As práticas de Cola na Universidade e sua relação com os processos de Ensino, Aprendizagem e Avaliação 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "As práticas de Cola na Universidade e sua relação com os processos de Ensino, Aprendizagem e Avaliação 1"

Transcrição

1 Fórum da Gestão do Ensino Superior nos Países e Regiões de Língua Portuguesa 3ª Conferência- Recife - PE As práticas de Cola na Universidade e sua relação com os processos de Ensino, Aprendizagem e Avaliação 1 Joana Áurea Cordeiro Barbosa 2 Carlos Manuel Folgado Barreira 3 Resumo: Nossa pretensão nesta comunicação consiste em apresentar a pesquisa de doutoramento, que ora realizamos na Universidade de Coimbra, objetivando analisar os processos de ensino, aprendizagem e avaliação na universidade, para compreender as relações existentes entre a prática da cola e a pedagogia universitária. Apresentaremos, além do estado da arte, as tarefas de pesquisa realizadas com docentes e discentes, da Universidade Estadual da Paraíba e os resultados obtidos até o presente momento. Cola, copianço, fila, plágio, pesca cábula, botota... são vocábulos diversos que denominam, em muitos lugares, a apropriação indevida de saberes escolares por parte de estudantes universitários. Uma única verdade, entretanto, se insinua ao nosso olhar: o fato de ser um fenômeno antigo, corriqueiro, presente nas diversas situações de avaliação da aprendizagem e em várias universidades do mundo. Tem-se intensificado e diversificado com o passar dos anos, incorporando outras modalidades, além das simples anotações não autorizadas durante o teste, adaptando-se inclusive às novas tecnologias. É responsabilizada, muitas vezes, pela má formação profissional dos alunos, pelo comprometimento da qualidade da formação universitária, desafiando professores, que apontam a necessidade em definir um controle efetivo para a problemática. Logo, esperamos promover uma reflexão em torno da cola, enquanto fraude acadêmica, sem desprezar as práticas pedagógicas no contexto universitário. Palavras-chave: Cola. Ensino. Aprendizagem. Avaliação. Universidade. 1 Projeto contemplado com bolsa CAPES - Doutorado Pleno no Exterior N.º do Processo: BEX 1413/ Professora da Universidade Estadual da Paraíba- UEPB/Doutoranda na área de Formação de Professores - Universidade de Coimbra - 3 Docente da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação Universidade de Coimbra /Professor Orientador -

2 2 Introdução A compreensão da cola como falta de honestidade está expressa no próprio significado atribuído pelo dicionário Aurélio 4, quando define a cola (brasileirismo) como cópia feita clandestinamente nos exames escritos, fila. Tal denominação encontra-se associada à cola (goma) como substância que faz aderir diversos tipos de materiais. Essa associação nos leva a pensar a cola como uma prática em que o aluno vai aderir ao papel ou prova (sem muito esforço) um material que não resulta de uma efetiva elaboração do trabalho escolar. O que se estabelece é um artifício que se caracteriza como um tipo de fraude acadêmica (Domingues, 2006, p.11), que se traduz em um ato marginal (Rangel, 2001), podendo comprometer a qualidade do ensino e a aprendizagem do estudante (Alarcão, 2012). Tem-se intensificado e diversificado com o passar dos anos, incorporando outras modalidades, desde pequenas cábulas 5, o plágio acadêmico, o copy e paste de trabalhos retirados da internet, o envio de respostas por telefone durante a prova, a cópia de trabalhos de colegas, das atividades de casa, dos relatórios de laboratórios, até à compra, sob encomenda e por preços muito altos, de trabalhos de conclusão de curso, teses de mestrado e doutoramento (Campos, 2011). A questão define-se numa perspectiva que precisa ser analisada para além do ser contra ou a favor a sua prática, ou de apenas conhecer as causas individuais ou subjetivas que desencadeiam esse comportamento. Emerge a necessidade de compreender o contexto que envolve o problema, pois a pedagogia universitária caminha em meio aos dilemas e expectativas que comportam atitudes e respostas diversas por parte dos alunos. A cola é, portanto, um desses dilemas. Assim, não podemos desviar nossa atenção dos processos de ensino, aprendizagem e avaliação desenvolvidos no ensino superior, que segundo Boavida (n/d), apresentam problemas pedagógicos para os quais precisamos dispensar maior atenção. É perceptível, segundo Zabalza (2007), que os professores universitários, individualmente ou de forma coletiva, têm uma grande influência e responsabilidade na formação e desenvolvimento dos estudantes. Compartilhando dessa compreensão, dois questionamentos poderiam ser feitos para orientar a presente pesquisa: em que medida os processos de ensino, aprendizagem e 4 Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda- Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa. Brasil, Editora Positivo. 5 Termo utilizado em Portugal para nomear os pedacinhos de papel (minúsculos) escritos com assuntos da disciplina, a fim de copiar, clandestinamente, durante o exame.

3 3 avaliação desenvolvidos na universidade influenciam as práticas da cola? Dito de outra forma: quais as razões pedagógicas que incentivam o estudante universitário à prática da cola? E, ainda, no sentido de caracterizar essa prática: por que o aluno cola? Partimos do pressuposto de que os processos de ensino, aprendizagem e avaliação, desenvolvidos nas instituições de ensino universitário exercem influência sobre a prática da cola realizada pelos estudantes. Assim, definimos como objectivo geral analisar o desenvolvimento dos processos de ensino, aprendizagem e avaliação na universidade, a fim de estabelecer as relações existentes entre a prática da cola e a pedagogia universitária e como objectivos específicos: identificar estratégias relacionadas com o ensino, a aprendizagem e a avaliação que influenciam as práticas de cola ; caracterizar o copianço quanto à sua tipologia e razões; identificar as percepções de estudantes e professores sobre as práticas da cola e verificar procedimentos de prevenção e controle adotados pelos docentes e instituição em relação às práticas da cola. Estado da Arte O ato de copiar na universidade ou em outro nível de ensino escolar constitui um fenômeno tão antigo quanto à própria escola (Garcia, s/d) e compõe o leque de comportamentos referentes à desonestidade acadêmica (Fonseca, 2009). Tem aumentado, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento (Eckstein, 2003) e acompanhado às grandes transformações pelas quais passaram a escola e a sociedade, apresentando novas dinâmicas e modalidades, graças ao desenvolvimento das tecnologias da informação e da comunicação (Park, 2003). Entre os estudos realizados sobre a quantificação, prevalência e extensão do fenômeno, Ma, Lu & Wan (2008) identificam o desenvolvido pelo Center for Academic Integrity (2005) numa pesquisa em 60 universidades, com estudantes de pósgraduação, desde Constatou-se que na maioria destas, 70% dos estudantes admitiram algum tipo de fraude em anos passados. Em Portugal, 70% dos estudantes do ensino superior copiam (Teixeira, 2011). No Brasil, cerca de dois estudantes em cada três colam no sertão Paraibano e, aproximadamente, um em cada dois estudantes colam no interior de Minas Gerais (Pimenta & Pimenta, s/d).

4 4 De modo geral, o que se apresenta nas investigações como justificativa para esse ato ilícito é que o estudante pretende evitar erros, conseguir boas notas, com consequente sucesso escolar e garantia de sua aprovação e certificação (Rangel, 2001, Comas & Sureda, 2010). Os estudantes consideram os benefícios de copiar maiores do que seus riscos, consistindo ainda, em uma forma de enfrentar a autoridade do professor (Park, 2003). A lei do menor esforço (Comas & Sureda, 2010) e o jeitinho brasileiro de driblar problemas (Fonseca s/d) que integram a lista de elementos internos e pessoais. Sobre a questão, Eckstein (2003) alega que a competição desenfreada presente no mundo do trabalho é uma das causas imediatas para o aumento da prática de fraudes. Isso engloba a intensa competição por melhores classificações diante da necessidade de sucesso profissional (Fonseca, 2009). Quanto aos aspectos éticos que envolvem a questão, investigadores relatam que os estudantes não consideram o copianço ou plágio como um mal ou crime (Park, 2003). No Brasil, estudantes consideram essa fraude uma vantagem e uma estratégia a ser utilizada e divulgada (Pimenta & Pimenta, s/d). É prática partilhada entre os pares (Alarcão, 2012) e determinada pela formação ética das famílias (Park, 2003). País com índice de corrupção elevado possui maiores índices de fraude acadêmica (Teixeira, 2010). Considerando a escola ou a universidade, as investigações apontam, além de outras questões, razões pedagógicas associadas à metodologia de ensino e avaliação, aos conteúdos do programa, aos estilos de aprendizagem dos estudantes, à relação professor-estudante e à influência da tecnologia da informação e comunicação. Krause (1997) levanta a hipótese de que a cola é uma construção da escola, dos mestres e do discurso social e moral. Domingues (2006, p.10) considera que [ ] a prática do copianço é o mais fiel indicador da eficácia e da eficiência dos processos de avaliação e da organização normativa das condutas discente e docentes. Para Krause (2011) e Gomes (2008), o estilo de ensino transmissivo contribui para que o estudante recorra à fraude, pois não suscita o interesse e a motivação do estudante. A escola, há muito tempo, ensina a reproduzir e deixa o estudante dependente da autoridade do professor (Ferraz Silva et al, 2008; Capella, 2004). As formas de avaliação, a tipologia e a dificuldade das tarefas apresentam-se também como causas do plágio ou copianço. Quanto mais teóricos os trabalhos, maior a possibilidade de plágio (Sureda, Comas & Morey, 2009). A crença de que o professor não valoriza adequadamente os trabalhos e, muitas vezes, não os corrige ou não os supervisiona, também é uma justificativa por parte do estudante (Comas & Sureda, 2010). Para Domingues (2006) e Krause (2010), uma avaliação com caráter apenas classificatório, realizada em períodos

5 5 determinados, deveria ser substituída por um tipo de avaliação que permitisse ao estudante escrever mais e expor ideias, pois os estudantes copiam mais em testes de múltipla escolha e ficam condicionados a estudar apenas para realizar os exames. Neste sentido, Fonseca (2009, p.112) refere que [ ] a auto avaliação fornece um melhor equilíbrio entre o rigor científico e o rigor ético, pois contrariamente, não há necessidade de recorrer a comparsas ou enganar os participantes sobre o verdadeiro sentido da tarefa que se lhes pede para executar. A clareza dos enunciados ou instruções na hora de realizar trabalhos e as dúvidas em relação aos conteúdos também são elementos apresentados pelos estudantes como facilitadores do ato de copiar (Sureda, Comas & Morey, 2009). O estudante pode cometer plágio de forma não intencional por não dominar a escrita académica (Gilmore et al, 2010). Discutindo as formas de aprendizagem do estudante em relação ao copianço, Capella (2004) comenta que a maioria dos professores na hora de avaliar não percebe o que o estudante sabe, limitando-se a averiguar o que ele recorda. O estudante estuda apenas para ser aprovado e não para aprender significativamente o conteúdo. A cola é utilizada como busca do acerto para livrar-se do erro que precisa ser evitado a qualquer custo (Barbosa de Melo, 2003, p168). Assim, o fato de o estudante copiar não vai permitir uma avaliação real das aprendizagens realizadas (Gomes, 2008). Para Comas & Sureda (2010), os conteúdos e programas curriculares, com assuntos pouco interessantes e sem clareza dos seus objetivos, também interferem nessa prática. Outro elemento citado pelos autores é o relacionamento que o professor estabelece com os estudantes e o envolvimento destes nas tarefas e critérios de aprendizagem. Os estudos também apontam que a facilidade de acesso aos conteúdos ou conhecimentos que circulam velozmente na internet é apontada como causa de plágio entre os estudantes universitários (Ferraz Silva et al, 2008). Sobre a questão, Park (2003) registra que os estudantes têm consciência do ato de copiar, mas consideram como demonstração de inteligência a habilidade para acessar e plagiar trabalhos, cometendo assim o plágio intencional. Prevalece a crença, entre os estudantes, de que tudo o que está na internet pode ser copiado, não consistindo em um mal (Sureda; Comas & Morey, 2009). Os mecanismos sugeridos para resolver a problemática variam. A criação de código de ética na universidade, com o propósito de promover uma atmosfera de honestidade acadêmica (Pimenta & Pimenta, s/d ) é um deles.vários autores, dentre eles Ma, Wan, & Lu (2008) referem que os professores precisam de métodos para alertar e detectar fraudes, por isso sugerem o uso de tecnologia antiplágio. A necessidade de que os estudantes dominem as formas de escrever e do uso das fontes de informação também é citada por Garcia (s/d) e

6 6 outros estudiosos. O guia de desonestidade acadêmica posto no site Formação de formadores (2010) refere, como formas de prevenir a fraude, discutir o tema com os estudantes, não enfatizar as melhores notas, preparar os estudantes para os exames, diversificar as fontes de consulta e métodos de avaliação, ajudar os estudantes a formular seus trabalhos acadêmicos, utilizar um software para detecção de plágio, elaborar um código de ética e adotar procedimentos adequados de vigilância. Situando a Pesquisa Diretriz Metodológica O estudo na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) caracteriza-se por uma pesquisa de campo de caráter qualitativo e quantitativo, não experimental, com cariz descritivo e interpretativo. Os sujeitos são professores e estudantes, selecionados de diferentes cursos, das diversas áreas do conhecimento, distribuídos pelos seguintes centros de ensino: Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas, Educação, Ciências e Tecnologia, Ciências Jurídicas. Recorremos a uma amostra não probabilística, de conveniência, e aos seguintes instrumentos de recolha de dados: análise documental, observações, questionários, entrevistas semiestruturadas com professores e grupo focal com alunos. Esta variedade de instrumentos permitiu que o estudo fosse considerado intensivo e extensivo. O estudo intensivo é, sobretudo, orientado pelas observações, entrevistas e grupos focais e tem por finalidade elaborar descrições exaustivas que contribuam para compreensão das práticas de sala de aula e dos comportamentos dos alunos em relação à cola. Por sua vez, o estudo extensivo diz respeito à análise dos resultados dos questionários passados aos estudantes e professores da UEPB de forma a fazer inferências com base nos dados colectados (Vieira, 1995, p.64). O material recolhido será apresentado, ocorrendo a triangulação dos dados que [...] consiste na sua articulação nos resultados da investigação (Duarte, 2009, p. 18), resultantes dos estudos intensivo e extensivo. Atividades Desenvolvidas

7 7 Após a fase preparatória de elaboração e adequação dos instrumentos, iniciamos nossa pesquisa no mês de maio do corrente ano com a realização das observações em sala de aula. Nesta etapa, que se encontra em fase de conclusão, realizamos vinte horas de observação, em diferentes etapas de um mesmo componente curricular, elegendo um curso para cada área do conhecimento. Foram observadas aulas nos cursos de Comunicação Social, Direito, Matemática, Odontologia, Pedagogia e Letras, perfazendo um total de 120 horas. Assim, foi possível uma descrição detalhada das ações e interações que incorporam as atividades pedagógicas, na universidade, sem perder o foco sobre as práticas de cola. A recolha de informação resultante das observações teve em consideração as dimensões ensino, aprendizagem, avaliação e ambiente na sala de aula. Na dimensão ensino, foram consideradas as categorias: planificação/organização e desenvolvimento do ensino; recursos e materiais utilizados; tarefas e natureza das tarefas; e gestão do tempo e estruturação da aula. Quanto à dimensão aprendizagem, foram contempladas as categorias: práticas/participação dos estudantes; natureza, frequência e distribuição do feedback. Por sua vez, a dimensão avaliação foi orientada pelas categorias: instrumentos, funções e tipo de avaliação; natureza, frequência e distribuição do feedback; momentos e intervenientes na avaliação. Por fim, a dimensão ambiente na sala de aula integra as categorias relação/interacção docente e estudantes e clima de sala de aula. A prática de observação foi direcionada pela matriz utilizada na investigação do projecto AVENA 6, sobre a pedagogia universitária, tanto nas universidades portuguesas como brasileiras. Em seguida, antes da conclusão do semestre letivo e na etapa final das observações, realizamos, até ao momento, grupos focais com alunos das turmas observadas, nos cursos de Pedagogia, Comunicação Social e Matemática. A quantidade de alunos integrantes dos grupos variou de seis a doze membros. O contato com os alunos participantes permitiu momentos de interação e reflexão, nos quais registramos, além de suas vivências, pretensões acadêmicas, dúvidas, episódios e percepções em relação às práticas de cola. A partir das etapas descritas, direcionamos o aperfeiçoamento dos questionários 7, tanto a versão para docentes como a versão para estudantes. Estes questionários estão sendo 6 O Projecto AVENA - Avaliação, Ensino e Aprendizagens no Ensino Superior em Portugal e no Brasil: Realidades e Perspectivas (PTDC/CPE-CED/114318/2009), envolve quatro universidades portuguesas (Coimbra, Évora, Lisboa e Minho) e três universidades brasileiras (Estadual do Pará, Universidade da Amazônia, Universidade de São Paulo).. 7 PDRCEAAU - Percepção dos docentes face à relação entre a Cola, o Ensino, a Aprendizagem e a Avaliação na Universidade e PERCEAAU - Percepção dos estudantes face à relação entre a Cola, o Ensino, a Aprendizagem e a Avaliação na Universidade.

8 8 construídos com base na literatura consultada, tendo também como referência os questionários elaborados no âmbito do projeto AVENA, e serão validados de acordo com a opinião de especialistas. Os questionários, tipo escala de Likert 8, integram um conjunto de itens orientados pelas dimensões e categorias respeitantes ao ensino, à aprendizagem e à avaliação. Assim, para cada dimensão e categoria foram selecionados itens que procuram relacionar as práticas de cola com as aprendizagens e a avaliação no ensino superior, com total previsto de 48 itens. Considerações Finais Estudos realizados sobre fraude acadêmica apontam para uma percentagem elevada (70%) de estudantes universitários que recorrem à cola nas diferentes situações de avaliação das aprendizagens. Nesta mesma perspectiva, alguns dados preliminares recolhidos em nossa pesquisa através das observações e dos grupos focais, constataram a generalização desta prática. Embora sejam dados escassos, parecem ratificar as práticas de cola, sendo estas justificadas, entre os estudantes, para tirar boas notas e passar de ano, sobreviver a uma avaliação injusta, argumentando ainda que é natural, para conseguir sair da universidade. Diante disso, professores referem que se sentem remando contra a maré em um contexto que as diligências em relação à cola são individuais e não coletivas, pois ficam sempre por conta de cada professor. Entretanto, admitem: É certo que não percebemos iniciativas de controle instituídas, mas isso não deve negar que o tipo de atividade direcionada pelo professor, em sala de aula, pode estabelecer um controle sobre a situação. Este assumir manifesto de práticas de cola gera preocupações essencialmente ao nível da profissionalização dos estudantes universitários e ao nível das práticas de ensino e de avaliação adotadas pelos docentes no ensino superior. Assim sendo, as pesquisas realizadas atualmente, nos levam a considerar a complexidade do fenômeno em estudo, delineando a necessidade de ultrapassar visões simplificadoras e reducionistas do fenômeno a fim de considerar a interação entre uma multiplicidade de variáveis como sejam, a globalização das políticas que têm orientado a estrutura curricular dos cursos e os regulamentos de avaliação no ensino superior, com 8 Instrumento que inclui várias questões e oferece ao sujeito a possibilidade de assinalar sua resposta, para cada item, em níveis apresentados de 1 (discordo totalmente) a 5 (concordo totalmente).

9 9 repercussões nas práticas de ensino, de avaliação e nas relações pedagógicas estabelecidas para o desenvolvimento das aprendizagens. Isto nos leva a questionar se tais práticas, desenvolvidas no ensino universitário, podem contribuir para o desenvolvimento das práticas de cola. Referências Bibliográficas Alarcão, M. (2012). Aprender não é "fazer cadeiras"... é construir conhecimento (s). Revista Rua Larga, 34 (março), 8-9. Boavida, J.(n/d) Pedagogia universitária. Reflexões sobre o I Colóquio Internacional de Pedagogia Universitária. Coimbra. Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. Barbosa de Melo, J. A (2003). Configurações do erro escolar discente em Escolas Municipais de Barra de Santana. Dissetação de mestrado não publicada, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, Brasil. Campos, T. (2011). O mundo escondido das fraudes académicas. Visão, 15 de Setembro, Capella, J. (2004). El Aprendizaje del aprendizaje: uma introdução ao estudo do Direito. Madrid: Editorial Trotta. Comas, S, F. R. & Sureda. J. N. (2010). Academic Plagiarism: Explanatory Factors from Students Perspective. Journal of Academic Ethics, 18 Novembro, 8(3), Published on-line. Doi: /s Domingues, I. (2006). O copianço na Universidade: o grau zero na qualidade. Lisboa: XXI/formalpress. Duarte, T. (2009). A possibilidade da investigação a 3: reflexões sobre triangulação (metodológica). Obtido de WP60_Duarte_003.pdf Eckstien, M. A. (2003). Combating academic fraud: towards a culture of integrity. International Institute of Educational Planning -UNESCO Paris. Obtido de /. Ferraz Silva, O. S et al. (2008). Entre o Plágio e a autoria: qual o papel da universidade? Revista Brasileira de Educação, 13(38), maio-agosto, Obtido de Fonseca, A. C. (2009). Desonestidade nos trabalhos escolares: dados de um estudo em Portugal. Revista Portuguesa de Pedagogia, 43 (2),

10 10 Fonseca, R. (18 de agosto de 2004). A questão do plágio / Expropriação da propriedade intelectual. (G. d. Unicamp, Produtor) Obtido em 05 de maio de 2012, de Formação de formadores. (2010). Obtido em 28 de maio de 2012, de Formação de formadores: guia da desonestidade académica / estudos sobre plágio académico: Formacaoformadores-ccp.pt/guia-formador/desonestidade-academica/estudos-sobreplagio-academico Garcia, R. (n.d). Fraude y plagio académico en los ambientes virtuales de aprendizaje. obtido e Gilmore, J. E. (2010). Weeds in the flower garden: An exploration of plagiarism in graduate students research proposals and its connection to enculturation, ESL, and contextual factors. The International Journal for Educational Integrity 6(1), obtido de Gomes, C. A. (2008). Ética e justiça na avaliação: a fraude e o 'copianço' no processo ensino/aprendizagem. Educação e Linguagem, 11 (17), Obtido de Krause, G. (1997). Cola, a sombra da escola. Rio de Janeiro: Escola Parque. Krause, G. (03 de set. de 2011). Especiaçlista em educação analisam o que leva o aluno a recorrer à cola. Obtido em 24 de abril de 2012, de Globo Educação: Ma, H. J., Wan, G. & Lu, E. Y. (2008). Digital Cheating and Plagiarism in Schools. Theory Into Practice, 47: doi: / Park, C (2003). In Other (people s) words: plagiarism by university students literature and lessons. Assessment & Evaluation in Hight Education, 28(5), Obtido de Pimenta, M. A. A. & Pimenta, S.A. (n.d.). Fraude em avaliações de aprendizagens: estudo comparativo entre o Nordeste e o Sudeste do Brasil. Obtido de pdf. Rangel, M. (2001). O problema da "cola" sob a ótica das representações sociais. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 82 (200), Obtido de Sureda, J., Comas, R. & Morey, M. (2009). Las causas del plagio académico entre el alumnado universitario según el profesorado. Revista Iberoamericana de Educación 50, mayo-agosto, Obtido de Teixeira, A. (15 de Set de 2011). O mundo escondido das fraudes académicas. Visão, (Campos, Entrevistador)

11 11 Teixeira, A. (2010). Formação de formadores. Obtido em 28 de maio de 2012, de Formação de formadores: guia da desonestidade académica / estudos sobre plágio académico: Formacaoformadores-ccp.pt/guia-formador/desonestidade-academica/estudos-sobreplagio-academico Vieira, C. M. (1995). Investigação quantitativa a investigação qualittiva: uma abordagem comparativa. Relatório de uma aula teórico-prática realizado no âmbito das provas de aptidão pedagógica e capacidade Científica. Universidade de Coimbra: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. Zabalza, M. A. (2007). Competencias docentes del profesorado universitario: calidad y desarrollo profesional (2ª ed.). Madrid: Narcea, S.A de Ediciones.

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Regina Luzia Corio de Buriasco * UEL reginaburiasco@sercomtel.com.br Magna Natália Marin Pires* UEL magna@onda.com.br Márcia Cristina de Costa Trindade Cyrino*

Leia mais

24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano

24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano 24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano Mariana Tavares Colégio Camões, Rio Tinto João Pedro da Ponte Departamento de Educação e Centro de Investigação em Educação Faculdade de Ciências

Leia mais

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO AUTOR(ES): THAIS

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA Telma Aparecida de Souza Gracias Faculdade de Tecnologia Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP telmag@ft.unicamp.br

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 CAMPUS CARAGUATUBA CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 PROFESSOR: ANDRESSA MATTOS SALGADO-SAMPAIO ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA A PRÁTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO

Leia mais

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital ZAIDAN, Lílian Araújo Ferreira 1 VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira 2 No ensino

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 11 de maio de 2011 Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 1 ANÁLISE DOS RESULTADOS DO SPAECE-ALFA E DAS AVALIAÇÕES DO PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ _ 2ª Etapa 1. INTRODUÇÃO Em 1990, o Sistema de Avaliação

Leia mais

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com:

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com: 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 4: Tipos de pesquisa Podemos classificar os vários tipos de pesquisa em função das diferentes maneiras pelo qual interpretamos os resultados alcançados. Essa diversidade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO-GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA ORIENTAÇÕES PARA

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE - MT 2011 Apresentação Articulado com o novo Plano de Desenvolvimento Institucional (2011-2015)

Leia mais

Pedagogia Estácio FAMAP

Pedagogia Estácio FAMAP Pedagogia Estácio FAMAP # Objetivos Gerais: O Curso de Graduação em Pedagogia da Estácio FAMAP tem por objetivo geral a formação de profissionais preparados para responder às diferenciadas demandas educativas

Leia mais

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas.

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SANTOS, Silvana Salviano silvanasalviano@hotmail.com UNEMAT Campus de Juara JESUS, Lori Hack de lorihj@hotmail.com UNEMAT

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORIENTAÇÕES PARA OS ESTUDOS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Caro (a) Acadêmico (a), Seja bem-vindo (a) às disciplinas ofertadas na modalidade a distância.

Leia mais

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA A concepção que fundamenta os processos educacionais das Instituições da Rede Federal de Educação

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS CURSO DE PSICOLOGIA UNIDADE SÃO GABRIEL

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS CURSO DE PSICOLOGIA UNIDADE SÃO GABRIEL 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS CURSO DE PSICOLOGIA UNIDADE SÃO GABRIEL DIRETRIZES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DAS DISCIPLINAS DE ORIENTAÇÃO DE MONOGRAFIA I E II Considerando os problemas

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Língua Portuguesa Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário, resumo) Fundamentos

Leia mais

UM RETRATO DAS MUITAS DIFICULDADES DO COTIDIANO DOS EDUCADORES

UM RETRATO DAS MUITAS DIFICULDADES DO COTIDIANO DOS EDUCADORES Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 UM RETRATO DAS MUITAS DIFICULDADES DO COTIDIANO DOS EDUCADORES Claudia Davis: É preciso valorizar e manter ativas equipes bem preparadas

Leia mais

OS CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS NO ENSINO SUPERIOR: OUTRAS POSSIBILIDADES PARA A PRÁTICA DO PROFESSOR

OS CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS NO ENSINO SUPERIOR: OUTRAS POSSIBILIDADES PARA A PRÁTICA DO PROFESSOR OS CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS NO ENSINO SUPERIOR: OUTRAS POSSIBILIDADES PARA A PRÁTICA DO PROFESSOR Alexsandro de Melo Silva 1, Leon Cavalcante Lima², Arlyson Alves do Nascimento 3. ¹Instituto Federal de

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA I + II/RELATÓRIO Ano Lectivo 2011/2012

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA I + II/RELATÓRIO Ano Lectivo 2011/2012 Programa da Unidade Curricular PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA I + II/RELATÓRIO Ano Lectivo 2011/2012 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (2º Ciclo) 2. Curso MESTRADO EM ENSINO DE ARTES VISUAIS

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E R N O F E D E R A L P A Í S R

Leia mais

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT 1 RESOLUÇÃO CONSU 2015 04 de 14/04/2015 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT Campus Virtual 2 A. JUSTIFICATIVA A vida universitária tem correspondido a um período cada vez mais

Leia mais

Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás

Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás Critérios de seleção e utilização do livro didático de inglês na rede estadual de ensino de Goiás COSTA, Bianca Ribeiro Morais OLIVEIRA, Eliane Carolina de Universidade Federal de Goiás- UFG Programa de

Leia mais

Associação Brasileira de Educação Médica ABEM PROJETO DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DAS MUDANÇAS NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA ÁREA DE SAÚDE CAEM/ABEM

Associação Brasileira de Educação Médica ABEM PROJETO DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DAS MUDANÇAS NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA ÁREA DE SAÚDE CAEM/ABEM PROJETO DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DAS MUDANÇAS NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA ÁREA DE SAÚDE CAEM/ABEM Título: Projeto de Avaliação e Acompanhamento das Mudanças nos Cursos de Graduação da Área de Saúde

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita II. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A assessoria pedagógica não consiste em transmitir certezas, mas em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir

Leia mais

II ELPED - ENCONTRO DE LICENCIATURAS E PESQUISA EM EDUCAÇÃO

II ELPED - ENCONTRO DE LICENCIATURAS E PESQUISA EM EDUCAÇÃO II ELPED - ENCONTRO DE LICENCIATURAS E PESQUISA EM EDUCAÇÃO Tema: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E CURRÍCULO: ABORDAGENS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DATA: 31 de março e 1º de abril de 2016 1. OBSERVAÇÕES GERAIS a)

Leia mais

Um espaço colaborativo de formação continuada de professores de Matemática: Reflexões acerca de atividades com o GeoGebra

Um espaço colaborativo de formação continuada de professores de Matemática: Reflexões acerca de atividades com o GeoGebra Um espaço colaborativo de formação continuada de professores de Matemática: Reflexões acerca de atividades com o GeoGebra Anne Caroline Paim Baldoni Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,

Leia mais

Orientações para informação das turmas do Programa Mais Educação/Ensino Médio Inovador

Orientações para informação das turmas do Programa Mais Educação/Ensino Médio Inovador Orientações para informação das turmas do Programa Mais Educação/Ensino Médio Inovador 1. Introdução O Programa Mais Educação e o Programa Ensino Médio Inovador são estratégias do Ministério da Educação

Leia mais

A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Maria José Rodrigues de Farias Universidade Estadual da Paraíba lyarodriguesbio@gmail.com Introdução Atualmente os modelos

Leia mais

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES Marcos Aurélio Alves e Silva- UFPE/CAA Alcicleide Ramos da Silva- UFPE/CAA Jucélia Silva Santana- UFPE/CAA Edelweis José Tavares Barbosa- UFPE/CAA

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas

Leia mais

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM MARÇO/ABRIL/2012 Considerações sobre as Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio Resolução CNE/CEB

Leia mais

14 de dezembro de 2012 MONITORAMENTO DO PROGRAMA APRENDIZ LEGAL/ FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO

14 de dezembro de 2012 MONITORAMENTO DO PROGRAMA APRENDIZ LEGAL/ FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO 14 de dezembro de 2012 MONITORAMENTO DO PROGRAMA APRENDIZ LEGAL/ FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO 1. APRESENTAÇÃO A presente proposta de projeto refere-se ao Monitoramento do Programa Aprendiz Legal idealizado

Leia mais

Estágio Supervisionado III

Estágio Supervisionado III Estágio Supervisionado III Prof. Jorge Fernandes de Lima Neto INSTRUÇÕES A) Minha visão do estágio supervisionado antes de iniciá-lo: Preencher esse formulário descrevendo sua visão de estágio. faça duas

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos

Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Manual Projeto Interdisciplinar Ano: 2014 2 Sumário 1. Introdução... 2. Caracterização Geral do Projeto... 3 4 2.1 Projeto Interdisciplinar I... 5 2.2

Leia mais

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM Daniela Fidelis Bezerra Túlio Cordeiro de Souza Maria Elizabete

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE ALMEIDA 1, Leonardo Rodrigues de SOUSA 2, Raniere Lima Menezes de PEREIRA

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

CURSO DE FORMAÇÃO EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS 1 CURSO DE FORMAÇÃO EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS INTRODUÇÃO Os Cuidados de Saúde Primários (CSP), em Portugal, atravessam um momento de grande crescimento científico e afirmação como pilar essencial

Leia mais

O GOOGLE SITES NA APRESENTAÇÃO DO V DE GOWIN DE UMA INVESTIGAÇÃO EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS NATURAIS

O GOOGLE SITES NA APRESENTAÇÃO DO V DE GOWIN DE UMA INVESTIGAÇÃO EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS NATURAIS O GOOGLE SITES NA APRESENTAÇÃO DO V DE GOWIN DE UMA INVESTIGAÇÃO EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS NATURAIS Berta Bemhaja, Elizabeth Ashall, Inês Tavares, Sara Barroca, Zara Baltazar Escola Secundária, com 3º ciclo,

Leia mais

Recomendada. A coleção apresenta eficiência e adequação. Ciências adequados a cada faixa etária, além de

Recomendada. A coleção apresenta eficiência e adequação. Ciências adequados a cada faixa etária, além de Recomendada Por quê? A coleção apresenta eficiência e adequação metodológica, com os principais temas relacionados a Ciências adequados a cada faixa etária, além de conceitos em geral corretos. Constitui

Leia mais

ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS

ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS RESUMO Juliana Candido QUEROZ (Bolsista) 1 ; Natália SILVA (Bolsista) 2, Leila BRUNO (Supervisora) 3 ; Sinval Martins S. FILHO (Coordenador)

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

1 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO ENSINO FUNDAMENTAL 1º AO 9º ANO. 1.1. Da avaliação para os primeiros e segundos anos Ensino Fundamental

1 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO ENSINO FUNDAMENTAL 1º AO 9º ANO. 1.1. Da avaliação para os primeiros e segundos anos Ensino Fundamental 1 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO ENSINO FUNDAMENTAL 1º AO 9º ANO 1.1. Da avaliação para os primeiros e segundos anos Ensino Fundamental A avaliação do processo de aprendizagem no Ensino Fundamental terá o aproveitamento

Leia mais

TRABALHO LABORATORIAL NO ENSINO DAS CIÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS DE FUTUROS PROFESSORES DE BIOLOGIA E GEOLOGIA

TRABALHO LABORATORIAL NO ENSINO DAS CIÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS DE FUTUROS PROFESSORES DE BIOLOGIA E GEOLOGIA TRABALHO LABORATORIAL NO ENSINO DAS CIÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS DE FUTUROS PROFESSORES DE BIOLOGIA E GEOLOGIA DOURADO, LUÍS Instituto de Educação e Psicologia, Universidade do Minho. Palavras

Leia mais

Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015)

Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015) Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015) I - Autoavaliação (formandos) A- Motivação para a Frequência da Ação 1- Identifique, de 1 (mais importante)

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

Programa de Educação Dinâmica Progressiva PEDP

Programa de Educação Dinâmica Progressiva PEDP Programa de Educação Dinâmica Progressiva PEDP 1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL 1.1. Histórico da Prática Eficaz descrever como surgiu o programa/prática e indicar a data de início das ações. O

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE AÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJETO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS

APRESENTAÇÃO DE AÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJETO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE AÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJETO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA Claudson Santana Almeida Junho 2012 Introdução O que o leitor encontrará neste artigo? Uma apresentação do sistema de Ensino a Distância (EAD), conhecer as vantagens e

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO 1) UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE PEDAGOGIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO REGULAMENTO Itaberaí/2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE

Leia mais

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS (OBMEP): EXPERIÊNCIAS VIVENCIADAS A PARTIR DO PIBID UEPB MONTEIRO

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS (OBMEP): EXPERIÊNCIAS VIVENCIADAS A PARTIR DO PIBID UEPB MONTEIRO OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS (OBMEP): EXPERIÊNCIAS VIVENCIADAS A PARTIR DO PIBID UEPB MONTEIRO Cícero Félix da Silva; Izailma Nunes de Lima; Ricardo Bandeira de Souza; Manoela

Leia mais

Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR)

Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR) Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR) I ENCONTRO NACIONAL DE COORDENADORES DE CURSO DE PEDAGOGIA DAS UNIVERSIDADES

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO PESQUISA-AÇÃO Forma de pesquisa interativa que visa compreender as causas de uma situação e produzir mudanças. O foco está em resolver algum problema encontrado por indivíduos ou por grupos, sejam eles

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR APRESENTAÇÃO DO TI O Trabalho Interdisciplinar é um projeto desenvolvido ao longo dos dois primeiros bimestres do curso. Os alunos tem a oportunidade de visualizar a unidade da estrutura curricular do

Leia mais

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Índice Nota Introdutória Legislação Conceitos/Glossário de termos Princípios Orientadores e finalidades Documentos Nota Introdutória:

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO-CURRICULAR, ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E DOS PLANOS DE ENSINO 1

AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO-CURRICULAR, ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E DOS PLANOS DE ENSINO 1 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO-CURRICULAR, ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E DOS PLANOS DE ENSINO 1 A avaliação da escola é um processo pelo qual os especialistas (diretor, coordenador pedagógico) e os professores

Leia mais

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática.

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática. PRÓ-MATEMÁTICA 2012: UM EPISÓDIO DE AVALIAÇÃO Edilaine Regina dos Santos 1 Universidade Estadual de Londrina edilaine.santos@yahoo.com.br Rodrigo Camarinho de Oliveira 2 Universidade Estadual de Londrina

Leia mais

A Ponte entre a Escola e a Ciência Azul

A Ponte entre a Escola e a Ciência Azul Projeto educativo A Ponte entre a Escola e a Ciência Azul A Ponte Entre a Escola e a Ciência Azul é um projeto educativo cujo principal objetivo é a integração ativa de estudantes do ensino secundário

Leia mais

(Docentes, Não-Docentes, Alunos e Encarregados de Educação) NOTA IMPORTANTE Esta apresentação não dispensa e leitura do Relatório da Função Manuel Leão. Tendo como preocupação fundamental a procura da

Leia mais

ORIENTADOR EDUCACIONAL

ORIENTADOR EDUCACIONAL ORIENTADOR EDUCACIONAL 01. A discussão sobre a Organização do Trabalho na Escola permitiu que fosse determinada uma das atribuições inerentes à Orientação Educacional que é: (A) organizar as turmas homogêneas,

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID

UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID Michele Dalzotto Garcia Acadêmica do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Centro- Oeste/Irati bolsista do PIBID CAPES Rejane Klein Docente do

Leia mais

O Marketing Educacional aplicado às Instituições de Ensino Superior como ferramenta de competitividade. Xxxxxx Xxxx Xxxxxxx Xxxxxxx Xxxxxxxxxxx

O Marketing Educacional aplicado às Instituições de Ensino Superior como ferramenta de competitividade. Xxxxxx Xxxx Xxxxxxx Xxxxxxx Xxxxxxxxxxx O Marketing Educacional aplicado às Instituições de Ensino Superior como ferramenta de competitividade Xxxxxx Xxxx Xxxxxxx Xxxxxxx Xxxxxxxxxxx Araçatuba SP 2012 O Marketing Educacional aplicado às Instituições

Leia mais

O que fazer para transformar uma sala de aula numa comunidade de aprendizagem?

O que fazer para transformar uma sala de aula numa comunidade de aprendizagem? Rui Trindade Universidade do Porto Portugal trindade@fpce.up.pt I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DA UNDIME/MG Belo Horizonte 11 de Abril de 2012 O que fazer para transformar uma sala de aula numa comunidade de

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016 I INTRODUÇÃO De acordo com a legislação em vigor, a avaliação é um elemento integrante e regulador de todo o processo de ensino aprendizagem. A avaliação visa promover

Leia mais

GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP

GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP 2014 PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP INTRODUÇÃO A Pró-reitoria de graduação (PROGRAD), a Câmara Central de Graduação (CCG), o Núcleo de Educação à Distância

Leia mais

USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA

USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA Daricson Caldas de Araújo (IFPE) daricsoncaldas@gmail.com RESUMO Este artigo de revisão de literatura

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Escola de Gestores. Orientações para elaboração da proposta de intervenção

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Escola de Gestores. Orientações para elaboração da proposta de intervenção UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Escola de Gestores Orientações para elaboração da proposta de intervenção ELEMENTOS QUE COMPÕEM O TCC -PROJETO DE INTERVENÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3. PROPOSTA

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador 1. ENQUADRAMENTO LEGAL Compete ao conselho pedagógico, enquanto órgão de gestão pedagógica da escola, definir, anualmente, os critérios gerais de avaliação e

Leia mais

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP

Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação. Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Indisciplina escolar: um breve balanço da pesquisa em educação Juliana Ap. M. Zechi FCT/UNESP Complexidade do assunto e multiplicidade de interpretações que o tema encerra. Ações mais assemelhadas à indisciplina

Leia mais

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA O CURSO DE FISIOTERAPIA

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA O CURSO DE FISIOTERAPIA MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA O CURSO DE FISIOTERAPIA MONTES CLAROS - MG SUMÁRIO 1. Introdução 4 2. Obrigatoriedade das atividades complementares 5 3. Modalidades de Atividades Complementares

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Local PRODEL. Programa de Extensão Institucional

Programa de Desenvolvimento Local PRODEL. Programa de Extensão Institucional Programa de Desenvolvimento Local PRODEL Programa de Extensão Institucional Programa de Extensão Institucional Um programa de extensão universitária é o conjunto de projetos de extensão desenvolvido por

Leia mais

Empresa Júnior como espaço de aprendizagem: uma análise da integração teoria/prática. Comunicação Oral Relato de Experiência

Empresa Júnior como espaço de aprendizagem: uma análise da integração teoria/prática. Comunicação Oral Relato de Experiência Empresa Júnior como espaço de aprendizagem: uma análise da integração teoria/prática Elisabete Ap. Zambelo e-mail: elisabete.zambelo@usc.br Daniel Freire e Almeida e-mail: daniel.almeida@usc.br Verônica

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de

Leia mais

Palavras-chave: Fisioterapia; Educação Superior; Tecnologias de Informação e Comunicação; Práticas pedagógicas.

Palavras-chave: Fisioterapia; Educação Superior; Tecnologias de Informação e Comunicação; Práticas pedagógicas. A INTERAÇÃO DOS PROFESSORES DO CURSO DE FISIOTERAPIA COM AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO PEDAGÓGICO Heloisa Galdino Gumueiro Ribeiro 1, Prof. Dirce Aparecida Foletto De Moraes 2

Leia mais

c) a planejar, implementar e avaliar tarefas de sua prática edu_ cativa. 2.2. Objetivos Específicos

c) a planejar, implementar e avaliar tarefas de sua prática edu_ cativa. 2.2. Objetivos Específicos UNIVERSIDADE DO RIO GRANDE RS Autorização para o curso de pós-graduação em Educação, com habilitações em Orientação Educacional e Supervisão Escolar. ZILMA GOMES PARENTE DE BARROS l - RELATÓRIO 0 Reitor

Leia mais

PORTFÓLIO, AVALIAÇÃO E TRABALHO SITUANDO O PORTIFÓLIO PEDAGÓGICO BENIGNA MARIA DE FREITAS VILAS BOAS

PORTFÓLIO, AVALIAÇÃO E TRABALHO SITUANDO O PORTIFÓLIO PEDAGÓGICO BENIGNA MARIA DE FREITAS VILAS BOAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PROFESSOR: DANIEL ABUD SEABRA MATOS PORTFÓLIO, AVALIAÇÃO E TRABALHO PEDAGÓGICO SITUANDO O PORTIFÓLIO BENIGNA MARIA DE FREITAS VILAS BOAS Mariana 2013 O que é um portfólio?

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1. Língua estrangeira nas séries do Ensino Fundamental I: O professor está preparado para esse desafio?

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1. Língua estrangeira nas séries do Ensino Fundamental I: O professor está preparado para esse desafio? 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA Língua estrangeira

Leia mais

Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração

Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital SALERNO, Daniela Prado 1 VIEIRA, Vania Maria de Oliveira

Leia mais

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Departamento da Educação Pré Escolar Avaliação na educação pré-escolar -Competências -Critérios gerais de avaliação Ano letivo 2013-2014 1 INTRODUÇÃO Para

Leia mais

TRABALHO ACADÊMICO INTERDISCIPLINAR PROJETO INTERDISCIPLINAR 2º ADN 2014.1

TRABALHO ACADÊMICO INTERDISCIPLINAR PROJETO INTERDISCIPLINAR 2º ADN 2014.1 TRABALHO ACADÊMICO INTERDISCIPLINAR AS PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO SOCIECONÔMICO, CULTURAL E AMBIENTAL PARA O ESTADO DO AMAPÁ COM A ABERTURA DA PONTE BINACIONAL. TÍTULO DO PROJETO: PROJETO INTERDISCIPLINAR

Leia mais

Eduardo J. A. e SILVA 2 Camilla P. BRASILEIRO 3 Claudomilson F. BRAGA 4 Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO

Eduardo J. A. e SILVA 2 Camilla P. BRASILEIRO 3 Claudomilson F. BRAGA 4 Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO Estudo da proporção e o nível de conhecimento dos alunos de graduação do período vespertino do Campus II da UFG sobre o Programa Coleta Seletiva Solidária 1 Eduardo J. A. e SILVA 2 Camilla P. BRASILEIRO

Leia mais

AVALIAÇÃO EDUTEc Ensino Fundamental 6º ao 9º ano

AVALIAÇÃO EDUTEc Ensino Fundamental 6º ao 9º ano AVALIAÇÃO EDUTEc Ensino Fundamental 6º ao 9º ano Em consonância com a Legislação Vigente e as práticas pedagógicas adotadas pela Escola, estabeleceu-se como sistemática para cálculo da média anual do Ensino

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO

ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO ORIENTAÇÕES SOBRE O CONTEÚDO DO PROJETO ESCOLHA DO TEMA - Seja cauteloso na escolha do tema a ser investigado. Opte por um tema inserido no conteúdo programático da disciplina pela qual teve a maior aptidão

Leia mais

REGULAMENTO CURSO DESCENTRALIZADO

REGULAMENTO CURSO DESCENTRALIZADO REGULAMENTO CURSO DESCENTRALIZADO I Nome do curso PROTAGONISMO JUVENIL - GRÊMIO ESTUDANTIL E A FORMAÇÃO CIDADÃ NO ESPAÇO ESCOLAR II Apresentação: descrição do curso O curso capacitará os participantes

Leia mais

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos.

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos. PERCEPÇÃO DE ACADÊMICOS DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UENP, EM RELAÇÃO AOS ASPECTOS QUE CARACTERIZAM UM AMBIENTE FAVORECEDOR DA APRENDIZAGEM RESUMO Maria Cristina SIMEONI 1 Este resumo

Leia mais

Regulamento Projeto interdisciplinar

Regulamento Projeto interdisciplinar Regulamento Projeto interdisciplinar 1 Apresentação O presente manual tem como objetivo orientar as atividades relativas à elaboração do Projeto Interdisciplinar (PI). O PI é o estudo sobre um tema específico

Leia mais