CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA-UNIFOR CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DANIELA ALVES DE SOUZA

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1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA-UNIFOR CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DANIELA ALVES DE SOUZA DISTRIBUIÇÃO URBANA DE MERCADORIAS NO MUNICÍPIO DE FORMIGA/MG: A PERCEPÇÃO DOS AGENTES PARTICIPANTES DO SISTEMA FORMIGA - MG 2014

2 DANIELA ALVES DE SOUZA DISTRIBUIÇÃO URBANA DE MERCADORIAS NO MUNICÍPIO DE FORMIGA/MG:A PERCEPÇÃO DOS AGENTES PARTICIPANTES DO SISTEMA Trabalh de Cnclusã de curs apresentad a Curs de Administraçã dunifr, cm requisit parcial para à btençã d títul de Bacharel em Administraçã. Orientadr: Prfessr Ms. Daniel Gnçalves Ebias. FORMIGA - MG 2014

3 S719 Suza, Daniela Alves de. Distribuiçã urbana de mercadrias n municípi de Frmiga/MG: a percepçã ds agentes participantes d sistema / Daniela Alves de Suza f. Orientadr: Daniel Gnçalves Ebias. Trabalh de Cnclusã de Curs (Graduaçã em Administraçã) - Centr Universitári de Frmiga UNIFOR, Frmiga, Lgística Urbana. 2. Mercadrias. 3. Transprte. I. Títul. CDD 658.7

4 Daniela Alves de Suza DISTRIBUIÇÃO URBANA DE MERCADORIAS NO MUNICÍPIO DE FORMIGA/MG:A PERCEPÇÃO DOS AGENTES PARTICIPANTES DO SISTEMA. Trabalh de cnclusã de curs apresentad a Curs de Administraçã d UNIFOR, cm requisit parcial à btençã d títul de Bacharel em Administraçã. Orientadr: Prfessr Ms. Daniel Gnçalves Ebias. BANCA EXAMINADORA Prfessr Ms. Daniel Gnçalves Ebias Orientadr Prfessr Dr. Aladir Hráci ds Sants UNIFOR Prfessra Dra. Jussara Maria Silva Rdrigues Oliveira UNIFOR Frmiga, 26 de nvembr de 2014

5 Dedic esse trabalh as meus pais Jse Flávi e Ilza e minha irmã Lyslaine que sempre me apiaram. Vcês sã tud na minha vida!

6 AGRADECIMENTOS Espera n Senhr e Ele tud fará! Agradeç primeiramente a Deus td pders pel dm mais precis que pderia me cnceder, a vida, pr sempre me prteger e guiar meus passs pr ter me dad frças pra enfrentar s desafis e hje me fazer vitrisa. A Nssa Senhra, minha mãezinha que sempre passa a frente das dificuldades e ds mments difíceis me cbrind cm seu mant matern. Agradeç as meus pais Jsé Flávi e Ilza e a minha irmã Lyslaine, pr nã medirem esfrçs para trnar esse snh em realidade, pel amr incndicinal e que mesms distantes me apiaram a td mment. A tda minha família pel incentiv e pels mments felizes a cada reencntr. As amigs de lnga data que mesms distantes estavam presentes. As clegas de classe e as amigs que Deus me cncedeu durante essa caminhada, principalmente Lili, Leticia, Alcine, Eder e Washingtn, Kelly, Cleide, Jessica e Liliane que ns mments difíceis sempre estiveram d meu lad me ajudand, apiand e me dand alegrias, brigada pr trnarem esses quatr ans s melhres ate hje. Pr nde quer que eu vá sempre levarei vcês n meu craçã. As clabradres d UNIFOR, principalmente Sandra e Ivani, agradeç pela prtunidade de ter trabalhad cm vcês durante dis ans. A meu prfessr e rientadr Daniel Ebias que me fez acreditar que eu seria capaz em mei a tants desafis, brigada pela paciência, pel api e pr nã ter me deixad desistir, esse trabalh é mérit nss. A Jussara que além de crdenadra d curs se trnu uma pessa muit especial na minha vida, te levarei para sempre n meu craçã, vcê é um exempl, serei eternamente grata pr tud. A prfessr Aladir, na qual tive uma grande srte de ter cnhecid, brigada pela amizade e pr ser essa pessa maravilhsa. A vcês meu muit brigad! Enfim, cm é bm lhar para trás e ver que cada mment valeu à pena. A tds que me apiaram e trceram pr mim, que me mstraram que eu seria capaz, hje eu só tenh a agradecer e dizer que eu venci e que muitas vitrias estã pr vim, cm a graça de Deus!

7 RESUMO A lgística urbana é um tema invadr, ainda de puc difundid n Brasil, cntud de suma imprtância n cenári atual ds Municípis brasileirs. As discussões acerca da Lgística Urbana teve iníci cm bjetiv de criar sluções para s prblemas sciais (mbilidade urbana), ambientais e ecnômics causads pela distribuiçã de mercadrias ns centrs urbans, tais cm pluiçã, cngestinament, ineficiência d transprte, dentre utrs. Existem quatr principais agentes participantes n prcess de distribuiçã de mercadrias, send a ppulaçã, as transprtadras, s embarcadres e pder públic. A distribuiçã de mercadrias crre desde mment que prdut acabad é armazenad e depis transprtad ate mment que ele chega a seu destin final, cnsumidr. Para realizaçã desse trabalh, primeiramente fi realizada uma pesquisa bibligráfica para bter infrmações relacinadas a assunt e lg após fram cletads s dads pr mei de questináris e entrevistas cm bjetiv de identificar quais sã as percepções ds agentes participantes n prcess de distribuiçã de mercadrias n Municípi de Frmiga MG e cm iss fi pssível identificar s prblemas relacinads, verificar as plíticas públicas e caracterizar prcess de distribuiçã de mercadrias n Municípi. Palavras-chave: Lgística Urbana. Mercadrias. Transprte.

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Cadeia de supriment típica...18 Figura 2 - Prblemas n transprte urban de cargas...23 Figura 3 - Sistema de única parada, cm flux diret...26 Figura 4 - Sistema de múltiplas paradas, cm flux indiret...27 Figura 5 - Sistema de múltiplas paradas, cm fluxs direts e indirets...28 Figura 6- Elements envlvids na distribuiçã de mercadrias...31

9 LISTA DE QUADROS Quadr 1- Tips de impacts da distribuiçã e s prblemas gerads...25

10 LISTA DE GRÁFICOS Gráfic 1- Gêner...36 Gráfic 2- Cnheciment da ppulaçã em relaçã a lgística urbana...37 Gráfic 3- Principal destin ns deslcaments diáris da ppulaçã...38 Gráfic 4- Principal md de transprte utilizad ns desclaments diáris...38 Gráfic 5- Temp médi gast pela ppulaçã ns deslcaments diáris pela manhã...39 Gráfic 6- Percepçã da ppulaçã quant a númer de caminhões n tráfeg urban...40 Gráfic 7- Prprçã de caminhões n tráfic urban na visã da ppulaçã...40 Gráfic 8- Visã da ppulaçã em relaçã as caminhões de pequen prte que circulam pela cidade...41 Gráfic 9- Cnheciment da ppulaçã em relaçã as restrições de caminhões de grande prte para s centrs urbans...42 Gráfic 10- Ram de atuaçã ds embarcadres...43 Gráfic 11- Prte de classificaçã das empresas (embarcadres)...43 Gráfic 12- Temp que as empresas (embarcadres) estã presentes n mercad...44 Gráfic 13- Períd de funcinament das empresas (embarcadres)...44 Gráfic 14- Hrári de funcinament das empresas (embarcadres)...45 Gráfic 15- Frequência cm que as mercadrias sã recebidas pels embarcadres...46 Gráfic 16- Hrári de entrega de mercadrias as embarcadres...46 Gráfic 17- Lcal de estacinament ds veículs para realizar carga e descarga segund s embarcadres...47 Gráfic 18- Vagas próprias ds estabeleciments para efetuar carga e descarga de mercadrias...48 Gráfic 19- Principal frma de venda adtada pela empresa (embarcadres)...49 Gráfic 20- Mei utilizad para adquirir mercadrias para revenda de acrd cm s embarcadres...49 Gráfic 21- Tip de veicul utilizad para entrega de mercadrias segund s Embarcadres...50 Gráfic 22- Temp que as transprtadras estã presentes n mercad...51

11 Gráfic 23- Prte de classificaçã das transprtadras...51 Gráfic 24- Cnheciment em relaçã a lgística urbana na visã das transprtadras...52 Gráfic 25- Tip de veículs utilizads para transprte de mercadrias pelas transprtadras...53 Gráfic 26 - Tips de serviçs prestad pelas transprtadras...53 Gráfic 27- Cngestinament prvcad pels caminhões na realizaçã de carga e descarga n mei urban na visã da ppulaçã...55 Gráfic 28- Percepçã da ppulaçã, quant as restrições de caminhões para diminuir a pluiçã...56 Gráfic 29- Na visã da ppulaçã s caminhões fazem muit barulh quand circulam na área urbana...56 Gráfic 30- Percepçã da ppulaçã quant a prblema de cngestinament na cidade prvcad pel excess de carrs...57 Gráfic 31- Visã da ppulaçã sbre s caminhões representarem um ds principais prblemas da cidade...58 Gráfic 32- Pribiçã da circulaçã de caminhões n hrári de pic seria uma sluçã na piniã da ppulaçã...58 Gráfic 33- Pribiçã da circulaçã de caminhões n hrári cmercial seria uma sluçã na piniã da ppulaçã...59 Gráfic 34- Melhria n trânsit através da entrega de mercadrias n períd nturn na visã da ppulaçã...60 Gráfic 35- Opiniã da ppulaçã quant a lcais específics para que caminhões estacinem e realizem carga e descarga de mercadrias...61 Gráfic 36 - Sluçã para diminuir flux de veículs facilitand assim flux viári através de leis que restrinjam a entrada de caminhões na área central d municípi na visã ds embarcadres...62 Gráfic 37- Cnheciment ds embarcadres em relaçã a relats de prblemas para encntrar vagas de carga e descarga...63 Gráfic 38- Principais prblemas relacinads a distribuiçã/recebiment de mercadrias n municípi de Frmiga/MG na visã ds embarcadres...64 Gráfic 39- Relats de clientes sbre a dificuldade de realizar cmpras devid a falta de lcais para estacinar na visã ds embarcadres...65

12 Gráfic 40- Investiment ds embarcadres em um recebiment sem cnferência mediante uma parceria cm meus frnecedres, reduzind dessa frma custs lgístics...66 Gráfic 41- Opiniã ds embarcadres quant a entrega nturna de mercadrias (entre 22:00 e 00:00 hras) send uma alternativa viável para estabeleciment...67 Gráfic 42- Regiã cm mair mvimentaçã de veículs das transprtadra..67 Gráfic 43- A falta de planejament lgístic cm a causa de dificuldades e atrass nas entregas na visã das transprtadras...,...68 Gráfic 44- A falta de lugares aprpriads para estacinar cm causas de dificuldades e atrass n prcess de carga e descarga de prduts segund as transprtadras...,...69 Gráfic 45- Percepçã das transprtadras quant a númer de lcais para estacinar n municípi se sã suficientes...,...70 Gráfic 46- Dificuldades encntradas pr veículs de grande prte para trafegar dentr d municípi segund as transprtadras...,...70 Gráfic 47- A falta de infraestrutura adequada para circulaçã ds veículs causam atrass nas entregas de mercadrias na visã das transprtadras...,...71 Gráfic 48- O alt cust de peraçã send uma das maires dificuldades encntrada pelas transprtadras...,...,...72 Gráfic 49- A falta de sistemas de infrmaçã adequads prejudica cntrle de entrega de mercadrias na percepçã das transprtadras...,,...73 Gráfic 50- Cm é feita a prgramaçã das cargas ns veículs pelas transprtadras...,...73

13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetiv geral Objetivs específics JUSTIFICATIVA PROBLEMA REFERENCIAL TEÓRICO Lgística Gestã da cadeia de supriment Distribuiçã física de prduts Distribuiçã de mercadrias ns centrs urbans Prblemas riunds da distribuiçã urbana Flux de mercadrias e a distribuiçã urbana Lgística Urbana Agentes envlvids na distribuiçã urbana METODOLOGIA Objet de pesquisa Tips de pesquisa Instrument de cleta de dads Amstragem Interpretaçã ds dads RESULTADOS Caracterizar transprte urban de mercadrias Principais prblemas de distribuiçã de mercadrias na visã ds agentes envlvids n Municípi de Frmiga- MG Verificar se há plíticas públicas desenvlvidas para a distribuiçã de mercadrias n Municípi CONCLUSÃO...77 REFERÊNCIAS...80

14 12 1 INTRODUÇÃO Um ds principais desafis que se apresentam atualmente para s gestres públics, bem cm para setr privad, diz respeit à atividade de distribuiçã urbana de mercadrias. Pis de certa frma as cidades brasileiras apresentam, em sua mairia, cresciment desrdenad, falta de planejament, e principalmente uma infraestrutura inadequada para atender satisfatriamente as necessidades da ppulaçã. De acrd cm dads d IBGE (2010), aprximadamente 83,4% da ppulaçã d Brasil reside em área urbana, que acarreta na cncentraçã ppulacinal ns municípis cnferind assim as centrs urbans papel de núcles de cnsum, que devem ser abastecids cntinuamente cm fluxs de natureza e rigem muit diversas. De certa frma, a cncentraçã ppulacinal acarreta em uma significativa pressã sbre espaç urban, fazend cm que autridades e a ppulaçã enfrentem dificuldades para a regulamentaçã d us d sl,manutençã e ampliaçã da rede viária, criaçã de uma legislaçã específica, bem cm a fiscalizaçã sbre as características e circulaçã de veículs, além da gestã d tráfeg. Ainda assim, transprte de cargas assume grande imprtância pr representar um relevante cmpnente na ecnmia, cntud, as cnsequências dessa distribuiçã, tais cm cngestinament, pluiçã, barulh e vibrações, reduzem bem estar, a acessibilidade e a atratividade das áreas urbanas. (OLIVEIRA, 2007). A distribuiçã física de mercadrias, prcess que crre desde instante que prdut acabad é estcad até mment que ele chega a cnsumidr final nem sempre crre de maneira eficaz pr falta de planejament lgístic, acarretand assim atras nas entregas e elevads custs para as empresas. Segund Sinayet et al.,(2004), temp necessári para realizar um serviç de distribuiçã de carga urbana pde ser subdividid em váris cmpnentes, tais cm; temp de carregament d veícul, temp de viagem desde Centr de Distribuiçã (CD) até cliente, temp prcurand lcal para estacinament e estacinand veícul próxim a cliente, temp de descarregament, temp de cntat cm cliente e temp da viagem de retrn.

15 13 Os principais agentes participantes desse sistema, segund (Prata et al; 2012, p. 12) sã s embarcadres, s transprtadres, a ppulaçã e pder públic, n qual cada um desses agentes pssuem bjetivs específics e cmprtaments diferentes. É imprtante ressaltar ainda utrs prblemas riunds da distribuiçã urbana, tais cm cngestinament devid as dimensões ds veículs, carregament e descarregament nas vias, deficiência na malha viária causada pr falha de prjets, incluind vias estreitas, áreas mal prjetadas e baixa manutençã, falta de regulamentaçã de estacinaments e lcais destinads a carga e descarga, pluiçã snra e ambiental, dans ns núcles urbans, segurança e bstáculs as pedestres. Neste cntext, surge a lgística urbana que de certa frma prcura sluções invadras para reduzir s prblemas lgístics gerads pela distribuiçã de cargas nas áreas urbanas bem cm ferecer melhria da qualidade para tds s agentes participantes desse sistema.é necessári fazer cm que prdut chegue ate cnsumidr final cm menr impact ecnômic, ambiental e scial. 2 OBJETIVOS 2.1 Objetiv geral Analisar quais sã as percepções ds agentes envlvids n prcess de distribuiçã de cargas urbanas n municípi de Frmiga/MG. 2.2 Objetivs específics - Identificar s principais prblemas de distribuiçã de mercadrias na visã ds agentes envlvids n Municípi de Frmiga/MG; - Verificar se há plíticas públicas desenvlvidas para a distribuiçã de mercadrias n Municípi; - Caracterizar transprte urban de mercadrias.

16 14 3JUSTIFICATIVA A lgística urbana é um tema que vem ganhand destaque ns últims ans, devid a cmpreensã necessária d prblema assciad à distribuiçã de carga ns centrs urbans. A ppulaçã em geral, incluind cmerciantes, empresáris e pder public, na mairia das vezes, nã tem cnheciment sbre s prcesss e sistemas que envlvem a lgística urbana, desta frma nã desenvlvem planejament para a mvimentaçã de carga urbana. A partir d mment que é feit um planejament e um acmpanhament, prcess de distribuiçã de cargas nas áreas urbanas cmeça crrer de maneira crreta, e cm iss é pssível que prdut chegue n seu destin final n mment cert e de maneira crreta, fazend cm que a própria ppulaçã seja beneficiada. Cm iss esse trabalh justifica-se em mstrar a imprtância da lgística urbana n prcess de distribuiçã de cargas, cm ela vem send discutida e aceita ns dias atuais, qual cnheciment e a visã ds principais agentes participantes desse sistema. 4PROBLEMA O term distribuiçã urbana é frequentemente definid cm send a mvimentaçã de mercadrias, incluind transprte de bens acabads, matériaprima, distribuiçã de mercadrias ns centrs urbans, serviç de entrega rápida, pactes e mensageir e entregas dmiciliares realizadas pr veículs de entrega. Deste md a questã central deste trabalh se nrteia n seguinte prblema: Cm s agentes participantes d prcess de distribuiçã urbana de mercadrias percebem a lgística urbana n municípi de Frmiga/MG?

17 15 5 REFERENCIAL TEÓRICO Para desenvlver esta parte d trabalh buscaram-se cnceits e definições pr mei da literatura, cm lgística, a gestã da cadeia de supriments, distribuiçã física de prduts, distribuiçã de mercadrias ns centrs urbans relacinand s prblemas riunds e flux de mercadrias, a lgística urbana e s principais agentes participantes desse sistema, pis esses temas estã relacinads cm a distribuiçã urbana de mercadrias. 5.1 Lgística Atualmente, a necessidade de cnsum vem aumentand cada vez mais, as pessas estã atrás de nvidades, tecnlgia, prduts que atendam seus desejs e na mairia das vezes exigem que mesm esteja dispnível para cmpra n mment que estã necessitand dele. O prdut só chega ate cnsumidr através de um prcess lgístic, que pr sua vez, nã é planejad e executad de frma crreta na mairia das vezes, fazend cm que cnsumidr tenha dificuldades de bter prdut n mment desejad. Segund Christpher (1997, p.2): A lgística é prcess de gerenciar estrategicamente a aquisiçã, mvimentaçã e armazenagem de materiais, peças e prduts acabads (e s fluxs de infrmações crrelatas) através da rganizaçã de seus canais de marketing, de md a pder maximizar as lucratividades presente e futura através d atendiment ds pedids a baix cust.(christopher,1997,p. 2) Desta frma, é necessári gerenciar td prcess lgístic para que prdut chegue ate cnsumidr final, n menr temp pssível, causand mens impact e prcurand minimizar s custs lgístics. Quand se fala em lgística, muita das vezes pensa-se apenas n prdut final que é levad ate cnsumidr, mas atrás diss existe um prcess utilizad para prduçã, desde a busca pela matéria prima ate a armazenagem d prdut final. Segund Bwersx e Clss (2010), é pr mei d prcess lgístic que s materiais fluem pels sistemas de prduçã de uma naçã industrial e s

18 16 prduts sã distribuíds para s cnsumidres pels canais de marketing, u seja, planejament lgístic é necessári desde mment que a matéria prima é selecinada e encaminhada até lcal nde crre a prduçã, e cas haja atras iss acarretará n prdut final, que será fabricad fra d temp que fi planejad e mesm será entregue para s clientes fra d praz estipulad. É necessári destacar que além d planejament lgístic, a um gerenciament, que quand clcad em pratica de maneira crreta, pde prprcinar uma fnte de vantagens cmpetitivas, u seja, uma vantagem superir em relaçã as cncrrentes e cnsequentemente um númer mair de clientes. Para Christpher (1997, p.10) a missã d gerenciament lgístic é planejar e crdenar tdas as atividades necessárias para alcançar níveis desejáveis ds serviçs e a qualidade a cust mais baix pssível. Send assim, gerenciament lgístic cmeça cm td um planejament, e lg após é clcad em prática e crdenad de maneira que atenda as necessidades ds clientes, n mment cert e mais imprtante, cm a qualidade necessária e cm menr cust para a empresa. Segund Nvaes (2010), prcess de evluçã da lgística se divide em quatr fases, send a quarta fase crrespndend a mdern gerenciament da cadeia de supriment (SCM), descritas abaix. Primeira fase: atuaçã segmentada, estque era element-chave n balanceament da cadeia de supriments, send que na épca nã havia s sfisticads sistemas de hje em dia, ele era cntrlad manualmente, as empresas precupavam mais em frmar ltes ecnômics para transprtar seus prduts, visand sempre menr cust, e muita das vezes gastava muit temp cm recurss humans para fazer seus pedids. Segunda fase: integraçã rígida, nde nvas variedades de prduts cmeçam a surgir n mercad, e iss só fi pssível prque s prcesss de manufatura fra, se trnand mais flexíveis, pssibilitand mais variedades e puc aument ns custs de fabricaçã. Os elements-chave de racinalizaçã fram a timizaçã de atividades e planejament, que caracteriza essa segunda fase, send ainda muit rígida, pis nã permitia a crreçã dinâmica d planejament a lng d temp.

19 17 Terceira fase: integraçã flexível, nde intercâmbi de infrmações entre dis elements da cadeia de supriments passu a se dar pr via eletrônica, que antes era feit manualmente. O desenvlviment da infrmática pssibilitu uma integraçã dinâmica, de cnsequências imprtantes n dinamism da cadeia de supriments, a partir dessa fase passa-se a bservar mair precupaçã cm a satisfaçã d cliente cm um td e cm a reduçã ds estques. Quarta fase: integraçã estratégica, nde as empresas da cadeia de supriments passam a tratar a questã lgística de frma estratégica, nde s agentes passam a trabalhar mais próxims. Essa fase se distingue principalmente das utras pel surgiment d gerenciament da cadeia de supriments, que é um aprimrament, uma evluçã da lgística. Nas utras fases, cada element tinha um papel bem delinead, já na quarta fase essa separaçã nã existe mais, ela permitiu a integraçã entre s prcesss a lng da cadeia de supriments, de frma estratégica e sistemática Gestã da cadeia de supriment Um ds principais bjetivs das empresas hje em dia é minimizar custs e melhrar a eficiência n atendiment a cliente. Um fatr determinante para alcançar tal bjetiv é Supply Chain Management(SCM). Cecatt (2003) define que Gerenciament da Cadeia de Supriments cnsiste em aprimrar e desenvlver tdas as atividades relacinadas cm flux e transfrmaçã de prduts e serviçs assciads, desde a btençã de matérias-primas até a chegada d prdut a usuári final, bem cm s fluxs de infrmaçã relacinads e a geraçã de valr para tds s cmpnentes da cadeia. Segund Vivaldine e Pires (2010, p.13): Uma Cadeia de Supriment pde ser definida cm s prcesss envlvend frnecedres-clientes ligand empresas desde a fnte inicial de matéria prima ate pnt de cnsum d prdut acabad. (VIVALDE E PIRES,2010,p.13)

20 18 Figura 1 - Cadeia de supriment típica. Fnte: Nvaes (2007). Cm mstra a FIG. 1, uma cadeia de supriments é dinâmica, envlvend cnstantemente um flux de infrmações, passand pr diferentes estágis, nde cada participante deverá se esfrçar a máxim para que prdut, depis de passar pr tds s prcesss, chegue a seu destin final, cliente, n temp cert. O mtiv principal da sua existência é satisfazer as necessidades ds clientes, em um prcess geradr de lucrs. Os váris estágis, nde crrem tds s fluxs de infrmações, mnetáris e de prduts, incluem s clientes, varejistas, distribuidres, fabricantes e frnecedres de matéria-prima. O prjet da cadeia de supriments

21 19 mais adequad dependera das necessidades d cliente e d papel de cada estági para satisfazer tais necessidades (CHOPRA; MEINDL, 2003). O prcess cmeça em funçã de prduzir para atender cliente, seja pr pedids a lng praz u imediats, pr iss a necessidade de manter uma certa quantidade em estque. Quand planejad a quantidade a ser prduzida e mment, a matéria-prima é slicitad as frnecedres envi n temp cert, após a prduçã, prdut final é estcad u enviad para s distribuidres que levarã as varejistas u ate diretamente para s mesms, que fará prdut chegar as mãs ds clientes. Segund Crrêa (2008), nã basta mais uma empresa ser excelente na gestã exclusiva de seus ativs, para ter sucess n ambiente cmpetitiv de hje e d futur, é necessári, que haja uma gestã cesa na rede de supriments a qual pertence, para que cliente final, fc principal da cadeia, pssa trnar-se muit satisfeit fiel e recmpensar a rede cm seu retrn permanente. Desde surgiment, a SCM, tem sid algumas vezes cnfundida cm a lgística, cm iss Cuncil f Supply chain Managemente Prfessinals (CSCMP), cm intuit de esclarecer, mdificu sua definiçã de lgística, estipuland que, lgística é a parte ds prcesss da cadeia de supriment que planeja, implementa e cntrlar efetiv flux e estcagem de bens, serviçs e infrmações crrelatas desde pnt de rigem ate pnt de cnsum, cm bjetiv de atender as necessidades ds clientes. Cm gerenciament da cadeia de supriment, a lgística entra cm um ds papeis fundamentais. Send parte ds prcesss, há td um planejament, fazend cm que a distribuiçã crra n mment cert e s prduts cheguem ate cnsumidr final n temp estipulad. 5.2 Distribuiçã física de prduts A distribuiçã física precupa-se principalmente cm bens acabads u semi acabads, u seja, prdut final, que será estcad pela empresa ate ser vendid e distribuíd para s distribuidres, varejistas e usuáris finais. Segund Ballu (1993) a distribuiçã física é ram da lgística empresarial que trata de mvimentaçã, estcagem, e prcessament de pedids

22 20 ds prduts finais da firma. Cstuma ser a atividade mais imprtante em terms de cust para a mairia das empresas, pis absrve dis terçs ds custs lgístics. Send assim, a distribuiçã física tem cm meta ideal, levar s prduts certs, n mment cert e n nível de serviç desejad, pel menr cust pssível. Desde instante que a prduçã é finalizada ate mment que cliente recebe prdut, as mercadrias sã respnsabilidade da lgística, que deve se rganizar para mantê-las n depósit da fábrica e transprtá-las a seu destin final, seja eles para s varejistas, distribuidres u própri cnsumidr final. N prcess de distribuiçã ds prduts, desde a fábrica que prduz, até cnsumidr final, pdem crrer situações diversas, frmand canais típics de cmercializaçã. Segund Nvaes (2001) as principais cnfigurações sã as seguintes: Fabricante, prdutr u frnecedr abastece diretamente as ljas de varej; Fabricante, prdutr u frnecedr abastece seus própris depósits u centrs de distribuiçã e, a partir desses pnts, abastece as ljas de varej; Fabricante, prdutr u frnecedr abastece depósits u centrs de distribuiçã d varejista que, pr sua vez abastece as ljas de varej; Fabricante, prdutr u frnecedr abastece s depósits u centrs de distribuiçã d atacadista u distribuidr que, pr sua vez abastece as ljas de varej; Fabricante, prdutr u frnecedr distribui seus prduts para centr de distribuiçã de um peradr lgístic, que psterirmente faz as entregas às ljas de varej; Fabricante, prdutr u frnecedr entrega prdut diretamente n dmicíli d cnsumidr final, utilizand crrei u serviç curier (vendas pr mei de catálg, Internet, telefne u fax). Cm iss, é pssível perceber que a distribuiçã ds prduts pde crrer de várias maneiras, primeiramente e necessári analisar a necessidade d cliente e depis criar estratégias para que prdut chegue até cnsumidr n temp cert e cm menr cust pssível.

23 21 Segund Nvaes (2007), a distribuiçã física de prduts é realizada cm a participaçã de alguns cmpnentes, físics u infrmacinais, send eles, instalações fixas, estque de prduts, veículs, infrmações diversas, hardware e sftware diverss, custs e pessal. As instalações físicas sã s espaçs nde s prduts sã armazenads ate que sejam transferids para as ljas u entregue as clientes. Devem ser bem planejads para facilitar a descarga ds prduts, transprte intern e carregament ds veículs de distribuiçã. O estque de prduts passu a ser um encarg elevad para as empresas, iss prque mercad está cada vez mais cmpetitiv, cm muita variedade de prduts, casinand um acréscim expressiv ns níveis de estque. Uma vez que s prduts sã cmercializads, é necessári veículs para efetuar transprte d mesm, na transferência de prdut da fabrica até s Centrs de distribuiçã é utilizad veículs maires e n abasteciment das ljas s veículs menres, pis as cndições de trânsit e de manbra nas regiões urbanas nã permitem us de caminhões de grande prte. É necessári dispr de infrmações para perar um sistema de distribuiçã, cm um cadastr de clientes, a quantidade de prduts a serem entregues a cada cliente, hrári para entrega, rteirs de distribuiçã, entre utrs. Hje, a mairia das atividades de distribuiçã é planejada e cntrlada pr mei de sftwares que ajudam n cntrle ds pedids, devluções, mnitrament da frta, dentre utrs, s mesms funcinam através de cmputadres (hadware). O sext element para perar de frma cmpetitiva um sistema de distribuiçã física é a dispnibilidade de uma estrutura de custs, que hje vem send uma das maires dificuldades encntradas pelas empresas, cm iss é necessári adtar uma estrutura de custs mais eficaz para s serviçs lgístics através de um planejament. Pr fim, para que um sistema de distribuiçã física funcine a cntent e de frma cmpetitiva é necessári dispr de pessal capacitad e treinad, desde empregad que trabalha n centr de distribuiçã a mtrista e seu ajudante, de

24 22 frma a desempenhar suas tarefas em sintnia cm s bjetivs estratégics da empresa. 5.3 Distribuiçã de mercadrias ns centrs urbans A distribuiçã urbana de mercadrias é uma atividade fundamental n desenvlviment das cidades, cm significativa imprtância na sustentaçã d estil de vida da ppulaçã, na manutençã e cmpetitividade das atividades industriais e cmerciais, mais pr utr lad pde casinar alguns prblemas. A distribuiçã de cargas urbanas pde ser definida cm send a mvimentaçã de mercadrias incluind transprte de bens acabads (prduts), transprte da matéria prima, distribuiçã de mercadrias ns centrs urbans, serviçs de entrega rápida e entregas dmiciliares realizadas pr veículs de entrega (PRATA et al ; 2012). Send assim, transprte de cargas urbanas inclui nã smente aquela mercadria que chega as cmércis de um determinada cidade em que a ppulaçã vai até lcal para adquirir tal prdut, mas também as entregas dmiciliares e as de matéria prima para diferentes fabricantes d prdut. Taniguchi e Heijden (2000) salientam que transprte urban de cargas deve ser um cmpnente imprtante n planejament urban e a sua racinalizaçã é essencial nã smente para sucess da cadeia de supriments, mas também para cresciment ecnômic sustentável. Hje em dia, as pessas estã migrand cada vez mais para s centrs urbans, prcurand melhrar a qualidade de vida, pr melhres níveis de serviçs e pel fat de que nas cidades encntram-se mais prtunidades para atividades, cm empreg, educaçã, cultura, entre utrs. Desta frma, a mesm temp em que a sciedade nã aceita s efeits negativs riunds d transprte, a ppulaçã esta em cnstante expansã, casinand assim, um aument d flux de mercadrias a ser distribuíds ns centrs urbans (OLIVEIRA, 2007) Prblemas riunds da distribuiçã urbana.

25 23 Devid a aument frequente da ppulaçã ns centrs urbans, cnsum tem aumentad cada vez mais, as pessas estã atrás de nvidades, prduts de qualidade, que atendam suas necessidades. Cnsequentemente, a distribuiçã de mercadrias ns centrs urbans causa impacts para tda ppulaçã, fazend cm que mais caminhões estejam presentes nas ruas das cidades, aumentand também númer de autmóveis e assim s cngestinaments, infraestrutura precária, que na mairia das vezes é limitada e impssível de ser ampliada devid a cresciment desrdenad das cidades, fazend cm que a distribuiçã de cargas seja afetada e a ppulaçã prejudicada. Pr causar váris prblemas ambientais, sciais e ecnômics, setr de transprte é um imprtante camp para desenvlver estratégias de sustentabilidade e para iss é necessári analisar s prblemas e definir pssíveis sluções. A sustentabilidade e desenvlviment sustentável têm gerad frte influencia na plítica de distribuiçã urbana. É precis desenvlver um sistema de distribuiçã de mercadrias que atenda a necessidade d presente sem cmprmeter as gerações futuras, prcurand assim minimizar s prblemas e impacts que sã causads (PRATA et al., 2012). Figura 2 -Prblemas n transprte urban de cargas. Fnte: QUISPEL(2002).

26 24 Cnfrme apresentad na figura acima, transprte de mercadrias ns centrs urbans gera pluiçã a mei ambiente. Os principais elements ncivs presentes n ar e respnsáveis pels precupantes índices de pluiçã, segund Marra (1999), sã decrrentes da queima de cmbustíveis fsseis: mnóxid de carbn (CO), dióxid de carbn (CO 2 ), óxids respnsáveis pela frmaçã d zôni (NO X ), partículas em suspensã (em geral cancerígenas) e cmpsts rgânics vláteis (COVs). As causas d nível de ruíd elevad vã desde funcinament ds mtres até perações de parada e aceleraçã de veículs, causand assim a pluiçã snra. O cngestinament, afeta diretamente s mais variads setres da ecnmia. Ele crre quand a capacidade da via é excedida, e pde existir cm u sem a presença ds veículs de carga. Prém, a mvimentaçã ds veículs pesads pelas vias urbanas agrava cnsideravelmente este efeit, principalmente pela necessidade de realizarem paradas frequentes e de curta duraçã. (FACCHINI, 2006). Os transprtadres também se deparam cm algumas dificuldades cm lugares de difíceis acesss para entrega de mercadrias, pucs lugares nas ruas para estacinar e realizar prcess de carga e descarga, acarretand assim atrass nas entregas e prejudicand também s cmerciantes que terã perda de vendas pr falta de mercadrias. Cm tants veículs send de grande u pequen prte circuland pelas ruas, s riscs para s pedestres aumenta ainda mais. O mradr da cidade tem sua qualidade de vida afetada pela pluiçã e pels acidentes que pdem crrer devid a grande númer de veículs. Esses prblemas sã relacinads cm s impacts causads pela distribuiçã, send eles ecnômics, sciais e ambientais, s mesms agrupads cnfrme sua natureza, que mstra quadr abaix.

27 25 Quadr 1- Tips de impacts da distribuiçã e s prblemas gerads. Tips de Impact Impacts Ecnômics Impacts Ambientais Impacts Sciais Prblemas Gerads Cngestinament; Ineficiência d transprte; Desperdíci de recurss. Emissã de Pluentes; Us de cmbustíveis nã renváveis; Descarte inadequad de prduts cm pneus e utrs materiais; Destruiçã d habitat natural de espécies animais e vegetais. Cnsequências físicas da emissã ds pluentes para saúde publicam; Prejuízs e mrtes resultantes de acidentes; Pluiçã visual. Dificuldade de realizar viagens cm carr u transprte públic; Outras questões referentes á qualidade de vida. Fnte: 1 Taniguchi e Heijden (2000) apud Taniguchi e Heijden (2001) Cm mstra quadr acima, s impacts ecnômics sã aqueles relacinads a impacts negativs cm a frmaçã de cngestinaments, a crrência de dans à infraestrutura viária devid à circulaçã de veículs de grande prte em vias inadequadas, cm a peraçã deste padrã de veícul casinand prblemas, tais cm a reduçã na vida útil ds paviments, destruiçã de meis-fis, canteirs centrais e calçadas, além de utrs elements d mbiliári urban. Em relaçã as impacts ambientais, s mesms estã relacinads a impacts cm a geraçã de pluiçã d are snra, além da intrusã visual. A utilizaçã majritária de veículs rdviáris para as atividades de entrega de mercadrias em áreas urbanas e, especialmente, de mtres a diesel cntribui para a elevaçã na emissã de pluentes n ar e a geraçã ruíds. A presença de veículs de grande prte causa um impact visual negativ n ambiente urban. 1 TANIGUCHI, E., HEIJDEN, (2000) An evaluatin methdlgy fr city lgistics.transprtatin Reviews, vl 20, n 1, 2000.

28 26 Pr fim s impacts sciais, nde estã relacinads as denças causadas a ppulaçã pr mei da emissã de pluentes, s acidentes que crrem cm s autmóveis e pedestres, stress que é gerad em cnsequência d cngestinament, u seja, tud aquil referente a qualidade de vida da ppulaçã Flux de mercadrias e a distribuiçã urbana O flux de mercadrias ajuda a entender cm é feita a distribuiçã de mercadrias para s centrs urbans. Cnsiste em um prcess lgístic dividid nas seguintes mdalidades: sistema de única parada, sistema de múltiplas paradas e sistema cmbinad. (PORTAL, 2003) As figuras abaix representam cada sistema. Figura 3 -Sistema de Única Parada, cm Flux Diret. Fnte:Prtal (2003) adaptada pela autra. N sistema únic a circulaçã de bens entre pnt de rigem e a recepçã é direta. Este sistema tem a vantagem de que a circulaçã de bens nã sfre interrupções, u seja, nã sã necessáris utrs armazenaments u mvimentações.

29 27 Figura 4 -Sistema de Múltiplas Paradas, cm Flux Indiret. Fnte:Prtal (2003) adaptad pela autra. O sistema de múltiplas paradas, cm flux indiret cnsiste na distribuiçã indireta de mercadrias da rigem para destin, nde flux de mercadrias é interrmpid pel mens uma vez, para realizar prcess de agregaçã u distribuiçã.

30 28 Figura 5 -Sistema de Múltiplas Paradas, cm Fluxs Direts e Indirets. Fnte:Prtal (2003) adaptada pel autra. Quant a sistema de múltiplas paradas, cm fluxs direts e indirets, é pssível simultaneamente a existência da circulaçã direta e indireta de mercadrias. N que diz respeit a grandes distâncias transprte de bens pde ser, pr exempl, demasiad lent para cbrir as necessidades d lcal de recepçã. Os pnts de distribuiçã pdem funcinar cm um armazém reginal. Segund Prata (2012), estas perações lgísticas buscam a timizaçã de flux de transprte, resultand em uma distribuiçã direta u em esquemas de distribuiçã mais cmplexs envlvend um u mais centrs de distribuiçã. 5.4Lgística Urbana Atualmente existe uma tendência de urbanizaçã n mund, cada vez mais as pessas estã migrand para as cidades em busca de empregs, educaçã, atividades esprtivas, qualidade de vida, etc. Cntud, levand a expansã ds centrs urbans, aumentand assim cnsum e cnsequentemente, prblemas de transprte de carga devid à falta de plíticas adequadas para uma lgística urbana. (PRATA et al, 2012). Segund Oliveira (2007) a eficiência e ambiente favrável a sistema lgístic auxiliam as cidades a trnarem-se mais cmpetitivas em term de desenvlviment ecnômic. Send assim, plíticas baseadas na tendência

31 29 denminada Lgística Urbana é uma alternativa para melhrar a eficiência d sistema de distribuiçã urbana. Os estuds envlvend essa nva tendência iniciaram na década de 90, em algumas cidades eurpeias, principalmente na Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Hlanda e Suíça, através de prjets pilts n que diz respeit a mdels alternativs para a distribuiçã ns centrs urbans n qual equilibrasse a eficiência necessária pela distribuiçã urbana e s custs sciais envlvids, que utilizaria nvas técnicas e aplicações tecnlógicas e incentivaria a busca pr diferentes frmas de se realizar atividade ns centrs urbans. A lgística urbana é um camp de cnheciment em crescente expansã, pis cada vez mais se vê a necessidade de planejar uma estrutura para distribuiçã de cargas de maneira que prdut chegue a cnsumidr final de frma eficaz. De acrd cm Taniguchi e Heijden (2001) lgística urbana é um prcess de ttal timizaçã das atividades de lgística, realizadas pr entidades (públicas e privadas) em áreas urbanas, cnsiderand fatres cm tráfeg, cngestinament e cnsum de energia na estrutura d mercad ecnômic. Baseia-se em uma cmpreensã ds prblemas que incluem custs de distribuiçã, sciais e ambientais. Prtant, a lgística urbana prcura trnar sistema de distribuiçã de cargas mais efetiv, prcurand técnicas e sluções invadras para minimizar s prblemas lgístics causads pela distribuiçã, buscand assim a melhria da qualidade. As técnicas de prjets nessa área envlvem s agentes públics e privads, prcurand reduzir númer de veículs que circulam pelas ruas, fazend cm que s impacts causads, cm cngestinament, pluiçã, sejam reduzids trazend assim benefici a tds s agentes participantes desse sistema. Para Ricciardi et al. (2003), essas técnicas de prjets que cercam dmíni das idéias, estuds, plíticas, mdels e métds que permitem alcançar s seguintes bjetivs: Reduzir cngestinament e aumentar a mbilidade através d cntrle d númer e dimensã ds veículs de carga que peram ns centrs urbans,

32 30 reduzind númer de viagens vazias e melhrand a eficiência da mvimentaçã de carga; Reduzir s níveis de pluiçã e barulh, cntribuind para alcançar s bjetivs determinads pel prtcl de Kyt e melhrar a qualidade de vida ds habitantes. Cm iss, pde-se dizer que a lgística urbana prcura timizar s sistemas lgístics dentr da área urbana, cnsiderand custs e benefícis para s setres públic e privad. Já s embarcadres privads e transprtadres de carga, visa reduzir seus custs enquant que setr públic tenta aliviar cngestinament d tráfeg e s prblemas ambientais. Desta frma, sistemas lgístics timizads glbalmente ferecem vantagens. Segund França e Rubin (2005) s bjetivs d transprte urban de mercadrias incluind a lgística urbana pdem ser dividids em seis bjetivs principais, send eles: 1. Desempenh macrecnômic d setr públic para cntribuir cm desempenh ecnômic ds variads níveis (lcal, reginal, nacinal). 2. Custs e qualidade ds serviçs de carga aumentar a eficiência e a prdutividade da carga pela reduçã ds custs peracinais ds transprtes, especialmente, àqueles assciads a cngestinament de tráfeg. 3. Ambiental minimizar s efeits adverss das atividades de carga (terminais e transprte), ruíd, emissões, vibraçã e intrusã dentr das áreas residenciais. 4. Infraestrutura e gerência prver e gerenciar uma adequada infraestrutura, especialmente àquela vltada à prvisã e manutençã d sistema viári e terminais, e aprpriada regulaçã das perações de carga pr caminhões. 5. Segurança viária minimizar númer e a gravidade ds acidentes pr caminhões. 6. Estrutura urbana cntribuir cm a estrutura urbana desejada, especialmente na lcalizaçã das atividades geradras de carga e terminais. Sabe-se que prcess de distribuiçã de mercadrias se faz necessári e envlvem várias pessas, mesm causa váris prblemas e a partir diss é precis que tds s tenham cnheciment em relaçã a lgística urbana, s benefícis que ela trás e cmeçar a clcar em prática s planejaments

33 31 lgístics para que a distribuiçã crra de frma eficaz, s prblemas causads sejam minimizads e tds s envlvids sejam beneficiads. 5.5 Agentes envlvids na distribuiçã urbana. Existem quatr agentes envlvids a distribuiçã urbana, send eles: embarcadres, transprtadres, ppulaçã e pder públic. Cada um deles pssuem bjetivs específics e exercem diferentes funções, cntribuind assim, para a distribuiçã urbana de mercadrias. A FIG. 6 apresenta s atres envlvids e as relações estabelecidas entre eles. Figura 6 Elements envlvids na distribuiçã de mercadrias e suas relações. Fnte: Taniguchi et al.(2001). Segund Oliveira e Nvais (2008), s agentes participantes desse sistema exercem funções diferentes, nas quais estã descritas abaix: Os embarcadres sã s respnsáveis pelas funções de embarque de mercadrias e eles buscam maximizar seu nível de serviç, custs, temp de cleta/entrega e cnfiabilidade de transprte. Eles sã s clientes ds transprtadres, enviand mercadrias para utras cmpanhias u pessas, pdend também receber mercadrias. Os transprtadres sã s respnsáveis pela distribuiçã e seu bjetiv é minimizar s custs assciads cm a cleta e distribuiçã de prduts para maximizar s lucrs, existind grande pressã para frnecer alt nível de serviç

34 32 cm baixs custs. Smand-se a iss, s transprtadres encntram dificuldade de perar seus veículs nas áreas urbanas devid a cngestinament d tráfeg, casinand desta frma uma ineficiência ds mesms. Os habitantes sã as pessas que vivem, trabalham e cmpram ns centrs urbans. Estes desejam a reduçã ds cngestinaments, da pluiçã ambiental e snra e ds acidentes próxims às áreas cmerciais e residenciais. O pder públic representa s administradres municipais, estaduais e federais, send respnsáveis pela garantia d desenvlviment ecnômic da cidade, prtunidades de empregs e reduçã ds níveis de cngestinament, melhrand ambiente e garantind segurança viária para a cidade.eles pdem ser neutrs u ser s principais elements na resluçã ds cnflits entre s envlvids da distribuiçã urbana. Além dist, pder públic é respnsável pela crdenaçã e facilitaçã das iniciativas de lgística urbana.

35 33 6 METODOLOGIA 6.1 Objet de pesquisa Fram utilizads s quatrs principais agentes participantes d prcess de distribuiçã de mercadrias ns centrs urbans, send eles a ppulaçã, que sã as pessas que habitam na área urbana, que estã presentes nas ruas, que adquirem as mercadrias, que desejam a reduçã ds cngestinaments. Os embarcadres, sã s que enviam e vendem as mercadrias para a ppulaçã, é através deles que as pessas adquirem s prduts desejads. As transprtadras, realiza transprte de mercadrias, fazend cm que prdut chegue n temp cert e cm qualidade ate as pessas. Elas enfrentam prblemas cm falta de lcais para carga e descarga, falta de infraestrutura viária, entre utrs. O pder públic, é representad pel prefeit e pel secretári de trânsit e bras d municípi de Frmiga, sã eles s respnsáveis pr criam planejaments para melhria nas ruas, n transit, n que diz respeit a distribuiçã de mercadrias na cidade e para tda ppulaçã. 6.2 Tips de pesquisa Quant as fins: explratória e descritiva e quant as meis: pesquisa de camp e bibligráfica Primeiramente fi realizada uma pesquisa bibligráfica para aprfundar assunt em estud. A mesma fi desenvlvida a partir de material já elabrad, cnstituíd principalmente de livrs e artigs científics e é caracterizada pel estud prfund e exaustiv de um u de pucs bjets, de maneira que permita seu ampl e detalhad cnheciment. (GIL, 1999). Segund Vergara (1998), pesquisa explratória é realizada em área na qual há puc cnheciment e a descritiva mstra características de determinada ppulaçã, pdend estabelecer crrelações entre variáveis e definir sua natureza.

36 34 Lg após fi realizada uma pesquisa de camp em que se definem s bjetivs de pesquisa, prblemática, métds de cleta de dads e tamanh de amstra. (MARCONI & LAKATOS, 1996). 6.3 Instruments de cleta de dads Fram aplicads três diferentes tips de questináris, cnfrme Apêndice I, II e III, send para ppulaçã questinári estruturad, para s embarcadres e s transprtadres questináris estruturad e semiestruturad. Quant a pder públic fi realizada uma entrevista. Para Amar et al. (2005, p.3) questinári é: Instrument de investigaçã que visa reclher infrmações baseand-se, geralmente, na inquisiçã de um grup representativ da ppulaçã em estud. Para tal, clca-se uma série de questões que abrangem um tema de interesse para s investigadres, nã havend interaçã direta entre estes e s inquirids. (AMARO et al, 2005, p.3). Quant a entrevista, segund Oliveira (2010), a mesma é caracterizada cm send uma tentativa de se explicar em prfundidade significad e as características d resultad das infrmações btidas através de questões abertas, cnfrme Apêndice IV. 6.4 Amstragem Para calcular tamanh da amstra da ppulaçã e ds embarcadres, fi utilizada a seguinte fórmula estatística cm um nível de cnfiança de 95%, segund Stevensn (2001): [ ] [ ] Onde: n - amstra calculada

37 35 N - ppulaçã Z - variável nrmal padrnizada assciada a nível de cnfiança e - err amstral Para s embarcadres, pr haver cadastrads na CDL (câmara ds dirigentes ljistas de Frmiga) cerca de 500 cmércis, fi utilizada uma amstragem de 270 cmércis, em diferentes rams. Em relaçã à ppulaçã, segund dads d IBGE, habitam n municípi de Frmiga pessas cm faixa etária entre 18 e 60 ans. Cm iss fi necessári uma amstragem de 379 pessas. Quant as transprtadras, fram selecinadas as principais que realizam carga e descarga de mercadrias na cidade através d guia geral ds transprtes, Transvias, publicad em 2013 e a partir de infrmações ds embarcadres. E pr fim, pder públic, nde fi realizada uma entrevista cm Prefeit e Diretr de transprte e bras d municípi. Send assim, fi pssível identificar quais as percepções ds agentes envlvids n prcess de distribuiçã de mercadrias na cidade de Frmiga- MG. 6.5 Interpretações ds dads Para btençã e interpretaçã ds dads fi utilizad Ggle dcs, para a mntagem ds questináris, bem cm us de planilha eletrônica e Excel para análise ds resultads.

38 36 7 RESULTADOS Os resultads buscaram respnder s bjetivs d trabalh pr mei ds questináris e entrevistas, send assim fi pssível analisar as percepções ds agentes envlvids n prcess de distribuiçã de cargas urbanas n Municípi de Frmiga/MG. 7.1Caracterizar transprte urban de mercadrias. Os resultads apresentads abaix caracterizam transprte de mercadrias n Municípi de Frmiga a partir da percepçã ds agentes envlvids n sistema. N que se refere a gêner fi pssível verificar que pr mei d questinári aplicad junt à ppulaçã, s respndentes fram 56% de hmens e 46% mulheres (GRAF.1) Gráfic 1- Gêner 56% 54% 52% 50% 48% 54% 46% 44% 42% Masculin 46% Feminin Fnte: Dads da pesquisa (2014) O GRAF. 2 mstra cnheciment da ppulaçã em relaçã a lgística urbana. Percebe-se que 61% nã tem nenhum cnheciment d que seja, s prblemas que sã minimizads através de um planejament lgístic, a pntualidade nas entregas de mercadrias, entre tants utrs. Percebe-se que apenas 7% da ppulaçã tem muit cnheciment em relaçã a lgística urbana,

39 37 que na mairia das vezes faz cm que prcess de distribuiçã nã crra de maneira crreta e eficaz. Gráfic 2 Cnheciment da ppulaçã em relaçã a lgística urbana 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 61% 32% 7% Nenhum Puc Muit Fnte: Dads da pesquisa (2014) Cm intuit de bservar e caracterizar s principais deslcaments realizads pela ppulaçã fi perguntad sbre principal destin das pessas que respnderam questinári. Assim é pssível perceber através d GRAF. 3 que para 61% da ppulaçã principal destin ns deslcaments diáris, é para trabalh, tal fat pde fazer cm que mais veículs estejam presentes nas ruas, principalmente n hrári de pic que é de manhã, n hrári d almç e quand as mesmas estã vltand para casa. Fat que pde ser bservad também é que 26% ds respndentes têm seus deslcaments em funçã ds estuds.

40 38 Gráfic 3 - Principal destin ns deslcaments diáris da ppulaçã 70% 60% 50% 40% 30% 61% 20% 10% 0% 26% 13% Trabalh Estud Outrs Fnte: Dads da pesquisa (2014) Outra pergunta ainda sbre a questã ds deslcaments, se refere a frma cm mesm é realizad. Cm base nas repstas btidas, GRAF. 4 evidencia que 38% da ppulaçã utilizam veícul própri para s deslcaments diáris, tal fat pde cntribuir para maires cmplicações n trânsit. É imprtante ainda ressaltar que de acrd cm a pesquisa, 22% utilizam mtcicletas, e apenas 18% utilizam transprte públic. Ressalta-se ainda a baixíssima participaçã d us das bicicletas, cm apenas 1% ds entrevistads fazend us das mesmas. Gráfic 4 Principal md de transprte utilizad ns desclaments diáris 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 38% Carr Própri 22% 18% 13% 8% 1% Carna Mtcicleta Bicicleta A pé Transprte Públic Fnte: Dads da pesquisa (2014)

41 39 Afim de bservar temp que a ppulaçã cnsme ns deslcaments diáris, fi perguntad qual temp médi gast ns deslcaments pela manhã. Através d GRAF. 5, fi pssível perceber que 76% ds respndentes gastam em média até 20 minuts n seu deslcament pela manhã. O fat que chama atençã é que 24% da ppulaçã levam de 20 à 60 minuts n deslcament. Gráfic 5 Temp médi gast pela ppulaçã ns deslcaments diáris pela manhã 50% 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% 32% 44% 10% 5% 0% 10 minuts entre 10 e 20 minuts 14% entre 20 e 30 minuts 10% entre 30 e 60 minuts Fnte: Dads da pesquisa (2014) Cm bjetiv de investigar a percepçã da ppulaçã sbre númer de caminhões em circulaçã, fi questinad as respndentes sbre tal questã. Fi pssível perceber que 92% da ppulaçã, tem percebid númer de caminhões nas ruas de Frmiga. N entant, é interessante verificar que s mesms nã atrelam esse fat a prcess de Lgística Urbana cm evidenciad n GRAF. 6.

42 40 Gráfic 6 Percepçã da ppulaçã quant a númer de caminhões n tráfeg urban. 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 92% 30% 20% 10% 0% 2% 6% Sim Nã Nunca Observei Fnte: Dads da pesquisa (2014) Para 61% da ppulaçã, a prprçã de caminhões é muit alta, causand assim cngestinament, barulhs, pluiçã entre utras cisas, também há algumas que nem cncrda e nem discrda, cnsideram que númer de caminhões é relevante e a minria discrda. (GRAF. 7) Gráfic 7 Prprçã de caminhões n tráfic urban na visã da ppulaçã 50% 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 3% 10% 26% 45% 16% Discrd Ttalmente Discrd Nem cncrd nem Discrd Cncrd Cncrd Ttalmente Fnte: Dads da pesquisa (2014)

43 41 Ainda em relaçã as caminhões que circulam pel municípi, 34% discrdam que s mesms sã de pequen prte, 32% nã cncrdam e nem discrdam e 34% cncrdam, u seja, pde-se caracterizar que n Municípi a visã da ppulaçã é que s caminhões de pequen prte estã presentes nas ruasmas que nã sã só eles, existem utrs tips de veículs (GRAF. 8) Gráfic 8 Visã da ppulaçã em relaçã as caminhões de pequen prte que circulam pela cidade 35% 30% 25% 20% 15% 10% 25% 32% 29% 5% 0% 9% Discrd Ttalmente Discrd Nem cncrd nem Discrd Cncrd 5% Cncrd Ttalmente Fnte: Dads da pesquisa (2014) As restrições de caminhões de grande prte ns centrs urbans faz cm que cngestinament seja minimizad, que as vias urbanas nã sejam danificadas, diminui a pluiçã, entre utras cisas. E quand diz respeit a distribuiçã de mercadrias, caminhões de grande prte encntram mais dificuldades cm lcais para estacinar e realizar carga e descarga. N Municípi de Frmiga, pde-se caracterizar que 38% da ppulaçã tem cnheciment sbre essas restrições e 39% nã tem nenhum cnheciment, que mstra GRAF. 9.

44 42 Gráfic 9 Cnheciment da ppulaçã em relaçã as restrições de caminhões de grande prte para s centrs urbans. 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 30% 23% 35% 5% 0% 9% Discrd Ttalmente Discrd Nem Cncrd nem Discrd Cncrd 3% Cncrd Ttalmente Fnte: Dads da pesquisa (2014) Os Municípis sã cmpsts de cmércis, send eles em várias áreas de atuaçã. Os mesms sã respnsáveis pr ba parte da ecnmia d municípi e as pessas sã dependentes deles para satisfazer suas necessidades adquirind s diferentes tips de mercadrias que eles ferecem. O GRAF. 10 mstra as diferentes áreas de atuaçã d cmerci n Municípi de Frmiga, send 32% na área de vestuári e 28% mveis e eletr dméstics, u seja, sã as áreas que mais recebem mercadrias para revendas e também realizam entregas dmiciliares, 12% sã supermercads, um ds lcais mais frequentads pela ppulaçã e que recebem e embarcam grande quantidade de mercadrias. Quant as demais as áreas de atuaçã sã calçads, prduts eletrônics e csmétics.

45 43 Gráfic 10 Ram de atuaçã ds embarcadres 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 12% 32% 5% 28% 11% 1% 11% 0% Fnte: Dads da pesquisa (2014) Em relaçã a classificaçã d prte das empresas, GRAF. 11 representa que as mesmas respnderam quant a iss. 37% se classificaram cm Micrempresas, 38% cm Pequena Empresa, 20% Média Empresa, 5% Empresa Média- grande e nenhuma se classifica cm Grande Empresa Gráfic 11 Prte de classificaçã das empresas (embarcadres) 40% 35% 30% 25% 20% 15% 37% 38% 10% 20% 5% 0% Micrempresa Pequena Empresa Média Empresa 5% Empresa Média-grande 0% Grande Empresa Fnte: Dads da pesquisa (2014)

46 44 O GRAF. 12 mstra que 43% das empresas estã presentes n mercad entre 1 a 10 ans,19% entre 10 e 25 ans e 38% a mais de 25 ans, u seja, a mairia das empresas já esta um grande temp estabilizadas n mercad. Gráfic 12 Temp que as empresas (embarcadres) estã presentes n mercad 40% 35% 30% 25% 20% 15% 32% 38% 10% 5% 0% 5% Mens de 1 an 6% 11% 1-5 ans 5-10 ans ans 5% 3% ans ans Mais de 25 ans Fnte: Dads da pesquisa (2014) Quant a GRAF. 13, é pssível identificar que 90% das empresas funcinam de segunda a sábad, que prvavelmente sã as d ram de vestiári, móveis e eletr dméstics, calçads, csmétics e 10% de segunda a dming que seriam s supermercads. Gráfic 13 Períd de funcinament das empresas (embarcadres) 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 0% Segunda a Sexta 90% Segunda a Sábad Fnte: Dads da pesquisa (2014) 10% Segunda a Dming 0% 0% 0% 0% Terça a Terça a Terça a Outrs Sexta Sábad Dming

47 45 O hrári de funcinament das empresas é representad n GRAF. 14, em que 42% funcinam de 08:00 as 18:00 hras, 26% 09:00 as 18:00 hras, 12% de 08:00 as 19:00 hras, 6% de 09:00 as 19:00 hras e 14%, u seja, cada uma adapta um melhr hrári para pder atender seu public alv. Gráfic 14 Hrári de funcinament das empresas (embarcadres) 45% 40% 35% 30% 25% 20% 42% 15% 10% 5% 0% 0% 07:00 as 17:00 h 08:00 as 18:00 h 26% 09:00 as 18:00 h 12% 08:00 as 19:00 h 6% 09:00 as 19:00 h 14% Outrs Fnte: Dads da pesquisa (2014) Ainda cm relaçã a recebiment de mercadrias pels embarcadres, GRAF. 15 mstra hrári que s mesms recebem as mercadrias, em que 10% recebem na parte da manhã entre 10:00 as 12:00 hras, 22% a tarde entre 12:00 as 14:00 hras e 68% nã tem hrári de recebiment. Percebe-se que a grande mairia ds respndentes nã tem hrári cert para recebiment de mercadrias, que pde ser um ds prblemas em relaçã a distribuiçã. Cm iss é pssível caracterizar que s caminhões estã presentes nas ruas d Municípi a td mment, principalmente em hrári cmercial e quant mair númer de cmércis recebend mercadrias, mair é númer de caminhões circuland e estacinads realizand carga e descarga.

48 46 Gráfic 15 Hrári de entrega de mercadrias as embarcadres 68% 10% 22% Manhã 10 as 12 hras Tarde 12 as 14 hras Nã tem hrári Fnte: Dads da pesquisa (2014) Cm relaçã a frequência de recebiment de mercadrias pels embarcadres questinads, é pssível identificar que 36% recebem de uma a duas vezes pr semana, 40% três vezes e 25% entre quatr e cinc vezes, u seja, quant mair a frequência d recebiment, mair númer de caminhões circuland pela cidade. (GRAF. 16) Gráfic 16 Frequência cm que as mercadrias sã recebidas pels embarcadres 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 21% Uma vez pr semana 14% Duas vezes pr semana 40% Três veses pr semana 16% Quatr vezes pr semana 9% Cinc vezes pr semana Fnte: Dads da pesquisa (2014)

49 47 Cm relaçã a lcais para estacinament e realizaçã de carga e descarga de mercadrias segund s embarcadres, 43% realizam prcess na rua, em frente a estabeleciment, 39% na rua, em vaga de carga e descarga aprpriada e 18% em vaga própria internalizada d estabeleciment (GRAF. 17). Percebe-se que s lcais de vaga regulamentada estã mais lcalizads na área central d Municípi, nde flux de veículs é mair e lcais para estacinar é difícil encntrar. Os embarcadres que pssuem vagas internalizadas sã s supermercads e as ljas maires, fazend cm que veicul tenha mais facilidades para realizaçã de carga e descarga sem atrapalhar transit. Prém a prcentagem de estabeleciments que nã pssuem vagas próprias é alta, iss indica que s veículs encntram mais dificuldades para estacinar nesses lcais. Gráfic 17 Lcal de estacinament ds veículs para realizar carga e descarga segund s embarcadres 18% 39% 43% Na rua, em frente a estabeleciment Na rua, em vaga de carga e descarga regulamentada Vaga própria internaliazada d etabeleciment Fnte: Dads da pesquisa (2014) Ainda em relaçã a lcais para estacinar, fi questinad as embarcadres se estabeleciment tinha vaga própria pra efetuar carga e descarga de mercadrias, em que 57% disseram que sim e 43% que nã (GRAF 18). Cmparand a gráfic anterir, é pssível identificar que s que respnderam que sim sã aqueles que pssuem vagas regulamentadas u vagas internalizadas d estabeleciment. Os que respnderam nã, sã aqueles que

50 48 utilizam a rua, em frente a estabeleciment para realizar carga e descarga u ate mesm veicul precisa estacinar um puc distante d lcal pr nã haver vaga. Gráfic 18 Vagas próprias ds estabeleciments para efetuar carga e descarga de mercadrias 43% Sim 57% Nã Fnte: Dads da pesquisa (2014) Existem duas principais frmas de vendas que sã adtadas pelas empresas, send atacad que é a venda em grandes quantidades e varej que é a venda de pequenas quantidades de mercadria. O GRAF. 19 mstra que apenas 5% ds embarcadres vendem n atacad, 74% n varej e 21% atuam ns dis rams n Municípi, send assim é pssível perceber que a grande mairia cmercializa mercadrias em pequenas quantidades para a ppulaçã.

51 49 Gráfic 19 Principal frma de venda adtada pela empresa (embarcadres) 21% 5% 74% Atacad Varej Atacad e Varej Fnte: Dads da pesquisa (2014) Para adquirir tais mercadrias para revenda s embarcadres necessitam de um mei, send pr transprtadras, nde serviç é terceirizad u pr transprte própri, nde a empresa realiza esse transprte. N Municípi de Frmiga, 63% ds embarcadres utilizam de transprte terceirizad, n cas as transprtadras, 14% transprte própri e 23% utiliza ds dis meis para aquisiçã das mercadrias que sã cmercializadas para a ppulaçã (GRAF. 20). Gráfic 20 Mei utilizad para adquirir mercadrias para revenda de acrd cm s embarcadres 14% 23% 63% Transprtadras Transprte Própri Os Dis Fnte: Dads da pesquisa (2014)

52 50 Ainda sbre a entrega de mercadrias, é utilizad váris tips de veículs, nde cada empresa se adapta para atender suas necessidades e fazer cm que a mercadria chegue a seu destin final cm qualidade e n mment cert. O GRAF. 21 mstra que 62% utiliza caminhões baú, 16% caminhões furgã, 5% caminhões ate 14 T, e as demais utrs tips de veicul. Iss mstra que a mairia ds embarcadres utiliza caminhã baú para transprte de mercadrias send que mesm adapta melhr em relaçã s prduts que sã transprtads. Gráfic 21 Tip de veicul utilizad para entrega de mercadrias segund s embarcadres 70% 60% 50% 40% 30% 62% 20% 10% 0% 5% 6% 1% 16% 5% 5% 0% Fnte: Dads da pesquisa (2014) Quant as transprtadras, sã elas respnsáveis pr transprtar as mercadrias ate seu destin final. Em relaçã as que prestam serviç n Municípi de Frmiga, 22% estã presentes n mercad entre 1 a 15 ans, 25% entre 15 a 25 ans e 53% a mais de 25 ans, que representa que a grande mairia já estã estabilizadas n mercad a váris ans (GRAF. 22).

53 51 Gráfic 22 Temp que as transprtadras estã presentes n mercad 60% 50% 40% 30% 20% 53% 10% 0% 0% 3% 0% Mens de 1 a 5 Ans 5 a 10 1 An Ans 19% 17% 10 a 15 Ans 15 a 20 Ans 8% 20 a 25 Ans mais de 25 Ans Fnte: Dads da pesquisa (2014) Cm relaçã a prte de classificaçã das transprtadras, GRAF. 23 mstra que 16% se classificam em Micrempresa, 14% em Pequena Empresa, 48% Média Empresa, 7% Empresa Média- grande e 15% Grande Empresa. Cmparand a temp que as empresas entã presentes n mercad, as que se classificam cm grande empresa sã aquelas que estã a mais temp pis vã crescend cada vez mais cm passar ds ans. Gráfic 23 - Prte de classificaçã das transprtadras 60% 50% 40% 30% 20% 48% 10% 0% 16% 14% Micrempresa Pequena Empresa Média Empresa 7% Empresa Média-grande 15% Grande Empresa Fnte: Dads da pesquisa (2014)

54 52 Para as transprtadras é de grande imprtância entender e cnhecer a lgística urbana, pis assim é pssível planejar, rganizar prcess de distribuiçã de mercadrias, prcurand sempre minimizar s prblemas existentes, fazend cm que prdut chegue a seu destin final n mment cert. O GRAF. 24 mstra que 51% das transprtadras tem puc cnheciment em relaçã a lgística urbana enquant 49% tem muit cnheciment, u seja, há um grande diferencial em relaçã a ppulaçã. Gráfic 24 - Cnheciment em relaçã a lgística urbana na visã das transprtadras 49% 51% Puc Muit Fnte: Dads da pesquisa (2014) Cm relaçã a frta dessas transprtadras a mairia pssui própria, e as demais próprias e de terceirs, u seja nenhuma utiliza apenas veículs terceirizads. O GRAF. 25 representa s tips de veículs que sã utilizads pelas transprtadras para transprte de mercadrias, em que 2% utiliza veículs de pequen prtem 15% veículs de médi prte, 33% veículs de grande prte e 50% caminhões baú. Cmparand cm a respsta ds embarcadres cm relaçã a tip de veicul utilizad n transprte das mercadrias para revenda, a mairia utiliza de caminhões baú, que mstra que a mairia das transprtadras utiliza esse tip de veicul para a entrega de mercadrias as embarcadres.

55 53 Gráfic 25 Tip de veículs utilizads para transprte de mercadrias pelas transprtadras 60% 50% 40% 30% 20% 33% 50% 10% 15% 0% 2% Veícul de Pequen Prte Veícul de Médi Prte Veícul de Grande Prte Caminhã Baú Fnte: Dads da pesquisa (2014) Sbre s serviçs prestads pelas transprtadras, algumas realizam apenas serviç própri, u seja, transprtam mercadrias seja ds centrs de distribuiçã u de frnecedres para suas próprias empresas e para seus clientes e utras que realizam serviçs para terceirs, send cntratadas pr diferentes evariadas empresas O GRAF. 26 mstra que 40% ds respndentes prestam serviçs própris e 60% serviçs para terceirs. Gráfic 26 Tips de serviçs prestads pelas transprtadras 40% Serviç Própri 60% Serviç para Terceirs Fnte: Dads da pesquisa (2014)

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