DOSSIÊ TEMÁTICO política e Gestão da Educação. Fabíola Jesus de Souza 1 Graziele Oliveira Seixas 2 Tatyanne Gomes Marques 3

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1 DOSSIÊ TEMÁTICO política e Gestão da Educação O COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IDENTIDADE PROFISSIONAL Fabíola Jesus de Souza 1 Graziele Oliveira Seixas 2 Tatyanne Gomes Marques 3 Resumo: Este trabalho apresenta os resultados de uma pesquisa que teve como objetivo geral analisar o curso de graduação em Pedagogia da Uneb, Campus XVII, Universidade do Estado da Bahia, como referência para a construção da identidade do Coordenador Pedagógico. Especificamente, pretendeu-se conhecer os modelos curriculares que delineiam a formação do Coordenador Pedagógico e, também, descrever a influência da formação desse sujeito na construção da sua identidade profissional. Os autores Franco (2008), Alarcão (2001), Orsolon (2006), Cruz, Castro e Lima (2009), dentre outros, foram imprescindíveis para conhecer a construção da identidade desse profissional. 1 Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual da Bahia (Uneb). Membro da equipe do Instituto de Estudos da religião (Iser) na avaliação do Projeto de Pesquisa: Energia que Transforma. Fundação Roberto Marinho. 2 Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual da Bahia (Uneb). Professora de Educação Infantil na Escola Municipal Pingo de Gente, Parauapebas, Pará. 3 Mestre em Educação Escolar: Instituições, Sujeitos e Currículos, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Especialista no Ensino da Língua Portuguesa através da Literatura e em Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental. Professora Assistente da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Departamento de Educação (DEDC), Campus XII. Membro do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão Paulo Freire (Nepe) e do Grupo de Pesquisas sobre Condição e Formação Docente (Prodoc). Práxis Educacional Vitória da Conquista v. 9, n. 15 p jul./dez. 2013

2 40 abíola Jesus de Souza, Graziele Oliveira Seixas e Tatyanne Gomes Marques Assim, a pesquisa, de caráter qualitativo, buscou, na análise documental (Projeto do curso de Pedagogia da referida instituição e Diretrizes Curriculares Nacionais para curso de Pedagogia) e nas entrevistas semiestruturadas (com quatro estudantes do último semestre de Pedagogia e quatro Coordenadoras Pedagógicas formadas no referido curso) o alcance de tais objetivos. Palavras-chave: Coordenador Pedagógico. Formação. Identidade profissional. Práxis. Introdução O Coordenador Pedagógico está em fase de conquista do seu espaço e são muitas as discussões em torno da sua identidade e da sua formação. Isto demonstra a necessidade de um maior aprofundamento a respeito da formação desse profissional. Pesquisa de Serpa (2011), realizada pela Fundação Victor Civita, revela que a maioria dos Coordenadores Pedagógicos não tem formação em gestão, ou seja, a maioria sai das salas de aula ou dos cursos de graduação e assume o cargo sem conhecer e dominar as competências e estratégias necessárias à função. Assim, o interesse pelo tema de pesquisa aqui apresentada surgiu de leituras feitas durante o curso de Pedagogia, na disciplina Coordenação Pedagógica, quando percebemos que, no novo currículo do curso de Pedagogia, não tem práticas de estágio em gestão. A disciplina que adentra na questão da coordenação é oferecida apenas no 8º semestre, já no final do curso, com carga horária de 45 horas. Isso se configurou como uma inquietação. Assim, propomo-nos a discutir o assunto que se considera relevante no campo da formação em Pedagogia. Os autores: Franco (2008), Alarcão (2001), Orsolon (2006), Cruz, Castro e Lima (2009), dentre outros, com os quais trabalhamos, foram imprescindíveis para conhecer melhor como se dá a construção da identidade profissional do Coordenador Pedagógico no curso de Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT), Campus XVII, Bom Jesus da Lapa, Bahia.

3 O coordenador pedagógico e sua identidade profissional 41 Destacamos, neste trabalho, que a função dos profissionais da coordenação pedagógica é entendida como ação que se manifesta no esclarecimento reflexivo e transformador da práxis docente. Assim, o trabalho desenvolvido por esses profissionais deve estar voltado à organização, compreensão e transformação da práxis docente, para fins coletivamente organizados e eticamente justificáveis (FRANCO, 2008, p. 3). Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDBEN Nº 9394/96, para atuar na coordenação é preciso ter formação inicial em nível superior em Pedagogia ou Pós-Graduação. Assim, como pré-requisito fundamental para o exercício da função, segundo o Art. 67, parágrafo único da referida lei, é necessária a experiência docente para atuação como Coordenador Pedagógico (BRASIL, 1996). Ao considerar as determinações da lei, de que para ser um Coordenador Pedagógico é necessária uma formação inicial em nível superior e experiência docente, questiona-se: O currículo do curso de graduação em Pedagogia tem oferecido uma formação adequada, desde o aporte teórico até o estágio na área de coordenação que seja referência para sua identidade profissional, que direcione sua prática e sustente sua práxis? Desse modo, a pesquisa objetivou verificar se curso de graduação em Pedagogia é referência para a construção da identidade do Coordenador Pedagógico. Especificamente, pretenderam-se conhecer os modelos curriculares que delineiam a formação do Coordenador Pedagógico e também descrever a influência da formação desse sujeito na construção da sua identidade profissional. Para esclarecer a questão norteadora da pesquisa, utilizamos a abordagem qualitativa e optamos pela investigação de estudo de caso, tendo como instrumentos: a análise documental e a entrevista semiestruturada. Dentre os instrumentos, foi analisado o projeto do curso de pedagogia da UNEB, Campus XVII, e feito um estudo comparativo entre a proposta de Diretrizes do Conselho Nacional de Educação (CNE), Resolução CNE/CP Nº 1 (BRASIL, 2006) e a proposta da Associação

4 42 abíola Jesus de Souza, Graziele Oliveira Seixas e Tatyanne Gomes Marques Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (Anfope), de 2005, que discutem as reformulações para o curso de pedagogia. Escolhemos como sujeitos interlocutores 4 : quatro aluno/alunas do último semestre do curso de Pedagogia Pedro, Lavínia, Maria e Flor bem como quatro profissionais que exercem a função de Coordenadores (as) Pedagógicos (as) Sophia, Lilian, Noélia e Rose em escolas municipais de Bom Jesus da Lapa, Bahia, com formação no referido curso, na Uneb. Os critérios utilizados para a escolha dos estudantes pautaram-se pela disponibilidade e interesse de participar da pesquisa. Em relação às coordenadoras, foi devido à facilidade de acesso, por conhecermos, em parte, o seu trabalho, propiciado pelos estágios (em espaços formais) durante o curso de Pedagogia. Como nenhuma análise é neutra, no interior da exposição, há o entendimento com respeito à organização do Curso de Pedagogia, sem prescrições, com o objetivo de despertar a reflexão em torno da formação e da identidade dos pedagogos formados em Pedagogia na Uneb. Desse modo, pretende-se, com este trabalho, suscitar investigações nesse âmbito, bem como descobertas e novos questionamentos. 1 A construção da identidade do coordenador pedagógico e seu perfil profissional no contexto atual De acordo Pimenta e Lima (2004), a identidade do Professor Coordenador Pedagógico (PCP) se constrói durante a sua caminhada profissional, com as experiências, história de vida, em grupo e na sociedade. Para Cuche (1999) apud Cruz, Castro e Lima (2009), ao se discutir identidade, sobretudo aquela que se refere à identidade profissional, fazse necessário entendê-la, primeiramente, como uma construção social. Autoras como Franco (2008), Cruz Castro e Lima (2009), dentre outros/ as, percebem que uma das dificuldades encontradas pelos coordenadores para a atuação eficiente no seu local de trabalho está relacionada à falta 4 Para preservar a identidade dos interlocutores/colaboradores desta pesquisa foram utilizados pseudônimos.

5 O coordenador pedagógico e sua identidade profissional 43 de uma formação inicial, que interfere diretamente na construção da sua identidade. Libâneo (2007) afirma que o curso de Pedagogia, que constitui a formação inicial do pedagogo no Brasil, deve formar um profissional qualificado para atuar em vários campos que envolvam conhecimentos pedagógicos. Desse modo, este profissional deve ser capaz de atender às demandas sócio-educativas decorrentes das transformações que ocorrem na sociedade. Sendo o curso de Pedagogia referência para a formação do Coordenador Pedagógico, e, apesar da LDBEN Nº 9394/96 assegurar essa formação no referido curso, o curso, de acordo com pesquisas da Fundação Victor Civita, realizadas por Placco, Almeida e Souza (2011) e por Serpa (2011), não oferece preparo necessário para a formação desse profissional. De acordo com a primeira pesquisa, compete ao Coordenador Pedagógico, então, [...] em seu papel formador, oferecer condições ao professor para que aprofunde sua área específica e trabalhe bem com ela, ou seja, transforme seu conhecimento específico em ensino. Importa, então, destacar dois dos principais compromissos do CP: com uma formação que represente o projeto escolar [...] e com a promoção do desenvolvimento dos professores [...] Imbricados no papel formativo, estão os papéis de articulador e transformador. (PLACCO; ALMEIDA; SOUZA, 2011, p. 230). Segundo Serpa (2011, p. 14), o coordenador vive crise de identidade, pois, em seu cotidiano, realiza tarefas que não concernem com a sua principal função: formação docente. Esse profissional, muitas vezes, realiza tarefas que não lhe competem: cuidar de questões financeiras e burocráticas, substituir os professores que faltam, ser o ajudante do diretor, um inspetor que detecta problemas de comportamento dos discentes e docentes. O fato é que nem todos os envolvidos no processo educativo formal (diretor, professores, pais, as secretárias e o próprio coordenador) têm clareza sobre as tarefas primordiais deste profissional. Desse modo,

6 44 abíola Jesus de Souza, Graziele Oliveira Seixas e Tatyanne Gomes Marques a ausência de nitidez compõe o quadro de uma profissão que ainda está em construção (SERPA, 2011, p.16). Os Coordenadores Pedagógicos, segundo Christov (2010), sentemse frustrados por não conseguirem executar seus trabalhos. As reuniões que realizam com os docentes servem apenas para dar informação e nada mais, pois os coordenadores são chamados a todo o momento para resolverem problemas emergenciais que aparecem no dia a dia escolar. Para mudar essa situação, é necessário que o coordenador tenha uma boa formação e que esta sustente a sua práxis. É preciso, também, que todos os envolvidos tenham clareza da função principal desse profissional e encarem o cotidiano da instituição escolar com uma responsabilidade coletiva e não apenas de um só agente. 2 A práxis pedagógica: exercício de transformação da prática De acordo com Orsolon (2006), o coordenador é o agente de transformação no cotidiano escolar, o responsável pela construção e reconstrução da ação pedagógica, com vistas à construção e articulação coletiva do Projeto Político Pedagógico. Para Vasconcellos (2007), a construção da práxis envolve a dialética entre ação e reflexão. Assim, o Coordenador Pedagógico, e também o professor (na reunião pedagógica semanal), devem ter a prática como referência, para fazer uma reflexão sobre ela, tendo em vista a intervenção, ou seja, a pesquisa-ação. De acordo o referido autor, a prática por si, distanciada da visão crítica, não nos leva muito longe. Pois o processo de mudança da realidade exige a prática, assim como a reflexão sobre ela, uma vez que não é qualquer ação que produz a mudança que desejamos (VASCONCELLOS, 2007, p. 125). Para Orsolon (2006, p. 20), O coordenador pode ser um dos agentes de mudança das práticas dos professores mediante as articulações que realiza entre estes, num movimento de interações permeadas por valores, convicções, atitudes; e por meio de suas articulações

7 O coordenador pedagógico e sua identidade profissional 45 internas, que sua ação desencadeia nos professores, ao mobilizar suas dimensões políticas, humano - interacionais e técnicas, reveladas em sua prática. Desse modo, o coordenador é um agente de transformação no ambiente escolar. Ele deve estar atento ao caráter pedagógico das relações de aprendizagem que ocorrem no interior dessa instituição. Ao agir na coletividade (com todos os envolvidos no processo de ensinoaprendizagem), esse profissional vai transformando a prática pedagógica. Diante disso, aprofundar nosso olhar de pesquisadoras na formação de estudantes e, também, na práxis de Coordenadoras Pedagógicas, ex-alunas da Uneb, foi um momento de muita aprendizagem, mas também de muita angústia/inquietação frente a constatações das dificuldades da Pedagogia, enquanto ciência que subsidia a prática educativa no espaço escolar. 3 Discutindo nossas descobertas De acordo com o que foi pesquisado, as novas Diretrizes do Curso de Pedagogia, Resolução CNE/CP 01/2006, determinam que muitas universidades, faculdades e centros de educação pública e privada reformulem e adaptem os seus currículos de graduação como forma de atender às novas necessidades do curso de formação de professor para a Educação Básica. Percebemos uma dissociação de informações, quando analisamos as falas das atuais coordenadoras, ex-alunas da Uneb Campus XVII, em resposta ao questionamento: Quando terminou o curso de Pedagogia, sentia-se preparada para atuar como Coordenadora Pedagógica? Lilian: Quando eu saí da Uneb, em 2006, eu ainda estava na sala de aula como professora e aí a gente vai se deparando com os paradigmas que a gente vê que totalmente tem os confrontos, que a gente fica naquele ditado: o discurso é muito bonito que a gente aprende na faculdade e a prática é falaciosa, que é quando você chega lá está todo acortinado né... Os ranços do tradicionalismo, as coisas que têm que dar conta, a nota que se é exigida, que a gente tem que preparar os nossos alunos

8 46 abíola Jesus de Souza, Graziele Oliveira Seixas e Tatyanne Gomes Marques para o vestibular futuramente. E aí você fala, o que eu aprendi? (Entrevista concedida em 26/06/2012). Sophia: Não. Eu não me senti preparada. Durante o curso eu era professora de uma 4ª série e trabalhava com uma disciplina de Matemática, que no período a gente podia fazer rodízio nas turmas iniciais, a gente podia fazer rodízio e eu trabalhava com as quartas séries lá na outra escola, [...] só com a disciplina de Matemática. Mas, nesse período, eu não me sentia preparada para coordenadora não, agora para professora sim. (Entrevista concedida em 03/07/2012). Rose: Durante o curso não realizamos nenhuma atividade prática nessa área. É evidente que a teoria, leitura, discussão e reflexões contribuíram para a nossa formação, mas, não foi suficiente. (Entrevista concedida em 03/07/2012). Diante do exposto, fica claro que não existiu uma preparação para o trabalho de coordenação escolar durante o curso e que essa ausência de informações compromete a prática com vistas a uma práxis emancipadora. Nos depoimentos concedidos pelas coordenadoras, todas tiveram que fazer cursos complementares (especializações na área de gestão educacional e escolar) para se sentirem mais preparadas para assumirem o cargo da coordenação. Franco (2008, p. 120) afirma: Considero que um dos grandes problemas que pode dificultar aos coordenadores pedagógicos perceberem-se capazes da construção de um trabalho de qualidade e/ou eficiente na escola seja a falta de sua formação inicial para o exercício de sua profissão. Segundo o referido autor, é preciso, sim, que o coordenador seja bem formado, e essa é uma questão que precisa ser enfrentada pelos cursos de Pedagogia. (FRANCO, 2008, p. 128). Um dos focos da nossa pesquisa foi descobrir como se dá a construção da identidade profissional dos alunos concluintes. Para isso, elaboramos o seguinte questionamento: Durante a sua formação no curso

9 O coordenador pedagógico e sua identidade profissional 47 de Pedagogia, quando foi abordado o tema da coordenação pedagógica? Em Qual/is disciplina/as? De acordo com a entrevistada Maria: Foi durante o 6º semestre e foi uma TEC que se chamava: Supervisão e administração escolar. Não era exatamente coordenação, mas só o nome que muda, mas na verdade é a mesma coisa, apenas só o nome diferencia, então, era uma TEC. E agora nesse semestre, no 8º semestre, que a minha turma está tendo a disciplina Coordenação Pedagógica. (Entrevista concedida em 27/06/2012). Para o estudante Pedro: Veja só, desde o início do curso sempre comenta nas aulas, né? Os segmentos que formam a escola, aí nós temos a função: Direção, professor, aluno, né? É... a merendeira, o faxineiro, o porteiro, enfim, e o coordenador pedagógico. Então, a gente sabe que uma escola é formada por segmentos, por corpo, é um corpo, um corpo formado por partes, né? E aí, e nesse corpo, eu definiria a função do Coordenador Pedagógico dessa forma, é [...] Veja só, durante o curso, em várias disciplinas, em vários momentos, em vários debates, nós discutimos a coordenação pedagógica. Até o momento nós não tivemos uma disciplina específica para discutir coordenação pedagógica, agora que estamos tendo no oitavo semestre. Mas tivemos sim uma TEC, de nome: Supervisão e administração pedagógica, chegamos a debater, a estudar um pouco sobre coordenação, mas não com esse olhar para o Coordenador Pedagógico, é algo mais amplo, mais administrativo, né? [...] mas chegamos a traçar inclusive as funções históricas do Coordenador Pedagógico, como era visto antes, hoje, como possivelmente será visto no futuro, quais são os limites e as possibilidades do trabalho do coordenador numa escola. Mas, especificamente, agora mesmo, estamos tendo a disciplina para discutir mesmo. (Entrevista concedida em 27/06/2012). Percebemos, nas falas dos interlocutores, que houve uma discussão a respeito da Supervisão Escolar. Segundo eles, esse diálogo foi possível em conversas formais durante o curso, no 6º semestre, com um TEC: Supervisão e Administração Escolar e com a disciplina Coordenação Pedagógica, oferecida no 8º semestre.

10 48 abíola Jesus de Souza, Graziele Oliveira Seixas e Tatyanne Gomes Marques De acordo o Projeto do Curso de Pedagogia, os TEC (Tópicos Especiais de Educação da Contemporaneidade) são oferecidos do 5º ao 8º semestre e buscam garantir as tantas demandas da formação do pedagogo estipuladas pelas Diretrizes de Assim, o TEC citado pelos interlocutores supriu, de certa forma, o conhecimento a respeito da Supervisão e Administração Escolar. De acordo Cruz, Castro e Lima (2009), a origem da coordenação tem relação direta com a supervisão. O ato de coordenar está atrelado á ideia de supervisionar. Sendo assim, a palavra supervisão significa: ação de velar, resguardar ou controlar algo ou alguém com o intuito de garantir uma regularidade no processo funcional ou comportamental. Alarcão (2001) ressalta que, ao contrário do que ocorria antes, a supervisão passa a ter uma concepção pedagógica caracterizada por um trabalho coletivo, de assistência ao professor. Assim, para essa autora, o termo supervisão continua a ser empregado, mas, agora, com caráter pedagógico. Para os concluintes do curso de Pedagogia, o Coordenador Pedagógico é aquele educador que precisa, no exercício da sua função, produzir articulação crítica entre professores. É aquele que, de acordo com Maria, deve estar ali apoiando os professores a se qualificar, melhorar sua prática pedagógica através de grupo de estudo. Para Pedro, O Coordenador Pedagógico [...] é um auxiliador nesse processo que envolve o ensinar e o aprender, que é uma coisa tão complexa. Diante das falas apresentadas, evidenciou-se o conhecimento dos estudantes a respeito da concepção de coordenação pedagógica e da principal função do Coordenador Pedagógico (formação do professor em serviço). No entanto, quando questionados: Você considera que o curso de graduação em Pedagogia oferece subsídio teórico/prático para que o pedagogo atue como Coordenador Pedagógico de forma eficiente ao exercício da sua função principal: a formação do professor em serviço?, os estudantes responderam:

11 O coordenador pedagógico e sua identidade profissional 49 No caso da minha turma, foi um pouco diferente devido ao TEC, mas no caso de outras turmas que ficam apenas na disciplina, agora mesmo eu estou tendo uma disciplina apenas de 45 horas, então eu acho que deixa muito a desejar nesse sentido de subsídios e de discussão a respeito da coordenação pedagógica. (MARIA. Entrevista concedida em 27/06/2012). Eu percebo que falta, durante o curso, um debate mais forte sobre Coordenação Pedagógica. Discute, mas acho que há uma carência muito forte ainda de leituras, de debates [...] Eu acho que ainda falta uma abertura para as pesquisas, projetos que dêem ao estudante a oportunidade de ir a campo [...] Eu não vejo projetos voltados para a Coordenação Pedagógica. E quando surgem são muito superficiais [...]. Na Uneb, um semestre é quatro meses, é muito corrido, não é um semestre de seis meses como é normal. Não é um semestre, é meio semestre, então isso implica na formação. (PEDRO. Entrevista concedida em 27/06/2012). Esses depoimentos foram reveladores, pois mostraram, por meio das falas dos sujeitos, a carência de práticas de estágio e subsídios teóricos para a formação do profissional da coordenação no curso de Pedagogia. Maria acredita que, por ter feito um TEC, esteja mais preparada que aqueles que fizeram só a disciplina: Coordenação Pedagógica. Mas enfatiza que de subsídio teóricos e de discussão a respeito da coordenação o curso deixa a desejar. A fala de Pedro é interessante, apesar da contradição do primeiro depoimento concedido, (ter enfatizado que o curso em vários momentos discute a Coordenação Pedagógica). Nesta passagem, ele traz alguns elementos novos para a discussão. Ressalta que o curso carece de um debate mais forte a respeito do tema, aponta que faltam pesquisas, projetos voltados para a coordenação pedagógica e que os curtos semestres implicam sobremaneira a formação do coordenador. Acreditamos que o fazer e a identidade do pedagogo implicam o envolvimento com práticas educativas, fatos, situações, investigação e atuação dentro da variedade de atividades voltadas para o educando e o educador.

12 50 abíola Jesus de Souza, Graziele Oliveira Seixas e Tatyanne Gomes Marques Pimenta (2004, p ) realça que: O pedagogo é o profissional que atua em várias instâncias da prática educativa, direta ou indiretamente ligadas à organização e aos processos de transmissão e assimilação ativa de saberes e modos de ação, tendo em vista objetivos de formação humana definidos em sua contextualização histórica. Percebe-se, nas falas dos sujeitos, que a formação se prende somente a questões teóricas e muito pouco em questões práticas. O tempo destinado aos estudos (um TEC) de coordenação pedagógica não foi suficiente para a aquisição de saberes tão essenciais a essa prática. Segundo Pimenta (2004, p.55), a Pedagogia não muda, por si, a práxis. Ela é instrumento para a ação. São os homens, os educandos que agem. Será que estes estudantes acreditam estar preparados para atuar como Coordenador(as) Pedagógico(as)? As respostas a este questionamento foram unânimes. Em relação a esta questão, a maioria afirma que não se sente preparada, acredita ter um mínimo de embasamento teórico e nenhuma experiência prática. Segundo os entrevistados, o curso não oferece adequadamente subsídios práticos para o que exige a função. Segundo Franco (2008), um profissional, para trabalhar com a dinâmica dos processos de coordenação pedagógica na escola, apesar de ser um educador com experiência, inclusive na função, necessita identidade e segurança para realizar um bom trabalho. Este profissional precisa ter clareza de objetivos, propósitos e um espaço construído de autonomia profissional. Percebemos também, pelas falas dos interlocutores, a necessidade de uma indissociação entre a teoria e a prática. No que tange às concepções que situam a prática do Coordenador Pedagógico, o estudo nos indicou também que um dos grandes problemas, que dificulta os Coordenadores Pedagógicos a perceberem-se capazes da construção de um trabalho eficiente e produtivo nas escolas onde atuam, seja a carência de subsídios teóricos e práticos durante a sua formação inicial para o exercício desta atuação.

13 O coordenador pedagógico e sua identidade profissional 51 O curso de Pedagogia da Uneb, Campus XVII, está organizado em 8 semestres letivos. Assim, o currículo desse curso foi construído em núcleos de formação e de Eixos Temáticos. Os núcleos de formação estão subdivididos em: núcleo de Formação Básica, que compreende os saberes essenciais para formação do pedagogo, e Formação Complementar Diversificada, que compreende os saberes complementares para esta formação (UNEB, 2008). Compondo o Núcleo de Formação Básica: 1º e 2º semestre, o eixo Educação e Abordagens SócioCulturais e, no 3º e 4º, o eixo Educação e abordagens Político-Pedagógicas. Compondo o Núcleo de Formação Complementar Diversificada: no 5º e 6º semestres, o eixo Educação e Abordagens Pedagógicas Contemporâneas e, no 7º e 8º semestres, a Pesquisa e a prática como Elementos Constitutivos da Formação de Pedagogos. Ao analisarmos as práticas de estágio, no atual currículo, percebemos que estas experiências se realizam no 5º semestre (Estágio em Espaços não Escolares), no 6º semestre (Estágio em Educação Infantil) e no 7º semestre (Estágio nas Séries Iniciais no Ensino Fundamental), com carga horária total de 405 horas. No Currículo anterior, 2004 a 2007, as experiências de estágio também começavam no 5º semestre, com mesma carga horária total. Mas, no projeto deste período, as práticas de estágios eram vivenciadas até o 8º semestre com Estágio em Gestão. Na Uneb, Campus XVII, [...] A organização curricular do curso de Pedagogia Docência e Gestão de Processos Educativos está fundamentada na Resolução CNE/CP nº 1/2002, que enfatiza a flexibilidade do currículo que abrangerá as dimensões teóricas e práticas de interdisciplinaridade, dos conhecimentos ensinados, dos que fundamentam a ação pedagógica numa perspectiva de formação continuada. Assim pretende-se corrigir as falhas apresentadas pelo sistema especialista, que organizava sua estrutura curricular, em torno de um trabalho pedagógico fechado e parcelado, sem oportunizar ao pedagogo, conhecer o modo globalizante, incorporando as relações existentes entre o processo ensino-aprendizagem

14 52 abíola Jesus de Souza, Graziele Oliveira Seixas e Tatyanne Gomes Marques e as dimensões: social, econômica, política, antropológica do fenômeno educativo. (UNEB, 2012, n.p.). De acordo com a Proposta Pedagógica do curso de Pedagogia da Uneb, Campus XVII, o curso pretende que o Pedagogo possua uma formação sólida, de caráter generalista, que possibilite aprofundar conhecimentos no campo da educação, para a além do magistério. Com isso, almeja-se que o egresso do curso torne-se apto para fazer a mediação entre as teorias educacionais e as questões ligadas à formulação de políticas públicas na área, à direção e à coordenação do trabalho educacional nas escolas e à atuação em espaços não-formais onde ocorram processos educativos, dispondo também das habilidades de investigador. (UNEB, 2012, n.p.). De acordo com Franco (2008), os processos formativos de docentes absorvem a dimensão experiencial e não mais separam teoria e prática. Mergulham, desde o início, o aluno e o formador em situação de mediação dos confrontos da prática, buscando a significação das teorias. Para esse autor: Só assim será possível fazer o exercício fundamental da Pedagogia: criar articulações cada vez mais profundas entre a teoria e a realidade. Ou seja, fazer dialogar a lógica das práticas com a lógica da formação. Essa é a grande tarefa que os cursos de formação devem enfrentar. (FRANCO, 2008, p. 123). A proposta da Uneb compreende a relação teoria e prática por meio dos componentes Pesquisa e Prática Pedagógica (PPP) e Projetos Educacionais (PE). Estes componentes estão na proposta de formação do licenciado em Pedagogia na Uneb desde a reformulação, em 2004, como resultado das Resoluções CNE/CP n. 1 e 2/2002. Entretanto, a configuração mais definida da formação do professor reflexivo pesquisador está na reformulação de 2008, depois das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN). O PPP e o PE tomam por base a dimensão experiencial considerando a prática, desde o início da formação, e a prática como foco da pesquisa no sentido da construção

15 O coordenador pedagógico e sua identidade profissional 53 do conhecimento pelo sujeito. De acordo com o Projeto de curso da Uneb, este conhecimento se torna mais significativo e útil na resolução dos problemas no cotidiano desse profissional em formação. Os alunos concluintes encontram-se, de certa forma, frustrados, por concluírem um curso com habilitação para gestão em processos educativos e não se sentirem preparados para exercerem a profissão, já que não foram oferecidos embasamentos teóricos ou preparação adequada. Essa angústia fica evidente na fala de Pedro: Durante o curso nós temos disciplinas que passam tão rapidamente, nós enfrentamos muitos problemas na Uneb [...] Todo semestre é aquela correria pra fechar aquela disciplina. E acaba não vendo tudo aquilo que planejou lá no início do semestre, entendeu? A turma, quando chega no primeiro dia de aula, é tudo bonitinho, os cognitivos, enfim, os livros a serem lidos, e às vezes os livros a serem lidos não são livros, são leituras fragmentadas. Seleciona um texto aqui, outro ali e nem lê o texto, não discute de fato entendeu?! (Entrevista Concedida em 27/06/2012). Maria enfatiza que o curso de Pedagogia deixa muito a desejar, pois segundo a estudante: Temos um mínimo de embasamento teórico, sem falar das pesquisas que realizamos que são poucas, das leituras fragmentadas. Outra coisa, também, é a questão do semestre, não temos semestres e sim trimestres tudo é muito rápido e não dá para assimilar os assuntos trabalhados na sala direito [...]. Eu diria que a gente não sai nem preparado para ser professor, imagine coordenador. Se um dia eu pensar em ser Coordenadora Pedagógica, farei cursos de especialização, porque o que é oferecido na graduação é muito pouco tendo em vista a complexidade da função desse profissional. (Entrevista concedida em 27/06/2012). Diante do exposto e como foi dito anteriormente, foi possível inferir que um profissional, para trabalhar com a dinâmica dos processos de coordenação pedagógica na escola, precisa ter a convicção de que qualquer situação educativa é complexa, permeada por conflitos de

16 54 abíola Jesus de Souza, Graziele Oliveira Seixas e Tatyanne Gomes Marques valores e perspectivas (FRANCO, 2008). Esse profissional deve ser bem preparado/qualificado para realizar um trabalho integrado, integrador, com clareza de objetivos e propósitos e com um espaço construído de autonomia profissional. À guisa de conclusão Neste processo de pesquisa, pretendeu-se enfatizar a atuação do Coordenador Pedagógico como elo da ação que se concretiza no contexto educacional, bem como refletir sobre o enfrentamento dos desafios e conflitos que permeiam a formação da identidade deste profissional. A pesquisa nos revelou que a formação inicial dos alunos dos cursos de Pedagogia da Uneb, Campus XVII, deixa a desejar nos aspectos de formação de identidade do profissional de coordenação pedagógica por meio da integração da teoria e da prática, essenciais para o exercício de uma práxis reflexiva. Assim, podemos afirmar que o cargo de Coordenação Pedagógica, tão necessário no ambiente escolar, dispõe de profissionais pouco preparados para exercê-lo. Ousamos afirmar que a identidade profissional do Coordenador Pedagógico não se constrói apenas nas relações de trabalho, mas envolve outros fatores: compromisso social e comprometimento do próprio sujeito com sua profissão. Desse modo, alcançar o papel que se propõe a esse profissional exige um longo caminho a ser trilhado. Concluímos, ainda, a importância do trabalho coletivo como desencadeador de uma nova postura educativa. Acredita-se que é necessário e urgente acontecer um redirecionamento no curso de Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), uma instituição que considera a educação em primeiro lugar como formação humana, formação de subjetividades que acredita na formação do pedagogo unitário docente/ gestor/ pesquisador. THE EDUCATIONAL COORDINATOR AND HIS PROFESSIONAL IDENTITY Abstract: The aim of this paper is to examine whether undergraduate degree in Pedagogy of UNEB / XVII Campus, Bahia University State (Universidade do Estado da Bahia) is a reference to the construction of identity of the Educational

17 O coordenador pedagógico e sua identidade profissional 55 Coordinator. Specifically, this paper intended to meet the curricular models that outlined the formation of Pedagogical Coordinators. It also describes how the formation of a Pedagogical Coordinator influences the construction of their professional identity. The authors Franco (2008), Alarcão (2001), Orsolon (2006), Cruz, Castro and Lima (2009), among others, were essential to know how is the construction of a professional identity. Thus, this qualitative research sought to understand such purposes trough an documentary analysis. We used documents such as the Design Pedagogy course of that institution and National Curriculum Guide for Faculty of Education among semistructured interviews with four final years students of pedagogy and four Pedagogical Coordinating formed in the course in focus. Keywords: Educational Coordinator. Training. Professional identity. Praxis. Referências ALARCÃO, Isabel. Do olhar supervisivo ao olhar sobre a supervisão. In: RANGEL, Mary (Org.). Supervisão Pedagógica: Princípios e práticas. Campinas, SP: Papirus, BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 9394, de 20 de dezembro de Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN). Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF, BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Resolução CNE/CP nº. 1, de 15 de maio de Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. Brasília, DF, CHRISTOV, Luiza Helena da Silva. Garota Interrompida: Metáfora a ser enfrentada. In: PLACCO, Vera Maria Nigro de Souza; ALMEIDA, Laurinda Ramalho de (Org.). O coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. São Paulo: Loyola, CRUZ, Maria Minelly de Oliveira; CASTRO, Selma Barros Daltro de; LIMA, Ana Carla Ramalho Evangelista. Caminhos da coordenação pedagógica: uma análise histórica, Disponível em: <http:// share.pdfonline.com/ f962a436dbd50eb90fcfe3306/texto_1_ Caminhos_da_Coordenacao_Pedagogica_uma_analise_historica.htm>.

18 56 abíola Jesus de Souza, Graziele Oliveira Seixas e Tatyanne Gomes Marques FRANCO, Maria Amélia Santoro. Coordenação pedagógica: uma práxis em busca da sua identidade. Revista Múltiplas Leituras, V.1, n.1 p , Jan LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogo, para que? 9. ed. São Paulo: Cortez, ORSOLON, Luzia A. M. O coordenador/ formador como um dos agentes de transformação da/na escola. In: ALMEIDA, Laurinda Ramalho de; PLACCO, Vera Maria Nigro de Souza (Org.). O Coordenador Pedagógico e o espaço de mudança. 5. ed. São Paulo: Loyola, PIMENTA, Selma Garrido. LIMA, Maria do Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, PLACCO, Vera Maria Nigro de Souza. ALMEIDA, Laurinda Ramalho de. SOUZA, Vera Lucia Trevisan de (Coord.). O Coordenador Pedagógico e a formação de professores: intenções, tensões e contradições. Pesquisa desenvolvida pela Fundação Carlos Chagas por encomenda da Fundação Victor Civita. Estudos & Pesquisas Educacionais. São Paulo: Abril, Disponível em: < coordenador.pdf>. SERPA, Dagmar. Coordenador pedagógico vive crise de identidade. Edição especial Os caminhos da coordenação pedagógica e da formação de professores. Fundação Victor Civita, Edição Especial, nº 6. Junho/2011. UNEB - UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA. Anteprojeto de reformulação curricular do curso de Pedagogia. Salvador, Bahia, Campus XVII. Bom Jesus da Lapa. Pedagogia. Curso. Disponível em: <http://www.uneb.br/bom-jesus-da-lapa/dcht/pedagogia/ sobre/>. Acesso em: 26 jul VASCONCELLOS, Celso S. Coordenação do Trabalho Pedagógico: do projeto político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. 8. ed. São Paulo: Libertad, Artigo recebido em: 30/08/2012 Aprovado para publicação em: 15/06/2013

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