O 19 o Balanço Energético do Estado de Minas Gerais - BEEMG - Ano Base 2003, foi elaborado pela Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG, através

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3 O 19 o Balanço Energético do Estado de Minas Gerais - BEEMG - Ano Base 2003, foi elaborado pela Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG, através da Superintendência de Tecnologia e Alternativas Energéticas, no âmbito do Conselho Estadual de Energia - CONER, coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico SEDE e secretariado pelo Instituto de Desenvolvimento Industrial INDI.

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5 A Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG - apresenta o 19º Balanço Energético do Estado de Minas Gerais, que atualiza a série histórica dos principais energéticos que compõem a matriz estadual, incorporando os dados do período de 1978 a A metodologia utilizada baseia-se no Balanço Energético Nacional BEN editado pelo Ministério de Minas e Energia. Documento técnico essencial para o tratamento das questões energéticas nos mais diferenciados níveis, o 19º BEEMG é uma importante ferramenta de análise e planejamento que a CEMIG disponibiliza na expectativa de continuar contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Estado.

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7 CAPÍTULOS 1. INTRODUÇÃO ESTRUTURA ENERGÉTICA EM Matriz Energética de Minas Gerais Evolução da Demanda de Energia em Minas Gerais e no Brasil / Análise do Intercâmbio Externo de Energia / Fluxo Energético em OFERTA E CONSUMO DE ENERGIA / Evolução da Oferta e do Consumo de Energia Petróleo Gás Natural Carvão Energético Carvão Metalúrgico Urânio (U3O8) Energia Primária Não-Renovável Energia Hidráulica Lenha Caldo de Cana e Melaço Bagaço de Cana Outras Fontes Primárias Energia Primária Renovável Óleo Diesel Óleo Combustível Gasolina Gás Liqüefeito de Petróleo GLP Querosene Gás de Coqueria Coque de Carvão Mineral Eletricidade Carvão Vegetal Álcool Etílico Outras Fontes Secundárias Produtos Não-Energéticos Evolução do Consumo Final por Setor Setor Residencial Setor Comercial Setor Público Setor Agropecuário Setor Transportes Total Setor Transportes Rodoviário Setor Transportes Ferroviário Setor Transportes Aéreo Setor Transportes Hidroviário Setor Industrial Total Setor Industrial Cimento Setor Industrial Cal Setor Industrial - Ferro Gusa e Aço Integrado Setor Industrial - Ferro Gusa Não-Integrado Setor Industrial Ferroligas Setor Industrial - Outros da Siderurgia Setor Industrial - Mineração e Pelotização Setor Industrial Não-Ferrosos e Outros da Metalurgia... 75

8 Setor Industrial Química Setor Industrial Alimentos e Bebidas Setor Industrial Têxtil Setor Industrial Papel e Celulose Setor Industrial Cerâmica Setor Industrial Outros BALANÇO DOS CENTROS DE TRANSFORMAÇÃO 4.1 Refinaria de Petróleo Coquerias Centrais Elétricas de Serviço Público Centrais Elétricas Autoprodutoras Carvoarias Destilarias BALANÇO DOS GASES SIDERÚRGICOS Gás de Alto-Forno a Carvão Vegetal - Siderurgia Integrada Gás de Alto-Forno a Carvão Vegetal - Siderurgia Não-Integrada Gás de Forno Elétrico de Redução Gás de Alto-Forno a Coque Fluxo dos Gases Siderúrgicos DADOS E INFORMAÇÕES UTILIZADAS 6.1 Lenha e Derivados Carvão Mineral e Derivados Urânio (U3O8) Petróleo, Gás Natural e Derivados Energia Hidráulica e Eletricidade Derivados da Cana-de-Açúcar Outras Fontes Primárias Tabelas de Dados em unidade de coleta ANEXO A: MASSAS ESPECÍFICAS E PODERES CALORÍFICOS INFERIORES ANEXO B: TABELA DE CONVERSÃO PARA tep ANEXO C: BALANÇOS ENERGÉTICOS CONSOLIDADOS EQUIPE DE ELABORAÇÃO

9 Capítulo 1 Introdução

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11 CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Este 19º Balanço Energético do Estado de Minas Gerais - Ano Base 2003, elaborado pela Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG, apresenta informações sobre a matriz energética estadual, e consolida a série histórica do período A metodologia utilizada baseia-se em trabalhos semelhantes, em especial no Balanço Energético Nacional - BEN, editado pelo Ministério de Minas e Energia, e em Balanços Energéticos de outras Unidades da Federação. O documento completo pode ser acessado através da Internet no endereço A estrutura estadual da demanda de energia (consumo final, consumo dos centros de transformação e perdas), por fonte e por setor econômico, é apresentada no capítulo 2, que também mostra a evolução da participação mineira na demanda total de energia do Brasil. Verifica-se a grande participação - da ordem de 63,6% - do setor industrial na demanda total de energia de Minas Gerais (tabela 2.1.1), e que a demanda total de energia no Estado cresceu 4,6% de 2002 para 2003, enquanto o PIB de Minas Gerais manteve-se praticamente estável em relação a 2002 (-0,02%), conforme a Fundação João Pinheiro. Observa-se também que importantes mudanças vêm ocorrendo nas participações das diversas fontes. A participação da energia hidrelétrica na demanda estadual (tabela 2.2.3) era de 12,8% em 1992, atingindo 15,1% em 1999, e voltando a 13,9% em 2003, enquanto o aumento da produtividade da siderurgia a carvão vegetal reduziu a participação da fonte Lenha e Derivados de 40,2% para 32,9%. No mesmo período, os derivados de petróleo e o gás natural, fontes importadas e nãorenováveis, passaram de 25,5% para 30,6% da demanda total. Constata-se que, em 2003, Minas Gerais utilizou 14,2% da energia do Brasil (tabela 2.2.1), sendo 54,9% de fontes renováveis, valor superior à média nacional de 43,8%. Carente de energéticos de origem fóssil, como petróleo, gás natural e carvão mineral, o Estado tem nas fontes renováveis grandes oportunidades no desenvolvimento de novos mercados, recuperando o dinamismo nas atividades florestais, buscando a auto-suficiência na produção de álcool e explorando seu potencial hidráulico, solar e eólico. O capítulo 3 apresenta, na forma de tabelas e gráficos, a evolução da oferta e do consumo de cada fonte de energia primária e secundária, desde a origem até o consumo final, bem como a evolução do consumo em cada setor econômico. Nos capítulos 4 e 5, são mostrados os balanços dos centros de transformação de energia e os dados de produção e consumo de gases siderúrgicos, fonte energética que ainda apresenta importante potencial de utilização em Minas Gerais. Informações sobre os energéticos em suas unidades físicas e detalhes da metodologia utilizada são mostrados no capítulo 6. Nos anexos, são apresentadas as massas específicas e os fatores de conversão para tep (tonelada equivalente de petróleo) dos diversos energéticos, e as matrizes dos balanços energéticos consolidados de Minas Gerais, de 1978 a Ressalta-se que para a conversão da energia hidráulica e da eletricidade foi utilizado o fator de 0,086 tep/mwh, acompanhando os critérios do BEN e das diversas instituições internacionais, e traz como principal conseqüência a redução da participação relativa da energia hidráulica na matriz energética. 5

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13 Capítulo 2 Estrutura Energética em Matriz Energética de Minas Gerais

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15 CAPÍTULO 2 ESTRUTURA ENERGÉTICA EM Matriz Energética de Minas Gerais Para a composição da demanda total de energia no Estado de Minas Gerais, todos os energéticos aparecem, convertidos para tep, em suas formas primárias. A demanda total inclui, além do consumo final, o consumo no setor energético, as perdas na distribuição e armazenagem e os energéticos que, apesar de darem entrada nas unidades industriais, não puderam ser devidamente aproveitados. A demanda total de energia em Minas Gerais, em 2003, alcançou 28,73 milhões de tep, valor equivalente a 14,2% da demanda total de energia no Brasil. No período , a demanda cresceu, no Estado, a uma taxa média de 2,6% ao ano, e a variação no Brasil foi de 2,7% ao ano. A Figura mostra o balanço global de energia em 2003, considerando o somatório de todos os energéticos após a conversão para tep. A importação de energéticos em Minas Gerais ocorre em função, principalmente, da necessidade de suprimento de petróleo, carvão mineral e derivados. A exportação inclui a energia elétrica e alguns derivados de petróleo. Figura Minas Gerais Balanço global de energia IMPORTAÇÃO EXPORTAÇÃO PRODUÇÃO ENERGIA 2003 DEMANDA TOTAL VARIAÇÃO DE ESTOQUES -248 AJUSTES -50 As participações na demanda total de energia das diversas fontes e para os setores econômicos são apresentadas na Figura No setor Industrial, estão incluídos os centros de transformação de energia (Refinaria, Carvoarias, etc.), os energéticos não-aproveitados e o consumo final não-energético, itens que no Anexo C aparecem separadamente. Os setores Comercial e Público e as Perdas na Distribuição e Armazenagem foram agregados no item Outros Setores e Perdas. 9

16 O item Outras Fontes inclui a energia proveniente das outras fontes primárias de energia, tais como a cana-de-açúcar, o licor negro e os resíduos de biomassa industriais e agrícolas. Tabela Minas Gerais - Demanda de energia por fonte e por setor % Lenha e Energia Petróleo, Carvão Outras Setor Derivados Hidráulica Gás Natural Mineral e Fontes Total e Derivados Derivados Industrial ,9 11,9 16,7 22,7 9,8 100,0 Residencial ,6 16,9 20,0-1,5 100,0 Transportes ,1 90,3-9,6 100,0 Agropecuário ,2 25,2 69, ,0 Outros Setores e Perdas ,4 87,1 2,7-0,8 100,0 Total ,9 13,9 30,7 14,4 8,1 100,0 Figura Minas Gerais - Demanda de energia por fonte e por setor Fontes energéticas Carvão mineral e derivados 14,4% Outras fontes 8,1% Lenha e derivados 32,9% Transportes 17,6% Setores Agropecuário 2,3% Petróleo, gás natural e derivados 30,7% Energia hidráulica 13,9% Residencial 12,3% Outros setores e perdas 4,2% Industrial 63,6% A fonte Lenha e derivados volta a figurar como foi a de maior participação na demanda total de energia do Estado em 2003, correspondendo a 32,9% do total; em segundo lugar, veio a fonte Petróleo, Gás Natural e Derivados, com 30,7% do total. A fonte Carvão Mineral e Derivados compareceu com 14,4%, e a Energia Hidráulica e Outras Fontes participaram com 13,9% e 8,1%, respectivamente. 10

17 Figura Minas Gerais - Demanda de energia por fonte e por setor Energia Hidráulica Lenha e Derivados Petróleo, Gás Natural e Derivados Carvão Mineral e Derivados Outras Fontes Industrial Residencial Transportes 654 Agropecuário Outros Setores e Perdas Analisando-se setorialmente a matriz energética, observa-se que o setor Industrial foi o que apresentou a maior demanda, respondendo por 63,6%; o setor Transportes vem em segundo lugar, representando 17,6%, seguido pelo setor Residencial, com 12,3%. O setor Agropecuário teve uma participação de 2,3%, e Outros Setores e Perdas (Comercial, Público e Perdas) representaram 4,2% do total. Ainda com relação aos dados do ano de 2003, merecem destaque os seguintes pontos: do total da demanda estadual de energia, 54,9% referem-se às fontes renováveis de energia, e os restantes 45,1%, às fontes não-renováveis; em 2003, o Estado aumentou sua produção em 11% e dessa forma reduziu suas importações em direção a sua posição histórica de exportador de energia elétrica. A importação líquida (importação exportação) caiu de GWh em 2002 para apenas 551 GWh em 2003, conforme tabela , correspondendo a 1,2% de toda a eletricidade produzida; nas hidrelétricas das Concessionárias de Serviço Público, a produção de eletricidade atribuída ao Estado atingiu GWh (tabela ); 11

18 o consumo de gás natural automotivo passou de 61 em 2002 para 74 em 2003, tendo, portanto, um crescimento de 21,3% no consumo (tabela 3.2.6); o consumo de coque de petróleo manteve-se estável com relação a 2002, atingindo 890 mil m 3 (tabela ), tendo ocorrido principalmente nos ramos Cimento, Cal e Ferro Gusa e Aço Integrado; os gases siderúrgicos não aproveitados totalizaram 881 (Figura 5.5), representando 22,7% do total produzido; a título de comparação, esse valor equivale a 1,25 vezes o consumo de GLP verificado no setor Residencial que foi de 702 em 2003 (tabela 3.2.1); em 2003, Minas Gerais importou a totalidade (tabelas a ) do carvão mineral e derivados consumidos no Estado, correspondendo a 4.143, praticamente o mesmo montante (-0,3%) que em 2002; das fontes alternativas renováveis, a solar e a eólica ainda participam de forma pouco expressiva na Matriz Energética estadual. A biomassa, porém, tem significativa participação: o consumo de lenha e carvão vegetal vem decrescendo desde 1989, com uma pequena retomada nos últimos anos (figura 2.2.4). Estabelecendo um recorde histórico, em 2003, Minas Gerais importou 86,4% a mais que em 2002, correspondendo a 39,0% (2.326 mil t) do carvão vegetal consumido (tabelas e ). Este fato deve-se à maximização de produção do Setor de ferro gusa para atendimento crescente às grandes siderúrgicas que exportam para o Mercado Asiático; o consumo de álcool etílico em Minas Gerais foi de mil m 3 (tabelas e ) e a produção cresceu 28,9% em relação ao ano de 2002, sendo que o Estado precisou importar 23,4% de suas necessidades desse energético. Em 2003, foram produzidas mil t de bagaço de cana (tabela ), consumidos, principalmente, na produção de vapor de processo e vapor para geração de eletricidade no setor sucro-alcooleiro; foram consumidos 556 de licor negro e de resíduos de biomassa industriais e agrícolas (tabela 6.7.1), correspondendo a 1,9% da demanda de energia total do Estado. 12

19 2.2 Evolução da Demanda de Energia em Minas Gerais e no Brasil /2003

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21 2.2 Evolução da Demanda de Energia em Minas Gerais e no Brasil /2003 A Tabela mostra a evolução das estruturas energéticas de Minas Gerais e do Brasil. Na análise do comportamento da demanda, ao longo do período , observam-se três intervalos distintos. O primeiro, de 1978 a 1980, apresentou em Minas Gerais uma taxa média de crescimento da demanda de 7,7% ao ano, enquanto em termos nacionais o crescimento foi de 4,2%, condizentes com o alto desempenho das economias mineira e brasileira na época. Tabela Minas Gerais e Brasil - Evolução da demanda de energia por fonte MG - milhão tep BR - milhão tep MG/BR - % FONTE DE ENERGIA ,29 7,94 8,66 8,08 7,72 8,21 9,69 10,52 10,77 10,31 11,44 12,23 10,77 10,20 9,35 9,41 9,80 9,58 8,66 8,04 7,69 7,55 8,58 8,26 8,50 9,45 Lenha e Derivados 29,79 30,37 31,08 30,41 29,11 30,23 33,34 32,92 32,77 32,78 32,57 32,95 28,54 26,70 25,09 24,79 24,85 23,27 21,98 21,67 21,26 22,13 23,06 22,44 23,64 26,00 24,5 26,1 27,9 26,6 26,5 27,2 29,1 32,0 32,9 31,5 35,1 37,1 37,7 38,2 37,3 38,0 39,4 41,2 39,4 37,1 36,2 34,1 37,2 36,8 36,0 36,3 Energia Hidráulica Petróleo, Gás Natural e Derivados Carvão Metalúrgico e Coque Carvão Energético Derivados da Cana-de-Açúcar Outras Fontes Primárias (com Urânio) TOTAL 1,20 1,44 1,66 1,68 1,76 1,82 2,01 2,21 2,33 2,49 2,72 2,88 2,87 2,97 2,98 3,11 3,24 3,36 3,48 3,69 3,85 3,88 4,05 3,59 3,64 3,99 8,82 10,02 11,06 11,22 12,10 13,00 14,31 15,50 16,57 17,40 18,66 19,50 20,05 21,05 21,26 22,58 23,60 24,87 25,99 27,46 28,44 28,62 29,98 26,28 27,74 29,49 13,6 14,4 15,0 15,0 14,5 14,0 14,0 14,3 14,1 14,3 14,6 14,8 14,3 14,1 14,0 13,8 13,7 13,5 13,4 13,4 13,5 13,6 13,5 13,7 13,1 13,5 5,47 5,54 5,40 4,84 4,69 4,14 4,06 4,26 4,94 5,13 5,25 5,46 5,63 5,92 5,93 6,18 6,50 6,95 7,65 8,29 8,44 8,92 8,72 9,11 9,11 8,80 54,26 57,57 56,50 51,88 52,25 49,60 48,96 52,26 57,53 59,14 60,63 61,73 61,99 63,03 65,49 67,97 71,90 76,21 82,74 88,88 92,78 94,95 97,47 99,96 100,18 96,61 10,1 9,6 9,6 9,3 9,0 8,3 8,3 8,2 8,6 8,7 8,7 8,8 9,1 9,4 9,1 9,1 9,0 9,1 9,2 9,3 9,1 9,4 8,9 9,1 9,1 9,1 1,22 1,56 1,59 1,19 1,51 1,36 1,62 1,95 2,10 2,48 3,15 3,02 2,80 3,24 3,36 3,55 3,31 3,53 3,54 3,42 3,73 3,20 3,72 3,89 4,07 4,06 3,88 4,47 4,66 3,90 3,85 4,60 6,18 6,93 7,04 7,81 8,50 8,45 7,60 8,53 8,61 9,19 9,36 9,95 10,45 10,61 10,53 10,03 11,05 10,70 11,20 11,21 31,4 34,9 34,1 30,5 39,2 29,6 26,2 28,1 29,8 31,8 37,1 35,7 36,8 38,0 39,0 38,6 35,4 35,5 33,9 32,2 35,4 31,9 33,7 36,4 36,3 36,2-0,01 0,07 0,18 0,31 0,32 0,28 0,33 0,30 0,26 0,19 0,12 0,09 0,17 0,11 0,14 0,14 0,15 0,14 0,12 0,15 0,11 0,10 0,12 0,09 0,09 1,18 1,12 1,22 1,83 2,24 2,21 2,27 3,04 3,07 2,80 2,34 2,28 1,95 2,43 2,06 1,82 1,97 1,97 1,91 2,04 1,78 2,58 2,66 2,63 1,80 1,93-0,9 5,7 9,8 13,8 14,5 12,3 10,9 9,8 9,3 8,1 5,3 4,6 7,0 5,3 7,7 7,1 7,6 7,3 5,9 8,4 4,3 3,8 4,6 5,0 4,7 0,32 0,46 0,50 0,48 0,58 0,80 0,86 1,03 1,24 1,31 1,23 1,22 1,21 1,33 1,18 1,18 1,25 1,27 1,37 1,51 1,59 1,59 1,41 1,34 1,57 1,78 7,15 8,17 9,12 9,64 11,44 14,57 15,99 17,88 18,14 20,58 19,54 19,35 18,99 19,94 20,34 20,19 22,67 22,77 23,89 25,38 25,28 25,23 20,77 22,94 25,43 27,09 4,5 5,6 5,5 5,0 5,1 5,5 5,4 5,8 6,8 6,4 6,3 6,3 6,4 6,7 5,8 5,8 5,5 5,6 5,7 5,9 6,3 6,3 6,8 5,8 6,2 6,6 0,16 0,21 0,28 0,23 0,29 0,31 0,33 0,36 0,35 0,38 0,41 0,36 0,39 0,40 0,36 0,31 0,35 0,34 0,41 0,45 0,46 0,52 0,53 0,52 0,50 0,56 0,56 0,82 1,01 1,09 1,18 1,19 2,28 2,50 1,81 2,15 2,17 2,47 2,72 2,76 3,09 3,13 3,05 3,83 3,87 4,45 4,97 5,36 6,24 8,41 8,75 9,37 28,6 25,6 27,7 21,1 24,6 26,1 14,5 14,4 19,3 17,7 18,9 14,6 14,3 14,5 11,7 9,9 11,5 8,9 10,6 10,1 9,3 9,7 8,5 6,2 5,7 6,0 15,66 17,16 18,16 16,68 16,86 16,96 18,85 20,66 22,03 22,36 24,39 25,29 23,76 24,23 23,27 23,88 24,59 25,18 25,25 25,52 25,91 25,77 27,11 26,83 27,48 28,73 105,64 112,54 114,65 109,97 112,17 115,40 123,33 131,03 136,93 142,66 144,41 146,73 141,84 144,44 145,94 149,67 157,40 162,87 170,83 180,49 185,04 188,90 191,23 193,36 198,74 201,70 14,8 15,2 15,8 15,2 15,0 14,7 15,3 15,8 16,1 15,7 16,9 17,2 16,8 16,8 15,9 16,0 15,6 15,5 14,8 14,1 14,0 13,6 14,2 13,9 13,8 14,2 Devido à recessão econômica ocorrida no início dos anos oitenta, a demanda de energia mineira, em 1981, apresentou queda de 8,1%, e a do Brasil, queda de 4,1% em relação a No segundo intervalo, de 1981 a 1989, a demanda mineira apresentou um crescimento médio anual de 5,3%, atingindo em 1989 o valor de 25,29 milhões tep. Em 1990, apresentou uma queda de 6,0% em relação ao ano anterior, definindo-se assim o terceiro intervalo, Somente em 1997 a demanda de energia voltou a superar o valor alcançado em Nos últimos cinco anos, a taxa média de crescimento da demanda de energia em Minas Gerais foi de 2,8% ao ano, sendo que 2001 apresentou uma queda de 1,0% em relação a Acompanhando-se a evolução da demanda de energia em Minas Gerais por setor, mostrada na Tabela e Figura 2.2.2, observa-se que o setor Industrial alcançou a demanda máxima em 1989, quando alcançou uma participação de 69,8%. Nos últimos anos, as participações dos setores têm mantido níveis relativamente estáveis. 15

22 Tabela Minas Gerais - Evolução da demanda de energia por setor milhão tep % SETOR Industrial 9,22 10,51 11,39 10,14 10,30 10,60 12,28 13,88 14,72 15,00 16,86 17,64 16,07 16,03 15,28 15,51 15,98 15,89 15,62 15,38 15,85 15,52 16,52 16,36 16,89 18,28 58,9 61,3 62,7 60,8 61,1 62,5 65,2 67,2 66,8 67,1 69,1 69,8 67,6 66,2 65,7 65,0 65,0 63,1 61,9 60,3 61,2 60,2 60,9 61,0 61,5 63,6 Residencial 3,31 3,31 3,30 3,28 3,23 3,20 3,14 3,11 3,09 3,09 3,08 3,12 3,09 3,12 3,13 3,16 3,20 3,29 3,28 3,33 3,26 3,31 3,61 3,73 3,69 3,54 21,1 19,3 18,2 19,7 19,2 18,9 16,7 15,1 14,0 13,8 12,6 12,3 13,0 12,9 13,5 13,2 13,0 13,1 13,0 13,1 12,6 12,8 13,3 13,9 13,4 12,3 Transportes 2,59 2,71 2,77 2,55 2,58 2,38 2,51 2,72 3,22 3,17 3,28 3,30 3,39 3,81 3,63 3,93 4,00 4,51 4,83 5,19 5,21 5,30 5,24 5,15 5,12 5,05 16,5 15,8 15,3 15,3 15,3 14,0 13,3 13,2 14,6 14,2 13,5 13,1 14,3 15,7 15,6 16,5 16,3 17,9 19,1 20,3 20,1 20,6 19,3 19,2 18,6 17,6 Agropecuário 0,20 0,23 0,25 0,28 0,28 0,28 0,31 0,33 0,35 0,38 0,39 0,39 0,39 0,41 0,40 0,41 0,46 0,47 0,45 0,50 0,52 0,52 0,54 0,56 0,65 0,65 1,3 1,3 1,4 1,7 1,7 1,7 1,6 1,6 1,6 1,7 1,6 1,5 1,6 1,7 1,7 1,7 1,9 1,9 1,8 2,0 2,0 2,0 2,0 2,1 2,4 2,3 Outros e Perdas 0,34 0,40 0,45 0,43 0,47 0,50 0,61 0,62 0,65 0,72 0,78 0,84 0,82 0,86 0,83 0,87 0,95 1,02 1,07 1,12 1,07 1,12 1,20 1,03 1,13 1,21 2,2 2,3 2,5 2,6 2,8 3,0 3,2 3,0 3,0 3,2 3,2 3,3 3,5 3,6 3,6 3,6 3,9 4,1 4,2 4,4 4,1 4,4 4,4 3,8 4,1 4,2 Total 15,66 17,16 18,16 16,68 16,86 16,96 18,85 20,66 22,03 22,36 24,39 25,29 23,76 24,23 23,27 23,88 24,59 25,18 25,25 25,52 25,91 25,77 27,11 26,83 27,48 28,73 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 Figura Minas Gerais - Evolução da participação dos setores na demanda de energia 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Industrial Residencial Transportes Agropecuário Outros e Perdas A Tabela 2.2.3, a Figura e a Figura mostram a evolução da demanda estadual de energia por fonte primária. Observa-se que a fonte Lenha e Derivados foi, em 2003, a maior demanda no Estado. Nos últimos anos, vem mantendo sua participação relativa em torno dos 30%. A participação relativa da fonte Petróleo, Gás Natural e Derivados decresceu no decorrer do período , voltando a crescer em Nos últimos anos, tem oscilado em torno dos 33%. O crescimento da Energia Hidráulica deu-se a uma taxa média de 4,9% ao ano, verificando-se a participação máxima de 15,1% em Em 2003, a Energia Hidráulica respondeu por 13,9% da demanda total de energia do Estado. A participação do Carvão Mineral e Derivados cresceu de 7,8% até um máximo de 15,5%, em 1993, atingindo 14,4% em A demanda de Derivados da Cana-de-açúcar cresceu significativamente no período , a uma taxa média de 16,9% ao ano, atingindo uma participação de 5,9% na demanda estadual de energia. De 1987 a 1995, manteve-se estabilizada, perdendo participação na matriz. Em 2003, essa participação foi de 6,2%. 16

23 Tabela Minas Gerais - Evolução da demanda de energia por fonte milhão tep % FONTE DE ENERGIA Lenha e Derivados 7,29 7,94 8,66 8,08 7,72 8,21 9,69 10,52 10,77 10,31 11,44 12,23 10,77 10,20 9,35 9,41 9,80 9,58 8,66 8,04 7,69 7,55 8,58 8,26 8,50 9,45 46,6 46,3 47,7 48,4 45,8 48,4 51,4 50,9 48,9 46,1 46,9 48,4 45,3 42,1 40,2 39,4 39,9 38,1 34,3 31,5 29,7 29,3 31,7 30,8 30,9 32,9 Energia Hidráulica 1,20 1,44 1,66 1,68 1,76 1,82 2,01 2,21 2,33 2,49 2,72 2,88 2,87 2,97 2,98 3,11 3,24 3,36 3,48 3,69 3,85 3,88 4,05 3,59 3,64 3,99 7,7 8,4 9,1 10,1 10,4 10,7 10,7 10,7 10,6 11,1 11,2 11,4 12,1 12,3 12,8 13,0 13,2 13,3 13,8 14,5 14,9 15,1 14,9 13,4 13,3 13,9 Petróleo, Gás Natural e 5,47 5,54 5,40 4,84 4,69 4,14 4,06 4,26 4,94 5,13 5,25 5,46 5,63 5,92 5,93 6,18 6,50 6,95 7,65 8,29 8,44 8,92 8,72 9,11 9,11 8,80 Derivados 34,9 32,3 29,7 29,0 27,8 24,4 21,5 20,6 22,4 22,9 21,5 21,6 23,7 24,4 25,5 25,9 26,4 27,6 30,3 32,5 32,6 34,6 32,2 34,0 33,2 30,6 Carvão Metalúrgico e 1,22 1,56 1,59 1,19 1,51 1,36 1,62 1,95 2,10 2,48 3,15 3,02 2,80 3,24 3,36 3,55 3,31 3,53 3,54 3,42 3,73 3,20 3,72 3,89 4,07 4,06 Coque 7,8 9,1 8,8 7,1 9,0 8,0 8,6 9,4 9,5 11,1 12,9 11,9 11,8 13,4 14,4 14,9 13,5 14,0 14,0 13,4 14,4 12,4 13,7 14,5 14,8 14,1 Carvão Energético - 0,01 0,07 0,18 0,31 0,32 0,28 0,33 0,30 0,26 0,19 0,12 0,09 0,17 0,11 0,14 0,14 0,15 0,14 0,12 0,15 0,11 0,10 0,12 0,09 0,09 0,0 0,1 0,4 1,1 1,8 1,9 1,5 1,6 1,4 1,2 0,8 0,5 0,4 0,7 0,5 0,6 0,6 0,6 0,6 0,5 0,6 0,4 0,4 0,5 0,3 0,3 Derivados da 0,32 0,46 0,50 0,48 0,58 0,80 0,86 1,03 1,24 1,31 1,23 1,22 1,21 1,33 1,18 1,18 1,25 1,27 1,37 1,51 1,59 1,59 1,41 1,34 1,57 1,78 Cana-de-Açúcar 2,0 2,7 2,8 2,9 3,4 4,7 4,6 5,0 5,6 5,9 5,0 4,8 5,1 5,5 5,1 4,9 5,1 5,0 5,4 5,9 6,1 6,2 5,2 5,0 5,7 6,2 Outras Fontes 0,16 0,21 0,28 0,23 0,29 0,31 0,33 0,36 0,35 0,38 0,41 0,36 0,39 0,40 0,36 0,31 0,35 0,34 0,41 0,45 0,46 0,52 0,53 0,52 0,50 0,56 Primárias 1,0 1,2 1,5 1,4 1,7 1,8 1,8 1,7 1,6 1,7 1,7 1,4 1,6 1,7 1,6 1,3 1,4 1,4 1,6 1,8 1,8 2,0 2,0 1,9 1,8 2,0 Total 15,66 17,16 18,16 16,68 16,86 16,96 18,85 20,66 22,03 22,36 24,39 25,29 23,76 24,23 23,27 23,88 24,59 25,18 25,25 25,52 25,91 25,77 27,11 26,83 27,48 28,73 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% Figura Minas Gerais - Evolução da participação das fontes de energia na demanda total 0% Lenha e derivados Energia hidráulica Petróleo, gás natural e derivados Carvão metalúrgico e coque Carvão energético Derivados da cana-de-açúcar Outras fontes primárias A Figura destaca a demanda das fontes renováveis e não-renováveis de energia em Minas Gerais. A demanda das fontes renováveis, durante todo o período analisado, foi sempre superior à demanda das fontes não-renováveis, devido à grande participação da fonte Lenha e Derivados e da Energia Hidráulica na demanda estadual de energia. Em 2003, as fontes renováveis corresponderam a 54,9% da demanda de energia do Estado. 17

24 14000 Figura Minas Gerais - Evolução da demanda de energia por fonte Lenha e derivados Petróleo, gás natural e derivados Carvão mineral e derivados Energia hidráulica 2000 Derivados da cana-de-açúcar Outras fontes primárias (*) Anos (*) licor negro e resíduos de biomassa industriais e agrícolas Figura Evolução da demanda total de energia - Fontes renováveis e não-renováveis Renováveis Outras fontes primárias Derivados da cana-de-açúcar Energia hidráulica Lenha e derivados Carvão mineral e derivados 5000 Não-renováveis Petróleo, gás natural e derivados Anos 18

25 2.3 Análise do Intercâmbio Externo de Energia /2003

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27 2.3 Análise do Intercâmbio Externo de Energia /2003 A Tabela e a Figura apresentam a evolução da dependência externa de energia de Minas Gerais ao longo do período Observa-se que a demanda crescente dos energéticos importados fez com que, ao longo do tempo, a dependência relativa aumentasse significativamente, ultrapassando os 50% a partir de A importação de eletricidade pelo Estado também vem crescendo ao longo dos anos, e, em 2001, o saldo (importação - exportação) foi positivo pela primeira vez no período, ou seja, o Estado importou mais do que exportou. As importações e exportações do Estado são mostradas na Tabela 2.3.2, Tabela 2.3.3, Tabela 2.3.4, Figura 2.3.2, Figura e Figura Tabela Minas Gerais - Evolução da dependência externa de energia SETOR Produção de Energia Primária (a) Demanda Total de Energia (b) Dependência Externa (c) = (b) - (a) Dependência Externa (c)/(b) - % 15,6 19,9 26,8 29,7 33,7 33,8 38,5 39,6 41,2 43,4 42,0 39,6 47,4 47,3 48,8 48,7 48,2 56,5 54,2 50,8 Fonte: CEMIG - 17º BEE Figura Minas Gerais - Evolução da dependência externa de energia Demanda Dependência externa Produção Anos 21

28 Tabela Minas Gerais - Evolução das importações de energia FONTE DE ENERGIA Petróleo Gás Natural Carvão Energético Carvão Metalúrgico Lenha Derivados de Petróleo Óleo Diesel Óleo Combustível Gasolina GLP Querosene Coque Metalúrgico Eletricidade Carvão Vegetal Álcool Etílico Outras Fontes Secundárias Produtos Não-Energéticos Total Figura Minas Gerais - Evolução das importações de energia Demais fontes Eletricidade Lenha e derivados Carvão mineral e derivados Petróleo, gás natural e derivados Anos 22

29 Tabela Minas Gerais - Evolução das exportações de energia FONTE DE ENERGIA Carvão Energético Urânio (U 3 O 8 ) Lenha Derivados de Petróleo Óleo Diesel Óleo Combustível Gasolina GLP Querosene Eletricidade Carvão Vegetal Álcool Etílico Outras Fontes Secundárias Produtos Não-Energéticos Total Fonte: CEMIG - 17º BEE Figura Minas Gerais - Evolução das exportações de energia Outros energéticos Derivados de petróleo 1000 Eletricidade Anos 23

30 Tabela Minas Gerais - Evolução das importações líquidas de energia FONTE DE ENERGIA Petróleo Gás Natural Carvão Energético Carvão Metalúrgico Urânio (U 3 O 8 ) Lenha Derivados de Petróleo Óleo Diesel Óleo Combustível Gasolina GLP Querosene Coque Metalúrgico Eletricidade Carvão Vegetal Álcool Etílico Outras Fontes Secundárias Produtos Não-Energéticos Total Obs.: Importações líquidas - quantidades sem sinal Exportações líquidas - quantidades negativas Figura Minas Gerais - Evolução das importações líquidas de energia Anos 24

31 2.4 Fluxo Energético em 2003

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33 2.4 Fluxo Energético em 2003 A apresentação dos fluxos permite a identificação dos blocos de energia que foram produzidos, importados, exportados, transformados e consumidos no Estado. Para todos os fluxos, adotou-se a unidade tep - tonelada equivalente de petróleo. Energia Hidráulica e Eletricidade A fonte Energia Hidráulica respondeu por 13,9% da demanda de energia de Minas Gerais em A Figura mostra o fluxo da energia elétrica desde a geração, tanto de origem hidráulica quanto térmica, até o consumo final. As usinas hidrelétricas foram responsáveis por 96,9% da energia elétrica gerada. O restante foi gerado em usinas térmicas e na usina eólica do Morro do Camelinho. Os principais combustíveis usados nas termelétricas foram o óleo combustível, os gases siderúrgicos, o bagaço de cana, e o licor negro, resíduo da indústria de celulose. Operando segundo as regras do sistema interligado, Minas Gerais importa e exporta energia elétrica para outros estados, verificando-se, em 2003, uma importação líquida de 47, correspondente a 1,2% da geração estadual. Excluída a exportação, foram distribuídos mil tep de energia elétrica, e perdidos no sistema elétrico 8,8% desse total. Foram entregues aos consumidores, efetivamente, um total de 3.616, dos quais 63,7% foram consumidos pelo setor Industrial e 16,6% pelo setor Residencial. Figura Minas Gerais - Fluxo energético da fonte energia hidráulica e eletricidade Combustíveis Produção de energia hidráulica Usinas Eletricidade gerada Importação Distribuição: Industrial (*) Exportação Perdas nas usinas Outros: 168 térmicas: 950 Público: 234 Comercial: 310 Perdas: 509 Residencial: 599 (*) Inclui os consumos dos centros de transformação 27

34 Lenha e Derivados O fluxo da fonte Lenha e Derivados em Minas Gerais, desde a sua produção e transformação em carvão vegetal até o consumo final, está mostrado na Figura Essa fonte energética supriu 32,9% da demanda total do Estado em Dos 7,97 milhões de tep de lenha produzidos, as carvoarias absorveram 60,7%, tendo o Estado importado mais outros de carvão vegetal de outros estados. Dos de carvão vegetal destinados ao setor Industrial, 66,8% foram consumidos pelo ramo Ferro Gusa Não Integrado. Figura Minas Gerais - Fluxo energético da fonte lenha e derivados Variação de estoques: 1 Produção de lenha Carvoarias: Carvão vegetal Importação Variação de estoques: 2 Distribuição: Distribuição: Residencial Perdas Industrial Outros (*): 77 Perdas na distrib. e armazenagem: 100 Industrial: 885 Outros setores e ajustes: 16 (*) Setores comercial e agropecuário, destilarias e centrais elétricas autoprodutoras 28

35 Petróleo, Gás Natural e Derivados A Figura retrata o fluxo da fonte Petróleo, Gás Natural e Derivados em Minas Gerais em 2003, fonte responsável por 30,7% da demanda total de energia do Estado. Toda a demanda de petróleo bruto é atendida por importações, trazendo-se o óleo cru até a Refinaria Gabriel Passos - REGAP, em Betim. A refinaria produziu de derivados, dos quais 700 foram exportados. O Estado importou Da quantidade disponível de derivados de petróleo e gás natural, 51,1% foram consumidos no setor Transportes, notadamente na modalidade rodoviária. Figura Minas Gerais - Fluxo energético da fonte petróleo, gás natural e derivados Importação de petróleo Produção de derivados pela refinaria: Derivados de petróleo entregues pela refinaria Importação de derivados de petróleo: Importação de gás natural 417 Ajustes: 31 Distribuição de gás natural e derivados de petróleo: Industrial (*) Exportação 700 Transportes Autoconsumo: 187 Comercial e público: 32 Variação de estoques e Consumo não energético: 271 ajustes na transformação: 514 Agropecuário: 455 Residencial: 707 (*) Inclui os consumos dos centros de transformação 29

36 Carvão Mineral e Derivados Minas Gerais não possui reservas de carvão mineral, importando de outros estados e de outros países todo o carvão energético e carvão metalúrgico que utiliza em suas unidades industriais. A Figura retrata o fluxo dessa fonte energética, que respondeu por 14,4% da demanda estadual de energia em O ramo Ferro Gusa e Aço Integrado respondeu por 98,8% do consumo de carvão energético. O carvão metalúrgico foi consumido, em sua maior parte, na forma de coque, tendo como maior consumidor o ramo Ferro Gusa e Aço Integrado. Figura Minas Gerais - Fluxo energético da fonte carvão mineral e derivados Importação de carvão mineral Coquerias: Importação 981 Coque Alcatrão e gás: 614 Distribuição de coque: Distribuição de carvão: 599 Industrial Industrial 507 (*) Industrial 599 Centrais elétricas: 265 Não-energéticos de Autoconsumo coquerias: 151 coqueria e ajustes na Variação de estoques: 114 transformação: 109 (*) Inclui autoconsumo de gás na coqueria Consumo não-energético: 49 Centrais elétricas: 57 30

37 Derivados da Cana-de-Açúcar A Figura mostra o fluxo energético dos derivados da cana-de-açúcar, fonte responsável por 6,2% da demanda de energia de Minas Gerais em Foram produzidos de bagaço de cana, consumidos, principalmente, na produção de vapor de processo e de vapor para geração de eletricidade nas destilarias de álcool e usinas de açúcar. A partir do caldo de cana e do melaço, foram produzidos 427 de álcool etílico, sendo necessária a importação de 126 mil tep para completar o suprimento do mercado consumidor. Figura Minas Gerais - Fluxo energético da fonte derivados da cana-de-açúcar Produção de bagaço de cana 1090 Produção de caldo de cana e melaço: 566 Destilarias: 809 Álcool etílico e não-energético: 462 Importação de álcool: 126 Distribuição: 588 Industrial 460 Perdas 347 Transportes 488 Centrais elétricas: 387 Perdas: 10 Consumo não-energético: 84 Variação de estoques: 6 31

38 Outras Fontes Primárias O fluxo energético de resíduos industriais e agrícolas em Minas Gerais está mostrado na Figura Foram produzidos 556 em 2003, dos quais 73,0% corresponderam ao aproveitamento do licor negro no ramo Papel e Celulose, energético usado na produção de vapor para o processo industrial e para a autoprodução de eletricidade. Em termos da demanda estadual de energia, essa fonte respondeu por apenas 1,9%. Figura Minas Gerais - Fluxo energético de outras fontes primárias Produção de outras fontes primárias 556 Distribuição: 556 Industrial 308 Centrais elétricas autoprodutoras: 196 Residencial 52 32

39 Capítulo 3 Oferta e Consumo de Energia / Evolução da Oferta e do Consumo de Energia

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41 CAPÍTULO 3 OFERTA E CONSUMO DE ENERGIA 3.1 Evolução da oferta e do consumo de energia Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Petróleo Setor Oferta total Importação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Petróleo Centros de transformação Anos 35

42 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Gás natural Setor Oferta total Importação Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo C. elétricas de serv. público Consumo final Consumo final energético Transportes - total Rodoviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Outros da siderurgia Não ferr./out. metalurgia Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros

43 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Carvão energético Setor Oferta total Importação Exportação Variação de estoques Ajustes Consumo total Consumo final Consumo final energético Industrial - total Cimento Ferro gusa e aço integrado Ferroligas Mineração e pelotização Química Cerâmica Outros Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Carvão energético Setor industrial Anos 37

44 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Carvão metalúrgico Setor Oferta total Importação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação Coquerias Consumo final Consumo final energético Industrial - total Ferro gusa e aço integrado Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Carvão metalúrgico 2800 Setor industrial Centros de transformação Anos Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Urânio (U 3 O 8 ) Setor Oferta total Produção Exportação Consumo total

45 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Energia primária não-renovável Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Ajustes Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais Elét. Serv. Público Consumo final Consumo final energético Transportes - total Rodoviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não ferr./out. metalurgia Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Energia primária não-renovável Setor industrial Centros de transformação Anos 39

46 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Energia hidráulica Setor Oferta total Produção Consumo total Centros de transformação C. elétricas serv. público C. elétricas autoprodutoras Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Energia hidráulica Centros de transformação Anos 40

47 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Lenha Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação C. elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Consumo final Consumo final energético Residencial Comercial Agropecuário Transportes - total Hidroviário Industrial - total Cal Ferroligas Mineração e pelotização Não ferr./out. metalurgia Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Lenha Demais setores consumidores de lenha Setor residencial Centros de transformação Anos 41

48 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Caldo de cana e melaço Setor Oferta total Produção Consumo total Centros de transformação Destilarias Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Caldo de cana e melaço Centros de transformação Anos 42

49 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Bagaço de cana Setor Oferta total Produção Consumo total Centros de transformação C. elétricas autoprodutoras Destilarias Consumo final Consumo final energético Industrial - total Alimentos e bebidas Papel e celulose Cerâmica Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Bagaço de cana Setor industrial Centros de transformação Anos 43

50 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Outras fontes primárias (*) Setor Oferta total Produção Variação de estoques Consumo total Centros de transformação C. elétricas autoprodutoras Destilarias Consumo final Consumo final energético Residencial Industrial - total Cimento Cal Mineração e pelotização Alimentos e bebidas Papel e celulose Cerâmica Outros (*) Compreende resíduos industriais e agrícolas. 600 Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Outras fontes primárias (*) Centros de transformação 300 Setor residencial 200 Setor industrial Anos 44

51 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Energia primária renovável Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação C. elétricas serv. público C. elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Consumo final Consumo final energético Residencial Comercial Agropecuário Transportes - total Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferroligas Mineração e pelotização Não ferr./out. metalurgia Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Energia primária renovável Demais setores Setor residencial Centros de transformação Anos 45

52 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Óleo Diesel Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo C. elétricas serv. público C. elétricas autoprodutoras Consumo final Consumo final energético Comercial Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Hidroviário Industrial - total Cimento Ferro gusa e aço integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não ferr./out. metalurgia Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Óleo Diesel Demais setores consumidores de Diesel Setor agropecuário 2400 Produção (*) 1600 Setor transportes Anos (*) Energético produzido na Refinaria do Estado 46

53 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Óleo combustível Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo C. elétricas serv. público C. elétricas autoprodutoras Consumo final Consumo final energético Comercial Público Agropecuário Transportes - total Ferroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não ferr./out. metalurgia Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Óleo combustível 1500 Demais consumidores Produção Setor industrial Anos Centros de transformação 47

54 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Gasolina Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Consumo final Consumo final energético Transportes - total Rodoviário Aéreo Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Gasolina Produção Setor transportes Anos 48

55 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Gás liquefeito de petróleo Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Ajustes Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo Consumo final Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Industrial - total Ferro gusa e aço integrado Ferroligas Outros da siderurgia Não ferr./out. metalurgia Química Alimentos e bebidas Têxtil Cerâmica Outros Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Gás liquefeito de petróleo Demais setores consumidores de GLP Setor industrial Produção 300 Setor residencial Anos 49

56 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Querosene (*) Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Perdas dist. armazenagem Ajustes Consumo total Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Agropecuário Transportes - total Aéreo Industrial - total Cimento Ferro gusa e aço integrado Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não ferr./out. metalurgia Química Alimentos e bebidas Têxtil Outros (*) Compreende querosene iluminante e de aviação 350 Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Querosene 280 Produção Demais consumidores de Querosene Setor transportes 0 Setor industrial Anos 50

57 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Gás de coqueria Setor Oferta total Produção Não-aproveitada Consumo total Centros de transformação Coquerias C. elétricas autoprodutoras Consumo final Consumo final energético Industrial - total Cal Ferro gusa e aço integrado Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo final Gás de coqueria 600 Produção 450 Setor industrial Centros de transformação Anos 51

58 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Coque de carvão mineral Setor Oferta total Produção Importação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação Coquerias C. elétricas autoprodutoras Consumo final Consumo final energético Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Química Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Coque de carvão mineral Centros de transformação 2000 Produção Setor industrial Anos 52

59 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Eletricidade Setor Oferta total Produção Importação Exportação Perdas dist. armazenagem Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo Coquerias C. elétricas serv. público C. elétricas autoprodutoras Destilarias Consumo final Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Ferroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não-integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não ferr./out. metalurgia Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Eletricidade Produção Demais consumidores de eletricidade Setor residencial 1000 Setor industrial Anos 53

60 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Carvão vegetal (*) Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Não aproveitada Perdas dist. armazenagem Ajustes Consumo total Centros de transformação Centrais elét. autoprodutoras Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não-integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não ferr./out. metalurgia Química Alimentos e bebidas Papel e celulose Cerâmica Outros (*) Compreende carvão vegetal granulado e finos de carvão vegetal 5000 Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Carvão vegetal Demais setores Ferroligas Ferro gusa e aço integrado Produção 1000 Ferro gusa não-integrado Anos ### ### ### ### ### ### ### ### ### ### ### ### ### ### ### ### ### ### ### ### 54

61 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Álcool etílico (*) Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Perdas dist. armazenagem Consumo total Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Transportes - total Rodoviário (*) Compreende álcool anidro e hidratado 750 Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Álcool etílico (*) 600 Consumo não-energético 450 Produção Setor transportes Anos 55

62 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Outras fontes secundárias (*) Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Não aproveitada Ajustes Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Mineração e pelotização Não ferr./out. metalurgia Química Alimentos e bebidas Cerâmica Outros (*) Compreende coque de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria e alcatrão proveniente de coquerias e carvoarias 1400 Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Outras fontes secundárias (*) 1120 Produção Setor industrial Anos Consumo não-energético Centros de transformação 56

63 Tabela Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Produtos não-energéticos Setor Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Consumo final Consumo final não-energético Figura Minas Gerais - Evolução da oferta e do consumo de energia Produtos não-energéticos Produção 360 Consumo não-energético Anos Fonte: CEMIG - 17º BEE 57

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65 3.2 Evolução do Consumo Final por Setor

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67 3.2 Evolução do consumo final por setor Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor residencial Fonte de energia Lenha Outras fontes primárias (a) Gás liquefeito de petróleo Querosene Eletricidade Carvão vegetal Total (a) lixívia ou licor negro e resíduos de biomassa industrial e agrícola 4000 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor residencial 3200 Demais combustíveis Eletricidade 2400 Gás liquefeito de petróleo 1600 Lenha Anos 61

68 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor comercial Fonte de energia Lenha Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Eletricidade Carvão vegetal Total Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor público Fonte de energia Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Eletricidade Total Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor comercial 320 Demais combustíveis Óleo combustível Eletricidade Anos 62

69 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor agropecuário Fonte de energia Lenha Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Eletricidade Querosene Total Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor agropecuário Eletricidade e demais combustíveis Lenha Óleo Diesel Anos 63

70 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor transportes - total Fonte de energia Lenha Gás natural Óleo Diesel Óleo combustível Gasolina Gás liquefeito de petróleo Querosene Eletricidade Álcool etílico Total Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor transportes - total Eletricidade e outros combustíveis Álcool etílico Gasolina Óleo Diesel Anos 64

71 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor transportes - rodoviário Fonte de energia Gás natural Óleo Diesel Gasolina Gás liquefeito de petróleo Álcool etílico Total Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor transportes - rodoviário 5000 Álcool etílico e outros combustíveis 4000 Gasolina Óleo Diesel Anos 65

72 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor transportes - ferroviário Fonte de energia Óleo Diesel Óleo combustível Eletricidade Total Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor transportes - aéreo Fonte de energia Gasolina Querosene Total Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor transportes - hidroviário Fonte de energia Lenha Óleo Diesel Total Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor transportes - ferroviário Eletricidade e outros energéticos Óleo Diesel Anos 66

73 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - total Fonte de energia Gás natural Carvão energético Carvão metalúrgico Lenha Bagaço de cana Outras fontes primárias (a) Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Querosene Gás de coqueria Coque de carvão mineral Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (b) Total (a) lixívia ou licor negro e resíduos de biomassa industrial e agrícola (b) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - total Outros combustíveis Coque de carvão mineral Óleo combustível Eletricidade 2000 Carvão vegetal Anos 67

74 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - cimento Fonte de energia Gás natural Carvão energético Outras fontes primárias (a) Óleo Diesel Óleo combustível Querosene Coque de carvão mineral Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (b) Total (a) lixívia ou licor negro e resíduos de biomassa industrial e agrícola (b) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira 900 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - cimento Eletricidade e outros energéticos Carvão vegetal Anos Carvão energético Óleo combustível 68

75 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - cal Fonte de energia Gás natural Lenha Outras fontes primárias (a) Óleo combustível Gás de coqueria Coque de carvão mineral Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (b) Total (a) lixívia ou licor negro e resíduos de biomassa industrial e agrícola (b) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira 450 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - cal 360 Eletricidade e outros combustíveis Gás de coqueria Lenha 90 Óleo combustível Anos 69

76 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - ferro gusa e aço integrado Fonte de energia Gás natural Carvão energético Carvão metalúrgico Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Querosene Gás de coqueria Coque de carvão mineral Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (a) Total (a) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira 4800 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - ferro gusa e aço integrado 4000 Demais combustíveis 3200 Eletricidade Coque de carvão mineral 800 Carvão vegetal Anos 70

77 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - ferro gusa não-integrado Fonte de energia Coque de carvão mineral Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (a) Total (a) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira 3000 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - ferro gusa não-integrado 2500 Eletricidade e outros combustíveis Carvão vegetal Anos 71

78 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - ferroligas Fonte de energia Carvão energético Lenha Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Coque de carvão mineral Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (a) Total (a) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira 1200 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - ferroligas 1000 Demais combustíveis Carvão vegetal Eletricidade Anos 72

79 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - outros da siderurgia (a) Fonte de energia Gás natural Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Querosene Coque de carvão mineral Eletricidade Carvão vegetal Total (a) O consumo de combustíveis nas forjas e fundições foi pesquisado pela primeira vez para o ano de 1984, não tendo sido possível extrapolar o consumo para o restante da série. 45 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - outros da siderurgia Demais combustíveis 18 Coque de carvão mineral Óleo combustível 9 Eletricidade Anos 73

80 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - mineração e pelotização Fonte de energia Carvão energético Lenha Outras fontes primárias (a) Óleo Diesel Óleo combustível Querosene Coque de carvão mineral Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (b) Total (a) lixívia ou licor negro e resíduos de biomassa industrial e agrícola (b) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira 600 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - mineração e pelotização Demais combustíveis 300 Óleo combustível Eletricidade Anos 74

81 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - não-ferrosos e outros da metalurgia Fonte de energia Gás natural Lenha Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Querosene Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (a) Total (a) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira 700 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - não-ferrosos e outros da metalurgia Demais combustíveis 300 Óleo combustível 200 Eletricidade Anos 75

82 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - química Fonte de energia Carvão energético Lenha Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Querosene Coque de carvão mineral Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (a) Total (a) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira 450 Figuira Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - química 360 Demais combustíveis 270 Carvão vegetal Eletricidade Anos 76

83 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - alimentos e bebidas Fonte de energia Gás natural Lenha Bagaço de cana Outras fontes primárias (a) Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Querosene Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (b) Total (a) lixívia ou licor negro e resíduos de biomassa industrial e agrícola (b) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - alimentos e bebidas Eletricidade e outros combustíveis 600 Lenha Óleo combustível Bagaço de cana Anos 77

84 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - têxtil Fonte de energia Gás natural Lenha Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Querosene Eletricidade Total Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - têxtil Demais combustíveis Lenha 150 Óleo combustível Eletricidade Anos 78

85 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - papel e celulose Fonte de energia Gás natural Lenha Bagaço de cana Outras fontes primárias (a) Óleo Diesel Óleo combustível Eletricidade Carvão vegetal Total (a) lixívia ou licor negro e resíduos de biomassa industrial e agrícola 500 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - papel e celulose 400 Eletricidade e outros combustíveis 300 Lenha Óleo combustível Outras fontes primárias (a) Anos 79

86 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - cerâmica Fonte de energia Gás natural Carvão energético Lenha Bagaço de cana Outras fontes primárias (a) Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (b) Total (a) lixívia ou licor negro e resíduos de biomassa industrial e agrícola (b) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira 500 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - cerâmica 400 Eletricidade e outros combustíveis Lenha Anos Óleo combustível 80

87 Tabela Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - outros Fonte de energia Gás natural Carvão energético Lenha Outras fontes primárias (a) Óleo Diesel Óleo combustível Gás liquefeito de petróleo Querosene Eletricidade Carvão vegetal Outras fontes secundárias (b) Total (a) lixívia ou licor negro e resíduos de biomassa industrial e agrícola (b) coque verde de petróleo, nafta petroquímica, gás de refinaria, alcatrão de coqueria e alcatrão de madeira 300 Figura Minas Gerais - Evolução do consumo final por setor Setor industrial - outros Demais combustíveis 240 Óleo combustível Eletricidade Anos 81

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89 Capítulo 4 Balanço dos Centros de Transformação

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91 CAPÍTULO 4 BALANÇO DOS CENTROS DE TRANSFORMAÇÃO Tabela 4.1 Minas Gerais - Balanço dos centros de transformação Refinarias de petróleo Setor Entradas Autoconsumo Petróleo Eletricidade Gás natural Saídas Óleo Diesel Óleo combustível Gasolina automotiva Gás liquefeito de petróleo Querosene iluminante Querosene de aviação Coque de petróleo Gás de refinaria Nafta petroquímica Produtos não-energéticos Perdas na transformação Rendimento % (*) 94,2 93,8 95,0 92,7 94,2 92,2 91,7 93,2 92,9 93,2 92,7 94,1 94,0 94,4 93,6 92,4 92,6 89,5 90,3 90,4 (*) Rendimento = (Saídas totais - Autoconsumo) / (Entradas totais - Autoconsumo) Autoconsumo, eletricidade e gás natural 4500 Entradas 3000 Petróleo Anos Perdas Não-energéticos Saídas Outros derivados Gasolina Óleo combustível Anos Óleo Diesel 85

92 Tabela 4.2 Minas Gerais - Balanço dos centros de transformação Coquerias Setor Entradas Autoconsumo Carvão met. nacional Carvão met. importado Eletricidade Coque de petróleo Saídas Gás de coqueria Coque de carvão mineral Alcatrão de coqueria Produtos não-energéticos Perdas na transformação Rendimento % (*) 96,9 97,2 97,6 97,4 97,2 97,2 97,0 96,8 96,4 96,8 96,8 96,7 97,0 96,0 97,0 97,4 97,4 97,3 97,0 96,6 (*) Rendimento = (Saídas totais - Autoconsumo) / (Entradas totais - Autoconsumo) Autoconsumo, eletricidade e coque de petróleo Entradas Carvão metalúrgico nacional Carvão metalúrgico importado Anos Saídas Perdas Não-energéticos e alcatrão Gás de coqueria Coque de carvão mineral Anos 86

93 Tabela 4.3 Minas Gerais - Balanço dos centros de transformação Centrais elétricas de serviço público Setor Entradas Autoconsumo Gás natural Energia hidráulica Óleo Diesel Óleo combustível Saídas Eletricidade Tabela 4.4 Minas Gerais - Balanço dos centros de transformação Centrais elétricas autoprodutoras Setor Entradas Autoconsumo Energia hidráulica Lenha Bagaço de cana Outras fontes primárias (a) Óleo Diesel Óleo combustível Gás de coqueria Coque de carvão mineral Carvão vegetal granulado Saídas Eletricidade (a) lixívia ou licor negro e resíduos de biomassa industrial e agrícola 87

94 Tabela 4.5 Minas Gerais - Balanço dos centros de transformação Carvoarias Setor Entradas Lenha Saídas Carvão vegetal granulado Finos de carvão vegetal Alcatrão de madeira Perdas na transformação Rendimento % (*) 49,3 49,4 49,4 49,5 49,3 49,6 49,4 49,3 49,4 49,4 49,6 49,5 49,3 49,2 49,3 49,2 49,3 49,2 49,3 49,5 (*) Rendimento = Saídas / Entradas Entradas Lenha Anos Saídas Anos Perdas Alcatrão e finos de carvão Carvão vegetal 88

95 Tabela 4.6 Minas Gerais - Balanço dos centros de transformação Destilarias Setor Entradas Lenha Caldo de cana e melaço Bagaço de cana Outras fontes primárias (a) Eletricidade Saídas Álcool etílico anidro Álcool etílico hidratado Produtos não-energéticos Perdas na transformação Rendimento % (*) 45,2 44,3 40,2 42,5 45,0 43,7 44,0 45,8 46,1 49,8 50,4 50,6 46,0 48,0 46,0 48,6 45,8 49,9 53,7 56,1 (a) lixívia ou licor negro e resíduos de biomassa industrial e agrícola (*) Rendimento = Saídas / Entradas Fonte: CEMIG - 17º BEE Eletricidade e outros Bagaço de cana 450 Entradas Caldo de cana e melaço Anos Saídas Perdas Não-energéticos Álcool anidro 150 Álcool hidratado Anos 89

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97 Capítulo 5 Balanço dos Gases Siderúrgicos

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99 CAPÍTULO 5 BALANÇO DOS GASES SIDERÚRGICOS O volume total de gases gerados nos altos-fornos e fornos elétricos de redução instalados em Minas Gerais alcançou, em 2003, um total correspondente a Esse valor correspondeu a 8,9% da demanda total de energia do Estado, quantidade superior ao consumo de coque de carvão mineral na siderurgia integrada, e superior aos consumos de gasolina, querosene e de álcool etílico somados. Para o atendimento das necessidades energéticas do setor siderúrgico, consumiram-se mil tep, ou seja, 65,6% do total dos gases gerados em Os restantes 881 corresponderam à parcela não-aproveitada, mas que estava disponível e poderia ser utilizada em substituição a outros combustíveis. Apesar da sua importância, os gases siderúrgicos não são identificados na matriz do Balanço Energético Consolidado, uma vez que são gerados em processos industriais e não nos centros de transformação de energia considerados. A Tabela 5.1 mostra o balanço do gás de alto-forno na siderurgia integrada a carvão vegetal, no período O índice de aproveitamento desse gás variou de 63,7%, em 1985, a 82,6%, em 1995, atingindo 72,8% em Em quase todo o período analisado, a siderurgia não-integrada a carvão vegetal foi a maior responsável pela geração de energia na forma de gases siderúrgicos. A Tabela 5.2 mostra que, do total de gás de alto-forno a carvão vegetal da siderurgia não-integrada consumido em 2003, 87,8% foram autoconsumidos nos próprios altos-fornos, para aquecimento do ar a ser injetado nos mesmos. A Tabela 5.3 mostra que o gás de forno elétrico de redução teve sua produção aumentada, em termos de energia, à taxa de 5,6% ao ano durante os anos considerados. Entretanto, o índice de aproveitamento caiu de 30,7%, em 1978, para 1,7%, em A siderurgia integrada a coque, constituída pela USIMINAS e AÇOMINAS, detém um alto índice de aproveitamento do gás de alto-forno a coque. De acordo com a Tabela 5.4, em 2003, 89,7% do gás produzido foram consumidos. A partir de 1987, uma parcela significativa do total aproveitado desse gás foi utilizada na geração de energia elétrica. O fluxo global dos gases siderúrgicos em Minas Gerais em 2003 pode ser visto na Figura

100 Tabela 5.1 Minas Gerais - Balanço dos gases siderúrgicos Gás de alto-forno a carvão vegetal - Siderurgia integrada Setor Oferta Produção Não-aproveitada Consumo Centrais elét. autoprodutoras Siderurgia Altos-fornos Outros usos siderurgia (*) (*) fundição e forjaria Figura 5.1 Minas Gerais - Balanço dos gases siderúrgicos Gás de alto-forno a carvão vegetal - Siderurgia integrada Não-aproveitada 120 Centrais elétricas autoprodutoras e outros usos Anos Altos-fornos 94

101 Tabela 5.2 Minas Gerais - Balanço dos gases siderúrgicos Gás de alto-forno a carvão vegetal - Siderurgia não-integrada Setor Oferta Produção Não-aproveitada Consumo Siderurgia Altos-fornos Outros usos siderurgia (*) (*) fundição e forjaria Figura 5.2 Minas Gerais - Balanço dos gases siderúrgicos Gás de alto-forno a carvão vegetal - Siderurgia não-integrada Não-aproveitada Outros usos Altos-fornos Anos 95

102 Tabela 5.3 Minas Gerais - Balanço dos gases siderúrgicos Gás de forno elétrico de redução Setor Oferta Produção Não-aproveitada Consumo Siderurgia Figura 5.3 Minas Gerais - Balanço dos gases siderúrgicos Gás de forno elétrico de redução Não-aproveitada 60 0 Siderurgia Anos 96

103 Tabela 5.4 Minas Gerais - Balanço dos gases siderúrgicos Gás de alto-forno a coque Setor Oferta Produção Não-aproveitada Consumo Coqueria Centrais elét. autoprodutoras Siderurgia Altos-fornos Outros usos siderurgia (*) (*) fundição e forjaria Figura 5.4 Minas Gerais - Balanço dos gases siderúrgicos Gás de alto-forno a coque 1000 Não-aproveitada Centrais elétricas autoprodutoras e outros usos 400 Coquerias 200 Altos-fornos Anos 97

104 Figura 5.5 Minas Gerais - Fluxo dos gases siderúrgicos Fornos elétricos de redução 290 Altos-fornos a carvão vegetal 1292 Altos-fornos a coque 976 G a s e s n ã o a p r o v e i t a d o s Outros usos siderúrgicos Centrais elétricas Coquerias

105 Capítulo 6 Dados e Informações Utilizadas

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107 CAPÍTULO 6 DADOS E INFORMAÇÕES UTILIZADAS 6.1 Lenha e Derivados Lenha a) Setor Residencial O número de domicílios que possuem só fogão a gás, só fogão a lenha e ambos foi estimado, para todos os anos da série, com base nos Censos do IBGE e no consumo de GLP. O consumo específico de cada energético para os domicílios, por região do Estado de Minas Gerais, foi estimado por pesquisa de campo realizada em A partir desses dados, foi estimado o consumo residencial de lenha. b) Setor Industrial O consumo industrial de lenha foi levantado através de consulta às empresas. Todos os grandes consumidores foram pesquisados, enquanto os pequenos, como olarias e panificadoras, tiveram seus consumos estimados a partir de pesquisas anteriores e índices econômicos setoriais. c) Setor Comercial Os consumos da série histórica foram obtidos aplicando-se, sobre os dados levantados em pesquisas feitas no 2º e no 5º BEE, índices econômicos de evolução setorial. Hotéis, restaurantes, hospitais e lavanderias foram entrevistados nessas pesquisas. d) Setor Agropecuário O consumo de lenha na atividade agropecuária foi determinado a partir de índices de consumo para a secagem de grãos, baseados no Censo Agropecuário de 1980 do IBGE. Neste Balanço Energético, o consumo de lenha para fins domésticos na zona rural é contabilizado no setor Residencial. e) Características Físicas e Poder Calorífico Os dados de consumo de lenha são usualmente fornecidos em metros cúbicos empilhados ou estéreos, sendo necessário adotar-se um coeficiente de transformação de estéreo para tonelada. Esse valor varia com a densidade da madeira, sua umidade, forma, dimensões e a perícia com que é empilhada. Os valores abaixo de relação peso/volume de lenha foram adotados no 5º BEE e são utilizados desde então: 330 kg/estéreo para lenha de origem nativa; 500 kg/estéreo para lenha de reflorestamento. Adotou-se o valor de 3100 kcal/kg como poder calorífico inferior da lenha, tanto a de origem nativa quanto a de reflorestamento. Esse valor provém de ensaios realizados pelo CETEC - Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais. 101

108 6.1.2 Carvão Vegetal Granulado e Finos de Carvão Vegetal a) Setores Residencial, Comercial e Industrial Os consumos desses setores foram determinados pelos mesmos métodos adotados para a lenha, descritos no item b) Produção, Importação, Exportação e Perdas Os dados foram calculados a partir de informações fornecidas pelas siderúrgicas, pelo IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, pelo IEF - Instituto Estadual de Florestas, e pelo SINDIFER - Sindicato da Indústria do Ferro no Estado de Minas Gerais. O material perdido nos pátios das carvoarias e no transporte é estimado em 4% do volume do carvão produzido. c) Finos de Carvão Vegetal Os choques sofridos pelo carvão durante o seu manuseio originam uma fração fina (moinha), que passa a ocupar os interstícios dos grãos remanescentes. Como esses finos não são apropriados ao carregamento dos fornos de redução de minérios, pois prejudicam o fluxo dos gases, eles são separados do carvão bruto nas usinas siderúrgicas, na operação de peneiramento. Com o advento da tecnologia de injeção de finos pelas ventaneiras dos altos-fornos, algumas empresas passaram a aproveitar parte dos finos gerados. Para evidenciar a parcela de finos que não é aproveitada, os dados relativos ao carvão vegetal granulado e aos finos de carvão são mostrados em tabelas separadas. d) Características Físicas Com base nas informações dos produtores, foram adotados, desde o 5º BEE, os seguintes índices para a produção de carvão: 3,1 estéreos de lenha/m 3 de carvão de origem nativa; 1,9 estéreos de lenha/m 3 de carvão de reflorestamento. A comercialização do carvão é feita, usualmente, em base volumétrica, o que traz sérios problemas de contabilização, devido à cominuição e acamação do produto desde a saída das carvoarias até a sua utilização final. Neste Balanço, o carvão vegetal foi contabilizado em peso, considerando-se as relações: 250 kg/m 3 para o carvão bruto de origem nativa; 230 kg/m 3 para o carvão bruto de reflorestamento; 340 kg/m 3 para os finos de carvão. Adotou-se o valor de 6460 kcal/kg como poder calorífico inferior do carvão vegetal, tanto o de origem nativa quanto o de reflorestamento. A contabilização do carvão granulado e dos finos, em termos de energia, considera as informações dos consumidores relativas à origem do carvão. Assim, o poder calorífico médio varia de ano para ano, em função da proporção entre o carvão de origem nativa e o de reflorestamento, resultando nos fatores de conversão para tep apresentados no Anexo B. 102

109 6.1.3 Gás de Alto-Forno a Carvão Vegetal e Gás de Forno Elétrico de Redução Por se tratarem de energéticos terciários, resultantes de uma segunda transformação da energia primária, a contabilização desses gases não é feita nos balanços energéticos consolidados. No entanto, seus fluxos são analisados no capítulo Alcatrão de Madeira Esse energético é recuperado dos gases condensáveis gerados no processo de produção do carvão vegetal. Foi produzido e consumido em escala industrial, em Minas Gerais, no período de 1982 a Carvão Mineral e Derivados Carvão Energético O consumo e a variação de estoques foram obtidos através de consulta às empresas consumidoras. Nos primeiros anos da série, dados de variação de estoques foram obtidos também no Entreposto da CAEEB - Cia. Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras, no município de Prudente de Morais, hoje desativado Carvão Metalúrgico Nacional e Importado, Gás de Coqueria, Gás de Alto-Forno a Coque, Alcatrão de Coqueria e Produtos Não-Energéticos de Coqueria As informações sobre esses energéticos foram obtidas diretamente da USIMINAS e AÇOMINAS, as únicas siderúrgicas a coque de Minas Gerais. O gás de alto-forno a coque é analisado, juntamente com outros gases siderúrgicos, no capítulo Coque de Carvão Mineral Os dados de consumo foram fornecidos pelas siderúrgicas a coque e por algumas empresas de outros ramos, como Ferro Gusa Não-Integrado, Ferroligas, Mineração e Pelotização, e Cal. 6.3 Urânio (U 3 O 8 ) O urânio (U 3 O 8 ) foi produzido em Minas Gerais durante alguns anos a partir de 1982, no Planalto de Poços de Caldas. Os dados de produção foram fornecidos pela UB - Urânio do Brasil S.A., devendo-se ressaltar que o teor médio de U 3 O 8 no "yellow cake" é de 85% em peso. 6.4 Petróleo, Gás Natural e Derivados Petróleo e Gás Natural Todo o petróleo processado em Minas Gerais é trazido de fora do Estado pela PETROBRAS e refinado no município de Betim. A REGAP - Refinaria Gabriel Passos fornece todas as informações sobre esse energético. A partir de 1995, a PETROBRAS passou a importar também o gás natural, que é comercializado pela GASMIG. 103

110 6.4.2 Óleo Combustível, Óleo Diesel, GLP e Querosene Iluminante A pesquisa do setor Industrial e as metodologias de cálculo de consumo de energéticos nos outros setores determinaram o consumo desses energéticos, assim como as variações de estoques nos pátios das empresas. O consumo do setor Comercial foi obtido da mesma forma que o da lenha, conforme descrito no item O consumo de óleo Diesel no transporte rodoviário foi calculado subtraindo-se, do volume total distribuído no Estado, informado pela ANP - Agência Nacional do Petróleo, as parcelas atribuídas aos outros setores Gasolina Automotiva, Gasolina de Aviação e Querosene de Aviação O consumo desses derivados, atribuído ao setor Transportes, foi informado pela ANP. Os dados da oferta - produção da refinaria, variação de estoques, importação e exportação estadual - foram fornecidos pela REGAP Nafta Petroquímica e Coque de Petróleo Conforme informado pela REGAP, toda a nafta produzida em Minas Gerais é exportada para outros estados. O coque de petróleo produzido na REGAP era, até 1994, consumido na própria refinaria. A partir de 1995, toda a produção passou a ser destinada ao setor Industrial Gás de Refinaria O gás produzido na REGAP é normalmente utilizado na própria refinaria. No período de 1992 a 1996, parte da produção foi vendida à GASMIG, que distribuiu esse gás para algumas empresas na região de Belo Horizonte. As informações foram obtidas na REGAP e na GASMIG Produtos Não-Energéticos de Refinaria Esse item é composto pelos óleos lubrificantes, asfaltos, graxas, solventes, óleo para sinal e parafinas. O consumo estadual desses produtos é fornecido pela ANP. 6.5 Energia Hidráulica e Eletricidade Energia Hidráulica Contabiliza-se no Balanço a energia gerada nas hidrelétricas situadas em Minas Gerais. Quanto às usinas localizadas nas fronteiras estaduais, são consideradas as pertencentes à CEMIG, e metade da energia das usinas pertencentes a FURNAS. As demais usinas localizadas nas fronteiras e pertencentes a empresas sediadas em outros estados são contabilizadas nos balanços energéticos estaduais correspondentes. A conversão da energia hidráulica em tep foi feita pelo fator 0,086 tep/mwh, para manter a compatibilidade com o Balanço Energético Nacional Eletricidade Cerca de 90% da energia elétrica produzida em Minas Gerais é de origem hidráulica. O restante é de origem térmica e eólica, gerada em usinas de autoprodutores e de concessionárias, como as Usinas Térmicas de Igarapé e Formoso e a Usina Eólio-Elétrica Experimental do Morro do Camelinho, pertencentes à CEMIG. O atendimento à demanda é feito pela CEMIG, por outras concessionárias de serviço público e pelas empresas autoprodutoras de energia elétrica. A conversão da eletricidade em tep foi feita pelo equivalente físico de 0,086 tep/mwh. 104

111 6.6 Derivados da Cana-de-Açúcar O critério utilizado considerou que a extração de caldo de cana foi feita fora dos limites do centro de transformação Destilarias, eliminando-se do Balanço a energia da cana incorporada pelo açúcar. Todo o bagaço queimado, tanto nas usinas de açúcar quanto nas destilarias, foi considerado como energia primária Caldo de Cana e Melaço A energia contida no caldo de cana e no melaço destinados à produção de álcool foi obtida a partir das informações do Sindicato da Indústria do Açúcar no Estado de Minas Gerais, do Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool no Estado de Minas Gerais, e de dados informados pelas próprias empresas do setor sucroalcooleiro Bagaço de Cana A consulta às usinas de açúcar e destilarias forneceu o consumo de bagaço de cana em Minas Gerais. As parcelas usadas na geração de eletricidade e nos processos de fabricação do açúcar e do álcool foram estimadas a partir das condições de temperatura e pressão do vapor utilizado em cada empresa. O poder calorífico inferior adotado para o bagaço foi o mesmo do Balanço Energético Nacional, ou 2130 kcal/kg, com 50% de umidade Álcool Etílico As informações sobre produção, estoques e consumo industrial de álcool foram obtidas do Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool no Estado de Minas Gerais e dos produtores. O consumo do álcool carburante foi determinado a partir dos dados fornecidos pela ANP. As perdas na distribuição e armazenagem foram estimadas em 4% do consumo total Produtos Não-Energéticos de Destilaria Toda a energia do caldo de cana e do melaço não transferida ao álcool foi considerada como energia do vinhoto, que foi contabilizado como produto não-energético de destilaria. 6.7 Outras Fontes Primárias O licor negro, resíduo da fabricação de celulose, é o principal energético inserido neste item. Esse resíduo é queimado em uma caldeira para a produção de vapor, o qual é utilizado, parte no processo fabril, parte na geração de eletricidade. Através das informações da CENIBRA, determinaram-se os consumos no ramo Papel e Celulose e em Centrais Elétricas Autoprodutoras. Os consumos de outros resíduos industriais e agrícolas foram determinados através das mesmas pesquisas e metodologias utilizadas para os outros energéticos. 105

112 106 Tabela Minas Gerais - Dados de lenha SETOR Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação C.elet. autoprodutoras Carvoarias Destilarias Consumo final Consumo final energético Residencial Comercial Agropecuário Transportes - total Hidroviário Industrial - total Cal Ferro gusa e aço integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração/pelotização Não ferr./out.metal Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Fontes: IBGE, IEF, CEMIG e consumidores mil t

113 Tabela Minas Gerais - Dados de carvão vegetal granulado SETOR Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Perdas dist.e armazenagem Ajustes Consumo total Centros de transformação C. elet. autoprodutoras Consumo final Consumo final energético Residencial Comercial Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa/aço integ Ferro gusa não- integ Ferroligas Outros da siderurgia Mineração/pelotização Não ferr./out. metal Química Alimentos e bebidas Papel e celulose Cerâmica Outros Fontes: ABRACAVE, IEF, IBAMA, CEMIG e consumidores mil t 107

114 108 Tabela Minas Gerais - Dados de finos de carvão vegetal SETOR Oferta total Produção Importação Variação de estoques Não aproveitada Perdas dist.e armazenagem Consumo total Consumo final Consumo final não-energ Consumo final energético Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa/aço integ Ferro gusa não-integ Ferroligas Mineração/pelotização Não ferr./out. metal Química Cerâmica Fontes: CEMIG e consumidores mil t

115 Tabela Minas Gerais - Dados de alcatrão de madeira SETOR Oferta total Produção Importação Variação de estoques Consumo total Consumo final Consumo final energético Industrial - total Ferro gusa/aço integ Fontes: CEMIG, produtores e consumidores mil t 109

116 110 Tabela Minas Gerais - Dados de carvão energético SETOR mil t Oferta total Importação Exportação Variação de estoques Ajustes Consumo total Consumo final Consumo final energético Industrial - total Cimento Ferro gusa/aço integ Ferroligas Mineração/pelotização Química Cerâmica Outros Fontes: CAEEB, SNIC, CEMIG e consumidores

117 Tabela Minas Gerais - Dados de carvão metalúrgico nacional SETOR Oferta total Importação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação Coquerias Observação: Base seca Fontes: CEMIG, USIMINAS e AÇOMINAS mil t 111

118 112 Tabela Minas Gerais - Dados de carvão metalúrgico importado SETOR Oferta total Importação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação Coquerias Consumo final energético Industrial - total Ferro gusa/aço integ Observação: Base seca Fontes: CEMIG, USIMINAS e AÇOMINAS mil t

119 Tabela Minas Gerais - Dados de gás de coqueria milhão Nm 3 SETOR Oferta total Produção Não aproveitada Consumo total Centros de transformação Coquerias C. elet. autoprodutoras Consumo final Consumo final energético Industrial - total Cal Ferro gusa/aço integ Fontes: CEMIG, USIMINAS e AÇOMINAS 113

120 114 Tabela Minas Gerais - Dados de alcatrão de coqueria SETOR Oferta total Produção Consumo total Centros de transformação Coquerias Consumo final Consumo final não-energ Consumo final energético Industrial - total Cimento Ferro gusa/aço integ Fontes: CEMIG, USIMINAS e AÇOMINAS

121 Tabela Minas Gerais - Dados de produtos não-energéticos de coqueria SETOR Oferta total Produção Consumo total Consumo final Consumo final não-energ Fonte: Valores estimados 115

122 116 Tabela Minas Gerais - Dados de coque de carvão mineral SETOR Oferta total Produção Importação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação Coquerias C. elet. autoprodutoras Consumo final Consumo final energético Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa/aço integ Ferro gusa não-integ Ferroligas Outros da siderurgia Mineração/pelotização Química Cerâmica Fontes: CEMIG e consumidores mil t

123 Tabela Minas Gerais - Dados de urânio (U ) SETOR Oferta total Produção Exportação Consumo total Fontes: CEMIG, NUCLEBRÁS e INB mil kg 117

124 118 Tabela Minas Gerais - Dados de petróleo SETOR Oferta total Importação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo Fontes: CEMIG e REGAP mil m 3

125 Tabela Minas Gerais - Dados de gás natural milhão m 3 SETOR Oferta total Importação Consumo total Centros de tranformação Refinarias de petróleo C. elétricas de serv. Público Consumo final Consumo final energético Transportes - total Rodoviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa/aço integ Outros da siderurgia Não ferrosos e outros met Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Fontes: CEMIG e GASMIG 119

126 120 Tabela Minas Gerais - Dados de óleo combustível SETOR Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo C. elet. serv. público C. elet. autoprodutoras Consumo final Consumo final energético Comercial Público Agropecuário Transportes - total Ferroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa/aço integ Ferroligas Outros da siderurgia Mineração/pelotização Não-ferr./out. metal Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Fontes: REGAP, ANP, SNIC, CEMIG, ELETROBRÁS e consumidores mil m 3

127 Tabela Minas Gerais - Dados de óleo Diesel SETOR Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo C. elet. serv. público C. elet. autoprodutoras Consumo final Consumo final energético Comercial Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Hidroviário Industrial - total Cimento Ferro gusa/aço integ Ferroligas Outros da siderurgia Mineração/pelotização Não-ferr./out. metal Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Fontes: REGAP, ANP, CEMIG, ELETROBRÁS e consumidores mil m 3 121

128 122 Tabela Minas Gerais - Dados de gás liquefeito de petróleo - GLP SETOR Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Ajustes Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo Consumo final Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Industrial - total Ferro gusa/aço integ Ferroligas Outros da siderurgia Não-ferr./out. metal Química Alimentos e bebidas Têxtil Cerâmica Outros Fontes: REGAP, ANP, CEMIG e consumidores mil m 3

129 Tabela Minas Gerais - Dados de querosene iluminante SETOR Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Ajustes Consumo total Consumo final Consumo final não-energ Consumo final energético Residencial Agropecuário Industrial - total Cimento Ferro gusa/aço integ Outros da siderurgia Mineração/pelotização Não-ferr./out. metal Química Alimentos e bebidas Têxtil Outros Fontes: REGAP, ANP, CEMIG e consumidores mil m 3 123

130 124 Tabela Minas Gerais - Dados de gasolina automotiva SETOR Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Consumo final Consumo final energético Transportes - total Rodoviário Fontes: CEMIG, REGAP e ANP mil m 3

131 Tabela Minas Gerais - Dados de gasolina de aviação SETOR Oferta total Importação Consumo total Consumo final Consumo final energético Transportes - total Aéreo Fontes: CEMIG, REGAP e ANP mil m 3 125

132 126 Tabela Minas Gerais - Dados de querosene de aviação SETOR Oferta total Produção Exportação Variação de estoques Perdas dist. armazenagem Ajustes Consumo total Consumo final Consumo final energético Transportes - total Aéreo Fontes: CEMIG, REGAP e ANP mil m 3

133 Tabela Minas Gerais - Dados de nafta petroquímica SETOR Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Fonte: CEMIG e REGAP mil m 3 127

134 128 Tabela Minas Gerais - Dados de coque de petróleo SETOR Oferta total Produção Importação Variação de estoques Ajustes Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Consumo final Consumo final energético Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa/aço integ Ferro gusa não- integ Ferroligas Mineração e pelotização Não-ferr./out. metal Qímica Fontes: CEMIG, REGAP e consumidores mil m 4

135 Tabela Minas Gerais - Dados de gás de refinaria SETOR Oferta total Produção Não aproveitada Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo Consumo final Consumo final energético Industrial - total Ferro gusa/aço integ Outros da siderurgia Alimentos e bebidas Cerâmica Outros Fonte: CEMIG, REGAP e GASMIG mil t 129

136 130 Tabela Minas Gerais - Dados de produtos não-energéticos de refinaria SETOR Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Consumo total Consumo final Consumo final não-energ Fontes: CEMIG, REGAP e ANP mil m 3

137 Tabela Minas Gerais - Dados de energia hidráulica SETOR Oferta total Produção Consumo total Centros de transformação C. elet. serv. público C. elet. autoprodutoras Fontes: CEMIG, FURNAS, ELETROBRÁS, concessionárias de serviço público e autoprodutores mil MWh 131

138 132 Tabela Minas Gerais - Dados de eletricidade SETOR Oferta total Produção Importação Exportação Perdas dist. armazenagem Consumo total Centros de transformação Refinarias de petróleo Coquerias C. elet. serv. público C. elet. autoprodutoras Destilarias Consumo final Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Ferroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa/aço integ Ferro gusa não-integ Ferroligas Outros da siderurgia Mineração/pelotização Não-ferr./out. metal Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Fontes: CEMIG, FURNAS, ELETROBRÁS, concessionárias de serviço público e autoprodutores mil MWh

139 Tabela Minas Gerais - Dados de caldo de cana SETOR Oferta total Produção Consumo total Centros de transformação Destilarias Fontes: CEMIG, SINDAÇÚCAR, SIAMIG mil t 133

140 134 Tabela Minas Gerais - Dados de melaço SETOR Oferta total Produção Consumo total Centros de transformação Destilarias Fontes: CEMIG e empresas mil t

141 Tabela Minas Gerais - Dados de bagaço de cana SETOR Oferta total Produção Consumo total Centros de transformação C. elet. autoprodutoras Destilarias Consumo final Consumo final energético Industrial - total Cal Química Alimentos e bebidas Papel e celulose Cerâmica Fontes: CEMIG e empresas mil t 135

142 136 Tabela Minas Gerais - Dados de álcool etílico hidratado SETOR Oferta total Produção Importação Exportação Variação de estoques Perdas dist. armazenagem Consumo total Consumo final Consumo final não-energ Consumo final energético Transportes - total Rodoviário Fontes: CEMIG e ANP mil m 3

143 Tabela Minas Gerais - Dados de álcool etílico anidro SETOR Oferta total Produção Importação Variação de estoques Perdas dist. armazenagem Consumo total Consumo final Consumo final não-energ Consumo final energético Transportes - total Rodoviário Fontes: CEMIG e ANP mil m 3 137

144 138 Tabela Minas Gerais - Dados de produtos não-energéticos de destilaria SETOR Oferta total Produção Consumo total Consumo final Consumo final não-energ Fontes: CEMIG

145 Tabela Minas Gerais - Dados de outras fontes primárias SETOR Oferta total Produção Variação de estoques Consumo total Centros de transformação C. elet. autoprodutoras Destilarias Consumo final Consumo final energético Residencial Industrial - total Cimento Cal Mineração/pelotização Alimentos e bebidas Papel e celulose Cerâmica Outros Fontes: CENIBRA, CEMIG, consumidores e estimativas 139

146

147 Anexo A Massas Específicas e Poderes Caloríficos Inferiores

148

149 ANEXO A Minas Gerais - Massas Específicas e Poderes Caloríficos Inferiores Energético Massa Específica kg/m 3 (1) Poder Calorífico Inferior kcal/kg Petróleo Gás Natural (3) Óleo combustível Óleo Diesel Gasolina automotiva Gasolina de aviação Querosene de aviação Querosene iluminante Gás liquefeito de petróleo Gás de refinaria Coque de petróleo Nafta petroquímica Carvão energético (2) Carvão metalúrgico nacional Carvão metalúrgico importado Coque de carvão mineral Gás de coqueria (3) Lenha Carvão vegetal granulado Finos de carvão vegetal Alcatrão de madeira Bagaço de cana (4) Caldo de cana Melaço Álcool etílico anidro Álcool etílico hidratado Fontes: Balanço Energético Nacional 2004 REGAP, USIMINAS E AÇOMINAS (1) À temperatura de 20 o C, para os derivados de petróleo (2) Valores médios observados em Minas Gerais (3) kcal/m 3 (4) Bagaço com 50% de umidade 143

150

151 Anexo B Tabela de Conversão para tep

152

153 ANEXO B MINAS GERAIS - TABELA DE CONVERSÃO PARA tep PCI do Petróleo de referência = kcal/kg ENERGÉTICO FATORES DE MULTIPLICAÇÃO PARA tep UNIDADE PETRÓLEO 0,876 0,876 0,876 0,883 0,885 0,884 0,884 0,886 0,887 0,887 0,883 0,887 0,889 0,889 0,889 0,889 0,889 0,890 0,889 0,893 0,893 0,886 0,889 0,890 0,890 0,890 m 3 GÁS NATURAL ,860 0,860 0,860 0,860 0,860 0,860 0,860 0,860 mil m 3 ÓLEO COMBUSTÍVEL 0,940 0,940 0,947 0,947 0,960 0,949 0,915 0,957 0,967 0,959 0,970 0,957 0,972 0,972 0,973 0,972 0,972 0,972 0,972 0,972 0,965 0,959 0,959 0,959 0,959 0,959 m 3 ÓLEO DIESEL 0,857 0,857 0,857 0,862 0,865 0,863 0,871 0,868 0,875 0,873 0,870 0,875 0,875 0,871 0,871 0,871 0,871 0,871 0,871 0,871 0,862 0,857 0,851 0,848 0,848 0,848 m 3 GASOLINA AUTOMOTIVA 0,761 0,774 0,769 0,769 0,770 0,787 0,786 0,793 0,792 0,787 0,794 0,789 0,787 0,787 0,787 0,787 0,787 0,787 0,787 0,787 0,781 0,777 0,773 0,770 0,770 0,770 m 3 GASOLINA DE AVIAÇÃO 0,752 0,752 0,752 0,752 0,752 0,758 0,758 0,746 0,746 0,746 0,763 0,746 0,770 0,770 0,770 0,770 0,770 0,770 0,770 0,770 0,763 0,763 0,763 0,763 0,763 0,763 m 3 QUEROSENE DE AVIAÇÃO 0,819 0,819 0,818 0,824 0,823 0,826 0,833 0,838 0,827 0,829 0,823 0,829 0,833 0,833 0,833 0,833 0,833 0,833 0,833 0,833 0,826 0,822 0,822 0,822 0,822 0,822 m 3 QUEROSENE ILUMINANTE 0,819 0,819 0,815 0,827 0,829 0,828 0,831 0,837 0,816 0,825 0,821 0,825 0,832 0,832 0,832 0,832 0,832 0,832 0,832 0,832 0,826 0,822 0,822 0,822 0,822 0,822 m 3 GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO 0,614 0,614 0,615 0,623 0,623 0,619 0,619 0,620 0,615 0,616 0,617 0,618 0,617 0,617 0,617 0,617 0,617 0,617 0,617 0,617 0,613 0,613 0,612 0,611 0,611 0,611 m 3 GÁS DE REFINARIA 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 0,963 t COQUE DE PETRÓLEO 0,839 0,839 0,839 0,839 0,839 0,839 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 0,873 m 3 NAFTA PETROQUÍMICA ,761 0,759 0,754 0,763 0,763 0,763 0,763 0,763 0,763 0,763 0,763 0,769 0,769 0,765 0,765 0,765 0,765 0,765 m 3 CARVÃO ENERGÉTICO 0,412 0,471 0,476 0,486 0,483 0,477 0,474 0,449 0,467 0,464 0,458 0,465 0,503 0,571 0,589 0,592 0,600 0,622 0,619 0,611 0,616 0,613 0,611 0,612 0,612 0,612 t CARVÃO METAL. NACIONAL 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 0,642 t CARVÃO METAL. IMPORTADO 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 0,740 t COQUE DE CARVÃO MINERAL 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 0,690 t GÁS DE COQUERIA 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 0,430 mil m 3 LENHA 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 0,310 t CARVÃO VEGETAL GRANULADO 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 0,646 t FINOS DE CARVÃO VEGETAL 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 0,511 t ALCATRÃO DE MADEIRA 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 0,460 t BAGAÇO DE CANA 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 0,213 t CALDO DE CANA 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,060 0,061 0,061 0,062 0,062 0,062 t MELAÇO 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,180 0,181 0,183 0,185 0,185 0,185 t ÁLCOOL ETÍLICO ANIDRO 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 0,534 m 3 ÁLCOOL ETÍLICO HIDRATADO 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 0,510 m 3 ENERGIA HIDRÁULICA 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 MWh ELETRICIDADE 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 0,086 MWh URÂNIO (U 3 O 8 ) 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 10,139 kg 147

154

155 Anexo C Balanços Energéticos Consolidados

156

157 A N E X O : C. 1 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1978 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

158 152 A N E X O : C. 2 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1979 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

159 A N E X O : C. 3 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1980 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

160 154 A N E X O : C. 4 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1981 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

161 A N E X O : C. 5 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1982 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

162 156 A N E X O : C. 6 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1983 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

163 A N E X O : C. 7 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1984 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

164 158 A N E X O : C. 8 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1985 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

165 A N E X O : C. 9 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1986 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

166 160 A N E X O : C. 10 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1987 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

167 A N E X O : C. 11 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1988 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

168 162 A N E X O : C. 12 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1989 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

169 A N E X O : C. 13 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1990 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

170 164 A N E X O : C. 14 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1991 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

171 A N E X O : C. 15 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1992 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

172 166 A N E X O : C. 16 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1993 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

173 A N E X O : C. 17 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1994 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

174 168 A N E X O : C. 18 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1995 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

175 A N E X O : C. 19 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1996 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

176 170 A N E X O : C. 20 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1997 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

177 A N E X O : C. 21 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1998 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

178 172 A N E X O : C. 22 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 1999 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

179 A N E X O : C. 23 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 2000 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

180 174 A N E X O : C. 24 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 2001 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

181 A N E X O : C. 25 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 2002 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

182 176 A N E X O : C. 26 Unidade: B A L A N Ç O E N E R G É T I C O C O N S O L I D A D O - E S T A D O D E M I N A S G E R A I S A N O : 2003 E N E R G I A P R I M Á R I A E N E R G I A S E C U N D Á R I A Fontes e formas de energia Gás Carvão Carvão Urânio Energia Caldo de Bagaço Outras Total de Óleo Óleo Gaso- Quero- Gás de Coque Eletri- Carvão Álcool Outras Produtos Total de Fluxos de energia Petróleo natural energé- metalúr- (U3O8) hidráu- Lenha cana e de fontes energia Diesel combus- lina GLP sene coqueria carvão cidade vegetal etílico fontes não energia Total tico gico lica melaço cana primárias primária tível mineral secund. energét. secund Produção C Importação A O Variação de estoques U N 1.1 Oferta total T S PERDAS 1.2 Exportação O U 1.3 Não aproveitada M 1. Oferta interna bruta O 2. Total de transformação Refinarias de petróleo Coquerias Centrais elétricas serviço público Centrais elétricas autoprodutoras Carvoarias Destilarias Autocons. centros transformação Perdas distrib. e armazenagem Ajustes Consumo final Consumo final não-energético Consumo final energético Residencial Comercial Público Agropecuário Transportes - total Rodoviário Ferroviário Aéreo Hidroviário Industrial - total Cimento Cal Ferro gusa e aço integrado Ferro gusa não integrado Ferroligas Outros da siderurgia Mineração e pelotização Não-ferrosos e outros da metalurg Química Alimentos e bebidas Têxtil Papel e celulose Cerâmica Outros Consumo não identificado

183 EQUIPE DE ELABORAÇÃO 19º BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS ELABORADO PELA CEMIG - COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS DIRETOR PRESIDENTE: Djalma Bastos de Morais DIRETOR VICE-PRESIDENTE: Francisco Sales Dias Horta COORDENAÇÃO: Superintendência de Tecnologia e Alternativas Energéticas José Henrique Diniz - André Martins Carvalho - EXECUÇÃO: Augusto Giordano Lavinas - Virgílio Almeida Medeiros Frederico Bruno Ribas Soares Endereço: CEMIG - Companhia Energética de Minas Gerais Superintendência de Tecnologia e Alternativas Energéticas Avenida Barbacena, º / B Belo Horizonte - MG 177

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