PROGRAMAS DE AUTO CONTROLE E CERTIFICAÇÃO OFICIAL
|
|
|
- Cássio Corte-Real Eger
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PROGRAMAS DE AUTO CONTROLE E CERTIFICAÇÃO OFICIAL PROGRAMAS DE QUALIDADE HIGIENICO-SANITÁRIA EM ESTABELECIMENTOS PRODUTORES DE ALIMENTOS Régia Paula Vilaça Queiroz Carlos Eduardo Tedesco Silva
2 BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO BPF
3 BPF 1. Conceito São procedimentos efetuados sobre a matéria prima até o produto acabado, em qualquer etapa do seu processamento, armazenamento e transporte, necessários para garantir a qualidade sanitária dos alimentos. 2. Definições Estabelecimento de alimentos elaborados/industrializados é o espaço delimitado que compreende o local e a área que o circunda, onde se efetiva um conjunto de operações e processos que tem como finalidade a obtenção de um alimento
4 BPF elaborado, assim como o armazenamento e transporte de alimentos e/ou matéria-prima; Manipulação de alimentos são as operações que se efetuam sobre a matéria prima até o produto terminado, em qualquer etapa do seu processamento; Armazenamento é o conjunto de tarefas e requesitos para a correta conservação de insumos e produtos terminados; Contaminação presença de substâncias ou agentes estranhos
5 BPF de origem biológica, química ou física, que se considere como nociva ou não para a saúde humana; Desinfecção é a redução, por intermédio de agentes químicos ou métodos físicos adequados, do número de microrganismos no prédio, instalações, maquinaria e utensílios, a nível que impeça a contaminação do alimento que se elabora.
6 BPF 2. Requesitos gerais para estabelecimento produtor de alimentos: deve localizar-se em zonas isentas de odores indesejáveis, fumaça, pó, em terrenos não sujeitos às inundações; as vias de trânsito interno e áreas devem ter superfície compacta e/ou pavimentação; Prédios e instalações devem ser de construção sólida, com fluxograma adequado;
7 BPF paredes e tetos devem ser lisos, laváveis, impermeáveis, de cor clara; janelas com proteção contra insetos; lâmpadas com protetores; nas áreas de entrada de acesso devem existir lavatórios com sabão, papel toalha e lixeira com tampa sem acionamento manual;
8 BPF os sanitários e vestiários não devem ter comunicação direta com as áreas de produção; a tubulação de esgoto deve ser adequada de forma que o papel higiênico utilizado seja descartado pelo vaso sanitário; deve ser indicada a obrigatoriedade e a forma correta de higienizar as mãos, após o uso do sanitário;
9 BPF deve haver um armário para cada funcionário; deve ser implantado o programa de controle integrado de pragas; deve ser impedida a entrada de animais domésticos; deve-se dispor de abastecimento de água potável suficiente com pressão adequada; deve dispor de sistema de eliminação de efluentes e águas residuais;
10 BPF todas as pessoas que trabalham na manipulação de alimentos devem submeter-se aos exames médicos antes do seu ingresso e periodicamente; os funcionários devem usar uniformes completos, conservados e limpos e apresentar hábitos de higiene; os funcionários devem ser treinados;
11 BPF o uso de luvas não dispensa a obrigação de lavar as mãos cuidadosamente; os insumos, matérias-primas e produtos deverão ser depositados sobre estrados e afastados da parede; os subprodutos devem ser armazenados adequadamente;
12 BPF as substâncias tóxicas devem estar identificadas, armazenadas em salas separadas, com chave e manipuladas por pessoas autorizadas e treinadas; os locais refrigerados deverão estar providos de termômetros; as embalagens devem ser armazenadas em locais específicos, em condições de sanidade e limpeza;
13 BPF as matérias-primas e produtos devem ser embarcados o mais rápido possível; os veículos destinados ao transporte de alimentos refrigerados ou congelados devem manter os níveis adequados de temperatura;
14 Referências Bibliográficas: Regulamento técnico sobre as boas práticas de fabricação para estabelecimentos elaboradores/industrializadores de alimentos- Brasília: MA/SDA/DIPOA/DNT, 1997.
15 PROCEDIMENTOS PADRÃO DE HIGIENE OPERACIONAL PPHO
16 PPHO 1. Conceito É o procedimento padrão de higiene operacional dos estabelecimentos; 2. Objetivo Remoção de resíduos para evitar a contaminação do produto com microrganismos que causem enfermidades de origem alimentar e que diminuam a vida útil do mesmo;
17 PPHO 3. Definições - Limpeza remoção das sujidades de uma superfície - Sanificação etapa que visa reduzir microrganismos presentes na superfície limpa, para níveis aceitáveis 4. Fatores a serem observados: -Tempo de contato - Temperatura - Ação mecânica - Ação química detergentes apropriados e concentração
18 PPHO Etapas de limpeza e sanificação Preparação para limpeza desconectar e desmontar equipamentos Remoção de resíduos limpeza grosseira Pré-lavagem - Remoção dos resíduos pela água Lavagem - remoção de resíduos por uso de detergentes
19 PPHO Enxágue - remoção detergente através da água Sanificação solução sanificante - calor, produto químico (cloro, desinfetantes iodados, compostos quaternários de amônia) Enxágue remoção do sanificante Tetos, trilhos e protetores de lâmpadas limpos e secos
20 PPHO Passos para elaboração do Programa de PPHO - Identificação das áreas ou seções. - Identificação dos equipamentos - Análise de riscos e definição de procedimentos - Escolha dos compostos de limpeza - Procedimentos de limpeza aplicados - Sanificação
21 Verificações Oficiais A verificação dos procedimentos operacionais - limpeza e sanitização dos equipamentos e utensílios industriais nos intervalos do turno de trabalho - horários pré-fixados. Plano de Inspeção do SIF fluxograma, Área de Inspeção (AI), Unidades de Inspeção (UI s); UI s inspeção visual das superfícies em 1 minuto equipamento/piso/parede e teto; Pré-operacional e operacional sorteio - 10% das UI s
22 Referências Bibliográficas: Circular 272/1997/DIPOA de 22/12/1997 Circular 176/2005/CGPE/DIPOA de 17/05/2005
23 ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE APPCC
24 APPCC 1. Definições: Alimento seguro livre de contaminações; Perigo contaminação inaceitável de natureza biológica, química ou física que possa causar dano à saúde ou integridade do consumidor; Análise de perigos avaliação de todas as etapas envolvidas na produção do alimento, desde a obtenção de matéria-prima;
25 APPCC Árvore decisória para identificação de Ponto Crítico de Controle sequência lógica de questões para determinar se a etapa é um PCC; Limite crítico valores estabelecidos que, quando não atendido, pode colocar em risco a saúde do consumidor; Desvio é o não atendimento dos limites estabelecidos;
26 APPCC Medida preventiva fatores que podem ser usados, na produção, para eliminar, reduzir ou prevenir perigos que podem causar prejuízo à saúde do consumidor; Monitoramento sequência planejada de observações ou mensurações devidamente registradas que permite avaliar se um PCC está sob controle; PCC ponto, etapa ou procedimento no qual se aplicam medidas preventivas para manter um perigo sob controle
27 APPCC 2. Princípios básicos do APPCC: - Identificação dos perigos e medidas de controle - Identificação de PCC s árvore decisória - Estabelecimentos de limites críticos para PCC s tempo, temperatura, ph - Monitoramento dos PCC s - Estabelecimentos de ações corretivas - Procedimentos de verificação - Registro dos resultados
28 APPCC 3. Aspectos gerais: Plano deve ser descrito de forma clara e detalhada; Deve ser assinado e datado pelo indivíduo com maior autoridade no estabelecimento; Os procedimentos descritos devem ser fielmente executados;
29 APPCC 4. Análise de Risco Lista de perigos; Análise de cada etapa do processo - diagrama de fluxo que descreve as etapas de elaboração do produto; O estabelecimento tem um plano descrito para cada um de seus produtos; A análise de perigo deve identificar a sua provável utilização ou os consumidores do produto final;
30 APPCC Identificação de PC e PCC perigos biológicos, químicos e físicos; Escolha de PC ou PCC embasada em regulamentos, literatura científica; Identificação de PCC visando prevenir, eliminar ou reduzir o perigo a níveis aceitáveis; Classificação de um perigo como não crítico deve ser embasada por medidas preventivas e/ou apresentar uma etapa posterior que elimine ou controle o perigo;
31 APPCC 5. Pontos Críticos de Controle A identificação dos PCC s pode ser realizada através das questões: É um problema de saúde pública? É provável que ocorra? É mensurável? Resposta SIM para todas as questões e não há etapa posterior que elimine ou controle o perigo, a etapa em avaliação deve ser considerada um PCC.
32 APPCC Cuidado para que não sejam escolhidos pontos em excesso, alguns deles podem ser PC s; Deve-se diferenciar a probabilidade da possibilidade de ocorrência do perigo; Separar perigos biológicos, físicos ou químicos medidas preventivas e corretivas específicas;
33 APPCC 6. Limites críticos Listados e pertinentes à legislação ou literatura científica; Não pode ser um intervalo; Dever ser mensurável.
34 APPCC 7. Monitoramento Listar os procedimentos de monitoramento e a freqüência que será usada para monitorar cada PCC, visando assegurar a sua conformidade com limites críticos; É executado para identificar possíveis desvios dos limites críticos, geralmente de forma contínua;
35 APPCC 8. Ações corretivas O estabelecimento deve identificar a causa do desvio; A ação corretiva deve eliminar a causa do desvio; A ação corretiva deve assegurar que o PCC está sob controle; Devem ser implantadas medidas preventivas para evitar a repetição do desvio; As ações corretivas devem assegurar que nenhum produto com risco à saúde publica ou alteração chegue ao consumidor, em conseqüência de desvios do processo;
36 APPCC Deve-se intensificar a frequência do monitoramento até que seja restabelecido o controle do PCC; Registro de todas as ações corretivas. Ações Preventivas Exemplos: treinamento de pessoal, ajuste de equipamento e diminuição da velocidade de abate.
37 APPCC 9. Verificação Listar os procedimentos e a frequência de execução; Exemplos: observação das atividades de monitoramento do processo e de ações corretivas, calibração dos instrumentos, revisão de registros, avaliação de resultados de análises correlacionando-os com os padrões de inocuidade. Podem ser incluídas as auditorias internas e externas.
38 APPCC 10. Registro O plano APPCC deve prever um sistema de manutenção dos registros que documentam o monitoramento dos PCCs; Plano APPCC e documentos associados - documentos de referência que embasem a escolha do PCC; Os documentos de embasamento são confiáveis; Planilha de monitoramento dos PCC s limites críticos;
39 APPCC Ações corretivas e preventivas em resposta ao desvio; Procedimentos de verificação; Incluir data e horário e assinatura do funcionário responsável; Os registros devem ser retidos no estabelecimento pelo prazo correspondente à validade dos produtos.
40 APPCC 11. Validação Verificar se o plano está sendo efetivamente implementado; Período de 90 dias após sua implantação e a cada alteração; Reavaliação pelo menos anual
41 APPCC A inspeção oficial julga o programa inadequado quando: o programa não reúne os requisitos da legislação; o estabelecimento não executa as atividades contidas no plano; há falhas na definição das medidas preventivas e corretivas; há falhas na forma prevista para a manutenção dos registros.
42 APPCC Verificações Oficiais: Verificação no local Realizada diariamente mínimo 10% dos PCC s; Em todos os turnos de trabalho Horários alternados
43 Verificação documental Deve ser realizada todas as vezes que o estabelecimento identificar desvios dos limites críticos dos PCC s. O SIF deverá analisar as medidas corretivas preenchendo os achados nos formulários de verificação documental, citando os documentos analisados.
44 Referências Bibliográficas: Circular 369/2003/DCI/DIPOA de 02/06/2003 Circular 175/2005/CGPE/DIPOA de 17/05/2005
PAC 08. Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos
Página 1 de 7 Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos Página 2 de 7 1. Objetivo-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03
Sistemas de segurança na produção de alimentos
Sistemas de segurança na produção de alimentos Profa. Dra.Vanerli Beloti Universidade Estadual de Londrina Centro Mesorregional de Excelencia em tecnologia do Leite do norte Central [email protected]
CHECK LIST DE VERIFICAÇÃO DAS GRANJAS/ENTREPOSTO/FÁBRICA
PROJETO OVOS RS CHECK LIST DE VERIFICAÇÃO DAS GRANJAS/ENTREPOSTO/FÁBRICA Nome do avaliador Data Avaliação ( ) 1ª ( )2ª( )3ª ( )4ª Nome do estabelecimento: Endereço: Município: Responsável por acompanhar
Sistemas / equipamentos para combate e incêndios ( legislação específica )
ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DE UMA FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO FARMACOTÉCNICA I Aula 2.2 INFRA- ESTRUTURA ( RDC 67/2007 ) A farmácia deve ser localizada, projetada, construída e adaptada, com infra-estrutura adequada
ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE (APPCC) HAZARD ANALYSIS AND CRITICAL CONTROL POINTS (HACCP)
ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE (APPCC) HAZARD ANALYSIS AND CRITICAL CONTROL POINTS (HACCP) APPCC HISTÓRICO Viagens espaciais tripuladas no início dos anos 60 Administração Espacial e
COMO VALIDAR O HACCP Um Exemplo na Indústria de Carnes e Derivados
COMO VALIDAR O HACCP Um Exemplo na Indústria de Carnes e Derivados Este material pertence a Sadia S.A Gerência de Planejamento e Auditoria de Higiene e Segurança de Alimentos VALIDAÇÃO - HACCP INTRODUÇÃO
ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES
ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES 1 OBJETIVO O objetivo do Gerenciamento de Modificações consiste em prover um procedimento ordenado e sistemático de análise dos possíveis riscos introduzidos por modificações,
Análises de Perigos e Pontos Críticos de Controle. Dra. Kátia Sivieri
Análises de Perigos e Pontos Críticos de Controle Dra. Kátia Sivieri Setembro 2004 Histórico O sistema de Análise de Perigos e Pontos críticos de controle (APPCC) originou-se na industria química (Grã-Bretanha).
Higiene e Segurança Alimentar
Higiene e Segurança Alimentar Romana Neves Médica Veterinária Direcção de Serviços de Qualidade e Segurança Alimentar Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural Santa Cruz, 10 de Maio de
QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES. Susana Sousa Consultoria e Formação
QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR / GESTÃO DE RECLAMAÇÕES Susana Sousa Consultoria e Formação HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR o Porquê? Consumidor mais exigente Maior qualidade dos produtos Maior qualidade
PROGRAMA DE PRÉ-REQUISITOS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS - BPA
PROGRAMA DE PRÉ-REQUISITOS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS - BPA Leonora Mansur Mattos Laboratório de Pós-Colheita Embrapa Hortaliças BOAS PRÁTICAS PRÁTICAS E PROCEDIMENTOS ESTABELECIDOS PARA A PRODUÇÃO PRIMÁRIA
GUIA PARA A REALIZAÇÃO DE ESTUDOS DE ESTABILIDADE DE PRODUTOS SANEANTES
GUIA PARA A REALIZAÇÃO DE ESTUDOS DE ESTABILIDADE DE PRODUTOS SANEANTES A estabilidade de produtos saneantes depende de fatores ambientais como temperatura, umidade e luz, e de outros inerentes ao produto
HIGIENE E LIMPEZA NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS
HIGIENE E LIMPEZA NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS A limpeza e sanitização na indústria alimentícia são operações fundamentais no controle sanitário dos alimentos. Objetivo: Evitar a contaminação e deterioração
PARECER Nº, DE 2001. RELATOR: Senador RICARDO SANTOS
. PARECER Nº, DE 2001 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS sobre o Projeto de Lei da Câmara n.º 123, de 2001, que Dispõe sobre a elaboração, beneficiamento e comercialização de produtos artesanais de origem
Manual de Boas Práticas de Fabricação
EMPRESA Manual de Boas Práticas de Fabricação MBPF-EMPRESA-001 Elaborado por: Fulano Revisado por: Fulano Supervisor Garantia da Qualidade Coordenador de Qualidade Aprovado eletronicamente por: Fulano
OFICINA DE BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS
OFICINA DE BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS As Boas Práticas de Manipulação de Alimentos auxiliam na rotina do trabalho, tendo como propósito ampliar conhecimentos e aprimoramento na manipulação
Obrigações Legais dos Estabelecimentos Prestadores de Serviços de apoio social
SEMINÁRIO GUARDA 17 de Junho de 2016 Obrigações Legais dos Estabelecimentos Prestadores de Serviços de apoio social Filomena Duros Inspetora da Delegação da ASAE de Castelo Branco D.L nº 33/2014 de 4 de
Gestão da Qualidade em Alimentos. Páulia Maria Cardoso Lima Reis Mestre em Engenharia de Alimentos IF Sertão-PE
Gestão da Qualidade em Alimentos Páulia Maria Cardoso Lima Reis Mestre em Engenharia de Alimentos IF Sertão-PE ISO 9000: Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes, satisfaz a
PERIGO? AVALIAÇÃO DE RISCOS?? ANÁLISE DE PERIGOS? ANÁLISE DE RISCOS? RISCO? HACCP
SIMILARIDADES E DIFERENÇAS ENTRE HACCP E ANÁLISE DE RISCOS BERNADETTE DGM FRANCO FCF / USP PERIGO? AVALIAÇÃO DE RISCOS?? ANÁLISE DE PERIGOS? ANÁLISE DE RISCOS? RISCO? HACCP Conceitos Fundamentos da Análise
Higienização de Ambiente Aplicada ao Controle de Infecção Hospitalar Enf.ª Simone Moreira Esp. Controle de Infecção Hospitalar Me.
3º Encontro de Esterilização: práticas seguras em respeito à vida Higienização de Ambiente Aplicada ao Controle de Infecção Hospitalar Enf.ª Simone Moreira Esp. Controle de Infecção Hospitalar Me. Avaliação
SUMÁRIO DE REVISÕES. Rev. Data DESCRIÇÃO E/OU ITENS REVISADOS. 0 21/01/2014 Emissão Original
PGSGA/09 Auditorias Internas e Externas Página 1 de 10 SUMÁRIO DE REVISÕES Rev. Data DESCRIÇÃO E/OU ITENS REVISADOS 0 21/01/2014 Emissão Original 01 20/02/2014 Alteração no item 6 e 7 Elaborado por: Verificado
Secretaria de Saúde do Estado Agência Estadual de Vigilância Sanitária AGEVISA - PB. Resolução RDC AGEVISA nº. 006, 11 de dezembro de 2002.
Secretaria de Saúde do Estado Agência Estadual de Vigilância Sanitária AGEVISA - PB Resolução RDC AGEVISA nº. 006, 11 de dezembro de 2002. Dispõe sobre o Regulamento Técnico para transporte, distribuição,
Objetivos da disciplina:
Aplicar e utilizar princípios de metrologia em calibração de instrumentos e malhas de controle. Objetivos da disciplina: Aplicar e utilizar princípios de metrologia calibração de instrumentos e malhas
IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL
PARTE: II Legislação ambiental Primeira Fase: Oficinas Oficina 01 Sobre a Política e sobre o Planejamento: Conceitos da Gestão Ambiental Legislação ambiental Política Ambiental definição e desdobramentos
FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA MOD.QAS.033 / 03
1/5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: 1.1. Nome: Agregado leve artificial obtido por processamento de materiais naturais para 1.2. Aplicações: utilização em betão, prefabricação, argamassas, caldas
SIM- SERVIÇO DE INSPEÇÃO MUNICIPAL
NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA RECADASTRAMENTO, REGISTRO E/OU APROVAÇÃO DE PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS NO SIM, CONFORME A LEGISLAÇÃO VIGENTE. A) Para recadastrar,aprovar o projeto e/ou alterações : 1- Mandar
Oficio Circular nº 15 /2009/GAB/DIPOA Brasília, 08 de Maio de 2009. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal DIPOA
Oficio Circular nº 15 /2009/GAB/DIPOA Brasília, 08 de Maio de 2009 Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal DIPOA Aos: Chefes de SIPAG s C/C aos Chefes de Divisão Técnica e
AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE DA CURVA DE TEMPERATURA DE UMA LAVADORA-DESINFETADORA PÓS QUALIFICAÇÃO TÉRMICA
AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE DA CURVA DE TEMPERATURA DE UMA LAVADORA-DESINFETADORA PÓS QUALIFICAÇÃO TÉRMICA Introdução Problemas referentes às práticas de limpeza, desinfecção e esterilização dos materiais,
MINISTERIO DE Estado e da SAUDE Direcção Geral da Saúde Programa Nacional de Nutrição
MINISTERIO DE Estado e da SAUDE Direcção Geral da Saúde Programa Nacional de Nutrição PROPOSTA DE SISTEMA DE CONTROLE DE QUALIDADE E DE SEGUIMENTO DO CONSUMO DE SAL IODADO MANUAL TÉCNICO Elaborado por
MANTENDO AS PESSOAS HIGIENE DO TRABALHO SAÚDE OCUPACIONAL SEGURANÇA DO TRABALHO
MANTENDO AS PESSOAS Unidade III HIGIENE DO TRABALHO SAÚDE OCUPACIONAL SEGURANÇA DO TRABALHO HIGIENE DO TRABALHO Está relacionada com a busca de condições de trabalho saudáveis e higiênicas. Refere-se a
MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS
Programa de formação sobre a aplicação de MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS TEMA 1 ASPECTOS TOXICOLÓGICOS DA APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊTICOS TENDO EM CONSIDERAÇÃO A
O que é? HACCP Obrigação legal. HACCP Conceitos Gerais e aplicação na produção alimentar
VI Fórum Nacional de Apicultura Lousã, 17 de Setembro de 200 HACCP Conceitos Gerais e aplicação na produção alimentar João Freire de Noronha CERNAS DCTA Escola Superior Agrária de Coimbra www.esac.pt/noronha
PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA
Anexo II.7 Especificações de Garagem PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA ÍNDICE 1 ESPECIFICAÇÕES DE GARAGEM... 2 1.1Instalações... 2 1.2Pátio... 2 1.3Posto de Abastecimento... 2 1.4Lavagem... 3 1.5Inspeção
Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO?
MANUTENÇÃO Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? Introdução à Manutenção O que a manutenção tem a ver com a qualidade total? Disponibilidade de máquina; Aumento da competitividade;
RESOLUÇÃO N.º 024/2002-CEMA, de 26 de agosto de 2.002
RESOLUÇÃO N.º 024/2002-CEMA, de 26 de agosto de 2.002 O CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE CEMA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Estadual n.º 7.978, de 30 de novembro de 1984, alterada
DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS VIGILÂNCIA SANITÁRIA Roteiro de Inspeção para Distribuidora de Cosméticos
Roteiro de Inspeção para Distribuidora de Cosméticos Nome Fantasia: Razão Social: CNPJ: Endereço (Rua, Avenida, Número, Complemento): Bairro: Município: UF: Telefone: E-mail: Responsável Legal: CPF: Responsável
Determinação do percentual de desglaciamento em pescados por gravimetria
Página 1 de 6 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar o peso do produto glaciado, do produto desglaciado e o percentual de glaciamento em pescados congelados glaciados. São assim considerados
Análise de riscos e pontos críticos de contaminação microbiana na manipulação de produtos e insumos farmacêuticos
Análise de riscos e pontos críticos de contaminação microbiana na manipulação de produtos e insumos farmacêuticos Por Fernando Daniel Amaral Farmacêutico Industrial Mestre em Microbiologia Introdução A
GESTÃO DA MANUTENÇÃO
Classificação Nível de Criticidade para Equipamentos S Q W Itens para avaliação Segurança cliente interno cliente externo meio-ambiente Qualidade Condição de trabalho Status Equipamento A B D P M Perdas
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Produção Vegetal
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Produção Vegetal AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS SEMENTES DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS ANA D. L. C. NOVEMBRE [email protected]
MATÉRIAS PRIMAS NA ALIMENTAÇÃO. Prof. Ana Paula Lopes
MATÉRIAS PRIMAS NA ALIMENTAÇÃO. Prof. Ana Paula Lopes Definição de Alimento De acordo com o Código Nacional de Saúde, Decreto-Lei 986/1969, alimento é toda substância ou mistura de substâncias, no estado
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE TECNOLGIA FT
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE TECNOLGIA FT Disciplina: CET- 0307 - Amostragens e Análises Físico-Químicas de Ar, Águas de Abastecimento e Residuárias e Solo. 1 RELATÓRIO DE VISITA TÉCNICA
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE INFLUENZA A(H1N1)
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE INFLUENZA A(H1N1) P1 QUAIS OS CUIDADOS DE BIOSSEGURANÇA NA RECEPÇÃO / ATENÇÃO AO PACIENTE COM QUEIXA E SINTOMATOLOGIA DE INFLUENZA A(H1N1), NO DOMICÍLIO, NA UNIDADE BÁSICA DE
Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO UFERSA DISCIPLINA: INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes 2012.2 INTRODUÇÃO Principais ferramentas - garantia da inocuidade,
TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aula 17 Instalações de Esgoto Profª Heloise G. Knapik 1 Instalações prediais de esgotamento sanitário Objetivo
ANVISA BPF, PROCESSO DE FABRICAÇÃO E SISTEMA DE CODIFICAÇÃO. Artur J. Gradim. SÃO PAULO 28 DE Agosto de 2006
ANVISA BPF, PROCESSO DE FABRICAÇÃO E SISTEMA DE CODIFICAÇÃO Artur J. Gradim SÃO PAULO 28 DE Agosto de 2006 PORQUE BOAS PRÁTICAS E NÃO SÓ PRÁTICAS BOAS: (Plural feminino do adjetivo bom) Bom: que tem todas
LAUDO DE EXAME TÉCNICO DE ANÁLISE ERGONÔMICO DE TRABALHO NR-17
LAUDO DE EXAME TÉCNICO DE ANÁLISE ERGONÔMICO DE TRABALHO NR-17 1. Identificação do Empreendimento Razão Social: Secretaria da Segurança Pública (SSP/TO) IML de Palmas Endereço: Quadra 304 Sul Av. NS 4
5.1 Processo de Avaliação de Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares O processo de avaliação e visita deve ser orientado pela aplicação do
5. PROCEDIMENTOS 5.1 Processo de Avaliação de Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares O processo de avaliação e visita deve ser orientado pela aplicação do Manual Brasileiro de Acreditação das
AUDITORIA INTERNA Secretaria de Educação
1. Objetivo Esta norma estabelece o procedimento, requisitos básicos e a metodologia a ser obedecida para o planejamento, a execução e o registro de auditorias internas do Sistema de Gestão da Qualidade
Telefone laboratório Fax Email. Telefone (Chefe laboratório) Pessoal? Trabalho? Contacto Coordenador Regional o Distrital
- Checklist Pré-Instalação Xpert Parte 1:Perfil laboratório Data da Avaliação/Auditoria Nome(s) e Afiliação do Assessor (es) Nome (s) contacto laboratório Telefone/email Nome laboratório Distrito Região
Capacidade de Produção de Anti-retrovirais com Qualidade
Conselho Nacional de Saúde SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO DE ANTI-RETROVIRAIS NA INDÚSTRIA BRASILEIRA Brasília, 08/08/06 Capacidade de Produção de Anti-retrovirais com Qualidade Dirceu Raposo de Mello
A VIGILÂNCIA E A CONDUTA DA HIGIENE SANITÁRIA DOS AMBIENTES
A VIGILÂNCIA E A CONDUTA DA HIGIENE SANITÁRIA DOS AMBIENTES Alan Ramos COSTA Discente UNILAGO Ellen de Lima BORGES Docente UNILAGO AUTORES RESUMO O objetivo deste projeto de pesquisa é divulgar a gravidade
Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS
Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS Sustentabilidade Contexto Aumento no número de pessoas Maior quantidade de recursos explorados Produção e consumo: compras
Aplicação da ferramenta Produção Mais Limpa
Aplicação da ferramenta Produção Mais Limpa na Reciclagem de Plástico Flávia Pinheiro Faria e Elen B. A. V. Pacheco Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa
Boas Práticas de Fabricação de Alimentos
Boas Práticas de Fabricação de Alimentos Especificações de Projetos e Instalações para obtenção do Selo ABIS de Qualidade 1 - ESTABELECIMENTO: PROJETO E INSTALAÇÕES 1.1 - LOCALIZAÇÃO a) Estabelecimento
3 ASPECTOS AMBIENTAIS Não se aplica Elaboração Revisão Aprovação Histórico da Alteração
Pág: 1/9 1 OBJETIVO Esta instrução tem como objetivo avaliar fornecedores de materiais de processo, e estabelecer os requisitos mínimos para o fornecimento de produtos, serviços e determinar, através de
SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - SGI (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO) CONTROLE DE DOCUMENTOS e REGISTROS
(MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO) Procedimento CONTROLE DE DOCUMENTOS e REGISTROS PR.01 Página 1 de 3 14001: 4.4.5, 4.5.4 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática para o processo de elaboração,
MÓDULO V. Pré-requisitos do Sistema HACCP. Formador: Vera Madeira. Data:11/02/15
MÓDULO V Pré-requisitos do Sistema Formador: Vera Madeira Data:11/02/15 Objectivos Objectivo Geral do Módulo Pretende-se que os formandos conheçam quais os prérequisitos a ter em conta, numa implementação
Técnicas de Monitoramento e Controle de Processos Corrosivos
Técnicas de Monitoramento e Controle de Processos Corrosivos METODOLOGIA DE MONITORAMENTO DA Seleção dos pontos de monitoramento (localização dos provadores) Histórico de agressividade do fluido; Histórico
Manutenção total aplicada em ferramentarias
Manutenção total aplicada em ferramentarias Por: Sérgio Borcato Roberto Mariotti A medição da eficiência dos equipamentos de manufatura vem se tornando essencial para a resolução de problemas e para melhoria
NORMA DE TRANSMISSÃO UNIFICADA NTU-013 INSPEÇÃO E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE FORNECEDORES DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
NORMA DE TRANSMISSÃO UNIFICADA NTU-013 INSPEÇÃO E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE FORNECEDORES DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS APROVAÇÃO Júlio Cesar Ragone Lopes Diretor Corporativo de Engenharia e Construção Grupo Energisa
FONTES DE CONTAMINAÇÃO DOS ALIMENTOS. Profa. Msc Márcia Maria de Souza Americano
FONTES DE CONTAMINAÇÃO DOS ALIMENTOS Profa. Msc Márcia Maria de Souza Americano CONTAMINAÇÃO DOS ALIMENTOS POR MICRORGANISMO Vários fatores interferem na vulnerabilidade dos alimentos aos processos de
Regulamento paraa Certificação do Sistema de Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional
Regulamento paraa Certificação do Sistema de Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional Em vigor a partir de 01 de abril 2012 RINA Via Corsica, 12 16128 Genova - Itália Tel. +39 01053851 Fax: +39 0105351000
Informação Voluntária do Produto baseada no formato da ficha de dados de segurança para abrasivos flexíveis
Página 1 de 6 Informação Voluntária do Produto baseada no formato da ficha de dados de segurança para abrasivos flexíveis 1. Identificação do produto e da sociedade/empresa: 1.1 Identificação do Produto:
DIRETRIZ TÉCNICA Nº. 001/2010 DIRETRIZ TÉCNICA PARA A ATIVIDADE DE INCORPORAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM PROCESSOS INDUSTRIAIS
DIRETRIZ TÉCNICA Nº. 001/2010 DIRETRIZ TÉCNICA PARA A ATIVIDADE DE INCORPORAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM PROCESSOS INDUSTRIAIS 1. INTRODUÇÃO As ações estratégicas promovidas por meio da Agenda 21, na Conferência
3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS. 3.1 Sistema Direto
3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS 3.1 Sistema Direto No sistema direto, as peças de utilização do edifício estão ligadas diretamente aos elementos que constituem o abastecimento, ou seja, a instalação é a própria
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) PINHO BRIL PLUS
Página 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome: Pinho Bril Plus Códigos internos: 8001 (200ml), 8002 (500ml), 8004 (1L) e 19326 (5L) Empresa: BOMBRIL S/A Telefone de Emergência: 0800 014
Gestão de Processos: Ciclo PDCA. Profa. Reane Franco Goulart
Gestão de Processos: Ciclo PDCA Profa. Reane Franco Goulart O que é PDCA? É uma ferramenta da qualidade utilizada no controle do processo para a solução de problemas. É também chamado de Roda de Deming
Seminário Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos. Aplicação Aérea. Foto: C. Machado
Seminário Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos Aplicação Aérea Foto: C. Machado É proibida a aplicação aérea de produtos fitofarmacêuticos em todo o território nacional São admitidas derrogações
Agricultura: Boas práticas no plantio, colheita, transporte e armazenamento dos alimentos
Agricultura: Boas práticas no plantio, colheita, transporte e armazenamento dos alimentos Murillo Freire Junior Embrapa Agroindústria de Alimentos Rio de Janeiro, RJ 15/03/2016 Perdas e Desperdícios de
Secretaria da Administração
Sorocaba, 10 de novembro de 2014. RELATÓRIO DE SEGURANÇA DO TRABALHO Nº 144/2014 À Seção de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional Nádia Rodrigues Referência: Visita Técnica realizada em 07/11/2014,
Acidente de Trabalho. Matéria: Saúde e Segurança no Trabalho/Benefício e Assist. Social Professora: Debora Miceli Versão: 1.
Acidente de Trabalho Matéria: Saúde e Segurança no Trabalho/Benefício e Assist. Social Professora: Debora Miceli Versão: 1.0 - jun/13 O que é Acidente de Trabalho? Art. 19. Acidente do trabalho é o que
IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO / ATIVIDADE
IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO / ATIVIDADE Nome/ Razão social Enreço Número Complemento Bairro Número do contribuinte UF CEP Fone Fax CPF / CNPJ RG / Inscrição Mobiliária E-mail Ativida Ativida principal
Ficha de dados de segurança
Página 1 de 5 SECÇÃO 1: Identificação da substância/mistura e da sociedade/empresa 1.1. Identificador do produto 1.2. Utilizações identificadas relevantes da substância ou mistura e utilizações desaconselhadas
Escola SENAI Alfried Krupp CFP 568
Escola SENAI Alfried Krupp CFP 568 Programa de Redução de Consumo de Recursos Naturais - Água Sumário 1. Objetivo: Descrição completa do objeto a ser executado --------------------------------- 3 2. Meta
Gabinete do Procurador-Geral da República. 3 Procedimento de Sistema de Auditoria Interna
3 Procedimento de Sistema de Auditoria Interna Este procedimento tem como objetivo estabelecer diretrizes para a preparação e a realização de auditoria interna, a fim de garantir que o Sistema de Gestão
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ
Nome da Empresa: Guimarães Produtos Químicos e de Limpeza Ltda Telefones da Empresa: Fone: (48) 3623-1175 Fax: (48) 3623-0041 e-mail: [email protected] Ficha de Informações de Segurança de Produtos
LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010.
LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei n o 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Art. 1 o Esta Lei institui a Política
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Componente Ambiental Afetado: Caráter: Agente Executor: Saúde Humana Preventivo Ecossistemas da ADA e AID Objetivos: Definir as atividades e procedimentos a serem adotados
APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO LEGISLAÇÃO ORIGEM 27/05/2013 SISTEMA DE ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE - APPCC
ORIGEM 27/05/2013 INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL 2 APRESENTAÇÃO Economia e mercados Qualidade de alimentos FERRAMENTAS SISTEMA DE ANÁLISE DE S E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE - APPCC ATENDER A QUESITOS
PROGRAMAS DO CONTROLE DE QUALIDADE
Universidade Federal do Rio Grande Escola de Química e Alimentos Engenharia de Alimentos Análise Sensorial e Controle de Qualidade PROGRAMAS DO CONTROLE DE QUALIDADE Prof. Dra. Janaína Fernandes Medeiros
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE ENFERMAGEM
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE ENFERMAGEM 1 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Unidade: Campus Jataí - UFG Curso: Enfermagem Disciplina: Central de Material e Esterilização Código: Semestre:
Ferramentas da Qualidade. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT
Ferramentas da Qualidade Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT ESTRATIFICAÇÃO Estratificação Estratificação consiste na divisão de um grupo em diversos subgrupos (estratos) com base em fatores apropriados,
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Disciplina: FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Disciplina: FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I 1. Objetivos da disciplina: 1.1 Fornecer os meios básicos de utilização dos subsídios meteorológicos à análise
EURÍPIDES DE MARÍLIA
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE METROLOGIA E CONTROLE DE QUALIDADE CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DAS INSTALAÇÕES Art. 1º - O Laboratório de Metrologia e Controle de Qualidade é constituído pelo espaço
Aplicabilidade: Médico, Auxiliar/Técnico em Necropsia e Enfermagem(parcialmente).
Página: 1 de 5 Versão: 1.0 1 Conceito: A necropsia é um procedimento diagnóstico, que, além do ato de abrir e eviscerar o cadáver, exige formação médica especializada, devendo ser executada por médico
Agenda. O que é Testar? Por que testar? Quando testar? Processo de teste Níveis de teste Tipos de teste Classificação dos testes.
Agenda O que é Testar? Conceitos Por que testar? Quando testar? Custo do defeito Processo de teste Níveis de teste Tipos de teste Classificação dos testes Entendendo o que é TESTAR Testar é analisar um
Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas. Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira
Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira Nov/2012 Para que serve? Definir as quantidades de cada matéria prima necessária para
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E RECURSOS HUMANOS CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DOS CARGOS DO QUADRO DE PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
INSTRUÇÕES DE USO. NOME TÉCNICO: Caixas, Bandejas, Cubas, etc NOME COMERCIAL: Família de Caixas, Containers e Bandejas em Silicone
INSTRUÇÕES DE USO NOME TÉCNICO: Caixas, Bandejas, Cubas, etc NOME COMERCIAL: Família de Caixas, Containers e Bandejas em Silicone PRODUTO DE USO MÉDICO PRODUTO NÃO ESTÈRIL ATENÇÃO: Ler atentamente todas
Normas Eventos Temporários/Amovíveis Área Alimentar
Normas Eventos Temporários/Amovíveis Área Alimentar REGULAMENTO EVENTOS TEMPORÁRIOS E AMOVÍVEIS Normas Eventos Temporários/Amovíveis Área Alimentar Normas Eventos Temporários/Amovíveis Área Alimentar 1
