O SUBSISTEMA DE GESTÃO
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- José Camilo Cabreira
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1 O SUBSISTEMA DE GESTÃO Ruth Carvalho de Santana Pinho Maria da Glória Arrais Peter Maria Naiula Monteiro Pessoa Teresinha Maria Cavalcanti Cochrane Fabio Arrais Peter Resumo: Considerando a gestão como responsável pela eficácia empresarial e sob a ótica do enfoque sistêmico, o sistema empresa é abordado pelo GECON como o conjunto de subsistemas empresariais cujo sucesso depende da perfeita interação entre os mesmos. Dentre referidos subsistemas destaca-se o subsistema de gestão, responsável pela condução dos propósitos empresariais. Respaldado pelo subsistema de informações, estabelece o processo através do qual o gestor tomará decisões e garante a continuidade do empreendimento. Constituído pelas etapas de planejamento, execução e controle, representadas pelo somatório de todas as áreas, permite a adoção de ações corretivas em bases claras e objetivas. Nesta perspectiva o resultado da empresa é otimizado pela otimização de cada área e conseqüentemente pelo desempenho de cada gestor. Palavras-chave: Área temática: A Gestão de Custos e os Sistemas de Informação
2 O SUBSISTEMA DE GESTÃO Ruth Carvalho de Santana Pinho, Esp. Universidade Federal do Ceará Rua Princesa Isabel, 1618, Apt.1103 Bairro Farias Brito CEP Fortaleza Ceará Professora assistente Maria da Glória Arrais Peter, Esp. Maria Naiula Monteiro Pessoa, Dr. Teresinha Maria Cavalcanti Cochrane,Esp. Fábio Arrais Peter, Estudante Área Temática: Livre
3 2 O SUBSISTEMA DE GESTÃO Área Temática: Livre Resumo Considerando a gestão como responsável pela eficácia empresarial e sob a ótica do enfoque sistêmico, o sistema empresa é abordado pelo GECON como o conjunto de subsistemas empresariais cujo sucesso depende da perfeita interação entre os mesmos. Dentre referidos subsistemas destaca-se o subsistema de gestão, responsável pela condução dos propósitos empresariais. Respaldado pelo subsistema de informações, estabelece o processo através do qual o gestor tomará decisões e garante a continuidade do empreendimento. Constituído pelas etapas de planejamento, execução e controle, representadas pelo somatório de todas as áreas, permite a adoção de ações corretivas em bases claras e objetivas. Nesta perspectiva o resultado da empresa é otimizado pela otimização de cada área e conseqüentemente pelo desempenho de cada gestor. 1. Introdução O SUBSISTEMA DE GESTÃO Por vários séculos o baixo nível de complexidade das transações ocorridas no mundo empresarial levou, à aceitação do reflexo fiel da situação estática do patrimônio como informação contábil suficiente e adequada para as entidades. O estágio atual de contínua elevação deste nível de complexidade não permite mais que os resultados das operações possam ser vislumbrados na forma tradicional de contabilização e de evidenciação, já que estes mecanismos não contemplam todo conjunto de variáveis envolvidas. A evolução e a intensificação do uso da tecnologia permitiram também captar e mensurar de formas diferentes os fatos contábeis, dando ao profissional de contabilidade um conhecimento mais efetivo e isolado dos efeitos de cada tomada de decisão sobre o desempenho da empresa. Nesse novo contexto, o registro contábil passa a ser realizado a cada evento ocorrido, sem a necessidade da intermediação de documentos,
4 3 possibilitando a apuração e análise da situação patrimonial imediatamente após a tomada de decisão. Rompido o paradigma anterior, resta aos gestores uma redefinição do modelo de gestão de forma a fazer frente aos grandes desafios que se impõem. Considerando que cada gestor poderá ser avaliado pela contribuição que agregar ao resultado da empresa, e que há instrumentos para mensurar isto, se estabelece um novo padrão de comportamento gerencial, mais arrojado e criativo. Depreende-se que resultados negativos de determinadas áreas não serão mais maquiados por resultados positivos de outras, e estes últimos não serão distorcidos pelos primeiros. A perspectiva da avaliação não será unicamente no plano patrimonial. As diversas dimensões dos eventos serão consideradas para avaliação do resultado global da empresa. O Sistema de Gestão Econômica (GECON) se propõe, a partir do conceito de Resultado Econômico otimizado, a oferecer os instrumentos necessários para implantação de um processo de gestão que venha a conduzir as entidades aos resultados desejados e à própria continuidade destas. O presente trabalho tem como objetivo abordar o Subsistema de Gestão sob a ótica do GECON, destacando o processo de gestão a ser adotado para consecução de um melhor nível de eficácia empresarial. 2. Teoria dos Sistemas As idéias de sistemas têm influenciado, de forma positiva, a compreensão de vários assuntos no contexto das organizações empresariais, inclusive quanto a sua própria definição, a exemplo do que vem ocorrendo em diversos ramos do conhecimento. De acordo com Bertalanffy citado por Lodi (1987:199), considerado o fundador da Teoria dos Sistemas, Teoria dos Sistemas é uma nova visão da realidade que transcende os problemas tecnológicos, exige uma reorientação das ciências, atinge uma ampla gama de ciências desde a física até as ciências sociais e é operativa com vários graus de sucessos. Pode-se afirmar que se verifica, na atualidade, um considerável número de referências, nos mais variados ramos do conhecimento, à denominada abordagem sistêmica. A abordagem sistêmica refere-se a uma metodologia de estudo que permite tanto uma visão mais abrangente sobre o objeto do que se considerado
5 4 isoladamente, quanto uma delimitação desse objeto e do estudo do mesmo em um determinado contexto. Ao resumir a Teoria dos Sistemas, Lodi (1987:199) enfatiza que:... elabora princípios gerais, sejam físicos, biológicos ou sociológicos, e modelos gerais para qualquer das ciências envolvidas. (...) Ela também veio a preencher o vazio entre elas, pois há sistemas que não podem ser entendidos pela investigação separada e disciplinar de cada uma de suas partes. Só o todo possibilita uma explicação. Por isso também se diz que a Teoria de Sistemas é uma ciência da Totalidade. Entende-se, portanto, que a abordagem sistêmica constitui uma metodologia apropriada para a delimitação, a estruturação, o estudo e a compreensão dos diversos assuntos relacionados à empresa e à gestão empresarial, a despeito da complexidade que normalmente caracteriza o tratamento de referidos assuntos. Pereira (In: Catelli et alli, 1999:36), conclui: Sob essa abordagem, procuramos caracterizar a empresa como um sistema, com base no estudo de suas relações como ambiente em que se insere, bem como das relações existentes entre os elementos que a compõem. Tal como se dá com qualquer nova idéia na ciência ou em outra atividade, o conceito de sistema tem uma longa história. Embora o termo "sistema", propriamente, não tivesse sido empregado, a história deste conceito inclui muitos nomes ilustres. Segundo o entendimento de Bertalanffy (1977:78), o conceito de sistemas invadiu todos os campos da ciência e penetrou no pensamento popular, na gíria e nos meios de comunicação de massa. O pensamento em termos de sistemas desempenha um papel dominante em uma ampla série de campos, que vão das empresas industriais e dos armamentos até tópicos esotéricos da ciência pura, sendo-lhe dedicadas inumeráveis publicações, conferências, simpósios e cursos. Houve algumas obras preliminares no campo da teoria geral dos sistemas, entretanto, só recentemente se tornou visível a necessidade e a exeqüibilidade da abordagem dos sistemas. A necessidade resultou do fato do esquema mecanicista das séries causais isoláveis e do tratamento por partes ter se mostrado insuficiente para atender tanto aos problemas teóricos, especialmente nas ciências bio-sociais, quanto aos problemas práticos propostos pela moderna tecnologia. A viabilidade resultou de várias criações teóricas, epistemológicas, matemáticas, dentre outras, que, embora ainda incipiente, tornaram progressivamente realizável o enfoque dos sistemas.
6 5 Para Churchman (1972:31), os cientistas da administração verificaram ser muito útil pensar o sistema como uma espécie reconhecível de entidade em que entram vários tipos de recursos e da qual sai alguma espécie de produto ou serviço: o assim chamado enfoque entrada-saída. O enfoque entrada-saída é uma excelente maneira de considerar uma firma industrial. A entrada pode ser considerada como o investimento inicial em fundos, e desse investimento saem várias espécies de produtos distribuídos a vários consumidores, assim como os dividendos retornam aos investidores. Bio (1985:18) considera sistema como um conjunto de elementos interdependentes, ou um todo organizado, ou partes que interagem formando um todo unitário e complexo. Constata-se que uma empresa pode ser concebida como um sistema, o qual, consoante Bio (1985:18), é dinâmico e aberto, pois transforma recursos e gera produtos e serviços. Tais produtos podem atender tanto a necessidades internas quanto externas. Ressalte-se que faz parte de um sistema mais amplo sendo concomitantemente composto por sistemas menores. Esta visão sistêmica se aguça quando é percebido que os produtos de um sistema são na verdade recursos de outros e que, dentro de um sistema, produtos de uma atividade são recursos de outras. Pereira (In: Catelli et alli, 1999:37), salienta que: Realçando a inter-relação entre os elementos que compõem um sistema, as definições dos autores destacam a existência de certa ordem e dinâmica nos sistemas, que os conduzem para algum objetivo. Ao direcionar a atuação do sistema, esse objetivo integra dinamicamente as partes. Essas partes constituem subsistemas do sistema principal, assim como este compõe, em conjunto com outros sistemas, um sistema maior. A hierarquia e a estrutura organizacional das empresas refletem a orientação sistêmica das mesmas. Guerreiro (In: Catelli et alli, 1999:55), identifica seis subsistemas empresariais, quais sejam: subsistema institucional, subsistema físico, subsistema social, subsistema organizacional, subsistema de gestão e subsistema de informação. O subsistema institucional é composto pelo conjunto de crenças e valores dos proprietários ou instituidores e pela missão empresarial. Em que pese Guerreiro afirmar que este subsistema engloba o modelo de gestão, Catelli (2000) assegura que o modelo de gestão se constitui num subsistema independente, portanto, de referido subsistema emanam os princípios e valores institucionais que orientam a gestão. O Subsistema Físico apresenta-se como o conjunto de recursos materiais e os respectivos processos operacionais.
7 6 O Subsistema Social contempla o conjunto de recursos humanos, bem como a interação dos aspectos culturais, comportamentais e psicológicos deste mesmo conjunto. O Subsistema Organizacional diz respeito à organização formal da empresa, compreendendo as definições de autoridade, responsabilidade, nível de descentralização, dentre outros. O Subsistema de Informação abrange os processos de coleta, identificação, tratamento e reporte de informações de caráter operacional, estratégico e econômico-financeiro. Por fim, o Subsistema de Gestão segundo Pereira (In: Catelli et alli, 1999:56), refere-se ao processo que orienta à realização das atividades da empresa a realização dos propósitos da mesma. Trata-se de Subsistema que reflete a forma pela qual o empreendimento deve ser conduzido, objetivando assegurar a eficácia empresarial e trabalha num esquema de trocas recíprocas com o Subsistema de Informação. 3. Subsistema de Gestão Por meio do enfoque sistêmico, percebe-se que a empresa pode ser considerada como um sistema aberto que interage com as diversas variáveis do ambiente externo. Tratando-se do ambiente interno, a empresa é constituída de diversos subsistemas que, por sua vez, interagem de maneira extremamente dinâmica uns com os outros. Observa-se a importância da empresa ter claramente definida a filosofia referente à missão, propósitos básicos, crenças e valores. Entre os elementos que compõem os Subsistemas Empresariais destacam-se as interações entre o Modelo de Gestão, o Processo de Gestão e o Sistema de Informação.Tal interação existe no sentido de orientar o Sistema Empresa no cumprimento da missão e, como elementos que desempenham papel fundamental, como garantia da eficácia dos gestores e, conseqüentemente, da empresa. O subsistema de Gestão é um processo que orienta a realização das atividades da empresa e é responsável pela dinâmica do Sistema. Justifica-se a existência do Subsistema de Gestão pela necessidade de planejamento, execução
8 7 e controle das atividades empresariais, para que assim a empresa alcance os propósitos. Requer conhecimento adequado da realidade obtido por meio das informações geradas pelo Subsistema de Informação. Melhor compreensão do Subsistema de Gestão poderá ser obtida a partir da visualização da figura 1, a qual demonstra o Sistema Empresa na perspectiva do GECON: TEMPO SUBSISTEMA INSTITUCIONAL CRENÇAS VALORES MISSÃO E SUBSISTEMA DO MODELO DE GESTÃO SITUAÇÃO ATUAL SUBSISTEMA DE GESTÃO PROCESSO DE GESTÃO PLANEJAMENTO EXECUÇÃO CONTROLE SITUAÇÃO DESEJADA SUBSISTEMA SOCIAL SUBSISTEMA ORGANIZACIONAL SUBSISTEMA DE INFORMAÇÃO Subsistema de Informações Externas e Internas Módulo de Simulações Módulo de Planejamento Realizado: Mensuração Decisão Módulo - Modelo de - Modelo de EVENTO SUBSISTEMA FÍSICO Figura 1 - O Sistema Empresa Fonte: Parisi & Nobre (In: Catelli,1999:104) Adaptado por Catelli (2000)
9 8 Os questionamentos acerca da necessidade e funcionamento do Subsistema de Gestão, dentre outros, podem ser esclarecidos a partir da compreensão do enfoque entrada-saída. Observe-se a figura 2. Escopo: Assegurar a eficácia da empresa através da obtenção da situação objetivada.. Fornecedores Entradas Processamento Saídas Clientes Proprietários/ Investidores Fornecedores de Informações Princípios de Gestão Missão, Crenças e Valores Informações sobre Variáveis Internas e Externas Princípios Organizacionais Planejamento Estratégico Planejamento Operacional Execução Processo de Decisão Modelo de Decisão Decisões Ações Proprietários/ Instituidores Clientes de Informações Comportamentos Figura 2: Enfoque entrada-saída do Subsistema de Gestão Fonte: Catelli (2000) 4. Processo de Gestão O Processo de Gestão contempla o Planejamento Estratégico, o Planejamento Tático, o Planejamento Operacional, a Programação, a Execução e o Controle. Para Catelli et alli (1999:128), trata-se de um grande processo de controle. Apesar de o gestor não controlar todas as variáveis, principalmente as ambientais, tal processo permite o realinhamento de planos frente a estas variáveis. O planejamento estratégico é o elemento catalizador do Processo de Gestão no Sistema GECON. Desta forma, é assegurado o cumprimento da missão e obtenção da eficácia empresarial. A figura 3 demonstra esta condição.
10 9 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO MISSÃO E CONTINUIDADE EFICIÊNCIA E EFICÁCIA DIRETRIZES ESTRATÉGICAS ASSEGURAR CUMPRIMENTO EVENTOS E TRANSAÇÕES Figura 3: O Planejamento estratégico e o Processo de Gestão Fonte: Catelli (2000) O Planejamento Estratégico é um processo de otimização do uso de recursos visando o alcance de uma situação desejada. A finalidade precípua é assegurar o cumprimento da missão empresarial. Conforme se observa no quadro 1, o enfoque entrada-saída permite uma melhor compreensão das relações sistêmicas neste processo. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Escopo: Assegurar o cumprimento da missão e continuidade da entidade FORNECEDORES ENTRADAS PROCESSAMENTO SAÍDAS CLIENTES Governo Legislação Sociedade Missão, Crenças e Valores Modelo de gestão Variáveis Ambientais Variáveis Internas Identificação e Seleção das Informações Estabelecimento de Cenários Diretrizes Estratégicas Aprovadas Quadro 1- Enfoque entrada-saída do Planejamento Estratégico As diretrizes estratégicas visam converter ameaças em oportunidades, superar pontos fracos e otimizar pontos fortes. O resultado desta fase se constituirá na base do Planejamento Tático.
11 10 O eixo central no qual gira um bom Planejamento Estratégico não é a maximização e sim a otimização do resultado de todas as áreas. Oliveira (In: Catelli et alli, 1999:164) assevera que é um processo interativo e reflete acima de tudo um compromisso de toda a empresa. O Planejamento Tático é desenvolvido nos níveis organizacionais intermediários, nos quais são estabelecidas estratégias que desdobram as estabelecidas no Planejamento Estratégico. O quadro 2 demonstra como este processo ocorre. PLANEJAMENTO TÁTICO Escopo: Assegurar o cumprimento da missão da área FORNECEDORES ENTRADAS PROCESSAMENTO SAÍDAS CLIENTES Diretrizes Estratégicas Identificação dos pontos fortes e fracos Identificação de oportunidades e ameaças Diretrizes Táticas Quadro 2- Enfoque entrada-saída do Planejamento Tático Na visão de Catelli (2000), estas duas fases se reúnem numa fase denominada de Consolidação Estratégica, constituída das seguintes etapas: Identificação de conflitos entre as estratégias Diretrizes ajustadas Validação DIRETRIZES ESTRATÉGICAS Figura 4: Fase de Consolidação Estratégica
12 11 O Planejamento Estratégico efetivo surge após referida consolidação entre os dois níveis de planejamento, pois, na verdade, a diferença entre ambos reside apenas na amplitude. Na fase do Planejamento Operacional, deve estar contida uma etapa de pré-planejamento conforme demonstra o quadro 3. PRÉ-PLANEJAMENTO Escopo: Assegurar a escolha das melhores alternativas para viabilização das estratégias FORNECEDORES ENTRADAS PROCESSAMENTO SAÍDAS CLIENTES Diretrizes Estratégicas Estabelecimento de objetivos e metas operacionais Identificação de alternativas operacionais Escolha das melhores alternativas simuladas Consolidação e harmonização de alternativas entre as áreas Quadro 3 - Enfoque entrada-saída do Pré-Planejamento Conjunto de alternativas operacionai s aprovadas Nesta etapa, é imprescindível o apoio do subsistema de informação. Inicialmente os modelos de identificação e mensuração estabelecem o quê medir e como medir. O modelo de decisão, por sua vez, configura o processo de decisão que permeia todo o subsistema de gestão. Através do módulo de simulações, é possível proceder a análise e escolha de alternativas. O Planejamento Operacional diz respeito ao desenvolvimento e implantação das estratégias. Para Catelli et alli (1999:132) consiste na identificação, integração e avaliação de alternativas de ação e na escolha de um plano de ação a ser implementado. Os autores continuam, afirmando que referido processo deve acontecer com a participação dos responsáveis pelas áreas funcionais, de forma a fomentar o comprometimento dos mesmos.
13 12 O enfoque entrada-saída exposto no quadro exposto no quadro 4, pode representar melhor como ocorre tal processo. PLANEJAMENTO OPERACIONAL Escopo: Assegurar a escolha das melhores alternativas de ação FORNECEDORES ENTRADAS PROCESSAMENTO SAÍDAS CLIENTES Diretrizes Estratégicas Consolidadas Definição do horizonte de planejamento Definição dos parâmetros temporais Definição dos recursos a serem utilizados Planejamen to de Longo e Médio Prazo Quadro 4- Enfoque entrada-saída do Planejamento Operacional Os planejamentos de médio e longo prazo correspondem, segundo Catelli et alli (1999:135), ao detalhamento das alternativas operacionais aprovadas dentro de uma perspectiva operacional definida pela empresa. O Planejamento de Curto Prazo consiste na reformulação das estratégias, considerando a eliminação de prováveis incertezas contidas nas etapas anteriores do planejamento. O enfoque entrada-saída ficaria configurado conforme quadro 5 (Catelli et alli,1999:135). A revisão decorrente do Planejamento de Curto Prazo afeta todo o planejamento, pela preparação de uma programação operacional, a qual representa um ajuste no plano.
14 13 PLANEJAMENTO DE CURTO PRAZO Escopo: Reformular alternativas de forma a otimizar os resultados no médio e longo prazo FORNECEDORES ENTRADAS PROCESSAMENTO SAÍDAS CLIENTES Planejamento de Médio e Longo Prazo Identificação das variáveis externas e internas de curto prazo Análise da adequação dos planos de médio e longo prazo Decisão quanto à manutenção ou revisão dos planos originais Plano de Curto Prazo Quadro 5- Enfoque entrada-saída do Planejamento de Curto Prazo Na fase de Execução, ocorre a utilização dos recursos e a geração de produtos ou prestação de serviços. Aqui ocorre o processo de gestão, que se materializa pelo conjunto de ações da empresa. A representação desta fase está definida no quadro 5. EXECUÇÃO Escopo: Atender aos objetivos do plano operacional de curto prazo FORNECEDORES ENTRADAS PROCESSAMENTO SAÍDAS CLIENTES Programação operacional Cursos Identificação e escolha das melhores alternativas Implementação das ações Transações realizadas Quadro 6- Enfoque entrada-saída da fase de Execução
15 14 Embora todo o processo de gestão concebido nos moldes até agora apresentados, se constitua num grande processo de controle, esta fase se sobressai pela existência de duas atividades, quais sejam: comparação entre o desempenho real e o planejado; modificação do plano resultante deste confronto. A simples constatação das divergências não se constitui em controle. Para tanto, será necessário investigar as causas e proceder à correção de rumos. O enfoque entrada-saída nesta fase consta no quadro 7. CONTROLE Escopo: Assegurar que os resultados planejados sejam efetivamente realizados FORNECEDORES ENTRADAS PROCESSAMENTO SAÍDAS CLIENTES Informações Identificar transações realizadas Comparar resultados planejados e realizados Identificar as causas dos desvios Decidir sobre ações a serem tomadas Implantar ações Quadro 7- Enfoque entrada-saída da fase do Controle Ações corretivas Conforme Catelli et alli (1999:138), quanto mais integrados, claros e completos forem os planos, assim também o serão os controles. Ressalte-se que tal feito só será possível com o uso de um adequado sistema de informação, tanto no fornecimento de informações históricas quanto com as simulações, num processo ininterrupto de feedback. Desta forma, referido Subsistema deve ser estruturado de acordo com as diversas etapas do Processo de Gestão. O processamento da fase do Controle pressupõe a análise não só de resultados econômicos gerados pelas atividades, mas também a análise de desempenho por áreas de responsabilidade. Basicamente, este desempenho é
16 15 medido pelo modelo orçamentário e de apuração de variações, existentes no Subsistema de Informação. Tal modelo permite calcular o Orçamento Original, Orçamento Corrigido pela variação de preços e o Orçamento Ajustado contendo quantidades de curto prazo precificadas pelo Orçamento Corrigido. Confronta o orçamento realizado com o padrão efetivamente realizado. Deste confronto é possível analisar variações de preços, de volume, de ajuste de plano, de eficiência, além da variação total. Em todo o Processo de Gestão, a Controladoria deve atuar como coordenadora do mesmo, preservando, contudo, o aspecto da Controlabilidade, o qual caracteriza o Sistema GECON. Para Oliveira (In: Catelli et alli, 1999:165), o principal papel da Controladoria é otimizar o resultado, através da viabilização e da otimização dos conceitos aplicáveis à Gestão Econômica, de forma a agregar valor para a empresa. Cabe àquela, ainda, a função de gerir o Subsistema de Informação, considerando que a dinâmica do mundo empresarial exige ajustes freqüentes, sendo a informação o principal elemento para garantir o êxito do processo decisório. Conclusão O Subsistema de Gestão é resultante de um Modelo de Gestão concebido a partir dos princípios que regem o Sistema GECON. Assinala-se que, embora a taxonomia planejamento e controle possa ser utilizada em outras concepções de gestão, o que realmente caracteriza este Subsistema é a gestão por resultados econômicos. A meta a ser alcançada não é a maximização, e sim a otimização dos resultados, não só de forma interna, ou seja, entre as áreas, mas também dentro do segmento econômico no qual a empresa esteja inserida de forma essencialmente interativa. Percebe-se que o Subsistema de Gestão sob a ótica do GECON provê o gestor de visão realista e de antecipação de resultados desde a fase do planejamento. Ao analisar o espectro de referido Subsistema, percebe-se que a tomada de decisão é, antes de tudo, um processo. A existência desse processo decisório confere serenidade e bom senso às ações requeridas, garantindo a eficácia empresarial.
17 16 Bibliografia: BERTALANFFY, Ludwig Von. Teoria geral dos sistemas. Petrópolis: Ed. Vozes, BIO, Sérgio R. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, CATELLI, Armando. Controladoria uma abordagem da gestão econômica - GECON. São Paulo: Atlas, et alli. Mensuração do resultado segundo a ótica da gestão econômica (GECON). Revista do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo. Dez Sistema de gestão econômica GECON: um instrumento para mensuração, otimização e avaliação de resultados e desempenhos. V Congresso Internacional de Costos. Acapulco, Gro. México. Julio Notas de Aula Mestrado Interinstitucional USP/UFC. Fortaleza: 2000 CHURCHMAN, C.W. Intodução à teoria dos sistemas. 2 a. edição, Petrópolis: Ed. Vozes,1972. LODI, João Bosco. História da administração. 9 ª ed. São Paulo: Pioneira: FIGUEIREDO, Sandra & Caggiano, Paulo César. Controladoria teoria e prática. São Paulo: Atlas, MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 5 ª ed. São Paulo: Atlas, NAKAGAWA, Massayuki. Estudo de alguns aspectos de controladoria que contribuem para a eficácia empresarial. Tese (Doutorado), Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade. São Paulo: Universidade de São Paulo, Introdução à Controladoria. São Paulo: Atlas, PEREIRA, Carlos Alberto. Estudo de um modelo conceitual de avaliação de desempenhos para gestão econômica. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade. São Paulo: Universidade de São Paulo, PONTE, Vera. Uma mensuração de lucro centrada em evidenciar o acréscimo de valor no ativo líquido. São Paulo: FIPECAFI, Caderno de Estudos, v.10, 7. jan/abr p PONTE. Vera & SANTOS, Edilene Santana. Modelo de decisão em gestão econômica. São Paulo: FIPECAFI, Caderno de Estudos, v.10, n. 19.Set/dez 1998.
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