CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE 1/40

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE 1/40"

Transcrição

1 1/40 Os valores de capaci dade de condução de correntes constantes das tabelas a seguir, foram calculados de acordo com os critérios estabelecidos pela NBR Para os cálculos foram consideradas aterradas as blindagens metálicas (fios de cobre) em pelo menos dois pontos. No caso de instalação com blindagem não aterrada, o valor da corrente máxima admissível será de 5 a 10% superior aos valores tabelados. Essa diferença é causada pela consideração, no cálculo, da corrente induzida circulante na blindagem aterrada, o que provoca um aquecimento adicional, portanto com redução da capacidade de condução de corrente do cabo. No caso de cabos diretamente enterrados são previstas duas capacidades de condução de corrente: uma para resistividade térmica do terreno igual a 0,9 K.m/W e outra igual a 1,5 K.m/W. A primeira é aplicável a terrenos úmidos e estáveis, isto é, que mantêm um conteúdo mínimo de umidade mesmo quando submetidos a gradientes térmicos elevados, gerados pelo aquecimento dos cabos. A segunda é aplicável no caso de terrenos secos ou quando se desconhece sua capacidade de retenção da umidade, sob as mesmas condições de gradiente térmico. No caso de cabos instalados em banco de dutos enterrados foi adotada resistividade térmica do concreto de 1,2 K.m/W que é estável na temperatura de serviço dos cabos. Para o terreno, foi adotada resistividade de 0,9 K.m/W, pois o mesmo está mais afastado dos cabos e portanto menos sujeito a migração de umidade.

2 2/40 FATORES DE CORREÇÃO DA Nas tabelas de capacidade de condução de corrente, assumimos determinadas condições de instalação e de temperatura ambiente que abrangem a grande maioria de maneiras de instalar cabos de média tensão. Contudo, se as condições reais forem diferentes daquelas adotadas, tornase necessário corrigir o valor da capacidade de condução de corrente através de fatores, que devem ser aplicados aos valores tabelados. Basicamente, dois fatores de correção são suficientes nas instalações normais: Fator de correção para temperatura ambiente ( f t ) diferente da considerada. Fator de correção devido ao agrupamento de ( f a ) cabos. A seguir, apresentamos tabelas de fatores de correção para diversos valores de temperatura ambiente, e para várias condições de agrupamento de cabos. Nota: No caso de circuitos com mais de um cabo por fase, recomendase adotar uma disposição geométrica tal, que minimize o desequilíbrio de impedância dos cabos de uma mesma fase. EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA Temperatura ambiente considerada ( C) 25 Fatores f t para temperatura ambiente diferente da considerada ,04 1,00 0,96 0,92 0,88 0,83 0, ,08 1,04 1,00 0,96 0,91 0,87 0,82

3 3/40 EM FUNÇÃO DO AGRUPAMENTO Maneiras de Instalar Fatores de Correção Multiplicar os fatores pelos valores de cap. de condução de corrente dados nas colunas * Ao Ar Livre Bandejas Canaletas Telas 4, 5 e 6/40 Calculadas conforme método dado nas telas 4, 5 e 6/40 I II III I II III No Solo Banco de Dutos Diretamente Enterrados Tela 7/40 Tela 8/40 X XI XII XIII XIV XV

4 Fatores em função do agrupamento INSTALAÇÕES AO AR LIVRE 4/40 Agrupamento de cabos em sistemas trifásicos, instalados em ambientes abertos e ventilados. Estes valores são válidos, desde que os cabos mantenham as disposições de instalação propostas. INSTALAÇÃO EM BANDEJAS * CABOS UNIPOLARES EM PLANO Número de bandejas Número de Ternas Fatores de Correção (fa) 1 0,97 0,96 0,97 0,94 0,93 0,96 0,93 0,92 0,94 0,91 0,90 Multiplicar pelos valores da coluna INSTALAÇÃO VERTICAL 0,94 0,91 0,89 I Casos onde não há necessidade de correção No caso de instalações em plano, aumentandose a distância entre os cabos reduzse o aquecimento mútuo. Entretanto, simultaneamente, aumentamse as perdas nas blindagens metálicas. Por isso tornase impossível dar indicação sobre as disposições para as quais não há necessidade de fator de correção. * Nas instalações em bandejas, considerase o número de sistemas ou cabos por bandeja.

5 Fatores em função do agrupamento INSTALAÇÕES AO AR LIVRE CABOS UNIPOLARES EM TRIFÓLIO Agrupamento de cabos em sistemas trifásicos, instalados em ambientes abertos e ventilados. Estes valores são válidos, desde que os cabos mantenham as disposições de instalação propostas. INSTALAÇÃO EM BANDEJAS * Número de bandejas Número de Ternas Fatores de Correção (fa) 1 0,98 0,96 1 0, 0,93 1 0,94 0,92 1 0,93 0,90 Multiplicar pelos valores da coluna 5/40 INSTALAÇÃO VERTICAL 1 0,93 0,90 II Casos onde não há necessidade de correção Número qualquer de Ternas * Nas instalações em bandejas, considerase o número de sistemas ou cabos por bandeja.

6 Fatores em função do agrupamento INSTALAÇÕES AO AR LIVRE Agrupamento de cabos em sistemas trifásicos, instalados em ambientes abertos e ventilados. Estes valores são válidos, desde que os cabos mantenham as disposições de instalação propostas. INSTALAÇÃO EM BANDEJAS * CABOS TRIPOLARES Nº de bandejas Número de cabos * Fatores de Correção (fa) 1 0,98 0,96 1 0, 0,93 1 0,94 0,92 1 0,93 0, ,93 0,90 0,89 0,87 0,92 0,89 0,88 0,86 Multiplicar pelos valores da coluna 6/40 INSTALAÇÃO VERTICAL 1 0,93 0,90 0,87 0,87 III Casos onde não há necessidade de correção Número qualquer de cabos * Nas instalações em bandejas, considerase o número de sistemas ou cabos por bandeja.

7 Fatores em função do agrupamento INSTALAÇÕES NO SOLO EM BANCO DE DUTOS 7/40 Multiplicar pelos valores da COLUNA X Até seção mm² inclusive 1,00 Acima de mm² 1,00 0,90 0,87 0,82 0,77 Multiplicar pelos valores da COLUNA XI Até seção mm² inclusive 0,91 0,85 0,79 Acima de mm² 0,88 0,81 0,73 Multiplicar pelos valores da COLUNA XII Até seção mm² inclusive Acima de mm² 0,91 0,88 0,85 0,81 0,79 0,73

8 Fatores em função do agrupamento INSTALAÇÕES NO SOLO DIRETAMENTE ENTERRADOS 8/40 Multiplicar pelos valores da COLUNA XIII (A ou B) Até seção mm² inclusive 1,00 Acima de mm² 1,00 0,87 0,85 0,80 0,78 Multiplicar pelos valores da COLUNA XIV (A ou B) Até seção mm² inclusive 0,86 0,79 0,71 Acima de mm² 0,83 0,76 0,67 Multiplicar pelos valores da COLUNA XV (A ou B) Até seção mm² inclusive Acima de mm² 0,86 0,83 0,79 0,76 0,71 0,67

9 9/40 MÉTODO DE CÁLCULO DO FATOR DE CORREÇÃO PARA CABOS INSTALADOS EM CANALETAS Nas tabelas de capacidade de condução de corrente (colunas IV, V e VI) foram fixadas para efeito de cálculo determinadas condições de instalação como: dimensões da canaleta e agrupamentos dos cabos. A alteração de uma ou duas dessas condições de instalação poderá implicar num acréscimo de temperatura na canaleta, diferente do considerado em tabela. O acréscimo de temperatura devido as perdas nos cabos por efeito joule e capacitivo, nos possibilita determinar o fator de correção f c, que deverá corrigir a capacidade de condução de corrente para as novas condições. Nas circunstâncias acima mencionadas devemos, quando necessário, corrigir a capacidade de condução de corrente aplicando os seguintes fatores de correção: fator de correção ( f c ) fator de correção por agrupamento ( f a ) fator de correção por temperatura ambiente ( f t ) Esses fatores de correção deverão, neste caso, ser aplicados aos valores das colunas I, II ou III constantes nas tabelas de capacidade de condução de corrente.

10 10/40 PERDAS DE POTÊNCIA NOS CABOS E CÁLCULO DO FATOR DE CORREÇÃO (fc) A perda total (Wtot) em um cabo de potência corresponde à soma das perdas por efeito joule (Wj) geradas no condutor e na blindagem e as perdas no dielétrico (Wd). Assim temos as expressões: Wtot = W j+ Wd (em W/km) W j =. In² W d = (Uo². tgδ ) Xc O fator fc é calculado a partir do acréscimo de temperatura no interior da canaleta. Assim temos: T = 3 (Wtot.10 ) (em C) 3p f c = Tc Ta T Tc Ta

11 Simbologia W tot = Perda total de potência no cabo (W/km) W j = Perdas por efeito Joule geradas no condutor e na blindagem (W/km) W d = Perdas no dielétrico (W/km) * = Parte real da impedância de linha cujos valores são tabelados no capítulo "Parâmetros elétricos" In = Corrente nominal a ser transportada pelo cabo (A) Uo = Tensão faseterra do sistema (V) tgδ = Fator de perdas no dielétrico (ver valores abaixo) Xc = Reatância capacitiva cujos valores são tabelados no capítulo "Parâmetros Elétricos" T = Acréscimo de temperatura na canaleta, devido às perdas no cabo ( C) p = perímetro enterrado na canaleta (m) f c = fator de correção da capacidade de condução de corrente devido ao acréscimo de temperatura na canaleta Tc = Máxima temperatura admissível no condutor em regime normal de operação ( C) Ta = Máxima temperatura ambiente da canaleta, antes da energização dos cabos ( C) 11/40 *Nota: Lembramos que os valores tabelados já incluem o efeito de circulação de corrente na blindagem metálica e, sendo assim, quando multiplicados por Ιn² fornecem as perdas geradas no condutor e na blindagem. Valores de tgd para cabos isolados em EPR e PE EPR 0,040 PE 0,008

12 12/40 EXEMPLO DE DIMENSIONAMENTO Suponhamos uma instalação de cabos em canaleta, a uma temperatura ambiente máxi ma de C e que compreenda 6 circuitos trifásicos dispostos conforme croquis abaixo:

13 Descrição dos circuitos Circuito A B C D E F Tensão do sistema (kv) Corrente (I n) a transportar (A) x 80 Cabo a ser utilizado Eprotenax 8,7 / 15 kv Unipolar Eprotenax 8,7 / 15 kv Unipolar Eprotenax 8,7 / 15 kv Unipolar Eprotenax 20 / kv Unipolar Voltalene 8,7 / 15 kv Unipolar Voltalene 8,7 / 15 kv Unipolar 13/40 Sequência de Cálculo 1. Adote, inicialmente, uma seção consultando as tabel as de capacidade de condução de corrente (colunas I, II ou III) de cada cabo. Por praticidade, adote uma seção superior em 2 ou 3 à correspondente à corrente nominal (Ιn). Circuito A B C D E F I n (A) adotada * Tabela de capacidade de condução de corrente Coluna I ** Tabela de capacidade de condução de corrente Coluna II Corrente máxima admissível (A) 407 * 721 * 333 * 323 * 222 ** 184 ** Parâmetros Elétricos 0,251 0,103 0,347 0,348 0,4 0,6 Xc tgd 0,040 0,040 0,040 0,040 0,008 0,008

14 2. Consulte a tabela de Parâmetros Elétricos que determina para cada cabo os valores de e Xc. 14/40 3. Calcule as perdas por efeito joule. Wjtot =. In² Wjtot = 3x0,251x180² + 3x0,103x² + 3x0,347x200² + + 3x0,348x160² + 2x3x0,4x² + 3x0,6x80² 4. Calcule as perdas por efeito capacitivo. Wjtot = W/km Uo².tg ð Wdtot = Xc Sendo: Uo1 = e Uo2 = Wdtot = 3 Wdtot = 5.9 W/km 3 0, ,04 0,04 0,008 0, , Wtot = = W/km

15 15/40 5. Determine o acréscimo de temperatura no interior da canaleta devido às perdas nos cabos. T = Wtot p sendo p = 2. 0,7 + 1,0 = 2,4 m. T = ,4 T = 28,3 C 6. Calcule o fator de correção (fc) Fc = Tc Ta T Tc Ta 90 28,3 Fc = 90 Fc = 0,697 Eprotenax e Voltalene

16 7. Determine o fator de correção em função da temperatura ambiente (ft). 16/40 8. Determine o fator de correção em função do agrupamento (fa). Os circuitos A, B, C e Destão instalados em bandejas (cabos unipolares em plano) e possuem 2 ternas por bandeja (fa = 0,94). Os circuitos E e F, em trifólio, estão instalados na vertical e são consideradas 3 ternas (fa = 0,90). 9. Multiplique a corrente máxima admissível pelos fatores de correção. 10. Compare os valores da corrente corrigida (última coluna) com os valores da corrente nominal (segunda coluna). Os circuitos B e C apresentam ótimos resultados, enquanto os circuitos A, D, E e F poderão ser refeitos tentandose seções menores. QUADRO RESUMO Corrente Circuito I n (A) adotada máxima fc ft admissível (A) A B C D E F ,697 0,697 0,697 0,697 0,697 0,697 0,96 0,96 0,96 0,96 0,96 0,96 fa 0,94 0,94 0,94 0,94 0,90 0,90 Corrente corrigida (A)

17 Nominal EPROTENAX COMPACT 105 3,6/6 kv 17/40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos

18 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em Temperatura no condutor: 105 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) Unipolares em no Duto EPROTENAX COMPACT 105 3,6/6 kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado X XI XII XIII XIV XV 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 18/

19 Nominal EPROTENAX COMPACT 105 6/10 kv 19/40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos * Eletrodutos nãometálicos

20 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em Temperatura no condutor: 105 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) Unipolares em no Duto EPROTENAX COMPACT 105 6/10 kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado X XI XII XIII XIV XV 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 20/

21 Nominal EPROTENAX COMPACT 105 8,7/15 kv 21/40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos * Eletrodutos nãometálicos

22 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em Temperatura no condutor: 105 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) Unipolares em no Duto EPROTENAX COMPACT 105 8,7/15 kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado X XI XII XIII XIV XV 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 22/

23 Nominal EPROTENAX COMPACT /20 kv 23/40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos * Eletrodutos nãometálicos

24 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em Temperatura no condutor: 105 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) Unipolares em no Duto EPROTENAX COMPACT /20 kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado X XI XII XIII XIV XV 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 24/

25 * Eletrodutos nãometálicos MÉDIA TENSÃO Nominal EPROTENAX COMPACT /25 kv 25/40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos

26 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em Temperatura no condutor: 105 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) Unipolares em no Duto EPROTENAX COMPACT /25 kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado X XI XII XIII XIV XV 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 26/

27 * Eletrodutos nãometálicos MÉDIA TENSÃO Nominal EPROTENAX COMPACT / kv 27/40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos

28 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em Temperatura no condutor: 105 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) Unipolares em no Duto EPROTENAX COMPACT / kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado X XI XII XIII XIV XV 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 28/

29 Nominal EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 3,6/6 kv 29/40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos

30 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 3,6/6 kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) X XI XII XIII XIV XV Unipolares em no Duto Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 30/

31 Nominal EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 6/10 kv 31/40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos * Eletrodutos nãometálicos

32 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 6/10 kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) X XI XII XIII XIV XV Unipolares em no Duto Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 32/

33 Nominal EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 8,7/15 kv 33/40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos * Eletrodutos nãometálicos

34 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 8,7/15 kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) X XI XII XIII XIV XV Unipolares em no Duto Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 34/

35 Nominal EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 12/20 kv /40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos * Eletrodutos nãometálicos

36 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 12/20 kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) X XI XII XIII XIV XV Unipolares em no Duto Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 36/

37 * Eletrodutos nãometálicos MÉDIA TENSÃO Nominal EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 15/25 kv 37/40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos

38 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 15/25 kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) X XI XII XIII XIV XV Unipolares em no Duto Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 38/

39 * Eletrodutos nãometálicos MÉDIA TENSÃO Nominal EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 20/ kv 39/40 CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR AO AR LIVRE Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 30 C Em bandejas Em canaletas Em eletrodutos * I II III IV V VI VII VIII IX * Eletrodutos nãometálicos

40 Nominal 1 Cabo Unipolar por Duto em EPROTENAX COMPACT, EPROTENAX E VOLTALENE 20/ kv CORRENTES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS POR CONDUTOR NO SOLO Temperatura no condutor: 105 C 90 C Temperatura ambiente: 25 C Fator de carga: 100% Em Banco de Duto (s) X XI XII XIII XIV XV Unipolares em no Duto Resistiv idade Térmica do Terreno: Coluna A: 0,9 K.m/W Coluna B: 1,5 K.m/W Banco de dutos: 1,2 K.m/W Diretamente Enterrado 1 Cabo Tripolar no Duto Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B Coluna A Coluna B 40/

DIMENSIONAMENTO OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS:

DIMENSIONAMENTO OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS: DIMENSIONAMENTO OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS: Chamamos de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos itens da NBR 5410 relativos à escolha

Leia mais

BAIXA TENSÃO Uso Geral

BAIXA TENSÃO Uso Geral Dimensionamento OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONA- MENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS: Chamamos de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos itens da NBR 5410/2004 relativos à escolha

Leia mais

BAIXA TENSÃO Uso Geral

BAIXA TENSÃO Uso Geral Dimensionamento OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONA- MENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS: Chamamos de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos itens da NBR 5410/2004 relativos à escolha

Leia mais

Tabelas de Dimensionamento

Tabelas de Dimensionamento Com o objetivo de oferecer um instrumento prático para auxiliar no trabalho de projetistas, instaladores e demais envolvidos com a seleção e dimensionamento dos em uma instalação elétrica de baixa tensão,

Leia mais

TABELA 1 Os métodos de referência são os de instalação indicados na NBR - 5410

TABELA 1 Os métodos de referência são os de instalação indicados na NBR - 5410 CAPACIAE E CONUÇÃO E CORRENTE PARA CABO E BAIXA TENÃO O dimensionamento de uma instalação elétrica alimentada sob tensão nominal igual ou inferior a 00V, em corrente alternada é a 0V em corrente contínua,

Leia mais

Seminário Online DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS

Seminário Online DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS Seminário Online DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS Leonel Rodrigues Gerente de Aplicação de Produto Nexans Product Application Dept. Sep 2014 1 Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento

Leia mais

Cabos Navais. Introdução

Cabos Navais. Introdução Cabos Navais Introdução A Prysmian Energia Cabos e Sistemas do Brasil S.A. apresenta a sua linha de cabos para aplicação em plataformas de petróleo off-shore e navios, tipo LS0H (Low Smoke Zero Halogen),

Leia mais

Fio e Cabo Inbranil Antichama - 750V

Fio e Cabo Inbranil Antichama - 750V Fio e Cabo Inbranil Antichama - 750V Características Construtivas 1) Para Fio Inbranil Antichama: condutor sólido de cobre eletrolítico nu, têmpera mole, classe 1. Para Cabo Inbranil Antichama: condutor

Leia mais

Média tensão Uso Geral

Média tensão Uso Geral Dimensionamento Os valores e capaciae e conução e correntes constantes as tabelas a seguir foram retiraos a NBR 14039/2003. No caso e cabos iretamente enterraos foi aotao uma resistiviae térmica o terreno

Leia mais

Informações e Tabelas Técnicas

Informações e Tabelas Técnicas As instalações e dimensionamentos de fios e cabos elétricos de baixa tensão devem obedecer as recomendações indicadas na NBR 5410/2004. Características dos condutores de cobre mole para fios e cabos isolados

Leia mais

Aula 08 Instalações Elétricas de Distribuição. Professor Jorge Alexandre A. Fotius

Aula 08 Instalações Elétricas de Distribuição. Professor Jorge Alexandre A. Fotius Aula 08 Instalações Elétricas de Distribuição Professor Jorge Alexandre A. Fotius Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Em áreas urbanas com baixa densidade

Leia mais

Í N D I C E D E R E V I S Õ E S D E S C R I Ç Ã O E / O U F O L H A S A T I N G I D A S

Í N D I C E D E R E V I S Õ E S D E S C R I Ç Ã O E / O U F O L H A S A T I N G I D A S Página de 30 PROJETO: Í N D I C E D E R E V I S Õ E S R E V. D E S C R I Ç Ã O E / O U F O L H A S A T I N G I D A S 0 EMISSÃO INICIAL 0 2 3 4 5 6 7 8 DATA 4.05.205 25.08.205 EXECUÇÃO WV WV VERIFICAÇÃO

Leia mais

Tipos de linhas. Sumário Linhas Elétricas Dimensionamento. Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas

Tipos de linhas. Sumário Linhas Elétricas Dimensionamento. Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas Tipos de linhas Sumário Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas Instalação dos condutores Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas Os cabos multipolares só deve conter os condutores de um

Leia mais

Disciplina: Eletrificação Rural

Disciplina: Eletrificação Rural UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS RIAS DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA AGRÍCOLA Disciplina: Eletrificação Rural Unidade 6 Condutores elétricos - dimensionamento e instalação.

Leia mais

Informações e Tabelas Técnicas

Informações e Tabelas Técnicas Características dos condutores de cobre mole para fios e cabos isolados 1 Temperatura característica dos condutores 1 Corrente de curto-circuito no condutor 1 Gráfico das correntes máximas de curto-circuito

Leia mais

CONDUTORES ELÉTRICOS

CONDUTORES ELÉTRICOS CONDUTORES ELÉTRICOS R = ρ l S ( Ω) Produto metálico, geralmente de forma cilíndrica, utilizada para transportar energia elétrica ou transmitir sinais elétricos. ρ cobre = 1,72 10-8 Ωm ρ alum = 2,80 10-8

Leia mais

MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela 33 da NBR5410/2004)

MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela 33 da NBR5410/2004) MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela da NBR5410/004) Método de instalação número: Esquema ilustrativo Descrição Método de instalação a utilizar para a capacidade de condução de corrente 1 1 1 eletroduto de seção

Leia mais

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

INFORMAÇÕES TÉCNICAS INFORMAÇÕES TÉCNICAS ÍNDICE A Empresa... 03 Contato Comercial... 03 Seleção e Instalação de Condutores Elétricos (NBR 5410)... 04 Tabela de Produtos... 09 Métodos de Instalação... 10 Capacidade de Condução

Leia mais

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento técnico baixa tensão Seção mínima Capacidade

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Capítulo 4 Parte 2 Condutores elétricos: 1. semestre de 2011 Abraham Ortega Número de condutores isolados no interior de um eletroduto Eletroduto é um elemento de linha elétrica fechada,

Leia mais

Manual Técnico. Aplicações recomendadas para os fios e cabos de BT e MT

Manual Técnico. Aplicações recomendadas para os fios e cabos de BT e MT Manual Técnico Aplicações recomendadas para os fios e cabos de BT e MT Líder Mundial na Indústria de Cabos Com a energia como base de seu desenvolvimento, a Nexans é a líder mundial na indústria de cabos,

Leia mais

Instalações Elétricas Industriais. Prof. Carlos T. Matsumi

Instalações Elétricas Industriais. Prof. Carlos T. Matsumi Instalações Elétricas Industriais Divisão de Sistemas de Alimentação Faixa de Tensão Elétrica (IE) orrente Alternada - A orrente ontínua- Extra Baixa Tensão: Tensão Inferior à 50 V (A) e 120 V () Baixa

Leia mais

-30.-40-40 -40-50 -40 X -90-190 X -70

-30.-40-40 -40-50 -40 X -90-190 X -70 APRESENTAÇÃO A FNCE, empresa nacional com tradição a mais de 0 anos no mercado de condutores elétricos esta comprometida com a qualidade de seus produtos, treinamentos dos seus colaboradores e preservação

Leia mais

Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Dimensionamento de Condutores e Eletrodutos

Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Dimensionamento de Condutores e Eletrodutos Dimensionamento de Condutores e Eletrodutos Método da capacidade de condução de corrente Roteiro: 1. Calcular a corrente de projeto (I p ) dos circuitos da edificação; 2. Definir parâmetros de instalação

Leia mais

Superintendência de Desenvolvimento e Engenharia da Distribuição TD ND-3.3 - TABELAS

Superintendência de Desenvolvimento e Engenharia da Distribuição TD ND-3.3 - TABELAS 02.111-TD/AT-3013a Superintendência de Desenvolvimento e Engenharia da Distribuição TD ND-3.3 - TABELAS Gerência de Desenvolvimento e Engenharia de Ativos da Distribuição TD/AT Belo Horizonte Setembro/2013

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE ELÉTRICOS INTRODUÇÃO Os fatores básicos que envolvem o dimensionamento de um condutor são: tensão nominal; freqüência nominal; potência ou corrente

Leia mais

ENE065 Instalações Elétricas I

ENE065 Instalações Elétricas I 07/05/2012 ENE065 Instalações Elétricas I Prof.: Ivo Chaves da Silva Junior ivo.junior@ufjf.edu.br Quadro de Distribuição Circuitos Terminais Circuitos Terminais Quadro de Distribuição Quadro de Distribuição

Leia mais

Para que o sistema de proteção atinja a finalidade a que se propõe ele deve obedecer aos seguintes requisitos básicos:

Para que o sistema de proteção atinja a finalidade a que se propõe ele deve obedecer aos seguintes requisitos básicos: 5 Proteção e Coordenação de Instalações Industriais Para que o sistema de proteção atinja a finalidade a que se propõe ele deve obedecer aos seguintes requisitos básicos: 1 Seletividade É a capacidade

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES

DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES Os seis critérios de dimensionamento de circuitos de BT: 1. Seção mínima; 2. Capacidade de condução de corrente; 3. Queda de tensão; 4. Proteção contra sobrecargas; 5. Proteção contra curtos-circuitos;

Leia mais

Proteção de cabos. o valor da relação Uo/U, que representa o quanto o cabo suporta de sobretensão fase-terra (Uo) e entre fases (U).

Proteção de cabos. o valor da relação Uo/U, que representa o quanto o cabo suporta de sobretensão fase-terra (Uo) e entre fases (U). 32 Apoio Proteção e seletividade Capítulo XII Proteção de cabos Por Cláudio Mardegan* Falando em proteção de cabos, este capítulo abordará de proteção deve ficar, no máximo, igual ao valor de alguns critérios

Leia mais

CABOS ISOLADOS / COBERTOS DE BAIXA TENSÃO (até 1kV) Nota: Sob consulta, os cabos Forex, Flexonax, Forenax, Forefix podem ser fornecidos com armadura Fio e Cabo WPP Cordão FOREPLAST (300 V) Os fios WPP

Leia mais

4 LINHAS ELÉTRICAS. Figura 5: Exemplos de fios e cabos.

4 LINHAS ELÉTRICAS. Figura 5: Exemplos de fios e cabos. 8 4.1 Condutores elétricos. 4 LINHAS ELÉTRICAS Os condutores elétricos constituem os principais componentes das linhas elétricas que conduzem eletricidade até as cargas elétricas. Define-se condutor elétrico

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE CIRCUITOS

DIMENSIONAMENTO DE CIRCUITOS DIMENSIONAMENTO DE CIRCUITOS Os seis critérios de dimensionamento de circuitos de BT.......................188 Capacidade de condução: o que diz a norma..........................................189 Cálculos

Leia mais

Capacidade de corrente de cabos. Fábio Brunheroto Forner

Capacidade de corrente de cabos. Fábio Brunheroto Forner Capacidade de corrente de cabos Fábio Brunheroto Forner 1 A Redenel Engenharia e Representações Ltda. foi idealizada para elaboração de serviços de engenharia em redes de distribuição subterrânea, tendo

Leia mais

Capítulo 5. Linhas elétricas. 5.1 Aspectos gerais 26/04/2010

Capítulo 5. Linhas elétricas. 5.1 Aspectos gerais 26/04/2010 Capítulo 5 Linhas elétricas 2008 by Pearson Education slide 1 5.1 Aspectos gerais Condutor elétrico Fio Barra Linha pré-fabricada Barramento Condutor encordoado: classes 1 a 6 Cabo Corda Perna Coroa Cabo

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA Índice 1 Introdução 2 Local da Obra 3 Normas 4 Malha de Aterramento 5 Equipamento e Materiais 6 Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas 7 Cálculo dos Elementos

Leia mais

Instalações de média tensão ABNT NBR 14039

Instalações de média tensão ABNT NBR 14039 52 Instalações de média tensão ABNT NBR 14039 Capítulo IV Seleção e instalação de componentes Parte 1 Por Marcus Possi* O foco deste artigo é o Capítulo 6 da norma ABNT NBR 14039 Instalações elétricas

Leia mais

CADASTRO TÉCNICO DE FORNECEDORES SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO MATERIAIS PADRONIZADOS APLICADOS EM CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO 15KV - ATENDIMENTO COLETIVO

CADASTRO TÉCNICO DE FORNECEDORES SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO MATERIAIS PADRONIZADOS APLICADOS EM CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO 15KV - ATENDIMENTO COLETIVO SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO CADASTRO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO CD.DT.PDN.03.14.001 03 APROVADO POR MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA E CADASTRO (DEEE) SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...

Leia mais

ENE065 Instalações Elétricas I

ENE065 Instalações Elétricas I 14/05/2012 ENE065 Instalações Elétricas I Prof.: Ivo Chaves da Silva Junior ivo.junior@ufjf.edu.br Dimensionamento dos Condutores FASE Ampacidade Queda de Tensão Seção Mínima Dimensionamento dos Condutores

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA

CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO DE CÁLCULO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM MÉDIA TENSÃO 13.8KV CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA RUA OSVALDO PRIMO CAXILÉ, S/N ITAPIPOCA - CE 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda.

Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Confiança e economia na qualidade da energia. Recomendações para a aplicação de capacitores em sistemas de potência Antes de iniciar a instalação,

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Relés de Sobrecarga Térmico Linha RW

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Relés de Sobrecarga Térmico Linha RW Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Relés de Sobrecarga Térmico Linha RW Relés de Sobrecarga Térmico RW Informações Gerais - Local para identificação - Tecla Reset + Multifunção

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 9. Sistema de Aterramento 02 9.1. Geral 02 9.2. Normas 02 9.3. Escopo de Fornecimento 02 T-9.1. Tabela 02 9.4. Características Elétricas 03 9.4.1. Gerais 03 9.4.2. Concepção Geral

Leia mais

ENGEMATEC CAPACITORES

ENGEMATEC CAPACITORES ENGEMATEC CAPACITORES CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA Confiança e economia na qualidade da energia. Equipamentos Elétricos e Elêtronicos de Potência Ltda 2 MODELOS DOS CAPACITORES TRIFÁSICOS PADRONIZADOS

Leia mais

MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO

MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO Dados do cliente Proprietário: Roney Casagrande CPF: 765.425.990-53 Endereço: Estrada Pinhal da Serra, n 04452, Interior Cidade: Pinhal da Serra RS CEP: 95.390-000 Dados da

Leia mais

Instalações Elétricas BT I. Odailson Cavalcante de Oliveira

Instalações Elétricas BT I. Odailson Cavalcante de Oliveira Instalações Elétricas BT I Odailson Cavalcante de Oliveira Dimensionamento de condutores Tipos de Condutores Condutores isolados Condutores unipolar Condutores multipolar Critérios para dimensionamento:

Leia mais

SIMBOLOGIA E CONVENÇÕES

SIMBOLOGIA E CONVENÇÕES SUMÁRIO 1. SIMBOLOGIA E CONVENÇÕES 3 2. ESQUEMAS FUNDAMENTAIS DE LIGAÇÕES 6 3. PROJETO 12 3.1. Análise inicial 12 3.2. Caracterização do fornecimento de energia 13 4. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO 14 4.1. Definições

Leia mais

Cabo Cofivinil HEPR (1 Condutor) 0,6/1kV 90 o C

Cabo Cofivinil HEPR (1 Condutor) 0,6/1kV 90 o C Cabo Cofivinil HEPR (1 Condutor) 0,6/1kV 90 o C 1 Dados Construtivos: 1.1 Desenho: 1 2 3 4 1 Condutor: Fios de cobre eletrolítico nu, têmpera mole. Encordoamento classe 05. 2 Separador: Fita não higroscópica

Leia mais

ÃO AO CURSO LEGENDA WS 01 S 01 ENGENHARIA ELÉTRICA. Valor: 1,0. 1 a QUESTÃO. Tomada de 350 W. Luminária de 250 W monofásica. Interruptor simples

ÃO AO CURSO LEGENDA WS 01 S 01 ENGENHARIA ELÉTRICA. Valor: 1,0. 1 a QUESTÃO. Tomada de 350 W. Luminária de 250 W monofásica. Interruptor simples CONCURSO DE ADMISSÃ ÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO ENGENHARIA ELÉTRICA CADERNO DE QUESTÕES 2009 1 a QUESTÃO Valor: 1,0 3m 02 g 3m 3m 4m 3m e 6m 4m 6m 6m d 4m 4m 02 02 02 4m 02 S g f 4m S S f e 4m c S d WS ab

Leia mais

13 - INSTALAÇÕES DE FORÇA MOTRIZ

13 - INSTALAÇÕES DE FORÇA MOTRIZ Instalações Elétricas Professor Luiz Henrique Alves Pazzini 104 13.1 - Introdução 13 - INSTALAÇÕES DE FORÇA MOTRIZ Existem três configurações básicas para alimentação de motores que operam em condições

Leia mais

POP-04.0001. Transporte, armazenamento, preservação, manuseio, instalação e ensaios de cabos elétricos

POP-04.0001. Transporte, armazenamento, preservação, manuseio, instalação e ensaios de cabos elétricos 1 Objetivo Procedimento Operacional Pág.: 1/15 Determinar as condições exigíveis de acondicionamento, transporte, armazenamento e movimentação de bobinas de condutores elétricos, visando à integridade

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS SOBRE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS SOBRE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS SOBRE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Novas Normas NBR IEC 61643-1 - Dispositivos de proteção contra surtos em baixa tensão - Parte 1: Dispositivos de proteção conectados a sistemas de

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DO ITEM R$

ESPECIFICAÇÃO DO ITEM R$ ANEXO 2 Planilha Orçamentária Estimativa de Quantitativos e Preços Máximos Global e Unitários LOTE ÚNICO ESPECIFICAÇÃO DO ITEM Qtde. Unitário R$ Total R$ 01 02 03 04 05 CHAVE NIVEL TIPO BOIA,ATUACAO: ALARME

Leia mais

Aterramento. 1 Fundamentos

Aterramento. 1 Fundamentos Aterramento 1 Fundamentos Em toda instalação elétrica de média tensão para que se possa garantir, de forma adequada, a segurança das pessoas e o seu funcionamento correto deve ter uma instalação de aterramento.

Leia mais

INDICE. Catálogo de cabos industriais e energia CAPÍTULOS

INDICE. Catálogo de cabos industriais e energia CAPÍTULOS INDICE Catálogo de cabos industriais e energia CAPÍTULOS 1 Cabos de Energia Harmonizados 2 Cabos de Energia - Baixa Tensão (0,6/1kV) 3 Cabos de Energia de Média e Alta Tensão 4 Cabos de Segurança 5 Cabos

Leia mais

ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA.

ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA. ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS DE ISOLAÇÃO COM BLINDAGEM APLICAÇÃO Os transformadores monofásicos de isolação com blindagens, magnética e eletrostática, foram desenvolvidos

Leia mais

Noções Básicas de identificação da qualidade de cabos coaxiais e pares trançados

Noções Básicas de identificação da qualidade de cabos coaxiais e pares trançados Noções Básicas de identificação da qualidade de cabos coaxiais e pares trançados Este tutorial apresenta noções básicas de identificação da qualidade de cabos coaxiais e pares trançados. Mauricio Matos

Leia mais

4 DIMENSIONAMENTO ECONÔMICO DE CONDUTORES ELÉTRICOS CONFORME A NORMA ABNT NBR 15920...11

4 DIMENSIONAMENTO ECONÔMICO DE CONDUTORES ELÉTRICOS CONFORME A NORMA ABNT NBR 15920...11 DIMENSIONAMENTO ECONÔMICO E AMBIENTAL DE CONDUTORES ELÉTRICOS 3 Índice 1 INTRODUÇÃO..............................................................................4 2 DIMENSIONAMENTO TÉCNICO DE CONDUTORES

Leia mais

TRANSFORMADOR A SECO Geafol de 75 a 25.000 kva

TRANSFORMADOR A SECO Geafol de 75 a 25.000 kva Com a linha Geafol, obteve-se um transformador com excelentes características elétricas, mecânicas e térmicas que, adicionalmente, ainda é ecológico. São produzidos sob certificação DQS, ISO 9001 e ISO

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG.. Instalações Elétricas Gerais 02.1. Geral 02.2. Normas 02.3. Escopo de Fornecimento 02.4. Características Elétricas para Iluminação de Uso Geral 02.4.1. Geral 02.4.2. Tensões de Alimentação

Leia mais

Capacitores Correção do Fator de Potência. Motores Automação Energia Tintas

Capacitores Correção do Fator de Potência. Motores Automação Energia Tintas Capacitores Correção do Fator de Potência Motores Automação Energia Tintas Unidade Capacitiva Monofásica - UCW g As unidades capacitivas monofásicas WEG, tipo UCW, são produzidas com filme de polipropileno

Leia mais

4 DIMENSIONAMENTO ECONÔMICO DE CONDUTORES ELÉTRICOS CONFORME A NORMA ABNT NBR IEC 60287-3-2...11

4 DIMENSIONAMENTO ECONÔMICO DE CONDUTORES ELÉTRICOS CONFORME A NORMA ABNT NBR IEC 60287-3-2...11 DIMENSIONAMENTO ECONÔMICO E AMBIENTAL DE CONDUTORES ELÉTRICOS 3 Índice 1 INTRODUÇÃO..............................................................................4 2 DIMENSIONAMENTO TÉCNICO DE CONDUTORES

Leia mais

AUTORES: WOONG JIN LEE ALOISIO JOSÉ DE OLIVEIRA LIMA JORGE FERNANDO DUTRA JOSÉ M. PINHEIRO FRANKLIM FABRÍCIO LAGO CARLOS AUGUSTO V.

AUTORES: WOONG JIN LEE ALOISIO JOSÉ DE OLIVEIRA LIMA JORGE FERNANDO DUTRA JOSÉ M. PINHEIRO FRANKLIM FABRÍCIO LAGO CARLOS AUGUSTO V. AUTORES: WOONG JIN LEE ALOISIO JOSÉ DE OLIVEIRA LIMA JORGE FERNANDO DUTRA JOSÉ M. PINHEIRO FRANKLIM FABRÍCIO LAGO CARLOS AUGUSTO V. GRANATA 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO GENERALIDADES PROJETO CABOS E ACESSÓRIOS

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO ENTRADA DE ENERGIA EM ALTA TENSÃO

MEMORIAL DESCRITIVO ENTRADA DE ENERGIA EM ALTA TENSÃO MEMORIAL DESCRITIVO ENTRADA DE ENERGIA EM ALTA TENSÃO Responsável Técnico: Proprietário / Responsável Legal: Marcos Antônio de Sordi Instituto Federal de Ciência e Eng.º Eletricista CREA PR-73895/D Tecnologia

Leia mais

Terminais e Emendas para Cabos Elétricos

Terminais e Emendas para Cabos Elétricos Terminais e Emendas para Cabos Elétricos A KIT Acessórios, com sede no Rio de Janeiro, desde 1991, vem se dedicando exclusivamente a produção de acessórios para cabos elétricos. Desde 1999, a KIT Acessórios

Leia mais

APRESENTAÇÃO... 13. Unidade 1: Revisão de eletricidade básica. 1.1 Primeiras palavras... 17. 1.2 Problematizando o tema... 17

APRESENTAÇÃO... 13. Unidade 1: Revisão de eletricidade básica. 1.1 Primeiras palavras... 17. 1.2 Problematizando o tema... 17 ........... Sumário APRESENTAÇÃO.... 13 Unidade 1: Revisão de eletricidade básica 1.1 Primeiras palavras.... 17 1.2 Problematizando o tema... 17 1.3 Texto básico para estudos.... 17 1.3.1 Tensão Contínua

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE MPN-DP-1/MN-3 29/5/212 RES nº 85/212, 29/5/212 TÍTULO: INSTALAÇÕES BÁSICAS DE BT ISOLADA Página 1 MPN-DP-1/MN-3 29/5/212 RES nº 85/212, 29/5/212 TÍTULO: INSTALAÇÕES BÁSICAS DE BT ISOLADA ÍNDICE CAPÍTULO

Leia mais

A solução ideal para instalações residenciais e terciárias

A solução ideal para instalações residenciais e terciárias NOVOS Disjuntores RX 3 A solução ideal para instalações residenciais e terciárias Ambiente Residencial - área úmida Ambiente Residencial Soho - Pequeno Escritório ou Home Office Ambiente Residencial -

Leia mais

Instala es El tricas. Curso Completo

Instala es El tricas. Curso Completo Instala es El tricas Curso Completo SUMÁRIO 1 A Produção de Energia Elétrica...7 1.1 Usina Hidroelétrica...7 1.2 Usina Termoelétrica...7 1.3 Usina Nuclear...7 1.4 Usina Alternativa...7 2 A Transmissão

Leia mais

Catálogo de. Produtos

Catálogo de. Produtos Catálogo de Produtos Atualização: Janeiro/01. Sumário Tabelas de Dimensionamento Fios e Cabos Elétricos de Cobre para Baixa Tensão 6 Fio Sólido BWF 0 V Cabo BWF 0 V 8 Cabo Flexível Corfitox HEPR 90 C 0,6/1

Leia mais

Curso Técnico de Eletrotécnica Disciplina: Prática de acionamentos elétricos I Prof. Epaminondas de Souza Lage Fusíveis

Curso Técnico de Eletrotécnica Disciplina: Prática de acionamentos elétricos I Prof. Epaminondas de Souza Lage Fusíveis 1. Conceituação Prof. Epaminondas Lage Os fusíveis são dispositivos de proteção que, pelas suas características, apresentam destaque na proteção contra correntes de curto-circuito, podendo também atuar

Leia mais

AS NORMAS ABNT. ABNT NBR IEC 60335-2-76 Trata especificamente sobre equipamentos eletrificadores de cercas. Foi publicada em 03/12/2007

AS NORMAS ABNT. ABNT NBR IEC 60335-2-76 Trata especificamente sobre equipamentos eletrificadores de cercas. Foi publicada em 03/12/2007 AS NORMAS ABNT INTRODUÇÃO ABNT NBR IEC 60335-2-76 Trata especificamente sobre equipamentos eletrificadores de cercas. Foi publicada em 03/12/2007 NBR NM-IEC 335-1 Trata sobre a segurança de equipamentos

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

Sistema Normativo Corporativo

Sistema Normativo Corporativo Sistema Normativo Corporativo PADRÃO TÉCNICO VERSÃO Nº ATA Nº DATA DATA DA VIGÊNCIA 00-13/07/2009 13/07/2009 APROVADO POR José Rubens Macedo Junior SUMÁRIO 1. RESUMO...3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...3 3.

Leia mais

índice 02 CONDIÇÕES BÁSICAS Prezado cliente, REDE DE ACESSO PARA INSTALAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ACOMODAÇÕES DE EQUIPAMENTOS CABOS E CONEXÕES

índice 02 CONDIÇÕES BÁSICAS Prezado cliente, REDE DE ACESSO PARA INSTALAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ACOMODAÇÕES DE EQUIPAMENTOS CABOS E CONEXÕES Prezado cliente, índice Bem-vindo à GVT. Agora sua empresa conta com soluções inovadoras de voz, dados e Internet com o melhor custo-benefício. Para garantir a qualidade dos serviços e aproveitar todos

Leia mais

CONDUTORES ELÉTRICOS DE BAIXA TENSÃO

CONDUTORES ELÉTRICOS DE BAIXA TENSÃO 8 CONDUTORES ELÉTRICOS DE BAIXA TENSÃO 8.1 INTRODUÇÃO Em qualquer circuito elétrico, nota-se a presença de elementos condutores, que interligam os equipamentos elétricos às fontes e aos demais componentes

Leia mais

NTE - 011 PADRÕES PRÉ-FABRICADOS

NTE - 011 PADRÕES PRÉ-FABRICADOS NORMA TÉCNICA NTE - 011 PADRÕES PRÉ-FABRICADOS 1. OBJETIVO Esta norma tem por objetivo padronizar, especificar e fixar os critérios e as exigências técnicas mínimas relativas à fabricação e o recebimento

Leia mais

Nota Técnica 001/2010

Nota Técnica 001/2010 Nota Técnica 001/2010 Produto: Sistema Zyggot Temperatura Aplicação: Termografia sem Contato em Painéis Elétricos de Baixa Tensão Serão discutidos os tópicos a seguir: 1) Conceito de Termografia; 2) Análise

Leia mais

Instalações Elétricas Prediais. Aterramento. Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki

Instalações Elétricas Prediais. Aterramento. Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki Conceito Instalações Elétricas Prediais -É a Ligação intencional de um condutor à terra. -Significa colocar instalações de estruturas metálicas e equipamentos elétricos

Leia mais

Esquematicamente, a rede de assinantes é composta pelos seguintes elementos: Planta Externa. Caixa de Distribuição. Cabo Primário.

Esquematicamente, a rede de assinantes é composta pelos seguintes elementos: Planta Externa. Caixa de Distribuição. Cabo Primário. 2 REDE DE ASSINANTES É a parcela do sistema telefônico que interliga a central local com o aparelho telefônico. Além da voz, é usada também para comunicação de dados. Atualmente a rede de assinantes é

Leia mais

Capacitores para Correção do Fator de Potência Bobinas de polipropileno metalizado, auto-regenerativo e com dielétrico seco Perdas dielétricas

Capacitores para Correção do Fator de Potência Bobinas de polipropileno metalizado, auto-regenerativo e com dielétrico seco Perdas dielétricas Capacitores para Correção do Fator de Potência Bobinas de polipropileno metalizado, auto-regenerativo e com dielétrico seco Perdas dielétricas menores que 0,4 W/kvar Dispositivo interruptor de segurança

Leia mais

Aplicação de Sistema Telemedição em Unidades Consumidoras Alimentadas por Redes Subterrâneas Caso Praia do Paiva

Aplicação de Sistema Telemedição em Unidades Consumidoras Alimentadas por Redes Subterrâneas Caso Praia do Paiva Aplicação de Sistema Telemedição em Unidades Consumidoras Alimentadas por Redes Subterrâneas Caso Praia do Paiva Autores Marcelo Artur Xavier de Lima CELPE; José Aderaldo Lopes CELPE. 1 AGENDA: A Celpe;

Leia mais

FASCÍCULO CONDIÇÕES GERAIS EMPREENDIMENTOS PARTICULARES LIVRO DE INSTRUÇÕES GERAIS

FASCÍCULO CONDIÇÕES GERAIS EMPREENDIMENTOS PARTICULARES LIVRO DE INSTRUÇÕES GERAIS FASCÍCULO CONDIÇÕES GERAIS EMPREENDIMENTOS PARTICULARES LIVRO DE INSTRUÇÕES GERAIS 2-22 INDICE INTRODUÇÃO... 3 1. OBJETIVO... 4 2. CAMPO DE APLICAÇÃO... 4 3. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS... 4 4. TERMINOLOGIA

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-013 Folha: 1/28 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO INSTITUTO LAB SYSTEM DE PESQUISAS E S LTDA. ACREDITAÇÃO N FIOS, CABOS E CORDÕES S MECÂNICOS Ensaio de tração e alongamento

Leia mais

TRANSFORMADORES MOLDADOS EM RESINA

TRANSFORMADORES MOLDADOS EM RESINA MODELO TAM TRANSFORMADORES - TIPO TAM Os transformadores a seco moldados em resina epóxi são indicados para operar em locais que exigem segurança, os materiais utilizados em sua construção são de difícil

Leia mais

Portaria n.º 589, de 05 de novembro de 2012

Portaria n.º 589, de 05 de novembro de 2012 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 589, de 05 de novembro de 2012 O PRESIDENTE

Leia mais

TLA-Capacitores 1 NORMA PARA INSTALAÇÃO DE BANCO DE CAPACITORES EM BAIXA TENSÃO ÍNDICE PÁG.

TLA-Capacitores 1 NORMA PARA INSTALAÇÃO DE BANCO DE CAPACITORES EM BAIXA TENSÃO ÍNDICE PÁG. ÍNDICE 1. OBJETIVO...2 2. RESPONSABILIDADES...2 3. CONCEITUAÇÃO...2 3.1 CAPACITOR...2 3.2 CARGAS NÃO LINEARES...2 3.3 BANCO CAPACITIVO...2 3.4 CARGA INSTALADA...2 3.5 POTÊNCIA ATIVA...2 3.6 POTÊNCIA...2

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO ENGENHARIA ELÉTRICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO ENGENHARIA ELÉTRICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO ENGENHARIA ELÉTRICA CADERNO DE QUESTÕES 2014 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 A figura acima apresenta o circuito equivalente monofásico de um motor de indução trifásico

Leia mais

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 4 MÓDULO III LINHAS DE TRANSMISSÃO Referências utilizadas: LEÃO, R. GTD Geração, Transmissão e Distribuição da Energia Elétrica, Departamento de Engenharia Elétrica, Universidade Federal do Ceará, Ceará,

Leia mais

FIOS E CABOS BAIXA TENSÃO

FIOS E CABOS BAIXA TENSÃO FIOS E CABOS BAIXA TENSÃO Conceitos Básicos sobre es Elétricos Definições: Vergalhão Produto metálico não-ferroso de seção maciça circular, destinado à fabricação de fios. Fio Metálico Produto maciço,

Leia mais

Treinamento em transformadores- Programa 1

Treinamento em transformadores- Programa 1 Treinamento em transformadores- Programa 1 Módulo 1: Núcleo Caminho de passagem da energia magnética Perdas a vazio Corrente de excitação Nível de ruído Descargas parciais Gás-cromatografia Chapas de M4

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 03 5.1. Condições de Operação 03 5.2. Materiais e Construção 04 6. PROCEDIMENTOS

Leia mais

Questão 3: Três capacitores são associados em paralelo. Sabendo-se que suas capacitâncias são 50μF,100μF e 200μF, o resultado da associação é:

Questão 3: Três capacitores são associados em paralelo. Sabendo-se que suas capacitâncias são 50μF,100μF e 200μF, o resultado da associação é: Questão 1: A tensão E no circuito abaixo vale: a) 0,5 V b) 1,0 V c) 2,0 V d) 5,0 V e) 10,0 V Questão 2: A resistência equivalente entre os pontos A e B na associação abaixo é de: a) 5 Ohms b) 10 Ohms c)

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO CURSO DE FORMAÇÃO

CONCURSO DE ADMISSÃO CURSO DE FORMAÇÃO CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO ENGENHARIA ELÉTRICA CADERNO DE QUESTÕES 20 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 Seja um circuito RLC série alimentado por uma fonte de tensão e sem energia inicialmente armazenada.

Leia mais

Fontes de Alimentação Lineares não reguladas

Fontes de Alimentação Lineares não reguladas Fontes Lineares não reguladas FAL 24Vcc / 5A FAL 24Vcc / 10A Referência FAL 24Vcc/5A C904385.2000 Referência FAL 24Vcc/10A C904404.2000 Dados nominais Tensão de Entrada (± 10%): Tensão de saída ± 5% (selecionável):

Leia mais

Figura 8.1 Representação esquemática de um transformador.

Figura 8.1 Representação esquemática de um transformador. CAPÍTULO 8 TRANSFORMADORES ELÉTRICOS 8.1 CONCEITO O transformador, representado esquematicamente na Figura 8.1, é um aparelho estático que transporta energia elétrica, por indução eletromagnética, do primário

Leia mais

A N E X O V I I I M Ó D U L O S C O N S T R U T I V O S D E L I N H A S E R E D E S D E D I S T R I B U I Ç Ã O S U B M E R S A S

A N E X O V I I I M Ó D U L O S C O N S T R U T I V O S D E L I N H A S E R E D E S D E D I S T R I B U I Ç Ã O S U B M E R S A S A N E X O V I I I M Ó D U L O S C O N S T R U T I V O S D E L I N H A S E R E D E S D E D I S T R I B U I Ç Ã O S U B M E R S A S C A T Á L O G O R E F E R E N C I A L DE M Ó D U L O S P A D R Õ E S D

Leia mais

Capacitores Correção do Fator de Potência. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas

Capacitores Correção do Fator de Potência. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Capacitores Correção do Fator de Potência Motores Automação Eneria Transmissão & Distribuição Tintas www.we.net Sumário Tecnoloia dos Capacitores...4 Linha de Produtos...5 UCW - Unidade Capacitiva Monofásica...6

Leia mais