ASSISTÊNCIA E FUNCIONAMENTO NA SÍNDROME ESOFÁGICA
|
|
|
- Júlio César Sintra Cordeiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ASSISTÊNCIA E FUNCIONAMENTO NA SÍNDROME ESOFÁGICA Principal função do ESÔFAGO : conduzir o alimento da faringe para o estômago, peristaltismo primário e secundário Peristaltismo Primário: continuação da onda peristáltica da faringe(faringe-esôfago em 8 a 10 ) Peristaltismo Secundário: resultantes da distensão do esôfago pelo alimento retido Sintomas comuns de doenças esofágicas: disfagia; pirose; odinofagia;
2 ACALÁSIA Relaxamento incompleto do esfíncter esofagiano inferior e perda da propulsão (peristalse) nos 2/3 inferiores do esôfago Etiologia: familial; auto-imune; infecciosa; fatores ambientais. Quadro Clínico: disfagia; regurgitação odinofagia; pirose; emagrecimento Diagnóstico:: radiologia; endoscopia eletromanometria (estudo motor do esôfago); cintilografia; reação sorológica
3 Tratamento Clínico: higienodietéticas: mastigar os alimentos, evitar ingerílos em temperaturas extremas, evitar alimentos picantes. farmacoterapia: relaxantes da musculatura lisa (nitratos, dinitrato de isossorbida antes das refeições) betabloqueadores do canal de cálcio (nifedipina, antes das refeições), diminuindo a pressão do EEI e amplitude contrátil do corpo esofagiano. Tratamento Cirúrgico: miotomia à Heller (separação das fibras musculares que circundam a região estreitada do esôfago)
4 DIVERTÍCULO ESOFAGEANO Protusões da mucosa ou de toda a parede do órgão para fora da luz. Sintomatologia: geralmente assintomáticos quando existirem, disfagia e regurgitação DIVERTÍCULO DE ZENKER Protusão da mucosa hipofaríngea entre as fibras oblíquas do músculo constritor esofagiano superior e as fibras transversais do músculo cricofaríngeo
5 Etiopatogenia: falta de coordenação entre a contração faríngea e o relaxamento do EES abertura incompleta do EES seria a causa básica da disfagia, e o aumento da pressão na hipofarínge durante a deglutição Aspectos Clínicos: achados causais em exames radiológicos
6 Sintomas: disfagia e regurgitação sialorréia, expectoração, desconforto na garganta e tosse; tardios: halitose, gosto desagradável boca, aparecimento de massa no pescoço, aspiração pulmonar disfagia grave comum com perda de peso Complicações: CA divertículo; formação de fístula; úlcera péptica; bronquite; pneumonia aspirativa; sangramento Diagnóstico: radiológico baritado
7 Tratamento: orientação higienodietéticas: boa mastigação e ingestão água após refeições; parede esofagodiverticular é seccionada intraluminarmente por eletrocautério
8 DIVERTÍCULO MEDIOESOFÁGICO Raro em crianças; geralmente em torno de 40 e 70 anos; Incidência desconhecida, compreendem 15 a 20 % dos divertículos esofageanos; Predominantemente em homens; Mais encontrado na bifurcação da traquéia t4 e t5, + LD do que LE; Sintomas: assintomático, se existir dor toráxica e disfagia podem ser devido a distúrbios de motilidade; Complicações: raras Tratamento: não retém alimentos ou secreções não requer tratamento, alguns propõem cirurgia
9 DIVERTÍCULO EPIFRÊNICO Muito raros; Idade variável; Homens = mulheres 20% dos portadores não são sintomáticos incluem: disfagia, regurgitação, dor no peito mais ligados aos distúrbios de motilidade ou hérnia de hiato Complicações: abcesso por obstrução do colo diverticular, hemorragia ou perfuração Diagnóstico: radiológico, (aparece a 5cm acima do pinçamento diafragmático); endoscopia; manométrico alta freqüência de motilidade esofágica Tratamento: > não necessitam, acompanhar RX quando sintomáticos e se complicar cirúrgico
10 CUIDADOS DE ENFERMAGEM ingerir água depois das refeições para lavar a dilatação diverticular; caso regurgite alimentos e muco, deve-se proteger da broncoaspiração posicionando-o com a cabeça lateralizada ou elevada; caso disfagia: retirar alimentos que provocam dor, SN ofereça a dieta processada em liquidificador com suplementos vitamínicos ou de proteínas; caso tenha divertículo, medioesofágico e epifrênico, pode ter pirose e ser necessário anti-ácido, nesse caso deve ser mantido a cabeceira elevada até 2 horas após refeições; caso seja necessário cirurgia: implementar cuidados pré e pós-operatórios; SNG NPVO até comprovar que não houve extravasamento cirúrgico nem fístula; Após inicia-se com dieta líquida e progride-se cfe aceitação.
DIVERTÍCULOS DO ESÔFAGO
Cirurgia do Esôfago DIVERTÍCULOS DO ESÔFAGO Curso Continuado de Cirurgia Geral do Capítulo de São Paulo do Colégio Brasileiro de Cirurgiões Carlos Haruo Arasaki - 2007 Tipos de Divertículos Esofagianos
DIVERTÍCULO DE ZENKER. R1 Jean Versari - HAC
DIVERTÍCULO DE ZENKER R1 Jean Versari - HAC Divertículo de Zenker Evaginação da mucosa e submucosa do esôfago posterior por área de fraqueza entre as partes tireofaríngea e cricofarínega do músculo constritor
Imagem da Semana: Radiografia contrastada
Imagem da Semana: Radiografia contrastada Imagem 01. Esofagograma com sulfato de bário Paciente do gênero masculino, 63 anos, procura atendimento médico devido à disfagia progressiva há um ano, acompanhada
DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO
Serviço e Disciplina de Clínica Cirúrgica Sessão Clínica- 31/08/2018 Auditório 1 -Hospital Escola Álvaro Alvim Relatora: Fernanda Cordeiro da Silva R2 DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO CONCEITO Afecção
Questões comentadas - Disfagia
Questões comentadas - Disfagia UFSC 2017 Homem de 27 anos, com história de disfagia há 3 meses, inicialmente para líquidos, evoluiu com disfagia para sólidos também. Queixa-se ainda de regurgitação e perda
GASTROENTEROLOGIA ESÔFAGO DOENÇAS QUE SE MANIFESTAM COM DISFAGIA
GASTROENTEROLOGIA ESÔFAGO DOENÇAS QUE SE MANIFESTAM COM DISFAGIA ESÔFAGO ANATOMIA FISIOLOGIA DOENÇAS QUE SE MANIFESTAM COM DISFAGIA ANATOMIA Tubo fibro-músculo-mucoso entre a faringe e o estômago. Começa
GASTROENTEROLOGIA ESÔFAGO DOENÇAS QUE SE MANIFESTAM COM DISFAGIA
GASTROENTEROLOGIA ESÔFAGO DOENÇAS QUE SE MANIFESTAM COM DISFAGIA ESÔFAGO ANATOMIA FISIOLOGIA DOENÇAS QUE SE MANIFESTAM COM DISFAGIA ANATOMIA Tubo fibro-músculo-mucoso entre a faringe e o estômago. Começa
DESAFIO DE IMAGEM Nathália Denise Nogueira Sales 7º semestre
DESAFIO DE IMAGEM Nathália Denise Nogueira Sales 7º semestre CASO CLÍNICO IDENTIFICAÇÃO: R.C.N., sexo feminino, 39 anos, com queixa de disfagia progressiva há três meses, associada com emagrecimento de
Serviço de Radiologia FMUP HSJ
Serviço de Radiologia FMUP HSJ Janeiro 2006 Espessamento parietal e diminuição do calibre do colon descendente e sigmóide, com dilatação a montante - inespecífico - neste casos associado a colite isquémica,
MANIFESTAÇÕES RESPIRATÓRIAS EM CRIANÇAS COM REFLUXO GASTRO ESOFÁGICO (RGE)
1 MANIFESTAÇÕES RESPIRATÓRIAS EM CRIANÇAS COM REFLUXO GASTRO ESOFÁGICO (RGE) CRISTHIANE DA SILVA FERREIRA GONÇALVES¹ EDNALVA DE OLIVEIRA MIRANDA GUIZI² 1. INTRODUÇÃO A doença do refluxo gastroesofágico
Estudos Funcionais do Esôfago: Quando Indicar?
Angela Marinho Falcão a n g e l a. f a l c a o @ h c. f m. u s p. b r Estudos Funcionais do Esôfago: Quando Indicar? Manometria ph-metria Esofágica CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA GERAL C a pítulo de São
Orientação para preparo de. Endoscopia Digestiva Alta
Orientação para preparo de Endoscopia Digestiva Alta ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA o que é videoendoscopia? Endoscopia digestiva alta (também conhecida como gastroscopia, endoscopia gastrointestinal alta,
Refluxo Gastro-Esofágico Esofágico. Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP
Esofágico Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP DOENÇA A DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO GICO Doença a crônica causada pelo fluxo retrógrado do conteúdo
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos Trato Gastrointestinal Esôfago Estômago Intestino Intestino Grosso Delgado Reto Fonte: www.google.com.br/imagens acessado em
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS Parte 2 Profª. Tatiane da Silva Campos Doenças comuns no intestino: - Úlcera Duodenal: semelhante à gástrica; Sintomas: Dor epigástrica que alivia com os alimentos
Afecções do Sistema Digestório. AULA 02 EO Karin Bienemann
Afecções do Sistema Digestório AULA 02 EO Karin Bienemann ESTOMATITE Inflamação da mucosa oral. Ocorre: Ulcerações (afta). Causas: Distúrbios emocionais. Deficiência nutricional. Afecções digestivas.
Protocolo Clínico e de Regulação para Disfagia no Adulto e Idoso
Protocolo Clínico e de Regulação para Disfagia no Adulto e Idoso Gustavo de Assis Mota Ajith Kumar Sankarankutty Rafael Kemp José Sebastião dos Santos INTRODUÇÃO A disfagia é um sintoma caracterizado pela
Entendendo a DRGE. & a Terapia com Stretta. GERD (gerd): Doença do Refluxo Gastroesofágico
Entendendo a DRGE & a Terapia com Stretta GERD (gerd): Doença do Refluxo Gastroesofágico O que é DRGE? Quando o músculo entre seu estômago e o esôfago se torna fraco, o conteúdo do estômago, tal como ácido
Acalasia. Cirurgia Geral HSPE José Francisco M. Farah Luiz Fontes
Acalasia Cirurgia Geral HSPE José Francisco M. Farah Luiz Fontes [email protected] Alteração motora primária melhor conhecida e caracterizada Incidência Idiopática 10% (1 por 100.000) Adquirida 90%
Fisiologia gastrointestinal
Fisiologia gastrointestinal TGI boca esôfago Intestino delgado duodeno estômago jejuno íleo Intestino grosso ânus A Boca Mastigação do alimento auxilia a trituração e mistura a saliva para formar um bolo
ENFERMAGEM ANATOMIA. SISTEMA DIGESTÓRIO Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM ANATOMIA Parte 2 Profª. Tatiane da Silva Campos Faringe e esôfago A faringe é uma estrutura que pertence aos sistemas digestório e respiratório, pois se comunica com as cavidades nasais, a boca,
Doença Diverticular do Cólon
Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto Doença Diverticular do Cólon Prof. Dr. João Gomes Netinho Disciplina de Coloproctologia Hospital de Base - FAMERP Doença Diverticular do Cólon Conceito Considerações
DIVERTÍCULO ESOFÁGICO EM EQUINOS REVISÃO DE LITERATURA. HAMZE, Abdul Latif Acadêmico do curso de Medicina Veterinária da FAMED-Garça
DIVERTÍCULO ESOFÁGICO EM EQUINOS REVISÃO DE LITERATURA HAMZE, Abdul Latif PACHECO, Alessandro Mendes MARIANO, Renata Sitta Gomes ABILIO, Alexandre Faria TOZZETTI, Daniel Soares AVANZA, Marcel Ferreira
DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO EM PEDIATRIA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CENTRO DE CIENCIAS MÉDICAS E FARMACÊUTICAS LIGA ACADÊMICA DE PEDIATRIA DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO EM PEDIATRIA ACADÊMICA: CAMILA DE OLIVEIRA SILVA 1º ANO-
TRAUMA CERVICAL - IMPORTÂNCIA. área restrita. vários sistemas. experiência individual pequena FCMSCSP - AJG
TRAUMA CERVICAL IMPORTÂNCIA área restrita vários sistemas experiência individual pequena TRAUMA CERVICAL IMPORTÂNCIA Nº de lesões Mortalidade Guerra de Secessão (EUA) 4114 15% Guerra Espanhola Americana
19º Imagem da Semana: Radiografia de Tórax
19º Imagem da Semana: Radiografia de Tórax Enunciado Paciente de 61 anos, sexo feminino, sem queixas no momento, foi submetida à radiografia de tórax como avaliação pré-cirúrgica. Qual achado pode ser
Planilha do Internato em Cirurgia - 1º / 2014
Planilha do Internato em Cirurgia - 1º / 2014 DATA hora AULA PROGRAMADA Módulo PROFESSOR 21/03/2014 14:00-14:55 Abdome Agudo - inflamatório e obstrutivo Clínica Cirúrgica João Marcos 14:55-15:50 Abdome
PATOLOGIAS CIRÚRGICAS NO RECÉM-NASCIDO
PATOLOGIAS CIRÚRGICAS NO RECÉM-NASCIDO ATRESIA DE ESÔFAGO: Malformação em que a parte proximal do esôfago termina em fundo cego. Classificação Segundo tipo de atresia: Tipo I (A): atresia sem fistula (8%);
Diretriz na Ingestão de Agentes Corrosivos
Diretriz na Ingestão de Agentes Corrosivos (08/2006) Dr. Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura Dra. Fernanda Rodrigues Teani Barroso Lesão corrosiva A ingestão de agentes corrosivos pode causar acentuado
PADRÃO DE RESPOSTA Residência Saúde 2013
PADRÃO DE RESPOSTA Residência Saúde 2013 NÍVEL SUPERIOR Fonoaudiologia QUESTÃO 1 (11 pontos) a) (3 pontos) Estabilidade clínica do RN. Condições respiratórias. Avaliação comportamental. Tônus global. b)
Funcional - Pressão intracólica aumentada - Motilidade basal e propulsiva aumentada - Lume estreito contracções segmentares
Doença Diverticular Fisiopatologia Estrutural - Parede cólica: mucosa, submucosa muscular - circular - longitudinal - Teniae coli serosa - Falsos divertículos - Hipertrofia da camada muscular: da elastina
ANATOMIA E HISTOLOGIA DO SISTEMA DIGESTIVO
Mestrado Integrado de Engenharia Biomédica Daniela Reis, interna do serviço de Gastrenterologia do CHLN 2 novembro 2016 ANATOMIA E HISTOLOGIA DO SISTEMA DIGESTIVO APARELHO DIGESTIVO SEROSA SUBMUCOSA MUCOSA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI CAMPUS CENTRO OESTE Planilha de aulas - Internato em Cirurgia 1º semestre de 2015
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI CAMPUS CENTRO OESTE Planilha de aulas - Internato em Cirurgia 1º semestre de 2015 DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR 6/2/2015 13:15-14:10 Tratamento do
SISTEMA DIGESTÓRIO. Prof a Cristiane Oliveira
SISTEMA DIGESTÓRIO Prof a Cristiane Oliveira SISTEMA DIGESTÓRIO QUAIS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS? Conjunto de órgãos que realizam a ingestão dos alimentos, sua digestão e a absorção dos produtos resultantes;
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI CAMPUS CENTRO OESTE Planilha de aulas - Internato em Cirurgia 1º semestre de 2015
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI CAMPUS CENTRO OESTE Planilha de aulas - Internato em Cirurgia 1º semestre de 2015 DATA SALA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR 6/2/2015 102. D 13:15-14:10 Tratamento
Patologias esofágicas. Raissa Marques Cavalcante SVII
Patologias esofágicas Raissa Marques Cavalcante SVII Anatomia do esôfago: Introdução Órgão tissular Desprovido de serosa Musculatura circular(int) Musculatura longitudinal(estr. e lisa) Patologias mais
AULA: DISFAGIA PROFESSOR: Hilton Ricz
AULA: DISFAGIA PROFESSOR: Hilton Ricz TRANSCRIÇÃO: Luís Felipe Visconde EDIÇÃO: Sara Caixeta DEFINIÇÃO A disfagia, conceitualmente, é qualquer alteração que impeça ou dificulte a condução fisiológica do
Anatomia e Fisiologia do apêndice cecal
APENDICITE AGUDA Histórico Descrita pela primeira vez por Lorenz Heister em 1755. Em 1827, Melin publicou artigo sobre inflamação aguda do apêndice, recomendado sua retirada cirúrgica. Anatomia e Fisiologia
FOLHETO INFORMATIVO: informação para o utilizador
FOLHETO INFORMATIVO: informação para o utilizador Ácido Alendrónico Alenoratio 70 mg Comprimidos Alendronato sódico tri-hidratado Leia atentamente este folheto antes de tomar o medicamento. - Conserve
DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR 26/01/18 17:00 Apresentação do internato Fernanda + Joao Marcos + Denny
DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR 26/01/18 17:00 Apresentação do internato + Joao Marcos + Denny 23/02/18 13:15 Abdome Agudo - inflamatório e obstrutivo Clínica Cirúrgica Fábio 14:10 Abdome Agudo
MEGAESÔFAGO IDIOPÁTICO ADQUIRIDO EM CÃO 1
MEGAESÔFAGO IDIOPÁTICO ADQUIRIDO EM CÃO 1 Jéssica Tomio 2, Andressa Raquel Irgang Dos Santos 3, Paulo Roberto Goi Filho 4, Cristiane Elise Teichmann 5. 1 Relato de Estágio Clínico I do curso de Medicina
Mastigação, Deglutição e Motilidade Gastrintestinal
Introdução A presença do alimento produz uma resposta mecânica e secretória, mesmo sem possuir conexão central. Uma pessoa com lesão medular, por exemplo, mesmo sem ter a conexão com o encéfalo, apresenta
DISCIPLINA: RCG FISIOLOGIA II MÓDULO: FISIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: RCG 0216 - FISIOLOGIA II MÓDULO: FISIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO Docentes Responsáveis Prof. Dr.
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM. Disciplina de Fisiologia. Prof. Wagner de Fátima Pereira
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Disciplina de Fisiologia Prof. Wagner de Fátima Pereira Departamento de Ciências Básicas Faculdade de Ciências Biológica e da Saúde / FCBS
DOENÇAS NEUROLÓGICAS COMO CAUSAS DE DISFAGIA EM ADULTOS
DOENÇAS NEUROLÓGICAS COMO CAUSAS DE DISFAGIA EM ADULTOS * Juarez Belmiro Moraes Junior ** José Henrique Araújo Nazaré O ato da mastigação e da deglutição propriamente dita envolve a ativação de inúmeros
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ. CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA RESIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA RESIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES [email protected] 2008 COLECISTITE AGUDA OBJETIVOS 1- Introdução - incidência
TERAPIA NUTRICIONAL NA DISFAGIA. Maria Carolina Gonçalves Dias
TERAPIA NUTRICIONAL NA DISFAGIA Maria Carolina Gonçalves Dias MOTILIDADE DO SISTEMA DIGESTÓRIO FUNÇÃO DO SISTEMA DIGESTÓRIO (SD) Transportar alimentos da boca até o ânus a uma velocidade lenta o suficiente
ESTÔMAGO ANATOMIA FISIOLOGIA ULCERA PÉPTICA
ESTÔMAGO ANATOMIA FISIOLOGIA ULCERA PÉPTICA ANATOMIA IRRIGAÇÃO Artérias gástricas esquerda (ramo do tronco celíaco) e direita (ramo da a. hepática própria), ao longo da curvatura menor. Artérias gastroepiplóica
Cada comprimido contém 10 mg de domperidona como substância activa Ver Lista dos excipientes
FOLHETO INFORMATIVO MOGASINTE 10 mg comprimidos Domperidona Composição Cada comprimido contém 10 mg de domperidona como substância activa Ver Lista dos excipientes Forma farmacêutica Comprimidos para administração
Doença do refluxo gastro-esofágico
Doença do refluxo gastro-esofágico Joana Nunes 1. Assistente Hospitalar de Gastrenterologia 2. Subespecialista em Hepatologia 3. Responsável da Consulta de Hepatologia do Hospital Beatriz Ângelo 4. Consulta
AVALIAÇÃO DAS COMPLICAÇÕES DA SUTURA MECÂNICA E MANUAL DO TRATAMENTO CIRÚRGICO DO DIVERTÍCULA FARINGO-ESOFÁGICO
AVALIAÇÃO DAS COMPLICAÇÕES DA SUTURA MECÂNICA E MANUAL DO TRATAMENTO CIRÚRGICO DO DIVERTÍCULA FARINGO-ESOFÁGICO Rafael Frederico Peres Faculdade de Medicina Centro de Ciências da Vida [email protected]
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ VERIFICAR ALTERAÇÃO ESOFAGIANA EM PACIENTES COM QUEIXA DE DISFAGIA OROFARÍNGEA SUBMETIDOS AO EXAME DE VIDEOFLUOROSCOPIA CURITIBA 2009 Maria Lúdia da Silva Correia VERIFICAR
APLV - O que é a Alergia à Proteína do Leite de Vaca: características, sinais e sintomas. Dra. Juliana Praça Valente Gastropediatra
APLV - O que é a Alergia à Proteína do Leite de Vaca: características, sinais e sintomas Dra. Juliana Praça Valente Gastropediatra Reações Adversas a Alimentos Imunomediadas: Alergia alimentar IgE mediada
Opções endoscópicas no tratamento das complicações do anel de restrição em pacientes pós by-pass gástrico. Série Endoscopia Bariátrica - junho 2018
O anel de contenção no by-pass gástrico (cirurgia de Fobi-Capella) foi muito utilizado no passado com o objetivo de evitar a dilatação da anastomose e perda do efeito restritivo da cirurgia, gerando assim,
ORIENTAÇÕES FONOAUDIOLÓGICAS NAS DEMÊNCIAS
ORIENTAÇÕES FONOAUDIOLÓGICAS NAS DEMÊNCIAS FGA. MS. CAROLINE MARRAFON Curso de Capacitação: O envelhecimento e as Demências FONOAUDIOLOGIA NO ENVELHECIMENTO Promoção da saúde, prevenção, avaliação e diagnóstico,
CONDUTAS E REABILITAÇÃO NA DISFAGIA OROFARÍNGEA. Priscila Watson Ribeiro Serviço de Fonoaudiologia do HCFMB
CONDUTAS E REABILITAÇÃO NA DISFAGIA OROFARÍNGEA Priscila Watson Ribeiro Serviço de Fonoaudiologia do HCFMB Informações importantes - Qual a patologia/ diagnóstico médico - Manifestações observadas na avaliação
Disfagia em pacientes com doença de Chagas e divertículo de Zenker
Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Departamento de Clínica Médica - FMRP/RCM Artigos e Materiais de Revistas Científicas - FMRP/RCM 2010 Disfagia em pacientes com
18:30 SESSÃO ANATOMOCLÍNICA E RADIOLÓGICA - Abdome agudo Denny + Fernanda
DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR 31/07/17 17:00 Apresentação do internato Fernanda + Joao Marcos 04/08/17 13:15 Tratamento do trauma agudo - avaliação 1a e 2ária Fernanda 14:10 Trauma Abdominal
DIVERTÍCULO HIPOFARÍNGEO: CLASSIFICAÇÃO PELA TOMOGRAFIA E TRATAMENTO CIRÚRGICO DA RECIDIVA
DIVERTÍCULO HIPOFARÍNGEO: CLASSIFICAÇÃO PELA TOMOGRAFIA E TRATAMENTO CIRÚRGICO DA RECIDIVA HYPOPHARYNGEAL DIVERTICULUM: TOMOGRAPHY CLASSIFICATION AND SURGICAL TREATMENT OF RECURRENCE Giulianno Molina Melo,
DOENÇA DO REFLUXO. Centro de Re uxo Gastroesofágico. Diagnós co e tratamento
Dr. Maurício Gustavo Bravim de Castro Diretor-Médico-Técnico CRM-MG: 29.496 Centro de Re uxo Gastroesofágico DOENÇA DO REFLUXO Diagnós co e tratamento (31) 3285-4803 / 3261-3848 / 9 8899-8000 Rua Paracatu,
DYSPHAGIA SINTOMA Deglutição & Presbifagia 2013
DYSPHAGIA SINTOMA Deglutição & Presbifagia 2013 Disfagia Conceito Compreendida como sendo uma desordem no processo de como se alimentar. Refere-se a dificuldade de comer proveniente da disfunção do processo
DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR SALA 26/07/ :00 Apresentação do internato Denny
DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR SALA 26/07/2018 17:00 Apresentação do internato Denny 30/07/2018 Apresentação do internato - para todos alunos HSJD Apresentação do internato - para todos alunos
18:30 SIMULAÇÃO ANFITEATRO Fernanda + Denny + João + Lobao
DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR 26/01/18 17:00 Apresentação do internato Fernanda + Joao Marcos + 23/02/18 13:15 Abdome Agudo - inflamatório e obstrutivo Fábio Sala: 201 A 14:10 Abdome Agudo
TERAPIA NUTRICIONAL NA CIRURGIA E NO TRAUMA. Neily Rodrigues Romero Ma. em Ciências Fisiológicas Nutricionista do IJF
TERAPIA NUTRICIONAL NA CIRURGIA E NO TRAUMA Neily Rodrigues Romero Ma. em Ciências Fisiológicas Nutricionista do IJF TRAUMA Definição: Problema de saúde pública Principais causas: acidentes e violência
A deglutição é definida como processo que resulta no transporte do alimento da boca ao estômago. Preparatória
Introdução A deglutição é definida como processo que resulta no transporte do alimento da boca ao estômago. Preparatória Oral Esofágica Faríngea CARRARA-ANGELIS, MOURÃO, FÚRIA, 1999 Alteração no processo
Doença do Refluxo Gastroesofágico e Hérnia de Hiato Manual do paciente João Ettinger Euler Ázaro Paulo Amaral
www.bahiagastrocenter.com.br Doença do Refluxo Gastroesofágico e Hérnia de Hiato Manual do paciente João Ettinger Euler Ázaro Paulo Amaral Copyright Bahia Gastro Center - 2009 1 O Que é Doença do Refluxo?
Acalasia com recidiva pós-miotomia cirúrgica: o que fazer? Residente: Fabricio T. Valente (R1) Orientadora: Dra. Paula Novais
Acalasia com recidiva pós-miotomia cirúrgica: o que fazer? Residente: Fabricio T. Valente (R1) Orientadora: Dra. Paula Novais I. G. A., masculino, 77 anos, branco, natural da Paraíba, residente no Rio
Terapia de Estimulação do Esfíncter Esofágico Inferior EndoStim
Terapia de Estimulação do Esfíncter Esofágico Inferior EndoStim Informação para pacientes O que é a Terapia de Estimulação EndoStim? A terapia de estimulação EndoStim é uma terapia para o tratamento da
Broncoscopia. Certificado pela Joint Commission International. Padrão Internacional de qualidade em atendimento médico e hospitalar.
Broncoscopia Certificado pela Joint Commission International Padrão Internacional de qualidade em atendimento médico e hospitalar. Centro de Endoscopia 11 3549 1428 Agendamento de Exames 11 3549 1000 O
I MÓDULO Grandes Síndromes Clínicas: Sinais e Sintomas 6 Semanas: 1ª a 6ª semana SEMANA DIA HORÁRIO PROF. SALA CONTEÚDO
Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE 4º PERÍODO Semana Unidades Curriculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Módulo
REED X REED BARIÁTRICO ESTUDO COMPARATIVO DA TÉCNICA RADIOLÓGICA ROBERTO CIRNE
REED X REED BARIÁTRICO ESTUDO COMPARATIVO DA TÉCNICA RADIOLÓGICA ROBERTO CIRNE RGE (REFLUXO GASTROESOFÁGICO) Doença digestiva em que o ácido do estômago ou a bile voltam pelo esôfago, causando irritação
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA REWSIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES 2006
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA REWSIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES 2006 COLECISTITE AGUDA OBJETIVOS 1- Introdução - incidência -definição 2- Etiopatogenia
Complicações na Doença Inflamatória Intestinal
1 Complicações na Doença Inflamatória Intestinal Esta é uma iniciativa do GEDIIB de favorecer o acesso dos Médicos especialistas em DII a uma forma lúdica de informar seus pacientes sobre aspectos decisivos
Clínica de Ruminantes
Ministério da Educação Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Medicina Veterinária Clínica Médica de Grandes Animais I Clínica de Ruminantes Marcio Nunes Corrêa [email protected]
Biologia. Identidade dos Seres Vivos. Sistema Digestório Humano Parte 1. Prof.ª Daniele Duó
Biologia Identidade dos Seres Vivos Sistema Digestório Humano Parte 1 Prof.ª Daniele Duó Função O organismo recebe os nutrientes através dos alimentos. Estes alimentos têm de ser transformados em substâncias
Hemorragia Digestiva Alta Avaliação Inicial
Hemorragia Digestiva Alta Avaliação Inicial Marcos Tulio Meniconi III Clínica Cirúrgica rgica do HC da FMUSP Curso Continuado de Cirurgia CBC Maio-2006 Importância do problema na prática médica Incidência:
- Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90
INTRODUÇÃO - Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90 - Caracterizada pela infiltração de eosinófilos na mucosa esofágica - Pode ser isolada ou como manifestação
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 EDITAL N. 001/2014 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 25 EDITAL N. 0/24 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás coloca à disposição
ALTERAÇÕES DO SISTEMA GASTROINTESTINAL NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO: REVISÃO DA LITERATURA
ALTERAÇÕES DO SISTEMA GASTROINTESTINAL NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO: REVISÃO DA LITERATURA Laiani Passos Cordeiro(1); Maria Helena de Sousa Medeiros(2); Lídia Santos Sousa(3); Jacqueline Santos da Fonsêca
UMA VIAGEM AO CORPO HUMANO. Professor: Mário Castro CED. Taquara 8º / 9º Ano
UMA VIAGEM AO CORPO HUMANO Professor: Mário Castro CED. Taquara 8º / 9º Ano - 2017 DESVENDAR A HISTÓRIA DA DIGESTÃO E ABSORÇÃO VIDA VISÃO GERAL Composto por dois grupos: 1. Trato gastrintestinal = tubo
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doenças Respiratórias Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Doenças Respiratórias Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos - Doenças respiratórias crônicas (DRC) são doenças crônicas tanto das vias aéreas superiores como
SÍNDROMES DISPÉPTICAS E SUAS CAUSAS
SÍNDROMES DISPÉPTICAS E SUAS CAUSAS Síndrome Dispéptica / Sintomas e Sinais Dispéticos / Dispepsia Conjunto de sintomas / sinais atribuíveis à alterações anátomo e/ou fisiopatológicas dos órgãos proximais
Dolamin clonixinato de lisina 125 mg. Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 16 comprimidos USO ADULTO VIA ORAL
Dolamin clonixinato de lisina 125 mg Forma farmacêutica e apresentação Comprimidos revestidos - Embalagem com 16 comprimidos USO ADULTO VIA ORAL Composição Cada comprimido revestido contém: clonixinato
Terapia de Estimulação do Esfíncter Esofágico Inferior EndoStim
Terapia de Estimulação do Esfíncter Esofágico Inferior EndoStim Desligue o Refluxo Ligue a vida Informação para pacientes O que é a Terapia de Estimulação EndoStim? A terapia de estimulação EndoStim é
É a resultante final de várias doenças caracterizadas por inflamação persistente que leva à dilatação irreversível de um
BRONQUIECTASIA DEFINIÇÃO É a resultante final de várias doenças caracterizadas por inflamação persistente que leva à dilatação irreversível de um ou mais brônquios. A condição geralmente se associa à
- termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um. - Considerado aneurisma dilatação de mais de 50% num segmento vascular
Doenças Vasculares Aneurisma A palavra aneurisma é de origem grega e significa Alargamento. - termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um segmento vascular. - Considerado aneurisma dilatação
Sistema Digestivo. Sistema digestivo 28/10/2016. Franciele Guimarães de Brito
Sistema Digestivo Franciele Guimarães de Brito Sistema digestivo O trato digestório: é um tubo oco que se estende da cavidade bucal ao ânus. As estruturas do trato digestório incluem: Boca, Faringe, Esôfago,
Sonda Nasogástrica. Capítulo. Enfermagem Procedimentos e Protocolos
Sonda Nasogástrica Capítulo Sonda Nasogástrica (SNG) e Orogástrica (SOG), 206 Gavagem, 208 Lavagem Gástrica, 209 Lavagem Intestinal, 209 Nelson Mozachi Virginia Helena Soares de Souza Neide Martins Kátia
Gastroenterologia vol. 1
Principais temas para provas Gastroenterologia vol. 1 SIC CLÍNICA CIRÚRGICA Autoria e colaboração José Américo Bacchi Hora Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Apêndice B APÊNDICE B OS CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS DE ROMA III PARA OS DISTÚRBIOS GASTROINTESTINAIS FUNCIONAIS
Apêndice B APÊNDICE B OS CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS DE ROMA III PARA OS DISTÚRBIOS GASTROINTESTINAIS FUNCIONAIS A. DISTÚRBIOS ESOFÁGICOS FUNCIONAIS A1. Pirose funcional 1. Queimação ou dor retroesternal; *
Divertículo de Zenker: tratamento cirúrgico versus endoscópico Revisão da literatura
ARTIGO DE REVISÃO Arq Med Hosp Fac Cienc Med Santa Casa São Paulo 2014;59(2):82-6. Divertículo de Zenker: tratamento cirúrgico versus endoscópico Revisão da literatura Zenker s diverticulum: Surgical versus
Assistência de Enfermagem ao paciente com função gastrintestinal alterada
Assistência de Enfermagem ao paciente com função gastrintestinal alterada Marina de Góes Salvetti Prof. Dra. Depto de Enfermagem Médico Cirúrgica Panorama geral Anatomia e fisiologia breve revisão Principais
VARIZES DE MEMBROS INFERIORES. Dr Otacilio Camargo Junior Dr George Kalil Ferreira
VARIZES DE MEMBROS INFERIORES Dr Otacilio Camargo Junior Dr George Kalil Ferreira Definição Dilatação, alongamento, tortuosidade com perda funcional, com insuficiência valvular Incidência: 3/1 sexo feminino;75%
Desafio de Imagem. Emanuela Bezerra - S6 25/08/2014
Desafio de Imagem Emanuela Bezerra - S6 25/08/2014 Caso Clínico Homem de 64 anos procurou serviço de emergência com queixa de "dor de barriga e vômitos". HDA: Relata que há 2 anos apresenta episódios de
