ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE DE MUDANÇAS DE SERVIÇOS DE INFRAESTRUTURA DE TI EM DATA CENTERS COM FERRAMENTAS OPEN SOURCE 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE DE MUDANÇAS DE SERVIÇOS DE INFRAESTRUTURA DE TI EM DATA CENTERS COM FERRAMENTAS OPEN SOURCE 1"

Transcrição

1 ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE DE MUDANÇAS DE SERVIÇOS DE INFRAESTRUTURA DE TI EM DATA CENTERS COM FERRAMENTAS OPEN SOURCE 1 Rodrigo de Lima Silva Alexandre Timm Vieira - Orientador Universidade Luterana do Brasil Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Campus Canoas Av. Farroupilha, 8001 Bairro São José CEP Canoas - RS 29 de novembro de 2010 RESUMO Este trabalho apresenta as ferramentas e métodos necessários para manter, controlar e administrar os serviços de infraestrutura de TI em uma empresa que possui diversos serviços críticos em um data center. Após análise e identificação dos problemas no cenário atual, são apresentadas as soluções necessárias e implementação das ferramentas para garantir o controle e administração com qualidade dos serviços de TI. Após a implementação das ferramentas são apresentados os resultados obtidos Palavras-chave: Controle de Mudanças; Open Source; Administração de Serviços de TI. ABSTRACT Title: Administration and management change control of infrastructure IT services in data centers with open source tools This article describes necessary methods and tools, used in order to maintaining, controlling and managing a set of IT infrastructure services of a given company that has several critical services in a data center. After having analyzed and identified the problems regarded to the current scenario, the proposed solutions, and implemented tools to ensure quality control and management of IT service will be presented. After describing the tools implementation all the results obtainde will be presented. Key-words: Change Control; Open Source; IT Service Management. 1 INTRODUÇÃO Com a necessidade cada vez maior de agilizar e manter um ambiente de infraestrutura de TI controlado, várias ferramentas, métodos e processos foram criados com o intuito de possibilitar a excelência na manutenção e entrega dos serviços de TI da organização. A pouco tempo atrás dizia-se que a área de TI da organização precisaria estar alinhada ao negócio, porém hoje em dia a TI já faz parte do negócio, ou seja, são duas áreas que devem estar integradas. Pensando nisso, é necessário que a área de TI esteja preparada para suportar e garantir, em tempo hábil, a entrega de serviços de TI necessárias para o negócio da empresa. Durante o desenvolvimento do trabalho, serão apontados os problemas de manter um ambiente de TI sem controle e será demonstrado as ferramentas que serão utilizadas para resolver estes problemas identificados. Com a necessidade imediata de instalação, configuração e manutenção de servidores torna-se cada vez mais necessário amadurecer os processos de Gerenciamento de Configuração e Gerenciamento de Mudanças. Como base nesse cenário, dois processos do modelo COBIT (Control Objectives for Information 1 Artigo elaborado como Trabalho de Conclusão de Curso de Tecnologia em Redes de Computadores da Universidade Luterana do Brasil, Campus Canoas. 1

2 and Related Technology), que é um framework de Governança de TI, serão utilizados como apoio para realizar este controle. Na seção 2 será descrito a fundamentação teórica das tecnologias e métodos utilizados para realizar a administração, controle e agilidade do ambiente de Infraestrutura de TI em datacenters. O cenário atual e a análise dos problemas serão descritos na seção 3. Na seção 4 será apresentado o projeto, onde serão implementadas as soluções para resolver os problemas enfrentados no cenário atual e ao final, na seção 5, será descrito a conclusão do artigo. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Este capítulo destina-se à apresentação das principais ferramentas e metodologias necessárias para o agilizar e administrar um ambiente de TI em um cenário com centenas de servidores e milhares de serviços. Inicia-se com a definição e explicação de cada software, detalhando seu funcionamento e qual a necessidade de utilização, realizando comparações com outros softwares disponíveis e citando qual a vantagem de utilização do software escolhido. 2.1 Ferramentas de mercado para Gerenciamento de Configuração Existem atualmente no mercado diversos softwares, tanto open source como comerciais, para facilitar a administração e controle de todo ambiente de servidores. Dentre os softwares comerciais podemos citar o Red Hat Network Satellite, um produto da empresa líder no mercado de Sistemas Operacionais Linux, CA Automation Suite for Data Centers da empresa Computer Associates e o Puppet da empresa Puppet Labs e o Spacewalk, que também pertence a empresa Red Hat, porém é a versão open source do produto comercial Satellite. Tanto o Spacewal como o Puppet são softwares open source e não é necessário licenciamento. Estas 4 ferramentas podem ser utilizadas para implantar de forma dinâmica um ambiente controlado e ágil de servidores em um data center, mas cada uma possui suas vantagens e desvantagens, então a decisão tem que ser tomada levando em conta vários fatores, tais como custo de licenciamento, suporte, funcionalidades e principalmente saber qual a ferramenta é a melhor para atender o tipo de negócio e ambiente de TI da empresa Puppet O Puppet é um framework open source de gerenciamento de sistemas e configurações baseados na linguagem de programação Ruby e trabalha no modelo cliente-servidor (TURNBULL, 2007). A sua proposta é entregar para os administradores de sistemas um sistema de gerenciamento simples, consistente, transparente e flexível. Com o Puppet é possível automatizar todo o processo de configuração de um servidor e reproduzir esta configuração para quantos servidores foram necessários ao mesmo tempo, diminuindo consideravelmente o tempo de entrega e configuração dos serviços e também é possível ter a gestão diária da rede e a manter sob controle, concentrando todos os esforços das equipes de TI nos problemas reais e novos projetos. O Puppet funciona de maneira modular, ou seja, é possível adicionar ou remover vários recursos sem a necessidade de reinstalação do software. Os módulos podem automatizar tarefas tais como a criação de um banco de dados, um servidor Web ou um servidor de s por exemplo. Outro recurso importante é o Dashboard, que é uma interface web e uma ferramenta para geração de relatórios. O Dashboard facilita o gerenciamento e configuração de tarefas, fornece a visualização rápida das informações importantes e gera relatórios sobre o sistema. Dando continuidade aos recursos, citar o Facter, que é uma biblioteca da linguagem de programação Ruby e é destinada a reunir informações dos sistemas para a tomada de decisão do Puppet, além de reunir informações sobre o sistema operacional, tais como versão do kernel, número de interfaces de rede entre outras. Este é um dos recursos mais interessantes e uma das vantagens em relação aos outros softwares de 2

3 mercado, pois como ele consegue identificar a versão do sistema operacional, ele executa os comandos de acordo com a distribuição Linux. Por exemplo, ao criar um recurso no Puppet para instalação do software Postfix, ele executa a instalação de acordo com o gerenciador de pacote da distribuição, se for uma distribuição baseada em RPM, o pacote é instalado com o yum, se for distribuição baseada em Debian, o pacote é instalado com o apt Spacewalk Spacewalk é uma solução para gerenciamento de sistemas Linux que permite realizar inventário de informações sobre hardware e software, instalar e realizar atualização de sistemas, customizar pacotes, provisionar, gerenciar e distribuir arquivos de configuração e monitorar sistemas. Como característica, podemos destacar a fácil instalação e administração. O Spacewalk é baseado no Red Hat Network Satellite, diferenciando-se por ser open source e permitir a integração com outras distribuições Linux (seção 2.5) além da Red Hat, tais como CentOS, Fedora e SuSe. Através de uma interface Web de administração, é possível realizar todas as operações de configurações e ter uma idéia de quantidade de servidores registrados e quantos destes servidores estão devidamente atualizados com os últimos patches de segurança. A idéia principal é trabalhar com o conceito de chaves. O administrador de sistemas, ao registrar um servidor no Spacewalk, deve escolher uma chave de ativação, essa chave é definida pelo administrador no Spacewalk. Definindo a chave de ativação o servidor é registrado em um canal (grupo) de atualizações. Outro recurso importante é que pode-se definir através de chaves e canais quais softwares serão instalados utilizando determinada chave, pode-se também criar alguns arquivos de configurações personalizados e com isso criar um padrão de instalação de servidores. 2.2 Ferramentas de mercado para Gerenciamento de Mudanças Para manter o controle de mudanças e configurações é importante utilizar ferramentas que possam realizar este controle, mantendo um histórico de mudanças e controle de versões de softwares. Abaixo alguns conceitos e definições das ferramentas utilizadas atualmente Subversion O Subversion é uma ferramenta open source para controle de versões de softwares. Ele é utilizado normalmente para se ter um histórico de mudanças no código fonte. Na grande maioria dos casos o Subversion é utilizado para auxiliar os desenvolvedores de sistemas, pois ele permite que vários desenvolvedores alterem o mesmo arquivo fonte e depois que realizarem a mudança podem submeter para o repositório central. A cada modificação que é submetida ao repositório, a versão do arquivo é incrementada. Logo, se algum problema ocorrer no software após a mudança, basta fazer o rollback da versão anterior onde o erro não ocorria. Como este controle de versão é muito útil, ele é utilizado por muitos administradores de sistemas para controlar as versões dos arquivos de configurações dos servidores, para que seja possível ter um histórico de mudança e também para fazer um rollback da configuração anterior. Existem alguns clientes Subversion para realizar estas operações, o mais conhecido atualmente no mercado é o TortoiseSVN, que funciona em sistemas operacionais Microsoft Windows e através de interface de comando no Linux, utilizando o comando svn CA Software Change Manager O CA Software Change Manager é um produto da empresa Computer Associates, no qual oferece diversos recursos interessantes para realizar o Gerenciamento de Controle e Gerenciamento de Mudanças, que são dois processos do modelo COBIT. 3

4 Como características podemos citar uma interface web para realização do gerenciamento de mudanças, fácil integração com outras ferramentas da Computer Associates, possui arquitetura multi plataforma, administração centralizada entre outras. 2.3 Modelos de boas práticas de TI Atualmente é muito importante para qualquer empresa utilizar boas práticas para manter um ambiente de TI organizado e para manter o tempo de indisponibilidade do serviço de TI o mais baixo possível. O modelo de boas práticas mais utilizadas no mercado atualmente são o ITIL (Information Technology Infrastructure Library) e o COBIT (Control Objectives for Information and related Technology). O COBIT é um framework de governança de TI e ferramentas de suporte que permite a gestores avaliar as exigências de controle, questões técnicas e riscos financeiros (ICASA, 2010). O CobiT define as atividades de TI em um modelo de processos genéricos com quatro domínios. Esses domínios são Planejar e Organizar, Adquirir e Implementar, Entregar e Suportar e Monitorar e Avaliar. Esses domínios mapeiam as tradicionais áreas de responsabilidade de TI de planejamento, construção, processamento e monitoramento (IT GOVERNANCE INSTITUTE, 2007). Dentro destes 4 domínios existem 34 processos, onde as organizações normalmente acabam não utilizando todos estes processos. Destes 34 processos, podemos destacar dois que são bastante utilizados na área de infraestrutura de TI, que são o DS9 Gerenciar a Configuração e AI6 Gerenciar as Mudanças. Para ser eficaz, o Gerenciamento de Configuração deve estabelecer um repositório central de todos os itens de configuração, identificação e manutenção dos itens de configuração e revisão da integridade dos dados de configuração (IT GOVERNANCE INSTITUTE, 2007). Todas as mudanças, incluindo manutenções e correções de emergência, relacionadas com a infraestrutura e as aplicações no ambiente de produção são formalmente gerenciadas de maneira controlada. As mudanças (incluindo procedimentos, processos, parâmetros de sistemas e de serviço) devem ser registradas, avaliadas e autorizadas antes da implementação e revisadas em seguida, tendo como base os resultados efetivos e planejados. Isso assegura a mitigação de riscos de impactos negativos na estabilidade ou na integridade do ambiente de produção (IT GOVERNANCE INSTITUTE, 2007). 2.4 Distribuições Linux O Linux pode ser definido como Kernel, ou seja, o núcleo do sistema operacional. O Linux se originou em 1991 como um projeto pessoal de Linus Torvalds, um universitário finlandês (NEMETH, SNYDER e HEIN, 2004, p.4). Os softwares, comandos e daemons juntamente com o Kernel (núcleo) formam o sistema operacional. As diferentes formas de montagem do sistema operacional Linux é que formam as distribuições. As distribuições variam em termos de foco, suporte e popularidade (NEMETH, SNYDER e HEIN, 2004 p.5). Como o Linux está licenciada sobre a licença GPL (General Public Licence), as pessoas estão livres para modificar e distribuir, por isso existem tantas distribuições atualmente no mercado RPM As principais e mais perceptíveis diferenças entre elas está na forma como são feitas as atualizações e instalação de softwares. Algumas distribuições utilizam o RPM (Red Hat Package Manager) como gerenciador de pacotes e outras utilizam o DPKG (Debian Package). Devido a estas diferenças, não é possível instalar um software baseado em DPKG em uma distribuição baseada em RPM e vice-versa. Existem também alguns front-ends para estes gerenciadores de pacotes para facilitar ainda mais a instalação de pacotes. Ao instalar algum pacote com o RPM ou DPKG, é realizado uma checagem de dependências, onde se valida se o software que está sendo instalado depende de algum outro pacote, caso o pacote tenha dependência, o RPM ou o DPKG não conclui a instalação e emite um erro informando quais as dependências que estão faltando. O YUM (Yellow dog Updater, Modified) e o APT (Advanced Packaging Tool) são frontends para estes dois gerenciadores de pacotes e resolvem o problema de pendẽncias. O YUM é utilizado em 4

5 distribuições baseadas em Red Hat, tais como Fedora, CentOS, SuSe e o APT é utilizado em distribuições baseadas de Debian. Tanto o YUM como o APT, antes de instalar um pacote, verificam suas dependências e realizar o download dos pacotes necessários para instalação e com isso facilita todo o processo de instalação de softwares. Geralmente, quando se trabalha com administração de servidores, é interessante automatizar todo o processo de instalação de pacotes e muitas vezes esta tarefa se torna complicada, uma vez que existem softwares que não estão empacotados no formato RPM ou DPKG, eles simplesmente são softwares compactados que disponibilizam somente o código fonte e é necessário realizar o processo de compilação e instalação manual, através do processo make e./configure Rpmbuild Uma maneira que é utilizada para automatizar e simplificar este processo é através de empacotamento do código fonte em pacote RPM. O utilitário rpmbuild é utilizado para isso. O rpmbuild realiza o processo de compilação do software e disponibiliza os binários e demais arquivos em um arquivo RPM. Desta forma, os administradores podem disponibilizar de maneira automática vários softwares que não estão nos repositórios principais das distribuições e também permite que se faça pacotes personalizados, de acordo com a necessidade. Todo pacote RPM possui um arquivo de configuração, chamado de spec file, que é a entrada para o utilitário rpmbuild (IBM, 2010). Dentro do arquivo spec é que ficam as informações sobre como o pacote deve ser instalado, qual o caminho dos arquivos e binários e principalemnte onde ficam as informações sobre o autor do software, descrição e principalmente o changelog, ou seja, o log de todas as modificações já realizadas no pacote. É com base neste arquivo que o comando rpm busca as informações quando solicitadas, conforme Figura 1. Figura 1 Verificando as informações do pacote RPM DeltaRPM DeltaRPM é uma ferramenta que gera pacotes RPM's e que contém a diferença entre o pacote instalado e a nova versão do pacote. Com isso, é possível recriar um novo RPM a partir das diferenças, o que acaba diminuindo consideravelmente o seu tamanho. (DELTARPM, 2010). 3 PROJETO/MODELAGEM Este capítulo destina-se à apresentação do cenário atual, análise dos problemas e soluções propostas para resolver os problemas identificados. 5

6 3.1 Cenário atual A empresa onde será implantado as mudanças sugeridas no trabalho atua no mercado financeiro, tendo uma estrutura de tecnologia da informação centralizada em um data center principal e secundário em Porto Alegre e atualmente possui (mil e quatrocentos) unidades de atendimento espalhadas por vários estados brasileiros, entre eles São Paulo, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, conforme ilustrado na Figura 1. Em cada unidade de atendimento há um servidor com sistema operacional Linux, distribuição (seção 2.5) CentOS, onde rodam diversos serviços locais e alguns serviços são executados no data center principal. Todos os servidores das Unidades de Atendimento possuem a mesma configuração e são padronizados, mudando apenas endereçamento de rede IP e hostname, Além dos (mil e quatrocentos) servidores espalhados pelo país, há ainda algumas centenas de servidores no data center principal e praticamente a mesma quantidade de servidores replicados para o data center secundário que servem de contingência caso aconteça alguma falha no data center primário Links para comunicação com a rede WAN A comunicação entre o data center e os servidores das unidades de atendimento se dão através de links MPLS (Multiprotocol Label Switching) e link satelital. O link MPLS é o link primário e o link satelital funciona como contingência, caso o link MPLS fique indisponível. Existem algumas unidades de atendimento que só possuem link satelital, por estarem em alguma região ao qual a Operadora de Telecomunicações não consegue chegar com suas fibras ópticas. Toda a estrutura localizada nas unidades de atendimento, para fins de localização, é chamada de rede WAN. Já a rede LAN fica localizada em Porto Alegre, no mesmo prédio onde está localizado o data center. Neste prédio é onde fica localizado o centro administrativo, que é responsável por prestar todo o suporte tecnológico e administrativo para as unidades de atendimento. Neste local também que fica a área de Infraestrutura de TI da empresa, responsável por manter e administrar toda a área de TI Infraestrutura de servidores localizados na rede WAN Os serviços de infraestrutura que rodam atualmente nos servidores das Unidades de Atendimento são basicamente os seguintes: s Internet Compartilhamento de arquivos DNS Banco de dados Demais aplicações de negócio Como as mudanças nas versões das aplicações é muito constante, é necessário enviar toda mudança para todos os servidores ao mesmo tempo, e isto leva muito tempo caso não tenha algum processo automatizado para realizar estas tarefas. No cenário atual, existe um script em shell para realizar esta tarefa automaticamente. Esse script que roda em todos os servidores consulta todos os dias às 22 horas o repositório de softwares, que fica em um servidor web Apache, e verifica se há alguma atualização de pacote RPM (Seção 2.5) a ser realizado,e se tiver, realiza o download e instalação do pacote. O agendamento para rodar o script de atualização é realizado através da cron, que é uma espécie de agendador de tarefas dos sistemas Microsoft Windows. Existe um servidor no data center que é onde são realizados as mudanças nos pacotes RPM que são enviados para os servidores das unidades de atendimento. É neste servidor que são realizadas as mudanças e atualizações nos aplicativos que são enviados para os servidores. Atualmente, não há um controle de mudanças eficaz nestes aplicativos, os pacotes são apenas modificados e incrementado a release, ou seja, se um pacote estava na versão 1.1.1, após alteração e modificação do pacote a versão é incrementada, ficando O controle das mudanças é feito através do changelog do pacote, conforme explicado na seção

7 3.1.3 Infraestrutura de servidores localizados no data center Já no Data center a estrutura é um pouco diferente. Existem centanas de servidores Linux, com as mais variadas distribuições (seção 2.5), ou seja, um ambiente de TI bastante heterogêneo, com maneiras de administração diferentes, dependendo do servidor. Existem servidores de aplicação TomCat, Jboss e Oracle rodando em diferentes distribuições e sem nenhum tipo de gerenciamento ou controle. Os serviços administrados nos ambientes de produção e que utilizam o sistema operacional Linux como base são dos mais variados tipos, tais como bancos de dados, servidores web, servidores de compartilhamento de arquivos, ente outros. Mas a grande maioria são servidores de aplicação Java, tais como TomCat, Jboss e Oracle. 3.2 Análise e restrições identificadas Este capítulo destina-se a apresentar os problemas identificados no cenário atual, tanto na estrutura de rede WAN como na LAN e propor as soluções necessárias para resolver os problemas identificados Problemas identificados na infraestrutura de serviços da rede WAN Analisando o cenário atual, principalmente na estrutura de rede WAN, onde existem milhares se servidores espalhados por diversos estados do Brasil, percebe-se que ele apresenta alguns problemas por possuir uma estrutura que não permite exceções. Por não permitir exceções, acaba dificultando algumas configurações que são necessárias em servidores diferentes. Por exemplo, quando é necessário enviar alguma aplicação para alguns servidores para se realizar um piloto ou homologação, não é possível colocar esta aplicação no repositório de updates, pois todos os servidores baixarão e instalarão esta aplicação. Uma forma de contornar a situação é enviar via script esta aplicação para uma lista de servidores que devem entrar no piloto. Porém, este modelo não possui um controle eficaz de quais servidores realmente estão em piloto e os que não estão. Outro problema identificado é que como a aplicação é enviada via link de comunicação MPLS, caso algum servidor esteja desligado ou a comunicação esteja indisponível, o envio do(s) arquivo(s) falhará. Devido a este problema, é necessário rodar outro script para realizar a conexão nos servidores para saber se o servidor recebeu ou não o(s) arquivos(s) corretamente. Seguindo a identificação dos problemas, percebe-se que seguidamente os técnicos de campo precisam se deslocar até as unidades de atendimento para realizar a reinstalação do sistema operacional devido a problemas de hardware, tais como erros físicos no hard disk ou queima da placa mãe por exemplo. Os técnicos possuem uma mídia de instalação desatualizada em um cd-rom e com isso a cada nova instalação é necessário realizar a atualização dos pacotes que estão no repositório de atualizações, essa atualização possue em média 1Gb de arquivos. Essa atualização demora em torno de 1 dia até ser concluída e acaba sendo um transtorno para os colaboradores e associados da unidade de atendimento, pois os serviços ficam comprometidos durante quase dois dias úteis. Como a quantidade de servidores na WAN é muito elevada, é inviável manter o controle sem uma ferramenta que permita realizar essa tarefa. Com o passar do tempo, vários servidores ficam com configurações diferentes e outros desatualizados, isto acaba gerando grande quantidade de chamados na Central de Atendimento Problemas identificados na infraestrutura de serviços no data Center Analisando o cenário dos servidores localizados no data center, corfome descrito na seção 3.1, percebe-se que não foi definido um padrão de distribuição Linux (seção 2.5) para utilizar nos servidores, sendo assim o ambiente de TI acabou ficando muito heterogêneo, com diversas distribuições e maneiras de administração diferentes. Existem vários servidores de aplicação TomCat, Jboss e Oracle rodando em diferentes distribuições e sem nenhum tipo de gerenciamento e controle centralizado. Não há também um processo rápido para disponibilizar um servidor de aplicação para a produção, ou seja, quando surge alguma demanda para um novo servidor, o processo de instalação e configuração do sistema operacional e demais aplicações gira em torno de 2 dias úteis, e isso acaba sendo um gargalo na entrega de novos projetos necessários para o negócio. 7

8 Além disso, como não existem ferramentas para o controle, servidores com a mesma aplicação estão com configurações diferentes, o que acaba gerando problemas diferentes. Além disso, é praticamente inviável enviar alguma configuração personalizada para todos os servidores. Por exemplo, caso seja necessário alguma alteração na infraestrutura de servidores DNS, é necessário alterar o arquivo /etc/resolv.conf de todos os servidores, alterando o endereço IP de acordo com os novos servidores DNS. Como não há um processo automatizado, é enviado um para todas as equipes informando que o endereço IP dos servidores DNS foram trocados e é necessário realizar as modificações em todos os servidores da equipe responsável manualmente. Outro problema identificado no cenário anteriormente descrito é que não possui um local definindo onde informa qual equipe é responsável por determinado servidor, ou seja, quando ocorre um problema em um determinado servidor, ficava complicado de definir ou saber se aquele serviço é da equipe de infraestrutura, desenvolvimento ou aplicação. 3.3 Soluções propostas Este capítulo destina-se a apresentar as soluções propostas para resolução dos problemas com base nos problemas identificados no capítulo anterior Infraestrutura de serviços da rede WAN Foi proposto a utilização do software Spacewalk descrito na seção para gerenciamento dos servidores localizados na rede WAN. Através desta ferramenta, será possível identificar facilmente todos os servidores que estão com softwares desatualizados. Como citado na identificação dos problemas, há um grande problema quando é necessário realizar homologação de softwares em determinados servidores. Com a utilização do Spacewalk será possível criar canais de softwares onde ficarão os softwares que serão homologados. Após será possível registrar os servidores desejados neste canal de homologação, com isto haverá um controle de quais servidores estão em homologação e quais servidores estão ou não atualizados. Com a utilização do spacewalk será possível diminuir o tempo de indisponibilidade e atualização dos servidores da rede WAN, facilitando o download de atualizações, já que será possível trabalhar com o conceito de DeltaRPM, citado na seção 2.5.3, ou seja, quando há uma atualização em algum software, o Spacewalk faz o download apenas da diferença entre o pacote instalado e o pacote que sofreu a atualização, ou seja, o download do pacote será muito menor e levará menos tempo para ser concluído. Para o controle de mudanças, seguindo o modelo COBIT, será utilizado a ferramenta Subversion. Através dela, qualquer atualização de software deverá ser comitada antes no repositório, mantendo um histório eficaz de mudanças. Através deste controle será possível identificar qual arquivo ou quais arquivos que sofreram modificações e em qual data Infraestrutura de serviços do data Center A ferramenta Puppet e Spacewalk serão utilizadas para o controle de servidores e serviços localizados no data center. Como o ambiente é heterogêneo, não teria como utilizar somente o Spacewalk, pois ele trabalha com o conceito de pacotes RPM e teria problemas em execução e controle de servidores baseados em Debian ou BSD por exemplo. O Puppet consegue identificar qual o sistema operacional está rodando no servidor, com base nessa informação ele irá executar o comando de acordo com a distribuição, não precisando ser feito um script para cada distribuição. Seguindo nesssa linha, com o deploy de arquivos utilizando o Puppet, será possível resolver problemas do tipo identificado anteriormente, com relação a mudança de DNS. (explicar melhor sobre isso) Por fim, será implementado o Nagios para sanar a falta de um monitoramento eficaz de todos os servidores e serviços. 8

9 4 IMPLEMENTAÇÃO / RESULTADOS Este capítulo destina-se a apresentar os detalhes relevantes para implementar os softwares necessários para as soluções propostas no capítulo anterior para que os problemas identificados no cenário atual sejam sanados. Será demonstrado também os resultados obtidos após a implementação para atingir os objetivos propostos, que são: Deploy automatizado de configurações. Controle e histórico de mudanças. Diminuição do tempo de entrega de serviços. Monitoramento dos serviços. 4.1 Puppet Este capítulo abordará os requisitos, conceitos e configurações relevantes para a instalação e implementação da ferramenta Puppet e apresentará os resultados obtidos após a implementação Requisitos Um dos requisitos para instalação do Puppet é referente ao sistema operacional, pois ele roda apenas em sistemas baseados Unix ou Linux. No momento em que este artigo está sendo escrito, a versão estável do Puppet é a 2.6.2, esta versão está disponível no site do fabricante. É esta a versão utilizada no decorrer do artigo. A distribuição Linux que será usada para instalação será a CentOS versão 5.3. Como não há os pacotes do puppet no repositório principal da distribuição, será compilado e instalado àpartir do código fonte. A instalação é simples, mas existem alguns pré-requisitos para a instalação. É necessário realizar a instalação do interpretador Ruby e suas bibliotecas. Na distribuição CentOS, é possível realizar a instação àpartir do repositório oficial através do comando yum. O Puppet não requer hardware de ponta, mas recomenda-se que seja um servidor com pelo menos 2Gb de RAM e processador Intel acima de 2Ghz, dependendo é claro do número de clientes e configurações. Este modelo de hardware suporta tranquilamente de 50 a 100 clientes conectados Funcionamento Para disponibilizar a conectividade cliente-servidor, o Puppet usa o protoco XML-RPC rodando sobre o protocolo HTTPS na porta Desta maneira, as sessões são encriptadas e são autenticadas com certificados assinados. Cada nodo gera um certificado assinado e então esse certificado é validado e autorizado pelo Puppet Master (TURNBULL, 2007). Depois disso cada cliente contata o servidor, por padrão a cada trinta minutos através de um agente, para confirmar que sua configuração está atualizada. Se uma nova configuração estiver disponível ou a configuração foi alterada, ela é recompilada e então aplicada no cliente. Uma observação importante é que se o cliente não tiver o certificado assinado ele não conseguirá contactar o servidor master, gerando um erro conforme Figura 2. Figura 2 Log informando erro de certificado 9

10 Se for necessário enviar uma atualização com alguma configuração, pode ser realizada forçadamente através do servidor, forçando a configuração no cliente. Se alguma configuração existente no cliente estiver diferente, ela é corrigida de acordo com a original a partir do servidor. Os resultados de qualquer alteração são registrados e transmitidos para o servidor Configurações Primeiramente foram criados alguns diretórios para fins de organização, ou seja, não é necessário seguir esse modelo, todos os arquivos de definições podem ser colocados abaixo de /etc/puppet/manifests diretamente. A estrutura de diretórios ficou conforme Figura 3. Figura 3 Estrutura de diretórios localizados em /etc/puppet Dentro do diretório classes, conforme Figura 4, ficam as definições de classes necessárias, de acordo com a necessidade. No cenário proposto, o arquivo baseapps.pp possui alguns pacotes básicos que devem estar instalados em alguns servidores. O conteúdo do arquivo é listado na Figura 4. Figura 4 - Conteúdo do arquivo baseapps.pp Conforme mostrado na Figura 4, quando o cliente consultar o puppetmaster, ele irá verificar se os pacotes joe, perl e ruby estão instalados, caso não estejam, esses pacotes serão instalados. Conforme Figura 5, no diretório nodes ficam as definições dos nodos, também conhecido como clientes. O conteúdo do arquivo nodes.pp pode ser verificado na Figura 6. 10

11 Figura 5 Definição dos clientes Conforme Figura 5, foram cadastrados dois clientes, onde informa que o nodo web.example.com faz parte da classe webserver e nodo vostro.example.com pertence a classe basenode. Tanto a classe webserver como a classe basenode foram definidas no arquivo template.pp que possui o conteúdo conforme Figura 6. Figura 6 Definições de templates Conforme ilustrado na Figura 7, percebe-se a utilidade de utilizar a funcionalidade Facter, citada no início do capítulo. Ou seja, de acordo com o sistema operacional, é possível definir uma classe com configurações personalizadas. Todos os nodos que forem cadastrados e que utilizem a classe basenode automaticamente incluirão as classes baseapps, ntp e resolv. Com essa configuração foi possível criar um padrão para cada distribuição. A Figura 7 demonstra as definições das classes fedora, debian e centos. 11

12 Figura 7 Definições das classes de Sistemas Operacionais A classe resolv citada anteriormente é uma classe do tipo template, ou seja, é utilizado um modelo de arquivo para satisfazer as necessidades, conforme Figura 8. Neste caso, o modelo é para o arquivo /etc/resolv.conf, que é o arquivo utilizado pelas distribuições Linux para informar quais os servidores DNS serão utilizados para consultas. Quando o cliente utilizar a classe resolv, ele receberá o arquivo resolv.conf padronizado pelo Puppet. Já a classe ntp necessita utilizar a funcionalidade facter, pois depende do sistema operacional utilizado, já que o nome do daemon para iniciar e parar o serviço ntp muda dependendo da distribuição. Figura 8 Exemplo de utilização de templates Para verificação e análise dos logs dos clientes que estão registrados no Puppet, foi instalado o Puppet Dashboard, que é uma interface web utilizada justamente para este fim. 12

13 Figura 9 Tela de log do Puppet Dashboard 13

14 4.1.4 Resultados Com a implementação e configuração do Puppet foi possível resolver os problemas identificados na seção 3.2.2, pois foram criados algumas definições de distribuições Linux, pacotes que devem ser instalados por padrão nas distribuições e templates de arquivos de configurações. Nos testes realizados na implementação foi definido um template para o arquivo /etc/resolv.conf para padronizar a consulta DNS dos servidores. Caso seja necessário qualquer alteração de endereçamento IP dos servidores DNS, basta alterar o template no Puppet e essa configuração será replicada para todos os servidores de forma automática. Também foi definido um template para o arquivo /etc/ntp.conf onde definiu-se quais seriam os servidores NTP (Network Time Protocol) que deveriam ser consultados para atualização de horário do sistema operacional. Dependendo da distribuição Linux, a forma de iniciar e parar o serviço ntp muda um pouco. Por exemplo, em distribuições Debian, o daemon do NTP é ntp, já na distribuição CentOS é ntpd. Com a utilização da funcionalidade Facter do Puppet, foi possível tratar esta peculiaridade, pois o Puppet consegue identificar qual o Sistema Operacional e iniciar o serviço corretamente. 4.2 Spacewalk Este capítulo abordará os requisitos, conceitos e configurações relevantes para a instalação e implementação da ferramenta Spacewalk Requisitos É recomendável que o Spacewalk seja instalado em uma das três distribuições mais utilizadas atualmente no mercado corporativo, que são: Red Hat, Fedora e CentOS. É recomendável também um hardwware robusto, pois o Spacewalk trabalha com banco de dados, podendo ser Oracle ou Postgresql. O espaço em disco para armazenar os pacotes de instalação depende de quais canais de distribuições serão utilizadas, mas recomenda-se pelo menos 6GB por cada canal de software. Com relação a memória, o mínimo é 2GB e o recomendado é 4GB ou mais Funcionamento O Spacewalk trabalha com o conceito de canais e chaves. Os canais são os repositórios de softwares. Por exemplo, existe um canal chamado CentOS5.3 e outro chamado de Fedora13, dentro do canal CentOS5.3 existem diversos softwares específicos para esta distribuição e o mesmo ocorre com o canal Fedora13. Quando um cliente faz o registro, ele utiliza uma chave, esta chave contém a informação de qual canal de software aquele servidor será registrado e a partir daí o cliente baixa as atualizações disponíveis daquele canal. Uma observação importante é que não é necessário realizar a instalação de nenhum agente nos clientes Configurações Foi criada uma chave de ativação no Spacewalk para os servidores da rede WAN, conforme ilustrado na Figura 9. Quando um servidor da rede WAN for registrado utilizando esta chave, ele automaticamente será cadastrado no grupo. A chave de ativação é gerada automaticamente pelo Spacewalk. Para que o servidor cliente faça o registro no Spacewalk, basta ele executar o comando abaixo, informando a chave de ativação conforme ilustrado na Figura 10: rhn]# rhnreg_ks --activationkey 1-3bfa903c ce serverurl https://app1web1p.example.com/xmlrpc 14

15 Figura 10 Chaves de ativação no Spacewalk Após a ativação do cliente, já é possível visualizar as informações no Spacewalk referente ao sistema, tais como updates, erratas, etc, conforme ilustrada na Figura 11. Figura 11 Informações de servidores registrados no Spacewalk Foi criado também um canal de configuração chamado homologacao. Este canal tem o objetivo de disponibilizar os pacotes que serão usados para testes. Esta configuração permite que se tenha controle de todos os servidores que estão em homologação. Dentro deste canal é possível colocar todos os pacotes desejados para homologação e os servidores que estiverem cadastrados neste canal farão o download e instalação do pacote automaticamente. Conforme pode ser visto na Figura 12, dentro do canal de configuração homologação, são listados todos os sistemas que estão registrados, facilitando o controle. 15

16 Figura 12 Lista de servidores registrados no canal de homologação Na aba Packages pode ser visualizado os pacotes que fazem parte deste canal, conforme Figura 13. Figura 13 Lista de pacotes no canal de homologação Conforme ilustrado na Figura 13, o pacote oracle-xe-univ está incluso no canal de homologação, o que significa que este pacote será instalado em todos os servidores que estiverem registrados neste canal Componente extra Foi configurado e implementado no ambiente de testes a utilização de pacotes Deltarpm, conforme explicado na seção O objetivo de trabalhar com pacotes Detarpm é diminuir o tamanho do pacote RPM e com isso diminuir também o tempo de download de atualizações. Conforme Figura 14, foi criado um pacote hello noarch.rpm que contém 3 arquivos: Samba3- HOWTO.pdf, hello e hello.1.gz. Este arquivo possui o tamanho de 3.2Mb. Após foi criado um novo pacote, onde foi adicionado um novo arquivo chamado BIND.pdf. Após foi criado o pacote deltarpm, com a diferença entre a versão e do pacote. Conforme ilustrado na Figura 15, o pacote hello noarch.rpm foi criado contendo 4 arquivos: Samba3-HOWTO.pdf, hello, hello.1.gz e BIND.pdf. O pacote hello noarch.rpm ficou com o tamanho de 408Kb, apenas com a diferença entre a versão e 2.6.5, ou seja, apenas o tamanho do arquivo BIND.pdf. 16

17 4.2.5 Resultados Figura 14 Diferença de tamanho dos pacotes utilizando Deltarpm Conforme ilustrado nas figuras acima, nos testes realizados com a configuração e implementação do Spacewalk, foi possível resolver os problemas identificados na seção Foi criado uma chave de ativação para os servidores localizados na rede WAN e um canal de homologação com o intuito de disponibilizar neste canal os softwares que deveriam ser homologados. Com essa configuração, foi possível identificar quais os servidores que estavam registrados no canal de homologação e também quais os servidores que estavam devidamente registrados no Spacewalk e devidamente atualizados. Com a utilização dos pacotes Deltarpm durante os testes, foi perceptível os resultados obtidos com relação ao tamanho dos pacotes. Os resultados mostraram que com a utilização dos pacotes Deltarpm podese diminuir o tamanho do pacote em torno de 70%. Com essa utilzação, foi possível resolver o problema citado na seção 3.2.1, onde era necessário grande quantidade de tempo e de link de comunicação a cada nova instalação de servidores. 4.3 Subversion Este capítulo abordará os requisitos, conceitos e configurações relevantes para a instalação e implementação da ferramenta Subversion Requisitos Não há requisitos para a instalação do Subversion. Existe instalador para os mais variados sistemas operacionais, incluindo AIX, CentOS, Debian, Fedora, FreeBSD, HP-UX, Mac OS X, Solaris e Microsoft Windows. Não é necessário também de um hardware robusto Funcionamento O Subversion é um sistema centralizado de compartilhamento de informações (SUSSMAN, FITZPATRICK e PILATO, 2004). Este sistema centralizado é chamado também de repositório. O respositório armazena as informações no formato de árvore, tipicamente na hierarquia de arquivos e diretórios. O funcionamento é simples, o cliente baixa os arquivos armazenados no repositório para sua máquina local e realiza as modificações que achar necessário. Após realizar as modificações, o cliente pode enviar as modificações para o repositório principal, com isso os demais clientes podem consultar as alterações que foram realizadas em um determinado arquivo. Ou seja, nenhuma modificação é feita no repositório central, somente nos clientes. 17

18 4.3.3 Configurações O Subversion será utilizado para controle de mudanças e configurações, de acordo com o modelo COBIT, para realizar as mudanças nos pacotes que serão distribuídos para homologação dos servidores localizados na rede WAN. Esse controle é necessário, pois assim será possível enviar correções e atualizações de softwares que estão em homologação facilmente. Foi criado uma estrutura de diretórios necessários para a compilação e montagem dos pacotes RPM's. Não é recomendável realizar a compilação de pacotes utilizando o usuário root, então foi criado o usuário compiler. Dentro do diretório home deste usuário foi criado o diretório chamado projetos. Dentro desta pasta foram criados os diretórios BUILD, RPMS, SPECS e SRPMS. Esta é a estrutura de diretórios padrão para distribuições que utilizam o gerenciador de pacotes RPM. Será esta a estrutura de diretórios que será versionada pelo Subversion. Foi criado então um projeto chamado Hello para demonstrar o funcionamento da solução. Conforme explicado anteriormente foi criado o seguinte diretório /home/compiler/projetos/projeto-hello. Dentro deste diretório foram criado s os diretórios BUILD,RPMS,SPECS e SRPMS. Foi realizado então a montagem do pacote RPM utilizando o utilitário rpmbuild, citado na seção Após a montagem do pacoter ter sido realizada corretamente, foi importado o diretório projetos para o repositório Subversion com o comando svn import conforme Figura 15. Figura 15 Importando o projeto para o repositório Conforme Figura 16, após a importação do projeto, é possível listar os projetos que estão disponíveis no repositório. Figura 16 Listagem dos projetos do repositório Após realizar a importação do projeto para o respositório, é recomendável remover o diretório local criado e realizar o checkout do código através do Subversion, somente assim se terá o controle de versionamento, conforme ilustrado na Figura

19 Figura 17 Realizando o checkout do projeto Hello Qualquer alteração em algum arquivo deverá ser comitado ao repositório Subversion através do comando snv ci. Através deste processo todos os arquivos serão versionados e será possível ter o controle de todas as mudanças e também será possível verificar o log de mudanças com o comando svn log, conforme Figura Resultados Figura 18 Comitando alterações no repositório e verificando log de alterações Após a implementação do Subversion, citada acima, foi possível controlar todas as mudanças nos pacotes RPMS que são modificados e enviados para a produção, garantindo assim o Controle de Configurações e Mudanças, conforme modelo COBIT. Com a implementação do Subversion, qualquer alteração em algum arquivo necessariamente necessita ser enviado/gravado no repositório central. Com isso, qualquer alteração realizada fica devidamente registrada nos logs para uma possível auditoria para identificação de erros. 5 CONCLUSÃO Este trabalho demonstrou as ferramentas e métodos necessários para administrar e controlar um ambiente de serviços de infraestrutura de TI em um data center. Foi realizado uma análise dos problemas atuais e proposto a implementação de ferramentas para solucionar os problemas identificados. Durante a implementação e configurações das ferramentas propostas, 19

20 foi possível concluir o quanto é importante manter sob controle a administração de serviços e mudanças em um ambiente de TI, de acordo com alguns processos do modelo COBIT. Com a utilização do Spacewalk e do conceito de Deltarpm, pode-se perceber os benefícios que estas ferramentas podem trazer para o ambiente de TI, tais como diminuição de até 70% de download de pacotes de atualizações, controle de servidores que possuem softwares em homologação, padronização de configurações e uma visão geral de todos os servidores que possuem atualizações pendentes. Utilizando o Puppet em um ambiente de servidores totalmente heterogêneo, ou seja, com diversas distribuições Linux diferentes, foi possível controlar e padronizar as configurações dos servidores, facilitando também o deploy automático de configurações para todos os servidores caso fosse necessário qualquer alteração em algum arquivo de configuração ou serviço. Com a implementação e configuração do Subversion, foi possível registrar todas as alterações realizadas em arquivos de configuração ou demais mudanças em pacotes de softwares, tudo de acordo com o processo do modelo COBIT. Algumas limitações foram identificadas durante o artigo. O Puppet é uma ferramenta muito poderosa por ser baseada em linguagem de programação, mas ainda precisa de uma interface gráfica para realizar as configurações de maneira mais simples e funcional. O Puppet possui uma interface gráfica, chamada de Dashboard, mas que não permite realizar configurações, apenas consultar detalhes dos sistemas registrados e erros encontrados. É importante citar algumas sugestões para trabalhos futuros, ente elas a integração de todas as ferramentas citadas no trabalho, deixando o Spacewalk apenas como ferramenta de inventário de servidores, o Puppet como ferramenta de deploy de configurações e o Subversion para controlar todas as mudanças, tanto no Puppet como no Spacewalk. REFERÊNCIAS DELTARPM. Disponível em: <http://freshmeat.net/projects/deltarpm/> Acesso em: 03 nov IBM. Disponível em: <http://www.ibm.com/developerworks/linux/library/l-rpm1/index.html> Acesso em: 02 nov ICASA. Disponível em: <http://www.isaca.org/knowledge-center/cobit/pages/overview.aspx.> Acesso em: 30 out INFORMATION Technology Infrastructure Library. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/information_technology_infrastructure_library>. Acesso em: 30 out IT GOVERNANCE INSTITUTE. It Governance Roundtable: it Governance Trends. Disponível em: <http://www.itgi.org/amtemplateebff.pdf?section=itgi_research_publications&template=/contentmana gement/contentdisplay.cfm&contentid=40353> Acesso em: 30 out NEMETH, Evi; SNYDER, Garth; HEIN, Trent. Manual Completo do Linux, Guia do Administrador. São Paulo: Pearson Makron Books, p. SUSSMAN, Ben; FITZPATRICK, Brian; PILATO, Michael. Version Control with Subversion. Califórnia, EUA: O'Reilly, p. TURNBULL, James. Pulling Strings with Puppet. New York, EUA: Apress, p. 20

Funcionalidades da ferramenta zabbix

Funcionalidades da ferramenta zabbix Funcionalidades da ferramenta zabbix Jordan S. Romano¹, Eduardo M. Monks¹ ¹Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS (FATEC PELOTAS) Rua Gonçalves Chaves,

Leia mais

Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais

Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais Linux: Introdução Fabricio Breve Introdução O que é Linux? Uma versão do UNIX (re-implementação do padrão POSIX) Principais diferenciais: Gratuito

Leia mais

Uma poderosa ferramenta de monitoramento. Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP

Uma poderosa ferramenta de monitoramento. Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP Uma poderosa ferramenta de monitoramento Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP Abril de 2008 O que é? Características Requisitos Componentes Visual O que é?

Leia mais

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView Sistema de Gerenciamento DmView O DmView é o Sistema de Gerência desenvolvido para supervisionar e configurar os equipamentos DATACOM, disponibilizando funções para gerência de supervisão, falhas, configuração,

Leia mais

Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores

Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores Este artigo demonstra como configurar uma rede virtual para ser usada em testes e estudos. Será usado o VirtualBox

Leia mais

Guia de Atualização PROJURIS WEB 4.5. Manual do Técnico Atualização - ProJuris Web 4.5. Manual do Técnico Atualização - ProJuris Web 4.

Guia de Atualização PROJURIS WEB 4.5. Manual do Técnico Atualização - ProJuris Web 4.5. Manual do Técnico Atualização - ProJuris Web 4. Guia de Atualização PROJURIS WEB 4.5 Por: Fabio Pozzebon Soares Página 1 de 11 Sistema ProJuris é um conjunto de componentes 100% Web, nativamente integrados, e que possuem interface com vários idiomas,

Leia mais

Servidor de OpenLAB Data Store A.02.01 Lista de Preparação do Local. Objetivo do Procedimento. Responsabilidades do cliente

Servidor de OpenLAB Data Store A.02.01 Lista de Preparação do Local. Objetivo do Procedimento. Responsabilidades do cliente Servidor Lista de Preparação de OpenLAB do Data Local Store A.02.01 Objetivo do Procedimento Assegurar que a instalação do Servidor de OpenLAB Data Store pode ser concluída com sucesso por meio de preparação

Leia mais

Curso de Linux Básico

Curso de Linux Básico Curso de Linux Básico Oficina TecnoJovem Outubro/2013 Instalação de Programas Introdução Pacotes Gerenciamento de Pacotes Exemplos Material baseado na Documentação Ubuntu, disponível na Internet (WIKI)

Leia mais

Mandriva Pulse - Especificações e recursos

Mandriva Pulse - Especificações e recursos Mandriva Pulse - Especificações e recursos Mandriva Brasil 2 de abril de 2015 Lista de Tabelas 1 Tabela resumo dos diferenciais do Pulse....................... 9 Lista de Figuras 1 Interface web do Mandriva

Leia mais

FileMaker Pro 14. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 14

FileMaker Pro 14. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 14 FileMaker Pro 14 Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 14 2007-2015 FileMaker, Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara,

Leia mais

Excelência em Metodologia de Helpdesk

Excelência em Metodologia de Helpdesk Excelência em Metodologia de Helpdesk O IntraDesk foi desenvolvido com base nas melhores práticas conhecidas de Helpdesk, indicadas por organizações como o Gartner Group e o Helpdesk Institute, que, aliadas

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação A TI de antes (ou simplesmente informática ),

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

Versionamento de Código. Núcleo de Desenvolvimento de Software

Versionamento de Código. Núcleo de Desenvolvimento de Software Versionamento de Código Núcleo de Desenvolvimento de Software Por quê? Facilidades de utilizar um sistema de versionamento de código. Várias versões Quando se salva uma nova versão de um arquivo, a versão

Leia mais

Implantação do Zabbix para monitoramento de infraestrutura

Implantação do Zabbix para monitoramento de infraestrutura Implantação do Zabbix para monitoramento de infraestrutura Raphael Celuppi Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Setembro 2009 Sumário

Leia mais

Infracontrol versão 1.0

Infracontrol versão 1.0 Infracontrol versão 1.0 ¹Rafael Victória Chevarria ¹Tecnologia em Redes de Computadores - Faculdade de Tecnologia SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) Rua Gonçalves Chaves 602-A Centro 96015-560

Leia mais

Parceiro Oficial de Soluções Zabbix no Brasil

Parceiro Oficial de Soluções Zabbix no Brasil Apresentação A Vantage TI conta uma estrutura completa para atender empresas de todos os segmentos e portes, nacionais e internacionais. Nossos profissionais dedicam-se ao desenvolvimento e criação de

Leia mais

Soluções de Gerenciamento de Clientes e de Impressão Universal

Soluções de Gerenciamento de Clientes e de Impressão Universal Soluções de Gerenciamento de Clientes e de Impressão Universal Guia do Usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Windows é uma marca registrada nos Estados Unidos da Microsoft Corporation.

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA

MINISTÉRIO DA FAZENDA MINISTÉRIO DA FAZENDA Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PGFN Departamento de Gestão Corporativa - DGC Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação - CTI CATÁLOGO DE SERVIÇOS DE TECNOLOGIA Infraestrutura

Leia mais

Controle de Acesso em Rede

Controle de Acesso em Rede Segurança de Rede Segurança de rede e segurança de sistema (servidor individual) têm muito em comum Há redes onde o usuário faz login no domínio da rede para ter acesso aos recursos; em outras, se conecta

Leia mais

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS

Leia mais

Líder em Soluções Samba 4 no Brasil

Líder em Soluções Samba 4 no Brasil Apresentação Líder em Soluções Samba 4 no Brasil A Vantage TI conta uma estrutura completa para atender empresas de todos os segmentos e portes, nacionais e internacionais. Nossos profissionais dedicam-se

Leia mais

MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução

MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução Autor Público Alvo Rodrigo Cristiano dos Santos Suporte Técnico, Consultoria e Desenvolvimento. Histórico Data 13/06/2012 Autor Rodrigo Cristiano Descrição

Leia mais

Symantec Discovery. Controle seu software e hardware e monitore a conformidade com as licenças em toda a infra-estrutura de TI de várias plataformas

Symantec Discovery. Controle seu software e hardware e monitore a conformidade com as licenças em toda a infra-estrutura de TI de várias plataformas Symantec Discovery Controle seu software e hardware e monitore a conformidade com as licenças em toda a infra-estrutura de TI de várias plataformas VISÃO GERAL O Symantec Discovery ajuda a garantir a resiliência

Leia mais

Endpoint Security Platform

Endpoint Security Platform AKER Endpoint Security Platform Proteção de endpoints dentro e fora da empresa Ataques virtuais a redes corporativas têm se tornado cada vez mais comuns. Sob constante ameaça, as empresas passaram a utilizar

Leia mais

Curso de Linux Básico com o Linux Educacional

Curso de Linux Básico com o Linux Educacional Curso de Linux Básico com o Felipe Buarque de Queiroz felipe.buarque@gmail.com Unidade Gestora de Tecnologia da Informação - UGTI Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Alagoas - FAPEAL Maio de 2009

Leia mais

Cisco UCS Mini: solução avançada com recursos corporativos

Cisco UCS Mini: solução avançada com recursos corporativos Resumo da solução Cisco UCS Mini: solução avançada com recursos corporativos Você deseja uma solução de computação unificada para a sua empresa de médio ou pequeno porte ou para o padrão avançado do seu

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel Software de gerenciamento do sistema Intel do servidor modular Intel Declarações de Caráter Legal AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE DOCUMENTO SÃO RELACIONADAS AOS PRODUTOS INTEL, PARA FINS DE SUPORTE ÀS PLACAS

Leia mais

Asset Inventory Service (AIS)

Asset Inventory Service (AIS) Asset Inventory Service (AIS) Última revisão feita em 02 de Setembro de 2008. Objetivo Neste artigo veremos detalhes sobre o Asset Inventory Service (AIS), um serviço disponível através do System Center

Leia mais

ANEXO 9 DO PROJETO BÁSICO DA FERRAMENTA DE MONITORAMENTO, SEGURANÇA E AUDITORIA DE BANCO DE DADOS

ANEXO 9 DO PROJETO BÁSICO DA FERRAMENTA DE MONITORAMENTO, SEGURANÇA E AUDITORIA DE BANCO DE DADOS ANEXO 9 DO PROJETO BÁSICO DA FERRAMENTA DE MONITORAMENTO, SEGURANÇA E AUDITORIA DE BANCO DE DADOS Sumário 1. Finalidade... 2 2. Justificativa para contratação... 2 3. Premissas para fornecimento e operação

Leia mais

Plano de Gerência de Configuração

Plano de Gerência de Configuração Plano de Gerência de Configuração Objetivo do Documento Introdução A aplicação deste plano garante a integridade de códigos-fonte e demais produtos dos sistemas do, permitindo o acompanhamento destes itens

Leia mais

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 2007 2012 FileMaker Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara,

Leia mais

Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio?

Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio? Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio? A Tecnologia da Informação vem evoluindo constantemente, e as empresas seja qual for seu porte estão cada

Leia mais

Prof. Victor Halla. Unidade IV FUNDAMENTOS DE SISTEMAS

Prof. Victor Halla. Unidade IV FUNDAMENTOS DE SISTEMAS Prof. Victor Halla Unidade IV FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Conteúdo Estudo de Casos; Linux e Windows; Características; VMware e Xen; Características; Ferramentas; Custo total de posse TCO = Total

Leia mais

GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA

GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA GERENCIAMENTO DE PROJETOS PRONIM, IMPLANTAÇÃO SQL SERVER GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA Cliente GOVBR, UEM-MARINGA / Prefeitura Municipal de PEROLA Data 10/09/2015 Versão 1.0 Objeto:

Leia mais

Instruções para Instalação dos Utilitários Intel

Instruções para Instalação dos Utilitários Intel Instruções para Instalação dos Utilitários Intel Estas instruções ensinam como instalar os Utilitários Intel a partir do CD nº 1 do Intel System Management Software (liberação somente para os dois CDs

Leia mais

Sistemas Operacionais. (Capítulo 3) INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO. Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto

Sistemas Operacionais. (Capítulo 3) INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO. Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Sistemas Operacionais (Capítulo 3) INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Classificações 3. CPU 4. Memória 5. Utilitários O que se

Leia mais

Procedimentos para utilização do Sistema de Apoio a Gerência Unificada de Informações - SAGUI

Procedimentos para utilização do Sistema de Apoio a Gerência Unificada de Informações - SAGUI Procedimentos para utilização do Sistema de Apoio a Gerência Unificada de Informações - SAGUI Índice 1. - Histórico do Documento...1 2. - Introdução...2 3. - Requisitos...3 4. - Operacionalização do SAGUI...3

Leia mais

Sistemas operacionais de rede: Windows e Linux

Sistemas operacionais de rede: Windows e Linux Sistemas operacionais de rede: Windows e Linux Introdução Um sistema operacional de rede é simplesmente um sistema operacional com serviços de rede, que chamamos de um modo geral de servidor. Dependendo

Leia mais

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS Cilene Loisa Assmann (UNISC) cilenea@unisc.br Este estudo de caso tem como objetivo trazer a experiência de implantação

Leia mais

Revisão para a prova B2. Conteúdo das Aulas: 10, 11 e 14

Revisão para a prova B2. Conteúdo das Aulas: 10, 11 e 14 Revisão para a prova B2 Conteúdo das Aulas: 10, 11 e 14 Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor:

Leia mais

Aula 4: Montagem e Disponibilização Frameworks Genéricos

Aula 4: Montagem e Disponibilização Frameworks Genéricos Aula 4: Montagem e Disponibilização Frameworks Genéricos Diego Passos Universidade Federal Fluminense Técnicas de Projeto e Implementação de Sistemas II Diego Passos (UFF) Montagem e Disponibilização Frameworks

Leia mais

Quarta-feira, 09 de janeiro de 2008

Quarta-feira, 09 de janeiro de 2008 Quarta-feira, 09 de janeiro de 2008 ÍNDICE 3 4 RECOMENDAÇÕES DE HARDWARE PARA O TRACEGP TRACEMONITOR - ATUALIZAÇÃO E VALIDAÇÃO DE LICENÇAS 2 1. Recomendações de Hardware para Instalação do TraceGP Este

Leia mais

ANEXO II PERFIL DOS TÉCNICOS E ANALISTAS, FORMAÇÃO E ATIVIDADES A DESENVOLVER

ANEXO II PERFIL DOS TÉCNICOS E ANALISTAS, FORMAÇÃO E ATIVIDADES A DESENVOLVER PERFIL DOS TÉCNICOS E ANALISTAS, FORMAÇÃO E ATIVIDADES A DESENVOLVER 1. FORMAÇÃO, CONHECIMENTO E HABILIDADES EXIGIDAS 1.1. PERFIL DE TÉCNICO EM INFORMÁTICA: 1.1.1.DESCRIÇÃO DO PERFIL: O profissional desempenhará

Leia mais

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert:

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert: BRAlarmExpert Software para Gerenciamento de Alarmes A TriSolutions conta com um produto diferenciado para gerenciamento de alarmes que é totalmente flexível e amigável. O software BRAlarmExpert é uma

Leia mais

FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU - BRASIL REGULAMENTO DO PROCESSO SELETIVO Nº 42.15

FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU - BRASIL REGULAMENTO DO PROCESSO SELETIVO Nº 42.15 REGULAMENTO DO PROCESSO SELETIVO Nº 42.15 A FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU BRASIL (FPTI-BR) torna público que serão recebidas as inscrições para o Processo Seletivo nº 42.15 sob contratação em regime

Leia mais

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Windows 2003 Server Introdução Nessa Aula: É apresentada uma visão rápida e geral do Windows Server 2003. O Foco a partir da próxima aula, será no serviço de Diretórios

Leia mais

PORTARIA Nº 178 DE 25 DE OUTUBRO DE 2012.

PORTARIA Nº 178 DE 25 DE OUTUBRO DE 2012. PORTARIA Nº 178 DE 25 DE OUTUBRO DE 2012. Acrescenta a arquitetura de padrões tecnológicos de Interoperabilidade - e- PINGRIO, no segmento recursos tecnológicos o padrão tecnológico sistemas operacionais

Leia mais

LEIA ISTO PRIMEIRO. IBM Tivoli Configuration Manager, Versão 4.2.1

LEIA ISTO PRIMEIRO. IBM Tivoli Configuration Manager, Versão 4.2.1 LEIA ISTO PRIMEIRO IBM Tivoli, Versão 4.2.1 O IBM Tivoli, Versão 4.2.1, é uma solução para controlar a distribuição de software e o inventário de gerenciamento de recursos em um ambiente multiplataformas.

Leia mais

O B B J E E T T I V V O O S

O B B J E E T T I V V O O S OBJ E T I VOS Conhecer as características e possibilidades do SO Linux, como workstation simples ou elemento componente de uma rede; Analisar a viabilidade de implantação do sistema numa corporação. SU

Leia mais

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade III GOVERNANÇA DE TI

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade III GOVERNANÇA DE TI Profa. Gislaine Stachissini Unidade III GOVERNANÇA DE TI Information Technology Infrastructure Library ITIL Criado pelo governo do Reino Unido, tem como objetivo a criação de um guia com as melhores práticas

Leia mais

A partir do XMon é possível:

A partir do XMon é possível: Monitoramento XMon É uma ferramenta para gerenciar o seu ambiente de TI de forma centralizada e constante, obtendo informações precisas da performance de todos os seus ativos e previna possíveis problemas

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

APLICATIVO PARA ATUALIZAÇÃO EMPRESARIAL

APLICATIVO PARA ATUALIZAÇÃO EMPRESARIAL APLICATIVO PARA ATUALIZAÇÃO AUTOMÁTICA DE UM SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL Marlon Gracietti de Amorim Orientador: Prof. Cláudio Ratke Roteiro de apresentação 1.Introdução 2. Objetivos 3. Fundamentação

Leia mais

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Índice Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter............... 1 Sobre a Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter................ 1 Requisitos de

Leia mais

Curso Técnico de Nível Médio

Curso Técnico de Nível Médio Curso Técnico de Nível Médio Disciplina: Informática Básica 3. Software Prof. Ronaldo Software Formado por um conjunto de instruções (algoritmos) e suas representações para o

Leia mais

Benefícios estratégicos para sua organização. Características especiais. Benefícios. Gestão organizada e controle sobre as solicitações de suporte.

Benefícios estratégicos para sua organização. Características especiais. Benefícios. Gestão organizada e controle sobre as solicitações de suporte. Otimize a gestão de suporte e serviço e administre eficientemente estes procedimentos dentro e fora da sua organização, aumentando seu nível de produtividade. Benefícios Gestão organizada e controle sobre

Leia mais

História. Sistema Operacional

História. Sistema Operacional História Linux é o termo geralmente usado para designar qualquer sistema operacional que utilize o núcleo Linux. Foi desenvolvido pelo Finlandês Linus Torvalds, inspirado no sistema Minix. O seu código

Leia mais

FileMaker Pro 13. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 13

FileMaker Pro 13. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 13 FileMaker Pro 13 Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 13 2007-2013 FileMaker Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara,

Leia mais

O projeto Metasploit é um framework que foi criado em 2003 por HD Moore e é uma plataforma que permite a verificação do estado da segurança dos

O projeto Metasploit é um framework que foi criado em 2003 por HD Moore e é uma plataforma que permite a verificação do estado da segurança dos O projeto Metasploit é um framework que foi criado em 2003 por HD Moore e é uma plataforma que permite a verificação do estado da segurança dos computadores existentes numa determinada rede, permitindo

Leia mais

Librix...3. Software Livre...3. Manual Eletrônico...3. Opções de Suporte...3. Configuração de Dispositivos Básicos...4

Librix...3. Software Livre...3. Manual Eletrônico...3. Opções de Suporte...3. Configuração de Dispositivos Básicos...4 Índice Introdução Librix...3 Software Livre...3 Manual Eletrônico...3 Opções de Suporte...3 Dicas para a Instalação Configuração de Dispositivos Básicos...4 Teclado...4 Mouse...5 Vídeo...5 Rede...6 Configuração

Leia mais

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER TÁSSIO JOSÉ GONÇALVES GOMES tassiogoncalvesg@gmail.com MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 TÁSSIO GONÇALVES - TASSIOGONCALVESG@GMAIL.COM 1 CONTEÚDO Arquitetura

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES

DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES 39 A, por resolução do seu Comitê Técnico, em acordo com o Estatuto e as Regras da Competição, adotou as exigências mínimas que seguem no tocante a esta

Leia mais

Aula 2. Objetivo: Saber qual a funcionalidade de um sistema operacional de rede.

Aula 2. Objetivo: Saber qual a funcionalidade de um sistema operacional de rede. Aula 2 Objetivo: Saber qual a funcionalidade de um sistema operacional de rede. Sistema Operacional de Rede Definição: Conjunto de módulos que ampliam as tarefas dos sistemas operacionais locais, complementando-os

Leia mais

Kerio Exchange Migration Tool

Kerio Exchange Migration Tool Kerio Exchange Migration Tool Versão: 7.3 2012 Kerio Technologies, Inc. Todos os direitos reservados. 1 Introdução Documento fornece orientações para a migração de contas de usuário e as pastas públicas

Leia mais

SERVIDOR VIRTUAL BÁSICO - LINUX

SERVIDOR VIRTUAL BÁSICO - LINUX SERVIDOR VIRTUAL BÁSICO - LINUX Estamos à sua disposição para quaisquer esclarecimentos. Atenciosamente, Eunice Dorino Consultora de Vendas eunice@task.com.br Tel.: 31 3123-1000 Rua Domingos Vieira, 348

Leia mais

Manual de Transferência de Arquivos

Manual de Transferência de Arquivos O Manual de Transferência de Arquivos apresenta a ferramenta WebEDI que será utilizada entre FGC/IMS e as Instituições Financeiras para troca de arquivos. Manual de Transferência de Arquivos WebEDI Versão

Leia mais

Copyright 2015 Mandic Cloud Solutions - Somos Especialistas em Cloud. www.mandic.com.br

Copyright 2015 Mandic Cloud Solutions - Somos Especialistas em Cloud. www.mandic.com.br Sumário 1. Boas vindas... 4 2. Dashboard... 4 3. Cloud... 5 3.1 Servidores... 5 o Contratar Novo Servidor... 5 o Detalhes do Servidor... 9 3.2 Cloud Backup... 13 o Alteração de quota... 13 o Senha do agente...

Leia mais

CSI IT Solutions. WebReport2.5. Relatórios abertos. Acesso controlado Extensibilidade de módulos IMPACTO AMBIENTAL

CSI IT Solutions. WebReport2.5. Relatórios abertos. Acesso controlado Extensibilidade de módulos IMPACTO AMBIENTAL CSI IT Solutions 2.5 solução CSI PrintManager G e s t ã o d e A m b i e n t e d e I m p r e s s ã o O CSI dá aos gestores de TI o poder de uma gestão integral através do acesso fácil às informações gerenciais

Leia mais

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 SERVIÇOS BÁSICOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 Rua do Rouxinol, N 115 / Salvador Bahia CEP: 41.720-052 Telefone: (71) 3186-0001. Email: cotec@ifbaiano.edu.br

Leia mais

Universidade Tuiuti do Paraná Especialização em Redes de Computadores. Módulo LPI Aula 5. Meu Deus do Shell! Porque eu não optei pelo Linux antes?

Universidade Tuiuti do Paraná Especialização em Redes de Computadores. Módulo LPI Aula 5. Meu Deus do Shell! Porque eu não optei pelo Linux antes? Universidade Tuiuti do Paraná Especialização em Redes de Computadores Módulo LPI Aula 5 Meu Deus do Shell! Porque eu não optei pelo Linux antes? 1 [1] NEVES, Júlio César Gerenciamento de Pacotes Por que

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

Instalação do TOTVS ESB. Guia de Instalação do TOTVS ESB

Instalação do TOTVS ESB. Guia de Instalação do TOTVS ESB Guia de Instalação do TOTVS ESB Copyright 2011 TOTVS S.A. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste documento pode ser copiada, reproduzida, traduzida ou transmitida por qualquer meio eletrônico

Leia mais

Alexandre Malveira, Wolflan Camilo

Alexandre Malveira, Wolflan Camilo Alexandre Malveira, Wolflan Camilo Introdução Cloud Computing Computação Móvel SaaS, PaaS e IaaS CloudBees Diariamente arquivos são acessados, informações dos mais variados tipos são armazenadas e ferramentas

Leia mais

Proteção de ambientes Citrix XenServer com Arcserve

Proteção de ambientes Citrix XenServer com Arcserve Proteção de ambientes Citrix XenServer com Arcserve Desafios do cliente Hoje em dia, você enfrenta desafios como acordos de nível de serviço exigentes e limitações de equipe e orçamento. Você procura maneiras

Leia mais

Puppet. Automatizando e Gerênciando Con!gurações.

Puppet. Automatizando e Gerênciando Con!gurações. <Guto Carvalho> Puppet Automatizando e Gerênciando Con!gurações whoami Consultor/SysAdmin (LPIC-3) na 4Linux Doze anos de experiência com tecnologias FOSS Blogueiro de TI há 6 anos no site gutocarvalho.net

Leia mais

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DO SOFTWARE E COMUNIDADES DO PORTAL DO SOFTWARE PÚBLICO BRASILEIRO. Em construção

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DO SOFTWARE E COMUNIDADES DO PORTAL DO SOFTWARE PÚBLICO BRASILEIRO. Em construção MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DO SOFTWARE E COMUNIDADES DO PORTAL DO SOFTWARE PÚBLICO BRASILEIRO Em construção Índice 1. Introdução 2. Cadastrar e Logar no Portal 3. Plataforma de redes Sociais Noosfero 3.1.

Leia mais

Novell ZENworks 10 Asset Management SP2

Novell ZENworks 10 Asset Management SP2 Guia de Introdução do Novell ZENworks 10 Asset Management SP2 10.2 27 de maio de 2009 www.novell.com Guia de Introdução do ZENworks 10 Asset Management Informações Legais A Novell, Inc. não faz representações

Leia mais

Melhoria no Desenvolvimento Ágil com Implantação de Processo de Integração Contínua Multiplataforma para Java e.net. Hudson

Melhoria no Desenvolvimento Ágil com Implantação de Processo de Integração Contínua Multiplataforma para Java e.net. Hudson QUALIDADE Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software - SBQS Instituto Nokia de Tecnologia Unit Test Sucess Bug INdT Melhoria no Desenvolvimento Ágil com Implantação de Processo de Integração Contínua

Leia mais

CA Protection Suites Proteção Total de Dados

CA Protection Suites Proteção Total de Dados CA Protection Suites Proteção Total de Dados CA. Líder mundial em software para Gestão Integrada de TI. CA Protection Suites Antivírus Anti-spyware Backup Migração de dados Os CA Protection Suites oferecem

Leia mais

TCM Informática Rua Senador Ivo D'Aquino, 121 Bairro: Lagoa da Conceição 88062-050 Florianópolis, SC Brasil Fone +55 48 3334-8877 Fax +55 48

TCM Informática Rua Senador Ivo D'Aquino, 121 Bairro: Lagoa da Conceição 88062-050 Florianópolis, SC Brasil Fone +55 48 3334-8877 Fax +55 48 1.1 Roteiro para Instalação do Software 1.1.1 Servidor 1.1.1.1 Requisitos de Hardware Servidor de pequeno porte Servidor dedicado: Processador: 500Mhz Memória RAM: 256MB Hard Disk: 20 ou 40GB (7.500rpm)

Leia mais

Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB

Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB Sincronização do Catálogo de Endereços no MDaemon 6.x com o uso do ComAgent, LDAP, MAPI e WAB Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N

Leia mais

Laboratório de Sistemas e Redes. Nota sobre a Utilização do Laboratório

Laboratório de Sistemas e Redes. Nota sobre a Utilização do Laboratório Nota sobre a Utilização do Laboratório 1. Introdução O laboratório de Sistemas e Redes foi criado com o objectivo de fornecer um complemento prático de qualidade ao ensino das cadeiras do ramo Sistemas

Leia mais

Sequência da Apresentação

Sequência da Apresentação Fernando Welter Orientador: Paulo Roberto Dias Sequência da Apresentação Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento do sistema Operacionalidade da implementação Resultados e discussões

Leia mais

HP Quality Center. Preparar materiais de treinamento e observações para a nova versão 16 Suporte pós-atualização 16 Suporte 17 Chamada à ação 17

HP Quality Center. Preparar materiais de treinamento e observações para a nova versão 16 Suporte pós-atualização 16 Suporte 17 Chamada à ação 17 Documento técnico HP Quality Center Atualize o desempenho Índice Sobre a atualização do HP Quality Center 2 Introdução 2 Público-alvo 2 Definição 3 Determine a necessidade de uma atualização do HP Quality

Leia mais

Instalação e Configuração do CollabNet Subversion Edge

Instalação e Configuração do CollabNet Subversion Edge Instalação e Configuração do CollabNet Subversion Edge 1) Descrição O Subversion Edge é um pacote da distribuição do Subversion SCM, que foi criado e distribuido pela empresa CollabNet com o objetivo de

Leia mais

SolarWinds Kiwi Syslog Server

SolarWinds Kiwi Syslog Server SolarWinds Kiwi Syslog Server Monitoramento de syslog fácil de usar e econômico O Kiwi Syslog Server oferece aos administradores de TI o software de gerenciamento mais econômico do setor. Fácil de instalar

Leia mais

Orientações sobre o Novo Produto SACR Sistema de Acolhimento com Classificação de Risco. Versão 1.0, 30/11/2009

Orientações sobre o Novo Produto SACR Sistema de Acolhimento com Classificação de Risco. Versão 1.0, 30/11/2009 Orientações sobre o Novo Produto SACR Sistema de Acolhimento com Classificação de Risco Versão 1.0, 30/11/2009 Sumário Objetivo Introdução Características do SACR Organização Questões Funcionais Infraestrutura

Leia mais

Informática I. Aula 19. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/11/06 1

Informática I. Aula 19. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/11/06 1 Informática I Aula 19 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/11/06 1 Ementa Histórico dos Computadores Noções de Hardware e Software Microprocessadores Sistemas Numéricos e Representação

Leia mais

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Criação de backups importantes... 3 3. Reinstalação do Sisloc... 4 Passo a passo... 4 4. Instalação da base de dados Sisloc...

Leia mais

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Banco de Dados de Músicas Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Definição Aplicação Web que oferece ao usuário um serviço de busca de músicas e informações relacionadas, como compositor, interprete,

Leia mais

16:21:50. Introdução à Informática com Software Livre

16:21:50. Introdução à Informática com Software Livre 16:21:50 Introdução à Informática com Software Livre 1 16:21:50 Hardware & Software 2 16:21:50 Hardware Hardware é a parte física de um computador, é formado pelos componentes eletrônicos, como por exemplo,

Leia mais

Manual do Usuário Cyber Square

Manual do Usuário Cyber Square Manual do Usuário Cyber Square Criado dia 27 de março de 2015 as 12:14 Página 1 de 48 Bem-vindo ao Cyber Square Parabéns! Você está utilizando o Cyber Square, o mais avançado sistema para gerenciamento

Leia mais

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS Foram reservados intervalos de endereços IP para serem utilizados exclusivamente em redes privadas, como é o caso das redes locais e Intranets. Esses endereços não devem ser

Leia mais

Documento de Instalação e Configuração do InfoGrid

Documento de Instalação e Configuração do InfoGrid Documento de Instalação e Configuração do InfoGrid Tecgraf/PUC Rio infogrid@tecgraf.puc rio.br 1.Introdução O objetivo deste documento é podermos registrar em um único local todas as informações necessárias

Leia mais

PAINEL MANDIC CLOUD. Mandic. Somos Especialistas em Cloud. Manual do Usuário

PAINEL MANDIC CLOUD. Mandic. Somos Especialistas em Cloud. Manual do Usuário Mandic. Somos Especialistas em Cloud. PAINEL MANDIC CLOUD Manual do Usuário 1 BEM-VINDO AO SEU PAINEL DE CONTROLE ESTE MANUAL É DESTINADO AO USO DOS CLIENTES DA MANDIC CLOUD SOLUTIONS COM A CONTRATAÇÃO

Leia mais

SOFTWARE LIVRE. Distribuições Live CD. Kernel. Distribuição Linux

SOFTWARE LIVRE. Distribuições Live CD. Kernel. Distribuição Linux SOFTWARE LIVRE A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito. A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito

Leia mais

Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper

Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper Outubro de 2007 Resumo Este white paper explica a função do Forefront Server

Leia mais

XDR. Solução para Big Data.

XDR. Solução para Big Data. XDR Solução para Big Data. ObJetivo Principal O volume de informações com os quais as empresas de telecomunicações/internet têm que lidar é muito grande, e está em constante crescimento devido à franca

Leia mais