I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - I COBESA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - I COBESA"

Transcrição

1 AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE INSTALAÇÃO DE UMA MALHA DE MEDIÇÃO DE VAZÃO COM O ELEMENTO SENSOR PRIMÁRIO DO TIPO CALHA PARSHALL EM UM SISTEMA DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Jéssica Duarte de Oliveira Engenheira Bioquímica, USP, 2009; Pesquisadora Junior da TECLIM; Pós-graduando pelo curso CEPI, UFBA. Osvaldo Fernando Ibanez Mocoçain Técnico de Supervisão e Operação (Universidad de Concepción); Engenheiro sênior do TECLIM. Asher Kiperstok Eng.º Civil, Technion, 1974; Mestrado em Engenharia Química, UMIST, Inglaterra, 1994; Doutorado em Engenharia Química, UMIST, 1999; Professor do Programa em Engenharia Industrial da Escola Politécnica da UFBA. Coordenador da Rede de Tecnologia Limpa TECLIM. Ricardo de Araújo Kalid Eng.º Químico, UFBA, 1988; Mestrado em Engenharia Química, UFBA, 1991; Doutorado em Engenharia Química, USP, 1999; Professor do Programa em Engenharia Industrial da Escola Politécnica da UFBA. Pesquisador sênior do TECLIM. Karla Patrícia Santos Oliveira Esquerre Eng.º Química, UFAL, 1998; Mestrado em Engenharia Química, UNICAMP, 2000; Doutorado em Engenharia Química, UNICAMP, 2003; pós-doutorado em Engenharia Sócio-Ambiental, University of Hokkaido, Japão, Professor do Programa em Engenharia Industrial da Escola Politécnica da UFBA. Pesquisador sênior do TECLIM. Endereço (1) : Rua Aristides Novis, 02 Federação Salvador Bahia - CEP Brasil - Tel.: / RESUMO Esse trabalho teve como objetivo a verificação de uma malha de medição de vazão com o elemento sensor primário do tipo calha Parshall. O elemento secundário de medição é um sensor de nível por ultrassom. Durante as visitas feitas a indústria verificou-se a existência de dois sistemas de medição em canal aberto. Analisaram-se os dados de projetos da calha Parshall para que fossem verificados os desvios existentes entre o projeto e calha propriamente dita. O sistema inorgânico possui uma vazão média de 15m³/h, esse valor é muito próximo ao limite mínimo de operação da malha de medição de vazão. Já o sistema orgânico opera em vazões médias de 215m³/h que é próxima a vazão média de projeto. Pode-se conclui que o elemento sensor primário (calha Parshall) da malha de medição de vazão do sistema orgânico e inorgânico encontra-se instalada conforme o projeto, mas o sistema inorgânico está superdimensionado para as vazões utilizadas. O sistema orgânico tem as dimensões apropriadas para a vazão que é submetida. O sensor de nível está posicionado, nos dois sistemas, no local exigido pela a norma. Recomenda-se a instalação em série de um elemento primário de vazão para valor médio de 15m³/h no sistema inorgânico. PALAVRAS-CHAVE: Calha Parshall, sistema de efluentes, tecnologia limpa INTRODUÇÃO A medição da vazão é essencial a todas as fases da manipulação dos fluidos, incluindo a produção, o processamento, a distribuição dos produtos e das utilidades. Ela está associada com o balanço do processo e está diretamente ligada aos aspectos de compra e venda dos produtos. A medição confiável e precisa requer uma correta engenharia que envolve a seleção do instrumento de medição, a sua instalação, a sua operação, a sua manutenção e a interpretação dos resultados obtidos (4). É importante medir a quantidade de efluente que flui através de um canal, pois a medição sempre está relacionada com custo, proteção ambiental ou ambos. As plantas de tratamento de água cobram pela quantidade de água purificada. As plantas usuárias pagam pela quantidade de efluente que ela dispensa no sistema de efluente ou rio. Vazão de canal aberto é a vazão de líquidos acionados por gravidade e expostos à pressão atmosférica. Os principais líquidos que são guiados por este método são água e efluentes. Salvador, Bahia 11 a 16 de julho de

2 A vazão em canal aberto não pode ser medida através de medidores tradicionais que requerem que o fluido preencha toda a seção transversal da tubulação para se fazer a medição apropriada. Um método comum de medir vazão em canal aberto é pela conversão do nível do líquido em vazão, onde o líquido é direcionado através de uma estrutura rígida mecânica chamada de calha ou vertedor. Cada estrutura converte o nível em vazão através de uma fórmula específica. Na prática, esta fórmula é convertida em uma tabela e modernamente, este banco de dados é carregado em sistema digital de computador. Efluente não pode ser medido de modo eficiente ao longo do tempo por sensores de contato tradicionais (bóia, capacitância). Com sensores de contato, as sujeiras do efluente irão perturbar, sujar e prejudicar o seu desempenho. O único método possível é através da medição sem contato. A medição de nível por ultrassom é uma técnica de não contato, econômica, segura e melhor do que a tecnologia de radar, que é mais cara. METODOLOGIA Uma calha Parshall é uma estrutura especialmente formatada para medir vazão instantânea em um canal aberto. A água é forçada por uma garganta estreita e a altura é medida na seção a montante da garganta da calha, no chamado canal de aproximação. A vazão medida é a vazão modular ou vazão não submersa ou vazão livre. Na Figura 1 é apresento um esquema de uma calha parshall convencional. Figura 1: Esquema de uma calha Parshall convencional. De acordo com as normas (1) as condições básicas de instalação da calha Parshall e do sensor de nível por ultrassom são: a) O medidor deve ser alinhado suficientemente longe de comporta(s) ou curva(s), para que o escoamento na região da entrada do medidor seja uniforme e completamente livre de turbulências, ondas ou vórtices (2). b) O medidor Parshall deve ser instalado precedido à montante de um canal retangular onde o escoamento seja uniforme e minimize sensivelmente as turbulências, para isso o canal de aproximação deve ter um trecho reto superior a 20 x H, sendo H altura máxima da lâmina na garganta do medidor (h = Ho na figura 1) (1). c) O sensor de nível por ultrassom deve ser posicionado a 2/3 da entrada na garganta (1,2,). O sistema calha parshall foi avaliado considerando as normas apresentadas acima. Dados históricos de medição de vazão de efluentes orgânicos e inorgânicos, e índice pluviométrico da região foram levantados e analisados. RESULTADOS Realizou-se uma visita na área em que se localiza a calha Parshall. A equipe de pesquisadores da UFBA/TECLIM do projeto verificou que a montagem da calha está em conformidade com as normas anteriormente enunciadas. As medições em campo confirmaram o trecho reto padrão (20 x h) a montante da calha. A Figura 2 mostra a jusante da calha Parshall do sistema orgânico e inorgânico respectivamente com o trecho reto exigido em projeto. Nas figuras 2 a 5, tem-se a situação atual da calha Parshall. Visitas realizadas na área também constataram que o posicionamento do sensor de nível por ultrassom está de acordo, na figura 2 a seguir é possível verificar a atual posição do sensor. 2 Salvador, Bahia 11 a 16 de julho de 2010

3 Sensor ultrasônico - calha Parshall / SO Sensor ultrasônico - calha Parshall / SI Figura 2: Situação atual dos sensores de nível por ultrassom nas calhas Parshall De acordo com o projeto (projeto da calha Parshall) as medidas devem ser: B=610mm; W=152mm; C=394mm (ver Figura 3). A equação das calhas por projeto é: Q = 0,381*H*1,58 [L/s]. Com as medições em campo realizadas pela equipe, verificou-se que o sensor de nível por ultrassom se encontra bem localizado para realizar uma medição confiável. As demais medições se encontram na figura 6 e 7, e na tabela1. =621 =152 =394 = Figura 3: Sistema de medição integrado tipo calha Parshall equipado com sensor de nível por ultrassom, segundo projeto. =625 =149 =390 = Figura 4: Local do medidor da calha Parshall do sistema orgânico. Salvador, Bahia 11 a 16 de julho de

4 =624 =156 =393 = Figura 5: Local do medidor da calha Parshall do sistema inorgânico. Os desvios encontrados entre os valores medidos e de projeto (Tabela 1) podem ser considerados pequenos assim provando que a calha Parshall está dimensionada conforme o projeto. Segundo o projeto, a vazão máxima, nas duas calhas, é de 110,4 L/s (397,44 m3/h) e a mínima de 1,52 L/s (5,472 m3/h). Tabela 1: Valores das medições das calhas Parshall Medidas Medidas definidas Calha Sistema Calha Sistema Orgânico DESVIO (%) no projeto (mm) Inorgânico (mm) (mm) DESVIO (%) A ,6% 624-0,5% B ,3% 615-0,8% F ,6% 308-1,0% G' ,1% 615-0,8% C ,0% 393 0,3% W ,0% 156-2,6% Dados históricos de vazão de efluentes do sistema orgânico e inorgânico são apresentados nas Figuras 6 e 7. Na Figura 7 é apresentado ainda o índice pluviométrico e verifica-se a correlação entre os picos de precipitação e os picos de vazão. Figura 6: Vazão de efluentes do sistema orgânico de janeiro a novembro de 2009 As vazões de operação do sistema orgânico estão entre os limites máximos e mínimos de projeto(figura 6). Verifica-se que a calha Parshall do sistema orgânico de efluentes está com as dimensões necessárias para a vazão utilizada. 4 Salvador, Bahia 11 a 16 de julho de 2010

5 Figura 7: Índice pluviométrico e vazões do sistema inorgânico dos meses de janeiro a junho de 2009 As dimensões superiores a necessidade da calha do sistema inorgânico não podem ser justificadas pelas vazões decorrentes em épocas de chuvas no setor industrial. É necessária a instalação de outra malha de medição de vazão com uma dimensão menor ou redimensionar a mesma para operar em vazões menores. CONCLUSÃO Pode-se concluir que o elemento sensor primário (calha Parshall) dos sistemas orgânico e inorgânico têm as dimensões conforme o projeto original. Os sensores de nível por ultrassom das malhas de medição de vazão estão instalados segundo as normas ditas anteriormente. O sistema inorgânico possui uma vazão média de 15m³/h, esse valor é muito próximo ao limite mínimo de operação da malha de medição de vazão. O sistema orgânico opera em vazões médias de 215m³/h que é próxima a vazão média de projeto. Concluiu-se também que o elemento sensor primário (calha Parshall) do sistema inorgânico está superdimensionada para as condições normais de operação, pois suas vazões estão próximas ao limite inferior de operação. Este sistema está sujeito a variações devido à precipitação de chuvas. Para ambas as calhas deve-se proceder a calibração dos elementos primários e secundários de medição por empresa acreditada pelo INMETRO. Sugere-se que a calha Parshall do sistema inorgânico seja redimensionada para que a incerteza de medição seja diminuída ou que seja instalada outra malha de medição de vazão em séria à existente para dias de menores vazões (até 50 m³/h) sendo que a já instalada seja utilizada em dias com vazões mais elevadas (maior que 50 m³/h). REFERÊNCIAS 1. Norma Técnica, Medição de vazão de efluentes líquidos Escoamento livre CPRH N Netto, Azevedo et al. Manual de Hidráulica. 8 edição. Ed. Edgard Blucher LTDA Sociedade de Instalações Técnicas S/A CALHA PARSHALL 4. Ribeiro, M.A., Medição de Vazão, Metrologia & Incerteza, Salvador, 2009 Salvador, Bahia 11 a 16 de julho de

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Manual de Operação e Instalação Calha Parshall MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Setembro / 2004 S/A. Rua João Serrano, 250 Bairro do Limão São Paulo SP CEP 02551-060 Fone: (0xx11)

Leia mais

MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS

MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS S CALHA PARSHALL REV 0-2012 MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS 1- INTRODUÇÃO O medidor Parshall desenvolvido pelo engenheiro Ralph L. Parshall, na década de 1920, nos Estados Unidos, é uma melhoria realizada

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA DE MEDIÇÃO DE ESGOTO EM CANAL ABERTO (Calha Parshall)

TÍTULO: SISTEMA DE MEDIÇÃO DE ESGOTO EM CANAL ABERTO (Calha Parshall) TÍTULO: SISTEMA DE MEDIÇÃO DE ESGOTO EM CANAL ABERTO (Calha Parshall) Nome do Autor: Engº Leonel Gomes Pereira Cargo atual: Engenheiro de Controle de Perdas Formação: Engenheiro Civil formado pela PUC

Leia mais

Medição de Vazão. João Karlos Locastro contato: prof.joaokarlos@feitep.edu.br

Medição de Vazão. João Karlos Locastro contato: prof.joaokarlos@feitep.edu.br 1 Medição de Vazão João Karlos Locastro contato: prof.joaokarlos@feitep.edu.br 2 Vazão 3 Definição Vazão: Refere-se a quantidade volumétrica de um fluido que escoa por um duto ou canal em unidade de tempo

Leia mais

INDICADORES DE DESEMPENHO OPERACIONAL: APOIO À GESTÃO AMBIENTAL DE UMA INDÚSTRIA PETROQUÍMICA

INDICADORES DE DESEMPENHO OPERACIONAL: APOIO À GESTÃO AMBIENTAL DE UMA INDÚSTRIA PETROQUÍMICA INDICADORES DE DESEMPENHO OPERACIONAL: APOIO À GESTÃO AMBIENTAL DE UMA INDÚSTRIA PETROQUÍMICA Karla Patrícia Santos Oliveira Rodriguez Esquerre (1) Engenheira Química Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

Leia mais

MINIMIZAÇÃO DO USO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA: BALANÇO HÍDRICO

MINIMIZAÇÃO DO USO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA: BALANÇO HÍDRICO MINIMIZAÇÃO DO USO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA: BALANÇO HÍDRICO REDE DE TECNOLOGIAS LIMPAS DA BAHIA PPG ENGENHARIA INDUSTRIAL ESCOLA POLITÉCNICA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA Francisco Ferreira Matos Fabiano

Leia mais

VI-025 PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA EM UMA UNIVERSIDADE: METODOLOGIA E RESULTADOS

VI-025 PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA EM UMA UNIVERSIDADE: METODOLOGIA E RESULTADOS VI-025 PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA EM UMA UNIVERSIDADE: METODOLOGIA E RESULTADOS Alessandra Keiko Nakagawa (1) Engenheira Civil pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Especialista

Leia mais

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Segunda 15 às 17h IC III sala 16 Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com Aula de hoje.. Tratamento Preliminar Gradeamento Desarenador

Leia mais

*MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail. *2. Requerente Pessoa jurídica

*MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail. *2. Requerente Pessoa jurídica 15 - CANALIZAÇÃO E/OU RETIFICAÇÂO DE CURSO D ÁGUA 1 Definição: É toda obra ou serviço que tenha por objetivo dar forma geométrica definida para a seção transversal do curso d'água, ou trecho deste, com

Leia mais

Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo.

Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo. Medição de Vazão 1 Introdução Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo. Transporte de fluidos: gasodutos e oleodutos. Serviços

Leia mais

SIG COMO FERRAMENTA DE APOIO À GESTÃO DO USO INDUSTRIAL DA ÁGUA E GERAÇÃO DE EFLUENTES

SIG COMO FERRAMENTA DE APOIO À GESTÃO DO USO INDUSTRIAL DA ÁGUA E GERAÇÃO DE EFLUENTES SIG COMO FERRAMENTA DE APOIO À GESTÃO DO USO INDUSTRIAL DA ÁGUA E GERAÇÃO DE EFLUENTES Elicelma CARVALHO (1) Geógrafa Ucsal 2008, Pesquisadora da Rede de Tecnologias Limpas e Minimização de Resíduos (TECLIM),

Leia mais

CONSTRUÇÃO E ANÁLISE SISTEMÁTICA DE INDICADORES DE EFLUENTES INDUSTRIAIS

CONSTRUÇÃO E ANÁLISE SISTEMÁTICA DE INDICADORES DE EFLUENTES INDUSTRIAIS CONSTRUÇÃO E ANÁLISE SISTEMÁTICA DE INDICADORES DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Karla Patrícia Santos Oliveira Rodriguez Esquerre () Engenheira Química Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Mestre e Doutora

Leia mais

Sistemas Prediais de Águas Pluviais (SPAP)

Sistemas Prediais de Águas Pluviais (SPAP) Escola de Engenharia Civil - UFG SISTEMAS PREDIAIS Sistemas Prediais de Águas Pluviais (SPAP) Concepção de projeto Métodos de dimensionamento dos componentes e sistemas Prof. Ricardo Prado Abreu Reis Goiânia

Leia mais

NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004

NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004 NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004 MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE 1 OBJETIVO Esta Norma fixa as condições exigíveis para a indicação

Leia mais

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Prof. Daniel Coutinho coutinho@das.ufsc.br Departamento de Automação e Sistemas DAS Universidade Federal de Santa Catarina UFSC DAS 5101

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Reservatórios e Redes de Distribuição de Água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de

Leia mais

6 Mistura Rápida. Continuação

6 Mistura Rápida. Continuação 6 Mistura Rápida Continuação 2 Ressalto em medidor Parshall (calha Parshall): Foi idealizado por R.L. Parshall, engenheiro do Serviço de Irrigação do Departamento de Agricultura dos EUA. Originalmente

Leia mais

I-013 DIMENSIONAMENTO ÓTIMO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA PELO MÉTODO DE SECCIONAMENTO FICTÍCIO

I-013 DIMENSIONAMENTO ÓTIMO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA PELO MÉTODO DE SECCIONAMENTO FICTÍCIO I-013 DIMENSIONAMENTO ÓTIMO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA PELO MÉTODO DE SECCIONAMENTO FICTÍCIO José Vieira de Figueiredo Júnior (1) Engenheiro Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Leia mais

A análise descritiva dos resultados foi levada a efeito utilizando a planilha Excel 98.

A análise descritiva dos resultados foi levada a efeito utilizando a planilha Excel 98. XII-18 ESTUDO DA VAZÃO HORÁRIA AFLUENTE DA LAGOA ANAERÓBIA PROFUNDA DA PEDREIRA Nº 7 DO PÓLO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA BACIA DO RIO PARAÍBA NA GRANDE JOÃO PESSOA (ESTUDO DE CASO) Carolina Baracuhy Amorim

Leia mais

Novas tecnologias de equipamentos de monitoramento e controle de redes de abastecimento

Novas tecnologias de equipamentos de monitoramento e controle de redes de abastecimento Novas tecnologias de equipamentos de monitoramento e controle de redes de abastecimento Nilson Massami Taira nmtaira@ipt.br IPT Instituto de Pesquisas Tecnológicas Centro de Metrologia de Fluidos Av. Prof.

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÕES PREDIAIS PARA ÁGUAS PLUVIAIS NBR 10844

DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÕES PREDIAIS PARA ÁGUAS PLUVIAIS NBR 10844 ÁREA DE CONTRIBUIÇÃO DADOS PLUVIOMÉTRICOS Localidade: Praça XV Ângulo de inclinação da chuva: θ = 60,0 Tipo: Coberturas s/ extravazamento Período de Retorno: T = 25 anos Intensidade pluviométrica*: i =

Leia mais

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Sistemas de Tratamento de Efluentes Líquidos Industriais

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Sistemas de Tratamento de Efluentes Líquidos Industriais Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Sistemas Avenida Nascimento de Castro, 2127 Lagoa

Leia mais

Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES

Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES Comandos Eletro-eletrônicos SENSORES Prof. Roberto Leal Sensores Dispositivo capaz de detectar sinais ou de receber estímulos de natureza física (tais como calor, pressão, vibração, velocidade, etc.),

Leia mais

Decantação primária e precipitação

Decantação primária e precipitação Decantação primária e precipitação Prof. Dr. Peterson B. Moraes Departamento de Tecnologia em Saneamento Ambiental Centro Superior de Educação Tecnológica UNICAMP - Limeira 1 Decantadores primários (sedimentação)

Leia mais

PERDA DE CARGA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO

PERDA DE CARGA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO PERDA DE CARGA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO Tal como nos sistemas de bombeamento de água, nos dutos de ventilação industrial carateriza-se o escoamento em função do número de Reynols. A queda de pressão em

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br

Leia mais

Cases relacionados a pendências de medição. Jorge Venâncio 07/02/2012

Cases relacionados a pendências de medição. Jorge Venâncio 07/02/2012 Cases relacionados a pendências de medição Jorge Venâncio 07/02/2012 CASES RELACIONADOS Á PENDÊNCIAS DE MEDIÇÃO OBJETIVO: Descrever pleitos típicos de medição em consumidores industriais e seus solucionamentos.

Leia mais

Introdução ao Tratamento de Resíduos Industriais

Introdução ao Tratamento de Resíduos Industriais Introdução ao Tratamento de Resíduos Industriais Disciplina : Tratamento de Resíduos Professor : Jean Carlo Alanis Peneiras : Utilizadas para remoção de sólidos finos e/ou fibrosos; Possuem abertura de

Leia mais

Escoamento em dutos em L

Escoamento em dutos em L 4ª Parte do Trabalho EM974 Métodos Computacionais em Engenharia Térmica e Ambiental Escoamento em dutos em L Rafael Schmitz Venturini de Barros RA:045951 Marcelo Delmanto Prado RA: 048069 1. Introdução

Leia mais

AULA 23 ÓRGÃOS ESPECIAIS EM SISTEMAS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS. SANEAMENTO Aula 23 - Sumário

AULA 23 ÓRGÃOS ESPECIAIS EM SISTEMAS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS. SANEAMENTO Aula 23 - Sumário SANEAMENTO Aula 23 - Sumário AULA 23 ÓRGÃOS ESPECIAIS EM SISTEMAS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS Sifões invertidos, descarregadores e instalações elevatórias. Saneamento [A23.1] SIFÕES INVERTIDOS (Artº

Leia mais

SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO PROF. MARCO AURELIO HOLANDA DE CASTRO

SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO PROF. MARCO AURELIO HOLANDA DE CASTRO SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO PROF. MARCO AURELIO HOLANDA DE CASTRO INTRODUÇÃO 1.1 Partes de um Sistema de Esgotamento Sanitário: Rede Coletora: Conjunto de tubulações destinadas a receber e Conduzir

Leia mais

CALIBRAÇÃO DE PRESSÃO Conhecendo e Comparando Padrões

CALIBRAÇÃO DE PRESSÃO Conhecendo e Comparando Padrões CALIBRAÇÃO DE PRESSÃO Conhecendo e Comparando Padrões WIKA Referência Mundial em produtos para medição, controle e calibração de pressão e temperatura, a WIKA está presente em mais de 75 países, fornecendo

Leia mais

AVALIAÇÃO COMPARATIVA ENTRE MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DE VAZÃO PARA FINS AQUÍCOLAS. Santos Junior, H. dos; Marques, F. de S.; Ferrari, J. L.

AVALIAÇÃO COMPARATIVA ENTRE MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DE VAZÃO PARA FINS AQUÍCOLAS. Santos Junior, H. dos; Marques, F. de S.; Ferrari, J. L. AVALIAÇÃO COMPARATIVA ENTRE MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DE VAZÃO PARA FINS AQUÍCOLAS Santos Junior, H. dos; Marques, F. de S.; Ferrari, J. L. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito

Leia mais

PROJETO DE READEQUAÇÃO HIDRÁULICA BUSCANDO REGULARIDADE NAS CONDIÇÕES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

PROJETO DE READEQUAÇÃO HIDRÁULICA BUSCANDO REGULARIDADE NAS CONDIÇÕES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA PROJETO DE READEQUAÇÃO HIDRÁULICA BUSCANDO REGULARIDADE NAS CONDIÇÕES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA APLICAÇÃO NA REGIÃO DO BOMBEAMENTO ITAPUÍ EM BLUMENAU/SC Marcelo Torresani Pós-graduado do curso de Gestão

Leia mais

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais:

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais: 3.8 SÃO JOÃO NEPOMUCENO Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul A Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA, é o órgão responsável pela operação e manutenção

Leia mais

Controlador Automático para Escoamentos de Gases

Controlador Automático para Escoamentos de Gases Controlador Automático para Escoamentos de Gases Aluno: Diego Russo Juliano Orientador: Sergio Leal Braga Introdução Medidores e controladores de vazão são peças fundamentais nos principais setores industriais,

Leia mais

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos Prof. Robson Alves de Oliveira robson.aoliveira@gmail.com.br Ji-Paraná - 2014 Atividades realizadas pelo projetista da rede coletora de esgoto: Identificação

Leia mais

Perda de Carga e Comprimento Equivalente

Perda de Carga e Comprimento Equivalente Perda de Carga e Comprimento Equivalente Objetivo Este resumo tem a finalidade de informar os conceitos básicos para mecânicos e técnicos refrigeristas sobre Perda de Carga e Comprimento Equivalente, para

Leia mais

NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005

NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005 NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005 SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3. DEFINIÇÕES 4. CONDIÇÕES GERAIS 5. INFORMAÇÕES

Leia mais

3. Procedimento e Montagem Experimental

3. Procedimento e Montagem Experimental 3. Procedimento e Montagem Experimental O presente trabalho é uma continuação da pesquisa iniciada por Leiroz [14]. A seção de testes usada para nosso estudo de deposição de parafina sob condições de escoamento

Leia mais

PLANO DE DISCIPLINA DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR

PLANO DE DISCIPLINA DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR PLANO DE DISCIPLINA DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome: SISTEMA DE ESGOTO E DRENAGEM Curso: BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL Semestre: 9º Carga Horária Semestral: 67 h EMENTA Noções Gerais sobre Sistema

Leia mais

Medidor Vórtex Conceitos, tecnologia e aplicações na medição de vazão

Medidor Vórtex Conceitos, tecnologia e aplicações na medição de vazão Medidor Vórtex Conceitos, tecnologia e aplicações na medição de vazão Genildo Marques Gonçalves Departamento de Engenharia de Aplicações Instrumentação e Automação Industrial Yokogawa América do Sul Resumo

Leia mais

CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO DE FILTROS RÁPIDOS POR GRAVIDADE COM TAXA DECLINANTE VARIÁVEL

CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO DE FILTROS RÁPIDOS POR GRAVIDADE COM TAXA DECLINANTE VARIÁVEL CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO DE FILTROS RÁPIDOS POR GRAVIDADE COM TAXA DECLINANTE VARIÁVEL Renato Machado ( ) Engenheiro da Companhia Riograndense de Saneamento - CORSAN, Professor Adjunto do Departamento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUAS PLUVIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUAS PLUVIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUAS PLUVIAIS Prof. Adolar Ricardo Bohn - M. Sc. 1 A instalação predial de águas pluviais

Leia mais

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior Elevatórias de Esgoto Sanitário Profª Gersina N.R.C. Junior Estações Elevatórias de Esgoto Todas as vezes que por algum motivo não seja possível, sob o ponto de vista técnico e econômico, o escoamento

Leia mais

Sistemas de Medidas e Instrumentação

Sistemas de Medidas e Instrumentação Sistemas de Medidas e Instrumentação Parte 3 Prof.: Márcio Valério de Araújo 1 Medição de Nível Capítulo VII Nível é a altura do conteúdo de um reservatório Através de sua medição é possível: Avaliar o

Leia mais

AULA PRÁTICA 11 INSTALAÇÃO DE BOMBEAMENTO

AULA PRÁTICA 11 INSTALAÇÃO DE BOMBEAMENTO !" AULA PRÁTICA 11 INSTALAÇÃO DE BOMBEAMENTO 1- INTRODUÇÃO O transporte de água (ADUÇÃO) pode ser realizado das seguintes formas: a) Por GRAVIDADE Utilizando Conduto Livre (Canal) b) Por GRAVIDADE Utilizando

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 3 CONDUÇÃO DE ÁGUA 3.1 CONDUTOS LIVRES OU CANAIS Denominam-se condutos

Leia mais

Portaria Inmetro/Dimel/N.º 476, de 10 de dezembro de 2009.

Portaria Inmetro/Dimel/N.º 476, de 10 de dezembro de 2009. Portaria Inmetro/Dimel/N.º 476, de 10 de dezembro de 2009. O Diretor de Metrologia Legal do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Inmetro, no exercício da delegação de competência

Leia mais

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos. Profª Gersina N.R.C. Junior

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos. Profª Gersina N.R.C. Junior da Rede Coletora de Esgotos Profª Gersina N.R.C. Junior Rede de Esgoto - Após a definição do traçado, numeração dos trechos e indicação do sentido de escoamento da rede de esgoto: a) Cálculo da vazão a

Leia mais

Medição de vazão. Aplicações. Características especiais. Descrição

Medição de vazão. Aplicações. Características especiais. Descrição Medição de vazão Bocal de vazão para instalação interna na tubulação, modelo FLC-FN-PIP Bocal de vazão para montagem entre flanges, modelo FLC-FN-FLN WIKA folha de dados FL 10.03 Aplicações Geração de

Leia mais

REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS

REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS Gandhi Giordano Engenheiro Químico pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Especialização em Engenharia Sanitária e Ambiental pela UERJ, Mestrando

Leia mais

PORTFÓLIO DE SERVIÇOS SOLUÇÕES EM AUTOMAÇÃO, VAZÃO E NÍVEL

PORTFÓLIO DE SERVIÇOS SOLUÇÕES EM AUTOMAÇÃO, VAZÃO E NÍVEL PORTFÓLIO DE SERVIÇOS SOLUÇÕES EM AUTOMAÇÃO, VAZÃO E NÍVEL Com experiência consolidada em quase três décadas de atividades no mercado brasileiro, a Hirsa oferece soluções de alta tecnologia e serviços

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 4 - ESTAÇÕES DE RECALQUE: BOMBAS 4.1 Introdução No estudo das máquinas

Leia mais

Indústria e Comércio de Bombas D Água Beto Ltda. Manual de Instruções

Indústria e Comércio de Bombas D Água Beto Ltda. Manual de Instruções Indústria e Comércio de Bombas D Água Beto Ltda Manual de Instruções CALHA PARSHALL Parabéns! Nossos produtos são desenvolvidos com a mais alta tecnologia Bombas Beto. Este manual traz informações importantes

Leia mais

ε, sendo ε a rugosidade absoluta das

ε, sendo ε a rugosidade absoluta das DETERMINAÇÃO DAS PERDAS DE CARGA No projeto de uma instalação de bombeamento e da rede de distribuição de água de um prédio, é imprescindível calcular-se a energia que o líquido irá despender para escoar

Leia mais

12 - DESVIO DE CURSO D ÁGUA *MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail

12 - DESVIO DE CURSO D ÁGUA *MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail 1 12 - DESVIO DE CURSO D ÁGUA Definição: Alteração do percurso natural do corpo de água para fins diversos. O desvio em corpo d água pode ser parcial ou total. O desvio parcial consiste na preservação

Leia mais

APRESETAÇÃO E SÍNTESE

APRESETAÇÃO E SÍNTESE Estudo do Pitot Ver 4 APRESETAÇÃO E SÍNTESE O artigo Tubo de Pitot, calibrar ou não calibrar, tem por finalidade demonstrar de maneira Teórica, Estatística e Prática, a não necessidade de enviar seu tubo

Leia mais

CM 60. Manual de Instruções. CHAVE DE FLUXO Conexões de Rosca DN 1/2, 3/4, 1, 1.1/4, 1.1/2 e 2 TECNOFLUID

CM 60. Manual de Instruções. CHAVE DE FLUXO Conexões de Rosca DN 1/2, 3/4, 1, 1.1/4, 1.1/2 e 2 TECNOFLUID Português CM 60 CHAVE DE FLUXO Conexões de Rosca DN 1/2, 3/4, 1, 1.1/4, 1.1/2 e 2 Manual de Instruções Leia este manual atentamente antes de iniciar a operação do seu aparelho. Guarde-o para futuras consultas.

Leia mais

Solução em Ar Comprimido: Tubulações em Alumínio

Solução em Ar Comprimido: Tubulações em Alumínio Solução em Ar Comprimido: Tubulações em Alumínio Quais são os principais problemas encontrados em redes de Ar Comprimido? Quais são os principais problemas encontrados em redes de Ar Comprimido? ❶ Vazamentos

Leia mais

3.12 Simulação de Experiência de Reynolds. Na execução desta experiência, evocamos os seguintes conceitos:

3.12 Simulação de Experiência de Reynolds. Na execução desta experiência, evocamos os seguintes conceitos: 196 Curso Básico de Mecânica dos Fluidos 3.12 Simulação de Experiência de Reynolds Além de simular a experiência de Reynolds, objetivamos mostrar uma das muitas possibilidades de construção de uma bancada

Leia mais

Eng. Moacir de Oliveira Junior, Esp.

Eng. Moacir de Oliveira Junior, Esp. www.viptec.com.br Eng. Moacir de Oliveira Junior, Esp. Contato: (47) 3349-7979 E-mails: moaciroj@gmail.com (Orkut) moaciroj@univali.br moaciroj@hotmail.com (Facebook) moacir@viptec.com.br @Eng_Moacir (Twitter)

Leia mais

Soluções Amanco. Linha Amanco Novafort

Soluções Amanco. Linha Amanco Novafort Linha Amanco Novafort Linha Amanco Novafort s o l u ç õ e s a m a n c o i n f r a e s t r u t u r a Linha Amanco Novafort para Redes Coletoras de Esgotos e Águas Pluviais para Infraestrutura A linha Amanco

Leia mais

a) Em função da energia cinética:

a) Em função da energia cinética: AULA 04 PERDAS DE CARGA LOCALIZADAS 4.1. Perdas locais, Localizadas ou Acidentais Ocorrem sempre que houver uma mudança da velocidade de escoamento, em grandeza ou direção. Este fenômeno sempre ocorre

Leia mais

Medidores de efluentes: As novas tecnologias disponíveis no Mercado

Medidores de efluentes: As novas tecnologias disponíveis no Mercado Medidores de efluentes: As novas tecnologias disponíveis no Mercado LEIS EXISTENTES : -LEI ESTADUAL Nº 997 DE 31/05/1976. -LEI FEDERAL Nº 11.445 DE 05/01/2007. -DECRETO-LEI Nº 7.217 DE 21/06/2010. -PORTARIA

Leia mais

ULTRAVIOLETA DESINFECÇÃO DE ÁGUA E EFLUENTES COM RAIOS. Sistema de decantação. Fenasan 2013. tratamento de água e efluentes

ULTRAVIOLETA DESINFECÇÃO DE ÁGUA E EFLUENTES COM RAIOS. Sistema de decantação. Fenasan 2013. tratamento de água e efluentes revista especializada em tratamento de DESINFECÇÃO DE ÁGUA E EFLUENTES COM RAIOS ULTRAVIOLETA Sistema de decantação Ação dos decantadores em tratamento de água Fenasan 2013 9 772236 261064 junho/julho-2013

Leia mais

Forçados. Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes, DEC-UFPel E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/

Forçados. Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes, DEC-UFPel E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/ Escoamento em Condutos Forçados Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes, DEC-UFPel E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/ CONCEITO São aqueles nos quais o fluido escoa com uma

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 221, de 09 de dezembro de 2005.

Leia mais

Válvula de Fluxo Anular. 1º Encontro Técnico da Baixada Santista

Válvula de Fluxo Anular. 1º Encontro Técnico da Baixada Santista Válvula de Fluxo Anular 1º Encontro Técnico da Baixada Santista André Marques Produtos Tradicionais - SGC aplicados a Controle de Perdas Peças de Manutenção Válvulas de Controle Tubos e Conexões e Intervenção

Leia mais

DP-H13 DIRETRIZES DE PROJETO PARA COEFICIENTE DE RUGOSIDADE

DP-H13 DIRETRIZES DE PROJETO PARA COEFICIENTE DE RUGOSIDADE REFERÊNCIA ASSUNTO: DIRETRIZES DE PROJETO DE HIDRÁULICA E DRENAGEM DATA DP-H13 DIRETRIZES DE PROJETO PARA COEFICIENTE DE RUGOSIDADE -309- ÍNDICE PÁG. 1. OBJETIVO... 311 2. RUGOSIDADE EM OBRAS HIDRÁULICAS...

Leia mais

Portaria Inmetro /Dimel n.º 224, de 25 de junho de 2009

Portaria Inmetro /Dimel n.º 224, de 25 de junho de 2009 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO Portaria Inmetro /Dimel n.º 224, de 25

Leia mais

Aperfeiçoando o desempenho da pulverização com Dinâmica de fluidos computacional. Bicos Automação Análise Técnica. Sistemas

Aperfeiçoando o desempenho da pulverização com Dinâmica de fluidos computacional. Bicos Automação Análise Técnica. Sistemas Aperfeiçoando o desempenho da pulverização com Dinâmica de fluidos computacional Bicos Automação Análise Técnica Sistemas Dinâmica de fluidos computacional (DFC) DCF é uma ciência da previsão: Vazão do

Leia mais

RECOMENDAÇÕES PARA SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DE DENSÍMETROS SMAR EM PLANTAS DE BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO

RECOMENDAÇÕES PARA SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DE DENSÍMETROS SMAR EM PLANTAS DE BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO RECOMENDAÇÕES PARA SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DE DENSÍMETROS SMAR EM PLANTAS DE BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO 1 A SMAR está trabalhando há mais de 8 anos com sistemas de medição de densidade por pressão diferencial

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Aula 3 Estática dos Fluidos, Definição de Pressão. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica dos Fluidos. Aula 3 Estática dos Fluidos, Definição de Pressão. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 3 Estática dos Fluidos, Definição de Pressão Tópicos Abordados Nesta Aula Estática dos Fluidos. Definição de Pressão Estática. Unidades de Pressão. Conversão de Unidades de Pressão. Estática dos Fluidos

Leia mais

Análises de Eficiência Energética em Métodos de Controle de Vazão

Análises de Eficiência Energética em Métodos de Controle de Vazão 6 a 1 de Outubro de 28 Olinda - PE Análises de Eficiência Energética em Métodos de Controle de Vazão Ronaldo R. B. de Aquino Zanoni D. Lins Pedro A. C. Rosas UFPE UFPE UFPE rrba@ufpe.br zdl@ufpe.br prosas@ufpe.br

Leia mais

LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA

LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE TECNOLOGIA LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA Vladimir Caramori Josiane Holz Irene Maria Chaves Pimentel Guilherme Barbosa Lopes Júnior Maceió - Alagoas Março de 008 Laboratório

Leia mais

AVALIAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL DE RECICLADORAS DE BATERIAS E PROPOSTA DE NOVA METODOLOGIA

AVALIAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL DE RECICLADORAS DE BATERIAS E PROPOSTA DE NOVA METODOLOGIA AVALIAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL DE RECICLADORAS DE BATERIAS E PROPOSTA DE NOVA METODOLOGIA Carlos Alberto Ferreira Rino (*) Engenheiro Químico (UNICAMP, 1990). Mestre em Engenharia Química (UNICAMP, 1996).

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP. Instrumentação Industrial - ITI Medição de Pressão. Força por unidade de área F A.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP. Instrumentação Industrial - ITI Medição de Pressão. Força por unidade de área F A. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP Instrumentação Industrial - ITI Medição de Pressão Definição - I Força por unidade de área p = Força (F) grandeza vetorial Área (A) grandeza

Leia mais

das válvulas de vazão de líquidos e gases

das válvulas de vazão de líquidos e gases Válvulas de Vazão de Líquidos e Gases Wagner Britto Vaz de Oliveira 00/16144 Pedro Kouri Paim 00/16063 9 de Junho de 2005 1 Introdução No contexto de automação industrial, válvulas de comando são elementos

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 049, de 06 de abril de 2004.

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO EM DURÔMETROS PARA PESQUISA METROLÓGICA

DETERMINAÇÃO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO EM DURÔMETROS PARA PESQUISA METROLÓGICA DETERMINAÇÃO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO EM DURÔMETROS PARA PESQUISA METROLÓGICA Pires, Fábio de Souza Nascimento, Jôneo Lopes do Cardoso, Tito Lívio Medeiros* INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA INT 1. Introdução

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO DECIV DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Sistemas de Esgotos DISCIPLINA: SANEAMENTO PROF. CARLOS EDUARDO F MELLO e-mail: cefmello@gmail.com Conceito Sistemas de Esgotos

Leia mais

HIDRODINÂMICA CONDUTOS SOB PRESSÃO

HIDRODINÂMICA CONDUTOS SOB PRESSÃO HIDRODINÂMICA CONDUTOS SOB PRESSÃO CONDUTOS SOB PRESSÃO Denominam-se condutos sob pressão ou condutos forçados, as canalizações onde o líquido escoa sob uma pressão diferente da atmosférica. As seções

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Coagulação e Floculação 1 Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR 1 Validade: A partir de 01/91 Departamento: Engenharia Elétrica Curso: Engenharia Industrial Elétrica Carga Horária: 60H ( Teórica: 30H Lab.: 30H Exerc.: 00H ) Créditos: 03 Pré-requisitos: Controle e Servomecanismos

Leia mais

Processos Hidrológicos. CST 318 - SERE 456 Tema 8 Hidrometria e Vazão ANO 2015

Processos Hidrológicos. CST 318 - SERE 456 Tema 8 Hidrometria e Vazão ANO 2015 Processos Hidrológicos CST 318 - SERE 456 Tema 8 Hidrometria e Vazão ANO 2015 Laura De Simone Borma Camilo Daleles Rennó http://www.dpi.inpe.br/~camilo/prochidr/ Hidrometria Hidrometria Ramo da Hidrologia

Leia mais

SAN.T.IN.PR 83. Medição de Esgoto em Canal Aberto 1. FINALIDADE

SAN.T.IN.PR 83. Medição de Esgoto em Canal Aberto 1. FINALIDADE 1 / 17 SUMÁRIO: 1. FINALIDADE 2. AMBITOS DE APLICAÇÃO 3. CONCEITOS BÁSICOS 4. PROCEDIMENTOS 5. REFERÊNCIAS 6. ANEXOS 1. FINALIDADE Este procedimento tem como finalidade definir princípios básicos, especificação

Leia mais

Portaria Inmetro/Dimel n.º 0305, de 13 de outubro de 2011.

Portaria Inmetro/Dimel n.º 0305, de 13 de outubro de 2011. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria Inmetro/Dimel n.º 0305, de 13 de outubro

Leia mais

Seleção Dimensionamento de Hidrômetros

Seleção Dimensionamento de Hidrômetros Seleção Dimensionamento de Hidrômetros 4 O hidrômetro é um equipamento destinado a indicar e totalizar continuamente o volume de água que o atravessa. Normalmente a preocupação na operação da micromedição

Leia mais

TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO PRELIMINAR

TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO PRELIMINAR TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS Remoção de Sólidos Grosseiros Processo de remoção de materiais sólidos (todos os tipos) presentes e/ou lançados inadequadamente na água residuária.

Leia mais

LABORATÓRIO - FENÔMENOS DE TRANSPORTE

LABORATÓRIO - FENÔMENOS DE TRANSPORTE UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA LABORATÓRIO - FENÔMENOS DE TRANSPORTE PROFESSORA ANDREZA KALBUSCH PROFESSORA

Leia mais

Parte I. Hidrologia e Hidráulica: conceitos básicos e metodologias. Capítulo 1 Hidrologia Vazão de Enchente

Parte I. Hidrologia e Hidráulica: conceitos básicos e metodologias. Capítulo 1 Hidrologia Vazão de Enchente Parte I e Hidráulica: conceitos básicos e metodologias Capítulo 1 12 Capítulo 1. PRINCIPAIS TERMOS HIDROLÓGICOS Na análise hidrológica aqui apresentada, destaca-se a importância do conhecimento das metodologias

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS SISTEMAS DE CONTROLE. Na maior parte das aplicações, um sistema de controle e composto de:

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS SISTEMAS DE CONTROLE. Na maior parte das aplicações, um sistema de controle e composto de: INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS SISTEMAS DE CONTROLE Introdução Na maior parte das aplicações, um sistema de controle e composto de: a) Um medidor, que reage as variações da variável controlada;

Leia mais

SOLUÇÕES EM METROLOGIA SCANNER CMM 3D PARA APLICAÇÕES INDUSTRIAIS

SOLUÇÕES EM METROLOGIA SCANNER CMM 3D PARA APLICAÇÕES INDUSTRIAIS SOLUÇÕES EM METROLOGIA SCANNER CMM 3D PARA APLICAÇÕES INDUSTRIAIS TRUsimplicity TM MEDIÇÃO MAIS FÁCIL E RÁPIDA PORTÁTIL E SEM SUPORTE. MOVIMENTAÇÃO LIVRE AO REDOR DA PEÇA USO FACILITADO. INSTALAÇÃO EM

Leia mais

ETAR de Ermesinde e Alfena. Capacidade de Tratamento: Breve descrição do tratamento:

ETAR de Ermesinde e Alfena. Capacidade de Tratamento: Breve descrição do tratamento: ETAR de Ermesinde e Alfena A ETAR de Ermesinde foi projectada para tratar os efluentes urbanos provenientes da zona poente do Concelho de Valongo, abrangendo as freguesias de Ermesinde e Alfena. Esta ETAR

Leia mais

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina X-015 - MONITORAMENTO VIA INTERNET DE UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO TIPO

Leia mais

HIDROGOOD Horticultura Moderna

HIDROGOOD Horticultura Moderna Fevereiro 2014 Parabéns! Você acaba de adquirir produtos Hidrogood, desenvolvidos e comercializados por empresa nacional da mais alta qualidade reconhecida no exterior! Esta apostila visa orientar a montagem

Leia mais

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado Fundamentos de Engenharia Solar Racine T. A. Prado Coletores Solares Um coletor solar é um tipo específico de trocador de calor que transforma energia solar radiante em calor. Duffie; Beckman Equação básica

Leia mais

Medição de Pressão. Profa. Michelle Mendes Santos

Medição de Pressão. Profa. Michelle Mendes Santos Medição de Pressão Profa. Michelle Mendes Santos Introdução Pressão é definida como a força normal por unidade de área e pode ser expressa nas unidades: psi (libras por polegada quadrada); bar; atm (atmosfera);

Leia mais