Prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo nos bancos brasileiros

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo nos bancos brasileiros"

Transcrição

1 Prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo nos bancos brasileiros

2 Principais obrigações impostas aos bancos Identificar e manter atualizados os dados cadastrais dos clientes Registrar as transações realizadas pelos clientes Monitorar as transações realizadas pelos clientes Monitorar de forma diferenciada as transações realizadas por pessoas ou países relacionados em comunicados do GAFI Adotar procedimentos específicos para a manutenção de relação de negócios com clientes considerados pessoas politicamente expostas - PPE Comunicar os indícios detectados ao Coaf Treinar os funcionários Indicar dirigente perante o órgão regulador, como responsável pelo processo de PLD/FT

3 Sanções previstas na Lei 9.613/98 advertência multa pecuniária variável, de 1% até o dobro do valor da operação, ou até 200% do lucro obtido ou que presumivelmente seria obtido pela realização da operação, ou ainda, multa de até R$ 200 mil inabilitação temporária, pelo prazo de até 10 anos, para o exercício do cargo de administrador de instituições financeiras cassação da autorização para operação ou funcionamento da instituição financeira

4 Sanção da sociedade DANOS À IMAGEM

5 Nosso desafio Prevenir o uso dos produtos e dos serviços dos bancos para a lavagem de dinheiro e para o financiamento do terrorismo Assegurar o cumprimento das obrigações legais e regulamentares

6

7 Rede no País 5 mil agências 44 mil TAA 35 millhões de contas correntes

8 Rede no Exterior Presença em 23 países

9 Empresas vinculadas Sociedades Controladas Sociedades Coligadas Entidades Patrocinadas Entidades Administrada Fundação

10

11

12

13

14 Processo de prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo no Banco do Brasil

15 O Processo de PLD/FT no Banco do Brasil Premissas: Responsabilidade Social Cumprimento de obrigações legais e regulamentares

16 O Processo de PLD/FT no Banco do Brasil Direcionadores: Política de prevenção e combate à lavagem de dinheiro Princípio Conheça seu Cliente Detecção, Análise e Comunicação de Indícios Cultura de Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro Princípio Conheça seu Funcionário Acompanhamento e Controle Permanentes

17 O Processo de PLD/FT no BB Política de PLD Princípio Conheça seu Cliente Detecção, Análise e Comunicação de Indícios Cultura de PLD/FT Princípio Conheça seu Funcionário Acompanhamento e Controle Permanentes

18 Política de PLD Políticas Específicas de PLD aprovadas pelo Conselho de Administração Diretoria designada como responsável pela gestão do processo Diretoria de Gestão da Segurança - Diges Definição de responsabilidades para cada um dos níveis hierárquicos Normativos internos específicos para PLD/FT Acompanhamento em nível estratégico - Comitê de Prevenção a Ilícitos Financeiros e Cambiais e Segurança da Informação Participação e apoio a ações no sistema nacional de prevenção e combate à lavagem de dinheiro

19 O Processo de PLD/FT no BB Política de PLD Princípio Conheça seu Cliente Detecção, Análise e Comunicação de Indícios Cultura de PLD/FT Princípio Conheça seu Funcionário Acompanhamento e Controle Permanentes

20 Princípio Conheça seu Cliente Políticas para Identificação de Clientes, aprovadas pelo Conselho de Administração Exigência de cadastramento do cliente para a realização de quaisquer negócios com o Banco Diferentes tipos de cadastro, de acordo com o tipo de negócio realizado pelos clientes Normas e procedimentos internos específicos para o cadastro de clientes: dados e informações sobre identificação, endereço, atividade econômica, capacidade financeira e relacionamentos Identificação diferenciada de clientes considerados pessoas politicamente expostas Manutenção de dados dos clientes em base única de dados

21 O Processo de PLD/FT no BB Política de PLD Princípio Conheça seu Cliente Detecção, Análise e Comunicação de Indícios Cultura de PLD/FT Princípio Conheça seu Funcionário Acompanhamento e Controle Permanentes

22 Detecção, análise e comunicação de indícios Normas e procedimentos internos específicos para a detecção, análise e comunicação de indícios Mecanismo automatizado para a auxiliar o monitoramento e a detecção de indícios Classificação do risco das sinalizações apresentadas pelo aplicativo de detecção, considerando atributos relacionados ao risco do cliente, risco do produto/transação, risco da região e elementos destacadores Decisão centralizada sobre a comunicação de indícios às autoridades competentes Análise da continuidade do relacionamento negocial

23 Detecção, Análise e Comunicação de Indícios Sistemas Operacionais 1 A B C D Z Aplicativo de monitoramento 2 Regras e Parâmetros Atributos + Destacadores 3 4 SINALIZAÇÕES com classificação de risco Diferido pelo Sistema Mídia S Agência N Agência Encerra Demandas Especiais Diges 10 N 11 Diges Difere Comunicação ao Coaf (Siscoaf) S 12 Destacadores: PPE Funcionários Mídia Listas restritivas

24 Detecção, Análise e Comunicação de Indícios Aplicativo Monitoramento Agências Diges 13 Análise da manutenção do relacionamento negocial

25 Detecção, Análise e Comunicação de Indícios TOTAL DE TRANSAÇÕES REALIZADAS PELOS CLIENTES SELEÇÃO PRELIMINAR PELO APLICATIVO DE MONITORAMENTO SINALIZAÇÕES PELO APLICATIVO DE MONITORAMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO ANÁLISE PELA AGÊNCIA DETENTORA DO CADASTRO DO CLIENTE ANÁLISE PELA SEDE (DIGES) COMUNICAÇÃO AO COAF ENCERRAMENTO DA RELAÇÃO NEGOCIAL

26 O Processo de PLD/FT no BB Política de PLD Princípio Conheça seu Cliente Detecção, Análise e Comunicação de Indícios Cultura de PLD/FT Princípio Conheça seu Funcionário Acompanhamento e Controle Permanentes

27 Cultura de PLD/FT Treinamentos específicos sobre prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo cursos auto-instrucionais curso presencial Palestras e workshops para públicos específicos Administradores de agências Unidades da Direção Geral Órgão regionais Dependências no exterior Certificação Interna de Conhecimentos sobre Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro Ações de comunicação interna: divulgação de matérias sobre o tema nos canais de comunicação interna ( Cartilha na intranet e matérias na Agência de Notícias ) Ações de comunicação externa

28 Cursos PLD/FT Oficina Análise de Indícios de Lavagem de Dinheiro Oficina Aild Presencial Sinapse PLD/FT [versão em português] Auto-instrucional, intranet

29 Cursos PLD/FT Sinapse PLD/FT [versão em inglês] Auto-instrucional, intranet Sinapse Introdução a PLD/FT Auto-instrucional, intranet

30 Certificação PLD/FT Certificação Interna de Conhecimentos em Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro Presencial Posição em julho/2011

31 Ações de comunicação interna Cartilha Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro Intranet >> Segurança

32 Ações de comunicação externa Portal bb.com.br >> Segurança

33 O Processo de PLD/FT no BB Política de PLD Princípio Conheça seu Cliente Detecção, Análise e Comunicação de Indícios Cultura de PLD/FT Princípio Conheça seu Funcionário Acompanhamento e Controle Permanentes

34 Princípio Conheça seu Funcionário Código de Ética Normas de Conduta Critérios para ingresso de funcionários, contratados e terceirizados Acompanhamento de alterações inusitadas no padrão de comportamento e na capacidade econômicofinanceira dos funcionários

35 O Processo de PLD/FT no BB Política de PLD Princípio Conheça seu Cliente Detecção, Análise e Comunicação de Indícios Cultura de PLD/FT Princípio Conheça seu Funcionário Acompanhamento e Controle Permanentes

36 Acompanhamento e Controle Permanentes Acompanhamento e controle pela unidade gestora do processo - Diretoria de Gestão da Segurança Informações periódicas ao Comitê de Prevenção a Ilícitos Financeiros e Cambiais e Segurança da Informação Verificações de conformidade pela Diretoria de Controles Internos Avaliações pela Auditoria Interna Avaliações pela Auditoria Independente Avaliações pelos órgãos reguladores/fiscalizadores (Bacen, CVM, Susep, TCU, CGU/SCI)

37 A gestão do processo de prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo no Banco do Brasil

38 Diretoria de Gestão da Segurança xxxxxxxx Gerência de Prevenção a Ilícitos Financeiros e Cambiais Gerência de Gestão Estratégica de Segurança Gerência de Soluções de Segurança da Informação Gerência de Soluções de Segurança dos Negócios Gerência de Segurança de Ambientes e Continuidade dos Negócios Segmento de Prevenção a Ilícitos Financeiros e Cambiais Divisão de Informações Estratégicas Divisão de Gestão das Regionais de Segurança Divisão de Segurança em Produtos e Serviços Divisão de Soluções em PLD Divisão de Análise de Indícios de LD

39 Gerência de Prevenção a Ilícitos Financeiros e Cambiais (José Eduardo Bergo) Segmento de Prevenção a Ilícitos Financeiros e Cambiais Divisão de Informações Estratégicas Divisão de Gestão das Regionais de Segurança Divisão de Segurança em Produtos e Serviços Divisão de Soluções em PLD (Míriam Asmar) Divisão de Análise de Indícios de LD (Carlos César)

40 DIPEC Divisão de Soluções em Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro Gerente de Divisão (Miriam) Assessores (12)

41 DIALD Divisão de Análise de Indícios de Lavagem de Dinheiro Gerente de Divisão (Carlos César) Assessores (9) Gerente de Equipe (1) Gerente de Equipe (1) Assessores (12) Assessores (12)

42

43 Sistema Financeiro Brasileiro

Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro

Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro OBB/BBL Fomento Mercantil São Paulo, 11 de Março de 2013 Agenda 1 Introdução; 2 Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF); 3 Resolução 21 COAF Principais

Leia mais

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção à lavagem de dinheiro e no combate ao financiamento do terrorismo

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção à lavagem de dinheiro e no combate ao financiamento do terrorismo A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção à lavagem de dinheiro e no combate ao financiamento do terrorismo Wolney José dos Anjos Coordenador do Decon Estrutura de Governança de PLD/CFT HISTÓRICO

Leia mais

Programa de Compliance da CCEE

Programa de Compliance da CCEE Programa de Compliance da CCEE O que é compliance São processos e procedimentos adotados pela empresa visando detectar, prevenir e combater fraudes e infrações às leis e regulamentos, bem como assegurar

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES Classificação das Informações 5/5/2015 Confidencial [ ] Uso Interno [ X ]

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO E FINANCIAMENTO AO TERRORISMO

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO E FINANCIAMENTO AO TERRORISMO POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO E FINANCIAMENTO AO TERRORISMO Julho de 2014 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 1. DEFINIÇÕES... 3 2. CONCEITO... 4 3. REGULAMENTAÇÃO... 5 4. OBJETIVOS DO PROGRAMA DE PLDFT...

Leia mais

SUPERVISÃO COOPERATIVA Prevenção da Lavagem de Dinheiro

SUPERVISÃO COOPERATIVA Prevenção da Lavagem de Dinheiro SUPERVISÃO COOPERATIVA Prevenção da Lavagem de Dinheiro 1 Agenda 1. Regulamentação Legislação Federal; normas do Bacen 2. Avaliação dos Sistemas de Controles Internos relacionados a PLD (Art. 1º - Inciso

Leia mais

Manual de Normas e Procedimentos Administração e Finanças

Manual de Normas e Procedimentos Administração e Finanças Manual de Normas e Procedimentos Administração e Finanças POLÍTICA INSTITUCIONAL DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO Referência: Versão: Revisada Data: 04/08/2014 Agosto-2014 Sumário 1 - Introdução... 4

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ. 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE. 35300010230. Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ. 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE. 35300010230. Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ. 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE. 35300010230 Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos Estabelece os conceitos e as diretrizes do Itaú Unibanco

Leia mais

Agências de Fomento e o Sistema Nacional de Prevenção e Combate à LD/FT. Departamento

Agências de Fomento e o Sistema Nacional de Prevenção e Combate à LD/FT. Departamento Agências de Fomento e o Sistema Nacional de Prevenção e Combate à LD/FT Departamento Gerson Romantini Salvador, 07 de Outubro de 2011 Agenda 1. Conceitos essenciais 2. Lei brasileira de combate à LD/FT

Leia mais

BANCO DO BRASIL. Profº. AGENOR PAULINO TRINDADE

BANCO DO BRASIL. Profº. AGENOR PAULINO TRINDADE BANCO DO BRASIL Profº. AGENOR PAULINO TRINDADE PREPARATÓRIO PARA O BANCO DO BRASIL Prof. AGENOR PAULINO TRINDADE LAVAGEM DE DINHEIRO 1. CONCEITO: Lavar recursos, em resumo, é fazer com que produtos de

Leia mais

Marco regulatório de 2009

Marco regulatório de 2009 Marco regulatório de 2009 Circular 3.461/09 Cadastro de Clientes Atualização Cadastral Know Your Customer KYC Pessoas Politicamente Expostas PEPs Cadastro de Clientes Cumprir a regulamentação em vigor

Leia mais

Curso virtual de Formação dos Correspondentes no País em Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo

Curso virtual de Formação dos Correspondentes no País em Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo Curso virtual - Formação em PLD/FT Curso virtual de Formação dos Correspondentes no País em Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo ABBC São Paulo, 9 de abril de 2010

Leia mais

GAFIC/FELABAN/ASBA/ABANSA Unificación de Criterios sobre Administración de Riesgos de LD/FT San Salvador set/2011 1

GAFIC/FELABAN/ASBA/ABANSA Unificación de Criterios sobre Administración de Riesgos de LD/FT San Salvador set/2011 1 GAFIC/FELABAN/ASBA/ABANSA Unificación de Criterios sobre Administración de Riesgos de LD/FT San Salvador set/2011 1 LEGISLAÇÃO LEI Nº 9.613/1998 Regime Administrativo CAPÍTULO VI - Da Identificação dos

Leia mais

Lei de Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro

Lei de Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro Lei de Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro Lei nº 9.613/1998 A Lei nº 9.613/1998, dispõe sobre os crimes de lavagem de dinheiro Estabelece ainda, procedimentos para a prevenção da utilização do sistema

Leia mais

Instrumento Normativo Mandatório Política Norma Procedimento. Impacta Matriz de Risco Não se aplica Sim (Controle de Referencia: )

Instrumento Normativo Mandatório Política Norma Procedimento. Impacta Matriz de Risco Não se aplica Sim (Controle de Referencia: ) Classificação 001 CCO Políticas da Organização Título 002 Admissão e Manutenção de Agente Autônomo de Investimento Responsáveis Diretoria Diretoria Executiva Superintendência(s) Área Autor(es) Fernanda

Leia mais

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 INDICE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1. Objetivo...2 2. Aplicação...2 3. implementação...2 4. Referência...2 5. Conceitos...2 6. Políticas...3

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02

Leia mais

SUPERVISÃO COOPERATIVA Acompanhamento Indireto, acompanhamento dos planos, auditoria e comunicação

SUPERVISÃO COOPERATIVA Acompanhamento Indireto, acompanhamento dos planos, auditoria e comunicação SUPERVISÃO COOPERATIVA Acompanhamento Indireto, acompanhamento dos planos, auditoria e comunicação 1 Acompanhamento Indireto Tratamento das informações Análise intrínseca, evolutiva e comparativa Processos

Leia mais

Identificação do beneficiário final na prevenção dos crimes financeiros. Wolney José dos Anjos Setembro/2012

Identificação do beneficiário final na prevenção dos crimes financeiros. Wolney José dos Anjos Setembro/2012 Identificação do beneficiário final na prevenção dos crimes financeiros Wolney José dos Anjos Setembro/2012 1 Agenda - Supervisão de PLD/CFT - Deficiências identificadas. - Beneficiário final - Conceito

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO FEV/2015 VERSÃO 1.0

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO FEV/2015 VERSÃO 1.0 POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO VERSÃO 2 / 6 1. INTRODUÇÃO A Política de Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro ( Política ) visa promover a adequação das atividades operacionais da DBTRANS

Leia mais

NOVAS TIPOLOGIAS SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP

NOVAS TIPOLOGIAS SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP NOVAS TIPOLOGIAS II Congresso de Combate e Prevenção a Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento ao Terrorismo Setembro de 2012 DANOS Cobrir riscos relativos aos

Leia mais

As posições mantidas na Conta-Clientes pela INSTITUIÇÃO junto à CETIP estão em fase de encerramento ou transferência.

As posições mantidas na Conta-Clientes pela INSTITUIÇÃO junto à CETIP estão em fase de encerramento ou transferência. Atualmente, a INSTITUIÇÃO somente atua, por conta própria, na negociação de valores mobiliários em mercados regulamentados de valores mobiliários administrados pela CETIP, nos termos da INSTRUÇÃO CVM Nº

Leia mais

Modelos de Documentos. Gestão de Continuidade dos Negócios e de Tecnologia da Informação

Modelos de Documentos. Gestão de Continuidade dos Negócios e de Tecnologia da Informação Gestão de Continuidade dos Negócios e de Tecnologia da Informação Secretaria de Fazenda do Distrito Federal As informações, dados e processosapresentados e existentes neste documento, constando seus anexos,

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental 30/07/2015

Política de Responsabilidade Socioambiental 30/07/2015 Política de REGISTRO DAS ALTERAÇÕES Versão Item Descrição resumida da alteração Data APROVAÇÃO Elaboração Responsável Aprovação Diretoria de Presidência Diretoria de Recursos Humanos Diretoria de Diretoria

Leia mais

I. PROGRAMA GLOBAL DE COMPLIANCE

I. PROGRAMA GLOBAL DE COMPLIANCE POLÍTICA DE COMPLIANCE Revisado em Março de 2013 I. PROGRAMA GLOBAL DE COMPLIANCE A The Warranty Group, Inc. (corporação) e suas empresas subsidiárias têm o compromisso de realizar seus negócios de modo

Leia mais

AS CORRETORAS DE CÂMBIO NO SFN

AS CORRETORAS DE CÂMBIO NO SFN AS CORRETORAS DE CÂMBIO NO SFN Gilson Marcos Balliana São Paulo, 10.8.2011 SFN - CONCEITO CONJUNTO DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS QUE VISAM TRANSFERIR RECURSOS DOS AGENTES ECONÔMICOS

Leia mais

Treinamento de Prevenção a Fraudes BTG Pactual Resseguradora e BTG Pactual Vida e Previdência

Treinamento de Prevenção a Fraudes BTG Pactual Resseguradora e BTG Pactual Vida e Previdência Janeiro 2015 Error! Reference source not found. Treinamento de Prevenção a Fraudes Introdução Esse treinamento visa à orientação dos funcionários da Resseguradora S.A. e Vida e Previdência S.A. e das pessoas

Leia mais

Ato Público de Conscientização sobre Assédio Moral no

Ato Público de Conscientização sobre Assédio Moral no Ato Público de Conscientização sobre Assédio Moral no Trabalho AÇÕES DO BB PARA PREVENÇÃO E MITIGAÇÃO DE CONFLITOS CANAIS AÇÕES DE COMUNICAÇÃO CAPACITAÇÃO INDICADORES GERENCIAS PRÁTICAS CORPORATIVAS INTRODUÇÃO

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

SISTEMA DE AUTORREGULAÇÃO BANCÁRIA (SARB)

SISTEMA DE AUTORREGULAÇÃO BANCÁRIA (SARB) SISTEMA DE AUTORREGULAÇÃO BANCÁRIA (SARB) Índice Sistema de Autorregulação Bancária (SARB)- Apresentação Participantes Evolução Evolução Normativa Evolução do Monitoramento Evolução do Canal Conte Aqui

Leia mais

COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E. Vanessa Alessi Manzi 19/09/08

COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E. Vanessa Alessi Manzi 19/09/08 COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E DESAFIOS Vanessa Alessi Manzi 19/09/08 Agenda 1. Compliance conceito e missão 2. Atuação de Compliance nas instituições 3. Ferramentas de Compliance 4. Auditoria e Compliance

Leia mais

Auditorias operacionais. o enquadramento de requisitos financeiros e patrimoniais exigidos dos Participantes da BM&FBOVESPA;

Auditorias operacionais. o enquadramento de requisitos financeiros e patrimoniais exigidos dos Participantes da BM&FBOVESPA; Relatório do 2º Trimestre de 2012 Auditoria Programa de Auditoria Operacional A BSM é responsável por realizar a supervisão e fiscalização dos Participantes da BM&FBOVESPA. Isso é feito por meio de auditorias,

Leia mais

C AF ATUAÇÃO DO COAF NA PREVENÇÃO E COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO

C AF ATUAÇÃO DO COAF NA PREVENÇÃO E COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO ATUAÇÃO DO COAF NA PREVENÇÃO E COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO Set/2011 1 A UIF BRASILEIRA LEI 9.613/98 Prevenção à utilização indevida dos setores econômicos legítimos contra

Leia mais

A FORMALIZAÇÃO COMO TENDÊNCIA

A FORMALIZAÇÃO COMO TENDÊNCIA EVOLUÇÃO DO SEGMENTO DE PROMOÇÃO DE CRÉDITO: A FORMALIZAÇÃO COMO TENDÊNCIA Desenvolvendo Pessoas e Fortalecendo o Sistema Renato Martins Oliva Agenda O que é ABBC Missão e valores Bancos de pequena e média

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 Belo Horizonte

Leia mais

BRUNO AUGUSTO VIGO MILANEZ FELIPE FOLTRAN CAMPANHOLI COMPLIANCE CRIMINAL

BRUNO AUGUSTO VIGO MILANEZ FELIPE FOLTRAN CAMPANHOLI COMPLIANCE CRIMINAL BRUNO AUGUSTO VIGO MILANEZ FELIPE FOLTRAN CAMPANHOLI COMPLIANCE CRIMINAL TÉCNICAS CORPORATIVAS DE PREVENÇÃO DA RESPONSABILIDADE PENAL Compliance Criminal técnicas corporativas de prevenção da responsabilidade

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO IDENTIFICAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E CADASTRO DE CLIENTES

PROCEDIMENTOS DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO IDENTIFICAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E CADASTRO DE CLIENTES SUMÁRIO ITEM INDICE FOLHAS 1 Diretriz 2 2 Objetivo 2 3 Referencias 2 4 Funções Envolvidas 2 5 Procedimentos 2 6 Formulários Aplicáveis 6 7 Avaliação da Eficácia 7 REGISTRO DAS ALTERAÇÕES REVISÃO DATA ALTERAÇÃO

Leia mais

Transações imobiliárias e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras - COAF

Transações imobiliárias e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras - COAF Transações imobiliárias e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras - COAF Migalhas, 16 de novembro de 2006 Nos termos da Resolução 14/06 do COAF (a Resolução 14 ), que produzirá efeitos a partir

Leia mais

Banco Safra S.A. Regras de Conduta e Parâmetros de Atuação ICVM nº 505

Banco Safra S.A. Regras de Conduta e Parâmetros de Atuação ICVM nº 505 Banco Safra S.A. Regras de Conduta e Parâmetros de Atuação ICVM nº 505 1/15 INTRODUÇÃO O Banco Safra S.A., doravante denominado SAFRA, é uma importante instituição financeira respeitada nacional e internacionalmente

Leia mais

ORIGEM DATA DE EMISSÃO ENTRADA EM VIGOR PÁGINA DIRETORIA EXECUTIVA 31/07/2015 31/07/2015 1 / 5

ORIGEM DATA DE EMISSÃO ENTRADA EM VIGOR PÁGINA DIRETORIA EXECUTIVA 31/07/2015 31/07/2015 1 / 5 DIRETORIA EXECUTIVA 31/07/2015 31/07/2015 1 / 5 Assunto: ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DIVERSOS RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Estabelece diretrizes socioambientais relativas ao processo de crédito do Banco

Leia mais

REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A.

REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A. REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A. 1 O participante indicado abaixo, objetivando atuar na qualidade de Intermediário,

Leia mais

POLÍTICA GERAL PARA CORRESPONDENTES BANCÁRIOS (COBANS)

POLÍTICA GERAL PARA CORRESPONDENTES BANCÁRIOS (COBANS) POLÍTICA GERAL PARA CORRESPONDENTES BANCÁRIOS (COBANS) Sumário Introdução...2 Nossos produtos e suas redes de relacionamento...2 Principais responsabilidades na realização das operações para o EMPRESTA

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE À CORRUPÇÃO E OUTROS ATOS LESIVOS

POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE À CORRUPÇÃO E OUTROS ATOS LESIVOS POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE À CORRUPÇÃO E OUTROS ATOS LESIVOS 1. Introdução A presente Política, aplicável à WEG S/A e todas as suas controladas, representa uma síntese das diretrizes existentes na

Leia mais

LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013]

LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013] LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013] PROGRAMA DE COMPLIANCE E ACORDO DE LENIÊNCIA SÃO PAULO RIO DE JANEIRO BELO HORIZONTE BRASÍLIA SALVADOR www.scbf.com. br SUMÁRIO A Lei Anticorrupção

Leia mais

Sistema Brasileiro de PLD/CFT

Sistema Brasileiro de PLD/CFT Sistema Brasileiro de PLD/CFT Flávia Maria Valente Carneiro- Decic/Conaf Salvador, 14 de setembro de 2011 Apresentação com o uso autorizado de slides elaborados pelo Coaf. 2 Roteiro da Apresentação 1.

Leia mais

USO INTERNO GRUPO XP INVESTIMENTOS 2

USO INTERNO GRUPO XP INVESTIMENTOS 2 Política Corporativa de Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro, ao Financiamento do Terrorismo e Ocultação de Bens, Direitos e Valores (PCLD/FT/OBDV) POL CCI 003 1. INTRODUÇÃO A Política de Prevenção

Leia mais

MIG Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo Índice

MIG Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo Índice Índice 1/40 Índice 1 Apresentação... 3 4 1 Estrutura centralizada de monitoramento do Sicoob... 4 Seção 1 Responsabilidades... 4 2 Etapas de monitoramento da PLD/FT... 8 Seção 1 Considerações iniciais...

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Versão 2015.2 Editada em julho de 2015 SUMÁRIO 1. Objetivo da Política...3 2. Abrangência...3 3. Princípios...3 4. Das Diretrizes Estratégicas...4 5. Da Estrutura

Leia mais

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL MARÇO, 2015 ÍNDICE OBJETIVO 3 ESCOPO 3 DEFINIÇÕES Risco Inerente 4 DEFINIÇÕES Risco Operacional 4 DEFINIÇÕES Evento de Risco Operacional 4 FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES

Leia mais

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo DECIC/GABIN JUNHO/2007

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo DECIC/GABIN JUNHO/2007 A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo DECIC/GABIN JUNHO/2007 ÁREA DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO CENTRAL DO BRASIL DESUP: Supervisão

Leia mais

Apresentação... 03. O que é lavagem de dinheiro.. 04. Etapas da lavagem de dinheiro.. 04. Regulamentação 06. Penalidades 07

Apresentação... 03. O que é lavagem de dinheiro.. 04. Etapas da lavagem de dinheiro.. 04. Regulamentação 06. Penalidades 07 1 de 16 ÍNDICE Apresentação... 03 O que é lavagem de dinheiro.. 04 Etapas da lavagem de dinheiro.. 04 Regulamentação 06 Penalidades 07 Operações suspeitas dos crimes de lavagem de dinheiro. 07 Outras operações

Leia mais

REGRAS INTERNAS DE INTERMEDIAÇÃO

REGRAS INTERNAS DE INTERMEDIAÇÃO Página 1 de 16 REGRAS INTERNAS DE INTERMEDIAÇÃO O Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A., CNPJ nº: 92.702.067/0001-96 (doravante BANRISUL ), objetivando atuar na qualidade de Intermediário, conforme

Leia mais

Documento Público Revisão Nº 05 2014. Manual de Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo

Documento Público Revisão Nº 05 2014. Manual de Prevenção e Combate a Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo MANUAL DE PREVENÇÃO E COMBATE A LAVAGEM DE DINHEIRO E FINANCIAMENTO AO TERRORISMO (PLD/FT) Controle de Revisões REV. ITEM DESCRIÇÃO DATA 1 Publicação 10.10.2013 2 Depósitos Inclusão dos Fluxogramas 02.12.2013

Leia mais

Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento do risco operacional.

Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento do risco operacional. RESOLUCAO 3.380 --------------- Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento do risco operacional. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964,

Leia mais

P á g i n a 1. SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras. Manual Operacional

P á g i n a 1. SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras. Manual Operacional P á g i n a 1 SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras Manual Operacional P á g i n a 2 1 SUMÁRIO 2 Orientações gerais... 3 2.1 Perfis de acesso... 4 2.2 Para acessar todas as funcionalidades

Leia mais

Diretrizes e Políticas de Combate e Prevenção Contra a Lavagem de Dinheiro Organização CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA S/A (CNPJ:

Diretrizes e Políticas de Combate e Prevenção Contra a Lavagem de Dinheiro Organização CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA S/A (CNPJ: CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO N.º 3/2008 O Conselho de Administração, com base no disposto no Art. 17 do Estatuto da CAPEMISA Seguradora de Vida e Previdência, em reunião do dia 19 de fevereiro de

Leia mais

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. 28.03.2013 1. OBJETIVO 1.1 A presente Política de Transações com Partes Relacionadas da BB Seguridade Participações S.A.

Leia mais

Desde 1974, estimulando a poupança e ajudando a realizar sonhos! MANUAL DE PLD / FT

Desde 1974, estimulando a poupança e ajudando a realizar sonhos! MANUAL DE PLD / FT 1 INTRODUÇÃO O Brasil com os compromissos assumidos na Convenção de Viena em 1998 aprovou com base na respectiva Exposição de Motivos, a Lei de Lavagem de Dinheiro ou Lei nº 9.613/98, que tipifica crimes

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230 POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE A ATOS ILÍCITOS Objetivo Este documento tem por objetivo consolidar os princípios

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO A Um Investimentos S/A CTVM, conforme definição da Resolução nº 3.721/09, demonstra através deste relatório a sua estrutura do gerenciamento de risco de crédito.

Leia mais

Atuação do Banco Central na Prevenção e no Combate à Lavagem de Dinheiro. Ricardo Liáo Abril de 2008

Atuação do Banco Central na Prevenção e no Combate à Lavagem de Dinheiro. Ricardo Liáo Abril de 2008 Atuação do Banco Central na Prevenção e no Combate à Lavagem de Dinheiro Ricardo Liáo Abril de 2008 DPF ABIN MRE CGU MPS MJ MINISTÉRIO DA FAZENDA COAF BACEN CVM SRF PGFN SUSEP DPF Departamento de Polícia

Leia mais

POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO

POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO Belo Horizonte, Fevereiro de 2016. Diretoria Executiva de Controladoria, Compliance, PLD e Riscos Diretoria de Compliance, PLD e Riscos ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2.

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.445/13 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelos profissionais e Organizações Contábeis, quando no exercício de suas

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.445/13 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelos profissionais e Organizações Contábeis, quando no exercício de suas RESOLUÇÃO CFC N.º 1.445/13 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelos profissionais e Organizações Contábeis, quando no exercício de suas funções, para cumprimento das obrigações previstas

Leia mais

b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob;

b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob; 1. Esta Política institucional de gestão de pessoas: Política institucional de gestão de pessoas a) é elaborada por proposta da área de Gestão de Pessoas da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS O ICBC do Brasil Banco Múltiplo S/A considera de suma importância o processo de gerenciamento de riscos, pois utiliza-o para agregar valor aos seus negócios, proporcionar

Leia mais

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE COMITÊ ORGANIZADOR DOS JOGOS OLÍMPICOS RIO 206 RIO 206 POLÍTICA DE 25/02/205 / 2 Sumário. OBJETIVO... 2 2. DEFINIÇÕES... 2 3. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 5 4. DIRETRIZES... 7 4. Programa Geral de...

Leia mais

Res. CFC 1.445/13 - Res. - Resolução CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE - CFC nº 1.445 de 26.07.2013

Res. CFC 1.445/13 - Res. - Resolução CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE - CFC nº 1.445 de 26.07.2013 Res. CFC 1.445/13 - Res. - Resolução CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE - CFC nº 1.445 de 26.07.2013 D.O.U.: 30.07.2013 (Estabelece normas gerais de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do

Leia mais

1 Introdução... 2. 2 Definições... 3. 3 Compromisso e adesão... 5. 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6

1 Introdução... 2. 2 Definições... 3. 3 Compromisso e adesão... 5. 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6 Manual Anticorrupção Versão 1 Abr/2015 SUMÁRIO 1 Introdução... 2 2 Definições... 3 3 Compromisso e adesão... 5 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6 5 Violações e Sanções Aplicáveis... 6 6 Ações

Leia mais

RELATÓRIO DE COMPLIANCE E GERENCIAMENTO DE RISCO

RELATÓRIO DE COMPLIANCE E GERENCIAMENTO DE RISCO RELATÓRIO DE COMPLIANCE E GERENCIAMENTO DE RISCO DEZEMBRO/2011 Contexto Operacional A Agiplan Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento ( Agiplan ) é uma instituição financeira privada, com

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Standard Chartered Bank, Brasil Página 1 de 8 ÍNDICE I. OBJETIVO... 3 II. CICLO DE REVISÃO... 3 III. DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 IV. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA... 4

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL Versão Março de 2015 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL (Política e procedimentos relacionados ao gerenciamento de risco operacional da Gávea DTVM nos termos da Resolução BCB no 3.380, de 29

Leia mais

Parecer do Comitê de Auditoria

Parecer do Comitê de Auditoria Parecer do Comitê de Auditoria 26/01/2015 Introdução Título do documento De acordo com o que estabelece o seu regimento interno, compete ao Comitê de Auditoria assegurar a operacionalização dos processos

Leia mais

ISO/IEC 17799. Informação

ISO/IEC 17799. Informação ISO/IEC 17799 Norma de Segurança da Norma de Segurança da Informação Segurança da Informação Segundo a norma ISO/IEC 17799, é a proteção contra um grande número de ameaças às informações, de forma a assegurar

Leia mais

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento Douglas Farias Cordeiro ABNT NBR ISO/IEC 27002 Segurança nas operações Responsabilidades e procedimentos operacionais Assegurar a operação segura e correta

Leia mais

GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL

GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL Definição de Risco Operacional Riscos Operacionais cobrem as instâncias onde a corretora pode sofrer perdas inerentes direta ou indiretamente a processos internos falhos ou

Leia mais

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA DE VALORES S.A. Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados Outubro de 2013 Regras

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ABRANGÊNCIA... 3 4. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO... 4 5. GERENCIAMENTO DO RISCO... 5 6. ATIVIDADES PROIBITIVAS E RESTRITIVAS... 6 7. ANÁLISE DE CRÉDITO...

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010 Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010 Sumário 1. Introdução:...3 2. Abrangência:...3 3. Estrutura do Gerenciamento de Risco Operacional:...3 3.1. Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional:...4

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA EXECUTIVA COMITÊ DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA EXECUTIVA COMITÊ DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA EXECUTIVA COMITÊ DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES NORMA OPERACIONAL/DTI/ Nº 01, DE 1 DE SETEMBRO DE 2014. Dispõe sobre a governança e

Leia mais

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS Governança Corporativa se faz com Estruturas O Itaú se orgulha de ser um banco essencialmente colegiado. A Diretoria atua de forma integrada e as decisões são tomadas em conjunto, buscando sempre o consenso

Leia mais

a) Prova da inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica; b) Certidão negativa de débitos junto à Seguridade social; 1

a) Prova da inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica; b) Certidão negativa de débitos junto à Seguridade social; 1 Regulamento para Cadastramento de Instituições Financeiras e similares, sociedade corretoras e Distribuidoras, Gestoras e Administradoras de Títulos e Valores Mobiliários junto à ORGANIZAÇÃO MUNICIPAL

Leia mais

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS 1. CONTEXTO A Porto Seguro Investimentos é uma Instituição Financeira privada, constituída em 8 de abril de 1991,

Leia mais

SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras

SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras P á g i n a 1 SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras Manual Operacional Cadastro e Habilitação P á g i n a 2 SUMÁRIO 1 Orientações gerais... 3 1.1 O que são Pessoas Obrigadas?... 4 1.2 O

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO (Anti-Money Laundering AML)

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO (Anti-Money Laundering AML) POLÍTICA DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE (Anti-Money Laundering AML) 2 1. PREÂMBULO No esteio da adesão do Brasil à Convenção de Viena e, por conseguinte, da aprovação da legislação que criminaliza a lavagem

Leia mais

NORMATIVO SARB 011/2013 PREVENÇÃO E COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO

NORMATIVO SARB 011/2013 PREVENÇÃO E COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO NORMATIVO SARB 011/2013 PREVENÇÃO E COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO E AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO O Sistema de Autorregulação Bancária da Federação Brasileira de Bancos FEBRABAN institui o NORMATIVO DE

Leia mais

Regras e Parâmetros para Intermediação em Mercados Regulamentados Instruções CVM 505/11 e 506/11

Regras e Parâmetros para Intermediação em Mercados Regulamentados Instruções CVM 505/11 e 506/11 Regras e Parâmetros para Intermediação em Mercados Regulamentados Instruções CVM 505/11 e 506/11 Pelo presente instrumento, o participante a seguir indicado, doravante denominado INSTITUIÇÃO, objetivando

Leia mais

Código de Conduta da Dachser

Código de Conduta da Dachser Código de Conduta da Dachser 1. Introdução A fundação de todas as atividades na Dachser é a nossa adesão a regulamentos juridicamente vinculativos em nível nacional e internacional, assim como a quaisquer

Leia mais

Como as instituições financeiras estão mitigando o risco de conduta? Giovanni Falcetta giovannifalcetta@aidarsbz.com

Como as instituições financeiras estão mitigando o risco de conduta? Giovanni Falcetta giovannifalcetta@aidarsbz.com Como as instituições financeiras estão mitigando o risco de conduta? Giovanni Falcetta giovannifalcetta@aidarsbz.com 03.10.2014 Lei Anticorrupção Responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

SEGUROS, RESSEGUROS E PREVIDÊNCIA

SEGUROS, RESSEGUROS E PREVIDÊNCIA SEGUROS, RESSEGUROS E PREVIDÊNCIA 1/3/2016 Em 15 de dezembro de 2015, foram publicadas normas de grande relevância para a indústria de seguros e resseguros, as quais trazem mudanças nas regras de constituição,

Leia mais

Cumprir as leis, regulamentos, normas vigentes aplicáveis aos negócios da EMPRESA:

Cumprir as leis, regulamentos, normas vigentes aplicáveis aos negócios da EMPRESA: POLÍTICA DE PREVENÇÃO A LAVAGEM DE DINHEIRO Revisado em Abril de 2013 1. INTRODUÇÃO Na economia global de hoje, a Lavagem de Dinheiro é um problema cada vez mais complexo que provoca conseqüências econômicas,

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL Setembro 2013 2 1 INTRODUÇÃO Este documento resume as informações relativas à estrutura de gerenciamento do risco operacional do BR Partners Banco de Investimentos

Leia mais

Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos. Junho, 2013

Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos. Junho, 2013 Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos Junho, 2013 1 Contexto Concentração espacial, econômica e técnica; Indústria é de capital intensivo e business to business

Leia mais

MANUAL DE COMBATE AO CRIME DE LAVAGEM DE DINHEIRO

MANUAL DE COMBATE AO CRIME DE LAVAGEM DE DINHEIRO ÍNDICE 1 - Prevenção contra a lavagem de dinheiro ou ocultação de bens e valores...2 1.1 Fontes de recursos de origem suspeita...2 2 - Identificação dos associados e manutenção de registros...3 3 - Conseqüências

Leia mais

Alinhando NBR-ISO/IEC 17799 e 27001 na Administração Pública - USP

Alinhando NBR-ISO/IEC 17799 e 27001 na Administração Pública - USP Alinhando NBR-ISO/IEC 17799 e 27001 na Administração Pública - USP 3 3 Apresentação : Introdução. NBR ISO/IEC 27001 e 17799. Proposta de Plano de Trabalho/Ação. Referências. Confidencialidade Permitir

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Grupo PETRA S.A. Departamento de Tecnologia da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Início da Vigência: 01/Maio/2010 Propriedade do Grupo PETRA S.A. 1. INTRODUÇÃO Este documento foi elaborado

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES () Versão 2.0 08/08/2014 Política de Segurança da Informação e Comunicações - SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 2 2 ABRANGÊNCIA... 2 3 CONCEITOS... 2 3.1 Autenticidade...

Leia mais

COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012

COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012 COAF - RESOLUÇÃO Nº 20, DE 29 DE AGOSTO DE 2012 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas pessoas reguladas pelo COAF, na forma do 1º do art. 14 da Lei nº 9.613, de 3.3.1998. RESOLUÇÃO Nº

Leia mais