Protocolo para avaliação do paciente traqueostomizado
|
|
|
- Luiz Felipe Cruz Amaro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 II Encontro de Disfagia: A utilização de protocolos na prática fonoaudiológica A culpa é da traqueostomia... Protocolo para avaliação do paciente traqueostomizado LICA ARAKAWA SUGUENO Aspiração em pacientes com traqueostomia 61 pacientes traqueostomizados por diferentes motivos Aplicação de 4 gotas de corante azul na língua do paciente traqueostomizado Evan s Blue Dye (4/4h) 69% tiveram resultado positivo num período até 30 horas Três fatores foram relacionados ao grupo que apresentou aspiração Presença de sonda nasogástrica Status de consciência alterado Presença de traqueostomia com balonete Aspiração após a traqueostomia é uma causa freqüente de febre, atelectasia, broncopneumonia e, às vezes, a morte. Cameron JL; Reynolds J; Zuidema GD. Plastic & Reconstructive Surgery.1973;52(2):206 Seleção do instrumento depende do objetivo A seleção do instrumento deve levar em consideração o perfil do indivíduo assistido. Alguns centros especializados apresentam perfil de risco determinado para disfagia e já devem realizar o protocolo de avaliação clínica. Não há consenso sobre o protocolo ideal para rastreio ou avaliação em internados críticos. Scheep SK et al. 2012; Kertscher B et al Você quer saber se o paciente tem risco para disfagia, se apresenta disfagia ou se apresenta penetração/aspiração?? Traqueostomia e Disfagia Redução do movimento ântero-superior da laringe (Logemann 1993, Dikeman e Kazandjian 1995). Irritação traqueal em repouso e durante a deglutição. Fechamento da laringe reduzida A compressão do esôfago pelo balonete do tubo de traqueostomia (Becker, Weitez, Dettenmeier 1994) O rompimento da pressão das vias aéreas de deglutição (Gross et al, 1992) A redução do fluxo de ar através da glote Eliminação de fluxo inspiratório quando manguito é inflado Embotamento do reflexo de tosse (Tippetts e Siebens, 1991) Risco de aspiração Revisão sistemática sobre os fatores fisiológicos relacionados com o Parâmetros relevantes para o Medidas de força de língua Movimento do osso hióideo Tempo do trânsito do bolo na faringe enquanto a laringe permanece aberta Taxa respiratória Fase respiratória durante a deglutição Traqueostomia e Disfagia Não coordenação da resposta fechamento glótico Reduzida sensibilidade da laringe (Cameron et al 1973, Bone et al 1974, Bonnano 1971, Sasaki et al 1977) audiólogos estão envolvidos na avaliação e tratamento de pacientes com traqueostomia que apresentam dificuldades de deglutição. Estes pacientes necessitam de uma triagem antes do início da alimentação via oral, isto é reduzir o risco de aspiração, que pode levar a pneumonia de aspiração (Myers, 1995). Recomenda-se uma abordagem multidisciplinar para garantir atendimento adequado e eficaz para o paciente individual. Stelle C, Cichero JAY. Physiological factors related to aspiration risk: a systematic review. Dysphagia, Feb 2014, Vol
2 Mecanismo da tosse o papel da laringe Padrão? A tosse é um dos dois mecanismos de depuração para proteção das vias aéreas com relação à entrada de partículas procedentes do meio externo. O outro é o clearance mucociliar Os principais benefícios da tosse são eliminação das secreções das vias aéreas pelo aumento da pressão positiva pleural, o que determina compressão das vias aéreas de pequeno calibre, e através da produção de alta velocidade do fluxo nas vias aéreas proteção contra aspiração de alimentos, secreções e corpos estranhos é o mais efetivo mecanismo quando existe lesão ou disfunção ciliar, como acontece na mucoviscidose, asma e discinesia ciliar proteção contra arritmias potencialmente fatais (ao originar aumento de pressão intratorácica) expiração-apnéia-deglutição-expiração expiração-apnéia deglutição-inspiração inspiração-apnéia deglutição-expiração inspiração-apnéia deglutição-inspiração Martin-Harris et al, 2003 Mecanismo da tosse - laringe Mecanismo da tosse - laringe O ato de tossir está sob controle voluntário e involuntário fases inspiratória, compressiva e expiratória, seguindo-se a fase de relaxamento Quanto maior a fase inspiratória, maior será a eficácia da tosse Uma inspiração profunda permite um maior volume torácico e dilatação dos brônquios, o que torna mais eficiente a segunda fase Na fase compressiva existe fechamento da glote por cerca de 0,2 segundos, e ativação do diafragma e dos músculos da parede torácica e abdominal que, aumentando a pressão intratorácica até 300 mmhg, comprimem as vias aéreas e os pulmões Na fase expiratória há uma abertura súbita da glote com saída do ar em alta velocidade, podendo atingir fluxos de até 12 L/s, ocasionando o som característico da tosse Mecanismos de diminuição da efetividade da tosse a presença de anormalidades ou alterações no arco reflexo, que podem tornar os receptores ineficazes ou pouco efetivos, principalmente após estimulação repetitiva pode ser observado em crianças ou idosos que aspiraram corpos estranhos e apresentam muita tosse nos primeiros dias e depois diminuição ou cessação do ato de tossir crianças com retardo de desenvolvimento neuropsicomotor grave e que apresentam aspiração de líquidos podem apresentar pouca tosse depois de um tempo prolongado de aspiração uso de medicamentos sedativos e narcóticos dano decorrente de aumento de pressão sobre o centro da tosse (tumores de SNC e hipertensão intracraniana) Mecanismo da tosse - laringe Mecanismo da tosse - laringe O fluxo expiratório na última fase da tosse é gerado mesmo mediante pequenas variações de pressão positiva intratorácica. Assim, a realização da tosse efetiva pode se dar mesmo em situações nas quais sejam obtidas pressões bem abaixo das que podem ser produzidas pela musculatura expiratória. Na fase de relaxamento, a musculatura relaxa e há retorno das pressões aos níveis basais. Dependendo do estímulo, essas fases podem resultar em tosse de intensidade leve, moderada ou grave. Mecanismos de diminuição da efetividade da tosse Doenças neuromusculares, pela menor capacidade de mobilizar o ar na fase inspiratória, e comprometimento da musculatura respiratória expiratória Cirurgia abdominal e torácica Anomalias da laringe com ineficácia de abertura da glote (paralisia de pregas vocais) Ineficácia de abertura da glote por procedimentos médicos (traqueostomia, tubo nasotraqueal) 2
3 Mecanismo da tosse - laringe Mecanismos de diminuição da efetividade da tosse Redução na velocidade do fluxo aéreo produzido na fase expiratória. A remoção do muco depende também da obtenção de elevada velocidade do gás, que pode atingir aproximadamente cm/s, o que favorece a suspensão de partículas do muco no lúmen da via aérea. Traqueostomia x Disfagia o 22 pacientes adultos com câncer de CP tratados cirurgicamente o Análise prospectiva com FEES pela narina e posteriormente análise da TQ até a carina o Condições o TQ presente o TQ removida e estoma coberto com gaze o TQ removida e estoma parcialmente descoberto o Análise dos resultados por 3 juízes o 100% concordância o 59% deglutição funcional o 41% aspiração o Cânula ou decanulação não afetaram o status da aspiração no pósoperatório recente de CP Leder SB; Joe JK; Ross DA; Coelho DH; Mendes J Head Neck;27(9):757-61, 2005 Sep. Intubação Orotraqueal - IOT Há impacto da IOT eletiva prolongada ou por complicação na deglutição Alteração na relação inspiração-expiração no processo da deglutição Laringoscopia alterada Alteração na fase oral e faríngea da deglutição Risco aumentado para penetração e aspiração A disfagia após IOT não pode ser associada apenas à IOT. Quase sempre associado a outros fatores. Considerar também a presbilaringe Disfagia e traqueostomia Há impacto da traqueostomia na deglutição no período imediato (dia do procedimento) e recente por efeitos inflamatórios do procedimento Traqueostomia realizada após insucesso na IOT deve considerar sequelas de tentativas de IOT Há controvérsias sobre impacto do uso prolongado da traqueostomia na deglutição Não há evidência de disfagia em pacientes traqueostomizados somente pelo uso da traqueostomia Tolep et al., 1996; Kunigk e Chehter, 2007; Padovani et al., 2008; Camargo, 2010 Terk AR et al. Dysphagia;22(2):89-93, 2007 Brookes JT et al. J Otolaryngol;35(2):77-82, 2006 Traqueostomia e Disfagia o 7 pacientes adultos traqueostomizados (46-82 anos) o Sem história de CCP, cognição normal, deglutição normal e habilidade para tolerar decanulação o Videofluoroscopia digital (30 frames) o Análise do máximo de movimento do osso hióide o Análise da aproximação laringe x hióide o Critérios de randomização: o TQ insuflado (5cc) o TQ desinsuflado oclúido o Estoma presente, porém, decanulado o Não houve diferença estatística significante nos dados analisados sob randomização. o Não houve ocorrência de aspiração em 100%. Disfagia e traqueostomia Não há suporte na literatura embasada em estudos de evidência científica que a cânula traqueal aumenta o risco para aspiração. Não há evidência de que a decanulação melhora a função da deglutição. O que determina a necessidade da TQ (problemas respiratórios, trauma, etc) devem ser considerados os fatores determinantes para disfagia ou aspiração. Terk AR; Leder SB; Burrell MI Dysphagia;22(2):89-93, 2007 Apr. Leder SB; Joe JK; Ross DA; Coelho DH; Mendes J Head Neck;27(9):757-61, 2005 Sep. 3
4 Excursão laríngea e movimento do osso hióide e laringe x gravidade da disfagia Sinais vitais o 28 indivíduos foram avaliados por meio da VF o Avaliação de medidas de excursão laríngea e movimento do osso hióide o Há variações para as medidas conforme altura do paciente o Há relação entre aumento de risco para penetraçãoaspiração com movimento anterior de osso hióide o Reduções no movimento anterior da laringe e de excursão vertical abaixo dos limites de primeiro quartil estão associadas com risco de penetração-aspiração. SPO2 Saturação de oxigênio Normalidade >95% Investigar saturação de base Investigar velocidade de retorno após queda acima de 4% Steele et al., Clin Otolaryngol Feb;36(1):30-6 Sinais vitais Proposta de intervenção Freqüência Respiratória - FR adulto 12 a 20rpm criança 30 a 40rpm Pressão arterial Sistolica (mmhg) < >179 >140 Diastolica (mmhg) < >109 <90 Freqüência cardíaca adulto 60 a 100bpm RN 100 a 160bpm crianças de 1 a a 120bpm Nível Normal Normal limítrofe Hipertensão leve Hipertensão moderada Hipertensão grave Hipertensão sistolica ou máxima Pacientes internados Considerações síndromes geriátricas Traqueostomia eletiva ou emergência Doença de base Estado o Estado de alerta o Nível de consciência o Sinais vitais o Postura/posicionamento o Audição, compreensão o Controle motor de OFA o Deglutição espontânea o Respiração o Via de alimentação o Comunicação o Complicações o Delirium hipoativo o Doenças neuropsiquiátricas o Acidente vascular encefálico o Demências o Depressão o Parkinson PKS o Deficits motores dependência? o Incapacidade financeira o Disfunções sociais Cicerchia M et al. Surg Oncol 2009 I Consenso Brasileiro de Nutrição e Disfagia em idosos hospitalizados da SBGG 4
5 Alimentação MINI MENTAL Via Nutrição/absorção Hidratação Sintomas e sinais relacionados Identificar nível de assistência Dr. Salomon Rojas J. Pediatr.79(4),2003 Escala de Richmond - Agitação e Sedação - RASS Respiração Presença de Cânula/cuff Necessidade de ventilação mecânica Característica da secreção Competência para expectoração Dr. Salomon Rojas 5
6 Tipos de cânulas Complicações da traqueostomia Tardio pós traqueostomia Obstrução por secreção Infecção do estoma traqueal Infecção brônquica Ulcera traqueal Necrose traqueal Migração do tubo para espaço pre traqueal Risco de oclusão da traqueostomia em obesos ou dificuldade na extensão cervical Fístula traqueoesofágica Decanulação acidental Hemorragia Tardio após decanulação Granuloma Orifício persistente do estoma traqueal Dilatação traqueal Estenose traqueal (balonete) Feridas Traqueomalácia Tipos de cânulas Critérios de intervenção Prescrição de avaliação fonoaudiológica Paciente capaz de manter no mínimo 15 minutos de estado de alerta (SIGN Guideline, 2004) Consegue manter uma postura adequada, mais vertical possível Ausência de dor ou dor suportável Possibilidade de oxigenação menor ou igual a 40% Estabilidade de sinais vitais nas últimas 24h Sinais vitais dentro dos limites de normalidade FC, FR, saturação de O2 (95ª100%) ou saturação basal mínima 88% - contra indicação relativa Nível de consciência Escala de Glasgow acima de 8 critério relativo Seguimento de equipes médica e de Fisioterapia (especialmente em ventilação mecânica) Complicações da traqueostomia Materiais disponíveis para a avaliação segura Imediata Hemorragia Má colocação Pneumotórax Enfisema Perfuração esofágica Descartáveis (gaze, espátula, copo, luvas, soro, seringa de 20ml) Lanterna Estetoscópio Aspirador em funcionamento e sondas Oxímetro de pulso Cuffômetro Corante azul Alimentos Espessante 6
7 Proposta de intervenção Precauções: Avaliação com alimento ou corante alimentício com restrições para hematopatas, ou pacientes com doença renal (Recomendações da ASHA, 2003) Laringectomizados totais até 10 dias de pós-operatório (ausência do risco para aspiração, porém, ao mesmo tempo, a deglutição de alimentos precoce pode aumentar risco para fístulas de Pcomplicação) Há restrição de teste de corantes e alimentos nas reconstruções microcirúrgicas até 15 dias de pós-operatório devido ao risco de perda de retalho por contaminação. Testes com saliva e água pura são frequentemente liberados. Cardiopatas tem restrição a uso de manobras de proteção de via aérea com apneia prolongada Seleção de alimentos a diabéticos, nefropatas, etc. Proposta de intervenção inicial para Cânula traqueal com balonete insuflado: observar inicialmente visualmente e manualmente a condição da pressão do balonete (semi-desinsuflada, hipoinsuflada, insuflada ou hiperinsuflada) Ausculta torácica prévia para observação de ruídos sugestivos que impeçam desinsuflação de cuff solicitar tentativa de expectoração de secreção traqueal observando valores de saturação e sinais de desconforto. Se houve queda de saturação acima de 4% apenas na intenção de expectorar, é importante identificar se o retorno à saturação base é lenta ou rápida e registrar essa informação no protocolo de avaliação. Auscultar novamente a região torácica para observar se houve redução de ruído. Identificar características da secreção pulmonar (coloração, consistência e volume) Proposta de intervenção Precauções: os pacientes são avaliados mesmo no período imediato, ou seja, no dia da traqueostomia, porém, na conclusão deve ficar clara a correspondência funcional pela avaliação precoce. Ideal esperar 24h, mas não é a realidade de encaminhamentos e de liberação de VO. Avaliação pode ocorrer mesmo em jejum se há possibilidade de oferecer a maior quantidade de informações da biodinâmica da deglutição. A proposta não é só avaliar o risco para aspiração. Solicitar deglutição de saliva ainda com balonete insuflado para observar se o paciente Compreende a ordem Tem presença de tosse reflexa mesmo com balonete insuflado (pode sugerir edema faríngeo) Apresenta escape oral ou estase oral e faríngea Tem refluxo nasal Tem dor (local e se suporta) Qualidade e auto administração da saliva (fluida, espessa ou ausente) e quantidade de saliva ou secreção Traqueostomia eletiva e de urgência (corada com 0,1ml de anilinaverificar contra-indicações) Solicitar expectoração de secreção pulmonar e observar se houve saída de secreção azulada e volume, que pode um sinal de eventual perda de pressão de balonete por dano do material. Neste caso, observar tolerância do paciente à aspiração e sinais de oximetria de pulso. Triagem Critérios para desinsuflar balonete OFA e controle motor Estímulos orais Audição/compreensão Presença de deglutição espontânea Respiração, via de alimentação Possibilidade de comunicação oral ou outra forma de comunicação Correlação entre qualidade de voz e deglutição Necessidade de oxigênio suplementar inferior a 40% Estabilidade hemodinâmica Capacidade de tosse para limpar as secreções no peito usando pregas vocais Capacidade de manter posição vertical sentado ou em cama O paciente requer aspiração ocasional Não necessidade ária ventilação com pressão positiva 7
8 Contra-indicações para desinsuflar balonete Desconforto respiratório Aumento da freqüência respiratória Taquicardia Hipotensão Instabilidade hemodinâmica Mudança no nível de consciência Dificuldade de remover secreções de sucção / expectoração Questões em andamento ou não resolvidas relacionadas com a via aérea Cânula traqueal com balonete desinsuflado ou cânula plástica sem balonete ou cânula metálica (sem êmbolo): certificar-se de que o balonete está realmente desinsuflado. Ausculta cervical e torácica prévia para observação de ruídos na presença dos mesmos, solicitação de tosse voluntária com leve oclusão traqueal e tentativa de expectoração oral. Em seguida nova ausculta para observar resultado de tentativa de higiene alta; posteriormente, solicita-se tentativa de expectoração de secreções baixas e condições voluntárias de higienização de baixa observando valores de saturação e sinais de desconforto. Se houver queda de saturação acima de 4% apenas na intenção de expectorar, é importante identificar se o retorno à saturação base é lenta ou rápida e registrar essa informação no protocolo de avaliação. Auscultar novamente a região torácica para observar se houve redução de ruído. Identificar características da secreção pulmonar (coloração, consistência e volume) Solicitar deglutição de saliva (corada com 0,1ml de anilinaverificar contra-indicações) mantendo oxímetro de pulso e uso de estetoscópio. Observar se o paciente compreende a ordem, se apresenta escape oral ou estase oral e faríngea, refluxo nasal, se tem dor (local e se suporta) e qualidade da saliva (fluida, espessa ou ausente). Identificar ruído de deglutição sugestivo de penetração ou aspiração. Solicitar expectoração de secreção pulmonar e observar se houve saída de secreção azulada e volume. Neste caso, observar tolerância do paciente à aspiração e sinais de oximetria de pulso. Ausculta torácica posterior deve identificar necessidade de aspiração endotraqueal mecânica (com cateter). Observar necessidade pelos traumas na parede traqueal. Testar manobras (postural, proteção, facilitador) durante a deglutição de saliva de acordo com a patologia de base. Ausculta torácica deve identificar necessidade de aspiração endotraqueal mecânica (com cateter) antes de desinsuflar balonete. Observar necessidade pelos traumas na parede traqueal. Higienizar a boca com gaze eliminando o máximo de secreção oral e desinsuflar balonete lentamente com seringa informando o paciente previamente sobre o desconforto possível. Solicitar tosse ocluindo levemente a cânula para expectoração de secreção faringolaríngea por boca. Caso ocorra a queda da secreção supratraqueal, solicita-se a expectoração para estimular saída pelo traqueostomia. Caso o paciente apresente queda de saturação acima de 4% com retorno lento, deve-se reinsuflar o balonete e imediatamente iniciar a aspiração endotraqueal com cateter. Caso paciente tolere a retirada de pressão do balonete, dar continuidade ao teste Caso a deglutição de saliva tenha ocorrido com moderada ou franca aspiração e/ou desconforto respiratório com queda de saturação sem rápida elevação à saturação base, a avaliação será interrompida Caso a deglutição de saliva tenha ocorrido sem aspiração ou discreta a moderada, sem desconforto respiratório e rápida elevação à saturação base, ou seja, paciente com tolerância (controle dos sinais vitais), terá seguimento com alimento (checando possibilidade no item de contra-indicações) Deglutição de 2ml néctar na colher (proporção 100ml + 1 colher de chá de espessante + 2 gotas de corante azul) com uso da manobra mais segura no teste com saliva - observar tolerância ao desconforto, capacidade de expectoração, queda e retorno da saturação (tempo). 8
9 Repetir com outra manobra indicada. Caso a deglutição de néctar tenha ocorrido com moderada ou franca aspiração e/ou desconforto respiratório com queda de saturação sem rápida elevação à saturação base, a avaliação será interrompida. Caso haja tolerância, será realizada a aspiração endotraqueal. Observar fadiga e questionar conforto do paciente e se o paciente quer continuar. Conclusão: Escala de gravidade e FCMs ASHA Swallowing Conduta: Aspiração endotraqueal tardia para eventual aspiração laringotraqueal tardia; novas avaliações com outras consistências; terapia, encaminhamento, outras avaliações específicas, discussão com outras equipes Functional Communication Measures Preparo das consistências líquidas para 100ml de líquido fino Consistência Thick&Easy Thicken up Clear Néctar 4,5g 1 colher medida (padrão) Mel 6g 2 colheres medida Creme, pudim 7,5g 3 colheres medida Nível Functional Communication Measures - Deglutition 1 Indivíduo não é capaz de deglutir nada com segurança pela boca. Toda nutrição e hidratação é recebida por meio de via alternativa (SNE, PEG, etc) 2 O indivíduo não é capaz de deglutir nada com segurança pela boca para nutrição e hidratação, mas pode ingerir alguma consistência com uso máximo e consistente de pistas, somente em terapia. Método alternativo de alimentação é necessário. 3 Método alternativo de alimentação é necessário se o indivíduo ingere menos de 50% da nutrição e hidratação e/ou deglutição é segura com uso moderado e consistente de pistas para utilizar estratégias compensatórias e/ou necessita de restrição máxima da dieta. 4 A deglutição é segura, mas frequentemente requer uso moderado de pistas para utilizar as estratégias compensatórias e/ou o indivíduo tem restrições moderadas da dieta e/ou ainda necessita de alimentação por tubo e/ou suplemento oral. 5 A deglutição é segura com restrições mínimas da dieta e/ou ocasionalmente requer mínimas pistas para utilizar estratégias compensatórias. Pode ocasionalmente se auto monitorar. Toda nutrição e hidratação necessária são recebidas pela boca durante a refeição. 6 A deglutição é segura e o indivíduo come e bebe independentemente e pode raramente necessitar de mínimas pistas. Frequentemente se auto monitora quando ocorrem dificuldades. Pode necessitar evitar itens de alimentos específicos (ex.: pipoca e amendoim) ou requerer tempo adicional (devido à disfagia). 7 A habilidade do individuo de se alimentar independentemente não é limitada pela função de deglutição. A deglutição seria segura e eficiente para todas as consistências. Estratégias compensatórias são efetivamente utilizadas quando necessárias. Algoritmo de avaliação clínica Rev. Bras. Cir. Cabeça Pescoço, v.43, nº1, p ,2014 Clave P et al
10 Nunes et al, Rev. Bras. Cir. Cabeça Pescoço, v.43, nº1, p , de março Dia Nacional de Atenção à Disfagia Obrigada 10
Engenharia Biomédica - UFABC
Engenharia de Reabilitação e Biofeedback Dispositivos de Assistência Respiratória Professor: Pai Chi Nan 1 Anatomia do sist. respiratório 1 Fisiologia do sist. respiratório 3 Defesa do sist. respiratório
DYSPHAGIA SINTOMA Deglutição & Presbifagia 2013
DYSPHAGIA SINTOMA Deglutição & Presbifagia 2013 Disfagia Conceito Compreendida como sendo uma desordem no processo de como se alimentar. Refere-se a dificuldade de comer proveniente da disfunção do processo
ESTUDO DIRIGIDO. Anatomia
ESTUDO DIRIGIDO Anatomia 1) Quais são as funções estomatognáticas? 2) Quais são as funções da mastigação? 3) Quais são os músculos da mastigação? 4) Quais são os músculos elevadores da mandíbula? 5) Quais
Cuidados paliativos em pacientes com tumor de cabeça e pescoço
I Encontro de Disfagia Cuidados Paliativos Pacientes com tumor em cabeça e pescoço Cuidados paliativos em pacientes com tumor de cabeça e pescoço CÂNCER RADIOTERAPIA QUIMIOTERAPIA CIRURGIA INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA
Parecer Coren/SC Nº 006/CT/2015 Assunto: Atividades profissionais de Enfermagem / Área cirúrgica: troca de cânula de traqueostomia. I Do fato A Gerente de Enfermagem do Hospital (...) questiona sobre a
PROTOCOLO OPERACIONAL PADRÃO
Data de 1. Definição Prevenção de Infecção da Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica Tornar de conhecimento da assistência um conjunto de orientações para a prevenção de pneumonia relacionada à assistência.
CONDUTAS E REABILITAÇÃO NA DISFAGIA OROFARÍNGEA. Priscila Watson Ribeiro Serviço de Fonoaudiologia do HCFMB
CONDUTAS E REABILITAÇÃO NA DISFAGIA OROFARÍNGEA Priscila Watson Ribeiro Serviço de Fonoaudiologia do HCFMB Informações importantes - Qual a patologia/ diagnóstico médico - Manifestações observadas na avaliação
AULA-14 ATUAÇÃO EM ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
AULA-14 ATUAÇÃO EM ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Profª Tatiani UNISALESIANO DEFINIÇÃO É um procedimento de suporte avançado de vida que busca manter as vias aéreas do paciente permeáveis, por meio da passagem
ORIENTAÇÕES FONOAUDIOLÓGICAS NAS DEMÊNCIAS
ORIENTAÇÕES FONOAUDIOLÓGICAS NAS DEMÊNCIAS FGA. MS. CAROLINE MARRAFON Curso de Capacitação: O envelhecimento e as Demências FONOAUDIOLOGIA NO ENVELHECIMENTO Promoção da saúde, prevenção, avaliação e diagnóstico,
ACESSOS VASCULARES PREVENÇÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE ENFª FRANCIELE TONIOLO ENFª LUIZA CASABURI
ACESSOS VASCULARES PREVENÇÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE ENFª FRANCIELE TONIOLO ENFª LUIZA CASABURI A inserção de CVP é atualmente uma prática indispensável
M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar
M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar Chefe da Equipe de Fonoaudiologia do Hospital Espanhol
INTUBAÇÃO TRAQUEAL. Profª Enfª Luzia Bonfim
INTUBAÇÃO TRAQUEAL Profª Enfª Luzia Bonfim Intubação traqueal consiste na introdução de um tubo na luz da traquéia. Pode ser realizada através das narinas (via nasotraqueal), boca (via orotraqueal) ou
Protocolos de Eficácia Terapêutica e Avaliação. M.Sc. Profª Viviane Marques
Protocolos de Eficácia Terapêutica e Avaliação M.Sc. Profª Viviane Marques Na reabilitação na disfagia orofaríngea a diferenciação dos conceitos eficácia e eficiência em terapia. O termo eficácia aqui
12/04/2011. O que mata mais rápido em ordem de prioridade é:
Regras Básicas de Primeiros Socorros Análise Primária Prof. Carlos Cezar I. S. Ovalle Frente ao acidente, não se desespere. Não movimente o paciente, salvo quando for absolutamente necessário. Use barreiras:
Estágio - Santa Cassa de Maceió de julho de Domingo Prova de Fonoaudiologia. 1-Quais as fazes da deglutição:
1-Quais as fazes da deglutição: Estágio - Santa Cassa de Maceió - 2018 a) Preparatória, oral e nasal; b) Preparatória, oral, faríngea e esofágica; c) Oral, faríngea e laríngea; d) Faríngea, oral e natural;
Tosse Persistente em Pacientes Pediátricos
Tosse Persistente em Pacientes Pediátricos Frida S. de Sanabria Na primeira década de vida, a maior parte das doenças é respiratória e dois terços delas ocorrem durante os primeiros cinco anos após o nascimento.
DISCIPLINA DE OTORRINOLARINOGOLOGIA UNESP- BOTUCATU
TRAQUEOTOMIA Profa Livre Docente Regina H. Garcia Martins DISCIPLINA DE OTORRINOLARINOGOLOGIA UNESP- BOTUCATU Unesp TRAQUEOTOMIA X TRAQUEOSTOMIA INDICAÇÕES DE TRAQUEOTOMIA DESOBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS
POLITRAUMATIZADO I (IDENTIFICAÇÃO)
POLITRAUMATIZADO I (IDENTIFICAÇÃO) Medidas dos sinais vitais e nível de consciência Glasgow < FR < ou > 9 Escore de trauma pediátrico < 9 PAS 9 mmhg Escore de trauma revisado < Avaliação de lesões anatômicas
Procedimento Operacional Padrão Verificação dos Sinais Vitais POP_ENF_006
Procedimento Operacional Padrão Verificação dos Sinais Vitais PÁGINA: 2 de 11 1. OBJETIVO Este POP tem como objetivo definir os procedimentos para a Verificação dos Sinais Vitais: Pulso, Temperatura, Frequência
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA SISTEMA RESPIRATÓRIO. Profa Dra Carolina Fu Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional FMUSP
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DO SISTEMA RESPIRATÓRIO Profa Dra Carolina Fu Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional FMUSP RESPIRAÇÃO História Clinica Identificação do paciente Anamnese
CATETERISMO CARDÍACO. Prof. Claudia Witzel
CATETERISMO CARDÍACO CATETERISMO CARDÍACO Método diagnóstico invasivo É avaliada a presença ou não de estreitamentos nas artérias coronárias secundário às "placas de gordura" além do funcionamento das
Como eu faço? INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL. Geysa Câmara
Como eu faço? INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Geysa Câmara O que é Intubação Traqueal? É a introdução de um tubo na luz da traquéia para assegurar a passagem de ar para as vias aéreas. Ela pode ser realizada através
PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE PNEUMONIA ASSOCIADA A ASSISTÊNCIA VENTILATÓRIA - PAV
DE PREVENÇÃO 1 de 6 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial EB, MS RESUMO A pneumonia relacionada à assistência à saúde (PNM-RAS) está entre as infecções
FONOAUDIOLOGIA NA NUTRIÇAO ENTERAL. Fga Ms Lúcia Inês de Araújo
FONOAUDIOLOGIA NA NUTRIÇAO ENTERAL Fga Ms Lúcia Inês de Araújo DISFAGIA A disfagia altera a o dos alimentos pelo trato digestivo, podendo acarretar ficits nutricionais e de o ao duo, bem como comprometimentos
GEP - GRUPO DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE Criança de risco para atraso do desenvolvimento motor 30 vagas - 3 grupos de 10 crianças cada
Protocolo: Situação clínica: Número de vagas: Tempo: Objetivo geral: GEP - GRUPO DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE Criança de risco para atraso do desenvolvimento motor 30 vagas - 3 grupos de 10 crianças cada 8 encontros
Variação da pressão arterial antes e após cirurgia nasal - com e sem tamponamento nasal.
Variação da pressão arterial antes e após cirurgia nasal - com e sem tamponamento nasal. Serviço de Otorrinolaringologia Hospital dos Servidores do Estado - RJ Krishnamurti Sarmento Junior Daniel Robson
A deglutição é definida como processo que resulta no transporte do alimento da boca ao estômago. Preparatória
Introdução A deglutição é definida como processo que resulta no transporte do alimento da boca ao estômago. Preparatória Oral Esofágica Faríngea CARRARA-ANGELIS, MOURÃO, FÚRIA, 1999 Alteração no processo
Recursos manuais da Fisioterapia Respiratória
Recursos manuais da Fisioterapia Respiratória (aula 2) AVALIAÇÃO INICIAL DA NECESSIDADE DA TERAPIA DE HB AVALIAR: Prontuário médico (HMA e HMP). Pctes c/ indicação de cirurgia abdominal alta ou torácica,
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP ASSUNTO: Aspiração de Secreção Traqueal/Oral/Nasal
1 de 5 1- Situação de Revisão: Situação Data Alteração 0.0 27/10/2009 Validação 2- Referência: 01 CCIH Higienização das mãos 18 CCIH Prevenção de Infecção Respiratória Hospitalar 3- Em que consiste? Consistem
Fisiopatologia Respiratória na Obesidade Mórbida. Implicações Perioperatorias
Introdução A obesidade constitui um dos problemas de saúde mais importantes das sociedades desenvolvidas Na Espanha os custos econômicos com a obesidade representam 6,9% do gasto sanitário O índice de
PADRÃO DE RESPOSTA. Residência Saúde 2014 NÍVEL SUPERIOR. Fonoaudiologia
PADRÃO DE RESPOSTA Residência Saúde 2014 NÍVEL SUPERIOR Fonoaudiologia QUESTÃO 1 (12 pontos) a) (6 pontos) Estimulação da sucção não nutritiva (digital ou com chupeta) propicia maior estabilidade; os movimentos
Ventilação Mecânica Invasiva. Profa Ms. Cláudia Lunardi
Ventilação Mecânica Invasiva Profa Ms. Cláudia Lunardi [email protected] Histórico da Ventilação Mecânica O Dwyer Intubação traqueal em 1887 para tratamento de difteria Histórico da Ventilação Mecânica
GERENCIAMENTO DE RISCO DE BRONCOASPIRAÇÃO
1 de 8 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial MGO,,MRM,PAD,GAA,FCA,AMR,RRM 1 Objetivo Diminuir a incidência de pneumonia hospitalar
Anestesia. em cirurgia cardíaca pediátrica. por Bruno Araújo Silva
I N C O R C R I A N Ç A Anestesia em cirurgia cardíaca pediátrica A anestesia é um dos elementos fundamentais no cuidado dos pacientes que serão submetidos a cirurgia cardíaca para tratamento de cardiopatias
ANALISE DO PERFIL CLÍNICO DOS PACIENTES INTERNADOS NO HOSPITAL SÃO LUCAS QUE REALIZARAM FISIOTERAPIA.
ANALISE DO PERFIL CLÍNICO DOS PACIENTES INTERNADOS NO HOSPITAL SÃO LUCAS QUE REALIZARAM FISIOTERAPIA. INTRODUÇÃO CHAIANE DE FACI VANZETO MARCELO TAGLIETTI FAG FACULDADE ASSSIS GURGACZ, CASCAVEL, PARANÁ,
Residência Saúde Fonoaudiologia DISCURSIVA C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A Fonoaudiologia DISCURSIVA Residência Saúde 2012 ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do gabarito - Prova Discursiva 31/10/2011
II Curso Nacional de Reciclagem em Cardiologia da Região Centro-Oeste. Dr. Maurício Milani
Teste ergométrico II Curso Nacional de Reciclagem em Cardiologia da Região Centro-Oeste Dr. Maurício Milani 15/08/2009 Teste ergométrico Método para avaliar a resposta cardiovascular ao esforço físico
DISFAGIA OROFARÍNGEA: AVALIAÇÃO CLÍNICA, FUNCIONAL E COMPLEMENTAR
DISFAGIA OROFARÍNGEA: AVALIAÇÃO CLÍNICA, FUNCIONAL E COMPLEMENTAR Fga. Daniela R. Barros Giacobino Fonoaudióloga do Setor de Fono HCFMB/Unesp-Botucatu ALIMENTAÇÃO X DISFAGIA Ato inerente ao ser humano,
PROTOCOLO MÉDICO SEPSE E CHOQUE SÉPTICO
Página: 1 de 6 1. INTRODUÇÃO: Considerar SEPSE e CHOQUE SÉPTICO quando: - Temperatura >38 C ou < 36 C - FR >20 ou paco2 12.000 ou leucopenia 10% de bastões - Hipotensão induzida
[273] O) e/ ou FiO 2. Parte VI P R O T O C O L O S D E P R O C E D I M E N T O S
[273] Fixar bem tubos e cateteres. Abrir cateter gástrico, mantendo-o em sifonagem. Verificar o ventilador de transporte, circuitos e pressão do cilindro de oxigênio. Transportar sempre oxigênio de reserva.
Estudo de Caso de Deiscência Cirúrgica em uso de Actisorb Plus e Nugel Amorfo
Hospital de Base São José do Rio Preto Estudo de Caso de Deiscência Cirúrgica em uso de Actisorb Plus e Nugel Amorfo Empório Médico Enfª Elisângela C.Bardiviesso Identificação Pessoal Paciente: O.A.S.
Diagnóstico Diferencial
Diagnóstico Diferencial M.Sc. Profª Fgª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar da UVA Docente do Mestrado
PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DIABETES MELLITUS
PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DIABETES MELLITUS Acadêmica de medicina: Jéssica Stacciarini Liga de diabetes 15/04/2015 Benefícios do exercício físico em relação ao diabetes mellitus:
Pneumonia Associada à Assistência à saúde. Enfª Viviane Canêdo
Pneumonia Associada à Assistência à saúde Enfª Viviane Canêdo Relato de uma esposa: Não consigo entender o que os médicos tentam me explicar! Meu marido internou para fazer uma cirurgia cardíaca e agora
17/08/2018. Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico
Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista, Mestre em Fonoaudiologia, Doutoranda em Psicnálise, Saúde e Sociedade. O acidente vascular
Alterações respiratórias da Síndrome de Down. Marina Buarque de Almeida
Alterações respiratórias da Síndrome de Down Marina Buarque de Almeida Alterações respiratórias da Síndrome de Down Sd Down: anormalidade cromossômica + comum, incidência de 1 em cada 600-800 nascimentos.
- Deficiência de Insulina X, excesso de hormônios contra-reguladores.
1 a Questão: (15 pontos) Criança de 4 anos, 16 kg, chega ao pronto socorro com quadro de náusea, vômito e dor abdominal. Apresenta-se torporosa, emagrecida, febril (TAX = 38 o C), com sinais de desidratação,
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Nº: 18/2014 Data de emissão: Março/2014 Setor Tipo TAREFA Executante Resultados esperados Recursos necessários Periodicidade PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Revisão: 01 Data revisão: Centros de Saúde Assistencial
DISTÚRBIOS DO SÓDIO E DO POTÁSSIO
DISTÚRBIOS DO SÓDIO E DO POTÁSSIO HIPONATREMIA Dosagem de sódio ( Na ) sérico < 130mEq/L Oferta hídrica aumentada; Baixa oferta de sódio; Redistribuição osmótica de água ( p.ex. hiperglicemia); Excreção
Atuação da enfermagem no transporte e remoção de paciente em urgência e emergência. Profº. Enfº Diógenes Trevizan
Atuação da enfermagem no transporte e remoção de paciente em urgência e emergência Profº. Enfº Diógenes Trevizan Introdução O transporte e remoção de clientes em atenção às urgências e emergências se destaca
Prefeitura de Belo Horizonte Secretaria Municipal de Saúde Protocolo para atendimento aos pacientes com suspeita de dengue
Prefeitura de Belo Horizonte Secretaria Municipal de Saúde Protocolo para atendimento aos pacientes com suspeita de dengue 1. Quem atende o paciente com suspeita de dengue? O médico ou o enfermeiro, devido
Fraturas e Luxações Prof Fabio Azevedo Definição Fratura é a ruptura total ou parcial da estrutura óssea 1 Fraturas Raramente representam causa de morte, quando isoladas. Porém quando combinadas a outras
entendendo as diretrizes profissionais
ASMA GRAVE entendendo as diretrizes profissionais Asthma UK Este guia inclui informações sobre o que a Sociedade Respiratória Europeia (ERS) e a Sociedade Torácica Americana (ATS) divulgaram sobre asma
AJUSTE DAS PRESSÕES DE CUFF EM PACIENTES INTERNADOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NO ALTO SERTÃO PARAIBANO.
AJUSTE DAS PRESSÕES DE CUFF EM PACIENTES INTERNADOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NO ALTO SERTÃO PARAIBANO. LUIZ WILLIAM BARRETO WANDERLEY ENFERMEIRO, MESTRANDO EM ENFERMAGEM UFPB; JOÃO PESSOA PB, BRASIL
05/04/2017. Avaliação inicial (screening do estado de saúde) EFB Medidas e Avaliação da Atividade Motora. Objetivos da aula: Por onde começar?
1ª. parte EFB0303 - Medidas e Avaliação da Atividade Motora Avaliação inicial (screening do estado de saúde) Maria Urbana Rondon [email protected] 1º. Semestre/ 2017 Objetivos da aula: Por onde começar? Avaliação
BRICANYL BRONCODILATADOR sulfato de terbutalina. AstraZeneca do Brasil Ltda. Xarope. 0,3 mg/ml
BRICANYL BRONCODILATADOR sulfato de terbutalina AstraZeneca do Brasil Ltda. Xarope 0,3 mg/ml BRICANYL Broncodilatador sulfato de terbutalina I) IDENTIFICAÇÃO DO BRICANYL Broncodilatador sulfato de terbutalina
CICLOMIDRIN BULA PARA O PACIENTE LATINOFARMA INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS LTDA. Solução Oftálmica Estéril. tropicamida 10 mg/ml
CICLOMIDRIN LATINOFARMA INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS LTDA. Solução Oftálmica Estéril tropicamida 10 mg/ml BULA PARA O PACIENTE COLÍRIO CICLOMIDRIN tropicamida 1% MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO
Politraumatismo CONDUTA IMEDIATA. A) Colar cervical + desobstruir vias aéreas
Politraumatismo CONDUTA IMEDIATA ATENÇÃO A) Colar cervical + desobstruir vias aéreas B) Identificar e tratar: - pneumotórax hipertensivo - pneumotórax aberto - hemotórax maciço - tórax instável C) Choque.
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NO AVE FT RAFAELA DE ALMEIDA SILVA APAE-BAURU
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NO AVE FT RAFAELA DE ALMEIDA SILVA APAE-BAURU INTERNAÇÃO HOSPITALAR Toda pessoa com quadro suspeito de AVE deve ser levada imediatamente ao serviço de urgência para avaliação
Diretrizes e melhores práticas para a Tecnologia Hi-VNI da Vapotherm. Guia de bolso pediátrico
Diretrizes e melhores práticas para a Tecnologia Hi-VNI da Vapotherm Guia de bolso pediátrico Seleção do paciente Diagnósticos SINTOMAS: DIAGNÓSTICOS: Paciente apresenta um ou mais dos seguintes sintomas:
INSTRUÇÕES em como utilizar o GUGGING SWALLOWING SCREEN (GUSS) (Michaela Trapl et al. 2007; Warnecke et al. 2013; M. Trapl et al.
INSTRUÇÕES em como utilizar o GUGGING SWALLOWING SCREEN (GUSS) (Michaela Trapl et al. 2007; Warnecke et al. 2013; M. Trapl et al. 2017) Materiais necessários para o teste indireto de deglutição (Fig.1):
Trauma torácico ATLS A airway (vias aéreas pérvias) B breathing (avaliação manutenção resp e mecânica resp) C circulation D disability (avaliação esta
Trauma torácico Dr. Salomón Soriano Ordinola Rojas Hospital Beneficência Portuguesa São Paulo Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Trauma torácico ATLS A airway (vias aéreas pérvias) B breathing
bromoprida LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA Cápsula dura 10 mg
bromoprida LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA Cápsula dura 10 mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO bromoprida "Medicamento Genérico, Lei nº. 9.787, de 1999". APRESENTAÇÃO Cápsula dura de 10mg. Embalagem
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA
RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 06/CT/2016/RT Assunto: Curativo por Pressão Subatmosférica (VAC) Palavras-chave: Curativo por Pressão Subatmosférica, Curativo por pressão negativa, Estomaterapeuta. I Solicitação
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com alterações hepáticas ou renais graves.
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Fluibron A cloridrato de ambroxol APRESENTAÇÕES Solução para nebulização. Cada flaconete contém 7,5 mg/ml de cloridrato de ambroxol. Embalagem com 10 flaconetes contendo 2
Distúrbios do Na+ 0 7 / 1 2 / 2 0 1 5
Distúrbios do Na+ MARIANA PEREIRA RIBEIRO 6 SEMESTRE 0 7 / 1 2 / 2 0 1 5 Principais problemas clínicos na emergência; Cuidado com pacientes críticos: Grande queimado; Trauma; Sepse; ICC e IRA; Iatrogenia.
ESCALA DE AVALIAÇÃO DAS DEFICIENCIAS MOTORAS E DA INCAPACIDADE (SCOPA-Motor) A. Avaliação Motora
ESCALA DE AVALIAÇÃO DAS DEFICIENCIAS MOTORAS E DA INCAPACIDADE (SCOPA-Motor) A. Avaliação Motora Exame clínico [no momento da visita] 1. Tremor de repouso Avaliar cada braço separadamente durante 20 segundos;
Lição 06 HEMORRAGIAS E CHOQUE. 1. Enumerar 5 sinais ou sintomas indicativos de uma hemorragia;
Lição 06 HEMORRAGIAS E CHOQUE OBJETIVOS: Ao final desta lição os participantes serão capazes de: 1. Enumerar 5 sinais ou sintomas indicativos de uma hemorragia; 2. Citar e demonstrar 3 diferentes técnicas
INSTRUÇÃO DE TRABALHO
1. Título: ASPIRAÇÃO DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES 2. Definição: A aspiração das vias aéreas superiores (nasofaringe, orofaríngea) consiste na retirada mecânica das secreções acumuladas que não possam ser
Envelhecimento e reabilitação oral: achados clínicos e videoendoscópicos da deglutição.
1 Envelhecimento e reabilitação oral: achados clínicos e videoendoscópicos da deglutição. Palavras chave: deglutição, idoso, prótese dentária Introdução: O envelhecimento, somado à perda dos dentes, acarreta
Capítulo. Alterações da Glicemia 18 e Diabetes Mellittus. Capítulo 18. Alterações da Glicemia e Diabetes Mellitus 1. OBJETIVOS
Capítulo Alterações da Glicemia 18 e Diabetes Mellittus 1. OBJETIVOS No final da sessão os formandos deverão ser capazes de: Conhecer os tipos de diabetes mellitus. Descrever os mecanismos de descompensação
Resultados da Validação do Mapeamento. Administrar medicamentos vasoativos, se adequado.
Intervenções de Enfermagem da Classificação das Intervenções de Enfermagem (NIC) para o diagnóstico de Volume de líquidos deficiente em pacientes vitimas de trauma Quadro 1- Reestruturação dos níveis de
RESIDÊNCIA SAÚDE UERJ 2017 FONOAUDIOLOGIA (201) PROVA DISCURSIVA ORGANIZADOR 1
RESIDÊNCIA SAÚDE UERJ 07 FONOAUDIOLOGIA (0) PROVA DISCURSIVA RESIDÊNCIA SAÚDE UERJ 07 FONOAUDIOLOGIA (0) PROVA DISCURSIVA FONOAUDIOLOGIA De acordo com o caso clínico a seguir, responda às questões de números
Número de NSPs cadastrados por UF. Número de NSPs com ao menos uma notificação
Número de NSPs cadastrados por UF 654 N.NSP 600 400 200 0 6 Total = 3.723 9 10 16 23 26 39 42 43 43 46 46 50 68 86 227 193 139 91 96 98 105 345 322 AP AC RR AL SE TO PA RN MT PB AM RO PI MS MA DF PE CE
30/04/2014. Disfagia. Broncoaspiração X PNM (Pikus, Levine, Yang, 2003)
MESA REDONDA IV Cuidados da fonoaudiologia: Diagnóstico e tratamento do paciente disfágico pós-estubação ou traqueostomizado Fga Luciana Passuello do Vale Prodomo Disfagia Qualquer problema no processo
Rotineiramente são seguidos alguns critérios para inclusão ou exclusão no programa de assistência domiciliar:
ASSISTÊNCIA DOMICILIAR A modalidade de Assistência Domiciliar caracteriza-se por um conjunto de ações para tratamento de doenças e reabilitação desenvolvidas em domicílio. Esta modalidade de atendimento
JEJUM PRÉ-ANESTÉSICO E OPERATÓRIO. Localizador: Data: Vigência: Revisão: Página: HND.ANT.POP /5
HND.ANT.POP.002 20.10.2015 20.10.2017 01 1 /5 1. FINALIDADE Este procedimento tem como objetivo estabelecer regras e normas para orientar a realização do jejum pré-anestésico visando redução dos riscos
A UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE
A UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS-ANESTÉSICA PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE SRPA Unidade de Recuperação Pós-Anestésica é a área destinada à permanência do paciente, logo após o término da cirurgia, onde
Procedimento Operacional Padrão
Procedimento Operacional Padrão POP/UNIDADE DE REABILITAÇÃO/003/2016 Fisioterapia no Pré e Pós-operatório de Cirurgia Abdominal no Paciente Adulto Versão 1.0 UNIDADE DE REABILITAÇÃO Procedimento Operacional
TERAPIA NUTRICIONAL NA CIRURGIA E NO TRAUMA. Neily Rodrigues Romero Ma. em Ciências Fisiológicas Nutricionista do IJF
TERAPIA NUTRICIONAL NA CIRURGIA E NO TRAUMA Neily Rodrigues Romero Ma. em Ciências Fisiológicas Nutricionista do IJF TRAUMA Definição: Problema de saúde pública Principais causas: acidentes e violência
PNEUMONIA. Internações por Pneumonia segundo regiões no Brasil, 2003
PNEUMONIA Este termo refere-se à inflamação do parênquima pulmonar associada com enchimento alveolar por exudato. São infecções das vias respiratórias inferiores gerando um processo inflamatório que compromete
Dengue, Chikungunya, Zika. O que são Transmissão Sintomas Tratamentos Prevenções
Dengue, Chikungunya, Zika O que são Transmissão Sintomas Tratamentos Prevenções 1 DENGUE O que é? A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No Brasil, foi identificada pela primeira
PRÉ-ECLÂMPSIA LEVE: COMO ACOMPANHAR E QUANDO INTERROMPER COM SEGURANÇA? Eliane Alves. Serviço do Prof. Marcelo Zugaib
PRÉ-ECLÂMPSIA LEVE: COMO ACOMPANHAR E QUANDO INTERROMPER COM SEGURANÇA? Eliane Alves Serviço do Prof. Marcelo Zugaib PRÉ-ECLÂMPSIA Conceito Desenvolvimento de hipertensão após a 20ª semana de gestação,
FOLHETO INFORMATIVO. TAGAMET 400 mg pó para suspensão oral Cimetidina
FOLHETO INFORMATIVO Leia atentamente este folheto antes de tomar o medicamento. - Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler. - Caso tenha dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico. -
Tratamento de feridas. O paciente com ferida... 07/03/2012. Profª. Ana Cássia. Sujeito que se emociona, sente, deseja e tem necessidades.
Tratamento de feridas Profª. Ana Cássia O paciente com ferida... Sujeito que se emociona, sente, deseja e tem necessidades. Expressões muito comuns no cotidiano da enfermagem São capazes de criar outras
Modelo de bula -paciente Perindopril erbumina 4 mg. perindopril erbumina. Comprimidos 4 mg
perindopril erbumina Comprimidos 4 mg I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO COMPOSIÇÃO perindopril erbumina Medicamento genérico Lei nº 9.787 de 1999. FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES perindopril erbumina
Trimedal Tosse bromidrato de dextrometorfano
Trimedal Tosse bromidrato de dextrometorfano Forma farmacêutica, via de administração e apresentações: Filme de desintegração oral. Uso oral. Trimedal Tosse 7,5 mg: cartuchos com 16 filmes de desintegração
Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Orientação para pacientes com Cálculo (pedra) da vesícula. Quem pode ter pedra (cálculo) na vesícula? Pedra ou calculo da vesícula e uma doença bastante comum.
Cansarcor HCT. Candesartana cilexetila + hidroclorotiazida. Legrand Pharma Industria Farmacêutica Ltda. comprimido. 8mg/12,5mg.
Cansarcor HCT Candesartana cilexetila + hidroclorotiazida Legrand Pharma Industria Farmacêutica Ltda comprimido 8mg/12,5mg 16mg/12,5mg Modelo de Bula I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO CANSARCOR HCT candesartana
25/11/2009. Tamanho Na entrada do tórax 20% profundidade do tórax Relação 0.20 Bulldog até 0.14
Proj. lateral Extende-se da Laringe a Carina Os anéis traqueais podem se calcificar Vias áereas superiores Cavidade pleural Mediastino Miscelânea Tamanho Na entrada do tórax 20% profundidade do tórax Relação
Manejo da Coinfecção TB-HIV
Transcrição da Videoaula Curso: Manejo da coinfecção TB-HIV Unidade: 2 - Manejo Clínico da Coinfecção TB-HIV Atividade: 2.3 - Diagnóstico da tuberculose extrapulmonar em PVHA Docente: Denise Arakaki-Sanchez
Procedimento Operacional Padrão (POP) Título. Cuidados com Aspiração de Secreções de Vias Aéreas
Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título Cuidados com Aspiração de Secreções de Vias Aéreas POP NEPEN/DE/HU Versão: 02 Próxima revisão: 2019 Elaborado por: Mariana Carneiro
TRAUMA CERVICAL - IMPORTÂNCIA. área restrita. vários sistemas. experiência individual pequena FCMSCSP - AJG
TRAUMA CERVICAL IMPORTÂNCIA área restrita vários sistemas experiência individual pequena TRAUMA CERVICAL IMPORTÂNCIA Nº de lesões Mortalidade Guerra de Secessão (EUA) 4114 15% Guerra Espanhola Americana
