REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR"

Transcrição

1 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Regulamento do Programa de Assistência Domiciliar aprovado pelo Conselho

2 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMILICIAR CAPITULO I DEFINIÇÕES GERAIS Art.1º O glossário deste Regulamento compreende as seguintes definições: I - Assistência Domiciliar - Termo genérico dado a qualquer serviço de saúde realizado no domicílio do paciente, por profissional/equipe multidisciplinar habilitados nessa área. A assistência é dividida em duas modalidades: Atendimento Domiciliar e Internação Domiciliar. II - Captação - Processo de identificação de pacientes em ambiente hospitalar ou domiciliar para possível admissão em Assistência Domiciliar; III - Critérios de Elegibilidade - Conjunto de informações que permite avaliar o enquadramento do paciente em um dos níveis de Atenção de Prevenção; IV - Cuidador/Acompanhante - Pessoa com ou sem vínculo familiar com o paciente, que não faz parte da Equipe Multiprofissional de Assistência Domiciliar, porém será a pessoa responsável por cuidar do paciente, atuando também como canal de comunicação entre o paciente e a Equipe de Gerenciamento de Casos do Programa; V - Equipe Multiprofissional de Assistência Domiciliar - profissionais que compõem a equipe técnica da Assistência Domiciliar, com a função de prestar assistência clínico-terapêutica e psicossocial ao pacientes em seus domicílios; VI - Termo de Anuência de Assistência Domiciliar - documento entregue a família do beneficiário, em Assistência Domiciliar, a título de esclarecimento dos conceitos dos benefícios oferecidos e dos prazos de concessão, bem como dos deveres do paciente e de seus familiares; VII - Desmame - Redução gradual da estrutura disponibilizada para Assistência Domiciliar, conforme a proposta terapêutica identificada após avaliação das Equipes de Gerenciamento de Casos do Programa e da Empresa Prestadora de Serviços de Assistência Domiciliar contratada, até a eventual alta do paciente. CAPITULO II MODALIDADES DE ATENDIMENTO SEÇÃO I ATENDIMENTO DOMICILIAR 1

3 Art.2º Prestação de serviços na área de saúde, focando o binômio paciente/família. Atende de forma personalizada e humanizada, a necessidade do paciente com impossibilidade temporária ou definitiva de se locomover e/ou ir ao encontro dos recursos disponíveis, para obter o tratamento adequado e com eficácia comprovada na literatura médica quanto à melhoria de prognóstico e/ou qualidade de vida. Tem por objetivo acelerar o processo de recuperação, melhorar a qualidade de vida, possibilitando a proximidade e o afeto da família. SEÇÃO II INTERNAÇÃO DOMICILIAR Art.3º Internação Domiciliar é uma modalidade de assistência à saúde na qual o paciente clinicamente estabilizado, portador de doenças crônicas ou incapacidades, recebe os cuidados necessários à sua recuperação em ambiente domiciliar. Oferece recursos compatíveis com a internação hospitalar convencional, com Equipe Multiprofissional de Assistência Domiciliar, especializada em atender condições clínicas graves nas quais os pacientes não são capazes de se locomover. SEÇÃO III AUXÍLIO CUIDADOR Art.4º Consiste no reembolso de despesas com a contratação de pessoa capacitada para auxiliar a família no cuidado do paciente que esteja em atendimento domiciliar, desde que não haja no grupo familiar responsável pelo paciente, pessoa para desempenhar a função de cuidador. CAPITULO III OBJETIVOS Art.5º O Programa de Assistência Domiciliar tem como objetivos: I - Precoce desospitalização do paciente; II - Promoção do autocuidado; III - Treinamento do paciente ou cuidador frente às novas necessidades; IV - Adaptação e maior autonomia do paciente e de seus familiares quanto às atividades da vida diária; V - Educação em saúde; VI - Adequação e redução de custos sem perda de qualidade; VII - Prevenção precoce de complicações no domicílio; VIII - Retomar o vínculo familiar e a rotina domiciliar. 2

4 CAPITULO IV CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE Art.6º Art.7º Poderá se inscrever como beneficiário para obter os atendimentos oferecidos por este nível de atenção, o beneficiário inscrito no PSI, que esteja isento do cumprimento de carência conforme estabelecido no art.- 55, ou já tenha cumprido o período de carência estabelecido no Inciso IV, Art. 53, do Regulamento do PSI. Solicitação através de formulário Solicitação Prévia para Avaliação da Concessão do Benefício Assistência Domiciliar ou através de detecção de sinais de alarme identificados pela OPERADORA; I - Apresentação de relatório do médico assistente, contendo: diagnóstico, proposta terapêutica e prognostico; II - Avaliação, dimensionamento do atendimento e aprovação pela Equipe de Gerenciamento de Casos do Programa; III - Condições psico-sociais da família para assumir o paciente em seu domicílio, inclusive com a identificação prévia do cuidador; IV - Concordância expressa do titular ou havendo impossibilidade clínica comprovada do mesmo, do seu representante legal; V - Estrutura física do domicílio compatível com a infra-estrutura necessária para os cuidados profissionais e instalação de equipamentos médico-hospitalares e acesso geográfico; VI - A assistência domiciliar estará condicionada à disponibilidade de prestador do serviço, para a localidade. 1º. Além dos critérios citados neste artigo, para se tornar elegível ao auxílio cuidador, o beneficiário deverá ter renda bruta mensal igual ou inferior a 08 (oito) salários mínimos vigentes. a) A concessão do benefício de auxílio cuidador estará condicionada à adesão do beneficiário ao Programa, aos critérios estabelecidos neste Regulamento e aos recursos existentes no Fundo do Programa de Promoção à Saúde e Prevenção de Doenças. 2º. Em qualquer hipótese, para retorno do beneficiário ao Programa de Assistência Domiciliar, deverão ser respeitados os critérios estabelecidos neste Regulamento. CAPITULO V COBERTURA Art.8º A cobertura da assistência domiciliar compreende: 3

5 I - Cuidados de assistência médica, enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, nutricionista, procedimentos diagnósticos, exames complementares e materiais necessários ao tratamento da condição que originou a assistência domiciliar; II - Medicamentos necessários ao tratamento da condição que originou a assistência domiciliar, devidamente registrados e autorizados para comercialização por Autoridade Sanitária Federal competente; III - Equipamentos necessários aos cuidados e previamente autorizados pela equipe de Gerenciamento de Casos do Programa; IV - Suporte nutricional com dieta industrializada até, no máximo, 30 dias. Este prazo poderá ser ampliado para 60 ou 90 dias, para pacientes que apresentem úlceras de pressão graus 3 e 4 e/ou desnutrição grave, identificados pela equipe de gerenciamento de casos do programa, com custeio pelo Fundo de Prevenção; V - Auxílio cuidador, para a modalidade de Atendimento Domiciliar, o valor máximo mensal estará limitado a 1(um) salário mínimo vigente. CAPITULO VI PRAZO DE COBERTURA Art.9º O atendimento será prestado por um prazo inicial de até 30 (trinta) dias, podendo ser prorrogado, excepcionalmente, até completar 90 (noventa) dias, consecutivos ou não, ocorridos no transcurso do ano civil, para a mesma patologia, após avaliação das condições clínicas do paciente pela Equipe de Gerenciamento de Casos do Programa, mediante análise técnica de laudos emitidos pelo médico assistente e/ou equipe técnica da empresa prestadora dos serviços e cronograma para desmame. Art.10 Para o auxílio cuidador, a cobertura se dará enquanto o paciente estiver em atendimento domiciliar. Parágrafo único. A OPERADORA se reserva o direito de a qualquer tempo, efetuar avaliação do trabalho desenvolvido pelo cuidador. CAPITULO VII DA RESPONSABILIDADE DO TITULAR Art.11 Responsabilidades do titular ou havendo impossibilidade clínica comprovada do mesmo, do seu representante legal: 4

6 I - Obrigatoriedade de assinatura do Termo de Anuência de Assistência Domiciliar. II - Identificar pessoa maior de 18 (dezoito) anos, dentro do grupo familiar, que terá como atribuição a responsabilidade por todas as ações de implementação do atendimento; III - Identificar e indicar a pessoa que exercerá a função de cuidador; IV - Acompanhar, em conjunto com a família, os serviços prestados de acordo com as orientações efetuadas pelo médico assistente e/ou a empresa prestadora dos serviços e acordados com a Equipe de Gerenciamento de Caso do Programa; V - O responsável e a família deverão zelar pela conservação dos equipamentos disponibilizados e pelo cumprimento das determinações e orientações da equipe multidisciplinar de assistência e oferecer condições para que esta desenvolva seus trabalhos. VI - Para o auxílio cuidador, além das responsabilidades citadas neste artigo, o titular ou representante legal deverá: a) Efetuar o pagamento dos serviços prestados; b) Encaminhar solicitação de reembolso em formulário próprio anexando recibo assinado contendo: nome, CPF, documento de Identidade, endereço do prestador do serviço e cópia da guia de recolhimento do INSS para trabalhador facultativo ou individual. CAPITULO VIII DO CANCELAMENTO E PERDA DE CONDIÇÃO DE BENEFICIÁRIO Art.12 Será cancelada a inscrição do beneficiário que: I - Falecer; II - O requerer; III - Descumprir os princípios e normas do Programa, inclusive por parte da família; IV - Mudar de nível de atenção de atendimento; V - A família deixar de preencher os critérios de elegibilidade; VI - For excluído do PSI; VII - Não tiver a necessidade da manutenção da assistência domiciliar, identificada pela Equipe de Gerenciamento de Caso do Programa. 5

7 CAPITULO IX CUSTEIO Art.13 As coberturas previstas neste regulamento serão custeadas, integralmente, pelo PRAS, desde que aprovadas pela Equipe de Gerenciamento de Casos do Programa. Parágrafo único. O Auxilio Cuidador será custeado pelo Fundo do Programa de Promoção à Saúde e Prevenção de Doenças. CAPITULO X PAGAMENTO Art.14 Os atendimentos autorizados realizados por estabelecimentos conveniados serão pagos diretamente pela OPERADORA. Art.15 Os beneficiários não serão ressarcidos por pagamentos feitos diretamente a estabelecimentos e profissionais conveniados ou não, exceto se prévia e expressamente autorizados pela OPERADORA obedecendo aos critérios e limites de valores constantes na LPP da CEMIG SAÚDE. Parágrafo único. Para os efeitos deste Regulamento, os comprovantes das despesas terão validade de 90 (noventa) dias. Art.16 Cabe à OPERADORA: I - Efetuar o reembolso das despesas previamente autorizadas, de acordo com os prazos estipulados para o reembolso do PSI. II - A seu critério e a qualquer tempo, baixar em diligência as despesas relativas a procedimentos cobertos através da realização de sindicâncias, auditorias e averiguações que se entenderem necessárias, obrigando-se os usuários a colaborar para elucidação de dúvidas e a submeter-se a eventuais perícias. Parágrafo único. Para o pagamento do auxílio cuidador, a OPERADORA efetuará o reembolso das despesas previamente autorizadas de acordo com os prazos estipulados para o reembolso do PSI. ****************************************** 6

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS REGULAMENTO DO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS Versão aprovada na 2ª reunião do Conselho Deliberativo da Cemig Saúde em 22.10.2010. Em vigor a partir de 01.10.2010. Alterado na 15ª reunião

Leia mais

REGULAMENTO DO FUNDO COMPLEMENTAR DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - FCAS

REGULAMENTO DO FUNDO COMPLEMENTAR DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - FCAS REGULAMENTO DO FUNDO COMPLEMENTAR DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - FCAS Versão aprovada na 2ª reunião do Conselho Deliberativo da Cemig Saúde em 22.10.2010. Em vigor a partir de 01.10.2010. Alterada na 10ª reunião

Leia mais

FISCO. Saúde. Programa de Atenção. Domiciliar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1

FISCO. Saúde. Programa de Atenção. Domiciliar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1 FISCO Saúde ANS 41.766-1 Programa de Atenção Domiciliar GUIA DE PROCEDIMENTOS Prezados Associados, Para facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o

Leia mais

REGULAMENTO DO FUNDO COMPLEMENTAR DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - FCAS

REGULAMENTO DO FUNDO COMPLEMENTAR DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - FCAS REGULAMENTO DO FUNDO COMPLEMENTAR DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - FCAS Versão aprovada na 2ª reunião do Conselho Deliberativo da Cemig Saúde em 22.10.2010. Em vigor a partir de 01.10.2010. Alterada na 10ª reunião

Leia mais

Prezados Associados,

Prezados Associados, Prezados Associados, Para facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o FISCO SAÚDE traz agora guias de procedimentos por assunto. O conteúdo está distribuído

Leia mais

São Paulo, Janeiro de 2014

São Paulo, Janeiro de 2014 Comunicado - Reembolso Prezado Cliente, Com o objetivo de aprimorarmos nossas rotinas operacionais e visando preservar a agilidade nos pagamentos dos atendimentos ocorridas na Livre-Escolha, informamos

Leia mais

Manual de Reembolso. Para ter acesso a este benefício, fique atento às dicas a seguir. 2ª edição

Manual de Reembolso. Para ter acesso a este benefício, fique atento às dicas a seguir. 2ª edição Manual de Reembolso 2ª edição Você sabia que quando não utiliza os serviços da rede credenciada do Agros, seja por estar fora da área de cobertura do plano de saúde ou por opção, pode solicitar o reembolso

Leia mais

INSTRUÇÕES DA TABELA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

INSTRUÇÕES DA TABELA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR INSTRUÇÕES DA TABELA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR 1. DA ASSISTÊNCIA DOMICILIAR: 1.1. A assistência domiciliar caracteriza-se pela prestação de serviços médicos e terapias adjuvantes na residência do paciente

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS Resolução nº 201/1989 Consolida a legislação que criou o Plano de Assistência Médica Suplementar. O Presidente do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

PROGRA M A DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE PAS/SERPRO MANUAL DO USUÁRIO IMPORTANTE

PROGRA M A DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE PAS/SERPRO MANUAL DO USUÁRIO IMPORTANTE PROGRA M A DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE PAS/SERPRO MANUAL DO USUÁRIO IMPORTANTE O PAS/SERPRO em Convênio de Reciprocidade com a CASSI foi criado de maneira a possibilitar o acesso de todos os empregados e seus

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN N 259, DE 17 DE JUNHO DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN N 259, DE 17 DE JUNHO DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN N 259, DE 17 DE JUNHO DE 2011 Dispõe sobre a garantia de atendimento dos beneficiários de plano privado de assistência à saúde e altera a Instrução Normativa IN nº 23, de 1º de

Leia mais

Apresentação. Prezado beneficiário,

Apresentação. Prezado beneficiário, LANOIII Apresentação Prezado beneficiário, Visando dar continuidade à prestação dos melhores serviços em saúde e promover uma melhor qualidade de vida ao beneficiário, a CompesaPrev apresenta o CompesaSaúde

Leia mais

Saiba mais sobre o Seguro Escoteiro

Saiba mais sobre o Seguro Escoteiro Definição do Seguro: Este seguro garante ao Beneficiário, o pagamento do capital segurado ou reembolso das despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas, exceto se o evento caracterizar-se como um

Leia mais

Como solicitar reembolso: Valores de Reembolso: Prévia de Reembolso:

Como solicitar reembolso: Valores de Reembolso: Prévia de Reembolso: Como solicitar reembolso: Você deve preencher o envelope para Solicitação de Reembolso (disponível em qualquer agência bancária do banco Bradesco), anexando os documentos necessários, e enviá-lo por malote

Leia mais

MANUAL DO CREDENCIADO

MANUAL DO CREDENCIADO MANUAL DO CREDENCIADO MANUAL DO CREDENCIADO APRESENTAÇÃO Prezado (a) Doutor (a): A ORAL ODONTO é uma empresa criada e administrada por profissionais dentistas que se dedicam a oferecer os melhores recursos

Leia mais

PROPOSTA DE PLANO DE SAÚDE ASSUFSM. Santa Maria, 06 de Junho de 2013.

PROPOSTA DE PLANO DE SAÚDE ASSUFSM. Santa Maria, 06 de Junho de 2013. PROPOSTA DE PLANO DE SAÚDE ASSUFSM Santa Maria, 06 de Junho de 2013. INTRODUÇÃO Trata-se de uma proposta de Plano de Saúde no sistema de pré-pagamento para atender os associados da ASSUFSM de Santa Maria/RS,

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre Portabilidade de Carência em Planos de Saúde

Perguntas e Respostas sobre Portabilidade de Carência em Planos de Saúde Perguntas e Respostas sobre Portabilidade de Carência em Planos de Saúde Atos Normativos ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar Resolução Normativa 186, de 14 de janeiro de 2009 - ANS Instrução Normativa

Leia mais

Manual do Prestador SEPACO. Saúde. ANS - n 40.722-4

Manual do Prestador SEPACO. Saúde. ANS - n 40.722-4 Manual do Prestador Saúde o ANS - n 40.722-4 SEPACO Prezado prestador, Este manual tem como objetivo formalizar a implantação das rotinas administrativas do Sepaco Saúde, informando as características

Leia mais

Melhor em Casa Curitiba-PR

Melhor em Casa Curitiba-PR Melhor em Casa Curitiba-PR ATENÇÃO DOMICILIAR Modalidade de Atenção à Saúde, substitutiva ou complementar às já existentes, caracterizada por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO PORTARIA Nº 4.247, DE 04 DE AGOSTO DE 2015. Dispõe sobre o Programa de Assistência Médica, Ambulatorial e Hospitalar no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

AUXILIADORA PREVIDÊNCIA

AUXILIADORA PREVIDÊNCIA REGULAMENTO PLANO INDIVIDUAL DE PECÚLIO POR MORTE DAS CARACTERÍSTICAS Art. 1º A AUXILIADORA PREVIDENCIA, doravante denominada EAPP, institui o Plano de Pecúlio, estruturado no Regime Financeiro de Repartição

Leia mais

Texto complementar à Proposta Simplificada de Vida em Grupo / Acidentes Pessoais Coletivo

Texto complementar à Proposta Simplificada de Vida em Grupo / Acidentes Pessoais Coletivo Texto complementar à Proposta Simplificada de Vida em Grupo / Acidentes Pessoais Coletivo 1. Definições 1.1. Apólice: é o documento emitido pela Seguradora que expressa o contrato celebrado entre a Seguradora

Leia mais

Associação Unisaúde Marau MANUAL DO USUÁRIO. Manual do Usuário

Associação Unisaúde Marau MANUAL DO USUÁRIO. Manual do Usuário Associação Unisaúde Marau MANUAL DO USUÁRIO Manual do Usuário MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO. QUALIFICAÇÃO DA OPERADORA DE PLANO DE SAÚDE... 3 2. CARACTERÍSTICAS DO PLANO... 3 2.. Objetivo... 3 2.2. Nome comercial

Leia mais

MANUAL DE REEMBOLSO 2 ENDEREÇO PARA ENTREGA DAS SOLICITAÇÕES DE REEMBOLSO

MANUAL DE REEMBOLSO 2 ENDEREÇO PARA ENTREGA DAS SOLICITAÇÕES DE REEMBOLSO MANUAL DE REEMBOLSO 1 - O QUE É REEMBOLSO É a restituição ao beneficiário, das despesas médicas e hospitalares por ele custeadas em atendimento particular, ou seja, por prestador não credenciado à Medial

Leia mais

Hospital Vivalle CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA / HOSPITALAR

Hospital Vivalle CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA / HOSPITALAR Hospital Vivalle Data: Hora: CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA / HOSPITALAR I CONTRATADO: Rede D'Or São Luiz S.A. Unidade Vivalle, empresa brasileira, com sede em São José dos Campos/SP,

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Art.1º Dispor sobre as regras e os critérios para operação do seguro Viagem.

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Art.1º Dispor sobre as regras e os critérios para operação do seguro Viagem. MINUTA DE RESOLUÇÃO A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso XI, do Decreto nº 60.459, de 13 de março de l967, e considerando o inteiro teor

Leia mais

GERENCIAMENTO de Casos Especiais

GERENCIAMENTO de Casos Especiais GERENCIAMENTO de Casos Especiais Gerenciamento de Casos Especiais.indd 1 19/10/2015 15:32:28 Gerenciamento de Casos Especiais Objetivo: Facilitar o atendimento aos clientes que apresentam dificuldades

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 (Em vigor a partir de 01/01/2016) Dispõe sobre a transparência das informações no âmbito da saúde suplementar, estabelece a obrigatoriedade da

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA SEGURO DE VIDA

TERMO DE REFERÊNCIA SEGURO DE VIDA TERMO DE REFERÊNCIA SEGURO DE VIDA 1- Objeto da Licitação: Prestação de serviço para contratação de seguro de vida em grupo para os empregados da Empresa Municipal de Informática S.A - IplanRio, visando

Leia mais

MANUAL DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA FUNERAL

MANUAL DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA FUNERAL MANUAL DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA FUNERAL 1. OBJETIVO Este manual contém informações acerca dos procedimentos que deverão ser tomados na ocorrência de qualquer fato que acarrete na utilização de algum dos

Leia mais

Saiba mais sobre o Seguro Escoteiro

Saiba mais sobre o Seguro Escoteiro Definição do Seguro: Este seguro tem por objetivo principal garantir o pagamento de uma indenização ou reembolso ao próprio associado / segurado ou ao(s) seu(s) beneficiário(s), na ocorrência de um dos

Leia mais

QUADRO PADRONIZADO PARA APRESENTAÇÃO DE SUGESTÕES E COMENTÁRIOS

QUADRO PADRONIZADO PARA APRESENTAÇÃO DE SUGESTÕES E COMENTÁRIOS MINUTA DE RESOLUÇÃO QUADRO PADRONIZADO PARA APRESENTAÇÃO DE SUGESTÕES E COMENTÁRIOS Remetente: Signatário: RESOLUÇÃO PROPOSTA SUGESTÃO DE ALTERAÇÃO JUSTIFICATIVA OU COMENTÁRIO A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS

Leia mais

Guia Prático de Utilização do Plano

Guia Prático de Utilização do Plano Guia Prático de Utilização do Plano Aqui você tem o que há de melhor para a sua saúde. O QUE É A UNIMED APRESENTAÇÃO Sua finalidade é prestar assistência médica e hospitalar de alto padrão, dentro do sistema

Leia mais

Passo 1: Entre em contato no numero abaixo em nossa Central Itaú Seguros para registrar a retirada do KIT de sinistro;

Passo 1: Entre em contato no numero abaixo em nossa Central Itaú Seguros para registrar a retirada do KIT de sinistro; Prezado Beneficiário, Para melhor apoiá-lo neste momento, encaminhamos abaixo todos os formulários e documentos necessários, bem como a orientação de como realizar o envio desses documentos. Procedimentos

Leia mais

Formulário 1: Chek List de documentos para regulação de Sinistro DIT e Cesta Básica (Preenchimento obrigatório) Filial Resp.: Contato: Data de envio:

Formulário 1: Chek List de documentos para regulação de Sinistro DIT e Cesta Básica (Preenchimento obrigatório) Filial Resp.: Contato: Data de envio: Formulário 1: Chek List de documentos para regulação de Sinistro DIT e Cesta Básica Corretor: Responsável: Tel. Contato: E-mail: Filial Resp.: Contato: Data de envio: Relação de documentos para regulação

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO CONTRATO 1 DAS PARTES

CONDIÇÕES GERAIS DO CONTRATO 1 DAS PARTES 1 DAS PARTES CONDIÇÕES GERAIS DO CONTRATO FAPES ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS LTDA, nome fantasia PREVQUALI ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS, sociedade brasileira limitada, administradora de benefícios, inscrita

Leia mais

Verifique sempre se o seu plano oferece reembolso, antes mesmo de agendar a consulta. Se a resposta for positiva, não se esqueça de

Verifique sempre se o seu plano oferece reembolso, antes mesmo de agendar a consulta. Se a resposta for positiva, não se esqueça de TX DE IMPLANTAÇÃO: R$ 20,00 CONDIÇÕES: Crianças de 0 a 5 anos e adultos com mais de 58 anos, necessário avaliação médica ( marcado pela operadora ) DOCUMENTOS NECESSÁRIOS: CPF, RG ou Certidão de nascimento

Leia mais

Manual do Usuário. Cuidados com o prontuário

Manual do Usuário. Cuidados com o prontuário Manual do Usuário Este manual foi feito para orientar os usuários dos serviços de internação domiciliar da HN Home Care Home Care, tanto para a modalidade de plantão de enfermagem de 12h, quanto para o

Leia mais

Regimento como elaborar

Regimento como elaborar PGQ - Programa Gestão com Qualidade d Sistema 4 - Oficina Melhores Práticas Oficina i 1 Regimento como elaborar Facilitador Dr.Sérgio Luz sergiol@webcorensp.org.br Apresentação PGQ Programa Gestão com

Leia mais

SEGURO DE VIDA EM GRUPO. Condições Especiais

SEGURO DE VIDA EM GRUPO. Condições Especiais SEGURO DE VIDA EM GRUPO Condições Especiais Processo SUSEP 10.005463/99-80 ÍNDICE CLÁUSULA ADICIONAL DE DOENÇA TERMINAL DT 1. Objetivo do Seguro...2 2. Definições...2 3. Garantias do Seguro... 2 4. Riscos

Leia mais

PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO PERGUNTAS E RESPOSTAS

PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO PERGUNTAS E RESPOSTAS PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO PERGUNTAS E RESPOSTAS Para que todos os empregados possam ter suas dúvidas esclarecidas, os questionamentos recebidos pela Comissão Saúde serão respondidos

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - IN INSS/DC Nº 118, de 14042005

INSTRUÇÃO NORMATIVA - IN INSS/DC Nº 118, de 14042005 INSTRUÇÃO NORMATIVA - IN INSS/DC Nº 118, de 14042005 Art.365. Serão encaminhados para o Programa de Reabilitação Profissional, por ordem de prioridade: I o beneficiário em gozo de auxílio-doença, acidentário

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 262, DE 1 DE AGOSTO DE 2011.

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 262, DE 1 DE AGOSTO DE 2011. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 262, DE 1 DE AGOSTO DE 2011. Atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde previstos na RN nº 211, de 11 de janeiro de 2010. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE ATO DELIBERATIVO Nº 56, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2014 Dispõe sobre a assistência odontológica indireta aos beneficiários do Programa

Leia mais

PLANOS DE SAÚDE. O que é preciso saber?

PLANOS DE SAÚDE. O que é preciso saber? PLANOS DE SAÚDE O que é preciso saber? Queridos amigos, Estamos muito felizes por concluir a nossa segunda cartilha sobre direitos atrelados à saúde. Este trabalho nasceu com o propósito de levar informações

Leia mais

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal;

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal; SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 211, DE 15 DE JUNHO DE 2004 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições; Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui

Leia mais

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ABERTURA DE SINISTRO INCAPACIDADE FISICA TOTAL E TEMPORÁRIA POR ACIDENTE

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ABERTURA DE SINISTRO INCAPACIDADE FISICA TOTAL E TEMPORÁRIA POR ACIDENTE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ABERTURA DE SINISTRO INCAPACIDADE FISICA TOTAL E TEMPORÁRIA POR ACIDENTE Prezado (a) cliente: Para nós é importante oferecer a você o apoio necessário neste momento. Para abertura

Leia mais

DECRETO Nº 084, DE 17 DE JUNHO DE 2013.

DECRETO Nº 084, DE 17 DE JUNHO DE 2013. DECRETO Nº 084, DE 17 DE JUNHO DE 2013. Disciplina os procedimentos a serem adotados para a inclusão do servidor municipal em Programa de Readaptação Funcional, prevista no artigo 60-A da Lei Complementar

Leia mais

WORKSHOP Registro e Manutenção dos Produtos RN 356 IN-DIPRO 45 IN-DIPRO 46

WORKSHOP Registro e Manutenção dos Produtos RN 356 IN-DIPRO 45 IN-DIPRO 46 WORKSHOP Registro e Manutenção dos Produtos RN 356 IN-DIPRO 45 IN-DIPRO 46 NORMATIVOS Resolução Normativa nº 356, de 2014 Altera a RN nº 85, de 2004. Altera a RN nº 89, de 2003. Altera a RN nº 309, de

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL

GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL MERCOSUL/GMC/RES. N 21/00 GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: o Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N 91/93 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação

Leia mais

Anexo II da RN-016/2006 - Bolsas Individuais no País

Anexo II da RN-016/2006 - Bolsas Individuais no País Anexo II da RN-016/2006 - Bolsas Individuais no País 2. Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora - DT 2.1. Finalidade Distinguir o pesquisador, valorizando sua produção em desenvolvimento

Leia mais

INDAIAL SANTA CATARINA CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO Nº 001/2010

INDAIAL SANTA CATARINA CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO Nº 001/2010 INDAIAL SANTA CATARINA CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO Nº 001/2010 DISPÕE SOBRE APROVAÇÃO DO BENEFÍCIO ALIMENTAÇÃO. O Conselho Municipal de Assistência Social de Indaial, no uso de suas

Leia mais

PROGRAMA DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL - PLAN-ASSISTE EDITAL DE CREDENCIAMENTO

PROGRAMA DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL - PLAN-ASSISTE EDITAL DE CREDENCIAMENTO PROGRAMA DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL - PLAN-ASSISTE EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 01/2015 Regido pela Lei Nº 8.666/93. Objeto PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA, MÉDICO- HOSPITALAR, PARAMÉDICA,

Leia mais

Belo Horizonte, 21 de maio de 2013.

Belo Horizonte, 21 de maio de 2013. Belo Horizonte, 21 de maio de 2013. Esta empresa tem bons motivos para oferecer o PASI aos trabalhadores. Segurados, eles trabalham tranquilos e a própria empresa obtém vantagens exclusivas. As Empresas

Leia mais

ANEXO V MINUTA - TERMO DE ACORDO TERMO DE ACORDO Nº /2013

ANEXO V MINUTA - TERMO DE ACORDO TERMO DE ACORDO Nº /2013 ANEXO V MINUTA - TERMO DE ACORDO TERMO DE ACORDO Nº /2013 TERMO DE ACORDO QUE ENTRE SI O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, E A ADMINISTRADORA BENEFÍCIOS PARA

Leia mais

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012 EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012 A FUNDAÇÃO HOSPITAL MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS, divulga a retificação do Edital de Abertura do Processo Seletivo Simplificado n 002/2012 destinado

Leia mais

CONTRATO DE ADESÃO GEAPFamília PARTICIPANTE

CONTRATO DE ADESÃO GEAPFamília PARTICIPANTE CONTRATO DE ADESÃO GEAPFamília PARTICIPANTE Contrato de adesão nº A GEAP Autogestão em Saúde, Fundação com personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, qualificada juridicamente como

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA EDITAL N. 009/2014 O Município de Itabira torna público que estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado Edital n. 009/2014,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. INSTRUÇÃO DE SERVIÇO PROAES Nº09 de 2012

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. INSTRUÇÃO DE SERVIÇO PROAES Nº09 de 2012 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTRUÇÃO DE SERVIÇO PROAES Nº09 de 2012 EMENTA: Cria o PROGRAMA AUXÍLIO SAÚDE e fixa diretrizes para sua execução no âmbito

Leia mais

SEGURO DE VIDA EM GRUPO

SEGURO DE VIDA EM GRUPO SEGURO DE VIDA EM GRUPO Condições Especiais Processo SUSEP 10.005463/99-80 ÍNDICE CLÁUSULA ADICIONAL DE AUXÍLIO FUNERAL AF Conteúdo 1. OBJETO DO SEGURO 3 2. DEFINIÇÕES 3 3. GARANTIAS DO SEGURO 3 4. RISCOS

Leia mais

4. DOS DEVERES 1. DA EMPRESA

4. DOS DEVERES 1. DA EMPRESA 1. APRESENTAÇÃO O Manual Nacional de Acidente do Trabalho tem por finalidade estabelecer normas, regras e diretrizes que norteiem o INTERCÂMBIO de Acidente do Trabalho entre todas as UNIMEDs do país, consolidando

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA N 019/2001

PORTARIA NORMATIVA N 019/2001 PORTARIA NORMATIVA N 019/2001 Dispõe Sobre a Hospitalização Psiquiátrica e dá Outras Providências O PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DE GOIÁS IPASGO, usando

Leia mais

TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE UNIMED CASCAVEL Nº 155/13

TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE UNIMED CASCAVEL Nº 155/13 TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE UNIMED CASCAVEL Nº 155/1 ADERENTE: CNPJ: Endereço: CEP: Cidade: UF: Representante legal: CPF: RG: Endereço: CEP: Cidade: CLÁUSULA PRIMEIRA: A ADERENTE, doravante

Leia mais

PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO LIVRE ESCOLHA

PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO LIVRE ESCOLHA PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO LIVRE ESCOLHA A modalidade Livre Escolha consiste no reembolso de despesas médicas e/ou hospitalares de procedimentos constantes da Tabela de Reembolso do PAS-SERPRO

Leia mais

Manual. Conheça neste manual mais detalhes sobre a SICOOB PREVI

Manual. Conheça neste manual mais detalhes sobre a SICOOB PREVI Manual Conheça neste manual mais detalhes sobre a SICOOB PREVI O melhor da vida é feito em parceria O Plano de Benefícios Previdenciários da SICOOB PREVI é uma importante ferramenta de planejamento financeiro

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 5.120-C, DE 2001. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 5.120-C, DE 2001. O CONGRESSO NACIONAL decreta: COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 5.120-C, DE 2001 Dispõe sobre as atividades das Agências de Turismo. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei dispõe

Leia mais

Resolução CNSP Nº 315 DE 26/09/2014 Publicado no DO em 29 set 2014

Resolução CNSP Nº 315 DE 26/09/2014 Publicado no DO em 29 set 2014 Resolução CNSP Nº 315 DE 26/09/2014 Publicado no DO em 29 set 2014 Dispõe sobre as regras e os critérios para operação do seguro viagem. A Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, no uso da atribuição

Leia mais

Seção II Das Definições

Seção II Das Definições RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 310, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012 Dispõe sobre os princípios para a oferta de contrato acessório de medicação de uso domiciliar pelas operadoras de planos de assistência à saúde.

Leia mais

EDITAL Nº 03/2007 CHAMAMENTO PARA CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS.

EDITAL Nº 03/2007 CHAMAMENTO PARA CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS. EDITAL Nº 03/2007 CHAMAMENTO PARA CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS. O MUNICÍPIO DE PALMAS, no Estado do Tocantins, através da Secretaria Municipal de Saúde, pela COMISSÃO ESPECIAL DE

Leia mais

ADITIVO CONTRATUAL DE MANUTENÇÃO DE SEGURADOS DEMITIDOS OU APOSENTADOS

ADITIVO CONTRATUAL DE MANUTENÇÃO DE SEGURADOS DEMITIDOS OU APOSENTADOS ADITIVO CONTRATUAL DE MANUTENÇÃO DE SEGURADOS DEMITIDOS OU APOSENTADOS Este aditivo é parte integrante do Seguro Saúde contratado pelo Estipulante abaixo indicado, bem como de suas Condições Gerais. Número

Leia mais

Resolução nº 260 RESOLUÇÃO Nº 260-ANTAQ, DE 27 DE JULHO DE 2004.

Resolução nº 260 RESOLUÇÃO Nº 260-ANTAQ, DE 27 DE JULHO DE 2004. RESOLUÇÃO Nº 260-ANTAQ, DE 27 DE JULHO DE 2004. APROVA A NORMA PARA A CONCESSÃO DE BENEFÍCIO AOS IDOSOS NO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO INTERESTADUAL DE PASSAGEIROS. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES

Leia mais

SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS INDIVIDUAL. Condições Especiais

SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS INDIVIDUAL. Condições Especiais SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS INDIVIDUAL Condições Especiais Processo SUSEP Nº 15414.004703/2010-01 0 ÍNDICE CLÁUSULA ADICIONAL DE AUXÍLIO DE FUNERAL AF 1. OBJETO... 2 2. DEFINIÇÕES... 2 3. GARANTIAS DO

Leia mais

Entendendo a Assistência Domiciliar

Entendendo a Assistência Domiciliar 1 Entendendo a Assistência Domiciliar Copyright 2003 para Home Health Care Doctor Serviços Médicos Domiciliares Av. Hélio Pellegrino, 420 - Moema São Paulo - SP - CEP 04513-100 Telefone: (0xx11) 3897-2300

Leia mais

RHFOUS. Referencial de Honorários de Fonoaudiologia Unafisco Saúde PREMIUM.

RHFOUS. Referencial de Honorários de Fonoaudiologia Unafisco Saúde PREMIUM. RHFOUS Referencial de Honorários de Fonoaudiologia Unafisco Saúde PREMIUM. 2011 RHFOUS Referencial de Honorários de Fonoaudiologia Unafisco Saúde PREMIUM. 2011 APRESENTAÇÃO O UNAFISCO SAÚDE é o Plano

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 252, DE 28 DE ABRIL DE 2011 Dispõe sobre as regras de portabilidade e de portabilidade especial de carências, alterando as Resoluções Normativas nº 186, de 14 de janeiro de

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTOS 1 MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTOS 2 Índice 1- Exames Médicos Ocupacionais. 2- Controle de Atestados Médicos. 3 - Afastamentos: INSS/Licença Maternidade. 4 - Avaliação Médica.

Leia mais

www.santahelenasuade.com.brmecanismos de

www.santahelenasuade.com.brmecanismos de 1 www.santahelenasuade.com.brmecanismos de Regulação 2 A CONTRATADA colocará à disposição dos beneficiários do Plano Privado de Assistência à Saúde, a que alude o Contrato, para a cobertura assistencial

Leia mais

ResoluçãodaANVISARDCNº38,de 12 de agosto de 2013: Aprova o regulamento para os programas de. fornecimento de medicamento pósestudo.

ResoluçãodaANVISARDCNº38,de 12 de agosto de 2013: Aprova o regulamento para os programas de. fornecimento de medicamento pósestudo. ResoluçãodaANVISARDCNº38,de 12 de agosto de 2013: Aprova o regulamento para os programas de acesso expandido, uso compassivo e fornecimento de medicamento pósestudo. Apresentação: Biól. Andréia Rocha RELEMBRANDO

Leia mais

PLANO DE SAÚDE. Tenha em mãos informações importantes. Guarde junto com o cartão do seu plano de saúde para consultar quando precisar

PLANO DE SAÚDE. Tenha em mãos informações importantes. Guarde junto com o cartão do seu plano de saúde para consultar quando precisar PLANO DE SAÚDE Tenha em mãos informações importantes Guarde junto com o cartão do seu plano de saúde para consultar quando precisar A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é a agência reguladora

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005)

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004 (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições que lhe confere a

Leia mais

RESOLUÇÃO CFN N.º 229/1999

RESOLUÇÃO CFN N.º 229/1999 RESOLUÇÃO CFN N.º 229/1999 DISPÕE SOBRE O REGISTRO E CADASTRO DE PESSOAS JURÍDICAS NOS CONSELHOS REGIONAIS DE NUTRICIONISTAS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), no uso

Leia mais

MANUAL DO SERVIÇO PARA ASSISTÊNCIA AUTOMÓVEL SERVCAR

MANUAL DO SERVIÇO PARA ASSISTÊNCIA AUTOMÓVEL SERVCAR MANUAL DO SERVIÇO PARA ASSISTÊNCIA AUTOMÓVEL SERVCAR 1. OBJETIVO Este manual contém informações acerca dos procedimentos que deverão ser tomados na ocorrência de qualquer fato que acarrete na utilização

Leia mais

INSTRUÇÕES BÁSICAS PARA PAGAMENTO DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA ADVOGADOS E PERITOS PESSOA FÍSICA JURISDIÇÃO DELEGADA

INSTRUÇÕES BÁSICAS PARA PAGAMENTO DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA ADVOGADOS E PERITOS PESSOA FÍSICA JURISDIÇÃO DELEGADA 0 HONORÁRIOS PROFISSIONAIS DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA ADVOGADOS E PERITOS PESSOA FÍSICA JURISDIÇÃO DELEGADA RESOLUÇÃO 541/2007 - CJF JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU SÃO PAULO NÚCLEO FINANCEIRO SEÇÃO DE

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 186, DE 14 DE JANEIRO DE 2009

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 186, DE 14 DE JANEIRO DE 2009 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 186, DE 14 DE JANEIRO DE 2009 Dispõe sobre a regulamentação da portabilidade das carências previstas no inciso V do

Leia mais

ROTINAS PARA ATENDIMENTO DO USUÁRIO

ROTINAS PARA ATENDIMENTO DO USUÁRIO ROTINAS PARA ATENDIMENTO DO USUÁRIO Rotinas para Atendimento do Usuário Este manual tem por objetivo facilitar a utilização do seu Plano de Saúde. A observância das instruções nele contidas facilita o

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO REGULAMENTO PROVISÓRIO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE FISIOTERAPIA, BACHARELADO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

Prosaúde Integrado da Cemig

Prosaúde Integrado da Cemig Prosaúde Integrado da Cemig Cartilha editada em junho de 2013 A Cemig Saúde A Cemig Saúde é a operadora de autogestão que administra o Prosaúde Integrado da Cemig - PSI. A autogestão é a modalidade de

Leia mais

Prezado(a) cliente: Caso tenha alguma dúvida, entre em contato com a Central Itau Resolve:

Prezado(a) cliente: Caso tenha alguma dúvida, entre em contato com a Central Itau Resolve: Prezado(a) cliente: Para nós é importante oferecer a você o apoio necessário neste momento. E,para melhor atendêlo, seguem abaixo todos os formulários e documentos necessários. Procedimentos para envio

Leia mais

CAPÍTULO I. Da Bolsa Auxílio e da Família Acolhedora

CAPÍTULO I. Da Bolsa Auxílio e da Família Acolhedora Lei Nº:6.286/2013 DISPÕE SOBRE A IMPLANTAÇÃO DE BOLSA AUXÍLIO PARA O ACOLHIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE RISCO PESSOAL E SOCIAL, INSERIDAS NO SERVIÇO DE ACOLHIMENTO EM FAMÍLIA ACOLHEDORA

Leia mais

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014 PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP Maio de 2014 UMA RÁPIDA VISÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL HOJE Estrutura com grandes dimensões, complexa, onerosa e com falta de

Leia mais

LEI Nº 2004 DE 23 DE FEVEREIRO DE 2015

LEI Nº 2004 DE 23 DE FEVEREIRO DE 2015 LEI Nº 2004 DE 23 DE FEVEREIRO DE 2015 Dispõe sobre benefícios eventuais concedidos pela Assistência Social do Município de São Gonçalo do Rio Abaixo e dá outras providências. O povo do Município de São

Leia mais

SEGURO PRESTAMISTA. Condições Especiais Perda de Renda (DI e IFTA) Cartão de Crédito. Processo SUSEP Nº 15414. 004450/2009-23

SEGURO PRESTAMISTA. Condições Especiais Perda de Renda (DI e IFTA) Cartão de Crédito. Processo SUSEP Nº 15414. 004450/2009-23 SEGURO PRESTAMISTA Condições Especiais Perda de Renda (DI e IFTA) Cartão de Crédito Processo SUSEP Nº 15414. 004450/2009-23 COMPANHIA DE SEGUROS ALIANÇA DO BRASIL - CNPJ: 28.196.889/0001-43 Serviço de

Leia mais

ASSISTÊNCIA SERVIÇOS EXECUTIVOS

ASSISTÊNCIA SERVIÇOS EXECUTIVOS ASSISTÊNCIA SERVIÇOS EXECUTIVOS O objeto da assistência serviços executivos é facilitar a vida do Segurado, em caso de mal súbito, doença ou acidente, com serviços domésticos provisórios, ambulância, Motorista

Leia mais

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Ementa: Dispõe sobre as instruções para Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina. Fonte: CFM O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

REGULAMENTO. Presenteador: É a pessoa física ou jurídica que adquire o VALE-VIAGEM CVC, mediante a compra direta de cargas de valores.

REGULAMENTO. Presenteador: É a pessoa física ou jurídica que adquire o VALE-VIAGEM CVC, mediante a compra direta de cargas de valores. REGULAMENTO A CVC BRASIL OPERADORA E AGÊNCIA DE VIAGENS S.A., o Presenteador e o Presenteado do VALE-VIAGEM CVC, a primeira, na qualidade de prestadora de serviços de turismo, e o segundo, aderindo às

Leia mais

REGULAMENTO. Capítulo 1º. Definições:

REGULAMENTO. Capítulo 1º. Definições: REGULAMENTO A OPERADORA E AGÊNCIA DE VIAGENS CVC TUR LTDA., o Presenteador e o Presenteado do VALE-VIAGEM CVC, a primeira, na qualidade de prestadora de serviços de turismo, e o segundo, aderindo às condições

Leia mais