R$ Bilhões EIXOS SANEAMENTO PREVENÇÃO EM ÁREAS DE RISCO MOBILIDADE URBANA PAVIMENTAÇÃO TOTAL 22,1 11,0 18,0 6,0 57,1
11 PAC-2 SANEAMENTO INVESTIMENTO R$ 22,1 bilhões* MODALIDADE OGU R$ Bilhões INVESTIMENTOS FIN TOTAL Setor Público 11,7 7,4 19,1 Esgoto 8,0 6,0 14,0 Resíduos Sólidos 1,0 0,5 1,5 Projetos 0,3 0,3 0,6 Esgoto em Pequenos Municípios 2,4 0,6 3,0 Setor Privado - 3,0 3,0 * Não inclui contrapartida
12 PAC-2 PREVENÇÃO EM ÁREAS DE RISCO INVESTIMENTO R$ 11 bilhões* MODALIDADE OGU R$ Bilhões INVESTIMENTOS FIN TOTAL Drenagem 5,0 5,0 10,0 Contenção de encostas 1,0-1,0 * Não inclui contrapartida
13 PAC-2 AGUA E LUZ PARA TODOS R$ Bilhões EIXOS LUZ PARA TODOS ÁGUA EM ÁREAS URBANAS RECURSOS HÍDRICOS TOTAL 5,5 13,0 12,1 30,6
14 PAC-2 ÁGUA EM ÁREAS URBANAS INVESTIMENTO R$ 13 bilhões* MODALIDADE OGU R$ Bilhões INVESTIMENTOS FIN TOTAL Setor Público 5,6 5,4 11,0 Grandes Municípios 4,0 5,0 9,0 Pequenos Municípios 1,6 0,4 2,0 Setor Privado - 2,0 2,0 * Não inclui contrapartida
15 Investimentos em saneamento e nos demais componentes do desenvolvimento urbano serão definidos a partir do diálogo com Estados e Municípios. Grupos Quantidade Municípios % da população RMs* e RIDE/DF Acima de 70 mil habitantes no N, NE e CO Acima de 100 mil habitantes no S e SE Entre 50 e 70 mil habitantes no N, NE e CO Entre 50 e 100 mil habitantes no S e SE Abaixo de 50 mil habitantes 60% 8% 32% *São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Campinas, Belém e Santos
16 Prioridades para Seleção de Propostas Complementação de obras da primeira fase do programa de Aceleração do Crescimento PAC Atendimento de demandas estruturantes e integradas entre áreas de desenvolvimento urbano e intermunicipais Projeto de engenharia prontos ou em estágio avançado de preparação Licenciamento ambiental Situação fundiária que permita rápido início de obras Bom desempenho do proponente na execução do PAC-1
17 Critérios de Contratação INOVAÇÃO Os contratos somente serão assinados após a aprovação dos projetos básicos licitáveis.
18 Cronograma 1ª. Etapa do Grupo 1 CRONOGRAMA - 1ª ETAPA DO GRUPO 1 PROCEDIMENTO Envio de Cartas-Consulta Análise das Cartas-Consulta e viabilidade institucional 2010 MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO 17/05 a 11/06 11/06 a 09/07 Reuniões da União com Prefeituras e Governos estaduais Apresentação dos projetos pré-selecionados 01/07 a 20/08 Até 10 dias após a reunião presencial Entrevista e análise técnica 01/08 a 20/09 Divulgação do resultado Até 30/09
19 Envio de Cartas-Consulta Prazo: 17 de maio a 11 de junho Proponentes encaminham Cartas-consulta por formulário eletrônico disponível na internet: Manuais e modelos de Carta-consulta serão disponibilizados na internet Preenchimento das Cartas-Consulta poderá ser feito pelos Municípios, Estados ou Distrito Federal Neste momento não será necessária apresentação do projeto. Esse será recebido em até 10 dias corridos após as reuniões presenciais Serão consideradas somente as propostas enviadas através da internet nos termos e prazos estabelecidos Não serão consideradas, para fins desta seleção, propostas apresentadas pelo SICONV Para enviar as Cartas-Consulta é necessária a utilização de senha pelo proponente, que deverá ser retirada na Superintendência Regional da CAIXA a partir de 13/05/2010
20 Água em Áreas Urbanas Aumento da cobertura Melhoria e regularidade no atendimento Redução de doenças causadas pela falta de saneamento básico
21 Água em Áreas Urbanas O QUE APOIA O QUE NÃO APÓIA Captação Estações de bombeamento Adução Estação de tratamento de água Reservação Rede de distribuição Ligações prediais e intradomiciliares Aquisição de terreno Gerenciamento da obra - Obras sem a funcionalidade imediata - Aquisição de veículos, inclusive caminhões pipa - Aquisição de equipamentos comerciais, exemplo: microcomputadores Valor mínimo por proposta de obra: R$ 1 milhão
22 Esgoto Sanitário em Áreas Urbanas OBJETIVOS Aumento da cobertura de coleta e tratamento Proteção dos mananciais e despoluição de cursos d agua Redução de doenças causadas pela falta de saneamento básico
23 Esgoto Sanitário em Áreas Urbanas O QUE APOIA O QUE NÃO APÓIA Rede coletora Estações de bombeamento Ligações Prediais e intradomiciliares Estações de Tratamento Aquisição de Tratamento Aquisição de terreno Gerenciamento da obra - Sistemas mistos: esgoto e drenagem na mesma rede - Obras sem a funcionalidade imediata - Aquisição de veículos, inclusive caminhões limpa fossa - Aquisição de equipamentos comerciais, exemplo: Microcomputadores Valor mínimo por proposta de obra: R$ 1 milhão
24 Saneamento Integrado OBJETIVOS Promover melhorias de infra-estrutura urbana em áreas regularizadas Universalizar os serviços de saneamento básico da área de intervenção Adequar ou melhorar as vias de acesso da área de intervenção Melhoria da qualidade de vida da população
25 Saneamento Integrado O QUE APOIA O QUE NÃO APÓIA - Intervenções em assentamentos precários, áreas irregulares - Intervenções com apenas uma modalidade de saneamento básico (por exemplo: somente água) - Pavimentação sem o logradouro estar dotado de saneamento básico - Produção habitacional sem a infra- estrutura apoiada pelo Programa Valor mínimo por proposta de obra: R$ 1 milhão Água, esgoto, drenagem e pavimentação Equipamentos Comunitários esporte, lazer, saúde máximo 10% dos recursos Produção Habitacional máximo 30% dos recursos, incluindo a infra-estrutura Mitigação de riscos de deslizamentos de encostas e recuperação ambiental parque linear, recuperação de mata ciliar, implantação de áreas de preservação máximo 5% dos recursos
26 Projetos de Engenharia e Planos: Agua, Esgoto, Drenagem, San. Integrado e Resíduos Sólidos OBJETIVO: Elaboração de planos de saneamento e projetos de engenharia para universalização dos serviços de saneamento em áreas urbanas. O QUE APOIA Plano de saneamento básico: O QUE NÃO APÓIA - Plano de saneamento básico que não - Municipal contemple a execução de todas as modalidades - Regionalizado de saneamento em conjunto Projeto básico e/ou executivo, estudo de concepção: - Águas e Perdas - Esgoto - Drenagem - Resíduos Sólidos - Saneamento Integrado - Execução de obras e a aquisição de equipamentos
27 Prevenção de Riscos Drenagem Urbana OBJETIVOS Controle e prevenção de enchentes e inundações recorrentes Preservação de vidas e redução de perdas materiais Preservação da infra-estrutura e das atividades econômicas
28 Prevenção de Riscos Drenagem Urbana O QUE APOIA Piscinões reservatório de amortecimento Recuperação de várzeas parques lineares Renaturalização de Rios e Córregos Construção de Muro de Proteção e Diques Drenagem e desassoreamento Redes e Galerias de Águas Pluviais Construção de Unidades Habitacionais O QUE NÃO APÓIA - Canais Fechados - Obras isoladas de redes e galerias de águas pluviais - microdrenagem - Exclusivamente pavimentação - Água, esgoto, iluminação - Construção de Praças Valor mínimo por proposta de obra: R$ 1 milhão
29 Programa Saneamento para Todos/FGTS
30 Programa Saneamento Para Todos OBJETIVO Promover a melhoria das condições de saúde e da qualidade de vida da população, por meio de ações integradas e articuladas de saneamento básico no âmbito urbano com outras políticas setoriais, por meio de empreendimentos financiados ao setor público e ao setor privado. ORIGEM DE RECURSOS do orçamento constante do Plano de Contratações e Metas Físicas do FGTS, rubrica Saneamento; da contrapartida dos Tomadores, de terceiros, ou de organismos internacionais.
31 Saneamento Para Todos - Participantes Setor Público: Mutuários Públicos Estados, Municípios, Distrito Federal; Consórcios públicos de direito público; Concessionários de serviços públicos de capital público desde que sejam empresas estatais não dependentes. Setor Privado: Mutuários Privados Concessionário ou Sub-concessionário privado de serviços públicos de saneamento básico e organizados na forma de SPE; Empresas privadas organizadas na forma de SPE para o manejo de resíduos sólidos e manejo de resíduos da construção e demolição.
32 Saneamento Para Todos - Participantes Setor Privado cont.: Pessoas jurídicas de direito privado,constituídas sob a forma de SPE (sociedade anônima ou limitada), criadas pela empresa licitante vencedora do certame licitatório promovido pela Patrocinadora, para realizar empreendimento específico financiado por operação estruturada, na qualidade de Tomador (Modalidade Locação de Ativos).
33 Saneamento Para Todos - Modalidades Abastecimento de Água aumento da cobertura ou da capacidade de produção de sistemas de abastecimento de água. Esgotamento Sanitário aumento da cobertura de sistemas de esgotamento sanitário; aumento da capacidade de tratamento e destinação final adequados de efluentes. Desenvolvimento Institucional aumento da eficiência dos prestadores de serviços públicos de saneamento básico; reabilitação e a recuperação de sistemas existentes; outras ações de redução de custos e de perdas.
34 Saneamento Para Todos - Modalidades Saneamento Integrado saneamento integrado de áreas ocupadas por população de baixa renda; Trabalho sócio-ambiental. Manejo de Águas Pluviais ações de prevenção e de controle de inundações e de seus danos nas áreas urbanas; melhoria da qualidade das águas dos corpos que recebem lançamentos de águas pluviais. Preservação e Recuperação de Mananciais ações relativas à preservação e recuperação de mananciais para o abastecimento público de água.
35 Saneamento Para Todos - Modalidades Manejo de Resíduos Sólidos aumento da cobertura dos serviços de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos domiciliares e assemelhados, dos oriundos das atividades de limpeza pública e dos serviços de saúde; promoção da coleta seletiva, da triagem e da reciclagem; ações relativas à educação ambiental, ao desenvolvimento da participação comunitária, ao apoio à inclusão social de catadores e ao aproveitamento econômico do material reciclável. ações de redução de emissão de gases de efeito estufa em projetos de MDL no âmbito do Tratado de Quioto.
36 Saneamento Para Todos - Modalidades Manejo de Resíduos da Construção e Demolição - RCD ações relativas ao acondicionamento, à coleta e transporte, ao transbordo, à triagem, à reciclagem e à destinação final dos resíduos oriundos das atividades de construção e demolição; desenvolvimento de ações relativas à educação ambiental e à participação comunitária, ao apoio à inclusão social de transportadores informais destes resíduos.
37 Saneamento Para Todos - Modalidades Estudos e Projetos elaboração de planos, estudos de concepção e de projetos para empreendimentos, desde que estes empreendimentos possam ser enquadrados em uma das modalidades anteriores do Programa Saneamento para Todos; elaboração de planos municipais e regionais de saneamento básico; projetos que visem à redução de emissão de gases de efeito estufa, enquadrados como projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) no âmbito do Protocolo de Kioto.
38 Saneamento Para Todos Condições Operacionais Carência: prazo de execução + 4 meses, com limites máximos variáveis entre 12 e 48 meses, conforme modalidade pleiteada. Taxa de risco de crédito: limitada a 1% a.a Taxa de Administração: até 2,0% a.a. (carência e amortização).
39 Saneamento Para Todos Contrapartida Mínima I) Para proponente do setor público é de 5% do valor do investimento, exceto na modalidade Abastecimento de Água, onde a contrapartida mínima é 10%; II) Para proponente do setor privado é de 20% do valor do investimento (em exame, pelo M.Cidades, proposta de equalização com setor público). Obs: Entende-se como contrapartida a aplicação de recursos financeiros de outras fontes, próprios do Mutuário ou de terceiros, inclusive de fontes de recursos internacionais, oferecida para compor o valor total do investimento. Valor do investimento = Valor do empréstimo + Contrapartida
40 Saneamento Para Todos - Garantias São admitidas como garantias: I) Em Operações com estados, municípios e o Distrito Federal: a vinculação de receitas FPM, FPE e ICMS; II) Em Operações com Concessionárias públicas: a vinculação de receitas tarifárias e/ou de outras garantias reais; III) Em Operações com Concessionárias privadas ou empresas privadas: vinculação de receitas tarifárias e/ou de outras garantias reais;
41 Fundo de Investimento em Infraestrutura FI-FGTS FGTS
42 Condições Eletivas do FI-FGTS Valor Inicial: R$ 17 bilhões (80% do Patrimônio Líquido do FGTS) Possibilidade de utilização de percentual do saldo das contas dos trabalhadores no FGTS, para aquisição de cotas São passíveis de apoio projetos dos seguintes setores: energia, portos, hidrovias, ferrovias, rodovias e saneamento básico. Os projetos viabilizam empreendimentos novos e/ou ampliação de capacidade instalada. Os investimentos se dão através de participações (equity) ou compra de títulos (debt). Estes projetos utilizam estruturas próprias de financiamento (Sociedades de Propósito Específico) e emissão de dívida de modo que os riscos, o patrimônio e os fluxos de caixa estejam devidamente segregados.
43 Condições Eletivas do FI-FGTS O Fundo aplica seus recursos por meio das seguintes modalidades de ativos financeiros e/ou participações: a) Instrumentos de participação societária; b) Debêntures, Notas Promissórias e outros instrumentos de dívida corporativa; c) Cotas de FI Imobiliário; d) Cotas de FIDC; e) Cotas de FIP; f) CRI g) Contratos Derivativos (p/ proteção dos demais ativos); h) Títulos públicos federais (aplicação das disponibilidades).
44 Resolução n 591 de 24/03/09, do CCFGTS Autoriza a aquisição de cotas de FIIs e de FIDCs, de Debêntures e CRIs, que possuam lastro em operações de saneamento, lançadas por empresas públicas ou privadas, SPEs ou entidades afins. A aquisição dos papéis será feita pelo Agente Operador do FGTS. O limite autorizado é de R$ 3 bilhões para investimento no setor de saneamento. Agentes Financeiros atuarão na estruturação dos Fundos e papéis para seu lançamento no mercado e posterior aquisição pelo FGTS. Na aplicação dos recursos está prevista destinação mínima de 60% para atendimento à população residente em áreas carentes (áreas com deficiência em serviços de saneamento, com população residente formada por famílias com renda mensal situada nos limites previstos para atendimento pelo FGTS).
45 Resolução n 591 de 24/03/09, do CCFGTS Modalidades das operações: - Abastecimento de água - Esgotamento sanitário - Saneamento integrado - Manejo de águas pluviais - Manejo de resíduos sólidos, inclusive RCD - Preservação e recuperação de mananciais Poderão ser objeto de inversões os projetos vinculados ao reúso de água para fins industriais e à área de resíduos originados pelo comércio e pelas indústrias. Empreendimentos devem contribuir para aumento da cobertura, melhoria na gestão e redução dos custos dos serviços. Participação máxima de 90% do valor do empreendimento.
46 Resolução n 591 de 24/03/09, do CCFGTS Recursos serão liberados em acordo com o cronograma. Carência, prazo de retorno, garantias e demais elementos serão definidos projeto a projeto. Taxa mínima de juros aplicável aos investimentos será de 7% a.a., mais T.R. Custos de estruturação das operações devem ser aprovados e cobrados à parte pelos Agentes envolvidos.
47 Fundo de Investimento em Participações FIP-FGTS Resolução CCFGTS 605/2009 Altera o percentual alocado pelo FI-FGTS em Fundos de Investimento em Participações, que no caso de FIP administrado pela CAIXA, será de 100% do seu PL. O CCFGTS já autorizou a constituição de um FIP para capitalização e modernização de Companhias de Saneamento. Está prevista, ainda para o ano de 2010, a sua operacionalização.
48 SNIS Índice de Perdas Faturamento Segundo o Tipo de Prestador Tipos de Prestadores Regiões Regional Microregional Local Direito Público Local Direito Privado Local Empresa Privada Total (%) (%) (%) (%) (%) (%) Norte 52,4-37,6-65,4 53,4 Nordeste 45,8 22,1 37, ,8 Sudeste 36,0 36,4 38,8 27,8 26,4 36,2 Sul 24,8 17,7 29,9 45,4 34,2 26,7 Centro-Oeste 31,8 35,7 34,7 47,6 32,4 33,7 Brasil 37,4 34,2 37,0 32,6 43,8 37,4
49 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 SNIS Índice de Perdas Faturamento Prestadores Regionais SANEPAR SANEATINS CAGECE CASAN CAESB CORSAN CESAN SABESP COPASA EMBASA SANESUL SANEAGO CAGEPA COSANPA DESO CEDAE AGESPISA CAERN CAER CASAL COMPESA DEAS CAERD CAEMA CAESA COSAMA
50 FIP e Modernização de Empresas de Saneamento Objetivo: Reorganizar Companhias de Saneamento no sentido de torná-las eficientes, com capacidade de acessar recursos onerosos para investimentos, ampliar a cobertura e melhorar a qualidade dos serviços. Atuação: Compra de participação acionária (minoritária): pode ser compra de bloco existente ou subscrição de ações decorrentes de aumento de capital
51 FIP e Modernização de Empresas de Saneamento Procedimentos (cont.): - Avaliação global da companhia: aspectos econômico-financeiros, jurídico-legais, técnicos (inclusive passivos ambientais) - Definição do Plano de Reestruturação/Modernização ( Business Plan ) - Modelo de Investimento - Acordo de Acionistas - Implantação Participação de Co-investidor (parceiro privado): O FIP poderá vir a se associar a um parceiro privado com experiência na operação de serviços de saneamento, para a realização do investimento na Companhia.
52 O Banco que acredita nas pessoas.
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