Material digital de apoio ao professor
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- Malu Quintão Molinari
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1 Tem visita no Condomínio dos Monstros Categoria 4 (do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental) Material digital de apoio ao professor volume 2 Apresentação Subsídios pré e pós-leitura Sugestões de atividades pré-leitura Sugestões de atividades pós-leitura Quadro de habilidades desenvolvidas nas atividades propostas, segundo a BNCC Referências baobá 1
2 Editora baobá Ltda. Material digital de apoio ao professor (volume 2) Editor Rafael Borges de Andrade Coordenação pedagógica Maria Zoé Rios Fonseca de Andrade Lílian de Oliveira Colaboradora Márcia Libânio Teixeira Ilustrações Carlos Jorge Nunes Capa e Projeto gráfico Mário Vinícius Silva Diagramação Elen Carvalho Revisão Lílian de Oliveira Tânia Pimentel Flávio Mota Este material de apoio ao professor foi concebido com base na obra Tem visita no Condomínio dos Monstros, dos autores Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff. Todos os direitos reservados à: Editora Baobá Ltda. Rua Helium, nº 141, 3º andar Nova Floresta Belo Horizonte/MG CEP: Telefone: (31) [email protected] facebook.com/editorabaoba
3 Sumário Apresentação Subsídios pré e pós-leitura Sugestões de atividades pré-leitura Sugestões de atividades pós-leitura Quadro de habilidades desenvolvidas nas atividades propostas, segundo a BNCC Referências
4 Apresentação A editora Baobá, em consonância com sua linha editorial voltada para projetos de publicação de literatura infantil, infantojuvenil e obras de orientação pedagógica, apresenta este material digital de apoio ao professor. Atendendo aos preceitos, indicações de competências e habilidades a serem desenvolvidas de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), trazemos uma proposta reflexiva e direcionada para o trabalho com o livro literário Tem visita no Condomínio dos Monstros, de Alexandre de Castro Gomes e ilustrações de Cris Alhadeff, no âmbito do PNLD 2018 para estudantes do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental, com os temas Diversão e aventura, Ficção e fantasia, Respeito às diferenças. Ao longo deste conteúdo, apresentamos uma discussão acerca dos fundamentos da BNCC e seus temas transversais, assim como algumas reflexões de teóricos e pensadores que transitam pelos espaços da Educação. As considerações abordadas no decorrer deste material digital foram traçadas com a intenção de provocar o pensamento crítico com base na leitura e no contato com o livro literário, desvendando as muitas possibilidades que surgem do trabalho com as áreas do conhecimento. Balizado pelas propostas da BNCC e, sobretudo, entendendo a literatura como uma expressão artística capaz de despertar sentimentos e sensações, este material oferece ainda sugestões de atividades aos professores, considerando as diferentes realidades e as múltiplas características das regiões do país. As orientações e sugestões de atividades apoiadas na leitura do livro Tem visita no Condomínio dos Monstros não têm o propósito de explorá-lo de maneira superficial, mas sim de sensibilizar o olhar do leitor para a pluralidade de ideias e conceitos contidos no texto literário, contextualizando o fazer pedagógico com os sentidos e com o encantamento que a literatura pode desencadear. Esperamos que este material possa contribuir com a formação cidadã de leitores e tornar aprazíveis os momentos de interação entre os estudantes e os professores da Educação Básica em todo o Brasil. 4
5 Subsídios pré e pós-leitura Texto de fruição: aquele que põe em estado de perda, aquele que desconforta (talvez até um certo enfado), faz vacilar as bases históricas, culturais, psicológicas, do leitor, a consistência de seus gostos, de seus valores e de suas lembranças, faz entrar em crise sua relação com a linguagem. BARTHES, Roland. O prazer do texto. São Paulo: Perspectiva, p Ler vem do verbo latino legere, que significa colher. No entanto, muito mais do que colher informação de conteúdos transmitidos por meio de um texto, um leitor deve tanto alcançar o sentido e a compreensão da mensagem quanto atribuir novos sentidos a ele. Por isso, em sala de aula, o papel do professor é estimular não apenas que o aluno leia, mas também e sobretudo que ele seja capaz de extrair a informação contida num texto, em seus diferentes suportes. Na opinião de Giasson (1990, p. 21), são três as variáveis que envolvem a leitura: 1. o leitor, variável mais complexa do modelo de compreensão, compreende as estruturas do sujeito bem como os processos de leitura que ele utiliza; 2. o texto: constitui o material a ler e que pode ser considerado sob três aspetos principais: a intenção do autor, a estrutura do texto e o seu conteúdo; 3. o contexto: compreende os elementos que não fazem parte do texto e que não dizem respeito, de forma direta, às estruturas ou processos de leitura. Segundo a autora, podemos distinguir três contextos: o contexto psicológico (intenção de leitura, interesse pelo texto...), o contexto social (as intervenções dos professores, dos colegas...) e o contexto físico (o tempo disponível, o barulho...). De acordo com a BNCC, a leitura é tomada em um sentido mais amplo, dizendo respeito não somente ao texto escrito, mas também a imagens estáticas (foto, pintura, desenho, esquema, gráfico, diagrama) ou em movimento (filmes, vídeos etc.) e ao som (música), que acompanha e cossignifica em muitos gêneros digitais. O tratamento das práticas leitoras compreende dimensões inter-relacionadas às práticas de uso e reflexão [...] (BRASIL, 2017, p. 70). Definida como um dos eixos da BNCC, a leitura compreende as práticas de linguagem que decorrem da interação ativa do leitor/ouvinte/espectador com os textos escritos, orais e multissemióticos e de sua interpretação, sendo exemplos as leituras para: fruição 5
6 estética de textos e obras literárias; pesquisa e embasamento de trabalhos escolares e acadêmicos; realização de procedimentos; conhecimento, discussão e debate sobre temas sociais relevantes; sustentar a reivindicação de algo no contexto de atuação da vida pública; ter mais conhecimento que permita o desenvolvimento de projetos pessoais, entre outras possibilidades (BRASIL, 2017, p. 69). Para auxiliar o trabalho em sala de aula e potencializar as aprendizagens de modo contextualizado e significativo para os estudantes, a BNCC estabelece que sejam apresentadas situações de leitura organizadas em pré-leitura, leitura e pós-leitura. Considera-se que tal arranjo metodológico proporciona um (re)dimensionamento das práticas e competências leitoras já existentes no aluno. É através da leitura que se tem acesso aos significados da cultura em que vive, estabelecendo relações entre as informações e construindo sentido para si e para o mundo. A escola, um dos lugares de construção dos saberes sociais, precisa considerar a diversidade de significados sociais e culturais que as crianças compartilham (PERIPOLLI, 2003, p. 213). Assim, o objetivo das atividades de pré-leitura deve ser o de estimular que os alunos acessem seus conhecimentos prévios sobre o assunto/tema que será lido. Tais atividades direcionam seus pensamentos, criam expectativas para a leitura, estimulam seu interesse, aguçam a sua curiosidade e, acima de tudo, proporcionam uma atividade intelectual desde o início do processo (de leitura) (TAGLIEBER; PEREIRA, 1997, p. 75). Deve-se construir um ambiente favorável para a leitura. Se possível, para esse segmento, lançar mão de uma cantiga de roda ou brincadeira que faça ambientação do livro no caso desta obra, algo que remeta ao terror e ao suspense. Após, é importante estimular a interação do aluno com o livro, solicitando que folheie as páginas antes de iniciar a história e que leia os elementos paratextuais, como quarta capa e orelha. É nesse momento que se deve explorar com a turma quem é o autor, o que faz o ilustrador, como e quem produz o livro e as informações da quarta capa. Também é hora de verificar a expectativa da criança em relação ao livro, perguntando de que cada uma acha que trata a história que será lida, sempre abrindo espaço para a discussão. Somente após a explanação delas sobre o que pensam, o professor deve ler a resenha do livro. Desse modo, ele garante que as ideias das crianças não serão afetadas de antemão. É chegada a melhor hora, da leitura do livro. Mas antes o professor deve estabelecer algumas regras de como os estudantes deverão se portar durante a leitura do texto, se haverá pausa protocolar pelo professor ou não, entre outras estratégias. 6
7 Será durante a leitura propriamente que o leitor procederá à construção dos sentidos do texto. Ela deve ser preparada previamente, atentando-se para a entonação, a expressividade e a melodia do texto. Uma leitura benfeita prende a atenção dos alunos e garante o envolvimento deles com a obra. Além disso, colabora com seu letramento e alfabetização, uma vez que ajuda a compreender a função da pontuação, de que modo cada palavra é pronunciada etc. Interromper a leitura em alguns momentos é importante para permitir que os alunos elaborem suas próprias inferências e constatem a veracidade das hipóteses levantadas na pré-leitura, revendo-as, se necessário. Também devem distinguir o essencial do acessório; diferencia(r) o que se mostra claro daquilo que se revela indeterminado; pode(r), em alguns casos, apreender as analogias relevantes no contexto, etc. Decorrente dos seus objetivos, o leitor pode proceder ao levantamento de notas, procurar, de forma seletiva. Nessa perspectiva: Na orientação do processo de leitura, enquanto processo discursivo, a ativação dos conhecimentos prévios do aluno-leitor, contemplada durante a fase inicial do processo, etapa de pré-leitura, torna-se imprescindível para que inferências, antecipações, levantamentos de hipóteses e outras estratégias cognitivas que auxiliem nos percursos do processo sejam realizados, de forma reflexiva, levando à autonomia do leitor, a fim de que se possa obter sentido(s) durante a leitura e não desanimar frente a textos que tragam maior complexidade (TEIXEIRA, 2009). Em seguida a essa primeira leitura do professor, deve-se estimular que os próprios alunos leiam em voz alta. Pode-se fazer um combinado de quem vai representar cada personagem ou estipular outra dinâmica mais apropriada para a turma. A seguir, é hora de compreender de que trata o texto lido. Após decifrada a última palavra de um texto, deve-se verificar o que foi compreendido e dar sentido a isso. Os estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental precisam que o professor ofereça estratégias e procedimentos a fim de que, ao ser lido, o texto possa fazer sentido. Nessa etapa de pós-leitura, portanto, é importante lançar mão de diversas estratégias para auxiliar os alunos a se tornarem, cada vez mais, leitores proficientes. 7
8 Leitor proficiente é aquele que não só decodifica as palavras que compõem o texto escrito, mas também constrói sentidos de acordo com as condições de funcionamento do gênero em foco, mobilizando, para isso, um conjunto de saberes (sobre a língua, outros textos, o gênero textual, o assunto focalizado, o autor do texto,... Glossário Ceale Verbete Leitor proficiente Disponível em: <ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/leitor-proficiente> A vivência em leitura com base em práticas situadas, envolvendo o contato com gêneros escritos e multimodais variados, de importância para a vida escolar, social e cultural dos estudantes, bem como as perspectivas de análise e problematização com base nessas leituras corroboram para o desenvolvimento da leitura crítica e para a construção de um percurso criativo e autônomo de fruição do texto literário e de aprendizagem da língua. As atividades de pós-leitura devem, portanto, provocar o aluno. E um modo interessante para que isso seja feito é combinar com a turma a construção, ao longo das aulas, de um mural com todas as produções feitas em sala sobre o livro. Essa é uma ótima maneira de apresentar à comunidade escolar as produções dos alunos e avaliar o trabalho desenvolvido. 8
9 Sugestões de atividades pré-leitura 1. FOLHEIE O LIVRO TEM VISITA NO CONDOMÍNIO DOS MONSTROS. 2. IDENTIFIQUE ONDE APARECEM NA CAPA DO LIVRO: a) O TÍTULO DA HISTÓRIA. b) O NOME DO AUTOR. c) O NOME DA ILUSTRADORA. d) O NOME DA EDITORA DO LIVRO. 2A. SE VOCÊ TIVESSE DE MONTAR UMA NOVA CAPA PARA O LIVRO, COMO ELA SERIA? CRIE SUA CAPA NO ESPAÇO ABAIXO.
10 3. O QUE FAZ UM ILUSTRADOR DE LIVRO? 4. COMO SE CHAMA A EDITORA QUE FEZ ESSE LIVRO? COPIE O NOME DELA NO ESPAÇO ABAIXO. 5. SOMENTE OBSERVANDO A CAPA, O QUE VOCÊ ACHA QUE ESSA HISTÓRIA DEVE CONTAR? O QUE VOCÊ ACHA QUE A ILUSTRAÇÃO DIZ SOBRE O TÍTU- LO DO LIVRO? 6. OBSERVE A QUARTA CAPA. O TEXTO DIZ A RESPEITO DE QUÊ? ESCREVA OU DESENHE.
11 7. APÓS FOLHEAR O LIVRO E OBSERVAR AS ILUSTRAÇÕES, ONDE VOCÊ ACHA QUE A HISTÓRIA DESTE LIVRO ACONTECE? DESENHE COMO ACHA QUE É esse LUGAR. 8. QUAIS PERSONAGENS VOCÊ ACHA QUE PARTICIPAM DESSA HISTÓRIA? ESCREVA O NOME OU FAÇA UM DESENHO DELaS.
12 9. COMPLETE A FRASE DO QUADRO A SEGUIR HISTÓRIAS DE MONSTROS SÃO HISTÓRIAS DE. 10. QUAL PERSONAGEM MAIS ASSUSTA VOCÊ NESSA HISTÓRIA? DESENHE E ESCREVA O NOME DELa NO ESPAÇO ABAIXO.
13 11. QUE LIVROS, FILMES, DESENHOS VOCÊS CONHECEM QUE TAMBÉM POSSUEM ESSAS PERSONAGENS? FAÇA UMA LISTA NO ESPAÇO ABAIXO. 12. AGORA VAMOS ENTRAR EM UM CONDOMÍNIO DE MONSTROS. FECHE OS OLHOS E IMAGINE-SE a) CUMPRIMENTANDO O PORTEIRO; b) PEGANDO O ELEVADOR; c) SUBINDO AS ESCADAS; d) TOCANDO A CAMPANHIA; e) ATENDENDO à PORTA; f) ABRINDO A JANELA; g) PEGANDO O JORNAL NA PORTARIA. AGORA, REÚNA-SE EM GRUPOS E DRAMATIZE A SITUAÇÃO QUE VOCÊS IMAGINARAM.
14 13. VAMOS CANTAR CANTIGAS QUE FALAM DE MONSTRO. BICHO-PAPÃO HOJE ESTÁ DOENTE BICHO-PAPÃO NÃO ESCOVA OS DENTES BICHO-PAPÃO ACORDA E LEVANTA CEDO SEM LAVAR AS MÃOS BOI, BOI, BOI BOI DA CARA PRETA PEGA ESSA CRIANÇA QUE TEM MEDO DE CARETA
15 Sugestões de atividades pós-leitura Professor, a seguir apresentamos uma série de sugestões de questões que podem ser trabalhadas oralmente com os alunos. 1. Comente se as hipóteses levantadas antes da leitura da obra Tem visita no Condomínio dos Monstros foram confirmadas. 2. Cite o que acontece na primeira parte do livro, quando a Múmia Aymara chega ao Condomínio. 3. Aponte o que a Múmia foi fazer no Condomínio dos Monstros. 4. Explique qual foi a recepção que a Múmia teve ao chegar ao Condomínio. 5. Discuta com a turma as dificuldades que a Múmia Aymara sentiu ao conviver com cada um dos moradores do prédio. 6. Explicite se o final da história está de acordo com o que a turma, durante a leitura, imaginou que aconteceria. 7. Por que o porteiro tem de colocar ratoeira no Condomínio? 8. Que história vocês conhecem que tem um rato como uma das personagens? 9. Se você fosse criar uma história de monstros, em que lugar morariam os seus monstros? 10. O que você sabe sobre o Saci? 11. Onde ele vive? 12. O que ele fica fazendo no Condomínio dos Monstros? 13. Ele também participa de história de monstros? 14. Por que o autor colocou o Saci nessa história?
16 1. agora Que JÁ CoNHeCeMos o livro, vamos CoNversar um pouco CoM as personagens! vamos MoNtar um livro de diálogos entre você e a MÚMia aymara, respondendo às perguntas CoM Base Na Narrativa. MÚMia, CoMo foi sua CHegada ao CoNdoMÍNio?
17 por Que você resolveu visitar sua prima MÚMia egípcia?
18 você tinha todos os dados do endereço da sua prima?
19 CoMo estava iluminada a portaria do CoNdoMÍNio?
20 Quais animais passeavam pela portaria?
21 Qual Morador recebeu você primeiro?
22 por Que NÃo Quis ficar No apartamento do vampiro?
23 se precisasse ficar Mais alguns dias No apartamento da Mula sem CaBeÇa, QuaNtos dias CoNseguiria ficar?
24 CoMo você define o Jeito de ser do lobisomem e CoMo define o Jeito de ser do frankenstein?
25 você resolveu Morar No CoNdoMÍNio e sua prima É QueM lhe fez uma visita. Quais foram suas exigências?
26 por Que o saci e o fantasma incomodavam os Moradores do CoNdoMÍNio?
27 2. QUE TAL PREPARARMOS UMA FESTA À FANTASIA COM TODOS OS MONS- TROS? VOCÊ E SEUS COLEGAS PODEM SE CARACTERIZAR COM LENÇÓIS, FAIXAS, ENTRE OUTROS APETRECHOS. CONFECCIONEM MÁSCARAS TAMBÉM. FAÇAM UMA DECORAÇÃO PARA O AMBIENTE ONDE ACONTECERÁ A FESTA À FANTASIA: MORCEGOS, RATOS E GATOS DE BRINQUEDO, CHAPÉUS, DENTADURAS, CASACAS, VELAS E UNHAS DE PLÁSTICO. COMBINEM O QUE CADA UM PODE LEVAR DE COMER E DE BEBER E DIVIRTAM-SE!
28 3. TEATRO DE FANTOCHES VAMOS RECONTAR A HISTÓRIA DO LIVRO FAZENDO UM TEATRO DE FANTOCHES! PRIMEIRO, VAMOS PREPARAR O FANTOCHE DE CADA MONSTRO E DAS DEMAIS PERSONAGENS. A) FANTOCHES PRONTOS, VAMOS DIVIDIR A TURMA EM GRUPOS PARA CRIAR OS DIÁLOGOS E MEMORIZAR AS FALAS. É CHEGADA A HORA DA APRESENTAÇÃO. CONVIDE OUTRAS TURMAS, PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS PARA ASSISTIR. B) CONFECCIONEM UM CONVITE PARA CHAMAR AS PESSOAS PARA O TEATRO. C) VAMOS FAZER, PARA TODA A ESCOLA VER, UM MURAL MONSTRUOSO, COM DESENHOS DAS PERSONAGENS DO LIVRO E DE OUTROS MONSTROS!
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32 4. AGORA QUEM VAI RECEBER VISITA É VOCÊ. ESCREVA UM BILHETE CONVIDANDO UM AMIGO OU AMIGA PARA LHE FA- ZER UMA VISITA. COLOQUE A DATA, O LOCAL E O DIA em QUE VOCÊ ESTARÁ ESPERANDO POR ELE OU ELA. FAÇA UM ENVELOPE E PREENCHA O REMETENTE E O DESTINATÁRIO.
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34 Quadro de habilidades desenvolvidas nas atividades propostas, segundo a BNCC Habilidades requeridas na pré-leitura (EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando- -se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas. (EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos. (EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos. Habilidades requeridas na pós-leitura (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade. (EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (populares, de fadas, acumulativos, de assombração etc.) e crônicas. (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor. Fonte: BRASIL, 2017, p
35 Referências BARTHES, Roland. O prazer do texto. São Paulo: Perspectiva, BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília: MEC, BRAGA, Regina Maria. Três etapas. In:. Construindo o leitor competente: atividades de leitura interativa para a sala de aula. São Paulo: Petrópolis, CAETANO, Ana da Costa. O contributo da etapa de pré-leitura na compreensão do texto literário: atividades didáticas. Relatório de Estágio do Mestrado em Ensino de Português Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas, Universidade de Coimbra, KATO, M. O aprendizado da leitura. São Paulo: Martins Fontes, KLEIMAN, Angela. Oficina de leitura: teoria e prática. 10. ed. São Paulo: Pontes, PERIPOLLI, Isabelle et al. A importância da leitura de fruição feita pelo professor em sala de aula para formação de alunos leitores e produtores de textos. Akrópolis, Umuarama, v. 11, n. 4, p , out./dez SOLÉ, Izabel. Estratégias de leitura. Porto alegre: Ed. Artes médicas, STRONA, Monica Cibeli; DE PAULA, Laise; LOREGIAN-PENKAL, Loremi. Estratégias de pré-leitura: antes, durante e depois do texto. IV Fórum das Licenciaturas/VI Encontro do PIBID/II Encontro PRODOCÊNCIA Diálogos entre licenciaturas: demandas da contemporaneidade UNICENTRO TAGLIEBER, L. K.; PEREIRA, C. M. Atividades pré-leitura. Gragoatá, n. 92, p , TEIXEIRA, Wagner Barros. A pré-leitura no discurso didático do professor em aulas de língua materna e língua estrangeira. Dissertação (Mestrado em Estudos Linguísticos Neolatinos) Programa de Pós-Graduação em Letras Neolatinas, Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro,
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