DISFAGIA OROFARÍNGEA: AVALIAÇÃO CLÍNICA, FUNCIONAL E COMPLEMENTAR
|
|
|
- Esther Beppler Dias
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 DISFAGIA OROFARÍNGEA: AVALIAÇÃO CLÍNICA, FUNCIONAL E COMPLEMENTAR Fga. Daniela R. Barros Giacobino Fonoaudióloga do Setor de Fono HCFMB/Unesp-Botucatu
2 ALIMENTAÇÃO X DISFAGIA Ato inerente ao ser humano, Envolve aspectos sociais, culturais, Geralmente está ligado a momentos prazerosos e agradáveis.
3 FISIOLOGIA DA DEGLUTIÇÃO Ato fisiológico complexo, depende de um bom controle neural, Envolve o córtex e tronco cerebral.
4 TRONCO CEREBRAL CENTRO DA DEGLUTIÇÃO: Núcleos do trato solitário Formação reticular Interneurônios bulbares (Ertekin et al., 2003)
5 REGIÕES CORTICAIS E SUBCORTICAIS
6 NERVOS SENSITIVOS e MOTORES - TRIGÊMIO (V) abertura da boca, mastigação, temperatura, - FACIAL (VII) fechamento dos lábios, contenção do bolo, sabores (dos 2/3 anteriores da língua) e mímica facial. - GLOSSOFARÍNGEO (IX) Sabores 1/3 posterior da língua, sensibilidade geral da cavidade oral: localização, temperatura e textura do bolo. - VAGO (X) motricidade faríngea e do palato, sensibilidade laríngea e abertura do EES - HIPOGLOSSO (XII) mobilidade da língua.
7 FASES DA DEGLUTIÇÃO 4 estágios: Antecipatória ou Preparatória Oral: visão: apresentação do prato, (prevemos sabor,temperatura e consistência), olfato: sentimos o aroma da comida, início da salivação (digestão). Oral: é voluntária: inicia-se a partir da transferência do bolo alimentar da cavidade oral para a orofaringe: captação, preparo, qualificação, organização e ejeção do bolo. Faríngea: é reflexa, o palato mole eleva-se para vedar a rinofaringe, então o bolo é ejetado,sob pressão, da cavidade oral para a faríngea, deve ocorrer a elevação laríngea para proteção de VAI's, fechando-as e para que o bolo seja conduzido ao esôfago. Esofágica: quando o alimento passa da faringe para esôfago, com a abertura do EES, a laringe retorna à posição normal e então o bolo se dirige ao estômago.
8 DISFAGIA OROFARÍNGEA É um sintoma de doença de base, que pode acometer qualquer parte do trato digestivo, desde a boca até o estômago. Este sintoma pode causar risco clínico de desidratação, desnutrição e aspiração de saliva, secreções e/ou alimentos para o pulmão. (Donner, 1992)
9 ETIOLOGIAS Acidente Vascular Cerebral Traumatismo cranioencefálico Neurogênicas Doenças degenerativas: Parkinson/ Alzheimer Doenças neuromusculares: Esclerose Lateral Amiotrófica/ Miastenia/ Esclerose Múltipla Tumores Cerebrais Paralisia Cerebral
10 Mecânicas Tumores de cavidade oral e de laringe Iatrogênicas Medicação IOT prolongada, Traqueostomia, radioterapia Psicogênicas: sensação de bólus parado na garganta. Presbifagia :Processo natural de envelhecimento que compromete a fisiologia da deglutição (pior desempenho na fase oral, redução de força e mobilidade, xerostomia, TTO aumentado.
11 ACHADOS DA DISFAGIA x DOENÇAS DE BASE AVC: HE: maior alteração fase oral, poucas chances de aspiração, HD: maior alteração na fase faríngea, com grandes chances de aspiração. OBS: pior nos casos de AVC tronco. ELA: forma bulbar: mais grave, atrofia de língua e fasciculações, riscos de aspiração para líquidos e sólidos, dispnéia, tosse, voz molhada, refluxo nasal, sialorréia com escape extra-oral, dispnéia, forma apendicular: inicialmente sem queixas de disfagia.
12 ACHADOS DA DISFAGIA x DOENÇAS DE BASE Alzheimer: (cada fase dura cerca de 3 anos) Fase inicial: sem queixa de engasgos, Fase intermediária: alteração maior em fase oral (fica com o alimento parado na cavidade oral), com engasgos para sólidos e riscos de aspiração silente para os líquidos finos, necessário modificar a consistência alimentar, Fase avançada: alteração nas fases oral e faríngea por alterações corticais, com riscos de aspiração, indicação de PEG, não se beneficia de terapia, neste momento, com recusa alimentar importante. Parkinson: início maiores alterações orais: incoordenação, caráter festinante, tremor, rigidez oque prejudica a mastigação. Com a evolução acomete fase faríngea, com atraso importante na resposta de deglutição, com escape posterior aumentando os riscos de PL ou ALT.
13 OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA IDENTIFICAR os pacientes de risco. AVALIAR a dinâmica da deglutição, - Possibilidade de via oral segura (consistência/ volume/ manobra) - Planejamento de exames objetivos - Definição de conduta (sonda/via oral) EQUIPE
14 ANAMNESE INFORMAÇÕES PRÉVIAS - Dados do pact: nome completo, RG local, idade, presença do acompanhante, - História clínica: se já tem diagnóstico, se faz uso de medicamentos, história de pneumonias de repetição, emagrecimento, aumento da secreção laringotraqueal, se já fez fono, quem é o cuidador oficial (perfil dele), se já é acompanhado por algum outro profissional, - -
15 QUEIXAS PRINCIPAIS direcionar as perguntas ( perde o fôlego quando chora ), início dos sinais e sintomas da disfagia (súbito ou progressiva) dificuldade de engolir/ engasgos/ tosse (RGE, soluços, hipersecreção, disfagia baixa), com quais consistências, frequência/ tempo alimentação/ cansaço para comer, escape nasal, espirros febres sem causa aparente ( está sempre gripado ) sensação de alimento parado na garganta diieta atual: oral,sng, SNE, Gastrostomia, mista Recebe de forma independente aceitação ou se sente prazer ao se alimentar faz uso de próteses dentárias ou dentição.
16 Kit Disfagia luvas espátulas Máscara Óculos de proteção lanterna copo plástico espessante suco diet estetocópio colheres plástico (cuidado) (chá: 3ml e sopa: 5ml) canudo seringa (3,5,10,20ml ) oximetro gaze
17 Como avaliar? Ausculta cervical Borda Lateral da traquéia, imediatamente inferior a cartilagem cricóide, Observar se há presença de ruídos antes, durante e após as deglutições. (Takahashi et al, 1994; Spadotto 2008)
18 AVALIAÇÃO INDIRETA OU CLÍNICA - aspecto geral, simetria e postura (em repouso), sensibilidade extra e intra-oral (doces, salgados, amargos e azedos), aspectos da mm. de OFA' em repouso e em movimento, - Voz (tipo, rouco-soprosa alterações na coaptação glótica, hipernasal: alterações no fechamento velofaríngeo e qualidade vocal), - Higienização oral, - Acúmulo e deglutição de saliva, - Presença de traqueostomia e via alternativa, - Reflexo de deglutição e vômito.
19 AVALIAÇÃO DIRETA OU FUNCIONAL - doença de base, idade, estado de alerta, comunicação, respiração (presença de secreção, AC prévia, tipo de dieta atual, - tipo de consistência a ser escolhida: cada instituição tem seu protocolo, aqui no serviço nomeamos pastosa, líquidos engrossados, líquidos finos, leve, branda e geral, - Postura, - higiene oral: limpeza de secreções orais, ou por meio da aspiração oral/nasal/ traqueal ou tosse sob comando), - eleger a consistência inicial e utensílios, - se o cuidador oferecer a princípio observe e não corrija nada, - sempre que possível aumente o volume da consistência escolhida.
20 O QUE OBSERVAR NA AVALIAÇÃO CLÍNICA - Captação do alimento/ Vedamento labial, Propulsão oral do bolo alimentar (movimentos dos lábios/ língua/ cabeça),sensibilidade, - presença de resíduos em cavidade oral após deglutição, - elevação laríngea, - Tosse antes, durante e após deglutição, - Qualidade vocal (voz molhada antes e após deglutição), - Alteração respiratória (SO2), - Deglutições múltiplas, - Refluxo nasal, - Sinais de estresse/prazer alimentar.
21 Pastoso Líquido engrossado Líquido
22 Sinais sugestivos de penetração e/ou aspiração Tosse (antes, durante e após deglutição), Voz molhada (após a deglutição), Dispnéia: Alteração respiratória (fadiga, uso da mm acessória, dessaturação de SPO2), Alterações na ausculta cervical (deglutições múltiplas, ruídos, sinais sugestivos de estase em recessos faríngeos e/ou penetração laríngea e/ou aspiração laringotraqueal ou escape oral posterior), Outros achados: sudorese, sonolência, recusa alimentar.
23 Penetração laríngea Aspiração Laringotraqueal HC UNESP Botucatu Entrada do alimento no vestíbulo laríngeo, abaixo da epiglote e acima do nível das pregas vocais HC UNESP Botucatu Entrada do alimento abaixo do nível das pregas vocais
24 COMO CONCLUIR A AVALIAÇÃO? - existe um distúrbio de deglutição? - a ingestão oral é segura e suficiente para manutenção do estado nutricional? - há necessidade de outra VAA? - o distúrbio de deglutição é passível de tratamento, neste momento? - qual é o prognóstico? - Conduta proposta.
25 CLASSIFICAÇÃO CLÍNICA DA DISFAGIA LEVE alteração do esfíncter labial, incoordenação de língua, atraso para desencadear o reflexo de deglutição, ausência de tosse, sem redução acentuada da elevação da laringe, sem alteração da qualidade vocal após a deglutição e ausculta cervical sem alteração. MODERADA alteração do esfíncter labial, incoordenação de língua, atraso do reflexo de deglutição, presença de tosse antes, durante ou após a deglutição GRAVE atraso ou ausência do reflexo de deglutição, redução na elevação da laringe, presença de tosse antes, durante ou após a deglutição, alteração da qualidade vocal após a deglutição, alteração respiratória evidente, deglutição incompleta e ausculta cervical alterada. (Silva RG 2004)
26 EXAMES COMPLEMENTARES Videoendoscopia (VED), Videofluoroscopia (VFD)
27 VIDEOENDOSCOPIA Vantagem: Baixo custo Feita no leito (portátil) Ausência de radiação Desvantagem: Não visualiza fase oral da deglutição e nem a transição faringoesofágica. Dificuldade em quantificar a aspiração.
28 * Avaliação da anatomia * Motilidade faríngea * Sensibilidade laringofaríngea * Presença de escape oral de alimentos * Resíduos em recessos faríngeos * Penetração laríngea/ aspiração * Técnicas terapêuticas
29 VIDEOFLUOROSCOPIA Vantagens: - Dinâmica - Analisa fases oral e faríngea - Não-invasivo - Baixo custo - Quantifica a aspiração Desvantagem: - Radiação - Não é adequado para avaliar anormalidade estruturais
30 Objetivos: Determinar se o paciente pode alimentar-se, de modo seguro, por via oral. Auxilia: diagnóstico funcional e compensações realizadas pelo paciente, contribui parta verificar quais técnicas e manobras poderão ser mais eficientes no tratamento fonoaudiológico. Definir: Consistência do alimento Postura Manobras terapêuticas * Protocolo de menor risco.
31 Classificação (Ott. 1996) Severidade da Disfagia LEVE alteração do controle oral, atraso da resposta faríngea, pouco resíduo, sem penetração ou aspiração laringotraqueal. MODERADA Pobre controle oral, resíduo faríngeo em todas as consistências e pouca penetração e aspiração laringotraqueal de uma consistência. GRAVE Presença de aspiração laringotraquel substancial ou quando ou paciente falha em deglutir
32 ASPIRAÇÃO 6 Contraste passa nível glótico, mas não há resíduos no nível subglótico Escala de Penetração e Aspiração (Rosenbek JC et al. 1996) PENETRAÇÃO 1 Contraste não entra em via aérea 2 Contraste entra até acima das PPVV, sem resíduo 3 Contraste permanece acima das PPVV, visível resíduo 4 Contraste atinge PPVV, sem resíduo 5 Contraste atinge PPVV, resíduo visível
CONDUTAS E REABILITAÇÃO NA DISFAGIA OROFARÍNGEA. Priscila Watson Ribeiro Serviço de Fonoaudiologia do HCFMB
CONDUTAS E REABILITAÇÃO NA DISFAGIA OROFARÍNGEA Priscila Watson Ribeiro Serviço de Fonoaudiologia do HCFMB Informações importantes - Qual a patologia/ diagnóstico médico - Manifestações observadas na avaliação
Protocolos de Eficácia Terapêutica e Avaliação. M.Sc. Profª Viviane Marques
Protocolos de Eficácia Terapêutica e Avaliação M.Sc. Profª Viviane Marques Na reabilitação na disfagia orofaríngea a diferenciação dos conceitos eficácia e eficiência em terapia. O termo eficácia aqui
Estágio - Santa Cassa de Maceió de julho de Domingo Prova de Fonoaudiologia. 1-Quais as fazes da deglutição:
1-Quais as fazes da deglutição: Estágio - Santa Cassa de Maceió - 2018 a) Preparatória, oral e nasal; b) Preparatória, oral, faríngea e esofágica; c) Oral, faríngea e laríngea; d) Faríngea, oral e natural;
ORIENTAÇÕES FONOAUDIOLÓGICAS NAS DEMÊNCIAS
ORIENTAÇÕES FONOAUDIOLÓGICAS NAS DEMÊNCIAS FGA. MS. CAROLINE MARRAFON Curso de Capacitação: O envelhecimento e as Demências FONOAUDIOLOGIA NO ENVELHECIMENTO Promoção da saúde, prevenção, avaliação e diagnóstico,
Diagnóstico Diferencial
Diagnóstico Diferencial M.Sc. Profª Fgª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar da UVA Docente do Mestrado
DYSPHAGIA SINTOMA Deglutição & Presbifagia 2013
DYSPHAGIA SINTOMA Deglutição & Presbifagia 2013 Disfagia Conceito Compreendida como sendo uma desordem no processo de como se alimentar. Refere-se a dificuldade de comer proveniente da disfunção do processo
PADRÃO DE RESPOSTA Residência Saúde 2013
PADRÃO DE RESPOSTA Residência Saúde 2013 NÍVEL SUPERIOR Fonoaudiologia QUESTÃO 1 (11 pontos) a) (3 pontos) Estabilidade clínica do RN. Condições respiratórias. Avaliação comportamental. Tônus global. b)
ESTUDO DIRIGIDO. Anatomia
ESTUDO DIRIGIDO Anatomia 1) Quais são as funções estomatognáticas? 2) Quais são as funções da mastigação? 3) Quais são os músculos da mastigação? 4) Quais são os músculos elevadores da mandíbula? 5) Quais
A deglutição é definida como processo que resulta no transporte do alimento da boca ao estômago. Preparatória
Introdução A deglutição é definida como processo que resulta no transporte do alimento da boca ao estômago. Preparatória Oral Esofágica Faríngea CARRARA-ANGELIS, MOURÃO, FÚRIA, 1999 Alteração no processo
AULA: DISFAGIA PROFESSOR: Hilton Ricz
AULA: DISFAGIA PROFESSOR: Hilton Ricz TRANSCRIÇÃO: Luís Felipe Visconde EDIÇÃO: Sara Caixeta DEFINIÇÃO A disfagia, conceitualmente, é qualquer alteração que impeça ou dificulte a condução fisiológica do
MANEJO FONOAUDIOLÓGICO NA DEMÊNCIA DE ALZHEIMER
MANEJO FONOAUDIOLÓGICO NA DEMÊNCIA DE ALZHEIMER Aline Romann Fonoaudióloga Mestre em medicina: Ciências Médicas (UFRGS) Especialista em Disfagia (CFFa) Especialista em Linguagem (CFFa) Pós graduanda em
Fisiologia gastrointestinal
Fisiologia gastrointestinal TGI boca esôfago Intestino delgado duodeno estômago jejuno íleo Intestino grosso ânus A Boca Mastigação do alimento auxilia a trituração e mistura a saliva para formar um bolo
REVISÃO MARÇO Programa de Tratamento Fonoterápico Pacientes Internados em Unidade Hospitalar e em Regime de Internação Domiciliar
REVISÃO MARÇO 2015 Programa de Tratamento Fonoterápico Pacientes Internados em Unidade Hospitalar e em Regime de Internação Domiciliar GOVERNADOR DO ESTADO RUI COSTA DOS SANTOS SECRETÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO
PADRÃO DE RESPOSTA. Residência Saúde 2014 NÍVEL SUPERIOR. Fonoaudiologia
PADRÃO DE RESPOSTA Residência Saúde 2014 NÍVEL SUPERIOR Fonoaudiologia QUESTÃO 1 (12 pontos) a) (6 pontos) Estimulação da sucção não nutritiva (digital ou com chupeta) propicia maior estabilidade; os movimentos
Disfagia: Diagnóstico, Grau de severidade e escolha da melhor via de alimentação
Disfagia: Diagnóstico, Grau de severidade e escolha da melhor via de alimentação M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em
DOENÇAS NEUROLÓGICAS COMO CAUSAS DE DISFAGIA EM ADULTOS
DOENÇAS NEUROLÓGICAS COMO CAUSAS DE DISFAGIA EM ADULTOS * Juarez Belmiro Moraes Junior ** José Henrique Araújo Nazaré O ato da mastigação e da deglutição propriamente dita envolve a ativação de inúmeros
ANOMALIAS DENTOFACIAIS
ANOMALIAS DENTOFACIAIS Protocolo Dificulda e/ou inaquação da respiração Faz-se necessário o RX seios da face, para uma melhor avaliação e planejamento terapêutico, pondo observar se a obstrução nasal,
17/08/2018. Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico
Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista, Mestre em Fonoaudiologia, Doutoranda em Psicnálise, Saúde e Sociedade. O acidente vascular
Residência Saúde Fonoaudiologia DISCURSIVA C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A Fonoaudiologia DISCURSIVA Residência Saúde 2012 ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do gabarito - Prova Discursiva 31/10/2011
Envelhecimento e reabilitação oral: achados clínicos e videoendoscópicos da deglutição.
1 Envelhecimento e reabilitação oral: achados clínicos e videoendoscópicos da deglutição. Palavras chave: deglutição, idoso, prótese dentária Introdução: O envelhecimento, somado à perda dos dentes, acarreta
CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA
RESOLUÇÃO CFFa nº 492, de 7 de abril de 2016. Dispõe sobre a regulamentação da atuação do profissional fonoaudiólogo em disfagia e dá outras providências. O Conselho Federal de Fonoaudiologia - CFFa, no
Sistema Estomatognático
Sistema Estomatognático Profª Viviane Marques @vivianemarquesfono @fonovim www.fonovim.com.br Acervo pessoal: Viviane Marques Exibição das fotos autorizadas pelo responsável. Conceito da formação de
AVALIAÇÃO DO RISCO DE DISFAGIA EM PACIENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA Amaral, IJL; Guimarães, VC Diniz, DS; Oliveira, TP Universidade Federal de Goiás
Introdução A deglutição é uma complexa ação neuromuscular e tem como função conduzir a passagem do alimento (saliva, líquido ou medicamentos da cavidade bucal) para o estômago. Esta ação depende da integridade
RESIDÊNCIA SAÚDE UERJ 2017 FONOAUDIOLOGIA (201) PROVA DISCURSIVA ORGANIZADOR 1
RESIDÊNCIA SAÚDE UERJ 07 FONOAUDIOLOGIA (0) PROVA DISCURSIVA RESIDÊNCIA SAÚDE UERJ 07 FONOAUDIOLOGIA (0) PROVA DISCURSIVA FONOAUDIOLOGIA De acordo com o caso clínico a seguir, responda às questões de números
Reabilitação Fonoaudiológica na Doença de Parkinson
Reabilitação Fonoaudiológica na Doença de Parkinson Facilitadoras: Giovana Jaime Alves Fernanda Sahium Duarte A Doença de Parkinson é caracterizada por uma anormalidade neuroquímica em áreas encefálicas
INTRODUÇÃO DOENÇAS NEUROMUSCULARES
INTRODUÇÃO DOENÇAS NEUROMUSCULARES As doenças neuromusculares (DNM) podem ser adquiridas ou hereditárias, formando um grupo bastante heterogêneo de desordens causadas por anormalidades da ponta anterior
Luciana Cássia de Jesus
Luciana Cássia de Jesus PREVALÊNCIA E CARACTERÍSTICAS DA DISFAGIA EM PACIENTES PEDIÁTRICOS ATENDIDOS PELO SERVIÇO DE FONOAUDIOLOGIA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Trabalho
30/04/2014. Disfagia. Broncoaspiração X PNM (Pikus, Levine, Yang, 2003)
MESA REDONDA IV Cuidados da fonoaudiologia: Diagnóstico e tratamento do paciente disfágico pós-estubação ou traqueostomizado Fga Luciana Passuello do Vale Prodomo Disfagia Qualquer problema no processo
DISFONIA. Justificativa Tipos N máximo de sessões Videolaringoscopia: é um exame
DISFONIA Justificativa Tipos N máximo de Videolaringoscopia: é um exame Disfonias Funcionais: São alterações realizado com anestesia tópica e permite uma detalhada avaliação da estrutura anatômica da hipofaringe
FONOAUDIOLOGIA NA NUTRIÇAO ENTERAL. Fga Ms Lúcia Inês de Araújo
FONOAUDIOLOGIA NA NUTRIÇAO ENTERAL Fga Ms Lúcia Inês de Araújo DISFAGIA A disfagia altera a o dos alimentos pelo trato digestivo, podendo acarretar ficits nutricionais e de o ao duo, bem como comprometimentos
Disfagia no idoso. Enfoque nos fatores determinantes e recursos terapêuticos.
Disfagia no idoso. Enfoque nos fatores determinantes e recursos terapêuticos. Valter Nilton Felix Professor Livre-Docente Gastroenterologia - FMUSP; Coordenador do Grupo de Estudos das Disfunções da Deglutição
Juliana Cristina de Oliveira Miguel
Juliana Cristina de Oliveira Miguel ANÁLISE COMPARATIVA DA DEGLUTIÇÃO NO AVE AGUDO DE TRONCO ENCEFÁLICO E SUPRATENTORIAL Trabalho apresentado à banca examinadora para conclusão do Curso de Fonoaudiologia
Eficácia e importância da avaliação clínica da deglutição
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO- FMRP-USP LUCIANA ÁVILA DOS SANTOS Eficácia e importância da avaliação clínica da deglutição RIBEIRÃO PRETO-SP 2015 LUCIANA ÁVILA DOS SANTOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA: CIÊNCIAS MÉDICAS CURSO DE MESTRADO ACADÊMICO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA: CIÊNCIAS MÉDICAS CURSO DE MESTRADO ACADÊMICO AVALIAÇÃO CLÍNICA PRECOCE DA DISFAGIA OROFARÍNGEA EM
Reunião Clínica Relação entre Disfagia e Apneia Obstrutiva do Sono relato de caso
Reunião Clínica Relação entre Disfagia e Apneia Obstrutiva do Sono relato de caso Apresentação: Isabela A. de Quadros (4º ano) Orientação: MSc. Camila Corrêa Discussão do caso clínico: MSc. Camila Corrêa
Como eu faço? INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL. Geysa Câmara
Como eu faço? INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Geysa Câmara O que é Intubação Traqueal? É a introdução de um tubo na luz da traquéia para assegurar a passagem de ar para as vias aéreas. Ela pode ser realizada através
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA ORAL Enf as : Graciete Saraiva Marques e Cilene Bisagni
Revisão: 00 PÁG: 1 CONCEITO Consiste num método de terapia nutricional para auxiliar ou oferecer uma ingestão equilibrada de alimentos e líquidos adequada às necessidades do paciente. FINALIDADE Fornecer
Fonoaudiologia em Neonatologia. O Sistema Estomatognático em Neonatos
Fonoaudiologia em Neonatologia O Sistema Estomatognático em Neonatos M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia
Fernanda dos Reis Lima Juliana Gonçalves Dornela
Fernanda dos Reis Lima Juliana Gonçalves Dornela Investigação da habilidade de deglutição em indivíduos submetidos à ressecção oncológica de língua e/ou assoalho de boca Trabalho apresentado à banca examinadora
GUIA PRÁTICO PARA A PESSOA COM DIFICULDADES NA DEGLUTIÇÃO
HOSPITAL DE SANTA MARIA Internamento de Neurologia 2014 Como funciona a deglutição (engolir)? Engolir parece simples, mas é na verdade um processo complexo. É um esforço conjunto dos: - Lábios (fecham
Atividade Formação 3 Apoio no processo de deglutição e alimentação através de PEG
Atividade Formação 3 Apoio no processo de deglutição e alimentação através de PEG Porque é tão importante falar de disfagia nos casos com Paralisia Cerebral? Refeições longas e stressantes Baixo peso Disfagia
SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA PARTE 5 Disfunções dos nervos cranianos e tronco encefálico
SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA PARTE 5 Disfunções dos nervos cranianos e tronco encefálico Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP EXAME NEUROLÓGICO
INTERVENÇÃO DO FONOAUDIÓLOGO NA DOENÇA DE PARKINSON. Prof. Dr. Celso Luiz G. dos Santos Jr.
INTERVENÇÃO DO FONOAUDIÓLOGO NA DOENÇA DE PARKINSON Prof. Dr. Celso Luiz G. dos Santos Jr. Coral da APPP A voz é o espelho da personalidade, e a senescência poderá ofuscar a imagem refletida. (GREENE,1989)
AS DOENÇAS COM ENVOLVIMENTO DE NERVOS CRANIANOS
AS DOENÇAS COM ENVOLVIMENTO DE NERVOS CRANIANOS Profa. Dra. Fabíola Dach Divisão de neurologia FMRP-USP Função: olfato I N. olfatório Netter Doença de Parkinson Meningeoma Trauma I N. olfatório Exame:
Luís Freitas Elizabeth Moscoso Maria Machado Ana Rita Marco Simão Óscar Dias Mário Andrea
Avaliação videoendoscopica da deglutição na abordagem da disfagia orofaríngea Videoendoscopy evaluation of swallowing on oropharyngeal dysphagia approach Luís Freitas Elizabeth Moscoso Maria Machado Ana
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM. Disciplina de Fisiologia. Prof. Wagner de Fátima Pereira
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Disciplina de Fisiologia Prof. Wagner de Fátima Pereira Departamento de Ciências Básicas Faculdade de Ciências Biológica e da Saúde / FCBS
GERENCIAMENTO DE RISCO DE BRONCOASPIRAÇÃO
1 de 8 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial MGO,,MRM,PAD,GAA,FCA,AMR,RRM 1 Objetivo Diminuir a incidência de pneumonia hospitalar
TÍTULO: Nível de concordância inter avaliadores para aplicação do AMIOFE em pacientes após Acidente Vascular Cerebral
RESUMO EXPANDIDO TÍTULO: Nível de concordância inter avaliadores para aplicação do AMIOFE em pacientes após Acidente Vascular Cerebral Autores: ADA SALVETTI CAVALCANTI CALDAS, DANIELE ANDRADE DA CUNHA,
Como lidar com os problemas de deglutição após um Acidente Vascular Cerebral (AVC)
Como lidar com os problemas de deglutição após um Acidente Vascular Cerebral (AVC) How to Manage Swallowing Problems After a Stroke - Portuguese Informação para pacientes e famílias Leia esta informação
Regina Batistote Ferreira IMPACTO DA TRAQUEOSTOMIA NAS FUNÇÕES DE DEGLUTIÇÃO, RESPIRAÇÃO E FALA
15 Regina Batistote Ferreira IMPACTO DA TRAQUEOSTOMIA NAS FUNÇÕES DE DEGLUTIÇÃO, RESPIRAÇÃO E FALA Artigo Científico apresentado ao Departamento de Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Tuiuti do Paraná,
FONOAUDIOLOGIA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO
UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO Hospital Universitário FONOAUDIOLOGIA PARTE I: Múltipla Escolha Hospital Universitário 01 São
FONOAUDIOLOGIA. 1. A deglutição conhecida como pré-eruptiva, associada à sucção, infantil ou visceral ; pode ser definida como:
FONOAUDIOLOGIA 1. A deglutição conhecida como pré-eruptiva, associada à sucção, infantil ou visceral ; pode ser definida como: a) Deglutição do neonato, na qual podem ser observadas as fases: preparatória
DISFAGIA NEUROGÊNICA INFANTIL DYSPHAGIA NEUROLOGICAL IN CHILDREN
DISFAGIA NEUROGÊNICA INFANTIL DYSPHAGIA NEUROLOGICAL IN CHILDREN Rosyane Rios* RESUMO Este estudo teve como objetivo enfocar a necessidade da intervenção fonoaudiológica em crianças com problemas neurológicos
Guia de Identificação e Orientação sobre os Sinais e Sintomas da Deglutição em Idosos: Presbifagia
Guia de Identificação e Orientação sobre os Sinais e Sintomas da Deglutição em Idosos: Presbifagia Raquel Gama Fernandes Fonoaudióloga Mestre em Saúde da Comunicação Humana pela Faculdade de Ciências Médicas
AULA-14 ATUAÇÃO EM ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
AULA-14 ATUAÇÃO EM ENTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Profª Tatiani UNISALESIANO DEFINIÇÃO É um procedimento de suporte avançado de vida que busca manter as vias aéreas do paciente permeáveis, por meio da passagem
Alterações vocais no Parkinson e método Lee Silverman
Alterações vocais no Parkinson e método Lee Silverman Apresentação: Cinthia Procópio (3º ano) Brenda Catalani (2º ano) Orientação: Fga. Thais Saters Participações: Prof. Dr. Adriano Yacubian Fernandes
TERAPIA NUTRICIONAL NA DISFAGIA. Maria Carolina Gonçalves Dias
TERAPIA NUTRICIONAL NA DISFAGIA Maria Carolina Gonçalves Dias MOTILIDADE DO SISTEMA DIGESTÓRIO FUNÇÃO DO SISTEMA DIGESTÓRIO (SD) Transportar alimentos da boca até o ânus a uma velocidade lenta o suficiente
Seminário Interdisciplinar. Traumas Faciais: Atuação Fonoaudiológica e Odontológica
Seminário Interdisciplinar Traumas Faciais: Atuação Fonoaudiológica e Odontológica Apresentadores: Dr. Paulo Zupelari Gonçalves (Cirurgião e Traumatologista Bucomaxilofacial) Franciele Fumagali (4º ano
MARIANA SACONATO ESTUDO DAS MANOBRAS DA DEGLUTIÇÃO NAS DISFAGIAS OROFARÍNGEAS
MARIANA SACONATO ESTUDO DAS MANOBRAS DA DEGLUTIÇÃO NAS DISFAGIAS OROFARÍNGEAS Tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina, para obtenção do título de Mestre em Ciências.
Atualização Fonoaudiológica em Pacientes Oncológicos de CP. Fonoaudióloga e Mestre Natálie Iani Goldoni
Atualização Fonoaudiológica em Pacientes Oncológicos de CP Fonoaudióloga e Mestre Natálie Iani Goldoni Câncer de Cabeça e Pescoço Os carcinomas de cabeça e pescoço representam 8% de todos os tumores malignos
DIVERTÍCULO DE ZENKER. R1 Jean Versari - HAC
DIVERTÍCULO DE ZENKER R1 Jean Versari - HAC Divertículo de Zenker Evaginação da mucosa e submucosa do esôfago posterior por área de fraqueza entre as partes tireofaríngea e cricofarínega do músculo constritor
Protocolo de Segurança na Avaliação Nasolaringoscópica da Deglutição (PSAND): contributo para a validação cultural e linguística do português Europeu
Liliana Saraiva Lopes Abreu Protocolo de Segurança na Avaliação Nasolaringoscópica da Deglutição (PSAND): contributo para a validação cultural e linguística do português Projeto elaborado com vista à obtenção
II Combined Meeting ABORL-CCF
Dia 02 de Junho HORÁRIOS SALA 01 - SALA 02 - SALA 03 - / MEDICINA DO 08:00 08:45 Neurolaringologia visão do especialista 08:00-09:15 Rinossinusite na Infância Do diagnóstico ao Tratamento Clínico e Cirúrgico
Formação da face Formação do lábio Formação do palato. Falta de fusão dos processos embrionários. > Até 12ªsem.
Peterson-Falzone Formação da face Formação do lábio Formação do palato Falta de fusão dos processos embrionários. > Até 12ªsem. Fissura préforâme incisivo Fissura pósforâme incisivo Fissura transforâme
AVALIAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA FUNCIONAL EM PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA DE PARKINSON SPEAK PATHOLOGY FUNCTIONAL EVALUATION IN PARKINSON DISEASE PATIENTS
1 AVALIAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA FUNCIONAL EM PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA DE PARKINSON SPEAK PATHOLOGY FUNCTIONAL EVALUATION IN PARKINSON DISEASE PATIENTS Juliana Gazzoni Especialização em Motricidade Oral
Sistema digestório. Curso Técnico em Saúde Bucal Aula disponível: SISTEMA DIGESTÓRIO. Msc. Bruno Aleixo Venturi
Sistema digestório Curso Técnico em Saúde Bucal Aula disponível: www.portaldoaluno.bdodonto.com.br SISTEMA DIGESTÓRIO Msc. Bruno Aleixo Venturi ? A digestão começa pela boca Funções Mecânica Transporte
DOENÇA DE PARKINSON. Diagnóstico e Tratamento. Juliana Aquino
DOENÇA DE PARKINSON Diagnóstico e Tratamento Juliana Aquino 1 A doença de Parkinson (DP) ou Mal de Parkinson È uma doença degenerativa, crônica e progressiva, que acomete em geral pessoas idosas. Ela ocorre
Discentes: Michele Dias Hayssi Haduo (4º ano) Chrishinau Thays de Sales Silva (3º ano) Carolina Luiz Ferreira da Silva (4º ano) Ana Carolina Gagliani
Discentes: Michele Dias Hayssi Haduo (4º ano) Chrishinau Thays de Sales Silva (3º ano) Carolina Luiz Ferreira da Silva (4º ano) Ana Carolina Gagliani (4º ano) Orientador: Jhonatan da Silva Vitor Docente:
Características Nutricionais das Dietas Hospitalares. Juliana Aquino
Características Nutricionais das Dietas Hospitalares Juliana Aquino Sendo a Dieta o primeiro item da Prescrição Médica, é parte integrante do Tratamento Clínico. DIETA Consiste no uso dos alimentos como
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Solange Coletti Schnekenberg DISFAGIA EM IDOSOS SEM DOENÇAS NEUROLÓGICAS
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Solange Coletti Schnekenberg DISFAGIA EM IDOSOS SEM DOENÇAS NEUROLÓGICAS CURITIBA 2009 DISFAGIA EM IDOSOS SEM DOENÇA NEUROLÓGICAS CURITIBA 2009 Solange Coletti Schnekenberg
Atuação Fonoaudiológica nas Cirurgias da Face
Apresenta: Atuação Fonoaudiológica nas Cirurgias da Face Apresentadoras: Gabriele de Luccas (2º ano) Natalia Favoretto (4º ano) Orientadoras: Ft. Eloísa Nelli Fga. Letícia Korb Data: 13/06/12 Horário:
DIRETRIZES DO COMITÊ DE DISFAGIA DEPARTAMENTO DE MOTRICIDADE E FUNÇÕES OROFACIAIS SOCIEDADE BRASILEIRA DE FONOAUDIOLOGIA
DIRETRIZES DO COMITÊ DE DISFAGIA DEPARTAMENTO DE MOTRICIDADE E FUNÇÕES OROFACIAIS SOCIEDADE BRASILEIRA DE FONOAUDIOLOGIA Comitê de Disfagia Coordenadora: Dra. Roberta Gonçalves da Silva Vice-Coordenadora:
ENFERMAGEM ANATOMIA. SISTEMA DIGESTÓRIO Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM ANATOMIA Parte 2 Profª. Tatiane da Silva Campos Faringe e esôfago A faringe é uma estrutura que pertence aos sistemas digestório e respiratório, pois se comunica com as cavidades nasais, a boca,
UMA VIAGEM AO CORPO HUMANO. Professor: Mário Castro CED. Taquara 8º / 9º Ano
UMA VIAGEM AO CORPO HUMANO Professor: Mário Castro CED. Taquara 8º / 9º Ano - 2017 DESVENDAR A HISTÓRIA DA DIGESTÃO E ABSORÇÃO VIDA VISÃO GERAL Composto por dois grupos: 1. Trato gastrintestinal = tubo
DISPNÉIA José Américo de Sousa Júnior
DISPNÉIA José Américo de Sousa Júnior DEFINIÇÃO Dispnéia é definida como uma percepção anormalmente desconfortável da respiração Não consigo puxar ar suficiente, O ar não vai até lá embaixo, Estou sufocando,
Manual para prescrição de dietas
Manual para prescrição de dietas Índice 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Introdução Dieta Geral Dieta Branda Dieta Pastosa Dieta Leve Dieta Cremosa Dieta Líquida Dieta Líquida sem Resíduos Dieta Líquida de Prova
Estudo Comparativo entre Videofluoroscopia e Avaliação. Crianças
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Medicina Programa de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Médicas Estudo Comparativo entre Videofluoroscopia e Avaliação Endoscópica da Deglutição
TRANSTORNOS ESPECÍFICOS DO DESENVOLVIMENTO DA FALA E DA LINGUAGEM. Tipos
TRANSTORNOS ESPECÍFICOS DO DESENVOLVIMENTO DA FALA E DA LINGUAGEM Processo Auditoria Protocolo Indicação Diagnóstico CID s Critérios de auditoria Justificativa Nível de Gravidade e/ou Tipos N máximo de
INTUBAÇÃO TRAQUEAL. Profª Enfª Luzia Bonfim
INTUBAÇÃO TRAQUEAL Profª Enfª Luzia Bonfim Intubação traqueal consiste na introdução de um tubo na luz da traquéia. Pode ser realizada através das narinas (via nasotraqueal), boca (via orotraqueal) ou
ASSISTÊNCIA E FUNCIONAMENTO NA SÍNDROME ESOFÁGICA
ASSISTÊNCIA E FUNCIONAMENTO NA SÍNDROME ESOFÁGICA Principal função do ESÔFAGO : conduzir o alimento da faringe para o estômago, peristaltismo primário e secundário Peristaltismo Primário: continuação da
UNIVERSIDADE DO PORTO
UNIVERSIDADE DO PORTO Modelação de um Software para Análise Qualitativa e Quantitativa da Deglutição Orofaríngea por Videofluoroscopia Dissertação do Mestrado em Informática Médica Responsável: Aida Eduarda
DISCIPLINA DE OTORRINOLARINGOLOGIA
LARINGITES REGINA H. G. MARTINS DISCIPLINA DE OTORRINOLARINGOLOGIA FACULDADE DE MEDICINA UNESP - BOTUCATU LARINGITES SÃO PROCESSOS INFLAMATÓRIOS AGUDOS OU CRÔNICOS DA MUCOSA LARÍNGEA LARINGITES AGUDAS
ENFERMAGEM ANATOMIA. SISTEMA DIGESTÓRIO Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM ANATOMIA Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos Os nutrientes não podem ser absorvidos pelo organismo na sua forma natural, necessitando de tratamento químico e mecânico do sistema digestório.
REFLUXO GASTROESOFÁGICO EM CRIANÇAS MITOS E VERDADES
REFLUXO GASTROESOFÁGICO EM CRIANÇAS MITOS E VERDADES 1 O QUE É REFLUXO GASTROESOFÁGICO? O refluxo gastroesofágico (RGE) é o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago, órgão que funciona como um tubo
Grupoterapia Fonoaudiológica Atuação Junto a Senescência e Senilidade
Grupoterapia Fonoaudiológica Atuação Junto a Senescência e Senilidade Autores Caroline Pal cio de Almeida Orientador Ivone Panhoca Ana Paula de Freitas Apoio Financeiro Fapic 1. Introdução De acordo com
DISCIPLINA DE OTORRINOLARINOGOLOGIA UNESP- BOTUCATU
TRAQUEOTOMIA Profa Livre Docente Regina H. Garcia Martins DISCIPLINA DE OTORRINOLARINOGOLOGIA UNESP- BOTUCATU Unesp TRAQUEOTOMIA X TRAQUEOSTOMIA INDICAÇÕES DE TRAQUEOTOMIA DESOBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS
