INDICE Plano de atividades 2012

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INDICE Plano de atividades 2012"

Transcrição

1

2 INDICE INTRODUÇÃO 5 CARACTERIZAÇÃO DO IPDJ, I.P. 7 ATRIBUIÇÕES DO IPDJ, I.P. 8 PARA QUEM ATUAMOS E COM QUEM NOS RELACIONAMOS 12 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 13 QUAR IPDJ - OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 14 ATIVIDADES QUE CONTRIBUEM PARA OS OBJECTIVOS POR UNIDADE ORGÂNICA 21 PLANO DE ACTIVIDADES Criar cndições para melhrar nível de saúde e bem-estar Saúde Juvenil e Prmçã de Estils de Vida Saudáveis Prgrama Cuida-te Sexualidade em Linha Prtal da Juventude área da saúde Campanhas de infrmaçã Melhrar a acessibilidade, prmver a inclusã, incrementar a prática desprtiva ds cidadãs mais vulneráveis e apiar desenvlviment das seleções nacinais e d desprt de alt rendiment Prmçã, desenvlviment e divulgaçã d Desprt e da prática regular de atividade física Api a desenvlviment da prática desprtiva (DPD) Plan Nacinal de Prmçã d Desprt (PNPD) Qualificaçã ds Recurss Humans d Desprt Prgrama Nacinal de Frmaçã de Treinadres Certificaçã de Recurss Humans n Desprt Licenciament de Prestadres de Serviçs de Mergulh Amadr Platafrma PRODesprt Prgrama Jvens n Desprt um Pódi para Tds Api a desenvlviment d desprt de alt rendiment e das seleções nacinais Api às Seleções nacinais e a alt rendiment AR Api a prjet límpic e paralímpic LONDRES Api à atividade regular das entidades de cúpula Missã Olímpica / Missã Paralímpica Medicina Desprtiva Api à frmaçã médica pós-graduada Avaliaçã e cntrl de trein Api à rganizaçã de grandes events desprtivs internacinais em Prtugal Deslcações para as Regiões Autónmas da Madeira e ds Açres Prémis de alt rendiment pr btençã de resultads de mérit desprtiv Carreiras duais Incentivar um mdel de clabraçã entre e cm s intervenientes da sciedade civil, mviment assciativ, agentes desprtivs e entidades públicas Reativaçã da Fundaçã d Desprt Parcerias cm entidades Públicas e Privadas 79 Plan de atividades 2

3 Prgrama de Cmbate à Obesidade na Regiã d Algarve Escla Ativa Gabinetes de Acnselhament e Prescriçã da Atividade Física (GAPAF) Prgrama de Cperaçã Transfrnteiriça Espanha-Prtugal Enquadrament Técnic Observatóri Eurpeu D Empreg E Desprt EOSE Instruçã e Inscriçã n Regist Nacinal de Pessas Singulares e Cletivas, Distinguidas Cm Medalhas Desprtivas Mecenat desprtiv Refrçar as medidas específicas para cmbate a desempreg ds mais jvens, estimuland empreendedrism ecnómic e scial Infrmaçã e Frmaçã INOVA, Esclas INOVA, assciações Empreende Já Finicia Jvem Empreendedrism ecnómic e scial Finicia Jvem Estímul à cnstituiçã de empresas pr parte ds jvens Assciativism jvem PEJENE Prmver a valrizaçã da cidadania e da ética n desprt Plan Nacinal da Ética n Desprt (PNED) Autridade Antidpagem de Prtugal - Estrutura de Suprte a Prgrama Antidpagem (ESPAD) Mdernizaçã da Estrutura de Suprte a Prgrama Antidpagem (ESPAD) Campanha JUNTOS será + fácil Cntrls de Dpagem Autridade Antidpagem de Prtugal Labratóri de Análises de Dpagem (LAD) Mdernizaçã d Labratóri de Análises de Dpagem Increment das atividades labratriais Melhria d Sistema de Gestã da Qualidade Passaprte bilógic Sistemas de gestã de qualidade Inclusã Scial Prevençã e Segurança Rdviária Igualdade de Géner Bullying, vilência n namr e dméstica Utilizaçã segura e cnsciente das nvas tecnlgias da infrmaçã Bibliteca Museu d Desprt (B/MD) Mtivar s jvens para participarem de frma ativa nas suas cmunidades e na cidadania Um plan de estímul e desenvlviment d Assciativism Jvem e da cidadania participativa, valrizand a educaçã nã-frmal, adequad às características de cada regiã RNAJ regist nacinal d assciativism jvem e prcesss administrativs assciads Os PAAJ Prgramas de Api a Assciativism 96 Plan de atividades 3

4 6.1.3 Dia d Assciativism Jvem Rteir d Assciativism Iniciativas transversais de fment à cidadania e participaçã Prmver envlviment e a participaçã ds jvens na cmunidade, nmeadamente, estimuland vluntariad e da emancipaçã jvem pela melhria d acess à habitaçã, empreg e educaçã Vluntariad Jvem Temps Livres Cidadania Auscultar e infrmar, para agir e prmver a açã Iniciativas de envlviment, privilegiand a educaçã nã-frmal Prmver a cperaçã e diálg afirmativ, em particular n cntext da CPLP e n espaç Eurpeu, ptenciand acess à infrmaçã e fment de prtunidades Incrementar a Cperaçã para Desenvlviment e ptenciar a atuaçã n quadr da CPLP Cmunidade de Países de Língua Prtuguesa Prtcls Bilaterais e Prgramas de Api à cnvergência cm a CPLP V Cnferência de Ministrs da Juventude e d Desprt da CPLP Ptenciar a intervençã n âmbit Eurpeu e interligaçã cm a Agência Nacinal d prgrama Juventude em Açã Agência Nacinal d Prgrama Juventude em Açã Redes de Infrmaçã Eurpeia ERYICA e Eurdesk Prtcls Bilaterais Cnselh da Eurpa Valrizar espaç Ibéric e as relações cm s países da América Latina e aprfundar relacinament cm s jvens lus-descendentes A participaçã na OIJ e a interligaçã cm s países da América Latina Aprfundament da vertente transfrnteiriça e da cperaçã ibérica Lus-descendentes Recurss Financeirs estimads 108 Anex QUAR IPDJ, I.P. 115 Plan de atividades 4

5 INTRODUÇÃO O Institut Prtuguês d Desprt e Juventude, I.P., criad pel Decret-Lei nº 98/2011, de 21 de Setembr, resulta da fusã e sucede na ttalidade das atribuições e cmpetências, ns direits e brigações, d Institut d Desprt de Prtugal, I.P. e d Institut Prtuguês da Juventude, I.P., de acrd cm dispst n nº1 d artig 22º d referid diplma. Neste sentid, fi elabrad presente dcument, ns terms prevists n Decret-Lei nº 183/96, de 27 de Setembr, tend sid delinead a partir ds bjetivs estratégics estabelecids n Prgrama d XIX Gvern cm base ns quais fram definids s bjetivs peracinais integrads na presente prpsta de QUAR d Institut Prtuguês d Desprt e Juventude, I.P. para an, qual é acmpanhad pel respetiv Plan de Atividades. Para além daqueles bjetivs, fram frmulads bjetivs peracinais pr área de intervençã, alguns nã diretamente relacinads cm s bjetivs estratégics mas que cnsubstanciam prjets e atividades a desenvlver, designadamente n âmbit da melhria da gestã e rganizaçã internas. Fundadas ns bjetivs estratégics superirmente traçads, as atividades e mdel peracinal cntids n presente dcument, servem prpósit de cnstruir que se pensa ser caminh mais adequad para dar melhr seguiment à prssecuçã das atividades nas áreas d Desprt e da Juventude. Dá-se cnta das atribuições genéricas e específicas d IPDJ, I.P. respndend, a mesm temp, às particularidades ds públics e da açã. O cmprmiss a assumir na área d desenvlviment d sistema desprtiv nacinal, passará pr um princípi de Desprt cm Tds e Para Tds, fmentad numa abrdagem transetrial, que criará sinergias e bas práticas, enquadradas em princípis de atuaçã étics, justs e cess, envlvend setres cm a Saúde, Educaçã, Ambiente, Planeament e Transprtes. Estã definidas medidas cncretas para diferentes segments, desde a atividade física e desprt de base até a desprt de alt rendiment. Um ds bjetivs principais centra-se n cntribut ativ d rganism, para aument da participaçã ds cidadãs na prática da atividade física e desprtiva de frma regular, cntinuada e cm níveis de qualidade elevads, inserida num ambiente segur e saudável. Será criad Prgrama Nacinal de Prmçã d Desprt, que terá cm Missã a prmçã glbal da Atividade Física e Desprt de frma transversal em tdas as áreas da sciedade e acessível a tds s cidadãs. Inicia-se este an, a implementaçã d Plan Nacinal de Ética n Desprt, um prjet cm um hriznte de 4 ans, que terá cm meta priritária a erradicaçã da vilência n desprt. Serã prmvidas iniciativas estruturadas e planificadas n âmbit da prática desprtiva, que cntribuirã para a prmçã de valres cm fair-play, respeit pelas regras d jg, respeit pel utr, a amizade, respnsabilidade, vluntariad, e bemestar físic e psíquic. Plan de atividades 5

6 O investiment na qualificaçã ds agentes desprtivs será de grande relevância. Aumentar a eficiência e eficácia d sistema de Certificaçã de Recurss Humans d Desprt n cumpriment d quadr legal em vigr é um ds bjetivs estabelecids. N que se refere à dimensã internacinal d desprt prtuguês, apiar desprt de alt rendiment e as seleções nacinais, investind n prgress técnic e na melhria da qualidade cmpetitiva n plan internacinal, nmeadamente n que se refere as prjets límpics e paralímpics será cnsiderad cm bjetiv fundamental. O prjet Esperanças Olímpicas, apiará a preparaçã ds praticantes e seleções de mdalidades cletivas que tenham cm bjetiv chegar as Jgs Olímpics de O api médic-desprtiv as atletas de Alt Rendiment, das Seleções Nacinais, Clubes Desprtivs e ppulaçã desprtiva em geral será assegurad pr serviçs d Departament de Medicina Desprtiva em variadas valências, permitind dispnibilizar acess as atletas de diferentes serviçs especializads, incluind a avaliaçã e cntrl de trein. Qualificar e prestigiar estatut scial e cultural da realidade desprtiva trnar-se-á uma realidade efetiva, cm a inauguraçã da Bibliteca Museu d Desprt que irá funcinar em Lisba, n Paláci Fz. Na área da juventude, a intervençã deverá privilegiar a atuaçã transversal e a aplicaçã de metdlgias ativas, valrizand a educaçã nã-frmal, fundadas em parcerias estratégicas, bem cm uma plítica de prximidade, sustentada n diálg estruturad cm s jvens e as suas platafrmas representativas - auscultand-s e cm eles trabalhand, cnfrme recnhecid n plan da Uniã Eurpeia. Este plan refrça a apsta na emancipaçã ds jvens - favrecend acess à educaçã (frmal e nã-frmal) a empreg, à habitaçã - prmvend a mtivaçã individual e cletiva, numa ótica de respeit e cnsideraçã pelas suas necessidades e aspirações, às quais se prcurará sempre respnder, cm a necessária adequaçã à mrflgia e expressã lcal ds prblemas, sem perder de vista td nacinal e a dimensã internacinal inerente a um mund glbalizad. Num an de particular desafi, em cndições unanimemente difíceis, apiar s jvens, prprcinar-lhes s instruments e s meis para que pssam abrir caminh para que criem as suas próprias prtunidades, estimular e desenvlver cm eles as respstas adequadas às suas necessidades e d país, ptenciand as suas energias, frça, vntade vluntária, capacidades e cnheciments, individual e cletivamente, significa trnar a sua cidadania plena e presente. Pretende-se cnjugar a experiência e trabalh firmad em áreas de tã grande impact e imprtância transversal, cm a necessária dinâmica e rerdenaçã que um prcess de fusã implica e que cnstitui, crems, uma prtunidade ímpar para harmnizar e fmentar prficuamente s saberes, experiências e atuações das áreas da juventude e d desprt, junt ds jvens e das ppulações. Plan de atividades 6

7 CARACTERIZAÇÃO DO IPDJ, I.P. O Institut Prtuguês d Desprt e Juventude, I. P., abreviadamente designad IPDJ, I. P., é um institut públic integrad na administraçã indireta d Estad, dtad de autnmia administrativa e financeira e de patrimóni própri. O IPDJ, I. P., prssegue atribuições da Presidência d Cnselh de Ministrs, sb superintendência e tutela d Primeir-Ministr, u d membr d Gvern cm respnsabilidade na área d desprt e da juventude. Missã O IPDJ, I.P., tem pr missã a execuçã de uma plítica integrada e descentralizada para as áreas d desprt e da juventude, em estreita clabraçã cm entes públics e privads, designadamente cm rganisms desprtivs, assciações juvenis, estudantis e autarquias lcais. Jurisdiçã territrial O IPDJ, I. P., é um rganism central cm jurisdiçã sbre td territóri nacinal, cm sede em Lisba. A nível reginal funcinam serviçs descncentrads, designads pr Direções Reginais d Nrte, cm sede n Prt, d Centr, cm sede em Cimbra, de Lisba e Vale d Tej, cm sede em Lisba, d Alentej, cm sede em Évra, e d Algarve, cm sede em Far. O âmbit territrial ds serviçs descncentrads crrespnde a nível II da Nmenclatura de Unidades Territriais para Fins Estatístics (NUTS) d cntinente. Plan de atividades 7

8 ATRIBUIÇÕES DO IPDJ, I.P. Atribuições d IPDJ, I. P., em geral: a) Prmver a frmaçã e a qualificaçã ds quadrs necessáris a exercíci de funções específicas nas áreas d desprt e da juventude; b) Assegurar as relações externas, n dmíni das plíticas d desprt e da juventude, em particular cm s países que integram a Cmunidade ds Países de Língua Prtuguesa (CPLP); c) Assegurar a realizaçã de ações de infrmaçã e sensibilizaçã, n âmbit d desprt e da juventude; d) Prmver e apiar, em clabraçã cm instituições públicas e privadas, a realizaçã de estuds sectriais e intersectriais e trabalhs de investigaçã sbre as áreas d desprt e da juventude; e) Assegurar a articulaçã hrizntal entre IPDJ, I. P., e s diferentes rganisms da Administraçã Pública envlvids na respsta as prblemas suscitads, na área d desprt e da juventude; f) Prmver a aplicaçã e fiscalizar, diretamente u indiretamente através de pessas u entidades qualificadas, cumpriment das leis, regulaments, nrmas e requisits técnics, aplicáveis n âmbit das suas atribuições, bem cm emitir as autrizações e licenças que lhe estejam cmetidas pr lei e prceder à emissã de certidões e credenciações legalmente previstas; g) Gerir, administrar e cnservar as infraestruturas da sua prpriedade u utras que lhe sejam afetas para a prssecuçã da sua atividade; h) Prmver de uma frma extensiva, inclusiva e sistemática, junt ds jvens, cnheciment e acess às tecnlgias de infrmaçã e cmunicaçã (TIC), nmeadamente através de ações de frmaçã; i) Prmver, criar e desenvlver sistemas integrads de infrmaçã; j) Apiar a execuçã de prgramas integrads de cnstruçã, beneficiaçã, ampliaçã e recuperaçã de infraestruturas, bem cm prnunciar-se sbre as nrmas relativas a cndições técnicas e de segurança, cnstruçã e licenciament; k) Slicitar as serviçs e rganisms integrads na Administraçã Pública, em particular às esclas, instituições de ensin superir e a entidades na área da saúde, a infrmaçã e a clabraçã que cnsidere necessárias; l) Prmver a instituiçã de mecanisms de crdenaçã interministerial. Plan de atividades 8

9 Atribuições d IPDJ, I.P., em especial n dmíni d desprt: a) Prestar api e prpr a adçã de prgramas para a integraçã da atividade física e d desprt ns estils de vida saudável qutidiana ds cidadãs e apiar técnica, material e financeiramente desenvlviment da prática desprtiva, assim cm desprt de alt rendiment e as seleções nacinais; b) Prpr e aplicar medidas preventivas e repressivas n âmbit da ética n desprt, designadamente n cmbate à dpagem, à crrupçã, à vilência, a racism e à xenfbia n desprt, bem cm na defesa da verdade, da lealdade e crreçã das cmpetições e respetivs resultads; c) Prpr a adçã d cntrl médic-desprtiv n acess e na prática desprtiva; d) Velar pela aplicaçã das nrmas relativas a sistema de segur ds agentes desprtivs; e) Prmver e apiar, em clabraçã cm instituições públicas u privadas, a realizaçã de estuds e trabalhs de investigaçã sbre s indicadres da prática desprtiva e s diferentes fatres de desenvlviment da atividade física e d desprt. O IPDJ, I.P., pde estabelecer relações de cperaçã, n âmbit das suas atribuições, cm utras entidades, públicas u privadas, nacinais u estrangeiras, sem que tais relações de cperaçã impliquem delegaçã u partilha de atribuições e cmpetências. Atribuições d IPDJ, I.P., em especial n dmíni da juventude: a) Apiar a definiçã das plíticas públicas para a juventude, designadamente através da adçã de medidas de estímul à participaçã cívica ds jvens em atividades sciais, ecnómicas, culturais e educativas; b) Acmpanhar a execuçã das plíticas públicas de juventude; c) Apiar assciativism jvem, ns terms da lei, mantend atualizad Regist Nacinal d Assciativism Jvem (RNAJ); d) Apiar técnica e financeiramente s prgramas desenvlvids nn âmbit da Lei d Assciativism Jvem; e) Prmver a implementaçã de prgramas destinads a respnder às necessidades e especificidade d univers jvem, nmeadamente nas áreas de cupaçã de temps livres, d vluntariad, d assciativism, da educaçã nã-frmal e da frmaçã; f) Prmver e implementar mecanisms de estímul e api à iniciativa e a espirit empreendedr ds jvens; g) Prmver ações de sensibilizaçã e acnselhament, em particular nas áreas da saúde, cmprtament de risc, prteçã de menres e ambiente, visand assegurar a realizaçã e bem-estar ds jvens; Plan de atividades 9

10 h) Apiar a mbilidade ds jvens, prmvend a cnstruçã de infraestruturas de aljament e dinamizand, em particular, a rede nacinal de pusadas da juventude, segund critéris de racinalidade gegráfica e demgráfica, bem cm de eficiência ecnómica; i) Incentivar intercâmbi juvenil, prmvend a participaçã e integraçã em rganisms cmunitáris e internacinais e em prjets de cperaçã e desenvlviment scial e ecnómic; j) Prmver estabeleciment de parcerias cm entidades públicas u privadas de âmbit reginal, nacinal u internacinal, cm vista à prssecuçã das plíticas de juventude. Principais serviçs prestads Ds serviçs prestads, n âmbit d desprt, destacam-se s seguintes: Api financeir e respetiv cntrl às federações desprtivas; Certificaçã de agentes desprtivs (mergulh/ginásis/treinadres e Diretres Técnics ds ginásis e academias de fitness) Api e acmpanhament ds prgramas de preparaçã Olímpica e Paralímpica; Api cncedid as praticantes, técnics e dirigentes que integram subsistema de alt rendiment desprtiv e seleções nacinais, de frma a pderem cnciliar regime esclar e desempenh das suas funções prfissinais cm a atividade desprtiva; Prpr a atribuiçã de medalhas desprtivas a cletividades u individualidades, nacinais u estrangeiras, que tenham prestad relevantes serviçs a desprt prtuguês, a abrig d Decret-Lei n.º 55/86, de 15 de març; Instruçã de prcesss de atribuiçã d estatut de utilidade pública desprtiva, d recnheciment de Assciações Prmtras de Desprt e Clubes de Praticantes e Manutençã da base de dads d Regist Nacinal de Clubes; Emissã de pareceres a abrig d Decret-Lei n.º 141/2009, de 16 de junh (regime jurídic das instalações desprtivas de us públic); Api a prjets de instalações desprtivas; Assegurar segur médic-desprtiv as praticantes de alt rendiment, a abrig d Decret-Lei nº 10/2009, de 12 de janeir; Dispnibilizaçã de um cnjunt de equipaments para atividades desprtivas e de lazer n Centr Desprtiv Nacinal d Jamr, nmeadamente piscinas, centr de ténis, estádi de hnra, camps de futebl, camp de hóquei, camps de râguebi, pistas de crsse, carreira de tir, atividades náuticas, camp de tir cm arc, parede artificial de escalada, espaç de jg e recrei, sala de exercíci, ginási a ar livre, e miniglfe. Plan de atividades 10

11 O Centr Desprtiv Nacinal d Jamr dispnibiliza as atletas de alt rendiment cndições de trein e timizaçã d rendiment atlétic em diferentes especialidades, nmeadamente Atletism, Ténis, Râguebi, Tir cm Arc e Glfe; O Centr de Estági situad n Centr Desprtiv Nacinal d Jamr assegura aljament as praticantes desprtivs e aclhe grups esclares universitáris. A residência d Centr de Alt Rendiment d Jamr prprcina as praticantes de alt rendiment, um cnjunt de valências e serviçs tais cm aljament, acmpanhament pr tutres residentes, api pedagógic, assistência scial e acess gratuit as serviçs de avaliaçã e cntrl de trein, bem cm a tdas as instalações desprtivas d Centr Desprtiv Nacinal d Jamr. Api técnic às bras ds Centrs de Alt Rendiment d Centr Desprtiv Nacinal d Jamr; Api à rganizaçã e funcinament da rede de Centrs de Alt Rendiment; Acmpanhament ds financiaments n âmbit da Medida 1 (saúde e segurança nas instalações desprtivas) e Medida 4 (mini camps); Criaçã da Carta Desprtiva Nacinal e integraçã da Rede Iber-americana de Infraestruturas Desprtivas n âmbit d Cnselh Iber-american d Desprt dispnibilizaçã de infrmaçã de instalações desprtivas cncelhias; Organizaçã e atualizaçã d regist ds praticantes de alt rendiment; Elabraçã d Manual de Melhres Práticas de prjets para as instalações desprtivas e d Manual de Acessibilidade e Segurança das Infraestruturas Desprtivas; Manutençã de bases de dads relativas a cndições de segurança de recints de atividade física e/u desprtivs; Realizaçã de exames médics e cntrl médic-desprtiv e demais respnsabilidades legais a nível d api médic-desprtiv; Api à ADP para a implementaçã d Prgrama Nacinal Antidpagem e ds inerentes sistemas de gestã da qualidade. Ds serviçs prestads, n âmbit da Juventude, destacam-se s seguintes: Api financeir à Assciações de jvens; Desenvlviment de prgramas nas áreas da cupaçã e Temps Livres, Vluntariad, educaçã nã-frmal e frmaçã; Prmçã de ações de sensibilizaçã e utras iniciativas nas áreas da prmçã da saúde juvenil; Incentiv a empreendedrism juvenil; Licenciament de camps de férias; Certificaçã de mnitres de camps de férias; Plan de atividades 11

12 Desenvlviment e uma rede de infrmaçã nacinal que respnda de frma integrada às necessidades ds jvens. PARA QUEM ATUAMOS E COM QUEM NOS RELACIONAMOS N desenvlviment da sua atividade, IPDJ, I.P. relacina-se cm diversas Stakehlders que cntribuem para a prestaçã de serviçs u sã destinatáris desses serviçs. Os principais Stakehlders sã s seguintes: Presidência d Cnselh de Ministrs; Cnselh Nacinal d Desprt; Cmité Olímpic de Prtugal; Cmité Paralímpic de Prtugal; Federações Desprtivas cm Utilidade Pública Desprtiva; Liga Prtuguesa de Futebl Prfissinal; Clubes e Assciações Desprtivas; Administraçã Pública Desprtiva Reginal; Autarquias Lcais; Desprt Esclar; Entidades representativas ds praticantes desprtivs e restantes agentes desprtivs; Cmunidade ds Países de Língua Prtuguesa (CPLP); Organisms Internacinais: Uniã Eurpeia, Cnselh de Eurpa, UNESCO; Agência Mundial Antidpagem; Universidades; Outrs estabeleciments de ensin; Empresas; Agência Independente de Desprt e d Mar (AIDM); Cidadãs em geral; Jvens; Assciações de Jvens; Instituições públicas e privadas. Plan de atividades 12

13 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL CONSELHO DIRETIVO Fiscal únic Autridade Antidpagem de Prtugal (ADP) Agência Nacinal para a Gestã d Prgrama "Juventude em Açã" Estrutura de Suprte a Prgrama Antidpagem de Prtugal (ESPAD) Labratóri de Análises de Dpagem (LAD) Departament de Infrmaçã, Cmunicaçã e Relações Internacinais (DICRI) Departament de Recurss Humans, Financeirs e Patrimniais (DRHFP) Departament Jurídic e de Auditria (DJA) Departament de Desprt (DD) Departament de Juventude (DJ) Departament de Infraestruturas (DIE) Departament de Frmaçã e Qualificaçã (DFQ) Departament de Medicina Desprtiva (DMD) Centr Desprtiv Nacinal d Jamr (CDNJ) Departament das Pusadas de Juventude (DPJ) Direçã Reginal d Nrte Direçã Reginal d Centr Direçã Reginal de Lisba e Vale d Tej Direçã Reginal d Alentej Direçã Reginal d Algarve Divisã de Recuss Humans (DRH) Divisã de Desprt Federad (DDF) Divisã de Prgramas (DP) Divisã de Infraestruturas Desprtivas (DIED) Divisã de Frmaçã em Tecnlgias de Infrmaçã e Cmunicaçã (DFTIC) DMD - Delegaçã d Prt Divisã de Recurss Financeirs (DRF) Divisã de Infraestruturas Técnlógicas (DIET) Divisã de Aprvisinament e Patrimóni (DAP) Plan de atividades 13

14 QUAR IPDJ - OBJETIVOS ESTRATÉGICOS OE 1 Criar cndições para melhrar nível de saúde e bem estar da ppulaçã prtuguesa e em particular da ppulaçã jvem n que cncerne à prevençã e atuaçã nas situações de cmbate às drgas e a álcl e na prteçã sexual, bem cm capacitand s prfessres e restantes prfissinais d ensin. OE 2 Incrementar a prática desprtiva cntribuind para uma ppulaçã mais saudável, cm incidência ns cidadãs mais vulneráveis (crianças, jvens, praticantes senires, prtadres de deficiências, imigrantes, recluss), garantind também api a desenvlviment d desprt de alt rendiment e das seleções nacinais. OE 3 Incentivar um mdel de clabraçã entre e cm s váris intervenientes da sciedade civil, mviment assciativ, agentes desprtivs e entidades públicas administrativas a tds s níveis. OE 4 Refrçar as medidas específicas para cmbate a desempreg ds mais jvens, estimuland empreendedrism ecnómic e scial. OE 5 Prmver a valrizaçã da cidadania e da ética n desprt, prcurand erradicar fenómens cm a crrupçã, a vilência, a dpagem, a intlerância, racism e a xenfbia e utrs cmprtaments anti-sciais e ilegais. OE 6 Mtivar s jvens - mnitrizand e apiand prjets de assciações de jvens e incrementand prjets públics lcais para, valrizand a educaçã nã-frmal, participarem de frma ativa nas suas cmunidades e na cidadania OE 7 Prmver a cperaçã e diálg afirmativ, em particular n cntext da CPLP e n espaç Eurpeu, ptenciand acess à infrmaçã e fment de prtunidades. Plan de atividades 14

15 OE 2 Incrementar a prática desprtiva cntribuind para uma ppulaçã mais saudável, cm incidência ns cidadãs mais vulneráveis (crianças, jvens, praticantes senires, prtadres de deficiências, imigrantes, recluss), garantind também api a desenvlviment d desprt de alt rendiment e das seleções nacinais. O1 Aumentar a participaçã desprtiva da ppulaçã e api a desenvlviment d desprt de alt rendiment e das seleções nacinais. Atividades/Prjets Prgramas de api a desenvlviment da prática desprtiva Títul Nacinal de Mergulh Cédula PROCAFD e Certificad DT Cédula de Treinadr/a de Desprt (CTD) de realizaçã Indicadr Meta Valr Crític Mei de verificaçã Nº de participantes n Prgrama Marcha e Crrida Nº de certificads emitids Mergulh / Ginásis / Treinadres Respnsabilidade [19.500;20.500] Relatóri d prgrama DD [21.900;22.100] Platafrma Infrmática PRODESPORTO DFQ Alt rendiment e seleções nacinais Nº avaliações e cntrls de trein [4.250;4.750] Relatóri Mensal para DMD e Presidência DMD Alt rendiment e seleções nacinais Nº ttal de exames médic-desprtivs, cnsultas e trataments [24.750;25.250] Base de dads GESPXXI DMD Parcerias Institucinais Nº de parcerias institucinais desenvlvidas n âmbit da atividade desprtiva 6 8 Internet DICRI/DD/DR Plan de atividades 15

16 OE 5 Prmver a valrizaçã da cidadania e da ética n desprt, prcurand erradicar fenómens cm a crrupçã, a vilência, a dpagem, a intlerância, racism, a xenfbia e utrs cmprtaments antissciais e ilegais. O6 Desenvlver iniciativas n âmbit d Plan Nacinal da Ética n Desprt, prcurand erradicar fenómens cm a crrupçã, a vilência, a dpagem, a intlerância, racism, a xenfbia Atividades/Prjets de realizaçã Indicadr Meta Valr Crític Mei de verificaçã Respnsabilidade Plan Nacinal de Ética n Desprt Nº de iniciativas de prmçã realizadas sbre a temática da ética n desprt (semináris, wrkshps, ações de infrmaçã e frmaçã) 5 6 Relatóri de atividades ADP/DD/DICRI/ /DR Gestã de Qualidade n âmbit da Antidpagem Mdernizaçã da ESPAD Campanha Junts Será + Fácil Nº de métds / ensais acreditads n âmbit d sistema de Acreditaçã pel IPAC Nº de prcesss da ESPAD certificads cm a Nrma ISSO 9001 Nº de intervenções invadras lançadas n âmbit da campanha Junts Será + Fácil 3 4 Certificad de Acreditaçã emitid pel IPAC ADP/LAD 5 6 Certificads emitids ADP/ESPAD 3 4 Dcumentaçã elabrada/parcerias realizadas ADP/ESPAD Plan de atividades 16

17 OE6 Mtivar s jvens - mnitrizand e apiand prjets de assciações de jvens e incrementand prjets públics lcais para, valrizand a educaçã nã-frmal, participarem de frma ativa nas suas cmunidades e na cidadania O2 Cnceber e implementar um plan de estímul e desenvlviment d Assciativism Jvem e da cidadania participativa, valrizand a educaçã nã-frmal, adequad às características de cada regiã Atividade/ Prjet de realizaçã Unidade Orgânica Indicadr Meta Valr crític Mei de verificaçã RNAJ regist nacinal d assciativism jvem e prcesss administrativs assciads PAAJ prgramas de Api a Assciativism Jvem (PAJ, PAE anual e pntual e PAI, medida 1 e 2) e Prgrama Frmar Dia d Assciativism Jvem Rteir d Assciativism Iniciativas transversais de fment à cidadania e participaçã Nº de nvas assciações inscritas n RNAJ =>3% d univers RNAJ efetiv n iníci d an =>5% d univers RNAJ efetiv n iníci d an N.º de prjets apiads Nº de iniciativas desenvlvidas Nº de entidades inscritas n Rteir Nº de Iniciativas de prmçã d Assciativism desenvlvidas (Nº de encntrs, semináris, estuds, prémis, debates, parcerias, wrkshps, prtcls realizads, ações de infrmaçã). Aplicaçã RNAJ e Prcesss dcumentais Cntrats-prgrama, relatóris, aplicaçã PAAJ; arquiv dcumental; transferências financeiras 5 5 Relatóri de atividades, => 50% d univers RNAJ efetiv (n iníci d an) => 75% d univers RNAJ efetiv (n iníci d an) Base de dads e micrsite d Rteir Relatóris de atividades Departament de Juventude/ 5 Direções Reginais Departament de Juventude/ 5 Direções Reginais/ Departament de Frmaçã e Qualidade Departament de Juventude/ 5 Direções Reginais Departament de Juventude/ 5 Direções Reginais Departament de Juventude/ 5 Direções Reginais Plan de atividades 17

18 OE6 Mtivar s jvens - mnitrizand e apiand prjets de assciações de jvens e incrementand prjets públics lcais para, valrizand a educaçã nã-frmal, participarem de frma ativa nas suas cmunidades e na cidadania O3 Prmver envlviment e a participaçã ds jvens na cmunidade, nmeadamente estimuland vluntariad e a emancipaçã jvem pela melhria d acess à habitaçã, empreg e educaçã Atividade/ Prjet de realizaçã Unidade Orgânica Indicadr Meta Valr crític Mei de verificaçã Vluntariad Jvem Nº de jvens participantes Pagaments efetuads Recads & Cmpanhia N.º de Jvens envlvids Pagaments efetuads Vluntariad Parceria N.º de Jvens envlvids Relatóri atividades OTL Curta Duraçã N.º de Jvens envlvids Pagaments efetuads OTL Lnga Duraçã N.º de Jvens envlvids Pagaments efetuads Férias em Mviment N.º de Jvens envlvids Relatóri atividades Parlament ds Jvens N.º de Jvens envlvids Síti da Assembleia República Eurescla N.º de Jvens envlvids Relatóri atividades Camps de Trabalh Internacinais N.º de Jvens envlvids Relatóri atividades Divisã de Prgramas/ 5 Direções Reginais/ Departament de Frmaçã e Qualificaçã Divisã de Prgramas/ 5 Direções Reginais/ Departament de Frmaçã e Qualificaçã Divisã de Prgramas/ 5 Direções Reginais/ Departament de Frmaçã e Qualificaçã Divisã de Prgramas/ 5 Direções Reginais Divisã de Prgramas/ 5 Direções Reginais Divisã de Prgramas/ 5 Direções Reginais Divisã de Prgramas/ 5 Direções Reginais Divisã de Prgramas/ 5 Direções Reginais Divisã de Prgramas / 5 Direções Reginais Plan de atividades 18

19 OE7 Prmver a cperaçã e diálg afirmativ, em particular n cntext da CPLP e n espaç Eurpeu, ptenciand acess à infrmaçã e fment de prtunidades O4 Incrementar a cperaçã internacinal, em particular n quadr da CPLP d espaç Eurpeu Atividade/ Prjet de realizaçã Unidade Orgânica Cperaçã n quadr da CPLP Cperaçã n quadr da CPLP Cperaçã n quadr da CPLP Cperaçã n quadr da CPLP Cperaçã Eurpeia Indicadr Meta Valr crític Mei de verificaçã Nº de parcerias u prtcls estabelecids 5 7 Dcuments frmais e relatóris de atividades Nº de intervenções e ações desenvlvidas 5 7 Relatóris de atividades Grau de satisfaçã relativ as serviçs prestads n api técnic e lgístic na rganizaçã na V Reuniã da Cnferência de Ministrs respnsáveis pela Juventude e Desprt da CPLP Grau de satisfaçã relativ as serviçs prestads n api técnic à rganizaçã ds VIII Jgs Desprtivs da CPLP Nº de intervenções e ações desenvlvidas 60% 70% Questinári/inquérit 60% 70% Questinári/inquérit 6 8 Relatóris de atividades Departament de Infrmaçã, Cmunicaçã e Relações Internacinais/ 5 Direções Reginais Departament de Infrmaçã, Cmunicaçã e Relações Internacinais/ 5 Direções Reginais Departament de Infrmaçã, Cmunicaçã e Relações Internacinais Departament de Infrmaçã, Cmunicaçã e Relações Internacinais Divisã de Prgramas/ 5 Direções Reginais/ Departament de Infrmaçã, Plan de atividades 19

20 Cmunicaçã e Relações Internacinais OIJ Organizaçã Iberamericana de Juventude Cperaçã Ibérica e Transfrnteiriça Nº de participações e ações desenvlvidas 1 1 Relatóri de atividades Nº de prjets desenvlvids 4 5 Relatóri de atividades Lus-descendentes Nº de jvens envlvids Relatóri de atividades Departament de Infrmaçã, Cmunicaçã e Relações Internacinais Departament de Infrmaçã, Cmunicaçã e Relações Internacinais / 5 Direções Reginais Departament de Infrmaçã, Cmunicaçã e Relações Internacinais/ Departament de Juventude/ 5 Direções Reginais O5 Garantir pagament atempad as frnecedres Atividade/ Prjet de realizaçã Unidade Orgânica Indicadr Meta Valr crític Mei de verificaçã Efetivar pagament as frnecedres Praz médi de pagaments em dias Iprtal e SIAGAP Tdas as Unidades rgânicas Plan de atividades 20

21 ATIVIDADES QUE CONTRIBUEM PARA OS OBJECTIVOS POR UNIDADE ORGÂNICA Departament de Infrmaçã, Cmunicaçã e Relações Internacinais Criar, prduzir e editar materiais pedagógics de suprte na área da saúde juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de materiais realizads % Psitiv Prtcls Renvar a imagem ds Gabinetes de Saúde Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de Gabinetes refrmulads % Psitiv Relatóri de atividades Prduçã, rganizaçã e/u divulgaçã de ações de sensibilizaçã/participaçã que cntribuam para aument quantitativ e qualitativ das práticas e ds praticantes de atividade física e Desprt Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Nº ações de sensibilizaçã/participaçã (prduzidas, rganizadas e divulgadas) % Psitiv Crrei eletrónic e sistema de gestã dcumental Plan de atividades 21

22 Incrementar a cperaçã internacinal, em particular n quadr da CPLP e n espaç eurpeu Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 7 N.º de parcerias u prtcls estabelecids % Psitiv Prtcls OE 7 N.º de intervenções u ações desenvlvidas % Psitiv Relatóri de atividades OE 7 Grau de satisfaçã relativ as serviçs prestads n api técnic e lgístic na rganizaçã na V Reuniã da Cnferência de Ministrs respnsáveis pela Juventude e Desprt da CPLP 60% 70% 25% Psitiv Inquérit realizad pela Camara Municipal de Mafra OE 7 Grau de satisfaçã relativ as serviçs prestads n api técnic à rganizaçã ds VIII Jgs Desprtivs da CPLP 60% 70% 25% Psitiv Inquérit realizad pela Cnfederaçã d Desprt Ptenciar a intervençã n âmbit Eurpeu Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 7 N.º de intervenções u ações desenvlvidas % Psitiv Relatóri de atividades Valrizar espaç ibéric e as relações cm s países da América Latina e Aprfundar relacinament cm s jvens lus-descendentes Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 7 N.º de intervenções u ações desenvlvidas % Psitiv Relatóri de atividades OE 7 N.º de lus-descendentes envlvids % Psitiv Relatóri de atividades Plan de atividades 22

23 Departament de Recurss Humans, Financeirs e Patrimniais Divisã de Recurss Humans Desenvlviment de dcuments frmativs/infrmativs em matérias d âmbit ds Recurss Humans Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Nº de prcediments frmativs publicads na Intranet % Psitiv Dcuments publicads Elabraçã de prjets de regulamentaçã nrmativa n âmbit da gestã de RH Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Nº de prjets apresentads % Psitiv Prjets apresentads Dinamizaçã de um prjet de frmaçã interna, ministrada pr frmadres interns certificads e utras entidades credenciadas cm ferta frmativa gratuita Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Nº de ações rganizadas % Psitiv Dcuments publicads Plan de atividades 23

24 Divisã de Recurss Humans (DRH) Expediente e Arquiv Geral Implementaçã de sistema de Segurança e Saúde n Trabalh Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Praz de entrega d relatóri de implementaçã % Negativ Relatóri preliminar Praz de entrega d relatóri de identificaçã de riscs (IPDJ, I.P. - Sede) % Negativ Relatóri de identificaçã de riscs Praz de Elabraçã ds Plans de Emergência % Negativ Plans de emergência elabrads Regulament de Arquiv IPD Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Praz de entrega d dcument para aprvaçã % Negativ Prpsta de regulament Manual de prcediments d serviç de Expediente d IPDJ Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Praz de entrega d dcument para aprvaçã % Negativ Prpsta de manual de prcediments Plan de atividades 24

25 Departament de Recurss Humans, Financeirs e Patrimniais Divisã de Recurss Financeirs Divisã de Aprvisinament e Patrimóni Gestã d sistema ds cntrats em vigr Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Taxa de execuçã ds cntrats 90% 100% 100% Psitiv Base de dads de cntrats Implementaçã ds prcediments sbre circuit da despesa e da receita Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Nº de regulaments interns a serem integrads ns prcediments da DGFP % Psitiv Regulaments elabrads Cntrl intern da integraçã de arrecadaçã da receita da aplicaçã CGESPXXI na aplicaçã GESPUBLICA Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Praz de integraçã % Psitiv Operacinalizaçã d prcess Plan de atividades 25

26 Departament Jurídic e de Auditria Elabrar manuais de auditria pr área de intervençã d IPDJ Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Númer de manuais % Psitiv Manuais aprvads Realizar auditrias Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Númer de auditrias % Psitiv Relatóris de auditria Dar respsta a pedids interns e externs de pareceres slicitads Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Praz médi de respsta, em dias úteis 8 dias úteis 6dias úteis 100% Psitiv Regist a elabrar e u aplicaçã Gestã Dcumental Prgrama de intervençã na área da cidadania/ inclusã scial Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 5 Data de cnceçã d prgrama 31 Outubr 30 Setembr 100% Negativ Data publicaçã regulament Plan de atividades 26

27 Assegurar a respsta n praz de 25 dias após a sua instruçã entre 65% e 70% das slicitações de api jurídic a funcinament d Cnselh Diretiv, ds pareceres sbre s prcesss administrativs graciss e sbre s prcediments de cntrataçã pública Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã - Nº de pedids respndids n praz de 25 dias/nº de respstas*100 65% 70% 100% Psitiv GESCOR Aumentar a qualidade das intervenções ns prcesss judiciais de que IPDJ seja parte, bem cm ns prcesss de injunçã, pr frma bter acrescids ganhs para Institut. Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã - Percentagem de ganh na relaçã entre mntante ds pedids efetuads cntra IPDJ/mntante das cndenações decretadas cntra IPDJ 15% 30% 100% Psitiv GESCOR Refrçar a eficácia ds prcesss de cntrardenaçã que devam ser instruíds pel IPDJ Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã - Aumentar a cbrança de receitas das cimas relativamente a an anterir 15% 30% 100% Psitiv GESCOR e Cntabilidade Plan de atividades 27

28 Departament de Desprt Aument da participaçã desprtiva da ppulaçã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Nº de participantes n Prgrama Marcha e Crrida % Psitiv Relatóri d prgrama OE 2 Nº de prgramas criads para a generalizaçã da prática desprtiva até a final d an % Psitiv Dcuments de divulgaçã Garantir a qualidade d serviç prestad às Federações e utras entidades parceiras cm vista à melhria e desenvlviment desprtiv Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 3 Temp médi de análise ds prcesss de candidatura (dias) % Negativ GESCOR OE 3 N.º ttal de praticantes desprtivs federads % Psitiv Relatóris da Federações Melhrar s critéris e frma de financiament das federações desprtivas através ds diferentes prgramas de desenvlviment desprtiv Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 3 Praz de apresentaçã de uma prpsta de financiament às Federações Desprtivas que inclua api a prgramas específics que visem api a ppulações especiais Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã % Negativ Data de envi OE 3 Praz de definiçã e prpsta de api as events internacinais para % Negativ Data de envi Plan de atividades 28

29 Departament de Juventude RNAJ regist nacinal d assciativism jvem e prcesss administrativs assciads Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 6 Nº de nvas assciações inscritas n RNAJ =>3% d univers RNAJ efetiv n iníci d an Superaçã =4% d univers RNAJ efetiv n iníci d an Pnderaçã Increment 100% Psitiv Fntes Verificaçã Aplicaçã RNAJ e Prcesss dcumentais PAJ Prgrama de Api Juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 6 N.º de prjets apiads Superaçã Pnderaçã Increment % Psitiv Fntes Verificaçã Cntrats-prgrama, relatóris, aplicaçã PAAJ; arquiv dcumental; transferências financeiras PAE Prgrama de Api Estudantil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 6 N.º de prjets apiads Superaçã Pnderaçã Increment % Psitiv Fntes Verificaçã Cntrats-prgrama, relatóris, aplicaçã PAAJ; arquiv dcumental; transferências financeiras Plan de atividades 29

30 PAI Prgrama de Api Infraestrutural Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 6 N.º de prjets apiads Superaçã Pnderaçã Increment % Psitiv Fntes Verificaçã Cntrats-prgrama, relatóris, aplicaçã PAAJ; arquiv dcumental; transferências financeiras Prgrama Frmar Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 6 N.º de prjets apiads Superaçã Pnderaçã Increment % Psitiv Fntes Verificaçã Cntrats-prgrama, relatóris, aplicaçã PAAJ; arquiv dcumental; transferências financeiras ROTEIRO d Assciativism Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 Nº de entidades inscritas n Rteir => 50% d univers RNAJ efetiv (n iníci d an) => 60% 100% Psitiv Cntrats-prgrama, relatóris, aplicaçã PAAJ; arquiv dcumental; transferências financeiras Plan de atividades 30

31 Iniciativas transversais de fment à cidadania e participaçã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 Nº de Iniciativas desenvlvidas % Psitiv Relatóris de atividades Dia d Assciativism Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 Nº de iniciativas desenvlvidas % Psitiv Relatóris de atividades e aplicações PAAJ Iniciativas cm e para Lus-descendentes Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 7 Nº de jvens envlvids % Psitiv Relatóris de atividades e aplicações PAAJ Plan de atividades 31

32 Departament de Juventude Divisã de Prgramas Ptenciar a utilizaçã das Unidades Móveis Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de jvens envlvids em ações e iniciativas de sensibilizaçã e prevençã % Psitiv Relatóri d prgrama OE 1 N.º de acnselhaments efetuads % Psitiv Relatóri d prgrama Desenvlver ações de frmaçã cnducentes à capacitaçã de jvens, prfessres e prfissinais da educaçã nas áreas da saúde juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de jvens envlvids em ações de frmaçã % Psitiv Relatóri d prgrama OE 1 N.º de prfessres e utrs prfissinais de educaçã envlvids % Psitiv Relatóri d prgrama Realizar ações de sensibilizaçã na área da saúde juvenil, utilizand metdlgias invadres cm teatr-debate Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de jvens envlvids % Psitiv Relatóri d prgrama Plan de atividades 32

33 Fmentar acnselhament presencial na área da saúde juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de jvens envlvids % Psitiv Relatóri d prgrama OE 1 N.º de acnselhaments efetuads % Psitiv Relatóri d prgrama Fmentar acnselhament presencial na área da saúde juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de jvens envlvids % Psitiv Relatóri d prgrama OE 1 N.º de acnselhaments efetuads % Psitiv Relatóri d prgrama Fmentar acnselhament telefónic e escrit na área da saúde juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de jvens envlvids n atendiment telefónic % Psitiv OE 1 N.º de jvens envlvids na respsta a questões escritas % Psitiv Relatóri da Sexualidade em linha Relatóri da Sexualidade em linha Plan de atividades 33

34 Otimizar as parcerias existentes na área da saúde juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de parcerias % Psitiv Prtcls Prmver desenvlviment de prjets na área da saúde juvenil através d seu financiament Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de iniciativas apiadas % Psitiv Relatóri d prgrama Criar, prduzir e editar materiais pedagógics de suprte na área da saúde juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de materiais realizads % Psitiv Prtcls Renvar a imagem ds Gabinetes de Saúde Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de Gabinetes refrmulads % Psitiv Relatóri de atividades Plan de atividades 34

35 Prgrama INOVA e FINICIA JOVEM Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 4 Númer de entidades envlvidas (esclas, assciações, utras) % Psitiv Sítis e relatóris atividade OE 4 Númer de jvens participantes / apiads % Psitiv Relatóri atividades OE 4 Númer de ações de divulgaçã realizadas % Psitiv Relatóri atividades Prgrama de intervençã na área da cidadania/ inclusã scial Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 5 Data de cnceçã d prgrama 31 Outubr 30 Setembr 60% Psitiv Data publicaçã regulament OE 5 N.º de entidades abrangidas % Psitiv Relatóri d prgrama OE 5 N.º de jvens envlvids % Psitiv Relatóri d prgrama Vluntariad Jvem Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 6 Nº de jvens participantes 4000 Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã % Psitiv Pagaments efetuads Plan de atividades 35

36 Recads & Cmpanhia Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 N.º de Jvens envlvids % Psitiv Pagaments efetuads Vluntariad Parceria Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 N.º de Jvens envlvids % Psitiv Relatóri atividades OTL Curta Duraçã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 N.º de Jvens envlvids % Psitiv Pagaments efetuads OTL Lnga Duraçã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 N.º de Jvens envlvids % Psitiv Pagaments efetuads Plan de atividades 36

37 Férias em Mviment Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 N.º de Jvens envlvids % Psitiv Relatóri atividades Parlament ds Jvens Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 N.º de Jvens envlvids % Psitiv Siti Assembleia República Eurscla Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 N.º de Jvens envlvids % Psitiv Relatóri atividades Camps de Trabalh Internacinais Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 N.º de Jvens envlvids % Psitiv Relatóri atividades Plan de atividades 37

38 Departament Infraestruturas Renvar a imagem ds Gabinetes de Saúde Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de Gabinetes refrmulads % Psitiv Relatóri de atividades Plan de atividades 38

39 Departament Infraestruturas Divisã de Infraestruturas Tecnlógicas Virtualizaçã de servidres Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Nº de servidres físics virtualizads % Psitiv Datacenter Integraçã das aplicações Recurss Humans e Financeirs n âmbit d IPDJ, IP Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Praz de integraçã das aplicações RH e Financeirs n âmbit d IPDJ Até 30 de Junh Até 31 de Mai 100% Negativ Aplicações integradas (RH e RF) Criaçã AD, DNS, DHCP, Exchange n âmbit d IPDJ, IP Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Praz de implementaçã ds serviçs Até 30 de Junh Até 31 de Mai 100% Negativ Serviçs implementads Plan de atividades 39

40 Departament Infraestruturas Divisã de Infraestruturas Desprtivas Qualidade nas intervenções de planeament e prjet de instalações desprtivas Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Nº de fichas, dcuments de infrmaçã técnica e recmendações de bas práticas de prjet e cnstruçã de instalações desprtivas % Psitiv Dcumentaçã dispnível n Departament OE 2 Nº de intervenções (pareceres técnics e ações de esclareciment) realizadas para api a entidades externas e prmtres de instalações desprtivas % Psitiv GESCOR e regists de cmunicações dispníveis OE 2 Nº de pareceres técnics e participações em reuniões de cmissões de acmpanhament realizadas n âmbit da avaliaçã de plans de rdenament de territóri % Psitiv GESCOR e regists de cmunicações dispníveis Requalificaçã Geral d Centr Desprtiv Nacinal d Jamr Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 2 OE 2 OE 2 Apiar s prcediments para lançament de cncurs para melhria e racinalizaçã ds sistemas de drenagem de águas residuais e pluviais d Centr Desprtiv Nacinal d Jamr, Percentagem de respstas às entidades envlvidas Apiar e acmpanhar as empreitadas d Centr Desprtiv Nacinal d Jamr Percentagem de respstas às entidades envlvidas Apiar e acmpanhar intervenções de melhria e racinalizaçã ds sistemas de tratament de ar e água d Cmplex de Piscinas d CDNJ Nº de intervenções acmpanhadas Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã 80% 85% 30% Psitiv GESCOR 80% 85% 40% Psitiv GESCOR % Psitiv GESCOR Plan de atividades 40

41 Cnservaçã e Manutençã de Instalações d CDNJ Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Percentagem de infrmações de manifestaçã de necessidades, cm tratament e encaminhament 90% 95% 60% Psitiv GESCOR OE 2 Percentagem de intervenções de entidades externas acmpanhadas pr técnics d IDP, I.P. 80 % 85 % 40% Psitiv GESCOR Departament de Frmaçã e Qualificaçã Desenvlver ações de frmaçã cnducentes à capacitaçã de jvens, prfessres e prfissinais da educaçã nas áreas da saúde juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de jvens envlvids em ações de frmaçã % Psitiv Relatóri d prgrama OE 1 N.º de prfessres e utrs prfissinais de educaçã envlvids % Psitiv Relatóri d prgrama Plan de atividades 41

42 Emissã de Certificads Mergulh / Ginásis / Treinadres Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Nº de certificads emitids % Psitiv Platafrma Infrmática PRODESPORTO OE 2 Praz de cnclusã d regist ds Diretres Técnics na Platafrma PRODESPORTO % Negativ Platafrma Infrmática PRODESPORTO Implementaçã d Prgrama Nacinal de Frmaçã de Treinadres - PNFT Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Praz de cnclusã da regulamentaçã da via de acess à Cédula pela frmaçã prfissinal % Negativ Data de publicaçã n Site d IPDJ OE 2 Praz de cnclusã da regulamentaçã da via de acess à Cédula pela frmaçã superir % Negativ Data de publicaçã n Site d IPDJ Melhria da frmaçã ds Recurss Humans d Desprt Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Nº de participantes n Seminári Internacinal Trein de Jvens % Psitiv Inscrições realizadas OE 2 Grau de satisfaçã ds participantes n Seminári Internacinal Trein de Jvens 3 3,5 65% Psitiv Inquérit realizad para efeit (escala de 1 a 4) Plan de atividades 42

43 Organizar prcess de certificaçã e regist ds mnitres e das entidades rganizadras de Camps de Férias Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 Númer de mnitres de camps de férias registads % Psitiv Regist própri OE 6 Númer de rganizadres de camps de férias registads % Psitiv Regist própri Departament de Medicina Desprtiva (DMD) Assegurar a prestaçã de cuidads de saúde as atletas de alt rendiment, seleções e utrs praticantes desprtivs Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Nº ttal de exames médic-desprtivs, cnsultas e trataments % Psitiv Base de dads GESPXXI Assegurar e refrçar a Frmaçã em Serviç Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Nº de Reuniões Clinicas/Serviç realizadas ns Centrs de Medicina Desprtiva % Psitiv Atas das Reuniões Plan de atividades 43

44 Melhrar a qualidade da Referenciaçã Médica Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Nº de Nrmas de Orientaçã Clinica (Guidelines) elabradas % Psitiv Nrmas Editadas N âmbit da avaliaçã, acnselhament e cntrl d trein Aumentar as atividades de avaliaçã e cntrl d trein ds atletas d alt rendiment Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Nº de avaliações e cntrls de trein efetuads % Psitiv OE 2 Nº de atletas avaliads % Psitiv Relatóri Mensal para DMD Relatóri Mensal para DMD Diminuir praz de entrega de relatóris de avaliaçã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Reduzir praz de entrega ds relatóris (dias úteis) % Negativ Regist de entrega/envi de relatóris Plan de atividades 44

45 Desenvlver nvs prtcls de avaliaçã e cntrl de trein de atletas de alt rendiment. Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Praz de elabraçã de dcument rientadr ds nvs prtcls de avaliaçã Até 15 de Outubr Até 30 de Setembr 50% Psitiv Cnclusã d dcument OE 2 Praz de teste e implementaçã de nvs prtcls de avaliaçã e cntrl de trein Até 30 de Setembr Até 15 de Setembr 50% Psitiv Relatóri cm cnclusã d prcess de testagem e implementaçã ds prtcls Centr Desprtiv Nacinal d Jamr (CDNJ) Otimizar a gestã das Infraestruturas Desprtivas e da Unidade de Aljament Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Nº de dcuments interns de rganizaçã e funcinament das instalações, apresentads pr infraestrutura, validads pela chefia % Psitiv Dcumentaçã dispnível OE 2 Reduzir temp médi de espera das respstas as pedids de utilizaçã das instalações e de realizaçã das atividades desprtivas [temp médi a regulamentar pr cada instalaçã] 5% 10% 30% Psitiv Regist de cmunicações dispníveis OE 2 Nº de cnteúds infrmativs de api à cmunicaçã interna e externa, para cada instalaçã, das atividades e apis realizads (lançads ns váris suprtes dispníveis) % Psitiv Regist de cmunicações dispníveis Plan de atividades 45

46 Api e prmçã da prática desprtiva Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Nº de atividades de api à preparaçã desprtiva de praticantes de Alt Rendiment, pr infraestrutura % Psitiv Dcumentaçã dispnível OE 2 Nº de atividades de api e prmçã da prática desprtiva generalizada, pr infraestrutura % Psitiv Regist de cmunicações dispníveis OE 2 Nº de atividades de prmçã da participaçã desprtiva de cidadãs mais vulneráveis % Psitiv Regist de cmunicações dispníveis Plan de atividades 46

47 Direções Reginais (Objectivs partilhads entre as 5 DR s) Ptenciar a utilizaçã das Unidades Móveis Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de jvens envlvids em ações e iniciativas de sensibilizaçã e prevençã % Psitiv Relatóri d prgrama OE 1 N.º de acnselhaments efetuads % Psitiv Relatóri d prgrama Desenvlver ações de frmaçã cnducentes à capacitaçã de jvens, prfessres e prfissinais da educaçã nas áreas da saúde juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de jvens envlvids em ações de frmaçã % Psitiv Relatóri d prgrama OE 1 N.º de prfessres e utrs prfissinais de educaçã envlvids % Psitiv Relatóri d prgrama Realizar ações de sensibilizaçã na área da saúde juvenil, utilizand metdlgias invadres cm teatr-debate Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de jvens envlvids % Psitiv Relatóri d prgrama Plan de atividades 47

48 Fmentar acnselhament presencial na área da saúde juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 1 N.º de jvens envlvids % Psitiv Relatóri d prgrama OE 1 N.º de acnselhaments efetuads % Psitiv Relatóri d prgrama Prgrama d IPDJ (Inva e Finicia Jvem Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 4 Númer de Jvens envlvids ns Prgramas % Psitiv Sítis e Relatóris atividade OE 4 Númer de entidades candidatas / inscritas/ parceiras % Psitiv Relatóri atividades OE 4 Númer de ações de divulgaçã % Psitiv Relatóri atividades Plan de atividades 48

49 Prgrama de Intervençã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 5 Data cnceçã d prgrama 31 Outubr 30 Setembr 60% Negativ Data publicaçã regulament OE 5 Númer de entidades abrangidas % Psitiv Relatóri d prgrama OE 5 Númer de jvens envlvids % Psitiv Relatóri d prgrama RNAJ regist nacinal d assciativism jvem e prcesss administrativs assciads Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 6 Nº de nvas assciações inscritas n RNAJ =>3% d univers RNAJ efetiv n iníci d an Superaçã =4% d univers RNAJ efetiv n iníci d an Pnderaçã Increment 100% Psitiv Fntes Verificaçã Aplicaçã RNAJ e Prcesss dcumentais PAJ Prgrama de Api Juvenil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 N.º de prjets apiads % Psitiv Plan de atividades Cntrats-prgrama, relatóris, aplicaçã PAAJ; arquiv dcumental; transferências financeiras 49

50 PAE Prgrama de Api Estudantil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 N.º de prjets apiads % Psitiv Cntrats-prgrama, relatóris, aplicaçã PAAJ; arquiv dcumental; transferências financeiras PAI Prgrama de Api Infraestrutural Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 N.º de prjets apiads % Psitiv Cntrats-prgrama, relatóris, aplicaçã PAAJ; arquiv dcumental; transferências financeiras ROTEIRO d Assciativism Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 6 Nº de entidades inscritas n Rteir => 50% d univers RNAJ efetiv (n iníci d an) Superaçã Pnderaçã Increment => 60% 100% Psitiv Fntes Verificaçã Cntrats-prgrama, relatóris, aplicaçã PAAJ; arquiv dcumental; transferências financeiras Plan de atividades 50

51 Iniciativas transversais de fment à cidadania e participaçã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 Nº de Iniciativas desenvlvidas % Psitiv Relatóris de atividades Dia d Assciativism Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 Nº de iniciativas desenvlvidas % Psitiv Relatóris de atividades e aplicações PAAJ Vluntariad Jvem Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 Númer de jvens participantes % Psitiv Pagaments efetuads Recads & Cmpanhia Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 Númer de Jvens vluntáris % Psitiv Relatóri atividade Plan de atividades 51

52 Vluntariad de parceria Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 6 Númer de Jvens envlvids % Psitiv Relatóri atividade OTL Curta Duraçã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment OE 6 N.º de Jvens envlvids % Psitiv Fntes Verificaçã Pagaments efetuads OTL Lnga Duraçã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment OE 6 N.º de Jvens envlvids % Psitiv Fntes Verificaçã Pagaments efetuads Férias em Mviment Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment OE 6 N.º de Jvens envlvids % Psitiv Fntes Verificaçã Relatóri atividades Plan de atividades 52

53 Parlament ds Jvens Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 6 N.º de Jvens envlvids Superaçã Pnderaçã Increment % Psitiv Fntes Verificaçã Siti Assembleia República Eurscla Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 6 N.º de Jvens envlvids 170 Superaçã Pnderaçã Increment 200 5% Psitiv Fntes Verificaçã Relatóri atividades Camps de Trabalh Internacinais Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 6 N.º de Jvens envlvids 140 Superaçã Pnderaçã Increment 150 5% Psitiv Fntes Verificaçã Relatóri atividades Valrizar espaç ibéric e as relações cm s países da América Latina e Aprfundar relacinament cm s jvens lus-descendentes Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 7 N.º de intervenções u ações desenvlvidas % Psitiv Relatóri de atividades OE 7 N.º de lus-descendentes envlvids % Psitiv Relatóri de atividades Plan de atividades 53

54 Direçã Reginal d Nrte (DRN) Prmver a generalizaçã da prática desprtiva Prgrama Nacinal de Marcha e Crrida Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 N.º de adesões inscrições devidamente frmalizada a Prgrama 42 >43 50% Psitiv Nº de frmuláris recebids e Relatóri OE 2 Agilizar a cncretizaçã d funcinament efetiv ds Centrs já aderentes 2 >2 50% Psitiv N.º de relatóris de abertura Realizaçã de parcerias cm entidades diversas (municípis, assciações e utras entidades) cm vista à realizaçã de Sessões Infrmativas/Events, numa perspetiva de valrizaçã dinâmica de prblemáticas assciadas à Ética n Desprt, Vilência, Crrupçã, Dpagem, assim cm d atual regime jurídic da legislaçã desprtiva prtuguesa Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 3 e 5 N.º de ações realizadas 3 >3 100 % Psitiv N.º de ações realizadas e Relatóri Dar a devida cntinuidade a levantament generalizad de carácter quantitativ d assciativism desprtiv reginal crrespndente à área gegráfica de intervençã (Nut II) de md a assegurar a cnslidaçã e cncretizaçã de um ficheir em suprte infrmátic e cnsequente base de dads eficiente e atualizada Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 3 Nível de abrangência quantitativa e regists d númer de clubes e cletividades existentes. 3 >3 100 % Psitiv N.º de ações realizadas e Relatóri Plan de atividades 54

55 Melhrar a qualidade d serviç prestad pela DRN as Stakehlders. Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 3 Taxa percentual de avaliações [Grau de satisfaçã ds stakehlders relativ a atendiment (presencial, escrit e telefónic), basead em inquérit] Entre 70 a 80% = u > Bm na apreciaçã glbal Superaçã 81% Avaliaçã = u > a Bm na apreciaçã glbal Pnderaçã Increment 100 % Psitiv Inquérit Fntes Verificaçã Direçã Reginal d Centr (DRC) Melhrar a base de dads existente de Clubes e Assciações Desprtivas da Regiã Centr, prmvend a sua atualizaçã e rerganizaçã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 3 Percentagem de atualizações da base de dads da Regiã Centr [20%;25%] >25% 35% Psitiv Relatóri Final OE 3 Nº de prpstas de melhria/rerganizaçã % Psitiv Relatóri Final OE 3 Praz para apresentaçã d relatóri 15 dez Até 30 nv 40% Negativ GESCOR Assegurar uma respsta em temp útil às questões internas e externas submetidas à DRC Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 3 Praz médi de respsta para exterir em dias úteis (a aferir em funçã da data de entrada e de saída d dcument de respsta da DRC. (Smatóri ds dias úteis despendids na respsta / n.º ttal de respstas efetuadas) Superaçã Pnderaçã Increment 8 <8 50% Negativ Fntes Verificaçã GESCOR e crrei eletrónic Plan de atividades 55

56 OE 3 Praz médi de respsta interna em dias úteis (a aferir em funçã da data de entrada e de saída d dcument de respsta da DRC (Smatóri ds dias úteis despendids na respsta / n.º ttal de respstas efetuadas) 5 <5 50% Negativ GESCOR e crrei eletrónic Melhrar a qualidade d serviç prestad pela DRC as Stakehlders Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 3 Taxa percentual de avaliações [Grau de satisfaçã ds stakehlders relativ a atendiment (presencial, escrit e telefónic), basead em inquérit] Entre 70 a 80% = u > Bm na apreciaçã glbal Superaçã 81% Avaliaçã = u > a Bm na apreciaçã glbal Pnderaçã Increment 80% Psitiv Inquérit Fntes Verificaçã OE 3 N.º de reclamações relativas a atendiment a públic 3 Entre 0 e 1 20% Negativ Livr de reclamações Direçã Reginal de Lisba e Vale d Tej (DRLVT) Aumentar númer de Centrs de Marcha e Crrida Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 N.º de Municípis inscrits n Prgrama Marcha e Crrida (Aumentar entre 25% a 30%) 20 >30% 100% Psitiv Relatóri d PNMC Plan de atividades 56

57 Prceder à atualizaçã d ficheir de clubes e de assciações da Regiã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 3 N.º de iniciativas de atualizaçã d ficheir % Psitiv Relatóri de Atividades OE 3 N.º de cncelhs a incluir n ficheir % Psitiv Relatóri de Atividades Atualizar a Carta Desprtiva Nacinal na Área de Intervençã da DRLVT Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã Nº de atualizações da Carta Desprtiva Nacinal pr cncelh % Psitiv Relatóri de Atividades Melhrar a qualidade d serviç prestad pela DRLVT as Stakehlders Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº OE 3 Taxa percentual de avaliações [Grau de satisfaçã ds stakehlders relativ a atendiment (presencial, escrit e telefónic), basead em inquérit] Entre 70 a 80% = u > Bm na apreciaçã glbal Superaçã 81% Avaliaçã = u > a Bm na apreciaçã glbal Pnderaçã Increment 80% Psitiv Inquérit Fntes Verificaçã Plan de atividades 57

58 Direçã Reginal d Alentej (DRALe) Melhrar a base de dads existente, de Clubes e Assciações Desprtivas, da Regiã Alentej prmvend a sua atualizaçã e rerganizaçã Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 3 Percentagem de atualizações da base de dads da Regiã (ds regists existentes) [20%;25%] >25% 35% Psitiv Relatóri Final OE 3 Nº de prpstas de melhria/rerganizaçã % Psitiv Relatóri Final OE 3 Praz para apresentaçã d relatóri 15 dez Até 30 nv 40% Negativ GESCOR Apiar a cnslidaçã d Prgrama Nacinal de Marcha e Crrida Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 N.º de ações de prmçã d prgrama junt das Câmaras Municipais 25 >25 40% Psitiv Relatóri Final OE 2 N.º de centrs municipais aberts a públic 8 >8 25% Psitiv Relatóri Final OE 2 N.º de técnics frmads 12 >12 35% Psitiv Relatóri Final Plan de atividades 58

59 Desenvlver tarefas e prcediments de frma adequada btend recnheciment pr parte ds Stakehlders que frequentemente se relacinam cm a unidade rgânica Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 3 Grau de satisfaçã ds stakehlders relativ a atendiment (presencial, escrit e telefónic), basead em inquérit. (Nº ttal de pnts atribuíds / Nº ttal de pnts pssíveis de atribuir) / 100 Grau de satisfaçã > = 70% e < 90% > = 90% 70% Psitiv Inquérit OE 3 N.º de reclamações relativas a atendiment a públic 3 Entre 0 e 1 30% Negativ Livr de reclamações Assegurar uma respsta em temp útil às questões submetidas à DRALe Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 3 Praz médi de respsta para exterir em dias úteis (a aferir em funçã da data de entrada e de saída d dcument de respsta da DRALe. (Smatóri ds dias despendids na respsta / n.º ttal de respstas efetuadas) 8 <8 50% Negativ GESCOR e crrei eletrónic OE 3 Praz médi de respsta interna em dias úteis (a aferir em funçã da data de entrada e de saída d dcument de respsta da DRALe (Smatóri ds dias despendids na respsta / n.º ttal de respstas efetuadas) 8. <8 50% Negativ GESCOR e crrei eletrónic Plan de atividades 59

60 Direçã Reginal d Algarve (DRALg) Apiar a generalizaçã da prática desprtiva através d Prgrama Nacinal de Marcha e Crrida Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 2 Estruturar e acmpanhar desenvlviment d calendári reginal de atividades de marcha e crrida 38 > 38 60% Psitiv Calendári / relatóris semanais da atividade OE 2 Centrs Municipais de Marcha e Crrida em plen funcinament 7 > 7 40% Psitiv Relatóri anual (visita as CMMC) Desenvlver mdels de clabraçã entre e cm várias entidades Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 3 Divulgaçã de atividades desenvlvidas n âmbit desprtiv 35 > 50 75% Psitiv Relatóri Anual OE 3 Fmentar a criaçã de Gabinetes de Acnselhament e Prmçã da Atividade Física, em parceria cm as autarquias lcais, unidades de saúde e ARS Algarve. 8 > 10 25% Psitiv Relatóri anual (reuniões cm ARS Algarve, Autarquias, visita a gabinetes) Estabeleciment de regist em base de dads relativamente a assciativism desprtiv Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 3 Nº de cncelhs a incluir (cm regist d clubes que desenvlvem a sua açã n respetiv cncelh) 14 > 14 50% Psitiv Relatóri da atividade Plan de atividades 60

61 OE 3 Nº de assciações de mdalidade incluídas 10 > 10 50% Psitiv Relatóri da atividade Melhrar a qualidade d serviç prestad pela DRALg as Stakehlders Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 3 Taxa percentual de avaliações [Grau de satisfaçã ds stakehlders relativ a atendiment (presencial, escrit e telefónic), basead em inquérit] Entre 70 a 80% = u > Bm na apreciaçã glbal 81% Avaliaçã = u > a Bm na apreciaçã glbal 100 Psitiv Inquérit Autridade Antidpagem de Prtugal (ADP) - Estrutura de Suprte a Prgrama Antidpagem de Prtugal (ESPAD) Mdernizaçã da ESPAD Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 5 Nº de prcesss cm renvaçã da certificaçã d Sistema de Gestã da Qualidade da ESPAD % Psitiv Emissã d certificad de renvaçã da certificaçã OE 5 OE 5 Praz de implementaçã d prgrama ADAMS (Antidping Administratin and Management System) da AMA (Agência Mundial Antidpagem) Cnclusã da implementaçã d Passaprte Bilógic da Agência Mundial Antidpagem: Praz para cnstituiçã d painel de perits d Passaprte Bilógic da ADP 60 dias após a autrizaçã da CNPD Até 1 de utubr 45 dias após a autrizaçã da CNPD Até 1 de julh 35% Negativ 30% Negativ Autrizaçã da CNPD e dispnibilizaçã d ADAMS na página da ADP na internet Emissã de pareceres pel painel de perits Plan de atividades 61

62 Campanha JUNTOS será + fácil Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 5 Nº de interações invadras lançadas n âmbit da campanha % Psitiv Dcumentaçã elabrada Parcerias realizadas OE 5 Praz de lançament de um síti internet dedicad à Luta cntra a Dpagem n desprt Até 1 de julh Até 1 de abril 50% Negativ Internet OE 5 Praz de prduçã de um manual cm infrmaçã relativa à Luta cntra a Dpagem n desprt a dispnibilizar às Federações Desprtivas, versã Obtençã até 1 de mai Obtençã até 1 de abril 25% Negativ Elabraçã d manual versã Cntrls de Dpagem Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 5 Nº de ações de cntrl de dpagem fra de cmpetiçã % Psitiv Base de dads PNA OE 5 OE 5 OE 5 Nº de amstras reclhidas em cntrls fra de cmpetiçã para deteçã de CERA Nº de amstras reclhidas em cntrls fra de cmpetiçã para deteçã de Hrmna de Cresciment Nº de amstras reclhidas em cntrls fra de cmpetiçã para clheita de amstras de sangue relativas a Passaprte Bilógic % Psitiv Base de dads PNA % Psitiv Base de dads PNA % Psitiv Base de dads PNA Plan de atividades 62

63 Autridade Antidpagem de Prtugal (ADP) - Labratóri de Análises e Dpagem (LAD) Mdernizaçã d Labratóri de Análises de Dpagem Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 5 Reduçã d praz de entrega de resultads (dias) % Psitiv BACAPr (versã 1.0) OE 5 Aument da capacidade de preparaçã de amstras pr sistema rbtizad Obtençã - 15% - Base de dads relativa a cadastr e à lista de equipaments OE 5 Aument da capacidade analítica pr LC/MS/MS % Psitiv Base de dads PNA OE 5 OE 5 Otimizaçã d sistema de exaustã d sistema de gases tóxics Impermeabilizaçã das instalações d edifíci nde está instalada a ADP % Psitiv Base de dads PNA Obtençã - 12,5% - Aut de receçã da bra Increment das atividades labratriais Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 5 OE 5 Nº de amstras analisadas relativas a cntrls de dpagem (urina + sangue) Nº de amstras de sangue analisadas relativas a Passaprte Bilógic % Psitiv BACAPr (versã 1.0) % Psitiv BACAPr (versã 1.0) OE 5 Nº de amstras de sangue analisadas relativas a análises clínicas % Psitiv Base de dads das análises clínicas Plan de atividades 63

64 Melhria d Sistema de Gestã da Qualidade Cncrre p/ Objetiv d QUAR Nº Superaçã Pnderaçã Increment Fntes Verificaçã OE 5 Nº de métds/ensais acreditads n âmbit d sistema de Acreditaçã pel IPAC % Psitiv Certificad de Acreditaçã emitid pel IPAC Plan de atividades 64

65 PLANO DE ACTIVIDADES 1. Criar cndições para melhrar nível de saúde e bem-estar Os índices de Saúde Publica relativamente à ppulaçã juvenil, pese caminh psitiv que alguns têm traçad, mantêm-se precupantes cmparativamente cm s restantes países eurpeus, designadamente nas áreas d alclism e cnsum de substâncias ilícitas, infeções sexualmente transmissíveis, entre elas VIH/ SIDA, gravidez nã desejada das adlescentes, besidade, entre utras. Os indicadres dispnibilizads em estuds Prtugueses e Eurpeus sã indiciadres da necessidade de dar cntinuidade a intervenções eficazes e direcinadas, através de infrmaçã e frmaçã adequadas. Assim, durante an de prcederems à cnslidaçã das intervenções na área da saúde Juvenil, prmçã de estils da vida saudáveis e d bem-estar ds jvens e a refrç de algumas valências, nmeadamente n prgrama Cuida-te e na iniciativa Sexualidade em Linha. Centrarems a nssa atividade na dispnibilizaçã de cnheciment e desenvlviment de cmpetências junts ds diferentes públics, na cnslidaçã e timizaçã ds serviçs de prximidade, na estimulaçã da reflexã e d debate, na viabilizaçã e api a prjets, n desenvlviment de campanhas de infrmaçã e prmçã e n refrç das parcerias de clabraçã Saúde Juvenil e Prmçã de Estils de Vida Saudáveis Prgrama Cuida-te O Prgrama Cuida-te, criad pela Prtaria n.º 655/2008, de 25 de Julh, tem cm principais bjetivs educar para a saúde, prmvend a aquisiçã de cnheciments e cmpetências nesta área, de frma glbal e integradra, interrelacinand as suas diferentes cmpnentes: smáticas, psicafectivas e sciais e estudar, partind ds diagnóstics que frem feits as jvens n âmbit deste prgrama. É cnstituíd pr 5 medidas de açã. Tend presente que, à semelhança da área da Juventude, as principais entidades parceiras d prgrama Cuida-te sfreram prcesss interns de reestruturaçã que riginaram alterações rgânicas, imprta neste an de reavaliar as parcerias existentes, refrçand e revend, quand necessári, s cmprmisss anterirmente assumids. Imprta ainda angariar nvas parcerias que permitam a evluçã d Prgrama numa perspetiva de alargament das valências e da sua atuaçã. Plan de atividades 65

66 Medida 1 Unidades Móveis Cnstituind-se cm a 1ª medida d prgrama Cuida-te, esta é uma das intervenções mais pertinentes em terms de serviç de prximidade e das mais slicitadas. Cinc Unidades Móveis, uma pr Direçã Reginal d IPJ, devidamente apetrechadas, deslcam-se a esclas e utrs lcais cm presença de jvens em númer significativ, cm sejam lcais de diversã diurns e nturns, mstras, feiras e utras iniciativas similares para sensibilizaçã, infrmaçã e acnselhament sbre as temáticas centrais deste prgrama. Na área da nutriçã, imprta dar cntinuidade à parceria estabelecida cm a LPPS Liga Prtuguesa de Prfilaxia Scial, que tem permitid levar a nss públic-alv a campanha Pesar Saúde, cm uma intervençã adequada e muit psitiva. Refrçar e angariar parcerias existentes se é um desiderat imprtante para a glbalidade d prgrama, é fundamental para funcinament das medidas 1 e 4, pis é caminh para refrçar e alargar quer as áreas de atuaçã, quer a abrangência ds serviçs de prximidade. Nesta matéria é imprescindível e fundamental envlviment ds serviçs reginais, cuj lbby junt das parcerias lcais tem resultads mais eficazes e mais direcinads para as necessidades cncretas. Pretende-se alargar a ferta de valências, dispnibilizand utrs serviçs, nmeadamente na área da saúde mental. Há que recnhecer que a saúde mental em Prtugal, designadamente a ds jvens, nã tem tid a atençã necessária e adequada à realidade que as estatísticas ns indicam. Tend em vista a prcura que se tem feit sentir ns váris serviçs e que a ferta de psicólgs ainda nã é hmgénea, send que s existentes, na esmagadra mairia, estã rientads para a prevençã ds cnsums, parece-ns fundamental hmgeneizar a ferta na área da psiclgia. Entendems cm útil a clcaçã de técnics d exercíci físic nas Unidades Móveis. Pr fim, sublinha-se papel imprescindível que as Direções Reginais têm tid na cnduçã destas viaturas, tarefa que tem de ser brigatriamente desempenhada pr um funcinári públic. Imprta sbre esta matéria definir funções e alcar um funcinári a desenvlviment desta tarefa em cncret para bviar algumas dificuldades que têm sid sentidas Medida 2 - Frmaçã N âmbit desta medida sã ministrads pactes de frmaçã, dirigids circunstanciadamente a cada um ds públics que cnstituem s destinatáris d presente prgrama. Será dad um enfque especial a frmat e-learning e be-learning, cncebend e executand testes cm s diferentes públics-alv, cm intuit de a médi praz alargar a intervençã n âmbit desta medida a estes frmats e, cnsequentemente, a um mair númer de frmands. Cntinuarems a direcinar s cnteúds a ministrar, n âmbit d Cuida-te, para as temáticas que mais precupam s jvens, pr um lad, e para s temas cuja intervençã as estatísticas indicam ser fundamental para a prevençã de cmprtaments de mair risc, cm sejam a sexualidade, s cnsums d álcl, tabac e substâncias ilícitas e as questões da nutriçã e exercíci físic. Plan de atividades 66

67 É de vital imprtância que a preparaçã e acmpanhament das ações de frmaçã a serem desenvlvidas cntinue a ser executad num regime de prximidade, para garantir níveis de qualidade adequads. Também n âmbit desta medida, tem vind a ser ministrada frmaçã dirigida a prfessres e utrs prfissinais, cm intuit de s dtar cm cmpetências e cnheciments que s capacitem para intervir junt ds jvens em matérias de saúde e estils de vida saudáveis. Durante an de será elabrad e executad um plan de frmaçã, revists e melhrads s cnteúds frmativs já cncebids, direcinand também a atuaçã para trein das cmpetências. Trna-se, também, fundamental rever e criar parcerias de frma a permitir desenhar e cnslidar estratégias de atuaçã e clcar n terren uma intervençã estruturada e de qualidade. Será incntrnável a cnceçã e execuçã de um plan de infrmaçã assente em parceiras ativas que labrem junt d públic-alv, integrad na estratégia de infrmaçã e prmçã d IPDJ. Pr fim, e cm intuit de efetuar um fllw up da frmaçã ministrada, de esclarecer duvidas e prestar cnsultria em matéria de educaçã sexual, criar uma linha dirigida a prfessr, n enquadrament da iniciativa Sexualidade em Linha e também em clabraçã cm a APF. Será cnvidad para parceir nesta iniciativa Ministéri da Educaçã Medida 3 Teatr-debate O teatr-debate é a medida mais ppular e cm índices de adesã mais elevads. Sã dispnibilizadas peças de teatr debate sbre váris temas relacinadas cm a prevençã da saúde, que estimulem a reflexã e debate sbre as temáticas que sã cnsideradas priritárias neste prgrama. Cntinuarems a dispnibilizar as peças de teatr existentes nas 3 áreas de atuaçã sexualidade, nutriçã e exercíci físic, nutriçã e cnsums, send de manter para efeit a parceria cm a Assciaçã USINA. Acmpanharems a execuçã da peça prevista na área d cnsum d tabac a desenvlver pels parceirs USINA e Pulmnale. A exempl da medida anterir, deverá ser mantid mdel de preparaçã e de acmpanhament d desenvlviment destas ações pr parte das Direções Reginais que tem sid garante da qualidade d trabalh desenvlvid Medida 4 Gabinetes de Saúde Juvenil Espaçs de atendiment gratuits, anónims e cnfidenciais, na área da saúde, assegurads pr uma equipa técnica qualificada e interdisciplinar (médics, enfermeirs, psicólgs, nutricinistas, etc.), dispnibilizada pelas parcerias d prgrama Cuida-te. Plan de atividades 67

68 Pretende-se dar cntinuidade a refrç nas hras e áreas de atendiment ds Gabinetes de Saúde Juvenil. Imprta manter cresciment alcançad e, se pssível, refrçar a atuaçã ds Gabinetes cm nvas áreas, designadamente na área da saúde mental tal cm já referid anterirmente, estabelecend e refrçand parcerias. Tend sid descntinuad, pr falta de financiament pr parte da DGS, prjet em parceria cm CNJ que permitiu dispnibilizar prfissinais da dietética e nutriçã em tds s Gabinetes de Saúde, imprta durante presente an encntrar uma sluçã que permita adequar a respsta nesta área. Para efeit irems angariar nvas parcerias públicas e privadas, nmeadamente junt de empresas da indústria alimentar e farmacêutica ptenciais interessadas em se assciar a este prjet. À semelhança d já referid n cas das Unidades Móveis entendems cm útil a clcaçã de técnics d exercíci físic ns Gabinetes de Saúde Juvenil e fundamental envlviment s técnics reginais na negciaçã das parcerias lcais. Pr fim, tend em vista que 11 ds Gabinetes ainda nã sfreram bras de remdelaçã e redecraçã, prpm-ns efetuar as alterações em falta Medida 5 Api financeir a prjets Prpm-ns apiar, n âmbit da medida 5 d prgrama Cuida-te, prjets de intervençã na área da saúde juvenil. Tend em cnta a publicaçã da Resluçã da Assembleia da República n.º 161/2011, de 29 de Dezembr, será atribuída uma cta específica para prjets na área da prevençã d VIH/sida a serem desenvlvids pr Assciações Juvenis. Aquand da avaliaçã e desenvlviment ds prjets cnheciment das entidades numa perspetiva lcal, pr um lad, e um acmpanhament efetiv e próxim pr utr, sã fatres de sucess que nã se pdem descurar Sexualidade em Linha Criada a 1 de Junh de 1998 pela Prtaria n.º 370 A /98 (2ª serie) de 19 de Març (anex 5), a Linha de Ajuda SEXUALIDADE EM LINHA é um serviç de atendiment, acnselhament e ajuda telefónica nacinal na área da saúde sexual e reprdutiva. Send a área da saúde sexual e reprdutiva, uma área em que muitas vezes s jvens cnvivem cm precnceits e desinfrmaçã, este serviç de âmbit nacinal, cntinua a apresentar-se cm um serviç de extrema imprtância a nível da prevençã e acmpanhament (numa vertente física, psíquica e scial) de situações de risc, tais cm: gravidez na adlescência, infeções sexualmente transmissíveis, incrreta utilizaçã de métds cntracetivs, etc. Durante an de pretende-se alargar a abrangência deste serviç, designadamente através da execuçã de videcnferências cm esclas e utras entidades, bem cm a realizaçã de frmaçã em frmat e-learning, também já referida, e ainda a criaçã e manutençã de uma página n facebk. Plan de atividades 68

69 Prtal da Juventude área da saúde Está dispnível nesta área um serviç de atendiment e acnselhament, anónim e cnfidencial, que tem cm bjetiv dar respsta às questões inerentes à sexualidade juvenil, nutriçã e cnsums, através da utilizaçã da internet, um mei de utilizaçã privilegiada n sei da juventude. O Prtal da Juventude ferece, ainda, uma área de cnteúds na área da saúde juvenil. N an de irems diversificar a ferta de temas cm intuit de trnar esta área cada vez mais transversal a tdas as áreas da saúde juvenil e também dispnibilizar 2 jgs educativs que animem a infrmaçã veiculada Campanhas de infrmaçã Prque entendems que álcl e tabac sã duas áreas em que imprta intervir, é de tda a pertinência desenvlviment de iniciativas de intervençã nestas matérias, nmeadamente campanhas de prevençã. Feita a avaliaçã d decréscim d númer de chamadas é fundamental prceder a uma ampla divulgaçã/ campanha deste prjet junt das esclas, prfessres, educadres e públic em geral. 2. Melhrar a acessibilidade, prmver a inclusã, incrementar a prática desprtiva ds cidadãs mais vulneráveis e apiar desenvlviment das seleções nacinais e d desprt de alt rendiment O IPDJ, I.P. apiará a criaçã de melhres cndições rganizacinais e peracinais das federações desprtivas através da cmparticipaçã ds custs da sua atividade n que diz respeit à sua estrutura interna, à rganizaçã de quadrs cmpetitivs, a desenvlviment da atividade desprtiva, a api a clubes e agrupaments de clubes filiads, à implementaçã de prjets invadres de desenvlviment da prática desprtiva, cm incidência ns cidadãs mais vulneráveis, garantind a qualificaçã ds Recurss Humans d Desprt Prmçã, desenvlviment e divulgaçã d Desprt e da prática regular de atividade física Api a desenvlviment da prática desprtiva (DPD) Será assegurad api à criaçã de melhres cndições rganizacinais e peracinais das federações desprtivas através da cmparticipaçã ns custs da sua atividade n que diz respeit à sua estrutura interna, à rganizaçã de quadrs cmpetitivs, a desenvlviment da atividade desprtiva, a api a clubes e agrupaments de clubes filiads, à implementaçã de prjets invadres de desenvlviment da prática desprtiva juvenil, feminina, e também na área d desprt adaptad. Plan de atividades 69

70 Prceder-se-á à assinatura de cntrats-prgrama específics cm cada uma das federações cm estatut de utilidade pública desprtiva (EUPD). Será cntrlada a execuçã financeira e técnica, bem cm a entrega das brigações cntratuais de ans transats de cada um ds prgramas financiads Plan Nacinal de Prmçã d Desprt (PNPD) Lançament d Plan Nacinal de Prmçã d Desprt (PNPD). O PNPD tem cm missã a prmçã glbal da atividade física e d desprt de frma transversal em tdas as áreas da sciedade e acessível a tds s cidadãs. Pretende-se: Implementar plíticas multissetriais e multidisciplinares que cntribuam para desenvlviment de um ambiente de suprte n sentid de prmver e generalizar a atividade física enquant mecanism essencial para a melhria da aptidã física, da qualidade de vida e da saúde pública, pela criaçã de prtunidades de prática da atividade física de uma frma cntinuada para tdas as pessas. Criar um prgrama de grande impact, através de uma açã cncertada de diverss agentes públics e privads cm respnsabilidades diferenciadas mas cujas cmpetências cnvergem para uma açã cncertada de uniã de esfrçs e de elevada respnsabilidade scial na prevençã d sedentarism, melhria das cndições de saúde e de vida da ppulaçã e na integraçã scial e cidadania. O PNPD será desenvlvid em 3 grandes vetres estratégics: Aument quantitativ e qualitativ das práticas e ds praticantes de atividade física e d Desprt; Invaçã e Frmaçã; Infrmaçã e Cmunicaçã. E terá 6 princípis estratégics, a saber: Cperaçã intersectrial; Plíticas de prximidade a cidadã; Rentabilizaçã de recurss; Simplificaçã de prcesss; Prgramas e prjets setriais; Mnitrizaçã/Avaliaçã ds prjets. A elabraçã deste plan assentará basicamente em 2 bjetivs estratégics: Plan de atividades 70

71 Melhrar a Igualdade e Equidade n acess à prática da Atividade Física para tds s cidadãs; Melhrar cnjunt ds resultads da Atividade. Cnsiderand a realidade ds váris sectres envlvids (Desprt, Educaçã, Saúde, Ciência, Ambiente, Trabalh, Segurança Pública, Transprtes), serã lançadas campanhas de cmunicaçã dirigidas, (nacinais, reginais e lcais), que se traduziram num fment da prática de atividade física através da criaçã de prtunidades de prática de atividade física e desprtiva cntinuada para tdas as pessas. Mbilizar cerca de pessas para a prática das marchas e caminhadas, através da divulgaçã e acmpanhament d Prgrama Nacinal de Marcha e Crrida (PNMC) será um ds bjetivs d Plan Nacinal de Prmçã d Desprt, em cnjunt cm a Federaçã Prtuguesa de Atletism e a Faculdade de Desprt da Universidade d Prt. Pretende-se cm este Prgrama aumentar s índices de prática de atividade física e desprtiva em Prtugal, implementand também hábits de vida mais saudáveis. O PNMC cntará cm um plan de frmaçã para glórias d Atletism Prtuguês, que prcurará desenvlver cm as grandes referências d desprt nacinal, um trabalh para futur, de md a que a intervençã de tds cntinue a servir país da melhr frma, mtivand a ppulaçã Prtuguesa para uma prática desprtiva regular e tecnicamente qualificada. Esta iniciativa desprtiva e recreativa envlverá várias entidades cm respnsabilidades diferenciadas, cm especial destaque para s Municípis, s serviçs descncentrads d IPDJ, I.P., e as Assciações Distritais de Atletism e Clubes, cujas cmpetências cnvergem para uma açã cncertada de uniã de esfrçs e de elevada respnsabilidade scial na prevençã d sedentarism e melhria das cndições de saúde da ppulaçã. Em cnjunt cm as restantes entidades envlvidas, pretendem-se atingir priritariamente s seguintes bjetivs: Assegurar a prmçã e incentiv à prática desprtiva regular da ppulaçã prtuguesa; Cntribuir para a melhria ds níveis de saúde da ppulaçã prtuguesa através de uma prática desprtiva regular; Cntribuir significativamente para um aument d númer de praticantes de marcha e crrida em td país; Valrizar a imagem da prática da crrida de lazer e recreaçã, para que nã esteja apenas relacinada cm rendiment desprtiv; Envlver e desenvlver mecanisms de cperaçã entre diferentes instituições (autarquias, rganizações de events, clubes, assciações desprtivas, esclas, entre utras) para um prjet nacinal n âmbit da prática da marcha e crrida; Cmbater s hábits de sedentarism; Aumentar as prtunidades de prática desprtiva de tda a ppulaçã; Desenvlver e refrçar junt das cmunidades lcais, um ambiente scial encrajadr de um estil de vida ativ. Plan de atividades 71

72 Cm lançament d Plan Nacinal de Prmçã d Desprt, pretende-se incrementar desenvlviment de um mviment desprtiv fundamentad em prgramas frtes, de grande impact, que fmentem a prática de atividade física e desprtiva para tds, prmvend a perceçã de tda a ppulaçã de que a prática de atividade física é um direit de tds, sejam prfissinais, amadres u praticantes de âmbit recreativ u esclar, independentemente da raça, etnia, classe scial u géner. A atividade física deverá ser uma frma de prmver, nã só Desprt cm s estils de vida ativs, mas também de desenvlviment pessal e scial, reduzind a vilência e sustentand a integraçã scial. Cust: Qualificaçã ds Recurss Humans d Desprt Prgrama Nacinal de Frmaçã de Treinadres A qualidade e aument da frmaçã ministrada a agentes desprtivs, pssibilita a tds s interessads acess às qualificações necessárias fundamentais para se atingir um mair númer de cidadãs ativs, cntribuind assim para baixar a taxa de sedentarism, e melhrar nível de saúde e de bem-estar. A implementaçã d Prgrama Nacinal de Frmaçã de Treinadres (PNFT) teve seu iníci n dia 01 de Junh de 2011, cm iníci d Regime Transitóri. Trata-se d primeir pass na implementaçã d PNFT, previst n Decret-Lei n.º 248-A/2008, de 31 de Dezembr, e que irá permitir as treinadres que, n passad, btiveram as suas qualificações ns curss efetuads sb égide das Federações Desprtivas, cnverter aqueles títuls na Cédula de Treinadr de Desprt (CTD). Este regime transitóri terá a duraçã de um an, find qual nã será pssível cnverter s atuais títuls em CTD. Pretende-se, até a final d an, dar iníci à frmaçã de treinadres de acrd cm estipulad n PNFT. Pretende-se, até a final d an cncluir tdas as fases d prcess de Frmaçã, desenvlvend as seguintes atividades: Implementar prcess de atribuiçã de CTD pela via de equivalência as níveis de frmaçã atribuíds pelas Federações Desprtivas Estabelecer a relaçã entre as Etapas de Desenvlviment ds Praticantes e s Graus de CTD Estabelecer regras para desenvlviment e peracinalizaçã, pelas federações desprtivas, de ações de Frmaçã Cmplementar - Adequaçã d grau de frmaçã ds treinadres n ativ face às funções que desempenham Definir regras e acmpanhar prcess de cnstruçã ds Referenciais de Frmaçã (cmpnente geral e cmpnente específica) ds curss de treinadres Definir regras e acmpanhar prcess de cnstruçã ds Cnteúds de Frmaçã (cmpnente geral e cmpnente específica) ds curss de treinadres Criar e implementar Medidas de Api Financeir às federações desprtivas para a cnstruçã ds referenciais de Frmaçã e para a prduçã ds cnteúds de frmaçã - cmpnente específica de frmaçã Plan de atividades 72

73 Definir e cnceber regulament de Estági ds curss de frmaçã de treinadres Definir, cnceber e implementar sistema de atribuiçã de CTD pela via da Frmaçã Técnic- Prfissinal n âmbit d sistema desprtiv (Manual de Certificaçã) Definir, cnceber e implementar sistema de atribuiçã de CTD pela via da Equivalência à Frmaçã Académica (Manual de Certificaçã) Definir, cnceber e implementar sistema de Recnheciment de Entidades Frmadras Definir e cnceber Regulament de Frmaçã Cntínua (prcess de renvaçã de CTD) Certificaçã de Recurss Humans n Desprt Sistema de Certificaçã de Recurss Humans d Desprt Aumentar a eficiência e eficácia d sistema de Certificaçã de RH s d Desprt n cumpriment d quadr legal em vigr é um ds bjetivs estabelecids. Tend em cnsideraçã as diferentes valências em terms de certificaçã, nmeadamente, na Frmaçã de Treinadres, Frmaçã de Técnics de Fitness, Diretres Técnics, Frmaçã Cntínua e Centr de Mergulh, esta é uma área de grande relevância para a Frmaçã de Recurss Humans d Desprt, imprta desenvlver as seguintes atividades: Desenvlver e implementar uma platafrma infrmática (dispnível na internet) para a efetuaçã e gestã de pedids de certificaçã d desprt Aumentar a eficácia da Divisã de Frmaçã n tratament de prcesss de certificaçã e na respsta as pedids de infrmaçã, através de criaçã de mdels de atuaçã e da melhria da cmunicaçã interna Garantir uma clabraçã expedita das federações desprtivas na validaçã de pedids de CTD (Regime Transitóri) Certificações: Cédula de Prfissinais Respnsáveis pela Orientaçã e Cnduçã de Atividades Físicas e Desprtivas - CPROCAFD; Inscriçã / Certificad de Diretr/a Técnic/a I/C DT; Cédula de Treinadr/a de Desprt - CTD; Títul Nacinal de Mergulh TNM Sustentabilidade na Certificaçã de Recurss Humans d Desprt Para cumpriment desta medida, afigura-se cm fundamental, assegurar cumpriment da seguinte atividade: Aumentar a eficiência a nível ds cnsums, nmeadamente, erradicand us de papel e diminuind significativamente envi de cmunicações pr via pstal Plan de atividades 73

74 Sistema de Recnheciment de Entidades Frmadras e Hmlgaçã de frmaçã N âmbit d bjetiv de aumentar a eficiência e eficácia d sistema de Recnheciment de Entidades Frmadras e Hmlgaçã de frmaçã para renvaçã de certificaçã (Frmaçã Cntínua), IPDJ, I.P. prpõe-se: Desenvlver e implementar uma platafrma infrmática (dispnível na internet) para a efetuaçã e gestã de pedids de Recnheciment de Entidades Frmadras e Hmlgaçã de frmaçã para renvaçã de certificaçã (Frmaçã Cntínua) Aumentar a eficácia da Divisã de Frmaçã n tratament de prcesss de Recnheciment de Entidades Frmadras e Hmlgaçã de frmaçã e na respsta a pedids de infrmaçã Fiscalizaçã pr parte das entidades cmpetentes Para melhrar as cndições para cumpriment da açã de fiscalizaçã pr parte das entidades cmpetentes, IPDJ, IP prpõe desenvlver as seguintes atividades: Desenvlver e implementar uma platafrma infrmática (dispnível na internet) que permita de frma expedita acess das entidades fiscalizadras as prcesss de certificaçã existentes; Realizar, junt das entidades fiscalizadras, ações de frmaçã sbre sistema de certificaçã de RH s d Desprt e a utilizaçã da platafrma infrmática de gestã ds prcesss de certificaçã Licenciament de Prestadres de Serviçs de Mergulh Amadr O IPDJ,I.P. é a entidade certificadra e hmlgadra n âmbit d mergulh amadr em Prtugal, cm tal tem um cnjunt de atribuições específicas neste camp, destacand-se a emissã d Títul Nacinal de Mergulh e Licenciament das entidades que prestam serviç nesta área Licenciament de Serviçs de Mergulh Para aumentar a eficiência e eficácia d sistema de licenciament de serviçs de mergulh n cumpriment d quadr legal em vigr, nmeadamente n que diz respeit a: esclas de mergulh; centrs de mergulh; enchiment de garrafas e aluguer de equipament, sã prpstas duas atividades: Desenvlver e implementar uma platafrma infrmática (dispnível na internet) para a efetuaçã e gestã de pedids de Licenciament de Serviçs de Mergulh. Aumentar a eficácia da Divisã de Frmaçã n tratament de prcesss de Licenciament e na respsta as pedids de infrmaçã, através de criaçã de mdels de atuaçã e da melhria da cmunicaçã interna. Para garantir uma mair sustentabilidade d sistema de Licenciament de Serviçs de Mergulh trna-se necessári: Aumentar a eficiência a nível ds cnsums, nmeadamente, erradicand us de papel e diminuind significativamente envi de cmunicações pr via pstal. Plan de atividades 74

75 Fiscalizaçã pr parte das entidades cmpetentes Para melhrar as cndições para cumpriment da açã de fiscalizaçã pr parte das entidades cmpetentes, prpms desenvlver as seguintes atividades: Desenvlver e implementar uma platafrma infrmática (dispnível na internet) que permita de frma expedita acess das entidades fiscalizadras as prcesss de licenciament existentes Realizar, junt das entidades fiscalizadras, ações de frmaçã sbre sistema de licenciament Serviçs de Mergulh e a utilizaçã da platafrma infrmática de gestã ds prcesss de certificaçã Platafrma PRODesprt Esta ferramenta tecnlógica trna mais fácil, expedit e sustentável sistema de gestã de prcesss de emissões e renvações de Certificações ds Recurss Humans d Desprt Para respnder às expectativas de eficiência e de qualidade de cerca de treinadres, que irã aceder à PRODesprt, a fim de slicitarem a sua Cédula, imprta garantir uma cnstante adequaçã da platafrma às necessidades ds seus utilizadres (interns e externs) aumentand a eficácia d sistema, pel que IPDJ, I.P. prpõe-se assegurar as seguintes atividades. Identificar, através de questinament, quais as principais qualidades e lacunas da platafrma, na ótica ds utilizadres, cm vista a identificaçã e adçã de melhrias n sistema Intrduzir nvas valências na platafrma PRODesprt que cncrram para a desmaterializaçã de prcediments facilitand prcess de instruçã, tratament e respsta. Efetuar peridicamente vistrias/testes de cntrl (tipificads) a funcinament d sistema. Garantir um cntrat de manutençã crretiv e evlutiv da PRODesprt cm a entidade que desenvlveu esta platafrma Prgrama Jvens n Desprt um Pódi para Tds O IPDJ, I.P. em irá recnhecer publicamente trabalh desenvlvid pels treinadres e clubes que se dedicam à causa da frmaçã ds jvens praticantes desprtivs nas diferentes mdalidades desprtivas, na defesa ds interesses e necessidades ds jvens e na prcura permanente de uma intervençã cm mair qualidade. O aspet que será mais visível e relevante deste prgrama será a realizaçã d Seminári Internacinal Trein de Jvens. O seminári sbre desenvlviment da prática desprtiva para a ppulaçã juvenil, terá cntribut de especialistas e treinadres cm experiência de atuaçã neste grup específic. Plan de atividades 75

76 2.3. Api a desenvlviment d desprt de alt rendiment e das seleções nacinais O desprt de alt rendiment é hje recnhecid cm imprtante fat de desenvlviment desprtiv. Para além de gzar de um invulgar impact n plan scial, gera um interesse e entusiasm pel desprt que acaba pr cntribuir para a generalizaçã da prática desprtiva. O cnceit de desprt de alt rendiment está relacinad cm um elevad cariz de seleçã, rigr e exigência e pr iss apenas alguns ds melhres praticantes prtugueses se encntram abrangids pr este nível de prática desprtiva. Efetivamente a lei define alt rendiment cm a prática desprtiva em que s praticantes btêm classificações e resultads desprtivs de elevad mérit, aferids em funçã ds padrões desprtivs internacinais Api às Seleções nacinais e a alt rendiment AR O api financeir para alt rendiment e seleções nacinais destinar-se-á, priritariamente, às mdalidades que atualmente sã titulares de classificações relevantes ns escalões absluts em Campenats d Mund e da Eurpa e às que se encntrarem a disputar qualificações em fases avançadas em mdalidades que estã inseridas n Prgrama Oficial ds Jgs Olímpics e Paralímpics. Serã assegurads s meis financeirs para api a desenvlviment ds prgramas de alt rendiment e seleções nacinais das diferentes federações desprtivas, bjetivand a btençã de resultads desprtivs de excelência n plan internacinal e que se traduzam num fatr ptencializadr de um melhr desenvlviment d desprt Prtuguês. Esta medida inclui a instruçã ds prcesss de cncessã de blsas académicas as praticantes em regime de alt rendiment, que desejem frequentar, n País u n Estrangeir, estabeleciments de ensin que desenvlvam mdels de cmpatibilizaçã, entre respetiv plan de estuds e regime de trein e prpr mntante d api cm vista à celebraçã ds respetivs cntrats-prgrama Api a prjet límpic e paralímpic LONDRES O IPDJ, I.P. assegurará especiais cndições de preparaçã as praticantes que reúnem cndiçã desprtiva para se classificarem em finais, ½ finais u psições equivalentes, ns Jgs Olímpics através d api financeir cncedid a abrig de cntrat-prgrama celebrad cm Cmité Olímpic de Prtugal. Serã também asseguradas, cnjuntamente cm Institut Nacinal para a Reabilitaçã, I. P., especiais cndições de preparaçã as praticantes que reúnem cndiçã desprtiva para se classificarem em finais, ½ finais u psições equivalentes ns Jgs Paralímpics, dand cumpriment a regulament d Prjet Paralímpic acrdad cm Cmité Paralímpic de Prtugal. Plan de atividades 76

77 2.3.3 Api à atividade regular das entidades de cúpula Será assegurada a valrizaçã da atividade de entidades de cúpula d mviment desprtiv, através d api à criaçã de melhres cndições rganizacinais e peracinais das entidades, entre elas, Cmité Olímpic de Prtugal, Cmité Paralímpic de Prtugal a Cnfederaçã d Desprt de Prtugal, e a Cnfederaçã Prtuguesa das Assciações de Treinadres Missã Olímpica / Missã Paralímpica A rganizaçã da Missã de Prtugal as Jgs Olímpics e Paralímpics, Lndres reveste-se de crucial imprtância para País e cnstitui culminar d investiment significativ aplicad n assciativism desprtiv, nmeadamente a Cmité Olímpic de Prtugal e a Cmité Paralímpic de Prtugal n âmbit d Prgrama de Preparaçã Olímpica e Paralímpica, Lndres. O IPDJ, I.P. cncederá as dis Cmités, um api financeir destinad a cmparticipar a execuçã e rganizaçã das Atividades da Missã Prtuguesa as Jgs Olímpics e Paralímpics de Lndres 2.4. Medicina Desprtiva O api médic-desprtiv as atletas de Alt Rendiment, das Seleções Nacinais, Clubes Desprtivs e ppulaçã desprtiva em geral será assegurad pels serviçs d Departament de Medicina Desprtiva em variadas valências, tais cm: exames médic-desprtivs, Cardilgia, Fisilgia d Exercíci, cnsultas de nutriçã, Orttraumatlgia, Exames Cmplementares de Diagnóstic, Prvas de esfrç para avaliaçã de capacidade e ptência aeróbia e anaeróbia, Electrcardigramas (ECG) de esfrç (Prtcl de Bruce, ECG ambulatóri de 24h (Hlter), Eccardigrama md M, bidimensinal e Dppler, Mediçã Ambulatória da Pressã Arterial (M.A.P.A.), Dinammetria Iscinética, Radilgia Instalações especializadas, Labratóri de Fisilgia d Exercíci, Sectr de Fisiterapia e Departament de Cardilgia, N an de, espera-se a realizaçã de exames médic-desprtivs, cnsultas e trataments Api à frmaçã médica pós-graduada Api à frmaçã médica especializada, ns curss de Pós-Graduaçã em Medicina Desprtiva, através de um prtcl de clabraçã cm a Sciedade Prtuguesa de Medicina Desprtiva. Serã estabelecids prtcls de investigaçã, n âmbit da medicina, cm utras instituições. O Departament de Medicina Desprtiva apiará também tds s médics que apresentem cass clínics particulares, de praticantes, para s quais seja necessári elabrar parecer clínic para decisã médic-desprtiva, desde que esses praticantes sejam devidamente referenciads. Plan de atividades 77

78 Avaliaçã e cntrl de trein A nível da avaliaçã e cntrl de trein, pól d Centr de Alt Rendiment (CAR) que funcina nas instalações d Cmplex de Piscinas d Jamr, dispnibilizará acess as atletas de diferentes serviçs especializads. N gabinete de avaliaçã s atletas pdem efetuar avaliações e cntrls de trein n dmíni da avaliaçã da mrflgia, da cmpsiçã crpral, diagnóstic técnic e bimecânic. Os atletas têm livre acess a uma sala de exercíci de 350 m2 exclusiva para praticantes de alt rendiment equipada cm 25 ergómetrs e pr cerca de 60 equipaments para trein de frça. A sala de trein em altitude cmprta duas valências distintas, uma centrada n trein em cndiçã de hipxia e utra centrada nas adaptações fisilógicas decrrentes da permanência, em situaçã de repus em cndiçã de hipxia. N an esperam-se avaliar 475 atletas, e realizar avaliações e cntrls de trein Api à rganizaçã de grandes events desprtivs internacinais em Prtugal. A rganizaçã de events desprtivs internacinais em Prtugal será um fatr ptencializadr de um melhr desenvlviment d desprt Prtuguês e refrçará a imagem de Prtugal n plan internacinal. Serã apiads pr rdem decrescente de priridade a: Organizaçã de Campenats d Mund e da Eurpa de mdalidades que integram prgrama ficial ds Jgs Olímpics e ds Jgs Paralímpics; Organizaçã de Campenats d Mund e da Eurpa das mdalidades que nã integram prgrama ficial ds Jgs Olímpics e ds Jgs Paralímpics; Organizaçã de Campenats d Mund e da Eurpa disputads n escalã etári imediatamente abaix d escalã abslut; Organizaçã de Cmpetições Internacinais de elevad prestígi e nível cmpetitiv, enquadradas ns calendáris ficiais da respetiva federaçã internacinal (Taças d Mund, Trneis de nível A u equivalentes). Ascendem a 80 s events a apiar. 2.6 Deslcações para as Regiões Autónmas da Madeira e ds Açres Incumbe a Estad adtar e acmpanhar medidas que tenham em vista s princípis da cesã e da cntinuidade territrial, permitind desenvlviment harmnis e integrad da atividade física e d desprt, cmbatend as assimetrias reginais e cntribuind para a inserçã scial e para a cesã nacinal. Plan de atividades 78

79 Para cmbater s desequilíbris riginads pel afastament e pela insularidade, IPDJ, I.P. garantirá a cmparticipaçã financeira relativamente as encargs cm a deslcaçã, pr via aérea, entre territóri d cntinente e as Regiões Autónmas da Madeira e ds Açres, de equipas desprtivas de clubes d cntinente de diversas mdalidades que disputem s campenats nacinais e a Taça de Prtugal. 2.6 Prémis de alt rendiment pr btençã de resultads de mérit desprtiv Ainda n âmbit d desprt de alt rendiment, IPDJ, I.P. prcederá à instruçã ds prcesss e prpr pagament ds prémis de alt rendiment pr btençã de resultads de mérit desprtiv, prevists n artig 33.º d Decret-Lei n.º 125/95, de 31 de Mai, cujs valres sã fixads pela Prtaria n.º 211/98 de 3 de Abril e pela Prtaria n.º 393/97 de 17 de Junh 2.7 Carreiras duais Serã definids mdels de gestã mista ds centrs de alt rendiment, que permitam ajustar s estatuts de acess a alt rendiment, cmpatibilizand-s cm a frmaçã esclar ds atletas. Cm medidas previstas está cmtemplad api pedagógic e acmpanhament pr tutres residentes. 3. Incentivar um mdel de clabraçã entre e cm s intervenientes da sciedade civil, mviment assciativ, agentes desprtivs e entidades públicas 3.1 Reativaçã da Fundaçã d Desprt Fi cnsiderada cm uma medida imprtante para fment e desenvlviment d desprt de alt rendiment e da rganizaçã ds grandes acnteciments desprtivs, a reativaçã da Fundaçã d Desprt. O IPDJ, I.P. apiará através de api financeir este binómi Estad-Empresas Públicas e Privadas, que terá cm bjetiv essencial de assegurar a gestã ds Centrs de Alt Rendiment Desprtiv, bem cm de apiar events desprtivs internacinais Parcerias cm entidades Públicas e Privadas O Centr Desprtiv Nacinal d Jamr (CDNJ) é um lcal destinad a tds, a atletas, famílias e simples amantes d desprt e da natureza. Plan de atividades 79

80 A lng d an, este espaç cm 240 hectares, que integra um vast espaç flrestal e 27 infraestruturas de excelência dedicad a desprt de lazer e a desprt de alt rendiment, desenvlverá diverss events através de rganizaçã própria e também em parceria cm diversas entidades, prprcinand às crianças, jvens, adults e pessas idsas a melhria da sua aptidã fisilógica e psiclógica. Das instalações desprtivas e de lazer destacam-se: piscinas, centr de ténis, estádi de hnra, camps de futebl, camp de hóquei, camps de râguebi, pistas de crsse, carreira de tir, atividades náuticas, camp de tir cm arc, parede artificial de escalada, espaç de jg e recrei, sala de exercíci, ginási a ar livre, e miniglfe. Pelas suas características, prevê-se que em decrram n CDNJ iniciativas várias, públicas e privadas, nmeadamente: Espírit Desprtiv (Câmara Municipal de Oeiras); Escla Segura (PSP); Crre Jamr (HMS); Dia da Família (Desprt Esclar); Duck Race (Fundaçã Gil); Duatl Internacinal (Federaçã de Triatl de Prtugal); Taller Ships (Aprvela); Lisbn Cup; Taça Cca-Cla (FP Futebl Cca-Cla); Festival de Rugby Juvenil Internacinal (Federaçã Prtuguesa de Rugby e Mve Sprt); Taça de Prtugal de Futebl (Federaçã Prtuguesa de Futebl); Estril Open (Jã Lags Sprt); Maratna Carls Lpes (Fundaçã Carls Lpes); Mve-te pela Inclusã (CDNJ) Prgrama de Cmbate à Obesidade na Regiã d Algarve Escla Ativa O cnsens em trn da prblemática da Obesidade Infantil levu a Administraçã Reginal de Saúde d Algarve, IP (ARS Algarve) e a Escla Superir de Saúde da Universidade d Algarve a cnceberem Prgrama de Cmbate à Obesidade Infantil n Algarve. Fram, nesse âmbit, implicadas utras instituições através de um Prtcl de Clabraçã, num ttal de 24 parceirs, entre s quais a Direçã Reginal d Algarve d IPDJ, I.P. N âmbit d referid Prgrama fi criad Prjet Escla Ativa, um prjet de abrangência reginal, que se fundamenta na prmçã da quantidade e qualidade da prática de atividade física e desprtiva da ppulaçã infantil e pretende favrecer, sbretud, a diminuiçã d excess de pes, cntribuind para a frmaçã de indivídus cm estils de vida saudáveis. O prjet destina-se a tds s aluns d Ensin Básic ds Agrupaments de Esclas d Algarve, privilegiand s aluns d Pré-Esclar e 1º Cicl pr razões de preccidade e prevençã de pes, desenvlvend-se através de tda a Cmunidade Esclar, assim cm cm s técnics de saúde e das autarquias. Plan de atividades 80

81 A implementaçã e a peracinalizaçã da Escla Ativa encntra-se a carg da Direçã Reginal de Educaçã d Algarve (DREAlg) desde seu iníci em 2008/2009, cntand atualmente cm mais de crianças, na ttalidade ds 16 Cncelhs d Algarve. N âmbit d Prjet, serã prmvids Encntrs Desprtivs da Escla Ativa, cm api e a rganizaçã das Autarquias d Algarve, ns quais IPDJ, I.P., pretende cntribuir através da cedência de materiais prmcinais da atividade física e de api técnic especializad Gabinetes de Acnselhament e Prescriçã da Atividade Física (GAPAF) Em 2008 fi prpst, através da ARS, IP Algarve e Direçã Reginal d Algarve d Institut, Prjet de Prtcl de Cmprmiss Cntra a Obesidade n Algarve, a celebrar entre s Municípis e s respetivs Centrs de Saúde (CS), dand lugar, em alguns lcais, as Gabinetes de Acnselhament e Prescriçã d Exercíci, tend cm bjetiv a cncretizaçã de um prcess de rentabilizaçã de recurss, humans e materiais, entre as partes, para a execuçã da intervençã na cmunidade respetiva. Neste sentid pretende-se fmentar a criaçã de gabinetes de acnselhament e Prmçã da Atividade Física, em parceria cm as autarquias lcais, unidades de Saúde e ARS Algarve. Pretende-se que esta parceria seja alargada e dinamizada pelas restantes Direções Reginais Prgrama de Cperaçã Transfrnteiriça Espanha-Prtugal Pretende-se aumentar a participaçã e dinamizaçã ds prjets de cperaçã transfrnteiriça entre s mviments assciativs das diferentes prvíncias espanhlas e as regiões prtuguesas. Um ds prjets a manter será Encntr Desprtiv Juvenil Algarve-Andaluzia. Este é um prjet de cperaçã transfrnteiriça, entre IPDJ, I.P., e a Junta de Andaluzia (através da Cnsejaría de Turism, Cmerci y Deprte Dirección General de Planificación e Prmción del Deprte), celebrad em Dezembr de 1996, através d qual se realiza anualmente um Encntr Desprtiv Juvenil entre Algarve e a Andaluzia, visand essencialmente a cperaçã e prmçã ds valres d desprt Enquadrament Técnic O Institut apia financeiramente a criaçã de cndições para a cntrataçã de técnics desprtivs qualificads para dirigir e/u crdenar s prgramas, prjets e/u atividades de natureza desprtiva implementads pel assciativism desprtiv que valrizam as ações das federações desprtivas e utras entidades desprtivas relevantes. Plan de atividades 81

82 3.4. Observatóri Eurpeu D Empreg E Desprt EOSE Cperar cm rganisms cngéneres ds países da Uniã Eurpeia tend em vista a harmnizaçã estatística e a intercmunicabilidade de dads n camp d empreg e frmaçã d desprt será um ds bjetivs n an. O IPDJ, I.P. irá cperar cm Observatóri Eurpeu d Empreg e d Desprt (EOSE), através de parcerias em prjets e estuds eurpeus. Prmver e facilitar a trca de cnheciment especializad em matéria de empreg e frmaçã d desprt a nível nacinal e eurpeu será fundamental. Preveem-se cm atividades a desenvlver: Apiar prcess de reclha de infrmaçã a nível nacinal nas atividades d EOSE; Apresentar e prpr à direçã a parceria em prjets eurpeus em que EOSE é entidade prmtra; Prmver a participaçã de um representante na AG EOSE Instruçã e Inscriçã n Regist Nacinal de Pessas Singulares e Cletivas, Distinguidas Cm Medalhas Desprtivas A abrig d Decret-Lei n.º 55/86, de 15 de Març, IPDJ, I.P. irá prpr a atribuiçã de medalhas desprtivas a cletividades u individualidades, nacinais u estrangeiras, que tenham prestad relevantes serviçs a desprt prtuguês, cmpreendend s seguintes graus: Medalha de bns serviçs desprtivs; Medalha de mérit desprtiv; Medalha de hnra a mérit desprtiv; Clar de hnra a mérit desprtiv Mecenat desprtiv O IPDJ, I.P. aplicará a legislaçã ds benefícis fiscais, nmeadamente n que se refere a Mecenat Desprtiv. Serã assegurads s regists e dispnibilizaçã a públic em geral de infrmações sbre recnheciment d Mecenat Desprtiv. 4. Refrçar as medidas específicas para cmbate a desempreg ds mais jvens, estimuland empreendedrism ecnómic e scial 4.1. Infrmaçã e Frmaçã Numa sciedade cmplexa a infrmaçã que circula ns diferentes suprtes cnstitui-se, muitas vezes, cm ruíd. É fundamental desenvlver e sedimentar cnteúds que respndam de frma rápida e credível às necessidades ds futurs empreendedres jvens. Plan de atividades 82

83 A cnstituiçã de redes e trabalh em rede sã instruments de que nã se pde abdicar, na medida em que a extensã d cnheciment que se pssui, aliad à velcidade em que mesm se transfrma e evlui, implicam respstas rápidas e flexíveis em detriment de respstas mais centralizadas e hierarquizadas. Pretende-se, assim, dtar a intervençã de serviçs capazes, credíveis, cmpetentes e flexíveis, tend pr base um cnjunt de iniciativas que cncrrem para este bjetiv. O papel ds serviçs descncentrads trna-se vital uma vez que estes pdem cnstituir-se cm uma parte imprtante da rede nesta área, pel cnheciment que pssuem d tecid scial assim cm pela cnfiança que lhes é cnferida pels diferentes agentes n terren INOVA, Esclas Cncurs de ideias, em trn de 4 áreas e de 3 temáticas, direcinad para as esclas. Destina-se a envlver a cmunidade esclar d ensin secundári e prfissinal através de um trabalh sistemátic na prcura de sluções criativas que estimulem a análise crítica e espírit empreendedr INOVA, assciações Pretende-se estimular mviment assciativ jvem através da aquisiçã de cmpetências, na área d empreendedrism, enquant estruturas disseminadas em td espaç cntinental de prximidade cm as cmunidades e em particular cm as cmunidades jvens. Apia prjets de jvens que permitem incentivá-ls à cnstituiçã de estruturas empresariais que pssam suprir necessidades lcais. A implementar n decurs deste an, n âmbit d Plan Estratégic para Empreendedrism e a Invaçã + E + I Empreende Já Wrkshps frmativs de deteçã de ideias a realizar em cada Direçã Reginal d IPDJ cm a duraçã de cinc semanas, durante um dia pr semana. Trabalhar cmpetências de desk research cm s jvens cm bjetiv de detetar ideias cm ptencialidade para evluírem para prjets Finicia Jvem Eix 1 Serviç especializad de infrmaçã as jvens, visa prmver acess à infrmaçã sbre s apis a empreendedrism dispníveis, quer n sectr públic, quer n sectr privad. Dispnibiliza cnteúds que permitem um cnheciment das diferentes fertas e prtunidades. Plan de atividades 83

84 4.2. Empreendedrism ecnómic e scial O desenvlviment de ideias e cmpetências, que prpiciem a cnstituiçã de cnheciment e frmas de açã, ptenciadras de prspeçã de nvas prtunidades n camp ecnómic e scial, é fc da intervençã. Desenvlver ns jvens a criatividade, sentid crític, a invaçã; apiar e ptenciar as ideias transfrmand-as em prduts, serviçs u refrmuland prcesss e prcediments é cntribuir para a cnstituiçã de nvas empresas u entidades que pssam suprir as necessidades existentes na sciedade nas diferentes áreas, quer sejam n dmíni ecnómic u scial. Otimizar a açã d mviment assciativ jvem, pssuidr de estruturas que se pderã cnstituir cm espaçs de incubaçã de prjets, dada a prximidade cm s diferentes atres e agentes. Ptenciar, a mesm temp, nvas frmas de intervençã, dand cmpetências e prmvend a autssustentaçã Finicia Jvem Eix 2 Api a Iniciativas Empresariais de Jvens, visa apiar desenvlviment de ideias de negóci invadras e a criaçã de iniciativas empresariais sustentáveis de Jvens ds 18 as 35 ans de idade, cm 12.º an de esclaridade cncluíd e residentes em Prtugal Cntinental, através ds seguintes apis: Infrmaçã, acnselhament, tutria, api n acess a financiament e refrç de cmpetências Estímul à cnstituiçã de empresas pr parte ds jvens Acmpanhar s jvens empreendedres, numa primeira fase, na validaçã das suas ideias. Refrçar, numa segunda fase, as cmpetências a lng d seu percurs de empreendedres e psterirmente de empresáris, sedimentand cnheciments, desenvlvend parcerias e ligand capacidades, permitirá um acmpanhament mais eficaz face as bjetivs Assciativism jvem As assciações de jvens sã, em muits lcais d territóri nacinal, as únicas estruturas que permitem abrir janelas, para mund, às ppulações lcais e em particular as jvens. Pretende-se rganizar um prtfóli de cmpetências, que permita autnmizar estas estruturas para prmverem empreendedrism jvem. Pr utr lad, cm pssuem recurss físics e humans a mesm temp que cnhecem s diferentes atres n terren, entende-se que pdem ser parceirs muit significativs enquant espaçs de incubaçã de prjets de índle scial de cariz empresarial. Plan de atividades 84

85 PEJENE O PEJENE - Prgrama de Estágis de Jvens Estudantes d Ensin Superir nas Empresas - visa a criaçã de uma relaçã direta entre as Universidades e as Empresas durante períd de frmaçã esclar e curricular ds jvens. Este prgrama de estágis de âmbit nacinal permite as jvens estudantes aceder a uma experiência prfissinal recnhecida, facilitand a sua psterir entrada n mercad de trabalh. O PEJENE é prmvid pela Fundaçã da Juventude e cnta cm a c prmçã d IEFP, d IAPMEI e da Cmpanhia de Segurs Tranquilidade. 5. Prmver a valrizaçã da cidadania e da ética n desprt Tend em vista a necessidade de criar e desenhar uma intervençã sustentada na área da prevençã ds cmprtaments antissciais, ilegais e de risc trna-se premente a avaliaçã da atividade desenvlvida e das parcerias estabelecidas, existentes e descntínuas e a elabraçã de um plan de intervençã que cntemple áreas cm a inclusã scial, a prevençã e segurança rdviária, a igualdade de géner, bullying, a vilência n namr e dméstica e a segurança n us das nvas tecnlgias. Na cnceçã das intervenções futuras afigura-se cm fundamental a elabraçã de instruments frmativs e infrmativs, a capacitaçã de mediadres e a definiçã de um quadr legislativ que cntemple a regulamentaçã da intervençã. Para cumpriment deste desiderat apresenta-se cm fundamental a timizaçã da participaçã d IPDJ, I.P. em algumas cmissões e Fóruns, cm seja as Cmissã de Prteçã das Crianças e Jvens em Risc, ds Cnselhs Municipais de Educaçã, as Cmissões Lcais de Api Scial, Fórum das Crianças e ds Jvens, prgrama Esclhas, a Iniciativa Bairrs Crítics. A atividade transversal que a Juventude implica, nã pde deixar de prmver a cntinuaçã d trabalh desenvlvid em diverss dmínis intersectriais, de que se destacam áreas de elevad impact scial junt ds jvens cm a igualdade de géner, cmbate a tráfic de seres humans u a integraçã de imigrantes Plan Nacinal da Ética n Desprt (PNED) Sbre Lema Mve-te pr Valres, Plan Nacinal de Ética n Desprt, representa uma iniciativa d XIX Gvern Cnstitucinal, send prmvid pel Senhr Secretári de Estad d Desprt e Juventude, e está sediad n IPDJ, I.P. O PNED tem cm missã a prmçã, disseminaçã, e facultar a pssibilidade de vivenciaçã de frma transversal, ds dminadres cmuns da essência desprtiva: Através da prmçã de iniciativas junt principalmente de crianças e jvens, esclas, universidades, clubes e cletividades, assciações, federações, pessas prtadras de deficiência, agentes desprtivs e ppulaçã em mei prisinal, pretende-se veicular a interaçã e inclusã scial prmvend diálg intercultural e intergeracinal, cntribuind Plan de atividades 85

86 para uma unidade nacinal em trn de um desiderat cmum a educaçã e a frmaçã ética para a cnstruçã de um desprt saudável. Pretendem-se prmver em td país ações de infrmaçã e sensibilizaçã, nmeadamente: Em resum, pder-se-á representar esquema estratégic d PNED através d seguinte quadr: Plan de atividades 86

87 5.2. Autridade Antidpagem de Prtugal - Estrutura de Suprte a Prgrama Antidpagem (ESPAD) Mdernizaçã da Estrutura de Suprte a Prgrama Antidpagem (ESPAD) N âmbit d esfrç permanente de mdernizaçã da ESPAD, pretende-se em assegurar a renvaçã da certificaçã d Sistema de Gestã da Qualidade da ESPAD cm a Nrma ISO Fi pssível n final de 2011 garantir alargament d âmbit da certificaçã da ESPAD cm prcess relativ à sua cmpnente infrmativa e educativa. Cm essa medida, tdas as cmpnentes da atividade da ESPAD estã agra certificadas, send necessári assegurar a manutençã desse estad. A implementaçã d prgrama ADAMS (Anti-Dping Administratin and Management System) da AMA (Agência Mundial Antidpagem), que estava dependente de uma autrizaçã há muit aguardada da Cmissã Nacinal de Prteçã de Dads e que só n iníci deste an fi cncedida, será também em um imprtante element d esfrç de mdernizaçã da ESPAD. O ADAMS é uma aplicaçã infrmática baseada na internet que facilita a harmnizaçã das plíticas de luta cntra a dpagem implementadas pels diferentes signatáris d Códig Mundial Antidpagem, facilitand a partilha de infrmaçã entre estes e entre estes e s praticantes desprtivs. N ADAMS sã registads, nmeadamente, s resultads analítics, as autrizações de utilizaçã terapêutica, a infrmaçã relativa a vilações de nrmas antidpagem e a relativa as sistemas de lcalizaçã de praticantes desprtivs das diferentes rganizações antidpagem. O ADAMS facilita a partilha de infrmaçã entre as rganizações antidpagem e prmve a eficiência, transparência e eficácia de tdas as atividades relativas à luta cntra a dpagem. Outr ds bjetivs a assegurar em é a cnclusã da implementaçã da estratégia d Passaprte Bilógic da Agência Mundial Antidpagem. O princípi fundamental subjacente à estratégia d Passaprte Bilógic baseia-se na mnitrizaçã de determinads parâmetrs bilógics, de frma a pderms assegurar que s praticantes desprtivs sã limps e que desse md preservam a sua saúde e a verdade desprtiva. Esses perfis permitem que, de uma frma indireta, se pssam revelar s efeits da utilizaçã de substâncias u métds pribids, em psiçã às estratégias tradicinais de deteçã direta de substâncias u métds pribids em amstras de sangue e de urina. A mnitrizaçã destes parâmetrs a lng de uma carreira desprtiva pderá trnar praticamente impssível a utilizaçã de determinads tips de substâncias e de métds pribids. Em, pretende-se cncluir a quarta e última etapa da implementaçã deste prgrama n nss país, que cnsistirá na criaçã de uma cmissã de perits que se destina a avaliar se determinads perfis hematlógics pdem ser cnsiderads anómals e indiciadres de eventuais vilações de nrmas antidpagem. Esses perfis anómals cnfirmads cientificamente permitirã que praticantes desprtivs pssam eventualmente vir a ser sancinads, de acrd cm previst n Artig 2.2 d Códig Mundial Antidpagem e na alínea c) d n.º 2 d Artig 3.º da Lei n.º 27/2009, de 19 de junh. Plan de atividades 87

88 Campanha JUNTOS será + fácil O Códig Mundial Antidpagem estabelece a infrmaçã e a educaçã sbre a luta cntra a dpagem n desprt cm uma das principais vertentes d Prgrama Mundial Antidpagem. A ADP assegura a prssecuçã deste bjetiv em pela manutençã e dinamizaçã da sua campanha infrmativa e educacinal sbre a luta cntra a dpagem n desprt, denminada JUNTOS será + fácil. O bjetiv da campanha JUNTOS será + fácil é a prmçã da imagem d desprt limp, preservand desse md a verdade desprtiva e a saúde ds praticantes desprtivs. Pretende-se cm esta campanha refrçar a cnsciencializaçã de tds s intervenientes n fenómen desprtiv de que a luta cntra a dpagem nã é uma tarefa que cabe apenas as utrs, mas que representa uma tarefa de tds: td é mair que a sma das partes, quand cnjugads s esfrçs. Para espera-se a captaçã de nvs parceirs institucinais; alargar a abrangência d públic-alv e dar cntinuidade a cmbate à desinfrmaçã. N âmbit desta campanha, prevê-se para lançament d síti na internet da ADP, nde se dispnibilizará a tds s participantes n mviment desprtiv e a públic em geral um cnjunt de infrmaçã relativa à luta cntra a dpagem n desprt. O lançament d Prgrama Nacinal de Ética n Desprt (PNED) permitirá facilitar acess a grup alv ds jvens em idade esclar através d aprveitament das sinergias daí decrrentes e de uma mensagem frte as jvens, eventuais futurs praticantes desprtivs, em terms de valres e ética assciads à prática desprtiva. Para esse efeit, recrrer-se-á às nvas tecnlgias de cmunicaçã, de frma a garantir uma mair interatividade. Prevê-se também, para além de utras iniciativas, a publicaçã da 3.ª ediçã d Guia prátic sbre a luta cntra a dpagem, manual muit cmplet que é dispnibilizad, designadamente, às federações desprtivas e as praticantes desprtivs e clubes que integram grup alv de praticantes desprtivs da ADP Cntrls de Dpagem Os cntrls de dpagem, tant em cmpetiçã cm fra de cmpetiçã, representam uma das estratégias mais antigas para a dissuasã ds praticantes desprtivs de recrrerem a práticas de dpagem. O bjetiv nã é encntrar cass psitivs, mas sim, cm um planeament adequad e racinal de cntrls, levar a que s praticantes desprtivs tenham presente que pdem ser submetids as mesms, independentemente d mment u d lcal nde se encntrem, seja a cmpetir, seja a treinar. N seguiment d que se fez n an de 2011, n crrente an - an Olímpic e Paralímpic - prcurar-se-á intensificar as estratégias de cntrls inteligentes, fazend passar a mensagem de que nem sempre mais é melhr. Nesse sentid, espera-se uma diminuiçã d númer de reclhas de amstras de urina em favr de um aument significativ d númer de reclhas de amstras de sangue, tal cm é recmendad pela Agência Mundial Antidpagem. As reclhas de sangue garantem a deteçã de substâncias que nã pdem ser detetadas na urina, cm a hrmna de cresciment e a CERA, assegurand também uma intensificaçã da Plan de atividades 88

89 aplicaçã da estratégia d Prgrama d Passaprte Bilógic. Pr utr lad, irã intensificarse s cntrls de dpagem cm deteçã de eritrpietina. A estratégia de cntrls inteligentes visará racinalizar s custs d Prgrama Nacinal Antidpagem através de um mair númer de cntrls realizads as praticantes desprtivs em mair risc de incrrerem em práticas de dpagem, cm menu de análises específic para a respetiva mdalidade e realizads n lcal e n mment mais adequads Autridade Antidpagem de Prtugal Labratóri de Análises de Dpagem (LAD) Mdernizaçã d Labratóri de Análises de Dpagem A mdernizaçã d Labratóri de Análises de Dpagem visa garantir a existência das cndições adequadas para a execuçã das atividades d LAD, de md a satisfazer s seus clientes, tant em terms de atualizaçã e substituiçã ds equipaments que cmpõem seu arsenal analític cm em terms da segurança e da adequaçã das instalações nde se desenvlve a sua atividade. Um ds cnstrangiments existentes n labratóri é cumpriment ds temps de respsta relativs à entrega de resultads analítics. A melhria ds temps de respsta para s métds atuais e em desenvlviment visand bter um praz glbal médi de entrega de resultads de 10 dias úteis e um praz glbal médi de entrega de resultads psitivs de 25 dias úteis é, pr iss, um bjetiv primrdial para LAD n an de. Pretende-se também incrementar a capacidade de preparaçã de amstras d LAD cm a aquisiçã de um sistema rbtizad que, pela sua capacidade de preparaçã autónma, permitirá a timizaçã de recurss humans, bem cm a preparaçã de um mair númer de amstras para análise cntribuind desta frma para a melhria ds temps de respsta. É também necessária a atualizaçã d arsenal analític d LAD, cm a substituiçã de equipaments cuja vida útil já fi ultrapassada, cntribuind para a melhria ds serviçs prestads e a diminuiçã ds custs inerentes à reparaçã ds equipaments atualmente em fim de vida útil. Essa atualizaçã permitirá também a existência de equipaments de backup, que garantam a cntinuidade da labraçã d LAD em cas de avaria de um ds equipaments. Pretende-se incrementar a segurança das cndições de trabalh, visand a higiene e segurança ds clabradres que estã em cntact cm gases tóxics, através da aquisiçã de um sistema de exaustã de gases. Relativamente às instalações em que LAD desenvlve a sua atividade, é necessári melhrar a impermeabilizaçã d edifíci e a melhria d sistema de climatizaçã, que já ultrapassu seu temp de vida útil. Estas medidas sã muit imprtantes para a garantia da qualidade ds serviçs prestads pel LAD. Plan de atividades 89

90 Increment das atividades labratriais O LAD pretende incrementar as suas atividades labratriais de md a dar respsta as seus principais clientes n âmbit da nva estratégia de cntrls inteligentes. Desse md, aumentará em a sua capacidade analítica em terms de amstras de sangue, nã só para a deteçã de substâncias e métds pribids, mas também para Passaprte Bilógic. Em relaçã às amstras de urina, bjetiv será garantir númer de amstras realizadas n an transat, mas assegurand também aument d númer de amstras para a deteçã de EPO, element que também é essencial para a estratégia ds cntrls inteligentes. Em an de Jgs Olímpics e Paralímpics, LAD antevê aument da capacidade analítica, realizand mais análises de amstras de urina e de sangue relativas a análises clínicas, de frma a satisfazer as slicitações d Centr Nacinal de Medicina Desprtiva n api as praticantes desprtivs de alt rendiment Melhria d Sistema de Gestã da Qualidade O LAD está acreditad pel Institut Prtuguês de Acreditaçã (IPAC) e pela Agência Mundial Antidpagem (AMA) de acrd cm a Nrma ISO 17025:2005 e cm a Nrma Internacinal de Labratóris (ISL). O LAD, de md a timizar a qualidade ds serviçs que presta as seus clientes, tem vind a lng ds ans a aumentar númer de ensais e de métds incluíds n âmbit da sua acreditaçã. N an em que se celebra s 25 ans da sua acreditaçã, cncedida inicialmente pel Cmité Olímpic Internacinal (COI) e depis pela AMA e pel IPAC, LAD prevê a melhria e alargament ds serviçs prestads cm a intrduçã de nvs métds n âmbit da sua acreditaçã, visand aument d nível de satisfaçã ds seus clientes Passaprte bilógic O dcument eletrónic e individual dirigid a atletas de alt rendiment, elabrad pela Agência Mundial Antidpagem (AMA), permite que sejam registads tds s resultads ds cntrls antidpagem que lhe sã efetuads. Registam-se, nmeadamente, s resultads ds cntrls de urina; s resultads ds cntrls sanguínes; perfil hematlógic basead ns resultads analítics das amstras de sangue reclhidas (Hemglbina; Hematócrit; Reticulócits; Hemglbina Plasmática livre; Índice de Estimulaçã) e perfil ds esterides basead ns resultads analítics das amstras de urina reclhidas Sistemas de gestã de qualidade Pretende-se alargar âmbit da certificaçã de qualidade da Estrutura de Suprte a Prgrama Antidpagem de Prtugal (ESPAD) pr frma a abranger as áreas nã certificadas n prcess inicial, que previa apenas a certificaçã relativa as prcediments de cntrl de dpagem. O bjetiv para é de atingir 5 prcesss certificads cm a nrma ISSO Plan de atividades 90

91 Tend em vista a melhria e alargament ds serviçs prestads, Labratóri de Análises de Dpagem (LAD), tem cm bjetiv aument na acreditaçã d sistema de gestã de qualidade, cnsubstanciand-se em 3 nvs métds/ensais acreditads pel IPAD Inclusã Scial Cmbater a exclusã ds benefícis da vida pr parte das ppulações jvens mais desfavrecidas deve cnstituir um eix de atuaçã priritári neste capítul. Neste enquadrament, renvar e angariar parcerias gizand uma intervençã cnslidada nesta matéria, cnfigura-se cm um imperativ. Assim, prpm-ns dar cntinuidade a intervenções cm Prgrama Sem Frnteiras e a desenhar nvas frmas de atuaçã. A intervençã que se tem desenvlvid n âmbit da Iniciativa Bairrs Crítics, resultante da Resluçã de Cnselh de Ministrs nº 143/2005, visand a requalificaçã urbana e integraçã scial e ecnómica ds bairrs d Lagarteir n Prt, Cva da Mura na Amadra e Vale da Amreira na Mita, cnstitui um exempl d trabalh a prsseguir, devend cntinuar, em particular, a intervençã n bairr d Vale da Amreira, nde prjet tem encntrad sluções na criaçã de assciações e grups infrmais de jvens. Pr utr lad, será indispensável cntinuar a prmver api a entidades que trabalham cm crianças e jvens em risc, em particular sb a frma de parcerias, de que se destaca trabalh cm IAC Institut de Api à Criança, n âmbit d prjet RUA e Chapitô Cletividade Cultural de Santa Catarina, n prjet Animar Castel. Finalmente, a dimensã da multiculturalidade, n dmíni da juventude, cnstitui um vetr a desenvlver, cm exemplifica prjet Cnnecting Classrms, prmvid em parceria cm British Cuncil que tem pr bjetiv a ligaçã, cm recurs às tecnlgias de infrmaçã e cmunicaçã, de cerca de 5016 esclas em 60 países. Em Prtugal Ministéri da Educaçã é também parceir deste, através da DGIDC Direçã Geral de Invaçã e Desenvlviment Curricular, tend já sid sinalizadas 10 esclas, das quais 5 da regiã Nrte e as restantes d Algarve Prevençã e Segurança Rdviária A sinistralidade rdviária apresenta-se cm um ds principais fatres de mrte e incapacidade junt da ppulaçã juvenil. Imprta gizar um plan de prevençã, sensibilizaçã e educaçã rdviária, assente em metdlgias invadras e influenciadras da assunçã de cmprtaments respnsáveis. Neste âmbit é imprtante a cntinuidade das parcerias até agra integradas, cm a ANSR Autridade Nacinal de Segurança Rdviária, u mesm a recuperaçã da participaçã da área da Juventude em Prgramas de sucess e impact públic cm 100% cl. Plan de atividades 91

92 5.8. Igualdade de Géner Na rdem d dia, a igualdade de géner é recnhecida cm fatr de cmpetitividade e desenvlviment. Imprta firmar e cnslidar parcerias que permitam uma atuaçã cnsistente nesta área. A área da Juventude tem efetuad um trabalh de particular relev neste dmíni, participand ativamente na elabraçã ds PNI Plans Nacinais de Igualdade, nde integra várias medidas. Esta atuaçã tem sid largamente estabelecida cm a CIG Cmissã para a Igualdade de Géner, dand cntinuidade a prémi destinad a prmver a igualdade de géner entre mviment assciativ jvem, lançad n dia d Assciativism de Para IV PNI, preveem-se na área d Desprt diversas atividades fcalizadas, nmeadamente na área estratégica 1 Integraçã da dimensã de géner na Administraçã pública central cm requisit de ba gvernaçã e Área estratégica 7 Desprt. Designam-se algumas atividades previstas: Área estratégica de administraçã Prduzir e enviar à equipa PCM cntributs para Relatóri intercalar de I PI_PCM nas áreas de atuaçã d IPDJ, I.P.; Prduzir e enviar à equipa PCM cntributs para Relatóri intercalar d IV PNI nas áreas de atuaçã d IPDJ, I.P.; Integrar a dimensã da igualdade de géner, cidadania e nã discriminaçã ns: bjetivs, QUAR, Carta de missã ds dirigentes, bem cm ns Plans e relatóris de atividade d IPDJ, I.P.; Reclher e enviar à equipa PCM dads desagregads pr sex de dirigentes, chefias e trabalhadras/es d IPDJ, I.P.; Prduzir e prpr a CEGER/CIG atualizaçã ds cnteúds d Prtal para a Igualdade, nas áreas de atuaçã d IPDJ, I.P.; Criar uma área de acess a públic n site d IPDJ, I.P. sbre Mulheres, Desprt e Juventude; Redefinir Guia para uma linguagem inclusiva n Desprt prduzid em 2010 pel IDP, IP, acrescentand a área da Juventude; Divulgar Guia a tds/as trabalhadres/as d IPDJ, I.P.. Área d Desprt Prduzir relatóri anual de avaliaçã das assimetrias de géner n desprt (indicadr medida 48); Cnceber, prduzir e divulgar, em parceira cm a CIG, um Guia Bas Práticas para a integraçã da perspetiva de géner n Desprt dirigid às rganizações desprtivas (COP, CPP, CDP, Federações, assciações e Clubes); Prmver, em parceira cm a CIG, uma açã de sensibilizaçã sbre Géner e Desprt para dirigentes desprtivs; Plan de atividades 92

93 Prmver, em parceira cm a CIG, uma campanha em suprte de cmunicaçã de acess universal visand a sensibilizaçã para as desigualdades ns prémis desprtivs (gender gap), n cumpriment da RAR n.º 80/2010, de 9 Julh, dirigida a Municípis, Organizações desprtivas e entidades rganizadras de events desprtivs; Realizar um inquérit n-line sbre prémis desprtivs em iniciativas desprtivas rganizadas pr Municípis, Organizações desprtivas e Entidades rganizadras de events desprtivs Bullying, vilência n namr e dméstica. É sbejamente cnhecid pr tds a necessidade de intervir sbre estas matérias tã defrmadras d desenvlviment infantil e juvenil. Imprta, cm tal, desenvlver iniciativas de prevençã e sensibilizaçã, estabelecend para efeit parcerias ativas que permitam timizar atuações Utilizaçã segura e cnsciente das nvas tecnlgias da infrmaçã O desenvlviment acelerad de meis de cmunicaçã e nvas frmas de interagir a partir das TIC lança desafi acrescid de infrmar, preparar e debater cm s jvens a utilizaçã das nvas tecnlgias da infrmaçã, abrdand as suas virtudes, mas também s riscs que a sua utilizaçã cmpreende. Desta frma, cntinua trabalh de prduçã e renvaçã de cnteúds infrmativs, a mesm temp que se mantém a parceria em prjets relevantes cm Internet Segura Bibliteca Museu d Desprt (B/MD) Em será inaugurad nv museu, que irá funcinar em Lisba, n Paláci Fz (Restauradres). Pretende-se repr funcinament da bibliteca, mediante a rganizaçã temática e tratament dcumental da cleçã bibligráfica. Qualificar e prestigiar estatut scial e cultural da realidade desprtiva através da salvaguarda e difusã d patrimóni d desprt será a missã da Bibliteca Museu d Desprt. Sã atribuições para a reclha, estud, a identificaçã, a cnservaçã d seu cntext históric, a expsiçã e a divulgaçã de espécies relativas a desprt e utras frmas de manifestaçã cm ele relacinadas. Trnar-se-á pssível atingir um elevad grau de qualidade n serviç públic prestad a cidadã através da implementaçã de uma cuidada gestã d patrimóni d desprt, através da sua preservaçã, dcumentaçã e cmunicaçã. Plan de atividades 93

94 O acess à infrmaçã e a cnheciment (científic, técnic, scial e cultural) sbre a realidade desprtiva através d patrimóni d desprt ficará acessível a tds. A facilidade de acess à investigaçã permitirá aument d cnheciment. Será realizada uma campanha para infrmar diversas entidades desprtivas, que a Bibliteca Museu d Desprt estará aberta a dações de trféus. 6. Mtivar s jvens para participarem de frma ativa nas suas cmunidades e na cidadania A frma privilegiada de participaçã ds jvens, na sua dimensã cletiva, é assciativism jvem. Assim, urge manter api e fment desta frma de participaçã, desde lg na esteira d previst na Lei 23/2006 de 23 de Junh, estimuland a capacidade de intervençã scial e cívica das assciações de jvens, juvenis e estudantis, quer n plan das infraestruturas e equipaments, quer na cncretizaçã de prjets e atividades. Mas na atual cnjuntura scial e ecnómica, este incentiv é ainda mais indispensável, pis estas assciações cnstituem referências cm expressã diversificada na atuaçã que desenvlvem nas regiões e cmunidades, nde atuam cm esclas de cidadania e veículs privilegiads de educaçã nã-frmal, vluntariad, invaçã, criatividade, diálg intergeracinal, cultura e empreendedrism; as assciações de jvens sã ainda catalisadres de dinâmicas que se expressam em níveis de atuaçã lcal, reginal, nacinal e internacinal. O mviment assciativ cnstitui naturalmente um univers decisiv para auscultaçã e diálg estruturad, send um referencial a reter para a definiçã de prjets e atuações, assim cm para a sua realizaçã cncertada, tend a experiência mstrad a necessidade e valr acrescid de um trabalh permanente, transversal, cm as platafrmas de juventude, cm destaque para CNJ Cnselh Nacinal de Juventude e a FNAJ Federaçã Nacinal de Assciações Juvenis. Este trabalh e perspetiva de atuaçã, cnstituem, a par de utrs mecanisms prevists legalmente, a verdadeir substância de um trabalh cm e para jvens. A participaçã ds jvens nã se esgta na participaçã cletiva, nesse sentid, fazend ec de um ampl debate que vem send partilhad pr diverss atres d univers de atuaçã da Juventude, imprta atentar nas necessidades e pssibilidades ds jvens que nã se encntram integrads em mviments u assciações. Pr um lad apresentand-lhes e pnd-s em cntact cm mviment assciativ, deixand-s cnhecer aquela frma de participaçã cm uma frma de pçã para estruturarem as suas ideias e mtivações de participaçã. Pr utr dand-lhes instruments, infrmaçã e api, n sentid de expressarem as suas capacidades e determinaçã de mudança e atuaçã cívica, permitindlhes encntrar incentiv, frmas e caminhs para a sua plena cidadania. Há assim que encntrar frmas de participaçã para tds aqueles que nã se reveem ns quadrs assciativs mas que se encntram dispníveis para exercíci da sua cidadania, quer seja através de prjets de vluntariad quer seja através de prjets n quadr da empregabilidade saznal, pr exempl, cm frma de cntactar cm mund d trabalh, adquirind cmpetências n âmbit na educaçã nã frmal e mesm infrmal. Sabend-se que mviment assciativ, assim cm s jvens, têm pr prática a mudança sistemática, dad que vã experimentand nvs caminhs, n quadr da sua integraçã Plan de atividades 94

95 scial, é necessári, desenvlver ações pedaggicamente eficazes, pr um lad, e é necessári, pr utr, garantir a capacidade de diálg e acmpanhament das práticas de cidadania através de serviçs de prximidade, nde as Direções Reginais d IPDJ, I.P., têm um papel imprtante. A participaçã e exercíci plen da cidadania implicam cidadãs livres e autónms, cidadãs emancipads, pel que Estad deve desencadear as ações que pssibilitem essa emancipaçã prmvend de frma eficaz acess à habitaçã, a empreg e à educaçã Um plan de estímul e desenvlviment d Assciativism Jvem e da cidadania participativa, valrizand a educaçã nã-frmal, adequad às características de cada regiã. Entende-se que desenvlviment técnic efetiv de uma plítica de mtivaçã ds jvens, quer a títul cletiv, quer individual, deverá recrrer a uma açã cncertada, cngregand s mecanisms já prevists legalmente e criand utrs, se necessári, para, numa óptica de cnvergência das suas virtudes, serem psts em favr ds jvens e de resultads sinérgics. Cnsidera-se ainda ser decisiv refrç da plítica de prximidade aprveitand s saberes e atividade desenvlvids pels serviçs descncentrads d IPJ a lng ds ans, que permitirã às assciações cntar cm um api lgístic (aprveitand a rede de recurss d própri IPJ em td pais) e técnic mais efetivs, salvaguardand a capacidade de intervençã persnalizada, assim cm prmvend uma mair efetividade da avaliaçã e impact das medidas e ações desenvlvidas, pela sua cnfrntaçã cm s resultads n terren Deverá ainda manter-se e melhr se pssível, a capacidade de frneciment de cnteúds de infrmaçã adequads e pções de interaçã fundada nas nvas tecnlgias de infrmaçã, a mesm temp que deverã afinar-se s mecanisms de diagnóstic e avaliaçã, para melhr dirigir s apis dispníveis e s instruments existentes, bem cm, prpiciar a criaçã de utrs que pssam ser mais adequads e efetivs às características ds jvens, e d assciativism em cada regiã, na sua especificidade cultural, ecnómica, scial, demgráfica, etc. Finalmente cm prjet de recnheciment d mviment assciativ e d seu papel na sciedade, deverã encntrar-se s meis para a cncretizaçã d prjet Mnument a Assciativism Jvem RNAJ regist nacinal d assciativism jvem e prcesss administrativs assciads Cm suprte de tda a plítica de api e fment a assciativism, RNAJ cnstitui um instrument fundamental de gestã e prmçã d recnheciment d assciativism jvem. Na arquitetura da Lei 23/2006 de 23 de Junh, cnstitui aliás, referencial de acess as direits (e deveres) cnsagrads a mviment assciativ e as jvens que integram. Neste sentid, cntinuará a ser efetuada a sua gestã e dinamizaçã, integrand estas a interligaçã cm trabalh decisiv nas dimensões cmplementares da cnstituiçã de Plan de atividades 95

96 assciações, cm articulaçã cm a Assciaçã na Hra d RNPC, recnheciment de assciações sem persnalidade jurídica, estatut de utilidade pública, a equiparaçã de assciações/ entidades de recnhecid mérit e imprtância scial que trabalham cm e para jvens, prcess de publicaçã n Prtal da Juventude u ainda estatut de dirigente assciativ, este últim um ds direits e incentivs prevists para s dirigentes assciativs que dedicam seu temp, em regime de vluntariad, à atuaçã nas suas assciações e cmunidades. N cntext apresentad, RNAJ cnstituirá uma medida imprtante de mnitrizaçã d plan de atuaçã cncertad a nível reginal e nacinal, cm vista a incentivar a renvaçã e cresciment d mviment assciativ, a qual se prcurará cnseguir cm iniciativas e ações cmplementares, além ds mecanisms frmais prevists Os PAAJ Prgramas de Api a Assciativism Os prgramas de api a assciativism jvem, cnstituem um pilar d api financeir previst na Lei 23/2006 de 23 de Junh e Prtarias regulamentares. Assim, cntinuará trabalh de gestã e dinamizaçã que tem vind a ser levad a cab cm bns resultads, send prtant api financeir, um ds suprtes d fment assciativ, executad a partir ds seguintes prgramas e medidas: PAJ - Prgrama de Api Juvenil destinad a api as plans de atividades das assciações juvenis e equiparadas, assim cm as grups infrmais, é desenvlvid a partir de duas mdalidades, anual e pntual. PAE Prgrama de Api Estudantil destinad a api as plans de atividades das assciações de estudantes, é desenvlvid a partir de duas mdalidades, anual e pntual PAI prgrama de Api Infraestrutural destinad a api de infraestruturas e equipaments para a prssecuçã das atividades d mviment assciativs, é desenvlvid a partir de duas medidas (1 infraestruturas e 2 equipaments). A base de financiament deste prgrama é PIDDAC. FORMAR O prgrama Frmar cnstitui uma prática relevante e recnhecid cm de grande impact na atividade assciativa, em particular n refrç das cmpetências e d papel ds dirigentes assciativs. Cnstitui prtant a dimensã de api frmativ prevista na lei 23/2006 de 23 de Junh e deverá cntinuar a ser desenvlvid nas suas vertentes anual (api as plans de frmaçã específics das assciações RNAJ, dirigids a dirigentes assciativs) e plurianual (basead n levantament de necessidades de frmaçã, junt d mviment assciativ, para as quais se desenvlve trabalh de respsta mediante plan de frmaçã adequad a desenvlver pel IPJ e/u pr entidades cm cnheciment nas áreas definidas, especificamente cntratadas para efeit). Plan de atividades 96

97 6.1.3 Dia d Assciativism Jvem N plan d recnheciment públic dia d Assciativism Jvem, a 30 de Abril, é já um marc nacinal de atividades significativas n dmíni da Juventude. Prsseguirá a sua realizaçã, cm expressã nacinal, send habitualmente pnt de exaltaçã das virtudes de cidadania e participaçã e mment de lançament de nvas iniciativas. Tem vind a ser regularmente interligad cm utras iniciativas de mérit, cas d AIJ An Internacinal da Juventude n an anterir, u d AECPES (An Eurpeu d Cmbate á Pbreza e Exclusã Scial) Rteir d Assciativism O micr-site d Rteir d Assciativism, acessível a partir d Prtal da Juventude em permite a públic em geral e às assciações em particular, cnheciment da distribuiçã gegráfica d assciativism jvem e ds recurss e ptencialidades de rede e parceria que tem para ferecer. Trata-se de um prjet a que se acede vluntariamente, que tem registadas 317 entidades RNAJ e respetivs recurss (infraestruturas, equipaments, prjets significativs, recurss humans, espaçs, infrmaçã de cntact). Pela sua imprtância cm mecanism únic a nível nacinal, veícul de recnheciment d trabalh das assciações, cntinuará a prmçã e difusã junt d públic, cncertada cm a rede de Infrmaçã as Jvens e integrada na ferta de nva geraçã, designadamente em ambiente virtual, articulada em trn d prtal da Juventude Iniciativas transversais de fment à cidadania e participaçã. N quadr cmplementar as prgramas e medidas de estímul à atividade assciativa, deverá desenvlver-se um cnjunt de iniciativas, adequadas às realidades de cada regiã, que chamem a atençã para papel d assciativism jvem e as suas diversas prblemáticas. Este trabalh implica um envlviment e atuaçã cnjunta cm assciativism jvem em cada regiã, bem cm intervençã junt de públics-alv específics, nmeadamente a ppulaçã esclar. Paralelamente, estas iniciativas, de metdlgias diversas (semináris, prémis, wrkshps, debates, estuds, parcerias, prtcls) integrarã plan de dinamizaçã de atividades das Ljas Já. Finalmente deve cntinuar-se a privilegiar a criaçã e manutençã de prtcls e parcerias infrmadas e idóneas, e api em dmínis de intervençã específics, cnsiderand entidades que, nã send parte d RNAJ, permitem pssibilidades de api e intervençã junt ds jvens, que sã uma mais-valia na interligaçã cm s mecanisms existentes. Pr fim, será imprtante manter e/u retmar trabalh desenvlvid cm parceirs cm CNJ Cnselh Nacinal da Juventude, Centr Nacinal de Cultura, n âmbit d Prjet Blsas de Jvens Criadres ; Circul Musical Prtuguês/ Orquestra Sinfónica Juvenil, ns prjets Música Jvem 2011 e Estági de Verã 2011 e ainda a AMEC Assciaçã Música Educaçã e Cultura, nas suas atividades, funcinament e equipament e Prgrama Jvens Criadres. Plan de atividades 97

98 6.2 Prmver envlviment e a participaçã ds jvens na cmunidade, nmeadamente, estimuland vluntariad e da emancipaçã jvem pela melhria d acess à habitaçã, empreg e educaçã. Cumprind estipulad ns estatuts d IPDJ, I.P., deverá merecer uma atençã especial desenvlviment de iniciativas tendentes a aumentar a participaçã e atividade cívica ds jvens, efetivand a sua cidadania. Neste particular e cnsiderand a necessidade de envlver s jvens nã integrads n Assciativism Jvem, algumas áreas vetriais deverã ser chamadas a intervir de md mais efetiv Vluntariad Jvem O Vluntariad cnstitui-se cm uma frma de intervençã das mais interessantes na medida em que permite treinar capacidades, adquirir e desenvlver cmpetência técnicas e sciais em cntexts ativs. Ganha a sciedade prque s seus elements vã interagind ns diferentes qutidians, experienciand as diferentes relações, labrais, prfissinais, afetivas, percecinand as diversidades e cnstruind-se na diferença. O vluntariad pde exprimir-se de variadas frmas. Em trn de prgramas u prjets cm mair u menr duraçã, decrrend, daí, experiências variadas. O desenvlviment de prgramas que tenham a ver cm a sustentabilidade e preservaçã d nss mei ambiente Jvens Vluntáris para as Flrestas, cm diálg inter-geracinal Recads & Cmpanhia u s prjets de parceria cm utras instituições, nrmalmente, de duraçã mais limitada, mas que permitem as envlvids a apreensã d que é ser vluntári, apetrechand-s para utrs prjets de mair dimensã, quer n temp, quer nas respnsabilidades, sã ilustrações d que se cncretizará; A participaçã em Camps de Trabalh Internacinais que permite a mbilidade ds jvens, encntr de culturas e a realizam de trabalh, útil, para a cmunidade, sã, também, eixs de intervençã a cnsiderar Vluntariad Jvem para as Flrestas O Prgrama pretende incentivar a participaçã ds jvens d nss país n grande desafi que é a preservaçã da natureza e da flresta em particular, reduzind flagel ds incêndis, através de ações de prevençã, garantind assim uma menr prbabilidade de crrência de incêndis flrestais. Plan de atividades 98

99 Recads & Cmpanhia A melhria da qualidade de vida das pessas idsas (65 e mais ans), em situaçã de islament e/u slidã através d envlviment de jvens vluntáris permite dar respsta a necessidades da cmunidade, a envlviment intergeracinal cm frma de aprximar gerações e fazê-las cmungar das suas precupações e mstrand as suas capacidades, a mesm temp que se cntribui para a cesã nacinal. Prprcina, para s jvens, a aquisiçã de cmpetências que de utra frma dificilmente teriam a pssibilidade e prtunidade de exercitar, ganhand experiência, saber fazer, e cnheciment cm encargs diminuts, para a sciedade. Estender prjet pilt desencadead em 2011 a mais lcalidades é bjetiv Vluntariad de Parceria Prjets de pequena duraçã prmvids pel IPJ u prmvids pr utrs send IPJ parceir, participand na seleçã e frmaçã ds jvens, nas áreas gerais sbre vluntariad Camps de Trabalh Internacinais Os CTI s visam prmver a mbilidade e intercâmbi através de atividades que incentivem a trca de experiências e cnheciment de nvas realidades sciculturais, facilitand relacinament de jvens prtugueses cm jvens de utrs países, através da realizaçã de camps de trabalh, dentr u fra d territóri nacinal. Destinam-se a jvens residentes em Prtugal, jvens de nacinalidade estrangeira e jvens lus-descendentes cm idades cmpreendidas entre s 18 e s 30 ans Temps Livres A cupaçã d temp livre ds jvens enquant frma de aprximaçã a diferentes frmas de cnvivência na sciedade, espaçs de cnstruçã da autnmia e de autestima, de afirmaçã, integraçã e cnflit, cnstitui-se cm uma área de açã cm duas vertentes. Uma, fcada n desenvlviment de prjets de jvens para jvens, tend cm suprte as instituições - OTL. Desenvlve-se e estimula-se a criatividade, sentid de respnsabilidade, de cmprmiss de jvens para cm utrs jvens, a mesm temp que se prpicia desenvlviment de um mercad saznal de empreg. Os jvens prmtres de prjets pdem desenvlver de frma sistemática e rganizada a sua açã enquant animadres de prjets de temps livres. Outra, fcada nas instituições que desenvlvem e rganizam atividades para s jvens Camps de Férias, nde sms, pr um lad, apiantes e pr utr, parceirs Sem Frnteiras. Plan de atividades 99

100 O Prgrama de Ocupaçã de Temps Livres pderá ser um instrument ativ, em prjets de lnga duraçã, para cupar s jvens OTL Ocupaçã de Temps Livres O Prgrama de Ocupaçã de Temps Livres (OTL) visa prmver a cupaçã saudável ds temps livres ds jvens, rientand-s para desempenh de atividades cupacinais que prprcinem a cnquista de hábits de vluntariad, que permitam cntact experimental cm algumas atividades prfissinais e que ptenciem a capacidade de intervençã e participaçã scial e cívica ds jvens, cntribuind para prcess de educaçã nã frmal OTL de Curta Duraçã Prjets vcacinads para uma interaçã inicial cm vluntariad, pr um lad e cm mund d trabalh pr utr, n decurs de um períd de temp reduzid. Máxim de 10 dias úteis OTL de Lnga Duraçã Prjets vcacinads para uma experiência de trabalh enquadrad pr entidades u prfissinais, perspetivad na cncretizaçã de prjets pessais de trabalh, na assunçã de funções e tarefas em regimes de acmpanhament u tutria pr terceirs a lng de váris meses Férias em Mviment O Prgrama Férias em Mviment visa prmver a cupaçã saudável ds temps livres ds jvens n períd de férias esclares e pausas pedagógicas, através da prática de atividades lúdic-frmativas, e incentivar cnheciment de diversas regiões d País Certificaçã e Regist Certificar entidades rganizadras de camps de férias bem cm mnitres. Prceder a regist eletrónic ds mesms Cidadania Numa sciedade demcrática cm aquela nde vivems s valres que lhe estã subjacentes devem ser sempre exercitads. O cnheciment ds prcesss, que estã cnectads cm as instituições, e das suas frmas de atuaçã devem ser d dmíni ds cidadãs, em geral e ds cidadãs jvens, em particular. Cm este prpósit tem-se realizad Parlament ds Jvens, nde sms parceirs ativs, da Assembleia da República, entidade prmtra deste prjet. Plan de atividades 100

101 Parlament ds Jvens Incentivar interesse ds jvens pela participaçã cívica e plítica, sublinhand a imprtância da sua cntribuiçã para a resluçã de questões que afetam seu presente e futur individual e cletiv, fazend uvir as suas prpstas junt ds órgãs d pder plític; Dar a cnhecer significad d mandat parlamentar e prcess de decisã da Assembleia da República (AR), enquant órgã representativ de tds s cidadãs prtugueses; Incentivar as capacidades de argumentaçã na defesa das ideias, cm respeit pels valres da tlerância e da frmaçã da vntade da mairia Eurescla O Cncurs Eurscla visa selecinar as Esclas a participar nas Sessões Prgrama Eurscla. Familiarizar s jvens cm funcinament das instituições eurpeias bem cm cnsciencializar s jvens sbre a sua cndiçã de cidadãs eurpeus e a sua intervençã na rganizaçã futura da Eurpa; Oferecer as jvens uma tribuna nde pssam exprimir as suas piniões pessais e valrizar seu envlviment n prjet eurpeu Auscultar e infrmar, para agir e prmver a açã. Cntinuará desenvlviment e a prcura da cmunicaçã mais adequada para mtivar s jvens, cm a intrduçã de linguagens direcinadas e apelativa, que vã a encntr das aspirações de uma faixa da ppulaçã em permanente mudança. Neste particular prtal da Juventude afirma-se cm pnt fulcral de um prcess que deve ser dirigid em estreita articulaçã cm a auscultaçã das sensibilidades lcais, culturais, em cada regiã. Refrçar a capacidade de auscultar s jvens nã envlvids em cletivs institucinalizads deverá ser mesm uma priridade, para a qual se perspetiva a necessidade de cnceber estratégias, materiais de suprte, nvs canais de cmunicaçã Infrmaçã Multicanal A infrmaçã tem um papel imprtante nas sciedades mdernas. Tant mais imprtante quant a incerteza é mair, hriznte sbre mund se vai alargand e nss cnheciment sbre mesm se vai estreitand. Quant mais cmplexa é a sciedade mais relações mtiva e exercita, mais incerta se trna, dad que nã dminams s cntexts em que ns inserims e pr iss requerems mais infrmaçã, para pderms diminuir as incertezas. Assim, pssuir um cnjunt de instruments e canais, de cnteúds e frmas rganizadas de dispnibilizar infrmaçã é um imperativ da intervençã d IPJ. Mas a açã d IPJ n que cncerne a cntact cm s públics jvens nã se pde nem se deve esgtar ns diferentes canais que pssam ser dispnibilizads para relacinament cm s jvens, deve iss sim privilegiar cntact diret, pel que é necessári, fundamental, Plan de atividades 101

102 que se desenvlvam estratégias que cntemplem as perspetivas afiliativas da açã, pel que se afigura determinante a açã ds serviçs descncentrads. Sbre esta matéria há que reavaliar sistema de infrmaçã da rede de ljas, rerganizand e estimuland sistema a um funcinament cada vez mais próxim ds jvens que respnda, de uma frma cncreta as seus anseis e necessidades. Há que implementar um prgrama de frmaçã, n sentid de qualificar s recurss, interns e externs, que cnduza a uma mdernizaçã ds serviçs de infrmaçã. Cnsiderams também imprtante desenvlviment e prduçã de cnteúds e d trabalh em rede cm parceirs qualificads, nacinais e reginais Acnselhament Prprcinar áreas de intervençã para acnselhament as jvens e iniciaçã de práticas juvenis é uma linha de atuaçã cnsiderada fundamental. Encntrar parceirs e meis que ns permitam ptenciar as áreas de acnselhament dispníveis, designadamente na área da saúde, mas também criar nvas áreas de acnselhament, cm sejam a rientaçã vcacinal, empreg e empreendedrism, e utras, cnstitui-se cm um fatr de revitalizaçã da rede de ljas Prduçã de cnheciment Desenvlver estuds nas diferentes áreas de intervençã d IPDJ, I.P., afigura-se-ns cm incntrnável, n sentid de prduzir cnheciment a utilizar internamente cm frma de dirigir e crrigir a atividade e a divulgar externamente, nmeadamente através da criaçã de um centr de recurss a dispnibilizar a públic em geral Cmunicaçã Neste capítul tems cm bjetivs aumentar recnheciment da área da juventude junt ds jvens e ds parceirs institucinais, participand em painéis e em events massificads, desenvlver ntriedade junt ds parceirs gvernamentais e aumentar recnheciment internacinal junt de instituições públicas e privadas. Desenvlver uma marca de fácil perceçã apiada pr uma linha gráfica e materiais que pssam impr IPDJ, I.P. de frma fácil junt as seus diferentes públics a mesm temp que se de definem s espaçs e events de impact mediátic e massificad que cntarã cm a presença d IPDJ, I.P., criand-se assim uma visibilidade necessária a um melhr cnheciment TV JA Prjet a viabilizar n decurs de n sentid de estimular e sedimentar redes de jvens e entidades em trns das prblemáticas da Juventude, aprximand estruturas, criand sinergias, desenvlvend prtunidades e reduzind custs. Plan de atividades 102

103 6.3. Iniciativas de envlviment, privilegiand a educaçã nã-frmal A atuaçã cncertada cm mviment assciativ, deverá renvar esfrçs, em cada cntext reginal para prmver debate e permitir cnheciment e a pçã de cada jvem pela sua frma de participaçã individual e cletiva. Assim, aprveitand a prtunidade criada pela iniciativa d Livr Branc nline, deverá ser desenvlvida uma estratégia nacinal de mbilizaçã e mtivaçã ds jvens, mediante um plan de atuaçã cncertad que aprveite as valências e infraestruturas d IPDJ, I.P. em cada regiã, assim cm s cnheciments e experiência d seu crp técnic. Esta mbilizaçã deverá articular-se em trn de temáticas sensíveis e desenvlver-se sb frmas variadas: encntrs, semináris, prémis, estuds, debates, parcerias, wrkshps, prtcls realizads, ações de infrmaçã. Será útil fazer cnvergir esta estratégia nacinal, cm events e iniciativas que suscitam interesse públic particular, de que destacams An Internacinal d Envelheciment Ativ u a Capital Eurpeia da Juventude, através de parceria cm a Fundaçã Bracara Augusta. Pr fim, a escla, cm pól privilegiad de educaçã e debate e lcal de cncentraçã ds jvens e d cnheciment, deverá ser um element a privilegiar, cnjugand as virtudes da ptenciaçã das educações frmal e nã-frmal, devend prsseguir a articulaçã lcal cm s agrupaments e esclas e ser estimulad cntext de rede de atuaçã cm as frças-vivas nas cmunidades. Neste sentid, pderã ser desenvlvids cnteúds específics de educaçã nã-frmal, para que as esclas, s prfessres, dispnham de mair acess a metdlgias de sucess cmprvad, assim cm estimulada a participaçã, recnheciment e envlviment d mviment assciativ jvem n cntext esclar. 7. Prmver a cperaçã e diálg afirmativ, em particular n cntext da CPLP e n espaç Eurpeu, ptenciand acess à infrmaçã e fment de prtunidades. Entende-se fundamental que a atuaçã transversal que vem impregnand e sustentand plan de atividades, seja igualmente perspetivada numa lógica de integraçã das crrentes de pensament e atuaçã internacinais, neste dmíni. O fment de atividades cm países terceirs através da aplicaçã prática ds Prtcls de Cperaçã, assinads entre Prtugal e s diverss países é cnsiderad cm estratégic e priritári n cntext da plítica externa prtuguesa. Nestes plans, algumas linhas de atuaçã devem ser priritárias: a) Pr um lad, recuperand, numa lógica de prximidade identitária e parcerias estratégias, a cperaçã internacinal cm s PALOP e cm a cmunidade da CPLP. b) Pr utr lad a afirmaçã n espaç Eurpeu articulaçã, send imprtante a atuaçã e estreita ligaçã, nmeadamente a nível de apis, frmaçã, afetaçã de recurss humans Plan de atividades 103

104 especializads e atividades em parceria, cm a Agência Nacinal d prgrama Juventude em Açã. c) Em sã cnsiderads cm países priritáris na Eurpa: Espanha, França e Rússia. N rest d mund: Brasil, Regiã Administrativa Especial de Macau da República Ppular da China. d) Ainda, a manutençã e aprfundament d trabalh desenvlvid cm s países da América latina. e) Finalmente, a prssecuçã das atividades de cperaçã transfrnteiriça cm as regiões da vizinha Espanha, cujs resultads indiciam valr acrescid e ptencial a desenvlver. Esta intervençã, que deverá ainda dar enfque à relaçã cm s jvens Lus-descendentes, nã bsta a direcinament de ações e intervençã nutrs plans gegráfics, e permitirá sustentar um ampl leque de prtunidades as jvens prtugueses, sbretud se a açã fr direcinada para a cnjugaçã de esfrçs decrrentes da representaçã institucinal, cm vertentes cm a frmaçã, assciativism jvem e vluntariad para desenvlviment. 7.1 Incrementar a Cperaçã para Desenvlviment e ptenciar a atuaçã n quadr da CPLP Cmunidade de Países de Língua Prtuguesa Prtcls Bilaterais e Prgramas de Api à cnvergência cm a CPLP N plan estratégic, é avisad apstar numa lógica de prximidade identitária e parcerias estratégicas, na cperaçã internacinal cm s PALOP e cm a cmunidade da CPLP. Neste quadr, a área da Juventude desenvlveu até 2003 uma intensa atividade, integrand 4 áreas de intervençã institucinal, frmaçã, assciativism e cperaçã, ns eixs da cperaçã prtuguesa. Cnsidera-se imprtante recuperar a vertente institucinal, na relaçã direta cm s rganisms hmólgs, em que se desenvlveu n passad, entre utras, a frmaçã de recurss humans, a prmçã de estágis internacinais, a cnstituiçã de biblitecas u ainda a cnstituiçã de redes de Centrs de Desenvlviment de Tecnlgias da Infrmaçã. Esta atuaçã, cm as restantes, merece uma avaliaçã de priridades face às realidades atuais e necessidades ds cngéneres. Outra área a desenvlver, a da frmaçã, cm recurs à integraçã cm Assciativism Jvem, pdend encntrar-se áreas interessantes de frmaçã de dirigentes assciativs e ainda de capacitar a rganizaçã d assciativism jvem. Finalmente, seria fundamental revitalizar vluntariad internacinal para a cperaçã, send acnselhável a recuperaçã d prgrama Lusíadas (Prtaria 745-H/96) u desenvlviment de um utr cm bjetivs semelhantes, articulad cm as platafrmas de Juventude e da ONGD nacinais, bastante interessadas e infrmadas nesta prblemática. Plan de atividades 104

105 V Cnferência de Ministrs da Juventude e d Desprt da CPLP Pretendem-se desenvlver atividades decrrentes das determinações tmadas n sei de rganisms internacinais em que Prtugal se encntra envlvid, n dmíni d desprt e da juventude, n presente cas, a V Reuniã da Cnferência de Ministrs Respnsáveis pela Juventude e pel Desprt da CPLP, que se realizará em Mafra, entre 3 e 7 de Julh, pr casiã ds VIII Jgs Desprtivs da CPLP. Cabe a IPDJ, I.P., assegurar api técnic à participaçã de Prtugal na V Reuniã da Cnferência, nmeadamente n âmbit d Secretariad Executiv e respetiva preparaçã de dcuments e api à reuniã em articulaçã cm País Organizadr. Cnstitui um bjetiv priritári participar cndignamente n event, garantind que seja veiculad pr tds s elements da Delegaçã espírit de amizade, cperaçã e fair-play que deve nrtear as relações entre s países da CPLP. 7.2 Ptenciar a intervençã n âmbit Eurpeu e interligaçã cm a Agência Nacinal d prgrama Juventude em Açã Agência Nacinal d Prgrama Juventude em Açã A articulaçã de atuaçã e estreita ligaçã, nmeadamente a nível de apis, frmaçã, afetaçã de recurss humans especializads e atividades em parceria, cm a Agência Nacinal d prgrama Juventude em Açã, cnstitui um pnt imprtante, pr se tratar de um referente imprtante n âmbit da UE, assim cm pel fat de s jvens e assciativism nacinal serem públic-alv cmum da atividade e haver pnts cmplementares de atuaçã Redes de Infrmaçã Eurpeia ERYICA e Eurdesk Pr utr lad, a intervençã ns dmínis da infrmaçã e acnselhament as jvens nã pde deixar de integrar a intervençã n cntext da agência ERYICA, e da rede Eurdesk, prmvend acess a prtunidades de âmbit alargad as jvens prtugueses, em múltipls cntexts favráveis à sua emancipaçã Prtcls Bilaterais Será igualmente uma priridade estabeleciment de prtcls bilaterais, estendend a capacidade de desenvlver atividades u aprfundar interesses cmuns, através de um diálg afirmativ, criand prtunidades para s jvens e rganizações prtuguesas, cm enfque na zna d Mediterrâne, cm particular destaque a Rein de Espanha, cm prlngament da açã n âmbit da CPLP. Prpr e assegurar a cncretizaçã de cntacts tend em vista a assinatura de dcuments de cperaçã bilateral cm países identificads cm estratégics u priritáris para desenvlviment d Desprt Nacinal, e n cntext da Plitica Externa Prtuguesa. Plan de atividades 105

106 Uniã Eurpeia Apiar e assegurar a representaçã de Prtugal na Uniã Eurpeia, apiar e acmpanhar s trabalhs ds perits nacinais n quadr d Plan de Trabalh na área d Desprt, aprvad para períd de 2011 a Acmpanhar a participaçã prtuguesa nas reuniões n âmbit d Desprt n quadr das Presidências rtativas da EU. Analisar, preparar s elements de api para a definiçã das plíticas n dmíni d Desprt. Api técnic a Gabinete de Sua Excelência Secretári de Estad d Desprt e Juventude nas relações cm as diferentes instituições cmunitárias Cnselh da Eurpa Finalmente será de refrçar a participaçã n Cnselh da Eurpa, atividade estatutária, e em cmissões de perits de frma ativa, alargand e aprfundad trabalh internacinal em parceria cm instituições similares u abrind prtas para que as entidades jvens prtuguesas pssam envlver-se ns prjets internacinais. Refrçar a participaçã prtuguesa a âmbit da Cnvenções e prjets assciads a Desprt ligadas à temática da Vilência e Dpagem entre utrs. 7.3 Valrizar espaç Ibéric e as relações cm s países da América Latina e aprfundar relacinament cm s jvens lus-descendentes A participaçã na OIJ e a interligaçã cm s países da América Latina Deve prsseguir aprfundament d trabalh desenvlvid cm s países da América latina. Neste âmbit cnstitui ainda uma referência a clabraçã institucinal e representaçã junt da OIJ rganizaçã Iber-americana de Juventude Aprfundament da vertente transfrnteiriça e da cperaçã ibérica. Entende-se relevante a prssecuçã das atividades de cperaçã transfrnteiriça cm as regiões da vizinha Espanha, cujs resultads indiciam valr acrescid e ptencial a desenvlver. Nestas destaca-se a manutençã da cperaçã a nível da Oficina Transfrnteiriça de Cáceres, assim cm a aprximaçã entre regiões que se desenvlve cm particular impact entre regiã Nrte e Galiza. Esta intervençã, que tem nas direções reginais um pnt de ancragem determinante, nã bsta a direcinament de ações e intervençã nutrs plans gegráfics, mas permitirá sustentar um ampl leque de prtunidades as jvens prtugueses. Plan de atividades 106

107 7.3.3 Lus-descendentes Pela sua imprtância enquant expressã identitária e representaçã da diáspra prtuguesa n mund, s jvens Lus-descendentes devem igualmente merecer particular atençã. Julgase decisiv incrementar estágis e intercâmbis cm as assciações e jvens lusdescendentes, pdend ser um pól privilegiad de internacinalizaçã da atuaçã cm s jvens prtugueses e suas assciações. Aqui, merece um enfque particular trabalh de cnstituiçã de parcerias e instituiçã de redes de prjets e intercâmbis, além d api previst ns mecanisms existentes, cas d assciativism jvem. Criaçã e dispnibilizaçã n Prtal da Juventude de infrmaçã em áreas específicas cm cnteúds para lusdescendentes. Plan de atividades 107

108 8. Recurss Financeirs estimads Objetivs Estratégics OE 1. - Criar cndições para melhrar nível de saúde e bem-estar da ppulaçã jvem n que cncerne à prevençã e atuaçã nas situações de cmbate às drgas e a álcl e na prteçã sexual e capacitar s prfessres e restantes prfissinais d ensin neste âmbit Objetivs Operacinais Fmentar e cnslidar parcerias, redes e iniciativas cnjuntas entre instituições e atres da saúde, dispnibilizar cnheciment e desenvlver cmpetências, em matéria de saúde juvenil, junt ds jvens Metas Atividades Encargs N.º de jvens envlvids em ações e iniciativas de sensibilizaçã e prevençã Medida 1 d prgrama Cuida-te Unidades Móveis Medida 2 d prgrama Cuida-te - Frmaçã Medida 3 d prgrama Cuida-te Teatr-debate Medida 4 d prgrama Cuida-te Gabinetes de Saúde Juvenil Campanhas de prevençã N.º de jvens que receberam acnselhament, rientaçã u encaminhament Medida 1 d prgrama Cuida-te Unidades Móveis Medida 4 d prgrama Cuida-te Gabinetes de Saúde Juvenil Sexualidade em linha Prtal da juventude N.º de parcerias 10 Área da Saúde Juvenil Desenvlver ações cnducentes a increment de cmpetências de base nã frmal, junt ds prfessres e utrs prfissinais, n dmíni da saúde, bem-estar e estils de vida saudáveis N.º de iniciativas apiadas N.º de prfissinais envlvids 40 Medida 5 d prgrama Cuida-te Api a prjets Medida 2 d Prgrama Cuida-te - Frmaçã Linha d prfessr e frmaçã nline Nº de materiais realizads Plan de atividades 108

109 Objetivs Estratégics OE 2. - Incrementar a prática desprtiva cntribuind para uma ppulaçã mais saudável, cm incidência ns cidadãs mais vulneráveis (crianças, jvens, praticantes senires, prtadres de deficiências, imigrantes, recluss), garantind também api a desenvlviment d desprt de alt rendiment e das seleções nacinais. Objetivs Operacinais Aumentar a participaçã desprtiva da ppulaçã e api a desenvlviment d desprt de alt rendiment e das seleções nacinais. Metas Atividades Encargs N.º de participantes n Prgrama Marcha e Crrida N.º de certificads emitids Mergulh/ Ginásis/ Treinadres Plan Nacinal de Prmçã d Desprt (inclui Prgrama Nacinal de Marcha e Crrida) Desenvlviment da Prática Desprtiva (Cncessã de api financeir a desenvlviment da prática desprtiva, valrizand as ações das federações desprtivas e utras entidades desprtivas relevantes) Api à Atividade Desprtiva (Cncessã de api a Atividades Desprtivas que se traduzam num fatr ptencializadr d desenvlviment d desprt para tds e da atividade física) Licenciament de Serviçs de Mergulh Platafrma PrDesprt Prgrama Nacinal de Frmaçã de Treinadres Frmaçã de Dirigentes Desprtivs Frmaçã de Recurss Humans d Desprt - Financiament de atividades de frmaçã - Assciativism Desprtiv Prduçã dcumental (Prduçã de Manuais e dcuments de api à Frmaçã) Frmaçã a lng da vida - Cnferências e semináris Prjet "Jvens n Desprt" Frmaçã e Cncessã de apis Seminári Internacinal Trein de Jvens N.º de avaliações e Equipaments e cnsumíveis cntrls de trein efetuads N.º ttal de Equipaments e cnsumíveis exames médicdesprtivs, cnsultas e trataments Plan de atividades 109

110 Objetivs Estratégics Objetivs Operacinais Metas Atividades Encargs Alt Rendiment e Seleções Nacinais Lndres Missões as Jgs Olímpics/Paralímpics Missões as Jgs Olímpics/Paralímpics Prémis de Alta Cmpetiçã Deslcações às Ilhas ,00 Segurs de Alt Rendiment Segur Scial Vluntári Events Desprtivs Internacinais Fundaçã d Desprt Desenvlviment de aplicações infrmáticas CDNJ - Obras de beneficiaçã ,00 OE 3. - Incentivar um mdel de clabraçã entre e cm s váris intervenientes da sciedade civil, mviment assciativ, agentes desprtivs e entidades públicas administrativas a tds s níveis OE 4. - Refrçar as medidas específicas para cmbate a desempreg ds jvens, estimuland empreendedrism ecnómic e scial Plan de atividades Aprfundar e alargar s cnteúds infrmativs as jvens e entidades, perspetivand a açã na cnstituiçã de redes de parceirs singulares u cletivs na vertente empreendedrism e invaçã ds jvens N.º de parcerias desenvlvidas n âmbit da atividade desprtiva N.º de suprtes infrmativs N.º de entidades envlvidas 6 Gestã ds CAR Prmçã da Atividade Desprtiva ,00 Aquisiçã de stands, rller up's, faixas utdr Material de Divulgaçã Enquadrament Técnic Universidades e Instituts Superires Observatóri Eurpeu d Empreg e Desprt EOSE Prduçã ds materiais Inva

111 Prmver e apiar iniciativas de jvens e d assciativism jvem, nas vertentes ecnómicas e scial N.º de jvens presentes em wrkshps N.º de jvens apiads N.º de empresas cnstituídas N.º de ações de divulgaçã N.º de entidades apiadas N.º de assciações apiadas jvem Inva, entidades 10 Inva, entidades Empreende Ja Finicia Jvem Cnstituiçã de empresas pr jvens Assciativism Jvem OE 5. - Prmver a valrizaçã da cidadania e da ética n desprt, prcurand erradicar fenómens cm a crrupçã, a vilência, a dpagem, a intlerância, racism e a xenfbia e utrs cmprtaments antissciais e ilegais Desenvlver iniciativas n âmbit d Plan Nacinal da Ética n Desprt, Nº de iniciativas de prmçã realizadas sbre a temática da ética prcurand erradicar n desprt fenómens cm a (semináris, crrupçã, a wrkshps, ações vilência, a de infrmaçã e dpagem, a frmaçã) sbre a intlerância, temática da ética racism, a xenfbia n desprt) Bairrs Crítics PEJENE Plan Nacinal de Ética n Desprt N.º de amstras de 280 Cntrls de dpagem sangue analisadas relativas a Passaprte Increment das atividades Bilógic labratriais N.º de nvs métds/ ensais acreditads pel IPAC 3 Mdernizaçã d LAD Melhria d Sistema de Gestã da Qualidade Desenvlver iniciativas e respetivs enquadraments legais, quand necessári, cnducentes à prevençã de cmprtaments antissciais, ilegais e de risc N.º de prcesss da ESPAD certificads cm a Nrma ISSO 9001 Nº de intervenções invadras lançadas n âmbit da campanha Junts Será + Fácil Cnceçã de prgrama de intervençã N.º de entidades abrangidas N.º de jvens envlvids 5 3 Julh de 10 Mdernizaçã da ESPAD Campanha JUNTOS será + fácil 500 Igualdade de Géner Bullying, vilência n namr e dméstica Plan de atividades 111

112 Utilizaçã segura e cnsciente das nvas tecnlgias de infrmaçã Prevençã e Segurança Rdviárias Prgrama Sem Frnteiras IAC Institut de Api à Criança Chapitô OE 6. - Mtivar s jvens - mnitrizand e apiand prjets de assciações de jvens e incrementand prjets públics lcais para, valrizand a educaçã nãfrmal, participarem de frma ativa nas suas cmunidades e na cidadania Cnceber e implementar um plan de estímul e desenvlviment d Assciativism Jvem e da cidadania participativa, valrizand a educaçã nãfrmal, adequad às características de cada regiã Nº de nvas Assciações inscritas n RNAJ Nº de Iniciativas de prmçã d Assciativism desenvlvidas (Nº de encntrs, semináris, estuds, debates, parcerias, wrkshps, prtcls realizads, ações de infrmaçã) N.º de entidades inscritas n rteir Nº de prjets apiads =>3% d univers RNAJ efetiv da regiã n iníci d an RNAJ regist nacinal d assciativism jvem e prcesss administrativs assciads =>50% d Rteir d Assciativism univers RNAJ efetiv da regiã n iníci d an 900 PAJ anual e pntual incluind Federações i PAE anual e pntual incluind Federações PAI medida 1 e Frmar Prtcl CNJ Dia d Assciativism Jvem Jvens Criadres Prgramas Reginais Cartã Jvem Plan de atividades 112

113 OE 7 - Prmver a cperaçã e diálg afirmativ, em particular n cntext da CPLP e n espaç Eurpeu, ptenciand acess à infrmaçã e fment de prtunidades Prmver envlviment e a participaçã ds jvens na cmunidade, nmeadamente estimuland vluntariad e a emancipaçã jvem pela melhria d acess à habitaçã, empreg e educaçã Incrementar a cperaçã internacinal, em particular n quadr da CPLP Ptenciar a intervençã n âmbit Eurpeu e a interligaçã cm a Agência Nacinal d prgrama Juventude em Açã Valrizar espaç Ibéric e as relações cm s países da América Latina e aprfundar relacinament cm s jvens lusdescendentes N.º de entidades abrangidas N.º de jvens envlvids N.º de parcerias u prtcls estabelecids N.º de intervenções e ações desenvlvidas N.º de intervenções e ações desenvlvidas N.º de intervenções e ações desenvlvidas N.º de jvens lusdescendentes envlvids Grau de satisfaçã 60% relativ as serviçs prestads n api técnic e lgístic na rganizaçã na V Reuniã da Cnferência de Ministrs respnsáveis pela Juventude e Desprt da CPLP. Prjets Transfrnteiriçs Prtcl cm CNC Prtcl cm a AMEC Prtcl cm a Bracara Augusta Vluntariad Jvem para as Flrestas Recads & Cmpanhia Vluntariad de Parceria Camps de Trabalh Internacinais OTL Ocupaçã de Temps Livres Férias em Mviment Parlament ds Jvens Eurscla Infrmaçã Multicanal Prduçã ds materiais Cperaçã cm CPLP - quta V Cnferência de Ministrs da Juventude e d desprt da CPLP Ações bilaterais Nã determinad 6 Cnselh da Eurpa Participaçã em atividades Nã estatutárias determinad Eryica quta Atividades Ações de frmaçã Eurdesk Cperaçã cm a OIJ - quta Participaçã em atividades Nã determinad Grau de satisfaçã 60% relativ as serviçs prestads n api técnic à rganizaçã ds VIII Jgs Desprtivs da CPLP Jgs da CPLP (Cntrat-Prgrama) Cperaçã Plan de atividades 113

114 CUSTOS TRANSVERSAIS Frmaçã interna Nã determinad Trabalhs na rede de infrmaçã Adaptaçã das platafrmas tecnlógicas Prjet JA Aquisiçã stands Material de divulgaçã, merchandising e custs de estrutura cm tner para pltter (estimativa) Plan de atividades 114

115 Anex QUAR IPDJ, I.P. Plan de atividades 115

116 O4: Incrementar a cperaçã internacinal, em particular n quadr da CPLP Pes: 20,0 INDICADORES META Tlerância Valr crític PESO Mês RESULTADO TAXA REALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO Ind. 12 Ind. 13 Ind. 14 N.º de parcerias u prtcls estabelecids N.º de intervenções e acções desenvlvidas Nº de jvens envlvids (Lusdescendentes) % % % Ind. 15 Grau de satisfaçã (api técnic e lgístic - V Reuniã da Cnferência de Ministrs resp. p/juv e Desp da CPLP) 60% 5% 70% 15% Ind. 16 Grau de satisfaçã (api técnic à rganizaçã ds VIII Jgs Desprtivs da CPLP) 60% 5% 70% 15% Eficiência Pnderaçã:25,0 05: Garantir pagament atempad as frnecedres Pes: 100,0 INDICADORES META Tlerância Valr crític PESO Mês RESULTADO TAXA REALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO Ind. 17 Praz médi de pagaments em dias % Qualidade O6: Desenvlver iniciativas n âmbit d Plan Nacinal da Ética n Desprt, prcurand erradicar fenómens cm a crrupçã, a vilência, a dpagem, a intlerância, racism, a xenfbia Pnderaçã: 35,0 Pes: 100,0 INDICADORES META Tlerância Valr crític PESO Mês RESULTADO TAXA REALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO Ind. 18 Nº de iniciativas de prmçã realizadas sbre a temática da ética n desprt % Ind. 19 Nº de métds / ensais acreditads n âmbit d sistema de Acreditaçã pel IPAC % Ind. 20 Nº de prcesss da ESPAD certificads cm a Nrma ISSO % Ind. 21 Nº de intervenções invadras lançadas n âmbit da campanha Junts Será + Fácil % NOTA EXPLICATIVA JUSTIFICAÇÃO DE DESVIOS AVALIAÇÃO FINAL Eficácia O1: Aumentar a participaçã desprtiva da ppulaçã e api a desenvlviment d desprt de alt rendiment e das seleções nacinais O2: Cnceber e implementar um plan de estímul e desenvlviment d Assciativism Jvem e da cidadania participativa, valrizand a educaçã nã-frmal, adequad às características de cada regiã O3: Prmver envlviment e a participaçã ds jvens na cmunidade, nmeadamente estimuland vluntariad e a emancipaçã jvem pela melhria d acess à habitaçã, empreg e educaçã O4: Incrementar a cperaçã internacinal, em particular n quadr da CPLP Eficiência O5: Garantir pagament atempad as frnecedres Qualidade O6: Desenvlver iniciativas n âmbit d Plan Nacinal da Ética n Desprt, prcurand erradicar fenómens cm a crrupçã, a vilência, a dpagem, a intlerância, racism, a xenfbia Plan de atividades 116

117 Recurss Humans DESIGNAÇÃO Recurss Planeads PONTUAÇÃO PLANEADOS REALIZADOS DESVIO Dirigentes - Direcçã Superir Dirigentes - Direcçã intermédia e chefes de equipa Crdenadr Científic Técnics Superir - (inclui especialistas de infrmática) Médics Enfermeirs Técnics de Diagnóstic e Terapêutica Assistente Técnic - (inclui técnics de infrmática) Assistente peracinal TOTAL Recurss Financeirs DESIGNAÇÃO Orçament de Funcinament Despesas cm pessal Aquisiçã de Bens e Serviçs Outras Despesas Crrentes PIDDAC Outrs valres TOTAL (OF + PIDDAC + Outrs) PLANEADOS EXECUTADOS DESVIO : Fntes de Verificaçã Ind. 1 Nº de participantes n Prgrama Marcha e Crrida Relatóri d prgrama Ind. 2 Nº de certificads emitids Mergulh / Ginásis / Treinadres Platafrma Infrmática PRODESPORTO Ind. 3 Nº avaliações e cntrls de trein Relatóri Mensal para DMD e Presidência Ind. 4 Nº ttal de exames médic-desprtivs, cnsultas e trataments Base de dads GESPXXI Ind. 5 Nº de Parcerias Institucinais desenvlvidas n âmbit da actividade física Crrei eletrónic / Gestã Dcumental Ind. 6 Nº de nvas assciações inscritas n RNAJ Aplicaçã RNAJ e Prcesss dcumentais Ind. 7 N.º de prjets apiads Cntrats-prgrama, relatóris, aplicaçã PAAJ; arquiv dcumental; transferências financeiras Ind. 8 Nº de entidades inscritas n Rteir Base de dads e micr-site d Rteir Ind. 9 Nº de Iniciativas de prmçã d Assciativism desenvlvidas Relatóris de atividades Ind. 10 Nº de jvens envlvids Pagaments efetuads, Relatóris de atividades; Síti da Assembleia República Ind. 11 Nº de entidades abrangidas Pagaments efetuads, Relatóris de atividades; Síti da Assembleia República Ind. 12 N.º de parcerias u prtcls estabelecids Dcuments frmais e relatóris de atividades Ind. 13 N.º de intervenções e ações desenvlvidas Dcuments frmais e relatóris de atividades Ind. 14 Nº de jvens envlvids (Lus-descendentes) Dcuments frmais e relatóris de atividades, questináris de avaliaçã Ind. 15 Grau de satisfaçã (api téc. e lgístic - V Reuniã Cnfª Ministrs resp. p/ Juv. e Desp. da CPLP) Questinári/inquérit Ind. 16 Grau de satisfaçã (api técnic à rganizaçã ds VIII Jgs Desprtivs da CPLP) Questinári/inquérit Ind. 17 Praz médi de pagaments em dias Iprtal e SIAGAP Ind. 18 Nº de iniciativas de prmçã realizadas sbre a temática da ética n desprt Relatóris de atividades (semináris, wrkshps, ações de infrmaçã e frmaçã) Ind. 19 Nº de métds / ensais acreditads n âmbit d sistema de Acreditaçã pel IPAC Certificad de Acreditaçã emitid pel IPAC Ind. 20 Nº de prcesss da ESPAD certificads cm a Nrma ISSO 9001 Certificads emitids Ind. 21 Nº de intervenções invadras lançadas n âmbit da campanha Junts Será + Fácil Dcumentaçã elabrada/parcerias realizadas Mnitrizaçã Glbal Plan de atividades 117

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

O projeto Key for Schools PORTUGAL

O projeto Key for Schools PORTUGAL O prjet Key fr Schls PORTUGAL O teste Key fr Schls O teste Key fr Schls é cncebid para aplicaçã em cntext esclar e está de acrd cm Quadr Eurpeu Cmum de Referência para as Línguas O teste Key fr Schls permite

Leia mais

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR LISTA CANDIDATA ÀS ELEIÇÕES PARA OS CORPOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE GEÓGRAFOS BIÉNIO 2006-2008 POR UMA GEOGRAFIA MELHOR Assembleia Geral Presidente Jsé Albert Ri Fernandes (FL, Universidade

Leia mais

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play Prgrama Agra Nós Vluntariad Jvem Namrar cm Fair Play INTRODUÇÃO A vilência na intimidade nã se circunscreve às relações cnjugais, estand presente quer nas relações de namr, quer nas relações juvenis casinais.

Leia mais

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO Um prject eurpeu em clabraçã cm a EHFA Eurpean Health and Fitness Assciatin, cm sede em Bruxelas Regist ds Prfissinais Intrduçã Estams numa fase em que a Tutela

Leia mais

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: EQUIPAMENTOS PARA A COESÃO LOCAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 Ns terms d regulament específic Equipaments para a Cesã Lcal,

Leia mais

Cm Criar Seu Própri Empreg em Apenas 5 Passs 1 1º Pass: A IDEIA 2º Pass: O CONTACTO COM VÁRIAS INSTITUIÇÕES E ENTIDADES 3º Pass: PLANO DE NEGÓCIOS 4º Pass: CRIAÇÃO DA EMPRESA E INÍCIO DE ACTIVIDADE 5º

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes: DOC. CA/N/15/08 PROGRAMA OPERACIONAL ALENTEJO EIXO 2 DESENVOLVIMENTO URBANO E EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL INSTRUMENTO: MOBILIDADE TERRITORIAL O presente dcument suprta a apreciaçã d

Leia mais

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps Realizads pela Direçã-Geral das Artes Avaliaçã da Utilidade ds Wrkshps Títul: Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps realizads pela

Leia mais

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA CAMINHO PARA ELABORAÇÃO DE AGENDAS EMPRESARIAIS EM ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO CLIMA Prpsta de Framewrk Resultad d diálg crrid em 26 de junh de 2013, n Fórum Latin-American

Leia mais

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos Estági II Semestral 6 Invaçã e Desenvlviment de Prduts Turístics Desenvlviment e Operacinalizaçã de Prjects Turístics Inglês Técnic IV Legislaçã e Ética d Turism Opçã Semestral 4 6/6 Sistemas de Infrmaçã

Leia mais

Apresentação ao mercado do cronograma do processo de adopção plena das IAS/IFRS no sector financeiro

Apresentação ao mercado do cronograma do processo de adopção plena das IAS/IFRS no sector financeiro Apresentaçã a mercad d crngrama d prcess de adpçã plena das IAS/IFRS n sectr financeir DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO PRUDENCIAL DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 12 de Junh de 2014 Departament de Supervisã Prudencial

Leia mais

GESTÃO DE LABORATÓRIOS

GESTÃO DE LABORATÓRIOS Seminári Luanda, 26,27,28,29 e 30 de Mai de 2014 - Htel **** Guia Prática GESTÃO DE LABORATÓRIOS Finanças Assegure uma gestã eficaz de tdas as áreas 40 hras de Frmaçã Especializada Cnceits ecnómic-financeirs

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA REQUISITOS TECNICOS O Prgrama de Api as Actres Nã Estatais publica uma slicitaçã para prestaçã

Leia mais

A Cooperação para a Saúde no Espaço da CPLP

A Cooperação para a Saúde no Espaço da CPLP A Cperaçã para a Saúde n Espaç da CPLP Ainda antes da I Reuniã de Ministrs da Saúde da CPLP, realizada em Abril de 2008, em Cab Verde, fram adptads s seguintes instruments que, n quadr da saúde, pretenderam

Leia mais

PROGRAMA FORMAR / 2009 Modalidade Apoio Formativo Plurianual

PROGRAMA FORMAR / 2009 Modalidade Apoio Formativo Plurianual PROGRAMA FORMAR / 2009 Mdalidade Api Frmativ Plurianual INSCRIÇÕES - GUIA DE PROCEDIMENTOS De acrd cm a Prtaria nº 1229/2006, de 15 de Nvembr, Institut Prtuguês da Juventude (IPJ) cntinua a prmver a frmaçã

Leia mais

SI à Qualificação e Internacionalização de PME Projectos Individuais e de Cooperação Aviso nº 7/SI/2011

SI à Qualificação e Internacionalização de PME Projectos Individuais e de Cooperação Aviso nº 7/SI/2011 Objectiv Tiplgia SI à Qualificaçã e Internacinalizaçã de PME Prjects Individuais e de Cperaçã Avis nº 7/SI/2011 Prmçã da cmpetitividade das empresas através d aument da prdutividade, da flexibilidade e

Leia mais

Gestor de Inovação e Empreendedorismo (m/f) GIE /15 P

Gestor de Inovação e Empreendedorismo (m/f) GIE /15 P A Pessas e Sistemas, empresa de Cnsultria na área da Gestã e ds Recurss Humans e cm atividade nas áreas de Recrutament e Seleçã, Frmaçã e Cnsultria, prcura para a Câmara Municipal de Amarante - Agência

Leia mais

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO E IEES I EDUCAÇÃO DE SAÚDE INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES Excelência na Frmaçã através da Experiência e Aplicaçã MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO 1.CARGA HORÁRIA 32 Hras 2.DATA E LOCAL

Leia mais

DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS

DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS PROJETO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (X) PROJETO DE PESQUISA PROJETO DE EXTENSÃO Acadêmic ; Scial PROJETO DE INTERDISCIPLINARIDADE

Leia mais

A atuação do Síndico Profissional é a busca do pleno funcionamento do condomínio. Manuel Pereira

A atuação do Síndico Profissional é a busca do pleno funcionamento do condomínio. Manuel Pereira A atuaçã d Síndic Prfissinal é a busca d plen funcinament d cndmíni Manuel Pereira Missã e Atividades Habilidade - Cnhecems prfundamente a rtina ds cndmínis e seus prblemas administrativs. A atuaçã é feita

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Prgrama de Desenvlviment Rural d Cntinente para 2014-2020 Medida 7 AGRICULTURA e RECURSOS NATURAIS Açã 7.2 PRODUÇÃO INTEGRADA Enquadrament Regulamentar Artig 28.º Agrambiente e clima d Regulament (UE)

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS10 Acess a Infrmaçã e engajament de stakehlders 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS10 (1/2) Delinear uma abrdagem sistemática para engajament

Leia mais

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006 1 GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Dads da rganizaçã Data de elabraçã da ficha: Fev 2008 Nme: GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Endereç: Av. Brigadeir Faria Lima, 2.413 1º andar

Leia mais

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l Fund de Desenvlviment das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i R e g i n a l p a r a B r a s i l e C n e S u l Fnd de Desarrll de las Nacines Unidas para la Mujer O f i c i n a R e g i n a l p

Leia mais

Promover a Cidadania numa cultura de saúde e bem-estar para a realização dos projetos de vida pessoais, familiares e das comunidades.

Promover a Cidadania numa cultura de saúde e bem-estar para a realização dos projetos de vida pessoais, familiares e das comunidades. 4 EIXOS ESTRATÉGICOS 4.1 CIDADANIA EM SAÚDE Prmver a Cidadania numa cultura de saúde e bem-estar para a realizaçã ds prjets de vida pessais, familiares e das cmunidades. 4.1.1 Intrduçã Cnceits Cidadania

Leia mais

MODALIDADE DE FORMAÇÃO

MODALIDADE DE FORMAÇÃO CURSO 7855 PLANO DE NEGÓCIO - CRIAÇÃO DE PEQUENOS E MÉDIOS NEGÓCIOS Iníci ------ Duraçã 50h Hrári(s) ------ OBJECTIVOS GERAIS - Identificar s principais métds e técnicas de gestã d temp e d trabalh. -

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS Prjets n Bima Amazônia A Critéris Orientadres B C D E F Cndicinantes Mínims para Prjets Mdalidades de Aplicaçã ds Recurss Restriçã de Us ds Recurss Critéris

Leia mais

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal.

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal. SIUPI SISTEMA DE INCENTIVOS À UTILIZAÇÃO DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL FICHA DE MEDIDA Apia prjects que visem estimular investiment em factres dinâmics de cmpetitividade, assciads à invaçã tecnlógica, a design

Leia mais

Urbanidade, sustentabilidade, saúde - uma relação evidente e persistente

Urbanidade, sustentabilidade, saúde - uma relação evidente e persistente - uma relaçã evidente e persistente Os Lugares e a Saúde Uma abrdagem da Gegrafia às variações em saúde na Área Metrplitana de Lisba Helena Ngueira Faculdade de Letras da Universidade de Cimbra Lisba,

Leia mais

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi O país d futur parece estar chegand para muits brasileirs que investiram em qualidade e prdutividade prfissinal, empresarial e pessal ns últims ans. O gigante adrmecid parece estar despertand. Dads d Centr

Leia mais

Gabinete de Serviço Social

Gabinete de Serviço Social Gabinete de Serviç Scial Plan de Actividades 2009/10 Frmar hmens e mulheres para s utrs Despertar interesse pel vluntariad Experimentar a slidariedade Educaçã acessível a tds Precupaçã particular pels

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA 1. Intrduçã e Objetivs a) O Cncurs de Ideias OESTECIM a minha empresa pretende ptenciar apareciment de prjets invadres na regiã d Oeste sempre numa perspetiva de desenvlviment ecnómic e scial. b) O Cncurs

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

Introdução... 03 1. Objetivos Estratégicos... 06 2. Projetos de Desenvolvimento... 06 3. Orçamento... 13

Introdução... 03 1. Objetivos Estratégicos... 06 2. Projetos de Desenvolvimento... 06 3. Orçamento... 13 Plan de Atividades 2014 1 Intrduçã... 03 1. Objetivs Estratégics... 06 2. Prjets de senvlviment... 06 3. Orçament... 13 2 Intrduçã O an de 2014 reserva para a ADRAVE um nv mment de psicinament estratégic

Leia mais

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária Uma nva prpsta para a Agenda Ambiental Prtuária Marcs Maia Prt Gerente de Mei Ambiente O grande desafi a tratar cm as questões ambientais prtuárias é bter um resultad equilibrad que harmnize s cnflits

Leia mais

Em qualquer situação, deve ser incluída toda a informação que seja relevante para a análise e resolução da questão/problema.

Em qualquer situação, deve ser incluída toda a informação que seja relevante para a análise e resolução da questão/problema. Mdel de Cmunicaçã Prescriçã Eletrónica de Medicaments Revisã 2 Âmbit d Dcument O presente dcument traduz mdel de cmunicaçã entre Centr de Suprte da SPMS e clientes da Prescriçã Eletrónica de Medicaments

Leia mais

Modelo de Comunicação. Programa Nacional para a Promoção da Saúde Oral

Modelo de Comunicação. Programa Nacional para a Promoção da Saúde Oral Mdel de Cmunicaçã Prgrama Nacinal para a Prmçã da Saúde Oral Âmbit d Dcument O presente dcument traduz mdel de cmunicaçã entre Centr de Suprte da SPMS e utilizadres d Sistema de Infrmaçã para a Saúde Oral

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL EDITAL CANDIDATURA AOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS (CTeSP) 2015 CONDIÇÕES DE ACESSO 1. Pdem candidatar-se a acess de um Curs Técnic Superir Prfissinal (CTeSP) da ESTGL tds s que estiverem

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS1 Avaliaçã e Gerenciament de Riscs e Impacts Sciais e Ambientais 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS1 Identificar, avaliar e gerir s

Leia mais

H. Problemas/outras situações na ligação com a Segurança Social;

H. Problemas/outras situações na ligação com a Segurança Social; Mdel de Cmunicaçã Certificads de Incapacidade Temprária Âmbit d Dcument O presente dcument traduz mdel de cmunicaçã entre Centr de Suprte da SPMS e clientes n âmbit ds CIT Certificads de Incapacidade Temprária.

Leia mais

Lista de verificação do conteúdo do Plano de Emergência Interno

Lista de verificação do conteúdo do Plano de Emergência Interno Intrduçã Lista de verificaçã d cnteúd d Plan de Emergência Intern (artig 18.º d Decret-Lei n.º 254/2007, de 12 de julh) O Decret-Lei n.º 254/2007, de 12 de julh, estabelece regime de prevençã de acidentes

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013 Inserir data e Hra 08/10/2012 N.º PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013 CURSO/CICLO DE FORMAÇÃO: Técnic De Turism 2010/2013 DISCIPLINA: Operações Técnicas em Empresas Turísticas An: 3º N.º TOTAL

Leia mais

Laboratório Ibero Americano de Inovação Cidadã Convocatória de Projetos

Laboratório Ibero Americano de Inovação Cidadã Convocatória de Projetos Labratóri Iber American de Invaçã Cidadã Cnvcatória de Prjets Cnvcatória aberta para prjets de invaçã cidadã A iniciativa da Secretaria Geral Iber Americana (SEGIB) Cidadania 2.0, a Agencia Espanhla de

Leia mais

Desafios e Oportunidades. Os Planos de Gestão de Riscos de Inundações (PGRI)

Desafios e Oportunidades. Os Planos de Gestão de Riscos de Inundações (PGRI) Desafis e Oprtunidades. Os Plans de Gestã de Riscs de Inundações (PGRI) Cláudia Brandã e Jsé Salvad Divisã d Estad das Dispnibilidades Hídricas 5/02/2015 O QUE SE COMENTA SOBRE AS CHEIAS OU INUNDAÇÕES

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versã 0.0 25/10/2010 Sumári 1 Objetivs... 3 2 Cnceits... 3 3 Referências... 3 4 Princípis... 3 5 Diretrizes d Prcess... 4 6 Respnsabilidades... 5 7

Leia mais

Concurso para Apresentação de Candidaturas Aviso Nº ACORES-50-2015-16

Concurso para Apresentação de Candidaturas Aviso Nº ACORES-50-2015-16 Cncurs para Apresentaçã de Candidaturas Avis Nº ACORES-50-2015-16 Eix Priritári 2 Melhrar Acess às Tecnlgias da Infrmaçã e da Cmunicaçã, bem cm a sua Utilizaçã e Qualidade. Priridade de Investiment 2.3

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR 1. Históric da Jrnada AGIR Ns ambientes crprativs atuais, a adçã de um mdel de gestã integrada é uma decisã estratégica n api às tmadas

Leia mais

Manual de Qualidade da Atividade Formativa

Manual de Qualidade da Atividade Formativa Manual de Qualidade da Atividade Frmativa Direçã Pedagógica e Frmaçã Març/2014 Versã - 1 Març 2014 Página 1 ÍNDICE 1. ENQUADRAMENTO DO DOCUMENTO E CARATERIZAÇÃO DA ENTIDADE... 3 1.1. ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS

Leia mais

A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS O Prgrama Ciência sem Frnteiras, lançad n dia 26 de julh de 2011, é um prgrama d Gvern Federal que busca prmver a cnslidaçã, a expansã e a internacinalizaçã

Leia mais

Projetos, Programas e Portfólios

Projetos, Programas e Portfólios Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar

Leia mais

Os valores solicitados para transporte e seguro saúde deverão ser comprovados por um orçamento integral fornecido por uma agência de viagem.

Os valores solicitados para transporte e seguro saúde deverão ser comprovados por um orçamento integral fornecido por uma agência de viagem. Aluns de Pós-Graduaçã de Instituições Estrangeiras Visa apiar visitas de n máxim 30 dias, de dutrands de instituições estrangeiras, qualificads, e prcedentes de Centrs de Excelência para estudarem, pesquisarem

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL 402643 ESTREMOZ

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL 402643 ESTREMOZ PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 8º an Subdmíni Cmunicaçã e clabraçã CC8 Cnheciment e utilizaçã adequada e segura de diferentes tips de ferramentas de cmunicaçã,

Leia mais

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital Banc Industrial d Brasil S.A. Gerenciament de Capital 2014 1 Sumári 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 4 4. PLANO DE CAPITAL... 5 5. RESPONSABILIDADES... 6

Leia mais

MONITORIZAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DA ULSNA

MONITORIZAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DA ULSNA MONITORIZAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DA ULSNA MAIO 2009 2 RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DA ULSNA, EPE Prject encmendad pela Títul: Autres: Ediçã: Mnitrizaçã da satisfaçã

Leia mais

AVISO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

AVISO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA NO USO DE RECURSOS (PO SEUR) EIXO PRIORITÁRIO 3 PROTEGER O AMBIENTE E PROMOVER A EFICIÊNCIA DOS RECURSOS

Leia mais

LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990.

LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. O IASAe a Escla Municipal de SantAndré realizaram uma série de ações vltadas para a disseminaçã e efetivaçã ds Direits das Crianças e Adlescentes estabelecids pel

Leia mais

Orientações para as Candidaturas

Orientações para as Candidaturas Orientações para as Candidaturas Tiplgia de Intervençã 6.2 (Eix 6) Qualificaçã das Pessas cm Deficiências e Incapacidades. O presente dcument cntém rientações técnicas para efeits de candidatura as apis

Leia mais

Plano de Formação 2012

Plano de Formação 2012 1 INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, IP DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALGARVE Plan de Frmaçã 2012 Centr de Empreg e Frmaçã Prfissinal de Prtimã 2 APRENDIZAGEM nível IV SAÍDA PROFISSIONAL INICIO FINAL

Leia mais

CAE Rev_3: 74900 e 71120 LICENCIAMENTO DE EMPRESAS PARA O EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES DE PRODUÇÃO E RENOVAÇÃO DE CADASTRO PREDIAL

CAE Rev_3: 74900 e 71120 LICENCIAMENTO DE EMPRESAS PARA O EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES DE PRODUÇÃO E RENOVAÇÃO DE CADASTRO PREDIAL O cnteúd infrmativ dispnibilizad pela presente ficha nã substitui a cnsulta ds diplmas legais referenciads e da entidade licenciadra. FUNCHAL CAE Rev_3: 74900 e 71120 LICENCIAMENTO DE EMPRESAS PARA O EXERCÍCIO

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS. Uma visão geral Baseado nas diretrizes do PMI

GESTÃO DE PROJETOS. Uma visão geral Baseado nas diretrizes do PMI GESTÃO DE PROJETOS Uma visã geral Bead n diretrizes d PMI 1 Intrduçã Objetiv da Apresentaçã O bjetiv é frnecer uma visã geral ds prcesss de Gestã de Prjets aplicads à Gestã de Empreendiments. O que é Prjet?

Leia mais

Resumo Executivo - Funcionalidades 1 INTRODUÇÃO

Resumo Executivo - Funcionalidades 1 INTRODUÇÃO 1 INTRODUÇÃO A crescente cmplexidade ds prjets, a quantidade de infrmaçã que lhes está assciada e aument d númer de intervenientes n prcess cnstrutiv, transfrmaram a indústria da cnstruçã numa indústria

Leia mais

Prefeitura Municipal

Prefeitura Municipal Prefeitura Municipal Publicad autmaticamente n Diári de / / Divisã de Prtcl Legislativ Dê-se encaminhament regimental. Sala das Sessões, / / Presidente Curitiba, 22 de julh de 2015. MENSAGEM Nº 049 Excelentíssim

Leia mais

METAS DE COMPREENSÃO:

METAS DE COMPREENSÃO: 1. TÓPICO GERADOR: Vivend n sécul XXI e pensand n futur. 2. METAS DE COMPREENSÃO: Essa atividade deverá ter cm meta que s aluns cmpreendam: cm se cnstrói saber científic; cm as áreas d saber estã inter-relacinadas

Leia mais

RELATÓRIO DE. Anexos

RELATÓRIO DE. Anexos RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2013 Anexs Anex 1 RCM 112/2012 DR 1ª série nº 252 de 31 de Dezembr de 2012 Anex 2 Regulament Intern REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO TÉCNICA PARA A AGENDA PORTUGAL

Leia mais

COLÉGIO MILITAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

COLÉGIO MILITAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO COLÉGIO MILITAR INGLÊS 1º CICLO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2015 2016 Grup Disciplinar de Inglês/Alemã 08.09.2015 Preâmbul 1. Pretende-se que a avaliaçã em Língua Estrangeira valrize td percurs esclar d alun,

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA Fund Lcal n Cncelh de Paredes de Cura PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO Entre: O Municípi de Paredes de Cura, pessa clectiva nº 506

Leia mais

INDICE DE PREÇOS TURISTICO. Desenvolvido no quadro do Programa Comum de Estatística CPLP com o apoio técnico do INE de Portugal

INDICE DE PREÇOS TURISTICO. Desenvolvido no quadro do Programa Comum de Estatística CPLP com o apoio técnico do INE de Portugal INDICE DE PREÇOS TURISTICO Desenvlvid n quadr d Prgrama Cmum de Estatística CPLP cm api técnic d INE de Prtugal Estrutura da Apresentaçã INTRODUÇÃO. METODOLOGIA. FORMA DE CÁLCULO. PROCESSO DE TRATAMENTO.

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2014

PLANO DE ACTIVIDADES 2014 PLANO DE ACTIVIDADES 2014 Índice 1. Missã, Visã e Valres 2. Enquadrament 3. Prjects e Actividades 4. Cnslidaçā Interna 4.1. Aspects Gerais da Organizaçā e Funcinament da AJU 4.2. Recurss Humans 4.3. Frmaçā

Leia mais