Material digital de apoio ao professor
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- Angélica Carrilho Aragão
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1 Histórias que um jabuti me contou Categoria 5 (4º e 5º anos do Ensino Fundamental) Material digital de apoio ao professor volume 2 Apresentação A Literatura na BNCC: subsídios pré e pós-leitura Sugestões de atividades Referências 1
2 RHJ LIVROS Ltda. Material digital de apoio ao professor (volume 2) Editor Rafael Borges de Andrade Coordenação pedagógica Maria Zoé Rios Fonseca de Andrade Lílian de Oliveira Colaboradora Gabriela Bittencourt Ruela Ilustrações Jader de Melo Capa e Projeto gráfico Mário Vinícius Silva Diagramação Dilma Dilex Revisão Lílian de Oliveira Flávio Mota Este material de apoio ao professor foi concebido com base na obra Histórias que um jabuti me contou, do autor Adriano Messias, com ilustrações de Jader de Melo. Todos os direitos reservados à: RHJ Livros Ltda. Rua Helium, nº 119 Nova Floresta Belo Horizonte/MG CEP: Telefone: (31) [email protected] facebook.com/editorarhj
3 Sumário Apresentação 4 A Literatura na BNCC: subsídios pré e pós-leitura 5 Sugestões de atividades 10 Pré-leitura 10 Pós-leitura 15 Referências 30 3
4 Apresentação A editora RHJ, em consonância com sua linha editorial voltada para projetos de publicação de literatura infantil, infantojuvenil e obras de orientação pedagógica, apresenta este material digital de apoio ao professor. Atendendo aos preceitos, indicações de competências e habilidades a serem desenvolvidas de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), trazemos uma proposta reflexiva e direcionada para o trabalho com o livro literário Histórias que um jabuti me contou, de Adriano Messias e ilustrações de Jader de Melo, no âmbito do PNLD 2018 para estudantes do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental, com os temas O mundo natural e social, Diversão e aventura. Ao longo deste conteúdo, apresentamos uma discussão acerca dos fundamentos da BNCC e seus temas transversais, assim como algumas reflexões de teóricos e pensadores que transitam pelos espaços da Educação. As considerações abordadas no decorrer deste material digital foram traçadas com a intenção de provocar o pensamento crítico com base na leitura e no contato com o livro literário, desvendando as muitas possibilidades que surgem do trabalho com as áreas do conhecimento. Balizado pelas propostas da BNCC e, sobretudo, entendendo a literatura como uma expressão artística capaz de despertar sentimentos e sensações, este material oferece ainda sugestões de atividades aos professores, considerando as diferentes realidades e as múltiplas características das regiões do país. As orientações e sugestões de atividades apoiadas na leitura do livro Histórias que um jabuti me contou não têm o propósito de explorá-lo de maneira superficial, mas sim de sensibilizar o olhar do leitor para a pluralidade de ideias e conceitos contidos no texto literário, contextualizando o fazer pedagógico com os sentidos e com o encantamento que a literatura pode desencadear. Esperamos que este material possa contribuir com a formação cidadã de leitores e tornar aprazíveis os momentos de interação entre os estudantes e os professores da Educação Básica em todo o Brasil. 4
5 A Literatura na BNCC: subsídios pré e pós-leitura Texto de fruição: aquele que põe em estado de perda, aquele que desconforta (talvez até um certo enfado), faz vacilar as bases históricas, culturais, psicológicas, do leitor, a consistência de seus gostos, de seus valores e de suas lembranças, faz entrar em crise sua relação com a linguagem. BARTHES, Roland. O prazer do texto. São Paulo: Perspectiva, p Ler diariamente é uma atividade fundamental para cultivar o hábito da leitura em todas as fases da vida. Garantir um espaço especial para o livro e a Literatura em sala de aula torna-se estratégia importante para o professor que deseja fazer de suas aulas um espaço de ampliação da cultura escrita, da oralidade e do conhecimento de mundo. A BNCC organiza as práticas de linguagem (leitura de textos, produção de textos, oralidade e análise linguística/ semiótica) por campos de atuação que Aponta para a importância da contextualização do conhecimento escolar, para a ideia de que essas práticas derivam de situações da vida social, ao mesmo tempo, precisam ser situadas em contextos significativos para os estudantes (BRASIL, 2017, p. 82). É através da leitura que se tem acesso aos significados da cultura em que se vive, estabelecendo relações entre as informações e construindo sentido para si e para o mundo. No caso dos anos 4º e 5º, os momentos de leitura trabalham o estímulo para maior autonomia intelectual, compreensão de normas e interesses pela vida social, perpassando pelo processo letramento/ alfabetização/ortografização. Os alunos dessa faixa etária já são capazes de lidar com sistemas mais amplos, que dizem respeito às relações dos sujeitos entre si, com a natureza, com a história, com a cultura, com as tecnologias e com o ambiente, devendo-se levar em conta seus interesses e suas expectativas quanto ao que ainda precisam aprender. Gradativamente, ao vivenciar as situações de leitura e compreensão textual isto é, aprender a decodificar, formular hipóteses, inferir sobre o assun- 5
6 to, perceber sua compreensão, eles desenvolvem e amadurecem estratégias para esse monitoramento, até se tornarem leitores proficientes. [...] os conhecimentos e a análise linguística e multissemiótica avançarão em outros aspectos notacionais da escrita, como pontuação e acentuação e introdução das classes morfológicas de palavras a partir do 3º ano. Histórias que um jabuti me contou é uma coletânea de contos oriundos do fabulário e do cancioneiro popular de várias culturas e épocas, cujo desenrolar se dá aos poucos, mediante a intromissão de um narrador que conversa com algum personagem ou com o próprio leitor. O livro consiste em uma divertida série de peripécias mediante contos de variados tamanhos, os quais estimulam o prazer pela leitura e, ao mesmo tempo, desenvolvem o gosto e a percepção por temáticas de diversas culturas. É como se fosse, tomando-se o audiovisual como metáfora, um livro-seriado, em que cada texto condensa seu próprio episódio, ao mesmo tempo que todos eles se alinhavam a uma estrutura narrativa mestra e metalinguística: a narrativa dentro da narrativa. Além da ampliação da capacidade de conhecimento do ser humano, o acesso à literatura e à cultura literária é um diferencial no processo de desenvolvimento humano, no florescimento e aperfeiçoamento de um espírito crítico. A literatura, vista desse modo, não se trata de uma atividade isolada, tal que é possível examinar, refletir e comover-se com a própria condição humana, expressa nas obras literárias, considerando-se um ponto de vista privilegiado. Nesse sentido, o livro de Adriano Messias proporciona aos estudantes experiências que contribuem para a ampliação dos letramentos, de forma a possibilitar a participação significativa e crítica nas diversas práticas sociais permeadas/constituídas pela oralidade, pela escrita e por outras linguagens. As práticas de linguagem contemporâneas não só envolvem novos gêneros e textos cada vez mais multissemióticos e multimidiáticos, como também novas formas de produzir, de configurar, de disponibilizar, de replicar e de interagir, o que é estimulado nessa obra. Na BNCC, a organização dessas práticas (leitura de textos, produção de textos, oralidade e análise linguística/semiótica) por campos de atuação aponta para a importância da contextualização do conhecimento escolar, para a ideia de que essas práticas derivam de situações da vida social e, ao mesmo tempo, precisam ser situadas em contextos significativos para os estudantes. 6
7 São cinco os campos de atuação definidos: Campo da vida cotidiana (somente anos iniciais), Campo artístico-literário, Campo das práticas de estudo e pesquisa, Campo jornalístico/midiático e Campo de atuação na vida pública, sendo que esses dois últimos aparecem fundidos nos anos iniciais do Ensino Fundamental, com a denominação Campo da vida pública. Para abranger o universo tão rico e repleto de potencialidade de aprendizagens que é a Literatura, estabeleceu-se na BNCC o Campo de atuação artístico-literário, por meio do qual se visa: [...] possibilitar o contato com as manifestações artísticas em geral, e, de forma particular e especial, com a arte literária e de oferecer as condições para que se possa reconhecer, valorizar e fruir essas manifestações. Está em jogo a continuidade da formação do leitor literário, com especial destaque para o desenvolvimento da fruição, de modo a evidenciar a condição estética desse tipo de leitura e de escrita. Para que a função utilitária da literatura e da arte em geral possa dar lugar à sua dimensão humanizadora, transformadora e mobilizadora, é preciso supor e, portanto, garantir a formação de um leitor-fruidor, ou seja, de um sujeito que seja capaz de se implicar na leitura dos textos, de desvendar suas múltiplas camadas de sentido, de responder às suas demandas e de firmar pactos de leitura (BRASIL, 2017, p. 136, grifos nossos). Esse campo compreende gêneros como poemas, crônicas, contos, lendas, mitos, quadrinhos entre outros. O trabalho do texto literário em sala de aula permite potencializar as aprendizagens de modo contextualizado e significativo para os estudantes. Ao mesmo tempo, apresentá-lo em situações de leitura organizadas em pré-leitura, leitura e pós-leitura proporciona um (re)dimensionamento das práticas e competências leitoras já existentes no aluno (BRASIL, 2017, p. 242). Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), muitas habilidades abarcam o estabelecimento de expectativa em relação ao texto que vai ser lido, os momentos de inferência, antecipações com base no que o livro apresenta em seu formato diagramação, ilustrações, autores, entre outros, em uma perspectiva de criar estratégias de leitura e condições de recepção de textos. O objetivo das atividades de pré-leitura deve ser o de estimular que os alunos acessem seus conhecimentos prévios sobre o assunto/tema que será lido. Tais atividades direcionam seus pensamentos, criam expectativas para a leitura, estimulam seu interesse, aguçam a sua curiosidade e, acima de tudo, 7
8 proporcionam uma atividade intelectual desde o início do processo [de leitura] (TAGLIEBER; PEREIRA, 1997, p. 75). Deve-se construir um ambiente favorável para a leitura. Se possível, lançar mão de uma estratégia que faça ambientação do livro no caso desta obra, algo que remeta ao jabuti. Após, é importante estimular a interação do aluno com o livro, solicitando que folheie as páginas antes de iniciar a história e que leia os elementos paratextuais, como quarta capa e orelha. É nesse momento que se deve explorar com a turma quem é o autor, o que faz o ilustrador, o papel de uma editora e as informações da quarta capa. As informações contidas no volume 1 deste material de apoio e do material audiovisual são relevantes instrumentos de trabalho para o professor, uma vez que trazem importantes dados para a etapa da pré-leitura do livro Histórias que um jabuti me contou em sala de aula. Esse é também momento de verificar a expectativa do leitor em relação ao livro, perguntando de que cada um acha que trata a história que será lida, sempre abrindo espaço para a discussão. Somente após a explanação sobre o que todos os alunos pensam, o professor deve ler a sinopse garantindo, desse modo, que as ideias das crianças não serão afetadas de antemão. É chegada a melhor hora: a leitura do livro. Mas antes o professor deve estabelecer alguns combinados de como os estudantes se portarão, se haverá pausa protocolar pelo professor ou não, entre outras estratégias. Será durante a leitura propriamente que o leitor procederá à construção dos sentidos do texto. A leitura deve ser preparada previamente, atentando-se para a entonação, a expressividade e a melodia do texto. Uma leitura benfeita prende a atenção dos alunos e garante o envolvimento deles com a obra. Interromper a leitura em alguns momentos é importante para permitir que os alunos elaborem suas próprias inferências e constatem a veracidade das hipóteses levantadas na pré-leitura, revendo-as, se necessário. Na orientação do processo de leitura, enquanto processo discursivo, a ativação dos conhecimentos prévios do aluno-leitor, contemplada durante a fase inicial do processo, etapa de pré-leitura, torna-se imprescindível para que inferências, antecipações, levantamentos de hipóteses e outras estratégias cognitivas que auxiliem nos percursos do processo sejam realizados, de forma reflexiva, levando à autonomia do leitor, a fim 8
9 de que se possa obter sentido(s) durante a leitura e não desanimar frente a textos que tragam maior complexidade. (TEIXEIRA, 2009) Em seguida a essa primeira leitura do professor, deve-se estimular que os próprios alunos leiam em voz alta. Pode-se fazer um combinado de quem vai representar cada personagem ou estipular outra dinâmica mais apropriada para a turma, como a encenação das histórias. A seguir, é hora de compreender de que trata o texto lido. Após decifrada a última palavra de um texto, deve-se verificar o que foi compreendido e dar sentido a isso. Nessa etapa de pós-leitura, portanto, é importante lançar mão de diversas estratégias para auxiliar os alunos a se tornarem leitores proficientes, com cada vez mais maturidade. Leitor proficiente é aquele que não só decodifica as palavras que compõem o texto escrito, mas também constrói sentidos de acordo com as condições de funcionamento do gênero em foco, mobilizando, para isso, um conjunto de saberes (sobre a língua, outros textos, o gênero textual, o assunto focalizado, o autor do texto,... Glossário Ceale Verbete Leitor proficiente Extraído de: <ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/leitor-proficiente> A vivência em leitura com base em práticas situadas, envolvendo o contato com gêneros escritos e multimodais variados, de importância para a vida escolar, social e cultural dos estudantes, bem como as perspectivas de análise e problematização fundamentadas nessas leituras colaboram para o desenvolvimento da leitura crítica e para a construção de um percurso criativo e autônomo de fruição do texto literário e de aprendizagem da língua. As atividades de pós-leitura devem, portanto, provocar o aluno. 9
10 Sugestões de atividades Pré-leitura 1 - Apresentação da obra Antes de fazer a leitura do livro, apresente a obra aos estudantes. Mostre a capa e a contracapa, estimulando a observação detalhada de todos os elementos. Explore a capa: cores, ilustração, técnica utilizada. o título do livro. o nome do autor. c) o nome do ilustrador. o nome da editora do livro. Solicite que elaborem uma hipótese sobre o enredo da história com base capa, contracapa e título. Folheie o livro Histórias que um jabuti me contou. Quem é (são) a(s) personagem(ns) que aparece(m)? O que ela(s) está(ão) fazendo? Vamos ler a sinopse? Sabem o que significa uma sinopse? Vocês já viram um jabuti? Quais são as características mais marcantes desse animal? Vamos conhecer o sumário do livro? Por que há informações que aparecem em itálico. Elas aparecem também na página a que fazem menção? Por quê? Qual você acha que é a função dessas informações em itálico? Leia as informações sobre o autor e o ilustrador, ao final do livro. 10
11 práticas de linguagem Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) Oralidade Objetos de conhecimento Reconstrução das condições de produção e recepção de textos Estratégias de leitura Relato oral/registro formal e informal Formação do leitor literário Formação do leitor literário/leitura multissemiótica Habilidades (EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam. (EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas. (EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos. (EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos. (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.). (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade. (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.
12 2 - O escritor Converse com as crianças sobre o autor. Conversem sobre quem é, onde vive, o que faz. Pergunte se as crianças conhecem outras obras de Adriano Messias e, se possível, apresente outros livros dele. Use as informações contidas no volume 1 e no material audiovisual disponível, na parte em que o autor se apresenta. Mostre também o nome da editora e explore o conceito da função de uma editora para os livros. práticas de linguagem Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) Oralidade Objetos de conhecimento Reconstrução das condições de produção e recepção de textos Estratégias de leitura Relato oral/registro formal e informal Habilidades (EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam. (EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas. (EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos. (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.). 12
13 3 - Leitura de imagens Faça a primeira exploração da obra sem realizar a leitura do texto. Mostre aos alunos as ilustrações, peça que observem atentamente cada página e percebam a sequência dos fatos. Pergunte sobre as personagens que aparecem, quem são e os fatos que estão acontecendo. É importante conversar sobre as hipóteses das crianças nesse momento. Verifique com elas se conseguem identificar qual é o gênero do livro. práticas de linguagem Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) Oralidade Análise linguística/semiótica (alfabetização) Objetos de conhecimento Estratégias de leitura Relato oral/registro formal e informal Formação do leitor literário/ Leitura multissemiótica Formas de composição de narrativas Habilidades (EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas. (EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos. (EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivosgráfico-visuais em textos multissemióticos. (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.). (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (EF01LP26) Identificar elementos de uma narrativa lida ou escutada, incluindo personagens, enredo, tempo e espaço. 13
14 4 - Elementos da narrativa Converse com os alunos sobre os animais, as plantas e demais elementos já descobertos por elas durante a exploração inicial. Conhecem um jabuti? Há diferença entre jabuti e tartaruga? Conhecem esses animais? Já viram ao vivo? Conhecem jabuticaba? E os elementos da natureza? Conversem para ampliar o repertório de conhecimentos dos estudantes, sem o objetivo de conceituações científicas. A prática finalidade de é linguagem a ideia inicial de quem são as personagens e os cenários. Análise linguística/semiótica (ortografização) Objetos de conhecimento Estratégias de leitura Relato oral/registro formal e informal Habilidades (EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas. (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.). 14
15 Pós-leitura 1 - Leitura da obra Hora da leitura do livro. Realize a leitura da obra Histórias que um jabuti me contou, de Adriano Messias. Leia pausada e expressivamente. Cuide da entonação, demarque bem a pontuação e a pronúncia de cada palavra. Module sua voz e observe as reações. prática de linguagem Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma) Oralidade Objetos de conhecimento Formação do leitor literário Formação do leitor literário/leitura multissemiótica Habilidades (EF35LP21) Ler e compreender, de forma autônoma, textos literários de diferentes gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores. (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (EF35LP22) Perceber diálogos em textos narrativos, observando o efeito de sentido de verbos de enunciação e, se for o caso, o uso de variedades linguísticas no discurso direto. 15
16 2 - Roda de conversa Vamos explorar a narrativa: a) Sobre o que fala o livro? b) Do que trata cada conto? c) Qual é o gênero textual empregado? d) Quais as características desse gênero? Extraia exemplos da narrativa. e) Quais personagens aparecem em todas as histórias? Por quê? f) Quando se passa essa história? g) As expectativas iniciais se confirmaram após a leitura? h) O que há de diferente do que você imaginou sobre a obra? i) Quem você acha que é autor do texto Devagar se vai ao longe, no começo do livro? Já se trata da história? O que esse texto traz? Que nome se dá a esse texto? j) E no caso do texto Ao jabuti. Para você, quem é o autor desse texto? Por quê? Trata-se de um texto que já é parte da história ou não? k) Faça uma lista de sentimentos e ações dos animais personagens que são características exclusivamente humanas. l) Faça uma lista do tempo e espaço onde ocorrem as histórias de cada capítulo e discuta em sala com o restante da turma. m) Algum desses capítulos lembra outra história que você já tenha lido ou ouvido? Qual capítulo e qual outra história ela lembra? n) O que as ilustrações representam? Elas são importantes para a narrativa? o) Com qual capítulo você mais se identificou? Por quê? 16
17 práticas de linguagem Oralidade Análise linguística/semiótica (ortografização) Objetos de conhecimento Formação do leitor literário Leitura colaborativa e autônoma Formação do leitor literário/ Leitura multissemiótica Formas de composição de narrativas Discurso direto e indireto Habilidades (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade. (EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (populares, de fadas, acumulativos, de assombração etc.) e crônicas. (EF35LP22) Perceber diálogos em textos narrativos, observando o efeito de sentido de verbos de enunciação e, se for o caso, o uso de variedades linguísticas no discurso direto. (EF35LP29) Identificar, em narrativas, cenário, personagem central, conflito gerador, resolução e o ponto de vista com base no qual histórias são narradas, diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas. (EF35LP30) Diferenciar discurso indireto e discurso direto, determinando o efeito de sentido de verbos de enunciação e explicando o uso de variedades linguísticas no discurso direto, quando for o caso. 17
18 3 - Explorando o vocabulário Solicite aos alunos que selecionem e registrem no caderno palavras com base na história lida. Peça que desenhem um quadro com os elementos listados abaixo, retomem a história e registrem nesse quadro os seguintes elementos que aparecem na obra. Animais Frutas. Qual é a mais recorrente? Por quê? Plantas Nomes de pessoas O práticas objetivo de da atividade linguagem é estimular que o aluno identifique palavras no texto e, ao Leitura/escuta transcrevê-las no caderno, possa exercitar a ortografização e sua capacidade (compartilhada de organizar e informações autônoma) em tabela. Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma) Objetos de conhecimento Compreensão Estratégia de leitura Produção de textos Habilidades (EF35LP03) Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global. (EF35LP04) Inferir informações implícitas nos textos lidos. (EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou expressões desconhecidas em textos, com base no contexto da frase ou do texto. (EF03LP25) Planejar e produzir textos para apresentar resultados de observações e de pesquisas em fontes de informações, incluindo, quando pertinentes, imagens, diagramas e gráficos ou tabelas simples, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF04LP21) Planejar e produzir textos sobre temas de interesse, com base em resultados de observações e pesquisas em fontes de informações impressas ou eletrônicas, incluindo, quando pertinente, imagens e gráficos ou tabelas simples, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF05LP24) Planejar e produzir texto sobre tema de interesse, organizando resultados de pesquisa em fontes de informação impressas ou digitais, incluindo imagens e gráficos ou tabelas, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. 18
19 4 - Origem das palavras É muito interessante que a personagem jabuti goste justamente de uma frutinha cujo nome tem o mesmo radical, a jabuticaba. Peça aos alunos que façam uma pesquisa para investigar se as duas palavras têm a mesma origem, isto é, a mesma etimologia. Se não houver, qual a origem de uma palavra e de outra? E qual o significado de cada uma? Peça que registrem o resultado da pesquisa no caderno e depois abra a discussão para toda a turma. Explique o que significa etimologia, que é o estudo da origem e da evolução das palavras. No caso da palavra jabuti, sua origem vem da língua tupi-guarani e significa persistente, com muito fôlego. Jabuticaba, também de origem tupi, tendo sido derivada da palavra anterior, não tem seu significado registrado pelos estudiosos da área, havendo hipóteses sobre o significado original: apotï kaba, que significaria frutas em botão ; abotikaba, que significaria gordura de jabuti, pela junção de îaboti, jabuti, e kaba, gordura. Explique que essas palavras possuem o mesmo radical e, desse modo, ao identificar o radical das palavras, é possível investigar mais facilmente sua origem. Estimule que os alunos discutam entre si o assunto e peçam que exemplifiquem relações etimológicas de outras palavras. exemplos: corpo incorporar lei legislativo terra terrestre livro livraria ferro ferrugem dente dentadura 19
20 Fale também do oposto. Palavras que têm mesma pronúncia ou grafia, mas origens e significados diferentes. Isto é, palavras homônimas. Peça que os alunos deem exemplos do que se lembram. exemplos: acender ascender caçar cassar censo senso coser cozer manga (fruta) manga (parte de vestimenta) prática de linguagem Análise linguística/semiótica (ortografização) Objetos de conhecimento Conhecimento do alfabeto do português do Brasil/Ordem alfabética/polissemia Habilidade (EF04LP03) Localizar palavras no dicionário para esclarecer significados, reconhecendo o significado mais plausível para o contexto que deu origem à consulta. 20
21 5 - Resenha Reúna a turma em trios e peça que cada um faça a resenha, em áudio ou vídeo, de um conto para apresentar a alunos menores, de anos anteriores. O objetivo é instigar o público-leitor a ler o livro. Publique os vídeos no blog ou site da escola. Peça que, primeiramente, os alunos pesquisem os elementos que precisam constar de uma resenha digital. Faça uma discussão em sala para que todos compreendam o que precisa ser feito. Após, peça que elaborem o texto que será falado e que definam quem vai falar e quem vai gravar. A gravação pode ser feita em vídeo, por meio de aparelho celular, ou em áudio, com celular ou gravador. Caso a escola não tenha um site ou blog, estimule que um site, blog ou canal de YouTube seja criado, de modo a divulgar a produção dos alunos. prática de linguagem Oralidade Objeto de conhecimento Produção de texto oral Habilidade (EF05LP13) Assistir, em vídeo digital, à postagem de vlog infantil de críticas de brinquedos e livros de literatura infantil e, com base nele, planejar e produzir resenhas digitais em áudio ou vídeo. 21
22 6 - Explorando o tempo da narrativa O encontro de Quirino e Tiago se dá durante as férias do menino. E você? O que faz durante as férias? Escreva um conto sobre o período de férias mais interessante que você já teve, ressaltando por que ele foi tão importante e inesquecível. Que tal fazer uma pesquisa de livros para ler nas próximas férias ou recesso de aula? prática de linguagem Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma) Objeto de conhecimento Escrita autônoma e compartilhada Habilidade (EF35LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, narrativas ficcionais que apresentem cenários e personagens, observando os elementos da estrutura narrativa: enredo, tempo, espaço, personagens, narrador e a construção dos discursos indireto e direto. 22
23 7 - Explorando a pontuação a) Venham ver! um garoto moreninho apontava para o céu Uma tartaruga verde voadora no meio de dois patos gordos! Que maravilha! Qual a função dos travessões na sentença acima? Há diferenças de uso entre eles? Explique sua resposta. b) Quirino, o que era a tal juçara? Uma palmeira, Tiago. Ela cresce muito no cerrado... Qual a função das aspas no caso acima? Há alguma semelhança com o uso do travessão? Explique sua resposta. Orientações para o professor Explique a diferença de uso dos travessões na sentença (a). Nela, o primeiro travessão indica a fala de um diálogo, enquanto o segundo e o terceiro indicam intervenção do narrador na fala. Em (b), as aspas cumprem a mesma função de diálogo. No caso desta obra, pode-se inferir que os diálogos entre as personagens Tiago e Quirino ficam sempre entre aspas, enquanto os diálogos recontados pelo jabuti em suas histórias apresentam travessão. prática de linguagem Análise linguística/semiótica (ortografização) Objeto de conhecimento Pontuação Habilidade (EF03LP07) Identificar a função na leitura e usar na escrita ponto final, ponto de interrogação, ponto de exclamação e, em diálogos (discurso direto), dois-pontos e travessão. 23
24 8 - Sarau de contação de história Crie uma fábula reproduzindo a estrutura desse tipo de gênero textual de origem oral ou reconte uma fábula que você conhece e não está no livro. Orientação para o professor e o estudante Saber mais O texto fábula refere-se a uma composição literária em prosa, conciso. Enquanto gênero discursivo, é construído com elementos característicos de uma narrativa com personagens (protagonista, antagonista e coadjuvante), narrador (personagem, observador ou onisciente), foco narrativo (1ª ou 3ª pessoa), tempo (cronológico ou psicológico) e espaço (onde acontece a história). As personagens são geralmente animais com características humanas como a fala, os costumes; e faz menção a um ensinamento moral para o homem. Pesquisadores acreditam que as primeiras fábulas tenham sido criadas oralmente, no século 6 a.c., por um escravo da Grécia Antiga chamado de Esopo. Grande parte das fábulas de Esopo é conhecida, sobretudo, em virtude das contribuições de Jean de La Fontaine, um escritor francês que se dedicou a passar para o papel as histórias de Esopo, divulgando-as. Fonte: < em: 10 abr.2018
25 Orientações para o professor Enumere com os alunos quais os elementos característicos da fábula, para que possam criar suas próprias histórias. Estimule que organizem esse sarau para turmas de séries menores assistirem. Ressalte a importância do ensaio, para que a contação consiga transmitir as sensações de que cada aluno-autor gostaria. prática de linguagem Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma) Objeto de conhecimento Escrita autônoma e compartilhada Habilidades (EF35LP25) Criar narrativas ficcionais, com certa autonomia, utilizando detalhes descritivos, sequências de eventos e imagens apropriadas para sustentar o sentido do texto, e marcadores de tempo, espaço e de fala de personagens. (EF35LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, narrativas ficcionais que apresentem cenários e personagens, observando os elementos da estrutura narrativa: enredo, tempo, espaço, personagens, narrador e a construção do discurso indireto e discurso direto.
26 9 - Histórias que o jabuti não me contou: produção de um livro de conto Vamos produzir um livro! Cada um escreve um conto em forma de fábula. Não se esqueça das personagens animais, tal como acontece no livro Histórias que um jabuti me contou, e de usar elementos de diferentes culturas. Após as revisões do professor, digite o texto, compile tudo em um arquivo e, com seus colegas, produzam o livro. Pensem no desenho da capa, inventem um nome de editora, determinem a ordem de entrada de cada texto, coloquem o número das páginas. Também é preciso fazer a folha de rosto, construir o sumário. Vocês podem ilustrar o livro, com desenhos próprios feitos à mão ou no computador. Se a escola tiver um blog ou site, o livro pode ser disponibilizado no endereço eletrônico.
27 Orientações para o professor Esta atividade consiste em uma criação coletiva. Por isso, é preciso orientar os alunos para que cada um assuma responsabilidade nessa produção. Se não houver sala de informática na escola, editem o livro de forma manual e artesanal. prática de linguagem Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma) Objeto de conhecimento Escrita autônoma e compartilhada Habilidades (EF35LP25) Criar narrativas ficcionais, com certa autonomia, utilizando detalhes descritivos, sequências de eventos e imagens apropriadas para sustentar o sentido do texto, e marcadores de tempo, espaço e de fala de personagens. (EF35LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, narrativas ficcionais que apresentem cenários e personagens, observando os elementos da estrutura narrativa: enredo, tempo, espaço, personagens, narrador e a construção do discurso indireto e discurso direto.
28 7 - Reportagem Vamos recontar as histórias do livro em tom jornalístico. Organizem-se em 3 grupos e cada um deve escolher que história vai ser transformada em notícia e em qual formato: TV, rádio ou jornal escrito.
29 Orientações para o professor Trabalhe com os alunos as características de cada gênero textual. A diferença de roteiro para a matéria veiculada em TV e rádio. As características do texto escrito [lide]. Peça que façam uma pesquisa a respeito antes de selecionarem o conto do livro. Assim, eles podem escolher levando em conta as características de cada formato. TV e rádio prática de linguagem Oralidade Objetos de conhecimento Planejamento e produção de texto Habilidade (EF04LP17) Produzir jornais radiofônicos ou televisivos e entrevistas veiculadas em rádio, TV e na internet, orientando-se por roteiro ou texto e demonstrando conhecimento dos gêneros jornal falado/televisivo e entrevista. Jornal-escrito prática de linguagem Produção de textos (escrita compartilhada e autônoma) Objetos de conhecimento Planejamento e produção de texto Habilidades (EF35LP16) Identificar e reproduzir, em notícias, manchetes, lides e corpo de notícias simples para público infantil e cartas de reclamação (revista infantil), digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais. (EF35LP09) Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos segundo as normas gráficas e de acordo com as características do gênero textual. 29
30 Referências BARTHES, Roland. O prazer do texto. São Paulo: Perspectiva, BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília: MEC, BRAGA, Regina Maria. Três etapas. In:. Construindo o leitor competente: atividades de leitura interativa para a sala de aula. São Paulo: Petrópolis, CAETANO, Ana da Costa. O contributo da etapa de pré-leitura na compreensão do texto literário: atividades didáticas. Relatório de Estágio do Mestrado em Ensino de Português Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas, Universidade de Coimbra, KATO, M. O aprendizado da leitura. São Paulo: Martins Fontes, KLEIMAN, Angela. Oficina de leitura: teoria e prática. 10. ed. São Paulo: Pontes, PERIPOLLI, Isabelle et al. A importância da leitura de fruição feita pelo professor em sala de aula para formação de alunos leitores e produtores de textos. Akrópolis, Umuarama, v. 11, n. 4, p , out./dez SOLÉ, Izabel. Estratégias de leitura. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, STRONA, Monica Cibeli; DE PAULA, Laise; LOREGIAN-PENKAL, Loremi. Estratégias de pré-leitura: antes, durante e depois do texto. IV Fórum das Licenciaturas/VI Encontro do PIBID/II Encontro PRODOCÊNCIA Diálogos entre licenciaturas: demandas da contemporaneidade UNICENTRO TAGLIEBER, L. K.; PEREIRA, C. M. Atividades pré-leitura. Gragoatá, n. 92, p ,
31 TEIXEIRA, Wagner Barros. A pré-leitura no discurso didático do professor em aulas de língua materna e língua estrangeira. Dissertação (Mestrado em Estudos Linguísticos Neolatinos) Programa de Pós-Graduação em Letras Neolatinas, Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro,
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