Material digital de apoio ao professor
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- Baltazar Escobar Costa
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1 menino-arara Categoria 4 (do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental) Material digital de apoio ao professor volume 2 Apresentação O livro de imagem: subsídios pré e pós-leitura Sugestões de atividades pré-leitura Sugestões de atividades pós-leitura Referências baobá 1
2 Editora baobá Ltda. Material digital de apoio ao professor (volume 2) Editor Rafael Borges de Andrade Coordenação pedagógica Maria Zoé Rios Fonseca de Andrade Lílian de Oliveira Ilustrações Adriana Mendonça Capa e Projeto gráfico Mário Vinícius Silva Diagramação Dilma Santos Dilex Revisão Lílian de Oliveira Tânia Pimentel Flávio Mota Este material de apoio ao professor foi concebido com base na obra Menino-Arara, da autora Adriana Mendonça. Todos os direitos reservados à: Editora Baobá Ltda. Rua Helium, nº 141, 3º andar Nova Floresta Belo Horizonte/MG CEP: Telefone: (31) [email protected] facebook.com/editorabaoba
3 Sumário Apresentação 4 O livro de imagem: subsídios pré e pós-leitura 5 Sugestões de atividades pré-leitura 14 Sugestões de atividades pós-leitura 17 Referências 23 3
4 Apresentação A editora Baobá, em consonância com sua linha editorial voltada para projetos de publicação de literatura infantil, infantojuvenil e obras de orientação pedagógica, apresenta este material digital de apoio ao professor. Atendendo aos preceitos, indicações de competências e habilidades a serem desenvolvidas de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), trazemos uma proposta reflexiva e direcionada para o trabalho com o livro literário Menino-Arara, de Adriana Mendonça, no âmbito do PNLD 2018 para estudantes do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental, com o tema O mundo natural e social. Ao longo deste conteúdo, apresentamos uma discussão acerca dos fundamentos da BNCC e seus temas transversais, assim como algumas reflexões de teóricos e pensadores que transitam pelos espaços da Educação. As considerações abordadas no decorrer deste material digital foram traçadas com a intenção de provocar o pensamento crítico com base na leitura e no contato com o livro literário, desvendando as muitas possibilidades que surgem do trabalho com as áreas do conhecimento. Balizado pelas propostas da BNCC e, sobretudo, entendendo a literatura como uma expressão artística capaz de despertar sentimentos e sensações, este material oferece ainda sugestões de atividades aos professores, considerando as diferentes realidades e as múltiplas características das regiões do país. As orientações e sugestões de atividades apoiadas na leitura do livro Menino-Arara não têm o propósito de explorá-lo de maneira superficial, mas sim de sensibilizar o olhar do leitor para a pluralidade de ideias e conceitos contidos no texto literário, contextualizando o fazer pedagógico com os sentidos e com o encantamento que a literatura pode desencadear. Esperamos que este material possa contribuir com a formação cidadã de leitores e tornar aprazíveis os momentos de interação entre os estudantes e os professores da Educação Básica em todo o Brasil. 4
5 O livro de imagem: subsídios pré e pós-leitura As ilusões sustentam a alma como as asas sustentam o pássaro. Victor Hugo Ler diariamente para as crianças é uma atividade fundamental para cultivar o hábito da leitura. Garantir um espaço especial para o livro e a literatura em sala de aula torna-se estratégia importante para o professor que deseja fazer de suas aulas um espaço de ampliação da cultura escrita, da oralidade, dos elementos multissemióticos e do conhecimento de mundo. Ler vem do verbo latino legere, que significa colher. No entanto, muito mais do que colher informação de conteúdos transmitidos por meio de um texto, um leitor deve tanto alcançar o sentido e a compreensão da mensagem quanto atribuir novos sentidos a ele. No caso das crianças, que se encontram em processo de alfabetização, o papel do professor em sala de aula deve ser o de estimular não apenas que o aluno leia, mas também e sobretudo que ele seja capaz de extrair a informação contida num texto, em seus diferentes suportes, mas de forma lúdica. Segundo Enrique Bernárdez, texto é toda unidade linguística comunicativa fundamental, produto de uma atividade verbal humana, que possui sempre caráter social. Nesse sentido, além das modalidades oral e escrita, imagem também é texto, uma vez que comunica por meio de cores, formas, textura e por ser dotada de intencionalidade. Apesar de sermos dotados da capacidade de ver, o modo como nos relacionamos, interagimos, vemos as imagens é variável, decorrente da individualidade de cada ser ou da inabilidade de leitura desse tipo de texto. Tal como a leitura do texto escrito, a leitura de imagens não é algo inato, carece de mediação para se aprender a compreendê-la. Mas é importante ressaltar que o exercício de ler o livro de imagem precisa ocorrer de modo menos mecânico, não só na sua prática, mas principalmente no seu ensino, unindo cognição e sensibilidade para que se alcance a produção de sentidos. Menino-Arara, de Adriana Mendonça, tece uma narrativa imagética relacionada à afetividade, uma relação entre um menino e um animal que sensibiliza e suscita reflexão. O que se vê de uma imagem requer que sejam acessadas 5
6 as experiências de quem vê, aquilo com que, de alguma forma, ele se identifica. Por isso, é preciso educar o olhar, desenvolver habilidades cognitivas para que se decodifique, interprete e dê sentido ao que é visto. O processo de criação das imagens do livro decorre de uma entrega da autora, de deixar fluir no seu processo de criação o entendimento do Humano de criança indígena, entendida como qualquer outra criança, que explora o mundo, brinca, relaciona-se com os animais, faz de conta e se aventura por mundos coloridos, explorando e fantasiando. Carrega em sua essência a constituição ficcional narrativa, só que feita exclusivamente por meio de imagens. No contexto escolar, normalmente, a leitura da imagem no livro literário infantil é deixada de lado, uma vez que a ilustração é vista como enfeite ou caminho a ser seguido para os não familiarizados com o verbal, sendo reduzida a uma simples observação sem muito detalhamento. No caso do livro de imagem, especialmente de Menino-Arara, que é constituído apenas por ilustrações, sua leitura passa a ser uma aventura aberta a diversas possibilidades, em que não há leituras melhores do que outras. Para dividir com você, professor, um pouco mais sobre o processo de criação da obra, transcrevemos um relato da autora sobre o livro, em que ela nos proporciona uma de suas leituras. Ela é emissora e receptora da mensagem e diz que, cada vez que lê o livro, a emoção, os diálogos entre a arara e o menino, a narrativa, são diferentes. Adriana revela que ora se encanta com as araras ora se prende às cores das penas, ora com a liberdade das aves, mas sempre a narrativa se desenvolve na perspectiva do afeto entre o menino e o animal, tão marcante no universo infantil. A personagem, seus afetos, seu brincar, suas descobertas e faz de conta representam a realidade de crianças, ao mesmo tempo que elucidam encantos e fantasias. Pela leveza com que a autora relata sua experiência com as imagens criadas, optamos por transcrevê-las integralmente, tendo como objetivo aproximar a criação do criador a você, leitor/professor, esclarecendo que essa leitura que aqui transmitimos é uma das muitas possíveis. Depois da primeira folha, onde há a segunda capa, aparece a ficha catalográfica com os dados do livro e na página do lado começo a introduzir o tema do livro na dedicatória, mostrando que a afetividade e o respeito aos animais são ensinados de pais para filhos. A mãe deixa o filho tocar a arara para que ele possa interagir com ela. Mantendo alguma distância, sentindo até que ponto pode chegar perto ou tocar. 6
7 Na página seguinte, antes de começar a história, há um histórico sobre os Uru-Eu-Wau-Wau, contextualizando a importância das araras na cultura do grupo. A personagem menino representa o povo Uru-Eu-Wau- -Wau, um pequeno grupo que resiste às dificuldades atuais enfrentadas pelos povos indígenas, do qual foi feita uma pesquisa, para meu mestrado, por meio de fotografias. Nessas fotografias, percebi muitas crianças brincando com arara nos rios, nas árvores. A história começa com a arara em um buraco no tronco de uma árvore. Sabe-se que as araras chocam seus ovos em buracos nas árvores ou em troncos de palmeiras. Representei, desde o começo, as personagens com suas cores e a ambientação com desenhos em grafite. A arara-vermelha aparece já colorida. As crianças que moram na floresta são ótimas para subir em árvores, sobem em árvores muito altas. Nessa página o menino, personagem principal da história, por curiosidade, sobe uma palmeira para ver uma arara que está em uma oca na árvore, certamente seus filhotes já são independentes. O menino se aproxima da arara. Encantado pelas cores da ave, ele tenta pegá-la, mas não a obriga a vir com ele. A arara se aproxima também. Aí a amizade começa. Encantado, o menino sai pela aldeia exibindo as cores da arara, e com ela em suas costas simula um voo. Quando criança, meu maior desejo era voar, eu às vezes sonhava que estava voando. Essa imagem me remete aos meus sonhos e penso que as crianças, em geral, também têm esse desejo, pois gostam de aventura e fantasia. O menino dança e pula, sentindo as asas da sua amiga batendo. O menino e a arara brincam, pulam, tomam banho de rio com outras crianças, mas ele protege sua amiga da água, ela não gosta de se molhar. Um dia, a arara resolve voar para longe, isso entristece o menino, afinal, uma arara gosta de voar, sua vida depende do céu e das árvores. À medida que a arara voa, vai deixando suas penas pelo ar, o menino acompanha as penas e chega a uma árvore cheia de araras, de várias espécies, além de papagaios e periquitos. A árvore toda colorida de araras alegra o menino, que começa a guardar as penas. A imagem aproximada das araras nas árvores nos dá detalhes da quantidade de araras de todas as cores descansando na árvore. E o menino se aproxima mais da beleza das araras pelas penas. Ele se encanta pela delicadeza e pelas cores, pode observar os detalhes de cada uma. Depois de juntar várias penas, em uma sacola artesanal, feita na tribo, ele percebe que pode criar adornos com aquelas penas. Constrói um lindo cocar com as penas coloridas das araras. 7
8 O cocar o faz lembrar de sua amiga arara, ele é um Menino-Arara com aquele cocar. Quando crescer, vai se casar com uma menina mutum. O povo Uru-Eu-Wau-Wau se divide em duas metades, e a metade arara só se casa com a metade mutum. Tempos depois, andando pela floresta, lá estava ela! Ele lhe mostra seu lindo cocar e demonstra seu afeto, mas a deixa livre para ser quem é. Os amigos serão sempre amigos, independentemente da distância entre eles. E na última página várias araras chegam para brincar com as crianças. Priorizei, em todas as páginas, deixar os esboços dos estudos para construção do livro a fim de facilitar o entendimento de como o livro foi ilustrado. Após a primeira leitura em conjunto em sala de aula, pode-se fazer um combinado de quem vai contar o que acontece em cada página e depois verificar o que foi construído e retomar dando sentido e unidade à ideia erigida. Os estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental precisam que o professor ofereça estratégias e procedimentos a fim de que, ao ser relatado o que se leu com base nas imagens, o texto possa fazer sentido. No caso do livro de imagem, devem-se fazer intervenções, mas deixar que a leitura seja dos alunos. O relato da autora transcrito aqui deve servir apenas para apresentá-lo como uma leitura possível, explicando que as imagens podem levar a múltiplos caminhos. Menino-Arara faz emergir temas e conflitos simbolicamente tratados em suas ilustrações. Isso deve ser explorado de modo a contribuir para a construção da identidade do leitor. É através da leitura que se tem acesso aos significados da cultura em que se vive, estabelecendo relações entre as informações e construindo sentido para si e para o mundo. A escola, um dos lugares de construção dos saberes sociais, precisa considerar a diversidade de significados sociais e culturais que as crianças compartilham (PERIPOLLI, 2003, p. 213), especialmente no caso deste livro, em que se pode e deve abordar, de maneira transversal e integradora, a educação e as relações étnico-raciais e ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, conforme Leis nº /2003 e /2008 e Parecer CNE/CP nº 3/2004 e Resolução CNE/CP nº 1/2004, devidamente referenciados na BNCC (BRASIL, 2017, p ) Na Base, muitas habilidades abarcam o estabelecimento de expectativa em relação ao texto que vai ser lido, os momentos de inferência, antecipações 8
9 com base no que o livro apresenta em seu formato, diagramação, ilustrações, autores, entre outros, em uma perspectiva de criar estratégias de leitura e condições de recepção de textos. Isso nos remete ao que se propõe esse documento ao abordar a leitura como uma prática decorrente da relação do leitor com o texto escrito, o que implica apresentar situações de leitura organizadas em pré-leitura, leitura e pós-leitura com o objetivo de potencializar as aprendizagens de modo contextualizado e significativo para os estudantes. Considera-se que tal arranjo metodológico proporciona um (re)dimensionamento das práticas e competências leitoras já existentes no aluno. O Eixo Leitura, na BNCC, abarca práticas de linguagem que advêm da interação entre leitor, espectador e texto e compreende suas múltiplas funções: fruição, informação, instruções etc. Concebe a leitura como algo que vai além do texto escrito, perpassando as imagens estáticas fotos, desenhos, gráficos etc. ou em movimento filmes, vídeos etc. e o som. Tais elementos abarcam dimensões diversas nas práticas leitoras, tais como: Reflexão sobre as condições de produção e recepção dos textos pertencentes a diferentes gêneros; Dialogia e relação entre textos; Reconstrução da textualidade; Reflexão crítica sobre as temáticas tratadas e validade das informações; Compreensão dos efeitos de sentido provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos; Estratégias e procedimentos de leitura; Adesão às práticas de leitura. A BNCC apresenta os eixos que se relacionam com as práticas de linguagem, que, por sua vez, se organizam por campos de atuação, outra categoria estruturante do currículo, segundo esse documento. Dessa forma, objetiva- -se enfatizar a importância da contextualização do conhecimento escolar, na medida em que as práticas emergem de situações da vida social. Para os anos iniciais, estão previstos: Campo da vida cotidiana, Campo artístico-literário, Campo das práticas de estudo e pesquisa e Campo da vida pública. Para auxiliar o trabalho em sala de aula e potencializar as aprendizagens de modo contextualizado e significativo para os estudantes, apresentar as situações de leitura organizadas em pré-leitura, leitura e pós-leitura proporciona 9
10 um (re)dimensionamento das práticas e competências leitoras já existentes no aluno (BRASIL, 2017, p. 242). O objetivo das atividades de pré-leitura deve ser o de estimular que os alunos acessem seus conhecimentos prévios sobre o assunto/tema que será lido. Tais atividades direcionam seus pensamentos, criam expectativas para a leitura, estimulam seu interesse, aguçam a sua curiosidade e, acima de tudo, proporcionam uma atividade intelectual desde o início do processo [de leitura] (TAGLIEBER; PEREIRA, 1997, p. 75). Para tanto, deve-se construir um ambiente favorável à leitura. Para as primeiras séries do Ensino Fundamental, pode-se lançar mão de algo que faça ambientação do livro. No caso dessa obra, o professor pode utilizar o texto da página 5, que relata sobre os Uru-Eu-Wau-Wau, contextualizando a importância das araras na cultura do grupo indígena que representa a personagem. A ativação dos conhecimentos prévios do aluno-leitor, contemplada durante esta etapa de pré-leitura, torna-se imprescindível para que inferências, antecipações, levantamentos de hipóteses e outras estratégias cognitivas que auxiliem nos percursos do processo sejam realizados, de forma reflexiva, levando à autonomia do leitor, a fim de que se possa obter sentido(s) durante a leitura e não desanimar frente a textos que tragam maior complexidade (TEIXEIRA, 2009). É importante estimular que o leitor estabeleça vínculo com o livro, solicitando que folheie as páginas e que leia os elementos paratextuais, tais como quarta capa e orelha, identificação da autora/ ilustradora, como e quem produz o livro e características do projeto editorial (formato, número de páginas, tipo de texto). Também é hora de verificar a expectativa da criança em relação ao livro, perguntando o que acham de que trata o livro, sempre abrindo espaço para a discussão. Somente após a explanação delas sobre o que pensam, o professor deve ler a resenha do livro. Desse modo, ele garante que as ideias das crianças não serão afetadas de antemão. Diante da peculiaridade do livro de imagem, é necessário provocar o olhar reflexivo criador e aventureiro pelas ilustrações. Nessa etapa de pré-leitura, portanto, é importante lançar mão de diversas estratégias para auxiliar os alunos a explorar os detalhes das imagens. As imagens do Menino-Arara foram construídas com base em um desenho, feito por Adriana, de um labirinto em que uma criança Uru-Eu-Wau- 10
11 -Wau tentava alcançar sua amiga arara nos galhos de uma árvore. O desenho está relacionado ao seu trabalho de pesquisa fundamentado em fotografias de crianças desse povo indígena. Nessas fotos, as crianças estão brincando com as araras, numa evidente relação de afeto. A ilustração que a autora fez a inquietou e inspirou-a a criar esse projeto, podendo ser uma primeira cena a ser mostrada aos leitores, antes da apresentação do livro. Esse pode ser um momento de exploração de imagens que instiga a pensar sobre os cenários criados e sobre a sensação que se tem ao visualizar a imagem do menino tentando alcançar a arara. 11
12 É interessante oferecer a experiência de exploração da imagem de provocar um olhar que não apenas decodifica a figura, mas apreende os sentidos que ela revela. A narrativa tecida por imagem permite a postura de um leitor emissor e receptor, que recria, interpreta e acolhe a mensagem transmitida pelas imagens. O livro de imagens é um objeto que permite um produtivo processo de vivência do ato de ler. No caso de Menino-Arara, alcançar uma arara no alto de uma árvore envolve emoção, aventura, suspense e, sobretudo, um grande desejo de se aproximar do que é belo, diferente e surpreendente, e ainda o contato com o animal, experiência muito própria do universo infantil. Quanta coisa se pode explorar em uma atividade como essa de encontrar o caminho que se deve percorrer? Quanta coisa a criança pode sentir, quantos obstáculos, quanta formas e estratégias podem fazer parte desse caminho. Quanto desejo a move? É chegada a melhor hora: a leitura do livro. Será durante a leitura das imagens do livro propriamente que o leitor procederá à construção dos sentidos do texto. Nesse momento a mediação do professor é de suma importância para que a interação do leitor com as ilustrações não se reduza a verbalizar o que se vê, e sim produzir sentido, expandir o olhar atento diante do que se vê. Mas é importante ressaltar que mediar leitura é ser capaz de ir além de despertar a sensibilidade leitora infantil. É principalmente não desperdiçar a sensibilidade característica do olho infantil, que não deve ser apagada. Na formação docente é significativo, portanto, que haja um exercício do olhar do professor de modo que ele aprenda a reconhecer os elementos que estruturam as linguagens plásticas, construindo-se, primeiramente, como um leitor de imagens visuais, para então ser capaz de levar seus alunos por esse percurso. Aspectos da linguagem visual do livro de imagem, com semântica própria, precisam ser entendidos e significados, como dados no âmbito da cor, forma, espaço e figuratividade. Em seguida a essa primeira leitura e aos entendimentos mais superficiais, deve-se estimular que os próprios alunos dediquem um tempo para sua própria leitura. Após decifrada a última imagem de um texto, deve-se verificar o que foi compreendido e dar sentido a isso. Os estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental precisam que o professor ofereça estratégias e procedimentos a fim de que, ao ser lido, o texto possa fazer sentido. 12
13 Esta é a etapa de pós-leitura, momento de o professor lançar mão de diversas estratégias para auxiliar os alunos a se tornarem, cada vez mais, leitores proficientes. Leitor proficiente é aquele que não só decodifica as palavras que compõem o texto escrito, mas também constrói sentidos de acordo com as condições de funcionamento do gênero em foco, mobilizando, para isso, um conjunto de saberes (sobre a língua, outros textos, o gênero textual, o assunto focalizado, o autor do texto,... Glossário Ceale Verbete Leitor proficiente Extraído de: <ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/leitor-proficiente> A vivência em leitura com base em práticas situadas, envolvendo o contato com gêneros escritos e multimodais variados, de importância para a vida escolar, social e cultural dos estudantes, bem como as perspectivas de análise e problematização fundamentadas nessas leituras colaboram para o desenvolvimento da leitura crítica e para a construção de um percurso criativo e autônomo de fruição do texto literário e de aprendizagem da língua. As atividades de pós-leitura devem, portanto, provocar o aluno. E um modo interessante para que isso seja feito é combinar com a turma a construção, ao longo das aulas, de um mural com todas as produções feitas em sala sobre o livro. Essa é uma ótima maneira de apresentar à comunidade escolar as produções dos alunos e avaliar o trabalho desenvolvido com a obra literária. 13
14 Sugestões de atividades pré-leitura Como visto anteriormente, a pré-leitura é um momento de estabelecer uma relação entre o leitor e autor e o texto que será lido. No volume 1 deste material digital, apresentam-se a biografia do autor e o processo de criação da obra. Destaque o que achar relevante e conte para os estudantes quem é a autora. Todas as atividades propostas a seguir estão em conformidade com as habilidades constantes do quadro abaixo. Componente Curricular: Língua Portuguesa, Ciências Humanas Campo de atuação: Todos os campos de atuação / campo da vida cotidiana Práticas de Linguagem Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) Objetos de conhecimento Estratégia de leitura/ Formação do leitor literário/ Leitura multissemiótica O sujeito e seu lugar no mundo O modo de vida das crianças em diferentes lugares Habilidades (EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando- -se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas. (EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos. (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos e lugares em diferentes tempos. EF01GE01) Descrever características observadas de seus lugares de vivência (moradia, escola etc.) e identificar semelhanças e diferenças entre esses lugares. (EF01GE02) Identificar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras de diferentes épocas e lugares. 14
15 1. Antes de iniciar o trabalho com o livro, sugerimos explorar a leitura da página 5. Com base nesse texto, podem-se trabalhar os nomes de diversos povos indígenas mediante pesquisas em documentários, vídeos e fotos. Explore o nome do povo indígena que a personagem representa, comentando os costumes, os adornos e um pouco da realidade atual desse povo. 2. Após esse comentário, explore todas as informações da capa e quarta capa, folheie as páginas, mostrando o livro a todas as crianças. 3. Peça que atentem para as personagens, menino e arara, e para o cenário. Comente a técnica utilizada pela autora ilustradora grafite e aquarela, as cores, quais elementos são coloridos e quais estão em preto e branco. 4. Trabalhe as características da personagem, seus adornos, a possível idade e o modo de se vestir. 5. Faça uma roda de conversa sobre pássaros que eles conhecem, araras, periquitos, papagaios e maritacas, pombos, entre outros. 6. Estimule que pesquisem essas aves e tragam alguma coisa interessante a respeito. 7. Relate que o povo indígena Uru-Eu-Wau-Wau tem uma relação estreita no seu dia a dia com as araras. 8. Explore a ambientação em que vive a personagem e o que as cenas indicam sobre o que ela faz. Nesse momento, é importante estabelecer um processo de identificação dos educandos com a personagem em relação aos seus interesses e brincadeiras. 15
16 9. Pergunte de que elas acham que trata a história que será lida. 10. Destaque a característica do livro, que é o fato de não haver texto escrito e que a leitura decorrerá das imagens. 11. Passe as páginas chamando a atenção para a diagramação, os desenhos coloridos e não coloridos e as personagens em destaque. 12. Peça que cada criança leia silenciosamente o seu livro, observe cada página para que possa ser realizada uma leitura coletiva com a contribuição de todos. 13. Leia o título do livro e questione: A) O que será que o título quer dizer? B) A lustração da capa ajuda a entender o título? C) Observando a ilustração da capa, qual título você daria para esse livro? D) Vamos escrever no quadro as hipóteses que você e seus colegas têm sobre qual será a história do livro? 16
17 Sugestões de atividades pós-leitura As atividades de pós-leitura devem ressaltar a característica da leitura de livro de imagens. Esses textos demandam a criação do texto escrito, em que as palavras surgem para cada leitor, que pode tecer novas narrativas e emoções nos diferentes momentos de leitura, explorando de forma singular o que, de forma implícita ou explícita, emerge a cada página. Conforme dito anteriormente, um modo significativo para que isso seja feito é combinar com a turma a construção, ao longo das aulas, de um mural com todas as produções feitas em sala sobre o livro. Assim, ao mesmo tempo que se apresentam à comunidade escolar as produções dos alunos, pode-se usar essa estratégia como instrumento de avaliação do trabalho e das habilidades desenvolvidas nas diversas áreas de conhecimento previstas na BNCC, seus componentes curriculares, unidades temáticas e objetos de conhecimento. A seguir, apresentamos uma série de sugestões de perguntas que podem ser trabalhadas oralmente com os alunos e foram pensadas para se trabalharem as habilidades constantes do quadro. Práticas de Linguagem Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) Escrita (compartilhada e autônoma) Objetos de conhecimento Pesquisa Produção de textos Escrita autônoma Habilidades (EF02LP21) Explorar, com a mediação do professor, textos informativos de diferentes ambientes digitais de pesquisa, conhecendo suas possibilidades. Escrita (compartilhada e autônoma). Produção de textos. (EF01LP22) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, diagramas, entrevistas, curiosidades, entre outros gêneros do campo investigativo, digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto/finalidade do texto. (EF02LP23) Planejar e produzir, com certa autonomia, pequenos registros de observação de resultados de pesquisa, coerentes com um tema investigado. 17
18 1. leia, CoM a ajuda do professor, Quais foram as HipÓteses escritas No Quadro Que foram CoNfirMadas. 2. CoMeNte se as HipÓteses levantadas antes da leitura da obra foram CoNfirMadas. 3. CoMeNte se os dados apresentados pelo professor sobre o povo indígena ajudaram a ler o livro. 4. você acha Que a arara vivia junto do MeNiNo-arara? 5. você percebeu Que NeM todas as imagens foram Coloridas pela ilustradora? 6. por Que você acha Que ela escolheu fazer assim? 7. discuta CoM a turma por Que o MeNiNo É CHaMado de MeNiNo- -arara. 8. explicite se o final da HistÓria está de acordo CoM o Que a turma, durante a leitura, imaginou Que aconteceria. 9. Que HistÓria vocês CoNHeCeM Que tem um pássaro CoMo uma das personagens? 10. se você fosse Criar uma HistÓria de pássaro e um MeNiNo ou MeNiNa, o Que aconteceria Na HistÓria? 11. onde o MeNiNo-arara Mora? 12. o Que ele Mostra Na HistÓria gostar de fazer de Que você também gosta? 13. por Que a autora ilustra Muitas araras Na HistÓria, e Não apenas uma personagem?
19 14. vamos fazer um Mural CoM desenhos Que relatam CeNa do livro? NoMe do aluno: professor: turma: data:
20 15. Copie do livro o nome do povo indígena ao qual pertence o Menino-arara. 16. Copie o nome dos dois grupos desse povo. 17. Na palavra que nomeia o povo indígena, existem sinais que não são letra. Circule esses sinais no nome abaixo. Uru-Eu-Wau-Wau Você já conhece outras palavras com esse sinal? Assinale a palavra que você já conhece e, com a ajuda do professor, escreva o que ela significa. ÁGUA-VIVA COBRA-CORAL VAGA-LUME SACI-PERERÊ AMEIXA-PRETA MENINO-ARARA
21 18. A ilustração da página 15 mostra meninos brincando no rio. O que você acha que a arara e o menino conversaram naquele momento? Faça o seu desenho da arara e do menino, os balões de diálogo e escreva dentro deles o que você imagina que eles conversaram.
22 19. Você conhece jenipapo e urucum? Vamos realizar uma pesquisa registrando os dados nos quadros abaixo. Jenipapo O que é? Para que serve? desenhe Urucum O que é? Para que serve? desenhe
23 Referências BARTHES, Roland. O prazer do texto. São Paulo: Perspectiva, BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília: MEC, BRAGA, Regina Maria. Três etapas. In:. Construindo o leitor competente: atividades de leitura interativa para a sala de aula. São Paulo: Petrópolis, CAETANO, Ana da Costa. O contributo da etapa de pré-leitura na compreensão do texto literário: atividades didáticas. Relatório de Estágio do Mestrado em Ensino de Português Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas, Universidade de Coimbra, KATO, M. O aprendizado da leitura. São Paulo: Martins Fontes, KLEIMAN, Angela. Oficina de leitura: teoria e prática. 10. ed. São Paulo: Pontes, NUNES, Marília Forgearini. Livro de imagem: a literatura infantil como experiência de leitura da imagem. Disponível em: < PERIPOLLI, Isabelle et al. A importância da leitura de fruição feita pelo professor em sala de aula para formação de alunos leitores e produtores de textos. Akrópolis, Umuarama, v. 11, n. 4, p , out./dez RAMOS, Flavia Brocchetto; NUNES, Marília Forgearini. Ler imagem também é ler literatura. Interletras, v. 5, n. 23, março/setembro Disponível em: < Acesso em: maio SOLÉ, Izabel. Estratégias de leitura. Porto Alegre: Ed. Artes médicas, STRONA, Monica Cibeli; DE PAULA, Laise; LOREGIAN-PENKAL, Loremi. Estratégias de pré-leitura: antes, durante e depois do texto. IV Fórum das Licenciaturas/VI Encontro do PIBID/II Encontro PRODOCÊNCIA Diálogos entre licenciaturas: demandas da contemporaneidade UNICENTRO
24 TAGLIEBER, L. K.; PEREIRA, C. M. Atividades pré-leitura. Gragoatá, n. 92, p , TEIXEIRA, Wagner Barros. A pré-leitura no discurso didático do professor em aulas de língua materna e língua estrangeira. Dissertação (Mestrado em Estudos Linguísticos Neolatinos) Programa de Pós-Graduação em Letras Neolatinas, Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Site: < 24
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