Higiene e Segurança Alimentar
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- Sarah Santiago Bayer
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1 Higiene e Segurança Alimentar Romana Neves Médica Veterinária Direcção de Serviços de Qualidade e Segurança Alimentar Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural Santa Cruz, 10 de Maio de 2010
2 Higiene dos Géneros Alimentícios vs. Qualidade Higiene dos Géneros Alimentícios as medidas e condições necessárias para controlar os riscos e assegurar que os géneros alimentícios sejam próprios para consumo humano, tendo em conta a sua utilização. (Reg. 852/2004)
3 O que é a qualidade?...propriedade ou condição natural de uma pessoa ou coisa que a distingue das outras; atributo; particularidade...
4 Segurança Alimentar Enquadramento Legal Regulamento (CE) n.º 178/2002, de 28 de Janeiro Regulamento (CE) n.º 852/2004, de 29 de Abril Regulamento (CE) n.º 853/2004, de 29 de Abril Regulamento (CE) n.º 854/2004, de 29 de Abril Regulamento (CE) n.º 882/2004, de 29 de Abril Decreto-Lei n.º 113/2006, de 12 de Junho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 223/2008, de 18 de Novembro
5 Princípios da Legislação Alimentar Prevenir, eliminar ou reduzir para níveis aceitáveis os riscos para os seres humanos e os animais, quer se apresentem directamente ou através do ambiente. Garantir práticas leais no comércio. Os interesses dos consumidores (rotulagem e outras formas de informação aos consumidores).
6 Segurança Alimentar Integrada da produção primária até ao consumidor
7 Segurança Alimentar Integrada da produção primária até ao consumidor
8 Segurança Alimentar Integrada da produção primária até ao consumidor
9 Segurança Alimentar integrada da produção primária até ao consumidor
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11 Segurança Alimentar na RAM Papel do veterinário oficial Entre outras responsabilidades, efectuar controlos oficiais aos estabelecimentos aprovados. Controlo oficial qualquer forma de controlo que a autoridade competente ou a Comunidade efectue para verificar o cumprimento da legislação em matéria de alimentos para animais e géneros alimentícios, assim como das normas relativas à saúde e bem-estar dos animais. (Reg. 882/2004).
12 O que são estabelecimentos aprovados? São estabelecimentos que detêm Número de Controlo Veterinário (NCV), atribuído pela Direcção Geral de Veterinária aos estabelecimentos que cumprem os requisitos hígio-técnico-sanitários, exigíveis pelos Regulamentos comunitários, mediante proposta da Autoridade Veterinária Regional. Aplicável aos estabelecimentos que efectuam operações de manipulação, preparação, transformação e/ou conservação por frio, de produtos de origem animal.
13 Como perceber se um produto de origem animal é produzido num estabelecimento aprovado e qual a sua origem? Encontra-se da seguinte forma: PT N.º xxx CE País de Origem N.º Controlo Veterinário do Estabelecimento Comunidade Europeia
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32 Os estabelecimentos com número de controlo veterinário constam de uma lista comum à dos restantes países da comunidade.
33 Controlos Oficiais em que consistem? 1. Condições estruturais do estabelecimento; 2. Cumprimento do Código de Boas Práticas de Higiene; 3. Aplicação dos princípios do sistema HACCP.
34 1- Condições Estruturais dos Estabelecimentos do Sector Alimentar - Pavimentos/Rodapés; - Paredes; - Tectos; - Cais de recepção/expedição de géneros alimentícios; - Lavatórios de comando não manual; - Equipamento; -
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38 2- Cumprimento do Código de Boas Práticas de Higiene Conjunto de regras que definem as condições das operações de processamento e serviço de alimentos de modo a garantir a salubridade e prevenir a ocorrência de toxo-infecções alimentares. Cada estabelecimento define o seu Código de Boas Práticas Indispensável na prevenção de: Contaminação de alimentos; Multiplicação dos microrganismos. INTOXICAÇÕES ALIMENTARES
39 Alimento Seguro Alimento que não provoca dano (através de contaminação biológica, química ou física) na saúde do consumidor.
40 Códigos de Boas Práticas de Higiene Higiene Pessoal Limpeza e Higiene Corporal; Lavagem de mãos.
41 Códigos de Boas Práticas de Higiene Objectos de adorno/perfumes; Unhas; Fardas/Uniforme; Touca/Barrete; Calçado apropriado.
42 Código de Boas Práticas de Higiene COMPORTAMENTO PESSOAL PROIBIDO: Fumar; Comer/Mascar pastilha elástica; Mexer na cabeça/nariz, boca e pele;
43 Código de Boas Práticas de Higiene Tossir/espirrar para alimentos e superfícies.
44 Saúde e Higiene Pessoal PROIBIDO MANIPULAR ALIMENTOS: Pessoa com doença infecto-contagiosa; Infecções cutâneas/doença de pele; Feridas infectadas; Infecções na garganta; Doenças gastro-intestinais. SEMPRE QUE HAJA POSSIBILIDADE DE CONTAMINAR OS ALIMENTOS COM MICRORGANISMOS PATOGÉNICOS
45 Saúde e Higiene Pessoal EXAMES MÉDICOS (ADMISSÃO E PERIODICIDADE) Doenças Permanentes; Doenças Temporárias; Exames Complementares. FICHA DE APTIDÃO MÉDICA
46 3. Aplicação dos princípios do sistema HACCP ( Hazard Analysis Critical Control Point ) Desenvolvido nos anos 60; Fornecimento de alimento seguro para os astronautas da National Aeronautics and Space Administration (NASA); Adoptado, modificado e desenvolvido pela indústria; Adoptado pela Legislação Europeia. art. 5.º do Regulamento (CE) 852/2004
47 Os Sete Princípios do HACCP 1. Princípio: Análise de Perigos. 2. Princípio: Determinação dos pontos críticos de controlo (PCC). 3. Princípio: Estabelecimento de limites críticos para cada PCC. 4. Princípio: Estabelecimento de procedimentos de monitorização para controlo de cada PCC.
48 Os Sete Princípios do HACCP 5. Princípio: Estabelecimento das acções correctivas a tomar quando um dado PCC se encontra fora dos níveis aceitáveis. 6. Princípio: Estabelecimento de procedimentos para a verificação que evidenciem que o sistema HACCP funciona efectivamente. 7. Princípio: Estabelecimento de sistemas de registo e arquivo de dados que documentam todo o plano HACCP.
49 Plano de HACCP Documento escrito, preparado de acordo com os princípios HACCP e que refere os procedimentos a serem seguidos, de modo a garantir o controlo de um processo ou procedimento específico.
50 Plano HACCP Aplicação Prática 1. Definir o âmbito do plano HACCP/política da empresa. 2. Formação da equipa HACCP. 3. Descrição dos produtos. 4. Identificação do uso pretendido do produto. 5. Elaboração de fluxograma e esquema da fábrica. 6. Verificação do fluxograma e esquema da área de fabrico. 7. Análise de Perigos (1.º princípio)
51 Plano HACCP Aplicação Prática 8. Determinação dos pontos críticos de controlo (PCC) (2.º Princípio). 9. Estabelecimento de limites críticos para cada PCC. (3.º Princípio). 10. Estabelecimento de procedimentos de monitorização para controlo de cada PCC (4.º Princípio). 11. Estabelecimento das acções correctivas a tomar quando um dado PCC se encontra fora dos níveis aceitáveis (5.º Princípio).
52 Plano HACCP aplicação prática 12. Estabelecimento de procedimentos para a verificação que evidenciem que o sistema HACCP funciona efectivamente. (6.º Princípio). 13. Estabelecimento de sistemas de registo e arquivo de dados que documentam todo o plano HACCP. (7.º Princípio). 14. Revisão do plano HACCP.
53 Obrigada! Direcção de Serviços de Qualidade e Segurança Alimentar [email protected]
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