XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA"

Transcrição

1 XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1. GGH 1 22 a 25 Novembro de 29 Recife - PE GRUPO I GRUPO DE ESTUDO DE GERAÇÃO HIDRÁULICA - GGH DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE SUPERVISÃO DE VAZÃO EM SISTEMA DE RESFRIAMENTO A ÁGUA EM USINAS HIDRELÉTRICAS. Alcir de Faro Orlando (*) Evêmero Callegario Humberto Silvino A.Costa Carla Cito Accioly PUC-Rio PUC-Rio LIGHT LIGHT RESUMO O monitoramento da vazão de água de refrigeração de equipamentos de produção de energia elétrica em usinas hidrelétricas é importante para a manutenção da integridade dos mesmos. Quando a água do rio é suja, qualquer medidor intrusivo de vazão é impedido de funcionar em pouco tempo. Neste trabalho foi desenvolvido um protótipo para medição não intrusiva da vazão, com mais baixo custo de construção e de instalação, porém com incerteza de medição maior do que a dos convencionais. O protótipo desenvolvido identifica a existência de escoamento de fluido na tubulação, podendo relacionar vibração com vazão, desde que calibrado no local. PALAVRAS-CHAVE Vazão, Água de Refrigeração, Medidor Não Intrusivo, Identificação de Escoamento em Tubulação INTRODUÇÃO O parque Gerador da LIGHT, é composto de cinco Usinas Hidrelétricas, duas Usinas Elevatórias e cinco reservatórios, e está instalado quase que em sua totalidade ao longo do rio Paraíba do Sul. Ao longo dos anos este rio vem sofrendo um processo de assoreamento acelerado devido à desproteção das áreas de entorno, com conseqüente redução do volume útil do reservatório. A grande concentração de indústrias e cidades ao longo do rio vem causando acúmulo de metais pesados, aumento da concentração de nutrientes (N e P) na água e, conseqüentemente, aumento das densidades de algas e microorganismos (fitoplâncton e zooplâncton). Esta água, utilizada nos circuitos de resfriamento das Usinas, mesmo após passagem por filtros autolimpantes, continua com grande concentração de impurezas. Os medidores de vazão são impedidos de funcionar devido à obstrução proporcionada por estes detritos, ou mesmo devido à variação da qualidade da água. Por estas razões, encontra-se grande dificuldade para se supervisionar adequadamente a vazão nos circuitos de refrigeração. Isto acarreta, além de freqüente impedimento de operações remotas destes circuitos, a necessidade de intervenções constantes, nos equipamentos, pelo pessoal da manutenção. Atualmente, para a supervisão, são utilizadas chaves fim de curso tipo palheta, turbina e ultra-som (1). No primeiro caso há uma grande necessidade de manutenção devido ao depósito de materiais nos componentes da instrumentação. No segundo e terceiro casos, os resultados não atendem adequadamente ao processo devido a incrustações e existência de sólidos em suspensão. A turbulência provocada pelos detritos também é uma das causas que dificultam a supervisão da vazão. Além disso, outros fatores de menor importância também contribuem, tais como vibrações e comprimentos de trechos retos insuficientes para a instalação de instrumentos de medição. (*) R. Marquês S. Vicente 225, Gávea, PUC-Rio Dep. de Engenharia Mecânica CEP RJ - Brasil Tel: (+55 21) Fax: (+55 21)

2 2 Nos medidores do tipo turbina, o volume total do líquido que passa através de uma turbina é proporcional à velocidade do fluido. Verificou-se, nas Usinas da LIGHT, que o acúmulo de material orgânico existente na água causa o mau funcionamento das turbinas, alterando a rotação das mesmas, afetando o resultado do medidor ou, até mesmo, travando-o. No medidor tipo palheta, o fluido atravessa um anteparo denominado palheta, o qual está ligado a uma mola que, por sua vez, aciona um contato seco. De forma semelhante ao medidor tipo turbina, verificou-se que o acúmulo de material orgânico existente na água causa o mau funcionamento deste equipamento, causando o travamento da palheta. Além disso, a palheta sofre um desgaste pelo contato com a grande quantidade de sólidos em suspensão existentes na água. O medidor tipo ultra-som, utiliza ondas de som que atravessam um trecho da região do escoamento, para determinar a vazão dos fluidos. A grande quantidade de sólidos em suspensão existentes na água dos circuitos de resfriamento afeta o tempo de propagação do sinal entre os sensores, causando erros de medição. Esta é a razão pela qual este equipamento não funciona adequadamente nas Usinas da LIGHT. A motivação para este projeto é desenvolver um medidor de vazão não intrusivo, de baixo custo de produção, instalação e manutenção, para operar em diferentes circuitos de água de refrigeração da usina, além de desligar os geradores de energia elétrica, se necessário, para manutenção de sua integridade. O nível de incerteza não é o objetivo principal deste estudo, embora tenha sido determinado. O medidor foi projetado para operar na faixa de vazão de,7 m³/h a 7 m³/h, e faixa de pressão de 4 a 7 bar (manométrico). Finalmente, sendo não intrusivo, pode ser instalado facilmente em qualquer ponto desejado de medição, sem abertura da tubulação, diferindo-o dos outros medidores existentes FUNDAMENTOS TEÓRICOS Em um escoamento turbulento completamente desenvolvido numa tubulação, sem descontinuidades ou conexões, a vibração da sua parede está associada à flutuação da pressão do fluido em sua vizinhança. Esta flutuação, inerente ao escoamento turbulento, é estatisticamente uniforme, tanto axialmente como circunferencialmente (2), está presente ao longo de todo o comprimento da tubulação, e não pode ser removida do escoamento, representando um nível mínimo de excitação sempre presente na tubulação. A situação é mais complexa quando existem perturbações do escoamento interno, associadas aos componentes do circuito hidráulico, como uma curva, uma válvula, uma conexão, uma placa de orifício, ou outra forma de bloqueio. Elas geram ondas sonoras intensas que se propagam praticamente sem atenuação ao longo da tubulação. A flutuação associada da pressão na sua parede interna, é bastante não uniforme na proximidade da perturbação do escoamento, contribui significativamente para a vibração da parede, voltando a ser estatisticamente uniforme em posições axiais bastante afastadas. Em princípio, o ruído do escoamento e a vibração da tubulação podem ser devidos a um ou mais dos seguintes mecanismos : Flutuação da pressão na parede associada ao escoamento turbulento. Flutuação da pressão na parede resultante da presença de perturbações locais do escoamento, como as produzidas por válvulas, curvas e conexões. Campo de pressão sonora gerado pelo escoamento turbulento. Campo de pressão sonora gerado pelas perturbações. Transmissão das vibrações mecânicas originadas pelos componentes da tubulação, que foram excitados previamente pela flutuação da pressão na parede. A seqüência de eventos que ocorrem pode ser ordenada da seguinte forma : Uma flutuação grande da pressão é gerada nas vizinhanças da perturbação do escoamento, com espectro de freqüência diferente do existente no escoamento não perturbado. A flutuação da pressão é atenuada exponencialmente, tendendo a um valor assintótico a uma distância de cerca de 1 (dez) diâmetros da perturbação, maior do que o do escoamento não perturbado, persistindo por grandes distâncias a jusante. Ao mesmo tempo que a flutuação de pressão é atenuada, a distribuição de velocidade média na seção transversal retorna gradativamente ao seu perfil original de escoamento não perturbado. A diferença entre os dois níveis de flutuação de pressão nos estados perturbado e não perturbado é devida à presença do campo sonoro superposto ao escoamento e propagado ao longo da tubulação. O campo sonoro superposto consiste de ondas planas e modos acústicos de ordem elevada. As ondas planas podem, em princípio, se propagar em todas as freqüências, ao passo que os modos acústicos podem se propagar apenas em freqüências superiores aos seus valores de corte (cut-off frequencies). As freqüências de corte são associada aos comprimentos de onda iguais ou menores do que o diâmetro da tubulação.

3 3 Uma estimativa da relação entre a freqüência e a vazão para escoamento de fluidos compressíveis, como ar, é apresentada por (2) e pela norma (3). Evans et Allii (4) analisaram o sinal de um acelerômetro colocado na superfície externa de uma tubulação, com escoamento interno bifásico de água líquida e de seu vapor, para determinar a vazão mássica em aplicações geotérmicas, que têm o potencial de depósitos excessivos e corrosão em superfícies expostas. Construíram uma instalação de teste com vazões de até 2,4 m³/h, e após várias medições concluiram que a variação da vazão mássica com o desvio padrão da flutuação do sinal do acelerômetro era muito mais acentuada do que com a média do sinal. O sinal do acelerômetro foi analisado transformando os dados para domínio da freqüência e realizando uma análise de densidade espectral de potência. As componentes com freqüência de 6 Hz e suas harmônicas foram filtradas e o sinal foi transformado de volta para o domínio do tempo. Usando o método dos mínimos quadrados, uma linha reta foi ajustada aos dados, produzindo um desvio médio quadrático de,18 m³/h ou seja, 7,5 % da faixa de medição (2,4 m³/h). Finalmente, concluíram que uma análise mais sofisticada ou uma calibração no local de utilização do medidor pode ser necessária para melhor filtrar os ruídos do sinal. Evans et Allii (5) mostraram teoricamente e experimentalmente que a variação da vazão mássica com o desvio médio quadrático do sinal do acelerômetro era muito mais acentuada do que com a média do sinal. Testes realizados com tubulações de diferentes diâmetros de aço inox, alumínio e PVC, mostraram diferentes correlações entre a vazão mássica e o desvio médio quadrático do sinal do acelerômetro. Cuidados foram tomados para minimização dos ruídos de origem mecânica do sinal (vibração induzida pela bomba e acoplamentos) e a técnica da FFT (Fast Fourier Transform) foi utilizada, como anteriormente. Pittard et Allii (6) resolveram numericamente a equação de Navier Stokes e compararam os resultados obtidos pelo método da sua média temporal (usual hipótese do escoamento turbulento) e pelo método da simulação de vórtices grandes, que computa valores instantâneos de velocidade e pressão do escoamento. Obtiveram uma relação aproximadamente quadrática entre a flutuação de pressão na parede e a vazão mássica do escoamento. Através de medições feitas, obtiveram uma curva universal entre o desvio médio quadrático adimensional do sinal do acelerômetro, o material e espessura da tubulação e o número de Reynolds do escoamento, calculado com a velocidade média do mesmo. Parece, portanto que um estudo melhor deste problema deve ser feito para filtrar os ruídos indesejáveis do sinal do acelerômetro, separando a contribuição da flutuação de pressão de outros fatores, como a vibração induzida mecanicamente, e relacionando a primeira com a vazão mássica. Preliminarmente, sugere-se que uma calibração do sensor no local de utilização seja feita, ou mesmo um processamento mais sofisticado do sinal seja realizado MÉTODOS EXPERIMENTAIS A Figura 1 apresenta o esquema da instalação experimental usada para testar o medidor de vazão. Um acerelômetro de dois eixos ANALOG DEVICES, modelo ADXL23, foi colocado na superfície externa de uma tubulação, com água escoando em seu interior. A vazão é variada injetando-se ar comprimido a diferentes pressões em um vaso de pressão cheio de água, colocado em cima de uma balança, e ajustando-se a válvula a jusante para seu controle. Medindo-se o tempo de escoamento da água para seu exterior e a variação de massa medida pela balança, pode-se calcular a vazão. Um multímetro/data Acquisition AGILENT 3947A foi usado para medição dos sinais de tensão e frequência. Um osciloscópio AGILENT, modelo DS614A, com frequência máxima de 1 GHz, foi usado para visualizar o sinal e processar a análise de frequência (Fast Fourier Transform). A Figura 2 mostra a frequência de cada harmônico do sinal do acelerômetro obtido pela Transformada de Fourier (FFT) como função da vazão. Pode-se observar que somente as frequências dos harmônicos 2 e 3 variam com a vazão. Os outros harmônicos muito possivelmente são devidos a ruidos do sistema, identificados preliminarmente como (a) vibração mecânica da tubulação induzida pela bomba, (b) vibração mecânica da tubulação provocada pela oscilação da balança de medição da vazão e (c) ruidos eletromagnéticos. O harmônico de mais baixa frequência foi identificado como o da balança, que potencialmente pode ser eliminado. Para melhor entender a contribuição de cada parâmetro sobre a resposta do acelerômetro, contruiu-se um gráfico apresentado na Figura 3, da frequência de cada harmônico como função de sua amplitude, para cada valor de vazão medida. Nitidamente observa-se que a amplitude do harmônico atinge um valor extremo na faixa de 15 Hz a 25 Hz., e que varia com a vazão, qualificando o principio de operação e a faixa de maior sensibilidade do medidor de vazão a partir da medição da vibração da tubulação com um acelerômetro. Entretanto, para que a dispersão da medição da vazão seja menor, é preciso que o sinal do acelerômetro seja filtrado e portanto menos dependente de outros efeitos.

4 4 DIAGRAMA / BANCADA DE TESTES Entrada de Ar Comprimido Transdutor 1 WIKA 6 BAR 4 2 ma S/N P/N Reg. De Pressão Manômetro PT -1 / No 3 Calibrado no LPT Transdutor 3 WIKA 25 BAR 4 2 ma S/N P/N Alívio de Pressão Esgoto de Bloqueio Curva 1 ½ Trechos retos Montante e jusante > 1D Ajuste De Vazão Reservatório De Água Referência: VOLUME x MASSA Entrada De Água Strain gage ou acelerômetro Balança ALFA De Abasteciment o Data Aquisition / Switch Unit AGILENT 3947A Incerteza = +/- (% range + % leitura) - Resistence 4W Range 1, Ω +/- (,1% +,4%) - Resistence 4W Range 1, kω +/- (,1% +,1%) - Frequência Range 1 Hz 4 Hz +/-,3% da leitura - Frequência Range 4 Hz 3 khz +/-,1% da leitura Computador Pentium III 8 Ar comprimido Água Sinal analógico Sinal digital FIGURA 1 Sistema de Medição de Vazão e Instrumentação. Freqüência (Hz) Vazão (m³/h) HARMÔNICO 1 HARMÔNICO 2 HARMÔNICO 3 HARMÔNICO 4 HARMÔNICO 5 HARMÔNICO 6 FIGURA 2 Frequência de cada harmônico do sinal do acelerômetro (FFT) como função da vazão

5 5 Frequencia (Hz) Amplitude (db) 1,1 m³/h 9,5 m³/h 8,6 m³/h 8,1 m³/h 7,9 m³/h 7,3 m³/h 6,7 m³/h 6, m³/h 5,4 m³/h 4,3 m³/h 3,8 m³/h FIGURA 3 Frequência de cada harmônico do sinal do acelerômetro (FFT) como função da amplitude e vazão. Evans et Allii (5), após a filtragem do sinal, relacionaram o valor médio do sinal do acelerômetro e o seu desvio médio quadrático com a vazão mássica. Como a medição de frequência tem incerteza menor do que a de tensão do sinal de saida do acelerômetro, e tendo em vista uma maior praticidade de operação do medidor, resolveu-se neste trabalho construir um circuito eletrônico que basicamente gera um sinal com frequência medida por um multimetro, a partir do percentual de tempo medido em que a amplitude do sinal do acelerômetro é maior do que um nível mínimo, determinado durante a calibração do medidor, para melhor compensar os ruidos. Para confiabilidade estatística, a média e o desvio padrão desta frequência equivalente são calculados e relacionados com a vazão mássica de água escoando na tubulação RESULTADOS Um acelerômetro foi colocado na superfície externa de uma tubulação do sistema de medição montado na PUC- Rio. O sistema foi inicialmente testado para identificar a existência de escoamento, ligando e desligando a bomba de circulação de água. Neste modo de operação, o medidor funcionou como chave de fluxo. Depois, foi testada a influência do acoplamento entre a tubulação de teste e a bomba (acoplamento rígido e acoplamento flexivel) sobre a atenuação do sinal do acelerômetro, simulando diferentes instalações. 4.1 Verificação de existência de escoamento (chave de fluxo) Com a bomba de circulação desligada, sem vibração mecânica da tubulação e sem a vibração provocada pela flutuação da pressão do fluido em escoamento, o sinal do acelerômetro indicou uma frequência zero. Então, a bomba foi ligada, e o acelerômetro indicou uma frequência, que voltou a zero depois que a bomba foi desligada. Esta sequência é mostrada na Figura 4. Quando não existe escoamento e a bomba está ligada (obstrução do escoamento), concluiu-se que o medidor deve ser ajustado para compensar a vibração mecânica da tubulação Frequência (Hz) Tempo(s) FIGURA 4 Operação do medidor como chave de fluxo (verificação da existência de escoamento)

6 6 4.2 Operação da bomba com acoplamento rígido 12 1 Vazão (m³/h) Frequência (Hz) 4.3 Operação da bomba com acoplamento flexível FIGURA 5 - Operação da bomba com acoplamento rígido. Vazão (m³/h) Frequência(Hz) FIGURA 6 Operação da bomba com acoplamento flexível. As Figuras 5 e 6 mostram a grande influência da vibração induzida pela bomba sobre Para minimizá-la, ou calibra-se o medidor no local de utilização, o que é mais dificil pela não existência de padrões de vazão, preferencialmente medidores ultrassônicos do tipo clamp-on. Ou compensa-se a vibração de origem mecânica. 4.4 Instalação do medidor numa usina hidrelétrica FIGURA 11 Instalação do medidor de vazão na tubulação (operação como chave de fluxo)

7 7 A Figura 7 mostra a simplicidade como foi instalado o medidor numa tubulação existente após a bomba na Usina Hidrelétrica Nilo Peçanha da LIGHT. Testes estão sendo conduzidos presentemente para utilização do medidor como chave de fluxo e comparação dos resultados com os registrados no sistema supervisório da Usina CONCLUSÕES Um medidor não intrusivo, com baixo custo de produção, instalação e manutenção, está sendo desenvolvido para medir a vazão de água no interior de uma tubulação, através da medição, com um acelerômetro, da flutuação de sua parede exposta internamente à ação de um campo de pressão dependente do tempo, em escoamentos turbulentos. Para a redução da incerteza de medição de vazão, deve-se ser capaz de separar o efeito do campo de pressão do escoamento, da vibração induzida mecanicamente por uma bomba acoplada de circulação, ou compensá-lo, o que está sendo mais estudado em outro projeto. Mesmo com maior incerteza, o medidor pode ser presentemente usado para identificar a existência de escoamento, ou como medidor de vazão com calibração no local de instalação, nem sempre possível pelas dificuldades existentes para variação da vazão e uso de padrões REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (1) Accioly, C.C. Confiabilidade metrológica da supervisão de vazão em sistemas de resfriamento à água em usinas hidrelétricas - Dissertação de Mestrado, PUC-Rio, 27. (2) Norton, M.P. Fundamentals of noise and vibration analysis for engineers Cambridge University Press, (3) ANSI-ISA Control Valve Aerodynamic Noise Prediction Instrument Society of América (ISA) (4) Evans, R.P.,Keller, J.G,Stephens, A.G. & Blotter,J. Two phase mass flow measurement using noise analysis INEEL/CON Report Idaho National Engineering & Environment Laboratory, (5) Evans, R.P., Blotter, J,D. & Stephens A.G. Flow rate measurements using flow-induced pipe vibration Journal of Fluids Engineering, ASME, Vol. 126, pp , 24. (6) Pittard, M.T., Evans, R.P, Maynes, R.D. & Blotter, J.D. Experimental and numerical investigation of turbulent flow induced pipe vibration in fully developed flow Review of Scientific Instruments, Vol. 75, No. 7, pp DADOS BIOGRÁFICOS Prof. Associado Alcir de Faro Orlando, Departamento de Engenharia Mecânica, PUC-Rio Engenheiro Mecânico, ITA 1967; MSc, COPPE/UFRJ 1969; PhD, Stanford University (USA), 1974 Desde 1979 na PUC-Rio, desenvolvendo projetos e pesquisas nas áreas de Energia e Metrologia

Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo.

Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo. Medição de Vazão 1 Introdução Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo. Transporte de fluidos: gasodutos e oleodutos. Serviços

Leia mais

I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - I COBESA

I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - I COBESA AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE INSTALAÇÃO DE UMA MALHA DE MEDIÇÃO DE VAZÃO COM O ELEMENTO SENSOR PRIMÁRIO DO TIPO CALHA PARSHALL EM UM SISTEMA DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Jéssica Duarte de Oliveira Engenheira

Leia mais

Figura 5.2 Foto da Montagem Experimental.

Figura 5.2 Foto da Montagem Experimental. 53 5 Montagem Experimental Os dados sobre as características dinâmicas de uma válvula de alívio comercial foram levantados em uma bancada de ensaios especialmente construída para este fim. A montagem experimental

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1 INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1.1 - Instrumentação Importância Medições experimentais ou de laboratório. Medições em produtos comerciais com outra finalidade principal. 1.2 - Transdutores

Leia mais

DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM TUBULAÇÕES PREDIAIS DE GÁS ATRAVÉS DA ANÁLISE ESPECTRAL DE TRANSIENTES DE PRESSÃO

DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM TUBULAÇÕES PREDIAIS DE GÁS ATRAVÉS DA ANÁLISE ESPECTRAL DE TRANSIENTES DE PRESSÃO DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM TUBULAÇÕES PREDIAIS DE GÁS ATRAVÉS DA ANÁLISE ESPECTRAL DE TRANSIENTES DE PRESSÃO R. B. SANTOS 1, M.M. de F. SILVA e A. M. F. FILETI Universidade Estadual de Campinas, Faculdade

Leia mais

Instrumentação Industrial. Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições

Instrumentação Industrial. Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições Instrumentação Industrial Fundamentos de Instrumentação Industrial: Conceitos Básicos e Definições Instrumentação Industrial De acordo com a organização norte-americana Instrument Society of America -

Leia mais

Vibrações e Ruído. Guia de Trabalho Laboratorial. Trabalho nº 5 Aquisição e Processamento de Dados em Computador

Vibrações e Ruído. Guia de Trabalho Laboratorial. Trabalho nº 5 Aquisição e Processamento de Dados em Computador Vibrações e Ruído Guia de Trabalho Laboratorial Trabalho nº 5 Aquisição e Processamento de Dados em Computador 1. Introdução As placas de aquisição de dados A/D (Analógico / Digital) permitem registar

Leia mais

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Prof. Daniel Coutinho coutinho@das.ufsc.br Departamento de Automação e Sistemas DAS Universidade Federal de Santa Catarina UFSC DAS 5101

Leia mais

Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos

Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos Relatório Final de Atividades apresentado à disciplina de F-809. Aluna: Cris Adriano Orientador: Prof. Mauro de Carvalho Resumo Este trabalho

Leia mais

2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS

2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS 2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS Neste capítulo vamos apresentar um breve estudo de técnicas e sistemas de detecção de vazamentos mais utilizados atualmente. Nosso objetivo é demonstrar que

Leia mais

FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA

FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA 1) INTRODUÇÃO Rio de Janeiro, 05 de Maio de 2015. A equipe desenvolvedora deste projeto conta com: - Prof.

Leia mais

FAQ FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES)

FAQ FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES) FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES) PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE O SISTEMA DE DETECÇÃO DE VAZAMENTO EM DUTOS. SUMÁRIO Introdução...4 1. Qual é a distância entre os sensores?...5 2. O RLDS/I-RLDS

Leia mais

Sensores Ultrasônicos

Sensores Ultrasônicos Sensores Ultrasônicos Introdução A maioria dos transdutores de ultra-som utiliza materiais piezelétricos para converter energia elétrica em mecânica e vice-versa. Um transdutor de Ultra-som é basicamente

Leia mais

APLICAÇÃO DO SOFTWARE ELIPSE E3 PARA AUTOMATIZAR O CENTRO DE OPERAÇÃO DA GERAÇÃO (COG) QUE CONTROLA 17 USINAS HIDRELÉTRICAS DO GRUPO CPFL ENERGIA

APLICAÇÃO DO SOFTWARE ELIPSE E3 PARA AUTOMATIZAR O CENTRO DE OPERAÇÃO DA GERAÇÃO (COG) QUE CONTROLA 17 USINAS HIDRELÉTRICAS DO GRUPO CPFL ENERGIA APLICAÇÃO DO SOFTWARE ELIPSE E3 PARA AUTOMATIZAR O CENTRO DE OPERAÇÃO DA GERAÇÃO (COG) QUE CONTROLA 17 USINAS HIDRELÉTRICAS DO GRUPO CPFL ENERGIA Este case apresenta a aplicação do Elipse E3 para controlar

Leia mais

Medidor Vórtex Conceitos, tecnologia e aplicações na medição de vazão

Medidor Vórtex Conceitos, tecnologia e aplicações na medição de vazão Medidor Vórtex Conceitos, tecnologia e aplicações na medição de vazão Genildo Marques Gonçalves Departamento de Engenharia de Aplicações Instrumentação e Automação Industrial Yokogawa América do Sul Resumo

Leia mais

Minuta de Norma AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO HUMANA À VIBRAÇÃO VISANDO O CONFORTO DA COMUNIDADE PREFÁCIO

Minuta de Norma AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO HUMANA À VIBRAÇÃO VISANDO O CONFORTO DA COMUNIDADE PREFÁCIO Minuta de Norma AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO HUMANA À VIBRAÇÃO VISANDO O CONFORTO DA COMUNIDADE PREFÁCIO As vibrações afetam as pessoas de muitas formas causando desconforto, problemas de saúde, diminuição da

Leia mais

WIKA - Part of your business Seu parceiro na medição de pressão, temperatura e nível

WIKA - Part of your business Seu parceiro na medição de pressão, temperatura e nível WIKA - Part of your business WIKA - Part of your business Seu parceiro na medição de pressão, temperatura e nível 1 Poço de proteção WIKA: Especificações gerais e dimensionamento de poços 2 Construções

Leia mais

LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA

LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE TECNOLOGIA LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA Vladimir Caramori Josiane Holz Irene Maria Chaves Pimentel Guilherme Barbosa Lopes Júnior Maceió - Alagoas Março de 008 Laboratório

Leia mais

Perda de Carga e Comprimento Equivalente

Perda de Carga e Comprimento Equivalente Perda de Carga e Comprimento Equivalente Objetivo Este resumo tem a finalidade de informar os conceitos básicos para mecânicos e técnicos refrigeristas sobre Perda de Carga e Comprimento Equivalente, para

Leia mais

Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES

Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES Prof. Roberto Leal Sensores Dispositivo capaz de detectar sinais ou de receber estímulos de natureza física (tais como calor, pressão, vibração, velocidade, etc.),

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DAS CURVAS DE POTÊNCIA DE UM VENTILADOR DE FLUXO AXIAL

CARACTERIZAÇÃO DAS CURVAS DE POTÊNCIA DE UM VENTILADOR DE FLUXO AXIAL XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 CARACTERIZAÇÃO DAS CURVAS DE POTÊNCIA DE UM VENTILADOR DE FLUXO AXIAL Rangel S. Maia¹, Renato

Leia mais

O Ouvido Humano e a Audição

O Ouvido Humano e a Audição 36 Capítulo 4 O Ouvido Humano e a Audição Neste capítulo faremos um estudo sobre o ouvido humano, a fisiologia da audição e a sensibilidade do nosso sistema auditivo. 1. Conceitos básicos sobre a anatomia

Leia mais

Sistemas de Medidas e Instrumentação

Sistemas de Medidas e Instrumentação Sistemas de Medidas e Instrumentação Parte 3 Prof.: Márcio Valério de Araújo 1 Medição de Nível Capítulo VII Nível é a altura do conteúdo de um reservatório Através de sua medição é possível: Avaliar o

Leia mais

CALIBRAÇÃO DE PRESSÃO Conhecendo e Comparando Padrões

CALIBRAÇÃO DE PRESSÃO Conhecendo e Comparando Padrões CALIBRAÇÃO DE PRESSÃO Conhecendo e Comparando Padrões WIKA Referência Mundial em produtos para medição, controle e calibração de pressão e temperatura, a WIKA está presente em mais de 75 países, fornecendo

Leia mais

TÍTULO: CURVA DA BOMBA E DO SISTEMA PARA O TRANSPORTE DE FLUIDO VISCOSO

TÍTULO: CURVA DA BOMBA E DO SISTEMA PARA O TRANSPORTE DE FLUIDO VISCOSO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CURVA DA BOMBA E DO SISTEMA PARA O TRANSPORTE DE FLUIDO VISCOSO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS

Leia mais

EXECUÇÃO DE REBAIXAMENTO DO NÍVEL D ÁGUA ATRAVÉS DE POÇOS COM INJETORES

EXECUÇÃO DE REBAIXAMENTO DO NÍVEL D ÁGUA ATRAVÉS DE POÇOS COM INJETORES pág.1 EXECUÇÃO DE REBAIXAMENTO DO NÍVEL D ÁGUA ATRAVÉS DE POÇOS COM INJETORES O presente trabalho vem apresentar metodologia básica a serem empregadas na instalação e operação de sistema de rebaixamento

Leia mais

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado Fundamentos de Engenharia Solar Racine T. A. Prado Coletores Solares Um coletor solar é um tipo específico de trocador de calor que transforma energia solar radiante em calor. Duffie; Beckman Equação básica

Leia mais

CONJUNTOS DE FACAS DE AR WINDJET

CONJUNTOS DE FACAS DE AR WINDJET CONJUNTOS DE FACAS WINDJET CONJUNTO DE FACAS WINDJET SOPRADORES CONJUNTOS DE FACAS WINDJET SUMÁRIO Página Visão geral dos pacotes de facas de ar Windjet 4 Soprador Regenerativo 4 Facas de ar Windjet 4

Leia mais

Redes de Computadores sem Fio

Redes de Computadores sem Fio Redes de Computadores sem Fio Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Programa Introdução

Leia mais

Controlador Automático para Escoamentos de Gases

Controlador Automático para Escoamentos de Gases Controlador Automático para Escoamentos de Gases Aluno: Diego Russo Juliano Orientador: Sergio Leal Braga Introdução Medidores e controladores de vazão são peças fundamentais nos principais setores industriais,

Leia mais

DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS. Descrição de componentes

DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS. Descrição de componentes DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS Descrição de componentes 2 1 INTRODUÇÃO O sistema de treinamento em microondas DH-0406A foi desenvolvido para permitir explorar experimentalmente alguns conceitos

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Manual de Operação e Instalação Calha Parshall MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Setembro / 2004 S/A. Rua João Serrano, 250 Bairro do Limão São Paulo SP CEP 02551-060 Fone: (0xx11)

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL 1 OBJETIVO: Padronizar os diversos tipos de sistemas de bomba de incêndio das edificações, seus requisitos técnicos, componentes, esquemas elétricos-hidráulicos e memória de cálculo, de acordo com os parâmetros

Leia mais

LUPATECH S.A Unidade Metalúrgica Ipê

LUPATECH S.A Unidade Metalúrgica Ipê CAVITAÇÃO 1. Descrição: Para melhor entendimeto iremos descrever o fenomeno Cavitação Cavitação é o nome que se dá ao fenômeno de vaporização de um líquido pela redução da pressão, durante seu movimento.

Leia mais

APÊNDICE B. Ensaio da Performance do Protótipo. MATRBDA-HAW560-75kW

APÊNDICE B. Ensaio da Performance do Protótipo. MATRBDA-HAW560-75kW APÊNDICE B Ensaio da Performance do Protótipo MATRBDA-HAW560-75kW 282 LABORATÓRIO DE ENSAIOS ELÉTRICOS - BAIXA TENSÃO WEG MÁQUINAS RELATÓRIO DE ENSAIO DE PROTÓTIPO MATRBDA 560 POTÊNCIA: 75KW / 25KW TENSÃO

Leia mais

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon Indrodução SENSORES são dispositivos que mudam seu comportamento sob a ação de uma grandeza física, podendo fornecer

Leia mais

RELATÓRIO FINAL: PROJETO DESAFIO CONTROLE DE POSIÇÃO DE UMA VÁLVULA

RELATÓRIO FINAL: PROJETO DESAFIO CONTROLE DE POSIÇÃO DE UMA VÁLVULA RELATÓRIO FINAL: PROJETO DESAFIO CONTROLE DE POSIÇÃO DE UMA VÁLVULA Laboratório de Controle e Automação 1 ( LECI 1 ) Professor: Reinaldo Martinez Palhares Integrantes: Henrique Goseling Araújo, Hugo Montalvão

Leia mais

SÃO LEOPOLDO - RS SEMINÁRIO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO

SÃO LEOPOLDO - RS SEMINÁRIO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO 01 DEZEMBRO 2005 SÃO LEOPOLDO - RS SEMINÁRIO TÉCNICO DE AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO AUTOMAÇÃO PARA SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO SCAI Automação Ltda. INSTRUMENTAÇÃO NÍVEL PRESSÃO VAZÃO GRANDEZAS

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EZEQUIEL F. LIMA ATERRAMENTO E BLINDAGEM

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EZEQUIEL F. LIMA ATERRAMENTO E BLINDAGEM GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EZEQUIEL F. LIMA ATERRAMENTO E BLINDAGEM Os sistemas de cabeamento estruturado foram desenvolvidos

Leia mais

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - - Fig. 3. Fig. 2

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - - Fig. 3. Fig. 2 Fig. 1 02 Fig. 3 Fig. 2 03 INFORMAÇÃO TÉCNICA SOBRE VÁLVULAS DE PULSO 1 8 9 10 A ASCO possui uma ampla linha de válvulas de pulso para o mercado de filtros de manga com acessórios que permitem monitorar

Leia mais

Automação Hidráulica

Automação Hidráulica Automação Hidráulica Definição de Sistema hidráulico Conjunto de elementos físicos associados que, utilizando um fluido como meio de transferência de energia, permite a transmissão e o controle de força

Leia mais

Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos

Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos Bancada de Testes Hidrostáticos e Pneumáticos 1 Concepção O que é a bancada de testes da Valeq? Esta bancada foi desenvolvia com a intenção de agilizar os testes de campo e de bancada que envolvem pressão.

Leia mais

LABORATÓRIO - FENÔMENOS DE TRANSPORTE

LABORATÓRIO - FENÔMENOS DE TRANSPORTE UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA LABORATÓRIO - FENÔMENOS DE TRANSPORTE PROFESSORA ANDREZA KALBUSCH PROFESSORA

Leia mais

OSCILAÇÕES E ONDAS E. E. Maestro Fabiano Lozano

OSCILAÇÕES E ONDAS E. E. Maestro Fabiano Lozano OSCILAÇÕES E ONDAS E. E. Maestro Fabiano Lozano Professor Mário Conceição Oliveira índice Oscilações e ondas...1 Tipos de Ondas...2 Tipo de deslocamento das ondas...2 Movimento ondulatório...2 Ondas Mecânicas...3

Leia mais

Prof. Daniel Hasse. Multimídia e Hipermídia

Prof. Daniel Hasse. Multimídia e Hipermídia Prof. Daniel Hasse Multimídia e Hipermídia AULA 02 Agenda: Algoritmos de Codificação/Decodificação; Codec de Áudio. Atividade complementar. Algoritmos de Codificação/Decodificação - Comunicação tempo real,

Leia mais

VÁLVULAS. Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo por isso trabalhar em qualquer posição de fechamento.

VÁLVULAS. Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo por isso trabalhar em qualquer posição de fechamento. VÁLVULAS São dispositivos destinados a estabelecer, controlar e interromper o fluxo em uma tubulação. São acessórios muito importantes nos sistemas de condução, e por isso devem merecer o maior cuidado

Leia mais

ARRASTO DE PARTÍCULAS DIANTE DE VARIAÇÕES DE VELOCIDADE

ARRASTO DE PARTÍCULAS DIANTE DE VARIAÇÕES DE VELOCIDADE ARRASTO DE PARTÍCULAS DIANTE DE VARIAÇÕES DE VELOCIDADE Ronaldo do Espírito Santo Rodrigues e-mail: ronaldo.nho@terra.com.br Artigo elaborado a partir da dissertação apresentada para obtenção do título

Leia mais

TERMODINÂMICA EXERCÍCIOS RESOLVIDOS E TABELAS DE VAPOR

TERMODINÂMICA EXERCÍCIOS RESOLVIDOS E TABELAS DE VAPOR TERMODINÂMICA EXERCÍCIOS RESOLVIDOS E TABELAS DE VAPOR Prof. Humberto A. Machado Departamento de Mecânica e Energia DME Faculdade de Tecnologia de Resende - FAT Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

Série: FBME MANUAL TÉCNICO BOMBA CENTRÍFUGA MULTIESTÁGIO FBME. Aplicação

Série: FBME MANUAL TÉCNICO BOMBA CENTRÍFUGA MULTIESTÁGIO FBME. Aplicação MANUAL TÉCNICO Série: FBME Aplicação Desenvolvida para trabalhar com líquidos limpos ou turvos, em inúmeras aplicações, tais como indústrias químicas, petroquímicas, papel, polpa, siderúrgica, mineração,

Leia mais

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Mauricélio Alves de Sousa, Eng o Fernando Luiz Marcelo Antunes, PhD Ricardo Silva Thé Pontes, MSc Grupo de Processamento de

Leia mais

Medição de vazão. Aplicações. Características especiais. Descrição

Medição de vazão. Aplicações. Características especiais. Descrição Medição de vazão Bocal de vazão para instalação interna na tubulação, modelo FLC-FN-PIP Bocal de vazão para montagem entre flanges, modelo FLC-FN-FLN WIKA folha de dados FL 10.03 Aplicações Geração de

Leia mais

Módulo VIII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Regime Permanente, Dispositivos de Engenharia com Escoamento e Regime Transiente.

Módulo VIII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Regime Permanente, Dispositivos de Engenharia com Escoamento e Regime Transiente. Módulo VIII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Regime Permanente, Dispositivos de Engenharia com Escoamento e Regime Transiente. Bocais e Difusores São normalmente utilizados em motores

Leia mais

Turbocompressor modelo ABS HST 20

Turbocompressor modelo ABS HST 20 Turbocompressor modelo ABS HST 20 Principais Aplicações O turbocompressor modelo ABS HST 20 é altamente adequado para as seguintes áreas de aplicação: Aeração de água, efluentes ou outros líquidos Flotação

Leia mais

3.12 Simulação de Experiência de Reynolds. Na execução desta experiência, evocamos os seguintes conceitos:

3.12 Simulação de Experiência de Reynolds. Na execução desta experiência, evocamos os seguintes conceitos: 196 Curso Básico de Mecânica dos Fluidos 3.12 Simulação de Experiência de Reynolds Além de simular a experiência de Reynolds, objetivamos mostrar uma das muitas possibilidades de construção de uma bancada

Leia mais

Cases relacionados a pendências de medição. Jorge Venâncio 07/02/2012

Cases relacionados a pendências de medição. Jorge Venâncio 07/02/2012 Cases relacionados a pendências de medição Jorge Venâncio 07/02/2012 CASES RELACIONADOS Á PENDÊNCIAS DE MEDIÇÃO OBJETIVO: Descrever pleitos típicos de medição em consumidores industriais e seus solucionamentos.

Leia mais

3. Procedimento e Montagem Experimental

3. Procedimento e Montagem Experimental 3. Procedimento e Montagem Experimental O presente trabalho é uma continuação da pesquisa iniciada por Leiroz [14]. A seção de testes usada para nosso estudo de deposição de parafina sob condições de escoamento

Leia mais

Sensores e atuadores (continuação)

Sensores e atuadores (continuação) AULA 05: Sensores e atuadores (continuação) OBJETIVO: Apresentar os sensores e atuadores mais utilizados nos projetos de automação.. A pirâmide de automação Nível 5: Gerenciamento corporativo Nível 3:

Leia mais

Módulo VII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Princípio de Conservação da Massa. Regime Permanente.

Módulo VII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Princípio de Conservação da Massa. Regime Permanente. Módulo VII - 1ª Lei da Termodinâmica Aplicada a Volume de Controle: Princípio de Conservação da Massa. Regime Permanente. Conservação da Massa A massa, assim como a energia, é uma propriedade que se conserva,

Leia mais

Escoamento em dutos em L

Escoamento em dutos em L 4ª Parte do Trabalho EM974 Métodos Computacionais em Engenharia Térmica e Ambiental Escoamento em dutos em L Rafael Schmitz Venturini de Barros RA:045951 Marcelo Delmanto Prado RA: 048069 1. Introdução

Leia mais

Módulo 8: Conteúdo programático Eq. da Energia com perda de carga e com máquina

Módulo 8: Conteúdo programático Eq. da Energia com perda de carga e com máquina Módulo 8: Conteúdo programático Eq. da Energia com perda de carga e com máquina Bibliografia: Bunetti, F. Mecânica dos Fluidos, São Paulo, Prentice Hall, 007. Equação da Energia em Regime Permanente com

Leia mais

Disciplina : Termodinâmica. Aula 5 ANÁLISE DA MASSA E ENERGIA APLICADAS A VOLUMES DE CONTROLE

Disciplina : Termodinâmica. Aula 5 ANÁLISE DA MASSA E ENERGIA APLICADAS A VOLUMES DE CONTROLE Curso: Engenharia Mecânica Disciplina : Aula 5 ANÁLISE DA MASSA E ENERGIA APLICADAS A VOLUMES DE CONTROLE Prof. Evandro Rodrigo Dário, Dr. Eng. Vazão mássica e vazão volumétrica A quantidade de massa que

Leia mais

FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO

FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO 1. Introdução A melhor tecnologia para o monitoramento de baixas concentrações de ozônio (O 3 ) no ar ambiente é a da absorção de luz na faixa do Ultra Violeta

Leia mais

3B SCIENTIFIC PHYSICS

3B SCIENTIFIC PHYSICS 3B SCIENTIFIC PHYSICS Conjunto para microondas 9,4 GHz (230 V, 50/60 Hz) Conjunto para microondas 10,5 GHz (115 V, 50/60 Hz) 1009950 (115 V, 50/60 Hz) 1009951 (230 V, 50/60 Hz) Instruções de operação 10/15

Leia mais

Máquinas Hidráulicas

Máquinas Hidráulicas Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Hidráulica Geral (ESA024) CAPÍTULO IV: Máquinas Hidráulicas Dezembro 2012 1 Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Objetivos do capítulo: Máquinas

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO 2/3 (segundo de três) Período: de 02/04/2012 a 21/05/2012

RELATÓRIO DE ESTÁGIO 2/3 (segundo de três) Período: de 02/04/2012 a 21/05/2012 Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Mecânica Coordenadoria de Estágio do Curso de Engenharia Mecânica CEP 88040-970 - Florianópolis - SC - BRASIL www.emc.ufsc.br/estagiomecanica

Leia mais

Física experimental - Ondulatória - Conjunto para ondas mecânicas II, adaptador para osciloscópio com sensor e software - EQ181F.

Física experimental - Ondulatória - Conjunto para ondas mecânicas II, adaptador para osciloscópio com sensor e software - EQ181F. Índice Remissivo... 5 Abertura... 7 Guarantee / Garantia... 8 Certificado de Garantia Internacional... 8 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos

Leia mais

Ministério da Indústria e do Comércio. Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO

Ministério da Indústria e do Comércio. Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Ministério da Indústria e do Comércio Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 023 de 25 de fevereiro de 1985 O Presidente do Instituto Nacional de Metrologia,

Leia mais

MEDIÇÃO DE VAZÃO: CONCEITOS E MÉTODOS DE MEDIDAS

MEDIÇÃO DE VAZÃO: CONCEITOS E MÉTODOS DE MEDIDAS 1 Artigo apresentado na disciplina Engenharia de Automação de Processos Industriais II do Curso de Engenharia de Produção da Universidade do Estado de Minas - Campus Divinópolis MEDIÇÃO DE VAZÃO: CONCEITOS

Leia mais

materiais ou produtos,sem prejudicar a posterior utilização destes, contribuindo para o incremento da

materiais ou produtos,sem prejudicar a posterior utilização destes, contribuindo para o incremento da Definição De acordo com a Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos, ABENDE, os Ensaios Não Destrutivos (END) são definidos como: Técnicas utilizadas no controle da qualidade, d de materiais ou

Leia mais

3 Instrumentação. 3.1 Medidores de Pressão e Temperatura

3 Instrumentação. 3.1 Medidores de Pressão e Temperatura 3 Instrumentação O sistema de medição de vazão tem medição secundária instalada em posição pré-definida de acordo com as normas pertinentes, nos medidores de vazão tipo turbinas. São instalados os medidores

Leia mais

v(t) = dx(t) dt MESTRADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Disciplina: Instrumentação (4 créditos) Prof.: Dr. Pedro Bertemes Filho

v(t) = dx(t) dt MESTRADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Disciplina: Instrumentação (4 créditos) Prof.: Dr. Pedro Bertemes Filho Transdutores de velocidade: introdução 1) A partir do sinal de posição de um transdutor de posição. Se a posição de um objeto é em função do tempo x(t), então a primeira derivada dá a velocidade do objeto

Leia mais

Conceitos gerais. A movimentação do ar e dos gases de combustão é garantida por: Ventiladores centrífugos Efeito de sucção da chaminé

Conceitos gerais. A movimentação do ar e dos gases de combustão é garantida por: Ventiladores centrífugos Efeito de sucção da chaminé TIRAGEM Definição Tiragem é o processo que garante a introdução do ar na fornalha e a circulação dos gases de combustão através de todo gerador de vapor, até a saída para a atmosfera 00:43 2 Conceitos

Leia mais

José Simão Filho(ITAIPU) RESUMO

José Simão Filho(ITAIPU) RESUMO MEDIÇÃO DE DESCARGAS PARCIAIS EM HIDROGERADOR DA USINA DE ITAIPU UMA AVALIAÇÃO EXPERIMENTAL DAS LIMITAÇÕES, DIFICULDADES DE MEDIÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS Marcelo Fabiano Latini* (ITAIPU) Juan Carlos

Leia mais

Controle de vibração significa a eliminação ou a redução da vibração.

Controle de vibração significa a eliminação ou a redução da vibração. Quais são os métodos mais utilizados para controle de vibrações? Defina um absorvedor de vibração? Qual é função de um isolador de vibração? Por que um eixo rotativo sempre vibra? Qual é a fonte da força

Leia mais

Considerações Finais. Capítulo 8. 8.1- Principais conclusões

Considerações Finais. Capítulo 8. 8.1- Principais conclusões Considerações Finais Capítulo 8 Capítulo 8 Considerações Finais 8.1- Principais conclusões Durante esta tese foram analisados diversos aspectos relativos à implementação, análise e optimização de sistema

Leia mais

AR COMPRIMIDO. Esse sistema compreende três componentes principais: o compressor, a rede de distribuição e os pontos de consumo.

AR COMPRIMIDO. Esse sistema compreende três componentes principais: o compressor, a rede de distribuição e os pontos de consumo. AR COMPRIMIDO Nos diversos processos industriais, os sistemas de ar comprimido desempenham papel fundamental na produção e representam parcela expressiva do consumo energético da instalação. Entretanto,

Leia mais

ANALISADORES DE GASES

ANALISADORES DE GASES BGM BOMBA DE SUCÇÃO SÉRIE COMPACTA ANALISADORES DE GASES Descrição: Gera uma depressão no processo, succionando a amostra e criando a vazão exata para atender o tempo necessário de condicionamento do gás

Leia mais

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Pedro Feres Filho São Paulo, Brasil e-mail: pedro@pasa.com.br 1- Resumo Este trabalho teve como objetivo apresentar

Leia mais

2 Fundamentos teóricos

2 Fundamentos teóricos Fundamentos teóricos Este capítulo descreve os fundamentos básicos da medição de vazão por ultra-som, os fatores que influenciam no desempenho de medidores desta tecnologia e os sistemas de comprovação

Leia mais

Série Plástica PAZ. A nova Série Plástica PAZ distingue-se em:

Série Plástica PAZ. A nova Série Plástica PAZ distingue-se em: Série Plástica PAZ De acordo com a filosofia de desenvolvimento dos produtos da Ooval, a série PAZ é produzida com materiais de alta qualidade adequados A nova Série Plástica PAZ distingue-se em: Capacidade

Leia mais

RESULTADO PRÁTICO OBTIDO COM O SISTEMA DE MONITORAÇÃO PREDITIVA ON-LINE

RESULTADO PRÁTICO OBTIDO COM O SISTEMA DE MONITORAÇÃO PREDITIVA ON-LINE XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO I GRUPO DE ESTUDO DE GERAÇÃO HIDRÁULICA - GGH RESULTADO PRÁTICO OBTIDO

Leia mais

Portaria Inmetro/Dimel/n.º 0208, de 05 de julho de 2011.

Portaria Inmetro/Dimel/n.º 0208, de 05 de julho de 2011. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL- INMETRO Portaria Inmetro/Dimel/n.º 0208, de 05

Leia mais

OPTIPROBE Ficha de dados técnicos

OPTIPROBE Ficha de dados técnicos OPTIPROBE Ficha de dados técnicos O indicador de caudal de baixo custo Instalação fácil Medidas exatas e estáveis Qualidade KROHNE KROHNE ÍNDICE DE OPTIPROBE 1 Características do Produto 3 1.1 O indicador

Leia mais

Forçados. Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes, DEC-UFPel E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/

Forçados. Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes, DEC-UFPel E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/ Escoamento em Condutos Forçados Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes, DEC-UFPel E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/ CONCEITO São aqueles nos quais o fluido escoa com uma

Leia mais

DRENO ECOLÓGICO. Dreno Ecológico de Condensado

DRENO ECOLÓGICO. Dreno Ecológico de Condensado DRENO ECOLÓGICO Dreno Ecológico de Condensado O problema O ar comprimido é uma fonte de energia essencial, amplamente utilizada em toda a indústria. Por ser uma ferramenta que oferece segurança, potência

Leia mais

Aperfeiçoando o desempenho da pulverização com Dinâmica de fluidos computacional. Bicos Automação Análise Técnica. Sistemas

Aperfeiçoando o desempenho da pulverização com Dinâmica de fluidos computacional. Bicos Automação Análise Técnica. Sistemas Aperfeiçoando o desempenho da pulverização com Dinâmica de fluidos computacional Bicos Automação Análise Técnica Sistemas Dinâmica de fluidos computacional (DFC) DCF é uma ciência da previsão: Vazão do

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GMI 31 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XII GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM INSTALAÇÕES

Leia mais

Relés de Proteção Térmica Simotemp

Relés de Proteção Térmica Simotemp Relés de Proteção Térmica Simotemp Confiabilidade e precisão para controle e proteção de transformadores Answers for energy. A temperatura é o principal fator de envelhecimento do transformador Os relés

Leia mais

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO AXIAL

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO AXIAL EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO AXIAL Adson Bezerra Moreira, Ricardo Silva Thé Pontes, Davi Nunes Oliveira, Vanessa Siqueira de Castro Teixeira, Victor de Paula Brandão Aguiar 3. Curso

Leia mais

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1.1 Introdução Consiste em um guia de onda cilíndrico, conforme ilustra a Figura 1, formado por núcleo de material dielétrico (em geral vidro de alta pureza),

Leia mais

Estudo dos Conceitos e Metodologias Envolvidas em Sistemas de Medição de Vazão

Estudo dos Conceitos e Metodologias Envolvidas em Sistemas de Medição de Vazão Estudo dos Conceitos e Metodologias Envolvidas em Sistemas de Medição de Vazão Richard Thomas Lermen (FAHOR) richard@fahor.com.br Resumo O presente trabalho tem como objetivo descrever sete principais

Leia mais

Introdução ao Ruído. Vibrações e Ruído (10375) 2014 Pedro V. Gamboa. Departamento de Ciências Aeroespaciais

Introdução ao Ruído. Vibrações e Ruído (10375) 2014 Pedro V. Gamboa. Departamento de Ciências Aeroespaciais Introdução ao Ruído Vibrações e Ruído (10375) 2014 Tópicos Som. Pressão Sonora e Potência Sonora. Níveis Sonoros. 2 1. Som O som pode ser definido como uma manifestação positiva resultante da variação

Leia mais

DC Modular Otimizado para consumo mínimo de água

DC Modular Otimizado para consumo mínimo de água DC Modular Otimizado para consumo mínimo de água A água aquecida que retorna do processo ingressa no DryCooler e ao sair é recolhida em um reservatório, sendo bombeada de volta ao processo já na temperatura

Leia mais

FAIRBANKS NIJHUIS BOMBAS VERTICAIS TIPO TURBINA PARA BOMBEAMENTO DE LÍQUIDOS COM SÓLIDOS (VTSH ) www.fairbanksnijhuis.com

FAIRBANKS NIJHUIS BOMBAS VERTICAIS TIPO TURBINA PARA BOMBEAMENTO DE LÍQUIDOS COM SÓLIDOS (VTSH ) www.fairbanksnijhuis.com FAIRBANKS NIJHUIS BOMBAS VERTICAIS TIPO TURBINA PARA BOMBEAMENTO DE LÍQUIDOS COM SÓLIDOS (VTSH ) www.fairbanksnijhuis.com FAIRBANKS NIJHUIS Introdução Estações de bombeamento sem acompanhamento exigem

Leia mais

Portaria Inmetro/Dimel/n.º 0198, de 01 de julho de 2011.

Portaria Inmetro/Dimel/n.º 0198, de 01 de julho de 2011. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL- INMETRO Portaria Inmetro/Dimel/n.º 0198, de 01

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: A manutenção preditiva é a primeira grande quebra de paradigma nos tipos de manutenção. No Brasil a aplicação é pequena apenas

Leia mais

Lista de Exercícios A1

Lista de Exercícios A1 1 a QUESTÃO: A figura abaixo mostra simplificadamente um sistema de televisão inter-oceânico utilizando um satélite banda C como repetidor. O satélite tem órbita geoestacionária e está aproximadamente

Leia mais